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Estúdio Câmara | Casa acolhedora: como criar ambientes seguros e emocionalmente saudáveis
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Estúdio Câmara | Casa acolhedora: como criar ambientes seguros e emocionalmente saudáveis

44 views Publicado 24/11/2025 HD · 1:06:35

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No Estúdio Câmara de hoje, vamos falar sobre um tema que atravessa gerações, rotinas e histórias familiares: como transformar a casa em um ambiente seguro, harmonioso e acolhedor para todas as idades. O lar é o primeiro espaço de convivência, é onde as emoções se revelam, onde crianças crescem, adultos descansam e idosos se sentem pertencentes. Mas como adaptar esse espaço para que ele realmente acolha cada membro da família? Para aprofundar esse assunto, recebemos duas convidadas que unem técnica, sensibilidade e experiência: Carol Ripamonti, designer de interiores com 24 anos de atuação, e Evelin Martins, terapeuta e psicóloga especializada em criatividade, inovação e desenvolvimento do potencial humano. Este programa responde perguntas que muitas famílias se fazem: ✨ Como tornar a casa mais segura para crianças e idosos? ✨ Como o ambiente influencia o equilíbrio emocional? ✨ Como organizar os espaços para reduzir estresse e criar harmonia? ✨ O que faz um ambiente ser realmente acolhedor? ✨ De que forma o design e a terapia podem caminhar juntos na construção de ambientes saudáveis? 🏠 AMBIENTES PARA TODOS: SEGURANÇA, CONFORTO E AFETO A proposta central do programa é mostrar que é possível — e necessário — pensar a casa como um espaço inclusivo para todas as fases da vida. Carol Ripamonti explica como adaptar cômodos, circulação, iluminação e mobiliário para atender crianças curiosas, adultos sobrecarregados e idosos que precisam de mais segurança e autonomia. Falamos sobre: prevenção de quedas e acidentes móveis funcionais e acessíveis escolhas de materiais seguros disposição inteligente dos espaços iluminação adequada para diferentes idades decoração que acolhe sem excessos acessibilidade e circulação livre ambientes que estimulam convivência e bem-estar Segundo Carol, o design de interiores não é apenas estética: é leitura humana. É entender emoções, hábitos, necessidades e histórias. O objetivo é criar ambientes em que as pessoas se reconheçam, se sintam seguras e possam viver melhor. 🧠 A CASA COMO EXTENSÃO DO EMOCIONAL A terapeuta Evelin Martins traz a dimensão psicológica e emocional dos ambientes. Ela explica como a forma como organizamos e ocupamos a casa reflete — e influencia — nosso estado interno. Entre os temas abordados: ambientes desorganizados e a sensação de sobrecarga excesso visual e ansiedade silêncio, privacidade e espaço pessoal casas que cuidam das pessoas o lar como ponto de equilíbrio, descanso e reconexão simbologia dos objetos, fotos e memórias quando o ambiente adoece e quando ele cura como criar espaços terapêuticos no dia a dia Evelin compartilha, ainda, percepções da Psicologia Transpessoal, das Constelações Familiares e da abordagem sistêmica, mostrando como os ambientes carregam histórias, vínculos e afetos. Ela explica que mudar a casa muitas vezes é o primeiro passo para mudar a vida. Pequenos ajustes no ambiente podem reduzir estresse, melhorar relações e promover convivência mais saudável. 💬 PERSONALIZAÇÃO E AFETO: O QUE FAZ UMA CASA SER SUA? Carol Ripamonti, com sua formação e olhar humanizado, ressalta que o design só funciona quando respeita quem vive ali. Por isso, ambientes personalizados são fundamentais: cores que transmitem sensação objetos que contam histórias espaços criados para hábitos reais locais para brincar, trabalhar e descansar ambientes que inspiram pertencimento A casa é cenário da vida — e precisa acompanhar as mudanças da família. 🔄 ROTINA, ORGANIZAÇÃO E HARMONIA VISUAL A organização não é só estética: é saúde mental. Criar rotinas, definir lugares para cada coisa, usar elementos simples de organização e trabalhar a harmonia visual são estratégias que reduzem o caos interno e externo. Quando a casa flui, a vida flui junto. 🌿 DESIGN QUE ACOLHE + PSICOLOGIA QUE ENTENDE A união da técnica de Carol e do olhar terapêutico de Evelin cria uma conversa poderosa sobre bem-estar. Elas mostram que transformar a casa é transformar relações, emoções e a maneira como nos vemos no mundo. O programa traz dicas práticas, reflexões profundas e soluções acessíveis para quem deseja construir um lar: ✔ seguro ✔ funcional ✔ bonito ✔ emocionalmente saudável ✔ acolhedor para todas as idades Este episódio é um convite para olhar para dentro — da casa e de si mesmo. Continue assistindo conteúdos incríveis em nossas playlists: 📺 YouTube: https://www.youtube.com/@tvcamaracampinas 🌎 Conecte-se com a gente nas redes sociais: 📸 Instagram: https://www.instagram.com/tvcamaracampinas 🎵 TikTok: https://www.tiktok.com/@tvcamaracampinas 📘 Facebook: https://www.facebook.com/tvcamaracampinas 🎙️ Spotify: https://creators.spotify.com/pod/show/tvcamaracampinas

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[música] Olá, muito bom dia para você que está ligadinho aqui na TV Câmara Campinas. Estamos chegando com o nosso estúdio Câmara. Hoje, dia 21 de novembro, sexta-feira. Você que tá em casa, esticou o feriado, bom dia para você. E hoje vamos falar com você que acredita que a casa boa é uma casa viva. Vamos falar sobre como transformar o lar em um espaço agradável, seguro e acolhedor para todas as idades. Da infância à terceira idade, cada fase da vida pede cuidados e adaptações diferentes [música] e também pequenos ajustes que podem fazer uma grande diferença no dia a dia de toda a família. As nossas convidadas já estão aqui no estúdio. Nós vamos agora de algumas informações. Daqui a pouquinho a gente já apresenta as convidadas do programa de hoje. E olha só que legal, neste fim de semana Campinas será palco de um dos eventos florais mais tradicionais do país. É a 26ª Exposição [música] Nacional de Orquídeas de Campinas, que é realizada pela Associação Campineira de Orquidófilos. E essa amostra acontece no Instituto Cultural Nipo Brasileiro, que fica na rua Camarago Pai, 118, lá no Guanabara. A entrada, gente, é gratuita e o evento reúne expositores de diversas regiões do Brasil e apresenta uma grande variedade de espécies e híbridos de orquídeas em um ambiente acolhedor integrado à natureza. uma opção de passeio completa para as famílias e admiradores de flores nesta sexta-feira, aliás, nesse final de semana, né, que é de hoje a domingo. Então, aproveite, a entrada é gratuita, exposição nacional de Orquídeas de Campinas no Instituto Cultural Nipo Brasileiro. Mais informações chegando para você. O Sesc Campinas é a Estação Cultura recebem hoje e amanhã uma programação especial com atividades abertas ao público. Entre as atrações estão oficinas de Maracatu, apresentações culturais e feira criativa que integram a agenda comemorativa do mês da consciência [música] negra na cidade. Os eventos acontecem em ambos os espaços: Sesc Campinas e Estação Cultura, e prometem reunir arte, cultura e valorização das tradicionais afro das tradições, [música] perdão, afrobrasileiras. A participação é gratuita, tá certo? Então participe, acesse lá Sesc Campinas, [música] acesse também a rede social de informações da Estação Cultura, convite seus amigos e bora prestigiar. Bom, previsão do tempo. Antes da gente seguir com a nossa conversa, vamos conferir aí o tempo para Campinas neste final de semana. Hoje, sexta-feira, sol com poucas nuvens, mínima de 18, máxima de 24º. Amanhã, sabadão, sol com aumento de nuvens à tarde, mas não chove, tá? Mínima de 17, máxima de 28. E domingo, dia ensolarado e sem chuva, mínima 19 e máxima 31º. É a previsão do tempo para [música] este final de semana. para você que está aí acompanhando a programação do nosso estúdio Câmara. Vamos lá, então. Vamos a os nossos eh as nossas, aliás, entrevistadas de hoje e também falar do nosso tema central. A gente fala do ambiente que a gente vive. Você sabia que ele diz mais como a gente se sente? É uma casa desorganizada, ela pode aumentar o estress. Tem uma pesquisa da IPSUS que mostra que o Brasil é o quarto país mais estressado do mundo. E aí tem ambientes escuros que também podem interferir no humor. E segundo a Associação Brasileira de Iluminação, a Luz Natural reduz sintomas de ansiedade e melhora a disposição. E quando a gente fala de segurança, o Ministério da Saúde aponta que quedas dentro de casa são a principal causa de acidentes com idosos e a segunda causa em crianças pequenas. Por outro lado, ambientes acolhedores com harmonia visual e funcionalidade ajudam a trazer leveza e bem-estar. E é sobre isso que a gente conversa hoje aqui no nosso estúdio Câmara. Vamos lá, então, para conversar com a gente, eu recebo duas convidadas especiais. Vamos lá, então, apresentando a Carol Ripamonte. Ela é design de interiores, especialista em ambientes integrados e funcionais. Seja muito bem-vinda. Bom dia para você. né? Bom dia. É um prazer estar aqui e contribuir com esse assunto muito interessante, muito importante, que é o nosso dia a dia, né, ao ao atender famílias e e colaborar aí com algumas informações importantes para todos. Maravilhosa. E com a gente também a Evely Martins, a terapeuta especialista em comportamento humano e equilíbrio emocional. Seja muito bem-vinda. Obrigada pela sua presença. Bom dia. Bom dia. Como é importante, né, essa conversa, esclarecer alguns aspectos, o que que o ambiente traz, traduz, né, do que algo que carregamos internamente. Então, nós vamos falar um pouquinho disso, de sentimentos, emoções relacionados aos nossos ambientes e também o aspecto comportamental. Vamosora então. E você que tá aí do outro lado, né, convida a galerinha pra sala e vamos ao nosso programa de hoje. Muitas vezes a gente pensa em decorar a nossa casa para deixar ela mais bonita, mas será que ela também está funcional e segura, né, para todos que vivem ali? Quando o ambiente ele é bem planejado, ele acolhe, ele inspira e até melhora o convívio familiar. Então eu começo perguntando para você, Carol, quando falamos em ambientes para todas as idades, né, quais são os principais pontos de atenção no momento da gente planejar e adaptar uma casa? Então, olha, o interessante é a gente conhecer os habitantes dessa casa, né? Quem é essa família, as rotinas e a dinâmica familiar. Isso é fundamental para que a casa seja funcional e organizada, porque essa funcionalidade, organização traz esse bem-estar e facilita, né, o fluir das atividades diárias aí. E no na questão eh técnico, a gente observa muito a parte funcional e de segurança. Então, eh em casos de crianças, por exemplo, ela tá em momento lúdico, ela tá no momento de descobertas, então ela precisa de lugares seguros. Uhum. Mas também de limites claros dentro da casa para que ela consegue para que ela consiga se organizar internamente também, né, na rotina. do da família. Então, a gente toma muito cuidados com tapetes, com os pisos para que essa criança não se machuque, que ela tenha mais circulação livre no layout da casa, espaços definidos para o brincar, para guardar seus brinquedos e para respeitar os outros integrantes da casa também. Isso. No caso de idosos, a gente cuida muito da rotina desse idoso para que ele tenha espaço dentro da casa e consiga praticar sua rotina, né? Eh, espaços livres também, assentos nas alturas ideais para que ele consiga eh eh ser autônomo dentro da casa. eh na funcionalidade do da área geral dessa família, que todos consigam ter esse espaço e tenha seus objetos e seus espaços para atividades definidos. Isso é um ponto de atenção. Excelente. É interessante que muitas pessoas pensam que adaptar é um sinônimo de de reformar, mas pesquisas mostram que 70% dos acidentes domésticos poderiam ser evitados com uma ajuda simples. Isso segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria. Agora, Evelyn, do ponto de vista emocional, o ambiente também fala sobre o nosso estado interno, como é que o espaço físico pode influenciar o bem-estar da nossa família. Influencia e muito. Eh, você, eh, trouxe dados até, né, da o ambiente escuro. Então, o ambiente escuro, uma pessoa que já está num tratamento, por exemplo, de depressão, o quanto isso não favorece. o eh contrário disso, um ambiente claro, um ambiente que recebe luz solar, um ambiente que traz aspectos, por exemplo, da natureza. Isso é tão importante. Isso traz uma sensação de conforto. Pensando nisso, por exemplo, natureza, isso faz parte eh do ser humano, né? E esse convívio com o que é natural. Então, ter elementos, por exemplo, dentro de casa, que nos traz essa sensação, por exemplo, a facilidade da luz solar, eh, uma planta, uma flor, eh, eu já vi casas, por exemplo, que no meio da casa tinha uma pedra, então trazendo muito esse externo para dentro e essa sensação desse natural. Então, especialistas como a Carol podem nos ajudar, então a luz natural ou o colorido ou aspectos, como eu falei, da natureza ou, por exemplo, um móvel também, eh, que traz algo do familiar, né? Algum objeto que se tenha eh de um familiar, de um membro que que deixou como herança um presente, enfim. Então, tudo isso traduz familiaridade. E pro ser humano é isso é muito importante. O cérebro ele reconhece facilmente o que nos é familiar. Uau, né? [risadas] É importante isso, né? E é curioso a gente pensar como o espaço e a emoção elas se conectam, né? Tem estudos da USP que mostram que ambientes desorganizados eles aumentam o cortisol, né, o hormônio do estés. Então, a gente precisa eh se atentar também com essa questão da organização. Agora, eh Carol, pensando em segurança, né? O que que não pode faltar em casas onde vivem crianças e idosos, que hoje esse é o nosso foco. Nós vamos falar de organização, mas também da adaptação, porque a gente sabe que existem mais pessoas idosas, né, no Brasil e a as necessidades vão mudando. Vou citar um uma situação interessante aqui. É, aos 22 anos, você tem a oportunidade de começar a desenhar a construção da sua casa. E aí, aos 30 você concretiza essa construção. Aos 30 você ainda fala: "Vou construir um sobrado, vou colocar uma escada maravilhosa". Mas se você for concretizar essa construção aos 37 anos ou 38 ou 40 independente, mas passou dos 30, você vai falar assim: "Acho que eu não vou mais optar por escada, não, eu vou fazer uma casa terrea, né?" Então, é importante a gente falar dessa segurança e também dessa prevenção que a gente pode eh eh fazer lá no momento em que a gente tá desenhando o nosso sonho, tá? Muito interessante. Olha, eh, esse aspecto da montagem da casa, quando você tem a oportunidade de projetar a casa do zero, tá sendo muito comum e a gente orienta os nossos clientes que pense nessa casa a longo prazo. Sim. Então, quando a casa precisa ser um sobrado, ela pode ter eh um elevadorzinho, uma cadeirinha que sobe essa escada. que ela seja uma outra ideia é fazer nesse projeto uma suí ou um quarto embaixo, que a princípio pode ser um escritório, um outro ambiente, mas que vai servir para esse idoso ou até para para pros adultos, né? Ou alguém que se machuque e não consiga subir essa escada. Isso é muito interessante. Eh, às vezes no projeto também a gente deixa reservado para um elevadorzinho. Tem alguns elevadores assim que eles atingem só um andar. Então isso também é uma opção. [roncando] Mas eh no todo da casa a gente observa os pisos, tá? Os pisos principalmente nas áreas molhadas, que eles sejam antiderrapantes. É pr as crianças, telas em janelas altas. É aquele portãozinho na escada. [risadas] Portãozinho na escada conhece. Mas é possível deixar isso com design legal. Então, a gente cuida disso. Eh, a gente tem também evita, eh, cantos eh muito pontudos, então próximos da circulação. Circulação mais livre, isso colabora, né, pro idoso, paraa criança, para que a que os a circulação seja mais segura e também traz bem-estar, você não ter aquela casa entulhada. Então, essa é uma outra solução. Barras de segurança que ajudam tanto ah em banheiros, tá? que ajudam tanto as crianças quanto os idosos no momento do banho, quando eles estão em áreas molhadas. E muitas vezes a gente também espalha pelas casas disfarçadamente alguns pontos de apoio que são seguros, como que funcionam como base, às vezes um móvel fixo, às vezes uma barra mesmo, mas que parece uma escultura, que apoia um quadro. Então, a gente também vai criando algumas soluções quando a gente entende a dinâmica dessa família para que essas pessoas se sintam seguras e consigam circular pela casa. Ah, materiais tóxicos também, a gente cuida muito disso, de deixar um espaço eh separado, mais alto, os elétrons, as tomadas protegidas, né? Os elétros que são mais perigosos também em bancadas mais altas ou fechadas. Então, a gente vai discutindo com os habitantes da casa qual é qual é a rotina e quais são as necessidades. Muitas coisas a gente já leva na ideia do projeto, mas muitas a gente vai sugerindo para criar esse ambiente assim que é seguro e acolhedor, porque as pessoas ficam à vontade, né? Seguro e acolhedor, né? Esse seria o ambiente ideal. O Ministério da Saúde, a gente lembra que quedas representam 71% das internações de idosos por acidentes domésticos. A maior parte acontece no banheiro e na circulação da casa. Agora, Evelyn, quando a gente fala da convivência familiar, né, como é como é que a gente mantém essa harmonia visual e essa harmonia emocional em um lar onde cada um tem seu ritmo diferente e se essa casa não foi adaptada, é no momento dessa adaptação, é porque o tempo realmente está passando e algo está acontecendo, que é o natural da vida, que é o envelhecimento, né? Eh, essa adaptação, ela pode vir também cercada de uma uma frustração, um algo assim da nossa saúde mental. Isso pode acontecer. A gente tem que olhar também por esse lado nessa questão de uma adaptação para uma casa organizada e funcional para a pessoa idosa. Sim, importante, necessário. Você tá eh falando de adaptação, adaptação. A Carol aqui trouxe diferentes aspectos e para mim veio muito a assertividade, né? Então, ter um ambiente seguro e acolhedor quanto isso é assertivo. Então, eh, muitas vezes, eh, as pessoas, né, dentro do sistema familiar, ou um idoso, uma criança, podem apresentar alguns aspectos que necessitam dessa casa adaptada, dessa casa com cuidados especiais, né? Pode ser eh uma questão da criança, uma criança com síndrome de d, uma criança com alguma deficiência, um idoso num estado depressivo ou um idoso eh com alguma dificuldade física, pode ser até os adultos, né? No momento a a Carota disse de um acidente, então, por exemplo, numa casa que são dois andares, você tem um cômodo específico para uma necessidade, uma emergência. Então, essa adaptação ou esse ambiente eh correto, assertivo, de acordo com as necessidades, elas nos ajudam e muito na dinâmica familiar, no dia a dia, nas nossas atividades. Então, as crianças, as crianças querem brincar, quer terem espaço idoso, quer ter um momento de tranquilidade, um ambiente que ele possa, no tempo dele, assistir a televisão dele ou ler um jornal ou ler um livro. Então, essa adaptação, essa eh coerência humos que cada um está vivenciando, né, dentro do sistema familiar. E esse ambiente precisa ter aí um entendimento entre as partes, não é? Com certeza. Você sabe que a casa ela pode ser uma ferramenta muito interessante nesse respeito dos espaços e respeito dos momentos de cada um. Examente. Perfeito, né? Porque como ela falou, se a gente consegue deixar espaços apropriados para esse relaxamento, um espaço prédefinido pra criança entender que ali é um limite para ela, né, e não invadir aquele espaço do idoso, mas a a funcionalidade dessa casa, ela vai sugerindo de uma forma muito natural os espaços de cada um e essa convivência mais harmoniosa, porque a casa está harmoniosa, o espaço tá preparado, e para levar, para deixar fluir essa harmonia. Exatamente. Porque se a gente para para pensar em uma casa que tem de repente uma pessoa idosa, né, que que já ou de repente e está acamada, enfim, essa pessoa ela vai ser levada pra sala para dar um descanso da cama e tal. E essa casa tem uma criança. E aí, como que faz? Como que fica a cabeça da pessoa que tá cuidando disso tudo, que geralmente é uma mulher, né, por favor, sempre é uma mulher, como é que fica a cabeça para ter um ã um certo equilíbrio nesse espaço de convivência aí eh de de duas situações, né? Um idoso que necessita de cuidados especiais, mas ele não pode ficar o tempo todo no quarto. E a criança que precisa de um espaço para brincar, mas também não pode ficar [limpando a garganta] de repente o tempo todo lá fora ou o tempo todo no quarto ou o tempo todo na sala. Tem que ter um equilíbrio, né? Tem que ter um equilíbrio. Eh, veja, nós tivemos recentemente uma necessidade imensa de olhar paraas nossas casas. Uhum. Foi no momento do COVID, na pandemia, em que as pessoas todas tiveram que ficar dentro de casa e como nós fizemos essas organizações e muitas pessoas fizeram as adaptações, né? Então, essa necessidade deste idoso, de ter dele ter um espaço com tranquilidade, da criança ter o espaço com liberdade, do adolescente ter o um quarto, por exemplo, e dentro desse quarto, eh, objetos ou coisas que são importantes pro momento de vida dele ou pessoas agora pós pandemia que estão trabalhando muito home office. Verdade. Como então deixar esse ambiente adequado para essas eh essas circunstâncias, né, esses momentos. Então, pós pandemia, muitas pessoas, muitas famílias mudaram a dinâmica do dia a dia e trabalho, por exemplo. Então, essas adaptações, esses espaços organizados tiveram que acontecer muito bem. Aí, quando a gente fala de adaptação de espaço, nós falamos aqui de luz, né? Falamos de planta e aí, Carol, você vai explicar pra gente o que é um design biofílico, né? Muita gente fala sobre isso e a gente que de repente não tem aí a oportunidade de estar com uma pessoa que tenha expertise referente ao assunto, agora nós estamos tendo, então explica pra gente qual que é a importância desse eh design biofílico dentro de uma casa. realmente melhora a sensação de bem-estar, o que que a gente pode trazer para dentro de casa? É, é muito interessante porque agora nós temos esse nome, né, o design biofílico, mas já a casa da minha avó já era. Examente. Exatamente. [risadas] Eu fiz isso só para fazer um suspense, né? Mas é legal. Legal. É legal isso porque tá volta à tona, porque a gente se perdeu de repente de algumas de alguns hábitos muito saudáveis, né? É natural do ser humano se sentir confortável com a natureza, porque nós somos seres naturais. Então, o design biofílico, ele traz para dentro das nossas casas elementos mais naturais. Então, são as nossas plantas, são eh eh cuidar dessa luz natural o máximo possível para que ela entre na sua casa e você sinta essa luz, esse ar, respirar esse ar. eh elementos como até palhas, elementos de madeira, eh os elementos água. Então, quando você cuida da sua casa, trazendo a natureza de fora para dentro, isso eh traz relaxamento, isso traz eh evita estress, é cientificamente provado o quanto a natureza faz bem pra gente e a gente pode trazer ela para dentro de casa, né? e assim colabora inclusive para essa convivência familiar, porque todos ficam mais relaxados, eh se sentem eh eh mais acolhidos naquele ambiente. Então, eh a planta, o elemento natural é muito importante e ele tá em alta. Se a gente for falar de moda, ele também tá em alta, tá? Tá em alta na decoração você trabalhar com esses elementos dentro da sua casa e trazer de volta assim, né? eh trazer essa esse essa conexão e essa sabedoria ancestral já que a gente a gente sempre teve. Isso é interessante, Evely, que se a gente para para olhar na questão da saúde mental, aliada a todo esse design biofílico aqui, a gente pode trazer eh como exemplo esses jardins terapêuticos que eh eh tá está numa crescente e isso significa que traz realmente uma paz. a gente está eh cercado de plantas, não é? E Ruby, as pessoas estão buscando mais, né, esse aspecto natural, tanto no espaço físico, na alimentação, remédios, eh menos alopatia e mais eh a homeopatia ou eh aspectos mais naturais, né, chás naturais. Então, esse jardim terapêutico, então esse espaço em que você pode fazer, por exemplo, uma meditação, yoga, então isso já está para muitas pessoas fazendo parte dessa desse ambiente. Além desse jardim terapêutico, a Carol foi falando do natural, né, de estar dentro da casa. E também tem os animais, os pets que estão fazendo parte, são membros da família agora também, [risadas] né? Então, além desse jardim terapêutico e desse natural, plantas, a luz natural, [limpando a garganta] a o colorido, também os animais estão fazendo parte junto em todas as atividades da família e extremamente terapêutico. Primeira ocitocina, não é? Ocitocina. Explica pra gente o que que é o citocina. É, dá aquela sensação de bem-estar, a sensação de acolhimento, né? então de amorosidade. Eh, inclusive, eh, dentro da própria casa, se você, eh, encontrar com alguém que não é uma pessoa tão próxima, mas fizer um gesto amoroso, um gesto respeitoso, é a liberação da oxitocina que vai trazer essa sensação de ser visto, ser amado, ser acolhido. Uhum. Maravilha. Eu sei disso porque meu pet libera o citocina. [risadas] E outra coisa, né, eu falo, não sei quem é que leva quem para passear, se [risadas] é eu que levo ele ou se é ele que me leva, mas na maioria das vezes eu acho que é ele que me leva. Ele olha, mana, você precisa dar uma voltinha, [risadas] vamos respirar um arzinho. E aí a gente vai passear, tá vendo só esse equilíbrio, essa coisa gostosa, né? E quando a gente fala de pet, 90% das casas tem pet. Vamos lá, pets e plantas. A gente precisa ter muito cuidado, né, Carol, com essa questão. Quando a gente fala de um ambiente gostoso das plantas, a gente tem que ter uma assertividade nas plantas em relação aos nossos pets também e plantas e com pets, aliás, e com crianças também, né, quando a gente fala aí desse cuidado com a casa. Sim, verdade. [suspirando] Olha, tem várias formas de usar essas plantas, né? Uma solução que eu gosto muito são plantas altas em prateleheiras, plantas caídas ou vasos mais altos, né? Mas eu acho importante, principalmente para quem tem pet, entender quais plantas também podem ser tóxicas, né? E e cuidada desse conforto também, porque o pet ele tá lá se relacionando com a família e ele é um membro importante ali. Eu eu tenho olhado, né, cuidado de famílias nesse projeto de design e olhado para esse pet. Então, deixar portinhas, eh, às vezes você tem uma porta que está sempre fechada, deixar uma abertura embaixo da portinha para que esse pet consiga transitar ali. Então, ele tem que ser cuidado e e nessa parte das plantas é uma é uma solução muito importante. Paredes também eh verdes também funcionam bem porque são mais altas e você não tem vasos no chão, inclusive incomodando a circulação para ambientes menores. é uma ótima solução. Liberando o espaço, espaço, né? E aí você tem o aéreo, né? A a flor ou a planta aérea, você tem um espaço no chão, né? Maravilha, gente. Hoje nós estamos aqui eh conversando com a Evne, com a Carol, a Carol sobre a nossa casa, né? E aí, você está fazendo adaptações na sua casa? A sua casa precisa estar adaptada, o seu lar precisa ser um lar confortável e um lar feliz para todos aqueles que dividem o mesmo, dividem o mesmo espaço, né? Então aqui a gente fala de crianças, a gente fala de idosos ou até nós adultos que às vezes tá com a dor aqui, outra dor ali, se você não consegue mais subir a escada. E e o que que isso influencia também esse espaço adaptado, esse espaço organizado, ã, o que que isso influencia na nossa saúde mental? Até porque a gente tá falando aqui de ajustes, né, de de ajustar a casa, mas e quando a nossa casa, a nossa casa interior não está ajustada, todos esses ajustes que nós estamos falando aqui, será que realmente eles vão funcionar? Ev, queria que se trouxesse pra gente essa questão, porque é muito importante a gente falar sobre a nossa saúde mental. E às vezes a gente eh quer adaptar a nossa casa, quer melhorar aqui, quer melhorar ali, mas essa essa ação ela dura e faz sentido uma semana, depois as coisas voltam da forma como estavam. Então eu gostaria que você fizesse essa conexão entre a nossa casa interior, a nossa casa exterior e a importância de tudo estar em equilíbrio. Está totalmente relacionado, né? A nossa casa externa, como ela se encontra, e a nossa casa interna, eu posso ter eh essa casa eh funcional, essa casa com espaços e ainda assim esses espaços estarem desorganizados, estarem bagunçados. Então tem um reflexo aí, né? Internamente, se eu estou desorganizada, eu também vou viver num espaço e com os meus pertences dessa forma desorganizada. Eh, o ambiente em que possibilita, propicia uma organização, uma adequação, um espaço livre ou esses, né, eh, esses aspectos confortáveis, isso ajuda o aspecto mental, emocional, sentimental? Sim, ajuda. Então, eu tenho o meu espaço para meditar, eu tenho o meu espaço para assistir uma televisão. Eh, muitas pessoas colocam televisão dentro do quarto. Hum. Não é muito assertivo, não é muito [risadas] bom, né? O quarto deveria ser o momento de um bom sono, um bom relaxamento e um outro espaço, a sala de TV com esse objetivo, assistir algo, né? Um outro espaço, nós falamos do jardim, até os pets também fazem relaxamento, estão fazendo yoga junto [risadas] com seus tutores. É a nova a nova onda agora onda. Eh, sim. Então, o eh o ambiente pode facilitar um um bom equilíbrio mental psicológico. Não podemos deixar também de eh entender que especialista, quando eu não estou bem, eu preciso de alguém que me ajude nesse equilíbrio, né? Então, temos que associar o aspecto de um psicólogo, um psiquiatra e um especialista em ambiente. Então, esse conjunto todo vai nos ajudar e muito nesse equilíbrio mental, sentimental, emocional. Você sabe, Beia, que muitas vezes eu vou atender famílias, né, para fazer um projeto de design dentro da casa. E o que eu recebo como nessa primeiro bate-papo, eles falando eh as pessoas falando dos sentimentos do momento, de como elas estão se sentindo, não relacionada à casa só. Então, Carol, eu ando me sentindo desconfortável, eu ando entristecida, eu perdi a conexão com os meus filhos, então eu eu preciso de ambientes que me ajudem. Então são as ferramentas, né, que me ajudam a criar mais essas conexões, a cada um se sentir respeitado no seu espaço. Parece que eh eu não estou bem. Então, nesse momento, eh, a gente capta, né, um especialista capta esse essa essência do que falta ali, consegue no espaço organizar aquele sentimento. Então, com vai para trazer mais alegria cores, eh, ou mesmo um design biofílico, para trazer uma organização familiar, eh, cada um tem os passos um pouco mais definidos para que não haja conflitos constantes ali, para que cada um consiga se identificar em algum lugar, trazer um pouco daquela cara de família, né? A nossa casa é é o nosso reflexo. E se nós estamos em família na casa, que seja muito legal, importante, que todos tenham o seu toque ali, porque é uma família, não é uma pessoa, né? E outra coisa que eu vejo muito que é interessante é cuidar do adulto, porque quando a gente chega na casa da família tem a criança que tem as necessidades especiais, tem o idoso, o adolescente tá sempre, né, com naquele momento de descoberta do quarto e o adulto ele fica ali cuidando de todo mundo. Exato. [risadas] E quem cuida dele? Exatamente. Já fizemos um programa sobre isso. Quem é que cuida de você enquanto você está cuidando? Verdade. Excelente. Porque é um tema. Então, esse adulto, a casa organizada e funcional ajuda, né, eh, na na nas atividades dele de organizar tudo e todo mundo, mas também é importante que ele não esqueça dele, que ele tenha identidade dele ali, que ele tenha momentos de prazer, seja qual quais for as atividades que deem prazer para ele, receber pessoas, eh, relaxar, fazer uma atividade física em algum canto, espaço para trabalho mais organizado. Então, eh, a casa, ela é essa ferramenta que ajuda nessa harmonia familiar. Excelente, né, essa questão de cuidar eh eh você prestar atenção em você também, porque aqui a gente tá colocando como exemplo uma casa que é de com várias pessoas, né, vários personagens. Então vai ter alguém ali que vai estar cuidando e resolvendo todas essas situações que nós colocamos, pontuamos aqui. Mas como muito bem falou a Carol Evelyn, essa pessoa que está fazendo, ela está fazendo para o outro, mas aí de repente ela esquece dela. Qual que é a importância da gente também nos incluir nesse sistema de harmonia? Porque também vivemos ali. Total importância. A gente só pode cuidar do outro se existe esse cuidado em primeiro lugar com nós mesmos, né? Então essa também é uma ideia, né? Eh, igual a teoria do avião, em caso de despressurização, caem-se as máscaras e em primeiro lugar a máscara tem que ser em você para depois você estar bem para depois cuidar do outro. Então é importante isso, esse autocuidado e às vezes ele é esquecido, como a Carol trouxe. A gente tá falando também de várias pessoas, né, dentro de uma casa eh no sistema familiar, mas podemos também pensar em pessoas que moram sozinhas e que gostem, né, do convívio de outras pessoas. Então, receber outras pessoas, tudo isso representa eh o meu autocuidado. O que que eu gosto? O que que faz bem para mim? Eu gosto de receber pessoas em casa, eu gosto dos membros, né, da família, eh, vir fazer um bom almoço, um bom jantar. Eh, então isso também pode ser prazeroso. Eu estou cuidando do outro e isso pode ser prazeroso para mim. Posso também gostar de ter momentos com várias pessoas ao meu redor e ter o meu momento, meu espaço de uma leitura de um livro, de uma banheira, tomar um um banho relaxante, né, um ofurô. Então, qual é aquilo que te faz bem? Qual é o momento em que você vai ter para esse autocuidado? Quando estamos fortalecidos na nossas e respeitando as nossas necessidades, nós também conseguimos cuidar do outro melhor e respeitar a necessidade do outro. Isso é diretamente proporcional. E uma casa triste, ela pode influenciar assim no humor das pessoas que vivem nela? O que que seria uma casa triste? Você responde já? Mas não, vamos, vamos, vamos trocar. Você responde o que que é uma casa [risadas] triste? E aí a Evelyn, se essa casa triste pode influenciar eh no humor das pessoas que vivem no lugar, como você avaliu uma casa triste? Olha, eh eu acho que desorganização exagerada traz uma depressão de uma forma geral, tá? Eh cores muito escuras, sim, trazem. Então mesmo quem gosta do escurinho tem que ter um certo cuidado com esse excesso do escuro, né? Porque eh ela torna a casa mais triste. Uma casa que não tem elementos naturais, às vezes ela fica fria. E aí isso também reflete um pouco nesse humor, mesmo que a pessoa não perceba. Então eu acho importante eh olhar para pequenos pontos, mas sem perder a essência da pessoa. Sim. Porque tem pessoas que se sentem melhor em lugares, em ambientes menos iluminados, né, ou com menos elementos, menos informação. Então, eu acho que respeitar eh o perfil e a personalidade, mas a casa ela precisa eh a ser uma ferramenta de que te ajude a levantar o seu astral. É o melhor lugar do mundo, né? O melhor do mundo. É o seu ninho. O que que você quer ter no seu ninho? Que que te faz feliz no seu ninho? Então é isso, é são cores, não, eu gosto de tudo muito clean, tudo bem também, né? Mas cuidado, então traz luz natural, né? Coloca uma planta. Eh, as pessoas a gente se perde um pouco da gente quando a gente para para de se olhar. Então, o que eu gosto? Ah, me arrepia. O que me faz bem? Nossa, me sinto super bem quando eu tô fazendo tal coisa, quando eu tô nesses ambientes assim. Então, repete na sua casa algo parecido, replica algo que te faz bem dentro do seu ninho. Isso. Ai, que delícia. Verdade. Vamos lá, [risadas] Evne, agora traz pra gente a questão da saúde mental. Uma casa triste, ela pode influenciar no nosso dia a dia, no nosso humor, na nossa energia? Pode, pode influenciar sim. Eu tava olhando então assim as cores, por exemplo, cores amarelo, vermelho, [risadas] cores quentes, alegria, nós estamos hoje aqui. Verdade. Verdade. Então isso já traz um tipo de sensação. As cores mais frias, né, o verde, o azul, um ambiente carregado em cores frias, pode dar essa sensação dessa até frieza. Eu tô falando sensação, né? Mas um especialista como a Carol, por exemplo, pode fazer combinações. Então, se eu gosto muito do verde, o verde tá ali próximo à cor natural, as plantas, se eu gosto muito, mas se eu tiver uma combinação adequada dessa cor fria com um com uma outra cor mais neutra, né, uma cor um pouquinho um um ambiente ou outro numa cor quente, já ajuda eh a melhorar esse ambiente. Além das cores, por exemplo, arejamento, o quão arejado é uma casa, uma casa com pouca circulação também vai ser uma sensação, por exemplo, de uma casa sufocante, um ar pesado, né? E ar pesado, sem a circulação do ar claustrofóbica. É, então, R, como é importante eu dentro do meu ambiente, em qualquer cômodo da casa, fazer a segunda a seguinte pergunta: como eu me sinto? Uhum. meu quarto, como eu me sinto na minha sala de TV, como eu me sinto na minha sala de jantar, onde eu recebo pessoas ou eu como com as pessoas eh da minha família, como eu me sinto no jardim, eh na cozinha. Cozinha é um ambiente maravilhoso, né, que traz a alquia dos elementos, alimentos e quantas emoções e quantas lembranças eu tô lá cozinhando, fazendo aquele doce e gostoso da vovó, por exemplo, doce de abóbora. Eu lembro da minha avó materna, né? é o único doce que eu tenho a lembrança e a sensação que doce, palatável e gostoso. Então, na hora que eu estou ali fazendo aquele doce, eu me remeto a essas boas lembranças. Eh, então são todos os aspectos que vão trazer sensações, lembranças que estão associados a que emoções. Muito bem. Eu queria pontuar uma coisa interessante que a gente tem falado assim, há ambientes variados, mas às vezes você está numa casa menor, sim, com espaço reduzido, um apartamento pequeno e você tá com toda a sua família ali e tem que resolver. A gente consegue melhorar qualquer ambiente. Eu acho que ambientes menores com organização fica um pouco mais simples, porque aí você define os lugares de cada coisa. Isso torna o ambiente mais funcional e define, todo mundo ali consegue utilizar de uma forma mais organizada, né, e mais respeitosa. Mas, por exemplo, às vezes você não tem uma banheira, mas você gosta muito de água. Poxa, se você conseguir tiver num cantinho, você tem uma casa, tem um quintalzinho, coloca um chuveirão lá, você vai ser feliz naquele chuveirão e depois se secar naquele sol. Então, às vezes atente, Carol, eu adoraria ter uma lareira, mas não tenho espaço. Carol, preciso de uma aguinha e acham que vai ser impossível. Eh, passa pela conversa com um sonho impossível. Falei: "Não, não é impossível não. Se a gente tiver um lugarzinho para pôr um foguinho ali. Uhum. Claro que pensa na segurança, que é o nosso tema de hoje. Mas um fogo de chão, uma lareira, eh, tem um, é, tem uns equipamentos que eles esquentam e é uma lareira artificial. O, você não vai ter uma fonte, mas você vai ter uma aguinha correndo dentro da sua sala ali que você compra num lugar eh alternativo, lá põe umas pedrinhas e fica aquele barulhinho de água e isso te traz prazer. Então é importante a gente entender que a gente pode realizar isso em qualquer espaço, o nosso espaço criado, seja qual for. Exatamente. E quando a Carol fala dessa eh dessa criatividade, é a criatividade que nos faz muitas vezes sair de processos depressivos, por exemplo, né? Então, a a porque o que é o criativo? Eh, eu a partir de algo que já existe, eu fazer algo novo. Então a Carol disse, você tem um espaço, eu posso pôr algo que pareça uma lareira. Eu gosto muito, né, do som e ali do fogo queimando. Eu posso ter eh uma lareira artificial, eu gosto do som da água, eu posso pôr uma fonte. Então, é criar, é algo que já existe, né? E eu coloco um elemento que vai trazer esse essa sensação de bem-estar e vai deixar o ambiente de uma forma que seja boa, saudável para mim. Então, a criatividade na questão de equilíbrio, de saúde, ela vem como um aspecto muito positivo. Que excelente, né? Que bate-papo gostoso com vocês. Agora, eh, sobre os pisos, eu acho bom a gente pontuar essa questão dos pisos da casa, porque estamos aqui falando da do nosso melhor lugar do mundo, né, e também das adaptações e uma casa confortável e uma casa segura. Eh, esses pisos a gente precisa se atentar muito a eles, porque eh dependendo do ambiente determinado piso não é adequado e pode sim vir a causar aí eh um acidente doméstico, né? Sim, sim. É isso. Isso é é bem importante. Algumas eh pessoas às vezes não se atentam e fazem escolhas erradas na na compra do revestimento. É porque assim, se a gente for parar para pensar, eh tem pessoas, quem tem aí uma oportunidade melhor vai escolher o melhor piso, vai escolher um piso para cada ambiente. Agora, quem tá construindo aí eh, tipo assim, comprou um apartamento e aí ele precisa colocar o piso, é natural que essa pessoa queira comprar um piso para o apartamento todo. E aí que não perigo? É, acontece realmente dessa escolha. Se for o mesmo piso pro apartamento todo, é importante que ele seja pelo menos acetinado, porque ele não tem polimento, então é um piso mais natural. Então ele não é escorregadil. Você consegue usar um acetinado na sala, na cozinha e nos banheiros também, mesmo dentro do box. Tá? O que eh a única questão é quando você quer um piso, se você quer um piso polido, você tem que cuidar disso. Talvez não seja o mesmo no O piso polido é qual? É aquele que tem brilho. Ah, aquele que tem brilho. É um porcelanato, uma cerâmica que tem brilho. Ele é nós chamamos de polido. Esse piso é perigoso. Olha aí, gente. Fica a dica, hein? Uhum. É perigoso porque qualquer aguinha que você eh cai ali, ele fica muito escorregadil. Sim. Tá? Então eh eu sugeria já um piso acetinado para tudo se você for colocar o mesmo piso. Eh no nos box sempre cuidar disso, acetinado, um piso às vezes que imita uma madeira. Tem algumas cerâmicas legais também que elas têm umas ranhuras, então é é uma boa opção para dentro dos box. Então, pode ser que o box seja um outro piso. Eh, tem alguns pisos eh que são vinílicos hoje, que você pode deixar sua casa mais aquecida. Aí para crianças e idosos é muito interessante porque não fica, eh, não é aquela casa fria, o piso frio, tá? Mas ele é muito fácil de limpar e ele também tem uma textura emborrachada e com um pouco de textura. Então ele não é escorregadil e ele aquece os ambientes, principalmente idosos e crianças. Então essa é uma opção muito legal que eu tenho usado com frequência. Olha só que fora que ele traz o elemento madeira que já traz esse design biofílico ali. Mesmo que a casa toda tiver muito clean, muito e monocromática, aquele piso já aquece no nosso emocional. Olha isso, gente. Um piso, né, gente? A gente tá falando do chão, né? você v como esse piso vai refletir, claro, na sua segurança, mas também no seu emocional. E nós estamos falando desses cuidados todos que representa os cuidados físicos, né? Então, a pessoa não escorregar, não sofrer um acidente e cuidado físico tá totalmente ligado aos aspectos emocionais também. O nosso cuidado, eu falo que é uma parte, né? é uma área, o cuidado físico, cuidado emocional, cuidado mental, o cuidado espiritual. Então são áreas, são partes, né, do todo da nossa vida enquanto ser humano. Então, esses cuidados, porque vamos pensar um acidente eh em família, o quanto que muda a dinâmica da família, né? O psicológico vai ficar abalado e aí a gente vai ter que ter uma outra dinâmica para trabalhar com esse sistema. E aí você vai ter que fazer adaptação na sua casa, porque você vai ter uma pessoa acidentada. Então assim, tá tudo interligado. Sim, verdade. É a prevenção, né? A prevenção, o cuidado. E aí associado a isso, né? Quando então eh acessamos um profissional como a Carol, eu tenho desejo, eu tenho um sonho, porque tudo na nossa vida é isso, é um sonho, é uma necessidade, é uma vontade. Então eu tenho desejo que a minha casa tenha um piso parecido com madeira, né? Então isso me traz um uma emoção boa, gostosa, uma lembrança de uma casa que eu vivi ou da casa da vovó, enfim. Eh, então esse desejo, esse sonho associado junto a um especialista e associado a isso, a essa clareza, como que esse ambiente pode ser gostoso, confortável, alegre, né? Bom para se viver. Maravilha. Quando você traz eh essa pergunta, Evelyn, eh eu me lembro de desapego, porque a gente tá falando aqui de casa e uma casa confortável e uma casa funcional e segura. E a gente precisa lembrar de desapego nesse momento, porque às vezes a gente vai acumulando coisas, não é? E essas coisas elas estão ali, mas quanto tempo faz você não mexe naquilo? E de repente você quer dar uma limpada assim, eu gosto muito, quando eu vou limpar casa, eu gosto de abrir todas as portas, janelas, faço aquela limpeza, vou buscar uma florzinha [risadas] porque não adianta gente flor em casa, flor. Eu digo flor porque eu gosto de algumas flores, mas um verde também faz toda a diferença. E quando eu sinto, como eu não fico muito em casa, então a minha casa fica meia triste, mas quando eu estou em casa, se eu vou, tipo, um feriado que eu vou ficar em casa, pode ter certeza, eu vou buscar alguma coisa para dar um um up, porque eu me sinto melhor assim, né? Então, acho que a gente precisa eh eh se atentar a esses espaços e fazer o melhor que a gente pode para proporcionar paraa gente um melhor ambiente, porque sim, vai refletir na nossa saúde mental. Afinal de contas, eh, a gente passa um tempo determinado no trabalho, mas tem pessoas que passam o dia todo dentro de casa. Mas aí quando a gente fala de idosos, são pessoas que às vezes eh raramente elas saem de dentro de casa, raramente elas saem pra rua. Então esse ambiente ele precisa estar eh bem posicionado para que essa pessoa se sintase confortável. e trazendo de volta aquela questão do desapego. Hum. Qual que é a importância da gente desapegar paraa gente ter aí de repente uma casa mais clean, uma casa ã mais organizada e que isso vai refletir na nossa saúde mental? E também pode ser que elimine algumas barreiras que mais lá na frente pode ser que ocasione um acidente doméstico. Desapego, junta coisa, mas vamos pegar tudo isso e vamos desapegar. [risadas] Faz o seguinte, conta pra gente como é que a gente inicia isso e qual que é a importância desse desapego de coisas que estão ali paradas há muito tempo, que a gente nem tem noção que a gente tem. É, é muito interessante porque eu tô rindo aqui porque é um assunto muito bom para nós duas aqui, a terapeuta e a desenhando assim, é muito legal [risadas] porque e daí daqui a pouquinho a Evelyn vai falar do desapego, porque desapegar dói, né? E aí como é que faz? E e os objetos que a gente tem, as coisas que a gente tem, eles também têm esse alguns valores que às vezes dói você desapegar. Por isso que as pessoas não desapegam muitas vezes. E é comum que eu que eu atenda algumas pessoas que têm eh muitos objetos ou móveis com eh que atrapalham os ambientes, que estão entulhando os espaços, mas eh tem essa dificuldade desapegar. E é um trabalho até terapêutico da pessoa com ela mesmo e nas nos bate-papos entender eh mas para que que você precisa disso? eh é trazer paraa consciência que aquilo tá incomodando. Não não não tem um ganho eh grande de você manter aquilo com você. Aquilo está incomodando de alguma forma e vai ser você vai ter um ganho em desapegar. Então, dentro da da minha área de design, eu troco esse essa conversa, eu esse bate-papo com o meu cliente e vou levando ele a perceber que aquilo ali não tem mais função, que que atrapalha a circulação. muitas vezes mostro num desenho como fica melhor sem isso no móvel, mas quando você tem muitos objetos ou os armários com itens que você não usa e que estão entulhando ali e acumulando seu espaço, eh, estagnando energia, que se a gente for falar disso também. [risadas] É, então é muito importante que a gente olhe pras coisas que a gente tem e e faça essa pergunta. Eu preciso disso. Eh, o quanto isso é necessário para mim agora. Isso tá me atrapalhando. É porque se a gente parar e pensar na circulação da casa, né, principalmente a casa da avó, né? A avó costuma guardar bastante coisa lá e tal e você não vai sair tirando tudas as coisas da casa da avó também porque tudo tem uma história. Mas é legal a gente ter pelo menos um ou se não for desapegar ter uma organização e se atentar nessa questão de passagem livre, né? Isso paraa circulação. Isso é muito importante. Realmente quanto mais liberdade você tem de circular na sua casa, você se sente mais confortável. Uhum. Isso é algo que é uma das premissas dos meus projetos. Quando eu tenho eh que projetar e e as pessoas têm muitos itens ou tem muitas coisas para serem guardadas e montadas, eu vou criando cantos, acomodando em lugares que saem do caminho para que as pessoas elas entendam, elas respirem dentro da casa. Então isso é muito interessante, cuidar dessa circulação, desentulhar a os caminhos, né? E internamente também quando você tira dos dos móveis, de dentro dos móveis, coisas guardadas que você usa, você eh vai abrindo espaços pro novo. Aí tem as duas conotações, né? [risadas] Sim. Aí, ó. Tá vendo? E olha, eu acho que é uma sensação quando você acostuma e desapega de verdade aqui, eh, você tem um prazer, é verdade. E tirar aquilo que não serve mais. Exatamente. Então isso isso já é para ela explicar. [risadas] Mas é é um prazer. É muito bom. Vou só dar um exemplo aqui desse sem a gente perder a linha de raciocínio. Experimenta final de semana agora fazer uma limpeza no guarda-roupa, tirar tudo que você não usa aí há um ano e aí arruma tudo de novo. Depois fecha o guarda-roupa, limpa todo o quarto, fecha a porta. Aí depois você vem [risadas] e entra no seu quarto, abre o seu guarda-roupa. Gente, é um prazer inenarrável. É muito bom. É incrível. B sensação de bem-estar tremenda. E e eu diria exatamente isso. Então, quando há uma necessidade, né, quando eu vou reformar a casa, construir, quando eu vou mudar, vou fazer uma mudança, né, de espaço físico, aí eu sou obrigada, né, a trazer, tirar tudo dos armários, tirar tudo e então olhar o que que eu vou ficar, o que que eu vou doar, o que que eu vou jogar fora. Às vezes até sem vontade de fazer isso, né? Então assim, você é obrigado. Agora a questão do desapego, então um grande exercício é o que você acabou de falar, Rúbia. Faça esse exercício então nesse final de semana ou faça de tempos em tempos. A cada três meses, a cada seis meses, ou pelo menos uma vez por ano. Uma vez por ano, num bom momento seu, né? pegue uns diazinhos lá das suas férias e faça isso. Então, eu vou me desapegar de coisas do meu quarto, do meu guarda-roupa. Eu vou desapegar de coisas dentro da cozinha, dentro da sala, eu vou desapegar. E aí torna-se um exercício, porque muitas vezes vai, os dias vão passando, meses, anos, e eu não mexo em nada. acumulando, só acumulando. Tem coisa lá que eu não uso há muito tempo, tem coisa que tá quebrada e tá lá guardada, né? Quantas vezes, né? Carol deve ver isso na hora que entra para olhar, né? para fazer um um primeiro olhar, quantas coisas a gente tem guardada lá na garagem, lá, né, no quintal e tá parado. Exato. Tá parado. Não temizar há muito tempo. Então, e desapego, é, não é uma coisa fácil, mas se você fizer isso como um exercício, então você vai eh treinando isso. Porque o desapego, muitas vezes nós temos objetos, nós temos roupas que é aquilo, tem mais um valor emocional, né, e que tem uma função, então, do que realmente eh de que eu use, né, utilitário é muito mais emocional do que utilitário. E como a gente faz para desapegar desse emocional, hein? Nossa, se você [risadas] não fizer esse treino, se você não conseguir fazer esse treino, como eu falei, de tempos em tempos, você vai precisar da ajuda de um especialista. Não, [risadas] porque assim, eu posso desapegar de outras coisas, mas aquele lá que eu não uso faz 1 2 3 4 anos, é apego emocional está lá e eu não consigo retirar. Aí acende um alerta. Aí acende um alerta e aí é a busca de um profissional como terapeuta, um psicólogo. Sim. Eh, outro aspecto que a Carol falou dessa liberdade, desses espaços livres, tem a ver com essa sensação de liberdade que todos nós temos necessidade. Não é gostoso? Sim. É gostoso, né? Muito bom, né? Eu tenho a minha liberdade. Todos nós temos essa necessidade. Então, olha o quanto é simbólico essa questão dos espaços livres. Sim, é também simbólico o apego. Uhum. Por que que eu estou apegado? Por que que eu estou guardando coisas que não faz mais sentido na minha vida? Às vezes é porque por isso, porque eu esqueço e tá lá guardado. Então, por isso que eu falei o esse exercício de tempos em tempos ajuda e às vezes já passa até para um aspecto doentil. Exato. Exatamente. Porque tem pessoas, por exemplo, os acumuladores, aí é é um outro um outro aspecto. É um outro programa também. [risadas] É, então você sabe que eh nós vimos um um material eh eh televisivo eh que a a mulher ela recebeu uma reforma da casa, então a casa dela foi totalmente reformada e aí arrumaram tudo, organizaram, recebeu a casa, show de bola. E aí passaram-se seis meses, eles voltaram na casa dela e estava novamente, né, cheia de de coisas acumuladas. desorganizada, suja. Então assim, quando ela recebeu aquela casa, ela ficou muito feliz e ela prospectou algo que ela não conseguiu atingir. Aí a gente precisa entender que o problema não está no ambiente. É isso que eu trouxe lá no início do programa. o problema, de repente, a situação que precisa ser olhada por especialistas está na pessoa. Então, eh, eu reforço aqui mais uma vez que às vezes não não a gente tá falando de tanta coisa legal aqui, mas a gente precisa estar atento a como está a nossa saúde mental, o que que tem por trás de cada ponto, cada situação de dentro da nossa casa. Isso reflete no que somos, né, no que queremos, o que pensamos. para onde vamos, enfim. E a gente precisa se atentar a isso. Eu trouxe esse exemplo pra gente poder fechar e com chave de ouro o nosso programa, meninas, porque é tudo muito bom, a gente ter uma casa legal, a gente, mesmo que seja uma casa simples, a minha mãe sempre disse para mim, gente, olha, tem uma casa simples e humilde não é problema não. O negócio é você ser bagunceiro, bagunceira e relaxada. Ela sempre falava isso. Então, assim, independente de onde você mora, entende? organiza, arruma com carinho, coloca uma florzinha. Ah, mas eu não não tenho como ir na floricultura, gente, mas olha, tem tanta florzinha por aí, não vai sair pegando flor do vizinho também, mas às vezes no canteiro central lá tem uma florzinha, pega aquela florzinha, coloca num copo que seja, coloca ali, você vai ver a diferença, vai trazer para você uma um bem-estar, né? Mas isso se você estiver realmente com esse bem-estar por dentro, né? Então a gente precisa atentar a essa questão, né, Evely? É muito sério isso. Em casos de desequilíbrios e doenças, o externo, seja objetos ou pessoas, podem ser pontos de apoio, mas não serão aspectos curativos. Isso, né? Então, sim, é preciso prestar atenção nesse exemplo que você trouxe. É uma doença. O acúmulo apego é uma doença, como vários outros aspectos. Por exemplo, uma pessoa que fuma muito, uma pessoa que bebe doença, vícios e aí precisa de um tratamento específico, precisa de um olhar de um profissional e de cuidado, tratamento, às vezes terapia associada inclusive a remédios, ao aspecto medicamentoso. Exatamente, gente. Um um assunto importante, um assunto gostoso, mas tem aí os dois lados que precisam ser olhados. eh eh com muito assertividade e por profissionais, né? Então a gente só tem agradecer vocês. Bate-papo gostoso. Falei que passava rapidinho, tá vendo só? É, então assim, eh, pra gente fechar. Legal, meninas, deixem uma dica de vocês, né, com um olhar profissional para essas pessoas que estão aí do outro lado dando risada com a gente, às vezes, ã, pegando e virando uma chave de uma fala que foi dita aqui. A gente fica feliz se a gente consegue mudar o pensamento ou o início aí de um novo caminho de uma pessoa que seja que está aí do outro lado acompanhando. Agradeço a sua audiência, a sua companhia e vocês. Então, pra gente fechar uma dica profissional, né, da Carol para as pessoas que estão em casa acompanhando a gente, que você pode eh eh deixar nesse final de semana aí que tá chegando, tá? Ótimo. Olha, eh eu acho muito interessante eh eh falar mais de pessoas do que dos objetos, mesmo quando a gente fala da nossa casa. Então, o importante é a tomada de consciência de como você se sente bem. A sua casa tem que ser reflexo do para o seu bem-estar. Reflexo do seu [limpando a garganta] bem-estar. Então, se observe, veja do que você gosta, a os lugares que você se sente bem quando você sai de casa e tenta replicar na sua casa alguns pontos que fazem você se sentir confortável. e ela tem que ter a sua cara para você se enxergar naquele espaço ali. E aí depois disso vem funcionalidade, eh vem a parte de segurança, que é muito importante, mas é a tomada de consciência de que a casa é uma ferramenta de bem-estar, é o seu refúgio, é o seu ninho e você precisa se sentir acolhido e bem nesse fço. Excelente. é o melhor lugar do mundo, a nossa casa, seja ela grande, pequena, e assim a gente vai nos adaptando, né? E a gente precisa também se atentar à questão da saúde mental, de quem convive nesse ambiente, porque faz toda a diferença. Evveline, obrigada pela sua participação, pela sua contribuição, pelas suas falas e deixa pra gente então uma mensagem para as pessoas que estão assistindo a gente agora. Sim. Eh, o tempo todo nós fazemos mortes e renascimentos. Então, o que é que pode, que ciclo pode se fechar? Aproveitando as datas que virão aqui, Natal e Ano Novo, né? Então, encerra-se um ano e um ano novo está chegando. O que é que você pode encerrar? Que ciclo pode encerrar? O que que pode de velho pode ir embora? E o que de novo pode vir? são as mortes que podemos e devemos fazer e os renascimentos, o que de bom pode vir. Mas para algo bom vir, tem que ter espaço. Então, para que haja espaço, desapego, liberações, eu posso liberar, eu posso deixar ir ou ciclos que eu posso encerrar para que algo novo venha. Maravilhosa, gente. É isso. Ficou claro que uma casa vai muito além da decoração. Ela é o reflexo da nossa vida, do nosso momento. O ambiente acolhedor pode transformar a rotina e até fortalecer os vínculos familiares. Então, olhe pra sua casa com carinho e talvez você descubra que ao organizá-la, você também estará organizando um pouco de si. A gente agradece mais uma vez as nossas duas profissionais, a Evelyn e a Carol. Agradecemos você de casa, desejamos a você um excelente fim de semana. A gente vai ficando por aqui e o final de semana está maravilhoso. Aqui na TV Câmara Campinas a nossa produção, os nossos jornalistas, repórteres, ã, prepararam um final de semana bem legal, de uma programação, ó, nota 10. São estreias maravilhosas que acontecem durante todo o final de semana. Então, continue ligadinhos com a gente aqui na programação da TV Câmara Campinas. O estúdio Câmara volta ao vivo na segunda-feira a partir das 8 da manhã. Beijo grande para você. Cuide de você, cuide da pessoa que está aí contigo na sua casa. Aproveite o final de semana para desapegar e até segunda. Ciao. Ciao. [música] [música] [música] [música] เฮ [música] [música] [música]
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