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a vereadora Mariana conte conduziu o primeiro encontro da comissão popular da água que debateu a questão hídrica em Campinas na abertura a explicação sobre o nome escolhido para a comissão que homenageou Luís Ferreira sem terra do Acampamento Mariele vive em Valinhos que morreu em 2019 a dona Cícera líder e moradora do Acampamento Mariele vive relembrou a história do amigo o seu Luiz desde que ele chegou no acampamento ele tinha um sonho né que vocês viram aí no no no panfletinho que um deles era voltar a terra que nasceu na terra viveu até um certo tempo e depois teve que vir pra cidade em busca de melhores condições de vida só que trabalhou a vida toda já tava com 72 anos e não tinha almejado esse desejo então ele acabou vindo para pro acampamento Maria viv porque viu ali um sinal que ele poderia poderia tá encaminhando esse seu sonho né e o outro sonho que ele tinha era aprender a ler e escrever para tirar sua carta de motorista luí morreu atropelado juntamente com outros do Movimento dos Trabalhadores Rurais sem terra enquanto protestava pacificamente em defesa do fornecimento de água para o acampamento estava começando e distribuir os papéis e uma uma plantinha e dispensava mas esse cidadão ele sai detrás do ônibus que ele estava parado atrás de um ônibus e avança em cima da do pessoal que tava na rua e tinha umas 200 pessoas na rua na na pista fazendo esse movimento que foi uma iniciativa porque a gente estava sem água a líder fala do exemplo deixado pela atuação do colega e o seu luí era essa pessoa que não faltava nas atividades dele estava sempre presente não faltava as aulas de jeito nenhum às vezes ele chegava do serviço já ia direto pra aula à vez com frio com fome mas ele tava lá presente isso para nós foi assim uma lição de de de coragem e de querer algo lutar por algo que se tem desejo que se tem sonho Claudio Rodrigues conhecido como tchaca falou da responsabilidade do poder público e da sociedade e a gente vive uma crise planetária e falando isso não é que é uma crise planetária que não dá para fazer nada ao contrário se é uma crise planetária todos do planeta T que fazer alguma coisa né então aqui a gente tá fazendo a nossa parte aqui mas ela não adianta cada um fazer a sua parte é uma luta institucional coletiva A gestão ambiental pública ela é pública porque quando ele fala que o dever é da coletividade e e do Estado ele também fala para assegurar a efetividade desse direito né ao meio ambiente ecologicamente equilibrado incumbe ao poder público ele vai incumbir um monte de coisa até elenque aí mas não é importante é só dizer que ele incumbe ao poder público a gestão ambiental não é para para atender interesses privados corporativos de uma classe seja ela Agro Agro pop né que eles falam né ou então o setor do petróleo né ou então o setor da pecuária que é a onde mais se se tira a natureza né é para atender a todos ao final a vereadora Mariana conte fez alguns encaminhamentos dos trabalhos sobre o tema pode ser o GT de mobilização inclusive que pense Quais são os que que o que é interessante trazemos as comunidades de de religiões de matriz africana por exemplo nós temos uma experiência interessante com o terreiro do pai Nando que está ali na região na beira do Capivari nós eh houve uma tentativa de uma reintegração de posse da vizinha do terreiro fizemos um embar lá enfim mas eu acho que pode ser também outras comunidades Enfim acho que a gente pode contemplar essa temática como uma aula pública somada com a a a plenária de novembro