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[música] Olá, muito bom dia para você que tá ligadinho com a gente aqui na programação da TV Câmara Campinas. Feliz ano novo, estamos chegando com a primeira edição do estúdio Câmara de 2026. [música] Que bom estar aqui com você. Segunda-feira, primeiro dia útil, né, [música] dia 5 de janeiro. E a gente começa o ano convidando você a refletir sobre recomeços. O ano novo costuma ser vivido com uma página em branco, né? Um convite para fazer diferente, para rever as escolhas e buscar mais equilíbrio. E o tema do programa de hoje é Rumo à Vida Nova. O que você acha [música] que é preciso para recomeçar de verdade? Conta pra gente. Você já começou 2026 fazendo algo diferente? Mudou algum hábito? Se olhou no espelho? Você precisa mesmo recomeçar do zero ou você só precisa continuar? [música] As nossas entrevistadas já estão aqui no estúdio conosco. Daqui a pouquinho a gente dá as boas-vindas e vamos falar desse tema tão importante nesse momento, né, que é o recomeço. É o ano de 2026 que tá aí novinho em folha pra gente fazer dele o que a gente [música] quiser. Agora vamos com algumas informações e já já a apresentação das nossas convidadas para você que tá aí do outro lado. Seja bem-vindo, seja bem-vinda. Feliz ano novo. E olha só, gente, as férias estão aí ainda, né? E muitas famílias se organizam para viajar e aproveitar o período de descanso. Quem não viajou no Natal, quem não viajou agora na virada do ano, vai viajar agora em janeiro. Então, para quem tem o pet, o planejamento precisa incluir cuidados essenciais para garantir o bem-estar do animal, tá? seja levando ele na viagem, deixando [música] o petzinho sobre os cuidados de terceiros. Dados de 2024 das companhias aéreas mostram que mais [música] de 100.000 pets viajaram com seus tutores no Brasil, um aumento de 15% em relação ao ano de 2023. Então, a recomendação, gente, é manter a carteira de vacinação em dia com as vacinas obrigatórias e proteção contra parasitas, além de realizar uma avaliação veterinária antes de viajar com seu pet, tá? Durante o passeio é importante, ó, garantir a hidratação, as pausas, evitar horários de calor intenso [música] e respeitar os limites do animalzinho, tá bom? Organização e atenção aos cuidados básicos. [música] Assim, as férias podem ser seguras e agradáveis também para os seus peludinhos, né? E quem ainda não conseguiu levar o pet ao veterinário, pode aproveitar o atendimento do consultório veterinário móvel aqui da Prefeitura de Campinas, que está instalado na Vila Boa Vista, em frente à sede do Departamento de Proteção e Bem-estar Animal, o DPBE. O serviço funciona sem necessidade de agendamento, com atendimento por ordem de chegada e distribuição de senhas. No local são oferecidas consultas veterinárias gratuitas, além de microchipagem, aplicação de vacinas em cães e gatos quando [música] houver indicação clínica. A estrutura conta com sala de atendimento e equipe formada [música] por médicos veterinários, auxiliar de enfermagem e recepção. O consultório móvel então permanece na rua das Sapcaias, número 115, até o dia 8, tá? até o dia 8 de janeiro, com o atendimento de segunda a sexta, das 8 ao meio-dia e da 1 da tarde até às 4 da tarde. Para ser atendido, o responsável deve ser maior que 18 anos, apresentar documento pessoal e comprovante de residência aqui em Campinas. E você pode também conferir mais informações eh no portal animal, tá bom? Então, vamos levar o petezinho para vacinar, para garantir que tudo corra perfeitamente bem na sua viagem de férias. Previsão do tempo. Vamos lá, gente. Como é que fica o tempo hoje aqui na cidade de Campinas, hein? Olha, de acordo com o clima tempempo, mínima de 22, máxima de 30º. Estamos no verão brasileiro, janeirão que fala, mas temos aí sol entre nuvens com possibilidades de pancadas de chuvas isoladas no final da tarde. Então, bora aproveitar, né, para você que tá trabalhando, um ótimo trabalho. Para você que tá em casa, que legal, aproveite para descansar. Para você que vai viajar, bora aproveitar janeiro, gente. E ano novo, né? E beleza. Ano novo, vida nova. A frase é popular, quase automática, mas quem já tentou mudar hábitos sabe que recomeçar exige mais do que vontade. Ah, vontade eu tenho de fazer tanta coisa, né? Fiz ali uma lista, ó. E você costuma fazer promessas no começo do ano? Já conseguiu cumprir alguma ou sempre fica pelo caminho? Segundo uma pesquisa da Forbs, entre as promessas mais comuns feitas pelos brasileiros estão, olha isso, perder peso, começar atividade física, organizar as finanças. Mas se o ano passado foi difícil, se você acumulou frustrações, mágoas ou sente que não chegou onde gostaria, talvez esse seja o momento de você recomeçar com mais consciência, né? E a partir dessa realidade, entre expectativas e frustrações, que a nossa conversa começa. Isso mesmo, a gente vai tentar entender esse processo de recomeço, os bloqueios emocionais, os caminhos possíveis. Então, para isso, a gente já dar as boas-vindas, né, às nossas profissionais que vão conversar com a gente sobre saúde mental. Essa é a proposta aqui do nosso estúdio Câmara. Então eu quero receber a psicoterapeuta, especialista em gestão das emoções e transformação pessoal, Jusara Fadim. Seja muito bem-vinda. Feliz ano novo. Bom dia. Muito bom dia. Feliz ano novo para todos que estão nos assistindo nesse começo de ano para falar de um assunto tão interessante como esse que são os recomeços. maravilhosa e com a gente também pela primeira vez neste ano, porque o ano passado ela já participou conosco, a psicóloga clínica especializada em terapia cognitivo comportamental e saúde mental feminina, a Ive, seja muito bem-vinda. Bom dia para você. Muito obrigada. Obrigada pelo convite novamente. Feliz ano novo para todos e animada, motivada pro próximo ano para falar de recomeços, novos hábitos e dessas promessas. Vamos colocar tudo em prática, né? Exatamente. Feliz ano novo para vocês, gente. Que delícia receber vocês aqui no primeiro programa de 2026, né? Obrigada aí pela presença de todos. Tenho certeza que essa conversa ah vai ajudar muita gente que está em casa a de repente ter um norte, né? Ter um norte e e parar para pensar assim: "Poxa, eu vou me reorganizar porque esse é o momento, né? Início de ano." Bom, vamos lá. Entre a contagem regressiva e o desejo de feliz ano novo, cabe aí uma infinidade de sentimentos. Para pensar, 5 segundos. 1 2 3 4 5 4 3 2 1 são suficientes para que a mente, gente, recapitule um ano inteirinho. Já parou para pensar nisso? Perdas, conquistas, caminhos percorridos, lutas pessoais e coletivas. E é nesse pequeno momento que o verdadeiro sentido da virada do ano é revelado, né? Então vamos lá, Jara, o primeiro de janeiro, vamos falar dele, né? Ele representa uma ruptura simbólica. Por que que a gente deposita tantas, mais tantas expectativas no ano novo? E como que isso pode impactar a nossa saúde emocional? Realmente você falou algo que é muito importante nós tocarmos nesse assunto. O primeiro do ano parece que é o dia internacional de começarmos novas metas, objetivos, mas isso traz algo muito importante de ser falado, que são as frustrações daquilo que não foi feito. E muitas pessoas se prendem a olhar para trás e esquecem de olhar paraa frente. É um momento de nós pegarmos toda essa motivação, esse empenho, esse desejo, essa vontade de fazermos algo novo, recomeçarmos algo novo e começarmos realmente de fato nos validar aquilo que foi bom, aquilo que não foi, aquilo que vai ficar no passado, mas aquilo também que vem pela frente. Isso é muito importante para nós curarmos as mágoas, as feridas, aquilo que ficou lá atrás, que não foi tão legal assim, e começarmos validar aquilo que nós temos ainda para percorrer pra frente. É hora de pôr no papel e mais que isso, tirar as metas do papel. Excelente, né? Muita gente acredita que basta virar o calendário para tudo mudar, mas a gente sabe que não é bem assim não, né? Aí a IV traz pra gente a questão da psicologia, né? Como é que a gente transforma a motivação inicial em algo sustentável, sem cair naquela armadilha da cobrança excessiva, porque a gente se cobra muito, a gente se pune muito. E é isso que eh a nossa convidada trouxe, eh falando que às vezes a gente tem que parar para analisar que de repente nem tudo a gente consegue tirar do papel e aí a gente começa a se cobrar antes do ano começar. Tipo assim, hoje é dia 5, né? Aí, dia primeiro, 5 4 3 2 1, monte de metas. Mas esa aí, às vezes eu nem consegui, né, cumprir aquela meta. E agora que que eu faço? Vou começar a me cobrar? Vou começar a me julgar. Socorro. I, [risadas] você falou uma uma parte importante, a motivação. A motivação ela é inicial, ela não é sustentável a longo prazo. Aí, ó, tá vendo? Então, a gente tem que primeiro se autoconhecer quais são as metas que cabem no meu dia a dia, na minha rotina, quais são os hábitos que eu quero ter, assim como você trouxe de início, a, eu quero perder peso, eu quero fazer atividade física, mas eu quero acordar às 5 da manhã, eu vou conseguir acordar às 5 da manhã todos os dias. Então, eu vou colocar isso dentro da minha rotina como, em qual momento, a organização, a motivação, ela é inicial, todo mundo gosta de se organizar, se planejar. Mas como é que eu vou colocar isso ao longo do ano? Eu vou dividir em submetas. São metas atingíveis, realizáveis dentro do meu dia a dia. Então, primeiro é o autoconhecimento. Uhum. E entender que a motivação não é a longo prazo. A gente se motiva, mas depois a gente vai perdendo essa motivação. E o que é que vai me fazer sustentar esse novo hábito? O que é que vai fazer eu realizar as minhas metas ao longo do ano? Eu vou dividir essas metas em semestre, eu vou dividir por mês, por semana. Então, fazendo micrometas e vendo o que é que eu consigo realizar no dia a dia, dentro da rotina que eu consigo sustentar, porque também se não coloca 1 milhão de metas, 1 milhão de planejamentos e com certeza vai se frustrar no final do ano e vai, né, gente? É isso, ó. O ano novo é sem dúvida o marco temporal mais significativo do calendário, né? ao contrário de outras datas comemorativas, tem aniversário, né, tem outras datas comemorativas, enfim, mas o ano novo é um evento universal, ele é celebrado por diversas culturas, pelo mundo todo, né? E seu significado coletivo reforça o poder motivador, né? Embora o efeito do recomeço seja um motivador poderoso, como diz a Ive, ele não tá isento das nossas limitações. Aí, Jusário, eu te pergunto, essa culpa culpa, né, da gente não conseguir, ela ajuda ou ela atrapalha? Lembrando que o tempo necessário pra gente consolidar a mudança varia de pessoa para pessoa, né? E aí a gente tem uma culpa, porque você vai fazer o seu planejamento do ano, mas você lembra, faz ali uma revisão do ano anterior e você lembra que você não conseguiu. E aí já vem uma mistura de motivação com culpa, é um um mix de sentimento. Que que a gente faz com essa culpa do ano passado? A I falou algo muito interessante, você também completou de uma forma muito interessante, porque a culpa ela realmente existe. E nesse momento, no começo do ano, ela aparece, aparece, ela aparece de que maneira? E dizendo: "Ó, tá vendo? Você falou que ia fazer isso e você não fez. Você falou que ia exercer tal coisa e você não exerceu. Então, a culpa aparece." Isso o que a Ivia falou que foi interessante é a questão do autoconhecimento. Porque quando você olha para você, e eu acredito isso firmemente nos meus mais de 30 anos de consultório, mais de 10.000 pessoas atendidas, eu tenho a certeza absoluta, isso eu tenho visto muito, que aquilo que nós precisamos já está dentro de nós. Uau! Nós temos dentro de nós já a capacidade da mudança, a capacidade de realizar a força que nós precisamos para chegar aonde nós desejamos. Nós temos isso, mas é um caminho, é uma jornada. E a culpa muitas vezes ela vem de uma forma positiva quando ela nos diz: "Fiz menos, poderia realmente ter feito mais". Né? Agora ela vem também de uma forma negativa quando ela diz: "Você não fez, tá vendo? Você não conseguiu". Então, por conta disso, tome cuidado. Então, tudo aquilo que a gente precisa já está dentro de nós. Nós temos capacidade para para alcançar os nossos sonhos objetivos. É importante, além dessas metas estarem escritas, elas terem data para acontecer. [risadas] Porque quando ela não tem data, ela não acontece no nada. Mas muito mais que isso é nós sabermos, como a IV falou, essa motivação ela é inicial, mas ela precisa ser alimentada diariamente com aquilo que nós já temos dentro de nós, com a certeza absoluta que quando nós realmente queremos e quando aquilo é importante para nós, nós vamos nos esforçar o necessário para chegarmos lá. E nenhuma culpa vai nos impedir ou vai deixar com que nós alcancemos aquilo que nós queremos. A culpa é algo para ser olhado. Olha só, gente, interessante, né? Muita gente tem esse despertar de sentimentos nessa época, como por exemplo, a esperança, né? A alegria, a fé, a gratidão, a satisfação. Mas em outras pessoas isso pode gerar angústia, né? A virada do ano. A gente geralmente fala assim: "Ah, uau, né? Virou o ano e tal". Mas você sabia que tem pessoas que t angústia, tem ansiedade, tem tristeza, né? E os sentimentos do ano novo, né? Eh, o por esse esse esse mix de sentimento, Ive, tem uma pressão enorme das redes sociais, daquele recomeço perfeito, né? Então, eh, eu quero tocar nesse assunto porque na virada, se você olhar e se tiver lá disponível ainda, dá uma olhadinha, dá uma olhadinha, né, na na o que que a galera posta, né? Então, uma vida nova, perfeita, tudo lindo, maravilhoso. E aí isso acaba gerando frustração em algumas pessoas que têm ali, infelizmente, ainda aquela mania da comparação. A gente precisa colocar como meta. Vamos parar de nos comparar, gente. Somos únicos. Eu sou única nesse mundo. Você é único nesse mundo. Você é uma preciosidade. Não tem ninguém igual a você. E a comparação nas redes sociais costuma ser pesada, parece que tá todo mundo evoluindo, menos a gente. E aí é a questão dessa virada de ano, desse negócio de meta, de conquistar isso e tal. Se a gente ficar na rede social vai dar ruim, né? I exato. Não que não deva, mas é olhar aquilo com consciência. Então, se você quiser expor as suas vitórias, mas ninguém expõe quando tá triste, ninguém expõe problemas, mas é ter essa consciência, a consciência da realidade de que nenhuma vida é perfeita, as pessoas escolhem o que elas vão postar ali, o que elas vão divulgar ali. Então, é ter essa consciência para diminuir a comparação. Mas olhando pra realidade, porque é que eu tô me comparando? Com quem eu tô me comparando? O que é que eu vou fazer com isso? Como a Jessara falou, é olhar para aquele sentimento, para aquela emoção com delicadeza também. Olhar para si mesmo com delicadeza, para entender porque é que eu tô me comparando. Será que eu caibo na vida daquela pessoa que eu tô me comparando? Será que é a mesma realidade? Porque é isso, eu sou única. Eu não vou caber na sua vida nem na sua. Então é olhar para si e entender porque é que eu tô me comparando com aquela pessoa com que ela tá colocando ali, que na maioria das vezes é um recorte assim. Uhum. nem é a realidade 100%. Então eu acredito que essa questão da comparação, se a gente aprender, entender o que tá por trás dessa comparação, assim como muito bem colocou, né, a Ive, e a gente buscar uma ajuda, eh, fazer uma terapia, porque eu acredito que se a gente conseguisse entender o que tá por trás e conseguisse parar de se comparar, olha, já seria um grande passo para você ter uma vida mais leve, né, Jusara? Sim, com certeza. Porque a comparação, como nós estamos comentando, ela dispara ansiedade. Uhum. Dispara um senso de falta de amor próprio. Uhum. Dispara uma sensação de incapacidade mediante outras pessoas. Na maioria das vezes, não vem trazendo pra gente aquilo que a gente tem de bom, vem trazendo pra gente aquilo que falta. E aí, voltando àilo que eu falei, a gente acaba não validando toda a nossa jornada de aprendizado, de experiências, de entender que nós somos diferentes, que nós temos as nossas metas, os nossos objetivos, mas cada um tem um coração, né, optando algo pelo qual se move, algo que acredita. E a gente não pode deixar nenhuma dessas outras coisas dizer pra gente que a gente não pode, né? Porque existe cada um de nós, nós podemos realizar tudo aquilo que nós precisamos estar em nós. Às vezes nós precisamos uma jornada de trazer essa força, de trazer esse mérito, de trazer essa condição, né? Muitas vezes a disciplina, a organização, entrar em ação de verdade, que às vezes é complicado, é difícil, mas não quer dizer que nós não podemos. E a comparação em muitos momentos, ela acaba salientando mais os aspectos negativos na nossa personalidade, da nossa vida, do que os positivos. Então, nesse ponto, ela pode ser nociva. Uhum. Né? Então, nós temos que prestar atenção, olharmos tudo, mas termos o senso de perceber. Será que isso é para mim? É, nem sempre, né? Como a falou, nem sempre. E aí a gente tá no nosso lugar de fala, no nosso lugar de presença, no nosso ambiente, no nosso lugar de conquista. faz toda a diferença. Excelente. E aí, então vamos lá. A gente virou o ano, eh, colocamos as nossas metas no papel. Olha só que a Jusara pontuou. Pega essa essa fala da Jara, guarda para você, que ela disse pra gente colocar data nas nossas metas. Data nas nossas metas, né? E aí, e se chegar na data, eu não cumprir a meta, o que que vai acontecer daí? Como é que eu vou reagir? Qual que a importância de colocar datas nas metas? Jara, a importância das datas é porque tudo aquilo que ficou para um dia, talvez uma hora, um momento, quando der, a gente, na verdade vai empurrando com a barriga. Então, a data é um comprometimento que eu faço comigo mesmo na realização daquele objetivo. Agora, uma um ponto importante que deve vir antes é essas datas têm que ser realistas, porque não adianta me propor a algo num período muito curto do qual eu realmente não tenha condição de alcançar. você falou e a I comentou das metas do emagrecimento. O emagrecimento é algo que nós temos que fazer paulatinamente, porque ele é uma jornada. Não adianta eu dizer: "Vou emagrecer tanto em X tempo, que às vezes aquela meta pode ser irrealista para nós." Então, ter esse senso de realidade e de gentileza e amor próprio para saber até quanto eu posso exigir de mim, né? para que seja confortável, leve, agradável, para que seja realmente rumo a uma nova vida, mas com consciência. Então, é importante colocar as metas, é importante colocar as datas para realização e dividir em submetas com datas também, porque elas vão dando pra gente uma visão de que realmente estou caminhando naquele sentido. Mas é importante também essas datas estar estampado num lugar bem grande, colocar na geladeira. [risadas] A gente tá sempre olhando e falando, opa, né? A data que eu me comprometi tá chegando. Então o mural dos sonhos, o mural das metas de 2026 tem que tá lá. Aí ó, vamos fazer o mural das metas. A Ive trouxe também uma pontuação bem legal, pega essa visão. A gente precisa também eh comemorar as nossas pequenas conquistas, né? As nossas pequenas vitórias. uma tema, traça uma mini meta, não é? E aí comemora a mini meta, porque aí você comemorando a mini meta, você vai conseguir comemorar a grande meta. [risadas] É isso. É exatamente que a importância da gente comemorar as pequenas vitórias do dia a dia, que às vezes passa tão despercebido com essa nossa ah vida tão corrida, tão frenética. E aí às vezes a gente fala assim: "Ah, não fiz nada o ano passado, não consegui realizar". Gente, claro que fez. A gente só não consegue ver o que que impede a nossa visão das nossas pequenas metas, nossas pequenas conquistas. Por isso que é importante estar atento no dia a dia. E as metas elas são realizadas no dia a dia. Então pensar em mini metas. Quando a gente fala do emagrecimento, ah, eu quero perder 10 kg, vou perder 10 kg em 10 meses, então eu vou comemorar 1 kg por mês. Aí, ó, a gente vive em busca das recompensas rápidas. Então, ah, é, dá um check ali. Eu vou organizar o meu espaço todos os dias, eu vou arrumar a minha cama todos os dias, eu vou me alimentar melhor todos os dias. Então, é conseguir ter essa consciência no dia a dia para que no final do ano eu consiga ter essa consciência da minha meta por completo. Ótimo. E assim vai trazer uma satisfação pessoal, porque a gente vai viver buscando essa recompensa rápida. eu preciso fazer, eu preciso perder, eu preciso ganhar. Então isso precisa ser sustentado no dia a dia. Então é importante a consciência para viver uma vida menos ansiosa. Uhum. E também ter essa consciência do dia a dia que eu tô conseguindo realizar a minha meta hoje, não só lá na frente. E quando a gente fala de meta também tem coisas que a gente consegue é isso, ah, eu vou perder tantos quilos, eu vou juntar tanto dinheiro, eu vou fazer tal viagem, mas tem coisas que precisam ser sustentadas pela saúde. Uhum. pela rotina do dia a dia. Isso, se eu vou organizar o meu espaço, vou fazer atividade física todos os dias, eu vou me alimentar melhor todos os dias. Às vezes não é uma meta do ano, é uma meta de vida. E isso tem que caber no nosso dia a dia também. Não só pontualmente em 2026 eu vou fazer atividade física, não. É algo que vai ter que fazer todo dia, todo ano para sempre, para ter uma boa saúde física e mental. Então, como é que eu vou incluir isso nesse ano para que seja sustentável pra vida? Excelente, né, Jusara? Traz pra gente então a sua visão, né? Quantos anos de consultório você tem, né? Quantas pessoas que você eh já já atendeu, já eh ensinou, né, o caminho, o que que acontece com a gente? Por que que a gente tem mania de olhar para trás e a gente achar que a gente não fez nada? Por que essa pressão conosco? É uma autopunição isso acontece com a gente? Às vezes a gente fala assim: "Ah, vou ter que recomeçar do zero". E quando às vezes não é recomeçar do zero, a gente só precisa continuar, porque a gente já começou há muito tempo atrás. Como é que a gente faz para ter essa visão mais ampliada sobre o que nós somos, o que nós já conquistamos e que a gente pode continuar seguindo esse caminho? Olha, a gente falou sobre isso e é importante retomar. Quando nós celebramos algo que nós conquistamos, temos esse momento de celebrar, de sermos agradecidos, praticar a gratidão, termos aquele momento que você atingiu, chegou aonde você queria e você finca ali a sua bandeira, fala: "Eu consegui". Isso vai dando força pra gente para as próximas metas. Isso vai nos motivando, dizendo: "Eu posso, eu consigo, eu mereço, eu posso chegar lá". Agora, um ponto que a gente não pode deixar de lado, porque realmente acontece, é que todas as vezes que nós nos colocamos a fazer coisas que são importantes, surgem os conhecidos sabotadores, né? Aqueles pensamentos muitas vezes negativos, aqueles pensamentos de experiências passadas, né, lá atrás que vem querer relembrar a gente de muitos momentos vividos. E é aí que a importância de nós termos uma grande reflexão sobre nós, né? uma reflexão, o autoconhecimento, o acompanhamento terapêutico, não só isso, mas uma reflexão de vida, uma autoanálise, vai nos ajudando a perceber porque em alguns momentos, mesmo nós sabemos, sabendo que algo é tão importante para mim, eu desvio essa rota e às vezes tenho dificuldade de voltar aquele meu objetivo. Então, a reflexão sobre isso, refletir sobre isso de uma forma sempre carinhosa e amorosa com a gente mesmo, vai nos perceber, crescer no processo, aprender coisas novas e, principalmente superar esses momentos da nossa vida. Então, todos nós temos lutas, dificuldades, momentos difíceis, histórias difíceis, situações que nós enfrentamos ao longo da nossa vida, mas todos nós também temos dentro de nós a capacidade de alcançar o sucesso, realizar as metas e conseguir os resultados que nós queremos. Precisamos entrar em ação, precisamos de autoconhecimento e precisamos de reflexão, né? Eu preciso olhar para mim, pensar sobre o que está acontecendo comigo e tomar o poder de decisão. Uau! né? Decidir é tudo ser ativo na própria [risadas] vida. Vamos lá, Iv, então traz pra gente. Olha só, então recomeçar precisa de coragem, né? E o que que é essa coragem na prática? Como é que a gente vai tirar essa coragem? Onde está essa coragem? A Jusara disse que está dentro de nós, né, Iv? Então, como é que eu vou lidar? Porque se eu tenho uma coragem guardada aqui dentro, eu também tenho um medo guardado aqui dentro. E aí a coragem e o medo elas vão entrar, eles vão entrar em embate, né? O medo fala não, a coragem fala vai, o medo fala não, a coragem fala vai e o cérebro ele é tranquilo, ele só quer ficar no conforto. E aí eu preciso de vocês que são profissionais da saúde mental para ensinar pra gente como é que a gente faz com esse cerebrinho aqui, né? Que só quer viver no conforto e com essa briga entre a coragem e o medo. Uhum. Bom, a coragem é uma emoção, um sentimento que é validado desde a infância. Uhum. Então, a gente tem que cultivar isso nas crianças, mas o medo é o nosso instinto de sobrevivência. Uau! Então, quanto mais velho a gente fica, mais medo a gente tem. Ah, é por isso. Agora eu entendi por Olha só, vai, continua o seu raciocínio. Depois eu conto desse negócio de quanto mais óleo a gente fica, mais medo a gente tem. Vamos lá. medo de arriscar, porque a gente vai entendendo os riscos daquela ação. Mas é importante dar o primeiro passo. Às vezes o medo é maior na nossa cabeça do que na ação. É isso. Uhum. Então, às vezes a coragem fica ali tentando entrar em campo e aí quando entra fala: "Ah, nem era tudo isso". Uhum. Uhum. Então é dar o primeiro passo mesmo, mas precisa do planejamento, de toda, de todo o ideal, de como é que eu vou fazer, como é que eu vou dar esse primeiro passo para ter segurança, porque é outra coisa que a gente vive buscando. A gente não consegue dar o primeiro passo estando inseguro. Uhum. Então eu vou me planejar e vou dar o meu primeiro passo. Às vezes precisa do risco, porque viver exige risco, então também faz parte. Mas quanto é que eu vou conseguir me arriscar? como é que eu vou conseguir lidar com o medo e e enfrentar para dar o primeiro passo da coragem. Olha isso, né? Então é vivendo nesse equilíbrio, buscando o equilíbrio entre a segurança, o medo e a coragem. Segurança, medo e coragem. Tá? E agora o nosso cérebro, por que que ele fica falando pra gente assim: "Ah, não vai não, fica aqui, tá mais gostoso, vai, fica aqui, fica deitadinho na caminha, fica tranquilinho, não me dá trabalho não, vai, fica aí". O que que acontece? Por que às vezes você tem no seu corpo assim aquela coisa que tá fervendo, você fala: "Eu vou, mas daí daqui a sua cabeça fala assim: "Ah, não, não vou". Que que acontece com o nosso cérebro nesse momento? Por que que ele gosta da zona de conforto? Exatamente. Zona de conforto. A gente fala muito sobre isso hoje em dia e às vezes a zona de conforto está desconfortável. Sim. Mas a gente prefere ficar ali com as emoções, mesmo que sejam as emoções não tão boas, porque a gente já consegue lidar com elas. Ah, eu tô me sentindo muito ansiosa, mas eu consigo lidar com essa ansiedade. Uhum. E aí, se eu der um outro passo, eu for corajosa, dar um outro passo, eu vou sentir ansiedade de uma outra maneira da qual não sei lidar. Uau! Então a gente prefere ficar ali na zona de conforto, mesmo com as emoções que não sejam tão boas, porque eu já consigo lidar com isso. Nossa, olha que cérebro preguiçoso, Jara. Iv, adorei. Muito bom, gente. Pega essa fala da Ive e guarda pro ano inteiro, tá vendo só? Porque tô acostumada a lidar com isso mesmo. Então eu vou ficar aqui porque se eu der um passo vai ser o movimento. O movimento vai eh me exigir novas situações e aí vai ter que esforçar o cerebrinho. Pois é. Ficar sempre no conhecido parece sempre mais fácil, [risadas] né? Olha só que impressionante, gente. Muito bom. As frustrações acontecem mais pelo fato da gente ficar no conhecido, porque tudo aquilo que a gente quer, né, tá fora. Eu sempre falo o seguinte, sem um friozinho na barriga, a vida não [risadas] acontece do jeito que a gente, né, faz parte. Não tem como, tem que ter uma dose de frio na barriga, uma dose de desafio, né? Uma dose de coisa nova, né? Vai trazer esse desconforto, vai trazer isso, mas a gente tem que fugir um pouco daquela situação. Às vezes, não sei se a I concorda comigo, que eu vejo muitas pessoas sempre naquela postura agora ou nunca. Ah, é verdade. É o agora ou nunca. O agora ou nunca, o agora ou nunca, né? E isso coloca muito peso sobre tudo. Uhum. Né? E a jornada que é importante, né? O friozinho na barriga, mas você vai um dia de cada vez, um passo de cada vez, com o foco, com objetivo, né? E assim a gente vai treinando o nosso cérebro também, né? A vencer esses embates, a sair aos pouquinhos da acomodação, a vencer uns um pouquinho a o desejo de ficar só na na área do conhecido e caminhando rumo aos objetivos, né? Exato. E é sobre lidar com desconforto também. Uhum. Porque a gente vive buscando confortável, quem não quer estar no confortável. Mas assim, não é nem sobre ter uma vida extraordinária, mas é só para sair do estado de sobrevivência. Para buscar coisas novas. É imprescindível lidar com o desconforto. Então é uma capacidade que a gente precisa adquirir e criar com novos hábitos também. Olha só, sair do estado de sobrevivência, né? Isso. Essa essa frase sair do estado de sobrevivência é muito importante para esse início de ano, né? É muito importante para esse recomeço ou então para essa continuidade que você está vivendo. Porque quando você sai do estado de sobrevivência, você vai se deparar com o novo, né? E o novo traz eh medo, mas ele também traz um caminho magnífico pela frente. E a gente precisa eh ter uma visão ampliada, né? A gente precisa sair da visão micro e ir pra visão macro. Eu acho que é importante a gente olhar com olhos de quem já conseguiu chegar lá. Qual que é a importância disso pra gente, Jusara? Eh, eu sei que eu tenho desafios durante todo o ano, mas se eu desenho o meu cenário agora, dia 5 de janeiro, se eu desenho o meu cenário lá pro dia 20 de dezembro deste ano e desenho o cenário com muito louvor, com muitas conquistas e penso naquele cenário, vejo aquilo todos os dias desse ano. Qual que é o que que que isso desperta na gente? O que que traz pra gente a gente ter uma visualização de algo já concluído e concluído com sucesso. Hoje a gente fala muito num ponto bem interessante que é a questão de desenvolver a resiliência. Uhum. Por quê? Porque o tempo todo nós estamos tendo situações que são obstáculos a serem vencidos, né? situações que nós temos que superar, que nós temos que trabalhar, que nós temos que olhar para elas. Então, quando nós mantemos a nossa visão clara e objetiva daquilo que nós queremos, com as nossas metas estabelecidas, com a consciência de que eu preciso caminhar cada dia naquela direção, olhar para aquilo, a gente vai trazendo pra gente aquilo que nos fortalece, a resiliência, a esperança, principalmente, né? sair do modo de sobrevivência, eh, não se contentar com apenas viver, sobreviver, né, mas viver a vida na plenitude, na intensidade, tudo aquilo que ela pode proporcionar para nós. Sempre há um momento às vezes da virada. E para isso a gente precisa dessa resiliência para dizer nada vai me parar. Embora isso não tenha acontecido ainda, eu ainda tenho um caminho a percorrer. Eu ainda tenho possibilidades de chegar lá onde eu quero. Ainda existe em mim aqui uma vida que está pulsando um desejo, uma vontade e que eu posso sim olhar para isso numa perspectiva de chegar até lá com frio na barriga, né, trabalhando a minha coragem, né, um senso de aventura, de desejo de viver o novo, uma virada de chave que nós precisamos sempre, né, virar, trabalhar a nossa mente no sentido de que tudo aquilo que ainda nós temos para viver É o que a gente tem que buscar, né? Olhar paraa frente, tá sempre olhando nossas metas, nossos objetivos e aquilo que ainda a vida pode trazer pra gente. Excelente. Muito bom. I agora, eh, tendo essa visão, né, e vendo tudo aquilo que a gente tem para viver, ã, metas para o ano de 2026, e aí vamos lá, vamos olhar para nós ou vamos olhar para o outro, porque a gente vai desagradar, né? Quando a gente tem metas, quando você tem um destino, um lugar que você quer chegar, você vai passar por uma estrada. Nessa estrada tem muitas pessoas. Tem pessoas que vão estar felizes, pessoas que nem tanto, pessoas que vão te desagradar, pessoas que vão te desmotivar, outras que vão te elevar. Então assim, a gente tá cercado de pessoas, só que você é um ser único, você tem a sua meta e você vai precisar passar por esse caminho. E aí você vai fazer o quê? Não é? Fala uma coisa pra gente, esse negócio de eu estar aqui comigo no aqui, no agora e não importa o que a outra pessoa diga ou pensa ou fale, eu tenho a minha meta a ser seguida. Isso tá certo? É assim que a gente deve seguir durante esse ano? Como que a gente faz para não se importar tanto com o outro? Ou isso é egoísmo da nossa parte, não se importar com o outro? A gente fica meio confuso nessa questão. Pra gente é um pouco difícil, mas para vocês que tem toda a informação da questão da saúde mental, vocês podem nos explicar. Então vamos lá, Iv. Como é que eu faço referente ao outro nessa questão de eu seguir o meu destino, seguir a minha meta, botar a cabeça para cima, erguer, falar: "Eu vou, eu posso, eu consigo". Bom, assim como eu disse de início, difícil, mas vem do autoconhecimento, difícilmente, né? Não tem como, né? Exato. Sim. Eu tenho uma meta e se eu tiver acompanhado, talvez ela seja mais prazerosa, mais legal, mas nem sempre. Uhum. Então, essa é a minha meta. Eu não posso esperar do outro. Eu não posso esperar do outro a companhia, eu não posso esperar do outro a validação, ou muito menos uma opinião que não seja tão legal. Então, não dá para buscar isso no outro. Acompanhado é mais legal. Isso também vai de pessoa para pessoa. Então, do autoconhecimento, tem pessoas que preferem ir sozinhas. Uhum. que acham que é mais leve ou que se distanciam da opinião do outro para também conseguir dar esses próximos passos dentro das próximas metas. Uhum. Mas a gente de alguma maneira vai formando a nossa opinião através da opinião do outro também. Uhum. Então, assim como a gente falou de emagrecer, uma pessoa emagrece, todo mundo começa a emagrecer. Uma [risadas] pessoa compra, todo mundo começa a comprar. De fato, a gente vive essa realidade, mas o autoconhecimento é o pensamento de eu preciso disso ou isso é do outro. Como é que eu vou fazer isso sem a opinião do outro? O quanto a opinião do outro vai me fortalecer ou não, vai me validar ou não? Então, a base de tudo é o autoconhecimento. Acompanhado é melhor, mas nem sempre a gente tem companhia. Então é importante fazer por si mesmo. Isso não é egoísmo. Então é olhar para si e ver o que é que é importante para mim, aonde eu vou chegar com isso, quem pode me acompanhar, Uhum. O que é melhor, mas não tem que ir sozinho, porque é cada um por si mesmo. No final é assim, né, Jusara? Cada um por si. A gente nasce sozinho, nu, vai embora sozinho, não escolhe a roupa que veste, né? e a gente tem um caminho para trilhar. E aí muitas vezes a gente fica preocupado com o outro. E essa preocupação, se a gente não se atentar, a gente pode acabar hã destruindo os nossos objetivos. Então a gente precisa cuidar com isso, né, Já? Sim, sim. Eu sempre falo que a gente tem que fazer uma verificação ecológica. Eu falo, né? Isso. A verificação ecológica. Tudo que você vai fazer no seu ambiente, né, nas suas metas, vai estar relacionado com outras pessoas, né? Nós não vivemos sozinho no mundo, nós vivemos interdependentes com outras pessoas. Às vezes, em algum momento, você vai ter que ir num uma velocidade menor, porque você quer ir com alguém que está numa bolonada menor e aí é o seu processo de escolha. Às vezes você pode decidir fazer sozinha a sua jornada. e deixar as pessoas. E essa decisão de quando nós fazemos sozinho, de quando nós deixamos as pessoas, é uma verificação ecológica. Se eu quero comprar um carro, eu tenho que saber que em muitos momentos talvez eu tenha que economizar o dinheiro para isso. E eu preciso estar disposto a saber que talvez eu tenha que deixar de fazer coisas que eu gostaria de fazer nesse momento para que eu alcance o a meta e o objetivo que eu tenho. Então, o mais difícil quando nós traçamos metas é a gente decidir o que que a gente vai deixar, que que a gente vai deixar, né? Que que a gente vai deixar para trás. Às vezes quando são pessoas que a gente precisa deixar para trás, às vezes quando são relacionamentos que a gente precisa deixar para trás ou pessoas que não se encaixam mais naquela nova vida que você quer ter, naquele novo objetivo que você quer ter, a gente precisa agradecer e se despedir, né? E é difícil esse momento, né, de agradecer e se despedir, mas tem hábitos que a gente precisa agradecer e se despedir. Tem às vezes profissão que a gente precisa agradecer e se despedir. Às vezes precisam viradas na nossa vida que a gente precisa trazer o novo e às vezes ter essa eh verificação ecológica, né? Quais são os pontos que essa minha decisão vai trazer para mim? Ela vai trazer implicações e eu preciso estar pronto para enfrentar essas implicações, né? E se isso é importante e se isso é algo que realmente eu coloquei nas minhas metas, porque é algo que meus olhos brilham e eu quero alcançar, nem sempre vai ser fácil, mas é um caminho, é uma jornada a ser trilhada. Uau! Interessante demais, porque nós estamos aqui no começo do ano, né? E aí não deu muito tempo de você, você na na virada do ano você contou lá 5 4 3 2 1 e uau, né? muitas metas, muitos objetivos, mas eu garanto para você que agora você tá olhando, revendo aí, vamos colocar data, né? E e vamos ser realista nas coisas, vamos traçar objetivos que não venham nos frustrar depois. A gente sabe que, igual a a Jusara pontuou, você quer comprar um carro, você sabe que você vai ter que de repente abrir mão de uma coisa aqui, outra ali para você ir caminhando, caminhando até você chegar na sua, na conquista, na contemplação da sua meta, né? E é importante a gente se atentar com o que realmente faz sentido na nossa vida, né? Porque recomeçar, gente, muitas vezes a gente precisa eh olhar pro nosso passado, né, e ressignificar algumas coisas. O passado que eu digo é o ano passado, tá? Porque é o ano passado que às vezes você não conseguiu, às vezes você precisa ressignificar. E aí, quando eu digo isso, não é só profissionalmente, eh ehconomicamente, mas também tem essa questão eh da coisa pessoal, né? às vezes aquele atrito que você teve com uma outra pessoa, com uma pessoa lá no ano passado, você vai precisar ajustar isso para você poder seguir com mais tranquilidade. E essa mágoa, essa frustração que a gente também traz do ano passado para esse ano é algo IV, que pode nos paralisar nessa nesse objetivo de conquista de metas, né? Por que que isso pode nos paralisar? E como é que a gente faz? É o autoconhecimento novamente que ele vem fazer essa essa divisão aí eh da mágua, do ressentimento, desse negócio ruim que acaba nos paralisando. Sim, é do autoconhecimento, mas tem dois caminhos. Uhum. Tem coisas que a gente pode resolver, conversar, voltar, ir atrás, tentar buscar, fazer diferente. Tem coisas que a gente precisa aceitar. Aceitar. Boa. Claro que não é tão simples assim, é um processo, [risadas] é um entendimento, mas em terapia a gente vai trabalhar isso. É por isso que a gente reforça o fazer terapia, o autoconhecimento. Mas tem coisas que eu consigo voltar atrás, entender, refazer para poder seguir em frente. E tem coisas que eu vou trabalhar a aceitação. Eu passei por isso, eu enfrentei isso com essa pessoa, eu não consigo mais resolver. E como é que eu vou lidar com isso daqui paraa frente? Uhum. para poder dar os meus próximos passos. Então, a gente vai olhar por esses dois viés. Aceitação, Jusara. Difícil, né? Bem delicada essa palavra. Difícil, não, desafiadora, digamos. É desafiadora, exatamente, porque a aceitação ela passa por uma mudança de mentalidade, né? Quando nós falamos de ressignificação, é eu olhar para aquele fato que aconteceu e conseguir dar um novo significado para aquilo, né? abrir a minha mente e compreender que aquilo aconteceu daquela maneira, mas eu não preciso continuar sentindo da mesma maneira ou deixando as consequências serem daquela mesma maneira. Eu posso rever isso de um outro ponto de vista, né? Eu posso sair do meu ponto de vista só daquele que olha e vê e julga muitas vezes pro ponto de vista daquela pessoa que estava envolvida naquele momento, né? daquela pessoa que me magoou, que me machucou ou aquela pessoa que de repente, né, dentro das suas condições fez algo que veio a me ferir. Então, quando eu olho para isso numa outra perspectiva, eu consigo abrir a minha mente e eu quer ressignificar, ter um novo olhar, dar um novo significado e trazer com isso também novas emoções e um aprendizado sobre isso. Então, nesse sentido, vem a questão da aceitação, né? Porque é muito complicado nós imaginarmos que tudo tem que ser exatamente do nosso jeito, né? Porque a vida não acontece sempre do nosso jeito. As pessoas não são sempre do nosso jeito. Cada pessoa é única. É um ser humano com suas metas, objetivos, personalidades, jeito de ver a vida, motivações, ideais e também sentimentos. frustrações, experiências que trouxeram lá do passado. Então, a gente precisa compreender o combo, né, que é a pessoa desse ser integral e o quanto eu posso ressignificar para eu abrir mão de viver sentindo mágoas, ressentimentos e praticar o perdão. Uhum. Né? Porque é a grande virada de chave, né? Aceitar, perdoar e continuar caminhando, né? não ficar preso em mágoas ressentimentos do passado. Perdão. Uma palavra bem interessante para esse início de ano. Sim, né? Perdão. E aí, o que que a gente faz? Como é que a gente perdoa de verdade, né? A gente é perdoa da boca para fora. Qual que é a importância Iv da gente perdoar? Isso traz uma leveza pra gente? E como é que a gente faz para realmente, sabe? Pega a dica, gente, para realmente perdoar de verdade. Bom, quanto mais a gente fala, mais a gente elabora. Então é importante, assim como a Jusara falou, eh entender todo o contexto ou entender se eu vou conseguir falar sobre o perdão diretamente com aquela pessoa ou se eu vou ter que lidar com ele. Mas com certeza vai trazer uma leveza e ressignificar, aprender e entender para poder seguir em frente. Então o perdão é um são emoções completas, não é uma situação só em específica. Eu vou lá, converso e sigo a vida. Aham. Não é assim, né? Não queria, queria eu que fosse, [risadas] mas é o entendimento completo e o aprendizado daquela situação. O que é que eu vou fazer com essa situação depois daqui para trazer uma leveza? Ninguém vai passar a vida imune à mágua. Uhum. Todo mundo vai carregar uma mágua, um problema, uma questão para resolver. Tem coisas que a gente consegue resolver, tem coisas que a gente precisa entender para poder seguir a vida com leveza. E o perdão com certeza faz parte disso. Nossa, gente, quanto ensinamento, né, dessas nossas profissionais aqui para a gente começar o ano, né? Estamos começando dia 5, vamos. Olha, 360 dias, né, gente? Tá lá a agenda em branco, né? A gente vai fazer dele dos dias, dos dias, né? o que a gente quiser, o que a gente bem entender. E a gente não pode esquecer que isso é responsabilidade nossa, né? A gente tem que tomar cuidado eh em responsabilizar o outro das nossas das situações que a gente vive. Então a gente tem que pegar pra gente esses 360 dias que estão aí, né, à frente, nos responsabilizar por eles, porque é a nossa responsabilidade, né, Jusara? Por isso que a gente fala tanto aqui de autoconhecimento, do perdão, da aceitação. É minha responsabilidade fazer com que as minhas metas, os meus objetivos, eles sejam todos alinhados e eu consiga eh completá-los. Eh, no final deste ano é minha responsabilidade viver plenamente é minha responsabilidade. Sim, nós falamos isso, né, Iv em autorresponsabilidade, né? A gente fala muito sobre isso, né? Voltando à questão do perdão que eu comentei, né? As pessoas pensam que alguém precisa merecer o perdão, né? A pessoa que merece o perdão é aquela que nunca vai te magoar, né? Porque se a pessoa ela merece, ela nunca vai te magoar. Quem merece o perdão é aquela pessoa que, infelizmente, por algum motivo, né, ela acabou cometendo algo que trouxe um prejuízo, né? E aí vem a nossa autorresponsabilidade. Em que sentido, né? É que eu não preciso ficar preso aquilo que aconteceu, né? Eu não preciso ficar preso a a todo esse fato. Eu posso continuar a minha jornada, eu posso continuar em frente, não deixar nada me parar, né? continuar acreditando na vida, continuar acreditando no ser humano, nas pessoas, né? Continuar acreditando no outro, continuar acreditando no amor, na gratidão, continuar tendo fé, continuar buscando o melhor que existe nesse mundo, né? E a gente precisa se encher disso nesse ano novo, né? 2026, a gente precisa se encher disso, né? dessa fé e dessa esperança, desse crer que eu posso, eu mereço, eu consigo, eu vou até lá, vai ser fácil, não, vai ser difícil, mas vai com friozinho na barriga mesmo, [risadas] né? Mas eu posso caminhar algo novo e ser uma inspiração. E eu acho isso interessante, ser uma inspiração para outras pessoas, né, que é importante também, né, que tudo aquilo que nós fazemos não é só para nós, é um legado que também nós aproveitamos, cumprimos, passamos por ele, mas também é algo que nós contribuímos como sociedade para outras pessoas, para aquelas pessoas que nós amamos, para aquelas pessoas que nós queremos bem. Que maravilha. Muito bom, gente, inspiração, né? Quanta inspiração nesse programa de hoje. Quanta inspiração nesse primeiro estúdio Câmara do ano. Que seja um ano assim cheio, cheio, cheio de inspirações, de informações, de troca, né? A Juara Fadinha, Viguedes, trazendo pra gente aqui eh tanta tanta informação pra gente viver um ano com mais leveza. Então, meninas, a gente tá quase encerrando. Eu gostaria que vocês deixassem aos nossos telespectadores, apesar de que a gente já falou tanto, né, sobre continuar, sobre recomeçar, sobre ressignificar, sobre seguir em frente, sobre conquistar, sobre ah comemorar as pequenas vitórias, né? Mas eu gostaria que para encerrar aqui vocês deixassem então uma mensagem aos nossos telespectadores, pessoal que tá assistindo a gente. Hum. Vamos lá. A gente vai conseguir esse ano vai ser maravilhoso. Trace as suas metas e seus objetivos. Já deu certo. A gente precisa acreditar, né, Iv? Então, por favor, uma mensagem aí pro pessoal que tá assistindo a gente. Eh, a gente falou de responsabilidade, o que traz um peso para essas escolhas, mas também é uma liberdade. Uau! Você poder fazer o que você quiser. Uhum. Hum. Então tem o peso, mas também tem a liberdade. Você pode ser quem você quiser, você pode fazer o que você quiser, assim, você pode ganhar o mundo e no meio do caminho você pode recalcular a rota. Uau, delícia. Não, essa é a maior liberdade que a gente tem, de poder fazer o que quiser dentro da autoconsciência, da responsabilidade, mas é poder fazer o que quiser. E que bom que temos um ano inteiro aí pela frente. Ai, que maravilhosa. Obrigada pela sua participação. E esse negócio de recalcular a rota aí, gente, ela tá aí, pode ser recalculada, né? E tá tudo bem se precisar recalcular, que seja com consciência. A gente agradece também a Jusara Fadim pela fala. pelas falas, né? Eh, pelos ensinamentos, pela troca. Que coisa boa eh receber tudo isso que vocês trouxeram pra gente nesse primeiro programa do ano, que faz a gente parar para pensar com consciência de verdade, porque na contagem regressiva a gente não pensou com consciência, a gente foi na empolgação, né? Agora é o momento de repente da gente parar, pensar com consciência, recalcular a rota, né? e traçar planos que serão atingíveis, né? E de repente perdoar, se libertar, ter mais leveza e a oportunidade de viver um ano incrível. Então, eu quero agradecer a sua presença e a sua contribuição pro nosso programa de hoje. Eu que agradeço. Quero deixar aí para todos que estão nos assistindo aí nesse início de 2026, dizer para você: "Ame a vida, ame a si mesmo, primeiramente. E sempre lembre que você tem escolhas, você pode tomar decisões e você pode a qualquer momento se reinventar, fazer algo novo e conquistar coisas novas. Use as metas, objetivos, tudo que nós falamos aqui pro seu crescimento e sempre lembre, você é especial. Nunca deixe ninguém dizer ao contrário. Ai, que delícia, gente. Que maravilha. Você é especial, você é único, né? Acredite em você, você tem um potencial. [música] Elas trouxeram pra gente hoje que a gente tem sim aquela força, sabe? Às vezes a gente pensa que a gente não tem, mas [música] a gente tem uma força dentro da gente que se precisar você vira uma leoa e ninguém te segura. Então bora porque o ano só está começando. Temos aí 360 dias para viver com muita responsabilidade, com muita intensidade e conquistar os nossos objetivos. Recomeçar, gente, não é apagar o passado, ele tá lá, mas a gente precisa aprender com ele e reconstruir um futuro mais consciente. ão então seja gentil com você, tá bom? Lembre-se, a gente tá recomeçando e recomeçar não é um processo, [música] não é uma corrida, tá bom? Então, acredite nisso, vamos embora. Amanhã é terça-feira, amanhã é dia [música] 6 de janeiro. O estúdio Câmara vai trazer um tema muito atual. Amanhã a gente vai falar sobre o uso das inteligências artificiais, a dependência tecnológica e como isso tem impactado o comportamento, as relações pessoais e a nossa rotina diária. Amanhã é um bate-papo importante para entender limites, possibilidades [música] e o uso consciente da tecnologia. A gente traz esse tema amanhã porque tem a ver com o nosso tema de hoje, né? É porque a gente tá eh eh recomeçando ou a gente tá continuando. O ano é novo, ou a gente recomeça ou a gente continua, né? Ou a gente começa tudo do zero. E aí, onde que as tecnologias entram nesse recomeço? Será que até que ponto é bom a gente conviver nesse mundo online para esse nosso ano de 2026? [música] Inteligência artificial é bom até que ponto? Você tá se consultando com a inteligência artificial, gente, tem muito para falar sobre isso, mas a gente conversa no programa de amanhã. Obrigada pela sua audiência, pela sua companhia. TV Câmara Campinas retomando então a sua programação normal com os programas ao vivo, né, e com toda a nossa [música] equipe, apostos, trabalhando e buscando informação, levando para você informação de qualidade. A gente fica muito feliz [música] em ter você conosco durante mais um ano que tá começando. Então, beijo grande para você. Daqui a pouquinho a Íria chega trazendo informações eh direto da nossa central de inteligência artificial, a Íria. Olha só, ela atualiza informações para você do Brasil, do mundo, aqui de Campinas [música] e ao meio-dia Câmara Notícia com Gabriel Castro ao vivo, né, trazendo informações do legislativo e também da nossa cidade. E a programação da TV Câmara Campinas está nota 10 esse ano com muita coisa nova para você. Se você já gostava, tenho certeza que você vai adorar o que vem pela frente. Então, aguarde, confira, continue com a gente. Obrigada então pela sua audiência, pela sua companhia. Feliz ano novo e amanhã a gente se encontra ao vivo a partir das 8 da manhã aqui na programação da TV Câmara Campinas. Beijo e até lá. [música] Ah. [música] [música] เฮ [música] [música]