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Olá, [Música] bom dia você que assiste a TV Câmara Campinas. Mais um Café com Presidente no ar, aquele nosso bate-papo semanal com o presidente da Câmara Municipal de Campinas, o vereador Luiz Rossini. Bom dia, presidente. Bom dia, Miranda. Presidente, na última semana nós tivemos aí discussões bem importantes aqui no legislativo com pelo menos quatro extraordinárias aí mais de 3 horas de discussão de projetos importantes que precisavam ser analisados ainda nesse semestre. Sim, sem dúvida. O primeiro deles foi o projeto que concede reajuste aos servidores públicos municipais. A necessidade de votar esse projeto numa reunião extraordinária eh se se deve ao fato de que era preciso, antes do recesso, votar esse reajuste, que é o resultado do acordo, né, entre o sindicato da categoria e a prefeitura municipal para que ele pudesse passar a vigorar ainda esse mês e obviamente os servidores receberem mais rapidamente. A database é maio deles, é isso? A database é maio, né? data base maio, teve toda a negociação. É claro que esse reajuste é reaturativo a partir do mês de maio. Sim. Mas sem aprovar, se a gente entra no recesso, sem votar, ia demorar para que os vereadores pudessem receber, né, os seus salários com os vencimentos reajustados. Obviamente sempre há discussão, mas a Câmara cumpriu o seu papel de votando o projeto aí permitir eh que o prefeito conceda o reajuste aos servidores, tá? A gente teve outras discussões também, mas na última semana em primeira discussão, o projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias, que nesta semana então deve ser votado definitivamente. Sim, votamos em primeira contra a legalidade. o projeto de diretriz orçamentária é necessário porque ele é que dá base paraa elaboração do orçamento pro próprio próximo ano e ele tem que ser votado ainda antes do do recesso, né, para que haja o tempo adequado e a prefeitura possa se planejar pro exercício de 2025. Já votamos em primeira e certamente hoje a gente deve finalizar a votação votando em segunda LDO. Sim. Agora a gente vai falar um pouquinho de projetos de sua autoria. Um deles que foi aprovado na última reunião é o que trata desse período de 15 minutos. Nós inclusive já conversamos sobre ele na reunião ordinária, que é esse tempo para que a pessoa não seja cobrada quando ela vai, por exemplo, ao hospital, a uma clínica. Fala import. Pronto, socorro. Como que é isso? Socorro. É, na verdade é alguns estabelecimentos que t cobrança de estacionamento, né? estabelecimento de saúde e muitas vezes numa situação de emergência a pessoa só quer entrar para deixar um paciente e e sair. Então, nessas situações, a exemplo do que já ocorre em muitos shopping centos, por exemplo, é estabelecer um período de tolerância de 15 minutos para permitir que a pessoa possa entrar, desembarcar e sair. E não só quando ela tá acompanhada um veículo próprio e com um acompanhante, esposo, esposa, filho, né? Mas também é muito comum hoje que as pessoas se utilizem dos serviços de Uber, né, dos aplicativos ou até táxi. Então às vezes chama um veículo e pede que leve até o hospital pronto socorro. Então permitir que esse veículo possa entrar, deixar o paciente sair sem cobrança, eu acho que isso ajuda demais, né? A é às vezes tem que pegar uma cadeira de rodas para deixar essa pessoa na recepção. Então esses 15 minutos são essa tolerância. Eu acredito que o prefeito vá sancionar e a gente possa eh vigorar isso na cidade de Campinas. Uma emenda do vereador Nick propôs estender isso também paraa rodoviária de Campinas, né? Ter essa tolerância de 15 minutos. a gente acha que isso é uma medida eh de bom senso, saudável, vai ajudar as pessoas e não vai comprometer obviamente, né, a atividade dos dos estacionamentos hoje, maioria terceirizados, né, eh, na rede hospitalar também. Na última semana nós tivemos um outro projeto de sua autoria, vereador, que denomina como Laudelina de Campos Melo, velório, lá no cemitério dos Amaris, o cemitério Parque Nossa Senhora da Conceição. Fala um pouquinho dessa iniciativa. Olha, todos nós eh reconhecemos a importância da Laudelina de Campos Mélio, né, sua história, sua luta, sua trajetória. Inclusive a Câmara de Campinas tem um diploma de mérito, Laudelina de Campus Melo, para homenagear mulheres, principalmente que atuam na luta do enfrentamento ao preconceito, ao racismo e até a discriminação eh contra a mulher. E a Laudelina, ela está sepultada no cemitério dos Amarais, né, na Senhora da Conceição. E até por sugestão de historiadores, pessoa que acompanha e e e conhece, né, a importância de a gente manter viva a memória de pessoas como ela. A gente apresentou uma proposta, a Câmara aprovou de denominar aquele espaço, né, de do velório de Laudelina de Campos Melo. é uma forma também de fazer essa identificação da laudelina com o local ela onde foi sepultada. Isso pode inclusive servir eh de reforço desse turismo, né, valorizando a comunidade negra. É muito comum, né, na no mundo inteiro, aqui em Campinas também, principalmente da saudade, as pessoas visitarem túmulos de pessoas importantes, proeminentes, né? Então a gente espera que isso também ajude a manter viva a memória, né, e todo aquele a luta, né, o que representou a Laudelina na nossa história. É, a gente lembra que Laudelina, ela é aí a precursora do sindicato das domésticas, das trabalhadoras domésticas, né, teve um importante papel pro reconhecimento dessa categoria como profissão, né, presidente? Não, sem dúvida. Ela a partir dessa luta, ela realmente teve outras atuações importantes, né? Fazia o baile da Pérola Negra, que as mulheres mais, né, atuantes e bonitas aqui da nossa cidade. É uma pessoa muito ativa, dinâmica e a gente fiquei feliz em poder fazer essa homenagem a ela e assim como reconhecimento, né? Sim. a partir dela, toda a luta, a importância que tem a mulher na nossa sociedade, principalmente a mulher negra, a mulher doméstica, trabalhadora. E nós tivemos aqui na presidência da Câmara também na última semana a visita do cônsul geral de São Paulo do Japão aqui no legislativo. Fala um pouquinho desse encontro de receber o cônsul. É, olha, ele veio através do vereador Luiz Abico, né? E foi uma visita de cortesia, mas muito importante, né? Eu acho que nós tivemos a honra de recepcionar o Côs, senhor Shimizo, né? E ele tá um ano e pouco no Brasil, mas fala o português assim com bastante influência, pouco sotaque e foi muito primeiro assim, eu acho que a Câmara, enquanto instituição, receber a visita de um cônsul, né, mostra que o poder legislativo de Campinas também tem um papel importante nas relações, né, entre os povos, entre as nações. Mas o mais legal, Mirna, foi ouvido cônsul, né? Admiração que ele e o povo japonês tem pelo Brasil e também pela nossa cidade, né? Reconhecendo aqui que nós somos um povo acolhedor, hospitaleiro, alegre, né? E eles tem o relato dos japoneses, seja imigrantes ou descendentes que vivem em Campinas, que se sentem em casa, né? É, tanto que a gente tem aprovado por essa casa aí as comemorações da comunidade japonesa no calendário oficial do município. Pois é. E é e é importante nessas comemorações resgatar a história, a tradição, a cultura do povo japonês, que também ajudou, né, a desenvolver a nossa a cidade de Campinas. E ele veio no momento em que se celebrou eh em junho 130 anos de relações, né, comerciais entre Brasil e Japão, 118 anos da chegada do primeiro navio de migrantes, o Cassatumaru lá em eh 1908. Então, eu acho que é um momento significativo, simbólico e receber o cônsul foi assim uma coisa bastante rica pra Câmara de Campinas. Agora a gente lembra que o presidente Luizini, ele também é o presidente do Parlamento Metropolitano, que une aí as câmaras municipais da região metropolitana de Campinas. E na última semana, um problema que é aqui na nossa região, a questão da saúde. O senhor esteve inclusive na Secretaria Estadual de Saúde para falar da questão do Hospital de Sumaré. Vereador, fala para nós, presidente, como foi essa reunião, quem foi, o que que a gente pode contar para quem tá lá em casa. Claro, claro. Esse assunto já tinha sido levado no parlamento pelo presidente da Câmara de Sumaré, né, vereador Hélio Silva, mostrando a preocupação com a possibilidade de encerramento de um convênio entre o governo do estado e a Unicamp na gestão daquele hospital. O hospital estadual de Sumaré, ele ele é referência no atendimento, ele serve como também o hospital escola para formação de médicos residentes. Então ele tem cumprido um papel muito importante e a população de Sumaré e da região eh tá muito feliz e satisfeita com o hospital. E aí o problema é, o governo anunciou que ia fazer um chamamento para mudar a gestão. Criou uma repercussão, obviamente o debate. O vereador de Sumaré trouxe esse assunto no parlamento. A vereadora Fernanda Solto de Campinas também criou uma frente parlamentar para debater esse esse tema. E a pedido de do parlamento e da própria vereadora, nós solicitamos uma reunião na Secretaria de Estado para discutir isso. Fomos recebidos pela coordenadora, né, da do departamento de contratos de convênios da Secretaria de Estado. E foi muito boa, muito produtiva, esclarecedora a reunião. Ela colocou as razões que levaram o governo do estado a tomar essa medida. havia apontamentos e solicitação do Tribunal de Contas para ver rever a forma de contratação, né, da Unicamp, que ela a a Unicamp era conveniada, aí a o governo mandava para Unicamp, a Unicamp passava o recurso para FUNCAMP e o Tribunal de Contas falava que essa triangulação não era correta. Então havia a necessidade de contratar diretamente uma OSC, né? E aí foi isso que foi feito e a tendência é que a FUNCAMP, né, que já tá lá, continue fazendo esse serviço. O contrato até 31 de julho, é isso. 31 de julho, né? E aí deve a partir de primeiro de agosto, nesse edital de chamamento, né, manter a FUNCAMP, né, como gestora ali do hospital e colocando aquilo dentro daquilo do que diz o a legislação e o próprio Tribunal de Contas. Mas o que foi interessante foi a forma como a coordenadora recebeu, né, a nossa comitiva, né, porque fui eu, foi a vereadora Hélio Silva, foi a vereadora eh Fernanda Solto. Fernanda Solto e também o vereador Dudu Lima, que é presidente da comissão de saúde de Sumaré. Ela valorizou inclusive a iniciativa dos vereadores, das câmaras de levar esse essa discussão, fazer a defesa daquele serviço e buscar esse canal de interlocução com a Secretaria de Estado, né? E voltamos de lá sem animados com a notícia de que haverá continuidade na prestação de serviço com a FUNCAMP. Um outro tema também bem pertinente a toda a região metropolitana, também discutido no parlamento na última sexta-feira, foi a segurança pública no encontro em Montemor dessa vez. fala dessa reunião, presidente. É, foi a última reunião do semestre também, né, na Câmara de Montimor e nós levamos lá o secretário de Campinas de segurança, né, eh, o Cris Big, Cristiano Big, que foi falar sobre o SIM, que é o Centro de Inteligência Metropolitana Instalado em Campinas e que une todas as guardas municipais e também outras forças de segurança, Polícia Militar, Polícia Civil, num trabalho de inteligência para melhorar a a eficácia, né, das ações e operações de segurança na região metropolitana. É um assunto que interessa todos os municípios, né? E essa união de municípios ajuda a fortalecer, a criar eh melhores bases, principalmente de inteligência para investigação, não só paraa solução de crimes, mas também para evitar que crimes sejam praticados na nossa região. Na prática, presidente, para quem tá em casa, não entende, por exemplo, se um ocorrer um furto ou um roubo de um veículo numa dessas cidades, todo esse sistema é alertado. É isso? Exatamente. Então, havendo qualquer ocorrência dessa natureza, por exemplo, a a Guarda Municipal local aciona o o Sim. Hoje já existe esse esforço de fazer o que eles chamam muralha de segurança com câmeras inteligentes nas entradas e saídas das principais cidades das rodovias. Então é possível assim que acionado que esse centro possa est monitorando, identificando a presença, por exemplo, do desse veículo furtado, além de outras ações, né? Então, é uma ação de cooperação, né, entre todas as guardas municipais, departamentos ou secretarias de segurança, também com suporte a colaboração e participação da Polícia Militar, Polícia Civil, próxima própria polícia federal, né, que vai dar e é o primeiro centro de inteligência de região metropolitana do Brasil, pode servir de referência pro país inteiro. Última reunião então do parlamento e nós temos ainda essa semana última reunião também da Câmara Municipal as ordinárias, mas o trabalho não para, né? Não para, não para, não para. na perspectiva de termos também mais eh uma sessão extraordinária amanhã, mas mesmo com recesso, sem as reuniões ordinárias, os o trabalho dos vereadores continua, Câmara não fecha, não fecha, a Câmara não fecha, os vereadores continuam eh fazendo seu trabalho, recebendo a população, recebendo as demandas, né? Só não temos as reuniões para votação dos projetos de lei, mas a Câmara continua funcionando e a atividade parlamentar do vereador continua a todo ritmo. Tá certo, presidente. Obrigada por hoje e até a próxima semana. Até a próxima, se Deus quiser. Так. [Música] เฮ [Música] [Música]