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a tv câmara campinas olá boa tarde olha começa daqui a pouquinho a audiência para debater a inclusão do dia de acolhimento da pessoa em situação de rua no calendário oficial de campinas a idéia do vereador paulo gautério é aproveitar o dia 19 de agosto para promover debates sobre a situação dessas pessoas que vivem nas ruas da nossa cidade vamos acompanhar boa tarde a todos senhoras e senhores é uma satisfação muito grande telespectadores aqui na tv câmara presente nessa casa funcionário da tv câmara aqui que dão suporte a esse trabalho eu quero abrir essa audiência pública que institui no calendário oficial de campinas o dia municipal de acolhimento das pessoas em situação de rua a gente cumprir a determinação legal desse projeto que institui um dia no calendário oficial de campinas o dia municipal de acolhimento a necessidade dessa dessa audiência pública e eu vou convidar aqui pra acompanhar aqui e compor a mesa é o lincoln moreira que a gerente geral da fundação feac por favor convido aqui também o ala se martins soares superintendente da guarda municipal de campinas que vem representando que representa o comandante márcio frezzarin queria convidar também compor nosso trabalho aqui e externa soeiro que é coordenadora setorial de alta complexidade população adulta e idosa a prefeitura municipal de campinas e convidar também william azevedo de souza coordenador setorial de média complexidade secretaria da assistência social e eu gostaria também de convidar joão eduardo de moraes que é membro da casa do amor fraterno nos acompanhar se aqui também é bem essa essa audiência ela é obrigatória por força de dispositivo que determina que para esse tipo de projeto se faça necessário é é uma audiência com pessoas ligadas à população de rua e eu agradeço desde já a todos a disponibilidade de estar conosco aqui e discutir um pouco do dessa situação de rua a gente sabe que com a crise econômica muitas pessoas ficam em situação de vulnerabilidade ea gente como o poder público é nós temos obrigação de tentar minimizar o sofrimento dessa população eu vou dar por enquanto mais ou menos uns quatro minutos para cada um a começar do joão aqui a pessoa fala um pouquinho que ela representa é o trabalho que faz alguma coisa que quer mostrar para a cidade lembrando que esse programa está ao vivo pela tv câmara tv aberta e pela net então é importante para a população saber não vou dar a palavra aqui pro joão eduardo pra ele fazer uma pequena apresentação dele e dizer aí é um como está a situação dele com relação às pessoas que vivem em situação de rua boa tarde nobre vereador paulo altério muito orgulho estou aqui convidada por um senhor é meu nome é conhecido como eduardo eu sou membro da casa do amor fraterno é uma casa aqui é voltada realmente para ajudar os carentes nós temos um trabalho a chamada sopa do bem desculpa eu estou aqui representando a presidente se houver apostas é nós atendemos hoje toda vez que nós saímos na rua nós saímos com 150 marmitas então nós fazemos a área central de campinas começamos na região da rodoviária e vamos até a avenida norte sul onde a gente de paraí com uma quantidade muito grande realmente de pessoas carentes que necessitam que são carentes de ajuda e nós não podemos esperar apenas o poder público acho que o empresariado a classe é não só a classe política mas empresarial também é responsável e nós somos um grupo de abnegados não somos onde na verdade somos uma entidade particular onde vivemos apenas de doações mais nada andamos com as pernas próprias somos um grupo penso que em torno de 120 pessoas que trabalham efetivamente no projeto 15 pessoas então nós temos nas ruas buscando efetivamente as pessoas que dormem na beira da calçada é que realmente não têm residência fixa então são pessoas que vendem algum lugar distante e não conseguimos recolocar não conseguir um emprego não conseguir uma residência fixa e mora embaixo da ponte alguns galpões abandonados né principalmente nas ruas e nós vamos aonde não tem entidades por exemplo a catedral é como se fosse uma áfrica muita gente nós deixamos por último porque lá já tem muitos doadores então usamos nas ruas de toda grande campanha de toda a região metropolitana que a gente passa onde não tem efetivamente auxílio a gente acha muito importante isso aí sobrou a gente vai na catedral que realmente lá uma loucura muita gente então muita gente acha não poxa estão lá porque querem não é verdade eles estão lá por algum motivo ou foi o usuário de droga foi expulso da família ou não conseguiu emprego enfim tem os motivos não podemos deixá lo passar fome né então nós levamos comida nós vamos água e eventualmente roupas também é isso obrigado john f lembrando aqui aqui estamos assistindo os presentes aqui que um decreto de número 7.058 três de 23 de dezembro de 2009 ele estabelece que para fins é desse decreto considera se população em situação de rua o grupo populacional heterogêneo que possuem em comum a pobreza extrema os vínculos familiares interrompidos ou fragilizados e ainda a existência de moradia convencional regular e que utiliza logradouros públicos as áreas degradadas como espaço de moradia e de sustento de forma temporária ou permanente bem como as unidades de acolhimento para pernoite temporário ou como moradia provisória moreira gerente da fundação feac é estudar a língua que você pode utilizar para 9 em relação ao que nós temos feito e população de rua boa tarde a todos agradeço o convite vereador paulo gautério aos representantes aqui dá na mesa também nós boa tarde jacky cumprimentando-o ele está aqui já nos conhecemos da caminhada de trabalho em conjunto junto à gestão é a fundação feac do qual represento é tem um conjunto de programas e projetos na no município de campinas em parceria com um conjunto de organizações conselhos municipais secretarias do município é também temos atuação no segmento junto às pessoas em situação de rua no município de campinas né alguns projetos com foco específico a atuam diretamente como uma parceria com a associação com a inércia que o trabalho de abordagem temos um trabalho de parceria com essa associação é fortalecendo qualificando e apoiando o desenvolvimento desse projeto e também tem um programa de enfrentamento à violência onde a gente tem um conjunto de iniciativas que passam por atender ou pelo menos por dar um apoio às organizações que atendem essas pessoas em situação de rua é considero bastante é importante que a câmara municipal discuta e debater este assunto é um assunto de extrema importância principalmente uma vez que essas pessoas com o próprio jogador disse que o colega que antecedeu nós precisamos cuidar dessas pessoas proteger essas pessoas de que essas pessoas um não escolheram essa vida nelas estão nessa condição nós precisamos é trabalhar para que elas possam sair dessa condição não é é tão hotel depois de um depoimento que aconteceu essa semana eu estive no no cândido ferreira é uma organização desenvolve um trabalho bastante importante na área de saúde mental no município de campinas e visitando as oficinas encontrei a jandira jandira 16 quem trabalha aqui nessa nessa temática em campinas onde conheceu jandir uma moça negra deve ter aproximadamente uns 40 anos de idade ela viveu muitos anos nas ruas de campinas ela estava participando de uma oficina lá no cândido ferreira eu encontrei em reconhecido nós conversamos o quanto fiquei feliz pela condição que ela está hoje ela é conseguir lembrar de alguns momentos ela está participando de uma atividade e eu fiquei pensando e conversando com ela o quanto que o serviço tem uma importância na vida dessas pessoas sem o serviço as pessoas talvez não estivessem lá talvez elas não conseguirem chegar no momento da vida que chegaram né então é fundamental que a gente olhe para essa população desenvolva serviços aos programas né projetos para que a gente possa não só diminuir mas pra que a gente possa garantir cidadania é direito à atualização básica de todo cidadão brasileiro são instalação inicial estamos dispostos a ke ha ha ha continuar a conversa o debate para que a gente consiga é apontar a câmara municipal é o que ela pode contribuir para o atendimento dessa população obrigado a continuar a nossa nossa abertura o aves martins soares explica pra nós e que tinha de ver com relação à oposição da guarda municipal essas pessoas são pessoas em situação de rua boa tarde nobre vereador paulo altério na pessoa de quem eu cumprimento os demais componentes da mesa nessa audiência pública boa tarde aos telespectadores a guarda municipal de campinas ela tem as suas ações voltadas ao apoio das demais secretarias da municipalidade secretaria outros pontos que são pendente também com relação à solicitação das ocorrências denominadas e temos também os nossos atendimentos das demais ocorrências o superintendente de operações coordenou toda a parte operacional da guarda municipal de campinas no que diz respeito à patrulhamento em veículos quatro rodas duas rodas patrulhamento a pé representa nesse ato nosso inspetor superintendente geral márcio frizzarim e também o espetador março boldrin que é o nosso sub comandante agora mas paulo que diz respeito às pessoas em situação de rua ela tem uma ação muito específica no cumprimento do decreto municipal 19 874 de 2018 à qual estabelece as secretarias municipais atribuições a serem realizadas no que diz respeito à população em situação de rua então nós temos diversas operações que são desencadeadas ao longo do ano que visam verificar essas pessoas no que diz respeito a objetos ilícitos práticas de crimes no que diz respeito à procurados da justiça e encaminhamentos aos órgãos assistenciais para que possam prestar o devido auxílio necessário naquele momento então a nossa atribuição se resume a isso o apoio operacional às secretarias e também às pessoas em situação de rua ok até coordenadora setorial de alta complexidade explica pra nós o que é a alta complexidade favor isso representa e também fala do seu trabalho boa tarde a todos em sua história eu sou assistente social de formação atualmente estou na coordenação da conta da alta complexidade que eu vou explicar para vocês que que dentro da política de assistência social nós temos três proteções na verdade duas a proteção básica e proteção especial a proteção especial ela é dividida em média complexidade que são serviços que estão ligados à questão de negligência violência atendimento famílias atendimento à população em situação de rua e os serviços de alta complexidade que já tem englobam serviços de acolhimento os abrigos albergues eu estou na gestão da alta complexidade então eu sou responsável pela gestão dos serviços de acolhimento que atendem à população em situação de rua e também o albergue municipal que não é só destinado à população em situação de rua e sim há pessoas que passam por campinas estão de passagens mesmo antes de tíner antes solberg abrange essa população é explicando hoje como está campinas em relação á a questão do dos serviços de acolhimento hoje nós temos cinco serviços de acolhimento em campinas é desses serviços com os quatro são abrigo institucional e uma casa de passagem além de serviços a gente tem um orçamento que é o albergue municipal é o serviço de acolhimento ele abrange atento o atendimento por não uma busca espontânea e sim um atendimento referenciado pelo atendimento da média complexidade que são os serviços de abordagem de rua centro pop às vezes algum serviço que tenha no território da assistência social que identifique uma pessoa que está em vulnerabilidade a ponto de chegar a uma situação de rua antes que aconteça ela realiza esses encaminhamentos para os serviços de acolhimento então nesses serviços o que é ofertado para a pessoa em situação de rua é nas casas de passagem ele é um serviço rápido ele fica de três meses a seis meses avaliando o potencial dele de se reorganizar um tempo menor pelo próprio equipe que está fazendo o serviço de acompanhamento e abordagem ele é encaminhado para a casa de passagem ele fica de três a seis meses onde ele tem ali a casa pra pra ficar permanecer tenha todas as refeições é como se fosse uma rotina realmente de uma má casa neste momento ele é encaminhado para os serviços de saúde trabalho e renda educação dependendo do desempenho da necessidade de cada usuário gente não faz um atendimento coletivo sim um atendimento individualizado pra esse cidadão que o dentro do que ele necessita né já os serviços de acolhimento ele pode ficar um período maior nele pode ficar de seis meses ano e nesse serviço é ofertado também um atendimento com equipe técnica especializada coordenador psicólogos assistente social terapeuta ocupacional no qual também é realizado um plano individual de atendimento dentro desse plano que são traçadas as metas no qual pode ter um retorno à família e à inserção no mercado de trabalho aí vai depender da necessidade ou até o próprio tratamento de saúde no qual de mandi um tempo um pouco maior aí vai depender da necessidade de cada usuário então esse é feito um acompanhamento por essa equipe técnica e técnica reinserção também encaminhamos para outros projectos que têm nem da prefeitura que hoje o parceiro da cidade mão amiga é que existe um trabalho aí de reinserção também no mercado de trabalho com cursos é é fundado pelo se preocupe junto com educação então existe aí uma série de de encaminhamentos que a gente realiza dependendo da necessidade e do quanto aquele indivíduo ele pode tem a condição e taz e ren sendo inserido na sociedade ok dizer que o coordenador setorial de média complexidade da secretaria de assistência social por favor em ferro primeiramente queria agradecer o convite e cumprimentar todos da mesa na figura do vereador é eu vou tentar falar um pouco mais sobre o regime da complexidade antes disso eu queria destacar também seria importante convidar as pessoas em situação de rua também pra participarem da da mesa também porque como um dia para a população de rua também é interessante também ela traseiro assim o seu olhar né eu vou falar a partir do olhar dos serviços os quais eu eu coordeno e os cães também o trabalho em conjunto né os a conhecer colocou os serviços da política de assistência social para a população de rua é dividido em média e alta complexidade alta complexidade assim de modo resumido né vou repetir tudo aquilo que é sério falou são serviços que ele envolve toda uma rede de apoio que esta situação de rua elas acabam não tendo né que geralmente o que atende as pessoas no lado social geralmente é em relação às obras voltadas para a família território comunidades são os serviços públicos ea relação com o mercado de trabalho são três principais redes que fazem com que a pessoa evite com que as pessoas vão para a rua quando observei a história do povo vai pra rua geralmente essas três redes elas estão enfraquecidos né quando ela tem pelo menos uma dessas ela acaba sustentando um pouco mais geralmente a gente na sociedade onde o trabalho de extrema importância a gente vive momento hoje que boa parte das pessoas estão perdendo o trabalho tendo dificuldade de acessar o mercado de trabalho e na população de rua isso é muito gritante essa questão do trabalho ele as duas questões gritante a população de rua é o trabalho ea moradia por incrível que pareça são duas políticas essenciais à população de rua e eu diria até mais do que a própria a assistência a voltando para redes de média complexidade são serviços que fazem a intermediação a da população de rua com todos os outros serviços da rede do território por exemplo para as pessoas em situação de rua acessar o serviço de saúde na maioria das vezes o serviço de assistência ele faz essa intermediação o serviço de abordagem que hoje no município é feito em parceria com ss rua ele é o serviço que faz essa intermediação das pessoas em situação de rua com todo o outro contexto porque alguma coisa está clara a população de rua é que no geral as pessoas têm muito receio de se aproximar da população de rua então muitas vezes a pessoa em situação de rua na frente da sua casa ou no bairro ou na praça em vez de tentar uma aproximação um contato ela fica um certo receio de ir até aqui um medo e acaba solicitando com que um serviço vá até lá muitas vezes não se aproxima uma série de receios e de medo do imaginário social que muitas vezes têm elas a população de rua então serviço de abordagem muitas vezes é quem faz essa aproximação ele atende todo o rio todo o território campineiro todas as regiões a oeste a bordo e eu tenho de pessoas e faz esse trabalho de aproximação né outro serviço interessante destacar é o centro pop ele é como se fosse um centro de referência aliás ele é um centro de referência especializada população de rua à população de rua é por uma questão de descer afastamento do recife das pessoas se aproximarem exceto algumas exceções não é igual o foi colocado logo no começo da primeira fala as pessoas têm um certo receio então por ter esse receio ela acaba ficando isolada dentro da própria cidade então você não tem contato com ninguém quando você não tem contato você não tem quase nenhuma oferta por exemplo a população de um modo geral ela tenha casas familiares ela vai no shopping vai no comércio vai né na fazenda e vá em vários outros lugares população de rua geralmente ela só tem a cidade em uma cidade cara das pessoas acabam nem olhando para ela então isso produz uma série de efeitos não só né eu diria subjetivos mas também em termos de relacionamento porque se você não veio não é olhado o que acaba sobrando pra você geralmente as pessoas acabam se isolando dentro da própria cidade e quando você está sozinho o que sobra é quais são as ofertas que tem pra você e esse serviço que atende a população de rua eles levam em consideração o modo que a sociedade considera entre a população de rua e muitas vezes faz um trabalho para alterar essa realidade ao terá inclusive um modo que as pessoas em situação de rua são vistas pela pela sociedade e pelo o público em geral né então centro pop um outro serviço essencial no município de campinas detém 2 entre o pop eo que fica na rua josé paulino e outro que está em rigor de lamento desde 2003 tem a gente tem busca de um espaço maior para ampliar os serviços só que a gente encontra uma série de dificuldades de fazer essa ampliação outro serviço de extrema importância é a casa da cidadania é um serviço que ele acolhe diversas entidades e organizações que distribuem a alimentação ele tem um mar de convivência também só que ele não tem a mesma potência que o centro pop tem que o centro pop é um serviço que lhes é mais pensada para a população de rua inclusive é um serviço tipificado da cidadania não ser identificado mas também tem a sua importância dentro da rede os serviços essenciais que fazem esse meio de campo entre a população de rua eo restante da rede que o município tem oferta que nem por exemplo os centros de saúde os capins né geralmente são serviços de média complexidade que fazem o ss bull e o centro pop cada um desses serviços eles contêm uma equipe de técnicos especializados para o atendimento da população em situação de rua acho que no geral a ok só moutinho bem só vou fazer umas perguntas agora vou pedir assim só um pouquinho de brevidade na resposta pra todo mundo poder participar já deu pra entender mais ou menos o trabalho de cada um é dentro de um limite do razoável a pessoa responde pra poder para poder fazer um debate mais aberto e não ficar em cima de um só é o anjo da guarda municipal o que o índice de criminalidade da população de rua dá pra dizer a fim de que quem está na rua 5 10 e 20 por cento é comum ex presidiário como pessoas com um procurado da justiça que tem a ver com ela foi à população sim é muito comum e infelizmente porque a pessoa quando ela está em situação de rua como já foi citado aqui ela tem que buscar alguns mecanismos que satisfação o prazer dela a vida dela que tenha faça que traga algum significado então até mesmo pra poder acalentar a dor então é comum mais de 90% das pessoas em situação de rua que nós abordamos elas têm alguma dependência química seja ela por droga lícita ou ilícita mas há uma dependência química muitos deles tenha três possuem antecedente criminal às vezes a própria situação a própria dependência química via de regra leva essa pessoa cometer algum tipo de delito seja um pequeno traficante para poder satisfazer o seu vício ou então praticar furtos ou até mesmo roubos então esse dado específico com relação à porcentagem exata neste momento não consigo fornecer mas que há realmente um histórico muito grande com relação à prática de crimes e também a dependência química há inclusive nas operações que nós fazemos é comum encontrar pessoas são procuradas da justiça que praticaram o delito em determinado momento conseguir algum livramento condicional uma liberdade provisória e não voltaram para fazer os procedimentos administrativos que aí até o fórum assinar os documentos a assinar carteirinha e ficar em situação de rua então automaticamente judiciário expediu um mandado de prisão outros que realmente cometeu o crime em outros estados ou então outras cidades que vêm se abrigar aqui no município então é comum encontrar 100 pessoas eu vou fazer uma pergunta para você está eu tenho um ponto de vista mil e aí eu queria saber antes de pôr o meu ponto de vista o ponto de vista de cada um acho que vocês até tem um pouco um pouco não tem muito mais conhecimento do que eu e joão vale pra todos vocês vão perguntar pro jogo é a população de campinas no geral ela reclama que no entorno da catedral que ali que é a as pessoas população de rua elas gostam de ficar em um lugar que elas têm com o hábito ficar o de dia ou de noite e me disse o quanto a isto que tem um motivo especial porque você acha que ali e você pode perceber alguma coisa o porquê de ficar naquele espaço que você tem a dizer o seguinte não sei não posso afirmar que nunca disse pra mim tudo bem nobre vereador é na verdade ali uma concentração de doações então esse é o principal motivo lá eles sabem que tem acomodação à igreja mente acolhe e há muita entidade que vai lá para fazer a doação do café da manhã pela manhã e do jantar à noite então isso é cômodo para eles e nós evitamos lá exatamente porque os demais que estão deslocados desse ponto central ninguém ajuda o acesso é outro né mas o grande motivo é realmente a concentração de doações é muito grande o vereador é a doação e por outros motivos também ligado principalmente o consumo de droga uma concentração também quero enfatizar aqui em cima da fala da nossa guarda municipal o superintendente nós não comentamos o crime nós não queremos ajudar o criminoso nós queremos realmente ajudar aquele usuário aquele independente que quer cura que quer realmente se recuperar e aquelas pessoas que vieram do interior que vêm do nordeste não conseguir emprego são por algum motivo ainda na rua então o nosso grande objetivo é alimentar esse povo não criminoso tá certo olímpico o que você pensa quanto à concentração do na catedral na catedral por ele ou eu disse ou manifestar uma opinião na opinião de kátia mais objetivo que é o trabalho da fundação não não está diretamente ligado à atuação direta né não consigo a polícia está e tem uma opinião tem uma posição em algum motivo é uma coisa que pode perceber dfa concentra família como companheiro já disse ali nós temos o grande problema nós enfrentamos ali é a concentração de distribuição de alimentos essa distribuição de alimentos ela além de favorecer a auxiliar as pessoas em situação de rua traz outras pessoas para aquele local também ea dificuldade que nós encontramos com relação ao trabalho que nós realizamos ali com relação às buscas pessoais a nossa abordagem certamente além do grande número de pessoas a resistência que há em permanecer naquele local mesmo quando tem alguma reclamação de outras pessoas ou até mesmo do órgão religioso por causa daquelas acções local porque as pessoas elas têm muita dificuldade elas ficam no entorno da catedral por causa do alimento mas o senhor me permite estender um pouco nós temos outras dificuldades como no terminal central tem no mercado são locais que são destinados para que para o usuário do transporte coletivo aquela pessoa que vai providenciar a sua mobilidade motorizada no município mas porém em virtude da característica do local que fornece o banheiro e água às pessoas em situação de rua também se instalam ali e uso aliás imediações para o consumo de entorpecente então o que nós entendemos que a concentração ela se instala quando há facilidades quando benefícios são favor foram oferecidos e isso então promove a concentração step favor vou deixar o meu colega que ele é que faz serviço de abordagem ele tem dados mais concretos tratar justifica se de novo a questão da concentração que ocorre geralmente na catedral é a concentração que ocorre em muitas cidades do país eu diria até que do mundo todo geralmente a população em situação de rua isso desde a década de 90 e 80 geralmente ela se concentra nos grandes centros da cidade porque tem um grande fluxo de pessoas e geralmente à noite é um local que é possível dormir nené que geralmente o centro da cidade à noite eles ficam vazios é comparado ao dia e por ter um grande circulação de pessoas também circula junto dinheiro geralmente os centros locais muito ricos historicamente as pessoas geralmente elas ficam no centro e no caso de campinas isso não é diferente e por estar no centro isso acaba atraindo muitas outras coisas que geralmente a posição de gotham no centro então os grupos de cinco e alimentação eles vêm por cento inclusive os serviços que têm população de rua ele também vem por cento justamente por isso que como a população está no centro não faz sentido distribuir alimentação no afastado do centro eu criar um serviço especializado fora do centro então esse serviço geralmente eles ficam pra atender a população de rua e todos eles têm uma direção trabalho que envolve a garantia dos direitos à proteção eo viver com qualidade dentro ou fora da rua mas é uma construção que visa potencializar essas pessoas agora é porque é o 130 pessoas ficam lá qualquer local que tenha condições mínimas de sobrevivência população de rua vai então o local que isso tem no centro e o ícone por exemplo o terminal ele tem essa mesma característica do centro e tem uma circulação de pessoas então são espaços que a vida é possível de existir porque em muitos outros locais isso não é possível então geralmente o centro e habitado por motivos como esse agora umas outras assim na minha outra forma anterior eu falei muito dessa questão do do porque que geralmente o preconceito ele está envolta a população de rua que nem por exemplo na maioria das vezes as pessoas elas atrelam a criminalidade o uso de substância população de rua né a cidade que a gente vive hoje ou para as pessoas fazem uso de algum tipo de substância e lembrando que mesmo que ficou ativa é café é remédio álcool e outros tipos de droga né no geral boa parte da população do brasil e do mundo faz uso de álcool e é muito provável que as pessoas em situação de rua também façam porque a sociedade de modo geral foi de algo de uso recreativo até um uso um pouco mais massivo né agora relacionar o uso de substância com a criminalidade isso tem uma um fosso gigantesco e no caso da população de rua também né geralmente em datas específicas assim a gente tem pessoas que saem do presídio uma série de questões e muitas pessoas não conseguem chegar a ter a sua residência de sua família ela acaba ficando na cidade mais próxima que no caso por exemplo campinas então provavelmente em momentos como esse pode ser que tenham pessoas e pessoas que estavam no sistema penitenciário que foram para a rua o que não significa que sejam pessoas em situação de rua porque na rua é um reflexo da sociedade então você vai encontrar as mesmas pessoas que você encontra na sociedade nem mais e nem menos o que você encontra na rua geralmente é muita miséria falta de oportunidades e uma série de outras coisas exige a característica que o vereador colocou é que a pobreza extrema e vínculos fragilizados rompidos é isso que você vê as pessoas em situação de rua qualquer pessoa em situação de rua para você parar e conversar você vai ouvir um pouco dessa história e geralmente o que se repete nessa história vim para eles a miséria a ausência de uma série de coisas só o senhor concorda aqui com o que o lado falou com joão com o irã também foi mas eu acrescento aí é mais um fator daquela população de rua fica ali na catedral principalmente à noite é bom a gente a gente discute isso fala população que muitas vezes a população não entende porque é que a numeração e cobra de nós políticos uma oposição cobra da guarda municipal cobra do prefeito cobra dos vereadores e eu enxergo ali é como john favor no período do dia a questão dos alimentos é uma concentração de alimentos que facilita assim como o o óleo da guarda municipal falou são condições propícias né no meio de fluxo de gente né mas eu também acrescentar e aqui que a noite é por ter um posto policial ali eu acho que eles se sentem seguros ali naquele local por ser bem iluminado a catedral que todo mundo tem o instinto de sobrevivência pude perceber isso tanto a noite ali e senti que ali é uma forma de estar protegido pela polícia também por causa da tem um posto permanente de polícia ali né e de dia é a facilidade de the man de câncer pelo fluxo de pessoas é muito mais fácil pedir onde tem um grupo grande de pessoas então isso é interessante a gente é tomar um pouco do ponto de vista de vocês da gente pra gente poder é passar para a cidade isso é porque é muita gente é muito munícipe é não olha com os olhos de caridade que uma grande parte em que acredito de voltar para essas pessoas até pela situação de vulnerabilidade para vulnerabilidades nessa discussão importante pra gente é ter uma política pública do município o ministério você pode me informar aqui não sei se nós tivemos um óbito daqui por causa do frio este ano nós tivemos a semana passada mas ainda não está confirmado nessa só na suspeita ainda estão em teste 2 ohms mas ainda não está confirmado me falou uma coisa antigamente não digo agora não tenho visto a prefeitura tinha uma perua que nos dias de frio e recolhendo as pessoas e levava para um abrigo eu não tenho visto isto hoje isto acontece é não acontece mais isso não traz resultado é a prefeitura você não sabe dizer sobre isso que você pode falar aí eu vou passar porque assim a gente tem um e instituiu instituídos já que a operação inverno que a coordenadoria do inem que é responsável eu vou passar pra ele te responder o trabalho da operação inverno ele começa a partir do dia 1 de maio e vai até o dia 30 de setembro neste período a equipe de abordagem ela possa funcionar o coral estendido e com inclusive aos finais de semana esse é um trabalho de abordagem até o local e neste período de frio número de abordagens solicitações e aumenta drasticamente porque as pessoas como eu falei assim pessoas em situação de rua neste momento mais de frio e acionar equipes de abordagem e de abordagem vai até a pessoa atende nem faz o uma acolhida e tenta encaminhar para o serviço que a rede tem nesse caso seria para para os a mim as pessoas que não aceitam no caso a abordagem geralmente usuário encaminha o encaminhamento é entregue para ele um ou dois cobertores dependendo da situação e nesse momento a gente encontra uma série de outros em paz porque por conta do frio a população acaba aumentando o consumo de álcool que o ao que lhe dá uma sensação de aquecimento corpóreo aí que é uma falsa sensação de que a temperatura aumenta mas não significa que o aumento então isso dá uma falsa sensação de calor e esses casos do o nível de álcool no sangue diminui aí a pessoa vai aumentando e muitas vezes a equipa tem um trabalho dobrado porque muitas vezes encontra pessoas na rua e já caídos em alguns casos ela acionou o samu para que essa pessoa seja levado até o pronto-socorro e dependendo do caso ela chega até a cobrir a pessoa na rua para que o frio não impacte de um modo maior interesse é um serviço que ele tenha ocorrido no em campinas todos desde o dia 1 de maio das 8 da manhã até à meia noite e aos finais de semana das 18 até a meia noite todos os dias da semana inclusive feriados e vai até o dia 30 eu acho que a equipe de abordagem e distribuiu mais de 89 mil cobertores disse que a operação começou e atendeu mais de 6 mil pessoas para ver esses só com 13 usando o que o irã diz porque assim é quando a pessoa ela está sob efeito da substância o uso do álcool é intensificado nesse período é dentro do albergue a a alimentação dela entrar sob efeito de substância porque nós temos em torno de 130 pessoas mães com crianças você tem todos os tipos né de pessoas lá dentro então a gente tem algumas regras então a pessoa quando está sob efeito de substância sob efeito do álcool ela não tem acesso albergue o o benfica onde o albergue fica no bonfim na rua francisco elisiário samilla busca espontânea é nesse período de inverno a gente não não todos os dias mas a gente em alguns dias alcançou a lotação e temos algumas vagas reservadas para a operação inverno a gente faz deixa essas vagas reservadas para o pessoal do ss rua poder levar quem se prontificar ou quem se mostra o interesse de problema acaba pop aonde fica na rua josé paulino 603 hop ali perto do do amor e sales é na rua das noivas e das mães eu vou fazer uma pergunta pra vocês aqui me responda a gente poder encerrar que nós já estamos aqui há uma hora discutindo e não parece mas eu tenho aqui eu tenho uma opinião própria não sei posso ter errado posso eu queria compartilhar com vocês é eu penso que digo todas as pessoas que vivem em situação de rua mas uma grande parte elas têm uma vocação pra morar na rua aí eu vou dizer isso porque porque há 30 anos atrás eu eu fui procurado por uma família e essa família pediu que fosse buscar uma pessoa que era indy querido deles que estava em angra dos reis um problema ficou preso que eu consegui liberar e ela já estava morando na rua e depois de 30 anos nenhum um espelho todo o encontro com ele em campinas e o chico hoje o chico mas naquele tempo pra casa e continua morando na rua né isso depois de 30 mas outra vez encontrei com ele e ele me falou eu gosto de morar na rua aqui a minha vida então eu começo a pensar sim e digo todas as pessoas mais uma um percentual razoável vê na população de rua até aquilo que não tem uma família eu posso dizer que estou errado dou certo meio certo que vocês talvez conheça melhor que eu deve haver uma unidade da solidariedade maior entre essas pessoas porque a gente vê a gente até brinca ele fala pessoa tem um corote vai dividindo corote ali entre eles ali quando comprou uma comida uma marmita fica preocupado se essa solidariedade não é motivo para alguns de fazer a substituição da família que se acha disso joão tomás podem ser realmente esse fato existe inclusive tem uma pessoa que mora no estacionamento ao lado no escritório que fala aqui de repente vai voltar para a rua porque lá tem a solidariedade tem um amor que não tem na família que ele foi expulso da família por algum motivo estão lá ele tem é comum por exemplo nós levamos a marmita e nossa mytable gente espera enfatizar também tem mistura tem feijão arroz tudo então eles gostam só que ou não desculpa já passou alguém aqui já entregou entrega pro amigo ali então lhe são solidariamente tanto no corote como na comida também e no cobertor nénão já tem entrega-lhe na outra aquilo ali tem três irmãos nossa chama de irmão é tão por opção eu não sei dizer qual o percentual mas existe sim vereador acerto mim com um peão se assim é não só acho que as pessoas em situação de rua exerce uma solidariedade maior nesses nessas situações mas eu acho que a população em geral quando a gente enfrenta alguma situação de catástrofe calamidade pública eu acho que a população brasileira de um modo geral ela acaba se sentindo mais solidária mais sensível acaba se mobilizando e conseguindo ajudar coletivamente as pessoas que enfrentam essa situação é em situações pontuais a uma maior mobilização essas pessoas vivem no cotidiano então eles conseguem já está isso de maneira mais efetiva é diariamente semanalmente é agora eu tenho muita dificuldade em compreender vereador de que as pessoas têm isso por escolha ou o desejo de estar lá né eu estou hoje uma uma posição na fundação gerenciando um conjunto de programas na atividade social mas atua em muitos anos na década de 90 com essa população o antigo serviço da pastoral do menor da casa amarela na década de 90 ainda que a percepção que a gente tinha que essas pessoas não tinham oportunidades quando assim alguma outra oportunidade que seja online ou seja que seja um serviço de acolhimento que seja um trabalho que seja uma comunidade onde ela possa estar era é praticamente 100% dos casos a gente conseguir fazer com que elas conseguissem vislumbrar outras perspectivas e e e sonhos pra vida dela então com ao parto do princípio que todo cidadão brasileiro deve ter o mesmo direito nós devemos fazer com que isso seja pelo menos se não estamos conseguindo preservar precisamos correr atrás para que eles possam ser novamente efetivado o acerto só lembrando aqui quando eu falo vocação educação chamado por aqui né o alas e punir se ele tem chamado para ser polícia ele gosta de telefonista a vida de polícia pra ele né e coloca na situação que ele que faz a coisa bem feita então eu digo na questão da educação a viver na rua por gostar de ver na rua e por não querer sair da rua também é quando chega nesse ponto de gostar e entender que aquilo passasse a vida dela e até vocacionado é chamada a viver sim senhor nas abordagens que nós fazemos também eu também participa constantemente por seus dependentes operações dessas abordagens às pessoas em situação de rua o que nós percebemos é esse vínculo é tão forte com a situação de rua porque a pessoa foi levada da rua pelos próprios depoimento das pessoas por decepção amorosa talvez alguma coisa acontecer ao longo da pessoa que acabou tendo a decepção amorosa muito grande ou então a dependência química às vezes ambos em virtude da dependência química do uso excessivo do álcool teve um desentendimento na família e acabou indo pra rua e o que aprendi a rua o que aprendi essa pessoa rua é a ausência de limites muitas vezes a pessoa faz o que quer levanta hora que quer ela vai aonde ela quer não tem ninguém impondo limites daquela pessoa então essa pseudo liberdade ela acaba aprendendo a pessoas em situação de rua não consegue se libertar tanto a guarda municipal como os serviços de assistência social oferece ajuda muitas vezes nós abordamos a pessoa nos perguntamos você quer uma ajuda quer ser conduzido ao centro pop quer ser conduzido aos a mim a pessoa se nega por que a pessoa gosta de permanecer naquela condição de situação de rua então isso é extremamente comum se nós saímos daqui todos nós hoje vimos lá no centro mais de 90% da população em situação de rua se nós perguntamos se ela quer um atendimento naquele momento que é ser acolhida por algum órgão sair da situação de rua ela vai dizer não porque ela está presa nessa situação talvez seja uma dependência psicológica muito grande sofrimento muito grande não consegue se desprender isso aí mas é uma grande realidade eu vou manter a mesma pergunta pelo ibpt mas eu vou acrescentar uma pergunta que é importante aqui porque o lincon falou que é por falta de oportunidade o que elas não saem da rua que tiver oportunidade eu tô vendo aqui lincon que a lei 13 137 de janeiro 2016 que nós aqui vereadores aprovamos é helen sell institui o programa de atenção à população em situação de rua parceiro da cidade mão amiga e ela tem aqui o ela concede uma bolsa de 270 exceto fixa deve ser uns setecentos reais eu acho que quase mil reais em 2010 e eu queria saber de você 2 é que não seja tão nesse trabalho da prefeitura se essa lei está sendo é aplicada e quantas pessoas que já estão sendo não recebendo bolsa aliás se você estiver em promoção na eventualidade não tiver essa informação de que existe em nós também aqui nós vamos ter uma obrigação de saber tudo aqui e nada impede que você do vereador é uma dessas informações mas eu vou correr com a secretária eo coloco e eu coloco informações na tribuna aqui passa se por ventura tiver informações acerca da primeira pergunta quantas bolsas estão autorizadas em quantas pessoas estão que não adianta nós aqui da câmara aprovamos leis boas o executivo ter essa lei ea população de rua não não não não não fazer o uso dessa lei então queria que vocês além dessa questão da pergunta vocação seja se tiver informação que me informasse é respondendo a a primeira pergunta que o vereador fez dentro dos nossos serviços de acolhimento é quais as pessoas que normalmente conseguem da conta é do atendimento oferecido realmente as pessoas que estão há muito mais tempo na rua é mais difícil a gente conseguir fazê los porque ela já interiorizou aquilo dentro dela mas acredito também que falta de oportunidades e tem uma série de coisas dentro da sociedade não digo nem nível de nível de brasil mesmo o que a gente está vivendo hoje acaba é com a falta de oferta de trabalho estão familiar uma série de coisas que a gente tem trabalhado isso acaba é fazendo com que a pessoa fique realmente na rua mas acredito sim que você dá oportunidade fizeram um trabalho é existindo fazendo a gente consegue alcançar um bom resultado isso eu falo dentro dos serviços que nós temos os resultados foram muito mais positivos do que negativos em relação ao programa que o senhor tá perguntando existe sim e parceiros da cidade ele já tá é uma coordenação é quando é dentro da secretaria existe uma divisão é esse programa está na coordenadoria de cidadania não é nossa coordenadoria mas posso responder que eu tenho acompanhado porque várias usuários nossos dos abrigos têm sido inserido nesse programa é um programa assim é pra gente foi bastante positivo nós temos hoje não sei dizer em números quem pode dizer realmente é a cidadania que é a pessoa responsável a coordenadoria responsável pelo programa mas a gente já teve vários é pessoas em situação de rua em si que estão inseridas hoje já passaram pelo programa porque o programa ele induz a fazer um estágio e te curso profissionalizante além da do recebimento desta bolsa a com o término do do estágio é dependendo do desempenho dele durante o curso ele encaminhar no mercado formal de trabalho hoje nós temos vários usuários nós que já foram inseridos no mercado formal de trabalho com carteira assinada com parceria dentro de alguns anos o mrv com serviço de de limpeza ea gente tem várias vários usuários nós que já foram inseridos então no mercado hoje estão com a casinha deles pagando aluguel com a terminando esse curso eu sei que são 30 vagas que nós temos nem uma vez por ano e foi ofertado nós temos 30 vagas e quantas pessoas já passaram por isso isso aí já realmente eu não sei dizer especificamente para você que é a coordenadoria da cidadania que cuida mas é um programa que tem dado bastante resultado positivo se o item sobre essa questão de estar na rua ficará em situação de rua ser uma questão de vocação um hábito né eu trabalho população que vai fazer dez anos de pesquisas para a população de rua tem mais de 10 anos também quando você também escuta as pessoas assim e analisa um pouco essa fala você vai entender assim que não tem muito a ver com vocação e talvez com uma série de fatores que levaram a pessoas em situação de rua e esses fatores também na hora de sair eles também impactam né eu vou dar um exemplo pra vocês né é a pessoa que é quando você pergunta para ela assim porque você não sai da rua eu vou te ofertar algo para você sair da rua na maioria das vezes essa pessoa tentou várias vezes sair da rua e ela não conseguiu e que não conseguiu não conseguiu porque não é simples sair da rua é muito difícil ficar em situação de rua só que é mais difícil ainda você sair da rua porque tudo aquilo que o levou para a rua na hora que você pensa em sair isso fica na sua frente e pra vocês aí você tem que transpor isso muitas vezes com ofertas que a gente tem não são suficientes que a pessoa sair da rua mês seguinte oferta espaço protegido um espaço de acolhimento atendimento documentação o tratamento não é simples para se desvencilhar de tudo isso e sair para a rua porque uma série de impasses que as fizeram levar para a rua eles ficam com ele e elas vivem com ele no dia a dia e quando você fala se não sair da rua não é só ela pegasse agora vou sair vou pra casa me organizar não é tão simples assim e quando a gente acaba tendo essa ideia que ela não sai porque ela não quer né a gente não leva em consideração a impossibilidade de sair a dificuldade de sair e muitas vezes nela já se habituou por incrível que pareça com aquele contexto da rua agora pra voltar a ela já já não sabe ano já tem dificuldade de se reabilitar de novo tem uma fala que eu acho que é teu irmão romero que fez é muito fácil você e tira a pessoa da rua mas é muito difícil você tirar a roupa dela porque ela internaliza aquele modo de ser aquele modo de viver na rua então entre as que você vai saber viver na rua agora para sair da rua a já tem uma série de outro em paz e sem dizer também que pra você sair do arroz tem que ter o dobro ou o triplo de implicação não é igual é que a gente muitas vezes a gente faz um comparativo de nós com a população de rua nós que tem uma casa que tem família que tem emprego tem uma série de coisas que a população de rua por estar lá e conselho de vulnerabilidade não tem essas mesmas coisas então pra sair é muito difícil é a mesma coisa que se fosse um outro país você não aprende inglês ou aprende espanhol mas está ouvindo as pessoas falarem igreja espanhol porque você não aprende porque tem uma série de coisas que vêm antes dela aprender outra língua tem uma série de coisas que vêm antes da pessoa sair para a rua e muitas vezes dessa idéia de que aplicam se sai ou não sai porque não quer só que quando é mesmo o de uma oportunidade duas ela também não saiu só que você não vê a história dela ea impossibilidade dela se manter que nem por exemplo a questão do trabalho muita gente consegue inserir as pessoas no trabalho só que ela não tem aquele hábito o trabalho que ela tinha antes de ir para a rua por uma série de questões e muitas vezes também se ela for sair da rua qualquer realidade que espera ela é a mesma realidade das pessoas que estão fora da rua o que tem pra ela quando ela sai da rua porque não é sempre sair da rua e quando você faz você quando você sai faz todo esse esforço o que sobra o que tem pra você fica a realidade ela traz para você de diferente quando você sai da rua então não é tão simples assim sair porque eu vou sair pra que o que me tem fora da rua provavelmente vai ter aquilo que me fez sair então será que isso interessa à população de rua logicamente quem dar essa resposta da população de cada um que você perguntar se ele daria uma resposta não vou dizer pra você qual é a resposta mais fácil essa geralmente a gente escuta sem analisar todo esse contexto a não eu gosto da rua porque muitas vezes você tentou várias vezes a pessoa não sair vou ficar lá e muitas vezes em escuta tem alguns relatos de familiares que vão até a rua e tentam chamar a pessoa pra voltar só que com ela pensa em voltar ela pensa em tudo aquilo que a levou para a rua e é importante dizer para cada caso isso é singular só que envolve muitas vezes aquilo que já falei miséria vínculos rompidos conflito conflito no território morte de parte de familiares é inclusive a se especializar em um pouco na internet você de alguns desses casos a pessoa quando volta outros que a pessoa tirando da rua elevada e ela sente uma certa falta da rua porque a rua também por incrível que pareça o lado bom que ela tem população de rua e acolhedora então você acabou de chegar na rua geralmente a população de rua ela tinha colhe porque ela te acolhe porque ela sabe que é muito ruim você ficar sozinho na rua que é quase impossível você viver na rua e outra coisa que fica sempre a imagem da população de rua são essas violências que ela tem sofrido que nem por exemplo mas todo mundo aqui conhece aquele caso que correu os seus que foi 94 do índio que foi queimado vivo aquilo até hoje está no imaginário da população de rua então se eu dormir em qualquer lugar pode ser que eu não acorde vivo por isso é geralmente eles ficam ali na região do da catedral na região do correio porque são espaços geralmente na frente de uma marquise que tem câmera ou geralmente em grupo porque se eu ficar em grupo o receio de acontecer algo com a minha vida é muito menor porque não sei o que vai acontecer que eu vou deitar no espaço eu estou dormindo eu não vejo então não sei o que vai ser o golo também o ter um cachorro nã o tenho um cara novo também porque ficar sozinho né ser solitário é muito ruim ainda mais quando você vive numa sociedade que muitas vezes evita olhar então essa questão do da rua ea rua ela acolhe as pessoas por incrível que pareça na rua que acolhe são as pessoas que estão em situação de rua que acolhem né e isso para as pessoas que estão lá isso é um lado bom da rua se fosse pra dizer que tem um lado bom do lado bom da rua seria esse o acolhimento das próprias pessoas em situação de rua então não dá pra dizer assim que o que morar na rua é melhor do que morar em qualquer outro lugar não que não existam locais que sejam piores que a rua querendo essa realidade que a gente vive isso por incrível que pareça tem sido alvo até que comum e ali na catedral à noite não tem só pessoa em situação de rua tem pessoas ali do entorno que vão lá também para se alimentar de pessoas que moram em pensões perto inclusive de outras cidades que vêm pra cá para se alimentar né então lá na terra natal na catedral na região da catedral noite não tem só pessoas em situação de rua são pessoas que inclusive são atendidos por outros serviços nós que estão nos territórios por exemplo das ou no cras então essa fala a gente escuta muito com ela inclusive uma forma muito comum de que a população não gosta de morar na rua só que se tivesse dado as oportunidades e importante que as oportunidades elas têm os momentos que ela tem mais potência de quando você dá porque depois que a pessoa vai pra rua sair ele é muito difícil não é fácil sair da rua só que se eu tivesse oportunidade antes talvez ela não viria para roni a gente vive numa realidade hoje que é muito fácil as pessoas irem para a rua e as possibilidades de sair ela tem se elas têm se reduzido a cada dia mais então a gente vai ver um aumento de pessoas em situação de rua no brasil e no mundo um só no brasil e é muito raro você encontrar uma cidade que o número de pessoas em situação de rua diminuindo ambientado no mundo tudo ilha só duas questões para a gente poder encerrar mas até uma hora e trinta de programa é eu só fazer uma crítica positiva ou negativa dependendo do ponto de vista vou fazer pra vocês estão na fila da assistência social com relação à a ao fato da alimentação servida na francisco teodoro que é bem distante do centro vocês sabem porque esse não tem um outro local pudesse ser mais perto se isso não facilitaria a vida dessa pessoa tem alguma coisa e uma outra questão também o joão queria fazer uma pergunta pro bem rapidamente o assunto primeiro nossa entidade que ajuda a um morador de rua às famílias carentes também é isso aí é quanto o morador de rua conforme landim disse à saída da rua mais difícil mas excelente pergunto é uma dúvida que nós temos alimentos da roupa não é tudo é só uma ponta do iceberg seria interessante uma segunda etapa que nós não sabemos como fazer quem de nós procuramos pô procuramos vocês por exemplo é comum o morador de rua me perguntar escutas e não tem um hospital pra mim para me recuperar das drogas e tem emprego pra mim sabe se tem algum plano de moradia popular há para me tirar da rua isso é comum nós ouvimos bastante wilken que nós procuramos nós somos uma entidade privada e que não somos ong deu deixamos claro também quem nós procuramos quem nos apoia nesse sentido existe alguém da prefeitura e como a prefeitura ver o nosso trabalho é e contribuem população de outras elas são bem-vindas né só que é sempre importante destacar assim o caráter da política pública porque política pública ela tem continuidade e ela tem um conjunto de ofertas que possibilita né a pessoa encaminhando etapas etapas nesse caso quem que procuraria procurar um serviço que atende a população de rua o s ou centro pop ou qualquer serviço do território que atende a população de rua o que tem população em situação de risco e vulnerabilidade também seria um serviço que qualquer pessoa poderia procurar inclusive a população de rua na maioria das vezes ela conhece os serviços só o serviço eles têm algum eles têm um conjunto de ofertas definidas nec e nem por exemplo alguma coisa o serviço na oferta que nem algo que querem por exemplo de serviço e oferta dinheiro né então e simplesmente ela conseguiria com a população de um modo em geral né então como a a prefeitura vê né os parceiros que distribuem a alimentação a gente avalia que talvez a gente poderia pensar numa estratégia que não fosse não ficar só apenas na alimentação não que a alimentação seja importante porque né pra população de rua o mais básico são é a segurança alimentação ou seja o risco de que você vai dormir você não vai ser agredido vai acontecer outra coisa só a alimentação também é importante só que o como você mesmo relatou no centro de campinas a gente tem uma super distribuição então alguns dias da semana mantém sua posição sobre a distribuição não sei se todos têm eu acredito que deve ter um outro que não geralmente esses dias que tem sua distribuição é sexta quinta sábado e domingo finalmente a segunda feira tem uma não tem tanta gente distribuindo então tem dia que você tem que ter uma distribuição e outros dias não acho que talvez o ideal seria organizar esses grupos aqui eles façam também as suas acções nem visando aquilo que está dentro do seu escopo do seu ideal mas que também contribui com a população de rua e também não interfiram no funcionamento dos serviços da assistência eu vou me dar por satisfeito aqui pelo que foi falado e vou agradecer a presença do joão no adelphi william e da que o objetivo da audiência pública realmente era isso a gente é colocar um pouco em evidência esta questão do da pessoa em situação de rua ouvir pessoas que têm trabalho é nessa nessa área da sociedade até porque é o objetivo desse projeto que eu tô instituindo é é realmente que a sociedade dê um pouco mais de atenção à população de rua tanto que vai instituir no calendário oficial né o dia municipal de acolhimento nós sabemos que quem trabalha com a população de rua tem um acolhimento natural pela atividade mas o ideal é que todas as pessoas acolher essas pessoas não é esse é o sentido do meu projeto agradeço aqui a todos vocês pode falar em uma briga em que gostaria de falar e achei que não tinha ninguém porque ninguém foi até o microfone já estava em fernanda o há relatos de que comerciantes e e segurança pública estava envolvido nesse processo é de ddd de violência e de morte da população é então assim e acho que a gente precisa pensar de fato pensar na política porque estudar política pública para poder pensar qualquer outro projeto né eu acho que a gente precisa avançar ainda nunes considera o diamond municipal mas a gente precisa avançar nessa nessa nesse conhecimento desse segmento porque senão a gente cria coisas que depois quem vai lidar com esses dias somos nós lá na ponta e às vezes a gente talvez alinhar o dia de luta de verdade municipal considerar esse dia de luta do povo da rua como um dia também para dentro do nosso município que a gente avança de fato de não só pensar nesse cuidado da população mas pensar nas políticas que estão sendo efetivadas sem de fato sendo efetivados né é porque a gente vê que esse esse número de pessoas de votar crescendo a cada todo momento essa realidade que a gente vive econômica política enfim né e como que a gente lida com isso né o serviço de assistência do trabalho da saúde da habitação da segurança pública então tem questões que foram colocadas que talvez no estado estava de ampliar esse debate né e eu gostaria de que a gente pudesse ter de fato um momento como esse mas que a população e os trabalhadores pudessem está compondo no essencial nós vamos combinar o seguinte fugiu seu nome e só o beto humberto é voltar só está trazendo um pouco o vereador a gente tem um serviço os serviços são é que deve ser sempre pensado na questão serviço de referência da população a gente tem um centro de referência especializada população de rua onde as pessoas passam e serviço ele está dentro até da política nacional da população de rua é instituída a tipificação então serviços como esse serviço que tem conteúdo para poder contribuir com seu pensar o seu projeto especial utilizar a população de votar poder estar aqui presente poder ela sem falar por elas e você poder ter mais clareza é real mesmo que a de quem vivencia eu posso falar enquanto trabalhador trabalho né aí os gestores da segurança é o dobro da guarda municipal mas quem de fato vivencia rua não somos nós são as pessoas que estão na rua que a pasta na serviço e era assim mais tem que ter esse direito de vir aqui falar né e se expressar e falar realmente a realidade é tudo isso mesmo foi quando colocado aqui né o que mais tem pedras palavra então precisamos ouvir nosso papel é de ouvir essas pessoas também não vou só para dizer pra você pra todos aqui quando nós fomos informados tinha que fazer audiência pública de manter uma certa dificuldade e convidar os atores talvez esse grupo de trabalhadores não foi convidado porque nós não tínhamos conhecimento então nós pegar um grupo de da sociedade que nós pensamos que poderia estar envolvido nesta questão mas eu vou o vovô comprometer com você a estudar da gente fazendo uma outra oportunidade um debate público nesses moldes aí pedi pra você que falasse com com o andré o complexo que trabalha no meu gabinete e deixar seu telefone a gente estudar até porque em cima dessa audiência eu vou colher alguns requerimentos para a prefeitura é porque nós temos informação que são 30 vagas para o a bolsa uma amiga s não há possibilidade para o próprio próximo orçamento aumentar se essas 30 vagas estão todas ocupadas acho que assim é é um princípio pra que a gente possa enxergar esse horizonte das pessoas em situação de rua então queria pedir desculpa pra você não foi nada que pudesse querer desmerecer a alguém o que aconteceu realmente que é falta de conhecimento das pessoas que estão nessa seara nós entendemos que o grupo que nós convidamos pudesse é dar subsídio como de fato deus mas assim a sua palavra também importante pra mim então eu faço o meu agradecimento aqui em nome da câmara municipal de campinas pela sua manifestação que realmente audiência pública para isso né você tem a oportunidade de falar de dizer e aquilo que você trouxer que agrega a gente vai construir uma coisa pra política pública realmente muito obrigado tá bom eu vou encerrar então essa audiência pública vou dar por satisfeito pela obrigação que a lei nos nos impõe e agradecer aqui a todos que vieram aqui a william que o coordenador de média complexidade ao lincon que o gerador de gerente-geral da fiac ao ar na cidade guarda municipal a externa e ao joão eduardo joão só pra se comunicar com as pessoas aí a questão da doação o endereço estão como é que faz só uma observação rápida primeiro agradecer imensamente o nobre vereador parabéns vereador paulo altério porque são poucos realmente que abraça a causa viu parabéns e que deus te abençoe muito porque dificilmente então você deu o pontapé inicial é a semente realmente a nossa casa nós só tivemos uma doação de pessoa jurídica que foi uma empresa vizinha próxima daqui era uma das ervas mas ninguém então nós realmente precisamos doação vivemos de costa os braços nossos mesmo ninguém nos auxilia que não sejamos nós nós estamos na vila industrial rua coronel antônio alves 56 não tão doação sempre bem-vinda os feijão macarrão tudo o que seja para realmente fazer o alimento pra eles não muito obrigado vereador agradeceu então dou por encerrada essa audiência e uma boa tarde aos presentes aos componentes da mesa ea toda a cidade de campinas mesma bênção a todos só sabem falar bem de consumo muito obrigado a ouvir quando a mesma estava ok talvez você poderá ajudar o setor administrativo está no nosso alcance foi obrigado parabéns por trazer a ver com a necessidade pode ligar na prefeitura estarão lá o jogo como servir quando a gente vai conhecendo ainda tinha vai fazer para tanto quanto pode ae olá boa tarde ela terminou agora há pouco a audiência que discutiu a inclusão de um dia especial dedicado para discutir as necessidades das pessoas que vivem nas ruas aqui da cidade eu vou conversar agora com o vereador paulo gautério que presidiu esta audiência vereador essa audiência contou com representantes importantes dessa questão não é boa tarde boa tarde boa tarde do espectador de tv câmara é a relevância desse debate é é que nós começamos a se aprofundar e trazer o conhecimento da sociedade um pouco mais desse mundo da população que vive em situação de rua nós tínhamos informações importantes aqui hoje inclusive que a prefeitura municipal ela dispõe de uma bolsa auxílio para tirar essas pessoas em situação de rua o valor aproximado de mil reais é só que um número ainda pequeno de 30 pessoas eo que nós podemos fazer agora é aumentar essa bolsa saber se nós temos é é condições no orçamento para aumentar nossa é nosso caminho não tenho 30 pessoas vivendo em situação de rua nós temos muito mais mas isso já é um início para que a gente possa ressocializar essa é a população no sentido que ela volte para a sociedade e se torna uma pessoa é produtiva e não uma pessoa que dependa do estádio assim um debate como esse é um debate importante para a cidade porque qualquer um de nós que se dirigia ao centro da cidade de campinas neste momento ou em qualquer momento do dia nós vamos ver gente em situação de rua na catedral nos seus arredores na rodoviária e daí por diante é assim na política pública importante a gente fazer política pública ouvindo aquelas pessoas que vivem essa situação com bom humor 2 é preciso olhar de uma forma diferente com mais atenção para essas pessoas pensando em oportunidades sim mas é olhar a mulher de deus né mas temos que olhar com o o o pessoas em situação de vulnerabilidade na rua com o olhar de deus né vendo uma pessoa um ser humano ali que precisa é de apoio né estava com fome e me destes de comer com filme kobrich e preso e doente fosse me visitar além do do evangelho que que a gente tem obrigação de saber é não sou obrigado a praticar esse evangelho nessa política pública a gente vai construir um trabalho pra amenizar o sofrimento da população de rua esse é o objetivo dessa instituição do dia de acolhimento ou a pessoa que vive em situação de rua essa inclusão no calendário oficial desse dia a coloca a comunidade nesse debate devendo sim com certeza porque é o que a gente pode perceber das pessoas é que elas as olham para essas pessoas que estão na rua como mendigos como pessoas que atrapalham que enfeiam a cidade que uma série de situação que entende como não boas pra cidade essas pessoas mas não é isso olhar que a gente tem que olhar que não teme uma crise econômica em que 13 milhões de pessoas sofrem pela crise desemprego e que muitas das pessoas tem na rua o necessário para poder sobreviver na rua ela consegue a comida e talvez ainda tivesse uma condição de habitação eu não teria condição de pagar a água energia de comprar comida porque não tinha trabalho muitas vezes a rua acaba sendo a melhor moradia para ela o acerto muito obrigado parabéns a iniciativa vereador e você que nos acompanha continue assistindo à programação da tv câmara boa tarde [Música] a tv câmara campinas