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Olá, [música] [música] muito bom dia para você que tá ligadinho com a gente aqui na TV Câmara Campinas. Estamos chegando com mais uma edição do nosso estúdio Câmara. Cestamos, sim, cestamos 30 de janeiro. Bom, hoje nós vamos conversar sobre mindset, como anda a sua configuração [música] mental, hein? Você já sentiu que está travando em alguma área da sua vida ou que o seu talento simplesmente não é suficiente? [música] O segredo pode estar no mindset. mais do que um pensamento positivo, ele é a lente pelo qual a gente enxerga o mundo, [música] os desafios e até os nossos próprios erros, tá? [música] Então, hoje nós vamos descobrir se nós temos uma mente [música] fixa ou uma mente de crescimento. E o mais importante, como mudar essa chave [música] para viver com mais plenitude e resultados. Então, WhatsApp na tela para você. Vamos lá, manda pra gente aqui, ó, a sua mensagem, tá aqui já na tela. 199729377. Você conhece o mindset, [música] né? Você já conseguiu virar sua chavinha? Você sabe a diferença de um pensamento positivo para a mudança do mindset, [música] né? Então, mande pra gente, porque nós já estamos com os nossos convidados. Daqui a pouquinho eles vão responder a pergunta que você deixar aqui nesse número do WhatsApp, que é o nosso número aqui da TV Câmara Campinas. Estamos aguardando a sua participação. Enquanto você manda a sua mensagem, a gente atualiza algumas informações, a previsão do tempo e já já vamos apresentar os nossos convidados que já estão aqui no estúdio. Vamos lá com informação. Então vamos. Atenção você que já está se preparando para a folia. O carnaval 2026 de Campinas chega com uma novidade para facilitar a vida do Fulião, viu? Os blocos com trajeto vão poder ser acompanhados em tempo real. A ferramenta [música] está disponível na página oficial da Prefeitura de Campinas, que é dedicada ao carnaval, então prefeitura de Campinas/carnaval e foi desenvolvida para orientar os foles ao longo dos desfiles. O acesso pode ser feito então pelo endereço. Vamos lá. Campinas.gov.br/carnaval. [música] A programação, gente, reúne [música] 67 eventos de rua e 500 horas de festa, somando pré-carnaval e carnaval. [música] Na plataforma você encontra os blocos organizados por data, horário e tipo [música] de desfile. No dia e horário do desfile, você também consegue ver por onde o bloco está passando e se programar sem perder tempo, indo pro ponto de concentração, eh, certinho, né? Você vai ver onde é que ele tá e aí você já vai direto, tá certo? [música] Então você pode acessar lá eh Prefeitura de Campinas/carnaval. Vamos embora, né? Que legal. você vai poder eh acompanhar aí eh todo o movimento dos blocos [música] aqui na cidade. Mais informação chegando. Você que tá acompanhando a gente, olha, a Fumec Campinas começa no mês que vem, agora em fevereiro, a [música] 13ª edição da campanha Fevereiro Violeta. é um movimento para superar o analfabetismo [música] e chamar jovens, adultos e idosos que ainda não terminaram os estudos para se matricular no EJA, né, na EJA, perdão. Este ano o tema é os exercícios da cidadania e os desafios da superação do analfabetismo de Campinas na educação de jovens e adultos. [música] As ações vão de 9 de fevereiro a 6 de março e uma das principais iniciativas é a busca ativa. Equipes vão circular por bairros e fazer abordagens para identificar quem pode voltar a estudar. Além disso, a campanha vai ter divulgação nas redes, nos meios tradicionais, como car de som, panfletos e cartazes pela cidade. A abertura oficial já tem data e local, tá? Então, dia 9 de fevereiro, às 3 da tarde na Fumec Cambará, no DIC 4. A matrícula do Eja é gratuita [música] e pode ser feita ao longo do ano. É só procurar um uma regional da Fumec e levar documentações pessoais [música] como RG e um comprovante de residência, tá? Mais informações no site da FUMEC. Então, se você parou de estudar por algum motivo, não importa qual seja, o importante é que você pode recomeçar e tem momento já marcado, a hora está marcada. Acesse lá, Fumec e bora que bora que sempre [música] há tempo, combinado? Previsão do tempo para hoje. Como é que será que fica o tempo aqui na cidade de Campinas, gente? Vamos ver. Bom, nublado, né? Choveu demais essa noite, né? Não foi bom para dormir. Hoje nós teremos aí um dia nublado, com chuva forte durante o dia também. À noite a chuva diminui [música] de intensidade, mas não para, tá? Então, mínima 20, máxima 23. Vamos ver sábado. Bora que bora comigo, TP. Previsão do tempo para o para sábado é de sol com algumas nuvens. Chove rápido durante o dia e a noite. Mínima 20, [música] máxima 27º. E para domingo, olha, não muda muito não, hein? Tem previsão para domingo é sol com algumas nuvens também. Chove rápido durante o dia à noite. Resumindo, um final de semana [música] chuvoso aqui na Metrópole. Domingo, mínima 20, máxima 26º. [música] Chance de chuva para domingo é 94%, hein? Muito bem dado o recado, informação, previsão do tempo. Agora vamos falar de mindset. O conceito de mindset criado pela psicóloga Carold divide o mundo em dois grupos. Aquele que aqueles que acreditam que a inteligência é um dom imutável. né, o chamado mindset fixo. E aqueles que entendem que o esforço e a dedicação podem transformar qualquer habilidade, o mindset do crescimento. Então, pesquisa, gente, mostram que 58% dos jovens já acreditam que a inteligência não é fixa. Mas como manter essa mentalidade na pressão do mundo adulto e do mercado de trabalho? Como é que você vai fazer para poder alinhar os seus pensamentos, ter um pensamento positivo, mudar seu mindset? Vamos descobrir agora, né, para nos ajudar nessa jornada eh de autodescoberta. A gente recebe hoje duas pessoas especiais, dois profissionais especialistas, né, em saúde mental também. A Carolina Marcut é especialista em desenvolvimento humano, aconselhamento de executivos e fundadora da CMA Executive. Seja muito bem-vinda. Bom dia. Bom dia. É um prazer estar aqui com vocês. Muito obrigada pelo convite. Prazer é todo nosso. E junto com a gente também para completar aí o nosso timaço de hoje, a gente recebe Fábio Verde, psicólogo clínico, vai nos explicar sobre esse tal de mindset. Bom dia. Bom dia. É um prazer tá aqui. Muito feliz de estar aqui. Sejam muito bem-vindos. Muito importante ter ter vocês aqui para nos dar essa visão ampliada. né? Sobre o mindset. Muita gente confunde o mindset com pensamento positivo. Nossa, vai dar tudo certo, acordei, vamos embora. Aí eu pergunto para você, Fábio, qual que é a diferença, né? A diferença real entre apenas a gente querer que algo dê certo, né? A gente ter um pensamento positivo todo dia e a gente trabalhar a nossa configuração mental para o crescimento e esse lado positivo que a gente tanto almeja. Então, vamos lá. E é, essa confusão é feita justamente com mindset de crescimento, né, que é esse mindset que acredita no potencial do esforço aí que independente de você ter talento ou não, se você se forçar, você vai conseguir atingir os objetivos. A principal diferença em relação ao pensamento positivo é que o mindset ele tem fundamento. Eu entendo isso como um processo. Eu busco entender qual o esforço necessário que eu preciso fazer. Não é uma crença simplesmente sem fundamento, né? uma uma fé em que algo vai dar certo, né? A diferença é que eu sei exatamente qual é o processo, qual a dificuldade que vou ter que passar, quais as barreiras que vou ter que superar para conseguir os objetivos, né? Então ele mais uma crença que o esforço vai valer a pena do que simplesmente acreditar que as coisas vão dar certo por si só, né? Perfeito. Agora mindset, né? De onde vem essa palavra? O que que significa isso? É é é nossa mente o que que é, né? Na verdade, mindset, né? o o livro da Carol aí de 2006, né, que definiu isso traduzindo, seria padrão de pensamento, seria forma de pensar. E quando ela define um mindset fixo e um mindset de crescimento, o mindset fixo, ela tá falando justamente da pessoa que ela tem regras fixas, né, do tipo, ah, eu nasci sem talento para isso ou eu nunca vou conseguir fazer tal coisa. às vezes, por alguma característica de personalidade que essa pessoa tenha, que também não é algo necessariamente imutável, mas ela já parte de um pressuposto que não tem o que fazer. E se ela tem a perspectiva de que o esforço não vale a pena, ela fica automaticamente desmotivada a se esforçar e vai ficar fixa, né, na carreira, na vida, né, esse tipo de coisa. Já o mindset crescimento, a pessoa entende: "Bom, por mais que para mim o caminho pode ser mais complicado, pode ser mais difícil, eu sei que se eu me esforçar, se eu tiver constância, se eu tiver regularidade, eu vou conseguir atingir esses objetivos. Então, a principal diferença é: Eu tenho perspectiva de que esse esforço vale a pena, né? Hoje para mim seria impossível correr uma maratona. Será que em x meses, x anos de preparo, condicionamento, uma equipe preparador físico, nutricionista, não é possível fazer isso? Essa é a ideia, né? Acreditar que o esforço compensa. Uau, excelente. Bora mudar esse mindset aí, turma. Pensar positivo, gente, ajuda. Mas o mindset é sobre como você reage, então, quando as coisas dão errado, né? Agora, a Carolina, eh, você trabalha muito com o mundo corporativo, né? no aconselhamento de empresários. Então, você percebe que o mindset fixo é o que mais impede alguém de chegar ao topo. Como que é a sua avaliação sobre eh principalmente essas pessoas eh de sucesso, sucesso na carreira, sucesso eh eh pessoal? Essa essa questão do mindset tem muito a ver. Olha, uma coisa que a gente percebe muito no meio corporativo é com relação às pessoas que que buscam esse crescimento, elas têm um entendimento e um autoconhecimento muito forte, né? Então assim, para que haja uma mudança no mindset, essa busca ela é extremamente importante, porque eu eu acredito muito que quando existe o esforço, quando a gente realmente quer algo e a gente busca aquilo, automaticamente a gente vai de encontro com aquilo que a gente acredita e com aquilo que a gente tem de conhecimento com relação eh ao nosso perfil, né, ao perfil da empresa que a gente tá, né? Então, todo esse movimento de autoconhecimento, de desenvolvimento, eh é ele tá atrelado também a essa questão do mindset, só que eh tem algumas pessoas que elas acabam tendo um pouco de resistência. Uhum. Né? Então essa resistência ela vem por quê? Às vezes por uma insegurança, às vezes por ela não estar num ambiente que proporciona ela esse movimento de crescimento, né? Então assim, eh, existem algumas questões que elas acabam colocando a pessoa numa situação de eu vou conseguir mudar mesmo eu me esforçando neste local, né? Então são vários fatores, né, que acabam influenciando também até a própria perspectiva do indivíduo do quanto ele consegue realmente se desenvolver, crescer e poder aí eh atingir os resultados que ele almeja. É impressionante, né? É uma luta interna, né? a gente precisa de muito autoconhecimento. E aí às vezes as pessoas falam assim: "Ah, autoconhecimento tá na moda, né?" Mas gente, autoconhecimento é algo que é todo dia a gente tá nos conhecendo um pouquinho, né? Porque a gente tá em plena mudança. Então, é, hoje eu já não sou mais a mesma que era ontem em alguns aspectos e e eu preciso entender isso e preciso de autoconhecimento. Agora, falando em mindset, muitas vezes a pessoa ela tem a técnica, mas tem aquela mentalidade que trava, sabe? Quando a pessoa fala assim: "Já sei de tudo, né? Eu sei tudo". Então é assim, ó. Eu costumo dizer que a gente aprende todos os dias, porque se a gente tem esse pensamento, eu já sei tudo, então você não tem espaço para aprender mais nada, porque você já sabe tudo. E esse já sei tudo pode virar uma barreira terrível e invisível, né? Porque você sabe tudo, então não tem espaço para mais nada. E o mindset, Fábio, é algo que a gente nasce com ele ou a gente desenvolve ele ao longo das nossas experiências. Eh, algumas características, né, que são inatas, podem favorecer algumas circunstâncias para esse mindset, mas ele, na verdade, é uma coisa que vem através das experiências, das percepções, do ambiente no qual a pessoa cresce, do de todo um contexto social que ela vai se formar, né? Então, de estímulos, de experiências que ela foi desafiada e ela conseguiu ou ela quase conseguiu e aí ela cria, começa a criar uma crença de que, nossa, faltou pouco, faltou um pouco mais de esforço, na próxima talvez eu consiga. Então, isso vai sendo construído através das experiências, ambos os casos, tanto um mindset fixo como um mindset de crescimento. Então, às vezes, se a pessoa ela é muito podada, ela é muito ensinada a não tentar as coisas, a não se arriscar em nenhum tipo de circunstância, a tendência vai ser desenvolver um mindset fixo, né? Então é aí que entra esse aspecto de de do próprio desenvolvimento, das experiências sociais, né? E eu costumo brincar que quando a pessoa diz, né, que sabe tudo, ela ainda nem sabe o quanto ela não sabe. É verdade. É, é, é esse o detalhe. Então, a gente tem que estar sempre atento a essa parte de se eu tô com a sensação de que eu sei tudo de um assunto, é porque eu tô estagnado num patamar, na verdade, né? Eu sei tudo até onde eu cheguei. Então, buscar outras referências, buscar ah outros patamares, né? Sempre tem algo a aprender, como você falou, né? Excelente. Então, sim, é bem é bem desenvolvido ao longo da vida e também não tem idade para ser desenvolvido, né? Algumas pessoas tm o privilégio de começar cedo isso e outras pessoas de repente numa frustração de carreira vai lá conversar com a Carol e percebe que tem um mindset fixo aí que tá atrapalhando essa pessoa, tá se boicotando. Olha aí, Carol, é assim que acontece. É, é isso. Isso acontece bastante e principalmente quando a gente começa a a olhar paraas pessoas, as histórias de vida, né, eh, que elas têm. Então, como o Fábio falou, a questão da oportunidade do de onde ela tem eh de onde ela recebe os estímulos, né? Porque querendo ou não, tudo isso influencia, né, na nossa na nossa percepção com relação a nós mesmos. Então, quando a gente vai pra vida adulta, a gente vem com crenças, a gente vem com traumas, a gente vem com histórias, né? Então, quando as pessoas chegam para mim no aconselhamento de carreira, a primeira coisa que eu pergunto para elas é o quão disposto você tá a mudar, a realmente a olhar para dentro de você, porque aquela aquele discurso, né, ah, eu sou assim, né, eu sou assim, eu não vou mudar, realmente acaba sendo um discurso eh de pessoas que não estão dispostas, né, às vezes, a olhar realmente para dentro de si, a trabalhar essas crenças, a trabalhar essa história de vida, a trabalhar esses traumas. Então, é, e normalmente nesse momento é onde eu trabalho muito próxima de psicólogos. Então, eh, várias pessoas que passam por aconselhamento de carreira, eu acabo indicando, inclusive semana passada indiquei uma cliente minha pro Fábio, eh, porque é esse o movimento, né? Eu quero fazer, tá, mas para eu conseguir mudar, eu preciso olhar para mim, eu preciso olhar para dentro e às vezes o buraco é um pouquinho mais embaixo, né? Então, por isso que o aconselhamento de carreira, quando a gente olha para essa questão de transformação de mindset, se a pessoa não tá pronta para olhar para dentro e falar: "OK, vamos seguir nesse ponto e eu vou tentar realmente me desenvolver, tentar alinhar, né, aquilo que eu sou hoje com aquilo que eu quero ser e quais são os passos que eu preciso desenvolver para chegar ali, né? Então, acaba sendo um caminho muito mais mais fácil, né?" Uau, gente, é isso. E o mindset, ô, ô, Fábio, ele se revela nas pequenas escolhas do nosso dia a dia. A gente consegue perceber porque, tipo assim, eh, aquele comportamento da pessoa que desiste e é rápido demais, sabe? Quando eu tenho um desafio, mas eh eu falo: "Cara, tá difícil demais, eu não vou conseguir". E acabo desistindo. Entrega que tipo de mentalidade? Como que a gente pode ler isso? Bom, a resposta que você mais vai ouvir de qualquer psicólogo é: "Depende", [risadas] porque não necessariamente, né? Vai tá ali um mindset fixo, né? Porque é aquela coisa, se eu perceber rápido que eu tô indo num caminho errado, quanto antes eu desistir desse caminho e passar para um para uma outra estratégia mais eficiente, né? De repente, sei lá, eu decido aprender inglês e aí eu falo: "Não, eu vou aprender com vídeos no YouTube". E aí em duas semanas eu percebo que eu não evoluir nada e não vou desistir disso aqui, isso aqui não tá funcionando, eu vou contratar um professor particular. Essa pessoa, ela não tem ali um mindset fixo, ela tá vendo, não, eu preciso me esforçar, mas esse caminho aqui, no meu caso, não está funcionando. Então, ela continua com um esforço, só que num outro caminho. O mindset fixo seria a pessoa que desiste e fala: "Não tem jeito, não há possibilidade no mundo que eu possa desenvolver isso ou tentar outra coisa, né?" Então, não necessariamente uma desistência vai apontar para um mindset fixo. Às vezes a pessoa realmente tomou uma consciência e tá tendo uma mudança de estratégia ali, né? As pessoas funcionam de de formas diferentes, né? Tem pessoas que aprendem simplesmente, sei lá, escuta um audiobook e já absorve o livro. tem pessoa que precisa ler o livro e anotar, fazer um um resumo, uma resenha para realmente fixar esse conteúdo. Então, não tem exatamente um caminho correto, né? E muito do que se explora na terapia em termos de autoconhecimento, né, como a gente estava falando aqui agora, é justamente a pessoa entender como que ela funciona, né? Qual que é o melhor jeito dela funcionar. Às vezes a pessoa ela tá com uma dificuldade de aprender simplesmente porque quem tá tentando ensinar tá tentando ensinar do jeito que a própria o próprio professor aprendeu, né? Isso que intuitivamente a gente faz. Então, se a pessoa entende que ela não, eu funciono melhor desse outro jeito e até ensina a outra pessoa a lidar com ela, funciona muito melhor, né? Então acho que às vezes a Carol vai bater numas barreiras lá nesse nessa orientação de carreira que a pessoa ainda não se conhece o suficiente para saber o que ela quer. Isso. Então vai ter essa barreira aí. Mas não necessariamente é um mindset fixo. Essa pessoa só tá tentando encontrar para que lado ela vai direcionar esse esforço dela, mas ela ainda acredita que o esforço vale a pena. Muito bem. Ô Carol, na hora de contratar, né, de contratar ou treinar, né, equipes, como é que identifica quando o profissional ele tem abertura pro novo ou que ele vai resistir eh sobre essa mudança? Você faz esse tipo de avaliação, eh como que você identifica essas pessoas assim, como é que é para você, né? Porque, tipo assim, eu sou jornalista e aí você vai fazer um treinamento de carreira comigo, de repente você percebe que eh jornalista realmente eu tô aqui porque eu tô no mindset fixo, né? Você consegue ter essa visão, como que é? Eh, eu acho que até por conta da, né? Eu também cursei psicologia e eu trabalho já há 18 anos nessa área, eu eu acredito que eu desenvolvi uma percepção muito grande com relação ao que as pessoas buscando as pessoas vêm até mim. Então assim, já são pessoas que estão em busca de um movimento, seja um movimento, né, de de carreira mesmo, né, às vezes mudar de área, às vezes mudar de empresa ou às vezes potencializar o o a parte comportamental ou a parte técnica. Eh, então as pessoas que vêm até mim, elas já vem com esse intuito de mudança. Eh, a minha a minha primeira análise logo, a minha, desculpa, a minha primeira sessão, ela é focada na base do análise do comportamento. Então, entender realmente como a pessoa está naquele momento, porque eu falo que a gente não consegue separar a pessoa física da pessoa jurídica. Então, não consegue ver, né? Não adianta, né? Tem gente que fala: "Não, aqui eu sou uma coisa, lá eu sou outra". Não, não tem como. Não tem como. Por eh, eu falo que é óbvio, a gente tem alguns personagens, né? Não tem como. Isso é é óbvio. É, mas ao mesmo tempo a nossa percepção de vida, o que eu quero para mim, isso acaba sendo, né, integrado, né? Então eu, Carol, pessoa física, o que eu quero para mim como pessoa e o que eu quero para mim como profissional. Se essas coisas não estiverem casadas, automaticamente eu vou começar a ter cada vez mais obstáculos. E é por isso que o autoconhecimento é extremamente importante, porque às vezes as pessoas querem uma coisa muito fora daquilos que daquilo que elas estão acostumadas a vivenciar, daquilo que elas eh que elas acreditam, né? E aí elas querem só por status às vezes ou só porque a alguém me disse que eu sirvo para essa área, né? Então assim, vamos entender você, vamos olhar para você. Então, a partir do momento que a gente olha, que eu olho, né, pro pro meu mentorado, eh, eu tento realmente trazer para ele o momento que ele tá hoje, o que ele tá e muitas vezes aonde ele quer chegar não é realmente possível naquele momento. E não por conta dele não se esforçar, mas porque ele precisa entender que vai existir um caminho onde ele vai precisar de mais autoconhecimento, de mais desenvolvimento técnico, de mais desenvolvimento comportamental, né? Então, se a pessoa estiver disposta e entender que é um processo Uhum. A coisa normalmente flui. Mas a gente tem ainda algumas pessoas que mesmo com a intenção de mudar, elas acabam estagnando por conta de crenças e por conta aí, obviamente, como eu falei, eh, de históricos de vida, né? Às vezes aquela pessoa que que não tem muito aquele aquele negócio de ser de ter sido incentivado, né, de ter tido elogios, de ser uma pessoa elogiada. Então, a hora que ela vai pro novo, ela vai com muito medo. Por quê? Porque quem vai ter que ser o próprio incentivador dela é ela mesma, né? Então, por isso que os recursos internos eles são fundamentais, independente da onde você quer chegar, porque é através deles que você vai conseguir se manter constante para chegar lá. Tem uma coisa que eu que eu falo bastante que é assim, eh, eu não vou até eh, a coisa d dar errado e aí eu vou parar ali e eu não vou mais seguir em frente. Eu preciso ir até dar certo. Isso. Então, assim, essa persistência, essa constância, ela é um movimento muito difícil e a gente precisa de ajuda. É muito difícil a gente sozinho, né? Então, por isso que eu eu particularmente dentro do meu processo, essa questão de atuar eh junto com parceiros psicólogos fortalece muito o meu projeto, exatamente por conta disso, porque é impossível a gente chegar em algum lugar sozinho, né? Que é possível até, mas eu acho que é um caminho muito mais difícil, muito mais doloroso e as pessoas têm uma tendência a desistir se não tiver ajuda ou esse apoio aí de outras pessoas. Ex. É porque as nossas emoções podem bloquear o nosso crescimento, né? Quando você fala de crenças e aí quando a gente fala de mindset, se a gente parar para analisar, as crenças limitantes, elas já têm esse nome, a crença que te limita, algo que você eh aprendeu lá na infância e que você cresceu com isso e que de repente você tá nesse nesse momento de desenvolvimento e aí aquela crença vem ali e limita você. Então, as suas emoções estão te bloqueando. Como é que a gente faz esse trabalho aí de mindset, de tudo? explica pra gente, Fábio, por favor, que a gente precisa dar uma desbloqueadinha, nem que seja só um pouquinho hoje. Bom, a Carol, né, a base dela de conhecimento vem da terapia cognitiva e comportamental, né, que entende que a minha forma de perceber o mundo, interpretar as situações, as relações, vai influenciar os meus sentimentos, os meus comportamentos, as minhas reações eh automáticas, às vezes, né, o comportamento reflexo, por exemplo, né, a pessoa de repente fica reativa. Então, toda a base de conhecimento que ela usou para criar o conceito no mindset vem e desse conceito cognitivo, né? E aí quando a gente tá falando de emoções, as emoções, na verdade, elas dão pistas sobre a gente, né? Então, se eu tô com medo de lidar com determinada situação, como eu falei lá no começo sobre o mindset, em relação ao pensamento positivo, o mindset tem fundamento, eu sei porquê disso, né? Então, se eu me sinto autoconfiante para fazer uma palestra, por exemplo, empresas, né, desde 2015 eu tenho uma empresa para atendimento clínico dentro de empresas e também faço palestras. Se eu já estou confiante, é porque eu sei o por eu sou capaz de fazer isso. Não é só uma crença de vai dar certo, né? Então eu tenho que fundamentar. Se eu sinto medo diante de uma situação, esse medo é um alerta. Então, meu corpo tá falando, ó, tem algum perigo aqui, tem alguma ameaça. Eu tenho que entender se essa ameaça é realmente uma ameaça, se falta desenvolver alguma habilidade para enfrentar esse desafio, se falta algum tipo de ajuda, algum tipo de suporte. E aí, como a Carol falou, eu não vou desistir, eu vou insistir até conseguir, mas não cegamente, né, fazendo esses contornos, enfrentando esses desafios. Se uma pessoa tem raiva diante de uma situação e leva isso pro consultório, um ponto é muito importante. A gente só tem raiva com aquilo que a gente se importa, né? Então, às vezes, um funcionário não tá conseguindo desenvolver determinada habilidade ou decepciona o gestor e o gestor no meu consultório fala que ficou com muita raiva, mas controlou, saiu de perto, foi embora, evitou, porque tava com muita raiva e queria entender isso. Ele tá muito frustrado, ele queria tanto que aquilo desse certo. Ele queria tanto que a pessoa pegasse de primeira aquilo que a que tentou ensinar. Uhum. Então, os sentimentos eles sempre dão pistas sobre essa nossa forma de ver o mundo, essa nossa percepção, as nossas inseguranças. Só que a gente não para aí, né? A gente entende como funciona e vai desenvolver algumas estratégias, né, dentro de algumas abordagens clínicas, né, para conseguir contornar essas situações e a pessoa atingir o objetivo que ela quer atingir, né? Excelente. Carol, você eh tem alguma história assim, algum alguma situação, né, que você pode contar pra gente de alguma pessoa que de repente chegou aí com mindset fixo e com o seu trabalho aliado ao trabalho da psicologia, você conseguiu eh eh alinhar isso e e hoje essa pessoa já tá diferente, conseguiu virar a chavinha. Olha, eh, eu atendi o, no ano passado, é uma profissional que ela tava como coordenadora de uma empresa de COMEX. Uhum. Eh, na área comercialim e ela chegou para mim assim, eh, eu vim aqui para entender qual é a área que eu tenho que mudar, porque eu não sirvo para para atuar nessa área. Ela tava 16 anos já quase atuando, eh, nesse mesmo segmento. Então, é uma pessoa super especialista. E aí, eh, conversando com ela, entendendo a empresa que ela tava, a gente chegou à conclusão que, na verdade, não era o problema, não era ela, o problema era o ambiente que ela estava. Então, dentro da empresa que ela que ela tava atuando naquele momento, era uma empresa que não favorecia o perfil dela, era uma empresa que cobrava coisas dela que ela não podia entregar. Uhum. Né? Então, eu fui trabalhando isso com ela aos poucos e a gente entendeu que o o o ideal para ela era ela fazer uma movimentação de empresa, né? Então, buscar realmente um lugar que fizesse sentido para ela. E quando a gente faz isso dentro dos aconselhamentos de carreira, eh, eu ensino as pessoas de que a gente tem 50% também de responsabilidade quando a gente faz essa mudança. Então, a gente tem que perguntar sobre cultura, a gente tem que entender quem é o nosso gestor, tem que tem que porque é uma escolha nossa também, não é porque você foi aprovado que você tem que aceitar, né, aquele processo. Então, o processo seletivo ele é pro candidato também eh ir internalizando, né, todas as questões para que ele possa tomar uma decisão que seja coerente com o momento pessoal e profissional dela. Resumindo, ela fez essa mudança. Em um ano ela teve duas promoções. Uau! ela entrou como como analista senior, como especialista, foi paraa coordenação e aí no final do ano ela se tornou gerente da área de vendas dessa outra empresa de COMEX. Então assim, é muito, muito, muito importante a gente buscar essa ajuda, porque se ela não tivesse buscado essa ajuda, provavelmente ela teria feito alguma outra mudança sozinha, porque ela não servia, né, para atuar na área comercial, né, de uma empresa de comércio exterior. E provavelmente ela teria se frustrado e aí a gente teria aí mais uma pessoa no mundo corporativo que não se sente realizada. Muito bom. Excelente. Parabéns, né? Obrigada. e o seu trabalho aliado com a psicologia é é algo assim de extrema importância, porque ah pra gente poder ter uma autoanálise, pra gente ter um autoconhecimento, a gente precisa eh de entender sobre quem somos, né? E aquela pergunta básica, né? Eu eu eu já fiz terapia e aí eu pergun quem é você, né? O que que você quer? Quem você consegue se ver daqui a 5 anos, né? Então, é algo assim que é é bem delicado quando a gente para para olhar pra gente, né, Fábio, porque às vezes a gente vai encontrar alguma coisa que a gente não quer ver e o autoconhecimento ele é dói um pouquinho às vezes, né, não? Uhum. É, eventualmente vai gerar um desconforto, né? Porque às vezes a gente tem uma idealização do que gostaria de ser, mas não é, né? Então não é ainda, né? Não está de repente, né? Então sim, vão ter algumas frustrações nesse processo, né? O processo terapêutico, se ele não gerar nenhum tipo de desconforto, ele não tá funcionando, na verdade, porque ele vai envolver mudanças, né? As mudanças naturalmente tem um um fator de desconforto ali, né? Tem um ingrediente desconforto, porque às vezes é muito conveniente, é muito confortável estar aonde eu estou, né? Por mais que eu queira atingir um outro patamar, eh, é muito confortável. viver aonde eu já estou acostumado a viver, por pior que seja, né? Então, esse desconforto da mudança, eh, a pessoa já antes tem que desenvolver justamente esse mindset de crescimento, porque ela tem que entender que esse esforço da terapia também vai valer a pena, né? Então, vai ter esse desconforto, não sempre, né? Porque às vezes a pessoa tá tão aberta, né? Ela tem um perfil mais aberto a mudanças de repente, né? que que facilita esse processo ou ela tá tão frustrada que ela quer justamente pular de cabeça num processo de transformação. Aí então não necessariamente vai ter esse desconforto, mas se acontecer algum desconforto ali, leva isso paraa terapia também traz isso pro seu profissional aí, ó, não me sentindo confortável, porque de repente essa pessoa, ela tá com um conceito do que ela gostaria de ser que não veio nem dela, né? umal vatativa familiar, vende uma expectativa do parceiro. E a pessoa na verdade não vê valor nisso, né? Então isso também é muito subjetivo, a gente tem que entender. Muitas vezes as pessoas vão pra terapia querendo qual que é o caminho certo, né? Minha carreira vai para isso ou aquilo. E muitas vezes a pessoa tem que entender qual que é o caminho que ela se identifica e fazer esse caminho dar certo, né? Esse que é o caminho. Excelente. Pode completar. É. E uma coisa que eu acredito muito é que assim, quando a gente fala sobre esse processo terapêutico, esse movimento terapêutico, eh, tem muita gente ainda é um tabu, né? As pessoas ainda têm um certo preconceito. E eu falo que você cuidar disso é um ato de coragem. É verdade, né? É um ato de amor próprio muito grande. E querendo ou não, por mais difícil que seja, né? Eu acho que quando a gente vai enfrentar os nossos monstrinhos, dói. É difícil. A gente gostaria de ser melhor para todo mundo, mas eu eu costumo dizer que para eu ser bom pro outro, eu preciso ser primeiro muito bom comigo mesmo, né? Então assim, para eu amar alguém, eu preciso aprender a me amar. Para eu aprender a ouvir alguém, eu eu tô me escutando, né? Então esse movimento ele é muito importante e infelizmente não é para qualquer um, né? a gente sabe que as pessoas elas precisam eh internalizar essa essa necessidade, porque quando eu melhor e eu falo que a a todo esse movimento da sociedade que tá acontecendo, né? Então a gente tem guerras acontecendo, né? É impossível o ser humano não se ligar nisso ou não se se comover com o que tá com com todas essas essas coisas. Hum. E como que a gente se fortalece enquanto pessoa, até para que a gente possa ser base também para outras pessoas dentro da sociedade, né? Então, conforme a gente vai se autoconhecendo, conforme a gente vai se fortalecendo, a gente fortalece as nossas relações dentro da nossa casa, nossos nos nossos relacionamentos. E a gente também pode sim ter uma consciência social de fortalecimento e ajuda mesmo. Por quê? Porque eu tô bem comigo, então eu consigo doar um pouco daquilo para quem precisa também. É, na verdade a gente transborda, né? Então o que a gente tem aqui dentro a gente vai transbordar, seja bom ou seja ruim, né, Fábio. É assim que acontece. É, eu acho que até dentro disso que a Carol falou, né, de que não é para todo mundo, eh, terapia tem que ter objetivo, né? Então, a pessoa chegar lá, eu vim para ver como é que é, né? Então, mas você tem que ter objetivo. Mesmo quando a pessoa não tem nada muito claro, ela começa a falar dos sentimentos, começa a falar dos desconfortos e isso vai sendo construído dentro do processo terapêutico, né? Mas eu gosto de falar que terapia não é para quem tem problema, é só para quem quer resolver, né? Então você tem que tá disposto a se engajar nesse processo, a a trazer dados, né? Você começa a discriminar comportamentos no seu dia a dia, né? algo, algum em algumas situações do processo terapêutico, a gente dá dá uma tarefa, né, dá um plano de ação pra pessoa, ó, então essa semana você vai prestar atenção quando isso acontecer dessa forma, você vai trazer mais dados. Eu tenho pacientes que às vezes mandam um áudio, fala assim, ó, pra próxima sessão gravo um áudio ali rapidinho de 30 segundos, só para não perder o tópico e não não deixar de trazer esse assunto pro processo, né, de de terapia, né? E o processo de terapia muitas vezes vai ter começo, meio e fim, sim, porque o que eu tava precisando trabalhar, o que eu tava precisando entender e eu resolvi. Então, sim, aí tem a tá tem a alta, né, no processo da terapia. Muito bom. E quando a gente fala em mais, percebe que a gente tá aqui falando de de adultos, né, de adultos. Eu gostaria que você trouxesse pra gente, Fábio, um pouquinho sobre a questão da criança, porque nós falamos que a as crenças limitantes, os nossos medos, eles vão influenciar na nossa vida adulta. E isso que a gente, né, tem de criança, vai influenciar na vida adulta, que pode paralisar a gente em um certo momento da vida. Então, eh, como que nós devemos agir com as nossas crianças para que a gente favoreça, eh, o crescimento e o desenvolvimento eh mental delas para quando estiverem adultas, né? Aquela questão assim, eh, às vezes muito se comenta, eh, vamos falar, como que a gente fala? Você é inteligente, né, paraa criança ou a gente diz parabéns pelo seu esforço? Tem diferença nessas duas colocações aqui. Você é inteligente, OK? Parabéns pelo seu esforço, OK? Nossa, você não conseguiu fazer isso. Essas frases, né, que são colocadas de repente até por impulso, não é por querer. A gente não tá julgando aqui, né? Eu também sou mãe. Eu sei que às vezes dá uma estressada, que criança tem uma energia maravilhosa e amém. Isso, mas essas frases que às vezes são involuntárias, elas vão ficar ali fixadas nesse cérebro que tá em desenvolvimento e que pode lá na frente vir a a ter um problema por algo que a gente acha que é tão simples, mas que fixou ali. Então, gostaria que você falasse um pouquinho da criação dos nossos filhos. Sim. Eh, realmente é estranho falar, né, do conceito de mindset pensando em crianças, né, adolescentes, porque a própria Carol quando criou o conceito, ela tava falando de um de adultos do mundo corporativo, já pensando em aprimoramento profissional. Mas sim, a gente o tempo inteiro, né, desde a infância, desde os primeiros contatos sociais, né, a gente vai desenvolvendo as nossas crenças em relação ao mundo, o nosso lugar, o nosso espaço, né? Então, sei lá, a menina na adolescência quando começa a desenvolver aquela vaidade, ela não vai achar que ela é bonita porque a mãe dela falou que ela é bonita. Ela vai achar que ela é bonita porque os meninos estão olhando para ela, estão falando mais dela, as amigas estão falando para ela que ela é muito bonita, o por ela é bonita, né? Tem tem essas situações factuais que começam a convencer. E na primeira infância, né, o o mundo da criança é muito aquele pequeno universo da família mesmo, né? Sim. Então, quando a criança eh tenta alguma coisa e falha e ela é rigidamente podada, né, tipo, ó, não tenta isso, não tem jeito, né, tudo bem. Acho que a gente tem que ter algumas alguns cuidados de segurança aí, né, também, né? Não vai falar pra criança pular de cima da estante, esse tipo de coisa, mas eh mostrar para ela, desafiar, então de repente ela vai lá, vai pintar um caderno de colorir, né? E aí você mostra, olha, hoje você pintou melhor do que aquele dia, porque você teve mais calma, mais cuidado, mais capricho. Então, olha como você consegue fazer isso. Você vai dando fundamentos. Você não tá criticando ela falando que ela é ruim, nem que ela é um super artista com talento, né? Que é justamente isso que a que a Carol recrimina, né? O talento sem o esforço, ele não promove desenvolvimento, porque a pessoa ela também às vezes acha que já é boa naquilo, então não precisa desenvolver. não precisa estudar, não precisa aprimorar, não precisa fazer nada em relação à aquilo e gera um mindset fixo simplesmente porque ela cresceu acreditando que ela já era inteligente, então ela não precisa estudar, ela não precisa desenvolver, né? Então esses estímulos vão desde a primeira infância formando o a percepção que que esse indivíduo vai ter do mundo e como que ele interage com o mundo, como o mundo interage com ele, né? E isso aí vai diversificar em cultura, né, de cada país, de cada cidade, cada tipo de criação. Tem muitas coisas que vão influenciar eh esse universo, mas sim, é desde a infância que começa a formar eh essas limitações aí. Muito bem, né? A gente precisa entender porque o mindset, claro, é algo para adulto. A gente Mas a gente também é responsável, né, pelo desenvolvimento das nossas crianças, né, Carol? Dúvida. E gostaria que você falasse mais um pouquinho sobre essa questão do mindset fixo e a mudança de carreira, né? Porque como ele trouxe a questão do mindset fixo, aquela pessoa que, né, tá ali, ó, tal, né, tá bom, é aqui, pronto e fim. E aí eu tenho mindset fixo e eu vou lá procurar você e eu não tô feliz com a minha com, né, com o meu profissional e eu tô pensando em fazer uma transição de carreira. Dá trabalho, né? Dá bastante [risadas] trabalho, viu, Ruben? E é engraçado porque normalmente essas pessoas elas já estão num estado de comodismo assim, zona de conforto total, né? Exatamente. E eh pro mundo corporativo, essas pessoas acabam sendo muito positivas. Uhum. Né? Porque se todo mundo quiser ser um diretor, quiser ser um gerente, o que que a gente vai fazer com todo mundo, né? Não, não tem como. Mas eh é muito difícil a gente ter pessoas com mindset eh fixo, que buscam aconselhamento de carreira e que seguem. Por quê? Porque normalmente a gente identifica logo na primeira sessão. Então você dá ali às vezes um exercício básico, porque como eu falei, às vezes eu já pesquei ali como aquela pessoa funciona e aí eu dou realmente um exercício básico até para aí aí vou vou dar uma um spoiler do que eu faço às vezes eh com relação à questão de de como a gente lida, né, com isso. Então, então o que que eu faço? Eu faço essa essa esse direcionamento pra pessoa ler um livro, assistir um filme, assim, um livrinho fácil de ler, eh uma coisa que seja uma percepção mais eh rápida do negócio e a pessoa não faz. Hum. E aí na segunda sessão você eu pergunto, falo, né, o que que aconteceu, né? Você teve alguma dificuldade, por que que você não me procurou antes, né, para para me dizer que aquilo foi difícil para você? Aonde que tá? E aí, normalmente essas pessoas eu acabo interrompendo o processo de aconselhamento de carreira e eu direciono paraa terapia. Ah, perfeito. Porque porque assim, eh, apesar de eu ter cursado a faculdade, eh, eu fiz inclusive especialização na parte de psicanálise, eh, eu não sou especialista em clínica, então eu não aprofundo. E aí, colocando aqui minha opinião, eu sou totalmente contra pessoas que não têm essa habilidade de aprofundar emoções e sentimentos em processo de aconselhamento de carreira, né? Então assim, eu a partir do momento que eu percebo, como eu disse para você lá no início, que o buraco é um pouquinho mais embaixo, não sou eu que vou trabalhar isso, né? Então assim, eu eu pego e encaminho realmente, eu falo pra pessoa, falo: "Olha, essa questão de você trazer, eu entendo que você quer mudar, mas para que você mude, você vai precisar entrar em contato com algumas coisas que eu, infelizmente, não consigo te ajudar." Eu acho que é uma forma que a gente acaba sendo muito fiel, né? E um, esse foi inclusive um dos motivos de eu abrir a minha consultoria, de eu poder ter essa liberdade de fazer o que eu acredito, então, de não ir contra os meus princípios, de não ir contra os meus valores, né? Então, quando eu chego num ponto que eu vejo que até aqui eu consigo ir, a partir daqui você vai precisar aprofundar um pouco mais, se a pessoa vai pro processo terapêutico, depois ela volta e já é um passo, né? Já é um movimento, né? Ah, porque chegou até você, aí você indica processo terapêutico. Se a pessoa ela, ela não for para o processo terapêutico, daí o negócio vai pegar mesmo. Agora, se deu um passo e chegou até o Fábio, uau, ó, parabéns, hein? Você vai conseguir, você consegue. É isso, né, Fábio. Sim. E isso que a Carol tava contando agora, eu até lembrei de um paciente semana passada que você vê a diferença da escuta, né? mundo ele vai julgar a pessoa, ele vai partir de pressupostos, né? Vai pegar algo que a pessoa falou e vai subentender às vezes um um uma forma de pensar que a pessoa não tem, mas vão entender que ela tem. E semana passada eu ouvi de um paciente que ele não quer ser o melhor gerente da empresa dele. Ele não quer ser. Uau! E isso no mundo corporativo, se alguém escuta essa frase, direcionaria ele, pô, esse cara tem um pensamento de mindset fixo aqui. Esse cara tá tá estagnado, só que na terapia ele tem o espaço para explicar a forma dele pensar. Por que que ele não quer ser o melhor gerente? Porque ele entendeu que na cultura da empresa onde ele está, se ele for o melhor, ele nunca vai sair dali. Ele quer ser visto como cara, não, esse cara é bom aqui, mas ele seria melhor aproveitado aqui em cima. Isso. Então assim, se ele quer ser diretor, ele entendeu que na empresa dele ele não pode querer ser o melhor gerente, senão ninguém vai tirar ele da gerência, porque ele é tão necessário ali que ele vai ficar estagnado pela cultura da empresa, não pela percepção que ele tem, né? Então, eh, a escuta na terapia às vezes vai isso, né? Que nem a Caro falou, de aprofundar, né? de entender por que essa pessoa às vezes ele poderia fazer algo ali para ser o melhor, não, mas se eu fizer isso aqui eu vou est atrapalhando a minha carreira. Então a pessoa tá agindo de forma estratégica. Na verdade, né? Isso aqui é muito interessante, é muito legal quando você começa a entender isso, né? E é muito legal da terapia também, da minha profissão, eh, como terapeuta, de conhecer de tantas áreas diferentes, né? Atendo profissionais de muitas áreas, né? Então você vai entendendo até alguns segmentos como funcionam, né? Isso é muito legal. Olha só, é interessante. Eu costumo dizer que vocês, né, que são profissionais e e da saúde mental, vocês têm uma visão ampliada daquilo que a gente tem, uma visão micro, né? Às vezes tá aqui, eh, ó, o notebook, o o tablet tá aqui, mas eu tô vendo ele aqui, mas você já tem uma visão de que ele está aqui por quando ele veio para cá, né? Qual que é o objetivo? Então isso é maravilhoso. A gente e e o programa aqui a gente traz vocês para que vocês nos ajudem a sair da zona de conforto, nos ajudem a entender que o autoconhecimento é necessário e que a gente pode virar a chave. E hoje a gente falando de mindset, eu acho que é uma conversa assim eh eh maravilhosa, porque tem muita gente que fala assim: "Ah, mindset, esse é só mais uma palavra, né, que virou moda". Mas não é bem assim. Então, uma visão bem ampliada para você. E é legal a gente entender que a gente pode, né? A gente consegue, então, mas só que a gente precisa percorrer o caminho correto para que a gente possa chegar no nosso objetivo. Agora 8:52. Produção, tá me avisando, temos perguntas, então vamos lá. Vamos lá. Pode colocar na tela pra gente, por favor, produção, por gentileza. Eh, Leandro Farias, Parque Prado, quando a pessoa diz: "Esse é meu jeito e eu não vou mudar", isso é identidade forte ou medo de encarar processos de transformação pessoal? Síndrome da Gabriela, né? Eu nasci assim, você [risadas] sempre assim, Fábio. Vamos lá. Ai, ó, depende. [risadas] Sempre depende. É porque às vezes é uma barreira que a pessoa tem, mas no sentido de ela desenvolveu essa característica por uma proteção e enquanto ela não sentir que ela não precisa estar protegida em determinado aspecto, ela realmente vai tá resistente, né, a essa mudança, né? Eh, esse conceito, né, identidade forte não é um conceito da psicologia, não é um conceito científico, não é um conceito técnico, né? É uma coisa mais de um de um senso comum que as pessoas eh chamam assim, né? Uma pessoa teimosa tem gênio forte. Pronto, falei. [risadas] Pronto, falei. Você é teimoso, tem gênio forte. É isso, né? Não tem esse negócio de gênio forte. A gente tá em processo de mudança e se a gente não se adaptar a todas as mudanças, tudo que a gente tem ao nosso redor, a gente vai sofrer, né? É. que muitas vezes se a pessoa não, em determinadas circunstâncias da vida dela, se ela não tiver esse gênio forte, ela pode ser pisada, ela pode ser massacrada em determinados ambientes. Então ela não desenvolveu isso à toa, tem que entender qual que é a função desse comportamento na vida dela. E aí aí você começa a entender vem as crenças limitantes, né, história de vida, né, porque a pessoa ficou dessa forma, né? E o legal é que a gente pode mudar, a gente tá em constante mudança. É, seria análogo uma pessoa falar que ela nunca vai parar de fumar porque ela precisa do cigarro para controlar a ansiedade dela, né? Se se as pessoa enquanto ela não deixar de trabalhar, não conseguir trabalhar a ansiedade dela, realmente vai ser muito difícil largar o cigarro ou ela vai trocar por outra compulsão. Então se a função do do comportamento de fumar tá ligado à ansiedade, eu tenho que tratar ansiedade antes de criar uma abstinência do cigarro. Examente. Então, trata ansiedade, automaticamente o cigarro ele vai ficando e segurando. Exato. Tá vendo só que legal? É o caminho que a gente deve percorrer. Isso é muito bom. Conforto o coração. Vamos lá. 8:55. Mais uma perguntinha, por favor, produção, na tela. Vai me avisando aí, tá? Eh, Vanessa Rocha do Bom Fim. O medo de errar, a como é que é? O medo de errar ainda pesa mais do que a vontade de aprender nas decisões de carreira, especialmente em cargos de liderança. Vamos lá, Carol. Eu não acredito que o medo de errar seja o principal foco nessa nessa questão. Uhum. Eh, quando a gente fala sobre, eh, eu tenho medo e aí eu por conta disso, eu não vou me desenvolver, eu não vou atrás de outras coisas porque ai aí eu vou vou errar. Isso tem a ver com crença. Aham. Aí o medo paralisa e aí a gente para exatamente. E assim, eu acredito muito, Rúbia, que eh quando a gente se coloca, né, numa posição de eu quero algo a mais ou quero mudar um comportamento, porque isso me causa desconforto, porque isso me deixa triste, porque isso não tá alinhado às expectativas que eu tenho, eh, isso faz com que a gente se movimente. Se vai dar certo ou não, é, é impossível de garantir, né? É, eu falo que se a vida fosse previsível, né, a gente tomaria decisões, né, e as coisas seriam muito, muito mais eh fáceis. Porém, eu também entendo que aí a gente perderia o movimento natural da vida, né? Porque através dos acertos, através dos nossos erros, através desse nível de conscientização, eh, que a gente consegue ser pessoas melhores, né? E é o que eu sempre digo, eu sempre trago muito isso, eu tenho que ser melhor para mim. Perfeito, né? Então, o que realmente eu faço hoje para que eu eu esteja eh me desenvolvendo dentro da minha carreira, né? né? Então assim, eu quero ser realmente líder, então eu vou entender quais são as competências que eu preciso desenvolver, quais são os caminhos técnicos, né, também que eu preciso aprender para chegar onde eu quero. E isso não é uma garantia de que vai dar certo. Uhum. Né? Então tudo vai influenciar, vai influenciar o seu movimento, vai influenciar a o lugar que você tá, a cultura da empresa que você tá. Então assim, se você tem o interesse em ser líder, eh, acredite, faça acontecer e faça até dar certo. Pode ser que demore mais do que você espera, mas eu acho que desistir para quem quer alguma coisa não pode ser uma opção maravilhosa. 8:57. Dá tempo para mais uma pergunta, produção? Bora que bora. Vamos lá, então. Thiago Pacheco do Parque Itália. Tem gente que se cobra eh o tempo todo e mesmo assim sente que não evolui. Quando a autocrítica deixa de ajudar e passa a bloquear o crescimento emocional, muito boa, Thaago, porque tem gente que se cobra mesmo, né, Fábio? Sim. Muito legal a pergunta aí do Thiago é justamente porque o foco dessa pessoa, né, da situação que ele criou tá no resultado. Então ele só tá condicionando que o esforço dele vai valer a pena se ele atingir o resultado. Como a Carol acabou de falar, tem coisa que a gente ainda não sabe se vai dar certo ou não. Então o foco precisa ser: eu fiz o que era necessário, eu fiz o que estava dentro do meu alcance. De repente até analisar o que fez dar errado, foi algo que eu poderia controlar, era algo além do meu controle, né? A gente falou ontem, nossa, caiu uma tempestade, você não controla o dia que vai chover, o dia que não vai, né? Então eu vou entender a situação da seguinte forma. O meu esforço valeu a pena se eu fiz o que eu deveria fazer. Atingir o resultado pode ser ou não uma consequência desse processo, né? Então essa autocobrança quando ela fica muito condicionada a só atingir os resultados, eu não controlo. Eu não tenho certeza que eu vou atingir aquele resultado ou quando eu vou atingir, né? Porque pode ser que com longevidade, com constância aí, com disciplina, eu vá atingir, sim. Mas como eu não controlo isso, não adianta eu pautar o meu esforço só para quando atingir o resultado. Cada resultado não atingido vai minar a minha motivação, vai criando esse desconforto aí. E a autocobrança acaba sendo punitiva, né? Eu tenho que pensar mais me automotivar do que me autocobrar. Acho que é esse o caminho aí para esse essa situação que ele trouxe. No mundo corporativo. Isso tem muito, né? Tem. E eu, só para complementar, é, acho que o Fábio trouxe uma fala muito, muito completa sobre isso, mas autocríticos, normalmente eles têm uma escuta também muito crítica, né? Então tudo que é dito a pessoa leva para dentro como ela ela só escuta a crítica, né? Ela não escuta. Às vezes você pode dar falar três elogios, né, Fábio. Aí uma coisa que você diz, ela leva aquilo pro coração e entendeu? Então assim, a gente precisa entender, então se você tem essa essa percepção sobre você, começa a perceber também como as pessoas se comunicam com você e não leve só aquilo que é dito como um ponto de desenvolvimento, né? Veja também o que você é bom, né? Porque às vezes a gente olhar só para aquilo que a gente precisa desenvolver, a nossa energia vai ser dispendida tão grande naquilo que o que você é bom, você deixa de lado, né? Então eu acho que isso também é uma questão da gente se acolher mais e não ficar só na no movimento de eu preciso melhorar isso, eu né? Então eu acho que isso é um ponto importante também. E como que a gente percebe no que a gente é bom? Como é que a gente faz essa essa autoanálise, né? De repente alguém fala: "Vamos lá, eh, uma crítica e três elogios, só que daí eu vou guardar no meu coraçãozinho só a crítica, né? Como é que eu me percebo? Porque nós somos únicos. Eu tenho as minhas qualidades, os meus defeitos, vocês também. E que tal a gente focar nas nossas qualidades e tentar resolver os nossos defeitos? Ser, é tão fácil falar, né? Mas e como é que a gente faz isso tudo? É, né? Na na teoria é tudo muito bonito, né? É, mas justamente esse processo, né, de de autoconhecimento, eu tenho que tá aberto a ouvir uma crítica. Eu tenho que tá aberto ouvir uma sugestão. Como eu falei antes, a gente se conhece muito através do meio, através das relações. Às vezes eu falo algo para uma pessoa e essa pessoa entende diferente, né, do do que eu queria dizer, ou ela entende uma intenção minha diferente, tá? Eu posso mudar a minha forma de falar, eu posso entender qual que era o contexto no qual aquela pessoa ouviu isso, né? Então, tem uma série de variáveis aí que que a gente pode trabalhar no consultório para desenvolver, mas sim, a gente vai se conhecer através do meio e como a Carol acabou de falar, a gente tem que levantar esses fatos também das coisas positivas, né? Eu tenho que ser funcional. Uhum. E isso muitas vezes é até um sintoma que começa a levantar uma suspeita, por exemplo, de um processo depressivo. Se a pessoa ela tem um viés, né, um direcionamento de pensamento e que tá muito negativo, né, pode ser um sintoma de um quadro depressivo e aí pode ter uma alteração neurológica, o cérebro dessa pessoa não está como deveria estar, aí entra parceria com um psiquiatra também, com medicamento, né, tem vários tipos de depressão também. Então, eh, tem casos, por exemplo, de depressivo que a pessoa, sei lá, passou uma tarde, teve, sei lá, 12 coisas boas, mas é, e como foi? Ah, foi, não foi tão legal quanto poderia ser. Só que se esse poderia ser tiver muito idealizado, ele não é atingível, né? Então, essa pessoa deixa de desfrutar, deixa de aproveitar. Mas é um exercício, é um exercício constante, né? Tem várias estratégias, né? Uma estratégia é no final do dia fazer um uma recapitulação aí, né, um diário mental de coisas boas e coisas ruins que aconteceram. O que que eu vou fazer com essas coisas ruins? Que que eu vou aprender disso? Como que eu vou lidar com isso? As coisas boas, como elas também ajudam a me fortalecer, como elas criam uma crença de que eu sou capaz de fazer alguma coisa. E é um processo, é um processo diário, eterno. Aí a gente tá sempre em mudança aí, não? Ai, vocês são sensacionais. ser tão bom conversar com vocês. Eu falo todo dia isso no programa. Acho que a minha direção fala assim, ó, Rúbia de novo. Mas é maravilhoso falar com vocês. A gente abre a mente, né? E eu eu só tenho agradecer a participação. Agora 9:3 a gente vai encerrar. Então, considerações finais, né? Eh, Carol, Carolina, Carolina. E eu chamei a o programa inteirado de Carol porque o Fábio falou Carol e eu já ó, bora Carol. Carol, ô Carol, muito obrigada, viu, pela sua participação. Que maravilha terminar a semana com todo esse conhecimento que vocês passaram pra gente. Muito obrigada. Gratidão. Eu que agradeço. Eh, é um prazer eu sempre poder contribuir, trazer um pouco daquilo que eu [música] vivencio na minha vida e espero aí que a gente possa ter tocado, né, o coração das pessoas, a mente das pessoas e que a gente possa sempre acreditar que a gente pode ser melhor desde que a gente realmente [música] queira fazer a diferença. Obrigada pelo convite. Maravilha. A gente que agradece, Fábio. Que legal vocês se completando aqui, né? eh eh um falando, o outro pontuando. E eu acho que fica gostoso quando a gente sai do roteiro, porque a gente traz a naturalidade pro programa, porque é assim, é o que somos, né? Então é é muito importante isso. E vocês, caramba, entregaram super. Muito obrigada. Obrigado, Rúbia. Obrigado ao acolhimento aqui também. Foi super gostoso. Acho que fluiu super legal aqui a a conversa. [música] E como a Carol falou, é legal trazer um pouco da nossa experiência, do nosso conhecimento, expandir um pouco o alcance disso, né? Eu acho que a gente vive hoje uma época que eh conceitos da psicologia estão muito na moda, mas entender realmente para algumas coisas funcionam, acho que faz toda a diferença. Aí até para não se culpar, não se autocriticar, não se autodiagnosticar, eu acho que a gente tem que ter esse cuidado aí. Então, qualquer dúvida, qualquer preocupação, procura aí um profissional, verifica a formação dele. É isso aí, é um prazer tá aqui hoje. Ah, prazer é todo nosso e continuem, a gente precisa muito de vocês, viu? Gratidão, tá? E é isso, gente. Hoje nós aprendemos que mindset não resolve todos os nossos problemas, não, mas nos dá a coragem necessária para enfrentar [música] o mundo de frente, né? Muito obrigada mais uma vez aos nossos convidados. Eu quero lembrar você que segunda-feira, bom, segunda-feira a gente vai falar sobre o caso do cão orelha, que mexeu com todos nós e abriu um debate urgente. Afinal, a crueldade com animais é sempre [música] um sinal de psicopatia. No estúdio Câmara de segunda-feira, a gente vai tentar descomplicar esse tema e [música] tentar explicar de forma clara a diferença entre psicopatia e sociopatia, tá? E como o cérebro processa a empatia. Eh, tudo isso num bate-papo humano, leve, baseado na ciência. O nosso foco é entender esses sinais [música] sem eh julgar, tá? buscando sempre aí um caminho da prevenção, porque conhecimento é proteção e informação é o primeiro passo para o cuidado, né? Informação transforma. Então é isso que a gente vai trazer na segunda-feira. A gente vai falar sobre o caso do [música] cão orelha, combinado? A gente te espera então na segunda, a partir das 8 da manhã com mais uma edição do nosso estúdio Câmara ao vivo. Eu quero me despedir de você, feliz da vida. Fechamos a semana, cestamos com chave de ouro. Vamos embora mudar esse mindset aí e vamos ter um final de semana abençoado e maravilhoso. Obrigado, equipe. Pessoal do grupo Mais aí ó, nota 10. E daqui a pouquinho nós temos a ÍRA direto da Central Iá, trazendo informações atualizadas do Brasil e do mundo e também aqui da nossa metrópole, estado de São Paulo. Depois, meio-dia, temos Câmara Notícia com informações aqui de Campinas [música] e do Legislativo que retorna logo em breve. Então, as reuniões ordinárias e todo o movimento do legislativo [música] aqui da cidade de Campinas. Um abraço grande para você. Tudo de bom. Bom fim de semana. Se cuide e até segunda. Ciao [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música]