Transcrição automática gerada por IA. Pode conter pequenas imprecisões e ainda não
passou por revisão humana. Use Ctrl+F para buscar termos dentro do texto.
[Música] [Música] Meio-dia mais 13 minutos. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Estamos ao vivo nesta sexta-feira e vamos com as notícias do legislativo, porque por iniciativa do vereador Paulo Hadad, Câmara cedia debate sobre condições de trabalho no Banco Santander. O encontro que discutiu a precarização do trabalho no Santander, presidido pelo vereador Paulo Hadad, uniu representantes do Sindicato dos Bancários, estudiosos e também de outras organizações que atuam com a categoria. Nós não precisamos ter aí um uma um discurso tão eloquente, tão eh eh eh eh eh de uma forma tão avaçaladora que a gente intimide. Não, não, não precisamos intimidar, a gente precisa convencer. Então esse é o espaço. Então eu fico feliz, me deixa aí muito envaidecido de poder ser o vereador que de alguma forma pôde trazer a baia, trazer na a essa casa esse debate que eu acho que é tão importante que em 4 anos ele diminuiu pela metade o número de bancários. Isso não foi impacto da IA, né, que é uma coisa também que nós estamos discutindo na mesa de negociação. Faço parte do comando nacional também, é um discussão importante para ser feita. Nós estamos vendo claramente o banco tirando, né, funções importantes, estratégias, né, até de de sigilo mesmo de cliente e passando para para terceiros. categoria tem um piso considerável, né? Um piso construído através de muitos anos, né, de muita luta da categoria bancária, tá certo? E ele é contratado muitas vezes por 1/3 desse salário. Então é isso que a gente tá brigando. O cara é explorado, né? Ele tem um sistema de meta, como a gente eh ficou sabendo, né? Eh, esse pessoal que trabalha em call center, né? Ele tem que fazer o atendimento em 5 se segundos, que se ele não faz esse atendimento, o que acontece, né? ele ganha um um demérito, né? Então isso interfere na produtividade dele, então isso é muito ruim para ele, né? Então ele só recebe o salário básico, que geralmente o salário básico é um pouquinho acima de R$ 1.600, que é o piso de um salário mínimo, né? Então a gente tem trabalhado isso, tentado trabalhado isso, mas a dificuldade é que foi a reforma trabalhista que nos ocasionou isso. Infelizmente nesse sentido, com a participação de trabalhadores do sistema bancário, especialistas em economia e comportamento, analisaram a visão de mercado e as questões que envolvem as relações de trabalho. São 55.000 trabalhadores, né, no Santander, mais apenas 18.000 bancários. Então, o que que acontece, né? Como que a gente pode pensar eh um banco que lucra, né, que aumenta o seu lucro, que tenha uma posição eh também no sistema financeiro internacional, né? A gente pensar aqui a posição do Santander como um dos maiores bancos mundiais, né? Eh, que aumenta o seu lucro ao mesmo tempo, quer dizer, ele cresce, né? e o número de bancários que seria, né, o o trabalhador adequado para um banco, diminui. É uma resistência civilizatória, né? Eh, essa que acho que é é uma resistência civilizatória. Por isso que eu acho que a sociedade tem que abraçar isso, porque essa lógica, se essa lógica do Santo André não for contida, é dificilmente você vai ter sociedade, né? se dificilmente você vai ter comunidade. E uma lógica em que os seres humanos não são seres humanos portadores de dignidade. Os seres humanos são meras peças que pode como um fator de produção, como é um computador. Um vídeo sobre o tema foi apresentado para que essa reflexão fosse colocada entre os presentes que debateram as novas atribuições da função. E não poderia deixar de parabenizá-los. né? E esse vídeo ele ele ele é muito emblemático, né? Ele nos dá aí uma uma alegria muito grande de ver que muitas vezes na algo que começa pequeno toma uma dimensão muito grande. Então esse vídeo ele é muito inspirador. Então, parabenizá-lo, parabenizá-los por essa, por esse material, falar que ele realmente é inspirador, que isso sirva de de lição e de exemplo, né, para essa geração que que se faz presente hoje, paraas próximas gerações. Projeto de lei de autoria do vereador Igor Diego, quer instituir em Campinas o programa Formação 360. O nome traduz a ideia de educação completa que vai além da sala de aula. O projeto de lei de autoria do vereador Igor Diego institui o programa Formação 360 Campinas, inspirado na lei estadual programa estágio São Paulo, adaptado à realidade municipal. O projeto de lei 360 aqui na cidade de Campinas, ele ele tem como objetivo cuidar daquele aluno. Hoje nós temos mais de 8.000 alunos na CPROCAMP matriculados, temos mais de 2400 no EJA, só que nós queremos ir além, ou seja, pegar esse aluno que tá matriculado e acompanhar não só a teoria, mas como a prática, pegar ele e levar ele pro mercado de trabalho através de uma oportunidade. É preciso dar também um ensino, mais preparar ele pro mercado de trabalho. Ainda segundo o parlamentar, o nome formação 360 traduz a ideia de educação completa que vai além da sala de aula, integrando teoria, prática e mercado de trabalho. É uma preparação completa justamente por isso. a gente pega a teoria, mas também agora entra na prática uma entidade educacional que possa preparar ele pro mercado de trabalho, porque lá ele acaba absorvendo a teoria, mas falta aquela ajuda para pro mercado de trabalho. O autor do projeto reforça que o programa contempla os estudantes do ensino médio da rede pública municipal e amplia seu alcance ao incluir também os alunos da educação de jovens e adultos, a EJA e do CProcamp. Nós temos no EJO aqui mais de 2400 matriculados, o CProcamp 8.000 alunos matriculados que acabam saindo e muitas vezes não consegue uma oportunidade. Por que que ele não consegue oportunidade? porque ele não tem a experiência profissional. Então a gente fala que ele está indo se preparando, mas falta aquela experiência e essa experiência ele consegue através do estágio. Então é isso que nós estamos incluindo no projeto, uma proposta que o poder público não dê apenas a condição de ensino, mas prepare ele pro mercado de trabalho. Isso não é inédito. Isso já é feito no estado de São Paulo, via lei, via decreto. Isso já acontece com o governo do estado e tem sido um sucesso. Mas falta uma lei semelhante na cidade de Campinha e uma regulamentação. Então a nossa ideia é e a nossa proposta ela traz agora essa oportunidade pra prefeitura de Campinas, né, possa fazer a regulamentação desse trabalho. O projeto de lei, de acordo com o vereador Igor Diego, demonstra uma preocupação da Câmara com a inclusão social. Muita gente tem me procurado querendo instalar empresas na cidade de Campinas, mas tem se queixado da falta de profissionais competentes e preparados para tocar essas empresas e essas atividades. E esse projeto ele vem com nessa consonância, ou seja, educação e experiência profissional, trazendo a população de Campinas eh pronto para pras empresas e pro mercado de trabalho dessa cidade que é tão competitiva. O projeto de lei de autoria dos vereadores Carmo Luiz e Eduardo Magoga foi aprovado na Câmara, sancionado pelo prefeito e agora é lei. [Música] Fica instituída no município de Campinas a campanha Agosto Dourado, por meio da lei 16.786, criada pelos vereadores Carmo Luiz e Eduardo Magoga e sancionada pelo executivo em 2 de setembro de 2025. é uma lei minha, né, de minha autoria. E teve a parceria do meu amigo Dumagoga, né, que acrescentou, melhorou a lei e tem como objetivo a celebração, a promoção e a a afetividade, ela tem tudo aquilo que é necessário, porque o leite materno não apenas nutre, ele também equilibra a criança, ele traz imunidade pra criança. E muito importante também, como nós falamos de afetividade, ele aproxima a mãe com o filho. Então é um ato de amor. A campanha Agosto Dourado será realizada anualmente, no mês de agosto, com ações educativas para motivar o aleitamento materno e também a doação de leite materno, tornando um hábito na vida das mães do município de Campinas. É isso aí. O prefeito sancionou um projeto, é um projeto muito importante pra cidade de Campinas. Projeto que surgiu quando a maternidade passava por várias eh momentos, vários momentos difíceis. principalmente porque o banco de leite estava bem baixo e naquele momento precisava de uma campanha para incentivar essa doação de leite. Então hoje o projeto sancionado nos traz uma esperança no agosto dourado, onde nós vamos relembrar e fazer práticas de ações para que as mães possam fazer essa doação frequentemente e o banco de leite possa permanecer no seu nível normal. As campanhas t o propósito de intensificar a conscientização da sociedade civil acerca de determinado tema, neste caso, a importância do aleitamento e da doação do leite materno. Eu costumo dizer que quando tá na mídia, você acaba vendo e você acaba se sensibilizando mais. E eu penso até em campanhas descentralizadas do centro, porque muitas pessoas estão nas periferias, nos distritos, né, da cidade de Campinas, que os distritos são enormes. Então, essas campanhas nos exitos seria muito importante também através desta lei, junto com outras instituições, farão grandes movimentos. E convido você também para que faça parte desse movimento e nós juntos podamos possamos fazer do agosto Dourado o mês de amamentação, de conscientização. Não. [Música] [Música]