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profundos, né, de estar ao lado de quem sofre, né, a empatia nos aproxima, mas o cuidado precisa de limites, né, divisão de responsabilidades e, acima de tudo, um apoio, né, seja em qualquer tipo de relação, né, relação familiar, a relação conjugal, a relação social, os amigos, a gente precisa entender o ambiente em que estamos inseridos e a sintonia, a frequência que nós também estamos emitindo e recebendo. Eu quero agradecer demais a sua participação, Lilian, obrigada pelos ensinamentos, pelo compartilhamento, pela troca de vocês dois, que foi magnífica, maravilha, parabéns, viu? Obrigada e considerações finais, por favor. Eu que agradeço, agradeço muito o convite, agradeço a participação de todo mundo de casa e acho que o mais importante resumindo tudo que a gente trouxe aqui é você ter esse olhar pra si mesmo, né, então poder oferecer pra si aquilo que você tá dando aí com tanta dedicação, com tanto empenho pro outro, né, então você também precisa de cuidado então faça por você aquilo que você tem se disponibilizado a fazer pelo outro, acho que resumindo é isso Ai, que legal, né Olha, nós precisamos aprender muito, viu Vamos lá, a gente consegue, tá Tiago, maravilhoso obrigada por tanto conhecimento dividido com a gente por tanta orientação e pelo aceite de vir aqui no Estúdio Câmara espero que seja a primeira de muitas participações de vocês aqui, viu? Obrigada gratidão e considerações finais, por favor Rubem, obrigado você e a equipe agradecer a Lilia pela parceria especialmente você de casa espero que a gente tenha conseguido auxiliar, mesmo de forma pontual nesse momento que você está passando e que coisas melhores possam vir pra você e toda a sua família Ai, que maravilha, gente olha, mais uma vez a gente encerra o programa com chave de ouro, né, todos os dias aqui uma psicoeducação, a gente levando conhecimento, a gente absorvendo informação, graças aos nossos convidados, eu sempre falo, estúdio câmara, não é estúdio câmara se não tem a participação de vocês com tanta orientação assim pra gente, então a todos que participam nosso muito obrigado mesmo, nossa gratidão, tá? Agora nove horas e quatro minutos a gente vai encerrando, eu quero lembrar que ao meio-dia nós temos Câmara Notícia com o Gabriel Castro, trazendo informações aqui da cidade e também do Legislativo nós temos também audiências públicas reuniões, né, na Câmara durante todo o dia e a partir das seis da tarde tem a reunião ordinária você pode participar presencialmente lá no plenário você também pode participar através do canal do YouTube da TV Câmara Campinas no site da TV Câmara Campinas e no site da Câmara de Campinas também tem todas as informações lá, então fique a vontade para acessar, para participar, para se manifestar também, tá bom? Olha, amanhã nós temos mais Estúdio Câmara a partir das oito da manhã e nós vamos conversar amanhã sobre limites na educação dos filhos. Vamos lá. Olha só as frasezinhas. Ele não pode passar vontade, né? Ah, eu faço porque é mais rápido. Ele não consegue dar conta, então eu vou lá e faço para ele. Ah, eu quero dar para os meus filhos tudo aquilo que eu não tive. Gente, olha só. Entre a culpa, a falta de tempo, e o desejo de proteger muitos de nós, pais, acabamos fazendo pelos filhos aquilo que eles já têm autonomia, que eles já poderiam e poderiam aprender e fazer sozinhos, né? Ou a gente acaba cedendo alguma situação em alguma situação para evitar frustração. Aí a pergunta que fica, existe um limite para a gente mimar os nossos filhos, né? Esse é o tema da próxima conversa do nosso Estúdio Câmara. A gente vai conversar sobre amar e mimar os nossos filhos. Até que ponto a gente pode fazer a conexão entre amor e mimo, né? Será que a gente tá errando? Será que a gente tá se perdendo? Ou será que a gente tá errando tentando acertar? Vamos tentar entender amanhã e, de repente, ressignificar tudo isso, tá bom? A gente te espera amanhã, a partir das oito da manhã, em mais uma edição do nosso Estúdio Câmara. Um grande abraço pra você, fique bem e até lá. Tchau, tchau. Legenda Adriana Zanotto A adolescência é um período em que é necessário que nós pais, que a gente reafirme a autoestima, a confiança, porque é uma idade que eles têm autonomia de ir e vir.