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Oficina acessibilidade e inclusão setor Público
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Oficina acessibilidade e inclusão setor Público

44 views Publicado 10/01/2025 HD · 3:12:03

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Local: Plenário “José Maria Matosinho” Evento: Oficina de Acessibilidade e Inclusão no Setor Público

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[Música] TV Câmara Campinas movida pela escola do Legislativo de Campinas a elec o treinamento desta manhã tem como objetivo capacitar os participantes para compreenderem os conceitos fundamentais de acessibilidade e inclusão no contexto do setor público promovendo a conscientização e o mento de habilidades práticas para a implementação de políticas públicas convidamos para compor a mesa de abertura o presidente da Câmara Municipal de Campinas Vereador luí [Aplausos] rocini convidamos agora a diretora acadêmica da elec Nell Monteiro [Aplausos] e convidamos agora o nosso parceiro o analista legislativo da câmara de tapevi professor Jadson Nunes [Aplausos] Santos convidamos os componentes da mesa a tomarem assento e com a palavra agora diretora da elec Nell Monteiro Bom dia a todos para nós é uma satisfação poder promover esse encontro aqui gostaria de cumprimentar o presidente da casa que tá sempre apoiando todas as iniciativas da escola do Legislativo cumprimentar o nosso palestrante Jadson com imediatamente a hora que falei com ele ele já nos atendeu quem não conhece o Jadson vai ter oportunidade hoje depois ele tá fazendo um trabalho sensacional aí pelo país ajudando as escolas do legislativo e as casas legislativas a refletirem sobre essa como nós estamos em que ponto estamos e como podemos evoluir nessa questão que nós vamos abordar aqui hoje acredito que vai ser uma oficina uma manhã bastante produtiva você ser breve para que a gente já possa aproveitar bastante e e acredito que vai nos trazer aí e ideias para tornar a nossa casa cada vez mais acessível bom dia com a palavra agora o presidente da Câmara Vereador luí rossim Bom dia na verdade dar as boas-vindas né a todos vocês cumprimentar primeiro anell em nome dela toda a nossa equipe da elec a escola do Legislativo de Campinas que tem feito eh um papel tem cumprido um papel importante pra Câmara né ajudando a fortalecer a imagem do Poder Legislativo né cumprindo uma missão de eh levar informações de utilidade pública paraa sociedade quer dizer tem os olhos voltados não apenas para capacitação do nosso público interno servidores né assessores e vereadores mas também fazer essa ponte com a sociedade eh permitindo que a sociedade a partir do Poder Legislativo tenha acesso a temas importantes né pro dia a dia das pessoas dos cidadãos como esse que a gente vai discutir hoje então a elec para nós é assim é Menina dos Olhos né cumpre o papel importante que a gente quer apoiar e valorizar E vocês vão perceber isso hoje né cumprimentar o Jadson nosso mestre e palestrante hoje que veio lá de Itapevi para contribuir também com essa oficina cumprimentar os servidores da câmara os nossos parceiros terceirizados representantes de entidades que estão aqui eu vi algumas o Fernando da Secretaria Municipal de Educação e rapidamente uma consideração eh nós temos que pensar numa cidade para todos né a gente tem que ter uma cidade onde todos os cidadãos independentemente da sua condição física mental social Econômica enfim mas principalmente se são portadores de alguma deficiência que eles possam ter acesso não só aos serviços públicos mas o que a cidade pode oferecer para eles como qualidade de vida né eles têm que se sentir respeitados valorizados integrados tem que ter acesso aos seus direitos básicos de cidadão e o poder público tem que ser exemplo disso indutor disso como a gente pensar em inclusão acessibilidade no serviço público eu acho que é uma obrigação Nossa então oficinas como essa Ajuda também aquele que tá do lado de cá como prestador de serviço como Servidor Público pensar também como a gente não vou nem falar enxergar né mas reconhecer essas pessoas que precisam do serviços a câmara tem feito algumas ações né de acessibilidade de inclusão além de nossa programação ter sempre o intérprete de libras né Eh nós agora numa parceria com o Centro Cultural Luiz Braile Estamos também disponibilizando a pauta das sessões em Braile eh para que e depois também nessa parceria eu fiquei sabendo que o Centro cultur Cultural Luiz blay com seus atendidos tem um aplicativo que consegue traduzir ao talk back né Eh traduzir Aquilo em a pauta escrita em som né em áudio para que os e cegos também possam saber o que que tá acontecendo na Câmara e de certa forma possam participar também sentir cidadãos que estão sendo cuidados tem ações pequenas por ex se vocês olharem para aquele canto do plenário nós fizemos ali um Espaço Criança lá no fundo né porque também a gente percebeu que a falta de um local para as mães deixarem suas crianças impedir as as mães às vezes de participar dos debates das discussões que aconteciam na Câmara então a gente quis criar um espaço onde as mães possam vir mães e pais né deixar suas crianças no ambiente lcto Seguro eh e também é uma ação de acessibilidade de inclusão não é deficiência mas a gente acha importante a gente eh facilitar a participação de todos também na Câmara então certamente nessa oficina a gente vai aprender um pouco mais desenvolver um pouco mais as nossas habilidades nossas percepções sobre as diferentes situações que a gente pode encontrar no dia a dia aí na prestação dos nossos trabalhos então fico feliz né de ver a câmara fazendo essa essa oficina hoje agradeço mais uma vez o Jadson parabenizo anelli e toda a equipe que tenhamos uma Man muito rica e produtiva de aprendizado Bom dia a todos agradecemos a participação dos componentes da mesa e solicitamos que se dirijam à plateia Para darmos início ao nosso curso o Jadson Nunes Santos é interprete e especialista em linguagem de sinais mestre e consultor em acessibilidade e inclusão a 17 anos ele também é autor de livros e artigos científicos e docente na escola de ensino superior da fundação Instituto de Pesquisas econômicas AF FIP bom então agradecemos ao Jadson e a todos aqui pela presença desejando um ótimo treinamento a todos Nossa é péssimo né eu não fiquei 30 [Aplausos] segundos sem falar em língua e todo mundo assim Mas será que vai ser o dia inteiro assim já vou pegar minha bolsa e vou embora não calma é só pra gente sentir como é que um surdo quando chega num lugar não tem interprete é horrível a gente não ter acesso à comunicação a gente não sab o que tá acontecendo hoje é um conteúdo importante todo mundo saiu de sua casa H cedo veio para cá pra gente aprender chega aqui vai aprender o quê Nada porque não a informação não chegou Então olha só a importância de se colocar no lugar do outro esse é um Ah tá aqui já o passador Esse vai ser o principal destaque do nosso bate-papo de hoje aproveitar o pessoal que tá aí no fundo quiser se acomodar aqui pra frente nessa fileira aqui fica mais próximo mais juntinho mais pertinho já já tô aqui em cima já fica um ambiente parecendo hoje vai ser o bate-papo fiquem à vontade quiser fazer pergunta contribuições será um prazer enorme agora uma pergunta vocês já ouviram falar em autodescrição esse é um conceito importantíssimo Então vamos começar primeiro sou um homem na faixa etária aparente de 30 anos eh pele clara estatura mediana uma pessoa gorda de olhos e cabelos castanh estou trajando uma camisa cinza um terno preto com o Pim da Bel e o Pim de 10 anos telecamp um uso barba cabelo curto tenho um brinco de cruz na orelha direita Olha só simples não demorei 20 segundos e já estamos fazendo duas questões de acessibilidade Primeiro me autodescrever falar quem sou eu como estou trajado para que pessoas com deficiência visual tenham acesso a essas informações se vocês perceberam também que eu fiz uma fala distante do microfone parece que eu quero isso também é acessibilidade por quê as pessoas com deficiência visual precisam direcionar a cabeça se eu ficar falando o tempo todo no microfone as pessoas com deficiência visual vão direcionar as cabeças para as caixas de som que é de onde o som tá saindo então isso é acessibilidade por quê imagina tirar uma foto tá todo mundo olhando pro palestrante e a pessoa com deficiência visual pro teto é desagradável né quando a gente vai tirar uma foto a gente se arruma a gente quer tá bonito e a pessoa com deficiência visual não é diferente então fazer uma fala fora do microfone é acessibilidade para que a pessoa saiba de onde o som está saindo e que ela direcione o olhar para este local então muito bem vamos falar de onde estamos e eu vou fazer uma pausa para o merch essa oficina ela é fruto do livro manual de acessibilidade melhorar a acessibilidade só depende de sua atitude é um livro de minha autoria que foi publicado em 2020 pela escola do Parlamento it tapevi Calma eu não estou vendendo livros todos os meus livros são de eh distribuição gratuita então eh a a a a os exemplares físicos acabaram Mas vocês receberão uma apostilha e tem o q code para acesso do material disponível material esse importante porque foi premiado em 2020 pela Abel vocês conhecem Abel Abel é Associação Brasileira de escolas do legislativo e contas Inclusive a elec e a escola de tapevi fazem parte da Abel Abel esse ano ela a a escola de tapevi ela desenvolveu por com base nesse livro uma oficina de acessibilidade e ela está acontecendo eh antes disso falar que ela faz parte ela está prevista nas odss 4 e 10 então estamos atentos antenados às questões eh essa oficina ela já aconteceu em 21 casas legislativas eh inclusive assembleias assembleias do Rio Grande do Norte Assembleia de Minas Gerais Dumon Mococa Valinhos Capivari Ortolândia picá barar enfim Barueri essa oficina tem passado e a gente tem discutido a acessibilidade a importância de levar o acesso a todos principalmente nas casas legislativas que é o nosso lugar de fala vou apresentar uma matéria que a TV Assembleia fez sobre essa oficina pra gente entender como que vai ser um pouquinho a nossa dinâmica conceitos e tipos de deficiências leis e normas relacionadas à acessibilidade tecnologia assistiva e o impacto do capacitismo na sociedade são alguns dos temas repassados na oficina acessibilidade e inclusão no setor público na escola da Assembleia acessibilidade ela é dividida em cinco categorias acessibilidade atitudinal que é você ter empatia conversar sobre o conteúdo pensar nas pessoas acessibilidade arquitetônica as barreiras físicas do ambiente acessibilidade comunicacional qual quais são os entraves e as barreiras que existem na comunicação acessibilidade instrumental que são os equipamentos utilizados os objetos tudo para promover acesso às pessoas com deficiência e acessibilidade metodológica Eu costumo dizer que a metodológica é como se fosse um checklist um dos módulos do curso levou as alunas a vivenciarem O que é viver um pouquinho dia a dia das pessoas deficientes elas puderam ter a compreensão real do que é viver no mundo sem acessibilidade muito difícil principalmente porque não temos os dois membros né os dois braços livres para poder nos apoiar de alguma forma e a cegueira realmente uma sensação muito difícil principalmente num ambiente quando não tem nenhuma acessibilidade como na rua nos degraus não tem nenhum nenhum ponto de apoio pra gente a oficina pretende com as práticas levar os participantes à reflexão sobre o respeito à diversidade no setor público a necessidade de ampliar esta acessibilidade e práticas de inclusão nestes espaços é importante conscientizar sobre a acessibilidade a inclusão das pessoas com deficiência e mobilidade reduzida e essa oficina ela auxilia também na formulação de políticas públicas eficazes para as pessoas com deficiência que foi que chamou mais a atenção da senhora que a sociedade não costuma reparar ou ou ou colocar em prática o número de pessoas com deficiência né sinceramente a gente não tem noção e também assim a a as quantid os tipos de deficiência que são vários tipos de deficiência que a sociedade não tem esse conhecimento Com certeza a discussão ela precisa est nos poderes legislativos precisa est no executivo e é por meio das oficinas das conversas das palestras de suma importância muito bem agora eu quero fazer uma pergunta me ajudem aí o que são Barreiras cada vez impedimentos impedimentos o que mais são considerados o que podem ser consideradas Barreiras tudo que impeça o cidadão de ter uma vida e um igualdade em igualdade de condições muito bem mas alguém quer contribuir com conceito de Barreiras O que são as barreiras ah ajuda gente vai ficar mais legal senão só eu fico falando falando falando tá bom a lei a a lei brasileira já ouviram falar na lbi lei brasileira de inclusão que também é conhecida como Estatuto da pessoa com deficiência ela resolveu essa questão para nós e apresentou o seguinte conceito de Barreiras qualquer entrave obstáculo atitude ou comportamento que limite ou impeça a participação social da pessoa bem como o gozo a fruição e o exercício de seus direitos à acessibilidade a liberdade de movimento de expressão a comunicação ao acesso à informação à compreensão à circulação com segurança entre outros classificadas em Barreiras urbanísticas O que são as barreiras urbanísticas são os entraves os obstáculos que existem da porta para fora o que a rua oferece de barreira por exemplo uma árvore no meio da calçada é uma barreira é um obstáculo as placas de de sinalização também são obstáculos e pasmem existem obstáculos que são naturais que não foram colocados pelo homem a faixa de areia por exemplo é um obstáculo é uma barreira natural que impede o acesso de pessoas em cadeira de rodas ao mar então é necessário uma adaptação Então tudo o que tá da porta para fora é considerado como barreira urbanística e da porta para dentro é considerado como barreira arquitetônica Quais são as barreiras arquitetônicas por exemplo esse balcão da imagem uma pessoa com baixa estatura não consegue ser atendida nesse tipo de balcão uma pessoa que tem deficiência física nos membros superiores tem dificuldade em tomar água em filtros neste modelo em em acionar o mecanismo de dispenser de copos nesse modelo então são Barreiras que a edificação que a instituição oferece também por exemplo pessoas obesas se não tiver um local adequado para sentar tem que ficar em pé o dia inteiro não só isso né assim fora o acesso de patamar de degrau tudo isso tem também as barreiras nos Transportes E aí não é só barreira no veículo de transporte e também nos sistemas de transporte por exemplo não é É só colocar uma plataforma elevatória em um ônibus que já está acessível não o sistema tem que tá acessível uma pessoa surda precisa fazer a consulta e conseguir saber se o ônibus vai chegar no horário certo se não vai da mesma maneira que uma pessoa sem deficiência no aeroporto por exemplo com frequência a gente sabe que as mudanças acontecem então é um é um é um portão de embarque que muda na hora do embarque é um voo que atrasa é um voo que é cancelado inesperadamente e no geral essas informações são transmitidas de que maneira em áudio e a pessoa surda fica lá no portão anterior perde o voo por quê Por falta de acesso porque são Barreiras no transporte também além de ser uma barreira comunicacional acaba sendo uma barreira no transporte proibição de do C Guia em carro de aplicativo barreira tamb bem no transporte estacionar na vaga que não é sua a vaga da pessoa com deficiência não é Nossa nem por um segundo não podemos por a gente vai ver que tem uma norma técnica que exemplifique e e fala como é que tem que ser essa vaga E por que que tem que ser assim a gente vai entender porque que não devemos parar nunca as barreiras na comunicação né Eh pessoa surda quando vai ao consultório médico como é que o médico chama a gente para entrar na sala pelo nome a pessoa eu tenho amigo surdo que ficaram lá o dia inteiro esperando ser chamado e foi chamado o médico passou adiante por faltou essa sensibilidade vocês sabiam que a comunidade surda poderia ter sido dizimada com a pandemia do covid-19 Claro professor não é só comunidade surda isso aconteceu com todo mundo mas com a comunidade surda foi por falta de falta de informação porque enquanto tava todo mundo se preocupando Olha tem que lavar a mão precisa distanciamento essas informações não chegaram pra comunidade surda não tiveram esse acesso se não fossem os intérpretes fazer uma mobilização voluntária para fazer a tradução do conteúdo comunidade se tivesse comunidade surda não teria sabido até hoje o que tinha acontecido e as barreiras atitudinais essa é uma imagem que tá no livro que todo mundo conhece são quatro conceitos que muitas vezes as pessoas se confundem usam como sinônimos Mas são coisas diferentes quando falamos de integração inclusão segregação e exclusão são palavras usadas recorrentes porém com significados distintos o que de fato é ser inclusivo e o que de fato é integrar o que é segregar e o que é excluir vamos lá para esse exemplo Vamos considerar eh grupo majoritário pessoas sem deficiência grupo minoritários pessoas com deficiência a exclusão acontece quando o grupo majoritário deixa de lado o grupo minoritário ou seja quando as pessoas com deficiência deixam as pessoas as quando as pessoas sem deficiência deixam as pessoas com deficiência de lado Nossa mas em 2024 isso acontece e muito Como assim você não propiciar o devido acesso às pessoas Você já está limitando a sua participação Você já está deixando de lado você já está excluindo as pessoas Nossa mas eu não tenho nada a ver com isso mas a gente precisa est atento a essas situações a gente vai ver que a nossa atitude é o primeiro passo para não excluir Tá bom então a exclusão é quando as pessoas com deficiência deixam de dar acesso à pessoas não as pessoas sem deficiência deixam de dar acesso às pessoas com deficiência e a segregação é o oposto é quando as pessoas com deficiência se isolam das demais mas isso acontece se alguém S consciência vai se isolar Acontece muito por quê de tanto a pessoa ter o acesso negado Ah eu vou participar de só lugar não posso Ah eu quero participar de um evento ah mas tem que levar a pessoa tem que ser tem que ser carregada no colo para ter o acesso ai o surdo não tem o intérprete Então as pessoas acabam deixando de participar dos os seus espaços que seriam espaços de direito isso é segregação quando as pessoas se isolam e inclusão e integração esse ainda é mais confundido o que é integrar e o que é incluir por exemplo eu coloco eu preciso fazer uma adaptação no meu ambiente para pessoa com cadeira de rodas para uma pessoa com bengalas ou muletas ser acesso porém a inclinação da rampa é quase uma parede está não a pessoa não consegue acessar com Independência e autonomia ela está integrada até foi pensado algo no ambiente mas não é eficaz de fato não existe inclusão a inclusão acontece quando a pessoa com ou sem deficiência consegue estar em igualdade de oportunidades e condições de maneira autônoma independente Isso é ser inclusivo quando você coloca faz adaptações e que a pessoa não tem essa autonomia nós estamos apenas integrando Estamos dando uma possibilidade pela metade a lei também fala das Barreiras tecnológicas Ninguém Vive Sem tecnologia hoje em dia e as pessoas com deficiência também não e às vezes em muitos casos a a tecnologia ela é acessibilidade quer ver um exemplo se a gente faz um pedido de uma plataforma de lanches e aí o pedido veio errado como é que vamos eh comprovar que esse pedido está equivocado a plataforma pede que você acesse e tire uma foto do pedido como é que uma pessoa com deficiência visual Tira uma foto de alguma coisa então olha só uma barreira na tecnologia outra quem aqui tem redes sociais todo mundo né as pessoas com deficiência também quantas pessoas com deficiência você segue n suas redes sociais quantas pessoas com cência te segue nas suas redes sociais por que isso acontece as fotos são importantes são muito importantes porque a gente tira uma foto quer postar é um Stories é um feed as imagens são importantes Olha só eu coloquei imagens no PowerPoint para não cansar para não ficar falando tempo inteiro então o conteúdo imagético é importante e as pessoas com deficiência visual como que elas têm acesso a isso porque elas utilizam as redes sociais embora vocês não sigam ninguém ou não são seguidas essa população está na mídia social e por meio de software leitores de tela o software lê texto não lê imagem então ele faz toda a leitura do texto e fala imagem Então a gente vai ver como é que faz para eliminar Essas barreiras muito bem então a lei apresentou as barreiras arquitetônicas urbanísticas atitudinais no transporte na comunicação e na tecnologia dia olha só quando eu fiz uma pergunta eu perguntei o que eram Barreiras me disseram que eram obstáculos e já estamos aqui há 15 minutos só falando das possibilidades de Barreiras existentes na sociedade e como podemos eliminar Essas barreiras Porque já já já sabemos aonde estão os possíveis entraves e como acabar com isso a lei brasileira de inclusão também deu essa solução por meio da acessibilidade que é a possibilidade e condição de alcance para a utilização com segurança e autonomia de espaços mobiliários equipamentos urbanos edificações Transportes informação e comunicação inclusive seus sistemas e tecnologias bem como de outros serviços e instalações abertos ao público de uso público ou privados de uso coletivo tanto na zona urbana como na zona rural por pessoa com deficiência ou mobilidade reduzida lindo esse texto né lindo porque ele é completo ele abrange tudo olha só de acordo com a lei brasileira de inclusão Não não pode existir um espaço que não seja acessível não pode existir um mobiliário que não seja acessível não pode ter uma mesa uma cadeira que não seja acessível para todos e não importa se você está na região metropolitana se você está na na zona rural se você está na roça não importa o acesso tem tem que ser concedido na sua integralidade a todas as pessoas uma lei federal mas antes dessa lei federal o conceito de acessibilidade ele já vinha sido estudado por quem pelo professor Romeu sassaki em 2002 o professor Romeu sassaki já pensava Nas questões da acessibilidade por quê quando fala-se em acessibilidade qual é a primeira coisa que vem na cabeça a rampa coloquei a rampa tá acessível a a rampa é uma das dimensões faz parte da acessibilidade mas não é acessibilidade a gente viu que é muito mais amplo esse conceito e o conceito de Barreiras proposto pela lei brasileira de inclusão ele veio a partir dos estudos do professor Romeo sassaki que ele dividiu a acessibilidade em atitudinal comunicacional arquitetônica instrumental e metodológica a cessibilidade arquitetônica engloba as barreiras arquitetônica e urbanísticas são os entraves existentes na rua e nas edificações estão relacionadas com as barreiras físicas que os ambientes oferecem a barreira comunicacional então a ausência de acessibilidade comunicacional o intérprete de libras audiodescrição e o Braile tudo isso para comunicação e acessibilidade instrumental Quais são os equipamentos utensílios utilizados para a promoção do acesso cadeira de rodas lupa e o intérprete de libras piso tátil mapa tátil tudo todo equipamento que é utilizado para promover acesso é é uma tecnologia assistiva e está categorizada como acessibilidade instrumental acessibilidade e atitudinal é você ter empatia você se colocar no lugar do outro e pensar nos possíveis entraves que possam limitar a participação de alguém por exemplo eu vou organizar um evento tem acesso pra pessoa com deficiência física ela consegue tem cadeira PR obeso tem intérprete de libras tem material em Braile ou em letra ampliada e tem a pessoa consegue chegar sozinha com autonomia Então você se preocupar com essas questões Você já está praticando acessibilidade atitudinal você se colocar no lugar do outro e a metodológica Eu costumo dizer que é o checklist se na atitudinal você se preocupa se coloca no lugar do outro na metodológica você se prepara você adapta aos espaços mas você não é só colocar a rampa com uma inclinação de parede Tá certo tá acessível não você precisa revisitar as suas adaptações para verificar se de fato elas estão fazendo o que se propuseram a fazer se de fato estão promovendo o acesso às pessoas com deficiência e ou mobilidade reduzida que é o próximo tópico não é o próximo ainda é daqui a pouco então de quem nós estamos falando porque a gente falou de Barreiras então vimos detalhadamente como que a lei brasileira trabalha a questão das Barreiras compreendemos O que é acessibilidade vimos dois conceitos né propostos Por Romeo sasac e também na lei brasileira de inclusão mas para quem é acessibilidade para uma parcela de para uma bagatela de 18,6 milhões de pessoas com deficiência segundo o senso do IBGE de 2022 Então veja eu eu disse mais cedo que eu eu colocaria nesse exemplo grupo majoritário pessoas sem deficiência grupo minoritários pessoas com deficiência mas olha só um grupo minoritário de 18,6 milhões de pessoas não é tão minoritário assim não é uma bagatela é uma parcela significativa da sociedade então são 18,6 milhões de pessoas que precisam de recursos de acessibilidade diariamente não não podemos ignorar este fato não podemos deixar 18,6 milhões de pessoas para trás ou impossibilitar o acesso dessas pessoas mas a gente viu também Não antes eu tô acelerado hoje mas eu quero fazer mais uma pergunta a pessoa nasce eu não sei se vocês perceberam até agora mas eu tenho TDH Eu também sou inclusão então às vezes eu tô falando me perco no caminho às vezes eu falo muito rápido se eu tiver acelerado demais vocês me sinalizem que eu tento diminuir temporariamente depois volta aí a gente vai nesse jogo até o final do dia mas tá bom a pessoa nasce com algum tipo de deficiência ou ela adquire essa deficiência ao longo da vida como é que chegou nesse número de 18,6 milhões de pessoas e aí as duas possibilidades ela nasce como que acontece exato a deficiência ela pode acontecer na vida da pessoa em três estágios pré-natal Perinatal e pós-natal pré-natal é o que acontece com a mãe durante a gestação então a mãe teve alguma doença cachumba meningite e Toxoplasma rubéola citom Gal vírus DST a mãe teve algum trauma algum susto o uso de entorpecentes enfim o que acontece com a mãe durante a gestação pode interferir e a criança nascer com qualquer tipo de deficiência deficiência múltipla inclusive anomalias Perinatal é o que acontece durante o parto um parto muito rápido um parto muito demorado anóxia cerebral que é falta de oxigenação no cérebro após o parto uso inadequado de forceps também causa é um dos maiores causadores de deficiências Então o que acontece no parto também pode acometer a deficiência e o pós-natal é o que acontece com o sujeito ao longo da vida tem humidade específica ao longo da vida pode ser uma criança que com horas de nascido e pode ser um idoso com 107 anos de idade todos nós aqui neste plenário estamos suscetíveis a adquirir alguma deficiência algum dia não estamos imunes ou isent dessa possibilidade como doença cachumba miningite rubéola acidentes fatalidades enfim diversos motivos causam a deficiência para chegar nesse número de 18,6 milhões de pessoas com deficiência Tá bom então nós compreendemos O que são as barreiras o conselho de acessibilidade Vimos um Panorama da da quantidade de pessoas com deficiência no nosso país como é que acce deficiência mas como é que eu tenho que me referir Qual é a terminologia correta como é que eu tenho que escrever como é que eu tenho que falar como é que eu tenho que me referir a essa parcela significativa da sociedade Vamos fazer uma enquete vocês levantem a mão pra gente contabilizar me ajudem aí ó quem acha que é pessoa portadora de deficiência levanta a mão duas dois votos quem acha que é pessoa com deficiência levanta a mão é vamos eu não contei mas foi bastante Quem acha que são pessoas com necessidades especiais quatro cinco pessoas quem acha que é [Música] especial e quem acha que é deficiente Então vamos eliminar primeiro especial que ninguém votou de fato está incorreto chamar uma pessoa que tem deficiência de especial por qu vou fazer uma pergunta e vocês me levantem a mão com sinceridade quem aqui neste Plenário é especial todo mundo né liga pra minha mãe agora e pergunta se eu não sou especial para ela ela vai falar que eu sou demais ela pega ele no colo põe na caixinha Cuida dele porque eu sou especial para ela então ser especial não significa que tem alguma limitação alguma deficiência então não devemos chamar uma pessoa com deficiência de especial A não ser que de fato ela seja especial para você aí você tá liberado mas não para mas não para associar o o adjetivo especial à deficiência o pró pessoa com necessidades especiais eu não posso falar nem que é especial nem que ela tem uma necessidade especial não não pode quer ver ó eu moro em Santana de Parnaíba para quem não conhece é uma região montanhosa eu tenho o carro 1.0 para quem sabe não é o casamento ideal um carro 1.0 para uma região montanhosa porque eu fico na mão eu tenho uma necessidade especial de ter um 4x qu alguém tem alguma coisa a ver com isso mas sou eu que sofro todo dia para chegar em casa então assim até eu resolver isso é a minha necessidade especial ano que vem se eu não tivesse 4 por4 então assim também não é ter a deficiência não é ter uma necessidade especial porque é algo relativo Todos nós temos necessidades e as nossas necessidades são especiais para nós então não contemplo o fato de ter uma deficiência ai um minutinho por favor que eu sou funcionário público e deu hora de bater o ponto é verdade e eu b e se eu atrasar um minuto eu tenho que justificar vocês sabem essa vida como é né Tá trabalhando desde as se Desde as seis É mas tá É porque eu bato Depois às 19 mas tá batido resolvido Fechou então tá bom pessoas com necessidades deficiente então se eu não posso falar que é uma pessoa especial que tem uma necessidade especial Vamos às vias de fato deficiente pode não pode por qu quando a gente fala que a pessoa é deficiente há uma Associação à incapacidade então ter deficiência não significa que a pessoa é incapaz a deficiência é apenas uma característica Então olha só a pessoa não é incapaz lembra que eu disse que existem Barreiras que o ambiente oferecem Barreiras para as pessoas então se nós eliminarmos as barreiras a pessoa com deficiência não terá nenhuma limitação e não será incapaz ela conseguirá ela estará em igualdade de oportunidades e condições então ela não é deficiente o ambiente não está preparado para ela então no caso o ambiente é quem está deficiente é o ambiente e não a pessoa então não está correto falar deficiente Eu tenho um amigo deficiente o vizinho deficiente chegou a munícipe deficiente está incorreto e pessoa portadora com deficiência também tá errado eu estou portando passador eu já não estou mais portando passador a pessoa com deficiência não tem a possibilidade de deixar a deficiência de lado ela pode portar uma bengala portar uma muleta mas não portar a deficiência imagina só a pessoa né ai foi cego o dia inteiro andou com cão guia bateu a cabeça e Bengala não sei o qu quando chegou em casa agora eu vou ver o meu capítulo novo da série que S na Netflix Dá licença que eu cansei não dá para fazer isso então não existe essa possibilidade por isso o termo portador está inadequado restando apenas pessoa com deficiência que é o termo correto adequado ideal que deve ser utilizado e difundido pode usar também pcd a sigla mas a gente vê com frequência que a mídia ela erra a mídia fala portador de deficiência pessoa com necessidades especiais se vocês repararem no vídeo que eu mostrei da entrevista da oficina a jornalista falou o deficiente agora deixa eu falar para vocês que essa fala dela me eh me rendeu um convite eu fui pro Rio Grande do Norte fiquei na Assembleia dando curso e aí quando eu vou fizeram a matéria quando terminou a matéria veio o deficiente eu falei gente não prestaram atenção no que eu falei daí eu mandei e-mail falei olha o pessoal da comunicação da TV não participou da oficina falou errado e eu voltei fiquei mais 20 dias lá eu achei maravilhoso isso daí então ó de lado a gente tô brincando mas aí a gente arrou na próxima vai sair certinho e é pessoa com deficiência desde quando desde 2009 olha quanto tempo e foi assinado 193 países assinaram um protocolo facultativo em Nova York e na ONU pela ONU dizendo que a terminologia correta a partir de 2009 é pessoa com deficiência então a mídia está desatualizada não se a gente V pessoa deficiente eh alejadinho enfim está errado nós podemos corrigir falar ó o correto é pessoa com deficiência está ratificado desde 2009 pela convenção da ONU Então temos aí onde eh matar cobra e mostrar o pau tá bom aí falamos agora sim chegou onde eu quero falar faz tempo da acessibilidade que a acessibilidade ela não é só para pessoas com deficiência e também como pessoas com mobilidade reduzida a gente viu no texto apresentado e qual é a diferença de uma pessoa com deficiência e uma pessoa com mobilidade reduzida não é tudo a mesma coisa não a pessoa pode ter deficiência e não ter a mobilidade reduzida e pode ter a mobilidade reduzida e não ter deficiência olha só o que é cada um considera-se pessoa com deficiência aquela que tem impedimento de longo prazo de natureza física mental intelectual ou sensorial o qual em interação com uma ou mais Barreiras pode obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdade de condições com demais pessoas Então olha só que a que a limitação de natureza física mental intelectual sensorial junto com a barreira do ambiente cause o impedimento e a pessoa com mobilidade i é de natureza eh impedimento de longo prazo permanente pessoa com mobilidade reduzida é aquela que tenha por qualquer motivo dificuldade de movimentação permanente ou temporária gerando redução efetiva da mobilidade da flexibilidade da coordenação motora ou da percepção incluindo a pessoa idosa gestante lactante pessoa com criança de colo e obeso Então olha a nossa oficina aqui nós pararmos o nosso tempo para discutir as questões de acessibilidade não é só ter empatia com o outro não é só pensar a e si não é pensar na gente nós podemos ter a nossa mobilidade reduzida a gente pode quebrar a perna nós ficaremos temos velhos a gente sabe que quando a gente fica idoso os nossos órgãos e sentidos começam a funcionar com um pouquinho mais de dificuldade a gente escuta com dificuldade a gente enxerga um pouco menos a gente caminha mais devagar a gente tem dificuldade para alcançar as coisas altas Então olha acessibilidade não é só pra pessoa com deficiência pra pessoa com mobilidade reduzida e para nós também para todo mundo tô muito bem então vamos agora falar um pouquinho das deficiências vou trabalhar hoje a nossa oficina ela ela foi um pouco reduzida então eu trabalharei hoje deficiência física visual auditiva e surdo cegueira por quê Porque são os conceitos de Barreiras e algumas questões de acessibilidade e é importante não trabalhar tudo também porque a Nell me convida para voltar né Nell porque se eu venho falo tudo de uma vez só como é que eu volto tem que tem que falar assim ah chama ele de novo né tem que fazer um merchan então muito bem o que é a deficiência física são diferentes condições motor que acometem as pessoas comprometendo a mobilidade a coordenação motora geral e Opa e fala as causas São lesões neurológicas neuromusculares ortopédicas mas formações congênitas ou adquiridas quando fala em deficiência física no geral a gente pensa em quem No cadeirante então deficiência física para mim já associa direto a cadeira de roda e aí a gente sabendo disso tem dois conceitos que são mais difundidos que é o parlés ah parlés a pessoa não mexe da cintura para baixo e o [Música] tetraploid vão mudar de acordo com o tipo de deficiência que tem por exemplo a paraplegia é a perda total da dos membros inferiores e a paraparesia é a perda parcial dos membros superiores do da função dos membros superiores então por exemplo Às vezes a gente vê uma pessoa em cadeira de roda que ela consegue levantar que ela consegue dar pequenos passos que ela consegue se transferir de um ambiente pro outro caminhando aí a senhora fala assim Hum tá certo isso não hein tem golpe aí na verdade tem diferença reparem que o sufixo plegia ele vai indicar que é a perda total das funções e o sufixo paresia ele vai indicar que é a perda parcial das funções então paraplégico tem a perda total das funções dos membros inferiores e monoplegia a monoplegia é a perda de da função de apenas um membro seja ele superior ou inferior Mas você perdeu a função de um membro e a monoparesia é a perda parcial da função de apenas um membro tetraplegia a pessoa perdeu as funções do pescoço para baixo e tetraparesia ela perdeu as funções parciais hemiplegia a pessoa perdeu a função do Hemisfério inteiro ou o lado direito não funciona ou o lado esquerdo não funciona e m paresia ela teve a perda parcial existem pessoas também que tiveram seus membros amputados quais membros diversos pode ser um dedo pode ser uma falange do dedo pode ser um dedo inteiro pode ser um braço pode ser um pedaço enfim tem diversas partes do corpo que podem sofrer o amputamento pessoas com baixa estatura pessoas os anão são consideradas as pessoas que na média da sociedade tem altura inferior a 1,50 de altura se já ouviram falar em desenho Universal desenho Universal é um conceito da arquitetura que começou a ser implantado em 97 no final de século passado o que é o desenho Universal quando uma edificação é projetada Não somente uma edificação como com relação ao mobiliário com tudo que a compõe é projetada de modo a oferecer acesso a todas as pessoas de maneira que não necessite de adaptações ou seja uma pessoa com 2 m de altura com Consegue ter a mesma aplicação Consegue ter a mesma usabilidade de uma criança de uma pessoa em cadeira de rodas de uma pessoa de baixa estatura de uma pessoa surda de uma pessoa com deficiência visual o ambiente é feito de modo que não necessitem de adaptações e a lei brasileira de inclusão ela apresenta o conceito do desenho Universal e os seus sete princípios que são que é a concepção de programa de produtos ambientes programas e serviços a serem usados por todas as pessoas sem necessidade de adaptação ou de projeto específico incluindo os recursos de tecnologia assistiva o uso tem que ser equitativo propiciar o mesmo significado de uso para todos eliminar uma possível segregação e estigmação promover o uso com privacidade segurança e conforto sem deixar de ser um ambiente atraente ao usuário então na imagem a gente percebe uma pessoa em cadeira de rodas acessando o transporte público pelo mesmo lugar que todas as pessoas pelo mesmo tipo de catraca pelo mesmo ambiente não existe uma entrada específica os obesos por aqui pessoas com deficiência visual sem deficiência por aqui todo mundo vai usar o mesmo ambiente para acesso uso tem que ser flexível também diferentes maneiras de uso tem que possibilitar o uso para destros e canhotos facilitar a precisão e a destreza do usuário possibilitar o uso de pessoas com diferentes tempos de reação e e estímulo Então olha só na imagem a gente vê uma Cuba que ela é flexível pessoas em pé flexionam para cima pessoas em cadeira de roda inclinam a Cuba ambas conseguem higienizar as mãos no mesmo ambiente e fazer o que se propuseram a fazer o uso tem que ser simples e intuitivo tem que ser de fácil compreensão dispensando para tal experiência conhecimento habilidades linguísticas ou grande nível de concentração por parte das pessoas então por exemplo assim como é que eu faço para acessar a presidência siga as placas uma pessoa analfabeta como é que ela segue as placas então o pessoas com deficiência intelectual então a gente coloca faixas no chão para ajudar as pessoas n a a o uso perceptivo as informações devem se apresentar em diferentes modos visuais verbais e táteis legibilidade da informação maximizada para pessoas com diferentes habilidades C os analfabetos entre outros e tem que ter tolerância ao erro também agrupar elementos que apresentem risco isolado e risco isolando eliminando e empregar avisos de risco ou fornecer opções de Minimizar as falhas evitar ações inconsistentes então nas portas de vidro tem que ter aquela faixa para dizer olha há um possível perigo iminente aqui tem que ser de baixo esforço físico o corpo tem que estar em posição neutra usar a força de operação razoável Minimizar ações Rep repetidas minimizar a sustentação de esforço físico a gente vai ver também que essa questão de abertura de portas ela está prevista na acessibilidade como é que tem que ser uma porta Qual é a largura ideal a porta abre para fora ela abre para dentro como é que tem que ser a massanet todas essas questões já foram pensadas trabalhadas e legisladas dimensão e espaço para aproximação e uso o alcance tem que ser confortável para usuários sentados em pé acomodar variações mãos empunhadura implantar espaços adequados para uso de tecnologias assistivas e seus assistentes então Ou seja a pessoa em cadeira de roda quando vem num plenário ela tem que ter o espaço reservado para ela e um acompanhante não podemos deixar a pessoa ah a pessoa cadeira de roda Senta aqui o acompanhante não sei se vira procura um lugar Então temos que pensar nessas possibilidades também muito bem então assim rapidamente o que é o desenho Universal quando o projeto é pensado de modo a dar acesso a todos sem necessidade de adaptação é o mundo ideal não é mas é o Real tá longe né alguém aqui conhece uma edificação que é 100% acessível que não precisa de adaptação eu conheço modelos para estudo de caso agora de fato na vida no dia a dia não tem e como é que faz nesse caso já que o prédio não foi pensado e a lei brasileira de inclusão fala que tem que promover o acesso dependente se o prédio é público privado de uso público de uso coletivo na zona rural Urbana que que eu tenho que fazer aí a gente adapta o que não pode é dar a desculpa ah a pessoa não vai vir aqui porque eu não tenho como receber a pessoa essa informação nós não podemos jamais dar a gente nunca pode falar que não vai receber alguém porque não temos condição de receber alguém ainda mais num órgão público temos que adaptar Eu não eu acho que eu não comentei ainda a câmara de pvi ela é uma câmara 100% acessível ela está acessível para todas as pessoas lindo maravilhoso né como é que eu consegui essa proesa não não fui eu quando eu quando eu entrei lá já estava nesse processo o Ministério Público foi lá porque os munícipes começaram a reclamar que não era um lugar acessível o mp foi lá e falou tem que adaptar vocês têm um ano para fazer isso gastamos 1,5 milhão e deixamos e tornamos o prédio 100% acessível trocamos tudo mobiliários mesa ai o Esse armário Aqui está impossibilitando a pessoa em cadeira de roda fazer o giro de 360º doua pra prefeitura o que não pode a pessoa ficar impossibilitada de fazer o giro 360º e da onde que vieram essas informações que tem que que a pessoa tem que fazer esse giro 360º onde é que eu acho as referências Qual é a norma que estabelece os critérios básicos para acessibilidade arquitetônica é o terror dos Arquitetos os engenheiros NBR 9050 e ela apresenta Esses são alguns conceitos que estão previstos na bnr NBR 950 as dimensões referenciais para deslocamento Qual é o tamanho mínimo que eu preciso para uma pessoa em cadeira de rodas caminhar para uma pessoa com Bengala para uma pessoa com moletas para uma pessoa com andadores tudo isso está especificado na NBR 950 então aqui ó tem todas as as dimensões como é que é uma cadeira de rodas aberta uma cadeira de rodas fechada a inclinação como é que tem que ser o corredor vocês sabiam que a lei a lei não NBR Ela diz que o corredor tem que ser de de 1,20 m a 1,5 M mas em instituições públicas a largura mínima que o corredor tem que ter é de 1,50 m Meu Deus a minha câmara não tem 1,50 m que eu faço quebra a parede tem que fazer não tem a a a NBR é Clara e temos que adaptar a edificação então aqui ó as áreas para manobra da cadeira de roda as áreas para aproximação todas essas questões técnicas estão previstas na NBR a faixa de alcance vocês sabiam que interruptores dispositivos para para comando de janela trincos não podem estar acima de 1,20 m o máximo 1 1,40 m por quê pela faixa de alcance confortável e tem dois tipos de Alcance o alcance manual para a pessoa em pé e o alcance manual para a pessoa sentada Então sempre que formos organizar o nosso ambiente físico precisamos pensar uma pessoa em cadeira de rodas consegue ter esse acesso na câmara de tapevi nós temos um museu de arte todas as obras foram colocadas com o a sua base A 1,20 M do chão para que a pessoa com deficiência visual para que a pessoa em cadeira de roda consiga ter o alcance de visão se você coloca muito alto ela acaba perdendo e não par não tendo a mesma experiência como as pessoas em pé Então as dimensões para pessoa em cadeira de roda aqui é a lista do que cada coisa tem que tá Qual é a altura máxima que pode ter um um interruptor Qual é a altura que tem que tá uma tomada Qual é a altura do dispositivo de janela Qual é a altura do alarme todas essas questões estão previstas na NBR 9050 só isso não como que nós acessamos como é que tem que ser a calçada tem faixa de passeio tem faixa livre tem faixa de serviço a calçada está dividida em três faixa livre tem que ser no mínimo de 1,20 m livre de obstáculos não pode ter obstáculo se eu tiver um obstáculo tenho que demarcar com piso tátil de alerta que vamos ver como é que funciona se eu tiver obstáculo suspenso também a a a até o 2 M10 tenho que colocar um piso tático de alerta acima de 2 2,10 M não precisa Então as calçadas devem possuir faixa livre de obstáculos rebaixamento nas calçadas devem atender a inclinação de 8,33 Então olha até a o percentual de inclinação está previsto as rampas não devem ter mais que 8,33 por. nossa mas é difícil para medir né tem que ter a trena tem que ter a régua tem que ter o nível tem aplicativo também que facilita isso na nossa vida hoje em dia você pega o aplicativo lá pá ol inclinação de se rampar aí tá errado a superfície da calçada tem que ser firme regular tem que tá estável antiderrapante sinalização semafórica vocês sabiam além da faixa do botãozinho estar de 1,20 a 1,40 além de ter o visual tem que ter o sonoro Vocês já viram o semáforo com alarme sonoro faz pi pi pi pi pi pi existe e é acessibilidade para pessoas com deficiência visual quando tá o pi PIP pi Ela sabe que ela pode atravessar se não tem pipipi ela tem que esperar parar o movimento do carro e ainda assim é arriscado por uma rua que não tem movimento como é que sabe se está aberto e está fechado e carro elétrico como é que faz então a a a NBR ela prevê que o semáforo tem que estar em dois vou o princípio de dois sentidos a informação tem que ser visual auditivo no mínimo em Du em duas dos dois e tátil são as três tipos de informação visual tátil e auditivo a a a a lei brasileira de inclusão e a NBR 950 estabelecem que as informações têm que ser prestadas no mínimo dois que são o princípio dos dois sentidos no mínimo no mínimo dois dessas três ou visual e tátil ou eh visual e e sonora mas tem que tá claro estacionamento para pessoa com deficiência Essa daí é uma briga inclusive na minha câmara que é 100% acessível viu Santo de casa não faz milagre Vira e Mexe eu tô entrando em brigas lá na Câmara com o vereador com o munícipe porque tá na vaga errada eu vou falar o quê se eu como é que eu posso olhar uma pessoa que não está com com o carro identificado na vaga lá e aí a lei a qual qual qual é o percentual pessoas vaga para pessoas com deficiência 2% do valor total vaga para idosos 5% do valor total posso unificar as duas vagas Não não pode são duas vagas separadas pessoa com deficiência é uma vaga pessoa idosa é outra vaga as vagas devem estar no mínimo a 50 m do acesso da edificação não pode est tão distante assim e por E você já repararam que a vaga ela tem esse essa essa faixa amarela não é à toa as pessoas em cadeira de roda precisam abrir a porta inteira para poder sair ou acessar o seu veículo nós conseguimos Abrir só o espacinho pra gente sair por isso que paramos o carro em vagas convencionais se utilizarmos uma vaga de pessoa com deficiência e ela for usar ela não consegue acessar outra não é só pela questão da proximidade da porta de entrada mas também que ela precisa ter esse espaço que é de 1,20 M O que a lei permite também é que você pode colocar esse espaço entre duas vagas pode colocar vaga aqui vaga aqui E esse espaço em comum para as duas isso é liberado eh além da sinalização o eh precisa ter a marca no chão de que é uma vaga para pessoa com deficiência e uma pessoa ou uma pessoa idosa e precisa também ter uma placa vertical de até 1,40 informando que é uma vaga destinada a pessoas com deficiência eh o acesso de fato a instituição né as portas principais devem ter largura mínima de 80 cm as maçanetas devem ser do tipo alavanca maçaneta tipo Bola Ela está inadequada de acordo com a norma porque as pessoas que TM eh dificuldade na coordenação motora fina não conseguem segurar e fazer o movimento por isso precisa ser tanto maçaneta de porta como registros pia de banheiro tudo tem que ser tipo alavanca as entradas não devem ter degraus e Se tiverem devem estar sinalizados o acesso vertical à instituição para ser considerado acessível tem que ser apresentado no mínimo duas possibilidades eu não posso ter apenas uma escada eu preciso ter uma escada e uma rampa ou eu preciso ter uma escada e um elevador ou uma plataforma elevatória vocês sabem a diferença de elevador e plataforma elevatória o elevador a gente sabe que é comum a plataforma elevatória ela ela é quando não foi pensado esse eh o o acesso de pessoas com deficiência instala para promover o acesso e ela não tem se for até 2,10 M ela pode ser aberta ela não precisa ser fechada acima de de 2,10 M até 4,10 m de altura ela tem que estar numa caixa enclausurada acima de 4,10 m de altura elevador então e aí você precisa apresentar no mínimo dois tipos de acesso à instituição e se eu tivesse só um degrau preca por uma rampa e esse degral tem que tá ele tem que tá identificado com PIS estado de alerta e com corrimão as rampas devem ter inclinação máxima de 8,33 largura mínima de 1,20 em órgão público 1,5 M corre mãos Em ambos os lados e duas alturas deve ter uma altura de 92 cm e 70 cm já rep pararam que corrimãos tem duas alturas E isso não é frescura é acessibilidade e tem a o tamanho correto 70 e 92 se não estiver nesse tamanho está inadequado de acordo com a norma além das duas alturas o corrimão também ele deve ter um prolongamento de 30 cm ele não deve finalizar junto com a escada tem que ter uma área de 30 cm da circulação a além do do corremão de duas alturas nas suas duas extremidades precisa ter uma placa briley comunicando Qual é o pavimento em cima aqui ó na na nos dois lados precisa ter uma placa Ah já chegou obrigado viu vão receber daí eh tem que ter uma placa BR antigamente na placa brile era escrito início e fim hoje em dia já não não é mais início e fim você informa qual é o pavimento terre o primeiro andar de não sei o qu sempre indicando Qual é o pavimento as rampas de altura superior a 19 m devem possuir em guarda-corpos com altura de 1 m uma questão interessantíssima capachos forrações carpetes tapetes similares devem ser fixos não podem apresentar dobras ondulações tampouco obstruem passagens tapete é uma coisa assim que a norma fala que até Pode mas tem que ser um tapete muito específico tem que ter a borda emborrachada não pode apresentar Dobra a gente sabe que tapete é um problema Eu geralmente indico não utilizar a não utilização de tapetes principalmente se for em órgãos públicos agora quando é carpetes e forrações que não há possibilidade tem que ter o cuidado de sempre estar em perfeitas condições de modo que não obstruam a passagem na circulação horizontal né a gente viu que os corredores eh tem que ter uma me no máx no mínimo a sinalização tátil no piso a gente eu vou falar adiante da diferença dos Pisos táteis Então vamos segurar essa informação mas vocês sabiam que todas as portas de todas as portas de acesso Independente se a pessoa entra ou não se é de uso privado ou não todas as portas de acesso devem estar sinalizadas com a placa em alto relevo e Braile na altura de 1,20 m no máximo 1 40 no lado direito da porta Obrigatoriamente para que o ambiente seja considerado acessível portas internas também devem ter no mínimo 80 cm eh é 80 cm maçanetas tipo alavanca janelas devem ser posicionadas de forma a serem acessíveis a pessoas em pé ou sentadas Então as janelas temos que pensar nas pessoas em cadeira de rodas quando temos janelas tanto para o alcance para que a pessoa em cadeira de rodas consiga abrir e fechar a janela quanto que uma pessoa com deficiência em uma pessoa em cadeira de rodas tenha o acesso visual à vista que foi proposta eh outra coisa importante também na escada os espelhos devem ser fechados não pode ter espelho vazado Ah mas e aí eu tenho eu tenho um rol maravilhoso na minha entrada que o espelho é vazado tal existe a possibilidade de manter mas você precisa ter uma rota acessível na Instituição o geral é que todas as rotas sejam acessíveis mas existem possibilidades sanitários pelo menos um pavimento de edificação tem que ter um sanitário acessível para pessoas com deficiência o banheiro para pessoa com deficiência não pode estar dentro do banheiro para pessoas sem deficiência eu não posso ter um grande banheiro e com com quatro cabines e eu faço um box exclusivo para a pessoa com deficiência não pode tem que ser banheiro com acesso independente para a pessoa com deficiência no mínimo um por andar E aí pode ser um sexo masculino ou feminino e aí se não tiver a possibilidade pode ser unissex mas tendo um por andar vai ser o masculino ou feminino se não tiver possibilidade de ter masculino e feminino em cada andar tem aí a o tamanho mínimo né Eh com as dimensões mínimas de 1,50 m por 1,70 m precisa ter as áreas de aproximação a porta do banheiro acessível ela Obrigatoriamente vai sempre abrir para fora nunca para dentro porque em caso de algum acidente se a pessoa cair não consigo empurrar a porta então preciso a porta sempre para fora Obrigatoriamente tem que ter um alarme próximo à bacia sanitária e o o barulho do alarme para fora para que se a pessoa tiver alguma necessidade pelo alarme possa pedir ajuda tem que ter as barras fixadoras na pia e também no banheiro e o tamanho a sinalização né disz que importas pavimentos degraus tem que ter placa de sinalização contexto bril contraste visual e os alarmes sonoros também mobiliário lá em tapevi em todos os departamentos nós temos ao menos uma mesa que é possível o atendimento à pessoa em cadeira de rodas Como assim tem que ter uma mesa específica exato esse tipo de mesa não serve precisa ter um prolongamento de 50 eh aqui não tá mostrando tanto porque é o que tá tá entrando mas vamos ver no próximo no próximo aqui num balcão de atendimento numa mesa para atendimento precisa ter um prolongamento de 30 cm na frente para que a pessoa em cadeira de roda consiga encaixar as pernas embaixo da mesa como todo mundo porque se a gente não tem essa possibilidade fica muito distante Então as mesas devem ter um prolongamento de 30 cm devem ter funcionários capacitados para atendimento em Libras brile Nossa mas como é que eu vou ter um funcionário na recepção hoje em dia existem softwares que fazem tradução de libras que não são muito bons e existem centrais de libras também com profissionais tradutores intérpretes de libras que é o mais adequado para você disponibilizar deixa na recepção no gabinete dos vereadores então fica um tablet chegou uma pessoa surda ela vai ter acesso por intermédio da central eh elevadores devem ter botão em Braile sinal visual e sonoro Então tem que tem que ter além de informar o andar tem que falar primeiro andar portas abrindo portas fechando isso é acessibilidade quer ver uma outra questão de acessibilidade também o espelho do elevador ele não foi feito só pra gente ver se estamos bonitos se a maquiagem tá em ordem se o cabelo tá arrumado a princípio o espelho do elevador é um recurso de acessibilidade lembra que eu disse que tem que ter um a a cadeira de roda internamente tem que conseguir fazer o giro de de 360º como é que ela faz isso no elevador não tem a possibilidade imagina sai todo mundo vou virar a cadeira ela não faz isso então o espelho é para Que ela possa se balizar ver para onde que ela vai entrar de frente e sair de ré Então se no se no elevador se o elevador estivesse sem espelho tá errado corre lá e fala ó tem que pôr aqui que tá meio acessível Nossa instituição hein essa aqui é uma imagem bacana que ela fala sobre ela elucida a diferença do desenho Universal e do adaptado por exemplo aqui na na na segunda imagem Os telefones foram projetados de modo que todas as pessoas consigam utilizá-lo da mesma maneira sem necessidade de alguma adaptação então tem até um espaço para fazer anotação tal o segundo o exemplo o outro exemplo os os telefones estavam a uma altura inacessível fizeram o abaixamento de apenas uma unidade então tem uma unidade acessível para todos e outras não e o Demais todos alguma dúvida alguma pergunta alguma contribuição além quer ninguém falar nada só eu falo toma magro então pra gente mudar de assunto um pouquinho noção local pode usado n quando chega falar né Que trabalho na escola e a gente tem asos né e a comunicação é eu queria saber esse Car esse impulso é possível para nó muito possível inclusive e em tapevi eu tenho tentado implementar isso nas escolas e nas no na na rede de saúde não consegui ainda porque eu tô não tô no executivo né já é demais né já quero mandar lá também mas sempre que eu tenho a possibilidade eu falo Ei né Tem uma boa relação com com prefeito com então a gente tá sempre falando é super possível e é muito bom e é e é uma e é uma possibilidade mais barata porque você deixar o interprete Full Time na Instituição há um custo agora você você usa ondemand chegou lá aciona interprete então o contrato é feito por horas dependendo da sua Ah minha instituição ela vai usar 20 horas por ano é pouco eu tenho pouco atendimento para surdos preciso de um tablet só fica à disposição tem instituição tem empresa privada também que tem pra o tempo inteiro então tem vários que o surdo não usa nem o tablet que ele acessa direto pelo celular dele de tanto que precisa ter o acesso então então de acordo com com o tamanho e a necessidade vai mudando o preço e é uma das questões das melhores questões depois me mandou um WhatsApp eu posso te mandar alguns editais que a gente vê isso daí também eu vou falar disso mais adiante pesso qual que é correta porque para poderar comilidade existe NBR 9050 8,33 Por que é mais ou menos isso aqui e e e outra co E além disso tem a distância também a se a rampa eh ou escada tiver mais de 3,20 m Obrigatoriamente você precisa criar um patamar para descanso de 1,20 m para depois continuar a rama e tem além da inclinação tem a largura também E além disso você precisa sinalizar o final da rampa com piso táo de alerta e o começo da rampa e colocar as sinalizações em Braile então a NBR tá toda redondinha já a deficiência visual é uma categoria que inclui pessoas cegas e pessoas com visão reduzida que não pode ser corrigido com tratamento cirúrgico Clínico ou com lentes é uma dúvida que geralmente pessoal tem eu uso óculos eu estou enquadrado na categoria de pessoas com deficiência visual não se você usa óculos você não está por quê a deficiência acontece quando não há possibilidade de correção por óculos ou cirurgias Então se usa óculos não está enquadrado na deficiência visual Você tem uma dificuldade e como é que funciona quais são os tipos de cegueira ela pode acontecer nas estruturas transparentes do olho que é o caso da das cataratas e da opacidade da córnea na retina como a degeneração macular e retinose pigmentária no nervo ótico como glaucoma ou diabetes no cérebro que tem diversas causas congênitas adquiridas fatalidades enfim ou nasceu que nós já falamos anteriormente e como é mensurada a acuidade visual todo mundo conhece essa tabela a tabela de nellen a gente quando estávamos no ensino fundamental tinha isso na escola o o psicot técnico do Detran também a gente passou por isso e ela é importantíssima de acordo com essa tabela é dada a é distinguida visão normal próxima ao normal e baixa visão moderada baixa visão profunda próxima a cegueira e cegueira Total Tá bom então tem pessoas cegas e com deficiência visual essas pessoas caminham sozinhas na rua assim essas pessoas têm essa possibilidade uma pessoa com deficiência visual uma pessoa ca ela sempre tem que estar acompanhada E aí Vocês já viram algum se andando sozinho na rua Ah então tá bom então é possível que a pessoa tenha a sua independência autonomia preservada e garantida exato e como é que isso acontece a pessoa tem três possibilidades de caminhar sozinha ou ela usa o corpo como referência que não é o mais adequado a não ser que ela esteja na sua casa e tem o conhecimento geoespacial ela pode usar uma bengala e pode usar um cão guia certo certo é um dom a pessoa que tem a deficiência visual automaticamente ela já sabe andar com kangui ela já sabe andar com Bengala não as pessoas com deficiência visual as pessoas cegas elas passam por treinamento de orientação e mobilidade a partir daí ela consegue ter uma vida independente e autônoma são são técnicas de fato ela aprende a andar sozinho ela aprende se localizar eh cão guia é uma questão interessantíssima por Tem muita gente que tem faniquito quando vê um cão guia Nossa parece que nunca vi um cachorro na vida ai que lindo não pode se você vê um com guia deixa ele lá ainda mais se ele estiver com a guia porque ele está trabalhando se você distrair você pode causar um acidente grave então assim não mexa agora assim ai eu não consigo me segurar aí você fala com o dono fala assim posso acencial o seu C guia se a pessoa falar sim pode senão no não se jatinha você recebeu não é não vou ficar bravo não porque ele tá trabalhando Às vezes o cão guia tá num ambiente que não é de costume dele aí o o cão tá estressado são diversos fatores que podem contribuir para ocasionar um acidente ou para que o cão não trabalhe como da maneira esperada então não devemos nunca brincar acariciar ou alimentar o cão guia vocês já repararam aí tá bom falamos do cão guia tá e a pessoa anda com a Bengala né mas a pessoa como que essa pessoa anda com a Bengala vocês já repararam que existem dois tipos de piso tátil Tem um piso tátil que tem bolinhas e tem um piso tátil que tem pauzinhos palitinhos linha guia e sabe qual que é a diferença você por que que tem isso o piso tátil ele comunica o piso tátil de bolinhas ele é chamado de piso tátil de alerta o piso tátil de pauzinhos é chamado de piso tátil direcional Agora ficou mais claro então essa comunicação Alerta ele vai alertar o quê duas situações possibilidade de perigo então ó se você for para cá você cai segura aí ou possibilidade de mudança de Rota você veio até aqui porém a partir daqui direita presidência esquerda plenário R chega na Copa Então essa é a função do piso tátil de alerta comunicar perigo ou mudança de Rota como é que a pessoa vai saber que mudou a rota pelo mapa tátil quando a pessoa chegou na edificação ela foi direcionada a uma Pat tem um xizinho você está aqui então em alto relevo brile ele se localiza e ele vai saber aonde chegar então aliado o mapa tátil aliado ao piso tátil a pessoa consegue chegar sozinha em qualquer ambiente da instituição Claro precisa de ter orientação o Trein treinamento de orientação e mobilidade e o piso direcional significa tá tudo em ordem pode seguir e o piso táo de alerta quais são o que que ele Alerta início e final de escada desnível e obstáculos suspensos obstáculos que não deram para mudar para ser retirados da faixa livre Então tudo isso é comunicado pelo pisat de alerta lixeira extintores de incêndio tudo piso tátil de alerta aí o pessoal fala assim ai mas ai toda vez que eu vou olhar um pesat é azul é vermelho eu quero uma coisa discreta eu quero assim tão cton quero um cinza e um prata para ficar bonito no meu plenário chama atenção não pode a NBR 13337 estipula que deve ser cor contrastante ao piso adjacente por quê Porque também serve como guia de referência para pessoas com baixa visão Às vezes a pessoa não está com uma bengala mas só de ter aquela faixa contrastante ela já consegue ter a referência e chegar aonde deveria vocês sabiam que existem três tipos de bengalas diferente paraa pessoa com deficiência visual tem uma bengala branca uma bengala verde e uma bengala branca com tracejados vermelhos para que isso uma é no carnaval uma é no Natal e outra é no dia a dia mentira as bengalas também comunicam a Bengala Branca pessoas cegas a Bengala Verde pessoas com baixa visão e a Bengala branca com tracejados vermelho pessoas surdo cegas meu Deus existe surdo cego existe e eu vou falar daqui a pouco eu quero fazer um segundo merchan mas eu vou segurar então aqui temos esses três tipos de bengala a gente percebeu diferença na cor sabemos que são recursos de acessibilidade diferente pessoas com tempo diferente são diversos fatores que interferem apenas pelo uso da bengala Tá bom eu falei que a pessoa com deficiência visual tem três possibilidades de se locomover sozinha ou ela anda com o corpo como referência oou cang guia ou a Bengala correto mas também tem uma possibilidade da ajuda dos altruístas quem som nós todos nós somos altruístas a gente quer ajudar tá no nosso coração a gente vê uma pessoa fala ah eu vou ajudar e como que a gente faz quem eu quero um voluntário por favor Aqui quem vem aqui ser um voluntário Ah já pode pode vir porv por quando viê uma pessoa com deficiência visual parada na rua eu dou eu eu dou aula na Avenida Paulista na FIP Eu tenho um amigo que esse dias Ele atravessou a rua seis vezes ele tava só me esperando para me encontrar ele não queria atravessar a rua porque o pessoal é alru ele vem fal assim vem vou te ajudar e sai puxando a pessoa mas calma como é que nós devemos conduzir uma pessoa com deficiência visual um pego pelo braço e puxo dois empurro ou três eu falo segue Segue reto Tô brincando ó eu vou pegar vocês me escutam bem Então tá bom vamos lá existem duas possibilidades para condução de uma pessoa com deficiência visual ou nós oferecemos o nosso ombro não é o nosso ombro ou o nosso cotovelo toda vez eu erro o ombro ou o cotovelo o que que vai definir Se Eu ofereço ombro ou cotovelo as alturas se eu sou muito baixa a pessoa muito alta ombro se Estamos na mesma altura cotovelo ah a pessoal fala assim eu prefiro sempre no cotovelo tem essa preferência enfim são as duas possibilidades no geral a pessoa quem está conduzindo vai ficar um passo à frente de quem está sendo conduzido por quê para que a pessoa consiga perceber os possíveis desníveis os possíveis obstáculos que aconteça ai se eu for passar no ambiente apertado Aí eu posso colocar o meu braço para trás ela vai segurar com as duas mãos aqui atrás e vamos em pila é importante também sempre que eu estiver conduzindo uma pessoa com deficiência visual ir comunicando estamos passando na frente da mesa diretora transladando o plenário ah a 100 m a 100 m vire à direita a 50 m vire à esquerda tem que incorporar o GPS noss Nossa mas a pessoa vai entender vai ela passou pelo treinamento de mobilidade de or mobilidade então é desse jeito que ela se localiza as informações devem ser Claras e precisas não devemos falar vira ali Vira aqui não vira à direita Segue reto a esqu a sua esquerda sempre usando a pessoa como referência para as instruções fechou oi ai Nossa esqueci de falar disso é verdade exatamente então em qualquer caso primeira coisa você precisa de ajuda e aí depois dessa pergunta tem uma segunda pergunta como é que eu posso te ajudar porque não é uma receita de bolo nem todo mundo é igual tem a técnica Mas cada pessoa tem sua especificidade se ela precisar de ajuda se não precisar Ok não precisa de tem gente que fica bravo Nossa eu fui ajudar nem quis me ajuda Ué não tava precisando naquele momento né nem todo mundo precisa Mas é isso mesmo sempre perguntar se a pessoa precisa de ajuda cerante também né porque às vezes a pessoa ele tem uma autonomia muito legal e a pessoa no intuito de querer ajudar quer conduzir verdade perguntar em qualquer deficiência sempre faz essas duas perguntas precisa de ajuda em caso Em caso positivo como posso te ajudar surdo pessoa com deficiência física é visual qualquer tipo de deficiência as duas perguntas são porque nós somos altruistas Está correto devemos continuar sempre assim muito bem sistema briley já ouviram falar no sistema briley sistema briley é uma coisa F alguém sabe por que chama briley foi eu chama briley em homenagem a luis briley luis briley ele não viveu no século XIX e naquela época não existia assim eh segurança do trabalho ergonomia nada dessas coisas era bem precária a situação Luis BR estava na sua casa brincando como de costume seu pai era Ferreiro estava trabalhando em casa como de costume um belo dia voaram fagulhas nos olhos de briley de Luis briley que ocasionaram na perda da visão e Luis brile ficou cego desde então Luis BR era conhecedor do código Dom isso base no código mor Ele pensou Olha se eu desenvolver uma comunicação pá em seis pontos é possível ter todas as letras do alfabeto todos os números todas todas as pontuações um sistema completo PME É verdade então ó O sistema brile funciona assim cada número desse simboliza uma cela brile e nessa ordem sempre sempre nessa ordem sempre a vida inteira em qualquer lugar lugar do mundo vai ser 1 2 3 4 5 6 essa é a ordem do sistema brile e olha que legal em qualquer lugar do mundo então o brile é universal é internacional é igual no mundo inteiro que maravilha vamos aprender briley calma porque além do brile tem que aprender o idioma também então não é tão simples assim mas o código é igual não muda e como é que funciona por exemplo letra A se ela um letra B cela um e do letra C cela 1 e 4 letra D cela 1 2 e 4 letra e cela 1 e 5 complicado né piora deixa esse aqui é o alfabeto em brile esse aqui é o alfabeto Basco do a a z e tem ali a letra e com acento agudo olha reparem na setinha que ela vai brincar vocês viram que ela está apontando para alfabeto de leitura porque tem dois alfabetos em brilen eu vou mostrar daqui a pouco porque vai confundir Calma Vamos confundir com aos poucos ô nelli você me ajuda por favor eh Precisava já entregar pro pessoal essa porque agora vai vamos fazer uma agora não calma enquanto enquanto nela entrega vocês prestam atenção em mim porque o que eu vou falar é complicado então olha aqui ó ó esse aqui é o alfabeto Emile que funciona as seis as seis células estão aqui 1 2 3 4 5 6 correto correto ã E se eu quiser fazer um número como é que eu faço um número os números eles correspondem por exemplo ó 1 a 2 b c 3 d 4 e f enfim até chegar o i e o J corresponde ao Zero nossa mas que salada calma antes de você colocar um indicativo desse você vai colocar a cela ó deixa eu te mostrar aqui se tiver se você observem depois no elevador todo elevador vai começar com cela 3 4 5 e 6 reparem depois a gente vai fazer uma atividade reparem que vai tá no elevador 3 4 5 e 6 Por Toda vez que você ver essa combinação 3 4 5 e 6 significa que a próxima cela que vem não é uma letra é um número Então olha só se tiver só cela um sozinha é a agora se tiver 3 4 5 6 e na próxima um só o número um é o número um alguém ficou sem não todo mundo recebeu obrigado o número um ah cortou aqui mas tá bom É Ah só só a capa do livro mas o QR Code ficou aqui tá e calma que a gente aí tem um alfabeto em Braile que tem esse alfabeto ele já tem algumas letras acentuadas E olha que interessante tá aqui ó todo mundo identificou onde tá acentuação no acontece diferente da acentuação na língua portuguesa nós não temos sinais gráficos para acentuação em Braile nós temos códigos específicos para a letra por exemplo a letra a com acento agudo é tem um tem uma tem uma combinação que é diferente da letra e com acento agudo que é diferente da letra i com acento agudo Então não vai mandar o acento Ah esse acento É assim não não é a letra com esse acento É assim uma letra a com acento agudo é de um jeito e uma letra A acras é de um jeito completamente diferente Nossa o brile é complexo é complexo mas é um código que precisa de prática se nós fizermos um oficina de brile de 4 horas todo mundo vai sair da oficina sabendo Braile Ah não vai ter afluência no brile mas vai saber vai vai vai conseguir ler um texto por exemplo eu sei Braile eu consigo escrever muito bem no Braile agora leu parece crianç em alfabetização Eu Vou juntando as sílabas para ler eu demoro dois dias para fazer uma leitura mas eu consigo por quê Porque falta de prática eu não tenho eu não tenho utilizado o brile com tanta frequência quando eu trabalhei em 2010 na Secretaria da pessoa com deficiência e mobilidade reduzida da cidade de São Paulo e naquela época eu escrevia brile muito mais rápido do que eu escrevo hoje e eu lia brile numa agilidade que eu não consigo ler mais e outra coisa interessante também é que eu não consigo fazer leitura do brile com o dedo não tenho sensibilidade eu não consigo identificar uma letra juro por Deus eu não percebo uma letra quando eu passo a mão eó que eu sei mas não nada para eu ler o brile Tem que olhar o brile porque eu sei o código e vou lendo e é verdade juro por Deus a título de curiosidade essa aqui é a essa aqui é a Lei Orgânica do Município de Itapevi impressa em tinta essa aqui é a Orgânica do Município de tapevi impressa em Braile só pra gente ver a diferença dos materiais toda pessoa cga a le Braile isso é um mito Nem toda pessoa com deficiência visual le Braile e também não é um dom a pessoa precisa ser alfabetizada em Braile no geral quem tem a deficiência congênita quem nasceu cego vai pro briley quem perdeu a visão tem mais dificuldade para aprender o briley não significa que é impossível tem pessoas que sim por exemplo diabetes que é um dos maiores causadores da cegueira deficiência visual as pessoas não TM sensibilidade para fazer a leitura do BR eu vou passar aqui para vocês a título de curiosidade ver o material Então olha só e aí e como é que faz assim para diferenciar a letra maiúscula e minúscula vamos ver olha aqui ó se eu tiver a cela qu e se se primeira coisa que se eu peguei um texto em Braile a primeira coisa que eu vi qu e se significa que a primeira letra daquela palavra está em letra maiúscula então se tiver a sela 4 e se significa que a primeira letra é letra maiúscula e dá para escrever a palavra inteira em caixa alta dá aí você precisa dobrar 4 e se 4 e se a palavra inteira está em caixa alta e como é que eu faço a frase inteira em caixa alta desse jeito 46 46 uma palavra 46 46 na outra palavra 46 46 na outra palavra 46 46 e eu sua frase está em caixa alta então assim são algumas algumas questões do código Braile como é que funciona pra gente perceber que não é tão complicado assim também vou propor uma atividade agora prática para vocês repararam que tem uma células em brile vazia né Eu quero que vocês escrevam para mim por favor o nome de vocês se em Braile fazendo os pontinhos com a primeira letra maiúscula então primeir aqui ó o primeiro pontinho vai ser qu e se e a partir desse pontinho vocês escrevam o nome de vocês pode ser só o primeiro nome nesse primeiro momento [Música] ah primeiro quadrante quro e se e no próximo Segue o nome isso isso com dedo não consigo ler nada também na hora de de ler a ordem da cé então por exemplo meu caso é u a última letra é o então eu leio eh cela um cela três e cela CCO e ele pode alterar a ordem A primeira coluna e depois segund se eu tiver explicando para alguém entendeu ah verdade não você vai escrever como em linha mesmo normal se você for falando os pontinhos que você for isso e nessa ordem nessa ordem isso sempre nessa ordem pronto tá bom o tio vai depender de Qual letra você quer pôr o tio aqui não tem deixa pegar deixa eu pegar uma cola porque na terceira na terceira tem o tio pronto dificultar um pouco não nem todo município tem essa nossa quando eu cheguei em tapevi já tinha Salvo engano foi feito pelo Senado Federal há um tempo atrás a gráfica do Senado consegue fazer algum alos materiais mas não é nada assim é muito combinado tem que não tem nenhum protocolo assim olha existe esse caminho tem que garimpar pronto posso então acompanhe comigo aqui vamos olhar de novo a setinha balançando Por que a setinha balançando porque esse alfabeto é o alfabeto de leitura vai dificultar mais não vai dificultar mais quando eu falar que na máquina a gente escreve com alfabeto de leitura Ai meu Deus vamos lá prestem atenção que vai demorar essa aqui tem dois tipos de alfabeto Emil o de leitura e o de escrita e a gente usa na máquina briley o de leitura aqui ó essa é a máquina briley Essa é a máquina brile essa máquina briley é da Câmara de tapevi e pasmem vale um carro popular essa máquina briley uma tecnologia avançadíssimo né Parece que é uma máquina de escrevendo parece faz até até o barulhinho da máquina de escrever que tecnologia tecnologia avançada não é avançada Mas por que custa tão caro assim porque embora não seja uma tecnologia avançada tem uma coisa chamada patente a perx Americana tem a patente dessa máquina briley só ela no mundo pode produzir a máquina brile se só uma empresa pode produzir no mundo ela cobra o valor que ela quiser então ela cobra r$ 1.000 por uma máquina de escrever e as pessoas pagam as pessoas não governam porque as pessoas com visual não tem acesso não tem tanto acesso à máquina briley tem linhas de financiamento tal mas é complicado então ass a máquina BR funciona desse jeito tem lá as celas 1 2 3 4 5 6 sempre nessa ordem essa vai ser sempre é imutável 1 2 3 4 5 6 aqui no meio ó é o espaço essa aqui que eu não liberei o espaço essa aqui ó ela desce a linha e essa aqui volta uma uma letra Então essa aqui linha de baixo a outra volta uma letra eu tô escrevendo brile e eu errei como é que eu faço para pagar vou dar uma boa notícia todo mundo já nasce com a borracha de pagar Braile Então não precisa gastar com isso a unha passou a unha apagou o brile por isso que é importante o brile tem que ser armazenado com cuidado sempre em pé nunca deitado porque qualquer coisinha é muito fácil de apagar Ah então quer dizer que quando vem na caixa de remédio não dá para ler nada não dá para ler nada é só para inglês ver porque ninguém só só inglês mesmo porque não tem letra nenhuma já pagou todas as bolinhas já foram embora então o brile tem que ter muito cuidado é uma coisa delicada o material em brille Então tá bom falei falei não falei o que eu queria falar ainda por que que existem dois Alf abetos em Braile ó esse é o alfabeto de leitura certo Qual é a c o a qual é o número da céla do a um no alfabeto de leitura no alfabeto de escrita a letra A vai ser a cela 2 a letra cela do não perdão vai ser a cela 4 a letra B vai ser a cela 4 e 5 a letra D vai ser a cela e 1 2 4 a letra e vai ser a cela 2 e 4 Nossa mas por que isso acontece o alfabeto de leitura ele é utilizado para escrever para escrever na reglete que diferente da máquina briley tem um baixo custo uma reglete custa em torno de R 50 Isso é uma reglete esta prancheta com esta ruinha aí reparem que essa ruinha tem a marcação dos seis pontos tá vendo os seis pontos da cel Braile Então você encaixa uma folha que não é uma folha sulfite convencional É uma folha com uma gramatura um pouco mais grossa porque senão rasga na hora de fazer a bolinha Então você encaixa essa folha deita essa parte que tá E você vai escrevendo quando você escreve e e aquele equipamento ali que parece uma agulha chama-se punção então é essa que vai marcar as bolinhas do brile quando você escreve na reglete você escreve da direita para esquerda e por isso que vai mudar a ordem o a que era um vai ser o quatro por depois você precisa virar e as bolinhas estão do lado de cima então é complexo o alfabeto em Braile porque na para escrever na reglete vai mudar completamente a ordem eu não tenho nem reglé ten horror a ficar eu tenho dificuldade nessa imagina a outra e mas eu eu tenho uma Cola lá em casa quando eu preciso que é o alfabeto de escrita aí eu tenho que recorrer eu escrevo mais devagar ainda eu tô na alfabetização de verdade mas tem dois tipos de alfabeto na máquina brile é utilizado o alfabeto de leitura porque não há necessidade de virar ele já produz do jeito que a gente lê então você pode na máquina brile a gente utiliza esse alfabeto o alfabeto de leitura Então o a é a cela um b e tal então ficou ficou claro né temos dois tipos de alfabeto ó guarda isso que no final da aula vai ter uma dinâmica de brile que é para só para ver se vocês aprenderam mesmo outra outra questão importante também quando a gente além do do material impresso por exemplo se se eu tô organizando um evento preciso falar na minha ficha de inscrição possui algum tipo de deficiência em caso de resposta positiva qual qual qual eh necessita de recurso de acessibilidade em caso de resposta positiva qual por qu porque depende tem pessoas com deficiência visual que precisam de brile tem pessoas que precisam de letra ampliada Qual é o tamanho da letra ampliada tem um padrão Mas no geral a gente deixa lá pra pessoa qual é a fonte que você precisa porque é uma coisa muito individual de cada um E quando o quando estamos em ses quando estamos no ambiente virtual Obrigatoriamente você precisa disponibilizar a ilidade de o aumento e diminuir a fonte e contraste sim tem pessoas que precisam do contraste para ler no geral o contraste é fundo preto com a letra branca ou fundo amarelo com letra azul no ambiente virtual Obrigatoriamente tem que estar lá as possibilidades com contraste sem contraste e as duas possibilidades contraste e aumento e diminuição de fonte e a audiodescrição já ouviram falar eu perguntei mais cedo da autodescrição que é uma coisa e audiodescrição é outra a autodescrição é quando nós no autod descrevemos Auto apresentamos como estamos trajados como nós somos a audiodescrição é uma técnica de acessibilidade e ela é apresentada em algumas possibilidades no geral nós vemos a audiodescrição em filmes em conteúdo pré-gravado que pode acontecer em duas formas eh ou no início do vídeo aparece uma tela branca assim escrito você está acompanhando um texto com recurso de áudi descrição e nesse período é feita uma narração de todas as imagens que vão aparecer ao decorrer daquele vídeo é uma possibilidade uma outra possibilidade é as interferências acontecerem concomitante Apareceu uma imagem vem lá eh profissional de inscrição presente na cabine em entorno e quadrado quadrantes com outras imagens em voltos de quadrantes e outras imagens então isso vai acontecendo ao mesmo tempo a audiodescrição ela pode acontecer ao vivo também nenhum Poder Legislativo no Brasil até hoje oferece o recurso de audiodescrição Olha aí a câmara de Campinas pode ser a primeira hein a correr nessa maratona e ser a primeira a oferecer como é que funciona uma UD descrição no evento ao vivo no mesmo esquema de evento com tradução simultânea coloca-se uma cabina de tradução simultânea no fundo do evento disponibiliza o rádio de frequência FM para as pessoas com deficiência visual e o profissional vai fazendo a descrição do quê de tudo desde a roupa do palestrante da composição do ambiente do do das imagens que são apresentadas no PowerPoint todas essas informações quem entra quem sai são passadas durante uma audiodescrição ao vivo e simultânea e e o que é e as imagens que são descritas porque a audiodescrição nada mais é que transformar imagens em palavras e temos diferenças também tem tipos de imagens tem imagem que é redundante tem imagem que ela informa e tem imagem que ela complementa tem imagem que tá lá só para não cansar a para dar uma quebra então não interfere no conteúdo tem imagem que às vezes a informação tá lá e eu não passo essa informação paraas pessoas porque ela já está no PowerPoint então é uma informação que faz parte que é imprescindível para a compreensão do conteúdo então o audio escritor vai descrever essa imagem e tem imagens que complementam a ideia então eu tô falando uma coisa aqui de acordo com isso pá então tem imagens que é de redundância de informatividade e de complementariedade são os três tipos de audiodescrição imagética que tenho e quais são as técnicas o que deve ser descrito como quando onde tem uma técnica a ser seguida não é da minha cabeça tem uma NBR tem uma ABNT que ela especifica como é que tem que ser a audiodescrição então ó descrever o que vê o o que quem aparece onde as ações o tempo o enquadramento características físicas roupas cores e outros elementos visuais organizar a descrição do geral para específico da direita para a esquerda não da esquerda para a direita de cima para baixo descrever cada pessoa por vez priorizar elementos mais importantes de acordo com o contexto não dar sua opinião não interpretar as imagens mas dar informações para que a pessoa interprete usar linguagem clara e objetiva adequada ao público alvo Além disso nas imagens estáticas deve iniciar informando o tipo de imagem se é um card um Flyer fotografia iconográfico tabela enfim e não usar verbos em movimento deve-se estender eh entender a obra e o contexto para escolher as informações e palavras adequadas e existem possibilidades tem uma audiodescrição que ela que ela é mais detalhada e resumida lembra que eu falei da da barreira tecnológica que as pessoas têm dificuldade que o software leitor de tela não lê as imagens vocês já repararam que sempre tem uma que sempre não o ideal seria que sempre tivesse mas em algumas algumas perfi tem lá hashtag para cego ver # descrição da imagem isso é importante por o software vai fazer a tradução desta imagem então em todo o nosso conteúdo do nosso site das nossas mídias sociais nós sempre devemos descrever as imagens depois da legenda no final uma hashtag com a descrição da imagem pode ser detalhada ou pode ser resumida aqui eu vou apresentar duas possibilidades uma detalhada e uma resumida então então acompanhe descrição da imagem com detalhes fotografia colorida com cinco pessoas de costas entre homens e mulheres caminhando pela pista de mão única eles carregam bolsa mochila e caixa três deles usam chinelos apesar de estarem na parte plana da estrada logo à frente é uma subida nas laterais mata e árvores altas que fazem sombra no sentido que estão caminhando nenhum carro foto Marcelo Camargo agora a descrição da imagem sem detalhes com até 110 caracteres cinco pessoas caminham na pista de mão única carregando alguns pertences foto Marcelo Camargo Agência Brasil olha não Demoramos nada incluímos fizemos a nossa missão com acessibilidade e olha a imagem Opa então exatamente o que então assim os recursos de acessibilidade não são bichos de sete cabeça só falta a gente saber Nossa Maso da acessibilidade é só fazer isso já estou me tornando acessível só fazer isso ô Nell nós temos o intervalo agora vai direto como que pode fazer 10 minutinhos Fechou então vamos fazer 10 minutinhos para dar uma descansar que eu já falei tanto né E aí a gente volta com a parte da surdez surte cegueira e depois faremos uma parte prática da acessibilidade de arquitetônica fechou Ah tá bom ah fechou Maravilha combinado já posso fazer mais uma pergunta estão todos já E aí vamos lá não deixa o pessoal terminar como é que tá o tá será que podemos já fazer a pergunta que vale milhões bem nós já aprendemos que não devemos falar especial alejadinho certa pessoa com deficiência né mas uma pergunta para vocês é surdo ou é deficiente auditivo e aí quem acha que é surdo levanta a mão quem acha que é deficiente auditivo levanta a mão quem acha que é os dois levanta a mão quem acha que que não fala nada ignora essa situação as duas terminologias corret estão corretas e estão erradas Nossa Existem duas definições para isso uma definição Clínica e uma definição cultural a definição Clínica vou falar rapidamente e depois podemos abstrair da nossa da da da nossa memória essa aqui é a tabela de decibéis certo e a partir dela é medida acuidade auditiva então uma eh é possível audição normal deficiência auditiva leve deficiência auditiva moderada deficiência auditiva Severa e profunda Então dependendo de acordo com os decibéis a definição Clínica é usada por médicos e fonodiólogo com deficiência auditiva são quem tem a deficiência leve e moderada pessoas surdas quem tem deficiência Severa e profunda ok ok passa a régua não vamos usar isso nunca dessa definição qual vamos usar Qual é a definição surdez consiste na perda parcial ou total da capacidade de detectar sons as causas São genética hereditariedade envelhecimento Exposições a ruídos Enfim então aqui surdo mudo tá correto não surdo mudo está incorreto por qu o que o que é A surdez a perda parcial ou total na capacidade de identificar os sons O que é a mudez a incapacidade total da emissão de sons por meio das cordas vocais ou seja uma pessoa muda se ela faz assim ó não sai som porque o aparelho fonador não funciona uma pessoa surda ela consegue emitir sons com a boca porque o aparelho fonador está intacto a mudez não tem relação com a surdez ambas se assemelham porque os indivíduos que as têm se comunicam por meio da língua de sinais mas a mudez é uma deficiência A surdez é outra chamar uma pessoa surda de surdo mudo é a mesma coisa de ver uma pessoa andando em cadeira de rodas e falar nossa Olha aquele c cadeirante não consegue subir a rampa ele não é um cego ele só é cadeirante Então por que que eu vou falar que ele é cego se ele não tá não tem deficiência visual não tem cegueira E por que que eu vou falar que ele é mudo se não é mudo Tá bom já que ele já que o aparelho fador funciona por que ele não fala porque eu disse que a mudez não tem relação com a surdez certo certo mas a oralidade tem relação com a audição pra pessoa poder falar oralizar as palavras ela precisa ouvir ela precisa fazer acompanhamento com fonoaudiólogos então então todo surdo pode aprender a falar todo surdo é capaz de falar independente da perda que tenha Fazer uma comparação todos nós aqui temos a possibilidade de ter o corpo definido aquele o abdômen trincadinho Todos nós temos essa possibilidade E por que não temos primeiro falta de vergonha na nossa cara segundo o tempo terceiro tem que fazer dieta aí não pode comer doce tem ele tem que ir pra academia todo dia tem que puxar Ferro o corpo fica doendo são diversos fatores que interferem para que o nosso corpo esteja Como está E a pessoa assurda a mesma coisa tem que ir pro fono todo dia tem que fazer exercício em casa e pá pá pá pá meio e ver então assim é muito chato crianças que a família fica em cima consegue desenvolver uma boa oralidade crianças que a família não acha que é tão importante não desenvolve uma boa oralidade todos têm a possibilidade depende o quanto se dedica para isso depende o quão é importante para essa pessoa falar então muito bem então falar que surdo é mudo está inadequado e surdo e deficiente auditivo as duas formas estão corretas porque tem diferença na comunidade Quem são os surdos e quem são os deficientes auditivos pessoa surda é aquela que não escuta se comunica por meio da língua de sinais e convive com outras pessoas surdas pessoas com deficiência auditiva são aquelas que não escutam se comunicam por meio da língua portuguesa e convive com pessoas ouvintes Ah então a pessoa surda não escuta fala libras vive na comunidade surda e partilha da Cultura Surda é isso deficiente auditivo é aquela pessoa que nasceu ouvinte por uma fatalidade perdeu a audição embora Não escute ela não não conhece outras pessoas surdas não não vivencia da Cultura Surda Exatamente isso então a pessoa deficiente auditivo é aquela que perdeu a audição por uma fatalidade se comunica pela língua portuguesa e convive com ouvintes surdo se não escuta se comunica pela língua de sinais e convive com outros surdos então no geral podemos dizer sempre surdo Ah eu vou atender um munícipe surdo o meu vizinho surdo eu conheci uma pessoa surda eu tenho um amigo surdo as próprias pessoas surdas preferem serem chamadas de surdas elas inclusive dizem que são surdos com S maiúsculo de o orgulho de ser surdo de pertencer à comunidade Então não é preconceituoso não é pejorativo é a forma apropriada Então a partir de hoje ó se alguém fala surdo mudo não vai assinar lista de presença hoje então beleza H outra coisa também importante por a gente falou do da oralidade e a leitura labial todo surdo faz leitura labial isso é um mito por o surdo para fazer leitura labial precisa conhecer o português a gente vai ver daqui pra frente que as pessoas surdas não TM uma boa relação com a língua portuguesa vamos entender porque isso acontece então é um mito que todo surdo faz leitura labial não precisa falar pausadamente nem gesticular tampouco gritar quando vem o surdo Então pode falar normal a não ser que o surdo peça Fala um pouquinho devagar gesticula melhor caso contrário Segue o ba aparelho auditivo implante coclear muitas vezes é visto como Milagre né tipo assim ah eu vou eu vou receber uma um colega de trabalho surdo Ele usa aparelho graças a Deus os meus problemas foram resolvidos não é bem por aí Existe diferença também de aparelho auricular implante coclear vocês já ouviram falar do implante coclear o aparelho auricular que é essa ai deixa eu fazer o meu chão eu vou fazer de novo mas eu quero falar esse aqui é o livro se liga nos sinais meu segundo livro que fala sobre a cultura surda identidade surda sobre a gramática da língua de sinais e o mais legal que a crítica tem falado muito bem é que eu apresentei aqui o sistema de comunicação para pessoas surdo cegas de maneira ilustrada então fica muito bacana vocês receberam aí nesse encar um q code para acessar o livro infelizmente estamos sem versão disponível mas quem quiser um desse aqui tem que fazer o curso de libras na câmara de tapevi todos os livos são distribuição gratuita nenhum tá disponív venda e todos estão disponíveis para download no s da escola do Parlamento de tapevi inclusive essas imagens São do livro Deixa eu falar outra coisa também Em ambos os livros e foram ambos os livros foram ilustradas por pessoas surdas Esse aqui foi ilustrado pelo surdo Bruno de São Paulo e esse pelo Tiquinho de Minas Gerais então sempre trabalhamos com as pessoas com deficiência nos nossos trabalhos muito bacana então muito bem o aparelho auricular que às vezes a pessoa fala nossa que maravilha ele é um amplificador sonoro para para deficientes auditivos ele é bom porque a pessoa conhece o português essa estrutura falada então escuta Tá certo então ele ele ele é um amplificador ele aumenta o som para pessoa surdas no geral ele funciona como um alerta alguém gritou uma buzina uma campainha alguma coisa saiu do comum não é garantia que se a pessoa está com o aparelho que ela está compreendendo que ela está escutando porque ele é um amplificador sonoro Tá bom então então ele é só uma caixa de som bom para quem é deficiente auditivo o implante coclear o implante coclear foi vendido como o milagre por o implante coclear é um ouvido biônico como é que funciona abre o crânio da pessoa conecta o ouvido biônico no canal da cóclea acopa a o ímã na parte interna fecha o crânio e o que a gente vê a parte externa aquela bolinha é um outro ã que conecta o ã de dentro e o fio é conectado à bateria externamente está à bateria olha se o o outro é uma caixa de som é milagre foi conectado um ouvido biônico no canal da cóclea então a pessoa está ouvindo está ouvindo você tá ouvindo de novo eu digo para pessoas com deficiência auditiva é bom porque já conhece o português tem todo esse mundo auditivo para pessoas surdas imagina uma pessoa surda que foi surda a vida inteira e resolve fazer um plano de coclear fazer uma pergunta aqui se eu fretar um avião agora pra gente pra Alemanha Vocês conseguem se comunicar porque não se vocês estão ouvindo e estão falando porque não conhece o idioma isso acontece com a pessoa surda também ela começa a ouvir mas ela não conhece o idioma ela precisa aprender a decodificar as palavras a reconhecer as palavras e é mais complexo ainda porque ela vem de um mundo silencioso ela não sabe que tudo faz barulho ela não não sabe que o bater faz barulho ela não sabe que quando a gente tá com fome a nossa barriga ronca que o nosso organismo faz barulho o caminhar tem barulho ó tem alguém trabalhando lá fora é um barulho então além dela aprender ter que aprender o idioma ela precisa aprender a decodificar os sons ela precisa aprender a ouvir Então imagina uma pessoa de 30 anos de idade que nunca escutou quando faz essa cirurgia tem 30 anos de idade mas tem uma audição de uma criança de um bebezinho recém-nascido que tá aprendendo a identificar os sons Então também não é um Milagre no geral dá muito certo para quem é deficiente auditivo eu conheço muitos surdos que não se adaptaram ao implante coclear e acabaram deixando o o aparelho de lado é uma cirurgia cara cada lado custa R 75.000 então é um investimento para deixar para lá e todo surdo eu falei tem surdo que não se adapta tem surdo que se adapta igualmente é para o aparelho ar tem surdo eu tenho amigos surdos que não conseguem ficar com aparelho porque tudo faz barulho o ar condicionado faz barulho o vento faz barulho a por fica irritado eu tenho amigos surdos que não conseguem ficar no silêncio absoluto que precisa ter alguma alguma fonte de barulho vindo de algum lugar que fica estressado então o uso do aparelho é uma coisa individual e muito personificada de cada pessoa não é uma receita de bolo nem todo surdo usa aparelho e nem todo surdo que usa aparelho está de fato ouvindo muitas vezes ele usa como um alerta para ter essas referências fechou alguma pergunta alguma dúvida alguma angústia Então bora Tá bom E aí já entendemos então que tem as pessoas surdas e pessoas com deficiências auditivas correto correto vocês já ouviram falar menos vocês dois de Professora Doutora Gladis perlin Professora Doutora Gladis perlin ela é surda Doutora concursada da Federal de Santa Catarina e a prova viva que Deus castiga verdade nem sempre ela foi surda nem sempre ela foi Doutora e nem sempre a prova viva que Deus castiga antes disso Quem era glad perlin era a irmã glad perlin ela era freira e um belo dia resolveu sair do convento que aconteceu Ficou surda tá surdo até hoje lá na federal Para comprovar minha história verdade verdade mesmo e aí essa E ela ficou surda de verdade ela e ela pensou ela pera aí nasci ouvinte fiquei surda tem gente que nasce surdo tem gente que nasce surdo e os pais são surdos tem gente que nasce surdo e os pais são ouvintes como é que esse povo se encontra e como é que esse povo se identifica na sociedade e ela ficou tão intrigada com essa com com essas diferenças que ela foi pro mestrado e aí ela descobriu que existem cinco categorias de de identidade surda pasme na comunidade surda existem surdos diferentes identidade surda completa identidade surda híbrida identidade surda de transição identidade surda incompleta identidade surda flutuante identidade surda incompleta identidade surda completa geralmente são aquelas pessoas que nascem surdos e os pais também são surdos naquela casa a língua é a língua de sinais a naquela casa a criança ela ela não ela não compreende como é que as pessoas se comunicam sem mexer as mãos PR hélice é fantástico é o ápice ela nossa as pessoas conversam sem mexer A mão às vezes ela fica com dó fala tadinha né não mexe a mão para falar Coitada para essa criança a orelha só tem a função de pendurar os brincos pronto por quê Porque ela é surda é natural a família dela é surda identidade surda identidade surda híbrida é o caso da pessoa que nasceu ouvinte e perdeu a audição os deficientes auditivos então não escuta não convive com surdos até sabe que existem outras pessoas que não escutam existem pessoas que se comunicam por língua de sinais mas não é o caso deles identidade surda híbrida identidade surda de transição a gente vai ver daqui pra frente daqui a pouquinho que a língua de sinais sofreu muito preconceito durante a sua trajetória então o argumento médico sempre foi não deixe essa criança em contato com a língua de sinais porque não não exponha a língua de sinais porque ela vai ficar preguiçosa só vai conviver com surdos não vai se desenvolver na sociedade os médicos sempre falavam isso para os pais e os pais acreditavam então proibiam o acesso à língua de sinais porém chegava uma certa idade que a criança não desenvolvia não aprendia e ficava estagnada aí o pai falava olha não tá dando certo vamos tentar colocar uma escola de surdos para ver se resolve quando essa criança sai de o mundo de ouvintes para o mundo de surdos parece que tira a venda dos olhos da criança ela consegue perceber o mundo interagir e se desenvolver Então nesse caso identidade surda de transição a identidade surda incompleta é o mesmo caso do argumento médico que proibiu o acesso o contato com surdos mas essa criança não essa pessoa não teve a oportunidade de ter o contato com os surdos ela ficou exclusa restrita a contato com pessoas ouvintes identidade surda incompleta a identidade surda geralmente aquelas pessoas que usam língua de cinais caseira Ah eu tenho um vizinho surdo que só fica em casa me um parente surdo não sabe libras ele se comunica do do jeito dele é a língua dele é nesse caso a identidade estura flutuante ele é o caso da identidade estura de transição que não deu certo sim acontece aí a pessoa no primeiro momento foi privada do contato com surdos a posterior ingressou na comunidade surda porém não se desenvolveu por falta de língua de sinais com surdos e não se desenvolve com os ouvintes por falta da língua portuguesa ela fica lá e cá não fica nem lá nem cá tá nos dois lugares não tá em lugar nenhum ela até frequenta um ambiente mas não se sente pertencente à aquele grupo não se desenvolve então identidade surda flutuante Então olha só existem diversos tipos de surdos diversos tipos de lingua sinais diversos tipos de comunicação essa informação importante é por exemplo principalmente caso de polícia às vezes Ah o surdo foi preso chama o intérprete de libras lá se o surdo não sabe libras o que que o intérprete de libras vai fazer não tem o que fazer mas não é por isso que esse surdo vai ficar sem comunicação então precisa de um suro intérpretes precisam ser pensadas estratégias para que ninguém fique de lado para que a acessibilidade englobe todo mundo fala de acessibilidade coloquei este Belo Interprete de libras aí não só para me exibir mas também mas para mostrar para vocês o tamanho certo da janela de libras existe uma NBR que ela fala qual é o tamanho tem que ser 1/4 da tela tem uma NBR que ela fala também da legenda a quantidade de letras tem que aparecer por por frase a quantidade mínima de tempo que tem que ficar como é que tem que ser o fundo o tamanho da letra Qual que é o contraste tudo isso está definido pela NBR ali em cima são os pictogramas né o da orelinha cortada que é mais comum todo mundo conhece o segundo da mãozinha tá sendo mais utilizado Mas nem todo mundo de fato sabe o que significa vocês conhecem o pictograma da mãozinha de língua de sinais significa que o conteúdo está acessível a língua de sinais remoto ou presencial Mas o conteúdo está acessível a língua de sinais o CC que significa o Close caption a legenda oculta e o recursos de acessibilidade E por que é importante a gente pensar Ness questões de identidade porque os recursos de acessibilidade são diferentes a gente vou falar por que o surdo não se dá bem com não é que não se dá bem porque tem dificuldade com a língua portuguesa eh e a eu e os recursos são diferentes por exemplo o intérprete de livas para pessoas surdas o Close caption uma legenda oculta para pessoas com deficiência auditiva eu tenho a possibilidade de um ou outro essa pergunta foi feita Sabe aonde na Assembleia Legislativa deixa eu contar para vocês eu compus a primeira equipe de intérpretes da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo ó mais ou menos né olha lá vê se tem intérprete hoje em dia não tem porque teve um presidente que eu não posso mais falar o nome porque senão mais vez ele acordou e falou assim a bobagem ti o intérprete fica poluindo na imagem fica tira o intérprete coloca só a legenda só a legenda Os surdos estão contemplados ele não participou da minha oficina porque se ele tivesse participado ele ia saber que não tem que ter os dois e nem leu a norma que a norma fala que não é um ou outro são os dois precisa ter a tradução de libras e a legenda não é optativo uma pergunta agora o que é libras ó viu Viu como é bom perguntar porque não não não houvemos consenso nessa resposta linguagem Brasileira de sinais língua brasileira out ó quando eu dou aula de Libras tem duas duas palavras que são proibidas e a pessoa não a sinaliza de presença no dia surdo mudo e linguagem de sinais linguagem de sinais está incorreto O que seria um linguagem de sinais deixa eu ver aqui nossa eu vou voltar muito Nossa des do começo né é no começo mesmo é relembra né aqui o que está escrito na placa do Meio quem diz que tá escrito isso não tá escrito isso é um símbolo que foi convencionado que ali não pode parar nem estacionar mas não está escrito não existe sujeito verbo objeto predicado nada disso mas foi convencionado isso é linguagem de sinais e por que que a Libras não é linguagem de sinais e língua de sinais em 2002 ela chegou ao Status de língua brasileira de sinais porque ela é uma língua completa como a língua portuguesa como o inglês como o francês Como qual qu quer outra língua oral ela possui sujeito verbo objeto predicado semântica pragmática tudo que uma língua oral tem a língua de sinais também tem E ela recebeu ela ela aqui era hora de fazer o merchan mas eu já fiz que eu tava tava com vontade de falar do meu livro aí tá bom ela chegou ao Status de língua em 2002 por meio da lei federal 10.436 no dia 24 de Abril de 2002 então desde dessa data a Libras é língua brasileira de sinais mas antes não tinha libras na verdade a Libras ela sempre existiu em 2002 ela recebeu o nome de língua brasileira de sinais e ela chegou a esse estatus pelos estudos porque antes era a mímica a língua do Mudinho os sinais os gestos tudo isso menos uma língua e por que ela é uma lía não é is tô acelerado porque ela é uma vocês sabiam que a Libras tem discurso em primeira segunda terceira pessoa ela tem plural e singular ela tem tudo isso que a gente pode apresentar Deixa eu ver se eu meio depois eu volto aquela Deixa eu pensar como é que eu faço essa orda para não confundir Mas tá bom a vamos falar dessa ordem eu eu eu seguro esse assunto paraa frente então ela foi reconhecida em 2002 pela lei 10436 que reconhece a Libras como língua materna da comunidade surda brasileira e foi regulamentada pelo decreto 5626 no dia 23 de 22 de dezembro de 2005 esse decreto ele foi importante porque foi ele que tratou da inclusão da libras como disciplina obrigatória nas na no curso de nos cursos de graduação qualquer licenciatura E fonodiologia além disso esse decreto também norteou os caminhos para a formação do intérprete e do professor de libras Então olha quem quiser ser intérprete de libras tem que fazer a Bacharelado em tradução ou qualquer graduação com pós-graduação em Libras quem quiser ser intérprete quem quiser ser professor licenciatura em Libras ou qualquer licenciatura e uma pós-graduação para docência de de libras Então já está a formação acadêmica foi determinada em 2005 tempão né já era para est cristalizado tá bom Estamos aqui hoje dia 22 né 22 22 de novembro de 2024 plenário da Câmara Municipal de Campinas falando sobre as questões de acessibilidade para pessoas com deficiência e comunidade surda uma pergunta quando foi aqui no Brasil a primeira vez que se pensou na comunidade surda tem uma cola aqui ninguém né 1857 olha só mas que coisa louca né se começou a pensar na comunidade sur de 1857 Por que que hoje nós estamos aqui tendo que falar essa mesma coisa por que que não deu certo quem é bom história Quem era o presidente da república em 1857 Cadê o Elton Ixe ninguém ningém Cadê Elton ninguém é bom de História porque ninguém falou Professor tá errado não era República era império Dom Pedro I exato Professor Dom olha só que a história tá ficando cada vez mais vergonhosa pra gente porque Dom Pedro I já tava preocupado com surdos onde foi que o negócio descambou vamos ver 1857 ficou uma data Marc principalmente o dia 26 de setembro de 19 1857 porque foi a data de criação do atual inis Instituto Nacional de Educação dos surdos repararam o que eu disse a data de criação do atual inis tá ficando feio pra gente porque o negóci 1857 criou uma escola que tá funcionando até hoje quem de matemática Quantos anos essa escola tem funcionamento 1857 vou fazer conta não você sabe me conta E aí Dom Pedro I antes de 1857 já tava preocupado Ele pensou pensou que que eu vou fazer com esse absurdo agora vou abrir um parêntese para contar uma lenda é lenda porque eu sou pesquisador e eu não achei nenhum fato científico então eu não escrevo isso mas eu conto nas palestras que Dom Pedro I tinha um parente surdo um entiado um sub cada hora você acha uma história você já viram essa história do que que era que vocês acharam de alguma coisa da família que era surda parente mas não sabemos o que e nem aonde prova científica o fato é Dom Pedro se preocupou com os surdos convidou um surdo da França o enery ruid para vir pro Brasil dar aula para as crianças surdas para as pessoas surdas para alfabetizar Os surdos brasileiros e aí ele criou o inis esse aqui é é uma ilustração do inis é um prédio enorme que fica no bairro de Laranjeiras no Rio de Janeiro maravilha né trouxe um surdo Por que que trouxe o surdo da França Porque a Europa já estava mais avançada Nas questões relacionadas ao ensino de pessoas surdas que teve lá Aristóteles achava que surdo não podia nem são surd as pessoas com deficiência não deviam ser consideradas seres humanos porque não eram não eram capazes de falar is não tinha fala não tinha alma os os romanos e não privam surd de receber erança de se casar de ter seus direitos enfim a história sempre foi dolorosa Começou a Mudar eh com tempo e a Europa tava mais avançada por isso que convidaram esse surdo francês para o Brasil ele veio pro Brasil começou ensinar aos surdos que maravilha que bonitinho né a [Música] 1880 todos os professores de surdos do mundo inclusive do Brasil foram para Milão na Itália Para quê Para discutir as questões metodológicas da Educação de surdos então o congresso acadêmico os professores perceberam o quê que a língua de sinais não era uma coisa boa que ela atrapalhava o processo de ensino aprendizagem e al desenvolvimento cognitivo das pessoas surdas Uhum Então vamos fazer o quê proib o uso de língua de sinais Deus me livre vou prejudicar o meu aluno por causa de uma língua de sinais então no dia 11 de setembro de 1880 a língua de sinais ela foi proibida mundialmente em todos os ambientes educacionais as escolas estavam proibidas em fazer qualquer alusão algum tipo de sinalização Então os professores retornaram com essa nova metodologia e eles precisavam fazer o quê ensinar o aluno a falar o aluno tinha que aprender a oralizar meu aluno precisa aprender nada não precisa aprender matemática prisa aprender história geografia nada sociologia F nada ele tem que aprender a falar a oralidade tem que ser estimulada professores a partir de agora estão proibidos de sinalizar tem que dar as aulas com a mão para trás com a porta aberta mão para trás paraa direção ver se não estão fazendo sinais e tem que estimular oralidade o aluno tem que falar então ficava o dia inteiro ensinando o aluno a falar e o aluno surdo que surdo né criança quando fazia sinais tinha que sentar em cima da mão para não fazer sinal aí se ele fizesse algum sinal tinham um as mãos amarradas para não fazer nenhum tipo de sinal se ele fizesse algum sinal ficava horas segurando pilhas de livro atrás da porta para não fazer sinal e se ele insistisse fazer algum sinal tinha suas mãos mergulhadas em caldeirões de água fervendo só para não fazer sinal é verdade deixa quer que eu provo professora dout Silvia Lia concursada da USP inclusive segunda-feira vou fazer uma tradução de uma banca dela ela tem as marcas até hoje do das cicatrizes que mergulharam as mãos dela no Caldeirão de água fervendo agora você sabe Pega Na Mentira por ó se o negócio foi 1880 e a professora da USP tá com a marca na mão Quantos anos ela tem porque essa metodologia foi até 1980 durante 100 anos a língua brasileira de sinais foi proibida em todos os espaços educacionais Então olha só 1980 um pula aqui atrás né muitos nós aqui desta sala se fôssemos surdos teríamos nosso direito à educação privado simplesmente pelo fato de ser surdos Então olha só que sofrimento então a gente percebe essa ruptura na de surdos Por que que os surdos tem uma defasagem com as questões educacionais e com a questão da língua portuguesa também porque durante 100 anos a comunidade surda Mundial deixou de ser ensinada não foi priorizado o ensino para os surdos e aí como é que a língua de sinais não sumiu nesse período por quê foi proibido nos Espaços educacionais na casa de pessoas surdas a gente se comunicava em língua de sinais então começou a surgir os pontos de encontro as comunidades surd Ah vamos na sua casa vamos vem um surdo ai vem outro conversar minha casa é minha queimada sou eu os surdos começaram a reunir-se nas casas as casas começaram a ficar lotadas começaram a marcar vamos T de horário nesse lugar aqui em Campinas eu não sei não me lembro exatamente aonde mas Campinas é uma região muito forte com trabalho com surdos também tem a Pastoral dos surdos que é muito antiga que era um desses pontos de encontro dos surdos em São Paulo Shopping Santa Cruz e Shopping Tatuapé Os surdos se reuniam no Santa Cruz sábado à noite e no Tatuapé às sextas-feiras à noite então esses pontos de encontro começaram a surgir nesse período e naquela época e a gente gosta de conversar e como é que o surdo fala não tinha tecnologia tal esses pontos de encontro sobreviveram até a pandemia acabaram quando Obrigatoriamente tivemos que nos distanciar ficar em casa e nesse período também já tinha a possibilidade da conversa por meio de vídeochamadas então esses encontros são menos frequentes Mas foi o que fez que a língua de sinais não se tornasse uma língua morta como o latim então muito bem até 1980 durou essa metodologia e o que que mudou que em 1980 os professores perceberam falaram assim Hum acho que o meu aluno tá aprendendo não demorou 100 anos para ele perceber que o aluno tava aprendendo Mas tá bom aí aí falaram assim eu acho que o problema não está na língua de sinais experimentar usar os sinais não como língua de instrução Porque nessa época surgiu a comunicação Total pode usar sinais mas não veio como oposição ao oralismo Não vamos não precisa parar de ensinar o surdo a oralizar o surdo ainda tinha que ter a oralidade tinha que aprender a falar mas eu posso fazer o que posso fazer estrelinha posso desenhar posso fazer posso fazer tudo desde que ele aprenda então veio a comunicação Total tá tudo liberado aí o professor queria falar a frase o sol nasceu ele tinha que estimular a oralidade aí ele escreveu na l o sol ele falava o sol aí ele fazia assim ó deixa eu fazer aqui o sol nasceu aí você fala assim como é que o sol vocês viram aí atrás como o sol nasceu deixa o sol nasceu aí como é que o sol nasce assim pelo amor de Deus aí você percebe o problema não tá na língua de sinais o problema está no os professores que não sabem a língua de Sinai ah graças a Deus o sol nasceu assim só durante 10 anos e 1990 começaram a perceber que pera aí o surdo precisa primeiro aprender na língua de sinais que só a língua materna para depois aprender os outros conteúdos pela língua de sinais inclusive a língua oral nosso caso português como metodologia de segunda língua o surdo vai aprender português vai mas da mesma maneira que um gringo aprende português então é a mesma metodologia dia de segunda língua que que é o bilinguismo crianças surdas estudam em escola de surdos com professores surdos alunos surdos se ele tiver um problema no Recreio ele resolve com com com inspetor em língua de sinais tá tudo certo tudo funciona ele aprende os conteúdos o português como segunda língua e somente no ciclo dois do Ensino Fundamental esse aluno é transferido para uma escola regular com a presença de um profissional tradutor intérprete em 99 o sur a comunidade surda assinou o manifesto que educação nos surdos queremos os surdos foram pra academia foram fazer mestrado doutorado para mostrar que é possível temos aí a proposta da educação bilingua para surdos linda não é maravilhosa tem referência tem eu moro na região de Cotia e tem a escola eh centro de educação para surdos do do Colégio Rio Branco referência Internacional na educação de surdos para você ver como dá certo mas que que acontece o nosso o nosso Ministério da Educação acredita que hoje em menos mas ainda tem esse esse pensamento que a educação de surdos bilingua ela é segregacionista que os surdos querem fazer um clã ficar só entre eles eles não consideram a língua de sinais a língua de sinais não é um código como o brile é uma língua é um recurso então o que que o que que o estado acredita que a que que o que o ministério acredita que o surdo tem que estar em escola regular desde o primeiro ano acompanhado de um profissional tradutor intérprete lembra que eu disse que tem surdo que nasce em família de surdo que sabe língua de sinais tem surdo que os pais são ouvintes que não tem contato com a língua de sinais Então essa criança chega na escola sem saber a língua de sinais agora eu vou te falar uma coisa lembra que eu disse que o decreto 526 norteou os caminhos para a formação do intérprete deu um prazo para adequação tal mas ainda são escassos os profissionais atualmente o governo do estado se você tiver um curso de libras de 60 horas você já está habilitado para atuar como intérprete de libras com 60 horas você não tem competência linguística muito menos tradutória para isso então chega numa sala de aula uma criança que não sabe línguas de sinais que não recebeu isso em casa e um profissional que também não sabe língua de sinais que ele tá indo para aprender com a criança Então esse é o resumo da educação que temos hoje da educação regular tem o ideal que é educação bilíngue e tem o real que educação regular que acontece com os surdos por isso aí essa diferença essa defasagem da Educacional e da língua portuguesa com surdos por isso que quando a gente recebe uma pessoa surda tem que escrever um português mais Eh mais mais simplificado Os surdos escrevem com verbo no infinitivo os surdos escrevem com ordem trocada por que que isso acontece porque são duas línguas diferentes que acontecem em modalidades diferentes vocês já ouviram falar de fonfom já ouviram falar de FF todo mundo ouviu falar de fanf é não vou falar a verdade É porque tem o nome tem o nome científico da fonfom porque eu sou eu sou da área de letras Mas se eu falar agora meio-dia de o nome científico não sobra um aqui para ficar comigo aí fonf é mais bonitinho ah todo mundo quer saber o que é quer ver ó fonética e fonologia não sai tá vendo que que a FF O que que a fonf estuda os sons sabia calibras tem uma FF agora vai embora todo mundo como é que uma língua que não tem som sons estuda sons tem fonfom a libras na verdade o que que é o fonfom estuda é bem os sons eu gosto de falar que a fonfom estuda o comportamento da língua como é que a língua se comporta para produzir esse som por exemplo se a língua ela se ela encosta no palato se ela vem no alvéolo se ela encosta no céu da boca se ela se eu prote fonema encosta os dois lábios é bilabial você encosta no lábio e no dente lábio dental isso é a fonética o que como é que a língua vai fazer p nesse conceito o que que eu preciso para formar um som o que que eu preciso para formar o sinal existem cinco parâmetros da libras configuração de mão a forma que a mão adota para a produção de um sinal ponto de articulação e Qual espaço do corpo ou espaço neutro à frente do corpo esse sinal é feito quer ver por exemplo que letra é essa C muito bem com a letra C eu consigo fazer o sinal de cé cunhado copo com a letra C que letra é essa letra nenhuma é uma configuração de mão que eu posso fazer o sinal de vôlei de mundo o meu sinal que em Libras é esse então Existem os sinais existem o as letras que correspondem Às nossas letras do alfabeto e existem configurações de mãos Então os sinais não são feitos apenas com letras mas também com configurações de mãos só pra gente adicionar um pouco p mais de complexidade a gramática da libras vou fazer mais uma comparação com a língua portuguesa na língua portuguesa nós temos mais grafemas ou mais fonemas Nossa essa hora deixa eu reformular nós temos mais sons ou mais letras mais sons né porque se a gente ver por exemplo a letra s quando ela tá no começo da palavra tem som de sapo sapato quando ele está no meio da palavra tem som de z casamento casa então tem mais sons do que letras na língua de sinais nós temos as letras e temos as configurações de mãos corresponderiam essa questão de sons e letras o pon de articulação tem sinais que são ancorados no corpo por exemplo o sinal de gostar que é esse aqui que é feito no centro do tórax esse aqui é o sinal de gostar o sinal de trabalhar ele é feito no espaço neutro à frente do tórax então tem sinais que são ancorados no corpo por exemplo mulher da bochecha sinais que são fora do corpo movimento qual é o movimento que esse sinal tem brincar tem o movimento circular e apostila Tem movimento espiralado Rua movimento sinuoso orientação e direção essa eu acho fantástica orientação é para onde a palma da mão está direcionada por exemplo Alguém sabe o que é isso aqui isso aqui em Libras é leve e se eu colocar Palma da mão para baixo o que é isso erraram isso aqui é Vai devagar Dá Uma segurada ó vai devagar mudei só a PR onde a palma da mão está virada a título de curiosidade pesado é com a mesma orientação só que muda a configuração de mão e a expressão ó pesado leve pesado agora a direção que eu acho sensacional porque pela direção eu vou dar só dois exemplos lembra que eu falei do discurso em primeira segunda e terceira pessoa plurar singular pela direção quer ver ó Alguém sabe o que é isso aqui isso aqui é o sinal de pergunta pergunta esse aqui ó eu faço uma pergunta e isso aqui Alguém sabe o que é resposta Então pergunta e resposta são os sinais para pergunta e resposta olha aqui ó vamos primeiro ver a relação de plural e singular eu faço uma pergunta e obtenho uma resposta eu faço e obtenho uma resposta Então olha só plural e singular aconteceu na nossa frente Olha a complexidade dessa língua primeira segunda terceira pessoa do discurso eu pergunto você me responde Ela perguntou para ela ela respondeu para ela nossa complexo né se vocês quiserem saber mais se liga nos sinais aí ó então toda essa questão da gramática da libras não você eu ficar falando tudo do livro também vocês não quer ler o livro mais aí não tem que tem que tem que equilibrar um pouco né então esse aqui são as cinco são os cinco parâmetros da libras Você pode achar na literatura como unidades mínimas distintivas ou pares mínimos Por que pares mínimos porque você precisa de no mínimo dois desses conceitos para formar um sinal um sinal é formado com no mínimo dois destes conceitos tá bom E aí a gente viu assim por que que o surdo escreve diferente por que que fica no infinitivo Por que que fica trocado como é que funciona isso porque a língua de sinais ela funciona de maneira sintática diferente da língua portuguesa ó aquo a gente se eu pedisse para vocês desenharem agora presta atenção o menino descendo a montanha certo qual elemento vocês colocariam primeiro no papel e depois e depois mas eu pedi para vocês desenharem o menino dess na montanha Por que que a montanha Vim primeiro no papel questão de estética né para mim poder para mim estruturar o meu desenho né a língua de Sin acontece exatamente nesse pensamento se eu fizer a frase do jeito que eu falei em português o menino desceu a montanha sujeito verbo objeto o menino desceu à montanha ficou desconexo eu preciso primo primeiro ter a montanha para depois o menino descer então a língua de sinais ela funciona desse jeito preciso ter essa construção visual então quando o surdo vai escrever alguma coisa no português ele escreve trocado porque ele escreve como ele vai estruturando o pensamento na cabeça dele então Esse é um dos motivos da comunidade surda ter dificuldade com a língua portuguesa alguma pergunta alguma dúvida não vamos treinar os sinais um pouquinho só pra gente aprender o alfabeto então rapidinho Bora lá então comigo ó então vamos aqui ó a ah b c d e f para fora g o g você encosta bem o dedinho aqui g a h i j k l m n o p q r s t o ó u v w x y e z tudo bem assim são palmas em Libras os números os números tem tem dois tipos de número tem as existem dois tipos de número Existem três tipos diversos tipos de número e existe diversas literaturas Tem gente que fala assim Ah os ordina os cardinais são assim os ordinais são assim tem gente que fala ah os cardinais são assim os ordinais são assim tem gente que fala São Paulo faz assim o rio faz assim tem várias literaturas eu prefiro me atentar a ideia que para ser um número cardinal pode ser assim ou assim então do jeito que tá aqui ó assim é um assim é um assim é dois e assim é dois para mim é tudo um cardinal e o ordinal Qual que é a diferença vai ter o movimento então para ser um ordinal ou você faz primeiro ou você faz primeiro independente da configuração de mão então só pra gente ter porque tem tem gente fala ah eu aprendi que um assim aprendi que um assim tá tudo correto Então bora lá 1 2 3 4 5 6 7 [Música] 8 9 aí 10 11 11 12 e é muito legal tenho dois intérpretes aqui que não me deixam mentir que esse é o jeito que nós ensinamos na sala de aula né porque quando a gente conversa com o surdo não fala nada assim surdo faz 10 11 12 os números é igual a gente falar né quando a gente aprende português vai ó ó olha essa pronúncia minha aqui que eu emendo todas as palavras uma na outra né mas para ensinar eu ensino certinho tudo bem E ó importante para não confundir algumas letras aqui ó a s e 8 B 4 e e c d 1 i e J F T ó o f polegar para fora na época do agora pode lá porque já passou mas na época do fora temer teve uma que falou que era maravilhosa só falar fora temer pronto nunca mais eu esqueci a diferença do FT tá aí ó FT G Q l e 7 h k p m e n o e Zero nossa eles são iguais né como é que difere A não ser que você tenha aqui na sua letra Na sua senha letra O é número zero você pode fazer só assim que tá tudo certo mas se precisar diferenciar você pode fazer o sinal de letra O e número zero u v 2 w 3 x cinco e agora eu vou correr tá bom essa pergunta antes de correr a língua de sinais é universal não diferente do Braile cada país possui a sua própria língua de sinais e tem regionalismo viu às vezes um sinal outro muda de acordo da região cidade que você está agora sim surte segira surte cegueira é interessantíssimo esse conceito porque surto de cegueira não é uma deficiência múltipla sabia não é a junção da surdez da cegueira é uma deficiência única e que que é a perda ou redução da Visão Em ambos os olhos que não possa ser corrigida com tratamento cirúrgico clínico e com lentes perda bilateral Total ou parcial eh em concomitantes concomitantes em diversos graus causas congênita pré-linguística ou adquirida pós-linguística então a surte cegueira ela a as as duas deficiências serão apresentadas em diversos graus pode ser cegueira total e surdez Total pode ser seguira Total deficiência auditiva deficiência auditiva deficiência visual enfim diversos níveis desde que seja bilateral A surdez e quais são os sistemas de comunicação para pessoas com deficiência eh consur de cegueira Esse é um dos principais conceitos para torná-la como deficiência única e não deficiência múltipla os sistemas de comunicação por qu vai depender qual deficiência veio primeiro se a pessoa nasceu surdo cega se ela nasceu sem deficiência se ela nasceu com deficiência visual e adquiriu A surdez se ela nasceu surda e adquiriu deficiência visual Por quê Qual é a língua que essa pessoa utiliza Ela utiliza português utiliza língua de sinais não utiliza língua nenhuma para definir os processos de comunicação a fala ampliada ela acontece no caso de pessoas que nasceram com deficiência visual ou sem deficiência que perderam primeiro a visão e já sabem a língua portuguesa Então essa a pessoa pode ter resíduo visual ou não mas Obrigatoriamente tem resíduo auditivo então a gente fala próximo ao ouvido dessa pessoa que ela ainda tem resíduo auditivo Tem casos que é utilizado rádio de frequência modular frequência FM por exemplo em evento vai ter um evento com o interprete para não se tiver seis surdos cegos para não ficar repetindo todo mundo coloca um fonezinho todo mundo vai escutando e regula de acordo for melhor eh e escrita na palma da mão é para aquela pessoa que conhece a língua portuguesa mas ela não tem mais resíduo auditivo nem visual Então você vai escrever letra por letra Na palma da mão da pessoa e tem duas possibilidades ou você escreve com sua própria mão ou você usa o dedo da pessoa surdo cega como um lápis Então são as duas possibilidades a escrita ampliada que é utilizada como com notebook enfim a pessoa não não tem resíduo auditivo mas tem resíduo visual Então ela enxerga as letras meios técnicos com siden brile é um teclado de computador acoplado a uma linha Braille você escreve a frase sobe a frase em Braile a pessoa lê Desce a frase vem a frase nova placas alfabéticas com briley e relevo então tem lá uma placa com a letra em relevo e briley eu não sei o brile coloco o dedo da pessoa surdo cega e ela vai identificando então a pessoa nasceu com deficiência com cegueira foi AL matizada em Braile nesse caso alfabeto manual tátil Tem pessoas que não conseguem decodificar identificar as letras na palma da mão então ensina o alfabeto manual para essa pessoa poder se comunicar libra ST pessoas surdas que perderam a visão Então ela apoia a mão sobre a mão de quem tá falando e ela recebe a informação libras em campo reduzido é o caso da pessoa surda que está perdendo a visão então no geral ela segura no pulo de quem tá falando para não sair do campo de visão às vezes no evento o intérprete tem que ficar no local específico com uma iluminação específica numa distância específica às vezes é muito perto às vezes é muito longe Então tudo isso é libras em campo reduzido que não saia do campo de visão da pessoa o brile táo Existem duas possibilidades a pessoa surdo cega que nasceu cego e perdeu a audição depois ou você escreve como se tivesse escrevendo na máquina BR Então você vai usando as seis seclas desse jeito ou você usa a mão configurada em u e usa as falanges do dedo como se fossem as celas brile Então você vai montando brile no dedo da pessoa essa aqui é a mais interessante todo mundo fica assim ó mentira verdade tadoma o tadoma a pessoa segura na boca da gente e pela vibração das cordas vocais e o movimento da boca ela compreende tudo que a gente fala eu vou eu vou provar agora para vocês Calma que eu vou explicar pera aí porque essa aqui causa uma confusão você eu não sei se eu tô explicando mais tô confundindo tô explicando eu acho né Tá bom então vamos aqui nessa imagem ó este senhor aqui à esquerda chama-se Carlos Jorge ele é surdo cego esta moça que está com ele eu não me lembro o nome dela ela é a gu intérprete estava acompanhando aquela outra senhora chama-se Cláudia Sofia também é surdo cega casada com Carlos Jorge os dois são casados moram sozinhos no apartamento na Vila Mariana aquele senhor que está no meio é o Roberto lamari diretor da Escola de tapevi presidente da Bel e do lado ali sou eu fazendo a tradução agora vou contextualizar para vocês aqui era um podcast que nós fazamos ano passado na câmara de tapevi e recebíamos mensalmente convidados presenciais da nossa casa eu sou intérprete de libras da C da câmara Mas tem uma empresa contratada porque eu sou só um e faz a tradução junto comigo nesse dia o intérprete faltou juro por Deus não não fui que Faltei mas não foi trabalhar o intérprete de libras e eu com dois surdos cegos eu ficaria com Carlos Jorge e a intérprete ficaria com a Cláudia Sofia Carlos Jorge se comunica por meio de libas Carlos Jorge nasceu surdo e perdeu a visão então ele segura na mão para compreender Cláudia Sofia nasceu com eu não lembro se nasceu sem deficiência mas ela se comunica por português e ela perdeu a audição depois então ela sabe libras para se comunicar com Carlos Jorge mas a comunicação dela é Alt tadoma ela segura na boca das pessoas para compreender o que tá sendo dito e eu estou fazendo a interpretação em libras para os surdos nesse trecho do vídeo eh o o lamaro Fala alguma coisa depois vai ter a pergunta e ele faz a tradução da pergunta para a Cláudia Sofia e aí eu só vou deixar para vocês verem a Cláudia recebendo a comunicação e o Carlos Jorge recebendo a comunicação por quê Porque eu quero que depois vocês acessem o podcast assistam na íntegra e comentem lá a assisti oficina na câmara de Campinas tal mas se não assistir na íntegra dá uma olhada lá reforça que a gente assistiu aqui para dar engajamento também nas redes sociais né para mostrar então vou mostrar só um pedacinho para para vocês tá bom legal né Que história bacana né quer dizer assim é uma vida normal como qualquer outra eh nós temos umas perguntas eu vou pedir aqui eu vou ouvir eu passo vai fala para fala pra gente aí raael vamos lá eh primeiramente aqui agradecer a participação dos nossos servidores Lídia Luciana Lúcia Wellington Wellington Cunha Júnior cun Jor e a pergunta é da Lúcia pergunta é da Lúcia eh qual a maior dificuldade como surdo cérebro que eles têm enfrentado a Lúcia coloca como exemplo ela até já acabou abordando a questão de ir no médico né no exemplo de no médico eh a Sofia sempre acompanha o Carlos Jorge a Sofia sempre acompanha o Carlos Jorge acho que dis viceversa né e depois o Carlos o Carlos acompanha como é que é ô só agora para ficar mais curioso a Sofia responde as perguntas em língua portuguesa Então ela fala ela verbaliza as palavras e o Carlos Jorge responde as perguntas em língua de sinais então ele sinaliza as perguntas e a Sofia não precisa de tradução então quando ela fala eu traduzo para libras e o Carlos Jorge eu faço a tradução para o português agora eu quero fazer uma pergunta digamos aqui Que nós tivéssemos neste plenário 50 pessoas surdas quantos intérpretes de libra são necessários Oi exato ó a quantidade de intérprete de libras não está vinculada à quantidade de pessoas surdas e sim ao tempo que a tradução está sendo executada eventos acima de uma hora são necessários dois profissionais no mínimo dois profissionais intérpretes para que seja feito o revezamento em torno de 20 20 minutos 15 15 30 30 há uma flexibilidade com relação ao revezamento mas não H uma flexibilidade acima de uma hora Obrigatoriamente dois profissionais lei federal do ano passado Então tá bom ah aí por exemplo o plenário aqui da câmara agora vou falar da acessibilidade não tem eh uma janela específica para a libra se O Interprete Simone e Hugo são intérpretes da Câmara de São José do Rio Preto eu sou intérprete da Câmara de tapevi e nossas câmaras têm maneiras diferentes de oferecer acessibilidade para surdos Estávamos conversando na hora do café lá eles ficam no plenário e a transmissão acontece não por recorte do chroma aqui né A lá em tapevi o intérprete fica isolado num estúdio e no plenário fica disponível uma televisão só para língua de sinais Qual que é a diferença disso O que que a norma diz olha lembra que eu mostrei a minha imagem lá não vou mostrar de novo para não falar que eu quero me mostrar Mas lembra que eu mostrei e vocês repararam que eu estava sem nada no fundo estava só recortado o fundo verde para captação de imagem do intérprete é para isso para que na tradução Fique somente o intérprete em Rio Preto provavelmente fique mostre todo o fundo plenário também no quadrado né então Exatamente isso se fosse para ficar com acessibilidade dois intérpretes seriam necessários se tiver a transmissão dois aqui dois lá en fim mas dois intérpretes de libras para um evento de 2 horas agora se eu tivesse para esse mesmo evento de 2 horas Seis surdos cegos quantos guias intérpretes eu preciso e olha que é diferente intérprete de libras é uma coisa guia intérprete para surdo cego é outra quantos guias intérpretes são necessários Eu tenho seis surdos cegos 50 surdos no evento seis surdos cegos quantos vocês acham eu preciso de dois intérpretes de libras e 12 guias intérpretes no caso de guia intérprete são dois guias intérpretes por surdo cego independente do sistema de comunicação que ele utilize são dois guas intérpretes poros do cego Quando é que o intérprete de libras começa a trabalhar Isso é uma Isso é uma principalmente em edital de contratação acho muito controverso eu eu acredito que o interprete trabalhar de meia hora a 1 hora antes eu sempre contabilizo uma hora antes Porque tem que chegar ler a pauta ver se tá tudo certo tal uma hora antes do evento e e quando ele termina termina acabou o evento acabou tá dispensado o Gu intérprete não quando ele começa a trabalhar quando ele chega na casa do surdo cego o Gu intérprete tem aqui o Gu interprete vai buscar o surdo cego em casa acompanha até o local e depois tem que levar de volta em casa Isso faz parte do trabalho do surdo cego com preende Na quantidade no quantitativo de horas na hora do almoço o intérprete de libras vai fazer o quê almoçar né o guia intérprete não vai acompanhar o surdo cego conduzindo da maneira que eu falei apresentar tudo que tem no no buffet vai fazer o prato do surdo cego colocar a carne do meio-dia à TRS o feijão das 6 à das 3 às 6 o arroz das 6 às 9 a salada das 9 ao meio-dia cortar carne falar absurdo cego toma agora você pode comer depois disso O Gu interprete vai comer então são trabalhos distintos e mais complexo só pra gente saber um pouquinho da desse universo da surto cegueira quem quiser saber mais se liga nos sinais estamos já caminhando para a parte prática a falar da das tecnologias assistivas que eu comentei no início que da acessibilidade instrumental é o conjunto de recursos dispositivos técnicas e processos que tornam a vida das pessoas com deficiência e mobilidade reduzida mais fácil independente possibil dando-lhes a assistência e Reabilitação além de melhorar a qualidade de vida e promover inclusão social aqui alguns exemplos de tecnologia assistiva rampas de acesso em calçadas edifícios andadores lupas manuais eletrônicas aparelhos para surdez o intérprete de libras os avatares de libras piso Tá mapat e muito bem agora vamos pra parte prática e faremos Duas atividades simultâneas agora vamos para uma parte de vivência você já viram uma calça de três per Eu quero um voluntário então dois voluntários por favor Olha preferencialmente quem está de calça sem salto alto agora nesse momento quem vem ou Desculpa era eu era eu tava cabeludo só eh eventualmente lado da primeira vez que tá acontecendo aqui assessa ess natural é natural pro surdo e é muito relativo hoje em dia Então dependendo do evento essas questões têm que ser consideradas mesmo não dá para você deixar muito distante pro surdo ficar fazendo o ping-pong o ideal é que o surdo consiga ter uma visão tanto da cena quanto da tradução eh e é muito relativo assim o intérprete fica do lado fica em qual lado no geral orienta-se pro intérprete ficar sempre próximo ao orador em eventos presenciais agora quando tá em estúdio aí o tem a a recomendação da NBR da do da metragem correta pra apresentação respondi fechou quem vem então vem duas pessoas aqui por favor ó é o seguinte deixa eu pegar minha ó teremos aqui a vivência de de uma pessoa obesa temos aqui a roupa do obeso temos aqui algumas faixas para pessoa com deficiência visual e temos também aparelho auricular para simbolizar a surdo cego Então quem tiver com a surdo cegueira Ah olha temos dois aqui que vamos usar vocês dois aí não se comunicarem não pode se comunicar em língua portuguesa o o surdo cego pode usar a escrita na palma da mão ou eh quem tiver com fone e o e a venda pode se comunicar com a escrita na palma da mão ou alfabeto manual tátil vai ter uma pessoa também que eu vou que não vai poder falar não vai poder se comunicar pela língua portuguesa na modalidade escrita ou oral eu vou vou dar uma informação para essa pessoa ela vai ter que trazer essa informação sem se comunicar em português eh vocês aqui nós temos um pedacinho de questionário rápido que não dar tempo de fazer tudo de algumas questões por exemplo do acesso eh eu eu quero que vocês deem uma olhada na tem umas fitas métricas aqui pra gente ver o tamanho da entrada da câmara e de alguns corredores aí você identifiquem o corredor que você tá olhando e volta vai ser uma atividade rápida 15 minutos a gente vai e volta e faz o fechamento e terão duas pessoas que que estarão com os membros superiores mobilizados e uma pessoa em cadeira de roda quem estiver com os membros superiores vai andar cada um vai andar sozinho e cadeira de roda sozinho também as pessoas que se estarão vendadas estarão acompanhadas Beleza então pode vir aqui por favor quem vem é o Cadê cê só dla quem vem mais um mais um vem ah dá para vir mas é não s mais quem sal pode pode APAR gente chegou aora Ó quem tiver com a vendo e quem tiver conduzindo para conduzir só as técnicas que eu dei eu passo à frente ou fando no lugar tem gente vai todo mundo tem um monte de coisa eu preciso mais uma dúa agora não ten mais Então fechou Então você vai ficar com essa então já cou certinho ficou certo fechou Vocês precisam procurar lugares para sentar dessa pode sair quem vem quem vem vem cá vem cá vem cá ah e aqui licen e aqui tem questionário Então você vai pegar o questionário vai avaliar o espaço a entrada uma rampa alguma coisa e a gente volta para p par gente tem mais coisa aqui gente vê uma dupla vou começar E C C trancar a porta não sai ninguém vai você tomar pode conduzir ele dum lugar dá uma volta na cama cuidado com a cabeça não foi embora vamos tear Ah não amigas eu só conversa ó procura anda mais anda mais câmera gente vocês nem pegaram Ó quem tô preocupado com os gordos olha olha aí né pode tiar não vai baixar e a fora fora da fora do cuidado dá uma não aguenta aguenta pô aguenta aguenta po isso a deixa deixa deixa eu mostrar aqui rapidamente Deixa eu falar o que que tem o que que tem nesse questionário Olha isso ó dá uma olhadinha aqui ó Quem tá com questionário quem for dar uma volta na calçada da câmara tem que ver se a calçada tem alguma obstrução se a largura da calçada É no mínimo de 1,20 m se tem algum obstáculo nessa calçada se tem barreiras se o piso se o piso Tá ok se não tem buraco e se tem desnível uma coisa importante que a lei fala se tiver desnível com mais de 5 mm tem que ter rampa não pode ter se a escada tá associada a uma rampa e a um elevador não sobe ó dá para ver a pode ver você às duas a entrada o acesso como é que entra na Câmara lá de fora isso cansativo né vamos vamos fazer um fechamento se me cont informação foram no banheiro a roupa não mas tem tem um banheiro adaptado é não calma não precisava usar o banheiro era só era só para acessar era só para era só paraar para entrar não cons e aqui você não subiu também você não tentou subir essa você qu agora e aí o primeiro degrau tem uma ausência aqui ó nossa não dá nem para falar normal que você falou assim para e pode dar mais dois passos e você Eu tô me sentindo aqui agora agora tô até com é vai sentir você você vai ver vai ver dá dois passos você vai sentir um p na sua direita tá bom isso é assim mesmo é assim mesmo nós vamos fazer o fechamento vai todo mundo contar como foi beor você tinha né Tem uma vereadora em Capivari que ela tem deficiên superiores e o pessoal tem que quando vai no ban tem que isso e e essa pal necess vou só fazer o fechamento e aí me contem como foi conseguiu ir no banheiro não é porque esse tempo da vivência é mais legal com mais tempo que a gente consegue andar com tudo analisar mas deu para sentir na pele um pouquinho como é que ia ter o os nossos sentidos privados né como é que estar no lugar de uma pessoa com deficiência como é que utilizar os recursos de acessibilidade a gente sente a importância por que é importante ter um piso de alerta por que é importante ter uma rampa né Por que é importante ter a inclinação correta eu espero que vocês tenham gostado que tenha sido uma manhã proveitosa que eu tenha contribuído muito obrigado e Espero encontrar uma próxima oportunidade Ah eu eu tenho eu tenho alg eu tenho alguns recados vamos vamos juntar aqui na frente para fazer uma foto o material ficará disponível na plataforma Moodle onde vocês fizeram as inscrições os certificados estarão na mesma na mesma plataforma em até 10 dias e vocês receberão um link via e-mail para avaliar o evento Agradecemos muito desde já para que possamos ter um bom retorno do Sucesso da atividade proposta para hoje muito bem agora ven venham para a foto Eu que agradeço [Música] TV Câmara Campinas
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