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SEMINÁRIO FRENTE PARLAMENTAR AMBIENTALISTA 2023
Em destaque · HD Vídeo · EVENTOS DIVERSOS

SEMINÁRIO FRENTE PARLAMENTAR AMBIENTALISTA 2023

118 views Publicado 26/10/2023 HD · 3:25:14

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[Música] TV Câmara Campinas a todas a todos vamos nos preparando aqui para dar início e Tem lugares aqui na frente quem tá sentado aí na na atrás Se quiserem estar mais perto porque afinal esse essa barreira de vidro aqui dificulta nossa né então eu acho Quero convidar aí todo mundo para sentar mais perto aqui e nós vamos dar início então aos trabalhos e aí na verdade vou coordenar a mesa junto com o meu colega aqui o vereador Paulo Búfalo e na verdade nós tomamos algumas encaminhamentos aqui que de unificar as duas mesas que estavam aqui na programação do período da tarde dado o tempo né porque a assim a gente acabou a mesa o debate da manhã foi muito bom mas acabou se estendendo e a gente né A primeira mesa também né quer dizer a gente avaliou que se a gente fizesse uma mesa depois da outra a gente ia extrapolar e não ia conseguir cumprir o horário que tá marcado para o término aqui da nossa atividade então queremos agradecer a compreensão de todas as debatedoras e os debatedores pode ser bem então boa tarde a todos todas e todes tomamos essa essa iniciativa aqui dialogando né com com o fórum eh Municipal ambientalista para que nós pudéssemos dar conta do tempo ter também um tempo maior de debate né ao final e poder trabalhar aqui dentro daquilo que a gente tinha planejado alguns informes então eh Há O cr Code em alguns pontos e embaixo das placas aqui dos dois lados para as pessoas poderem fazer ali um cadastro que vai servir ali como um banco da da da frente parlamentar ambientalista dos movimentos que estão aqui e também paraa emissão do certificado desse desse evento então Eh o code a outra questão é de que o plebiscito Popular contra a privatização da CPTM do metrô e da Sabesp foi teve o prazo prorrogado até o final desse mês de outubro então nós estamos com a urna lá quem ainda não votou nós pedimos que faça porque para nós é um é um eh material importante então Lembrando aqui nós fundimos as duas mesas mas com os integrantes aqui da terceira mesa né então a vereadora Mariana conte aqui vai iniciar a coordenação eh um breve recado também antes essa sessão tá sendo gravada e vai est disponível no canal da TV Câmara e também eh o Noel nos alertou que Ficaram algumas perguntas pendentes da sessão passada Então nós vamos fazer Primeira apresentação dos nossos convidadas e convidados e depois a gente vai abrir para perguntas fica então as perguntas que ficaram pendentes da sessão passada eh logo após a fala dos convidados E aí a Tina enfim as pessoas que tiverem alguma coisa para responder a gente abre um tempo para responder pode ser assim só pra gente eh combinar aqui o andamento então agora a nossa mesa é espaços espaços de relevância Ambiental de Campinas e que é a mesa três nós temos o prazer de receber o Cláudio marete que é pesquisador consultor e voluntário pós-doutorando sobre a conservação colaborativa na geografia da USP especialista em áreas protegidas e relações entre sociedade de natureza com atuações Inter nacionais nacionais e locais membro da comissão mundial das áreas protegidas da u uicn ex-presidente do icmb dirigente da Fundação Florestal líder da rede wwf para Pan Amazônia e coordenador da u u uicn eh da na África ocidental Eh quero agradecer a presença do Cláudio depois nós vamos ter a fala da Angela podowski que é comunicadora social ativista ambiental com experiência em produção agroflorestal é presidente da ocip APA viva e desempenho papel ativo na representação da entidade em conselhos como condema conapa Campinas e com cidades Obrigada Ângela pela presença também E aí para encerrar ess essa mesa depois eu passo para o Paulo apresentar a próxima mesa que é o Marcos Joaquim de Oliveira vulgo Marcão membro do movimento Resgate Cambuí representante no conapa do Campo Grande brigadista da Brigada Popular cachorro do mato e fundador do grupo de Proteção Ambiental do Campo Grande também muito obrigada pela sua presença Marcão eu vou passar a palavra então para o Paulo Búfalo apresentar os nossos próximos convidados bom a mesa quro que será fundida a essa é denominada fragilidade do saneamento em um município totalmente urbanizado eh o plano diretor vigente e a lei complementar 207 de 2018 eh os debatedores a professora Emília Vanda rsk rut K eu nunca acerto rutkowski eh Emília Vanda rutkowski e professora associada da Unicamp coordenadora do fluxus fec fal eh membro da comissão coordenadora do fórum lixo e cidadania da Região Metropolitana de Campinas representante da Unicamp no condema Campinas representante suplente da Unicamp no con E também o Vicente Andreu que já já estará chegando foi presidente da sanasa secretário de recursos hídricos eh e ambiente urbano do Ministério do meio ambiente presidente da Agência Nacional das Águas e saneamento básico a Ana e atualmente a secretária de serviços Urbanos de Ortolândia já já vai est integrando a nossa mesa também nós temos a presença de várias entidades aqui algumas já foram apresentadas no período da manhã mas eu quero aqui também saudar a presença da Cláudia esmeris que é vice-presidenta do conapa e dizer que entidades que aí né que não foram mencionadas e puderem procurar a Cecília que está ali do nosso cerimonial para que a gente possa receber aqui e fazer a menção das entidades movimentos representantes dando início Então à nossa atividade a gente combinou 15 minutos para cada debatedora e debatedor a mesa sempre tem aquele papel chatíssimo de alertar sobre o tempo mas como a gente tem bastante gente para falar e nós queremos também abrir pro público infelizmente nós vamos ter que exercer esse papel então aviso com 15 minutos mas a gente sabe aí que é só um lembrete para que a pessoa possa concluir Tá bem então nós vamos começar ouvindo o o Dr Cláudio marete S fazer um cons Boa tarde muito obrigado pelo convite e uma honra est aqui com vocês EA tá funcionando e nessa casa tão importante como a gente costuma dizer a casa do Povo né dos representantes do povo ainda mais com o importante ah colegiado daí da da frente ambientalista de Campinas eh eu não me atrevo a falar de Campinas em Campinas eu não sou daqui e não estudei Campinas de forma específica então a minha fala é uma fala mais genérica sobre a importância das áreas naturais Nesse contexto eh como é que eu faço para comece a projetar por favor ah ok então essa essa foi a reflexão que eu organizei eh me me disseram que é possível que a apresentação Fique à disposição então eu coloquei muitos slides a mais que ficam como anexo inclusive referências bibliográficas Se alguém quiser consultar e obviamente ah a gente que fala muito né tô chegando de Brasília e participei lá de dois eventos etc a gente acaba acumulando coisas que são se sobrepõem então tem várias outras as minhas apresentações de modo geral estão disponíveis na internet no numa mídia social que chama research Gate que vai ter aí o e-mail enfim eh esse essa é um pouco a reflexão que que eu trouxe são itens simples eu eu pretendo não não aprofundar muito porque o tempo não não permite e porque não acho que não cabe pro enfoque geral nãoé mas a primeira discussão Eu acho que é o que que é rural né Eu acho que eu não sou um especialista para dizer todas as definições mas a gente já teve que passar por isso e hoje aqui a gente ouviu algumas definições uma delas é que é o não Urbano né é pela negação se define o rural a outra é que é o espaço da produção agropecuária ou agrícola ou agropecuária né Eh também é digamos área de comunidades de camponeses e a gente aqui que é o Tom mais acostumados povos e comunidades tradicionais mas eram áreas não necessariamente reconhecidas definidas e muita gente associa a área rural com áreas naturais será que é assim mesmo né se a gente pensar no modelo parque nacional dos Estados Unidos e todo movimento europeu e norte--americano que gerou o chamado conceito moderno das áreas protegidas que eu questiono mas que é muito defendido na literatura tudo isso foi produz por interesse Urbano era a população que saía do campo ia pra cidade se urbanizava e sentia nostalgia de uma natureza e que já não se importava mais com quem estava lá e queria aquilo para poder visitar então daí vem algumas coisas do paradigma de Parques Nacionais que é a a não consideração da população local muitas vezes usada como instrumento de territorialização de povos e comunidades tradicionais e o turismo porque ele é ele vem com o interesse Urbano Então por mais que a gente diga na legislação que uma unidade de conservação não pode ser transformada em zona urbana né Eh ela é originária nesse conceito dos parques nacionais dos Estados Unidos eh no final do século X e quase todo o século XX uma área de interesse eminentemente Urbano então aí já começa a questionar um pouco se a gente pensar nas plantations como antigamente se chamava e que hoje se aplica muito bem né as áreas enormes de plantil por exemplo de soja ou Milho ou coisa assim toda mecanizada praticamente sem respeitar a a a diferenciação do meio com eh sistemas informatizados de eh diferenciação de solo etc mas não de respeito a fluxos d' água Nascente apeps etc pelo menos não sempre a gente não isso não é tão mais natural do que o vaso que eu tenho na sala da minha casa então Eh essa discussão do do rural com o natural tem que colocar no devido no devido parâmetro né e obviamente hoje a gente tem uma luta muito forte que é a luta de reconhecimento da eh saída e invisibilidade dos povos e comunidades tradicionais ou povo indígenas e comunidades tradicionais ou dependendo do enfoque eu tô vendo de Brasília de uma discussão exatamente dessa agora o tema principal da minha fala é esse né a importância das áreas verdes azuis e protegidas E por que azuis porque diabo que a gente vai proteger floresta e não Rio né ah muitos dos Lagos bonitos que todo mundo chama natural inclusive vizinho da minha casa lá em Atibaia é artificial são artificiais né são espaços da natureza afeiçoados pela sociedade construídos etc assim como uma plantação de pinos eucalipto muitas vezes e na fala da manhã foi bem enfatizado pelo acho que é Gil né que eu também não chamaria isso de Floresta então e a importância das áreas azuis aí é porque a gente normalmente despreza a importância dos ecossistemas aquáticos inclusive no movimento conservacionista inclusive na ciência que apoia a conservação dos ecossistemas a degradação tá avançando são imagens genéricas obviamente mas isso já repete o que foi apresentado de manhã mostra que o processo de degradação e o Gil apresentou isso de manhã mas ele não falou que o que mais tá extrapolando os o nível e de de limite dos do planeta é a perda da biodiversidade mais do que a a questão climática quer dizer a questão climática nos afeta afeta o desenvolvimento mas por esse estudo do Instituto de resiliência de Estocolmo é a perda de biodiversidade que tá ultrapassando mais de longe não quer dizer que as consequências são piores embora aquele aquele desenho do outro lado mostra Exatamente isso né quer dizer de certa forma eh a gente tá muito preocupado com uma coisa que é consequência da mesma causa mas a gente não PR atenção na outra consequência que é a perda das funções dos ecossistemas e o mundo se urbanizando hoje de manhã foi falado por dois palestrantes a questão da área eh urbana da área das cidades mas não se falou da população né então se falou em 2 e pouco ou 3% da área do planeta mas nós estamos chegando aí em 80% da população mundial ou mais eh que já é Urbana né então é 80 % morando em 2 a 3% da área eh Por que que isso é importante porque a consequência ocorre mais nas áreas urbanas do que nas áreas rurais a gente olha a o reclamo dos indígenas dos povos dos manguezais e e obviamente da agropecuária dos Agricultores da Agricultura Familiar etc e tal com sofrendo mas o que que acontece que mais sai nos jornais e só agora a gente tá começando a fazer a conexão são as enchentes as enchentes são produtos da mudança climática e da má ocupação do solo Assim como as secas etc e afeta de forma diferente as diferentes grupos sociais né Então essa população eh Urbana tá sofrendo pela degradação da natureza via mudanças climática mas via também desmatamento de bacias hidrográficas ocupação dos Vales e assim por diante das encostas e tal ocupação porque não tem outra opção né tradicionalmente O Chamado desenvolvimento sustentável que eu acredito que a gente ainda deve buscar ele é baseado num tripé eu acho que essa visão tá ultrapassada E aí tem um exemplo de um artigo científico mostrando que a biosfera que sustenta a vida da sociedade cuja sociedade constrói a economia então não dá para considerar três eixos de igual valor quando a sociedade que faz a economia rodar e não a economia que faz a sociedade rodar como pensam alguns liberais ou ou economistas eh e cada vez mais um direito humano certo a isso tá na nossa Constituição eh que embora a gente possa ter algumas questionamentos e hoje em dia o movimento Mentalista desce muitos louvores a Constituição do Equador que é de fato mais inovadora no seu momento mas as na verdade da América Latina começaram a ser viradas com a Constituição Brasileira e que não fala em Direito da natureza que não fala tão claramente de um estado plurinacional Mas já tem elementos aí entre eles aquele que foi lido de manhã Como o meio ambiente sendo um direito de todos mas também um dever de todos direito um dever do poder público e da coletividade e agora recentemente aprovada na Assembleia das Nações Unidas algo que eh a literatura já vinha tratando como Direitos Humanos fundamentais de terceira geração que já são de 20 anos atrás que são os direitos coletivos inclusive no que o Brasil a gente chama dos interesses difusos que é a conservação do meio ambiente e da ecologia que para mim são coisas complementares mas não iguais essa é uma brincadeira pra gente se questionar porque por que que a gente precisa das áreas protegidas e tem uma discussão que vem lá de lutemberg mal mal interpretada talvez a a eu já fui pesquisar coisas históricas quer dizer a interpretação não é errada mas o texto que ele falou não é exatamente mas ele questionou e falou será que uma sociedade que precisa cercar uma área para proteger essa área essa natureza de si mesm sociedade é uma sociedade normal e não foram essas palavras mas é esse acho que o sentido ele falava é uma declaração de suicídio Ou seja eu digo isso é sinal de uma sociedade doente nós somos uma sociedade doente a sociedade como um todo não é sustentável então a importância das áreas protegidas não tá na lógica básica dela mas tá no novo conceito e o uso que a gente dá delas que era primeiro reservar áreas fora do desenvolvimento depois áreas de resistência e até foi usada essa palavra de resistência hoje aqui eu diria que tem que ser centros de transformação paraa busca de uma abilidade com respeito à diversidade sociocultural e esse enfoque de áreas protegidas não é aquele que tá no conceito de parque nacional eh em hellstone como é tão falado ou o primeiro Parque Nacional Brasileiro de eh Itatiaia lembrar que a gente acusa o capitalismo acusa a economia acusa os governos acusa eh eh a sociedade de degradar a humanidade tá crescendo O agronegócio não sei o quê mas na hora que a gente vai conservar a gente esquece que nós somos processos sociais nós ambientalistas especialistas da conservação temos uma tendência de achar que quem cuida da conservação é biólogo ecólogo etc e na verdade são processos sociais são processos políticos né são decisões da sociedade portanto não dá para considerar a parte e como a natureza fosse se resolver sozinha somos nós que temos que proteger o que sobrou de natureza de nós mesmos que estamos atacando aquilo que já acabou e aí as funções né questão climática eu vou destacar duas e funções entre as múltiplas que estão lá nos outros slides que eu não vou apresentar é absolutamente fundamental já ontem anteontem enfrentar a emergência climática e esse enfrentamento se dá nas cidades esse enfrentamento não se dá na Amazônia na Amazônia a gente enfrenta a situação de reduzir as emissões a adaptação ou mal a mal mal dita adaptação o enfrentamento à consequência a emergência climática ocorre na cidade porque lá que as pessoas estão morrendo morrendo afogadas ou perdendo suas casas ou perdendo seu trabalho é claro que na Amazônia importante na agropecuária importante na agricultura familiar nas zonas periurbanas Mas onde mais morre gente nas enchentes das cidades nos deslizamentos das encostas que são ocupadas em áreas urbanas e periurbanas isso precisa ser enfrentado com ordenamento da ocupação com apoio econômico para que essas comunidades possam ir para outros lugares sistemas de transporte adequad e proteção da natureza proteger proteger os vales como áreas de Enchente natural proteger as encostas e as bacias hidrográficas como área de fluxo e de infiltração proteger nascentes eh então a questão das áreas verdes e azuis mesmo sem ser 100% naturais elas são o chamado ainda mal interpretado às vezes soluções baseadas na natureza para enfrentar as consequências da emergência climática E aí obviamente a questão de água é outro Capítulo é muito mais conhecido e isso vai ser mais objeto da próxima mesa com muito mais propriedade mas sempre se defendeu a proteção das bacias Apesar de que há Às vezes a interpretação de que a proteção da vegetação nas bacias gera mais água não é bem essa a lógica mas gera regularidade qualidade etc e tal e o outro tema é a questão de saúde e bem-estar que é um tema que eu venho militando nos últimos anos desde que saí eh do Governo Federal em termos de entender que a presença da natureza mesmo nas áreas urbanas E de manhã se defendeu aí as florestas urbanas e outros espaços diria qualquer vegetação e quanto mais natural e maior melhor é benéfica paraa saúde e bem-estar e tem várias pesquisas cada dia mais mostrando isso então de manhã se falou rapidamente em dificuldades psicológicas eh mas também de saúde física né e o estímulo ao exercício etc Então esse elemento aí é um elemento que não tá na tradição dos valores das áreas protegidas e para as áreas urbanas ele é absolutamente fundamental então a população tem no acesso às áreas verdes um direito básico que é desrespeitado em primeiro lugar pela má distribuição das áreas verdes azuis e protegidas nas nas cidades ou pelo acesso ou pelas condições de ocupação dessas áreas então Eh município de São Paulo por exemplo lá no sul do Município de São Paulo tem enormes áreas verdes comparados a zona leste né mas a estrutura de visitação tá no bir apuera no Parque Vila Lobos na zona rica da cidade e não lá no extremo da zona sul então todos os programas de estímulo a visitação não acontece na periferia como acontece no centro 15 minutos tá perdão minut sim já deu os 15 ok então Eh eu vou passar pro encerramento porque já acabou o meu tempo aí são mais detalhes sobre a importância paraa saúde eh a questão cultural tem várias formas Essa é uma das formas da gente vê a importância da natureza paraa questão cultural e aí três conceitos básicos um não é a questão de cada área isolada mas é o sistema de áreas verdes azuis e protegidas e a complementariedade entre eles o segundo conceito fundamental é a proximidade se Paris defende de uma forma muito bonita a ideia da cidade de 15 minutos eu acho que devia ser de 10 minutos nós temos que defender também o acesso a uma área verde de qualidade de cada casa em 10 minutos a pé se não tiver isso tá faltando Verde naquela cidade e por fim a questão da eh de uma de uma lógica eh de progressividade Ou seja você tem a arborização na rua uma praça na esquina e aí você tem as áreas verdes e aqui a zona rural tem um papel importante porque aí não deu tempo de falar muito mas a zona rural tem a o espaço de proteção da natureza com a diversidade sociocultural também né então se o conceito de eh na área protegida foi Urbano não importa o importante é que as nossas zonas rurais hoje são fundamentais inclusive para o fato de de elas virem a ser urbanizadas elas serem bem cuidadas antes e uma proposta de meta Global eu não vai dar tempo de falar Então queria deixar aqui três propostas básicas uma que é é por que que nós não nos articulamos eu eu moro em Atibaia desde o início de 2019 E lá nós temos brigas similares através da frente parlamentar ambientalista do Estado como Carlos Henrique aqui bem representou cedo a gente vem discutindo outros casos essa semana passada eh o deputado Carlos janasi do psal levou o tema de Atibaia pra assembleia legislativa a última reunião do Conselho Estadual do meio ambiente eu levei o caso de Atibaia e colegas levaram eh o caso de São Roque E aí assim por diante Então existe um conjunto de municípios e que esses movimentos estão relativamente desorganizados então a minha proposta é vamos pensar Numa articulação porque o que ocorre em Campinas talvez ocorra pior em Atibaia e se Vinhedo aqui na palestra de manhã e Jundiaí encontraram soluções parciais porque não levar para Bragança ou para Bom Jesus dos Perdões e assim por diante segundo da proposta é que a gente pense em nas metas globais de biodiversidade não só nas metas globais de clima e aí junto disso a terceira proposta é que o Brasil é um dos países que menos investe em pessoal e orçamento paraas suas Áreas verdes e unidades de conservação então nós temos que lutar inclusive nos parlamentos para aumentar os orçamentos e os concursos para atuar nessa área numa área com uma visão socioecológica e não uma visão de natureza para a dominação Desculpa ter passado os minutos Muito obrigado Fico à disposição Então antes de passar a próxima debatedora eu já queria chamar a mesa aqui o Vicente Andreu né que já foi aqui apresentado e nós aguardávamos aqui ansiosamente a [Aplausos] mascarado Hein gente olha aí ó bom Dando continuidade Então eu vou passar a palavra agradeço Cláudio eh pela pelas pela exposição e vou passar a palavra pra Ângela podova quer falar da tri fica à vontade pode falar Ângela vai assumir aqui a Tribuna você vai ter uma apresentação consigo hã só faz um teste aqui e e para loc realizar alguma coisa eu tenho como fazer não eh Boa tarde a todos eh fico um pouco constrangida de falar depois do Especialista Cláudio maret que eh trouxe um monte de informação importante pra gente que é da luta ambiental eu sigo ele porque sempre tem contribuições importantes mas eu a minha proposta aqui é trazer alguns casos locais eu minha formação é cinema como todo mundo sabe mas eu atuo como eu sou ativista ambiental já 12 anos tô nos Conselhos com dema com japa com cidades então eu conheço bem Eu conheço bastante da da da nossa cidade das lutas que estão sendo travadas em diferentes pontos da cidade então a minha proposta é essa é falar um pouquinho sobre as unidades de obervação e os remanescentes florestais de Campinas a minha questão é essa o avanço Urbano sobre áreas rurais é um dos fenômenos antropogênicos que mais degrada o ambiente Como proteger as últimas áreas verdes do município eh eu trago aqui a a as unidades de conservação do município nós temos nove unidades de conservação eh duas estaduais que é a reserva Florestal Serra D'Água e o parque ecológico Monsenhor Salim que é uma reserva Estadual também seis municipais que é a apa de Campinas apa Campo Grande eh o Parque Municipal Campo Grande o Parque do Jatobás o Parque Municipal da Mata que pouco se sabe Inclusive eu também não sabia que existia e o Refúgio da vida Silvestre do Quilombo e a ar Santa Genebra que é a federal eh eu abordo essas duas pautas que são as unidades de conservação e os patrimônios naturais tombados do município eh Campinas tem 197 pnts pouca gente ouviu falar disso né Por quê Porque a o conpac faz questão deab de eh deixar invisível invisibilizar essa questão eh e eu tenho trazido a pauta inclusive no condema nós estamos tentando insistentemente que os técnicos do conpac nos Tragam informações sobre esses bens naturais tombados que não são nada mais nada menos do que as matas de Campinas eu trouxe alguns exemplos que é a primeira que foi Tombada que é a Fazenda Santa Elisa que foi 91 a mata Santa Genebra a mata da fazenda Santana as matas e Lagoas localizadas na Fazenda Rio das Pedras viu Manuel tão tombadas daí a a as várzeas os maciços arbóreos no entorno da Santa Genebra a mata Ribeirão cachoeira e a Mata da Fazenda São João e o mais legal a nessa resolução 157 de 2018 a gente consegue o tombamento de 150 fragmentos florestais de uma vez só isso ah incluindo parques e bosques além de vegetação nativa da área rural florestas estacional semidecidual a a floresta paludos áreas de Serrado eh resultado dos remanescentes florestais de Campinas feito pela pesquisadora dionete Santim a dionete deixa esse legado pra gente ela fez esse mapeamento das áreas verdes entrou com o processo em 2003 e 15 anos depois a gente consegue pelo menos essa camada de proteção que é o tombamento sobre os fragmentos Florestais eu recortei um trecho do estudo para tombamento que ela fala coisas curiosas e e já foi dito aqui eu acho o Sandro falou alguma coisa sobre isso não mudou muito a realidade da cobertura vegetal de eh mata nativa da cidade desse período que é 2003 para hoje então ele a gente fala que a cobertura vegetal existente é pequena e tem 2000 ha eh daí ela fala que eh o que corresponde a 2,55 da área do município Então a gente tem em torno eh de eh 2is V disso aí que é a área de vegetação nativa eh bom tá escrito aí né distribuída em 192.000 hees de florestas estacionais semideciduais que é a Ribeirão cachoeira que é a a mata Santana ã 65 hectares de Serrado 40 de Floresta paludosa ou matas Brejos e o registro inédito da vegetação rupestre dos laged dos ledos rochosos nas florestas de altitude e o Curioso é que as Campinas formação que empresta o nome ao município estão definitivamente extintas no município então é assustador né pensar que a gente tem menos de 3% de mata Nativa daí com essa colocação das matas tombadas e que é uma camada de proteção importante já que a gente tem tão pouca vegetação nativa na cidade eh o Ministério Público ingressa com uma ação eh exigindo a verbação dessas matas em cartório o que isso representa é o reconhecimento desses proprietários particulares eh sobre esse esse tombamento e isso é responsabilidade do município que nunca o fez ele tombou e abandonou não só as áreas naturais como patrimônio cultural também da cidade então a a a apesar da Lei existir isso foi dito diversas vezes aqui ela não tem na prática eh eh função porque a a os os proprietários dessas áreas não reconhecem como tal a cidade não tá registrado daí esse processo do MP a gente ficou até surpresa que foi o o o Dr José Fernando Vidal que ingressou com essa ação ele ganha em primeira instância o município recorre dizendo que ele não tem condições olha alegação que os imóveis tombados estão dispersos e que será necessário uma pesquisa isso é fala do município e elaboração de uma declaração de enfim o município contesta fala que ele não tem condições de fazer isso daí vai pro STJ então nesse momento tá no STJ eu acho isso aí eh fundamental para que a gente eh consiga ter o mínimo de proteção pros nossos fragmentos que o município reconheça E averbe essas áreas que obrigue os proprietários a verbar essas áreas em cartório Então essa é a ação que o ministério público entrou contra o município e o e o que ele diz é isso no entanto embora Obrigado por lei a verbar o tombamento dos imóveis o o réu deixou de cumprir a legislação protetiva do patrimônio público local uma vez que ele próprio confessou que deixou de averbar no cartório o tombamento dos 645 Imóveis e 197 fragmentos de mata nos termos do Decreto dessa forma diante da conduta frontosa inconsequente do réu tem tratado os bens tombados da cidade de Campinas deixando proceder o registro tombamento do cartório compete Aim a dar publicidade necessária enfim esse é um trecho também das ação eh do eh do Ministério Público daí eu trago três casos de pnt patrimônio natural tombado que estão sendo frontalmente eh agredidos ameaçados e Óbvio o descaso do conpac da Secretaria de Cultura que é a Presidente do Conselho e do próprio governo um deles é o Vila santian que todo mundo conhece a história bem que o loteamento foi aprovada na zona de Manancial da APA com com o argumento de que ele tinha direito a protocolo que o protocolo da da do início desse processo foi anterior ao ã a a a ao plano de manejo da APA e o município aprova e licencia esse loteamento Eh agora eles querem murar e essa área é uma área de intenso fluxo de animal silvestre justamente por causa do do pnt da Mata da Fazenda de Santana tem muito animal silvestre daap viva tá brigando e batendo firme nessa questão porque a gente não se conforma que além de de impermeabilizar o solo eles quererem criar um muro na na App do Atibaia H nós temos o parecer técnico ambiental da própria Secretaria do Verde contrário falando aproveita apontar a incidência da envoltória do bem referente à mata então ela ela ela fala que não pode pôr os muros lá o conapa confirma o indeferimento mas ainda assim a a a diretora de Urbanismo publica uma resolução dizendo que os muros vão ser construídos no Diário Oficial simples assim então mais uma vez as leis que protegem o nosso ambiente são esquecidas ou relegadas eh é aí é mais o caso porque essa esse Central aqui é o pnt o amarelo é em ória dele e é aonde entra a o loteamento que tá pegando o pnt a outro bom motivo para não murar é porque ela essa área tá inserida na linha de conectividade porque o Rio Atibaia passa aí é o principal macr corredor Ecológico que também é do plano Municipal do verde que no nosso plano diretor foi totalmente desconsiderado quer dizer a prefeitura cria os planos e não ela mesmo desrespeito aí é São fotos do loteamento e mostra a proximidade dele com a única captação de água da cidade porque o Capivari já não tem mais condições de mandar água para lugar nenhum Campinas inteira depende do Rio Atibaia e olha o que eles fizeram na beira do rio Atibaia na zona de Manancial da APA que por lei não deveria ter acontecido há 12 anos a gente tá no Ministério Público brigando com essa questão ão aí também a implantação do loteamento e tem uma linha Branca ali que separa a área urbana da área rural a o que tá à esquerda seria a área urbana e o que tá à direita seria a área rural o rio aparece vermelhinho lá embaixo tá vendo como a proximidade Olha onde eles chegaram com os lotes grudados na ah no Rio Atibaia e ainda querem murar tudo isso aí agora e ainda a gente tá brigando pelos muros pelo menos para que os muros não sai aqui tem a o a a a foto de cima essa parte azul é a área urbana então no próprio portal de zoneamento da cidade eles mostram essa parte de baixo que tá sem a cobertura do azul como área rural Então como que a prefeitura me aprova um loteamento em área rural dentro da APA na zona de proteção de Manancial então é uma loucura esse caso aí para nós é o aí eu trago mais um exemplo que é o pnt Santa Terezinha tá que Aparecida e o marido dela que são eh guerreiros e estão tentando salvar esse patrimônio natural tombado que tá ao lado do Capivari é uma área importantíssima para que o Capivari volte a ter vida biodiversidade e o que a gente vê que dentro dessa casa mesmo foi aprovado uma redução desse pnt e e um descaso permanente sobre o esse maciço arbório ele é ele tem 128.000 m e e é uma área que tá bem desflorestada tá entre bairros ali ele tá por um Tris é só vir um um um patriane aí para pôr um prédio lá em cima se a Prefeitura não fizer nada e a e a nossa Secretaria do Verde e a prefeitura e todo mundo ninguém faz nada e é uma E aí é o campo grande que tá precisando de área verde é o Rio Capivari quer dizer e o e esse lugar e esse patrimônio natural tombado tá esquecido ó ele aí de novo tá vendo a A Daia fala que foi até o vereador Angelo que é a o Rio e o Capivari lá embaixo tá vendo al é um é um lugar estratégico para ter uma um maciso arbório para beneficiar toda essa população que está no entorno E no entanto H desconsiderado E aí por último é o pnt eh mata Ribeirão Cachoeira Que também está na beira do rio Atibaia eh do na margem esquerda do Rio Atibaia é a área rural não é mais apa aí onde tá a Ribeirão Cachoeira essa área é a a zona de expansão Urbana ela está prestes ela está prestes a ser ocupada pelo município de Campinas é uma área super frágil Ah o é onde tem a fazenda espírito santo que queriam construir uma uma barragem nós aqui lutamos bravamente né Vicente todo mundo para não deixar a Mariana todo mundo brigou para preservar essa área da importância biológica que ela tem e agora olhem isso ah essa foi o incêndio da Mata Ribeirão cach Ah não é depois eu vou falar a a a o que vai acontecer a mata Ribeira Cachoeira pegou fogo eu eu fiz um protocolo pro Conde que nem resposta eu tive Porque se ela tá Tombada no mínimo que você imagine que o quem tomba se responsabilize por ela não essa essa mata só foi salva porque tinha abrigado a cachorro do mato que o Marcão aqui tá representando a cachorro do mato ã e o porque os bombeiros disseram que como não tinha risco de vida eles não entrariam para pagar o fogo da Mata e a mata e o e a e o e a Mata atingiu quase o núcleo da Mata tô tentando correr aqui o PL proposto para alterar a lei compl Ah o condema dá um parecer Daí eu entrei aqui na 207 né que a gente fez um parecer e o condema o pleno do condema aprova o um parecer desfavorável ao PL porque a 207 tá aí cheia de erros que nem a Tina falou e agora a Secretaria do Verde vem com uma pincelada verde e ao e que é e tá propondo um PL que vai tramitar nessa casa em breve parece que já tá aqui para alterar 207 e a alteração que ela propõe ela eh traz várias coisas bacanas sobre o ponto de vista ambiental mas ela simplesmente eh diz que a é a a a área de a no artigo 7 da a lei 207 que é a área de expansão Urbana ele fala nas áreas com restrição à urbanização no mapa do anexo 10 Ah não pus 15 minutos tá já acabou não mas pode concluir só eu só tô fazendo papel chato aqui de p eu Vent eu vou tentar acelerar porque isso é importante porque eu acho que ninguém falou ainda era vedado a a a a implantação de Empreendimentos e agora nesse PL que tá vindo eles dizem que é restrito ou seja eles liberam para implantação de loteamento e aquela área frágil lá da É isso aí é importante mas eu não vou conseguir ler que ele fala olha que eh que a prefeitura realizou um diagnóstico sobre tamanho dos fragmentos de vegetação natural mapeados no município o resultado indicaram que 95% possuem áreas inferiores a 10 ha que representam 46% da cobertura vegetal e a Elo que é associação dos empreendedores de loteamento da cidade que prop que faz um protocolo que gera esse PL que altera a 207 ela quer excluir os eh os eh na aprovação nos licenciamentos esses essas manchas verdes com menos de 10 hectares e daí a svds argumenta que não que 46% tem menos que 10 hectares mas 10000 possuem área inferior a 1 hectare então quando o loteamento vai implantar ele leva em consideração a área que ele pode suprimir para compensar depois E isso tem acontecido na cidade inteira Então essa é a pincelada verde da svds porque ela fala que não que agora o que é capoeira ou essas manchas verdes que tão nessas áreas que vão ser urbanizadas não podem mais ser retiradas para compensar depois eh bom aqui eu falo da macrozona do que já foi dito que a área de Controle Ambiental da APA que virou aquelas duas três manchas zonas vermelhas lá que é área de expansão Urbana também tô me apropriando aqui de do mapa do Sandro para mostrar que o que era uma área predominantemente rural margem direita e que funcionava como amortecimento agora é a área de expansão Urbana Esse é o anexo 10 que é essas regiões que tá em vermelho ali que deixam de ser vedados a implantação de empreendimentos para ser restrito aqui que eu ia mostrar ó a Ribeirão cachoeira tá desenhada aqui e tá mostrada no mapa Lá eu recebi de um amigo que essa área verde toda na frente da Ribeirão cachoeira que é exatamente essa esse e eh lugar que a essa lança que tem para dentro da APA que já é eh não é mais apa né que é a margem direita do rio a margem esquerda do Rio eh uma proposta de de loteamento então eles já tão licenciando loteamento nessas áreas é o resto da fazenda do Mário garneiro que já fez o empreendimento gigante em Campinas que é entre verdes quer dizer essa e se essa esse PL da svds passa essa esse loteamento vai sair na frente da gente Vicente e é uma área muito muito sensível isso aí eh é um crime assim a nesma ambiental daí eu falo um pouco da APA de Campinas essa área verde eh que tá Ribeirão Cachoeiro e que tá o Rio Atibaia e a área de conservação de biodiversidade justamente pela quantidade de animal silvestre e um pouquinho D dos dados tem 54 fragmentos de Mata Atlântica na apa 2474 nascentes de água metade tá sem proteção Florestal dentro da APA aqui eu dou uma pincelada na apa Campo Grande Marcão eh que eu recebi essa imagem eu fiquei chocada que são os loteamentos eh que foram embargados recentemente Olha como era 2018 apaa Campo Grande Olha o que virou em 5 anos cinco é e aqui os cuidadores da mina Santa Lúcia o Xavier tá aqui para representar maravilhoso luí felicidade incrível o trabalho que eles estão fazendo aquela seta vermelha eles estão fazendo reflorestamento é um movimento social super importante tá do lado do pnt do parque natural Municipal Jatobá que também é na beira do do do do do Rio Capivari Então essas regiões elas precisam ser urgentes eh eh revegetar e cuidadas para eh ter condições de vida para esse bairro Campo Grande que é tão importante Minas Santa Lúcia e essa é um privilégio que exige responsabilidade né gente Obrigada desculpa passar o tempo imagina Obrigada Ângela pela apresentação Vou passar a palavra então para o Marcão CeC é mais demandada que Olá aqui que o Ronaldo me passou são são ess aqui sim tem das escolas também Olá a todos boa tarde meu nome é Marcão eh vou sou sincero falar para vocês aqui eu sou menos formado da galera toda mas uma grande experiência e vasta de Proteção Ambiental e eu tenho 500 horas em Resgate e manejo de animais silvestres especialização exatamente em animais pentos e venenosos e não consegui concluir faculdade deol di tive largado no primeiro ano porque ou estudava ou eu passava fome de direito também ou fui até o quto ano aí eu estudava ou eu passava fome infelizmente eh a gente não conseguiu estudar por muito tempo sem se manter saudável com alimento e comida na nossa mesa Então vamos lá eh eu queria falar antes eh primeiro eh sou voluntário da Resgate Cambuí sou um dos fundadores do grupo Proteção Ambiental do Campo Grande Apesar que a gente já Agimos com Proteção Ambiental no distrito Campo Grande bem antes até mesmo da criação do grupo proteção na primeira denúncia foi em 2001 exatamente no loteamento do do bairro lá em que fala com montm não é verdade não não eh pavote 2 Alguém conhece pavote 2 ele foi construído dentro da área de Campinas dentro da APA do Campo Grande o qual paga IPTU conta de água luz telefone o caramba 4 tudo para motim Tá mas está dentro do território de Campinas na apa do Campo Grande foi a primeira denúncia que a gente fez em 2001 depois fizemos denúncias em 2007 onde tinha um condomínio que estava sendo feito irregularmente onde hoje é o núcleo Santa Rita né que também tá dentro da APA do Campo Grande eh também do São Sebastião qual ele tá exatamente no limite entre Montemor e Campinas dentro da APA do Campo Grande qual mostrei para muitos que foram visitar ah pelo conapa Campo Grande e o professor Antônio foi lá comigo e mais outros eh e queria contar para vocês o que o grupo de Proteção Ambiental do Campo Grande faz através das parcerias com a brigada cachorro do mato com o resgate Cambuí com os próprios moradores do Campo Grande Primeiro quero apresentar também a vocês aí o Irineu que faz parte também do grupo Proteção Ambiental do Campo Grande e e o Jorge e a Teresa que estavam aqui mas infelizmente foram embora [Música] eh o trabalho que a gente faz eh infelizmente é combatendo incêndio é fazendo plantios de árvore é fazendo pesquisas como Irineu mesmo faz lá na no Novo Mundo eh com isso a gente acaba descobrindo através dessas pesquisas muitas coisas boas para nós do do meio ambiente eh como plantar água como dessa água eh fazer horta dessa horta fazer reflorestamento ao mesmo tempo e tudo mais a brigada cachorro do mato ela junto com a forlife e o grupo Proteção Ambiental do Campo Grande ela dá orientação Comunitária como de animais pessos né h eh primeiros socorros e até mesmo ajudando a formar novas brigadas como a brigada saruê aqui presente infelizmente a brigada a cachorro do mato não está presente pois eles estão numa missão de indo atrás de filhotes de gato mourisco que foi atropelado próximo do aeroporto E aí eu gostaria de mostrar primeiro uma comparação que Ângela até comentou né mostrar essas aqui essa foto espa só um minutinho Então vamos continuando a gente tem algumas fotos de 2014 do mapa que tem 2014 o qual ele mostra somente o São Sebastião o paviot 2 qual já existia infelizmente né dentro da AP do Campo Grande e col aparece também o núcleo Santa Rita afetando exatamente um sítio que é o sítio que mais tem na área do Campo Grande né e é um sítio que ele é totalmente florestado em 11.000 M qu só de Floresta como a Ângela mesmo estava falando tem muitas matas tombadas pelo conpac que estão sendo destruídas até mesmo dentro da APA do Campo Grande foram tombadas e ao mesmo tempo cerradas pelos proprietários das terras a gente chegou a mostrar Antônio viu isso na apresentação que eu fiz S Antônio Professor também viu e na apresentação que eu fiz da dos limites da área do Campo Grande para o conapa Campo Grande o qual muitos conselheiros que estavam ali não conhecia nemos limites da APA do Campo Grande nem da onde que começava nem da onde terminava e até mesmo a Secretaria do Verde porque muitas denúncias CR aente fazia eles colocavam não é Ortolândia só porque viu o ônibus de Ortolândia atendendo eles Ah é Montemor não só porque viu que é do lado paviot mas não a apa do Campo Grande é Campinas conseguiu como vocês podem ver na apa do Campo Grande tá aparecendo eh tem uma foto anterior só um minutinho Essa é isso essa aí essa é a foto de 2014 tá de Margem aérea a gente não tinha imgens aéreas antes disso infelizmente desculpa falar para vocês Como vocês podem ver só tinha o paviot entrando dentro da APA do Campo Grande o núcleo São Sebastião né e o Santa Rita tava começando a invadir porque tinha feito um condomínio ilegal lá ar gente conseguiu barrar a construção do condomínio ilegal E aí o Santa Rita invadiu Exatamente esse Condomínio é legal por qu não adianta você simplesmente embargar um loteamento e abandonar ele depois vão lá e invade de novo é o que aconteceu no no núcleo Santa Rita aí você vai mandar foto do não tranquila aí essa é a foto do Google de 2019 o qual ela apresenta um início da invasão né ali pelos associações Terra Preta Lago do coisa o Santa Rita já bem mais formado né É deixa eu só mostrar com o mouse aqui ó aí aqui é o Santa Rita ó tá vendo aqui aqui é o início da ocupação sendo formada qual gente denunciou em 2018 mas o protocolo foi para serb inv de pra Secretaria do Verde a gente te avisou existe uma ocupação irregular em área de Proteção Ambiental invés de ir paraa Secretaria do Verde foi para ser Urb até hoje não solucionaram e aí o secretário do verde fala que só tem protocolo 2021 mas não tem protocolo 2001 2006 2018 e 2021 até aí a gente fazia protocolo anônimo o qual infelizmente a gente começou a perceber que os protocolos anônimos começaram a ganhar nome era né infelizmente colocando a os membros do grupo de Proteção Ambiental em risco de vida tá o qual por exemplo hoje eu vou apagar fogo nessas áreas chega uns cinco capangas cerca meu carro mas devido eles vê o trabalho que a gente fez pagando fogo eles vão lá e falam assim Vocês merecem respeito mesmo mas infelizmente é isso mesmo que acontece a gente corre risco graças ao poder público colocar a gente em cheque Os protetores ambientais e por último e dezembro de [Música] 2022 acreditem gente esses dias atrás eu fui com o professor Antônio lá tá mais ainda tem acho que quatro condomínios a mais que já foram construído isso é de dezembro de 2022 então o que que acontece só na apa do Campo Grande temos 67 Nascentes cadastradas a Guida foi comigo e amassando Barro até praticamente para ver em loteamentos Ilegais porque ae tava em área de perigo então ele falou ó tem que ir bem quietinho aqui não pode gritar de dado eh em loteamentos Ilegais jogando esgoto nas nascentes nossas esgoto porque lá não tem tratamento de esgoto não tem fossa séptica eles jogam nas nascentes é dessa forma e gostaria de mostrar para vocês a gente do grupo Proteção Ambiental do Campo Grande junto com da Maceno que não tá aqui presente a gente dando educação ambiental pras escolas e paraa comunidade eh na comunidade a gente dá curso primeiros socorros com ênfase em animais pessos e animais venenosos para as crianças a gente dá cursos de hortas ah faz apresentação da Brigada O que que a brigada faz e ao mesmo tempo eles começam até construir livros porque a gente dá algumas orientações ambientais eles acabam fazendo livros eles fizeram livros do té lagarto e do Marcão Herói sem capa mas expliquei para eles que herói não vive eh a gente tem que ser na verdade é cidadão mostrar Essas são as fotos da Educação Ambiental que a gente dá pras criançadas muita gente perguntou aqui Ah o que que vocês fazem para ajudar dá passar sua educação não é só nas escolas que nem tem passar educação ambiental não é nas comunidades tem muitos lugares de comunidade que joga lixo entulho e quando a gente dá a educação ambiental eles têm um outro pensamento sobre aquele lixo e entulho que eles jogam virando os Córregos virando os nascentes virando nossas matas era isso que eu tinha a falar obrigado Obrigada Marcão eh pela apresentação eu passo a palavra então pro Paulo dar continuidade aqui a bem Então nós vamos já na sequência para passar então para a professora Emília que vai abordar eh a essa quarta mesa né Eh do do nosso seminário falando sobre essa questão dos impactos aí Eh sobre as nossas águas Ó gente eh vou falar daqui porque eu tenho eu não enxergo direito ali onde eu tô eu preciso enxergar o as coisas eu só trouxe algumas imagens para vocês eh pra gente orientar aqui uma conversa é bom tá vendo coisas né bom eh me desculpem primeiro por não ter estado aqui pela manhã mas é que encavalar os eventos de manhã tinha abertura da Semana Lixo Zero aí não deu para estar em dois lugares ao mesmo tempo né coisa da ubiquidade que a gente ainda não conseguiu né mas espero que não consiga também enfim bom eu consegui ver ouvir algumas coisas eu queria eh parabenizar a frente parlamentar ambientalista por começar se fazer presente na cidade com o seminário do esporte eu acho que isso é muito importante de olhar de frente e acatar uma discussão do Fórum socioambiental de Campinas né de pensar um projeto de lei e entender a o problema que a gente tá levando acho que é muito absurdo ver determinadas imagens aqui quando a gente lembra que no ano de 2 2001 Néia o único ponto dessa cidade que não era um grande cinturão em verde era o Matão né o resto todo a gente tinha uma grande cintura verde encobrindo e guardando e protegendo a cidade de Campinas que já tinha muitos e muitos problemas né e ver esses mapas agora que a cidade né já entrou né a gente não sabe mais aonde para assim por que que a gente precisava ficar com cara de cidade de São Paulo não dá para entender né não é o menor motivo para que isso aconteça aqui né mas enfim é isso que a gente sem visto deixa eu tentar ver ah bom primeira coisa que eu só queria trazer pra gente lembrar porque todo mundo diz que o nosso planeta é azul e aí quando a gente tira a parte de terra do planeta isso tudo aí é água né mas é bom a gente ver o seguinte que dessa água só isso é água doce daquilo tudo lá de água que tem só isso é atmosféric Continental e na realidade só isso aqui água subterrânea e água superficial daquele pedação enorme que que tem cara de azul né e é desse filete aí de água superficial no planeta que a gente acaba tendo que todos nós dependemos diretamente né a crise climática tá nos dizendo que esse filete tem engrossado de uma forma muito ruim porque a tendência é desaparecer Mita e muita terra com essa história Então a gente tem que tentar entender como é que a gente lida com isso esse pedaço de terra que parece pequeno e só um filete de água pra gente poder conviver com ela aí quando a gente olha no Brasil a gente fica super animado porque veja essa não tem ponteira né Tem tem não tem não quando a gente ver essa primeira pizza aqui que tá mais aqui a a a de vocês que à direita né de vocês esquerda não direita essa de cá de cá essa aqui né a direita de vocês ó né a esquerda isso desculpa eu que tô ficando doida aqui à esquerda aqui Veja isso é a distribuição de água doce no mundo Olha o quinhão que o Brasil tem né então a gente deve est devia est tranquilo né E quando a gente pensa no no espaço do continente americano parece que é melhor ainda mas e aí a gente olha desse dessa quantidade toda de água é aqui que a gente tá né a gente tá bem ali atravessando no meio da Bacia do Piracicaba e a bacia do Capivari essas duas bacias passam e Campinas tá quase que é transversal a essas duas bacias Opa bom E aí começa os problemas né a gente a tecnologia e a engenharia quer resolver as coisas de uma forma muito simples como tudo que tá na natureza não é vivo é simplesmente um rec curso que a gente manipula para lá e para cá a primeira coisa que é feita cada uma dessas setas vermelhas que vocês estão vendo aí é reversão de bacia a gente tira a água de um lugar joga no outro né e fica por isso mesmo quer dizer aparentemente teria que ficar por isso mesmo então aquela que tá fora do mapa inclusive vai para São Paulo né então assim oi is é só um pouquinho na realidade é 33 m por segundo que representa para cidade de São Paulo mais ou menos uns 40% do que eles bebem de água ou seja se a gente pegar a água de volta 40% da cidade de São da região metropolitana de São Paulo entra em colapso tá então aí não contente com isso a gente pega um pouco de água ali do do Jaguari e joga também no Jundiaí né e não contente com isso Campinas como a Ângela falou pega água do Atibaia e joga o esgoto no Capivari né não é isso que a gente faz aí que que faz Campinas Eu repito isso toda vez que eu vou falar isso porque eu fiquei chocada E continuo chocada em 2022 na semana da água num evento na Unicamp assessoria da presidência da sanasa nos informou que a estação de tratamento de água do Capivari ia ser fechada por por um lado não se captava muito no Capivari por segundo porque o Capivari morreu ponto eu falei uau né alguém te avisa um rio morreu na cidade então fica por isso mesmo né bom para vocês terem um pouco mais de ideia desse pula pula de água para lá e para cá para ver se não faz diferença nenhuma E aí Claro ela vem lá do do Atibaia vai descendo descendo descendo e acaba em Santos tá então a gente vai levando água até para produzir energia parte da água que devia abastecer aqui tinha que produzir energia lá em cima isso né num nível é não tem água A gente tem que ter água porque a gente precisa de ter cidade cidade ser civilizado a gente gastar água gastar água em abundância e onde não tem a gente vai tirando ninguém acha E durante muito tempo achou que isso fosse problema um problema qualquer começou a ficar gritante quando a a Sabesp Começou a dizer gente tá na hora da gente buscar água lá no petar né Aí você fala hã é vai lá no petar Porque aqui não dá mais né O que que tá por trás disso em momento algum a gente discute uma coisa que a gente tá tentando também discutir com resíduo por outros motivos mas ninguém fala em economia ninguém fala de fato em uso racional né o uso racional ele é sempre dito de uma forma em grande grandes volumes então ah eu já ouvi muito eu eu tô num departamento né Onde ficam os engenheiros todos que lidam com isso na Unicamp mas é muito comum agora menos mas era muito comum ver o seguinte não o Japão tem uma vida muito boa porque toda a tubulação do Japão é de ainox ela não quebra muito fácil ela não estraga a gente tem Manilha Então a gente tem que conviver com isso né durante boa parte da segunda metade do século XX ter perdas de 40% de água tratada potável O que significa água que é clorada e floret e fluor continua sendo uma coisa que a gente importa nesse país el não não dá ali na esquina né era normal né agora a gente tem reduzido um pouco isso mas não o suficiente ainda né mas isso é um problema que a gente tem que é eterno de não se preocupar com isso os nossos métodos de irrigação dessa coisa que não é agricultura porque agronegócio não é agricultura no sentido de que não tá alimentando ninguém tá só é só uma commodity para alimentar o sistema financeiro também o sistema de irrigação deles não é um sistema que conserve água então nem a ises simplesmente num país tropical nós não podemos usar a mesma tecnologia de irrigação que a gente usa num país temperado porque evaporação é totalmente diferente né E não é que não tenha tecnologia e não é que não tenham teses e teses defendidas em todas as universidades brasileiras sobre tecnologias diferentes e muito mais eficientes e muito mais econômicas no sentido da economia da água que tá sendo usada para poder fazer irrigação só vai custar um pouco mais para mudar o sistema esse um pouco mais é que ninguém na realidade obriga a ser feito né e isso é um exemplo para dizer que nós não temos carências de lei nesse país Na minha opinião né pra gestão da coisa desses recursos nós temos sim uma carência de gestão e a carência de gestão E aí a gestão a gente tem que entender que o grande problema da gestão é quem é o gestor porque o gestor Vai dar vai ler a lei vai ler o que ele tem que fazer de acordo com a sua perspectiva ideológica com a sua concepção de mundo se a gente vai ter fazendo a gestão pública pessoas que acham o com que é mais importante a gente pensar em como é que a gente produz emprego né portanto a questão é só Econômica nunca ela é prioritariamente social isso não vai mudar essa conta não vai mudar essa lógica de fazer as coisas não vão mudar né bom a gente tem dois ciclos da água o grande ciclo da água esse que mantém né lembrem-se que o sistema hidrológico ele tem uma peculiaridade em relação aos outros recursos naturais o sistema hidrológico ele mantém a essência da vida nós somos 70% todo mundo que tá aqui de água individualmente e a água tem reservatórios de longo de milênios decênios e tem o curto o ciclo curto da água nesse ciclo esse ciclo o fato da água ser cíclica né Nossa desculpa tempo todo na natureza nos fez sempre ter essa sensação de que a água ela é essencial pra gente mas ela também é um recurso que é renovável é ilimitado e vai acontecer de forma aleatória Mas a gente sempre consegue ter porque ela é ilimitável né só que na realidade a água não é um recurso inesgotável Mas isso é a sensação que a gente tem já há bastante tempo que se eu olhar e pensar uma tecnologia adequada para domesticar a água eu não vou ter mais problema então é sempre uma questão de investir num tipo de Obrigada num tipo de de fazer Tecnológico de pesquisar tecnologia para pensar como que eu domestico esse recurso e o coloco à nossa disposição então quando eu quando alguém fala de Enchente Ninguém fala em entender por exemplo Qual é por que quando do chove né um canal fluvial funciona do jeito que funciona e como é que nós nos adaptamos a esse jeito do canal fluvial existir não eu crio uma tecnologia que eu tenho certeza que vai dar certo afinal de contas aquela enchente quando eu fiz as contas é para acontecer de 50 em 50 anos ou de 100 em 100 certo tempo de recorrência de 100 ou 50 anos é a coisa que a gente mais ouve e aí esses 50 50 viraram 40 30 20 10 e agora tá de 50 em 50 minutos né E aí que que a gente vai fazer a gente vai continuar investindo nesse nesta linha de produção de pesquisa de definições tecnológicas porque isso é um problema né bom e a gente então cai no paradoxo de sempre com a questão da água se ela é limpa se ela é bem usada a gente vai ter aquilo que o Cláudio lá no começo começou a dizer pra gente bem-estar e saúde mas se ela tá suja se ela na realidade virou um meio de transporte de tudo aquilo que a gente diz que não presta pra gente o que ela tá fazendo é transportar morte e Destruição E aí a questão é se eu tô lá próximo da cabeceira Que direito que eu tenho de jogar o que eu não quero nesta água para que ela vá um pouco mais pra frente causar morte e destruição de quem tá um pouco pra frente qual é o direito que se tem para isso aonde que tá escrito que a gente pode fazer isso né porque é o que sempre tem acontecido caso do Capivari eu fiquei tão assustada que eu comecei a estudar o Capivari aí descobri que é o rio que a gente menos conhece a gente sabe menos do Capivari do que a gente sabe provavelmente de um córrego qualquer do Rio Purus lá no Acre é um negócio impressionante o a gente não tem de informação sobre um rio que sai de de Jundiaí passa por Campinas e abastece todos os outros municípios depois de Campinas Ele é a única fonte de abastecimento de cinco municípios até chegar no TT a gente praticamente não tem informação alguma é um rio que de fato pode morrer porque ninguém quando você não tem informação sobre alguma coisa se ela tá viva ou morta não nos faz a menor diferença certo o Jundiaí chega aqui em Campinas Já mal e ele sai daqui pior porque se tivesse uma classificação para cima de quatro ele ia sair daqui com cinco para seis mas como é quatro só que a gente pode ter minutos então é uma Este é um ciclo da água que a gente nunca discute que é o que eu Ch de ciclo antrópico da água é o ciclo do lado de cá né que a água vai ser potabilizada que água boa que a gente usa e do lado de lá é o ciclo do que significa água que tá suja que a gente tem que tratar tem um probleminha ali ó bem na ponta aqui esquerda quando eu pego a água para potabilizar eu digo que eu pego num corpo d'água quando eu jogo o esgoto em tese tratado porque a legislação brasileira diz que a gente trata a gente ainda trata o esgoto como ele era produzido no século X portanto todos esses medicamentos que a gente toma não existe no tratamento todos esses zilhões de agrotóxicos que a gente tem não existem para o tratamento eles são internacionalmente chamados de emergentes né elementos emergentes e aqui no Brasil os os engenheiros falam não a gente vai chamar isso de elementos de interesse emergente Porque eles estão aí há muito tempo e agora eles voltaram a ter começaram a ter interesses e a gente precisa dar um jeito de tratá-los né a grande diferen a grande problema é que o a água doce e o corpo receptor de esgoto normalmente é o mesmo lugar fisicamente tá a gente trata água quimicamente e a gente trata esgoto biologicamente cheio de compostos químicos que não existe bactéria ainda tanta bactéria ainda especializada em cuidar portanto é por isso que a gente agora acha microplástico em em em leite materno né a gente tá tendo um problema de excesso de hormônio feminino principalmente em crianças do sexo masculino porque tá tomando água isso nunca é tratado né e excesso de hormônio feminino inclusive para crianças do sexo feminino Isto é um problema também bom eu vou manter isso aqui como o dos últimos exemplos esse mapa esse gráfico que já é meio antigo ele diz o seguinte aqui no eixo do X Quanto de água por pessoa por ano cada país tem e em cima qual que é o consumo que cada habitante por por ano tem de água tá então aí a gente tem assim ó ai naquela primeira linha verde aqui pra esquerda a gente começa com escassez escassez crônica absoluta e stress hídrico para lá é uma situação boa tá então Olha onde que tá o Brasil ô coisa boa né a gente consome pouca água em relação por exemplo à Finlândia Suécia a gente consome menos água e tem Águas em excesso no país aí Olha onde tá o estado de São Paulo né coisa começa a ficar complicada a gente tá tá ali quase que como a Inglaterra mas aí olha onde que está o pcj que é a região que a gente vive parece que a gente mora na algéria e quando chega o período de seca do pcj a gente fica com a disponibilidade entre a Líbia E a Jordânia né dá pra gente continuar fazendo irrigação dá pra gente continuar tendo piscina para todo lado PR ocupar todos os Mananciais com esse monte de prédio dá se a gente é assim Será que é possível manter isso e ali tá a região do Camanducaia né só para fazer a diferença bom é aqui que a gente capta a água da tibaia Quando chove e quando fica seco tá Portanto o que a gente tem que que fazer antes mais nada não é é mudar os hábitos e mudar o hábito coletivo e individualmente a gente tem que começar a pensar isso portanto a gente tá falando de novo de gestão a gente não tá falando de legislação tá a gente precisa mudar hábitos temos que mudar e para fechar esse é o mapa de Campinas olha quanto Córrego tem nessa cidade olha essa malha se a apa é onde tá concentrado o maior cidade por isso em 2001 era tão importante a gente ter como primeira apa da cidade aquela região olha essa esse esse córrego que tá aqui ó esse cinza aqui porque é o Capivari Mirim o outro é o Capivari que é uma área de cerrado né diferente lá de cima que é Mata Atlântica se a gente separa em rosa esse rosa salmão né que é o rio Anhumas que na realidade é um corgo que faz parte do Atibaia da Bacia do Atibaia esse mapa é da prefeitura Por que que a prefeitura nunca separa a bacia do pisarão que é esse rio aqui parece que é um l tombado tá vendo um cotovelo no cinza no cinza não tem um cotovelo ali um córgo mais grossinho aquele ali é o pisarão por que que quando a prefeitura faz um mapa ela nunca separa a bacia do pisarão que é a bacia totalmente Campineira que a gente tem para um Ribeirão é o nosso único Ribeirão que nasce e morre em Campinas nasce né ali no no no no balão da Morte certo que o nascimento o lugar de nascimento do Piçarrão chama balão da Morte né Tá certo e depois ele vai desaguar no Capivari [Música] né E essas são os meus dois útimos juro desculpa opa vou encontrar porque tem duas outras bacias que a gente nunca nunca pensa nelas que eu queria que vocês dessem pensassem que são duas bacias subterrâneas que fazem toda a diferença a sanas em Campinas tem uma bacia de água para abastecer e tem uma bacia que esta aí é de abastecimento tá velha isso é de 2 2004 mapa tá eu não consegui ainda o mapa mais recente Mas esta é a bacia que é toda subterrânea que não tem nada a ver com aquela que a gente viu né antes tá então tem uma malha subterrânea de água diferenciada e Opa é o próximo aí e essa é a nossa malha de goo que é outra tipo é outro tipo de é uma outra bacia né é uma outra malha hídrica tá a gente tá falando tem uma bacia tem várias bacias de esgoto tem várias bacias de água potável tem várias bacias de água superficial em qual bacia a gente mora quem aqui sabe que qual é a bacia que você reside quem é vizinho de que bacia aqui a Zuleica sabe né Zuleica Qual é a sua bacia n Mas você é vizinha de quem de bacia porque ser vizinho de bairro não diz muita coisa de bacia nos faz trabalhar tratar da vida de outra forma e esse é um grande problema eu gosto muito dessa ch do d Será que é só tratar esgoto que vai resolver a nossa vida que a gente pode tratar esgoto e acabar com essa situação mesmo esse esgoto que é sem tratado né porque a gente tem uma outra que vai ficar aqui que eu não vou falar agora que é os famoso [Aplausos] Lixo então Obrigado Professor Emília já passo ao Vicente Andreu Lembrando que depois nós vamos abrir preparem questões de 3 minutos a mesa será rigorosa no tempo e a a Tina tá dizendo aqueles que conseguirem dois aqui vai sair com um adesivo pode levar embora o adesivo de visitante enfim isso aí nós é Aí nós já vamos formando a fila vamos usar aquele microfone Nós já vamos chamar ti na mesa também que tem as questões da manhã que nós vamos ter que resolver agora então já passa ao Vicente nós vamos organizando isso durante a fala do Vicente bem e boa tarde a todos a todas cumprimentar lá o Marcão marete minha professora Emília Mariana Paulo Búfalo Ângela cumprimentar também o cílio que tá aqui o vereador eu agradeço o convite e eu organizei minha fala eu não não não tenho um domínio sobre o território do município mas eu organizei minha fala em torno de questões que envolvem O saneamento e água no contexto eu vou dizer assim mais geral e da nossa bacia e também um pouco do do contexto Nacional então eu eu organizei ainda mais porque o o Ronaldo me ligou e você tem 15 minutos mas Ronaldo só 15 minutos 15 minutos 15 minutos então vou cumprir os 15 minutos que o Ronaldo me deu para vocês organizei a fala em torno a gente todos nos con né Eu organizei minha fala em torno de três itens eu quero falar sobre segurança hídrica sobre a renovação da outorga e sobre a privatização da Sabesp eu acho que esses temas são temas que estão colocados na conjuntura com relação à segurança hídrica eu vou comear com uma quase obviedade que é de que as a linha política do governo Municipal determina a política de saneamento em Campinas eu digo que é quase uma obviedade porque isso não acontece por exemplo mais de 60% quase 70% dos municípios de São Paulo Quem determina a questão ambiental é a Sabesp uma empresa privada o município não dialoga absolutamente nada com as políticas de saneamento então no caso de Campinas essa é uma relação direta entre o poder público municipal e a empresa de saneamento eu queria fazer esse destaque porque obviamente a empresa de saneamento ela vai seguir foi dito aqui por alguém não sei se foi Emília se foi Marcão de que a empresa vai seguir Obviamente as orientações políticas e o contexto que vai se dar no âmbito da eh governança do governo Municipal então é é super importante que a gente vai ter uma uma uma empresa mais ou menos comprometida com a sustentabilidade na mesma na mesma proporção que a gente vai ter um governo mais ou menos comprometido com a sustentabilidade aqui outra coisa que eu queria chamar atenção Para vocês eu acredito que a maioria não não acompanha é que a a lei 14026 chamada de novo Marco do saneamento que tem nada de novo nem de Marco que foi feita no temer concluída no bolsonaro ela estabelece metas para 2033 de cobertura de esgoto e água que é 99% de atendimento de água e 90% de atendimento de esgoto nas áreas urbanas e rurais dos Municípios E aí mais dia menos dia vai aparecer a obrigatoriedade de Campinas e portanto da sanasa de atender esses indicadores nacionais porque quando o Campinas fala eu tenho 100% de cobertura 100% de cobertura da área urbana e na área rural a Legislação Federal vai pressionar se não para 2033 porque isso aí é lorota para privatização mas a Legislação Federal vai Pressionar para o saneamento Rural e as soluções quais vão ser as soluções no saneamento Rural vão ser soluções individuais f que são boas soluções técnicas ou vai se fazer uma opção por construção de redes de água e de esgoto também no seu mapa viu Emília percorrendo toda a área rural da cidade de Campinas e aí a construção dessas redes ela vai se for essa opção Na minha opinião não deve ser mas se for essa opção que vai ser tomada Ela vai caminhar e vai favorecer diretamente especulação Imobiliária aqui do município de Campinas imagina por exemplo que a gente tenha que fazer uma rede de água e esgoto para atender o Observatório lá de capricórnio pronto tá feito tudo de que vier do Observatório do Capricórnio para cá já tem água e esgoto portanto Já tem todas as condições de ser submetidas à especulação Imobiliária Então eu queria chamar atenção Para Esse aspecto porque de um lado a cobertura de água e esgoto é positivo né né chamada universalização no Brasil mas ela não vai ser neutra ou só não vai ser só positiva quando tocada no território dos Municípios a segunda questão eu vou falar sempre em em aspectos maiores num claro que toda essa parte de conservação de consumo e tudo mais redução de perdas tem importância mas uma outra questão que vai voltar na minha opinião vai voltar paraa agenda é a oferta de água aqui no município de Campinas a sanas o município tinha suspendido a barragem de Souzas porque eles estavam contando com a barragem de Pedreira e fazer uma um uma reversão da barragem de Pedreira lá pra região lá campo né Carlos Gomes e e outro bairro ali que eu não me lembro o nome com 1 m Cico bom não tem da barragem de Pedreira que isso só por si só já Valeria um um bom debate aqui da câmara também né do escândalo que são essas duas barragens vai voltar a discussão sobre o abastecimento na cidade e ela provavelmente vai votar de um ponto de vista que ela é real por exemplo Campinas não pode só depender do Atibaia né então vai volar uma discussão sobre onde a gente vai ter uma Manancial para atender emergencialmente Campinas eu não vejo a menor tenho a menor dúvida sobre isso eu fiz umas continhas de chegar para cá de ver aqui de que Campinas capta em média 4 m C5 por segundo se a gente tiver uma ananal um reservatório fora do Rio porque no rio não serve para absolutamente quase nada porque ele ele vai sofrer os mesmos impactos que sofreria o rio se a gente precisar de um reservatório de 2 m C5 por segundo para atender a cidade por 45 dias que é uma condição mínima de segurança hídrica para Campinas nós vamos estar falando num reservatório de 10 milhões de M C 10 milhões de m CIC se a gente tiver uma profundidade média de 5 m de profundidade média nesse reservatório vai ser menos portanto a área vai ser maior Mas se for de 5 m de 5 m de profundidade média do reservatório nós vamos tá falando num espelho d'água de 2 Km qu 2 Km por 1 km é isso que vai tá sendo colocado também sobre o espaço territorial de Campinas mais cedo mais tarde eh do ponto de vista de um discurso correto que é o da segurança hídrica mas com uma visão exclusivamente da construção eh eh de reservatórios eu vejo que eh uma solução aqui paraa nossa região e não só para Campinas a gente já levantou isso quando começou a discussão de de Pedreira e Amparo é colocar a barragem de Americana para uso múltiplo das águas e não paraa geração prioritária de energia Pedreira tinha por volta de 40 milhões de m c a tibaia eh Amparo por volta de 50 milhões de m c somando as duas da 90 a Americana tem 110 milhões de m c se a usina de Americana usina hidrelétrica de Americana parar de gerar sabe o que que acontece com a energia elétrica no Brasil nada no entanto Ela opera para o caixa registradora da empresa não é nem paraa produção de energia e pro caixa registradora da empresa não importa a qualidade da água daquele reservatório não é à toa que ele tá Nas condições que tá sempre então não tem D Guapé para ter comprometimento da turbina não caiu um turista lá dentro da turbina qualquer coisa assim de resto a CPFL tá pouco se lixando com a qualidade de água e nós precisaríamos ter um movimento Regional para que a a represa de Americana fosse colocada como uso prioritário para uso múltiplo da água e não para geração de energia Poderia gerar secundariamente mas não prioritariamente e isso envolveria Inclusive a eh solução da qualidade de água naquela bacia a segunda questão que vai caminhando nessa mesma direção da segurança hídrica é a renovação da outorga do sistema Cantareira vai acontecer em 2027 amanhã né E vai acontecer num contexto assim que na minha opinião é meio paradoxal porque aparentemente todo mundo vai dizer fica como tá que tá bom né como é que tá muito rapidamente tem uma regra de operação tem outras mas vamos falar só da nossa aqui tem uma regra de operação que garante 10 m c por segundo lá no ponto de capitação que foi mostrado aqui também pelo slide lá em Souzas né Eh 10 m c e 160 milhões de met cbic para ser utilizado durante o período seco alguém vai dizer bom tá bom funcionou funcionou porque transformou o Rio Atibaia num canal entendeu transformou o Rio atib er num canal operando quase sempre na cota mínima quer dizer o que tinha lá no Rio desapareceu agora um detalhe que nunca saiu nunca foi divulgado na outorga de 2004 a outorga tinha uma mentira que era uma produção de água no piv Castro que diziam que tinha 2 m c quando na verdade Eram quatro e se você colocasse dois na conta isso significava que você precisava oferecer mais mais água pra região metropolitana os famosos 33 m c por segundo em 2014 a gente corrigiu isso a gente colocou os 4 m c na conta e aumentou vamos dizer assim a chamada segurança hídrica daquele reservatório mas tem um dado fundamental que ninguém tá colocando na mesa em 2017 em função da crise 2014 2015 em São Paulo a Sabesp tirou 1 milhão meio de pessoas do sistema Cantareira portanto panto ao tirar 1 milhão e meio do sistema Cantareira Por que que São Paulo continua com as mesmas cotas de 33 m c por segundo para São Paulo quando ela tem retirada em média do Cantareira 25 m c por segundo porque ela precisa Ela utiliza aquilo como uma segurança para ela no caso de uma emergência quando você tira 1 milhão e meio de pessoas do sistema Cantareira Isso significa que você vai mudar a operação do ponto de vista da operação diária não porque é a água que tá lá no reservatório mas as demandas que você tem mas do ponto de vista do cálculo da disponibilidade hídrica muda substancialmente e a gente poderia ter sem prejuízo para São Paulo porque normalmente toda vez que a gente levanta a bandeira aqui parece que a gente quer acabar com São Paulo destruir São Paulo derrubar tudo não mas se a gente colocar 1 milhão a menos no sistema Cantareira significa que a segurança hídrica inclusive pra nossa região pode ser maior Nós não precisamos conviver com os 10 m c por segundo o tempo todo e com 160 milhões de metros cúbicos no período seco isso pode ser alterado e o que que acontece acontece que a nossa bacia E aí eu falo com tristeza com orgulho do comitê né do pcj mas com tristeza nos aspectos políticos fica de joelhos Para Sabesp e para São Paulo então ou se cria um constrangimento político e essa essa Câmara Paulo Mariana e Cecílio pode começar essa discussão ou vai ficar em 2026 vocês já podem ver 2025 já vai começar a discussão tá bom do jeito que tá vamos deixar ah se a gente for mexer nós vamos perder o que nós temos e o comitê não tende a menos de uma mudança de orientação política muito grande que eu não acredito né inclusive porque a Sabesp paga pelo uso da água que acaba gerando a sustentação da agência de bacias eu não acredito que o comitê vai fazê-lo então eu proporia né de que num tempo curto a gente começasse a discutir fazer um balanço sobre 2000 sobre o que é o sistema Cantareira as regras operativas e começar a introduzir esse debate porque ele tem de ser do tipo abriu e fechou como para quem interessa tá bom bom não vai falar nada vai abrir num dia fechar no outro dia não vai ter discussão e para grande maioria pro senso comum vai dizer tá bom do jeito que tá e o último ponto dentro dos 15 minutos do Ronaldo é sobre a privatização da Sabesp é já passei não falta um minuto Então vou só passar um pouquinho eh quando a gente fala na privatização da sabes parece que isso eu chamo a privatização da Sabesp também gostaria de fazer um debate com vocês como a lava-jato das privatizações o escândalo jurídico o escândalo jurídico que é que o governo do estado tá fazendo em torno da privatização da Sabesp é criminoso mas tem a caneta tem a assembleia tem a lesp da o contorno de legalidade para uma situação que é absolutamente criminosa agora Imaginem a renovação da aorg em 2027 com a Sabesp privatizada Imaginem a renovação da aorg em 2007 com os reservatórios vejam que loucura os reservatórios são propriedade da empresa de saneamento ão a TT Guarapiranga Bins não Cantareira são da Sabesp a Sabesp vai ser vendida por 10 B no caixa da prefeitura da do estado fazer um reservatório como Cantareira hoje não faz por 10 B nem não tem nem área não tem não tem nem como fazer um negócio assim é um valor estrondoso mas vai ser patrimônio da empresa então imagine a renovação da autor Em 2014 eu vou encerrar por aqui depois vocês perguntem bastante por favor pra gente ter tempo de voltar ao ao assunto em 2014 a Sabesp pública durante a crise escondeu quando nós estávamos dizendo vocês estão mentindo na operação do sistema Cantareira sabe que eles fizeram arrancar as réguas arrancar as réguas para não poder ninguém podia mais por quê Porque você tinha lá régua para você sabia como é que tava tendo a variação do reservatório aí nós falamos não pera aí vamos voltar no que a gente fez a a a a reunião tinha régua no que a gente voltou no mesmo dia não tinha mais as réguas Imagina isso numa empresa privada e com a visão quanto é que a a a sabes fatura aqui absolutamente nada então a pressão vai ser outra e eu encerro dizendo o seguinte para mim inclusive esse processo de privatização da Sabesp ele vai acabar fechando de uma certa forma transformando Campinas e aasa numa ilha mais dia menos dia vai voltar a privatização da sanasa vai voltar a privatização da sanasa não a gente vai colocar sei lá 3 b quatro Bino caixa da prefeitura vamos melhorar a segurança vamos aar educação vamos melhorar a saúde e não sei o e corremos esse risco também por quê Porque vai tando fechando esse cerco né em torno aqui da cidade de Campinas Então essas são as minhas contribuições no sentido de refletir de que tem uma agenda para além da agenda que já por si só merece muito cuidado na agenda cotidiana das redes das perdas do consumo tem uma agenda que se a gente não ficar atento a ela né nós seremos colocados totalmente na defensiva em cima de argumentos que vão ser não nós estamos atendendo a a área rural com rede por que aqui na cidade a gente precisa todo mundo tem rede de água esgoto e lá no no campo não pode ter rede de água esgoto mas não vai ser por esse Ben vai ser por especulação imobiliária vai voltar a construção de de barragens aonde vai construir barragens lá na Francisco Glicério não vai ser Então essas questões na minha opinião elas precisam est aqui nessa casa viu Paulo Mariana Cecílio elas precisariam estar com uma Constância de discussão porque eh o tempo trabalha contra a gente se a gente não não abrir essa tampa para fazer a discussão na sociedade a gente vai ser engolfado vai chegar lá abriu fechou e parecer que tá tudo muito bom muito bem e tudo isso e não vou falar não dá tempo mais mas tudo isso sem falar sobre as mudanças climáticas né então que a gente viu Tá vendo lá na Amazônia 2014 vai deixar saudade a gente vai dizer pô em 2014 não tinha água Então eu acho que essas questões todas são são muito importantes aqui pra sustentabilidade da cidade da nossa geração e das futuras gerações aqui em Campinas e também no planeta é isso muito [Aplausos] obrigado pessoal então Eh lembrando as pessoas que chegaram posteriormente aqui do do no início né Nós fundimos as duas mesas da tarde então aqui falaram eh os convidados convidados paraa mesa espaços de relevância Ambiental de Campinas evidente que acabou sendo mais amplo e também da mesa da fragilidade do saneamento e o município totalmente urbanizado nós vamos abrir ali para paraas questões de 3 minutos as pessoas se apresentam fazem as questões só ao final nós Voltaremos paraa mesa Lembrando que nós temos lá no fundo eh uma urna do eh do plebiscito Popular contra a privatização da Sabesp do metrô e da CPTM e o q code na nos cartazes aí do evento serve para fazer o cadastr ali para ter acesso ao certificado e o eh contatos aqui de outras atividades da frente parlamentar e do fórum só Ambiental de Campinas eu vou pedir para vocês pedir o pessoal que vai fazer uso da fala da gente vai ser bem rigoroso com o tempo pra gente dar tempo também da gente ouvir as considerações finais aqui da nossa mesa Tá bom então vou ficar aqui vou ser meia chata de novo falar 3 minutos pedir para concluir tá bem vamos lá cinco perguntas cinco perguntas responde sem som ó tá sem som eu fui no fono fazer exame porque eu sou meio surdo aí o cara falou assim não eu eu vou te dar um remédio aí eu falei eu não vou precisar usar o aparelho e falou não vou te dar o remédio para depois você ficar bom você poder usar o aparelho porque você tá tão ruim que nem aparelho dá para você usar Então você isso sem som aqui eu não vou ouvir absolutamente nada para se apresentar também qual faz uso da fala elee já vai já vai resolver assim que tiver funcionando a gente pede também para as pessoas se apresentarem para ficar registrado alô alô boa tarde a todos e a todas e meu nome é Estela eu tenho duas perguntas para fazer Cláudio morete primeiro eh eu queria saber do Alerta preventivo para eh a mitigação e a redução de riscos de acidentes ambientais e Para nossa querida professora Emília eh uma coisa extremamente pertinente que seria a regulação das águas subterrâneas se ela tem algum algum parecer eh dos nossos aquiferos eh como que a gente poderia estar fazendo a regulamentação dessas águas eh bom já falaram sobre a torga também do Capivari seria só essas duas perguntas Obrigado sucesso a boa tarde meu nome é Aparecida Como faz quase 30 anos que a gente luta pela Mata Santa Terezinha o Parque Linear do Capivari eu quero fazer duas perguntas uma paraa senhora Emília ela falou sobre a água com o Rio Capivari está morto como cç Nasa prega por aí que o esgoto nosso tá tratado 99% e segunda pergunta é pra Ângela Angela a nossa mata Ela tá toda você viu via satélite passou a máquina abriu Rua virou uma bagunça tem um legislador dessa casa que já tá organizando as pessoas para invadir a área porque não tem não vai sair nada o parque não vai aquela área Tombada não vai dar em nada então já tá se organizando para invadir que depois que falta se meses pras eleição ninguém tira ninguém então eu queria saber como é que fica isso que você pode nos responder para nos dar um parecer que nós pode ter alguma coisa que já que o Capivari tá morto então agora pode invadir tudo lá tem nada mais que fazer bom obrigada a gente vai é boa tarde meu nome é Lília Maria eu sou lá do parque Prado moradora de lá nós tivemos um movimento cerca de 2 meses atrás para justamente uma área que foi des patrimonis ou palavrinha difícil e até tem a construção da patriane lá foram derrubadas 14 árvores e a gente já tá chutando Baldo e já tá entregando isso acontece que ele tá fazendo eh foi preservada uma parte da Mata até ele tinha colocado lá uma uma placa que foi conservado 61% da Mata e a gente pressionou ele tirou porque o que a gente falava falou é que a gente tem tinha 100% da Mata e tem uma bica lá também e na frente dessa construção da patriane que fica ali perto do Shopping Boulevard Prado nós temos uma mina de ouro chamada mina de ouro e ela cai lá no Piçarrão respeitando a metragem pra Construção porque essa mina de ouro ela foi comprada também despatrimonialização na época da pandemia ela arquivou o Ministério Público arquivou oess que a gente queria saber por que aconteceu isso e nós não obtivemos resposta e nós estamos com essa mina de ouro num prédio que numa área que foi comprada pela CR Prado porque a Ross que era uma construtora foi a falência então é uma coisa que a gente tem que observar essas empresas elas vão fazendo destruindo e deixando rastros mais ainda de destruição E essas áreas ao invés de ser preservadas elas vão sendo cada vez mais assim extin extintas então eu não sei para quem que eu pergunto porque a gente tá querendo entrar assim pedi uma nova audiência lá com o ministério público para ver o que que a gente faz porque essa mina ela desce lá no Piçarrão e eu queria saber também de algum de vocês não sei quem pode me responder se tá sendo feito algum um trabalho no pizar de preservação não não a gente não tá sabendo e me causa muita estranheza porque nós temos um prefeito que é médico né Foi muito falado de água aqui e água tá relacionada com a saúde da gente e e o que que esse prefeito tá fazendo com relação a saúde da cidade não sei se alguém aqui pode me responder né talvez nem ele possa saber então privatizar a água vai privatizar o rio também eu sou de Piracicaba 3S minutos nós vamos vamos privatizar o Rio Piracicaba o Rio Capivari como é que a gente vai ficar né Eh essa questão da mudança de hábitos eu acho muito importante eh porque a gente tá falando aqui de um pro outro outro para um aqui não des liando o evento nada disso mas acho que a gente tem que ampliar fazer como aquele o Marcos falou a gente tem que ampliar isso aí a minha diarista ela veem me questionar muito porque ela mora lá no Campo Grande na área e ela toda vez que ela vem me questionar sobre o que que a gente tá fazendo o que que a gente tá fazendo com o lixo também é uma questão que aqui não foi a Ângela falou acho que foi a Ângela que falou a gente da festinha ainda a gente tá usando plástico as fedas estão cheias de isopor cheias O que que a gente faz com esse isopor nada tá poluindo Então se a gente não mobilizar e botar no Jornal Nacional fizer mobilização sempre sempre PR porque o que a patriane faz é isso ele tá em todas as mídias já deu tempo todas as mídias Então se a gente não se mobilizar e ap na mídia sempre sempre sempre pra população se mobilizar a gente não vai conseguir nada porque a gente vai continuar fazendo reunião aqui concordando un com os outros e não vai não vai modificar muita coisa se a gente não sensibilizar as crianças os pais das crianças muito obrigada obrigado boa tarde meu nome é [Música] maneno eu e comecei iniciei um movimento pela criação de um parque lá em Barão Geraldo Foi aí que eu comecei a a minha participação Nessas questões ambientais é uma área que a gente quer protegida porque é uma área que tem o maior lago de Campinas né tem o maior conjunto histórico arquitetônico de Campinas tem matas tombadas e é uma área que é obrigação é obrigatória para passagem de fauna que vem lá da Mata Santa Genebra pra região norte e outras áreas de preservação de Campinas a gente eh tem nessa área também muitas nascentes né E são sete nascentes tem um grande Lago e é uma área de produção de água também e tem essa importância da passagem de fala eu também participei eh eh e iniciei um movimento pela criação de um do Corredor Ecológico nós juntamos 25.000 assinaturas entregamos na prefeitura foi um evento eh bastante interessante que depois gerou Então essa essa essa coisa aqui a a prefeitura tá tá prometendo né que é a passagem de fauna ali na Zeferino vais não foi só o nosso movimento teve outros movimentos também mas a gente foi responsável pela pela petição que foi eh produzida com 25.000 assinaturas né Eh também temos participação lá no fórum comunitário de Barão Geraldo que é um fórum que eh pretende reunir as os bairros paraa gente poder discutir as questões comuns de todos os bairros e acho que seria uma uma uma solução interessante também em outras regiões de de Campinas que houvesse cada região um fórum para poder eh juntar os bairros os interesses pra gente poder se unir mais e eh mobilizar melhor a população a minha pergunta ela as minhas perguntas são duas eu queria dirigir principalmente à atina né Eh porque Ela mencionou alguns crimes que foram cometidos né Eh permitindo a especulação imobiliária né e em cometidos por essas eh por por exemplo não permitir a participação da população na fase do executivo né Eh da da da questão da discussão da lei complementar 207 né e a a Ângela também mencionou uma série de crimes que tem havido aqui né E nós precisamos eh ter a defesa do Ministério Público nós temos nos mobilizado na medida do possível tá lá em Barão Geraldo e a gente acha que a gente pode se mobilizar mais quando a gente tiver uma resposta do Ministério Público que nós não temos tido inclusive não há promotor do de Urbanismo em Campinas Isso é uma um desrespeito a população que tem o direito de recorrer ao Ministério Público e não tem promotor não há indicação de promotor desde que cobor saiu e nós temos tio de é o tempo tá diversas reclamações um momentinho só e e a gente não tem a resposta do Ministério Público então a minha proposta é que a gente tenha eh eh uma uma manifestação pública pedindo a indicação finalmente desse promotor público e que esse promotor venha a defender aquelas causas que a gente tem reclamado há tanto tempo e que foram deixadas para trás e as futuras também que houveram a segunda pergunta que eu queria fazer a a Tina também é com relação ao que a prefeitura tem afirmado que a lei 207 ela eh eh permite ao proprietário eh entrar com com o pedido de eh tornar a sua área eh uma área urbana e que isso é questões fechada que não não não há recurso e que a prefeitura não tem como pela lei tá eh eh negar esse pedido na verdade existe uma série de questões aí que são devem ser consideradas por exemplo se é uma área de importância ambiental paisagística se é uma área de produção de água se é uma área de eh passagem de fauna se é uma área de eh eh onde há a preservação do interesse histórico né então e essa questão Eu queria que a Tina respondesse é é verdade né ou não é verdade que a prefeitura eh eh não pode negar um pedido de eh transformação de uma área privada em área eh eh uma área rural em área eh Urbana né É isso aí obrigado [Aplausos] Boa tarde Alô boa tarde Sandro Pereira tudo bem gente bom tenho algumas perguntas vou ser mais rápid possível a primeira é pro Jorge da mesa da manhã Jorge você poderia passar pra gente a Sua percepção sobre as consequências desse avanço predatório dos limites urbanos que tá acontecendo com a qualc 207 sobre a nossa segurança alimentar ou seja sobre alimento disponível de qualidade e com preço acessível paraa população e também comentar sobre como eles se sentem a a ameaça dos produtores de subsistência de perderem o direito à suas terras com cobranças de ptu por exemplo pela prefeitura agora paraa mesa atual gente eu não sei eu faço pergunta à mesa se eu faço pergunta à Câmara de da câmera mas vou vou simplificar bastante aqui bom pelo que a mesa mostrou agora nós já estamos hoje em Campinas com uma condição totalmente insustentável pra sociedade e pra qualidade de vida me corrijam Se eu estiver errado na interpretação que eu tive eh com al7 nós vamos expandir ainda mais essa área urbana e vamos assim perder todos os espaços que nós temos pra Regeneração ambiental para plantilha de árvores eu gostaria assim por exemplo se o Cláudio pudesse falar Cláudio a gente hoje tem 7% a gente de 85 até hoje cresceu 20 cresceu de 11 para 30% 20% de área urbana cresceu e de vegetação cresceu 2% foi de 5,8 para 78% Quais as consequências disso por exemplo sobre nossas naturais PR Angel Marcão lc7 você poderiam reforçar um pouco mais sobre a percepção de vocês que isso faz PR Nossa conservação ambiental sobre a pera do verde vocês acham que da LC 207 como tá nós teremos condições de recuperar o mínimo que seja vegetação ou esses 7% 8% t t cair mais ainda na visão de vocês e em relação agora eu não guardei o nome deles perdão é Emília e Vicente se hoje hoje me corrigir por favor se eu Ach Eu interpretei que já estamos sustentáveis em condições hídricas se essa expansão que nós ti nós a LC 207 tá promovendo se ela vai trazer mais crise hídrica ainda pra população que já sofre com racionamento falta de água rios poluídos e outros danos e por final só dizendo eh não foi feito nenhum estudo técnico para lei 207 o melhor estudo técnico que nós tivemos até hoje para fundamentar em relação a lista do s é essa plenária de hoje e gostaria de agradecer aos vereadores por essa oportunidade que a gente tem de apresentar nossas preocupações e de apresentar um debate técnico que deveria ter feito ter sido feito muito antes de se pensar na lic 17 Muito obrigado gente Obrigada eu queria convidar já que foi direcionado uma uma pergunta pro Jorginho Jorginho Queremos te convidar para compor a mesa novamente para as considerações finais [Aplausos] aqui boa tarde a todos eu sou Xavier lá do distrito do Campo Grande na verdade eu começo com fazendo a pergunta pra professora Emília tá rodando na internet por aí no portal de comunicação da Wall que existe 27 produtos diferentes de agrotóxico na água de São Paulo Fortaleza e Campinas num total de 210 municípios e assim são produtos agrotóxicos meio suspeito que estão na água que estão produzindo uma série de coisa de Campinas nós existimos aqui a sanasa que também produz bastante água Será que esses produtos estão aqui em Campinas Já que o que o texto fala de Campinas e aí e essa pergunta pra senhora e engraçado eu e aí eu termino com a pergunta não é pergunta mas com com um lado humorístico para hoje pra tarde ninguém quer conhecer o Capivari Lógico o abapuru não tá aqui mas todo mundo quer conhecer a França a torre e o rio Tamisa Veneza como é que tá esses Rios Será que não tá trazendo a gente não tá trazendo essa poluição de Fora pro Capivari é isso bom Boa tarde a todos eu moro na região Sudoeste Sou conhecido como João da Lagoa pela Lagoa do mingon no Parque lineá Rio Capivari há 25 anos luta por aquele espaço lá e a minha pergunta era o seguinte Por que que acontece uma semana ou de vez em quando há realmente uma discussão sobre meio ambiente sabemos que nós pagamos aqui pela sanasa a água mais cara do mundo praticamente né Eh do Brasil vamos falar do Brasil mas PR a gente fala do mundo mas é do Brasil e da seguinte forma transporte mais caro tudo aqui a gente paga mais caro e a gente não tem incentivo nenhum com relação a isso aí eu pergunto para vocês aí que é ambientalista que a gente luta por que que não faça uma visita Por que que nossas Minas nossos canais de Rio tá acontecendo isso se nós temos uma Secretaria de Meio Ambiente aonde o secretário hoje tá calculando mais ou menos acho que 12 quase 12 anos no poder realmente ele não aparece em lugar nenhum eu criei Os Guardiões do meio ambiente eu criei o gadema tudo para respeito do meio ambiente só que você não tem apoio você não vê apoio de ninguém a nossa mata Santa Terezinha como a dona Aparecida que a minha esposa falou Tombada tombou de vez mesmo a gente não veja recurso em lugar nenhum o que dá dó que é que Campinas cada dia tá passando uma dificuldade grande e eu queria fazer uma pergunta quando o o o ex-secretário né colocou a respeito da do pcj eu não sei porque que esse pcj existe aqui no Estado de São Paulo Brasil Campinas região eu não faz nada para nos meio ambiente a a Emília colocou aqui ó a Emília colocou que nós temos Capivari que não tem Capivari acho que não tem nem 120 km de distância daqui de Campinas de aí onde nasce e aí a gente não vê tratamento não vê recurso dispi jogando coisa ruim lá dentro e a gente não tem uma secretaria que dá uma palestra ambiental educação parabéns à Câmara Vereador por ter ter estendido esse trabalho eu fico sentindo me emocion sabe por quê há 25 anos gente luta lá e a gente não consegue vai para um lugar vai pro outro e sempre a mesma porrada sempre a mesma porrada ninguém ajuda ninguém e aí eu fico pensando assim que tipo de Meio Ambiente Que tipo de estado que tipo Campinas nós queremos para nossa juventude nós não convidamos Juventude nós participamos das escolas não vi palesta meug nenhum eu fico muito sentido com relação a tudo isso você ficar chutando tomando co de cada um e a secretária meio ambiente com um monte de pessoas lá e a gente vai denuncia e a gente não vê opção de nada mas parabéns o pessoal aí que fez essa essa primeira etapa aí do meio ambiente a gente precisa muito lutar mesmo de verdade e não visita que o planeta tá aquecendo aquecendo por causa de quem por causa de nós quem que moramos esses planeta é nós que amos esse espaço aqui gente Nós tá emprestável aqui ó e aí a gente consegue falar fulano vitano cicrano britano cicrano e aí a gente fica triste porque faz 25 anos que faz trabalho voluntário na região e é isso que eu gostaria que vesse o poder público cobrar das pessoas que T responsabilidade que ganha para isso e eu fico sentindo É nesse sentido quando a gente fala assim ó eu lutei com o Tonin aqui na política ambiental gostaria que o Tonin tivesse aqui hoje vivo mas infelizmente ele fazer pelo Parque Linear para nós lá e aí a gente vê questão de fulano que bertano que cicrano só estragando que a gente tem um pouquinho que tem lá é da bacia das Almas para tirar isso e a onde que tá escondido a onde tá escondido o poder das pessoas que ganham para fazer isso me desculpa meu desabafo viu um abraço a todos at é difícil falar depois do Companheiro né eu sou o Wagner Romão eh queria comentar muito rapidamente alguns pontos aqui primeiro eh ao marete você falou marete de três pontos lá no finalzinho complementaridade proximidade progressividade né E aí na progressividade você fala de árvores praças parques zona rural né E por aí né a gente vive aqui uma situação em Campinas quando teve lá o os cortes das Árvores estão acontecendo sendo né assim de uma maneira bastante disseminada na cidade né e ah depois do que aconteceu as as duas tragédias que aconteceram as duas tragédias que aconteceram na na no na virada do ano né então Eh infelizmente nós temos aqui as árvores são eh parte do dpj né do departamento de de parques praças e jardins né parques e jardins né e Ah e todo isso não dialoga com a Secretaria do Verde né que por sua vez não dialoga com toda a área rural debate da área rural da cidade então queria que você falasse um pouco sobre isso como é que a gente que tá pensando em 2024 né quer dizer numa mudança aqui na cidade de Campinas que eu acho que isso é importante a gente dizer a gente tem muito pouca esperança que esse grupo político que tá no poder na cidade já há mais de 12 anos né Eh possa fazer alguma coisa então nós temos que pensar também e acho que esse aqui é um fórum importante para isso também né que a gente pense em alternativas a gente amadureça alternativas para o ano que vem né então eu queria que você falasse um pouquinho sobre essa questão a segunda questão é tem a ver com isso também que é a questão da formação de pessoal você comentou isso também marete né Nós temos uma um problema Seríssimo aqui na cidade não só em Campinas né mas acho que no Brasil todo e no mundo todo né que é essa questão da terceirização né a gente cada vez mais eh tem que lidar com pessoas que são contratadas por empresas para fazer serviços né então a mesma questão das Árvores eh os esses cortes assassinos das Árvores né eles são muito feitos também porque as pessoas querem ter o menor esforço possível né porque há um coluio aí entre CPFL e prefeitura para que eles não precisem ficar cortando fazendo podas eh mais razoáveis né então a coisa acontece de uma maneira muito abrupta também então acho que esse é um outro ponto importante para finalizar a questão Regional né e acho que tem vários aspectos aqui que foram colocados tanto na fala da a nas em todas as falas eu acompanhei de manhã também né tudo isso que a gente tá falando aqui são multifacetados tem a questão da política ambiental tem a questão da política Urbana né a política a política ambiental tá em confronto com a política Urbana né TR minutos na cidade de Campinas já T fechando eh a questão hídrica a questão da segurança alimentar Então acho que essa é uma pauta também isso que que Vicente nos coloca na renovação da autorga do Cantareira que também vai acontecer nos próximos 4 anos né nesse período dos próximos 4 anos queria aqui provocar tanto a a a os vereadores a vereadora Mariana Paulo Cecílio né E aí nós mesmos da nossas comunidades como é que a gente pode também nesse aproveitando esse esforço nós est fazendo aqui dialogar com as outras cidades as cidades da região tá aqui o Carlos né pela Assembleia Legislativa mandato da Marina Então acho que esse é um ponto importante que eu queria ouvir também a mesa a falar um pouquinho sobre isso obrigado eu vou passar a palavra pra professora Laura e aí a gente vai encerrar na professora Laura e depois a gente volta pra mesa Ah tem e a Laura depois gandolf a gente encerra ali tá bom Vou procurar ser bem rápido a gente Agradeço o o momento aqui eh eu queria eh realmente eu peço desculpas por não ter podido participar na parte da manhã eu tava dando aula então não tinha muito muito outro jeito do que fazer mas eu achei muito importante a a o evento de hoje né e mais do que isso como muitos já falaram a a articulação que foi possível eh ampliar a partir desse dessa iniciativa né de criar a frente e de a articular isso eh eh trazer aspectos regionais Então eu acho que a a eu eu pensaria numa no que se pode encaminhar como a frente pode encaminhar alguns pontos Algumas propostas que possam ser eh nos fazer orientar as ações das entidades que estão aqui presentes de nós professores das nossas escolas eh dos vereadores né H eh em primeiro lugar eh eu bem me parece que eu acho que o o você que falou antes eh já já adiantou algumas coisa nós temos hoje aqui em Campinas eh um uma situação eh eu não sei se vou usar o tern mas uma situação de criminalidade no poder público né eu eu confesso para vocês que me espanta muito como que alguns secretários não não foram derrubados ou não não foi não foram caçados ou depois de terem feito coisas eh Como ocorreram né o caso da morte de pessoas por conta de Arbor da do da da falta da do controle da arborização diversos exemplos aqui que ah ah e eu acho que nós temos alguns eh alguns fatos que precisam se transformar em processos criminais contra eh pessoas que não são apenas os cargos de confiança nós temos inclusive algumas pessoas dentro da estrutura públ eh que tão impedindo que o o poder público defenda o poder público me pareceu assim eh super importante a questão colocada pela Ângela em relação às áreas tombadas porque essa inoperância do tombamento faz com que você tenha eh a facilitação ao parcelamento do solo e aprovação de projetos com a inexistência do do tombamento na escritura eh torna tudo muito muito eh eh frágil e é uma palhaçada gente na verdade assim é é você tá enganando a o conselho Enganou o conselho o conpac enganou a população ao dizer que tombou e não procedeu aos as ações efetivas né Eu não quero me alongar no detalhamento porque acho que vocês sabem mais do que eu e eh eh a concretização disso mas eu acho que nós poderíamos passar por um para por um lado para algumas ações de caráter mais jurídico criminal mesmo e indo para para outro nível de de questionamento eh ao mesmo tempo eu acho que é é necessário discutir uma uma elaboração de um projeto de lei mesmo de redução do perímetro eh no município de Campinas Mesmo que não seja aprovado mesmo que não se não se consiga eh apresentá-lo na Câmara a princípio mas eh a eu acho que a população precisa ser colocada com a concretização de uma possibilidade é possível sim nós já tivemos municípios eh que reduziram o perímetro aqui perto né Bragança Jundiaí não é uma coisa tão fora de de possibilidade e aqui a expansão do perímetro foi muito grande foi muito escandalosa e esse projeto de lei eh do plis eh que acho que é isso né que chama do da da pides do pides ele é eh que deve ter sido bastante discutido na parte da manhã ele é uma excrescência porque o o o Polo Tecnológico de São José dos Campos que tá funcionando super bem ele tem 100.000 M qu e a gente precisa aqui um polo Tecnológico de 4 milhões de m qu para quê né Eh porque tá junto com ele tá o parcelamento do solo empreendimentos imobiliários Ah e por último eu quero comentar que me parece muito importante não esquecer de que eh Campinas deve ter quando o Censo sair deve ter cerca de 10 a 15% pelo menos de populações que moram em favelas e ocupações E essas populações são o o calcanhar de Aquiles da discussão de saneamento no Brasil porque se fizer de conta que não precisa atender essa população e que um dia ela vai ser removida eh para a situação melhor vai continuar tendo sempre eh esgoto nos Córregos não não há como então se nós não pensarmos uma solução de outra natureza para pro problema da precariedade Habitacional eh não há como pensar eh numa recuperação ambiental da rede hídrica de Campinas e de qualquer outra cidade no nosso país [Aplausos] obrigada mas esse pessoal volta sabia é esse pessoal volta PR conceituosa esse pessoal vota também ISO Boa tarde meu nome é Augusto César gandolfo eu gostaria de parabenizar os vereadores da frente parlamentar ambientalista que por coincidência são os vereadores de esquerda e deu oposição os vereadores da base eles T lá seus interesses não é isso outros não vou citar todos nós conhecemos evidente que o bem-estar da população entre outros está atrelada a questão mental e aqui eu gostaria de fazer um link vi Vicente aquela aprovação da barragem Pedreira tem uma assinatura lá que jamais deveria estar assinatura dele foi assinatura do que eu vou falar a seguir eu só vou citar as iniciais Rodrigo Sanchez Garcia Este é o des promotor do gaema o o ministério pic ter vergonha de ter um promotor com essa [Música] estirpe está no lugar errado o lugar dele na cadeia e eu assumo o que estou falando responsabilidade não é de mais ninguém [Aplausos] aqui esse senhor ou perdão essa pessoa aprovou um uma estrada na região sul da cidade ele sozinho conseguiu fazer isso na região mais pobre da cidade a região onde tem o crescimento populacional estrondoso superior a 6% ao ano segundo o senso anterior porque provavelmente esse senso terá características e oor do governo anterior né muito mal feito este senhor promotor Rodrigo Sanchez Garcia numa penada conseguiu duas licenças ambientais que seriam separadas noo por C anos segundo resolução 237 de 97 impactando a vi vida de quase obrigado impactando a vida de quase 100.000 pessoas na região do Campo Belo é uma estrada com dois paredões recheados de terra por quase 3 km ela é como se estivesse passando no meio de um pasto e essa é uma questão ambiental também não se pensou nas crianças você sabe que já tem criança doente lá o corpo todo empipocado tá somatizando bom o sistema de saúde da cidade não consegue dar conta disso também TR minutos já concluo obrigado Mariana não consegue dar conta disso mas com relação ao debate aqui e o link era esse o a lei complementar 207 além de ser uma aberração jurídica ela incorpora questões que são urbanas paraa área rural e ela é tão ilógica porque ela trata o estudo de impacto de Vizinhança como se já fosse Urbana a área rural e mais que isso se em 1979 com a criação do Conde defa no estado estabeleceu uma ara envoltória de 300 m ela prevaleceu embora ela não deveria ser tão estanque Ela poderia ter dimensões maiores ou menores com forme bem tombado mas ficou 300 m no projeto de lei complementar 88 que foi protocolado do mês passado aqui na Câmara diminuiu-se esses números Então você vai ter um número menor ainda que 300 m eu vou dar um exemplo no artigo 12 a do projeto fala em 15 m para residência simples 15 m de um maciço vegetal arbório aí e vai ampliando para até prédios como a Tina bem explanou aqui para 30 m Mas aí você já vai ter prédios de 7 12 andares ou seja as áreas envoltórias elas estão se Transform perdão Os maciços Vegetais arbóreos as nascentes estão se transformando em bem particulares não a água como o presidente da coca-cola e da Nestle sempre defenderam que a água é Patrimônio particular parece que Eles venceram em Campinas Eles venceram a ideia deles está se concretizando e se nós não tivermos Nascente não é só a mudança climática que atinge o Rio Negro o Amazonas o Tapajós mas também as nascentes É lógico que a grande mídia nunca vai colocar esse enfoque 5 minutos concluo é isso mas a questão do outorga e aqui eu termino Mariana outorga onerosa era um instrumento pra região urbana e para questões pequenas né Ari aumento de altura do prédio uma garagem subterrânea um um cercado mais aqui eles transformaram evidente que isso vem de uma lei de 2012 que muda o estatuto mas aqui tudo invertido né Laura as coisas estão fora do lugar porque a o torga onerosa vai se transformar como uma perspectiva de você vender um patrimônio que é de domínio público obrigado obrigada antes de passar a palavra aqui para os nossos debatedores para as considerações finais eu conversei aqui com o Paulo acho importante deixar registrado brevemente uma outra questão que foi tantos crimes injustiças que foram comentadas aqui tem um outro uma um outra questão que acontece hoje na cidade de Campinas que diz respeito também a todos os temas que nós temos discutido no início no início dessa semana aconteceu uma mais uma ocupação Urbana na cidade de Campinas de um movimento social que ocupou uma área uma área um vazio Urbano que está em luta para que seja cumprido a função social da Terra para que as áreas os vazios urbanos hoje presentes dentro do perímetro urbano possam ser de fato usado para moradia já que a gente tem um problema crônico de moradia Afinal os empreendimentos imobiliários Eles não têm resolvido o problema da moradia Mas tem agravado com aumento do preço do aluguel aumento do custo de vida tem agravado o problema da moradia eh essa ocupação aconteceu no dic um eh essa e após essa ocupação a Prefeitura Municipal fez uma remoção administrativa daquelas famílias são 170 famílias não pode não pode eu estive lá fui chamada fui lá acompanhar aquela ocupação e na verdade foi feito uma remoção administrativa com base num Decreto que eu não me recordo aqui agora exatamente o número mas um decreto que não Versa sobre remoção e em áreas de ocupações na verdade aquele decreto criava um grupo de trabalho para combater as os Empreendimentos Ilegais na região da APA do Campo Grande sobretudo Então na verdade a com base naqueles mapas que foram mostrados a prefeitura dar Saad autoriza e viencia as ocupações as invasões irregulares de empreendimentos imobiliários e tem usado A guarda tem usado o maquinário tem usado a força contra as ocupações da as ocupações dos movimentos populares que estão em luta para que faça valer a legislação essas ocupações sim ocupações legítimas que estão em luta para fazer o valer o uso social da terra Então queria deixar registrado aqui eh e deixar aqui também o convite para todo mundo para acompanhar e e enfim e os próximos passos do movimento Eh vamos passar a palavra para para o retorno da mesa então a gente combinou aqui 3 minutos paraas considerações eh a gente sabe que é é pouco tempo mas a gente vai pedir aí pro pessoal eh vamos é tudo tá bom então a gente faz na mesma ordem ou naordem inversa que não começa com a Tina né Tina vai lá bom eu tenho uma uma pergunta Só que a pergunta do Manuel que é a respeito das questões são duas né mas é diz respeito à mesma questão eh em primeiro lugar a questão do do do ministério público né Eh a gente enquanto movimento do pids né fez várias gestões junto ao Ministério Público em algumas fomos bem sucedidos na primeira fomos atendidos muito rápid ramente né quando a gente pediu recorreu ao Ministério Público para assegurar um processo participativo pra discussão da lei a gente conseguiu um atendimento Rápido foi forçada a prefeitura teve que abrir uma discussão com a população para a gente poder fazer a discussão da lei de uma forma participativa Então foi uma uma boa coisa mas com relação a questão da 207 a gente não tem conseguido sequer com o ministério público né a gente fez em função da do nosso entendimento de que a área de que a a a a abrangência da da 207 é de uma tal dimensão que ela ganha né um impacto Regional ela provoca um impacto Regional e não só local né a gente recorreu ao gema né via hoje ministério público é tudo via né virtual solicitando uma uma uma conversa com o o o promotor Rogério né Rodrigo desculpa Rodrigo e ele nos respondeu dizendo que né não porque era uma questão local né E então portanto estava encaminhando a nossa solicitação pro promotor local que não existe porque não existe um promotor local como todos já algumas pessoas já falaram aqui não existe um promotor local de habitação e urbanismo respondendo pela área de habitação e urbanismo efetivamente tem sempre um de plantão respondendo temporariamente então a gente tá desde a saída do kobore de forma proposital é proposital porque precisa a gente precisa est desassistido para que essas leis sejam aprovadas e a coisa vá acontecendo E aí depois não tem mais o que fazer isso é proposital né e lamentavelmente a gente tem que dizer aqui o Ministério Público eh nem sempre né tá do nosso lado né existem situações o Rodrigo por exemplo em em em Vinhedo segundo a a eleusina teve uma atuação muito boa né só que com a gente ele sequer nos ouviu Tá com relação às ações que a gente entrou junto ao Ministério Público questionando a a legalidade a constitucionalidade da da da 207 um processo a gente perdeu e o outro sequer virou processo sequer virou ação né A primeira ação a gente perdeu e a segunda o segundo pedido sequer foi pra frente foi arquivado a gente recorreu mas não não conseguiu nada então portanto a gente tá meio desassistido já deu meio desassistido com relação ao Ministério Público só para fechar porque tinha uma segunda pergunta com relação ao que pode ser feito feito né Eu acho que assim o Carlos já foi embora não se não foi acabou de sair o Carlos e a gente pode estabelecer uma parceria bastante interessante com ele que ele falou alguma coisa sobre pressão junto ao Ministério Público tal podemos fazer um um costurar alguma coisa pra gente tentar porque é sempre muito mais fácil se a gente consegue alguma ação via ministério público em não sendo possível a gente vai ter que reunir esforços para construir uma ação coletiva né uma ação ou seja uma ação civil pública ou uma ação popular né para questionar essas questões todas todos todas essas irregularidades que estão sendo apontadas aqui nessas discussões tá então é isso tinha mais obrigada Tina [Aplausos] eh nós vamos nós vamos passar agora pal possibilidade do com relação a possibilidade da prefeitura ai Ah desculpa eu não respondi Ele realmente ele fez mais uma pergunta eu fiquei nessa coisa do ministério público e acabei esquecendo eh lei implica interpretação né não existe nenhum dispositivo específico na lei dizendo que tem que ter um estudo especial paraná paraná para que o a a a o empreendimento que solicita alteração de perímetro seja aprovado né né o meu entendimento é que o estatuto da cidade basta para isso tem que ter sim tem que ter uma uma justificativa da conveniência ou não né de de ampliar um perímetro numa determinada área que pode ter área que seja mais outras menos convenientes né agora isso depende muito do técnico que vai avaliar esse processo né a postura dos técnicos da prefe itura tem sido Ah não chega aqui a gente não tem o que fazer Tem sim eu fui diretora de do jurídico urbanismo da Prefeitura na gestão do Toninho né e a gente contestou muita coisa no jurídico e chegou chegou a segurar algumas coisas né outras não mas muita coisa a gente contestava e tem tem como contestar né porque a lei é uma questão de interpretação eu vou interpretar da forma que interessa mais a população e não favorecer o interesse imobiliário tá Então essa é uma questão que sobre a qual a gente não não tem injunção nenhuma quer dizer a gente não pode exigir que o funcionário tem a mesma interpretação que a gente tá bem Tina a gente conversou aqui a gente vai passar a palavra pro Jorginho que tava né na mesa da manhã e depois a gente retoma paraas mesa na mesma ordem tá bom Jorginho som Opa bem breve então também pelo andar da na hora eh a questão sobre a produção de alimentos o acesso eh à rede de produtores eu entendo o seguinte que nós temos uma cidade muito grande eh porém é muito desconectada as a gente vê que hoje por exemplo existe lojas de produtos naturais orgânicos agroecológicas sendo montadas através de redes de trabalhadores e trabalhadoras da cidade e do Campo né Eh porém ela não é suficiente para atender nem a produção dos Agricultores aqui do nosso entorno porque demanda um uma busca né e um uma motivação para que os agricultores existentes também Eh acessem esses mercados né porque ninguém sai plantando alguma coisa hoje se daqui a um ano não sabe para quem vai vender e e também a gente tem uma um abismo social que geográfico que tá no acesso a determinados produtos por exemplo na região onde eu moro né na região do Ouro Verde como também na região do do Campo Grande onde alguns né Eh consumidores alguns eh estabelecimentos comerciais até tem conexão por exemplo com produtores da reforma agrária né do bairro reforma agrária lá eh na saída da cidade Mas é por uma questão de logística né uma questão de de contato de um trabalho de muito tempo né de relação e eu acho que isso na cidade é uma coisa que falta eh o o Estado o município pode ser indutor para promover essa rede né de diálogo de de troca e de estabelecer Pontes eh a gente tem experiências por exemplo na casa da agricultura que é a CTI né Eh que é a sede dela em Campinas e que tem uma feira uma vez por mês lá né com os agricultores né duas vezes é quinzenal agora é verdade né Nós temos eh as experiências da cozinha Comunitária no Jardim São Marcos eh nós temos alguns espaços que eu acho que acredito que devem se falar mais e conversar mais e aí isso eh não só no aspecto político mas no aspecto da vida cotidiana né a gente muitas vezes a gente vai ao shopping buscar uma Feira de Produtos Naturais Mas a gente não encontra isso num outro espaço porque quem tá abrindo esse espaço esse espaço público esse espaço comercial para para um produtor ou para um consumidor então eu eu eu entendo que existe muitas experi inas acontecendo na cidade e aí só para concluir a gente precisa discutir mais essa conexão obrigado obrigada Jorginho eu vou passar a palavra então para o Cláudio Muito obrigado bom tem uma pergunta dirigida a mim sobre índices de risco ambiental eu não eh ent de mal bom eh eu entendi que eu que eu recebi uma pergunta sobre índic de risco ambiental eu não conheço nenhum índice oficial Existem várias eh metodologias para situações específicas e eh eu entendo que isso depende muito da condição do lugar né então obviamente a gente tem lá um nível de pluviosidade que a ende ou Alerta e e toca a sirene na na chamada comunidade na favela do do Rio de Janeiro etc e tal e a partir disso eh você tem uma série de mobilizações eh do meu conhecimento eh da minha atividade anterior de Geologia antes de ir pra geografia humana eh eu conheço duas coisas fundamentais que é o índice de pluviosidade mas é também a o acúmulo né a a chente pode est associada à pluviosidade e obviamente a à infiltração eh do terreno mas a a o deslizamento ele é ele ocorre quando a encosta tá encharcada e ambos estão associados ao tipo de ocupação então nos tempos lá passados quando a gente trabalhou por exemplo nos morros de Santos tinha muito a ver com a ocupação tradicional Açoriana ou a ocupação eh que de de migrantes do próprio Brasil eh que não tinham o costume de ocupar as encostas E aí faziam escavações e e às vezes era a bananeira ou o acúmulo de lixo que detonava né É óbvio que existe situações de evolução natural ah e a professora falou do dos eh dos tempos de recorrência isso também ocorre de forma estatística na evolução das encostas né então um deslizamento como esse que aconteceu ah em São Sebastião ele é a forma de evolução natural da Serra do Mar Só que ela ocorre ao longo de 50 milhões de anos né é um processo geológico de outra escala o que aconteceu ali foi o fato de que você tem áreas mais vulneráveis ocupadas por população de baixa renda sem orientação sem eh apoio com gerando uma multiplicidade eh do risco que é a aí acabou sendo associado com a pluviosidade o acúmulo de água e uma torrente que gera o gatilho mas é a ocupação É tão responsável quanto a chuva o problema é que nós estamos gerando as duas coisas uma ocupação cada vez pior com mais risco sobretudo a população mais carente e eh a mudança climática que gera a emergência climática principalmente nas cidades uma segunda pergunta que eu que eu entendi tem a ver com a porcentagem de área natural eh na minha interpretação existem múltiplos estudos h e com diferentes métricas mas eh não há necessariamente um parâmetro essa história de que as nações unidas diziam que era tantos hectares por habitante etc já foi super já foi super contestada o que existe hoje é essa meta que eu defendi apresentei ali que é do plano mundial de biodiversidade para proteção de 30% de todos os ecossistemas até 2030 P portanto eh a gente teria que renaturalizar no mínimo 30% de todos os diferentes tipos de ecossistemas que existem no município de Campinas e isso seja na área urbana ou não etc e tal essa discussão não é simples não é mas eu acho que o município puxando talvez pela câmara talvez em Associação com a frente parlamentar talvez em Associação com o Ministério do meio ambiente a discussão do papel do município Ah no nas metas globais Qual é a responsabilidade Municipal para as metas globais de biodiversidade esse assunto possa surgir e eu adaptei as várias métricas para essa ideia da cidade 10 minutos ou seja pelo menos uma área eh eh verde azul uma área natural que permita um exercício uma atividade uma uma meditação a 10 minutos a pé de cada casa o que é super ideal mas acho que é uma métrica bastante razoável pela ciência isso leva a questão da progressividade eu não vou ter tempo já passei meu tempo eh mas eu eu acho que o que nós temos que pensar é num sistema Municipal de verde azul e natureza né porque o verde azul e natureza é porque o verde às vezes é de eucalipto E no meio urbano ele pode ser muito importante porque é verde né o azul pode ser que não tem mais espécies naturais de peixe nativas mas é tem que ser um rio despoluído pelo menos sano se não for ecossistema Aquático Então eu acho que esse esse é o caminho e a gente obviamente precisa de pessoal com uma nova perspectiva que não seja a da proteção na borduna mas a do convencimento e nesse sistema as áreas protegidas com gestão tem que ser Células transformadoras E aí os conselhos por exemplo de unidade conservação poderiam ser aplicados para áreas vedes e isso ser um espaço de cidadania de construção de propostas para terminar minha mensagem final de agradecimento eu queria me solidarizar com o desabafo acho que é Xavier né mas dizer que o a minha vida foi de militância também perdi ganhei fui profissional voltei pr pra vida civil agora tô 60% voluntário né E no fim do mês tem que ajustar as contas para pagar mas eu acho que nada substitui o movimento social né e a quantidade de exemplo que vocês deram aqui hoje de mobilizações sociais que existe em defesa do da natureza e da qualidade ambiental da população de Campinas eu acho que é uma riqueza extraordinária Esse é um patrimônio eh de Campinas e é por isso que eu propus uma arte ulação de movimentos porque se a gente apanha numa fábrica a gente vai para um sindicato que trabalha numa outra escala se a gente apanha num bairro a gente vai para um fórum Municipal eu acho nós estamos apanhando em vários municípios dessa região nesse interior de São Paulo e eu acho que um fórum desse vinculado à ideia da da frente parlamentar ambientalista da Assembleia Legislativa podia ser o caminho mas nada substitui o movimento de base se a solução passa pela política ela passa pela política da mobilização da sociedade não pela política partidária necessariamente e eu acho que esse tipo de associação dos vários tipos de movimento que nos leve a possibilidade de entrar na justiça de ações parlamentares mas de briga de rua também acho que essa combinação e às vezes a gente tem que brigar para tirar o promotor né L lá em atimia nós estamos bem pior portanto feliz de vocês que ainda tem gaem a gente pode falar disso muito obrigado Parabéns vamos em frente Obrigada Cláudio eu vou passar a palavra pra Ângela e então 3 minutos né Vamos correr aqui e o pessoal de Santa Terezinha o João da Lagoa e Aparecida vocês têm um aliado aqui eu tenho um pouco de dificuldade de atender rapidamente mas eu acho acho que eu posso ajudar com encaminhamentos a briga dos patrimônios naturais tombados de Campinas eu comprei eu acho que são vocês e eu lá com a Ribeirão cachoeira e o santian com a mata Santana e a o Manuel com as matas e lagos da Fazenda das Pedras eh com a essa proposta do plano diretor de acabar com a zona rural do de Campinas a gente conta com essas camadas de proteção e e essa do patrimônio natural tombado é importante pra gente conservar nossas áreas verdes e no caso de vocês eu acho importantíssimo que que ela seja revegetada adequadamente porque é um serrado Cerrado em Campinas tá se acabando então vocês podem contar comigo eu tô dentro as unidades de conservação são importantíssimas ter plano de manejo vocês estão perto do da da das áreas que já deveriam estar com plano de manejo que é o parque Municipal de Jatobá Parque Municipal do Campo Grande e a apa Campo Grande eu sou eh eu participei do plano de manejo da APA a gente só conseguiu fazer o plano de manejo da APA quando a gente entrou no ministério público e exigiram do Rogério Menezes que fizesse porque por lei depois da da da unidade criada em 5 anos tem que fazer o plano de manejo e o plano de manejo é mais um instrumento mais uma ferramenta eh dentro dessas camadas de proteção que a gente precisa eh eu queria lembrar também que a com a expansão Urbana As apps que ficam dentro de áreas urbanas Elas têm 5 m de proteção de cada lado alguém me corrija se eu tô falando errado mas app Urbana não tem proteção nenhuma eh vegetal Então isso é fundamental eh sobre a o que o Sandro colocou sobre a recuperação se tende a cair a porcentagem do verde o que eu tenho a dizer é que na desde 2001 quando ela foi criada a gente ganhou muito de área verde eu reclamo reclamo reclamo mas a a a criação da unidade fez com que todos os fragmentos florestais da APA Campinas crescessem Então eu acho que a gente tem muito a fazer porque 50% das Nascentes ainda da APA que são 2500 tão desprotegidas são pastos e tão degradadas Mas já tem muita coisa acontecendo muita área sendo recuperada através até dos próprios proprietários que tão tá despertando a consciência sabe que o que o patrimônio maior que a gente pode ter é os são os nossos recursos naturais eh importantíssimo preservar a margem direita do rio portanto não podemos deixar passar esse PL que a svds propõe aqui na Câmara porque ele dá uma pincelada de verde mas ele tira a palavra vedado e os empreendimentos imobiliários como o Ari falou a o pessoal de alta renda eles querem se instalar em cima da natureza então eles estão buscando a beira do Atibaia eles estão buscando as florestas porque eles acham legal ter condomínio e morar perto da floresta e aí que eles destróem tudo passam por cima das nascentes dos Ribeirões então é e esse PL que transforma 207 em tese eh em a área de expansão Urbana em eh área permitida para loteamento não pode acontecer a gente tem que garantir esses polígonos que sobraram como áreas vedadas para empreendimento Isso é para já e por último a o con cidades tá começando a discussão do plano diretor da revisão do plano diretor a gente a apa Viva o resgate Cambuí a gente fez movimento para todo mundo entrar lá dentro com cidades para começar a participar da discussão porque a redução do perímetro urbano é possível e agora acabando mesmo pra professora Laura eu queria dizer que eh com quando a gente começou a brigar com a barragem de Pedreira O Vicente participou bastante a Mariana e tal Acabou então pera aí tô acabando a a a gente eh se aproximou de um perito ambiental e a última tentativa que a gente fez para barrar a barragem barrar a barragem é ótimo né foi ah fazer uma denúncia crime contra os técnicos da CETESB que ah licenciaram a a barragem ah houve dois casos criminais um foi dentro dessa casa que o Jonas aprova a mudança da lei da APA para poder derrubar um fragmento de 50 70 haar Eles derrubaram em uma semana 50 haar de mata atlântica para construir a barragem que hoje tá abandonada tá abandonada eles pararam a obra tá abandonada mas a o Jonas encaminha um projeto de lei para alterar 10850 altera sem passar pelo conapa né Cláudia e a e é e por lei o conselho gestor da APA teria que tá se manifestando em toda alteração então a gente fez duas denúncias criminais não conseguimos nada porque os delegados locais não h encaminharam e nós nos aproximamos do mandato da Marina Lou Porque o Carlos veio para Campinas tentando junto com o mandato Estadual fazer com que andasse essas denúncias elas foram feitas só que elas os delegados não acataram e não eh mandaram paraa frente então a gente tá Em Maus Lençóis mesmo Ministério Público sem promotor de habitação o Rodrigo Sanchez apesar de tudo ele pelo menos nos ouve mas também não fez nada com relação à barragem de Pedreira eh enfim a gente tá com dificuldade mas eu acho que juntos junto com a frente parlamentar a gente há de conseguir resultados Vamos nos unir é o que o Cláudio falou tem movimentos na cidade inteira movimentos importantes e a gente tem que fazer os movimentos sociais aparecerem para esse governo que a única coisa que quer é aprovar loteamento ganhar dinheiro e e se reeleger é isso obrigada Desculpa me estender Obrigada Angela passo a palavra então pro Marcão primeiro falar uma coisa que a própria vereadora Mariana falou aqui né Eh a prefeitura tá usando uma lei que é de proteção de apa e e proteções de áreas de APB né Eh para desocupar a fazer as ocupações administrativas agora a pergunta é por que os 17 loteamentos dentro da APA do Campo Grande não foi desocupado ainda e Solicito que os que os vereadores desta Câmara faça essa pergunta paraa Secretaria de Urbanismo e do verde hab tá de habitação urbanismo e do verde por qu que nas nos loteamentos Ilegais não fizeram ainda a desocupação porque desocuparam uma Área de APP tudo bem eh Não tô dizendo que eu eh que eu não concordo com a ocupação eu concordo desde que seja exatamente nesses vazios urbanos para que fazer nesses brasilos urbanos lá eles vão ter esgoto para ser coletado eles vão ter rede de água para atender eles e dessa forma eles vão acabar com a especulação imobiliária fazendo com que a especulação imobiliária dê uma razão social efetivamente para essas áreas agora respondendo Gil Ju você viu minha caraa de surpresa quando eu perguntei pla Tina sobre a área do banco Safra a área do banco Safra encostada a apa Campo Grande ela é encostada e é uma área que praticamente Dá quase o tamanho da APA do Campo Grande dá se eu não me engano mínimo metade dela Marcão tempo tá tá teve gente passou preciso passar também e respondendo A moradora do Parque Prado eh a gente faz educação ambiental desde 2007 primeiro a gente começou a aplicar as hortas nas escolas tá em 2017 e a gente só saiu esse ano da das Hortas devido esses lodo de esgoto aente não se a favor teve quatro escolas que a gente aplicou hortas e foi daí exatamente que a prefeitura começou a copiar nossos projetos foi isso e qualquer coisa depois eu passo o meu telefone para você para você passar paraa sua empregada que todo é bem-vindo e só por último precisava só terminar numa coisa em Campinas a gente tem o racismo ambiental racismo ambiental da Anguera para o Campo Grande é tratado para o Campo Grande para o Ouro Verde exatamente para falar do Lagoa também porque isso também a a lagoa terzinha tá sendo desprotegida também por causa disso a apa do Campo Grande e outras coisas por quê E não tem infraestrutura eles E jogaram toda a classe operária para essa Dire essas esses lugares no Campo Grande por exemplo a gente só tem uma via de escoamento com mais de duas faixas para sair do Campo Grande você para essa via você para o Campo Grande mesmo ah mas tem antô mas só tem uma faxa não a pessoa Ah não consegue sair porque é uma uma região com mais de 200.000 habitantes Operários e também com isso o esgoto da nossa cidade de Campinas é jogado tudo pro lado do Capivari então aí vocês pensam vocês pensam exatamente eh e existia época até que O Vicente era Presidente ele me recebia ainda com a bota cheia de lama na na sala da presidência vou falar para vocês se minutos Marcão e eh a gente já tinha essa discussão porque tínhamos pouca estação de tratamento de esgoto hoje mesmo com a quantidade de estação de tratamento de esgoto o Capivari é o que mais sofre qu com esse racismo ambiental era isso que eu tinha para falar obrigado da professora Emília bom eh eu não vou conseguir responder a todas as pergunta em 3 minutos é impossível mas antes disso eu queria fazer uma proposta pr pra frente né Eh eu conversando com Carlos eu fiquei sabendo que daqui a acho que 10 dias vai surgir a frente parlamentar Metropolitana com todos os parlamentos da Região Metropolitana de Campinas né e o debate que eles vão começar a fazer sobre água então acho que a gente podia já pedir pros vereadores que aqui estão para ao irem criar a frente parlamentar Metropolitana para poder levar esse debate porque o que fica claro que o que a gente discutiu aqui não se restringe ao município de Campinas mesmo o PL sendo campineiro repercussão disso é astronômica né e e uma outra coisa que a gente já fez no que eu queria convidar os vereadores Cecílio gente Mariana e e Paulo né que seria importante vocês enquanto frente parlamentar ambientalista encher um ônibus com todos os parlamentares que a gente tem aqui para visitar essas áreas porque isso faz a diferença e isso faz o que a querendo que mídia é aí na mídia local e regional e até do Estado su o caso então assim Acho que os parlamentares porque aí a frente né toda a frente parlamentar quando ela é fundada no Brasil desde a época da constituinte quando a gente começou isso era ench na época se enchia avião e levava os os parlamentares os constituintes para conhecer os biomas brasileiros por isso a gente tem esse artigo senão a gente não teria então por favor o se não o que a gente não conhece o que a gente não dá nome não é problema a gente não Não se preocupa então por favor a gente tem olha Nós criamos no condema por conta de algumas visitas que nos foi pedida a Fazer nessas áreas o articula Campinas que aconteceu no dia 7 né E lá a gente tem no WhatsApp a gente tem 46 pessoas do articula Campinas pel suas águas e a gente tem cadastrado em acho que 18 ou 19 coletivos nessa cidade só discutindo questão de bacia então por favor vereadores Eu acho que isso é super importante da gente pensar essas duas essa movimento desta frente esta frente parlamentar Metropolitana que eu acho que a gente deveria levar as duas coisas que o Vicente coloca né que a outorga 2027 e a barragem de Amparo acho que na frente parlamentar Metropolitana isso Dev podia ser pautado a partir de Campinas com certeza bom eh o Tamisa em 1827 Se não me engano O parlamento eh O parlamento a casa dos Lordes eles têm as janelas abertas pro Tamisa Eles foram abrir a janela para começar uma sessão e o cheiro de enxofre os impediu de trabalhar e eles fizeram uma lei limpe-se o Tamisa o primeiro salmão sobe o Tamisa em em 2000 tá então foram 200 anos para limpar o Tamisa Tá certo agora tem tecnologia pra gente agilizar isso uma das coisas é detectar aonde que estão todos esses esgotos clandestino tipo o Serafim corg Serafim na Orozimbo Maia não tem como feder porque para poder fazer a estação de tratamento de esgoto doan umas em frente ao carrefu foi feito uma tubulação gigante ao longo de toda or zimbo Maia para coletar todo o esgoto dos dois lados por que que o correo Serafim Fed como é que essa Nasa vai me dizer que não sanasa né não tô falando de um de um da de um uma autarquia qualquer de um município sem dinheiro tô falando da sanasa que tem vários técnicos lá com doutorado inclusive né não consegue passear ao longo do centro da cidade tá falando do centro da cidade para saber quem é que clandestinamente Está pondo aquela Porcari toda para correr dentro do do Serafim então assim eh só para começar respondendo o que você tá falando alguma das coisas que eu vou poder tá respondendo aqui olha Eh aquela história dos agrotóxicos não tá na lei não está na Anvisa que você tem que retirar agrotóxico de água para potabiliza nem para tratar esgoto Então o que as companhias fazem é o que tá na lei né Essas coisas por isso que a gente diz que são compostos emergentes ou de interesse emergente porque agora a gente tá começando a dizer o que que vai fazer qual é o problema disso O que a gente tem na universidade de tecnologia é muito cara para tirar isso vai fazer com que essa água fique muito muito muito cara então a gente ainda tem que pensar em tecnologias que viabilize fazer o tratamento inclusive de metros cúbicos por segundo não é Cop né Porque a indústria faz isso para poder fazer o seu super processado mas o volume de água que ela usa é muito menor e o super processado é caro para caramba né pela pelo que ele não tem de vitamina de proteína de nada ele é excessivamente caro Deixa eu ver se eu consigo e quem perguntou deop isopor é plástico cheio de ar existe aqui em Campinas Se não me engano na recicl é o único grupo que já tem uma máquina para fazer extrusão do Isopor então isopor sim é possível e isso é um acordo com a Associação Brasileira de produção de isopor que cede essa máquina quando você tem um volume porque ela porque a máquina é super energointensiva consome Professor consome uma energia só vou ter falo isso e acabo ela consome uma energia Fabulosa então tem sim hoje em Campinas se essa máquina tá aqui a gente tem sim que segregar o isopor com certeza porque essa máquina precisa quando for ligada não parar de trabalhar porque se desligar e ligar de novo Tem que levar L Pois é gente aí a questão de novo é de gestão porque quem é que tem que informar a população o como é que tá sendo feita a que que é reciclável ou não na cidade né tem a gente tem uma uma secretaria para fazer isso tem várias secretarias acabou de ter uma coisa completamente sem sentido que foi um encontro de educação ambiental em que nada dessas coisas foram discutidas nem foram pautadas inclusive né então é Bom enfim tem uma série de coisas que tinha eu contei 10 questões para responder sou sorry sinto muito não consigo responder mas eu fico posso conversar com você sobre ela desculpa Obrigado professora Emília passo então ao Vicente Andreu e depois nós vamos aos encaminhamentos é bom mas a gente saiu de quatro para 70% de tratamento de esgoto o a única pergunta dirigida a mim mais ou menos dirigida a mim foi do João da Lagoa ali é sobre o pcj né eu pessoalmente eu tenho uma relação assim de muita admiração com o pcj muita mesmo porque eu acho que é um comitê que mobiliza mantém o tema e então eu eu admiro o pcj isso não Me poupa de algumas críticas graves em relação ao pcj principalmente no plano eh político Por exemplo pcj quando o governo eh bolsonaro desmontou o sistema de água no Brasil o que que fez o pcj nada agora que o governo Lula deu um Banana pro sistema de água no Brasil o que que fez o pcj nada então alguma coisa eu acho que o comitê precisaria fazer o debate e colocar na agenda como o senhor bem mencionou e eu fiquei também muito bem impressionado aqui com essa mobilização do lado de lá da Anhanguera porque eu concordo com a sua definição né do racismo ambiental social ambiental você tem toda toda a razão em relação a isso mas eu me fugi o que eu ia falar bom por último eu queria fazer um um comentário de colocar também além do que eu sugeri Paulo Marian Cecílio vocês colocarem a questão tarifária de Campinas na agenta porque se Campinas também assim como pcj a sanasa merece uma série de elogios do ponto de vista da tarifa é uma das tarifas mais altas do do Brasil e e ela vai ser a justificativa paraa privatização não vão ser o serviço exatamente vai ser de que se privatizar em Campinas vai ficar mais barato inacreditável mas Vejam a tarifa da da da da sanasa isso em 2018 quando eu fiz as contas agora não não não me atualizei mas na parte na na faixa Residencial chega a ser 60 a 70% mais cara que a Sabesp na parte comercial mais de 100% mais cara que a Sabesp então aqui batata privatiza que a tarifa baixa então se a gente não fizer uma discussão de da onde Por que que essa tarifa tá tão elevada aqui no município de Campinas muito embora reconhecendo a excelência do serviço eu acho que a gente vai ficar também refém facinho facinho desse discurso né privatiza que a tarifa baixa o que tem Grande Chance de no caso específico aqui de campinas Por incrível que pareça acontecer então queria cumprimentar aí à frente e fico à disposição e parabéns aí pela mobilização vamos continuar nesse tema Muito obrigado vai ficar mais Car a mais Então nós vamos aqui entrar no processo de encaminhamento barato vai ser cara então nós vamos entrar no processo de encaminhamentos aqui é o seguinte olha as não acho que nós já fechamos ali eh as frentes parlamentares elas são compostas aqui pelos parlamentares que topam agregá-los e também os movimentos que se aproximam portanto eh os movimentos que estiveram aqui hoje em particular o Fórum socioambiental de Campinas que ajudou e estruturou eh já são integrantes dessa frente parlamentar ambientalista Ela não começou com esse seminário mas esse seminário foi importante Aqui nós temos muitas pautas em aberto né Eh entre elas o sistema Municipal proposto aqui que nós façamos o debate e tem muita gente com contribuição coisas a dizer então a ideia é que daqui nós possamos planejar um discussões mais sistemáticas pontuais que nós possamos aprofundar Então vamos conter a nossa ansiedade algumas questões Nós já vamos encaminhar entre elas aí nós já conversamos e foi surgindo aqui eh nós vamos fazer um relatório desse seminário de forma a orientar novas atividades e também eh chamarmos uma conversa para entregar isso ao Ministério Público com com os pontos que surgiram aqui eh dentro disso daqueles que são mais emergenciais uma manifestação pública e por Ofício cobrando a nomeação do promotor de habitação e urbanismo a questão [Aplausos] eh do de combater as mudanças aí que vão surgir que estão já né no PLC 88 de 2023 que é Altera a lei complementar então discutindo aqui com a Mariana assim que entrar isso na pauta nós apresentamos um substitutivo eh contestando as questões que que surgam aqui né de diversas ordens e que leve assim a mudança da lei complementar 207 nós não podemos tomar essa iniciativa a partir da câmara precisa ser porque seria um vício de iniciativa eh a quarta questão aqui que eu queria na verdade recomendar nós temos já constatado isso algum tempo dessa questão da mobilização da juventude eu nós vamos compartilhar depois o relatório da conferência juventudes pelo desenvolvimento sustentável talvez ali nós possamos abrir um debate que vai apontar alguns caminhos aí pra gente envolver a juventude essa conferência ocorreu recentemente a segunda conferência aqui pode nos trazer elementos eh esse nosso envolvimento direto com a frente parlamentar Metropolitana e a nossa contribuição seria apresentar esses dois aspectos aqui que diz respeito a outorga do sistema Cantareira e a questão do uso da barragem de Americana uma inversão do seu papel Então seria a nossa contribuição E aí duas ou três questões pontuais que envolveria nós nos organizarmos aqui na na na frente parlamentar que seria as visitas aí às áreas ambientais sensíveis aqui da cidade com convite estendido aos outros parlamentares um próximo debate que envolveria a apresentação do articula Campinas a partir daquele mapeamento já realizado agregando outros movimentos e a questão tarifária que fica aqui para nós pautos isso então seriam os encaminhamentos aqui do dia de hoje e quatro informes rapidamente que tem a ver com isso tá isso então além dessa articulação aqui com a frente parlamentar Metropolitana também com a frente parlamentar da da Assembleia Legislativa de São Paulo quatro informes Amanhã haverá um ato do movimento resiste campobelo que denuncia essas questões trazidas aqui pelo gandolfo Vai ser lá na região do Campo Belo onde tá ocorrendo essa obra monumental literalmente da duplicação da Miguel Melhado Então vai ser amanhã pela manhã lá nas margens da da rodovia a segunda questão que hoje foi abertura da semana Lixo Zero que vai até o dia 28 de outubro e vai haver inclusive um ecoponto drive through ali no Largo do Rosário e que acho que esse debate do Isopor de outros produtos deve ser feito quem puder levar até lá e diariamente terão diferentes cooperativas envolvidas além de outros debates organizados pelo Instituto Lixo Zero e pelo fórum lixo e cidadania eh bom o terceiro informe é que o relatório da comissão de estudos de arborização já tá disponível e tem um qrcode pras pessoas acessarem inclusive com os estudos técnicos Paralelos aí contestam o governo Municipal e por último no dia primeiro eh de Novembro nós vamos fazer o lanamento da frente parlamentar de enfrentamento à à emergências climáticas aqui nesse Plenário das 9 às 11 abrindo com uma um plantil que nós vamos fazer aqui na frente da câmara e depois nós vamos tocar um debate também meio nesse formato só concluindo A ideia é que nós possamos com essas iniciativas que parecem semelhantes aí são a gente ocupar os espaços institucionais aqui da casa né que nos permite aqui dialogar com a cidade Enfim então é isso Paulo eu só queria reforçar um ponto de de que você colocou porque eu acho que vai ser um embate que vai vir logo logo aqui na Câmara que é a questão da lei complementar 88 de 2023 essa lei complementar 88 de 2023 é a lei que altera a lei 207 que a Angela comentou que tem uma pincelada verde mas que na prática aprofunda a legalização de toda essa eh esse monte de de Absurdos que a gente discutiu aqui não vou não vou retomar o conteúdo a gente aprovação de loteamento é aprovação na verdade assim libera ainda mais a conção de empreendimentos e loteamentos essa lei nós vamos aqui eu acho que é importante a gente aqui ter um compromisso que nós vamos batalhar contra a aprovação da Lei 88 seja vi aqui enquanto Câmara seja movimentos sociais mobilização redes sociais ao a gente precisa criar um grande movimento contra a lei 88 Como foi mencionado aqui que além assim a a gente tá lutando contra a mudança da Lei 207 mas a lei 207 também não é boa né a lei 207 ela foi a lei que consolidou a zona de expansão Urbana então eu tava comentando com o Paulo acho que a gente vai precisar avaliar enquanto bancada mas eu entendo que também esse é o momento da gente frente à lei 88 a gente apresentar um substitutivo revogando a expansão urbana da Lei 207 por nós enquanto vereadores não podemos apresentar uma mudança da Lei 207 porque seria vício de iniciativa mas como existe uma lei do prefeito alterando a lei 207 então que a gente apresente esse substitutivo alterando a lei 88 E na verdade revogando a a lei de expansão Urbana E aí eu entendo que também nesse processo eu tô eu acho que aqui era importante explicar porque tudo isso vai ser um embate e uma queda de braço mas eu acho que a gente vai ter que construir esse processo de mobilização que eu acho que assim vai ser em pouco tempo e que a gente já faça isso e E aí queria contar aí com apoio e com a mobilização de todo mundo é isso ah e e também o Cecílio aqui falou que antes da gente terminar é após a gente encerrar aqui a gente convidar todo mundo para tirar uma foto e a entrada da lei do P que já foi protocolado parece informação mai precisaria tenho que ver na cabeça não tem essa informação agora mas a gente poderia dar uma dar uma procurada para ver isso e a gente pensar alguma atuação da no mesmo sentido que eu entendo que é importante Tá bem então é isso então Mariana é eh e sobre da APA que eu dei ideia para vocês dá fazer fazer eu acho que isso tá dentro dos encaminhamentos e e o que o Marcão tá falando é esse decreto nós estamos estão usando para derrubar ocupações né recentes mas da APA Campo Grande como eu disse a vocês na verdade existe denúncia desde 2018 desses loteamentos Ilegais a gente uma coisa que nós estamos fazendo junto com o movimento de ocupação que que aqui aconteceu nós estamos procurando Defensoria Pública OAB Ministério Público enfim para questionar o uso desse decreto então a gente podia juntar com a mesma coisa nessa contestação colocando que é que por um lado foi utilizado de forma ilegal o decreto para fazer uma remoção contra os pobres e não foi usado para retirar os empreendimentos imobiliários então é um uso seletivo e é um uso preconceituoso elitista racista que o prefeitura daro SJ tem feito desse decreto eu anotei aqui viu a gente entra aí com os encaminhamentos é asitas Oi e as visitas e as visitas as visitas estão aqui tá na lista tá mas tá na listinha aqui ó ônibus bem grande vai bastante gente a gente vai fazer olha uma coisa também assim a gente vai fazer a gente já conversou aqui com o Ronaldo nós vamos fazer uma uma digamos assim uma limpa aqui em toda a transcrição da audiência para ver se não faltou encaminhamento vamos escrever um relatório e aí a gente vai pegar reunir todos os documentos Tá gravado vamos Rep pegar todos os encaminhamentos e fazer tudo aqui o Paulo fez esse esforço de sistematizar aqui eh nesse momento mas com certeza passaram algumas coisas mas a ideia é que no relatório tudo isso esteja presente tá bom gente então quero agradecer a presença de todo mundo dizer da importância como foi né como foi muito rico e que a gente acho que esse seminário armou a gente para os próximos passos e para os próximos embates gente e quero convidar todo mundo para que venha PR cá para tirar a foto [Aplausos] obrigada a gente F fotó juiz he fotógrafo vem de ca vamos lá [Música] embaixo TV Câmara Campinas
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