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Estúdio Câmara | Ansiedade nas férias: como organizar a Família e os pets sem estresse
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Estúdio Câmara | Ansiedade nas férias: como organizar a Família e os pets sem estresse

26 views Publicado 11/12/2025 HD · 1:01:44

Descrição do vídeo

As férias chegam e, junto com elas, uma onda de sentimentos que muita gente prefere não admitir: ansiedade, estresse, culpa e aquela sensação de que “nada está pronto”. Para muitas famílias, o momento que deveria ser leve e prazeroso acaba se tornando um desafio emocional — especialmente quando existe uma pergunta que sempre aparece: o que fazer com os pets durante as férias? Neste episódio do Estúdio Câmara, vamos conversar sobre como reduzir o desgaste emocional e evitar conflitos familiares por meio de um bom planejamento. A falta de organização pode transformar as férias em um período tenso, tanto para as pessoas quanto para os animais. Por isso, reunimos duas especialistas para explicar como preparar a família e os pets para esse período de forma saudável, segura e equilibrada. Recebemos Genevieve Carneiro, médica veterinária comportamentalista, especialista em comportamento de cães e gatos e em estratégias de adaptação emocional. Genevieve atua tanto na esfera clínica — avaliando necessidades de medicação quando indicado — quanto no adestramento e no manejo ambiental, promovendo harmonia entre as expectativas do tutor e as capacidades reais do animal. Também participa do programa Thatiane Perez da Silva Sena, psicóloga clínica, que irá nos ajudar a entender por que as férias podem gerar ansiedade, como o excesso de variáveis fora do controle afeta o bem-estar da família e quais estratégias podem tornar esse período realmente restaurador. Ao longo do programa, discutimos questões essenciais como: • Levar ou não levar o pet na viagem? • Como preparar animais para deslocamentos longos? • O que considerar ao escolher hotel para pets ou cuidador? • Como evitar hospedagens clandestinas e riscos à saúde do animal? • Como lidar com ansiedade de separação — tanto da família quanto do pet? • Como envolver todos da família nas decisões para evitar desgaste emocional? Falamos também sobre como o planejamento antecipado diminui a percepção de ameaça, reduz a ansiedade e permite que todos — humanos e pets — tenham férias melhores. Estabelecer expectativas realistas, organizar a logística com antecedência e entender os limites emocionais de cada um (inclusive dos animais) são passos fundamentais para viver um período tranquilo. Se você quer férias mais leves, seguras e sem estresse, este programa é para você. Assista até o final, deixe seu comentário, compartilhe sua experiência e ajude outras famílias a viverem um período de descanso com mais equilíbrio e consciência afetiva. 👉 Comente abaixo: você costuma viajar com seu pet? Já enfrentou ansiedade nas férias? 👉 Curta e compartilhe este vídeo para chegar a mais pessoas! Continue assistindo conteúdos incríveis em nossas playlists: 📺 YouTube: https://www.youtube.com/@tvcamaracampinas 🌎 Conecte-se com a gente nas redes sociais: 📸 Instagram: https://www.instagram.com/tvcamaracampinas 🎵 TikTok: https://www.tiktok.com/@tvcamaracampinas 📘 Facebook: https://www.facebook.com/tvcamaracampinas 🎙️ Spotify: https://creators.spotify.com/pod/show/tvcamaracampinas

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Olá, muito bom dia para você que tá ligadinho aqui na TV Câmara Campinas. Estamos chegando com o nosso estúdio Câmara. Hoje, quinta-feira, dia 11 de dezembro. Bom, programa de hoje vamos falar sobre um tema que mistura expectativa, empolgação e também muita ansiedade. As férias estão chegando e junto com elas aparece aquele desafio de organizar a viagem, conciliar a agenda de todo mundo, ajustar o orçamento e ainda decidir o que fazer com o pet da família. Levar ou não levar o nosso bichinho. Como preparar o pet para viagens longas ou onde deixar o nosso petezinho com segurança? E como lidar com a ansiedade tanto da família quanto dos animais? A verdade é que quando falta planejamento surgem estress, culpa, desgaste emocional e até conflitos familiares. Então o estúdio Câmara de hoje é justamente para ajudar você a organizar esse período com mais tranquilidade, segurança e responsabilidade. E eu já quero aproveitar para saber de você aí de casa como é que está a sua organização das férias da sua família, hein? Chama todo mundo pra sala porque hoje nós teremos dicas especiais. Temos uma veterinária, uma psicóloga para conversar com a gente daqui a pouquinho, porque agora vamos atualizar algumas informações e vamos falar de Natal, né? Campinas segue com a programação de Natal Caminho dos Sonhos 2025 a todo vapor, levando música, lazer e o clima natalino para moradores de todas as regiões da cidade. Até o dia 21 de dezembro, 12 bairros recebem apresentações gratuitas sempre às 7 da noite. Além dos shows, a edição deste ano conta com a Vila do Papai Noel, a tradicional parada de Natal, iluminação especial em vários pontos do centro, como eh nas ruas ali próximo à Catedral Metropolitana, também Largo do Rosário e seis sessões do Musical Quebra Nozes, tá? Então, o Centro eh de Convivência Cultural está com apresentações. A programação passa por bairros eh do Natal. A programação do Natal passa por bairros como Barão Geraldo, Ouro Verde, Castelo Branco, eh Nova Europa, Carlos Lourenço, Campo Grande. Então, toda a agenda você consulta no site da Prefeitura de Campinas. Então, consulta lá a agenda para os próximos dias e programa e vai apreciar aí essa programação bem legal de Natal que está acontecendo na nossa cidade, combinado? Previsão do tempo para hoje. Vamos conferir como que fica aí a previsão do tempo para Campinas e região. Olha só, nós temos aí um tempo nublado com possibilidade de chuva, mínima 18, máxima 21º e vamos seguindo, né, nos aproximando do Natal. Final de ano costuma ser um período cheio de idealizações, descanso, encontros, viagem, aquela pausa esperada, mas por trás desse cenário perfeito existe aí um combo de ansiedade, gente. Tempo curto, tarefas acumuladas, pressão financeira e uma preocupação crescente com os pets da família, porque agora nós temos aí muitas famílias com pets. Então, para entender melhor esse tema, ansiedade nas férias, planejamento família e pets, nós recebemos hoje aqui no estúdio a Dra. da Genev Carneiro. Ela é médica veterinária, comportamentalista, especialista em comportamento e bem-estar animal. Seja muito bem-vinda. Bom dia. Obada. Obrigada. Maravilha. Vamos falar sobre os nossos petezinhos, mas precisamos falar sobre nós aquele controle emocional que nós precisamos ter. Tatiane Sena, psicóloga, vai nos ajudar a entender os impactos emocionais das férias e como a gente criar estratégias para reduzir estress e evitar conflitos familiares. Seja muito bem-vinda. Bom dia. Bom dia, Rúbia. Eu que agradeço o convite e a oportunidade e a confiança para poder estar participando com vocês. Maravilhosas. Então vamos começar. Chama toda a família, tá, paraa sala, porque agora dicas especiais para você que já tá programando a sua viagem e vai precisar organizar essa galerinha. A gente começa então com a nossa psicóloga. Eu quero que você explique pra gente, Tatiane, por a chegada das férias costuma aumentar aí tanto a ansiedade da família. E quando a gente pensa nos pets, essa ansiedade aumenta ainda mais, porque a gente quer conciliar todo mundo, né? Como é que a gente faz? Por que que a ansiedade aumenta nesse período? Essa ansiedade é boa? Existe ansiedade boa até um certo limite. O que é esse limite? Todo mundo gosta de falar de férias. é uma coisa que traz um prazer, mas poucas pessoas eh expressa esse fato ansiolítico que traz todo esse percalço do quê? Do ajustamento, do planejamento de estar organizando. E por que do PET? Porque ele faz parte da família, é uma um integrante também da família. Então, é algo que pra gente gera um pouco, depois eu vou falar o que antecede a ansiedade. Uhum. Porque na realidade a ansiedade ela é um diagnóstico, mas antes disso, nesse período de férias, tem uma palavrinha antes que causa esse estranhamento na gente. Pra gente ser um pouco nostálgico assim, só pra gente dar uma introdução para vocês lembrar um pouco, vamos voltar um pouquinho naquele filme que acho que todo mundo lembra, Esqueceram de Mim. Uhum. O percaus que foi no início de não planejamento. Lá o básico que esqueceram só foi uma criança. Bem básico, entendeu? Só esqueceram uma criança. No começo do filme você já começa a ficar sem ar, sentindo tudo aquela correria, aquela coisa, aquela falta de planejamento. E aí esquecem uma criança. Só aí você já entende o que é uma umas férias. Não planejada, Rúbia. Excelente, né? E você deu um exemplo maravilhoso pro nosso programa de hoje, né? E quando a gente pensa nos pets, surgem ainda mais dúvidas, né? O que fazer? Vamos levar, vamos deixar em algum lugar? Como que a gente lida com essa ansiedade de separação, né? Tanto da família quanto do próprio animal? Nem sempre o pet tá preparado para mudanças de ambiente ou longos deslocamentos. Essa falta de preparo pode gerar estress, medo, alteração de comportamento e até riscos à saúde dos nossos petezinhos. Então a nossa veterinária, Dra. Genev, ela vai explicar pra gente quais são os primeiros critérios, doutora, pra gente decidir se o pet deve ou não acompanhar a nossa família na viagem de férias. Os primeiros critérios que a gente precisa avaliar primeiro é o lugar onde a gente vai. Uhum. Hum. Se o lugar permite ou não a entrada de animais. Aí, nesse caso, vamos supor que você vá pra praia. Na praia tem praia que aceita cachorro, tem a praia que não. Uhum. Então, nesse caso aí você precisa de algumas preparações pro cachorro poder viajar. Tem cachorro que tem enjoo de movimento, tem cachorro que não. Eh, para você entrar com ele na na praia, você precisa de um vermífigo específico, porque lá você tem doenças eh específicas, como a dirofilariose. Ah, as vacinações são importantes porque quer queira, quer não é um ambiente aonde você não tem controle do que anda dentro da areia. Então você tem cães de rua que podem transmitir outras doenças. Agora se você for deixar o seu cachorro e você vai viajar, aí você precisa de um planejamento um pouquinho maior, porque se ele for ficar em casa, aí você vai precisar contratar ou um petsitter ou você vai ter que contar com a ajuda de colega, vizinho, amigo para cuidar do seu pet. E nesse caso eles precisam estar habituado a ficar um tempo sozinhos. E nisso a gente entra na parte do adestramento, porque eles precisam aprender a permanecer sozinhos, mas sem terem a ansiedade de separação. Ã, e nesse caso aí às vezes precisar até da ajuda do veterinário comportamentalista, que aí a gente trabalha em conjunto com o adestrador. Excelente, porque os petezinhos também sofrem a ansiedade, gente, de separação. Agora, Tatiane, vamos lá. ponto de vista psicológico, decidir cedo, destino, roteira, acomodação e o plano, né, para para gente ver o que que a gente vai fazer com os petezinhos, ajuda a reduzir o o nosso stress e incluir os pequenos para ajudar nas decisões. Também ajuda a minimizar todo esse essa confusão gostosa, generalizada que acontece nessa programação das férias. Aproveitando a generalização gostosa, vamos aqui montar a nossa mala. Vamos lá. Então, a primeira coisa que vamos colocar dentro da mala é a conversa. Isso. Unir a família um planejamento para, igual a doutora acabou de falar, para onde vamos, como vamos, de que forma vamos, o que aceita, se for para um outro país, eh, as regras, as regras aeroportuárias. Então, o que acontece hoje? Não podemos olhar a tecnologia contra nós, mas ao nosso favor. Eu sempre falo que é a inteligência amiga, porque você pode colocar lá todo o seu a sua dúvida e ele fazer um checklist, entendeu? Então isso ajuda sim, principalmente paraas crianças, como eu disse nos fatores ansiolíticos, antes de se você não se organizar, vai ser o quê? Um simplesmente um strress que ele só vai mudar de CEP. Uhum. ele só a gente só vai transferir o nosso stress para um CEP aonde vamos estar praticamente achando na ilusão que estamos de férias. Então, antes desses processos ansiolíticos, entra uma palavra chamada fobo, que ela é americana, que é first of eh and é fobo, tá? Eh, perception. E o que é? É um medo de de um controle, de estar deixando alguma coisa, de ao discorrer nós vamos eh ajustando isso, porque senão eu já vou entrar nas dicas. Uhum. Porque senão já vou ajustando como vai ficar a nossa mala. Então, eh, essa percepção, se você procurar, ela pode sim levar ao diagnóstico eh de ansiedade, de muita ansiedade, sem planejamento. Por quê? Porque vai gerando todo o estress, todo o colapso, toda a angústia. O que era para ser uma coisa gostosa acaba sendo torturosa. Exatamente, né? A, a gente pode dizer que a, a antecipação diminui a percepção de ameaça, né? E daí devolve a sensação de controle emocional. De acordo com o Conselho Federal de Medicina Veterinária, gente, olha só, cerca de 40% dos animais apresentam sinais de ansiedade quando mudam de ambiente, especialmente sem preparo prévio. Isso inclui latidos excessivos, agitação, vômito e até recusa de alimento, né? Agora a nossa veterinária, seguindo essa linha de organização, a gente precisa entender que os pets, né, eles, na verdade eles não não podem fazer o que a gente quer que eles façam, né? Eles são animais. Então, a gente às vezes tem o costume de arrastar o doguinho para onde quer que a gente vá. E às vezes não é bem assim, mas também tem que ver a questão dessa ansiedade e tratamentos preventivos. antes da viagem, né? Eh, os documentos obrigatórios. Então, às vezes, essa viagem pode ser frustrada por conta de um não planejamento. E quando a gente fala da frustração da viagem, a gente vai deixar o pet em casa. E aí tem essa questão da ansiedade de separação, que a doutora muito bem pontuou, que a gente precisa fazer também um tratamento com esse doguinho antes, com esse bichinho antes. Eh, no que consiste essa ansiedade de separação? Quais os sintomas eh que o o nosso pet pode vir a sofrer com com essa essa ansiedade? A ansiedade de separação, ela não se dá somente em cães, ela se dá também em gatos. Sim. Eh, basicamente assim, você tem uma gradação, tem cachorro que só uiva, tem gato que só não come. Ah, aí você vai aumentando a gradação, tem cachorro que começa a destruir as coisas, tem cachorro que destrói porta, tem cachorro que quebra vidro, tem gato que se recusa a sair do lugar. Então você tem uma gama muito grande de sinais clínicos e todos eles envolvem estress muito grande. Uhum. O tratamento ele se baseia em alteração ambiental, medicação e adestramento. Aí a gente vai entrar tudo isso em conjunto e obviamente o proprietário ele precisa tá muito bem eh ciente de que a maior parte do trabalho vai depender dele. Eu eu costumo dizer pros meus clientes que eu ensino o caminho das pedras, quem vai caminhar é eles. Eh, a gente tem que colaborar também, porque daí não adianta, né? A gente leva para um adestramento, para um tratamento eh eh dessa questão da ansiedade canina, mas daí chega em casa, a gente não colabora e continua fazendo tudo que nós fazíamos antes, né? Agora, quando a família opta por deixar o pet, quais são as melhores opções de hospedagem? Porque a gente tem algumas informações aí que tem hospedagens clandestinas sem supervisão adequada. E aí, se o pet tem essa questão da ansiedade de separação, né, que tem alguns sinais que a doutora muito bem pontuou, isso pode colocar o animal em risco, a gente tem que ficar muito esperto, mas como as pessoas também, é, as pessoas também, né? Sim, mas a gente tá falando aqui dos petezinhos e aí em em hospedagens que não estão adequadas para recebê-los, a gente precisa tomar cuidado com essa questão, né? Precisa, principalmente porque se for um ambiente aonde tiver muitos cães, você pode ter briga. Ah, perfeito. E se se você tiver briga e for separar e a pessoa não souber como separar, Aham. Ela pode aumentar a lesão que é feita pela mordida e ela pode acabar sendo mordida por interferir na briga. Olha isso. Olha só, gente, como é complexo. É porque na verdade assim, você tem que ver, se o cachorro ele não foi socializado, ele não consegue ficar num ambiente com muitos cães. Sim. para ele é muito difícil, é muito desafiador. Então, o processo de socialização, ele vem lá no comecinho quando é bebezinho ainda, quando é filhotinho. Dá para fazer depois? Dá, mas é um processo mais demorado, é um processo mais longo, mas dá. Uhum. No caso do gato, nem pensar. Ele não tem essa socialização que o cachorro tem. Então, no caso do gato, a gente sempre fala: "Deixa em casa, contrata uma catsit". Uhum. Hum. Para ele é melhor. No caso do cão, você pode levar em hotel. Tem creche que tem hotelzinho, tem o dog hero, tem hotelzinho aonde a dona fica ali o tempo todo. Sim, sim. Tem casa de pessoas que você conhece que você pode deixar. Então assim, tem que ter critério na hora de escolher um lugar e ter certeza de que se for uma creche que tenha pessoas que entendem de comportamento. Exatamente. Muito bem pontuado, né? Porque na questão aí de uma briga entre os animais, a pessoa se não tiver eh eh certeza, né, e também não for graduada para aquilo que ela, aquele serviço que ela está prestando, pode ser que também corra riscos. Então a gente tem que tomar cuidado. Esse negócio de de gato em coleira, daqui a pouco quero falar também, tá? Porque daí você leva o gato pra praia, bota o gato na coleira e vai andar com bicho. Ô gente do céu, é bonitinha, coisa é mais linda, mas aí a doutora vai falar sobre o gato na coleira, né? Muito bem. Agora voltamos para a nossa mala. Vamos lá, Tatiane. Vamos voltar para a nossa mala. E aí a gente tá com ansiedade de separação dos pets. Aí as crianças querem o pet, o pet não pode ir. E aí criou-se mais uma ansiedade. Agora entramos num assunto bem gostoso de se falar que agora vai entrar o domínio psicológico. Muito bem. O que que acontece? O nosso cérebro, ele gosta de coisas previsíveis. Ele sente confiança, confiança. Então vamos imaginar, igual a doutora falou, ele vem num certo comportamento. Vamos trazer para nosso comportamento humano. Nós estamos a 300 e poucos dias ou 11 meses já trabalhando e agora a maioria do pessoal vai sair de férias. Como que a gente dá ruptura no nosso cérebro da noite pro dia? Tá de férias. Estamos de férias. E aí, um milagre aconteceu. Nossa, vamos desligar de tudo, então. E um empreendedor e um empresário que não pode o tempo todo se desconectar. Exato. Porque ele vai voltar. Uhum. Então ele precisa estar o quê? bem ajustado e planejado, porque ele vai ter as decisões, tem que sair dele e ao telefone tocar, ele vai ter que responder. Perfeito. Ou até uma pessoa que está de férias, que trabalha registrada, ela tá lá trs a dias, chega uma notificação do trabalho, a curiosidade vai bater, ela vai querer olhar ou não? E vai, né? Vai olhar. Não vai, mas vai. Ah, se vai. Aí eu falo assim, olha que interessante, conseguimos isso na uma ruptura da noite pro dia? Não. Então, como eu trabalho com os meus pacientes, sempre quando for planejar umas férias, o planejamento, as férias já vai começar no planejar. Uhum. Por isso que eu falei o plan quando montamos a nossa mala, a primeira coisa que vai vir é a conversa da família. Onde vamos, o que vamos fazer, o que vamos eh aproveitar, para que país vamos viajar, para não surgir todo esse colapso, para não ter todo esse caos. Então é algo que tem que se refletir, porque na atualidade não podemos simplesmente fazer essa dissociação e achar que é um mundo mágico, tanto para uns quanto para outros. sempre ficamos nisso porque o, igual eu falei, o cérebro ele gosta de coisas previsíveis que traz controle, mas quando você tira ele disso, traz um pouco de medum. O que você vai encontrar? Será que a casa que eu aluguei do Airbnb vai ser aquilo lá mesmo? Será que o o hotel que eu vi nas fotos vai ser aquilo lá mesmo? Então vem um um tsunami de pensamentos que são impossíveis de se segurar e que você vai ter que lidar com essa ansiedade até chegar esse momento. E aí eu chego ao ponto um pouco mais deixar vocês curiosos como que a gente faz isso, tá? Muito bem. Olha só, né? Quando a gente para para analisar, tem o planejamento das férias, aí tem a nossa casa que vai ficar sozinha, você vai ter que, né, ter alguém para para cuidar. Tem o planejamento dos pets, tem o planejamento da volta, né, como muito bem pontou aqui a nossa psicóloga, porque a vida continua e você vai voltar. Então, ó lá, vamos lá, criança na escola, IPVA, IPTU, tudo que que é imposto em janeiro, gente, o negócio não é tão fácil quanto parece. E aí tem também aquela questão de avisar as crianças que planejaram uma uma umas férias com os pets que os pets não vão e aí você vai ter que ir lá e fazer o planejamento de um hotelzinho porque de repente você não conseguiu alguém que eh um lugar que aceitasse o pet. Então eh eh toda essa questão precisa ser muito bem avaliada, porque a pressão financeira pesa, tá? Pode não pesar antes porque você não vai planejar, mas depois com certeza vai dar uma desequilibrada e a gente precisa estar aí com a nossa saúde mental em dia pra gente poder equilibrar e colocar tudo dentro da caixinha para poder resolver todas essas situações para que você possa ter umas férias dignas de férias, né? Porque férias é para descansar. Agora vamos lá, a gente vai fazer uma viagem. Bom, vamos levar os pets de carro, né? Vamos lá então, Genev. Como que a gente vai botar esses bichos dentro do carro para fazer uma viagem longa? Ah, não, mas eu não quero parar porque senão vai demorar a chegar. Não, mas o o pet precisa fazer um xixizinho, né? Fazer o número dois. Ele precisa tomar água. Será que ele precisa comer ou não precisa? Será que ele vai passar mal? Socorro, vete. Então, depende. Vamos lá. Depende, depende do tempo, eh, depende se é um cachorro que já tá acostumado a andar de carro ou não. Se ele não tiver, precisa passar por um processo de adestramento, porque ele precisa se habituar ao barulho do carro, ao movimento do carro, ao balançar do carro. Tem cachorro que tem náusea do movimento. Aí você precisa entrar com uma medicação para ele não vomitar durante o processo. Se for uma viagem muito longa aí acima de 3, 4 horas, tem que fazer pausa, pausas frequentes para ele poder descer, fazer xixi, beber água, às vezes até fazer uma boquinha, só para não ficar com muita fome durante o processo. Eh, dá alguma coisa no meio para ele se entreter, porque também vai ficar tedioso para ele ficar ali dentro, fechado dentro do carro. Mas se você seguir esses passos de treinar o cachorro, habituar ele com o carro, é tranquilo. É tranquilo, gente. Você viu? É o cachorro, é as crianças, é o periquito, é o papagaio, tudo no carro numa viagem. Aí vamos colocar 300, 400 km, vamos chegar na praia, né? Quantas horas? Ôn aí vai precisar de um ônibus. Vai precisar de um ônibus, né? Você já pensou? Bom, mas é isso, são as nossas famílias de hoje, né? Então a gente precisa se programar, a gente precisa se planejar e é por isso que nós estamos aqui hoje, dia 11, então tá chegando, né? Por isso ainda acho que dá tempo de fazer um planejamento. Você não vai conseguir adestrar? A gente consegue adestrar? Não, né? Nesse tempo, nesse intervalo, tipo 10 dias, não tem como você adestrar um pet, gente? Não tem, né? E aí faz como daí? Não tem, não faz. Aí não tem como, né? Aí é mais fácil deixar eles em casa, deixar numa creche, num hotelzinho, em algum lugar onde eles fiquem mais tranquilos. não vai passar pelo stress do movimento, daquela viagem que eles não estão acostumados com aquela situação, porque quer queira, quer não, o o pet ele também gosta de rotina, ele também gosta de saber o que vai acontecer. Se é um cachorro ou um gato que não tá acostumado a andar de carro e daí do nada você pega e enfia ele dentro do carro e vai pra praia. Nossa, a chance disso dar errado é muito grande. Verdade. Agora, já que você falou de gato, daqui a pouquinho eu volto pr pra mala aqui da da da nossa psicóloga, né, que a gente tá arrumando a mala. Pô, esse negócio de gato na coleira aí. Eu quero viajar com o meu pet, eu tenho um gato, bota ele na caixinha de transporte, vamos embora. Já tá estressado porque gato não gosta de caixa de transporte. Chega lá no local, pega o gato, bota uma coleira nele. Vamos passear, gatinho. O gato gosta de coleira. Depende, depende do gato. Gosta depende do gato e gosta mesmo. Dá certo esse negócio. Tem uma raça, é, que é o Bengal. Hã, ele é um gato que ele é mesti com gato selvagem. Então, ele é um gato que tem uma quantidade de energia muito grande. Uhum. Então, ele é um gato que seria muito bom que ele andasse na coleira. Entendi. Tem gato que gosta de água. Tem gato que gosta de água. Tem gato que não vai suportar a ideia da coleira. Tem gato que não vai suportar a ideia da coleira. Agora, nem todo gato também gosta, não gosta da caixinha de transporte. Ah, é. Desde que você faça um adestramento, ele vai gostar da caixinha. É que na verdade a gente tem que ensinar, né, o bichinho. E aí não adianta você pegar o gato que tá acostumado ficar lá na sua casa, bota, joga ele na caixinha de transporte lá. Gente, tem que cuidar com carinho, bonitinho, tem que ensinar. Aí não adianta, se ele não gostar, não adianta forçar, esse gato vai se estressar, o cachorro também vai se estressar. Então é por isso que a gente reforça, né, a importância de um ensinamento que seria o adestramento. Lembrando que não dá para adestrar um pet em 10 dias, tá? Então você se liga aí, presta atenção, porque senão vai dar be. Voltamos para a nossa mala aqui porque a nossa psicóloga está ajustando a mala para que a gente possa viajar com tranquilidade. Falando em tranquilidade, tem a questão da economia que eu falei agora a pouco, né? Porque a gente vai investir nas nossas férias, mas a gente tem que lembrar que nós precisamos continuar investindo na nossa família e pagando os nossos impostos em dia em 2026. Exatamente. Que é essa parte que é bem frustrante. Uhum. Principalmente na volta. Uma coisa que eu sempre falo eh pros meus pacientes quando vai organizar as viagens é sempre desacelerar, como a doutora fez, para poder acostumar no quesito do pet. O paciente desacelera um pouco antes de sair e depois quando for voltar ele volta um pouco à rotina porque ele vai voltar a trabalhar. Não esquecendo. Tem algumas coisas que é óbvio, gente. Nós não estamos aqui. Ah, vou sair de férias. Aí agora a gente imagina praia, sossego, telefone sem tocar, viver como se não houvesse amanhã. Expectativa, né? Realidade. Sim. Criança chorando, um monte de barulho, coisa dando errado. O que dá errado é você misturar o sonho, a expectativa com a realidade. Então, não esquecer e ser bem realista que você só vai pausar alguns dias para alguns momentos de descanso e logo após você volta paraa sua rotina e paraa sua realidade, onde você paga boleto. E se tem uma coisa que vence nessa vida é boleto. Você pode ter certeza. ele vai vencer a qualquer custo. Então, lembra dessa frase, você pode ir, mas não esquecendo das responsabilidades ao retornar. Exatamente, né? Porque às vezes a gente vai paraas férias como se não houvesse amanhã, né? E aí quem tem lá o o do 13º e tal, isso, aquilo, ou então guardou um dinheirinho e aí fala assim: "Nossa, agora sim vou ver minhas férias, gente, a gente precisa de planejamento porque a gente precisa voltar e aí a gente precisa voltar e as coisas precisam continuar, né? Mas vamos lá, estamos de férias, levei o pet, uau, né? Seja o gato, seja cachorro, priquito, papagaio, enfim. Aí vamos pegar uma praia, né? O cachorro vai lá, se diverte. Tem algumas praias aqui no litoral de São Paulo que que tem os horários específicos, tá gente? Tem os horários específicos, pode pesquisar lá eh eh e no site da praia que você vai da cidade, onde tem a praia que você vai, você vê se a praia é liberada para pet e se for, tem os horários específicos que você pode levar o seu pet na praia. Legal, levei meu pet na praia, se divertiu, nadou, rolou, né, na areia, que é uma delícia. Cavou, cavou, cavou, cavou. Vou levar para casa. Eu vou ficar uma semana lá, sabe, doutora? E aí o que que acontece? Eu vou ter que dar banho todo dia nesse pet, dar banho todo dia nesse pet, tirar a areia desse pet. Como é que vai ficar a pele desse pet? Então, existe um risco grande desse pet desenvolver uma dermatite. Uhum. Porque ele precisa ficar muito bem seco para essa dermatite não aparecer. Tirando que se ele não tiver acostumado com a salidade da água do mar, com a areia, com porque quer queira quer não, ele vai ficar empanando todo dia. Então pode ser que ele tenha alguma escuriação, pode ser que ele pegue algum bichinho na areia. Sim. Então assim, precisa do cuidado da pele, precisa tomar banho, precisa deixar ele limpinho, mas o mais importante é de o banho, tem que deixar ele bem sequinho. Aí o risco da dermatite diminui. Mas tem que lembrar que na praia precisa tomar cuidado com mosquitos. Mosquitos. Olha só. E o que que esses mosquitos podem transmitir pro bichinho? Girofilariose, que é o verme do coração. Verme do coração. Aham. Eh, leixaniose. Uhum. Uhum. que também é uma doença que não tem cura. Ela tem tratamento, mas ela não tem cura. Sim. E são doenças muito complicadas. Então, geralmente o que que a gente recomenda? Eh, passar ou deixar o animal com algum produto que seja repelente de insetos. Olha aí, gente, muito interessante, muito importante, né? eh todas essas dicas aqui que nós estamos dando para você com as nossas profissionais, porque as férias pode ser frustradas. É férias frustradas. Por quê? Porque se você não se planeja, aí pode sim eh ocasionar problemas, né? A gente tem quantas decisões você tem que tomar por dia, quantos problemas você resolve por dia. E nas férias os problemas também acontecem. você sai de férias, mas os problemas não. E a gente tem que estar preparado para resolvê-los. E inclusive essa questão do pet é bem interessante. Por quê? Porque volta lá ã na qualidade do nosso bolso. Sabe por quê? Você tá preparado para dar banho no pet, né? Todos os dias você vai dar banho em casa. Doutora falou que precisa secar, né? E precisa secar muito bem. Então, a gente tem que ter um pouquinho de consciência para ver o que é melhor para o nosso pet nesse momento aí das férias que a gente tanto quer, né? Agora voltamos à nossa mala. O que chegou? Chegou a vez do que na nossa mala agora, Tatiane? Vamos lá, Rúbia. Eu vou pegar o gancho dela. Uhum. E uma coisa muito interessante, nós vivemos uma rotina muito corrida, os pais, todo mundo trabalhando, os filhos estudando. Imagina agora todo mundo junto. Será que o pai conhece o filho? Olha aí. Aí o filho tá lá na torre Ifel conversando com os amiguinhos no celular. O pai fala: "Eu gastei um baita dinheiro para você ficar no celular". Hum. Hum. Por quê? Porque tá todo mundo sai para trabalhar na sua rotina, volta e depois tá todo mundo no mesmo ambiente, entendeu? Lembra do nosso primeiro item dentro da nossa mala? As conversas. Exato. Olhar, olha a olho, já ir se conversando. Uhum. já ir se integrando, se ajustando, se até naquela interação. E as perguntas que eu sempre dou a dica assim pros pais que às vezes vê a criancinha e depois logo tá trabalhando tanto e não consegue acompanhar esse desenvolvimento e já pega ela numa transição de adolescência e ela tá naquela rebeldia. E aí a pergunta que tem que ser feita, é, não o que você tem, mas o que você já passou hoje? Eu sei que é difícil pro pai porque ele tem que sair para ganhar dinheiro e para ele é importante, mas pro adolescente, pra criança, cada um vai ter o seu problema, cada um vai ter a sua dificuldade, cada um vai tá certo dentro da sua vivência. Então, eh, a hora que você coloca tudo isso junto, conversem, olhem, vê o que vai sair daquilo. Quem é aquelas crianças agora que tá saindo de férias junto com você? Quem são elas? O que elas têm passado? O que elas passaram? Tirem esse momento antes. Por isso que eu falo, desacelerem um pouco antes para você não trazer esse strress mudando de CEP e só empurrando, porque as brigas vão continuar em outro lugar. Excelente, né? É uma preparação que a gente precisa fazer antes, porque assim, é igual a Tatiane pontuou pra gente, né? você tirou férias, vira chave no hoje tô trabalhando, amanhã tô de férias. Não é assim? E se a gente parar para analisar a questão da família, né, e desse diálogo que ela propõe que a gente deva ter com os nossos familiares, principalmente com as nossas crianças, a importância desse planejamento, desse diálogo também, porque assim a gente vai conseguindo eh tirar a atenção, né, das telas, porque você vai tirar férias e vai ficar com tela. né? Só que o exemplo, a gente precisa lembrar que as crianças, né, nós somos para eles exemplo. Então é a questão do espelho. Eu estou espelhando meu filho. Então se você começa esse processo de retirada de telas antes da viagem, vamos lá, vamos começar esse processo. Explica, fala que a gente vai viajar, que agora a gente vai ficar um pouquinho mais junto, que a gente precisa ficar mais perto lá e tal. Aí você fala, propõe, vamos tirar um pouquinho a tela. Então você diminui um pouquinho hoje, um pouquinho amanhã. OK? A criança, ó, uau, paraas férias, eu tiro a tela. Só que você não faz isso, pelo menos quando estiver perto da criança. Então, a gente tem que também nos atentar a essa questão, porque nós somos espelho. Se a gente cobra, mas a gente não faz, fica um pouquinho difícil da criança reagir com essa proposta aí de ir minimizando, tirando e as telas pra gente poder ficar mais perto, mais próximo, não é? Nessa, nesse processo você pode ir reduzindo, eh, não só porque fala que a criança não é pelo que você fala, mas pelo que você faz, você explica para ela que você precisa estar conectado, porque se não estar conectado, você não proporcionaria sim o que você está proporcionando para ela. Exato. Porque se nós não trabalharmos, nós não vamos ganhar. Uhum. Então, talvez ela entenda. E aí tudo vai pela conversa, porque senão vai entrar uma frustração muito grande. Ela vai sentir muita falta disso também. E hoje a gente tá tendo muito problema com crianças com tela, porque quando tira a tela já se já se tá está se tornando um diagnóstico muito importante que traz muito estress nesse período, porque às vezes tem crianças que fala: "Eu nem gostaria de estar aqui aqui, eu queria estar em casa". Exato. Exato. Eu vim com você porque você me trouxe. Uhum. Então aí já tem um caos, entendeu? Você pode colocar eh reduzir, não totalmente, mas é igual eu falei, reduzir o tempo de tela e tentar conversar que você vai ter que continuar nessa rotina, porque você precisa ganhar o dinheiro para vocês poder desfrutar. Então, há formas de se falar, há formas de se comunicar, há formas de se entender e se ajustar. Excelente. Muito bom. Agora voltamos para os pets agora, né? Vamos lá. A gente tava, levamos os pets para a praia, né? Entendemos que precisamos dar banho. Ah, tirareia. Como é que tira areia de pé de peludo? Água. Só água mesmo. É, é só água, né? Vai encher o pete de sabão lá e ficar esfregando ele assim. Não, assim, você vai passar o dia inteiro na praia. Aham. Aí no final do dia, terminou o dia de praia, aí você vai e lava com água e sabão. Lava com água e sabão. Aham. Mas, mas ao longo do dia na praia muito, esfregar muito o petezinho. Pode, pode. Ah, então tá bom. A gente precisa saber, né, gente? Pega um pet peludo lá, enche de areia. Como é que você vai tirar areia? Ô, você é preparado para isso? Será que tá mesmo? Presta atenção, viu? Agora vamos lá. O pet voltou da praia e tal. Chegamos, todo mundo feliz e contente. Agora eu quero sair, né, curtir a minha vibe e o pet vai ficar lá no apartamento que eu aluguei ou na casa que eu aluguei, não é? E vai ficar sozinho. Qual o risco desse petressar em um ambiente que ele não conhece e depois de ter passado o dia inteiro aí com a família e tal e brincando e tudo, de repente pega o pet, dá banho no pet, joga o pet e vai pra rua. E aí que acontece? Tem risco, tem risco. Se ele não tiver acostumado a passar de tempos sozinho ou dele ter alguma coisa para ele se entreter dentro de casa, um brinquedo, um ossinho, eh um Existem uns brinquedos que se chamam Cong. Aham. Que é um brinquedo reche, você coloca o que você quiser dentro. Às vezes até a ração com pastinha congela e dá para ele comer. Então ele fica entretido por um tempo bom. Uhum. Ah, é uma opção para você entreter enquanto você sai de casa, vai tomar um sorvete, vai comer um lanche, mas simplesmente deixar tipo: "Tchau, tô saindo". E deixar ele sozinho lá tem um grande risco de você achar a casa destruída, eh, porta comida, almofada rasgada e por aí vai. Meu Deus. Então, já pensou você achar uma casa destruída e uma casa que não é sua? uma casa que não é sua. E ó, não é culpa do pet, tá bom? Porque daí daqui a pouco você fala assim: "Ai, que esse cachorro? Ah, porque esse gato não, gente, a gente tem que entender que somos nós. A gente precisa de um planejamento. É isso que nós estamos falando aqui para você, né? Porque imagina você chegar e achar a casa toda destruída. Aí se foi psicológico, férias, se foi tudo, acabou. Fim, finish. Já era. É isso. Então, precisamos. Tá vendo só como é importante? A gente tá falando aqui de algo tão gostoso, né, que são as férias e de algo tão ai quentinho que são os pets com a nossa família, tudo. Mas se a gente não tiver um planejamento, gente, a gente pode fazer isso virar o caos. Minha psicóloga, você montou uma frase para mim agora fechar minha mala. Bora. Porque se você não planejar as suas férias, você vai ter que ajustar o seu, planejar o seu caos. Nossa, porque você voltou, o caos vai o caos vai est instaurado. Exato. Se eu não arrumo e não planejo para as férias, eu vou ter que me planejar para o caos. E aí eu vou ter que ajustar o caos, gente, do que eu fiz, entendeu? Sem o planejamento, né? Sem o planejamento. Você percebe? E aí, qual que é a influência desse caos na saúde mental dessa família, né? Total, porque hoje em dia as férias elas não são mais, não estamos mais em era de férias instagramáveis. Uhum. Estamos em em férias mais emocionais, tiramos, estamos vivendo tempos exaustivos, aonde precisamos de pausas. Então, eh, olhar para esse lado, que não é uma, um, vamos se imaginar, um conto de fada, mas é uma realidade, uma pausa que você vai dar em alguns momentos para depois voltar à nossa rotina, porque precisamos de rotina, tanto os animalzinhos quanto os adultos. Porque você vê perceber a fala da doutora e a minha fala Uhum. vem uma ligada na outra porque vai entrando o planejamento da família e qualquer um que sair desse planejamento traz o estresse para dentro de tudo. Olha isso, gente. Então, na saúde mental, quantas vezes eu vejo pessoas voltando de férias já querendo, eu, para vocês terem uma ideia, eu volto de férias dia 5 de janeiro. O consultório já está lotado. Por quê? Porque as férias foi um caos. Você tá brincando? É verdade isso, gente. É verdade esse bilhete, né? Porque analisa. Eh, e aí se a gente para para analisar assim no nosso dia a dia, ah, vou vou tirar de vou tirar férias, né? A gente não percebe que a gente não para para prestar atenção na volta. A volta, né? Ninguém para para você presta atenção na sua volta? Eu não. Só presto atenção quando eu tô voltando. Eu vou curtir minhas férias. Mas hoje nós aprendemos que a gente precisa, além de planejar a nossa ida, a gente também precisa planejar a nossa volta e a nossa estabilidade quando estivermos já no nosso na nossa casa, né, na nossa volta, porque daí você vai chegar em casa, eh, quanto tempo você ficou fora, né? E aí vamos ajustar tudo. E as crianças que tm que voltar pra escola, né? é a casa que precisa voltar com o movimento do dia a dia, é você que precisa voltar para o seu trabalho. E sem falar também que essa questão de férias mexe também com o nosso psicológico. O nosso cérebro ele se acostuma com coisa boa, né? Então assim, dois dias você fazendo tudo que você quer lá de boa, aí depois para voltar tem essa questão também psicológica da mente e do corpo, porque o cérebro dois dias já acostumou com tudo que é bom. Agora todo mundo vai entender a síndrome do fantástico. Hum. Hum. Quem que não sente sente isso? Quem trabalha? Quando eu sempre escuto, nossa, quando toca a música do Fantástico já vai dando aquele desespero. Aham. Por quê? Porque vai começar uma semana de trabalho. Segunda-feira chegando. As férias é a mesma coisa. Por mais que você goste do que faz, é rotina, é trabalho, não é brincadeira, porque como a Rúbia diz, é uma coisa que eh é uma coisa gostosa e gostamos de nosso cérebro acostuma com coisas gostosas. Mas eu queria aproveitar um adendo aqui também, só para fazer um fechamento para as pessoas que não só as pessoas que viajam, mas as pessoas também que planeja tirar férias e ficar um tempo em casa. Ela idealiza isso. Eu vou ficar em casa sem fazer nada. Eu quero acordar tarde. Eu não quero ter rotina, não quero ter hora para dormir, não quero ter hora para acordar, que não sei o que, que não sei o quê. Dá cco dias, ela caiu no tédio. Uhum. E aí, verdade. Mais um estresse. Cortisol na aveia. Por quê? Porque você vem numa frenesia de 11 meses fazendo aquilo e um mês você tem a ruptura, você acha que você vai viver essa fantasia? Nossa, importante demais. Importante demais a gente falar sobre isso, né? Eu sou dessas. Se eu eu falo, não me deixa em casa mais que um final de semana, se não for para eu sair realmente de férias, porque o tédio me pega, mas pega mesmo, né? Ah, não, vou organizar minha casa, eu vou limpar a casa. Tudo bem, você vai, mas chega que você não quer nem saber de organizar nada. Você quer, você quer, você quer produzir, produzir, produzir, produzir, porque eu não sei o que acontece com a gente. Nós estamos num numa fase tão tão diferenciada, né, que a gente não tem mais assim esse negócio de, de ficar em casa. eu, por exemplo, no domingo, acordo 5:30 da manhã, e aí eu vou fazer o quê? Meu cérebro acostumou. E é assim, e assim acontece também nessa questão eh das férias. Então, a gente precisa se atentar porque isso pode eh mexer, né, com a nossa saúde mental. E quando mexe com a nossa saúde mental, eh, acaba que a gente não fica tão bem assim, porque nesse momento de parada, né, se você tá em casa, você começa a alimentar pensamentos que às vezes você não faria isso se você tivesse em movimento. Por que que a gente tem esse costume, Tatiane, de tipo assim, a gente tá em casa parada, a gente mais de repente voltar lá no passado, a gente começa, de repente ficar num num tédio que vai se instalando, você fica um dia na cama quando vê se você tá dois dias e tal e aí tem um perigo. Porque treinamos, Rúbia, o nosso cérebro a estar na produtividade o tempo todo. Uhum. Hum. Não conseguimos não estar na produzindo. O que que aconteceu com isso? Existe um mundo antepandemia e um mundo pós-pandemia. O que aconteceu no pós-pandemia foi que ficamos o tempo todo treinados a o quê? A produzir o tempo todo. Se eu não estiver na ativa o tempo todo, parece que não faz sentido para mim. Exato. Eu tô me sentindo insignificante. Uhum. E aí vai trazendo aquele aquele sentimento de ai, eu preciso fazer algo, eu preciso sair, eu preciso, eu não consigo ver, só olhar pra realidade do do imediato. Uhum. Que hoje um adolescente não consegue ver um videozinho mais de 2 minutos. Pois é, tudo acelerado, né? Tudo acelerado. E com a gente também. O por que que eu não consigo dormir até um pouco mais tarde? O por que que eu não consigo ir um pouco mais slow, um pouco mais leve? Então, coloca leveza dentro dessa mala. Vamos colocar carinho dentro dessa mala, conversa dentro dessa mala antes dessas organizações que hoje a gente tem as nossas e amigas, entendeu, que faz o checklist até do tempo, entendeu? Mas essas coisas ela não vai colocar, porque ela é inteligência artificial, não inteligência consciente. E essa conscientização quem tem que dar somos nós, de olharmos paraas paraa nossa família e olhar os nossos problemas e organizar a nossa casa e a forma com que ela vai ficar. Maravilhosa, né? Que coisa, gente. Importante o tema. Gostoso debate. Vamos voltar para os pets com a nossa veteviev. Que nome lindo, né? Diferente, imponente. Vamos lá. Então, nós falamos de viagem de carro, né? Ã, temos a viagem de avião. A questão do avião, como que tá? É, é, é, a gente precisa fazer um planejamento também e não são todos os doguinhos que podem ir no avião, né? Você pode explicar pra gente? É, na verdade assim, a gente ainda tá com alguns problemas com relação a ao transporte dos cães dentro do avião, porque recentemente a gente teve alguns problemas de eh cães falecendo, transporte para lugar errado. Eh, tinha um projeto de lei que eu não sei se saiu, se não saiu, se tá valendo, se não tá valendo. Eh, mas enfim, hoje em dia você tem a possibilidade de usar, vamos dizer, usar eh, cão de suporte emocional. Isso. O cão de suporte emocional, ele precisa passar por uma série de certificados para que fique comprovado que ele é um cão de suporte emocional e então ele pode ir na cabine com você. Perfeito. Mas mesmo assim ele precisa passar por adestramento. Não é em 10 dias. Não, de jeito nenhum, porque ele é um cão que ele precisa se portar de uma forma muito específica e ele precisa tolerar todo tipo de pessoa, incluindo animais. Agora, ah, eu não tenho tempo para fazer isso, quero levar ele numa caixa de transporte. Uhum. Certo. Você precisa, você precisa eh ver na companhia aérea qual é o tamanho da caixa de transporte. Você precisa se certificar de que é uma caixa de transporte segura. Uma das recomendações que a gente costuma fazer é compra aquelas presilhas de fio Uhum. E trava as portas para evitar de que elas abram, porque uma das coisas que acontece é que o pessoal que transporta, eles são muito delicados. Hum. Com as caixas de transporte, sabe? Sim. Bem, então eles meio que jogam de qualquer jeito e a caixa às vezes abre e a portinha abre e o cachorro escapa. Nossa! Eh, então se você travar, mesmo que quebre, a portinha fica presa, fica fechada. É. Eh, tenha certeza de que seu cão tá em plena saúde. Uhum. eh adestramento para a caixa de transporte, porque ele precisa conseguir se manter dentro daquela caixa tranquilo, olhar aquela caixa como um ambiente seguro para que ele não fique nervoso nem estressado por se manter dentro de um ambiente confinado. Nossa, porque dependendo do voo, recentemente eu atendi um cliente que tava indo paraa Espanha. Uhum. E ele me pediu ajuda porque os dois cães iam com eles na cabine e eles precisavam de adestramento para ficar na cabinha. Uau! E hoje eles estão na Espanha. Uhum. Com os cães. Nossa, gente, é complexo o negócio, hein? Não é tão simples quando a gente pensa, como a gente pensa a caixa, eles têm que dar a volta na é ficar em pé dentro da caixa e ser capaz de dar a volta dentro da caixa. Uau! Olha isso. Então, se você pegar, por exemplo, um labrador Hum. É uma senhora caixa total. É a caixa. Se eu não me engano, essa caixa, ela vem com rodinhas. Uhum. Porque ela é uma caixa grande. Imagina o cachorro tem que dar a volta e ficar em pé na caixa, né? Ele tem que ser capaz. E é por isso que a gente fala de planejamento, né? Muito planejamento. Vamos lá. Cachorro, animal, pet, enfim. Ã, circulando interestadual. Precisa daquele aquela avaliação médica? Ah, normalmente não. Normalmente não. Aham. Dá para ir, tipo assim, se eu for sair daqui e levarinha de carteirinha de vacinação, mas tem que estar em dia. Importante, né? Tá certo, gente. É isso. A gente tá falando aqui de planejamento, né? Então nós estamos aqui com a Genev, nós estamos com a Tatiane, psicóloga e veterinária, olha que beleza, explicando pra gente o planejamento das férias. E a gente trouxe uma vet. Por quê? Porque hoje, vamos colocar 80% das famílias t seus pets, né? E a gente, claro, não vai sair deixar o pet em casa sozinho. Uma que é crime, não pode, tá? Lembra? Não pode deixar o pet sozinho. Outro é que você, ele faz parte da família, mas a gente precisa o quê? Planejamento. Não pensa que você vai sair de férias hoje. Amanhã você joga todo mundo dentro do carro, liga o som, bora pra praia, galerinha. Não é assim, gente. Corre o risco de você ter as suas férias frustradas, tá certo? E ainda ter aí uma dor de cabeça por conta de eh o doguinho que vai passar mal, a criança que vai ficar estressada também. E aí, olha, vira uma confusão generalizada, a gente não quer isso. É por isso que nós trouxemos essas duas profissionais para nos ensinar que passos devemos seguir para ter umas férias mais leve, tranquilo e de verdade, né, junto com as nossas crianças e com os nossos petezinhos. Eu quero agradecer muito a presença das duas. Foi uma conversa assim bem importante, bem esclarecedora. Afinal, as férias eh devem ser aí o sinônimo de descanso e de leveza e não de estress para isso, o planejamento. Então, super agradecendo você. Obrigada, Tatiane. Que gostoso esse nosso bate-papo. Eu acho que foi bem esclarecedor e bem útil, né? Eu que agradeço. E só para finalizar, quando você fala de planejamento, não olhar, ter o olhar como uma pessoa que controla. Sim, mas uma pessoa que ela vai gestar um pouco, vai reduzir um pouco o dano, tá? Então um planejamento não é um controlador, não é aquela pessoa controladora, ela vai reduzir um pouco a energia da família. Então eu que agradeço a oportunidade de estar aqui falando sobre a saúde mental, que é um prazer e você é fantástico. Ah, você é maravilhosa. Bora viver as férias planejadinhas, gente. Sabe como é que eu faço? Eu escrevo tudo, vou anotando e vou colocando X tudo que foi arrumado. E eu vou contar um negócio para vocês. Eu vou pegar férias daqui uns dias, tá? Olha, eu vou com o doguinho. Ah, meu Deus do céu. Vou com filho e com dog. né? E assim, eu tenho um go ret, só que ele é idoso, tá com 11 anos, mas ele é adestrado. Então assim, eu sei que posso, né, fazer. Não faria jamais se ele não tivesse aí o adestramento, porque imagina um Golden Redriver que não é adestrado dentro de um carro ficado não, aí não dá. Então a gente precisa sim de muita orientação. E é isso que a gente trouxe nessa manhã para você aqui que tá acompanhando o estúdio Câmara. a gente quer agradecer demais a nossa veterinária, né? Que legal esse essa eh esse olhar eh seu referente à questão do cuidado dos nossos pets e incluir esse esse cuidado dos pets com toda a nossa família. Eu achei fantásticas dicas. Muito obrigada. Parabéns, viu? Parabéns aí pela sua profissão. Obrigada por cuidar dos nossos petezinhos. Eu sou suspeita a falar porque eu amo esses bichos. Eu acho que eles são um suporte muito grande pra gente e a gente tem muito que aprender com eles ainda nessa vida, né? Tem, eles são especiais. Maravilhosa. Obrigada pela sua participação, tá? Bom, pelo convite. Valeu, gente. Então, agradecemos você também aí de casa. Obrigada pela audiência, pela companhia. pega esse programa, já vai ficar no YouTube, então você pega ele, vai dividindo com a galera e vai repassando, porque esse programa é um programa de informação, um programa de comportamento. E hoje nós falamos aí das férias, né, das férias com a nossa família e com os nossos pets. Lembrando que essas férias exigem um planejamento tanto para ida tanto para a volta. Reforçando o que a nossa psicóloga disse: planejamento não significa controle. É somente uma forma de você minimizar as situações que possam acontecer. E a gente sabe que a gente tem que trabalhar com erro. Se der errado, você já consegue consertar porque você planejou e tá tudo bem. Tá bom? Uma ótimas férias para você. vai curtir com a família e com os pets, vai dar tudo certo. E amanhã, sexta-feira, Estúdio Câmara traz um tema bem especial pro final de ano. A gente vai falar da decoração de Natal. Você sabe que a decoração de Natal pode mudar o seu estado emocional? Então, a gente vai entender como as cores, as luzes, os cheiros e as memórias afetivas ativadas no ambiente podem influenciar o nosso humor, a sensação de aconchego e até o nível de ansiedade das pessoas durante essa época do ano. Amanhã um programa cheio de curiosidade e ciência para deixar a sua casa e o seu emocional preparados para o Natal. a partir das 8 da manhã, não perde não. Daqui a pouquinho a Íria chega trazendo para você informações aqui de Campinas atualizadas, tá? Do legislativo Brasil e Mundo. E ao meio-dia nós temos Câmara Notícia também com informações aqui da nossa metrópole. E a programação da TV Câmara Campinas segue feita com muita responsabilidade, com muito carinho, especialmente da nossa equipe para você aí de casa. Mais uma vez, muito obrigado às nossas convidadas. Obrigada a você, um super beijo. Planeje suas férias, cuide do seu pet, da sua família, ó, olho no olho, tato. Vamos conversar mais, vamos abraçar mais, vamos aproveitar essa oportunidade, esse tempo que a gente pode estar junto, tá bom? Aproveite, seja feliz e até amanhã. Ciao. Ciao.
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