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[Música] [Música] Vamos com as notícias do legislativo, porque a Comissão Permanente de Ciência e Tecnologia se reuniu pela sétima vez no ano e debateu a importância da Ilon, a escola de ciência. A ILUM, instituição que oferece ensino superior interdisciplinar em ciência e tecnologia em período integral, gratuito e com imersão no ambiente de pesquisa do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais, CNPEN, foi o tema da sétima reunião da Comissão Permanente de Ciência e Tecnologia da Câmara de Campinas. O diretor da instituição, professor Aldo Alberto Fázio, fez uma apresentação e abordou sobre a importância dos jovens conhecerem esta opção de ensino para uma carreira cheia de oportunidades. A gente quer o ingresso precoce no universo da prática científica. O que que hoje em dia você entra num curso, né, um bacharelado em ciência em qualquer universidade brasileira, mundial, particularmente, não faz nenhuma diferença. Eh, esses jovens demoram muito para ter uma formação, ter uma independência, pensar com a própria cabeça, atacar problemas interdisciplinares. Então, hoje, por exemplo, eh, a FAPESP fez um trabalho aí da ordem de 40 anos de idade, quando o jovem é 40 anos, né, já não é tão jovem, ele termina seus pósdoc, etc. Nesse modelo aí, eh, o o aluno junto com o professor são protagonista na sala de aula. Ou seja, a interação é uma interação, a gente não fica nessa disposição que nós estamos aqui de cadeiras, né? Lá são mesas e cadeiras. Então o aluno ele senta numa mesa com os outros colegas e o professor ele deixa de ser assim, né? O coordenador pedagógico da instituição, Nelson Stud também destacou a importância dos professores e a relação com os alunos. Todos os professores, eles sentem um pertencimento muito grande ao projeto que eles criaram. Sim, esse projeto foi criado por todos os docentes, tá certo? Desde ali da começo de 2020, etc., né? a gente ainda com as máscaras a gente construiu um modelo, né, que é inovador e no sentido tanto pedagógico, né, tratando a interdisciplinaridade, as metodologias ativas, o aluno como protagonista e o professor como mediador. E o currículo, né, ele tá sempre mudando, tendo em vista essa, a gente tem uma um núcleo básico, né, mas tá se adaptando, né, a gente já tá falando de a na nossa área de física já se meteu com a biologia, nós estamos na biologia quântica, nós estamos no na estudando a computação quântica, nós estamos criando a iluma, né, iluma, inteligência artificial, iluma, Ao término, o vereador Dr. Ianco, presidente da comissão, abordou a oportunidade dos vereadores da Câmara de Campinas visitarem a instituição. Uma aproximação entre Câmara Municipal de Campinas e Cenepen Barra Ilon. A gente fazer uma visita às vezes de um período, realmente o dia todo vai ser complicado, até porque a gente sabe da agenda de todos, mas a gente chegar aqui depois do almoço, 1 hora da tarde, ficar até umas 4, 5 horas, enfim, acho que isso é possível. É claro que não serão todos os vereadores, mas eu acredito que vários deles vão ter interesse. Nós vamos fazer esse convite. A nota do Enem é o único critério técnico que a instituição utiliza, além de uma entrevista com os jovens que querem ingressar na ILUM. metade das vagas são cedidas a alunos do ensino público. Então isso é muito importante que se diga e se reforce, porque metade das vagas, ou seja, 20 das 40 vagas são para alunos, né, públicos, de escolas públicas. Então isso é muito importante. Muitas vezes, né, se diz, né, ou a gente nota que às vezes os alunos dos das escolas privadas podem ter um, né, um favorecimento do ponto de vista de ensino e eventualmente estarem melhores preparados do que os alunos das escolas públicas, mas por ter essa quantidade de vagas acaba equilibrando um pouquinho essas forças. Então isso é muito importante que seja dito. Comissão de Estudos promove palestras sobre políticas públicas para pessoas com neurodivergências. A Câmara Municipal de Campinas realiza a segunda reunião da Comissão Especial de Estudos sobre políticas públicas voltadas às pessoas com neurodivergências, presidida pelo vereador Wagner Romão. Na ocasião, Eloía Waller, psiquiatra e professora da Unicamp, poôde palestrar sobre as neurodivergências. O termo neurodivergência, ele é um termo razoavelmente recente, né? Ele surgiu na década de 90, eh, e ele é atribuído a uma cientista social australiana, essa Jude Singer. E na verdade o objetivo desse desse termo, né, é principalmente desfocar a discussão dos dées e patologia, né, a gente poder olhar o indivíduo não como alguém que tem deficiências e tem uma patologia, portanto um transtorno, mas que é alguém que tem algumas uma forma diferente de estar no mundo. A reunião contou também com a participação do vereador Carlinhos Camelô, que destacou a relevância do tema ser debatido. Eu falo que é um tema muito relevante, vereador, no qual essa casa tem que debater mesmo. Nós falamos aqui que nós temos aqui várias leis para tá ajudando nessa questão, mas eu sempre friso nessa casa que nós não precis nós não precisaríamos aprovar leis para garantir o direito dessas pessoas. É um absurdo. A gente tem que est aprovando leis aqui nessa casa e tá cobrando para que essas leis e sejem cumpridas. Então, é muito difícil a gente, um tema que a gente eh tem tem trabalhado e lutado para que as pessoas tenham os seus direitos, mas sem eh sem que seja obrigado. Pais e profissionais que atuam com neurodivergentes também marcaram presença na reunião e o parlamentar Wagner Romão fez suas considerações finais. A gente teve hoje uma fala da Dra. Eloía Waller, que é da Unicamp, né, do Prateia, que é um programa de atenção às pessoas com, né, do transtorno do espectro do autismo. E ali aqui a gente tá começando a discortinar, né, a identificar pontos que a gente vai considerar ao longo desses meses como pontos essenciais pra gente construir uma política pública integral, né, de atenção às pessoas neurodivergentes. O autismo é uma das neurodivergências. Então, eh, há várias, inclusive as neurodivergências elas se combinam, né? E então se trata de pensar com muita sensibilidade, né, nessas pessoas, porque elas, cada um tem um comportamento, cada pessoa tem um comportamento diferente, né? Não há uma identificação de um ponto específico. Por isso que a gente fala de neurodivergência e ass, né, no plural. Então, pensar política pública para essas pessoas que têm direito de ser acolhidas, t direito de frequentar a escola, tem direito de frequentar, né, o posto de saúde e tal, e serem bem atendidas, não é algo trivial, né? É algo que a gente precisa pensar com muito cuidado. Câmara de Campinas promove palestra com o tema autoestima e emoções, quem realmente está no comando. A psicóloga Luciane Stegani Mascaro conduziu o encontro explicando como as emoções básicas fazem parte do nosso cotidiano e influenciam a forma como nós nos relacionamos com o mundo. Como nós somos animais racionais, se você tirar o racionais fica o quê? Animais. Então a nossa emoção, ela é instinto de sobrevivência. Quando a alegria aparece, ela tem uma função, ela faz com que a gente olhe para fora. Então, quando a gente tá feliz, a gente abre, a gente olha pras pessoas, a gente quer compartilhar o que que a gente tá sentindo. Então, ela vem para ajudar com que a gente faça amizade, socialize. Ela tem essa função entre todas. A tristeza, ela tem uma função muito específica, que é a de internalizar. Ao passo que a alegria te leva para fora, a tristeza ela vem para falar para você que algo não está bem. Segundo a especialista, entender as relações emocionais ajuda a perceber os sinais que o corpo emite e que muitas vezes são ignorados. Quando eu faço essa pergunta, quem tá no comando, você percebe que você talvez tenha agido de forma automática até hoje, mas que não precisa ser assim. Então, aprenda a entender o que que o teu corpo está te contando. Luciane também ressaltou que sintomas como ansiedade e desânimo podem ser alertas importantes para buscar ajuda e cuidar melhor de si. Por isso que eu estou dizendo, os sintomas, eles também vêm para contar pra gente. A nossa mente não faz isso para nos adoecer. Ela faz isso para fazer você parar e olhar para você. Por iniciativa do vereador Luís Iabico e a autoria do vereador Igor Diego, foi entregue o título de cidadão campineiro a Touro Shimiso, o atual cônsul geral do Japão em São Paulo. iniciou a trajetória no Ministério dos Negócios Estrangeiros em 1990 e desde então trabalhou em diversas áreas da diplomacia japonesa. Com passagem pela embaixada do Japão no Brasil e México, retornou aqui ao país em 2023 como cônsul geral. Então, pelos relevantes serviços prestados ao município de Campinas, foi entregue a honraria. E olha só, a gente segue aqui com as notícias do legislativo, porque a 53ª reunião solene prestou homenagem ao cantor lírico Luís Otávio Faria. A solenidade integra a programação oficial do mês Carlos Gomes, que celebra o legado do maestro campineiro. A honraria foi concedida por iniciativa da mesa diretora da casa. Todos os anos, Campinas dedica o mês de setembro a relembrar a obra de Antônio Carlos Gomes, maestro campineiro que projetou o Brasil nos maiores palcos do século XIX. Dentro dessa programação, a Câmara de Campinas reconheceu o talento de Luís Otávio Faria, considerado um dos cantores líricos mais prestigiados do cenário lírico internacional. Mas certamente, Luís Otávio, algo que Campinas quer agradecer é o fato de você ser um dos difusores das obras de Carlos Gomes pelo mundo. Eh, às vezes aquele santo da casa não faz milagre, né? Eh, ele é mais reconhecido e aplaudido lá fora do que no próprio Brasil. Mas são por iniciativas como a sua, que Campinas também é reconhecida lá fora como berço desse eh maestro magnífico que foi Carlos Gomes, afrodescendente, né, que tem uma trajetória maravilhosa no mundo da música. talvez tenha sido o primeiro maestro não europeu a estrear no teatro Escala de Milão, né, onde também apresentou a obra Guarani. Essas foram as razões que me levaram a propor e a Câmara Municipal aprovar, como eu disse por unanimidade, a concessão da medalha Carlos Gomes a Luís eh Otávio Faria. A medalha Carlos Gomes é a maior honraria cultural concedida pelo legislativo de Campinas. Ela é destinada a pessoas e entidades que se destacam na produção ou divulgação de atividades artísticas e culturais no município, que com o seu trabalho, ajudam a valorizar e manter viva a obra de Carlos Gomes. Com carreira internacional, Luís Otávio Faria se apresentou em teatros de destaque na Europa e nas Américas. Sua marca é levar ao mundo a brasilidade e em especial a obra de Carlos Gomes. Aqui estou eu hoje recebendo esse prêmio maravilhoso, graças a esse compositor que tanto fez pelo Brasil e tanto fez por nós cantores líricos que, né, que até hoje trabalhamos graças a ele, né, e está aqui, né, um exemplo. Quem sou eu? Eu agradeço muito ao Carlos Gomes, agradeço muito a Campinas, agradeço muito a oportunidade de estar aqui hoje e agradeço a senhora Rita de Oliveira também e Souza. Exatamente. O senhor Luís meu xará Rossini, ah, por essa homenagem. E é por minha obrigação. Se o Verde falou que esse rapaz começa onde eu terminei, a minha função como brasileiro, além de ser brasileiro, é de sempre que tiver uma oportunidade de divulgar a música desse grande compositor que foi Antônio Carlos Gomes. Então, quer dizer, aqui estou com muito prazer e espero ser merecedor desse prêmio. A solenidade contou com a apresentação de cantores líricos que interpretaram obras de Carlos Gomes e emocionaram o público presente. [Música] [Música] [Música] O homenageado também brindou a plateia com sua voz, encerrando a cerimônia em clima de celebração cultural. [Música] Agradecer mais uma vez ao nosso homenageado por essa pequena amostra que nos deu aqui, mostrando e justificando essa homenagem. Luís Otávio Faria. Que Deus continue abençoando a todas, todos vocês. Eles vão se apresentar daqui a pouco no Centro de Ciências, Letras e Artes, né? Então vão dar mais uma canja paraa cidade de Campinas. [Música] เฮ [Música]