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É o Bicho | Pets vivem mais: check-up, obesidade e a difícil hora da despedida
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É o Bicho | Pets vivem mais: check-up, obesidade e a difícil hora da despedida

71 views Publicado 19/11/2025 HD · 11:49

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Os pets estão vivendo mais do que nunca — e isso transforma totalmente a relação entre tutores, veterinários e nossos companheiros de quatro patas. 🐶🐱 No quadro “É o Bicho”, da TV Câmara Campinas, aprofundamos um tema que toca o coração: longevidade, saúde, prevenção, qualidade de vida e o momento difícil da despedida. Uma conversa informativa, acolhedora e necessária para quem considera o pet um verdadeiro membro da família. 🐕‍🦺 Por que os pets estão vivendo até 50% mais? Estudos recentes revelam que cães e gatos ganharam cerca de 50% a mais de expectativa de vida nas últimas décadas. O médico-veterinário Eros Luiz de Sousa explica que: Cães de pequeno porte vivem hoje 16 a 18 anos. Cães de médio porte chegam a 13 anos (antes eram 10). Cães grandes ultrapassam 10 anos (antes ficavam em torno de 7). Gatos que viviam cerca de 15 anos agora passam dos 20 com os cuidados adequados. Esse avanço se deve à melhoria na alimentação, vacinação, exames preventivos e, sobretudo, ao novo papel afetivo do pet dentro das famílias — ele deixa de ser “animal do quintal” e passa a ser parte do núcleo familiar. 🏥 Medicina veterinária mais moderna e especializada A maior expectativa de vida fez crescer a busca por um atendimento veterinário mais técnico e humanizado. Hoje, hospitais e clínicas oferecem: Ressonância magnética e tomografia Ultrassom de alta resolução Exames genéticos e moleculares Ecocardiografia Especialidades como oncologia, gastroenterologia, neurologia, cardiologia e muito mais Essa estrutura permite diagnósticos precoces, reduz sofrimento e aumenta a qualidade de vida — mesmo em casos complexos ou silenciosos. 💊 O futuro: medicamentos para aumentar a longevidade dos cães? Comentamos também pesquisas da startup Loyal, que desenvolve o medicamento LOY-002, aprovado pelo FDA com “expectativa razoável de eficácia”. Esses estudos apontam para um futuro no qual envelhecimento saudável e saúde metabólica serão a base do cuidado dos pets idosos. 🩺 Check-up anual: o cuidado que ganha anos de vida A especialista em comportamento Nathalia Zini reforça que o tutor não deve esperar sinais graves. O check-up ajuda a identificar: Diabetes, câncer e insuficiência renal Problemas cardíacos Sobrepeso e desnutrição Alterações de humor e comportamento Necessidade de ajustes na dieta, rotina e atividade física Prevenção é investimento em anos de vida e bem-estar. ⚠️ Obesidade: um risco sério que muitos não reconhecem A “fofura” do pet gordinho esconde um problema grave. Com o Escore de Condição Corporal (ECC), o veterinário avalia se: O peso está adequado Há sobrecarga nas articulações Existe risco aumentado para doenças A rotina precisa de ajustes urgentes Sobrepeso encurta a vida e pode gerar tratamentos longos, caros e dolorosos. 💔 O momento mais difícil: quando o amor precisa decidir Falar de despedida nunca é fácil — mas é necessário. O professor Manoel Pereira de Araújo compartilha no quadro histórias emocionantes com seus pugs Haron e Amy, mostrando os dilemas entre insistir no tratamento, enfrentar internações longas, altos custos e a decisão final de evitar sofrimento. A veterinária e psicóloga Ingrid Atayde, do CFMV, orienta que o tutor observe se o pet ainda tem: Conforto e controle da dor Capacidade de se alimentar e se movimentar Interação social mínima Vida digna com o que a família pode oferecer Quando a medicina não consegue mais aliviar a dor, é hora de discutir, com apoio profissional, se continuar tratando significa cuidar — ou apenas prolongar a despedida. 📊 Brasil: um dos países mais apaixonados por pets Com cerca de 149 milhões de animais, somos o 3º maior país em número de pets no mundo. Pesquisas mostram que: 93% dos tutores veem o pet como membro da família A maioria relata mais bem-estar emocional com a presença de um animal O cuidado mensal com saúde, alimentação e afeto é prioridade para grande parte das famílias Essa relação afetuosa torna ainda mais essencial discutir longevidade, prevenção e despedida, com responsabilidade e informação. 👉 Assista ao quadro “É o Bicho”, deixe seu like e compartilhe sua experiência com pets idosos, cuidados, despedidas e tudo o que você faz para garantir mais anos felizes ao lado do seu melhor amigo. Seu relato pode ajudar outros tutores que estão passando pelo mesmo momento. Continue assistindo conteúdos incríveis em nossas playlists: 📺 YouTube: https://www.youtube.com/@tvcamaracampinas 🌎 Conecte-se com a gente nas redes sociais: 📸 Instagram: https://www.instagram.com/tvcamaracampinas 🎵 TikTok: https://www.tiktok.com/@tvcamaracampinas 📘 Facebook: https://www.facebook.com/tvcamaracampinas 🎙️ Spotify: https://creators.spotify.com/pod/show/tvcamaracampinas

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[música] Quem tem animal de estimação sabe que a tão temida velice do amigão de quatro patas é um momento que ninguém está preparado, [música] mas a longevidade dos pets tem aumentado graças a fatores como avanços na medicina veterinária, nutrição adequada e cuidados preventivos. Hoje a medicina medicina veterinária, ela visa a criação de medicamentos para tratar uma doença específica. Esse estudo da longevidade, ele tá criando um medicamento que visa trabalhar no não aparecimento de doenças, principalmente metabólicas, que acontecem com envelhecimento, como o caso aqui, por exemplo, do petróleo. Então, ele seria um animal que entraria nesse estudo, é um cão de mais de 10 anos. com uma disfunção ali ortopédica, né? Então ele tem osteoartrite, uma lesão na coluna e o objetivo então é favorecer com que haja ali uma um aumento da expectativa de vida. Então o estudo ele tem uma um órgão regulatório que é o FDA, que é como se fosse um visa dos Estados Unidos que regulamentou ali toda todo esse estudo e já tá numa fase final ali de avaliação, né? Então, é um estudo que tem uma uma eficácia já razoável, científica e que provavelmente dentro dos próximos anos vai estar no mercado mundial ali, dependendo da raça, a partir dos 7 anos já é considerado um cão idoso, né? Então o critério de inclusão foi ser primeiro um cão e segundo ter mais de 10 anos. A partir desse momento, houve então toda uma metodologia para fazer essa esse acompanhamento, né, desse estudo, onde teve o padrão ouro ali da do estudo, né, que é um estudo duplo cego, placebo controlado. Então, nem todos os animais recebiam efetivamente a medicação [música] e os que recebiam não sabiam para evitar viés. Então, é um padrão ouro ali. São mais de 13 animais ao longo do de todos os estados dos Estados Unidos, né, em 70 clínicas veterinárias. E é um passo anterior da própria regulamentação ali da desse desse desse medicamento, né? Identificar o envelhecimento dos animais começa com a observação de comportamentos, mas o diagnóstico de condições de saúde associadas deve ser feito por meio de exames regulares e específicos. Hoje a gente fala muito da longevidade, né, de técnicas ali, de formas e medicamentos que evitam o aparecimento de doenças. E se a gente tiver falando de exames de diagnóstico, a termografia clínica vai ser uma das melhores técnicas para diagnosticar doenças antes mesmo delas se tornarem doenças clínicas, que a gente fala. Então, por exemplo, esse aparelho aqui é um aparelho muito comum para jogador de futebol, para pegar lesões ali antes que elas tenham ali uma abordagem cirúrgica, por exemplo. Então, ele captura a radiação infravermelha do corpo e a gente consegue ver esses padrões de distribuição [música] de temperatura. A partir do que eu entendo do que é normal do corpo ter, então tem regiões que são mais quentes, outras que são mais frias. qualquer alteração nesse sentido, eu consigo [música] detectar e tratar antes daquilo ter um desdobramento mais [música] eh doloroso ou cirúrgico. Então, eu consigo pegar doença num nível tão inicial que nem às vezes um raio X é uma ressonância detecta. Mas esse exame é um exame extremamente [música] sensível, mas ele é pouco específico. Então significa que eu consigo ter uma sensibilidade, mas eu não sei [música] o que é. Então eu preciso de outros exames de imagem para complementar ele, mas ele vai ser ali dentro de estratégias de longevidade, com certeza, o único exame que avalia ali disfunções metabólicas de forma de imagem e dor. Tá? Só uma uma dúvida. Você disse que assim o que que é considerado normal nesse caso? Tá tudo normal, mas se tivesse algum probleminha ali, qual que seria uma cor diferente que você ia identificar? Por exemplo, aqui ao lado, ó, eu tenho uma escala colorimétrica. Tem áreas que são normais estarem mais quentes, que é marcado aqui no branco, no vermelho, e áreas mais frias marcad ou no preto. Áreas como região dos olhos aqui são normais de estarem mais quentes, mas o focinho aqui é normal ali tá mais frio. Provavelmente ele tá mais quente aqui porque ele tá com calor. A gente tá na sala aqui, ele tá com calor, mas a região da cabeça aqui é normal, a região da articulação aqui é normal, as extremidades dos membros aqui é normal estarem mais frias também. Então, qualquer alteração que eu tiver nesse sentido desse [música] dessa distribuição de temperatura, eu consigo detectar de forma precoce e já iniciar um tratamento. Aqui eu posso iniciar um tratamento com acupuntura, com laser, com ozônio, com homeopatia, com massagem, enfim, existem diversas técnicas aí que a gente pode fazer também o uso de anti-inflamatório se caso a gente tiver necessidade, claro, né? Então é um exame de imagem que detecta precocemente ali as doenças. [música] Mais do que garantir a longevidade dos animais, o importante é que eles tenham vida longa, mas com qualidade de vida. A partir do momento que o cão então ele tá numa idade, a depender da raça, de 7 a 10 anos ali que ele entra numa idade mais sensível para o aparecimento de algumas doenças, o fundamental ali a gente sempre trabalhar na medicina preventiva. Então a gente tem que levar o animal no veterinário, tem que fazer os exames ali e regulares, né, para você, por exemplo, ver um um hemograma, ver uma função renal hepática, um ultrassom, pra gente conseguir detectar doenças precocemente para conseguir tratá-las. ou às vezes, né, você fazer que nem no caso desse estudo da que usou a molécula LOI 002, você conseguir desenvolver medicações específicas para que as doenças [música] consigam surgir de uma maneira eh mais paraa frente, né? Então você consegue retardar as doenças. Então, o a grande questão do animal [música] mais idoso é sempre trabalhar no nível da prevenção. E aí a medicina veterinária, ela tá bem adiantada em vários aspectos, porque inúmeras práticas da medicina veterinária integrativa conseguem abordar esse paciente [música] de uma forma que você não dê tanta medicação e consiga, se você usar práticas da medicina integrativa, potencializar também a ação da medicina convencional. Então, o grande objetivo é fazer com que a medicina convencional [música] faça efeito e que em determinado momento a gente nem se utilize ali de antiinflamatórios, analgésicos, antibióticos, dado essas práticas também terem evidência [música] científica suficiente que conseguem que consigam comprovar ali sua eficácia em diversas doenças também, tá? Então, assim como o próprio nome já disse, a [música] medicina veterinária integrativa, ela integra o tratamento. Então, você pode usar ela de maneira isolada em determinados casos, [música] em outros casos de maneira conjunta com a medicina convencional, mas o melhor caminho sempre vai ser a prevenção para esse paciente mais idoso. E quais são as doenças, né, que mais acometos [música] e quais delas é necessário usar aí essa medicina integrativa? Imagina então que a medicina integrativa é um conjunto de técnicas, ela não necessariamente vai ser uma especialidade, certo? Ela vai ser ali uma forma de fazer medicina. Nesse sentido, os animais mais velhos, então eles padecem de inúmeras doenças que podem ser de origem metabólica, [música] por exemplo, de origem infecciosa. Você pode ter doenças ali de origem inflamatória. Então, os animais mais velhos, eles provavelmente eh tenham doenças ali como [música] doença renal crônica. Então é um dente renal crônico, ele pode ter uma hepatopatia, ele tem ali osteoartrose, ele [música] pode ter ali uma disfunção cognitiva, ele pode ter ali uma doença inflamatória intestinal ou pode ter várias delas ao mesmo tempo, uma cardiopatia. Então, se você procura um cuidado mais individualizado, a medicina integrativa, ela consegue oferecer [música] isso, porque você consegue com tratamentos integrados unir de uma forma com que todas as especialidades com que esse paciente [música] trata consigam se conversar, conseguindo aí reduzir doses de fármacos, reduzir os efeitos [música] adversos, potencializar as ações terapêuticas e principalmente aumentar a qualidade de vida, [música] não somente anos vividos, né? Porque às vezes a gente aumenta a expectativa de vida, mas essa esse aumento ele não tá acompanhado de uma boa qualidade de vida. Por isso que é importante que a gente tenha ali o aumento da expectativa de vida com qualidade de vida, tá? Então é o objetivo ali principal da medicina integrativa é esse, é aumentar a expectativa com qualidade de vida. Hoje em dia, a indústria de pet food do Brasil é uma das maiores indústrias do mundo ali. E isso traz consigo ali inúmeros inúmeras pesquisas, né? Dado hoje também a essa extrema individualização nos tratamentos, o mercado que cresce também é da própria alimentação natural, que tem diversas tipos de serem [música] de serem formuladas ali, mas sempre com acompanhamento de um nutrólogo veterinário. Então, hoje você tem como eh ofertar rações específicas para doenças específicas. Então você tem dietas específicas para doente renal, dietas específicas para paciente com problemas de pele, dietas específicas para pacientes com problemas de doença inflamatória intestinal. Mas se você também quer ofertar um alimento para esse paciente que você possa fazer em casa ou compra até de indústrias que fazem alimentação natural, você pode individualizar esse tratamento. Isso é uma é uma tendência no mercado mundial. Então, o objetivo sempre é oferecer aquilo que o paciente está precisando de acordo com a patologia dele. Então, se você tem um paciente renal, por exemplo, a dieta ela tem que ser baixa ali em fósforo e proteínas. Se você tem um paciente ali com obesidade, a dieta ela tem que ter uma restrição calórica e isso deve ser feito em conjunto com o médico veterinário, em especial o médico veterinário nutrólogo, né? O petróleo, esse senhorzinho de 11 anos, ganhou uma nova chance. Petróleo, na verdade, é um resumo do que é a medicina veterinária integrativa, porque quando trabalhava em abrigo, há uns 10 anos atrás, chegou o petróleo com uma lesão na coluna. Ele tomou um chute de um motoqueiro, a coluna dele teve uma [música] lesão total ali, então a gente chama de luxação. E ele chegou pra gente como se fosse uma fratura exposta no osso da coluna. Chegou para fazer eutanas, porque ele já tava muito tempo se arrastando, não tinha o movimento das patas, né? Aí então a gente decidiu fazer uma cirurgia só para fazer essa correção para ver se ele conseguiria ali ter uma pelo menos ter uma paralisia ali, mas ficar vivo. A partir do momento que a gente fez então essa [música] cirurgia, ele ficou ali em reabilitação, ficou mais de três meses fazendo eh o processo de reabilitação e depois ele fez a acupuntura e voltou a andar. Então, tá comigo já há mais de 10 anos ali fazendo as práticas da medicina integrativa, terapia, acupuntura, o óleo de canabidiol, ele pode fazer células tronco, ele faz laser, faz homeopatia, alimentação natural, faz uma série de técnicas ali que, como vocês podem ver, ele tá super bem para quem tem 11 anos, né, para um cachorro que tem 11 anos, super ativo, os exames todos normais. Então, o objetivo principal dos tratamentos sempre é esse, manter uma boa expectativa de vida com qualidade e não somente aumentar o tempo de vida sem qualidade, né? Então, é um é um bom resumo do que é a medicina veterinária integrativa. Além dessa questão do amor, que é o que eu vejo na minha área que tem bastante, né, das das pessoas que vem me procurar, eu vejo que falta também um pouco da de informação por parte dos próprios veterinários em saber o que é a medicina veterinária integrativa. Então, não é simplesmente não vamos dar remédio, é dar remédio com cautela, oferecer técnicas [música] que são não medicamentosas para favorecer também a medicina convencional. E no final das contas é o paciente, [música] né, o cão ou o gato que vai ser beneficiado ali. [música] [música]
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