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Estúdio Câmara | Rede Social x Vida Profissional: o risco das redes
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Estúdio Câmara | Rede Social x Vida Profissional: o risco das redes

68 views Publicado 10/11/2025 HD · 58:10

Descrição do vídeo

No Estúdio Câmara de hoje, o tema é um dos maiores desafios da era digital: como equilibrar autenticidade e responsabilidade nas redes sociais? Com o uso intenso de plataformas como Instagram, WhatsApp e LinkedIn, as fronteiras entre vida pessoal e profissional se tornaram cada vez mais difusas. Publicações, curtidas e até comentários podem impactar diretamente a imagem de uma pessoa no ambiente de trabalho. O que antes era um espaço de descontração, hoje também é um espelho da reputação profissional. Para discutir essas questões, recebemos Jordy Rocha Meireles, psicólogo clínico com abordagem psicanalítica, e André Lima, diretor da ABRH-SP Regional Campinas, que traz uma visão do ponto de vista das empresas e das relações de trabalho. O programa reflete sobre a influência das redes sociais na percepção que chefes, colegas e recrutadores têm de cada profissional. Até que ponto um post, uma foto ou uma opinião podem afetar oportunidades de carreira? E, por outro lado, como usar as redes de forma autêntica, sem medo de se expressar, mas com autocontrole emocional e consciência digital? 🧠 Entre os temas discutidos no programa: A linha tênue entre vida pessoal e profissional no mundo conectado; O impacto das publicações pessoais na imagem corporativa; Etiqueta digital: como se comportar em grupos de trabalho e WhatsApp; Horários para mensagens — existe limite para contato fora do expediente? O que evitar: correntes, piadas, desabafos e assuntos polêmicos; Como manter respeito e objetividade nas conversas profissionais; A diferença entre grupos sociais da equipe e grupos de trabalho; Privacidade e limites: como definir o que é pessoal e o que é público; Dicas práticas para proteger a privacidade sem perder autenticidade; Configurações seguras e boas práticas no LinkedIn, Instagram e WhatsApp. 💬 Questões que não podem faltar: O que você posta nas redes pode interferir na sua carreira? É justo que uma publicação pessoal traga reflexos no trabalho? Até onde a empresa pode cobrar conduta digital de seus colaboradores? Quais cuidados ajudam a preservar a imagem sem parecer “falso”? Como lidar com colegas que invadem a privacidade em grupos corporativos? A busca por aprovação e pertencimento pode levar a excessos online? 👥 Convidados do Estúdio Câmara: 🧩 Jordy Rocha Meireles Psicólogo clínico formado pela Universidade São Francisco (USF), com especialização em psicanálise aplicada a situações de emergência (PUC) e psicoterapia breve. Atua com foco em comportamento, autocontrole emocional e relações interpessoais no contexto contemporâneo. 💼 André Lima Diretor da ABRH-SP – Regional Campinas, Conselheiro e Empresário. Pós-graduado pela FIA, USP e ILADEC, com Pós-MBA na IESE Barcelona e formação de Conselheiro na Dom Cabral e Board Academy. Atua como mentor de negócios no Polo Digital e na Rocket Mentoring School, e é referência em gestão de pessoas, liderança e reputação profissional. 🌐 Em um mundo hiperconectado, o comportamento digital é também comportamento profissional. A maneira como interagimos online revela muito sobre nossos valores, emoções e ética. No entanto, a pressão por aceitação, visibilidade e pertencimento pode gerar impulsividade, ansiedade e erros de julgamento. O Estúdio Câmara propõe uma reflexão sobre autenticidade com responsabilidade, mostrando que é possível se expressar livremente nas redes sociais — desde que com consciência, empatia e equilíbrio. 📺 Assista ao programa completo e participe pelos comentários! Conte pra gente: você acredita que o que postamos nas redes deveria influenciar na vida profissional? Continue assistindo conteúdos incríveis em nossas playlists: 📺 YouTube: https://www.youtube.com/@tvcamaracampinas 🌎 Conecte-se com a gente nas redes sociais: 📸 Instagram: https://www.instagram.com/tvcamaracampinas 🎵 TikTok: https://www.tiktok.com/@tvcamaracampinas 📘 Facebook: https://www.facebook.com/tvcamaracampinas 🎙️ Spotify: https://creators.spotify.com/pod/show/tvcamaracampinas

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Olá, muito bom dia para você que está acompanhando a programação da TV Câmara Campinas. Estamos chegando com estúdio Câmara. Semana começando. Hoje é segunda-feira, dia 10 de novembro. Seja muito bem-vindo, muito bem-vinda. Hoje nós vamos falar de um desafio típico da era digital, né? As redes sociais e os aplicativos [música] de mensagem estão redesenhando as fronteiras entre a vida pessoal e a vida profissional. [música] Mas afinal, até que ponto, né, o que postamos nas redes pode interferir na nossa reputação [música] e nas nossas oportunidades de trabalho? É sobre isso que a gente conversa hoje, como equilibrar autenticidade e imagem num mundo cada vez mais conectado e como [música] a exposição digital impacta a nossa carreira, a nossa saúde emocional e a forma como somos vistos no ambiente profissional. Bem delicada essa questão, né? E você participa com a gente, manda sua mensagem. Nosso WhatsApp já está na sua tela. Nossa produção já está com WhatsApp aberto para receber você. Já já você vai interagir com os nossos entrevistados que já estão aqui no estúdio [música] também. Aí conta pra gente como é que é aí com você. Você posta tudo que acontece na sua vida e o pessoal da sua empresa ou então tem algum problema, a sua empresa tem uma política interna eh se referindo a essa questão das redes sociais? O que que você acha disso, né? Tá tudo certo? Te incomoda? Não te incomoda? manda sua mensagem, participa conosco, interage com a gente, daqui a pouco a gente já começa a responder a sua pergunta, tá bom? Então, um ótimo dia para nós e vamos que temos informações chegando aqui no estúdio Câmara. A Comissão de Finanças e Orçamento da Câmara de Campinas realiza hoje eh às 2 da tarde é a nona reunião ordinária para analisar parecer do projeto que institui o Programa Municipal de Ocupação Cultural e Esportiva das Praças e equipamentos públicos da cidade. A comissão vai analisar o parecer favorável sugerido pelo vereador Nick Schneider ao projeto de lei complementar 40 de 2024 de autoria do vereador Permílio Monteiro. O projeto pretende transformar praças e equipamentos públicos em espaços ativos de convivência, cultura, esporte e lazer a partir da utilização sistemática desses locais por meio de ações organizadas e descentralizadas, promovidas em parceria com diversas secretarias municipais, entre elas cultura, esportes e educação. E entre os pilares da iniciativa estão informar a população sobre os locais públicos adequados para atividades culturais e esportivas. Estimular o uso cotidiano desses espaços, evitando abandono e deteorização e incentivar a integração entre a comunidade e o poder público para fortalecer vínculos sociais. A reunião é aberta à população. Você é muito bem-vindo. Plenarinho da Câmara de Campinas, entrada pela Avenida Engenheiro Roberto Mes 66, bairro Ponte Preta. Tá bom? Então, participe, a sua participação é muito especial. E hoje tem reunião ordinária e a Câmara vai votar eh em segunda discussão dois projetos do executivo que tratam da isenção do IPTU para loteamentos e da adequação da legislação sobre habitação popular. é a 69ª reunião ordinária que ocorre hoje às 18 horas, né, a partir das 18 horas no plenário da Câmara com transmissão ao vivo pela TV Câmara Campinas, pelo canal da emissora no YouTube. Você também pode participar, é só chegar lá no plenário. Sua presença é muito bem-vinda. Agora a previsão do tempo para hoje, segunda-feira, começando a semana depois de um susto, né, no final de semana aí no estado do Paraná, todo mundo viu aí o eh o que aconteceu na cidade, né, de Campo Bonito do Iguaçu e estava a previsão também aqui para São Paulo, mas graças a Deus essa previsão não se cumpriu, o ciclone foi pro mar e de acordo com o climatempo, a segunda-feira aqui em Campinas será de sol entre nuvens. À noite o tempo permanece firme, tá? Sem previsão de chuva, mínima de 14, máxima de 26º. Vamos simbora que a semana só tá começando e agora a gente começa então o nosso bate-papo, a nossa conversa muito importante referente ao nosso comportamento, né? Então para hoje vamos lá, recebemos dois convidados com olhares complementares sobre o tema. A gente dá as boas-vindas eh e o bom dia especial ao psicólogo clínico Jordi Rocha Meirelles. Ele vai nos ajudar a entender como as redes sociais influenciam as nossas emoções, o autocontrole e a percepção profissional. Jordi, seja muito bem-vindo. Muito bom dia. Obrigada pela sua presença. Bom dia, Rúbia. Tudo bem? Agradeço ao convite, estar nesse espaço. Sempre importante falar sobre saúde emocional, mental, ainda mais nesse contexto que é pouco discutido na área profissional, aonde se diverge, até onde é o meu espaço pessoal, até onde é esse espaço profissional, o que que a empresa pode ter ali para falar sobre mim, como eu posso me colocar. Excelente. Para completar o nosso time de hoje, André Lima, diretor da Associação Brasileira de Recursos Humanos Campinas, que traz uma visão eh eh falando sobre políticas internas, reputação digital e etiqueta, né, nas comunicações online. Como será que o nosso RH nos vê? Seja muito bem-vindo. Bom dia para você, André. Bom dia, Ruba. Bom dia, todo mundo. Bom dia, que tá todo mundo ouvindo. Vai ser ótimo a gente falar sobre isso hoje. E será que o que é particular de fato é privado? Então, esse é um tema bastante importante para que a gente possa entender de fato aquilo que a gente faz hoje, o quanto que reflete na nossa carreira e nas nossas atividades profissionais também. Excelente, gente. Hoje um perfil digital também é cartão de visita, né? Ele diz muito sobre os nossos valores, nossos hábitos e até nosso estilo de relacionamento. Mas o desafio é manter essa presença sem cair na superexposição ou na falta de limite, né? A gente, tem gente que costuma dizer que a quando o RH vai contratar pessoas, né, vai recrutar pessoas, hoje o que tá exposto na rede social vale mais que o currículo. Então agora a gente quer saber se isso é verdade. André, o que a gente publica pode realmente influenciar a carreira eh ou a forma, né, como os colegas e chefes e recrutadores nos vem. Essa imagem digital virou realmente uma espécie de currículo paralelo. É isso, né? Podemos dizer que de certa forma sim, né? Eh, tem até um estudioso na década de 20 que ele trouxe um estudo que chama efeito Halo, que ele fala sobre a gente identificar a uma das principais características como o comportamento completo do indivíduo, né? Então imagina só que se eu estivesse aqui com um chapéu de cowboy, talvez uma cinta e uma calça mais apertada, vocês possivelmente imaginariam que eu gosto de sertanejo, que eu gosto de western, mas não necessariamente. Então aquela questão que a gente já ouviu muitas vezes dizer, né, que a primeira impressão é que fica, eh esse psicólogo trouxe de fato nesse estudo que sim, isso realmente acontece. Então, a gente precisa entender que, de fato, o que é minha vida particular, não necessariamente ela é privada. Então, eu tenho que ter bastante responsabilidade sobre a forma com a qual me posiciono e a a forma com a qual eu exponho meus ideais, minhas ideias, minhas vontades, minha rotina, meus desejos, porque eu não não sou capaz de ir até o detalhe da interpretação de cada uma das pessoas, né? E as pessoas são diferentes umas das outras, né? Então acho que a gente tem essa questão de o que eu tenho de vivência, experiência não necessariamente a mesma experiência, vivência de outra pessoa. Então nós temos pensamentos que divergem, então as interpretações também podem ser distintas nesse sentido. Delicado, né? A necessidade de aprovação e o desejo de se expressar acaba deixando a gente às vezes ter um excesso online, né? Como que a gente identifica, eh, Jordi, o limite, né, entre o o desabafo pessoal, né, e e o comportamento que pode comprometer a imagem profissional, porque a gente precisa ter um equilíbrio, mas ninguém ensinou a gente que eh isso, esse equilíbrio, como que a gente podia fazer. E também ninguém imaginou que essa exposição que nós temos na rede social se tornaria um currículo, não é? Perfeito, Rúbia. Eh, primeiro para discernir o quanto que a gente está ali se colocando de algo normal para algo que já não é, para algo não saudável, é se perguntar: Essa postagem que eu estou fazendo, isso que eu estou colocando, é algo pensado ou é só um impulso? É algo reflexivo ou não? Problema que a gente vê hoje nas redes sociais é que não tem esse primeiro passo de refletir. Vocês t que estar primeiro no momento de silêncio, olhar aquilo, pensar uma, duas, às vezes três vezes para depois sim se colocar. Muitas vezes o que acontece, a rede social, ela quer estímulo, ela quer é engajamento, ela quer sentimento de raiva, de ódio, muitas vezes prazer. E aí você acaba também indo por esse comportamento e dessa forma eh acaba não sendo saudável. a gente vai no impulso, como você disse, né? E e qual que é a avaliação psicológica sobre a questão da empresa mesmo de olhar, né, a aquela pessoa que eh faz parte da empresa ã de uma forma pessoal dela, privada dela. Realmente isso faz sentido? Eh, o porquê desse olhar, o que que acontece? Tem a ver o que eu sou fora da empresa. Para a empresa isso significa muito? Você acredita que que esse meu comportamento fora pode refletir dentro da empresa? Como é que a gente equilibra isso, J? Então, em tempos atuais, hoje é muito levado em consideração aquilo que você coloca nas redes sociais, porque é meio difícil de você tirar essa identidade do que é privada e particular, como o André colocou aqui. Sim. Então assim, a empresa ela pode chegar até certo ponto e entender aquilo que você tá postando. Se houver algo que é muito fora em questão política, em questão de crenças, isso quando é conversado anteriormente, é pré-estabelecido num acordo ali entre empresas, né? Ó, essa é a cultura da empresa, tenho essas leis e normas aqui que eu acredito. Se você firmou estar comigo, precisa andar nesse nessa linha, né? Uhum. Então é importante sim a pessoa ter essa autorregulação, entender o local que ela está e não só sair impostando por impulso, por aquilo que ela deseja naquele momento. Excelente. Agora, a gente já tem aí eh bastante ações, né, que que vem ocorrendo, Ministério de Trabalho de pessoas que foram demitidas por conta de postagens, né? Eu ia trazer alguns vídeos aqui, mas melhor não, melhor a gente não expor, porque tem a a eh o funcionário ali que foi demitido e e simplesmente pela postagem que ele fez, a empresa entendeu que estava prejudicando, né, o funcionário estava prejudicando eh a visibilidade da empresa por conta da postagem e ele foi demitido. O que aconteceu? ele entrou no Ministério do Trabalho e aí a empresa foi eh eh condenada a pagar uma indenização para esse funcionário. Detalhe, essa empresa não tinha eh a política interna, né? Então agora pergunto para você, André, eh a política interna da empresa tem mudado com essa relação que nós estamos tendo hoje com rede social? Tem muitas empresas adaptando uma política interna, como que funciona? E quando a pessoa ela ela vai ingressar nessa empresa, ela precisa aceitar ou não? Como é que é? Perfeito. Principalmente de 2020 para cá, né, quando a gente pega um período pós-pandêmico, eh, existiram várias adaptações e atualizações de todas as atividades, teses e tudo tudo que tange na questão do digital, né? Então, porque as pessoas começaram a trabalhar de casa, eh os costumes mudaram, né? o formato de trabalho também foi se alterando ao longo do tempo. Então isso isso vem mudando drasticamente a forma com que as pessoas se relacionam umas com as outras, né? Então essa questão da gente olhar para dentro para poder de fato ver se aquilo é alguma coisa que faz sentido eu expor, eh pode impactar de fato no meu ambiente de trabalho, no dia a dia, com certeza. E as empresas hoje estão adaptando essa essa política interna, essa essa regra, né, paraa contratação de uma pessoa. E como que as pessoas têm reagido a isso? Hoje, geralmente, as pessoas elas elas não vão no detalhe do que quando a gente fala da questão da da conduta digital, né? Então, quando uma pessoa vai assinar o contrato de trabalho, infelizmente, na maioria das vezes, elas não leem todo o contrato de trabalho, né? Então elas acabam não entendendo de fato quais são os direitos e deveres, quais são as responsabilidades, quais são as premissas e quais são os limites, né, até onde que que ela pode ir e até onde que ela não deveria ir, né, e quais seriam talvez as possíveis consequências disso. Uhum. Mas temos casos também infelizes, né? Então, tivemos um caso no início do ano perto do carnaval em que a social mídia de uma grande fintec, ela por acaso confundiu as contas da rede social pessoal com a da Fintec e postou um monte de vídeo pulando o carnaval, etc. E isso viralizou e foi muito bom pra empresa, assim, impactou positivamente a empresa, foi fantástico, né? Teve uma questão da da questão elevar a questão da cultura, de como as pessoas são felizes lá dentro, né? como que seria legal trabalhar num ambiente desse, etc. Mas assim como também já houveram várias diversas vezes em que não foi tão bem eh feito isso, né? Então, as pessoas tiveram prejuízos enormes por conta de comentários, posicionamentos, eh ideais compartilhados e que isso acabou prejudicando a empresa. Eu acho que o mais recente de tudo isso foi num evento de música em que o CEO da empresa estava com uma colega de trabalho e ele foi filmado e visto e o mundo inteiro viu e, né, teve foi destituído do cargo, teve uma uma série de questões dentro da empresa que foi bastante prejudicial pra imagem da empresa, né? É. E aí essa é uma questão que eu acho que até interessante, porque eu não preciso escrever em lugar nenhum que se eu tenho já um compromisso com uma pessoa, eu não posso estar saindo com outra, né? Então, quanto que eu manter uma pessoa dessa no meu ambiente de trabalho, eu tô sendo conivente com esse tipo de comportamento ou não, né? Então isso necessariamente não estaria escrito no código de conduta de ética da empresa, né, que o cara a pessoa não pode trair, né, o o marido, a esposa ou enfim. Mas isso foi uma das questões que foi levado em consideração, uma pessoa com tanta responsabilidade, com tanta importância dentro da organização, não respeitando os próprios valores eh familiares e pessoais. Então, como que essa pessoa pode liderar a companhia pros valores da companhia num contexto maior que envolve centenas de milhares de colaboradores, né? Então isso que eu acho que é uma coisa que a gente acaba olhando e tentando entender mais a fundo como que pode acontecer melhor no dia a dia. Perfeito, né, Jordia? Acaba sendo uma hipocrisia, né? Porque você é pregador dos bons costumes, você é ditador de regras e a gente sabe, né? A empresa tem regras, só que aí você não faz o que você prega, né? Então aí fica bem delicado e entra num contexto totalmente desequilibrado. Perfeito. E o quanto que esse cenário que o André traz é algo atual, né? Nós passamos por uma evolução tecnológica que hoje sim tem essa grande exposição, mas antigamente era muito bem dividido. Eu ia ao meu trabalho, prestava o meu serviço e eh agia conforme as condutas ali da empresa. Quando eu ia para casa, eu era uma pessoa totalmente diferente. Socialmente nós vestimos máscaras e é importante porque eu não vou agir da mesma forma que eu ajo com a Rúbia, com a minha mãe, por exemplo, com o André, com um colega de trabalho. Então assim, a rede social, o que que ela fez? a gente passou a atuar cada vez mais, utilizar cada vez mais de máscaras e aí a gente se perde um pouco aonde é permitido e aonde não é. Aonde eu sou só da empresa, mas por exemplo, na minha rede social eu posso ser mal interpretado também. Isso afetar o meu profissional. Então é tudo muito novo. A gente ainda tá entendendo o que é esse momento atual. Exatamente. Estamos entendendo e estamos aprendendo, apanhando e aprendendo, né? Porque é quem imaginou que isso poderia acontecer. Agora tem uma questão eh da emoção, né? A emoção, a saúde emocional, ela impacta o nosso comportamento nas redes sociais. Qual que é a sua avaliação e de que forma essa impulsividade, né, que a gente tem? Eu digo a gente porque isso também acontece comigo. A gente às vezes fica muito impulsivo. Você tá lá vê um negócio legal, pô, quando você vê já foi, né? E e isso vai impactar. Eh, tem a questão do pertencimento, a questão da ansiedade vai interferir como a gente se comunica online. Então, eu gostaria que você explicasse paraa gente, Jordi, eh, quais os pensamentos que a gente tem que ter. Você já disse de primeira aqui que a gente precisa eh parar, analisar aquele contexto e ver se realmente aquilo vai trazer um olhar bom ou não do outro. Mas até que ponto a gente precisa se importar com o outro nesse mundo? que a gente vive na super exposição e hoje a gente falando aqui sobre a questão aí das das empresas, né, e do nosso currículum que acaba sendo exposto de uma forma que de repente a gente não quer que seja. Perfeito. Uma ótima pergunta. Inclusive, eh o que acontece muito quando a gente está ali em formação no nosso eu criança, há o eu ideal e o ideal do eu. O que diferencia no eu ideal? A gente tá ali no momento narcísico, tem nossos pais que estão voltados pra gente, a gente cria uma imagem de um eu, às vezes super alto ali, e age conforme esse impulso, essa vontade. Depois vem o ideal do eu, que é quando o outro entra como sociedade, escola, professores e vão impondo regras. Uhum. Isso a gente internaliza e aí acaba gerando a culpa. A culpa até certo ponto, ela é bom, regula a gente, a gente vive em sociedade com os outros. O que acontece? é que hoje com as redes sociais a gente não tá mais internalizando essas regras e essas normas. Estamos deixando pro outro, sempre em vigilância. E aí comete o erro. Uhum. De o quê? De não saber mais eh regras e normas que são básicas para vivência em sociedade. A gente acaba vivendo sempre com medo desse outro, estar julgando e colocando a responsabilidade no outro e não sendo nossa. Interessante, cara. Muito bom essa pontuação, né? a gente sempre coloca responsabilidade no outro. É mais fácil, né, achar que é a culpa é do outro. Agora, quando a gente fala de exposição e rede social e a parte profissional, organizacional, RH, nós falamos aqui de redes sociais, então a gente as redes sociais, né, a gente sabe que eh, o pessoal posta mais aquelas coisas assim de eh você tá curtindo e tal, coisa que é do dia a dia, né? mas tem uma rede social específica para pessoas eh que postam as coisas do dia a dia profissional, que é o tal do LinkedIn. E aí tem situações eh eh de empresas que proíbem o funcionário ou o colaborador de ter o LinkedIn. Por quê? Porque a partir do momento que ele tem o LinkedIn, ele tá expondo o profissional dele e ele pode ser contratado por outra empresa. É outra coisa que sai um pouquinho do equilíbrio, né, André? Eu gostaria que você explicasse pra gente esse negócio de LinkedIn e que que a gente tem que tomar cuidado com LinkedIn também, porque o LinkedIn sim é um currículo nosso. Agora, se eu estou eh postando é meu currículo, eu estou postando a minha parte profissional, a minha ação, desenvolver aí eh eh da minha profissão. Mas e aí? A empresa pode eh não permitir que eu esteja postando por conta de que outra empresa pode ver a minha postagem e pode me chamar para trabalhar, tipo assim, é uma concorrência, como é que fica daí? Certo. É, de Prila não pode, a não ser que de fato isso esteja descrito num contrato previamente lido e assinado entre ambas as partes. Agora, se se não houve isso de forma prévia, não, ela não pode, simplesmente não pode. E o LinkedIn ele é interessante porque ele é de fato uma ferramenta intencional para trabalho, né? Uma uma ferramenta, uma rede social intencional na questão profissional. Uhum. Porém, quando a gente vem pro digital e olha paraas outras ferramentas sociais, tem muitos empreendedores, empresários vendendo também através do Instagram, vendendo também através de outras plataformas, como TikTok, por exemplo, né? Então, é por isso que é importante a gente entender que a, de novo, eu reforço essa questão, né? o particular ele não é privado. E eu tenho que entender que na na melhor das minhas intenções, a interpretação daquilo que eu faço não necessariamente depende de mim exclusivamente, né? vai depender da pessoa, vai depender do humor que a pessoa estava naquele momento, vai depender da forma com que ela quis ler aquilo, da da intenção que ela leu aquilo, das referências que ela tem sobre mim, das referências que ela tem do ambiente em que eu vivo. Então, são várias coisas que contribuem ou não para que as pessoas possam acabar, de certa forma, entre aspas, me julgando que a questão do efeito Halo, né? Então eu vou eu vou ter de fato uma foto da pessoa com aquela primeira impressão que eu tive no início. Então a gente precisa muito tomar cuidado com a questão das redes sociais. Cuidado, não diria um cuidado, né, mas eu diria mais uma atenção sobre, vamos traduzir a atenção e o cuidado paraa responsabilidade. Então é é importante eu sempre ser bastante responsável com as minhas ações e com o tipo de exposição que eu faço nas redes, porque aquilo pode me promover de certa forma. Mas de uma outra de uma outra maneira pode me atrapalhar bastante sem que eu queira também. Poxa vida, é bem delicado o negócio, porque a gente precisa ter aí o equilíbrio novamente. E aí a gente tem a questão eh do nosso RH, a questão dos nossos superiores, mas também a gente tem aí a questão dos nossos colegas de trabalho, né? Eh, como que a gente lida com esses colegas de trabalho que invade a nossa privacidade? Mas aí que privacidade se eu tô colocando público? Então eu queria entender o que que acontece na nossa cabeça, na nossa mente, Jordi, porque a gente exige algo que a gente tá deixando uma brecha, uma lacuna. Então não tem como você, de repente, você posta o negócio lá, daí você viu fulano viu, viu e não curtiu, né? Viu, viu, viu, viu, aí o chefe viu, daí fulano viu, viu, viu, o outro chefe também viu. E aí, o que que é isso? É uma perseguição? é também o impulso da outra pessoa de olhar o que você tá fazendo. Eu simplesmente não sei entender, então explica pra gente, porque é algo que às vezes incomoda muita gente, mas que acaba sendo natural. Da mesma forma que você postou, a pessoa vai olhar e se tá na sua rede, você postou para quê? Então não posta ou então deixa no no eh privado, mega master privado, ninguém vê, né? Então assim, é um detalhe bem relevante, acredito. Perfeito, Rúbia. A gente vê aí um pouco de hipocrisia, né? Você tá colocando algo que pode lá na frente ser mal interpretado, se incomoda que a pessoa está ali vendo, mas de certa forma se você colocou e deixou esse espaço que ela veja, tem um querer também ser visto, né? E é muito do que o André falou. A gente sabe o que falou. Muitas vezes o inconsciente ali não é 100%, mas a gente nunca vai ter certeza sobre o que o outro entende. Então se você quer evitar que o outro interprete de forma errada, muitas vezes não fale, não coloque, porque você vai colocar tanto da sua vida? Qual é a necessidade sua de ser visto, sabe? E aí é algo que você tem que trabalhar muitas vezes em terapia. Sim, exatamente. Porque eh você age no impulso, você quer ser visto, mas quando você é visto, você interpreta de uma forma errônea. Você não não gosta de ser visto, mas você você postou é porque você quer que vejam. Agora essa questão, André, eh das postagens em redes sociais, né? E aí o chefe olhando, os colegas olhando, isso tem gerado bastante eh uma situação não não tão boa, porque as pessoas falam daquela questão da perseguição. Isso existe mesmo no mundo corporativo? E qual como que o RH interpreta isso? Olha, acaba existindo sim, porém é cada vez menos frequente, né? ou as pessoas estão assumindo que eh, eu vou dar um exemplo pessoal meu, né? Ao longo da minha trajetória corporativa, eu sempre tive redes sociais, nunca mantive com bastante frequência, mas em nunca tive ninguém do meu trabalho. Hum. Né? Sempre que eu fui do corporativo, de fato, nunca tive ninguém do meu trabalho, né? As pessoas eh no começo elas achavam isso bastante estranho, né? Mas, pô, por que que você não me segue, né? Por que que você não deixa que a gente te siga? Eu te procurei aqui, eu nem te achei na rede social. Falei: "É porque geralmente eu bloqueio todo mundo que que tenta me acessar". Mas por quê? Essa era uma forma da pessoa poder acessar somente aquilo que eu queria mostrar que era o André no trabalho. Ele não precisava saber como é que era meu relacionamento com a família, que era algo que talvez eu gostaria que os meus amigos mais próximos soubessem. Então essa foi uma forma que eu fiz ao longo da minha trajetória e que funcionou para mim. Mas eu vejo que a maior dificuldade das pessoas nesse sentido, Rúbia, é a falta da capacidade de dizer não, né? E isso tem a questão da autenticidade também. Só que a gente vai na questão da autenticidade sem a responsabilidade. E eu vejo muitos, por exemplo, quando a gente fala sobre gestão de agenda e gestão do tempo, eu trabalho com alguns executivos nesse sentido, eh a gente entra no Instagram, na rede social dele, lá tem 2000, 2000 pessoas que ele segue. Uhum. a gente fala: "Cara, a gente precisa reduzir isso aqui para 100". Uau! E aí ele tem dificuldade, porque até perguntar isso pro pro Jordi também. Uhum. Uhum. Porque ele ele tem um receio de deixar de seguir as pessoas e gerar um conflito e gerar um problema. Eu falo, mas cara, pensa comigo. Você tá todos os dias investindo minutos, horas do seu dia para ver coisas que você talvez não queira ver. E aí você deixa de fazer isso porque você tem receio de falar com a pessoa que isso para você não é importante. Então assim, acaba sendo uma uma dicotomia, porque eu quero fazer algo, mas na verdade eu não quero porque eu não quero ser malta [risadas] em relação aquil. Mais confusão. Você tá vendo? Não é só eu. Esse negócio é tudo muito novo, muito diferente. A gente fica meio perdido de como a gente deve agir diante de todo esse mundo digital e de exposição, não é? Perfeito. É que nas redes sociais tem muito aquele comportamento de sempre entregar o que o outro deseja. Então o não é um corte nisso. Muitas vezes as pessoas têm dificuldade em colocar esse não de impor sem o limite, porque assim pode ser mal interpretado, ser mal visto, isso ser levado, por exemplo, pro profissional. A minha relação aqui vai ser afetada. E o que o André traz é muito interessante e aí é uma sugestão que eu deixo para vocês muitas vezes é fazer isso, ter um perfil profissional e ter um perfil pessoal e você conseguir discernir. Eu preciso dessas pessoas aqui no meu particular. Não, a minha relação com ela é só de trabalho e não tem problema nenhum. Isso não vai fazer você ser uma pessoa ruim. É só você colocando as personas que existiam antigamente e ficaram difundidas agora juntas ali com a rede social. Poxa vida, é tão fácil falar. [risadas] né? Mas isso para isso precisa aí um um trabalho interno de autoconhecimento, gente. Por quê? Porque como o André muito bem colocou, eh você vai deixar de seguir, aí você vai pensar o que que a pessoa vai pensar de mim? Então, mais uma vez, eu estou preocupado com o outro, né? E se você tem um autoconhecimento, aí fica mais fácil você definir isso, porque tá tudo bem. E e se o que a outra pessoa vai pensar é o pensamento é dela. Mais ou menos isso, né, Jordi? Isso. Perfeito. Para você conseguir diferenciar o que é outro, o que é seu, você tem que ter um autoconhecimento elevado. Você tem que saber até onde você tem os seus limites, sua capacidade, que é aquilo que comentamos anteriormente. Eu sei o que eu falo, o que eu respondo, eu sei quem eu sou. a partir de um momento que é pro outro, eu não tenho mais como saber ter essa percepção. Então, é importante você respeitar o seu silêncio, os momentos de tédio, que hoje em dia as pessoas não se permitem com redes sociais. E aquilo que eu falo de ser reflexivo, reflexivo é o quê? Refletir. Eu preciso jogar e depois receber de volta e internalizar. Com redes sociais não há esse espaço para você pensar e ser reflexivo. Só impulsivo. Poxa vida. Ó, fica a dica aí. A gente age num impulso, viu? Toma cuidado. Eu, você, quando eu digo nó, é a gente, eu digo nós, porque eu também faço isso e eu acho que você também faz. Não é sempre, mas de vez em quando você tá lá num lugar, ah, que legal, vou postar. Depois você posta, pix, que que eu fiz aqui? Por que que eu postei isso? O que que tem a ver, né? Mas é o impulso e a gente precisa aprender a controlar esse impulso. E falando impulso, a gente tá falando aqui eh de profissional e e redes sociais, né? Exposição, WhatsApp. Gente, que que é isso? Grupo de WhatsApp, responder na hora. Tem que você não respondeu, de repente a empresa ela tem o grupo no WhatsApp e você precisa estar atento a esse grupo no WhatsApp. O que que o RH traz pra gente? Isso também já deu problema no Ministério do Trabalho, né? Já tem ações aí, porque na verdade ã quem disse que você precisa trabalhar com WhatsApp para a empresa? Isso tá escrito onde? Mas seria o bom senso. Mas até onde vai o bom senso para mim e para a empresa? Como é que a gente equilibrar isso? Vamos lá, RH, por favor, André. É, eh, enquanto empresa, a gente precisa, de fato, fornecer todos os recursos e ferramentas necessários para que o colaborador desempenhe as funções e atividades dele no dia a dia, né? Então, eu não posso exigir dele eh envolvimento, interação em grupos de WhatsApp. Primeiro, que não esteja com o número da própria empresa, até paraa própria empresa isso não é não é uma coisa interessante, né? Porque daí todas as informações ficam num número pessoal do colaborador que eventualmente se sair ou se ele quiser divulgar as informações de alguma outra forma também acaba sendo bastante ruim, né? Mas isso acaba acontecendo muito, mas particularmente eu acredito que isso é bastante ineficiente, porque a partir do momento que eu tenho já um ambiente controlado pela própria empresa, seja as ferramentas que a gente tem disponíveis aí, né, do próprio Google, o próprio Microsoft ou Slack, tem várias vários ambientes que as pessoas possam interagir, eh, eu tenho um grupo de WhatsApp, muitas vezes esse colaborador vai ter somente um número, né? E daí ele tem lá na lista do do dia a dia dele, tem lá tia Genoveva dando bom dia, aí tem um amigo João chamando pro futebol à noite e aí tem um chefe pedindo relatório para daqui 40 minutos que vai apresentar pra presidência e aí eu tenho meu liderado me chamando para um café porque aconteceu algum tipo de problema. Então acaba eu acabo desviando a minha atenção e não sendo eficiente naquela atividade que eu deveria estar fazendo bem, né? até um ponto que que o Jorgi traz, eh, eu eu entendo bastante a questão dos papéis sociais, né? Então, qual que é o meu papel naquele momento? Então, se de fato eu tô no trabalho, a interação com com as demais atividades talvez deveriam ter momentos previstos, porque senão acabo não dando atenção para aquilo que eu deveria dar e acabo não fazendo bem feito aquilo que eu rapidamente tentei fazer, né? Então, eh, a questão do WhatsApp, ela acaba muito mais atrapalhando, na minha opinião, eh, e na minha percepção também atuando como executivo e e empresário, do que de fato ajudando. A gente tem uma falsa sensação que aquilo acelera e que ah, eu demandei, larguei aqui, eu respondo 5 da manhã, eu mando áudio. Quando a gente olha os áudios, se você juntar uma hora de áudio, juntar 5 minutos de de fato algo que possa fazer alguma relevância importante. Então, pra empresa, não recomendo que que incentive esse tipo de cultura de utilização do WhatsApp mesmo porque você pode ter uma série de problemas não só eh de de eficiência e produtividade de fato, mas também da da empresa ser multada, né? Porque o cara pode falar que ele tá trabalhando depois das 18, antes das 8, antes das 9, enfim, durante o almoço, que ele trabalhou o dia inteiro. Então isso acaba atrapalhando, porque se o cara tá trabalhando o dia inteiro, eh, isso não é bom também, porque daí o colaborador não descansa e aí no dia seguinte não tem energia para poder fazer aquilo que é previsto ele fazer. Então acaba sendo uma bola de neve, né? Então o WhatsApp para mim a gente tem que abominar, ele tem que ser uma ferramenta de lazer e social. Ou se de fato forrenta corporativa, ela tem ótimas funções, mas isso precisa estar previsto num num contrato, precisa estar previsto anteriormente entre colaborador e empresa. Exatamente. Até porque a gente eh a internet trouxe pra gente essa sensação de imediatismo, né? E aí, Jordia? Você recebe uma mensagem no WhatsApp, mas você não olhou. Aí você não viu, você não quis olhar e tudo bem. E de repente, poxa, mas você não viu a mensagem que eu te mandei no WhatsApp. Eu tenho que responder a todo momento. Eu tenho que estar conectado a todo momento. A gente tá falando da desconexão o tempo todo. A gente tá buscando desconectar o tempo todo, mas em contrapartida a gente tem ah aplicativos, enfim, que nos forçam a estar conectados. Mais uma vez, eu não sei nem o que dizer sobre isso, socorro. Você percebe, é tudo muito assim, é desconexo, a gente não consegue, precisa ter muito, mais uma vez um equilíbrio paraa gente lidar com tudo isso. De novo, você traz muito bem a questão dos aplicativos. Eles estão ali querendo você a todo momento porque você é um produto. Eles querem você ali por mais tempo que isso vai gerando dinheiro, trazendo anúncios, informações. E aí o que cai, por exemplo, nesse medo da pessoa, que é o fomo, fear of missing out, que é o medo da pessoa não estar integrada, de ela não responder uma mensagem, ela não vai estar ali eh com as pessoas, vai perder alguma coisa importante. E às vezes não, é só uma mensagem que era só responder. Então, de novo, sempre trazendo, é importante você ter esse autoconhecimento, ter o seu momento solitário. Não é a todo momento que você precisa estar na companhia do outro ou ser visto para existir, que é esse o grande erro que as pessoas confundem. Utilizam as redes sociais como forma de serem encontradas, mas não. Você é só mais uma pessoa e é vista. Uau! Olha aí, gente. Você tá vendo só? Agora, quando eu falei do Ministério do Trabalho, de ações, é o que o André trouxe. Essa questão do WhatsApp é bem interessante porque eh tem ações aí que eh trabalhistas de pessoas que eh colocaram lá, né, no no processo que elas estavam trabalhando após o horário, mas daí onde que elas provaram? por mensagens de WhatsApp, né, e outras situações também de ações trabalhistas nessa questão da mensagem do WhatsApp. Então assim, a empresa ela acha que o grupo vai agilizar o trabalho, mas ela está, na verdade eh fazendo um espaço de coleta de provas, não é basicamente isso. Basicamente exatamente isso. É um ambiente em que eu tô enchendo ele de provas contra a própria empresa, né? E de novo fica fica muito ruim, né? Quando a gente fala de produtividade, gestão do tempo, eu vejo que algumas pessoas elas ainda têm um grupo consigo mesma, né, uma conversa consigo mesma e aí elas tem a falsa sensação que estão se organizando nesse sentido, mas as informações elas ficam lá igual o grupo de WhatsApp do trabalho, todas jogadas, sem followup, sem de fato um prazo bem definido, sem de fato um objetivo muito claro, sem de fato um indicador de acompanhamento. Então, quando a gente não tem essas eh pequenas premissas no ambiente corporativo, de fato, eu tô investindo energia eh que ela poderia ser melhor investida numa outra numa outra atividade, né? É isso, gente. Nós estamos aqui com o nosso estúdio Câmara. Nós estamos ao vivo aqui com o Jardim e com o André falando sobre essa relação aí de redes sociais e o RH, né, de redes sociais e o nosso trabalho, a organização, eh, os colegas de trabalho, o chefe, o líder, o coordenador, enfim, a gente precisa ter um equilíbrio sobre isso. E, ah tanto do lado e eh da pessoal, né, do trabalhador, quanto eh do lado do empresário, da empresa, do CEO, enfim, a a empresa ela eh é interessante que ela tem uma política interna e que essa política interna fique exposta para os colaboradores, porque aí sim dá um equilíbrio e tudo bem, se eu fui cobrada e não tenho uma política interna, auto lá. Agora, se tem uma política interna e eu fiz algo que eu estou eh não estou de acordo com aquela política interna, OK, né? Eu já estou sabendo as consequências, mas precisa de uma comunicação muito clara, de algo que a gente parece que faz tempo que tá acontecendo, internet, rede social e tal, mas é tudo muito novo quando a gente fala, a gente traz isso pro nosso dia a dia, principalmente no corporativo. Agora 8:51, a produção tá me avisando, nós temos perguntas, então vamos lá. Vamos ver que que o pessoal de casa tá falando sobre isso. Se alguém já passou por alguma situação que queira compartilhar com a gente. WhatsApp está aberto. Pode colocar na tela, produção, a primeira pergunta pra gente, por gentileza, ou pergunta ou então o que que é isso aqui. Vamos ver. Ah, tá. Pensei que era um depoimento. Gustavo Almeida, do Jardim São Marcos. Um deslize nas redes pode anular anos de boa reputação no trabalho. Como construir credibilidade depois de uma postagem mal interpretada? Ai ai ai. Gustavo. Vamos lá [risadas] André. Que que você diz para ele? Eh, sim, pode sim anular anos de boa reputação. Assim, imagina só um restaurante, né? Que Estrela Michelan. e que um cliente, por acaso, acha vestígios de barata no prato. Uhum. Isso vai arruinar toda a trajetória. Vai arruinar. A gente, por exemplo, tem o aquele ciclista, né, salvo engano, francês, que ele diversas provas e anos depois ele foi pego no dopping. Uhum. Isso arruinou toda a carreira e a trajetória dele, né? E como que a gente pode eh melhorar a credibilidade e dar um passo à frente em relação a essa situação. Assume o erro. Eu acho que é bastante importante demonstrar vulnerabilidade e de fato a intenção em relação à aquela postagem, né? Então, recentemente teve um executivo de uma de uma Edutec que que vem numa crescente enorme que ele fez uma publicação que ela teve as interpretações e ele foi destituído do cargo, assim como ele foi destituído de alguns conselhos em que ele participava por conta da interpretação, né? E qual que foi o forma que ele trouxe para poder melhorar e avançar em relação a isso? foi de fato assumir, explicar qual que era a intenção, explicar qual que era o contexto em que ele trazia aquilo. Independente, né? Muitas das pessoas ainda continuaram criticando e julgando, mas era o que que poderia ter sido feito naquele momento. Então, é de fato assumir o erro, eh, compartilhar sobre a real intenção em relação à aquela atividade ou aquela aquela publicação ou qual que você queria com aquilo e aguardar para que as pessoas eh não tenham tanto tantos julgamentos mais. Mas não deixe de fazer, eu falo assim na na publicação que não te exponha, né? Mas se for algo de fato pro seu trabalho, paraa sua evolução, para pro seu próprio autoconhecimento, não deixe de fazer, continue a fazer, mas lembre sempre de ser bastante responsável em relação a isso. É responsabilidade, porque esse julgamento é quando você cai na rede social, você posta algo que acaba virando contra você. Isso traz um prejuízo mental muito sério, né, Jordinho? Traz, a gente vivencia isso com a política do cancelamento, né? é você sendo excluído de toda uma sociedade. O outro tende a te atacar de forma impulsiva, que é isso que as redes geram, né? Aquele comportamento impulsivo de raiva, de negação. E muitas vezes é a pessoa projetando isso no outro. Tipo, eu sou uma pessoa boa, então aquele que é ruim eu afasto. A pessoa que é afastada, ela deixa de praticamente existir porque ela não é mais vista e muitas vezes tem aquele comportamento de ódio. É difícil pra pessoa se recuperar. Ela precisa passar por um momento de novo de entender aquilo que foi dito, se realmente cabe essa interpretação dúbia e como um ser humano reconstruir, né? é você começar do zero e entender tudo aquilo que você construiu foi perdido, mas eu não sou só aquilo que eu perdi, eu posso ser algo novo e aí reconstruindo de uma forma saudável. O legal é que a gente tem oportunidade de recomeçar todos os dias, né? Agora a gente precisa entender esse recomeçar aí pra gente poder ver o que que nós erramos lá atrás, pra gente poder não eh repetir esse erro e seguir a vida. Delicado, é difícil, um desafiador, mas a gente consegue. Vamos lá. 8:55. Mais perguntas, por favor? Produção, pode colocar na tela pra gente. Vamos ver quem é que tá conosco novamente. A Tatiane Moreira da Vila União, o que faz algumas pessoas sentirem necessidade de responder tudo imediatamente, mesmo em situações que poderiam esperar. Isso é ansiedade digital. Vamos lá, Jordi. Perfeito. É assim, uma forma de ansiedade. A gente fala que é um apego inseguro. O que que é o apego inseguro? Na nossa infância, há pessoas eh que vão criando apego inseguro, evitativo, o apego seguro. O que acontece? Muitas vezes, quando o nosso pai e nossa mãe sai, na nossa concepção, a gente ainda não consegue conceber que a pessoa saiu e ela ainda existe em outro local. ela deixa de existir paraa criança. Nisso aí, muitas crianças não conseguem lidar com essa ausência e isso vai reverberando na vida adulta. Muitas vezes, quando o outro responde é aquela confirmação de que o outro existe, ele lembrou de mim. Então, eu preciso responder para que ele não fuja, para que ele não saia, deixe de existir na minha vida. Então, sim, é uma forma de ansiedade, precisa ser trabalhado em terapia. Estamos todos ansiosos. [risadas] Ansiedade é algo natural, né? aprender a diferenciar ansiedade natural da ansiedade clínica. É isso, né? Isso. Perfeito. A patológica que é algo exagerado. Ansiedade nada mais é do que aquele medo de que algo no futuro possa acontecer de forma eh ruim. Há o aspecto positivo da ansiedade? Ah, obviamente, por exemplo, uma prova que eu tenho que fazer amanhã, eu vou me preparar e disso eu vou fazer ela com o melhor desempenho, ansiedade positiva. Quando ela é algo patológico, é quando ela já muitas vezes a justificativa não concebe, ela é pequena, você vive sempre tentando antecipar esse futuro que nunca chega, aí você precisa trabalhar ela. Excelente. A gente vai aprendendo todos os dias aqui no nosso estúdio Câmara agora. 8:57. Vamos lá, temos mais perguntas. Vamos ver quem é que tá conosco. Temos mais duas, então vamosbora. A gente tá aqui falando das nossas redes sociais e da imagem profissional. Qual que é o impacto disso tudo? É, se você não tomar muito cuidado aí, o negócio pode ser bem delicado, bem desafiador. Aí você tem que cuidar com o que você posta nas redes sociais, porque pode prejudicar sim a sua imagem profissional. Henrique Carvalho do Parque São Domingues. Sou gestor e às vezes fico em dúvida sobre como orientar minha equipe sobre conduta digital, como fazer isso sem parecer invasivo ou criar um clima de vigilância. Ai ai ai. Vamos lá, RH, RH. Vamos lá. [risadas] Boa. Delicado mesmo, né? Porque um clima de vigilância é muito ruim. A gente vai falar dessa do aspecto psicológico disso aí. Vamos lá. Boa. É importante compartilhar com a com a equipe primeiro demonstrar para ele a questão da da sua insegurança em relação à atividade que você tá enxergando, né? Porque quando a gente fala da da conduta digital, eh, qual o que que aquilo vai de fato impactar no ambiente de trabalho? Então, acho que é importante discernir aquilo que talvez seja um gosto e uma premissa pessoal sua enquanto gestor e outra coisa que seja de fato uma premissa, uma orientação da empresa em si. Então acho que discernindo isso fica mais fácil de você agir de fato, né? Então aqui você vai ser apenas um facilitador da mensagem, né? você é um um líder aqui da empresa e que você vai transmitir a mensagem pro colaborador sobre as regras, padrões, condutas, direitos e deveres. E aqui você vai ser um apoiador dele e você vai ser um promotor da carreira da da vida e do desenvolvimento desse colaborador. Então, acho que também é válido você compartilhar sobre a sua a sua visão enquanto gestor, a sua visão enquanto líder, não que isso necessariamente deva ser cobrado dele, né? Então, vou dar um exemplo. Eu eu trabalhei num ambiente que a gente tinha eh as pessoas poderiam se vestir da forma que quisessem, né? Eu tinha um um liderado que ele tava querendo eh avançar na carreira como supervisor, gestor, enfim, e ele vinha constantemente de chinelo. Às vezes ele chegou até vir de regata no ambiente de trabalho. Isso foi interessante porque eu trouxe para ele sobre no ambiente que a gente tava quantos gestores e líderes estavam se vestindo daquela forma e como que ele enxergava que a equipe fosse enxergar esses gestores, né? Então assim, eu coloquei ele mais para pensar um um alguns steps depois, steps forwards para entender se de fato aquilo fazia sentido para ele, se aquela conduta no dia a dia faria sentido para ele, independente daquilo que eu achasse, né? Então trazia para ele um outro ponto de vista. Então para mim são são duas coisas, são duas atividades diferentes, né? uma que é gestor enquanto empresa e outro que é gestor promovendo o colaborador para que ele possa crescer de fato na carreira e nas atividades, nos desafios dele. É, vale também o bom senso, né, da da pessoa, né, porque poxa vida, tá na praia, [risadas] né, você quer ser gestor, quer ser o senhor, vai me trabalhar de regato e chinelo aí não, né, produção? Pelo amor de Deus. Agora, Jordi, essa questão da hiper da vigilância, né, eh, de ser invasivo, é é algo também que preocupa os dois lados, tanto o gestor, como foi muito bem pontuado pelo nosso telespectador, mas também ah tem aí uma uma ação ou uma reação do outro lado, que é o lado da do profissional em si. Perfeito. A gente tem que diferenciar da vigilância, hipervigilância e o supervisionado. Supervisionar é o quê? você tem essa comunicação, explica para ali o colaborador, o que seja, ó, eu estou fazendo isso porque é por esta forma e eu quero chegar nesse resultado. Eu tô numa questão de trabalho. Quando não é comunicado, isso causa o sentimento de perseguição. E a vigilância e hiper vigilância, o que é algo ruim, tanto para aquele que tá cometendo, porque você tem que entender qual é a sua necessidade de ter o controle a todo momento sobre aquela pessoa e também para aquele que tá sendo vigilado, né? E vigiado. Exatamente. E é muito complicado porque cria esse sentimento de perseguição que a qualquer erro que a pessoa cometa, ela pode ser julgada. E somos humanos e estamos ali podemos cometer erros. Exatamente. Muito bom. 9:2. Vamos com mais uma produção. Quem é que tá com a gente aí? A gente agradece, viu? Você que tá ligadinho aqui na TV Câmara Campinas, estúdio Câmara, estamos ao vivo. Vamos lá. Daniela Mora da Vila Padre Anchieta. Eu costumo desabafar nas redes sociais quando estou frustrada, mas depois me arrependo. Por não eh porque parece que naquele momento postar alivia e depois pesa. É o tal do do da você age por impulso, né? O que que acontece com a gente? É isso, ó. Eh, eh, responde ela pra gente, por favor, Jordi. É, de novo, é o impulso, é a necessidade de ser percebida, de que os outros vejam aquilo que você sente. Mas quando você reflete sobre isso, você fala: "Por que que o outro precisava ver isso? Será que cabe ao outro mesmo ou é algo meu que eu não consegui dar conta?" Aí, minha amiga, é sempre ir pra terapia, então, né? Às vezes o pessoal tá dizendo aí, alivia, né, na hora que você posa, mas depois pesa, né? Claro, todo mundo viu. Aí você fala, daí de repente alguém que não era para ver viu e alguém que era para ver não viu. Aí você fala: "Poxa vida". E o pessoal tem uma mania de postar também às vezes é indiretas, né, e tal. Então, para, chega, vai lá, fala logo e pronto. O negócio é cara a cara aqui. Não tem esse negócio ficar postando. A gente precisa aprender muito. Eu estou aprendendo. É um aprendizado diário. A gente aprende todos os dias, né? Como eh o Jorge trouxe, a gente é ser humano, a gente erra, a gente acerta e tá tudo bem, mas o legal é que a gente pode aprender todos os dias. Isso a gente tá fazendo aqui no nosso estúdio Câmara com os nossos profissionais, os nossos entrevistados, que sempre entregam aí um conteúdo maravilhoso pra gente, né? Hoje ficou claro pra gente que a etiqueta digital não é sobre censura, é sobre consciência, respeito e responsabilidade, né? A forma com que a gente se apresenta nas redes sociais pode abrir portas ou fechá-las e a gente precisa ter aí um equilíbrio. O legal é, como foi muito bem colocado aqui no programa de hoje, você tentar separar o pessoal do profissional. é um pouco difícil, mas se você consegue, ó, show de bola, parabéns. E essa essa colocação que o André eh eh deixou paraa gente aqui da gente, de repente não aceitar os colegas de trabalho, olha, é um exercício também que é é eh dificultoso, mas quem sabe você consiga, né? Vamos lá, vamos tentar se isso está te incomodando agora. Se não incomoda, tá tudo bem, segue a vida. Quero agradecer a presença de vocês aqui. Jordi Rocha Meirelles, psicólogo, trouxe a sua visão eh sobre essa nossa impulsividade e esse cuidado que a gente precisa ter na com as redes sociais, né, com a internet, com esse mundo meio que a gente fala: "Ah, eu conheço a internet, conhece nada, é o mundo desconhecido." A gente não tem nem noção do que é isso. Quanto a gente acha que tá conhecendo, tem coisas que estão vindo aí e a gente fica bem e desestruturado, porque a gente viu que a gente não sabe é nada da internet. Então, obrigada por estar conosco, por nos orientar e por trazer aí algumas reflexões pra gente nessa manhã de segunda-feira. Muito obrigado, Rúbia, pelo convite. Eu agradeço a vocês também que estão assistindo. E agora aqui eu fico muito feliz de falar do André, muito obrigado, de saber que você, uma pessoa que trabalha com RH, tem esse olhar tão humano e que consegue entender também o que a psicologia clínica traz, né? entender que há um ser humano, tanto nos cargos mais altos quanto aqueles que são colaboradores ali de uma empresa e que é importante a comunicação, que é que você trouxe muito bem aqui, ser muito bem dialogado. Que legal, que legal. Olha só, né? A gente eh agradece então o Jordi e o André mais uma vez a presença aqui no nosso estúdio Câmara. Muito obrigada por trazer a sua visão humana, né? Como muito bem colocou o Jordi aqui, a gente agradece a a as suas colocações e e o seu ensinamento pra gente. A gente vai tentar seguir aí algumas falas que você deixou no ar para nós. Obrigado, André. Perfeito. Eu que agradeço. Agradeço a presença. Agradeço o Jordi por abrilhantar o nosso papo aqui, a Rúbia por conduzir tão, tão brilhantemente. E deixo uma dica para vocês. Eu acho que acredito muito fortemente que saber falar não vai ajudar vocês demais nessa questão e também de da clareza da importância, né? Então, por que que eu tenho que postar? Por que que eu tenho que me expor? E mais além, por que que isso é importante para mim? [música] Por que que eu me sinto bem fazendo isso? Porque a partir do momento que você tiver um pouco mais de clareza dessas respostas, dessa das respostas dessas perguntas, você talvez vai conseguir dedicar melhor e direcionar melhor o seu tempo para aquilo que de fato vai ser importante e válido para você e pra sua trajetória, pra sua vida. Excelente, gente. Então, assim, ó, no mundo digital, a chave para o sucesso profissional está onde? [música] No autocontrole, gente. No autocontrole. A gente precisa entender, né, que nós temos que ter um pouquinho de controle e ter uma consciência sobre a nossa identidade online, né? E nós temos essa identidade, então vamos cuidar dela, tá bom? Agradeço mais uma vez os nossos convidados, você aí de casa que esteve conosco, participou, nosso bate-papo de segunda-feira super válido. Amanhã, terça-feira, nós temos mais uma edição do Estúdio Câmara ao vivo e a gente vai falar de algo que acontece com todos nós. Quando um amigo vira família, Uhum. Limites e cuidados. Vamos lá. Primeiro, emprestar dinheiro a amigos ajuda ou é uma armadilha? Na vida adulta, os amigos muitas vezes são uma rede de apoio, companhia nas horas difíceis e também parte do cotidiano. Mas quando a amizade se torna uma dependência emocional, é saudável contar tudo para um amigo? Essa amizade [música] vai sim durar pro resto da vida. E como se equilibrar aí então o afeto, a individualidade nas relações? Um pedido só por uns dias pode colocar a prova uma amizade de anos. Vamos refletir sobre isso. Quando o amigo fica muito íntimo e aí de repente essa amizade é colocada à prova. A gente fala sobre isso amanhã a partir das 8 da manhã aqui no nosso estúdio Câmara. Vamos encerrando o estúdio Câmara desta segunda câmara desta segunda-feira, desejando a você uma semana excelente, muito produtiva e abençoada. Obrigada por estar conosco. Daqui a pouquinho a Íria vem chegando, a nossa jornalista de inteligência artificial. Ela atualiza as informações aqui do legislativo de Campinas, Brasil e para você. Ao meio-dia temos Câmara Notícia, né, informações do legislativo também da nossa cidade. Lembrando que a programação da TV Câmara Campinas é feito pela nossa equipe especialmente para você com muito carinho, muito [música] cuidado. E às 18 horas nós temos reunião ordinária no plenário. Você é convidado todo especial para participar presencialmente lá no plenário José Maria Matozinho ou então pelo YouTube. Você pode conversar com o pessoal lá que vai responder você, canal do YouTube da TV Câmara Campinas. E aqui a nossa TV Câmara Campinas é ao vivo a partir das 18 no plenário da Câmara, tá bom? Um grande abraço, super beijo, se cuide, boa semana, fique com Deus e até amanhã com mais uma edição do nosso estúdio Câmara. Valeu. Tchau. [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música]
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