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Estúdio Câmara | “Teoria de Outubro”: como reprogramar a mente antes do ano
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Estúdio Câmara | “Teoria de Outubro”: como reprogramar a mente antes do ano

10 views Publicado 29/10/2025 HD · 1:01:22

Descrição do vídeo

“Então é Natal, e o que você fez?” — a clássica pergunta da música de Simone ecoa todos os anos e carrega uma reflexão profunda. À medida que o fim do ano se aproxima, muitas pessoas sentem um misto de culpa, frustração e ansiedade por não terem cumprido todas as metas que traçaram em janeiro. Surge, então, o chamado “modo de espera” — aquele estado mental em que tudo é adiado para o próximo ano. No Estúdio Câmara exibido em 29 de outubro de 2025, o tema do programa convida à introspecção e à mudança de perspectiva: “Teoria de Outubro — Como Reprogramar a Mente Antes do Ano Novo”. Para conversar sobre o assunto, a apresentadora Rubia de Oliveira recebe dois especialistas em comportamento humano: Anardino Almeida, psicólogo especialista em Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e certificado em Hipnoterapia OMNI, que oferece uma abordagem prática e transformadora para o equilíbrio emocional; João Gonçalves, psicólogo e psicanalista, que analisa o tema sob a ótica do inconsciente e da autorreflexão. 🔹 A Teoria de Outubro: um novo olhar sobre o fim do ano Enquanto muitos veem os últimos meses como uma corrida contra o tempo para “fechar o ano com chave de ouro”, a teoria de outubro propõe o oposto: enxergar o fim do ano como um laboratório para o novo ciclo. Em vez de esperar o réveillon para começar uma dieta, mudar de emprego ou ajustar hábitos, a proposta é iniciar essas transformações ainda em outubro, num ritmo leve, sem a pressão das resoluções de Ano-Novo. 💬 Segundo os especialistas, essa abordagem muda completamente a relação das pessoas com o tempo. Em vez de viver o peso das metas não cumpridas, o indivíduo começa a trabalhar a autocompaixão, o realismo e o autocuidado emocional. A ideia é criar um “ensaio para janeiro” — um período de ajustes, testes e pequenas mudanças que, ao longo dos meses, se tornam novas rotinas. ✨ Por que o fim do ano pesa tanto? De acordo com João Gonçalves, a psicanálise mostra que o fim do ano desperta um sentimento simbólico de fechamento de ciclos — e, com isso, vêm à tona comparações, arrependimentos e cobranças internas. O medo de “não ter feito o suficiente” ativa gatilhos emocionais ligados à autoexigência e à culpa. Já Anardino Almeida destaca que, do ponto de vista cognitivo-comportamental, o segredo está em reformular o pensamento automático do “depois eu faço”, substituindo-o por uma postura de ação gradual e consciente. 🧩 No programa, os especialistas discutem: O que é a “teoria de outubro” e como ela pode mudar a forma de encarar o fim do ano. Por que entramos em “modo de espera” nos últimos meses. Como lidar com o sentimento de culpa por não ter cumprido metas. Estratégias mentais e práticas para recomeçar antes de janeiro. O papel da terapia cognitiva e da psicanálise na construção de novos hábitos. Como pequenas mudanças em outubro podem gerar grandes transformações em 2026. 💡 Dica dos psicólogos: Não espere o ano virar para mudar. Comece agora, aos poucos, sem a pressão da perfeição. Use este período para se organizar, descansar e refletir sobre o que realmente faz sentido — sem cobranças, mas com propósito. 🌱 A mensagem central do programa: O fim do ano não precisa ser um peso — pode ser um ensaio consciente para o recomeço. A “teoria de outubro” nos ensina que todo novo ciclo começa no momento em que decidimos agir de forma diferente, mesmo que discretamente. 📺 Assista ao programa completo e descubra: Como a mente reage ao fim dos ciclos. Por que a procrastinação aumenta no fim do ano. Como a psicologia pode ajudar a criar novos hábitos antes de 2026. Ferramentas práticas para sair do “modo de espera” e retomar o controle da própria história. 💬 Com uma conversa leve, reflexiva e inspiradora, o Estúdio Câmara mostra que a mudança verdadeira não começa no réveillon — ela começa em outubro. Continue assistindo conteúdos incríveis em nossas playlists: 📺 YouTube: https://www.youtube.com/@tvcamaracampinas 🌎 Conecte-se com a gente nas redes sociais: 📸 Instagram: https://www.instagram.com/tvcamaracampinas 🎵 TikTok: https://www.tiktok.com/@tvcamaracampinas 📘 Facebook: https://www.facebook.com/tvcamaracampinas 🎙️ Spotify: https://creators.spotify.com/pod/show/tvcamaracampinas

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[música] [música] Olá, Muito bom dia para você que está aí ligadinho com a gente na programação da TV Câmara Campinas. Estamos chegando com o nosso estúdio Câmara. Hoje dia 29 de outubro, é quarta-feira e hoje a gente fala sobre as expectativas, as frustrações do final do ano, porque afinal, como diz a música da Simone, então é Natal e o que você [música] fez, o ano termina e nasce outra vez. Para muita gente, essa época chega com a sensação [música] de que não deu para cumprir tudo que se planejou. As promessas são adiadas, os projetos ficam na gaveta e o famoso ah, deixa pro ano que vem vira quase um mantra coletivo. Você tem esse pensamento também? Você conseguiu concluir aí os seus objetivos? Já tá terminando? Tá dando certo? Não está? E aí, se não está, você vai parar e continuar depois ou você vai continuar sem dar esse intervalo aí de final de ano? conta pra gente eh nosso WhatsApp na sua tela, manda a sua mensagem para nós e fala pra gente aí que que você tá fazendo, se tá dando certo, se não tá, se você tem uma experiência de conclusão de objetivo no final do ano, se você tem uma experiência de frustração, nosso WhatsApp está na sua tela, manda pra gente a sua mensagem. Nossa produção já está contigo e está aí apostos para te receber, tá bom? 199729377. Enquanto você manda sua mensagem, a gente atualiza algumas informações. Daqui a pouquinho já vamos apresentar os nossos convidados que já estão conosco e já vamos falar das frustrações ou então do sucesso do final do ano. Olha gente, a Câmara de Campinas vota hoje, quarta-feira, dia 29, a partir das 18 horas, no plenário da Câmara, importantes projetos de lei durante a reunião ordinária de número 66. [música] Entre os destaques está o projeto de lei complementar 49/2025 [música] de autoria do executivo que trata da concessão do alvará de do uso de edificações e do certificado de licenciamento integrado pelo sistema REDSIM do Via Rápida, empresa da JUCESP. A proposta atualiza a legislação municipal sobre licenciamento e integra as exigências de órgãos como vigilância sanitária, corpo de bombeiro, CTESB, agricultura e prefeitura, garantindo mais agilidade e segurança jurídica no processo de autorização de funcionamento de imóveis. Outro ponto importante da pauta é o projeto de lei complementar 32 de 2025, [música] também do executivo, que propõe a criação das microflorestas urbanas em Campinas. A ideia é formar pequenos ecossistemas de alta densidade vegetal em praças, [música] parques e canteiros, ajudando a reduzir os efeitos das ondas de calor e aumentar a biodiversidade. [música] A votação ainda inclui, eh, em segunda discussão o Plano Plurianual 2026/2029, que define as diretrizes e programas de administração municipal para os próximos 4 anos, com foco em qualidade de vida, desenvolvimento econômico e sustentabilidade. A sessão será transmitida ao vivo aqui pela TV Câmara Campinas, também pelo canal da emissora no YouTube. Você é convidado para participar também presencialmente no plenário da Câmara. Muito bem, mais informação chegando para você. O Museu da Imagem do Som de Campinas recebe no dia 30 e dia 31, amanhã e depois, né, o primeiro festival de cinelvros Rama e Acho Imagens, [música] com exibição de 23 obras autorais que unem fotografias, somo em experiências imersivas. O evento propõe uma nova leitura dos fotolivros, transformando-os em filmes e instalações de projeção. As sessões acontecem na sala Glauber Rocha, seguidas de debates com os realizadores. O festival também marca a abertura da exposição Fotolivros em Fluxo, que apresenta maquetes e peças expositivas na sala de exposição, exposições, aliás, temporárias do Miss com visitação até 29 de novembro. A entrada [música] é gratuita. O Miss Campinas fica na no centro, né, na rua Regente Feijó, 859. O horário do festival eh às 19 horas, tá? E a exposição aberta de terça a sexta, das 9 às 6:30 da tarde e aos sábados das 10 da manhã até às 4 da tarde, uma [música] boa pedida de cultura para você. Previsão do tempo chegando. Vamos conferir como fica o tempo para Campinas nesta quarta-feira. Vamos lá, gente. Olha, sol com algumas nuvens e chuvas rápidas durante todo o dia. Então, né, pode ser que daqui a pouco tem sol, já tem chuva e assim a gente vai seguir nesta quarta-feira aqui na cidade de Campinas. Mínima foi de 19, máxima de 28º. Um ótimo dia para nós. E agora sim, vamos ao nosso tema central. Vamos falar sobre essa questão aí de fim de ano. Muita gente celebra o sucesso, muita gente chora na frustração. Estudos recentes da UFRJ apontam que nessa reta final do ano, o nosso cérebro ele tende a buscar economia de energia e evitar riscos, né? O que explica eh porque muitas pessoas entram em pausa eh em outubro, novembro, aí dezembro já era mesmo, né? A neurocientista Thaí Garmeiro da Universidade Federal do Rio de Janeiro, ela explica que também [música] há uma aversão à perda envolvida nesse processo, ou seja, a gente prefere concluir o que já está começado a tentar iniciar algo novo, né? Então, hoje a gente fala sobre esse assunto com os nossos convidados, já estão conosco. A gente dá as boas-vindas ao psicólogo Anardino Almeida, tá com a gente ao vivo aqui no estúdio. Seja muito bem-vindo. Bom dia. Obrigada pela sua presença. Obrigado, Romildo, Rúbia. Eh, [música] obrigado, telespectadores, eh, meu colega João. Sej bem-vindos. Agradeço a participação, né? Eu sou psicóloga Nardina Almeida, atendo segunda abordagem da TCC, [música] terapia cognitiva comportamental. Atendo ali no Instituto IPCS, Instituto de Psicologia de Controle de Estress da Renomada Dout. Marilda Lipe. Maravilha. E vai entregar muito pra gente hoje para falar desse negócio aí de fim de ano que tem gente que tá parando já. Para completar o nosso time pelo Zoom. A gente recebe o psicólogo e psicanalista João Gonçalves. João, bom dia, seja bem-vindo. Bom dia a todos. Me chamo João Gonçalves, sou psicanalista, atendo com abordagem freudiana e agradeço a todos, né, pelo convite aqui. Maravilha. Bom, gente, esse é o nosso time, né? E vamos falar de final de ano. Afinal de contas, olha, hoje é dia 29. É isso mesmo. É até estranho falar, né? 29 de outubro. Então, ó, 29 de outubro, 29 de novembro, 29 de dezembro, 2 meses, 60 dias para o ano de 2026. Ô, gente, e aí, como é que tá? Você conseguiu concluir já os seus objetivos? A Nardino, por que que é tão comum que a gente entre nesse modo de espera, né, eh, nesse mês de outubro, outubro e novembro, se o ano, eh, parece que se o ano já acabou, mas não, ainda faltam dois meses, dá tempo da gente concluir alguma coisa, da gente dá tempo da gente começar e terminar alguma coisa também, mas o nosso cérebro é no automático que isso acontece. A gente vai meio que parando, entrando no modo de espera. Por que isso acontece? Exatamente, Rúbia. Eh, querendo ou não, nós acabamos nos acostumando, né, de dividir os o nosso ano em trimestres. E quando chega esse último trimestre, é como acionasse algo em nós que a gente acaba querer reavaliar todas as nossas metas, objetivos que nós traçamos no início de ano. Aí ocorre, infelizmente, para muitos, né, aquele ou deixa para lá, dois extremos, deixa para lá, porque, como você falou, ainda tem três meses para finalizar o ano, mas a pessoa acaba entrando nesse modo que, ah, não deu certo, não consegui, vou deixar recomeçar o começo de ano. Uhum. Ou aquelas pessoas que traçaram metas e objetivos não acompanharam durante o ano, que eu vejo que é o principal. É claro que a teoria fala desse os últimos três meses, mas eu vejo que todas vezes que nós traçamos metas, objetivos para nossa vida, a gente precisa muit das vezes mensalmente, trimestralmente reavaliar a rota para ver se a gente tá no caminho, se a gente tá realizando aquilo que a gente planejou. E muitos, né, ou deixa para lá ou vira aquela correria frenética mesmo de querer realizar tudo aquilo que planejou. Aí sim gera ou um estress muito grande ou aquela pessoa que deixa para lá uma frustração grande de não ter realizado aquilo que ela gostaria de ter realizado durante o ano. Excelente. Vamos trabalhar então hoje sobre esse estress e essa frustração. Agora, João, a neurociência fala eh sobre a busca do cérebro por economia de energia. Como é que isso se manifesta na nossa rotina emocional e profissional? E e o que isso tem a ver com a chegada aí do outubro, novembro e dezembro? É um momento da gente fazer um balanço interno. Quando chega em outubro, a gente começa a pensar naquilo que a gente fez, né, durante o ano, a lista que a gente começou em janeiro. Será que a gente cumpriu essa lista? Então esse é um momento de cobrança, mas a proposta é que tenhamos um pouco de compaixão com a gente. Boa. E nesse momento é importante a gente pensar no aprendizado que tivemos durante o ano. Seria interessante também pensar numa lista de três coisas que a gente conseguiu realizar, mas também três coisas que conseguimos aprender durante o ano. Quando a gente foca em aprendizado, a gente traz mais energia pra gente dar conta daquilo que a gente precisa fazer. Então, às vezes, as pessoas pensam, a neurociência, né, ela vai trazer a seguinte proposta. Vamos focar em coisas pequenas pra gente conseguir fazer dar conta do grande? Excelente, né? A gente precisa comemorar as pequenas vitórias. Agora, Anardino, é comum a gente ver pessoas dizendo assim, ó, eh, no ano que vem eu mudo, né? No ano que vem eu faço diferente. Se a gente parar para analisar, o ano tá terminando, né? Mas lá no início, em janeiro, a gente fez lá uma lista, a gente traçou metas, objetivos e também algumas mudanças que nós precisávamos eh eh fazer com que acontecesse nas nossas vidas, né? Agora, de repente essa mudança não aconteceu. Aí chega agora a gente fala assim: "Ah, quer saber de uma coisa? Eu não vou mudar mesmo, né? Exemplo, academia ou então um plano de emagrecimento que é muito natural hoje em dia, né? Aí você passou o ano inteiro, não conseguiu ou então falhou em alguns momentos. Aí você fala assim: "Quer saber de uma coisa?" Não consegui. Pois agora eu vou comer, vou fazer minha ceia de Natal, vou pisar na jaca mesmo e o ano que vem eu começo e aí vai dar certo. Mas esa aí, a gente tentou nesse ano, não conseguiu, aí a gente procrastinou, a gente eliminou a meta e pisou na jaca e aí vai começar o ano que vem. Por que que esse efeito do novo começo, ele tem um curto prazo? Porque a gente hoje, se a gente parar para analisar, eu penso assim também, ó, se eu não conseguir alguma coisa, então ano que vem eu começo e daí eu fico toda empolgada. Mas daí chega o ano que vem, o que que acontece? Janeiro você tá empolgado, fevereiro tá empolgado, chega março, desempolga e aí é o curto prazo do novo começo. O que que acontece com o nosso cérebro? Bem, isso aí é muito importante nós comentarmos da questão de hábito. Uhum. Né? A criação de um hábito cientificamente gira em torno aí de 90 dias. Então, é importante nós criarmos o hábito. Então, como o nosso colega falou, é de pequenos começos. Então, se você vai emagrecimento, você vai fazer uma academia, eh, fazer um dia de academia, fazer caminhada, melhorar a alimentação, a leitura, se você começa a colocar metas grandes, ah, vou ler dois livros por mês, um livro por mês, então é melhor você falar assim, ó, vou ler duas páginas por dia, criar o hábito, eu vou começar a fazer uma caminhada uma vez por semana, criar o hábito. Então, a gente tem essa questão, criação de hábito é quando se torna hábito, se torna mais fácil para nós, mas enquanto a gente contar com a força de vontade, que é o que vai demandar nos três meses paraa criação do hábito, mas nós sabemos que a força de vontade nossa é como se fosse uma bateria, então ela vai descarregando e a gente demanda novamente de alguma carga. Então, esses três meses, esses três próximos meses, outubro, novembro, dezembro, deveria ser um pré-treino. Ou seja, mesmo que não nós não fomos muito felizes, tivemos algumas frustrações nessas metas de 2025, nós deveríamos estar agora nesses três meses criando um hábito. Uhum. do que a gente já sabe, o que a gente planejou e não conseguiu. Reveja, veja o que agora dá pra gente focar, porque agora só tem três meses. Agora, na verdade, é só meses, 29 de outubro. Isso. Então, foca nesses dois meses, reavalia suas metas e não jog aquele deixar para lá não deixa tudo para lá, porque às vezes pode aí você revendo esses objetivos e metas, tem metas que você ainda pode realizar nesses próximos dois meses. Isso. E para não gerar tanta frustração dessa forma. E é claro, não fazer o que você acabou de mencionar, que daí enf, né, enfiar o pé na jaca. Aí eu não consegui nada, agora eu vou fazer tudo e só vou começar em janeiro, com a questão do emagrecimento, que é a meta para muitas pessoas, né? Então é importante que se mantenha o hábito, então um pré-treino, um exercício para que no começo do ano se torne mais fácil a realização desses objetivos e dessas metas. Que legal isso que você colocou pra gente, porque se a gente para para analisar e assim é importante iniciar e começar aos poucos. tá tudo bem, a gente vai se habituando e aí quando chega lá janeiro, fevereiro você tá mega master para poder continuar. Bem legal e acho importante a gente parar para pensar sobre isso, viu? Agora, ô João, tem uma uma pressão cultural assim muito forte, né, em torno do fim do ano. É uma pressão cultural mesmo, que isso vem de longa data, desde quando eu me conheço por gente, tem esse negócio de metas, de balanço, né, de de análise aí, o que que você conseguiu, o que que você não conseguiu. E aí tem a frustração de de repente a gente não ter cumprido, né, tudo que a gente planejou. Como é que a gente faz para lidar com essas frustrações? Como é que a gente faz para não deixar essas frustrações elas entrarem, né, na nossa rotina diária? Até porque a gente tá chegando no final de ano e a gente tem que fazer aí uma renovação de energia pra gente começar o ano bem estruturado mentalmente, fisicamente. E se a gente deixa essa frustração tomar conta, a gente vai ter que pagar a conta lá em janeiro. Então como é que a gente faz para lidar com isso? A frustração ela faz parte da vida. É importante a gente pensar no seguinte simbolismo, porque quando chega, a gente tem essa noção, né, de final de ano, o que que o sujeito ele final de ano, ele pensa em começar só no comer. Porém, a gente tem que pensar que o ano ele tem que começar hoje dentro de nós de simbólica. Então, começar a investir no que se quer, mas numa numa questão de pressão também nessa pressão social que você falou. Uhum. Por exemplo, será que eu tô determinado a fazer uma coisa porque alguém quer ou eu estou querendo fazer aquilo porque eu realmente quero? Será que eu tô numa posição do outro, fazendo o que o outro quer? Começando uma academia porque a sociedade acha isso bacana ou isso faz parte do meu propósito interno? Uhum. Então isso é importante avaliar. Perfeito. Perfeito. A gente precisa fazer uma autoanálise, né? Porque a gente vive às vezes nos comparando a outros e eh às vezes o que de repente você quer não é o que a sociedade impõe. Aí você tem que colocar na balança, ver se isso é realmente compatível com o que você imagina e deseja paraa sua vida. e sim e executar o seu plano. Agora, é possível criar um novo começo em qualquer época do ano ou o cérebro realmente ele precisa desses marcos simbólicos, como final de ano, natal, reveon? Eh, o que que acontece com a gente? Por que que a gente espera sempre chegar esse final de ano pra gente ter um up, pra gente dar aquela mudança? Vai fazer uma faxina, gente? Que impressionante. Você sabe que é uma crença, né, que vem conosco. Eh, época de de vó. Eu lembro muito da minha avó. Chegava final de ano, tira todos os móveis do lugar, lava a casa de cima embaixo, faz aquela mega faxina. Mas agora paro para pensar, por que só no final do ano do ano, por que que a gente não faz isso no meio do ano? Claro, né? Eh, eh, você demanda um tempo, faz um planejamento. Agora, o Natal e o reveillon nardino, ele dá um impulso assim, ele acende alguma coisa no nosso cérebro. Por isso, essa essa vontade de fazer as coisas, de recomeçar, de planejar, enfim. Sim, isso naturalmente nos remete a isso, né? Eh, a gente acaba sabendo que mudança, como a gente tem a questão cronológica, né, mudança de ano, mudança de trimestre, acaba nos acionando essa questão, principalmente final de ano, que a gente realmente pensa num ano novo, diferente, algo que a gente que que realmente traga diferença nos próximos anos da nossa vida. E muitas vezes a gente vai traçar metas e objetivos que podem ser iniciados no próximo ano, mas que pode afetar nossa vida o tempo todo. O que eu o que eu acho que é importante dizer que isso nós vamos falar que é natural para falando da da grande maioria, mas quem tem realmente sucesso nesses objetivos e metas de traçar seus objetivos e metas, eu, por exemplo, eu tenho uma experiência por 10 anos eu fui gerente de projetos. Então, eu tinha que acompanhar os projetos e a realização dos projetos. E o que que a gente tem que levar em conta? A gente tem que levar metas e objetivos realistas e realizáveis, né? Então, é importante que tenham acompanhamento. Então, se for ver, pessoas que têm sucesso nisso que nós estamos falando aqui, não são pessoas que só dá esse start no final de um ano ou numa mudança de etapa. São pessoas que mensalmente, trimestralmente, acompanha suas metas, sabe o quanto de recurso ela vai precisar de recurso financeiro, mental, familiar, porque tudo isso é importante. A gente quando cria objetivos e metas, nós temos que saber o quanto vai demandar de mim e das pessoas que eu amo ao meu redor, né? Então é importante a gente tá sempre de olho nisso. Exatamente. E você aí de casa, tem alguma meta? Cumpriu a meta? Não cumpriu a meta. O objetivo tá quase lá ou então já tá frustrado, vai parar mesmo? Ô gente, manda para nós aí a sua pergunta, a sua dúvida. Daqui a pouquinho os nossos psicólogos vão interagir com vocês aí de casa, que eu sei que tem muita dúvida referente essa questão aí do final de ano, né? Eh, quase uma crença eh eh que colocaram, né? Que que quem que disse que a gente precisa começar ou recomeçar só quando o ano termina, né? Você pode recomeçar em janeiro, fevereiro, março, abril. O negócio é você fazer e aí a celebrar as pequenas conquistas, assim como disse o João, agora, eh, muitas pessoas sentem culpa, né, porque vai precisar desacelerar, porque final de ano é natural, a gente desacelera um pouco, vem férias, tem férias coletivas, férias das crianças, né? Aí você começa a desacelerar. Aí a pessoa tem culpa por isso, mas ela também tá exausta e aí vira uma confusão. Como é que a gente faz para entender a importância de respeitar o ritmo, né, sem se sentir improdutivo e entender que esse final de ano, eh, esse, não todos, né, o final do ano em si, ele faz parte da nossa rotina e que isso é importante a gente entender que às vezes é a gente precisa desacelerar um pouquinho e não sentir culpa por estar desacelerando. Por que eu digo isso? João, porque às vezes a pessoa traçou uma meta e ela não conseguiu cumprir. Aí ao invés de de repente fazer uma autoanálise, vamos recalcular a rota, não, ela começa a acelerar, acelerar e quer fazer tudo em dois meses, mas aí ela não, às vezes não vai conseguir. Vai vir a frustração, vai vir o cansaço, vai vir um estress e vai vir a sensação de ser improdutivo. Como é que a gente lida com tudo isso? Porque é importante aquilo que eu falei, a pessoa ter compaixão com ela mesma. Uhum. e pensar, cada um tem o seu tempo. Cada um, cada um tem um tempo psíquico para lidar, para lidar com as situações. Vamos supor, a pessoa tem uma meta dela na academia e até o final do ano ela fica com aquele corpo, né, mais sarado. Só que ela não conseguiu dar conta disso. Será que eu não poderia começar com uma uma caminhada, fazer algo mais leve para quando ela pensou assim, o que fiz durante o ano ela não cobrar tanto, mas ela exatamente é bem isso, né? Não se cobrar tanto, a gente não pode nos cobrar, tem que ter uma autocompaixão, né? Agora, falando em cobranças, Anardino, essa essa música, né? Então, é Natal, e o que você fez? O ano termina e nasce outra vez. Ela mexe com o nosso cérebro. Mexe, não mexe com certeza. Do final de ano a gente ouve ela. [risadas] Exatamente. Ou seja, o ano se foi, os planejamentos, as metas, muita das vezes vem escancarado na nossa na nossa vida. E eu vejo quando você tá falando muito da questão da frustração e de culpa, eu vejo que o ponto essencial é a questão de metas e objetivos realistas e realizável. Uhum. E eu acho que as pessoas que mais se frustram são pessoas que criam metas eh muito astronômicas, metas muito difíceis de ser cumpridas. Eu vejo, por exemplo, como eu falei que eu já trabalhei com essa questão de gerenciamento, muit das vezes, se você cria metas e projetos que vai gerar, como você falou, um estress muito grande, tensão muito grande, eh culpa, é porque você não soube criar essas metas. Uhum. Então, o Natal chegou, o final de ano chegou. Se você tivesse sido mais cauteloso, se você fosse mais realista na realização dessas metas, provavelmente você se sentiria menos culpa. Então, qual que é a nossa sugestão pro outro ano? Seja mais pé no chão, reveja o que você errou, o que você deixou de fazer no ano, se você só deixou realmente pro final do ano de rever todas as suas metas. Então pense nisso, tenha compaixão. Como o nosso colega tá frisando bastante, eu acho que é extremamente importante pra gente não sentir culpa. Nós podemos sim errar, como eu falei, de criar metas irreais, mas vamos pensar nisso, vamos fazer um pré-treino para que as nossas metas a partir de agora sejam mais possíveis de ser realizadas e que nos gerepa e mena e menos eh problema para nós, né, na nossa saúde mental. Exatamente, né? A gente precisa quebrar esse modo de espera que a gente fica esperando. Tem gente que torce para chegar ao fim o fim do ano. Aí o fim do ano chega, tá frustrado, daí torce para começar logo o ano que vem para poder seguir com os objetivos. Mas espera aí, né? A gente nem sabe do dia de amanhã, então vamos fazer bem feito hoje, porque o amanhã nos não nos pertence. Ah, mas daí não então não é importante fazer um planejamento? Sim, claro que é importante você fazer um planejamento, mas a gente também não pode sofrer com essa ansiedade, né, João? Porque junto com o outubro, novembro e dezembro vem também uma grande ansiedade. E eu gostaria que você explicasse pra gente como é que a gente lida com essa ansiedade. Além de, claro, ter autocompaixão, a gente precisa analisar se essa ansiedade é uma ansiedade natural ou uma ansiedade que está nos fazendo mal com a chegada do ano novo. existe um pensamento coletivo. Então, as pessoas dão muita força para esse pensamento coletivo, acabam ficando ansiosas, pensando naquilo que elas precisam fazer e aquela cobrança, nos tal pessoa deu conta disso, mas e eu, né, que que eu tô fazendo? Então a pessoa precisa pensar nos seus motivos e também noado, né, como eu havia falado. Então nisso, o que que eu aprendi até mesmo quando a pessoa não conseguiu fazer aquilo, por que que ela não conseguiu? Então a gente aprender também com nossos erros. Muito bem. A gente aprender com os nossos erros, né? E a gente erra. E tá tudo bem errar. E tá tudo bem errar, mas a gente precisa aprender assim como o João colocou pra gente, né? Agora, final de ano, vamos lá. Como é que você tá? Que que você fez? Essa pergunta ela é terrível, porque aí você vai responder o quê, né? A gente tem que evitar também essa questão aí do julgamento das pessoas, porque agora é um momento de reunião de empresa, né? confraternização, aliás, confraternização de empresa, a reunião confraternização de família, aí o encontro, né, a socialização, né, Arnardino, e o julgamento, porque as pessoas vão chegar e vão fazer uma comparação, eh, vão falar: "Poxa vida, mas você não conseguiu? Não acredito, mas você tem tudo para ter conseguido. Por que que que aconteceu, né? Por que que você parou na metade?" Ou então eh vão fazer uma piadinha. E é importante a gente salientar aqui que nós temos que ter um pouquinho de cautela, né, hora que a gente for eh estar com pessoas do nosso convívio, principalmente nessas confraternizações de fim de ano, que as pessoas às vezes sem perceber acabam jogando uma piadinha que se a pessoa já tá frustrada ela se frustra e se afunda ainda mais, não é verdade? Sim. É, a gente sabe que festas de final de ano, encontros, nem sempre a gente vai encontrar somente com quem a gente desejaria, né? Verdade. Muit das [risadas] vezes a gente reuniões familiares que vão estar pessoas que nem sempre nos agregam ou são pessoas que nos motivam e acabam fazendo exatamente isso que você comentou. Então, a importância é a gente usar um pouco do humor. Uhum. Né? Eu vejo que uma das ferramentas extremamente importante paraa gente lidar com a as nossas frustrações é levar um pouco pro lado do humor. Geralmente você acaba cortando esse tipo de comentário, eh, muda o teor da conversa e você leva também de uma forma que se torna mais leve para você. Então, a partir do momento que você encontra com pessoas que talvez, porque geralmente é algo que a pessoa tá fazendo isso e vai trazer algum desconforto para outra pessoa. Porque naturalmente, e até sugiro para as pessoas que há nestes encontros evite esse tipo de comentário, porque pode sim gerar constrangimentos, pode festejar aquelas pessoas que realizaram as suas metas e seus objetivos, mas as pessoas que você viu que não realizou, qual que é o objetivo que você tem de cobrar isso de uma outra pessoa? O que você espera disso? Uhum. Como a gente tá falando, isso vai pode gerar frustração, pode gerar angústia, pode gerar um estado de depressivo. Então é importante que a gente aqui, eu acho que a sugestão fica mais para as pessoas que talvez tenha esse hábito de fazer essas perguntas. Eu acho que deixa as pessoas comentarem, deixa elas falarem dos assuntos que mais agregaram, que são mais significativos na vida dela. Exatamente. Agora, João, vamos lá. para quem quer começar a mudar agora, né? Ainda hoje é 29, então vou ah, eu vou vou começar agora. Então, eu não consegui o ano inteiro e agora tá faltando dois meses pro ano que vem, quem sabe, né? Eu inicio agora, assim como o Anardino colocou pra gente, né? Eh, fazer um pré-treino. Qual que é o o primeiro passo para essa transformação eh na reta final aí eh eh do ano? E e pra gente ter um período de renovação, né, e não um período de cobrança. Se eu não conseguir, tudo bem, eu posso começar agora. Quem disse que não? Mas qual que é o primeiro passo? O que que eu tenho que fazer? Para onde eu tenho que olhar? Que caminho eu devo seguir? Primeiro passo é a pessoa ficar doada dela. Ela tem que sentir que ela vai fazer isso por ela e não e não pelo outro, né? Porque o que que acontece? Geralmente as pessoas ficam muito preocupadas com os outros e esquece que isso começa dentro dela, esse julgamento. Então é importante ela começar a ver o cada coisa, o que deixa ela feliz, o que mexa mexe com a autoestima dela. Muito bem. Então, de repente pode ser algo muito simples ali. Exatamente. Essa auto, nós falamos do julgamento do outro e o João trouxe algo bem interessante que é a autocobrança, né? E e que está aliada também à culpa. Nós temos o costume de nos cobrar demais, de querer dar conta de tudo. E isso é em todos os dias. Aí chega no final do ano essa culpa aumenta e essa autocobrança vira uma autoflagelação, um autoflagelo, né? a gente tem que ter um cuidado também com essa nossa autocobrança, porque às vezes a gente eh eh se importa com a cobrança do outro, mas a gente não para para olhar para si e para ver que nós estamos nos cobrando e nos machucando de uma forma que não é necessária, não é, Nard? Sim, sim. Eh, nós precisamos entender, né, o filósofo epiteto, né, que é um a TCC se baseia um pouco na filosofia dele, que diz assim: "Nós não nos perturbamos com as Nós não perturbamos com as coisas, mas sim com as interpretações que nós temos sobre essas coisas." Uhum. Então, a gente tem que entender que muit das vezes as nossas crenças disfuncionais, os nossos pensamentos disfuncionais, eles precisam só, a gente só vai ter mudança de comportamento e as consequências daquilo que nos traz sofrimento e angústia, ela só vai ser alterada se tiver mudança de pensamento. Uhum. Então, nós precisamos trabalhar, e a gente trabalha isso em terapia, que é interpretar de uma forma menos rígidas, mais flexível e a gente tem que trabalhar ou de mudar pensamentos disfuncionais ou a gente flexibilizar pensamentos funcionais para que a gente tenha a as consequências, nossos comportamentos sejam funcionais, que não nos gerefo, porque a terapia ela pra TCC, a gente sempre tem um evento mobilizador, situações que nos geram sofrimento. Então, se a gente vai em terapia, a gente tem de identificar o que que nos gera sofrimento. A partir desse momento, a gente tem que entender, existe consequências, comportamentos disfuncionais, mas ele se baseia em quê? Se baseia na maneira que a gente interpreta as situações da nossa vida. E é ali que nós temos que mudar, interpretar as coisas de uma maneira mais leve, menos rígidas, mais flexível, para que a gente se cobre, se penalize o mínimo possível, né? Muito bem. Então, olha só, gente, uma super dica aí é a gente aplicar a teoria de outubro, né, pra gente começar agora. Ainda dá tempo, sempre há tempo de um recomeço, né? a gente fazer um ensaio para janeiro, a gente fazer um pré-treino para janeiro. Então aqui os nossos especialistas, nossos psicólogos estão nos ensinando como é que a gente faz esse pré-treino, né, para janeiro, beleza, não conseguir fazer o ano todo, ô, o ano não acabou ainda, nós temos aí o final de outubro, novembro e dezembro. E aí você faz um pré-treino e em janeiro você chega chegando em 2026, tá? Então não desanima, cuidado com o auto julgamento, né? Tenha mais compaixão, eh, se olhe com cuidado, com carinho e vamos embora que o ano não acabou ainda não, tá? E esse negócio de o que você fez, né? O ano termina e e nasce outra vez? Que bom, o ano termina e nasce sim. E que bom que a gente pode estar lá no próximo ano, mas não se cobra tanto. É importante a gente fazer metas, sim, porque eu acho que a meta define o nosso planejamento anual, né? Mas a cobrança, né, a gente acaba tendo uma frustração aí e isso pode impactar no nosso planejamento pro ano que vem. Então, pega leve com você mesmo, tá bom? Fica aí a dica do nosso estúdio Câmara. Agora, 8:42. Produção, nós temos alguma pergunta? Se tiver a gente já coloca na tela, né? Nós estamos aqui com a Nardino e também com o João falando sobre essa questão de final de ano que muita gente acaba se culpando e por não ter conseguido finalizar o objetivo, concluir o objetivo, a meta proposta, né, lá em janeiro. E aí a gente tá chegando no fim do ano de novo, mas a gente tem ainda dois meses, então dá tempo para muita coisa, principalmente para você celebrar as pequenas vitórias que são diárias. Vamos lá. Carolina Freitas do Jardim Chapadão. Sempre que o fim do ano chega, sinto como se tivesse acelerado, o tempo tivesse acelerado. Essa sensação tem mais a ver com cansaço emocional ou com a forma que percebemos o tempo? Ô João, é isso mesmo, né? Chega, ó, demora agosto, demora passar, setembro também. Aí quando chega outubro vem novembro, dezembro, já é ano que vem. É muito rápido. O que que acontece? Por que que a gente tem essa sensação? a gente dá muita importância para essa questão do tempo, mas o que que é o tempo, né? Cada um tem o seu tempo. Então, seria importante a gente investir na nossa qualidade, né, psíquica, né? Então, nosso colega aí falou sobre a terapia, né? Então, investir conhecimento, saber que realmente a gente quer, né? O que que a gente faz em alguns momentos pelo outro e o que que a gente faz por nós, onde está o nosso autocuidado? Então é muito importante pensar excelente essa essa sensação que a gente tem eh que o ano tá os três últimos meses do ano eles simplesmente passam voando. É natural para mim e para você, mas a gente precisa parar para analisar aí que o dia continua tendo as mesmas 24 horas e que de repente é nós que estamos aí com o pensamento acelerado e isso pode causar ansiedade. E é isso que a gente não quer pro final de ano. A gente quer terminar um ano com tranquilidade pra gente poder começar com a assertividade 2026. Eu gostaria de falar uma coisa. Pode falar, por favor. Pergunta para uma criança, quem tem criança em casa, né? Como que ela percebe o tempo? Se ela percebe o tempo passando rápido ou se ela percebe o tempo passando devagar? Eu já fiz essa experiência. Quando você pergunta para uma criança, ela fala assim: "Nossa, parece que o tempo passa devagar". A noção de tempo, ela é uma para [risadas] cada pessoa. Uhum. E tem a ver também com o tempo da vida da pessoa, né? Um período. Muito bem. É isso mesmo. Então, cada um tem uma noção de tempo. É isso, né? O, o, sim, exatamente. A questão do noção do tempo, como ele falou, uma criança, eu lembro também, né, todos nós fomos crianças, parecia que era uma eternidade. Mas por quê? Porque a gente acabava sempre, a gente tava pensando, quando que eu vou se tornar adulto, quando que eu vou fazer tal coisa, quando que eu vou ter liberdade. Então, parece que era tudo muito distante para nós adultos, nós já estamos jogando, né? Nós já estamos nessa na nossas carreiras, nós já temos todas as cobranças, demandas e realmente nos dias atuais eh sempre parece que falta horas no dia, falta meses no ano e a gente tem essa sensação, mas é algo que a gente precisa colocar o pé no chão, ter alguns momentos de lazer, cuidar de outras áreas da nossa vida. Eu vejo que objetivos e metas, nós precisamos sempre estar olhando para todas as áreas da nossa vida. Área de lazer, a área profissional, área eh intelectual, relações sociais, relações familiares, eh questão espiritual. Ou seja, nós temos várias áreas da nossa vida e nós temos que muit das vezes existe essa questão do lazer, que é algo que pessoas, maioria das vezes, nessa correria as pessoas estão deixando de lado e muit das vezes é nesse momento de lazer que a gente que a gente dá uma desacelerada, né? Se a gente viver a vida no modo só eh cumprir meta, correria, trabalho, a gente vai esquecendo das outras áreas e a gente vê que vai surgindo grandes problemas, né? Então eu eu acho que é importante nós falarmos que quando a gente traça objetivos e metas, é importante a gente pensar num todo, inclusive familiar. Eu vejo, por exemplo, a gente pode criar uma meta pro ano que vem, que é uma meta que às vezes vai afetar nossa vida pelo menos pros próximos 30 anos. Então, por exemplo, você faz uma meta que você vai comprar um apartamento financiado no final do ano. Uhum. é uma decisão que você vai tomar em 2026 que vai demandar um recurso financeiro e uma pressão daquele investimento que você fez, que muit das vezes vai gerar uma pressão que vai eh atrapalhar a questão do relacionamento familiar. Sim, eu tenho atendido profissionais muito bem-sucedidos ou casais que estão que traçaram objetivos, por exemplo, muito audaciosos em termos financeiros. E essas pessoas hoje elas estão chegando aí próximo dos seus 45, 50 anos com uma frustração muito grande, porque ela deixou de olhar para as outras áreas da vida. da hora que ela idealizou esse objetivo, assumiu algo muito grande e isso aí acab acabou afetando inclusive o relacionamento familiar. Aí você vê uma pessoa com 40, 50 anos de idade se divorciando, vivendo distante dos filhos. E quando a pessoa para para pensar, ela fala assim: "Meu Deus, tudo isso aconteceu por causa de objetivos e metas muito audaciosas que eu acabei assumindo." Perfeito. Então, uma família pode acabar se tá acabando por causa de um objetivo audacioso que você não compartilhou com a sua família, com as pessoas que você ama. Então é muito triste isso. Então você vê profissionais que hoje fala assim: "Nossa, aquele objetivo que eu tinha, aquela meta de eu ser bem sucedido, de eu ter uma casa própria, de eu ter carros bons, aí a pessoa fala assim: "Mas é a minha família? E os meus filhos? Meus filhos mal ora, olha paraa minha cara que parece, eles falam que eu não dei atenção para eles." Mas qual que foi o objetivo dessa pessoa? trabalhar, trabalhar, trabalhar e achava que dar as coisas pros seus filhos e paraa sua esposa ou pro seu cônjuge era o suficiente. E muit das vezes não é, porque a pessoa não olha por para todas as áreas da sua vida. Então eu vejo que isso eh eu eu atendendo um casal recentemente, eu escutei algo muito assim que serviu para mim, sabe? Eles fal, eles, essa pessoa comentou assim: "Eu tive, eu comprei um apartamento de milhões, eu tive um objetivo que demandou demais para mim. Eu tinha filhos pequenos de 3, 4, 5 anos. E que que eu pensei? Hoje, revendo, o meu casamento acabou. Mas o que que eu faria? Em vez de eu investir todo esse dinheiro em alguma coisa, talvez se eu tivesse uma babá, se eu tivesse pessoas que tirassem o strress, que infelizmente o cuidar dos filhos gerou naquele relacionamento, eu hoje eu optaria investir numa babá, em cuidadores e pessoas, escolinhas para que eu não deixasse esse meu casamento embora. E isso é muito importante a gente saber disso. Cuidado com os objetivos que você traz, principalmente se envolver questões financeiras. Hoje a gente tem dado estatístico, torno de 60% dos divórcios estão relacionados a questões financeiras. Então, se a gente não toma conta dessa área, a gente muit das vezes pode estar afetando áreas que lá no futuro se a gente vai ver que teria muito mais importância para nós e a gente não deu a importância no momento certo. Excelente. Nossa, super dica, né? para, analisa, olha para ver se realmente eh a sua meta, né, e o seu objetivo, ele está de acordo com o que você planeja para sua vida, né? Sua vida pessoal, sua vida profissional, sua vida financeira, se isso não vai exigir de você um desgaste excessivo, onde você vai servir só para trabalhar, você só vai ter, você só vai poder trabalhar, né? Ah, importante ter as coisas, sim. Importante bens materiais, sim, mas o que a gente deixa é o quê? É o convívio, é o amor, é o carinho que a gente tem um para com os outros, principalmente quando a gente fala de uma família. Então, é importante mesmo a gente ver se a gente não tá trocando o nosso amor, o nosso carinho, né, por algo eh material e até quando isso, quanto isso vale a pena. Tá bom, que legal, muito bom a gente poder repassar essas informações, né? Porque a informação transforma, a informação salva e isso que a gente faz aqui é uma psicoeducação para você que tá aí do outro lado. A gente fica muito feliz em saber que estão participando, estão com a gente. Pode mandar a produção mais uma, por favor. Vamos lá. Que aula, hein, gente. A Isabela Ramos do Cambuí ouvi dizer que o cérebro busca sempre o caminho mais fácil. Então, por que mudar hábitos parece tão difícil mesmo quando sabemos que faz bem? Vamos lá, João, responder a Isabela Ramos, por favor. Pessoas geralmente elas são de um prazer e por isso que [risadas] geral elas o caminho mais rápido. Importante a pessoa pensar também que nessa época, né, que o tema é Natal, ela ter paciência com ela mesma, focar nos pequenos objetivos e pensar também de renascimento. você esteja numa situação difícil, você pode investir e recomeçar. Excelente, né? A gente sempre é importante a gente entender que a gente pode recomeçar. E você pode recomeçar agora? Pode recomeçar sim em outubro, final de outubro. Você acha que eu vou recomeçar? Claro que vai, você pode. Quem disse que não, né? É isso, gente. Vamos lá. Pode colocar mais uma e participação pra gente, produção, por favor. Vamos lá, quem é que tá conosco? Estamos aqui falando do final de ano, gente. Já estamos nele. Vamos lá. A Talita Morais do Bom Fim. O cérebro se acostuma com a rotina e rejeita mudanças porque mesmo querendo mudar, às vezes parece que fico travada no mesmo padrão. Anardinha, essa questão do cérebro é é a gente tem que entender essa questão que é muito importante. O cérebro ele tem é como se fosse assim, ele ele vai aprendendo o que é que tá dando certo. Uhum. Uhum. E o que é mais fácil ser realizado, o nosso cérebro, ele vai realmente pelo caminho mais fácil. Então, se você eh tudo a gente tá falando de hábitos, né, como foi a pergunta anterior, o hábito tem sim a dificuldade de ser criado e a gente sabe que, como eu mencionei aqui, em torno de 3 meses de você fazer aquilo consequência e com periodicidade. Agora, enquanto, como eu falei lá na outra resposta, enquanto não se crie o hábito, o hábito ele só vai se tornar fácil para nós quando se cria hábito. Uhum. para criar o hábito. Daí que vem o difícil. É difícil porque você conta com a sua força de vontade. E essa força de vontade você tem que ver aí o como você tá, se você vai precisar de algumas pessoas para te motivar, deonde você vai recarregar sua bateria durante esses três meses que você vai criar esse hábito. Como que você vai chegar nisso aí, né? Feito isso, a hora que se torna um hábito, assim como dirigir, ele torna rotineiro. Sim. A gente já faz isso com naturalidade, mas sim, enquanto não se vira hábito, a gente tem dificuldades, porque o cérebro vai pro caminho mais fácil e que a gente, aquelas decisões, a gente atua, se comporta ou age sempre da mesma maneira. A gente só vai mudar isso quando a gente realmente quer mudar. E a gente tem que mudar muita coisa que vem sendo construída desde o começo da nossa vida até a nossa vida atual. Pois é, o nosso cérebro, né, gente, a gente se separa para analisar e a gente vai eh entendendo, né, como ele funciona. Eu não entendo muito não, mas com essas aulas que a gente tem aqui diariamente, nosso cérebro ele se acostuma com coisa boa, né? Ele não gosta de fazer um uma força, ele não gosta de de fazer um exercício, né? E a gente precisa eh ajustar tudo isso, né? Então, se você for ficar esperando você ter força de vontade aí, meu amigo, olha, pode demorar para ela chegar. O negócio é levantar e fazer, porque senão não tem esse negócio, não. Vou esperar meu cérebro dar um sinalzinho aqui. Nada, ele adora uma zona de conforto, né? Nosso cérebro adora uma zona de conforto e a gente precisa ensinar ele que a gente tem que est sempre em atividade porque a vida é movimento. 8:56. Temos mais uma pra gente encerrar, produção. Pode ser. Então tá bom. Se tiver pode colocar na tela, por gentileza. Larissa Nogueira do Jardim do Trevo. Existe uma forma saudável de encerrar ciclos sem sentir culpa ou arrependimento por aquilo que não consegui realizar? Ô Larissa, quem responde para você é o João. Contigo, João. Vamos lá. instante você analisar se é uma coisa importante para você ou é algo importante para o outro. Por que será que você ainda fez isso? Será que tem a ver com algo que você realmente quer? Então, é importante analisar. Então, porque assim, um autoconhecimento ele é importante porque quando você sabe o que é bom para você e aquilo que você realmente quer, você também pode focar na onde você quer chegar. Mas como nós falamos hoje, né, a exência do assunto comece por pequenas coisas. Excelente, João. O a internet do João não tá muito boa, gente, mas é por conta da chuva, o tempo e aí a gente tá conseguindo ainda contato com ele, né? Então, que bom que a gente conseguiu ficar o programa todo com o João aqui conosco para esse bate-papo tão interessante com a chegada do fim de ano. Aí a gente sabe que o fim de ano pode ser uma oportunidade de pausa, né, mas não de cobrança, tá? Eh, é importante, mais importante do que cumprir as metas é a gente entender o que realmente faz sentido para que a gente possa continuar no próximo ano, né? se faz sentido para você. Vamos lá, continue, né? E se olhe com mais cuidado, com mais carinho. Agora 8:58 minutinhos. Então, pra gente encerrar, eu gostaria que os nossos dois profissionais, os nossos dois psicólogos, deixassem então uma super dica, né? uma fala assim, todas as falas de vocês aqui do programa, se a gente parar para analisar e for rever esse programa, gente, quanto ensinamento pra gente eh começar a utilizar hoje mesmo, hoje mesmo, porque nós já estamos aqui no dia 29 de outubro. Agora vamos lá, vamos segurar a ansiedade, né? Vamos parar, analisar, fazer uma reflexão de reflexão pra gente agora no dia 29 de outubro de 2025. Vamos lá, então. O que que você deixa para as pessoas que estão em casa ouvindo a gente e assistindo? Acho que é muito importante. A gente fala de lições aprendidas. Tudo que a gente realiza de metas, objetivos, se a gente não tirar as lições aprendidas do fracasso ou do sucesso, perde o significado. Então, se seja sucesso, que seja fracasso, lições aprendidas, que vocês realmente eh busque saber o que que deu certo, o que deu errado e o que que você vai repetir ou deixar de fazer. E outra coisa que é uma sugestão, como eu comentei aqui, por favor, ao ao traçarem metas e objetivos, principalmente aqueles bem significativos de nossa vida, eh olhe para todas as áreas da sua vida. Não tome, não crie objetivos e metas que possam afetar áreas significativas da sua vida que futuramente você vai se arrepender. Então é importante você ter metas realistas, realizáveis e que não vai afetar, exigir mais do que você pode aguentar, tanto você quanto aquelas pessoas que você ama, para que você não tenha problemas psicológicos, mentais, problemas familiares. Isso aí eu acho que é de extrema importância. Excelente. Excelente. Agora, eh, por gentileza, João, deixa uma reflexão para os nossos telespectadores, né? Fim de ano já chegando aí, faltando dois meses, eh, pouco mais de dois meses, né, para pra virada do ano. E a gente chega numa etapa que é importante a gente fazer uma autorreflexão e, e reavaliar aí os nossos princípios, os nossos conceitos e as nossas metas. é um momento de renascimento simbólico. Então vamos nossas metas com mais quais são as que podemos realmente realizar e o que a gente pode fazer durante o ano pra gente ficar do nosso lado, ter mais alto, ter mais autopaciência. que a gente realmente quer fazer paraos se a gente f outro ou se a gente faz por nós. Pensar numa noção de autocuidado e pensar nas coisas boas que você também já realizou durante a vida. E mesmo que você não conseguiu realizar algo, né, analisar se é realmente você quer fazer. Isso é muito importante. Excelente, João. A gente tem uma mania, né, Anardina de O João trouxe algo bem interessante. A gente já vai encerrar, mas só pra gente finalizar aqui, essa mania de a gente achar que nós não conseguimos, gente, a gente consegue. A gente consegue todos os dias. E aí aquela questão do nosso cérebro, né, ele vai sempre, ó, tipo assim, ah, não, não deu. A gente, por que que a gente imagina e pensa que a gente não consegue, sendo que quando a gente chega no fim do ano, se a gente olhar para para trás, a gente conseguiu tanto, mas tanto e por que que a gente só dá valor no que a gente não consegue? Isso aí vem bem de trás, né? Quando você fala de terapia, você vai ver que a pessoa desenvolve essa questão de não consegue, é, não tem valor ou ela não consegue os seus objetivos. São são estruturas mentais criadas desde a infância e que muitas vezes é colocadas para nós e isso é reforçado por muitas vezes. Então isso se torna uma verdade. Então eh fica a dica, né? Eh, como a gente tá falando aqui, muit das vezes a pessoa chega em outubro, fala assim: "Ah, eu tô querendo começar uma terapia. Ah, não, agora deixa só pro ano que vem. [risadas] Ou senão, eh, eu tô com problema no meu casamento, mas eu só vou fazer uma terapia, deixar pro ano que vem. Gente, um ano pode ser muito significativo em termos de você ter melhoras na sua vida. Então, uma a terapia nos ajuda muito enxergar o todo, porque não é tão simples assim. Tem raízes muito profundas que vem lá de trás que a gente muit das vezes vai descobrir juntos, né, paciente e terapeuta, o porquê da pessoa pensar dessa forma. Excelente. E assim a gente encerra o nosso estúdio Câmara de hoje. Gostaria de agradecer o João pela presença, pela participação, mesmo com a internet mais para lá do que para cá, a gente conseguiu, tá vendo, comemorando aí as nossas pequenas vitórias. João, obrigada pela sua presença também. É, eu acho que agora caiu de vez, né? Mas, ó, deu super certo. Valeu, João. Obrigada, querido, pela sua presença, pela sua participação, tá muito importante as suas falas. Você, Arnardino, obrigada também. Obrigada mesmo, porque assim, a gente acaba tirando eh eh tantas frases importantes que a gente consegue captar, sabe, o que vocês querem passar. E isso é importante demais pra gente levar, principalmente agora, né, para essa essa esse fim aí de ciclo, né, a gente encerrando o ano. Então, gratidão pela sua participação e pelos seus ensinamentos. Agradeço. Eu que agradeço. Maravilha. E você aí de casa, né? Não esquece, viu? Olha, outubro pode ser um momento para você recomeçar, para você desenhar o seu 2026. Que tá usar essa teoria de outubro para você fazer, como disse os nossos [música] especialistas aqui, um treinamento e criar um hábito. E aí chega [música] a 2026, ninguém segura você. Para e pensa, você consegue, você pode. E recomeçar é [música] todos os dias, tá bom? Não é só no final de ano. Um abraço muito grande. Fique com a gente. Daqui a pouquinho nós temos a Íria, né, da Central de Inteligência Artificial, trazendo informações do legislativo Brasil e Mudo [música] para você, atualização de tudo que acontece. E também ao meio-dia nós temos Câmara Notícia, informações do legislativo campineiro e da nossa metrópole. Hoje às 18 horas, como é [música] quarta-feira, nós temos reunião ordinária. Você está convidado para participar presencialmente, assistir aqui na TV Câmara Campinas ou então no nosso canal do YouTube. E esse programa você também pode rever e repassar [música] para seus amigos, paraa sua família. Vai ficar lá, né, ao vivo lá no no canal da TV Câmara Campinãs do YouTube, combinado? [música] Amanhã nós temos eh um programa que vai falar sobre os desafios das crenças [música] neurodivergentes e a importância da parceria entre escola e família. Meu filho está com dificuldades escolares e agora, com a aproximação do fim de ano, muitos [música] pais ficam angustiados com as notas e o rendimento dos filhos. Mas como garantir os direitos das crianças e pensar o processo de aprendizagem de uma forma [música] inclusiva e sensível? Então não perca estúdio Câmara. Amanhã vamos falar de fim de ano na escola [música] dos nossos pequenos, tá bom? Então a gente espera por você a partir das 8 da manhã. Beijo grande, uma ótima quarta-feira. Fique bem e não esqueça, você pode iniciar o pré treino para 2026 [música] ainda hoje. Ciao. Ciao. [música] [música] [música] [música] [música]
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