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Estúdio Câmara | Decoração de Natal: como cores, luzes e memórias afetam o Bem-Estar
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Estúdio Câmara | Decoração de Natal: como cores, luzes e memórias afetam o Bem-Estar

89 views Publicado 12/12/2025 HD · 1:09:14

Descrição do vídeo

A decoração de Natal pode realmente mudar o nosso estado emocional? No programa de hoje, vamos explorar como cores, luzes, aromas e elementos decorativos ativam memórias, despertam emoções e influenciam comportamentos — explicando por que essa época do ano pode trazer sensações tão diferentes como calma, nostalgia, alegria, ansiedade ou até estresse. O Natal é uma das datas mais simbólicas do calendário. Luzes piscando, cheiros de comida típica, músicas tradicionais e ambientes decorados funcionam como verdadeiros gatilhos emocionais, conectando o presente a lembranças da infância, da família e de experiências marcantes. Mas nem sempre essas lembranças são positivas. Para algumas pessoas, a decoração natalina desperta conforto e acolhimento; para outras, pode intensificar cobranças, saudades, comparações e conflitos internos. Para aprofundar esse tema, o programa recebe Rachila Macedo Cezar, empresária e apaixonada pelo Natal, que participa como persona, compartilhando sua vivência afetiva com a data. Rachila é diretora da Deixe Comigo, assessoria especializada em Cidadania Portuguesa, Italiana e legalização de documentos para expatriados. Casada e mãe de duas filhas pets, ela sempre enxergou o Natal como um momento de união e luz. Sua primeira árvore tinha menos de um metro e poucos enfeites, mas o sonho com aquelas casas natalinas de filmes nunca desapareceu. Hoje, ela vive intensamente essa paixão e inspira outras pessoas a ressignificarem o Natal como um tempo de conexão e celebração familiar. Ao lado dela, a psicóloga Thaís Sivieri Tauil traz uma análise técnica e embasada cientificamente sobre o impacto da decoração no emocional. Formada desde 2015, com especialização em Terapia Cognitivo Comportamental (TCC), Psicologia Baseada em Evidências e Psicologia do Trânsito, Thaís possui mais de 10 anos de experiência clínica. Durante a conversa, ela explica como estímulos visuais, sensoriais e simbólicos atuam no cérebro, influenciando humor, comportamento e até níveis de ansiedade, especialmente em períodos de grande carga emocional como o Natal. O programa também aborda por que eventos natalinos podem ser emocionalmente intensos: reuniões familiares, expectativas sociais, pressão financeira e comparações nas redes sociais se misturam à estética encantadora da decoração. Entender esses mecanismos ajuda a transformar o Natal em uma experiência mais consciente, saudável e alinhada com a realidade emocional de cada pessoa. 🎄 Neste episódio, você vai entender: Como cores e luzes influenciam emoções e comportamento O papel da memória afetiva na decoração de Natal Por que o Natal pode acalmar algumas pessoas e angustiar outras Como equilibrar expectativas emocionais durante as festas Dicas para viver a decoração natalina de forma mais leve e significativa Assista ao programa completo, reflita sobre sua relação com o Natal e participe deixando seu comentário. Sua experiência pode ajudar outras pessoas a enxergarem essa época do ano com mais empatia e consciência emocional. Curta, compartilhe e ajude a espalhar informação de qualidade. Continue assistindo conteúdos incríveis em nossas playlists: 📺 YouTube: https://www.youtube.com/@tvcamaracampinas 🌎 Conecte-se com a gente nas redes sociais: 📸 Instagram: https://www.instagram.com/tvcamaracampinas 🎵 TikTok: https://www.tiktok.com/@tvcamaracampinas 📘 Facebook: https://www.facebook.com/tvcamaracampinas 🎙️ Spotify: https://creators.spotify.com/pod/show/tvcamaracampinas

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Olá, [música] muito bom dia para você que tá ligadinho, acompanhando a programação da TV Câmara Campinas. Seja bem-vindo. Estamos chegando com o nosso estúdio Câmara. Seestamos dia sexta-feira, dia 12 de dezembro, né? [música] E a gente entra no ar falando de um tema que mexe com memória, com sensação, com expectativa e com o nosso coração. [música] Quando a cidade começa a brilhar, quando as casas ganham luzes, quando surgem árvores, laços, guirlandas, [música] parece que algo dentro da gente desperta também e muita gente nem percebe, mas a decoração do Natal pode alterar [música] o humor, acalmar, trazer nostalgia ou até gerar ansiedade. [música] Então, chegou a hora da gente entender o que está por trás desse encanto e também dos excessos. E você aí da sua casa, me conta, você já montou a sua árvore [música] de Natal? Você gosta da cidade iluminada? O que que você sente, né? Você já parou para pensar? Faz uma autoanálise agora. Como é que é esse, é, como é que é para você esses preparativos do Natal? Bom, as nossas entrevistadas já estão aqui no estúdio. Eu vou trazer uma nota para você, uma informação. Daqui a pouquinho a gente já faz a apresentação delas para falar sobre a decoração de Natal, tá? Olha, a feira HIP de Natal segue em funcionamento até dia 24, reunindo mais de 100 expositores com opções de artesanato, alimentação, [música] costura criativa, antiguidades e produtos de economia criativa, tá? O evento fortalece o comércio local e oferece atrações gratuitas para toda a família nesta época do [música] ano. A programação cultural conta com apresentações de dança, além de shows de samba, rock, rap, gospel, [música] corais e cantatas que acontecem junto com os standes. O Papai Noel também marca presença, interagindo com o público e reforçando o clima natalino no espaço. Já sabe onde fica a feira hip, na Praça Imprensa Fluminense, no Cambuí. e está funcionando a todo vapor. Uma ótima pedida para você ir com a sua família neste final de [música] semana. E falando em final de semana, hoje, sexta-feira, como é que fica o tempo para Campinas? Vamos descobrir de acordo com a previsão do tempo. Olha só, clima tempo traz pra gente algumas nuvens hoje com chuva passageira, mínima de 21, máxima [música] de 23º. Então, um clima bem fresquinho, muito bom para você aproveitar, de repente reunir a família, se não decorou ainda, fazer a decoração natalina, tá chegando o [música] Natal. E a gente fala desse misto, né, de emoção, beleza, memória e psicologia. É isso mesmo. Então, eu recebo aqui hoje duas convidadas muito especiais, né? Comigo está a Rachila Macedo César. A Rachila é empresária, ela é diretora da Deix Comigo, especialista em processos de cidadania europeia e a Rachila é apaixonada por decoração de Natal. Ela é tão apaixonada que inclusive trouxe fotos, vídeos da casa dela que já virou referência entre os amigos. Ela vai, a gente vai mostrar isso no decorrer do programa. Então, quero dar as boas-vindas à Rachila, seja bem-vinda. Bom dia. Muito obrigada, gente. Muito obrigada, Rúbia por pelo convite. Falar de Natal é um prazer. Olha só. E ela já tá aí, ó, prontinha pro Natal, né? Já no clima maravilhosa, Rachila. E também aqui no estúdio para completar o nosso timaço, nós apresentamos a Thaí Tauil. Ela é psicóloga, especialista em terapia cognitivo comportamental. São mais de 10 anos de experiência clínica. Ela vai nos ajudar, gente, a entender cientificamente como é que essa época mexe tanto com o nosso emocional. Seja muito bem-vinda, Thaís. Bom dia. Obada. Obrigada. Obrigada por estar aqui. Prazer. Maravilhosa. Vamos lá. Já viu que o programa de hoje vai entregar muito para você, né? Com essas duas convidadas e com esse tema que tá mexendo com a gente nesse momento. Vamos simbora, Rachila, vamos começar por você. Quero saber porque esse seu amor pelo Natal é tão grande que e quando que você comentou eh começou, aliás, a montar a sua decoração, o que que significa essa preparação para você no seu emocional? Explica pra gente. Eu sou apaixonada pelo Natal, gente, desde que é pequenininha. Então, quando a minha família montava árvore de Natal, a gente não tinha toda aquela estrutura, né? Aquela árvore gigante. Minha árvore era pequenininha, a gente não tinha condições de ter grandes decorações de Natal, mas eu sempre tive esse amor de falar: "Não, um dia, se Deus quiser, eu vou ter aquela casa decorada igual de filme americano, [risadas] todo natalino." Então, para mim, Natal é amor. Para mim Natal é amor, caridade, solidariedade. Para mim poderia ser Natal o ano inteiro. Uau! Olha só, né? Que legal. Então, a psicologia traz isso e esse nome aí de esse essa esse amor, de repente, essa essa coisa do Natal como eh uma ancoragem emocional, objetos que ativam lembranças, emoções guardadas, né, muitas memórias natalinas da infância, assim como a Rachila colocou pra gente. Por isso esse ritual mexe tanto com o amor das pessoas. Agora, Thaís, tem estudos que mostram que o período natalino ele aumenta a serotonina, reduz o stress e até muda o comportamento. O que tem nessa ambientação da decoração que mexe tanto com o nosso humor, hein? O Natal ele vai além do da questão religiosa, ele vai além do do comportamento, eh, ele ele vai na questão do lá de lá de baixo, lá do lá da infância, infância, lá do fundo, sabe? eh, é o histórico, é as nossas crenças que vão sendo construídas no decorrer das nossas vidas, as nossas lembranças. Então, tudo isso eh desperta em nós uma coisa eh diferente, vamos dizer assim, porque tem um diferente positivo e tem um diferente às vezes nostálgico, diferente, um pouco angustiante, né? as luzes, o brilhar das luzes, os estímulos dos enfeites. Então, tudo isso gera alguma coisa dentro de nós que nos desperta assim uma questão emocional muito grande. E é interessante você trazer isso da questão da emoção, porque a emoção a gente vai sentir ela querendo ou não, né? E pode ser que a gente tenha emoção que que não seja tão boa de sentir mediante a decoração natalina. E a gente vai falar sobre isso. A gente vai falar sobre isso porque assim, eh, o que se pensa logo de início, né, é que são emoções boas, mas às vezes determinadas situações as emoções não são tão boas assim. Mas daqui a pouco a gente fala, porque a Rachila contou pra gente agora no início que a primeira árvore dela era pequenininha, né? tinha poucos enfeites. Então, Rachila, o que que mudou desde aquele aquele começo para hoje, né? Como é que essa paixão foi foi crescendo para você? Como é que você foi eh eh angareando eh eh enfeites natalinos? Você muda todos os anos ou você vai guardando e e vai assim juntando e e ampliando a cada ano a os enfeitos lá na sua casa? Eu todos os anos eu compro alguma coisinha, gente. [risadas] Meu marido já me proibiu de comprar qualquer enfeite porque eu moro num apartamento pequenininho, não cabe mais enfeite. Mas o que eu faço? Todos os anos eu vou comprando escondidinho, né? Ele não vai [risadas] assistir essa matéria. A gente vai aumentando a a seleção, a coleção, vai aumentando, colocando dentro do baú. E assim, o meu primeiro salário, meu primeiro salário, primeira coisa que eu fiz, gente, eu fui na rua principal da minha cidade, que é a 13 de maio, naquelas lojas de 1,99, que não são mais,99, comprar a bola de Natal. Então, assim, minha paixão sempre foi o Natal. E hoje eh brinca o pessoal assiste minha meus vídeos no Instagram e falam assim: "Rchila, parece uma loja a sua casa". Eu falei, gente, vocês não viram nada. Eu moro num apartamentinho e se um dia eu tiver uma casa, vai ser igual de filme natalino. Amém. Olha só que amor que transborda da rila pelo Natal. É lindo de ver, né? Mas na psicologia e também tem um termo que a gente fala aqui que eu eu dei uma estudada. Não é que eu sou psicóloga, não, eu estudei, né? E aí, ó, continuidade emocional, né? Eh, são pequenos rituais que evoluem e acabam virando uma tradição familiar. Acredito que é isso que tá acontecendo com a Rachila, né? Agora, Thaís, tem aí um limite entre decorar a casa e transformar a casa em um ambiente poluído. Agora eu quero saber da psicologia da nossa psicóloga, quando a decoração começa a estressar ao invés de acolher, né? E o que que a terapia cognitiva e comportamental mostra sobre ambientes cheios? Tá? Quando a gente fala eh da do ambiente poluído, eh a gente tá pensando numa questão de algum déficit, né? Algum alguma perda que nós estamos tendo, um esconder algo, né? Eh, então eu vou usar o exemplo do Natal, que é o que a gente tá falando. A gente faz a nossa casa não criticando, OK? [risadas] Claro, a gente faz a nossa casa maravilhosa, linda e tudo mais. Vivemos numa fantasia. A gente sai da nossa realidade, a gente esquece do que a gente tem eh ali no nosso dia a dia, as nossas preocupações, os nossos afazeres, esse excesso acaba prejudicando nessa questão, né? a gente sai, a gente camufla os nossos comportamentos. Os nossos comportamentos eles são, eles se tornam disfuncionais. Sim. E e tornar-se disfuncional saudável. Uhum. Porém, dezembrão, Aham. fazer aí, né? Criar todo o o cenário, entrar no clima. Tudo isso também colabora para você eh respirar alegria, respirar coisas boas. Então assim, a gente tem que pensar que quando algo entra na disfuncionalidade é quando começa a ter perdas. Então, começa a não fazer as obrigações, começa a interferir no convívio com os outros. Eh, é por aí que a gente tem que pensar. Exatamente. Aqui nós estamos trazendo os dois lados, né? Claro que a gente precisa falar do lado bom, que é maravilhoso, é esse lado que a Rachila vive, mas a gente precisa entender também que tem o outro lado da história, porque tudo tem, né? Dois ou três lados, né? a minha verdade, a sua verdade e a verdade de verdade. E tem pesquisas da neuroquitetura. Olha só, eu não sabia que existia isso. Eu fui descobrir fazendo essa pesquisa pra gente poder trazer o programa de hoje. Tem pesquisas da neuroquitetura que mostram algumas situações sobre as luzes, né? As luzes de Natal. A neuroquitetura diz que luzes piscantes demais mantém o cérebro em alerta, enquanto luzes estável estimulam relaxamento. Olha só que interessante, né? Isso faz parte eh do Natal. E aí a Rachila, que diz pra gente que sempre sonhou com aquelas casas de filme natalinos. Hoje ela mora no apartamento, mas eu tenho certeza, gente, que o apartamento dela é um apartamento de filme de Natal, né? E e que legal que você conseguiu realizar esse sonho. Eu queria saber da Rachila, o que que as pessoas, né, qual é a reação dos amigos, família quando entram na casa dela? E eu tenho certeza, eu não conversei isso com ela, mas eu tenho certeza que todo mundo quer ir lá na casa da Rachina [risadas] por conta da decoração de Natal. É ou não é? Tá certíssima. Todo mundo é uma atração até no condomínio. Olha só, porque eu gosto muito. Então a decoração todo ano eu tento mudar um pouquinho, mas gente, essa questão da decoração de mudar um pouquinho, eu sempre sou muito equilibrada nesse sentido. O que eu faço? Eu tenho uma seleção, uma foto, eu tiro foto de todos os meus enfeites, eu dou muita coisa e aí acaba que todo ano eu compro uma coisinha nova, tem uma decoração um pouquinho diferente e é uma grande atração na família. Então, quando o pessoal entra no meu apartamento, é aquela reação de, gente, que coisa linda, eu tô num filme natalino, é aquela [risadas] reviver o Natal, né? É uma delícia. Não só no dia 25 de dezembro. E sem contar que você colabora também com outras pessoas com as doações que você faz. Isso é interessante, não é? Exatamente. Eu gosto muito. Eu tenho uma filosofia que eu aprendi com a minha mãe, com a minha avó, que é entrou uma peça de roupa nova, você doa outra peça de roupa. E eu faço isso com o Natal também. Então eu doei ano passado, eu doei um monte de bola de Natal porque eu acho que não faz sentido a gente ficar só acumulando, acumulando. Eu acho que é uma questão de equilíbrio, igual a Dra. Thaí falou. Muito bom, né? Mas olha que interessante, né? Eh, é o ato do amor. Aham. É o amor sendo, sendo eh alçado cada vez mais, né? Eh, o Natal é isso. O que é o Natal? O Natal é compartilhar, o Natal é estar junto, o Natal é saber que você tem um outro para contar. Exato, né? A gente tem que partir sempre dessa premícia, né? É verdade. Muito interessante. Bom, a gente tá falando falando falando da decoração da Rachila. Vamos aproveitar para mostrar algumas imagens que ela trouxe pra gente. Produção, exibe pra gente aí algumas imagens. Estão estão prontas? Se tiver pronta, pode colocar e a Rachila vai falando pra gente. Olha aí, Rachila, é essa essa decoração é de quando? Essa é de do ano retrasado. Do ano retrasado. Aí eu falei assim: "Gente, vamos decorar a porta." Falei: [risadas] "Não, só colocar guirlanda é muito pouco, vamos colocar um festão". E aí ele fala para de inventar só coloca [risadas] ótimo. Pode colocar mais. Ó lá, ó lá. Aí a bagunça, natalina. Gente, [risadas] vocês acham que é só na casa de vocês? Ol, ol, olha a bagunça, Natalina, que delícia. Parece uma loja, mas é meu meu apertamento. Olha só, gente, tem tantos bichinhos aí, tem tanta decoração linda, né? Olha que coisa maravilhosa. Ai biscoiteiro. Papai Noel fica na porta da minha casa. Este veio da Itália. Meus amigos trazem muita coisa para mim porque sabem que eu sou a louca do Natal. E aí eles trazem, eles viajam pra Alemanha, para Austrália, Japão e vão trazendo e aí minha coleção vai aumentando. Olha isso. Olha aí. Papai Noel tá lá na sacada. Tem até o chato do Papai Noel, gente. Olha ali. Muito bom. tecnológico. [risadas] Olha só, invenchando meu marido, né? Quer dizer, eu inventei, ele fez a prática, né? Executou ali. Muito bom. Muito bom, gente. Olha aí. Tá vendo? É, é, é algo assim. E a gente percebe na fala da Rachila, né, que é uma alegria transbordante, né, Thaís? É contagiante. É contagiante. A gente fica É verdade. Olha, essa éí a árvore. A árvore do de Natal. Exatamente. Essa é do ano passado. Esses esses bichinhos vieram da Itália aí. Olha. E aí meus meus clientes, meus amigos, eles vão trazendo muitas lembranças e eu quero Ó lá, [risadas] ó lá, todo mundo personalizada aí. Meu pai junto com a sol aí. E esse ano vai ser meu primeiro Natal sem o meu pai, porque esse ano eu perdi o meu pai. Mas muita gente, é válido falar sobre isso, que acaba não comemorando o Natal porque perdeu um ente querido e talvez até justamente nessa data tão especial. Eu acho que e o Natal é relembrar o amor, relembrar essas pessoas. Eu jamais vou deixar de comemorar o Natal. Olha, interessante a Rachila tocar nesse ponto, porque como nós falamos, né, tem as as duas, os dois lados, né, Thaís. E aí quando a gente fala do luto, ah, tem pessoas que simplesmente eh bem o Natal, essa decoração, essa essa essa emoção, né, as emoções, na verdade, que o Natal nos propicia e no nos desperta por conta do luto. E eu gostaria que você falasse um pouquinho sobre isso e sobre essa e essa pontuação que a Rachila trouxe, que é muito importante, né? Ela perdeu o pai, mas mesmo assim ela vai ela vai continuar fazendo o que traz alegria para ela e que com certeza também trouxe muita alegria pro pai dela, né? Isso é uma forma de continuar, de seguir, não é? Eh, eu acredito que o luto em si, né, ele tem, a gente tem o conhecimento das fases, tem a aceitação, tem a barganha, eh, enfim, a negação, depressão, enfim. Eh, mas as datas comemorativas, indiferente de qual seja, se é o Natal, se é o aniversário, elas são datas que mexem com com o ser humano em si. E nessas datas a gente fica, a gente se sente eh tocado e para cada pessoa toca de uma forma. Tem uns que precisa se acolher, ficar quietinho, eh ouvir uma música. Tem uns que querem sumir do mapa e querem dormir, né? Já tem outros que não vamos paraa festa, vamos curtir, vamos, enfim, eh, no Natal, eh, no final do ano como um todo, a gente tem essa questão de mais delicada, eh, porque é um encerramento não só eh, de um luto, tudo, mas é um encerramento de um ciclo, é um ano que tá se fechando, né, ciclo E isso causa no ser humano, nesse o ser humano que está enlutado, vamos dizer assim, eh um desgaste físico e emocional que ele muitas vezes se sente oprimido por não estar feliz, por não estar no clima, porque ele se sente obrigado devido à sociedade. a sociedade acaba pesando. Eh, bom, não sei se eu tô conseguindo chegar onde você tá dentro. Ótima, maravilhosa. Pode. Eh, mas eh a gente tem que pensar, eu acho que eu vou eu vou fazer uma revelação também, por favor. Meu pai faleceu dia 22 de dezembro. Uhum. É dia 21, perdão. Dia 21 de dezembro eu tinha cinco aninhos. E realmente é uma data chata, complicada, né? Uhum. E dentro da minha família, cada um agiu de uma forma, cada um lida de uma forma dentro de casa, né? Eh, e isso é significativo pelo fato de permitir que o outro sinta o que ele deseja. Uhum. Mas a gente tem que saber falar, a gente tem que saber se comunicar. Então, se eu hoje tô num luto, não quero, não tô legal para comemorar o Natal, gente, por favor, me respeita, fale, né? Fale, fale, eu não tô me sentindo bem. Hoje é, é uma data complicada. Eu gostaria de ficar quietinha. Uhum. Ou não, gente, ó, tudo bem, meu pai faleceu esse ano, foi complicado, foi difícil, mas tô com vocês. Vamos lá. Mas tudo bem, se eu tenho uma choradinha, relaxa. Sim. Então é troca, é conversa, a gente precisa dessa comunicação. Exato. Exatamente. Né? Então assim, comunicação é a chave da psicologia para qualquer coisa, tá? Uhum. Mas nas datas específicas, conversa, troca, não tô bem, peço ajuda. Estou bem, compartilhe, né? tenha essa troca com o outro. E Natal volta, volto a falar o significado do Natal. Uhum. É isso. É troca. É coisa boa, é coisa não tão boa, mas é troca. É estar junto. Uhum. Exatamente. Quantas pessoas não lembraram dela quando foram viajar? V coisa de Natal. Então fala é verdade. Isso é isso, né? Eh, eh, a gente precisa nos permitir sentir as emoções que vêm junto com o Natal. E falar, eu acho que é faz parte, a gente precisa se comunicar mesmo. A comunicação, gente, ela abre portas para tudo, principalmente paraa socialização. E aí a gente precisa entender também a questão do julgamento, né? A gente, acho que a gente tem que se livrar um pouco dessa questão de julgar as pessoas, né? Ah, tá lá, olha lá, tá quieta, a gente tá aqui festando, olha, tá tudo maravilhoso, julgamento, né? Cada um sente de uma forma e está tudo bem, mas é importante você externar o que você está sentindo para que o outro possa ter o entendimento também, né? É importante a gente falar, porque às vezes a gente também acha que o colega tem uma bola de cristal e vai entender que você não tá legal. Isso não é assim. A gente sabe que não é assim. E a Thaíso pode falar disso com mais propriedade, né, Taísa? Eu queria até pontuar, eu falo bastante pros meus pacientes, gente, eh, eu brinco que a gente tem duas premícias, OK? A gente tem o de acreditar na verdade da pessoa. Sim. Eh, isso é [limpando a garganta] o concur. E o, eu brinco do house lá, do Dr. House, todo mundo mente, né? Então, tem a puguinha atrás da orelha. Mas esse é puguinha atrás da orelha, acreditar na verdade do outro, eu só vou saber a verdade do outro. Se ele falar, exato, como você falou, Rub, não tem bola de cristal. Uhum. Ah, mas ele está se comportando assim. Tudo bem, mas pergunte o que que você tá sentindo? O que você quer, o que que você deseja. Uhum. E também o outro lado. Fale o que você tá sentindo, o que você quer. Não espere do outro para você se colocar. Uhum. Eu acredito que isso aconteceu na sua família. nesse momento, né, onde você teve essa grande perda e que vocês decidiram, como que vocês decidiram, tipo assim, e agora a gente continua, a gente para por aqui, a gente vai ã fazer o Natal, porque eh me desculpa até tocar nesse assunto, mas já que você abriu, a gente vai falar sobre isso, porque é importante porque para que isso sirva de exemplo, né, para as pessoas que estão assistindo a gente agora, você perdeu o seu pai, mas no momento que você perdeu o seu pai, o impacto, né, da perda, eh, do outro outro lado, você tava com a casa toda preparada, tudo pronto para o a a noite da ceia de Natal e como que foi eh essa decisão de continuar? Então, vamos lá. Eh, o meu pai faleceu esse ano em maio, mas quem faleceu no dia 22 de dezembro foi a minha sobrinha neta. Puxa vida, olha isso. Foi a minha sobrinha neta e a minha casa toda preparada, toda decorada. A cheia seria da família inteira na minha casa. E a minha sobrinha neta nasceu prematura com 5 meses e infelizmente ela ficou 19 horas entre nós. E aí o que fazer? A gente estava no velório no dia 23 de dezembro e falou: "E agora? Vai ter Natal? Não vai ter Natal?" E aí eu falei, esse ano, naquele foi um ano que o meu pai ele t uma parada cardíaca no momento de uma colonoscopia e ele recebeu a oportunidade da vida novamente. E eu falei assim, então a gente tinha o que comemorar pela vida dele, porque foi entado, os médicos desenganaram a vida dele e eu falei: "A gente tem que comemorar a vida do meu pai e também a gente não vai ser aquela comemoração como nós gostaríamos, porque todos nós estávamos com o coração sangrando." Mas eu tenho uma crença, independente da religião, minha gente, eu [risadas] tenho uma crença muito grande em Jesus Cristo, no significado que é o Natal. O Natal não é só Papai Noel, não é só enfeite, árvore de Natal. O Natal tem um significado muito maior do que esse. E por ele, por Jesus, nós fizemos o Natal. Até a repórter tá chorando comigo. [risadas] A gente se emociona porque assim, eh, no final do ano acho que todas as emoções elas começam a florescer, florescer dentro da gente, né? E a perda, gente, lidar com a perda é algo que você precisa ter muito equilíbrio, né? E por mais que você esteja tenha o equilíbrio, não tem como. E emoção é isso. Emoção é para ser sentida, é para ser vivida. E é isso que a gente tá fazendo aqui. Me emocionei, sim, porque me colocam no seu lugar. Isso é empatia, sabe? De verdade, né, Thaí? É, é. A gente tem que lembrar eh que o pilar, você trouxe a questão religiosa, o pilar da espiritualidade, tá? Eu volto a falar também que nem ela, [risadas] é espiritualidade, OK? É seja qual for a sua crença, isso é muito importante paraa qualidade de vida. Ela nos fortalece, né? Uhum. Então, eh, pra maioria das pessoas é um nascimento do de Jesus, poxa, é o nascimento, né? Eh, então a gente tem que se apegar a essas coisas. Uhum. Né? Eh, sentir, acolher o que sente. Acolhe o que você sente. Uhum. louvável ter uma postura de falar: "Poxa, eh, te temos o que comemorar, mas temos uma perda". Mas qual é o significado do evento pra gente? Qual é o significado dessa festa pra gente? Vamos lá, estamos junto. Estamos juntos, estamos unidos. Acho que acredito, acho não acredito que estar com quem amamos, em qual momento que for é a melhor coisa. E o Natal é união. Fala um pouco disso, né? É, é união, é compartilhamento, é entendimento, é partilha, né? né? Então é amor e é isso que a gente traz hoje falando, você vê, a gente tá falando de decoração, né, de Natal, a gente tá trazendo a psicologia, nós trouxemos a Rachila aqui, que é é a nossa personagem do programa, né? E eu acho importante a gente externar tudo isso, porque às vezes as pessoas estão em casa e elas tem algo dentro delas que elas gostariam de externar nesse momento e elas acham que não é permitido e sim, é permitido você sentir, é permitido você externar e é permitido você viver isso, assim como a Rachila fez agora aqui no programa, né? Então é é importante a gente mostrar que somos pessoas, temos sentimentos, estamos vivendo bem parecido com você aí de casa e é isso que nos aproxima. Agora vamos falar da decoração de Natal pr as crianças, né? Acho que as acho não, né? Como diz a a Thaís, eu tenho certeza, né? As crianças, eu quero saber das crianças da sua família, [risadas] como é que você consegue controlar a galerinha? Tiachila conta pra gente. Vai. A tia Rila tem que ficar em cima, [risadas] gente, porque é muita coisa pitica, muita coisa que quebra. Eles não querem levar embora não. Não, por enquanto ainda não levaram porque a peg pega a ideia da tia Rub aqui. Vai, porque [risadas] a tia Rachila chora. A tia Rachila chora quando perde. [risadas] Ai, mas as crianças entendem a decoração. Eu acho que é muito importante isso pras crianças, né, Thaís. Isso traz assim uma, como é que é? São estímulos. O que que O que que Porque se a gente já desperta aquelas coisas gostosas, aquela sensação, aquele mix que não sei nem dar nome, imagina pras crianças são estímulos, né? Estímulos, o estímulo visual, ofativo, eh são lembranças sendo criadas, né? São momentos, nossa, o momento que eu tô lá com a minha avó, nossa, o momento que eu tô com os meus pais, nossa, os meus pais trabalham tanto e naquela hora eles estão comigo, né? São momentos que a meus pais vão me levar, minha mãe vai me levar para para ir ao shopping ver o Papai Noel. Então são lembranças. Lógico que eh a criança tem medo do Papai Noel. Nossa, quem que é aquele velho barbudo? Ah, sim. com roupa vermelha, porque os estímulos muito gritantes assusta, né? Fala: "Meu Deus!" E eles vão se habituando, eles vão criando lembranças e o ser humano é feito de memórias. É, né? A gente trabalha na TCC com crenças, eh, crenças, a gente fala as crenças centrais e as intermediárias, né? E nada mais são eh que vem lá da nossa infância que vai crescendo e eu te acompanho até hoje. É a nossa base. Eu costumo falar que é a nossa raiz da nossa árvore. É o que nos sustenta. Muito bem. E agora eh a as crianças ela tem elas têm mais sensibilidade, né, sensorial do que a gente? Isso faz com que elas vejam o Natal, a decoração natalina. todos esses aparatos, esses esses adereços do Natal, diferente de nós adultos, na verdade entra eh eh a gente entra muito de acordo com o histórico da família. Aham. A família é é o é o que eles estão vivendo, no que eles vivem. Se é uma família, tipo a dela, certeza que eles vão ter aí eh eh eles vão ser eh vai ter um significado muito grande. Mas se já é uma família, né, dos filminhos de Natal que aparece na TV, né, a aquela família que o pai e a mãe vi foge do Natal, né, vai para outro, então eles vão ter outra visão. né? Lógico. Criança aonde tem criança, criança aonde tem bagunça, que tem festa, que tem alegria, eles vão entrar no clima muito mais rápido que o se o que o adulto, né? Então é isso. Eu acho que é a você desperta bastante a sua criança interior nesse momento, né, Rachila? Ah, com certeza. Eu acho que eu tenho uma alma de criança. [risadas] Deu 38 anos. Meu marido fala: "Rchila, da onde você tira tanta energia?" [risadas] Hoje, gente, eu acordei 4 horas da manhã, eu não parei até faxina em casa. Eu já fiz só brincando. [risadas] Já, já puxei o sofá, limpei embaixo do sofá. Por quê? Por conta do Natal, porque tá chegando mais enfeites. E é isso, gente. É a alma da criança. Ela mora dentro de mim. maravilhosa. [risadas] A China é uma maravilhosa, gente. Olha, muito bom. Agora, a gente falando da casa da Rachila, né, de toda essa tradição que ela carrega, que ela traz. Thaís, eh, a questão da da iluminação da cidade. Eu gostaria que você falasse desse impacto nas nossas emoções, nos nossos sentimentos, porque aqui a gente tá falando de casas, né? E não é sempre que as pessoas podem ter uma casa bem decorada e depois a Rachila vai falar pra gente eh como que a gente faz para gente poder conseguir fazer uma decoraçãozinha dela, que é importante a gente lembrar. Pera aí, deixa eu voltar. É importante a gente lembrar que a Rachila hoje tem todo esse aparato para decoração, mas quando ela começou ela tinha uma arrvorezinha pequenininha. Então tem toda uma história. E aí quando eu falo que tem tem pessoas que às vezes não tem condições de decorar a casa, eh, a Rachila vai explicar pra gente e mostrar para você que de repente você usando uma criatividade aqui e ali, você consegue fazer algum detalhe que já arremete, sabe? Nessa coisa, natalina, não precisa ter a casa toda decorada igual ela. Ela tem hoje porque ela trouxe, ela traz uma história, mas quando ela começou lá pequenininha como criança, ela tinha uma arvorezinha só. Então eu só tô reforçando isso. Para quê? Porque a gente vai mostrar para você que você também pode fazer, tá bom? A minha primeira árvore de Natal sabe como foi? Agora eu me lembrei. Nossa, como eu lembrei, gente, veio aqui, ó, tum assim a imagem. Eu fui lá, peguei galho seco de árvore, coloquei dentro de uma lata, porque a minha família na época eles não tinham eh essa tradição de árvore de Natal e a gente passava batido o Natal, sabe? É uma família bem humilde e tal. E eu acho que a minha minha mãe não foi ensinada a ter isso. E aí eu comecei e quando eu comecei a estudar, eu comecei a ver eh esse negócio de Natal. Falei: "Nossa, né? Eu queria tanto ter uma árvore". E aí a primeira árvore que que eu fiz? Eu não tinha [roncando] internet, não tinha nada naquela época, né? Eu peguei um galho seco que fazia igual uma árvore, coloquei numa lata, coloquei terrinha e coloquei em volta pedra brita. Gente, me lembro como se fosse hoje agora. Olha só como vem, né? E aí eu peguei escondido algodão, enrolei tudo aquele, todos aqueles galhos com algodão e peguei, fiz bolinha de Natal com um papel, pintei de vermelho, peguei uma linha, amarrei e pendurei. Aquela foi a minha primeira árvore de Natal. Uau! Nossa, que lembrança. Ai, ai, ai, chorei, [risadas] gente. Que isso? É o Natal. Vai fazer o quê? E aí depois disso a gente começou a comprar bola de Natal. Aí depois nós pegamos um eh ah compramos um pinheirinho de verdade, né, na floricultura. Começamos a cuidar daquele pinheirinho e a árvore de Natal foi crescendo, foi crescendo, foi crescendo e a gente aprendeu até Natal. E hoje a gente decora a nossa casa, não tão quanto a da Rila, mas a gente tem uma decoração de Natal e isso é muito bom. E você viu? Partiu de você. Verdade. Quantos anos você tinha? 8 anos. Anos. Ai, gente, chorei de novo. Olha isso. Ai, meu Deus do céu, gente. Que coisa, né? Mas é isso. Natal é isso, né? Taí Natal é isso. E você viu? Veio criança. Eu nem lembrava disso, gente. A me fez lembrar. Ve criança, mas veio da criança que não tinha o modelo dos pais, vamos dizer assim. Não, porque era algo ruim, não. Não, porque eles não foram ensinados também. não foram ensinados e de repente algo [roncando] internamente te fez buscar isso e olha como foi [roncando] algo positivo, porque hoje vocês têm uma tradição. Exato. E você com 8 anos começou essa tradição. Eu não tinha nem percebido isso. E essa emoção é uma emoção. Qual é o teor dessa emoção? É uma emoção muito boa, muito boa, porque a gente despertou e e você trouxe para mim isso de algo que eu nem imaginava lá que eu estaria fazendo e que hoje os meus sobrinhos, a minha filha, né, a a a nossa família hoje comemora o Natal de uma forma diferente. Nossa, gente, que maravilhoso, que sensação gostosa. Eu podia até pedir desculpa porque estar aqui chorando, mas eu não vou pedir não, porque a gente pode fazer o nosso Natal da forma que a gente tem condições, seja pegando um galinho lá seco e e colocando com algodão ou pintando, sabe? fazendo alguma coisa ou da forma que a Rila faz hoje. Essa sensação é maravilhosa. Agora, voltando lá atrás, a decoração da cidade. Ai, meu Deus do céu, que programa emocionante. Decoração da cidade, né? Quando a pessoa, igual eu falei antes, que daí me veio a lembrança da da árvore, a decoração da cidade para as pessoas de repente que não tem a possibilidade de ter todas aquelas luzes dentro de casa, só tem aquela árvorezinha enrolada com algodão como a minha. Eh, ela traz também aquela coisa, é importante a gente levar as crianças, a família para poder ver pelo menos uma vez que seja a decoração natalina da cidade pública, enfim, eh, né, pública ou ou então das lojas que decoram muito. Isso traz algo de bom, a gente ter esse eh essa questão de ir até ai vamos Nossa, eu lembro eu lembro com a minha avó e com a minha mãe quando eu era criança. Vamos no cambu agora. [risadas] Vamos no Cambuí porque o Cambui estará iluminado, não sei o quê. Eh, é uma, é mais uma tradição, é mais um momento em família, é algo que internaliza na criança, internaliza ali, eh, e a gente aguarda, a gente espera, a gente deseja, né? Eh, ai, nossa, Papai Noel vai, por que que o Papai Noel chegando no shopping é um evento, né? Se vocês verem, às vezes os pais estão mais emase do que os filhos. Verdade. Porque, nossa, é um evento, é, é, é uma tradição de estar ali e sem dizer que realmente as luzes na cidade ficam bonitas. Hum. Eh, nos dá vida, luz da vida, né? Lógico, aquela luz piscando, às vezes incomoda de forma exacerbada, às vezes traz um desconforto, né? Mas aí no seu limite, né? É lógico, lógico que tem algumas pessoas que t um pouco mais de de sensibilidade, aí não dá isso, mas tudo no seu limite. A gente tem que lembrar que é motivo para tradição, é motivo para expectativa, motivo para se encher de alegria e criar histórias. É verdade. E quando a Rachila, a Thaí traz essa questão de tradição, é interessante porque a gente vê eh cada ano que passa, cada Natal que passa as famílias, né? Ah, ou por conta de uma perda ou por conta de um motivo ou outro, seja ele qual for, mas a tradição ela vem se perdendo. Você percebe isso? Infelizmente. Infelizmente. Eu acho que a questão também da data virar muito comercial também. Sim, sim. A tradição, você chega no Natal, na casa das pessoas, é só troca de presente, é só comer e assim, nenhum momento tem mais a o real significado daquela data. É um feriado, é um feriado para reunir todo mundo, a galera vai beber e não é esse o objetivo dessa data. Infelizmente isso tá se perdendo, porque no passado tinha aquela tradição independente da da religião, mas vai na igreja, vai paraa missa, depois reúne a família toda em volta da mesa. Então essas tradições, infelizmente, a gente tá vendo que em determinadas cidades vão se perdendo. E por que que vai vão se perdendo assim? É porque a gente não tá vivendo isso mais com tanto fervor, com tanta entrega como vivíamos antes. Na verdade, a gente tá num mundo eh complicado, né? É um mundo aonde o individualismo tá crescendo cada vez mais. Eh, viver no umbigo é eh é melhor, é mais importante, né? É viver de status. Eh, tem as pessoas que vão decorar a casa para postar, para postar lá no no Instagram, mas tem pessoas que vivem que nem ela, que que curtem, que é que que sentem isso e e esse processo tá se perdendo porque a gente tá vivendo um momento de individualismo, automático, individual, automático, individual ismo. Cada vez mais a gente tá mais doente emocionalmente falando, eh, a gente tá se desgastando, eh, por pequenas coisas, a gente tá perdendo a essência das coisas, né? Uhum. Eh, eu tenho, para mim, aí já é uma coisa pessoal minha, [limpando a garganta][tosse] eu costumo falar que é algo cíclico, tá? Por quê? Eh, eu acredito que lá atrás a gente tinha os nossos avós que viviam de uma forma. Isso aí, devido a educação foi vindo, foi mudando, porque ah, os nossos pais perceberam que educar de tal forma tava complicado, tal. nós percebemos e assim foi. Eu tenho a sensação que, vamos dizer, os nossos netos, bisnetos, eles vão olhar para trás e vão falar: "Cara, o que que a gente perdeu? A gente precisa recuperar o gancho, a gente precisa recuperar eh as tradições." Uau, que bom, que bom. Eu tenho essa sensação. Nossa, que bom se isso acontecer, né, Rachila? Que bom se isso acontecer, porque a gente tá muito superficial. Eu acho que nós estamos vivendo num tempo assim que precisa dessa, sabe assim, desse pera lá, vamos voltar e buscar, né, as tradições, viver com mais intensidade com as pessoas que a gente ama, fazer algo pro aqui e pro agora e esquecer que nós estamos performando o tempo todo, né? É, eu acho que tá tudo muito pesado essa questão da performance. E agora a sensação da gente ter ter que, tá? Olha só, a sensação de ter que ter a casa perfeita ou a festa perfeita [roncando] pode gerar gatilhos e ansiedades. Pode. E como? Uhum. E como o ter que tem o que é muito pesado. Uhum. Tem o que é uma obrigação que a gente impõe sem eh sem ter significado algum. Eu costumo brincar com os meus pacientes. Tá escrito aonde que você tem que Exatamente. [risadas] Verdade. Quem escreveu? Quem disse? Tipo, né? Eh, o que eu falo, né, pro pro pessoal na no consultório, gente, vamos lá. Eu tenho o quê? Tá. Uhum. Será que em vez de eu falar eu tenho o quê, eu posso pensar, eu eu preciso isso? Será que eu posso pensar em eu gostaria? Uhum. Será que eu posso pensar em não, é uma obrigação real, eu preciso realmente fazer tal coisa. Então eu preciso sim leve. A gente precisa, aos meus olhos, a gente precisa aliviar as palavras. Bem, vivemos num mundo imediatista, no mundo aonde a pressão ela vem de todos os lados. Então, a gente precisa, ao meu ver, corretíssima. Muito bom. Perfeito. Bom, temos que ter a casa perfeita, temos que ter a decoração perfeita. Onde está escrito que temos que ter? Tá vendo? É, é isso. É isso, né? Então assim, vamos agora de repente entender como podemos ter uma singela decoração de Natal. Como podemos, se queremos, né? Se quisermos ter, se eu quero, eu posso ter uma decoração singela ou não posso, Rach? Com toda certeza. vai depender de você, o que o teu coração quer. Ele quer uma super decoração, ele não quer nenhuma decoração, zero iluminação. É o que o teu coração quer. E eu acho que isso é muito individual, não é? Porque eu amo o Natal e que meu coração vibra nessa época do ano, que você também tem que ser assim. Cada um tem o o que faz o teu coração vibrar. Eu acredito muito nisso. Maravilhosa. Agora dá umas dicas pra gente aí, né, para [risadas] eh o que que a gente pode fazer em casa. para uma decoração singela, assim, simples, objetiva, sem gastar muito, né? A gente consegue, não consegue? Com toda certeza, gente. Hoje nós temos as redes sociais, temos o YouTube, temos o Google, que nos ajuda a ter ideias criativas e baratas. Então, por exemplo, árvore, árvore de Natal, quando a minha era pequenininha e a gente não tinha, quase não tinha galho, gente, aquelas aquelas [risadas] árvores ver toda esburacada. Tem uma técnica que eu fui aprender depois de grande, que é como encher esses buracos para parecer aquela árvore gorda, bonita, vistosa. E como você faz isso? Com um simples festão que você vai comprar na rua aí da tua cidade, no centro da cidade, por R$ 10. Você vai pegar o festão, vai pegar aquela árvore toda esburacada, vai encher ela com festão, vai preencher, vai comprar um 10 bolinhas, vai colocar na sua árvore, decorá-la e pronto, gente. A tua árvore vai est vistosa, gorda, bonita e com as bolinhas de Natal. Então não precisa de tanto, não é? Eh, menos é mais, muitas vezes. E eu tenho uma grande decoração porque eu quase virei uma colecionadora, porque eu amo Natal, mas você falar: "Rchila, eu não tenho condições." Tem como sim ter uma decoração simples, gastando muito pouco. É só questão de criatividade. Olha aí, né? E você sabe que tem também aquela e o artesanato, né? e vor desenha recorta uma árvore, chama as crianças, faz uma pintura, desenho, cola na parede. Coisa mais linda do mundo vocês fizeram. E esse fazer, trazer as crianças, incentivar todos os sentidos ali na pintura e depois colocar aquela arte que foi feita para que todos observem e admirem, isso traz uma sensação muito gostosa, né, Thaí? São as tradições, né? Olha aí, ó. Tá vendo? é validar, validar o que a criança tá fazendo, validar a a a criatividade dela, validar o a capacidade dela de fazer. Aí ficou aí ficou torto. Aí eu tenho toque. Não, tá ótimo, filha. Isso aí bacana. É maravilhoso. É tradição. Ai, gente, que gostoso falar de Natal, né? É, é bom demais. E a gente precisa para reforçar aqui, tá? Tá tudo tão bom. A gente tá falando das emoções. A Rachila tá trazendo essa tradição, né? Lembrando que hoje ela tem um mega Natal, uma mega decoração, mas começou com uma árvorezinha, não é? Muito bem. Eu também comecei com uma arrvorezinha de galho seco, né? E tá tudo bem. O importante é a gente começar e de repente se você não quiser, tá tudo bem também. Mas o importante é você falar e você externar paraa outra pessoa, pra pessoa que vive com você, né? pro seu parceiro, companheiro, olha, eu não gosto porque eu não me sinto bem, porque por conta disso, para que as pessoas possam entender e sim ou te oferecer um apoio, porque de repente se você tá precisando de um apoio, de um acolhimento, você vai ser oferecido a partir do momento que você falar, ou então se você quer ficar quietinho, esse seu momento seja respeitado. Então, é importante a comunicação. E falando em comunicação, a gente vai pro fenômeno chamado comparação. Ah, comparação social. Uhum. muito reforçada nesse período, tá? E a gente tem que tomar muito cuidado com essa questão da comparação nas redes sociais, né, Taí? É, a comparação é complicada porque ela acaba, o que que faz? Faz com que você acredite que o outro, o do outro é melhor, né? Então, a decoração do outro é mais bonita, a decoração do outro, a família do outro é mais unida. Uhum. Eh, o romance do outro, enfim, comparar, eh, ele acaba fazendo com que você se diminua. Isso acaba fazendo com que você acabe tendo uma um julgamento. Você falou de julgamento outro momento, um julgamento eh de algo que não vai acrescentar nada a você. Lógico você olhar para algo e falar: "Nossa, que legal. Meu sonho é é ter uma família igual a de fulano. Uhum. [limpando a garganta] Isso é uma coisa. Sim. Mas você querer ser a família igual à aquela família? Uhum. Uhum. Então assim, comparar é quando a gente deseja seguir os exemplos daquela pessoa e não simplesmente eh ser aquela pessoa ou fazer aquilo. Uhum. Né? Eh é muito é vazio a gente querer ser o outro. Uhum. Até porque é humanamente impossível. Uhum. Não tem como. É isso. É isso. Então, menos comparação, tá? Eh, começa a olhar para você com mais carinho, começa a olhar para você com mais admiração, né? Tira uma foto lá. A gente tá fazendo falando de decoração. Poxa vida, tira uma foto da decoração que você fez. Olha, admira, né? É, é eh valida aquilo que você fez, independente se é pequeno, se é grande, se se você gastou bastante, se você não gastou. Admire o que você fez, admire a arte que você teve com as suas crianças. Eh, traga mais emoção, mais vida, mais amor, mais carinho para esse momento tão especial, que de repente para alguns pode não ser, mas para outros sim. a gente precisa lidar com todas essas emoções e tá tudo bem, né? Mas o que hoje a gente tá trazendo no programa é isso, eh, trazendo a questão da tradição, né, que a Rachila muito bem trouxe, a questão de lidar com as emoções, que ela também trouxe, né, por conta de perdas e a continuidade. E a Thaí trouxe pra gente como que a gente vai lidar com o nosso psicológico, com o nosso emocional e a importância eh de aprender a trabalhar com isso aliando a comunicação, né? Agora a Rachila, vamos lá. Ô Pedrinho, deixa eu perguntar pra produção se tem mais vídeo, que daí se tiver mais vídeo você vai falando pra gente o que que é. Porque eu vi, eu vi que você mandou um monte de vídeo, né? [risadas] Um monte de vídeo. A Rila mandou, falei: "Manda uns videozinhos". Ela mandou um monte porque olha só essa decoração de Natal. Olha lá de Natal aí no salão de festas do meu condomínio. Aí ó. Aí a gente faz o que a gente tem, gente, os pratos do condomínio. Aí esse, essa toalha dourada é juta. Juta gente. Olha aí, ó. Aí faz uma decoração. Aí o porta guardanapo. Tem porta guardanapo que eu ganhei da minha melhor amiga. Tem porta guardanapo que a avó do meu marido fez. As as botinhas de talher a avó do meu marido fez pra gente. Então assim, é a minha mãe fez um monte de porta guardanapo para mim. Então, coloca uma força tarefa na família. Ah, olha aí, tá [risadas] pensando que vai chegar, vai encontrar tudo decorado, trabalhar também. Vamos trabalhar. É união da família. Isso. União da família. Então, a gente vai no todo mundo junto, compra a flor mais barato, monta todo mundo junto. Claro, gente, família é assim, não é aquela coisa, todo mundo vai ajudar. Claro, [risadas] claro. Mas uma parte da família veste a camisa do Natal. Sim, sim. A camisa do Natal aí, ó. Bolinha de de eu esqueci o material dessa bolinha ina na água. Então fica super bonita a decora super bonito, super barato também. Ai que linda. Ai eu sou apaixonada minha gente. [risadas] Muito bom. Tem mais Pedrinho? Pode passar pra frente se tiver pra gente ir falando aqui. Daí eu já pergunto paraa Thaía, a nós falamos tanto, tanto, tanto, que eu acabei deixando alguns pontos para trás. A Rachila trouxe muito bem a questão eh da união da família, né? Cada um faz uma coisa, então você coloca todo mundo em ação e essa entrega é magnífica, né, Thaí? [suspirando] É, é uma, é um momento de expectativa dessa união, né? é o momento aonde desejamos que que tenha eh isso. Ter isso é positivo, ter isso é muito bom. Uhum. Eh, a família fazendo o pouquinho que for e já é sempre a faz doce e tal, faz. Você vai levar tal coisa. Sim. Aham. Cada um faz um pouquinho, junta tudo, dá um montão, né? É. Mas eu gostaria de trazer uma coisa. Por favor. Uhum. Eh, também é uma época aonde a gente sabe que as famílias brilham, né? É onde as famílias se estranham. Uhum. Eh, infelizmente, por que que isso acontece, né? Por quê? Porque a gente tá a flor da pele, as emoções estão as as flor a flor da peleum eh é um convívio maior do que o costumeiro. Então normalmente passa-se dia 24 e dia 25 ali, quase que todo momento junto. É um momento, volta a falar: "Poxa, fim de ciclo, fim de ano, todo mundo tá cansado, né?" Então, a gente também tem que entender que [limpando a garganta] as famílias também se estranham um pouquinho. Sim, exatamente. E tudo bem, mais uma vez tudo bem. A gente não precisa achar que a gente é um bicho de sete cabeças, que a gente é estranho, que a gente é diferente. Tudo bem não estar tudo bem também. Tudo bem não estar tudo bem. Exato. Exato. É isso. E aí quando a gente fala em família, a gente também eh precisa lembrar, eu acho que é bem é importante a gente pontuar, pessoas que às vezes não têm família, pessoas que estão sozinhas, pessoas que tiveram grande perdas, pessoas que não tiveram família, crianças que, infelizmente, né, eh estão com os pais ausentes. Então, gente, eh, é um mix de sensações, é um mix de emoções. A gente precisa respeitar cada um, né? E uma dica, se você tiver condições, seja uma rede de apoio, né? Se você tiver condições, seja uma rede de apoio. De repente você lá na sua casa ou na na sua rua, no seu bairro, no seu condomínio, enfim, você sabe que tem uma pessoa que tá lá sozinha, né, e que ela teve perdas ou então que ela sempre viveu sozinha ou enfim, que tal você chega lá, olá, tudo bem? Olha, eu gostaria de te convidar para participar da nossa seia de Natal. Você está super convidada. Você gostaria de participar? Gostaria. Pega essa pessoa, leva lá, acolhe, né? Sabe, dá para ela eh pelo menos nesse momento, aquele sentimento gostoso. Isso faz toda a diferença, né? Se você tiver condições, claro, né? Eu acho que é importante a gente também eh nos doar como rede de apoio nesse momento, porque tem pessoas que vivem eh bem de uma forma que às vezes a gente nem tem noção de que estão vivendo nesse momento de de união que a gente tá falando aqui, né? E o acolher é simplesmente às vezes um abraço, uma ligação, tá com o telefone, uma mensagem. Ui, tudo bem aí? Como que você tá? Como que tá sendo esse final de ano? Lembra comunicação. Exato. Tá tudo em ordem. E que que você vai fazer? Ah, não vai fazer nada. Mas tem, tô pensando em te convidar. Que que você acha? não dá para convidar que a casa tá cheia. Não tem importância. Vamos lá. Eh, olha, eu vou fazer uma compra de Natal. Quer fazer companhia para mim? Sim. Enfim, é um acolhimento, né? É, eu acho que eh a gente tem que parar e pensar também porque eh eh tem pessoas que vão na contramão da realidade que deveria ser, né, Rila? Exatamente. Exatamente. Eu acho que a gente tem que fazer o que tá dentro do nosso alcance, se a gente tem possibilidades, a oportunidade de ajudar o nosso vizinho, né, gente? A gente não tá falando muito longe de você, tá? Às vezes tá na tua porta, na porta da tua casa. E a gente pode, exatamente. Uhum. E a gente pode fazer. Aí gente, que programa gostoso, né? A produção tem mais aí? Produção, po, pode mandar pra gente. Então, tem mais fotos da Rachila aqui. E aí a gente já tá quase encerrando, mas a gente acho que deixa, né, um um programa para que você pare, pense, analise, né, e repasse pras pessoas. O programa vai ficar no YouTube, tá bom, gente? Rila, ó lá, ó. Á, conta pra gente. Isso aí já é outro Natal que eu tô vendo. Tá diferente. Lá na taxa tem até uma um bilhetinho que eu escrevi a mão para todo mundo. Coloquei o prendedor com Papai Noel de moto e aí escrevi um bilhetinho, porque eu amo escrever bilhete à mão, gente. Escrevi um bilhete para cada um personalizado, então escrevi para todos. Ol, tá vendo? Sobre um presente, né? É muito bom você pegar um bilhete escrito à mão assim com uma mensagem para você. Isso é um presente, gente, porque hoje ninguém mais escreve para ninguém. Só tá todo mundo, ó, no digital, né? Olha ali. É um presépoio que tinha ali. É, é um presépo a igrejinha. Então, eu acho que a gente tem que realmente, isso é viver o Natal, independente com a quantidade de coisas, né? É viver o Natal com aquilo que você tem. E aí, ó, aí montando, né, o início da árvore. Então, só a iluminação com o pisca pisca. Só o pisca pisca já fica bonito, gente. Eu já fico apaixonada. É, Papai Noel no teto. Então, aí eu tiro tudo, gente, da estante para mudar pra decoração de Natal e aí a gente vai colocando toda todos os enfeites. Olha só que maravilhoso, gente. Que lindo. Ah, minha, ela é minha rena. A rena oficial. [risadas] A rena oficial é a Nina e a Só. Ai, gente, que delícia. Outra rena [risadas] embaixo da almofada. Essas minhas cenas, gente, não quer saber de trabalhar. Tá uma vergonha. [risadas] Papai Noel vai ter trabalho esse ano. Ai, que gostoso ter vocês duas aqui com a gente. Quanta entrega, quanta emoção nesse programa, quanta informação, né? E acho que é informação boa, é informação compartilhada. É isso que a gente fez hoje, entregando aí emoção nesse momento, eh, emoção e informação, né, nesse momento em que a gente já tá se aproximando do Natal. Então, a gente viu e que o Natal não está só nas luzes, nem nos enfeites, mas nas memórias, nas sensações que isso desperta. A decoração pode ser alegria, pode ser aconchego, né? Mas a gente precisa ter equilíbrio e a gente lembra e pede que cada um encontre o seu próprio ritmo, a sua intenção, a sua maneira, né, de celebrar, sem pressão, sem julgamento, e que seja um período que traga mais calma, mais afeto e menos cobrança, gente. [música] Eu acho que é é sobre isso. É assim que a gente encerra o nosso programa. Então agora eu gostaria de uma consideração final da nossa psicóloga que participou brilhanamente [roncando] com a gente aqui hoje. Muito obrigada. Feliz Natal, né? E e gratidão pela sua participação, pela sua entrega maravilhosa, viu, Thaí? Eu que agradeço. Feliz Natal para todos, [música] eh, para vocês todas. Eh, eu acredito que a gente tem que ter calma, saber que ter as pessoas ao nosso redor, a rede de apoio [música] é importante, eh, a união é importante, é uma data aonde a festividade ela faz brilhar muitas coisas, né? Elas nos floresce. eh faz com que a gente queira eh sair da realidade nu e crua e ir paraa fantasia. [música] Aproveite isso. Agora, se você também não tá no no clima, se você ainda é mais você não está num bom momento, se você se sente [música] muito ansioso, se você se sente mais para baixo, não fique só. Acho que é importante falar isso aqui, tá? Não fique só, busque ajuda, eh busque um um amigo, busque um profissional, enfim. É uma época do ano muito delicada também existe as festividades, mas também [música] tem essa delicadeza. Uhum. Eh, cuide-se sempre. Acho que é isso. Maravilhosa. Ó, só eu aqui olhando para você falando, né? Que bom, que bom ter vocês com a gente, viu? Muito obrigada pelos ensinamentos, de verdade, gente, [música] é maravilhoso isso. E a nossa personagem de hoje é a nossa querida amiga Rachila, né? Ela com toda a sua decoração. A Rachila, gente, conheço a Rachila já há um tempinho. Ela é essa mulher alegre do jeito que vocês viram aqui todos os dias. [risadas] é magnífica. Obrigada, viu, pela [música] sua entrega, pela sua participação, pela sua fala, por compartilhar momentos com a gente de emoção. Super adorei. Você é maravilhosa. Obrigada. Delícia. Muito obrigada pelo convite. Muito obrigada por ter esse tempo para conversar com vocês. Eu desejo um feliz Natal para você e pra sua família. que você decore, se você puder decorar e quiser decorar, mas se você não esqueça o verdadeiro sentido do Natal, né? Esse é o verdadeiro sentido do Natal, que é Jesus, né? Se você acreditar nisso, é por ele nasceu por nós, ele morreu por nós e é por isso que a gente está aqui nessa missão dessa vida. Então, muito obrigada a todo mundo que me ouviu e eu fico aqui disponível para todo mundo que quiser falar de Natal. Que delícia. Assim a gente encerra o nosso estúdio Câmara de hoje. Nossa, que programa especial, viu? O programa tá lá já disponível no YouTube para você repassar aí pro pessoal da sua casa. Acho importante, tem tanta coisa boa aqui, tanto insite, ó, pega a visão, vai ali, vem aqui, ouve o que elas dizem. Eu tenho certeza que a gente saiu daqui com conteúdo sensacional [música] e informação boa, é informação compartilhada, tá bom? Estúdio Câmara fica por aqui, mas segunda-feira a gente volta e aí segunda-feira a gente vai falar sobre visibilidade e inclusão das pessoas com síndrome de Down, quebrando estigmas, aproximando realidades e mostrando que cada pessoa tem sim potencial para viver com autonomia e qualidade de vida. A gente te espera, tá? Um ótimo final de semana. Aproveite sua família, larga um pouquinho celular, abraça, beija, [música] ficar junto, é tudo de bom e é isso que a gente tá precisando, tá bom? Beijo. Programação da TV Câmara Campinas tá sensacional esse final de semana, tá? Chama a galera também, vai paraa sala, assiste aí os programas da TV Câmara Campinas, tenho certeza que você vai adorar. Fique bem, até segunda, se Deus quiser. [música] [música] [música] [música] [música] [música]
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