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Estúdio Câmara | Meditação: como ajudar corpo e mente + tipos e como começar
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Estúdio Câmara | Meditação: como ajudar corpo e mente + tipos e como começar

41 views Publicado 18/11/2025 HD · 50:30

Descrição do vídeo

A meditação tem ganhado cada vez mais espaço como uma das práticas mais eficazes para equilibrar corpo e mente em meio ao ritmo acelerado da vida moderna. Com o acúmulo de estímulos, excesso de telas, ansiedade crescente e dificuldade de concentração, muitas pessoas têm buscado maneiras simples, práticas e acessíveis de desacelerar. Entre elas, a meditação se destaca não apenas por ser uma atividade milenar, mas por oferecer benefícios comprovados pela ciência — desde melhora na imunidade até redução significativa do estresse. No episódio de hoje do Estúdio Câmara, vamos entender o que realmente significa meditar, como essa prática atua no corpo e no sistema nervoso, e quais são os tipos mais conhecidos, como mindfulness, meditação guiada, respiração consciente, meditação ativa e práticas clássicas do yoga. A ideia é mostrar que meditar não é "parar de pensar", mas sim aprender a observar a mente com mais gentileza, foco e equilíbrio emocional. Para essa conversa, recebemos duas especialistas que dedicam suas vidas ao estudo do bem-estar, da presença e do autoconhecimento: Chiara Pinatto Gehring, professora de Yoga e Mindfulness; e Mariana Monteiro, especialista em yoga e meditação para crianças e idealizadora do Método YSE – Yoga Sentimentos e Emoções. Cada uma traz uma visão complementar sobre a importância da meditação no cotidiano, inclusive para aqueles que acreditam não conseguir “desligar a mente”. Chiara compartilha sua jornada desde o mundo corporativo até a vida dedicada ao yoga, trazendo sua experiência em gestão emocional e práticas que integram respiração, posturas e presença. Sua abordagem mostra como a meditação pode ser incorporada à rotina de forma leve, prática e transformadora, mesmo para quem não tem familiaridade com a prática. Já Mariana apresenta uma perspectiva única e profundamente necessária: a meditação na infância. Seu trabalho com o projeto Pequenos Mestres e com o Método YSE tem transformado escolas, famílias e crianças ao introduzir práticas de escuta emocional, consciência e autocuidado dentro e fora da sala de aula. Ela explica como as técnicas de meditação ajudam crianças a reconhecer seus sentimentos, nomear emoções e desenvolver habilidades essenciais para uma vida mais equilibrada e saudável. Além de entender os benefícios emocionais e fisiológicos da meditação — como redução do cortisol, melhora do sono, aumento da criatividade e maior clareza mental — o programa também explica como qualquer pessoa pode começar. Dicas simples, como reservar poucos minutos por dia, criar um ambiente tranquilo e usar meditações guiadas como apoio, mostram que a prática é mais acessível do que se imagina. Este episódio é um convite para desacelerar, respirar e se reconectar consigo mesmo. Em um mundo que exige tanto da mente e do corpo, a meditação se torna uma ferramenta poderosa de autocuidado, de presença e de construção de saúde emocional. Assista, participe nos comentários e compartilhe sua experiência — sua jornada pode inspirar outras pessoas a iniciar a prática e transformar o cotidiano com mais leveza e consciência. — Continue assistindo conteúdos incríveis em nossas playlists: 📺 YouTube: https://www.youtube.com/@tvcamaracampinas 🌎 Conecte-se com a gente nas redes sociais: 📸 Instagram: https://www.instagram.com/tvcamaracampinas 🎵 TikTok: https://www.tiktok.com/@tvcamaracampinas 📘 Facebook: https://www.facebook.com/tvcamaracampinas 🎙️ Spotify: https://creators.spotify.com/pod/show/tvcamaracampinas

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Olá, muito bom dia para você que acompanha a programação da TV Câmara Campinas. Tudo bem por aí? Por aqui tudo ótimo. Seja muito bem-vindo. Estamos chegando com Estúdio Câmara nesta terça-feira, 18 de novembro. E o nosso assunto de hoje é um convite ao sossego da mente e ao reencontro com a nossa atenção. Hoje nós vamos falar sobre meditação. Embora tenha nascido em tradições orientais, a meditação é acessível a qualquer pessoa. E olha, durante a pandemia ela cresceu 45% no Brasil. Cada vez mais pessoas procuram essa prática para equilibrar o corpo e a mente. E a ciência acompanha esse movimento. Estudos mostram benefícios que vão desde a melhora do sono até mais foco e estabilidade emocional. Então, para entender porque essa prática que atravessa séculos e culturas está presente no nosso dia a dia e também como ela pode ser aliada eh nos nossos dias para melhorar a nossa concentração, nosso bem-estar. A gente já conta com duas convidadas especiais e você vai daqui a pouquinho interagir conosco e manda sua mensagem pra gente, né? Você consegue meditar? Que que você acha da meditação? Você conhece realmente o que significa, né? Você sabe a meditação? A gente vai tentar entender hoje e vamos tentar aprender também a nos conectar com nós mesmos, tá bom? Agora, então, enquanto você manda sua mensagem, telefone tá na tela, 19979377, a gente atualiza algumas informações para você, combinado? Vamos lá, então. A Câmara Municipal de Campinas realiza hoje, daqui a pouquinho, às 9 da manhã, uma audiência pública para discutir o aumento dos casos de violência contra profissionais de enfermagem no exercício da função. O encontro será no plenário José Maria Matozinho, foi proposto pelo vereador Wagnero Romão, e terá participação de entidades ligadas à saúde e representantes dos trabalhadores. A audiência vai debater causas, impactos e possíveis soluções com foco na criação de políticas públicas que assegurem condições seguras e valorização da categoria. participam do debate o Corém São Paulo, o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Campinas, o Sim Saúde e representantes de diretórios acadêmicos da área. E à tarde, às 2 horas, a comissão de meio ambiente da Câmara de Campinas vai realizar uma reunião no plenarinho do legislativo para discutir a criação de uma subcomissão de segurança hídrica. A proposta é de é do vereador Wagner Romão e tem como objetivo acompanhar e articular políticas municipais. relacionadas à segurança da água, incluindo o processo de renovação da concessão do sistema Cantareira prevista para maio de 2027. A reunião também vai abordar os possíveis reflexos da COP 30 nas políticas ambientais do município com foco em sustentabilidade, proteção dos recursos naturais e alinhamento às diretrizes internacionais. Tudo isso que eu falei para você, você acompanha ao vivo aqui na TV Câmara Campinas. também pode acompanhar pessoalmente lá, presencialmente no plenário da Câmara, pode passar por lá, seja muito bem-vindo. A casa é sua, combinado? Então tá, agora nós vamos com a previsão do tempo para hoje, porque olha só, nós temos previsão de chuva à tarde, tá gente? Então, a terça-feira começou bem, né? Segue aí com sol entre nuvens agora pela manhã, mas à tarde e à noite tem e possibilidade de chuva e temporal, tá bom? Mínima 19, máxima 24º. Essa é a previsão do tempo para você aqui para a nossa metrópole. E agora nós vamos ao nosso tema central, em um mundo onde tudo parece urgente, né? A gente corre demais. E a prática de silenciar a mente, observar a própria respiração, acabou se tornando uma ferramenta poderosa de autocuidado, porque às vezes a gente nem percebe que a gente respira. No programa de hoje, a gente vai entender como a meditação funciona, porque ela é tão eficiente e como qualquer pessoa pode começar a praticar mesmo com pouco tempo. Então, para isso, claro que nós temos duas convidadas aqui especialistas no assunto. Então, a gente dá as boas-vindas. Queapinato, ela é formada em rata yoga com especialidade em yoga hormonal. Gratidão pela sua presença. Seja bem-vinda. Bom dia. Obrigada. Bom dia, Rúbia. Bom dia, Mariana. Bom dia. Muito obrigada. Vamos lá. Mariana tá aqui com a gente também porque ela vai completar o nosso time. A Mariana é psicóloga, a Mariana Monteiro, ela tem eh ela trabalha com pesquisas eh sobre os impactos emocionais cognitivos da meditação. Seja muito bem-vinda. Bom dia para você. Bom dia, Rúbia. Só ratificando que não é, não sou psicóloga, sou especialista em meditação, certo? E educação emocional para crianças. Algum. Maravilha. Tá bom? Então, ótimo. Muito bem, gente. Então, a gente já começa falando sobre essa questão da meditação, né, Queara? O que que é meditar de verdade? A gente sempre ouve que meditar não é pensar nem refletir, mas sim esvaziar a mente, se conectar com agora. Agora, como é que como é que a gente vai conseguir esvaziar a mente? Me conta nesse mundo tão corrido e tão frenético. É assim mesmo que é a meditação? explica pra gente. Bom, meditar na prática é um treinamento que a gente faz de forma diligente. Eh, então, assim como a gente aprende, aprendeu a engatinhar, andar, nadar, andar de bicicleta, a gente pode treinar a nossa mente de forma de maneira formal, então sentada ou caminhando ou se exercitando ou também de formas ou de maneiras informais. Então, enquanto eu me alimento, enquanto eu lavo uma louça, enquanto eu converso, então é a gente ficar de forma presente naquela atividade que eu escolhia fazer. Então, se eu escolhi conversar com vocês, se eu escolhi eh no meu trabalho, se eu escolhi fazer uma atividade física, se eu escolhi sentar e prestar atenção na minha respiração, como eu fico ali de forma eh disciplinada, prestando atenção momento a momento naquilo que eu estou fazendo. É claro que a mente vai se distrair, porque como você disse, vivemos no mundo lotados de informações. Estamos todos por aqui recebendo vários fatores estressores. como que eu fico momento a momento me lembrando do foco aonde eu escolhi colocar minha atenção. Então, se eu estou prestando atenção na respiração, minha mente vai se distrair, vai pra lista de compras, vai para outros afazeres. Como eu percebo isso sem julgamento e volto e sigo pro meu foco eh seja nessa prática sentada formal, ou seja, fazendo as atividades do dia a dia. Então, quando eu eu escolho um único foco e volto sempre para ele quando eu estou me distraindo, desafiador. Se você, ó, se na prática formal, a gente vai tentar sentar, respirar e meditar, muitas vezes a gente não consegue. Bom, eu já tentei várias vezes, depois eu conto aqui para vocês o que que deu. Imagina fazendo aí as atividades do dia a dia e meditando. Olha que coisa, hein? é uma prática muito, é um exercício muito forte aí pra nossa mente. A gente vai tentar fazer isso, né? Agora, Mariana, muitas pessoas acham que meditação é só relaxamento, mas a neurociência diz e que é uma atividade mental intensa, né? O que que acontece com a gente, com o nosso cérebro, principalmente, né, quando a gente medita? Qual que é a avaliação que você faz da meditação? Eh, o que que ela traz de benefício pra gente? Como é que você trabalha isso? Então, eh, em primeiro lugar, é legal tirar alguns mitos. Uhum. da meditação, porque senão fica essa coisa de que é muito difícil, muito desafiador. E a meditação é algo muito simples. Por exemplo, eu que trabalho com criança, eu digo assim, as crianças elas já nascem meditantes, elas já são naturalmente meditantes, elas estão em estado de presença plena sempre. E a gente como adulto que atravessa esse estado. Então a gente já vem com uma mente preparada para meditação, digamos assim, né? Pros estados de pausa, pros estados de contemplação. Então quando a gente chega com um adulto, essa geração, né, desses adultos mais bagunçados e acelerados que somos e atravessamos esse estado natural da mente, é muito eh, como é que eu posso dizer? É muito desafiador pensar em como voltar para esse estado. Mas quando você pensa, que nem a Kara falou nas coisas do dia a dia, se eu estou lavando louça, eu estou lavando louça nessa tensão. É levar o estado meditativo pro seu dia a dia, fazendo pequenas pausas. E você vai perceber isso totalmente no seu corpo, o seu cérebro, os seus pensamentos irem desacelerando, eh, suas batidas cardíacas irem também se desacelerando, todo o seu equilíbrio emocional também ir se acalmando, todos os benefícios que a meditação vai te trazer. Excelente. É muito interessante a pontuação de vocês, porque eh tem estudos que mostram que a meditação ela ativa regiões relacionadas ao foco, a compaixão e até muda os padrões de ansiedade, né? Isso tem um impacto enorme na nossa vida. Agora, Kiara, essa prática nasceu eh lá atrás e me corrija se estiver errada, a gente teve uma pesquisa e aí é tradições hindus, né, e taoístas, é assim que fala. E aí depois eh foi expandida eh pelo budismo, mas hoje ela tá integrada aqui no ocidente. Então eh eu gostaria que você explicasse pra gente por que que essa essa rotina eh esse exercício ele se encaixou tão bem pra gente aqui, porque principalmente depois da pandemia eh cresceu a os adeptos à meditação. Você concorda? Sim, sim. É, essa prática ela existe há mais de 2500 anos. Eh, e graças a John Kabatsin, que é um uma pessoa que mora nos Estados Unidos, ele é ele é norte-americano, ele é da área da ciência de ciências biológicas, é um grande praticante eh de meditação e na década de 70, mais especificamente 1979, ele criou um programa secularizado que a gente fala, né, que é é livre de qualquer aspecto religioso. Eh, e ele fez um programa de oito semanas estruturadíssimo, baseado, né, nos ensinamentos eh milenares, eh, e um programa para reduzir, paraa redução do estress e controle da dor. Então, ele testou esse programa de oito semanas. E por que oito semanas? porque era o que o convênio médico norte-americano pagava, né, o seguro norte-americano pagava pro pro pros clientes. Então ele desenvolveu esse programa estruturadíssimo para fazer todo o manejo do estress, todo o manejo da ansiedade, todo o controle da dor para que as pessoas, como a Mariana disse, eh entenderem essa conexão mente, corpo, corpo e mente. Eh, então, eh, é uma uma técnica que se chama mindfulness, baseado e na redução de estress. Então, mindfulness significa atenção plena. Eh, e aí foi esse esse protocolo, né, como a gente fala, foi testado, eh, em muitos laboratórios e ele é cientificamente comprovado que ele funciona pro maneiro do estress, da ansiedade, controle da dor, para que a gente possa então regular eh as nossas emoções, eh melhorar, trazer benefícios para pra gente mesmo e também pro relacionamento, pros nossos relacionamentos, como você disse, essa questão da compaixão. Uhum. Então, como que eu olho para mim, né, essa autocompaixão, mas como eu também amplio minha visão sobre mundo, onde todos aqui estamos eh querendo ser felizes, livres do sofrimento e como que a gente usa essas técnicas milenares, mas também que são comprovadas eh pela ciência a cada ano que passa os estudos eh sobre os benefícios crescem. Então, independente de religião, eh o o mindfulness ele ele é tratado como secularizado, né? qualquer pessoa pode pode praticar. Excelente, né? Principalmente nos dias de hoje, eh, ainda tem, mas é pouco, poucas pessoas que ainda t assim uma é uma resistência a essa questão da, da saúde mental, né? E a meditação ela encaixa com a saúde mental porque traz pra gente uma leveza. Eu acho que até é algo que Mariana me corrija se eu estiver errada, mas a questão de você meditar, você consegue eh entrar nessa busca pelo autoconhecimento, porque tá todo mundo hoje buscando o autoconhecimento para poder entender o que somos, para onde vamos, o que queremos, né? E aí acho que a meditação seria um ponto assim principal pra gente internalizar, pra gente voltar para dentro de si e opa, pera aí, quem sou eu? Né? Qual que é a influência da meditação na busca do autoconhecimento na sua concepção? Sim, Ruba, eu digo que a meditação é o principal portal pro autoconhecimento. Tanto é que olha que lindo agora essas gerações, essa geração que a gente tá, crianças de 5 anos podendo ter acesso ao autoconhecimento, né, através de práticas de meditação, através do yoga. Então o se já faz benefício, né, como a Kara falou para nós adultos, imagina agora uma geração que começa a ter acesso a tudo isso desde dos 5 anos de idade, por exemplo, e até antes, né, a gente tem aulas de eh baby yoga que já começa com, né, que nem a cuidar desse desse campo sutil da criança. Então, é muito lindo, muito importante e vital, né? As crianças elas estão muito para fora, né? É, a tela entregue cedo demais. Eh, é muito estímulo o tempo todo, que nem eu falei, são os adultos que atravessam o tempo da criança. E muitas vezes, olha só que interessante, Rúbia, a meditação chega pros pais através dessas crianças que estão vindo fazer yog meditação comigo e com outras professoras que estão, né, oferecendo essa oportunidade agora. Porque os pais levam a criança, né? Quero este filho. Normalmente eles vão, né? Quero esse filho mais calma, calma essa calma essa criança aí para mim. Mas eu digo assim, né? A criança nem é uma frase minha, mas e eu gosto dessa frase, não me lembro agora de quem é. Eh, a criança não é causa, né? A criança é sintoma. Sim. Exato. Então, a criança ela tá espelhando ali o contexto em que ela vive. a criança tá espelhando as relações, né, com quem ela tá tá integrada ali e tudo que ela tem contato dentro do campo do yoga e da meditação, ela leva para casa e esses benefícios se multiplicam para aquele campo familiar, se multiplicam pro campo escolar, para todas as relações dela. A criança, na verdade, é é um ser multiplicador mesmo, né? a gente pode um simples exemplo é a questão do trânsito, né? A criança na escola aprende que não pode avançar o sinal vermelho, né? Então, e o amarelo é atenção. E aí quando o pai vai e e tá o amarelo ali, não, pai, não pode. Então a criança multiplica. Agora, nessa questão da yoga, eu achei muito interessante porque a criança geralmente ela tem muita energia, é natural da criança isso, né? E hoje nós temos eh crianças neurodivergentes. E eu acredito que você falando, não conheço a prática de yoga para crianças. Isso para mim é muito novo e é muito interessante porque se a gente associa a criança neurodivergente com a yoga deve dar uma conexão muito boa, mas me faz parar para pensar qual é a parte mais difícil para você nesse nesse alinhamento, né, da infância, né, da criança, que a gente sabe que é natural ter energia e a yoga, a meditação, qual que é a a parte mais difícil. Qual que é o seu desafio? Então, o desafio é lidar com eh a expectativa dos adultos, né? Porque é totalmente diferente o que a gente espera de uma aula de de yoga e de meditação para um adulto do que a gente espera ali de uma aula de yoga e meditação para uma criança. Então, a gente não propõe, por exemplo, uma aula de meditação para criança, a gente não propõe tempo. Uhum. a gente propõe uma experiência. Então você propõe ali uma experiência e uma vivência e aguarda o que vai acontecer ali. E tem crianças que se entregam super e a gente fica ali olhando e a gente, o nosso papel é não interromper. Então eu digo que tem essas crianças que já vem com um chipe, né? Parece que elas já vêm com um chip para isso, né? Paraa meditação e para esses assuntos desse desse campo sutis. e outras crianças que cada uma tem ali o seu tempo e onde eh a aula de yoga ela é muito gentil, né, em relação a isso, muito respeitosa ali com aquele ser. Então é um ambiente onde não tem competição, onde não tem julgamento, onde não tem crítica, onde a criança ela é realmente vista como um ser único e integral. Então, é muito lindo assim o o desenvolvimento e tudo que a gente que a gente observa de crescimento, tanto na saúde mental, na saúde mental, na saúde mental, na saúde emocional e naquele ser. E novamente eu vou frisar isso e no que ela leva para dentro da família. É muito muito muito importante esse, esse apêndice assim que a criança que a criança faz. né? Então eu falo que realmente educar a partir de dentro é o único caminho que faz sentido, gente. Então imagina eh o ser humano, ele sempre foi de fora para dentro. Imagina agora que a gente tá começando a criar uma humanidade que vai primeiro se olhar para depois ir para fora. Vai mudar tudo. Nossa, que beleza. Que beleza, né, Kara? Porque se a gente para para pensar assim, que oportunidade maravilhosa que estamos tendo, que tabu que estamos quebrando, né? E que bom que está acontecendo, porque a gente precisa mesmo de mais calma, mais tranquilidade, porque nossa vida tá corrida demais e a meditação vem para nos dar esse apoio. Agora, ah, são vários tipos de meditação, né? Você pode explicar pra gente? Tem aquela meditação guiada que às vezes eu faço também, acho bem interessante, mas às vezes o meu cérebro não quer fazer e aí eu acabo me irritando, eu falo: "Não, vou ficar ouvindo". E acabo desligando. Por que que isso acontece? Eu estou com a, eu acho que não acontece só comigo não, principalmente quando a gente fala de meditação guiada, né? Porque às vezes a gente não tem aí eh eh oportunidade de estar próximo a um profissional, né, de meditação e aí a gente tem a oportunidade ler na internet, daí você vai meditação guiada, é Luiz Rei, gosto muito. Houve um tempo que fiz muita meditação guiada por ela, só que chegou um momento que eu ouvia, eu me preparava para meditar, mas eu começava a ouvir aquilo, aquilo começava a me irritar. O que que acontece com o nosso cérebro? É um negócio que você gosta, um negócio que faz bem e aí de repente te dá um impacto. O que que acontece com a gente? Bom, então só você tentando separar em dois momentos. Vamos lá. Isso. Vamos lá que é muita coisa para para entender. O primeiro assim eh meditação, então é é amplo, né? Assim como esporte. Dentro do esporte a gente tem ginástica artística, natação, eh ipismo, e golf e assim por diante. Dentro da meditação, a gente então tem a que eu sou especialista, mindfulness, que é atenção plena, aí tem meditação transcendental, tem zazem, eh tem uma série de outras, né, infinitas possibilidades de meditação, mas eh todas levam para essa esse lugar de viver o momento presente como ele é, né, pra gente poder eliminar os nossos sofrimentos e ter uma uma qualidade de vida melhor. Então, treinar o nosso cérebro para que ele eh esteja presente enquanto eu estou fazendo uma atividade. Então, assim, eh a gente só vai parar de pensar o dia que a gente morrer, né? Enquanto isso, a gente vai pensar, nossa mente ela foi criada, o nosso cérebro ele foi criado para isso, né? e subdividido em várias em várias partes. Então, com esse aumento de informações e estímulos que a gente recebe o tempo todo, eh, então, principalmente a questão a questão das telas, então a gente a o nosso cérebro está diligentemente sendo treinado para ser distraído. E a hora que eu sento no silêncio, em busca, né, daquilo que eu sempre fui, e eu só esqueci que eu sou calma, que eu sou tranquilidade, que eu sou presença, o cérebro e e a as outras questões aqui no meu corpo, a minha mente, ela começa a ficar inquieta, meu Deus, eu preciso fazer aquilo que eu tô viciado. Quer ficar em tela, quer falar com milhares de pessoas ao mesmo tempo. Eh, a gente cai naquele mito mito do multit mito do da multitarefa, que eu posso fazer milhares de coisas ao mesmo tempo. Não, o cérebro ele gasta muita energia, né? Porque eu tô fazendo uma atividade, aí eu interrompo. Aí para eu voltar para aquela atividade que eu tava fazendo, o cérebro gasta muito mais energia. Eh, então é normal, né? É normal a gente eh se distrair, ficar irritado, porque a gente quer fazer outras coisas, porque a gente passa 23 horas e 10 horas do nosso dia, 12 horas do nosso dia fazendo, eh, como a gente brinca, né? uma mente de macaco, a gente fica pulando de galho em galho, né? E a hora que a gente senta para falar: "Não, agora eu vou respirar, eu vou prestar atenção na minha respiração, no fluxo dos meus pensamentos, eu começo a ficar inquieta." Então, por isso que que é um treinamento, né? é um processo de desenvolvimento, assim como a prática de yoga, meditação, eu começo com um minuto, prestando atenção na minha respiração, depois 5 minutos, depois eu aprendo a meditar caminhando, depois eu aprendo as práticas informais para eu ir salpicando durante o meu dia. Então, hoje em dia é impossível ficar 40 minutos sentado, né? Antigamente era possível, mas hoje são poucas pessoas que conseguem ficar 40 minutos meditando. Então hoje tem práticas mais simples, onde eu faço três respirações durante o meu dia. Então eh eu tô conversando aqui com vocês. A hora que eu terminar a conversa, vou fazer tr tr três respirações e vou partir para uma outra atividade. Eh, estou aqui presente escutando a Mariana falando, você falando. Então, durante o meu dia, como que eu treino o meu foco para que se eu, então, quando eu chegar à noite e decidir meditar formalmente, meu cérebro ele já vai estar um pouco mais calmo, porque nosso cérebro é igual criança de 3, 4 anos, brinca, brinca, brinca, brinca, brinca, brinca, chega à noite capota, né, desmaia. Então, se a gente não for falando cérebro, respira, tá tudo bem, corpo tá tudo bem. Eh, vai chegar no final do dia, eu vou realmente eu vou continuar muito, não vou conseguir fazer essa meditação, vou ficar irritada, né? Então, como que ao longo do dia, nesse mundo que a gente vive hoje? Eh, é super importante a gente fazer pequenas pausas. Queria, posso complementar? Fica à vontade. Eh, pras crianças, né? Como é que eu introduzo isso da meditação? Eh, eu falo para elas que elas são chefe da sua mente, então eu falo, se elas saírem com isso já guardado, já tá, já ganhei meu dia. Então, falo pra gente fazer uma tatuagem energética e a gente escreve aqui, né? Eu sou chefe da minha mente. E aí a gente vai trabalhando isso. Eu falo que a mente não pode ser funcionária, que a mente não pode ser chefe, ela é nossa funcionária. Então, ão, sempre em eu sem em autoobservação. Não deixa a mente ser chefe. O chefe é você, né? A mente tem que ser sempre funcionária. E aí eu introduzo isso que ela falou que a mente, a nossa mente, a gente, o ser humano tem mente de macaco. Eles falam: "Sério, mente de macaco, né? Tudo eles acham curioso." Falo: "É, e ela tem três." Que que o macaco faz? Aí eles ficam: "Ah, pula". Pois é. Pula o quê? De galho em galho. Aí, pois é. E a nossa mente tem três galhos principais. Aí eu falo: "Quais são? Quais que vocês acham que são?" Aí eles ficam pensando. Aí eu falo: "Presente". Aí eles completam passado e futuro. Eu falei: "Qual qual que vocês acham que é o galho principal?" Aí uns acertam, uns não acertam. Presente. Eu falei: "Pois é, né?" Então a gente tem que manter a nossa mente mais tempo no galho principal, que é o galho do presente, né? Então a gente tem que trazer o nosso macaquinho pro galho do presente, principalmente quando a gente vai falar com com as crianças sobre ansiedade. Então, na ansiedade, o macaquinho tá em qual galho? Tá lá no galho do futuro. Vamos trazer ele pro galho do presente, lembra? Você quem é chefe? Você é chefe da sua mente. Então tem todo um jeito, né? Tem todo um Isso serve para adulto. Isso serve para adulto. Eu tô pegando para mim agora. Tem toda uma linguagem, né? Como é toda uma linguagem especial trabalhada, né? estudada, aprendida, para se trazer todo esse conceito do universo, do yoga do adulto para se introduzir pra criança, para que ela tenha esse interesse, essa didática toda, né, preparada e estruturada para criança. Então é todo um outro universo muito lindo, muito lúdico, que encanta. Sim, verdade. Fiquei aqui olhando e imaginando, sabe? Quando a gente dá, por exemplo, aula de yoga mãe e filho, que eu falo que é a cereja do bolo, por exemplo, né? Eu falo paraa mãe para ela aproveitar, porque ali ela não é não esquece que você é a mãe, né? E já ganha esse presente que essa sai do controle, né? Que a gente mãe, a gente fica ali no controle o tempo inteiro, vem traz a sua criança pra aula. Vem como criança também, né? e aproveita esse momento com o seu filho. Eh, mas é retomando ali o que ela falou, né, disso, né, da mente de macaco, é muito importante. E tirar um outro mito, né, da meditação que é importante, que é isso, que a mente não vai silenciar, não vai, não, não vai. Então você falou, né, por que que minha mente briga? Por que que minha mente vai para lá? Gente, só esquece, risca, né? Vai p um x, a mente não vai silenciar, né? A mente foi feita para pensar, ela não vai silenciar. Então, ela vai ter espaços mais longos de pausa. Uhum. Né? Entre um pensamento e outro. E a meditação, ela já tem medita ação, né? Então, ela ela é uma ação mental de observação da sua mente. Então, a gente treina a mente, né, nessa autoobservação. Uau! Então, a gente tá como observador e a gente também é o observado. Uhum. Né? E tudo é uma experiência com a gente mesmo. Então, que nem você falou que a gente vai pro mundo interno, né, que é muito interessante com as crianças. A gente fala, a gente pega a nossa lupa de investigador, então a yoga transforma a gente num num investigador da gente mesmo e a gente entra lá na nossa pirâmide, né? A gente não senta assim para meditar. Aí eu falo para eles que que formato que a gente tá, né? Pensa a base da pirâmide, o topo da pirâmide. Ó, quem tá assistindo aí, se tiver em casa, senta assim, ó. Fecha os olhinhos. Se percebe se você, como você assume uma postura de pirâmide, na pirâmide tem o quê? Tesouros, né? Então, a meditação faz isso, silencia, fechou os olhos, você já tirou o sentido maior, né, queara, que te distrai, que é a visão. E aí vai lá, mergulha nos seus tesouros internos e é daí que tudo parte. que tudo acontece. Que delícia. Rúbia, só complementando, que também me lembrei que a Mariana falou, como a gente vive nessa, né, muito mental, né, muitos estímulos mentais, eu acho que o mindfulness e a e o yoga, eles trazem também essa consciência corporal. Então, dentro daquele protocolo que o John criou, eh, o mindfulness baseado na redução do stress, ele tem uma prática corporal onde a gente vai percorrendo, né, do pescoço para baixo, para que a gente possa também focar a nossa atenção no nosso corpo, no que há de mais robusto pra gente sair daquela ruminação, ou o passado ou o futuro e ficar no momento presente com o que a gente tem mais de valioso, que é o nosso corpo, que é a matéria, né, o que mais denso. Então, acho que é importante assim, as pessoas que falam: "Ai, minha mente não para, eu sou muito agitada". Então, procura uma prática de consciência corporal, onde você realmente consegue eh investigar as sensações e perceber eh o seu próprio corpo, que depois, né, os efeitos, o que se manifesta, você fala: "Nossa, acho que minha mente diminuiu o volume, né? Ela não silencia, mas o volume do som, né, daquele barulho eh mental assim diminui bem." Sim. E e não desiste. Se você foi fez uma técnica ou foi fazer uma aula, né? Não, não, não desiste na primeira. Tenta, que nem a Kara falou, tem várias linhas de meditação, tem meditação ativa, tem meditação transcendental, tem meditação mantica, tem vários tipos que você pode ir testando e ver qual que vai se encaixar mais para você naquele momento, né? Então, não desiste. Eh, a meditação é o caminho. Ai, gente, que delícia. Não, e ela cruzou as pernas aqui de uma forma tão assim que eu até falei: "Nossa, mas que agilidade, gente, o que que é isso, né?" Eu falei: "Que maravilha, né? Essa e eh meditação, né? Ação, a gente precisa entender como é que funciona o nosso cérebro. Às vezes a correria do dia a dia deixa o nosso cérebro, às vezes o meu às vezes dependendo da situação, até que dá uma pressão aqui assim, parece que tá apertando, sabe? Oh, respira, vamos lá, respira. Eu costumo falar e aprendi também que a gente não percebe que a gente tá respirando. A gente só vai entender que nós estamos respirando quando nos faltar a respiração. Gente, precisa chegar a esse ponto, né? Porque a gente não respira, né? A gente só por, se a gente for parar para analisar, a gente não pratica a respiração correta. E aí quando você vai fazer essa técnica, te dá uma tontura, né? A gente vai começa o quê? Oxigenar o cérebro. E aí às vezes muita gente para nesse momento da oxigenação porque sente aí um malestar. E isso é natural. Ô, ô, quando a gente realmente faz a respiração correta, consciente, a gente sente um pouquinho de de tontura, uma coisinha assim que se a gente não tá acostumado. É, não é para dar tontura, né? Assim, tem até as técnicas que eu pratico, é a gente então inspirar lentamente, expirar lentamente. Eh, mas isso eu tô colocando controle na minha respiração, então é para ser confortável. O corpo não é para ser um instrumento de sofrimento, porque se for um instrumento de sofrimento vai eh atormentar a minha mente e não. Então eh observar qual técnica eh realmente a pessoa está fazendo, mas não é para gerar tontura, não é para gerar desconforto, é pra gente observar a respiração ela acontecendo. Então assim, quando eu escolho usar a respiração como meu foco de atenção, eu não vou colocar controle, eu vou apenas parar e observar o ar que entra e o ar que sai. O ar que entra e o ar que sai. Isso por si só vai acalmar. E aí eu vou aos poucos aumentando e, né, a inspiração é expiração, mas é sempre interessante ter o acompanhamento de uma de um profissional. Aham. É, né? Para que assim, eu sei que no YouTube tem coisas maravilhosas, né? Super sou fã, mas tomar cuidado, né? Então, sempre procurar um um especialista, seja um médico, seja um instrutor, um professor, mas só do fato de a pessoa parar por 30 segundos e prestar atenção como ela está respirando, se tá mais aqui na região torácica, se tá mais e qual é o correto? Assim, depende, né? É, quando a gente tá mais aqui na na parte e superior na caixa torácica, normalmente a gente tá mais ansioso, né? Então é, se a gente parar agora, né? Quem tiver em casa, quiser parar por do 3 segundos e perceber, nossa, minha respiração tá mais torácica, porque eu tô um pouco mais ansioso e aí quando eu tá mais aqui na região abdominal, então significa, né, que eu tô tá mais amplo, tô mais tranquilo. Então trabalhar essa região dá um pouco mais de de tranquilidade, né? Quando a gente, a gente usa exemplo, né, dos bebês, quando a gente olha os bebês dormindo, eles estão mais, né, na região abdominal. Então, é como ao longo do dia, por isso que a gente fala, né, salpique ao longo do dia, três respirações profundas. Uhum. Para que você possa perceber, nossa, eu acho que eu tô um pouco ansioso ou não, eu tô tranquilo, né? Então, o ideal é a gente sempre fazer respirações um pouco mais longas, um pouco mais profundas, mas não é possível o tempo todo ficar fazendo. Então, como que a cada, né, troca de de atividade? Então, eu tô aqui gravando, depois eu vou, né, pro meu escritório e tal, como que eu paro e respiro? A hora que eu tô paro no semáforo, né, para para o sinal tá vermelho, como que eu respiro, né, quando eu vou beber uma água, como que eu respiro? Ou até mesmo pegar o celular. Nossa, vou pegar o celular antes de dear. Respira. Isso já ajuda muito. Esse respira funciona. Funciona. Muito bom. Muito bom. Agora, eh, a reprogramação mental, ela faz parte dessa questão e aí de meditação? Realmente isso funciona? A gente ouve muito falar sobre reprogramação mental. Isso, isso tem sentido mesmo? É, os estudos científicos comprovam, né, que se você praticar de forma diligente a meditação, assim como você faz musculação, você aprende algum outro esporte ou alguma outra habilidade, né, eu vou estudar alguma, né, alguma outra eh matéria, eh mexe, né, trabalha na nos aspectos em várias partes do nosso cérebro que mexem, né, com minha questão de, eh, foco da tensão, discernimento, clareza, me ajuda nas tomadas de decisões, autocontrole, me torno uma pessoa mais regulada emocionalmente, consigo lidar com as minhas emoções sem reagir, né, de primeiro momento, conseguindo pensar, né, eh, antes de de dar algum tipo de resposta ou como minha mente tá muito treinada, muito discernida, muito clara, eu consigo tomar uma decisão eh eh inteligente, né, no momento, sem me arrepender depois. Eh, a questão trabalha em partes do cérebro, onde eu lido com o meu medo, com a minha ansiedade, com a questão do stress. Então, essas práticas contemplativas ajudam muito a gente reduzir toda essa carga de estress que a gente vem tendo, né? eh eh implacavelmente vivemos um mundo estressante. Então, como eu ao longo do meu dia, ao longo da minha vida, eh eu pratico, né, essas essas técnicas para que eu possa dizer pro meu cérebro que tá tudo bem e treinar para que ele se desenvolva eh para ter uma melhor qualidade de vida, porque a gente sabe que também eh ao dormir a gente restaura muitas partes dos nossos cérebros, né, várias funções biológicas, todo o nosso ciclo cicardiano, mas eh a população tá vivendo um problema de sono, né? Quase nem dorme. Então, como que ao longo do dia eu proporciono esse descanso pro pro meu cérebro? Então, através dessas práticas meditativas, contemplativas, eu vou treinando partes dos meus cérebros que vão do meu cérebro que vão me ajudando a regular todas as funções físicas, mentais, emocionais. Excelente. Mari, quer pontuar, por favor? Eu queria retomar a importância da respiração. Sim, vamos lá. Porque tem uma frase que diz que a respiração é o rei da mente. Então, se você quer atuar sobre seu cérebro, né, sobre a sua mente, você tem que atuar sobre a sua respiração. Então, a respiração é é a única coisa que a gente tem controle. Então, a gente não tem controle sobre a nossa digestão, né, sobre os eh o nosso coração bati ali sozinho. A gente não precisa, né, tá ali interferindo. Mas a nossa respiração é o único que a gente pode controlar, alterar. Uhum. Né? a gente tem controle sobre ela e tendo controle sobre ela, ela vai impactar várias todo o metabolismo do nosso corpo, vai impactar a as o batimento cardíaco, vai impactar a pressão arterial, vai impactar até a forma como a gente tá digerindo os alimentos, vai impactar sistema hormonal, vai impactar sistema endócrino, tudo, né? não vai impactar todo o nosso sistema nervoso. Uhum. Então, a chave de tudo, o pulo do gato da meditação é a respiração. Meditação. A respiração é o rei da mente. Então é o que tá ali nos bastidores, né? E assim é grátis. Pois é, gente, precisamos aprender a respirar. Gr aí no corpinho, né? Então tá aí. É prestar, né? voltar para si, prestar atenção na respiração, fazer pequenas pausas conscientes, respirar com profundidade, expirar e fazer esse, né, que que nem aara falou, trazer pro também pro concreto, né? A gente também quer muito sublimar, mas a gente esquece que a gente tá aqui, né, no 3D, verdade. E que o nosso corpo é o nosso veículo, né? O veículo do nosso espírito, da nossa alma. Então a gente tem que honrar e tá atento, né? Ele traz traz os sinais através do nosso corpo, né? Do que tá em equilíbrio, do que tá em desequilíbrio. E a respiração é a chave de tudo. Se você tiver atento à sua respiração, ela também já vai trazer informações importantes para você. Excelente. Vamos lá. Respira. E você aí de casa mandando mensagem pra gente. Produção tá falando que temos algumas perguntas. Vamos saber que que a galera tá falando, né? Se o pessoal tá meditando, se tem dúvidas sobre meditação, se tá conseguindo respirar ou não, né? Vamos ver. Claro que tá, né, Rub? Se não tivesse respirando, não tava mais aqui nesse plano. Mas é que respirar, eu digo, respirar com consciência, né? Às vezes eu me pego respirando assim, tão curtinho, tão curtinho, que eu falo: "Gente, olha só, puxa, né? Respira e solta". É mais ou menos assim. Pode colocar, produção. A gente entrega hoje 10 para as 9, né? Nós temos audiência pública no plenário da Câmara. Daqui a pouquinho vamos transmitir ao vivo aqui da TV Câmara Campinas, né, como sempre. E você é nosso convidado para acompanhar tanto presencialmente aqui, tanto aqui na TV, quanto presencialmente no plenário, tá bom? Vamos lá. O Artur Silveira do Guanabara diz assim: "A meditação guiada pode ser uma forma de iniciar as crianças e como evitar que elas fiquem dependentes de vídeos ou áudios para conseguirem se concentrar. Olha aí. Vamos lá, Marina. Oi, Artur. Obrigada pela pergunta. Ótima pergunta. Sim, a meditação guiada pode ser sim uma boa forma de de iniciar as crianças, né? Tem várias vários apps, tem vários canais de YouTube com meditação guiada também pra criança, mas o legal é você ouvir primeiro. Uhum. Ouça primeiro a meditação, veja lá o contexto, veja também o tempo da meditação, né? adequo e o tempo à criança, eh, adequativa, né? Não se frustre se a criança quiser parar no meio, não for até o final, isso é importante, a gente nunca força, né? Então, uma criança que ouve algo ali concentrada, sei lá, por 20 segundos, já tá ótimo, né? Se ela for além, se ela chegar ali no um minuto, sensacional. Então, a deck a sua expectativa. E como que elas fiquem dependentes de vídeos e áudios? Olha, se for dependente de meditação Uhum. É, tá em uma dependência boa, né? Então a gente fala, vamos usar a internet de forma positiva, né? Mas eu entendi a sua pergunta para que ela saia disso, né? e tem ali no seu dia a dia. Aí é legal que ela venha e faça uma prática, né, com alguém, com um professor, com um instrutor, né, para que de repente você possa também ter a possibilidade de você contratar alguém e ter essa uma aula, uma primeira experiência até online na sua casa, né, para trazer ela eh para uma vivência ao vivo e ver como é que essa criança vai, se ela vai curtir, se ela vai gostar, se ela vai levar isso adiante, né? Eh, muitos pais fazem a própria, tem pais que já estão no yoga e fazem a prática ali e a criança às vezes acompanha e aí depois dá um passo a mais e aí contrata um professor de yoga paraa criança para trazer, lembra que eu falei a linguagem certa, né, ali a abordagem certa. E aí isso vai se ampliando no caminho daquela criança e a sementinha tá ali plantada e e dali é só maravilhas e benefícios. Ai que legal. Vamos lá. 8:43. A pergunta agora para Kiara. Vamos ver quem é que tá com a gente. Vamos lá. Silvia Andrade do Parque Taquaral. Quando as emoções são muito intensas, com raiva ou tristeza, é indicado meditar ou é melhor esperar o corpo acalmar primeiro? Ah, boa pergunta. A gente consegue meditar com raiva? Nossa, excelente pergunta. Eh, bom, quando assim, a meditação ela é excelente, né? Todas as pessoas podem praticar, mas ela tem contraindicação. Uhum. Então, é contraindicado para quem é diagnosticado com esquizofrenia, né, para quem tem surtos psicóticos. Então, não é indicado. Eh, para quem sofre de depressão profunda, né, com muita tristeza, com ideiação suicida, néum. Eh, então é sempre importante quando a gente tá passando por esse ou que acabou de passar por por um grande trauma, né, um trauma recente. Então, esses três pontos, surtos psicóticos, eh depressão, eh, muito profunda com ideação suicida e traumas recentes, é sempre importante consultar, né, um especialista, um psiquiatra, um psicólogo, né, um médico eh de sua confiança para que possa fazer o diagnóstico, né, do do que está acontecendo, eh, entrar com alguma medicação, se for necessário, para que possa então estabilizar, para que depois depois possa entrar com as práticas integrativas. Então, hoje em dia existe a medicina integrativa, né, que une todas as especialidades, incluindo as práticas contemplativas de yoga, meditação, heik, acupultura, mas é sempre importante consultar eh esse médico especialista para para poder fazer esse diagnóstico, porque pode, né, eh eh despertar eh outras pode ser gatilho, né, a meditação, nesses casos que eu citei, pode ser gatilho e pode piorar, Mas e as emoções elas estão sempre presentes, né? A emoção mais sentida pela população mundial é a raiva, né? Então se a gente parar observar eh durante o nosso dia quantos episódios de raiva nós temos, né? Então é normal a gente sentir raiva, a eh medo, tristeza, alegria e todas as outras emoções. Então a meditação vem para isso, né? Então estando, né, em condições é eh OK. A meditação vem pra gente olhar para todas essas nossas emoções, como não reagir a partir delas e como eu manejo eh para que eu possa então ter uma melhor relação comigo, uma melhor relação com o outro. Mas isso é uma prática constante dia a dia, eh mês a mês, ano a ano. Então não adianta eu só meditar quando eu tô estressado, não adianta só fazer yoga quando eu tô triste, né? Não, tem que ser dia é igual escovar dente, é igual tomar banho, né? É uma higiene emocional, é uma higiene mental maravilhosa, gente, que delícia, né? Bom, uma pincelada sobre meditação no programa de hoje. Acho que dá para virar a chavinha. Aí você fala: "Opa, vou começar, né, respirando, prestando mais atenção na minha respiração e quem sabe você desenvolve aí eh é um caminho bem legal para a meditação e pro autoconhecimento. Agora, 8:47, a gente já vai para as considerações finais que a gente precisa entregar. Então, eu quero agradecer demais a presença de vocês, começando por você, Kiara, obrigada por compartilhar eh um pouco do seu conhecimento com a gente, por nos ensinar eh algo tão importante, né, que é sobre autoconhecimento e sobre a questão da meditação e a saúde mental. Gratidão, viu? Eu que agradeço. Então, práticas de yoga e de meditação são democráticas, né? Podem ser feitas por qualquer pessoa que queira melhorar sua qualidade de vida. maravilhosa. E você também, Mariana, obrigada pela sua participação, sua presença e que legal, né, esse seu trabalho com as crianças, muito importante. Acho que a gente precisa prestar atenção dos nossos pequenos que têm sofrido bastante aí com essa vida agitada, toda essa tecnologia, esse mundo moderno que nós estamos vivendo, vivendo, eles não estão preparados, eles já chegam chegando e a gente precisa desacelerar. Obrigada pela sua participação. Obrigada a você, Rúbia. E queria mais uma vez lembrar eh, só, né, retificando lá no começo, que eu não sou psicóloga, e também trazer pros pais eh que quiserem, porque o yoga para criança realmente é muito novo. Então, tá aqui podendo falar sobre isso, é uma oportunidade maravilhosa. Eu queria deixar a minha rede social para pais que queiram procurar, né, essa atividade pros seus filhos, que é o @yogaapequenos mestres e também para profissionais e professoras que queiram entrar, né, nesse nessa carreira, que eu também tenho uma formação voltada paraa educação emocional, que é um programa que chama Yoga Sentimentos e emoções, que também é é essa essa formação para professoras que queiram também trabalhar com crianças. maravilhosa. A gente ratifica aqui, né, o erro nosso, colocamos como psicólogo, a gente pede desculpas, mas é é tudo tão assim importante, né? É, é tudo, é, são profissões que agregam pra nossa saúde mental e isso é maravilhoso, é maravilhoso poder receber vocês aqui, poder ter vocês de casa também presentes conosco. Então, eh, agradecendo a a presença de todos vocês e a meditação é isso, gente, um retorno ao nosso centro, né, uma pausa no consciente, um jeito de viver o agora com mais qualidade. Espero que você, eu, podemos conseguir aí meditar, né, e se olhar com mais carinho, com mais compaixão, tá bom? No programa de amanhã, a partir das 8 da manhã ao vivo com Mais estúdio Câmara, a gente vai falar de um tema delicado, mas que precisa ser discutido com muita clareza. A gente fala da separação tóxica. Sabe quando o fim do relacionamento vira um ciclo de desgaste emocional, manipulação, cobrança e até a perda da própria identidade? Pois é, isso acontece muito, mas o que a gente imagina aí a gente vai entender também porque tantas mulheres mudam depois da separação, elas eh retomam autocuidado, autoestima, a finalidade eh eh de de da vida realmente, né? elas conseguem respirar novamente. Então, a gente vai entender um pouquinho sobre essa questão aí dessa separação, né, tóxica. Um tema que a gente precisa falar, não é tão fácil assim entender, mas é desafiador. E é por isso que nós contaremos então com profissionais especializados para falar sobre isso. E a gente conta também com a sua participação e a sua presença conosco amanhã ao vivo em mais uma edição do nosso estúdio Câmara. Encerrando por aqui, agradecendo a você, a nossa equipe, lembrando que nós temos a ÍRA com informação da Central Iá, temos jornal e Câmara Notícia ao meio-dia e em instantes nós temos audiência pública. Então, devolva agora para o plenário José Maria Matozinho. A nossa programação da TV Câmara Campina segue e a sua participação é sempre muito importante. Beijo grande, fique bem e até amanhã, se Deus quiser.
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