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Café com o Presidente | Luiz Rossini fala sobre 10 anos dos Distritos de Campinas
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Café com o Presidente | Luiz Rossini fala sobre 10 anos dos Distritos de Campinas

140 views Publicado 15/09/2025 HD · 15:59

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No Café com o Presidente o vereador Luiz Rossini, presidente da Câmara Municipal de Campinas, comenta os principais assuntos em destaque: ✔️ Reunião com os comerciantes de Sousas e a SETEC ✔️ Exposição internacional no Louvre com participação de artistas campineiros ✔️ Aprovação do projeto sobre o TDL ✔️ E o tema central: a comemoração dos 10 anos dos Distritos do Ouro Verde e Campo Grande, com balanço dos avanços e desafios dessa década 📺 Acompanhe essa edição e entenda como o Legislativo tem atuado em pautas que impactam diretamente a vida da população de Campinas. 🔔 Inscreva-se no canal da TV Câmara Campinas e ative as notificações para não perder nenhum programa. 📱 Siga também nossas redes sociais: Instagram: @tvcamaracampinas Facebook: TV Câmara Campinas Spotify e principais plataformas de áudio: Podcast TV Câmara Campinas

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Olá, [Música] mais um Café com Presidente no ar, aquele nosso bate-papo semanal com o presidente da Câmara Municipal de Campinas, o vereador Luiz Rossini. Bom dia, presidente. Bom dia, Mirna. Presidente, a gente abre o nosso café de hoje já falando de uma atuação que o senhor teve importante lá com os comerciantes do distrito de Souzas. O que que tá acontecendo lá? Quais são as demandas daquele daquele pessoal que atua no distrito? É, na verdade, eu fui procurado por alguns comerciantes, eles acabaram reunindo, fazendo uma reunião com um grupo de comerciantes lá preocupados com uma ação da CETEC, né, que notificou os comerciantes para duas coisas. regularizar a mesa na calçada e também a publicidade externa. Existe uma legislação lá de 2023, 24 que dá a CETEC autonomia para cadastrar e cobrar uma taxa de pubidade publicidade externa. Toda a propaganda ou publicidade que alguém coloca no seu imóvel, ainda que tá na parte interna, mas voltada paraa via pública, é passível de uma cobrança de taxa, chama taxa de eh de publicidade. E eles ficaram surpresos porque eles nunca tinham recebido isso. Como a CETEC ela tem feito isso por regiões, acabou chegando também no distrito de Souza, Joaquim Egídio. E a partir da dessa surpresa, nós agendamos uma reunião com o presidente da CETEC, né, com a diretora financeira, fizemos essa reunião na quinta-feira, onde a CETEC esclareceu, falou a lei, qual é o papel da CETEC, o objetivo e que é uma coisa que os comerciantes podem se regularizar inclusive pela internet para facilitar, mas é uma obrigação, isso tem que ser adequado. E foi assim uma conversa muito boa, porque também a gente aproveitou para discutir as características dos distritos de Souza e Joaquim Egídio, que são realmente polos gastronômicos e turísticos, né? É, o senhor falou inclusive essa questão da das mesinhas, das cadeiras nas calçadas, isso é o que parece ser mais charmoso pra gente que vai inclusive lá no distrito, né? Pois é. E e tem essa característica. Mas tudo isso, obviamente ocupação do solo público tem que cobrar uma taxa. Então eles, os comerciantes, colocaram aquilo que eles entende que seria o mais adequado e justo. A CTEC vai est estudando até para rever o critério de cobrança dessa coisa de taxa da utilização de calçadas para mesas e cadeiras. Mas de qualquer forma foi importante que eles quiseram manifestar o seguinte, Souza e Joaquindo tem uma característica, né? Na verdade, o movimento dos comércios é a partir de sexta, sábado e domingo. Sim. Então, ao longo da semana a frequência, né, a movimentação dos distritos cai bastante. Então, que esse critério pudesse ser observado pela CETEC, inclusive nas no estabelecimento dos valores do preço público. Hoje, esse preço público, ele vale pra cidade toda ou ele tem um valor a cada distrito, a cada região? É, na verdade não, ele tem por regiões, né? Tem. Então, é claro que dependendo da região, ele tem uma diferenciação, mas o preço público ele é estabelecido no começo do ano, vale pra cidade inteira. Então, a ideia é que você leve em consideração as características de Souza e Joaqu Egídio. Foi um diálogo bastante construtivo, né? Eu acho que ambos os lados entenderam, né, as suas reivindicações, né, e a as justificativas, mas eu acho que o papel da Câmara é esse do vereador, né? A Débora, vereadora Débora Palermo também esteve na reunião junto à CETEC. Quando a população, né, traz até o vereador uma demanda, uma reclamação, uma preocupação, o nosso papel é como representantes da população, intermediar junto os órgãos públicos, no caso da CETEC, e buscar assim um entendimento, porque obviamente a gente entende que a gente precisa potencializar e estimular o comércio, que é gerador de emprego, renda, ativa o turismo, né? mas fazer isso dentro das normas. Então, cumprimos esse papel no mandato e certamente daí vai sair algo que seja bom para todos. Falando ainda em atendimento à população, nós tivemos só que no caso aqui na sala da presidência uma reunião que trata aí de uma exposição no Luvre. É isso. Conta para nós o que foi esse Parece uma surpresa, né? Nós recebemos aqui a professora Silva Coelho, que hoje também é diretora social da Ípica, né? E ela disse que ela é pintora também, não sabia disso. Ela é uma artista plástico, ela pinta e ela, uma das pinturas dela foi selecionada para ter uma exposição no Luvre, num anexo do Luvre, né? Ela até explicou direitinho como é que é. E ela vai para lá, vai tá no dia, vai falar. Então, e isso é muito legal porque é uma artista de Campinas da atualidade, né, moderna, também sendo reconhecida, né, pela sua arte lá fora em Paris, no Luvre, que é referência eh mundial, né? Então, como ela veio falar, eu acho, até eu tomei a iniciativa de sugerir, merece uma medalha, né, um mérito cultural. Eu eu vou propor uma medalha para reconhecer a importância disso, porque também é uma artista da casa que tá levando o nome de Campinas para fora do país, no caso paraa França, Paris, né? Então foi uma conversa muito legal e junto com ela, na verdade ela veio com representante de uma ONG, o Planet Garden, que eles estão desenvolvendo uma ação para estimular o plantil de árvores na cidade e vão fazer algumas ações que ela tá ajudando a potencializar essa ação também. Então a gente aproveitou tratar dos dois assuntos, mas o que chamou atenção realmente é o fato dela tá indo expor um dos seus quadros lá em Paris, no Luvre. Então, em breve teremos aí essa concessão de honraria. Ah, com certeza. Presidente, a gente vai falar um pouquinho sobre projetos aqui da casa, um inclusive de sua autoria que foi aprovado recentemente que trata do transtorno de desenvolvimento da linguagem chamado TDL, uma campanha sobre a conscientização. Queria que o senhor falasse primeiro o que é o TDL, por que é importante que a gente tenha essa campanha e com certeza em breve, porque até o que eu recebi aqui em outubro é a data. explica para nós como que surgiu essa proposta. É, na verdade eu fui procurado por algumas profissionais e mães, né, que cuidam dessa questão do transtorno desenvolvimento da linguagem. Elas eles têm um movimento para sensibilização, conscientização da sociedade da existência de de mais esse transtorno TDL. e surgiram sugeriram que a gente pudesse criar uma semana, uma data de referência para que durante essa semana fossem desenvolvidas ações de conscientização, de esclarecimento e até de capacitação de profissionais da educação e da saúde sobre a existência desse transtorno. O transtorno do desenvolvimento da linguagem, ele é caracterizado pela dificuldade que crianças têm em adquirir e desenvolver a sua própria língua. Muitas vezes essa chamar deficiência é confundida com té, transtorno do espectro altista, coloca do mesmo guarda-chuva e não é, são transtornos com causas diferentes eh do da criança. E quanto mais cedo, né, se observar que a criança tem esse transtorno e mais cedo ela for orientada e receber um cuidado, uma tensão, né, para aquilo que é característico do transtorno, melhor vai ser o desenvolvimento social, emocional, cognitivo e de aprendizagem dessa criança. Eu também não conhecia. E a ideia de criar semana é para que você possa divulgar isso. E uma coisa também que as profissionais eh que vieram são psicóloga, especialista em aba, foneiólogo, torrino, eh elas disseram o seguinte: mesmo profissionais da saúde por falta de conhecimento, não conseguem fazer esse diagnóstico e os educadores, professores, de uma forma geral, se eles tiverem um pouco de formação, de orientação, talvez eles possam identificar no comportamento do aluno que esse aluno pode ter esse transtorno aí orientar os pais, né? Ou seja, a partir dessa semana e dessa conscientização é também aprimorar as políticas públicas para dar o cuidado devido às crianças que tenham transtorno de desenvolvimento da linguagem. Ainda falando sobre reunião ordinária, até porque esse projeto foi aprovado em plenário, na última quarta-feira nós tivemos no plenário pais de estudantes de uma escola pública municipal que falavam, reivindicavam a respeito da questão dessa escola que entrou em obras, estão preocupados com essa transferência temporária que seja dessas crianças para uma outra escola. O que que tá acontecendo, presidente? E qual foi o posicionamento? Até porque a vocês receberam esses pais depois do intervalo regimental lá no plenarinho, conversaram com as famílias. Conta para nós como foi. É a escola municipal Leão Vali Rier, né? Ela foi interditada porque ela vai ter que fazer uma reforma no telhado. E para viabilizar essa obra que é necessária e ninguém contesta, a própria comunidade escolar, os pais entendem a necessidade, a importância disso que vai melhorar a qualidade, obviamente da escola. Mas as crianças num primeiro momento foram transferidas para uma outra escola Fitel que fica lá na região do São Marcos, muito longe dali do Florence e do Campo Grande. E esse deslocamento acabou trazendo muitos transtornos, primeiro pro transporte, a demora, as condições do da FITEL. Isso gerou, de certa forma, uma revolta e preocupação dos pais que se mobilizaram, eh, chamaram a mídia, a mídia tem de forma geral tem coberto isso, até o Ministério Público entrou em campo, mas como veio uma comissão de pais, eles queriam falar com os vereadores, nós conversamos com eles no plenarinho e ali a gente falou quais ações que a Câmara e os vereadores podem adotar para tentar ajudar a encontrar uma solução pro problema. A solução não está na Câmara, não depende dos vereadores, né? Mas porque é uma ação do executivo. Então, foram combinadas algumas ações, inclusive de junto com os vereadores de comunidade tentar identificar outros locais próximo da região do Campo Grande que pudessem essas receber essas crianças. Enfim, mas a partir daí, recebendo a demanda, esse é o papel do vereador, sim, né? é uma realidade. Eu acho que a gente tem que priorizar a educação, tem que os pais estão no seu direito inclusive de reclamar, porque eles não foram, segundo eles, consultados antes, foram surpreendidos com essa alteração, né? Eles têm preocupação, obviamente, com a qualidade do da aprendizagem da do do ensino dos alunos, dos seus filhos. ouvindo isso, obviamente os vereadores já se comprometeram, fizeram contato com o prefeito, com a Secretaria de Educação, abriu um canal diálogo para tentar agilizar, né, a resposta a esse problema e, obviamente, buscar alternativas que minimizem os impactos paraa realização dessa obra. Então, a Câmara tem sido obviamente a o local onde a população vem trazer as suas queixas, seus problemas, suas demandas e a partir daí é papel do vereador com os instrumentos que tem tentar ajudar a resolver esses essas situações. Presidente, na última semana também foi dia de festa. Olha, nós tivemos aí 10 anos da criação dos distritos do Campo Grande e do Ouro Verde. A gente lembra que em 2014 Campinas passou por um plebiscito para decidir se essas regiões seriam distritos e finalmente com duas leis aí em 2015, 10 anos desse desses dois distritos que hoje tem cerca de 250.000 habitantes juntos. Presidente, queria que o senhor falasse do papel também da Câmara nesses 10 anos, não só na criação, mas hoje que recebe muitas demandas desses dois locais. É, primeiro, a caracterização de distrito, né, confere em tese um tratamento diferenciado por parte da administração. Eu sou favorável à descentralização administrativa. Campinas tá ganhando um porte, um tamanho que você não pode ter todos os serviços concentrados na prefeitura no único loco. Então você poder levar para essas regiões unidades descentralizadas como subprefeituras, é uma forma de você levar para perto das onde as pessoas vivem alguns serviços, aqueles que podem ser descentralizados, obviamente melhorar a qualidade e a relação que a prefeitura tem eh com a população dessas áreas. Então, a criação dos distritos teve que fazer o plebiscito, né, porque é uma exigência eh da Constituição estadual, inclusive foi aprovado e os distritos foram constituídos. 10 anos se passaram, muita coisa aconteceu, muita infraestrutura, muita melhoria. Eu acho que no atendimento dessa população foi sendo desenvolvido ao longo desses anos. Obviamente outros precisam acontecer, né? Outros serviços, outros aprimoramentos, mas é uma data para celebrar, né? Então são 10 anos do distrito do Campo Grande, do distrito do Ouro Verde e as ações que foram realizadas é para celebrar essa conquista que de certa forma, mas é uma conquista da população. A Câmara é que intermediou essa discussão, essa luta, aprovou a lei, né? Mas quem ganha com isso é a população que mora nesses dois distritos. Parabéns, Ouro Verde e parabéns Campo Grande por 10 anos, né, como distrito. Sim, é verdade, presidente. Nosso tempo tá acabando, mas depois a gente pode até num outro momento falar sobre isso. Campinas ainda comporta mais distritos? É, nós já temos Aparecidinha, Souza, Joaquim Egido, Campo Grande, Ouro Verde. O pessoal quer fazer o distrito do Campo Belo, a região do aeroporto, né? Sim. É uma reivindicação disso, talvez o, mas é uma outra discussão, né? Paraa frente a gente pode pensar nisso, tá certo? Então, presidente, uma boa semana, hein? Legal. Foi bom tomar café com você. [Música] [Música]
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