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Estúdio Câmara | Terapia ou atividades terapêuticas? Yoga, autocuidado e saúde emocional
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Estúdio Câmara | Terapia ou atividades terapêuticas? Yoga, autocuidado e saúde emocional

31 views Publicado 05/12/2025 HD · 59:16

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No episódio de hoje do Estúdio Câmara, exploramos um tema que cresce cada vez mais no Brasil: afinal, o que realmente funciona para cuidar da saúde emocional? É melhor fazer terapia? Ou atividades terapêuticas — como yoga, meditação, dança, artes e técnicas de respiração — já são suficientes para trazer equilíbrio ao dia a dia? Para esclarecer essas dúvidas, recebemos dois convidados com visões complementares: • Fernando Toledo – psicólogo Especialista em saúde mental, Fernando explica o que é terapia de fato, como funciona o processo psicológico e por que o acompanhamento profissional traz profundidade, estrutura e acolhimento clínico para quem busca autoconhecimento, regulação emocional e mudanças comportamentais duradouras. • Elisa Medeiros – terapeuta e professora de yoga Formada pela Universidade de São Paulo, com mais de 18 anos de experiência no mundo corporativo, Elisa encontrou no yoga e no Ayurveda um novo caminho de vida. Hoje, ministra aulas, realiza atendimentos terapêuticos e conduz práticas que ajudam pessoas a entender o corpo, a respiração e a mente como uma unidade. No programa, ela mostra como as atividades terapêuticas podem atuar como suporte no dia a dia, ajudando a reduzir estresse, ansiedade e desconexão interna. 🌿 Afinal, terapia e atividades terapêuticas são a mesma coisa? Muita gente confunde os dois — e é comum buscar atividades como yoga, dança ou pintura na tentativa de “substituir” a terapia tradicional. Mas existe uma diferença essencial: O que é TERAPIA? Terapia psicológica é um acompanhamento profissional estruturado, contínuo e baseado em conhecimento técnico e científico. Ela investiga causas profundas, crenças, padrões de comportamento e ajuda a desenvolver estratégias emocionais saudáveis. O que são ATIVIDADES TERAPÊUTICAS? São práticas que promovem bem-estar, relaxamento, equilíbrio e presença. Elas reduzem estresse, melhoram a respiração, aumentam a consciência corporal e fortalecem o vínculo com o momento presente. Mas não substituem terapia — elas complementam. 💡 Os dois podem caminhar juntos? Sim! E essa é uma das partes mais importantes do programa. Fernando e Elisa explicam como a combinação das duas abordagens pode potencializar resultados: Terapia aprofunda, investiga e ressignifica. Atividades terapêuticas acolhem, organizam e sustentam o dia a dia. Juntas, elas ajudam na regulação emocional, no foco, no equilíbrio mental e no fortalecimento do autoconhecimento. Essa integração tem crescido muito em todo o mundo — e hoje várias pesquisas já mostram que combinar psicoterapia com práticas como yoga, meditação e respiração pode melhorar sintomas de ansiedade, estresse e até dores físicas relacionadas a tensões emocionais. 🧘‍♀️ A história da Elisa: da vida corporativa à consciência plena O programa também apresenta a trajetória inspiradora de Elisa Medeiros, que após quase duas décadas no ritmo acelerado do mercado corporativo, encontrou no yoga e no Ayurveda um caminho de reconexão e propósito. Ela conta como essas práticas transformaram sua forma de viver e como hoje ajuda outras pessoas a encontrarem essa mesma consciência, seja em grandes empresas ou em seu espaço Pralaya Yoga e Terapias. 💬 Participe! Quer saber se sua prática favorita entra na categoria “terapêutica”? Tem dúvidas sobre quando procurar um psicólogo? Ou como começar no yoga? Deixe suas perguntas e comentários aqui no vídeo! Sua participação enriquece o debate e ajuda outras pessoas a entenderem esse universo tão importante. Continue assistindo conteúdos incríveis em nossas playlists: 📺 YouTube: https://www.youtube.com/@tvcamaracampinas 🌎 Conecte-se com a gente nas redes sociais: 📸 Instagram: https://www.instagram.com/tvcamaracampinas 🎵 TikTok: https://www.tiktok.com/@tvcamaracampinas 📘 Facebook: https://www.facebook.com/tvcamaracampinas 🎙️ Spotify: https://creators.spotify.com/pod/show/tvcamaracampinas

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[música] Olá, muito bom dia para você que está aí ligadinho na programação da TV Câmara Campinas. Nós estamos chegando com o nosso estúdio Câmara de hoje. E hoje que dia é? Sexta-feira. Estamos dia 5 de dezembro e hoje a gente abre o programa falando sobre algo que tem aparecido cada vez mais nas redes sociais e até no nosso dia, né? Aquela frase que virou moda. Fazer tal coisa é a minha terapia. Mas será que existe mesmo uma diferença em terapia e o que é apenas terapêutico? É sobre isso que a gente vai conversar hoje com calma, clareza e informação confiável para você, porque nós estamos recebendo aqui no estúdio eh dois profissionais, um terapeuta e uma que é especialista em atividades terapêuticas. Se você tá em dúvida, manda pra gente já a sua pergunta, daqui a pouquinho eles vão responder para você, tá bom? 19978293776. WhatsApp tá aberto, a nossa equipe está te esperando. E agora vamos atualizar algumas informações do legislativo. A Câmara de Campinas registrou altos índices de satisfação e motivação entre os servidores efetivos. Segundo uma pesquisa interna que foi realizada pela gestão de pessoas. O levantamento ouviu 97 servidores, 53,3% do quadro e apontou que 91% estão satisfeitos com o setor onde trabalham e 79,1% se sentem motivados no exercício das funções. Os resultados foram considerados elevados para a administração pública e refletem um clima organizacional saudável. A pesquisa também apontou o interesse de 38,8% dos servidores no programa Minerador, Política de Remanejamento Interno, que permite a realocação por perfil e preferência. A expectativa da Câmara é que o fortalecimento desse programa e das ações de desenvolvimento continue melhorando o bem-estar dos servidores e a qualidade do serviço prestado [música] à população campineira. Mais informações chegando à região metropolitana de Campinas. recebe eh hoje eh dia às 3 da tarde, perdão, eh no plenário da Câmara, o lançamento do Fórum do Brasil na região metropolitana de Campinas. O movimento reúne lideranças conservadoras voltadas à defesa da família da liberdade e dos valores cristãos. O evento contará com a presença do padre Kelman, fundador e presidente nacional do fora do Brasil. Durante esse encontro, o vereador Nelson será nomeado líder do movimento da RMC, passando a coordenar ações e debates na região. O Fórum do Brasil busca integrar aí cidadãos e autoridades comprometidas com princípios cristãos e políticas públicas baseadas em responsabilidade social e proteção à família. O evento é aberto ao público, deve reunir autoridades e lideranças regionais. participe. Também será transmitido aqui pela TV Câmara Campinas e você está convidado para participar presencialmente. Eu quero detalhar aqui para você, se você quiser conferir toda a agenda da Câmara de Campinas, pode acessar o site da Câmara, tá bom? Tudo lá para você detalhadinho. Agora a previsão do tempo para o final de semana. Já quero antecipar que final de semana vai ser de solzão de rachar, hein? Que beleza. Hoje, sexta-feira, né? Então temos aí um sol entre nuvens, a máxima de 31º, né? Chance aí de chuva isolada no fim da tarde, mas a gente sabe que chuva isolada é aquela chuvinha bem pouquinha, né? Então hoje 16:30, amanhã sábado 16:32 e domingo 18:32. Você pode ver aí pela nossa ilustração que nós teremos dias ensolarados neste final de semana. Muito bem, agora vamos ao nosso tema central para esclarecer o que é terapia, o que é terapêutico e como essas duas coisas podem encaminhar juntas. A gente recebe então o psicólogo Fernando Toledo, todo mundo conhece ele, né? Seja muito bem-vindo. Bom dia para você. Prazer te receber sempre aqui no Estúdio Câmara. Eu que agradeço estar aqui novamente, né? Eu sou mais psicanalista. Mais psicanalista. Psicólogo. É bem menos, bem menos. É sério. Depois você explica pra gente essa diferença também, que é importante a gente saber, né? psicanalista, psicoterapeuta, mas tá tudo aí dentro da área da saúde mental. E daqui a pouquinho Fernando, explica pra gente essa diferença pra gente saber. E agora nós temos também a terapeuta, professora de yoga. Olha só, gente, professora de yoga. Vou pedir para ela ensinar a gente como é que a gente faz para se conectar, né? Elisa Medeiro, seja muito bem-vinda. Obrigada. Bom dia. Agradeço. Bom dia. Maravilha, gente. Então, vamos, vamos tentar entender a diferença de terapia e atividade terapêutica. É muito comum nas redes sociais a gente vê aquela frase, aquelas frases assim, né? Viajar minha terapia, tocar violão é minha terapia, meu pet é minha terapia. Essas atividades fazem bem, aliviam o estress, claro, conectam a gente com o presente, é bom demais, dá uma sensação de bem-estar magnífica, mas isso no eh eh não é terapia no sentido clínico, né? E a gente precisa entender a diferença, eh porque a gente precisa de ter um cuidado emocional. Muita gente confunde essa atividade terapêutica com a psicoterapia ou a terapia e essa confusão pode atrasar a busca por uma ajuda profissional. Então, Fernando, eh eh explica pra gente como que você eh diferencia uma atividade da outra, né, e a importância das duas atividades. Então, eh psicologia é de daqui, é de fora para dentro. Você quer, a psicologia tenta mudar o seu modo de agir, seu modo de expressar o comportamento, né? A eles, a, a psicologia tenta curar de fora para dentro. A psicanálise não é de dentro para fora. Aí eu eu cuido do sintoma. Então, de repente o sintoma tá me matando. Ansiedade, sim. Angústia, eh transtorno, algum trauma, bipolaridade, né? E assim vai. Então, eu tenho que trabalhar aqui dentro, aí eu puxo daqui para fora e a pessoa vai enxergar a vida diferente. Esse é o grande segredo. Porque tu escola o que? Eu vou mudar, a psicologia tenta mudar. o comportamento da pessoa. Uhum. Né? E não tá errado. Sim. Como a psicanálise também não tá errado. Cada um tem um modo de enxergar. Há uma, há uma, vamos falar uma briga saudável entre psicologia e psicanálise. Sim. Tá. Mas são duas terapias essenciais pro andamento do ser humano. Só que o ser humano, no, eu tô falando no geral, tem que acreditar, né? Clar. Ah, é verdade. Tem que ter vontade de de procurar ajuda, né? Não adianta. É, porque senão não adianta. Legal. Sim, claro, claro. Agora, eh, eu pergunto pra Elisa, a atividade terapêutica, né? O que que é atividade terapêutica, quais são as principais e quais os benefícios que ela trazem pra gente? Eh, bom, eu posso te falar muito do yoga, que é como a a ferramenta hoje, né, a filosofia com que eu trabalho e vivo e e também as outras terapias que a gente trabalha, as terapias integrativas ou holísticas, a gente pode trazer esses dois nomes. Então, a gente tem hoje o yoga, eu acho que tá muito forte, muito presente, né? A gente tava até conversando aqui antes do programa o quanto que o yoga tem se alavancado assim, né, no mercado como busca das pessoas, mas também lá no nosso espaço, por exemplo, a gente traz muito grupos de trabalho. Então, eu vejo que uma proposta muito terapêutica hoje é colocar as pessoas em grupo para trocar, para dividir, para conversar, para esse desenvolver esse senso de coletivo, de pertencimento, de o que eu vivo, a minha dor é do outro também na maioria das vezes, né? na grande maioria, se com as suas diferenças, mas com muitas similaridades. Então, essa troca quando genuína e bem moderada, bem encaminhada, ela é muito terapêutica também. Então, são as principais atividades hoje, de um modo geral, que a gente trabalha lá no nosso espaço, o yoga e essas esses trabalhos também com yoga, mas nas outras terapias também integrativas e holísticas, eh, com esses trabalhos em grupo com pessoas. Você tem uma ideia? Pegando o que a Elisa tá falando, eu sei, eu quando comecei a trabalhar com a psicanálise, com esse movimento total que eu tenho hoje, eu sempre falei: "A terapia em grupo é muito importante". Sim. Sim, né? Porque como El falou, a dor minha é as mesmas. Exato. Da Rúbia ou da mesma da própria Elisa. Então a gente aí a terapia em grupo ajuda a você falei: "Puxa vida, ele fez isso porque eu não posso fazer para melhorar". Isso identifica com a dor, porque normalmente normalmente eh quando tem um grupo se que se reúne Uhum. eh isso aí vem do universo, né? São os mesmos problemas. Eu não sei se Elisa acredita muito no universo, aquela história toda, mas vem tudo do universo. Parece que coloca lá eu, a Elisa e a Rúbia, sabe? É bem parecida, são bem parecidas as situações. Muito importante. A terapia em grupo, yoga em grupo, outra outras terapias que tem. Não é feio. Ah, eu não gosto, mas não. Você tem que tentar gostar porque faz um bem que o pessoal não imagina. Olha só, é importante também quando a gente fala de terapia em grupo, né? Ah, nós estamos vivendo num mundo cada vez mais frenético, corrido, automático, né? Ninguém para, a gente parece um ratinho, né? rodando na rodinha e aí uma hora a gente vai cair e aí se você cair ah se lascou, entendeu? Então essa terapia em grupo acaba fazendo você vir pro realmente que o que interessa o aqui e o agora e pra sua consciência porque como a gente vive no automático, a gente acaba perdendo, né, o time da vida, eu acho. É, Rúbia, se você falou uma coisa interessante, né? O automático. Sim. Hoje no automático tudo é transtorno. É. Não, pior que é verdade. É verdade. Ah, não, virou transtorno, não sei o quê. Virou transtorno, né? Virou pensar em nada, só vai lá e o que quer. Então, o o a eh o frenético precisava mudar. A galera que, né, pela internet, que hoje é a ferramenta mais importante que tem, não fica procurando pelo e ovo, né? É, né? Eu acho que tem problemas, tem dificuldades, tem doenças. Eu acredito em tudo isso, só que muita coisa é criado. Perfeito. Isso é pra gente refletir. Uhum. Né? Porque a na alguns anos atrás na nossas na nossa criação, tem coisa que o pai e a mãe dava uma chinelada, resolvia. É minha opinião, né? Aham. Sim. É muito reflexo dessa desconexão, né? Com o momento presente, com o agora, essa desconexão entre as pessoas. Então, a gente vive uma sociedade que é sociedade da produção, da performance e hoje é do I, né, Exato. Então, tudo muito pronto, tudo na ponta dos dedos, literalmente. Então, não existe mais esse espaço para sentir. Então, a gente reage as coisas ao invés de realmente parar, sentir, pensar e agir, ao invés de reagir. Então eu vejo que as terapias, né, integrativas, tanto yoga, o aurveda, rei, aromaterapia, tem um arcabolso gigante aí, vem com essa caixinha de ferramentas para nos trazer pro presente, pro corpo, pro sentir, para essa conexão. Acho que é a principal chave, assim, isso. Perfeito, né? Agora quando você fala de, ó, falamos sobre atividades do dia a dia, vida frenética, corrido automático, a gente, né? E aí acaba tudo se tornando eh uma uma doença, né? Um trauma, uma doença. E e infelizmente a gente não para para analisar e como Elisa eh trouxe, a gente não para para respirar, para vir pro aqui, pro agora. É tudo para ontem, é tudo, ó, vamos lá, vamos lá. Poxa, se é para ontem eu tô atrasada. Então, eu sempre estou vivendo atrasada nesse mundo frenético. E a gente, é, também é e a gente considera isso muito normal. Por que a gente considera isso normal? Porque a gente não para mais. A gente não para mais. A gente só tá performando, eh, entregando. Final de ano tá aí. Quantas coisas tá passando na sua cabeça nesse momento, né? O que que você tem que fazer? Quem diz que você tem que, né? Por que que você não para um pouco? Ah, mas eu não posso parar. Quem disse? Tem gente que fala assim: "Eu não posso ficar doente". Gente, o que que é isso, né? Eu não posso ficar doente. E aí, que aí a grande pergunta é: "Mas por que você não pode ficar doente? Você tá trabalhando para não ficar doente? altivas. Aham. Agora, eh, se você não para pelo amor, você vai ter que parar pela dor, entende? E não, e, e você precisa buscar alternativas para que você possa viver com mais qualidade de vida. Ah, Rúbia, é fácil falar. Claro que é. Você acha que eu também não não vivo desse jeito? Vivo, claro que vivo. E a gente precisa buscar alternativas. É isso que a gente traz aqui. Quem sabe a gente consegue virar a chave minha, sua, que tá em casa. Vamos falar de yoga, né, de de atividade terapêutica, aliado à terapia. Gente, isso é maravilhoso. A gente só não pode ficar somente, de repente na atividade terapêutica, achando que isso vai resultar em a o que de repente a terapia pode nos trazer. Então, a gente precisa aliar e é eh essa essa conexão que a gente quer trazer hoje aqui para o programa. Então, eh, Elisa, a questão da atividade terapêutica, a yoga, por exemplo, eh, todo mundo pode fazer. Eu nunca fiz yoga. Quando eu olho eh alguns vídeos e procurei alguns vídeos paraa gente poder conversar, para eu poder entender um pouquinho, ã eu cheguei a pensar, gente, eu não vou conseguir fazer isso, eu não consigo me desconectar, eu não vou conseguir eh voltar para mim e e fazer uma meditação e aqueles movimentos que a yoga traz, o que significa aquilo, né? O que que tem a ver com nossa saúde mental? traz pra gente um pouquinho sobre isso. Claro. Eu vou até começar te contando essa história, dando um pedacinho assim da minha história de como eu cheguei no Sim. Eh, com 20 e poucos anos eu comecei um processo terapêutico psicoterapia. Olha aí, ó. Tá vendo? Por conta de crises de ansiedade fortíssimas. E aí, nesse desenvolvimento, nesse decorrer, eu cheguei no yoga despretenciosamente. Uhum. E a experiência que eu tive naquela aula que eu fui com uma amiga que falou: "Vamos, você vai gostar, eu acho, vamos [risadas] lá". E eu me me gravou até hoje, né? Eu consigo acessar assim a sensação que eu tive no final da prática de ganho de espaço interno, porque imagina, eu vinha de uma mente extremamente ansiosa. O ansioso é aquele peito apertado, né, Fernando? Aquela aquela angústia, aquela dor, né? E de repente no final da prática aquilo se dissolveu completamente. Eu nunca mais parei. Então, sério, olha só que maravilha. Mas também não parei com a terapia. [risadas] Caminhar os dois psicoterapia. Então assim, eh, só para dar o meu relato pessoal que eu venho dessa história, dessa junção, dessa união e acredito muito nela. Então o yoga a gente também só é importante é ponderar que quando a gente jogar no YouTube ou no Instagram a chance da gente achar aquelas performances linha, aquelas posturas. É, foi o que eu vi, né? E eu vou te confessar cortando [risadas] aí, segura o pensamento. Eu até tentei fazer o negócio daquele em casa ontem. Eu só não filmei porque senão eu ia virar meme. [risadas] Então, eh, é claro, vão existir escolas e escolas, espaço, espaços, profissionais e profissionais, mas o yoga não é isso. [limpando a garganta] Quando a gente pega uma das definições do yoga, yoga é a redução das oscilações da mente. Nossa. Então, todas as ferramentas que existe na prática de yoga, porque a gente tá falando aqui da eh mais da prática psicofísica que acontece ali no tapetinho, mas tem toda a filosofia por trás também para quem quer e gosta e se identifica, é um caminho também de autoconhecimento. Mas na prática psicofísica, então, tudo aquilo que existe, os çanas, que são as posturas, as respirações, as meditações, visualizações, existem um arcabolso de ferramentas, ele tem o propósito do quê? de te trazer pro presente. Ele te dá objetos de atenção. Então, quando o professor tá lá te colocando, te orientando para você chegar numa postura para você e te ele vai te induzindo a se manter presente, a se presta atenção na sua respiração, sente o ar entrando, saindo, ah, ajusta o seu braço assim, dessa forma. Que que você tá fazendo com a sua mente? Você tá deixando de pensar naquelas milhares de outras coisas e se trazendo para o presente. A mente meditar, né? Vou falar, pegar bem essa fala que a gente acha que meditar é parar de pensar. Quem acha que é isso não vai conseguir meditar nunca. Porque Fernando pode falar melhor do que eu. A mente existe para pensar. Ela não vai parar de pensar nunca. Então, meditar e o o asa na postura também é uma forma de meditação, só que em movimento com outras técnicas, é você dar um objeto de atenção, dar um direcionamento da atenção. Beleza? E o pensamento tá lá, ele não vai embora. Exato. Tá. A é bem isso, né? Se organiza a postura, mas o pensamento continua. Aí a postura que a Elisa tá nos ensinando, o yoga tá nos ensinando, é pra gente tentar ajustar o pensamento. Exato. Então o yoga ele vem como uma ferramenta assim incrível de ajudar a gente tomar as rédeas da mente e não o contrário, né? Ele ensina através dessas ferramentas a gente é um treino. Então por isso que você vai lá, faz aula, quanto mais você fizer, melhor, né? Os yoges vão recomendar a prática diária para você fazer, porque é treino, é treino mental de você compreender que você não é a sua mente e os seus pensamentos. Você consegue observar a sua mente e seus pensamentos, logo você não é ela. Então, a partir dessa mudança de perspectiva, você toma a rédia da sua mente. Você deixa de ser escravo dos seus pensamentos. Nossa, que forte isso. Então, isso é o yoga. Uau! [risadas] Fernando, quero deixar de ser escravo do meus pensamentos. Só que tem um detalhe, os pensamentos não vão embora. Você vai continuar com eles, você aprende gerenciálos, né? Você precisa pera um pouquinho. Esse vai ficar aqui, né? Igual um cronograma, né? Sim. Faz umas caixinhas ali, coloca ele guardadinho, sabe? As caixinhas do banque que é para guardar dinheiro, tal. A gente faz as caixinhas dos pensamentos. Ó, esse pensamento vai aqui, espera um pouquinho. Isso. E aí, aí é onde o yoga entra. Não só yoga, todas essas terapias, as holísticas no geral, né? Isso é importante para você equilibrar o corpo. A mente não para. Então você pode ter yoga, você pode ter o Heake, você pode ter qualquer outro tipo de terapia, mas você tem que ter a psicanálise ou a psicologia. A psiquiatria não, porque a psiquiatria vai dar remédio, vai equilibrar, isso é saúde. Mas normalmente hoje no instituto nós temos um psiquiatra, tá? para apoio nosso. Uhum. Mas ele sempre fala: "Olha, não adianta, você tem que ter a a terapia no geral". Ah, mas eu não gosto de psicologia, eu não gosto de psicanálise, não importa. Escolhe uma e tenta se adequar. Como Elisa falou, o corpo, quem vai pagar conta é o corpo. E o yoga vem para o quê? Para equilibrar o corpo, né, Elisa? Com movimentos singelos, com postura, ma pensamento, ele tem que falar com o Fernando, com o Zé, com o Mané. com a com a Elisa, com qualquer outra pessoa, ele tem que eh verbalizar. Se você não verbalizar, não adianta você ir no psiquiatra, não adianta você fazer yoga, entendeu? Porque uma coisa tá tudo ligado. Agora, a grande pergunta é: a o ser humano está preparado para tudo isso hoje em dia com esse com essa ferramenta internet? Não. Você acha que a internet vem tem atrapalhado a nossa saúde? pouquinho assim, porque eh você procura Uhum. Hoje em dia o pessoal se consulta lá no chat GPT, né? Isso. Tem umas coisas absurdas. Então quer dizer, você precisa da Elisa, você precisa do Fernando. Modo de falar do Fernando, né? Do terapeutas, né? É. Então é necessário. Ah, mas eu não consigo presencial. faz por online. Online funciona do mesmo jeito. Você tá tendo com o o olho no olho. Agora é necessário aprender yoga. É tomar um reikake, eh fazer algum alguma coisa energética com outros terapeutas, mas você tem que ter ou psicólogo ou psicanalista. Na sua avaliação, Fernando, eh a gente conseguia aí alinhar a terapia, né, com a atividade terapêutica. a gente realmente a gente a gente consegue eh equilibrar esse esses pensamentos que a gente tem, tem melhora de ansiedade, o que que a gente pode melhorar no nosso dia a dia, assim, porque e um tempo, tem um tempo determinado, às vezes as pessoas perguntam assim: "Ah, vou fazer terapia, mas eu vou ter que ficar o resto da vida fazendo terapia." O que acontece? Eh, Rúbiar, eu vou dar um exemplo de um paciente meu que é do Espírito Santo. Ele tá no último ano de medicina. Fazem dois anos que eu atendo ele. Ele me procurou por causa da ansiedade. Uhum. Aí eu fui trabalhando, fomos trabalhando e ele entendeu que ele tem que viver hoje. Sim. O momento. Ah, mas Fernando falou: "Vive hoje." Aí eu contei uma pequena história do Kung Fu Panda. Ah, sim. É o mestre o, né? A tartaruguinha falou pro passado virou história. Aham. E o futuro, mestre? É um mistério. Ninguém sabe o que que você tem. Presente. Aí eu fui mostrando para ele como ele tinha que lidar e hoje ele tá comigo há dois anos. Eh, respondendo a sua questão. Tem que ficar eternamente. Não, a gente faz terapia uma vez por mês. Se ele precisa, ele me procura. Uhum. Mas uma vez por mês ele para e verbaliza. Ele faz um, né, um diário, né? traz e traz pra gente e a gente vai pontuando. Hoje mesmo eu recebi mensagem dele falando, ele falando de sonho, aí eu expliquei para ele. Então esse é o suporte que a pessoa precisa. Então eu cuidei dele, nós nós ajustamos a vida dele, ansiedade, angústia, o menino e olha e falar para você, ele estuda, hein? Medicina último ano indo pra residência. Então ele equilibrou. Uhum. Mas ele teve coragem. Tudo que a Elisa comentou e eu estou comentando, parte do ser ter coragem, ter vontade de arriscar e procurar. Exato. Se não tiver essa coragem, vontade, Rúbian, não sai. É, né? E respondia. Sim, super, super respondeu. E Elisa, a questão eh da atividade terapêutica, eu te faço a mesma pergunta, né? Porque ah ter vontade, disciplina e seguir com a terapia, não é? [limpando a garganta] E a atividade terapêutica, ela tem um tempo determinado? Eh, a gente vê a evolução a partir de quando, como que é quando a gente inicia? Sim, eu acho que o processo é muito individual, né? Porque cada ser ele traz ali a sua bagagem, né? Sim. Então, quando alguém chega, né, no yoga, por exemplo, eh, muitas vezes é isso. A grande maioria das pessoas, assim como a minha história, né, chega a partir de uma dor, de uma Sim. Algo que tá, né, pegando e e a pessoa chegou por aquilo. Os motivos com que vai fazer com que ela fique são outros, né? [risadas] O que fez ela chegar vai ser diferente do que faz ela ficar. Perfeito. Mas eu acho que o que faz a pessoa ficar é realmente encontrar um propósito nessa busca por sentido na vida, né? propósito. E eu acredito que um propósito muito forte, pelo menos na minha vida, é essa evolução, é me compreender melhor, é lidar com essas minhas dores, com os meus traumas, com aquilo que eu vim viver aqui, com coisas que a gente carrega que a gente nem sabe da onde que vem também, né? Na hora que você vem, vem lá de uma situação que você nem imagina. Exato. E tudo isso tem um propósito. Então eu acho que esse nosso propósito de vida é feito desses micropropósitos, dessas coisas que a gente veio aprender desenvolver aqui como ser humano. E a partir do momento que a gente desenvolve, expande essa consciência, a gente se torna um ser humano melhor, melhor para si, melhor pro coletivo, melhor pro mundo. Então o yoga ele traz essa mensagem por trás na sua filosofia de você se encontrar como esse ser real, mais profundo, não resultado dessa, desse turbilhão da mente, né? A mente ela tem a sua função prática, operacional de fazer a gente viver aqui os nossos corres, de tá aqui no mundo, né? Mas ela tem essa função. Existe agora uma busca mais interna, né? mais profunda, que cada um daí vai se conectar da forma que fizer sentido. Mas as terapias integrativas elas trazem esse recado, esse convite mais profundo. Ela vai te aliviar o sintoma para que você consiga para mergulhar mais para fundo para por que que tá por trás desses sintomas, essa beleza, esse brilho por trás desses sintomas, você entende? Ô, Rúbian, completando a Elisa, se eu tiver errado, a Elisa, pode me corrigir, tá? O yoga veio quando a pessoa compra a ideia, essa é a minha visão, tá? Um exemplo, eu não consigo fazer porque sou atentado, né? [risadas] Eu fico, nossa senhora, eu não consigo. Mas é quem consegue comprar a ideia do yoga, ele vai ficar pro resto da vida. Tô certo, Elisa? Geralmente sim. Por quê? você eh [risadas] gruda porque eh você não precisa lá no espaço da Elisa, um exemplo, mas a Elisa te ensinou como você praticar o yoga, aí você vai praticar na sua casa. Então quando a pessoa não é atentada, certo? Ela é como eu, ela mas sem solução. Olha, gente, eu era atentada, eu era mais, vi, eu era mais hoje [risadas] eu melhorei um pouco. Então a pessoa senta e ela vai levar o yoga para sempre, a medita, né? faz parte do estilo de vida dela. Isso. Então ela passa a incorporar. Eu agora eu vou ter meus 10 minutos, 15 meditação. Aí ela equilibra e segue. Essa é a minha visão do yoga, certo? E as outras integrativas, holísticas, elas são complementos. C o reik é um complemento. O reik você não toma todo dia. Você toma uma vez por semana, uma vez por cada 15 dias. Ô, o que que o que consiste o Heikake? A gente vê na internet, né? He reake tal, mas o que uma troca de energia? energia é um tem os tem os mestres que aqui né, ele [limpando a garganta] eles eles mostram eles transmutam uma energia, uma, ah, tá com dor no ombro, então ele vai lá no ombro, ele ele percebe, tem energia densa aqui no no estômago, então ele trabalha. Então a a o mestre que olha, tem muitos bons, né? tem muitos, muitos e e ele consegue transmutar uma energia eh para você equilibrar. Aí você põe, né, você toma um reik cada 15 dias você consegue entender a meditação no yo que você vai fazer diariamente e você tem um um terapeuta, cada 15 dias, cada mês, não importa, você consegue viver melhor. Ah, mas olha, fica imaginando aqui agora você falou e eu fiz um desenho da minha vida. Um rei que a cada 15 dias um yoga e você de terapeuta daí [risadas] tá louco, né? Imagina, equilibra tudo. Que bom seria se a gente conseguisse, mas eu acredito que se a gente fizer um planejamento a gente consegue, viu? Não tá impossível de conseguir isso, não. É muito importante. Eu acho que a gente tem que privar pela nossa qualidade de vida, até porque a gente depende da gente, né? E a gente veio sozinho, a gente vai sozinho e a gente tem que ter amor por nós, porque senão a gente não consegue transbordar isso para outra pessoa. E quando a gente vem, a gente vem sem roupa. Exatamente. [risadas] É isso. A gente vem sozinho sem roupa. Quando a gente vai com uma pecinha de roupa ali, nem escolhe. Alguém escolhe você. Agora, completando a tirando a brincadeira, tal, nós falamos da meditação, nós falamos do do Heik, foi um exemplo do Heik, né, da terapia psicólogo ou a psicanálise, mas uma parte que a população, a Elisa, pode me corrigir novamente se for necessário. Aham. Exercício físico, uma caminhada, uma uma uma trabalho numa academia. Então, esses quatro são os pilares, exercício físico, uma terapia integrativa, meditação e um terapeuta. Ó, quem quem não souber vai achar que a gente combinou antes. Você sabe que a a terapia aurveda, que é essa medicina tradicional indiana, nós não combinamos nada, hein? [risadas] Não, não. Eu conheci ela lá embaixo, hein? Eu falei, comentei com você, ah, que você falou, que que é, né, o Aurveda, falei o Aurveda, ele tenta ensinar pra gente o simples para cuidar da saúde e o que que ele fala que são quatro pilares. Ó, eu não sab, ó, essa eu não sabia que tinha esse nome aí, então isso o movimento eh o sono e a atenção plena, presença, [limpando a garganta] né? Então, é é as quatro que eu comentei de uma maneira diferente um pouquinho, mas é a essência mesmo. Então, se a gente para para analisar a a integração de tudo isso que vocês estão falando, eh, a gente acaba eh pensando que acho que a gente constrói eh uma vida melhor, né, uma mente mais sadia, mas o nosso corpo ele deve responder de uma forma magnífica, porque ah eu pesquisando ontem sobre a o yoga, eu vi relatos de pessoas que perderam peso a partir do yoga e da terapia, pessoas que eh alinharam, né, todas as situações da vida a partir dessa terapia, eh dessa atividade terapêutica. E vi outras pessoas também que mudaram o sistema de alimentação, pessoas até que viraram veganas a partir do momento que ela iniciou o yoga aliado à terapia. Então, acho assim, achei muito interessante e eu nunca, eu não sabia disso. Eu fui pesquisar pra gente poder conversar e eu falei: "Nossa, gente, mas mudar a o estilo de vida mesmo, né? É isso que acontece. Rúbi, deixa eu cortar antes da vou vou vou questionar você. A pessoa se torna vegano, a pessoa torna isso, torna aquilo, tal. Mas eu, Fernando, acredito tem ser equilibrado. Sim, claro. Você não precisa de parar de comer proteína, você precisa equilibrar o uso da proteína. Tô certo, Delí? Sim, isso tá certo. Sim, tá certo. Eh, eu, por exemplo, não sou vegetariana nem vegana. Hum. Eh, falo que, eh, vou dizer que talvez no meu caminho inicial do yoga, eu quis ser, porque olha aí, interessante. Ah, existe esse movimento, forte esse modismo. O yoga traz com princípio ético a não violência, a causa dos animais me toca assim, mas eu não consigo. É uma limitação minha, mas também eu não preciso da carne, eh, né, animal com muita frequência. Eu como raramente, mas por vezes o meu corpo perde. Então, hoje eu tenho tranquilidade e fico, me sinto eh, né, em paz em afirmar isso. Mas existe essa mudança, né? Existe, mas para mim é uma consequência dessa mudança do estado mental. Isso. Exatamente. É isso mesmo. Aham. você passa aquilo que eu falei de você tomar as rédeas da sua mente, se a gente tá aprisionado ali somente na nessa parte mais superficial, no estímulo dos sentidos, eh nos pensamentos acelerados e a gente só reage a isso, a gente vai fazer tomar ações, ter escolhas inconscientes, que não vão ser as melhores escolhas pro nosso corpo. A partir do momento que a gente consegue silenciar, estar mais no nosso centro e mais agir do que reagir, Uhum. Naturalmente, sem você nem perceber, você vai fazer melhores escolhas. Exatamente. Fo e eh eh esses depoimentos que eu que eu vi ontem na internet, eu achei bem interessante. E aí vem a pergunta, né, que eu acho que todo mundo tá fazendo aí. Quando que a gente consegue virar a chave? [risadas] A partir de quando que a gente consegue virar a chave? Vamos lá, vou começar a yoga. Vamos lá. E eu viro a chave a partir de quando, né? Quando que as coisas comecem começam a se alinhar. O problema não é quando, o problema é como? Como? Com a dor. Com Ah, sim. É, exatamente. Mas a gente poderia não esperar dor, né? Normalmente o ser humano não é assim. É, ou é apelador ou é pelo amor, mas eu estou indo pelo amor próprio, né? Ah, eu vou lá pelo amor próprio. Eu entendi que isso vai fazer bem para mim e eu vou por amor. Amor que eu tenho por mim. Sim. Não tá. Não é, é. [risadas] Posso falar para você, Elisa? É um discurso lindo dela. Mas não é assim que funciona na senhora. [risadas] Eu acredito ser mais evoluído. É, eu acredito. Ela tá, ela tá naquela porcentagem da população [risadas] diferenciada. Vou falar assim, vai. Ah, fala sério. Mas vamos lá. Vamos pelo amor. Vira a chave assim. Quanto tempo assim de atividade, a atividade terapêutica a gente precisa pro nosso corpo e e a nossa mente entender e começar a fazer esse alinhamento. É, eu acho que assim, como a gente tá aqui num canal aberto, né, é muito oportuno a gente falar disso, que o simples funciona boa. Então assim, beleza, não tenho condições hoje de ir num estúdio de yoga, de mesmo fazer aula online. Não tem. Hoje tem um monte de conteúdo gratuito, né? se você precisa desse apoio. Isso e se não, gente, porque o ideal é você realmente se desconectar de tudo, vamos combinar, né? Se você experimentar, parar, se aquiietar e só respirar, prestar atenção na sua respiração, prestar atenção nos pensamentos que estão vindo, na qualidade desses pensamentos, sem se apegar a eles, mas só mesmo nesse lugar de observação de si, do corpo, das sensações, essa pausa mesmo genuína, se trazendo pro momento presente. Se você fizer isso por 5 minutos de manhã, que de manhã é um horário muito auspicioso, né, que a gente, como dizem os indianos, né, muito auspicioso, eh, que você acorda, você tá com a mente mais clara, já, mais serena, então, preferencialmente não pega no celular assim que você acordar, vai pegar no celular, não vai ver notificação, porque senão você já sai desse estado automaticamente. Então, cultiva esse ritual na sua casa mesmo pela manhã, se cuidando de se, ao invés de se conectar com o externo, se conectar com esse interno, com esse teu estado interno e se dar esse momento de pausa. E mesmo ao longo do dia, né, essa semana mesmo, eu é uma coisa que eu falo muito repetidamente, exaustivamente lá no no meu Instagram de ensinar que isso todo mundo pode fazer, todo mundo tem essa ferramenta em mãos, que é a pausa, é o parar, é no seu horário de almoço. Eu até brinco às vezes, a Elisa, mas eu trabalho em empresa eu falei, beleza, finge que você tá lá no banheiro, 5 minutos, senta lá, fecha seus olhos e só fique em silêncio respirando. E me conta depois de uma semana, se você fizer isso todos os dias, o efeito que isso vai ter. Uau! na de mudança desse padrão, desse estado mental. De verdade é muito simples, parece que não funciona, que parece que eu tô falando numa grande asneira aqui, mas é muito poderoso o poder da pausa. Uau! E respirar, né, Fernando, a respiração ela tá em tudo, né? A gente precisa Mas respiração que eu digo consciente, né? Porque a gente nem percebe que a gente respira, né? É, a gente, quantas vezes a gente respira por dia, a gente não sabe nem quant. A Elisa comentou uma coisa interessante, né? Eh, a gente acorda elétrico super. Imagino você, não imagina [risadas] eu. É, e aí você já tá lá os dois celular. Falei: "Puta, começa a pitar. Meu Deus! E agora?" Aí você vai ver aí, aí você sai do estágio agora eh, melhor. Você vai para um estágio, começa a aceleração do dia. É porque a gente acorda sereno, né? Era, é para ser, é para ser. É para ser. É, é para ser. Você veja bem, a o meu acordar sereno é depois que eu escrevi uma parte do livro. Aí eu durmo um pouco e Aham. né? Então a gente faz assim, tem outros que não. Sim. Mas o [limpando a garganta] certo é Uhum. Aí eu ensino isso, a Elisa ensina isso, a Elisa acho que até faz isso, mas eu não consigo. [risadas] Eu falo: "Não, calma, faz isso". Então você tem que pensar em você um pouquinho. Uhum. Né? No seu café, tomar seu café centrado no seu café, eh, centrado em você. Eh, quem faz meditação, aproveita e faz. Eh, eu tomo café, é o momento que eu falo: "Não, agora é o meu café toca lá, mas você deixa quieto." Então você tem que acreditar no seu momento. A palavra mais correta é esse, acreditar no seu momento. Excelente. Muitas vezes você é cercado pelo medo. Ah, mas se eu não responder, eu vou perder. Se eu não responder vão falar que eu não tô ligando mais. Se eu não responder, não me ama mais. Se eu não responder, não gosta mais de mim. entendeu? Então você isso é tudo nada, né? Nada. Você você tá jogando o mundo lá, todo o seu problema, pensando, ah, a Rúbia vai pensar que eu não quis responder aí não é nada disso. Então você tem que se conectar com a gente. A terapia que a Rúbia faz, a Elisa faz, o que você comentou das outras coisas, é um momento de cada um, mas cada um tem que acreditar que pode. a terapia que eu faço, a psicanálise, psicologia, o que for, você tem que acreditar que você vai melhorar de alguma maneira. Você tem que acreditar e você tem que ter vontade disso. Se você não acredita, não tem vontade, não faz terapia. Você tem uma ideia? Eu eu vou atender a Rúbia. A Rúbia é minha paciente. Ô, Rúbia, vamos faz. Mas você quer a segunda sessão? Ah, aqui a segunda sessão. Olha, Ruber, é o seguinte, eu tô nessa nesse estágio. Se você realmente marcar uma data, se você não me chamar, não vou te atender. Eu não vou mandar mensagem. Ah, você vai ter acessão. Não, eu não mando. O interesse é meu. Interesse é seu. Os meus pacientes falam: "Doutor, o senhor é louco?" Falei: "Não, não sou louco. [risadas] Eu sou eu sou prático. Quem precisa é a Rúbia, não é a Elisa, não é o Fernando. É a Rúbia". Exato. Exato. O compromisso precisa ser consigo primeiro. É isso. Então você tem que Fernando, daqui a pouquinho o nosso encontro. Legal. Eu tô, eu já estou com a minha agenda montada. Se você não vem, aí eu falo, eu falo: "Olha, ah, eu esqueci". Falei: "Então a gente pro outro dia, não tem problema. Só que aí eu vou mudando, se ela vem pro outro dia, você vai mudando a a forma de atuar". Então, hoje eh as pessoas, ah, eu quero fazer terapia, faz uma, duas sessão, agora não sei, esquece não. Eu também não. Só você quer me procuro, senão não vou procurar, eu não vou ficar mandando mensagenzinha não. Até hoje até nossa sessão. Vamos fazer? Uhum. Uhum. É porque na verdade o compromisso é é da pessoa, né? Não é seu, você tá ali à disposição, não tá no horário. E acho que isso é é a partir desse passo, é a partir eh de cumprir esse compromisso, de ter essa disciplina que a gente começa a melhorar a nossa qualidade, tanto de vida e eh de vida eh tanto eh mental quanto física, não é, Elisa? Com certeza. Você sabe que eu falei dos princípios éticos, né, que tem por trás da filosofia do yoga e um deles que eu falei da não violência, tem vários, um deles é a disciplina. Uau, muito bom. Então, sem disciplina a gente não consegue nada, gente, né? Aqui nessa existência é verdade. É o princípio humano, o princípio de existência a disciplina. Perfeito. E a vida de ninguém vai ser só mil maravilhas. Você pode até tentar viver se distraindo apenas, mas você só tá colocando coisa embaixo do tapete. Uma hora isso aí vai querer, vai sair do tapete sozinho. Isso. O que a tá falando é o que eu acabei de comentar, é o medo. É o medo. Elham o medo do enfrentamento. Do enfrentamento. Aí você fica com medo. Ah, eu não vou fazer, eu vou fazer e vou ser feliz aqui. E aquele seu medo tá lá. Exato. Aí aquele seu medo começa a crescer muito mais p Uhum. Uhum. E você não deixa sair. Aí quando sai, você sai acabado. Aí você precisa da terapia, você precisa de um acompanhamento, yoga, holístico, psicanálise, psicologia, psiquiatra. Exato. Tô certo. É assim que funciona. É, gente, olha aí, 8:49 nós estamos aqui falando sobre a diferença de terapia e atividades terapêuticas e e a importância, né, de aliar essas duas eh atividades aí para que a gente possa ter uma melhor qualidade de vida, uma melhor consciência, né, melhorar a nossa saúde mental, que é tão importante, já que o nosso dia a dia é tão corrido e a gente aceitou e esse mundo tá desse jeito, eu acho que não tem mais volta e é só daqui pra frente as coisas tendem a ser mais corridas, mais tecnológicas e a gente precisa de um equilíbrio para poder lidar com tudo isso. Se não, olha, vira o cabeção, né? Não vira. Aí você vai começar a bater em você mesmo. Você vai dar cabeçada na parede, né? você vai brigar com a parede. É verdade. E a gente precisa dessa consciência e desse autoconhecimento que é tão falado, tão importante, tão dolorido e infinito. Porque quando a gente começa e a esse autoconhecimento, a gente percebe que ele não tem fim, não, né? A gente muda todos os dias, a gente tá em constante movimento e a gente precisa fazer essa prática pra gente poder tentar viver melhor, né? Sim, sim, com certeza. O mundo não para, né? E a gente vive numa era de avanços e mudanças muito rápidas, né? Mas é isso, a gente não é robô. [risadas] Exatamente. Somos humanos e a internet tá aí, lembra? Parece até uma hipocrisia, mas ela lembra a gente disso quase todo dia, né? Tá lá, não sou robô, né? Clique aqui. Aham. Clique aqui. Que às vezes a gente até acha que poxa vida e a gente clica sem perceber o que tá escrito. Já sabe. Não sou robô. Não sou robô. Você será que você tá percebendo que você não é mesmo? O grande segredo é você ter coragem para mudar. É coragem e vontade. Dar o primeiro passo, né? Primeira tem vontade e coragem. Você dá o primeiro passo, aí você começa a criar novos, novas perspectivas pra sua vida. É, mas a zona de conforto e a procrastinação vem com tudo nesse momento. Não, mas aí é onde eu brigo com a internet. A internet nos dá muito conteúdo legal. Perfeito. Mas nós precisamos sair desse mundo. Isso. Se desconectar. Se desconectar para se conectar. Isso aí. É isso mesmo. Sentir menos dor e mais ainda, né? Eu acho que nessa era digital, tecnológica, a gente se faz mais útil ainda, porque o mundo, a vida precisa dessa, desse olhar humano, da humanização presente nas nossas vidas, né? Mais e cada vez mais. Então, a gente precisa, a gente vai ter esse papel de trazer esse equilíbrio, né? Exatamente. Que bate-papo gostoso, hein? Maravilha. E ó, vocês dois não combinaram mesmo? [risadas] Tá super conectado, muito legal e conectado com a gente também. Tá pessoal de casa agora 8:51. O tempo passou tão rápido que eu nem vi, gente. Voou, né? Vamos lá. Tem, tem perguntas. Produção, Henrique, você tá aí? Vamos lá, fala comigo e manda pra gente as perguntinhas aí, né, do pessoal que tá assistindo o nosso estúdio Câmara hoje aqui com a Elisa, com Fernando. A gente tá falando de psicoterapia, estamos falando de atividades, né, terapêuticas, terapia e atividades terapêuticas para melhorar aí o nosso dia a dia e também mostrando a diferença das duas. E é importante a gente salientar que a conexão, né, dessas duas atividades aí vão trazer um benefício muito bom para mim e para você. Tomara que a gente consiga. E ele disse, Fernando disse, a gente tem que querer fazer, não adianta. Ah, vou lá tentar. Não, ou quer ou não quer. Não tem meio termo, porque se você não quiser, você vai desistir no meio do caminho, né? Vamos lá. 8:52. Pode mandar, produção. Gustavo Pereira do Jardim Garcia. Quando a gente tenta resolver tudo sozinho, isso pode atrasar o início de um tratamento psicológico? Existe o momento certo de procurar ajuda? [risadas] É, Gustavo, né? Ô, Gustavo, você tem que ter coragem de começar. Eh, não tem outra resposta. Você tem um problema, tem que ver qual o nível do problema, mas o início é você, você ter a vontade de dar o primeiro passo, procurar um profissional ou psicólogo, psicanalista ou terapeuta holístico, mas você tem que procurar, você tem que dar o primeiro passo. É essa a minha opinião e é o que tem que ser feito. Não tem outro caminho não. Então, adendo aqui, na verdade, eh, o momento certo para procurar ajuda. Você sabe o que eu aprendi nesse quase um ano de estúdio câmara, a gente não tem que esperar o momento de procurar ajuda, não. A gente tem que ir antes do negócio pegar, porque aí se acontecer, é, se acontecer alguma coisa, a gente já tá meio que equilibrado e aí a gente pega aquele problema, fala: "Ah, eu consigo resolver você". Porque se você deixar explodir, gente, para poder voltar. Então, o problema do Gustavo, ele deixou a coisa [risadas] acontecer para depois procurar. Ex. Ô Gustavo, não desiste não. Bora que bora, porque tem caminho, sim. Tá bom. Só que da próxima vez não deixa explodir, não. Segue aí que você vai conseguir, tá bom? Vamos lá. 8:54. Pode colocar mais uma produção pra gente, por favor. Camila Teles do Jardim Proça. Comecei yoga recentemente, mas minha mente dispersa muito. Esse tipo de dificuldade é normal no início? Como que a gente desenvolve mais presença? Olha que legal a Camila. Eh, Camila, tranquiliza seu coração, porque essa dispersão, essa dificuldade de foco não é só no início, não, tá? A gente tem que entender que o nosso corpo e mente oscila muito. Então, tem dia que eu vou ter mais facilidade, tem dia que eu vou estar mais agitada. E meditar, gente, é isso. Bom, tô lá, né? Ai, respirei, tô prestando atenção na entrando. Ai, nossa, esqueci de pôr o pão na no negócio, [risadas] né? Volta a respiração de novo. Inspirei. Ai meu Deus, hoje Alice tem aula de não sei que preciso levar. É saber que é esse ir como o Fernando comentou, o pensamento não vai parar. Não vai parar. E a gente tá ali mergulhado fazendo esse treino. Você tá treinando a sua mente. E isso que é importante você ter essa consciência. Como você vai na academia treinar os músculos, eh, meditar, é esse treino, mas vai ter dias que vai ser mais fácil, vai ter dias mais desafiadores. Você tem que pegar o objeto que tá sendo proposto ali na sua prática, se é a postura, se é a respiração, se é um mantra, né, que também tem afirmações, o que for, e saber que onde é que você tem que voltar. É ali, mesmo que a sua mente escapa, você sabe para onde tem que voltar. Então é meditar é isso, é o treino da mente. Uau, né? Vamos lá. É o exercício da mente. Vamos fazer exercício nessa mente. É verdade. Precisamos, ó, malhar nossa mente. É isso. 8:55. Mais uma, por favor. Vamos lá para ver quem tá conosco. Roberto Faria do Jardim Santa Genebra. Sempre vejo pessoas buscando ajuda só quando chegam ao extremo. Existe uma barreira emocional ou cultural que dificulta buscar ajuda antes? existir. Eu acho que tá, esse tabu tá sendo quebrado ainda bem, né, Fernando? É com muita dificuldade ainda. Sério? Tem resistência ainda? Muita. Ô, Rúbia, Elisa, nós temos o instituto, como vocês sabem, o instituto oferece terapia com valores eh sim, sociais. Aham. Tá. E as pessoas não conseguem começar. A gente oferece o Instagram, o nosso eh nós temos quatro Instagrams. Uhum. Muito forte. uma movimentação muito grande e as pessoas não conseguem procurar. Muitas vezes espera chegar no extremo. Chegou no extremo, você vai paliativo, você vai, né, exatamente tentar equilibrar a pessoa para ela poder conseguir continuar. Uhum. O grande segredo quando chega no é continuar. E para você continuar você tem que ser forte. Então o segredo é começou a apertar, tem a coragem de Uhum. O que falta hoje é essa, é a coragem, né? Então você sabe que me corrija se eu estiver errada nesse tempo que a gente fala aqui, né, de de comportamento, de saúde mental, a terapia seria resumida em um ensinamento de como a gente lidar com as advergências do dia? Porque se for isso, é é público e notório que a gente tá numa escola, a gente a terapia ela funciona, né, na prática deveria ser como se fosse uma escola de aprendizado pra gente aprender a lidar com as nossas emoções e tal. E daí quando você vai passar por uma situação, aí você já tá preparado para fazer o certo. Seria mais ou menos isso, né? Isso. Rúbia, eh, quando a pessoa chega no terapeuta, ele chega por ele tá com uma demanda muito forte. Uhum. E aí você vai tentar escutar a demanda e tentar mostrar alguns caminhos, alinhar a pessoa. Eh, aí a pessoa vai se equilibrar para depois você começar um tratamento que vai buscar a essência do problema, porque ele tá passando por isso. Pode ser, pode repetição, família, sim. Mas precisa de um equilíbrio primeiro, né? Mas primeiro você tem que equilibrar a pessoa, porque quando eu procuro a Elisa a Elisa me procura, o que nós precisamos? Equilibrar o artista na hora. Sim. Porque quando você vem até mim, você precisa escutar uma palavra de acolhimento. Então é uma escuta muito ativa para você poder deixar ele falar e você pontuar algumas coisas, ele vai sair melhor, mas ele tem que dar continuidade e as pessoas não dão continuidade. Olha aí. E e o yoga e a as terapias eh as atividades, aliás, terapêuticas ajudam bastante nesse equilíbrio que que precisa. Ajudam, ajudam. Mas daí a importância de falar de novo do aliar as dois. Uhum. Eh, se uma pessoa chega, por exemplo, com muitas questões dentro do yoga, né, o yoga ele vai dar esse espaço interno de aquiietamento. Quando você aquiieta, se tem um turbilhão ali dentro, esse turbilhão vai vai ficar mais aparente, vai confrontar mais a pessoa. E aí, se a pessoa não tá ali amparada muitas vezes também por um terapeuta, um psicólogo, um psicanalista que seja, pode ser difícil. Sim. Então assim, por isso que eu falei, o processo individual e de cada um vai depender de uma série de fatores. E é super importante, né, nós como profissionais, eu entender quem tá chegando para mim ali na aula de yoga também, porque tá chegando. Então, eu sempre tenho essa conversa com os alunos para entender qual que é a motivação ali, esse cuidado, é uma responsabilidade que eu preciso ter, né? Uau, gente, que interessante o bate-papo de hoje. Dá tempo para mais uma? Fernando já tá, já tá querendo ir embora e o corpo fala, ele já juntou o celular, o óculos e já fez assim, ó. Falei: "Opa, alto lá. Espera um pouquinho. Eu sei que você tem compromisso, aguenta aí. [risadas] Vamos lá, mais uma, mais uma. Vai. Tá vendo como tô aprendendo? Tá vendo? Felipe Cardoso, Nova Campinas. No existe uma prática específica para quem deseja melhorar o sono. Tenho tentado relaxar a noite, mas a minha mente fica acelerada demais. Isso é o seu problema e o problema de muitas e muitas pessoas. Ah, sim, existe existe diferentes eh linhas, né, práticas eh de yoga e existe hoje tem aparecido mais, mas é ainda pouca procura, vou dizer, porque as pessoas ainda eh não estão talvez entendendo o que de fato o corpo delas precisa. Interessante que o Felipe consegue enxergar isso, né? Mas você pode procurar, Felipe, por yoga restaurativo. Hoje é uma um termo que se usa bastante para falar desse yoga que é tem esse propósito mais de relaxamento, de realmente essa restauração. Então não é eh um yoga voltado muito pro esforço físico. Eh, yoganidrá em yoga com y e n. São todos termos eh comumente utilizados no yoga que levam a convidam a essas práticas mais relaxantes. Elas são excelentes para ajudar a cuidar do sono. Maravilha, né? A gente precisa dormir porque se a gente não dormir a gente não outro dia a gente não tá legal não, né? É isso. Cai embora. [risadas] Ai, vamos encerrar então gente. Olha só, é uma figura, né? Obrigada pela sua participação. Obrigada mais uma vez. Você é de casa, é uma figuraça, a gente gosta muito de conversar contigo. Então, gratidão. Fernando. Gratidão. Eu que agradeço poder colaborar, mostrar pras pessoas que elas precisam pensar nelas. O grande segredo é pensar nelas. Exato. Né? Pensar dentro do coração, né? o que eu posso fazer para eu melhorar? E as pessoas tem hora que não pensam nisso. É, fica a dica, né, Fernando? Legal. Obrigada. E você, Elisa? Obrigada, viu? Olha, sinta-se convidada mais vezes aqui pro nosso estúdio Câmara. Gratidão pela sua presença, o compartilhamento de informações tão importantes pra gente, viu? Sim, [música] muito importante. Eu agradeço muito a oportunidade da gente poder falar disso abertamente em público [música] e quero aproveitar que eu acho que é um recado de utilidade pública. Todo primeiro domingo do mês a gente faz uma aula dega aberta em parques, praças, bosques. Então eu vou deixar aqui o [música] o nome do nosso espaço, é espaço para Laia. Então você acha a gente tanto no Instagram, no nosso site, onde a [música] gente faz essa divulgação, mas já fique sabendo. Então, por exemplo, no primeiro domingo ali de verdade janeiro e domingo amanhã. Amanhã não, depois de amanhã primeiro domingo é primeira semana nós estamos dezembro. Depois de amanhã, por exemplo, a gente tem uma prática de yoga no Parque das Águas ali na fonte às 7:45. Então, a proposta é justamente ser uma aula aberta para todas as pessoas. Ai, que delícia. Obrigada por isso. Obrigada. Gratidão mesmo. E gratidão a você aí de casa. Obrigada pela audiência, pela companhia. Uma semana inteirinha junto com você. É muito bom. E a gente sabe que se a gente conseguir virar a chave, né, de uma pessoa, já tá super valendo tudo isso que a gente entrega todos os dias. Bom, segunda-feira é aniversário, né? Aniversário dessa cidade maravilhosa, aniversário dessa cidade que tem um símbolo de fênix. Eu quero só agradecer, né, todo a recepção que tive. Tem 2 anos e meio que eu tô aqui em Campinas e essa cidade me abraçou de uma forma que eu eu não sei nem dizer o tanto que me sinto grata por isso. Então, parabéns, Campinas, obrigada e assim, gratidão a todas as pessoas que fazem parte da minha rede de apoio, do meu círculo, porque vocês são importantes demais para mim, né? Quer deixar um parabéns para Campinas? Deixa aí. Parabéns. Ah, e você também? Também. Valeu, gente. Beijo grande. Fique bem. Tá aí até terça-feira, porque na segunda a gente comemora o aniversário da nossa metrópole. Valeu, beijo. Ciao. Ciao. [música] [música] [música] [música] [música]
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