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É o Bicho | Fim de ano e pets: riscos, fogos, viagens e como proteger seu animal
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É o Bicho | Fim de ano e pets: riscos, fogos, viagens e como proteger seu animal

79 views Publicado 25/11/2025 HD · 16:06

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No episódio de hoje do É O Bicho, um alerta importante para todos os tutores: as festas de fim de ano trazem alegria, encontros e celebrações, mas também representam um período de alto risco para cães e gatos. Fogos de artifício, alimentos perigosos, mudanças na rotina, viagens e até objetos decorativos podem causar estresse, acidentes e até situações graves de saúde nos animais. De acordo com a Abinpet, o Brasil tem mais de 149 milhões de pets, e cerca de 40% dos cães apresentam sintomas de ansiedade, medo e estresse nas celebrações de Natal e Réveillon. Nesta edição especial, reunimos orientações completas para preparar sua casa, seu pet e sua família para passar por esse período com segurança, conforto e tranquilidade. 🎆 Fogos de artifício: o maior vilão do Ano Novo Cães e gatos têm a audição muito mais sensível do que a humana. Fogos podem ultrapassar 100 decibéis, causando: • taquicardia • tremores • salivação excessiva • desorientação • tentativas de fuga • ataques de pânico Campinas possui desde 2017 uma lei que proíbe fogos com estampido. Denúncias podem ser feitas pelo 153 (Guarda Municipal), com multas que variam de R$ 448 a R$ 2.240. Mesmo assim, a preparação é essencial. A veterinária Dra. Vivian Quito recomenda: • dessensibilização sonora: reproduzir sons de fogos em volume baixo e aumentar gradualmente • deixar o pet em um ambiente fechado, seguro e sem janelas • utilizar som ambiente ou música relaxante pelo menos 20 minutos antes da meia-noite • manter companhia humana — nunca deixe o pet sozinho • jamais amarrar o animal, o que pode causar ferimentos graves em tentativas de fuga 🍗 Alimentos perigosos: o que NÃO oferecer Durante as festas é comum que os pets ganhem “um pedacinho” da ceia, mas muitos alimentos típicos podem ser fatais. Entre os mais perigosos estão: • chocolate • uvas e passas • cebola e alho • bebidas alcoólicas • ossos cozidos • temperos fortes • restos gordurosos A Dra. Vivian alerta: “O sistema digestivo deles é diferente. Até pequenas quantidades podem causar intoxicação.” Prefira sempre petiscos próprios para cães e gatos. 🎄 Perigos escondidos na decoração natalina O fim de ano também traz vários objetos atrativos — e perigosos — para os pets: • enfeites pequenos que podem ser engolidos • luzes pisca-pisca, que podem causar choques se mordidas • árvore de Natal, vista pelos gatos como brinquedo • velas acesas • embalagens e fitas • plantas tóxicas, como a poinsétia (bico-de-papagaio), que causa vômitos, tremores e irritações Caso o pet ingerir plantas tóxicas ou objetos, leve imediatamente ao veterinário. ✈️ Vai viajar? Planeje antes A Abinpet estima que 1 em cada 4 tutores pretende viajar com o pet no fim de ano. Para isso, é fundamental: • manter vacinação e vermifugação em dia • usar identificação com nome e telefone • checar regras de transporte aéreo • acostumar o pet à caixa de transporte • evitar deixá-lo sozinho por longos períodos • se necessário, optar por hotel ou cuidador de confiança A adaptação deve começar semanas antes, não no dia da viagem. ⚠️ Dados preocupantes: acidentes aumentam 30% em dezembro Segundo Leia Penner, diretora do Crematório Pet World, as ocorrências fatais com pets aumentam 30% em dezembro. Entre os casos mais comuns estão: • afogamento em piscinas • atropelamento durante tentativas de fuga • intoxicação alimentar • automedicação por calmantes • paradas cardiorrespiratórias por estresse intenso O uso de feromônios em difusor é uma ferramenta que pode ajudar a acalmar animais sensíveis. 💛 O que mais acalma um pet? Você. No fim das contas, o maior conforto para cães e gatos é a presença do tutor, reforça a Dra. Vivian Quito. Carinho, atenção, rotina e segurança fazem mais diferença do que qualquer presente. Enquanto nos preparamos para o Natal e o Ano Novo, fica o lembrete: as festas só são completas quando todos — humanos e animais — estão bem, seguros e tranquilos. Assista ao episódio, anote as dicas e compartilhe para que mais tutores protejam seus pets nesta época tão sensível. Continue assistindo conteúdos incríveis em nossas playlists: 📺 YouTube: https://www.youtube.com/@tvcamaracampinas 🌎 Conecte-se com a gente nas redes sociais: 📸 Instagram: https://www.instagram.com/tvcamaracampinas 🎵 TikTok: https://www.tiktok.com/@tvcamaracampinas 📘 Facebook: https://www.facebook.com/tvcamaracampinas 🎙️ Spotify: https://creators.spotify.com/pod/show/tvcamaracampinas

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Olá, o tema do El Bicho de hoje é sobre os cuidados com os pets nas festas de fim de ano. Você sabe como manter o seu animal seguro? Com a chegada das festas de fim de ano, o clima de confraternização e alegria costuma se estender a toda a família, inclusive aos animais. No entanto, esse período também traz riscos para cães e gatos que sofrem com os barulhos dos focos de artifícios, mudanças na rotina e viagens. Os cães e os gatos, né, os animais no geral, eles escutam muito mais alto do que a gente. Então aquele som de fogos que pra gente já é alto, para eles é 10 vezes mais alto. Então isso causa um certo desespero mesmo nos animais. Tem alguns que não ligam, mas tem alguns animais que ficam simplesmente apavorados, né? E geralmente como que eles ficam, como eles demonstram isso? Tem alguns que não tanto medo, tem uns que não ligam, tem uns que t um pouco de medo e na verdade eles não é tanto medo, mas eles começam a latir pro barulho. Então você vê que ele não liga tanto, ele late querendo proteger. E tem alguns que t um pouco de medo, então eles só vai querer ficar mais pertinho do tutor. Ele chega pertinho, fica meio abaixadinho e fica ali. Até aí tudo bem, tem um pouquinho de medo. Agora tem uns que passam mal mesmo, treme, tenta fugir, é saliva, é temquicardia, então eles ficam mesmo apavorado e podem passar mal e eles tentam fugir também. Então para eles, o barulho é tão alto que é como se tivesse dentro de casa. Então, por isso que às vezes um animal que tem muito medo, vamos supor, ele tá na sala, aí ele escuta um barulho alto, ele sai correndo pro quarto. Aí ele tá no quarto, ele escuta lá, ele sai correndo porque parece que tá ali, então ele fica tentando fugir. Então é uma época também que tem muitas fugas, né? Então tem que tomar muito cuidado nessa época. Cães e gatos tm sentimentos e comportamentos um pouco parecidos, mas tudo depende da personalidade de cada animal e o tutor precisa ficar atento aos sinais. Tem cachorro que vai se esconder, vai correr, vai tremer. Tem cachorro que vai chorar, tem cachorro que vai pedir colo. O gato é a mesma coisa. A tendência do gato é mais de se esconder, né? Quando ele tá com medo, ele vai entrar dentro da toquinha, da caixinha. Às vezes ele fica trocando de lugar, mas às vezes ele entra só ali, ele ali, ele fica imóvel. O gato ele tem muito freezing que a gente fala, ele congela de medo. Então ele fica ele literalmente parado, congelado. Às vezes você fala com ele, ele nem percebe de tanto medo. Ele tem um pouco mais do que os do que os cachorros esse comportamento de freezing. Então às vezes ele congela de medo mesmo e se esconde. Então depende. Tem gatinho que mia, eu tenho uma que ela chora quando ela tá com medo. Então depende de cada animalzinho mesmo. E o tutor tem que identificar, né? conhecer, prestar atenção nos sinais para que não aconteça assim algo pior, né, doutora? E o recomendado nessa questão dos fogos é ficar junto, né, para não ter nenhum problema. Ah, com certeza. O recomendado é ficar é ficar junto. Você é um animal que já tem, tem animalzinho que não liga e tudo bem, né? Mas o recomendado é ficar junto, eh, porque ele pode passar mal, né? Ele pode se machucar, ele pode ir tomar cuidado com fuga. Então, uma coisa que eu aconselho também sempre fim de ano é manter com coleir coleirinha, né, com plaquinha de identificação, com telefone também. Quando vai viajar com o animal, às vezes vai viajar, aí leva junto. E aí você, o animal tá num lugar diferente. Às vezes nem na hora dos fogos, você tá passeando ali, o animal você abre a porta, ele sai correndo, sei lá, por algum motivo, ele tá com a plaquinha, com a identificação ali, né? Mas eu sempre aconselho os que tm medo é não deixar sozinho. Seu tutor não pode, então vê um parente, um amigo, alguém que o animal já goste para que fique com ele nesse momento, porque é muito assustador para eles, né? Esse é o Miguel. Ele demonstrou um pouco de medo com a nossa presença. O primeiro sinal é a tremedeira. É até difícil controlar porque ele treme muito, ele tem muito medo. A mavinha ainda é mais tranquilinha porque ela assim, ela mia muito, chora e ela fica agitada procurando se esconder. Agora ele não, ele tremea, ele quer colo, ele não aceita ficar deitado perto, sabe? Então tá muito, intensificou muito mais agora depois que acho que ele perdeu um pouco mais a visão, então ele tá assustado. Às vezes você entra no carro com ele, ele já treme, sabe? Fica tremendo. Agora cuidado, a gente dá carinho. Ã, época de final de ano nunca a gente sai de casa, até porque normalmente a gente hospedava cães aqui, agora não mais, né? E nunca dá para sair todo mundo também, né? Porque é gato, é cachorro. Então a gente sempre fica por aqui. É de quando viaja também não viaja todo mundo sozinho, sempre tem alguém. Então eles nunca ficam sozinhos. Então a gente tem esse cuidado, entendeu? Ã, é assim, ó. É colo e carinho. A veterinária alerta que a preparação deve começar com antecedência. Se é um animal que ele tá tentando fugir do barulho, ele tá correndo para lá e para cá, o que que o ideal é fazer? é separar um cômodo da casa onde ele se sinta mais confortável e nesse cômodo que ele vai ficar tirar coisas que possa machucar porque eles tentam fugir mesmo, eles correm. Então tirar a mesinha de vidro, tirar coisa pontuda porque eles entram em desespero e colocar nessa nessa nesse local da casa é cobertinha, caminha, eh brinquedinhos dele, as coisinhas dele, tentar deixar ele o mais fechado possível, fechar janelas, portas, então deixar tentar ele, deixar ele nesse local, né? E aí, se ele fica tentando se esconder, ele quer se esconder ali embaixo da cama ou onde ele tiver ou embaixo do sofá, né, gatinha. Bom, deixar toquinho, ele quer se esconder. A gente às vezes fica, o tutor, às vezes fica desesperado e quer ajudar e vai pegar no colo. Então, se ele está fugindo, querendo se esconder, não pega, porque daí é pior. Você vai reforçar mesmo esse comportamento, porque ele vai falar: "A, me pegou, me deu carinho". Agora, se um animalzinho que quando ele tá com medo, eh, ele vem pedir o seu colo, aí você pega, porque se ele tá com medo e o seu colo é a única coisa que vai dar o conforto para ele e você não pegar, você tá gerando uma frustração, você vai piorar esse medo. Então, depende muito. Ele pediu o seu colo, pega. Às vezes tem animalzinho que pede o colo, ele vem, você pega ele no colo, ele acalma um pouco, faz um barulho, ele quer descer e aí nesse deixa ele descer. Tá sempre tomando cuidado para não se machucar. Mas o ideal é fazer dessa maneira. Pode pegar sim. Certo. E Vívia, no caso de uma família que vai viajar ou vai passar o final de semana, o fim do ano, né, o final de semana em outro local, mas não vai levar o cão ou o gato. E nesse momento, porque assim, ele vai estar sozinho, né? O que que precisa fazer? Sim, se já sabe, né, que que tem muito medo, eh, o ideal é não deixar sozinho. Mas assim, nós estamos agora, né, nós estamos em novembro ali, como né, ainda estamos ainda no final de novembro, ainda dá um tempinho de tentar fazer um treinamento. O que que é esse treinamento? Você pegar e colocar barulho de fogos na TV ou no celular, qualquer coisa. Coloca bem baixinho. E quando você colocar esse barulho, vai ser uma hora que você vai para esse cantinho aí, que vai ser o cantinho do conforto dele. E nesse local você vai dar petisquinho que ele gosta, você vai dar carinho, você vai brincar e eu todo dia no dia seguinte você vai fazer de novo. Então separa uns 10, 15 minutinhos por dia para fazer isso e você vai aumentando aos pouquinhos esse som, né? Você vai aumentando, cada dia você vai aumentando mais até você conseguir chegar num som alto. Uhum. E ele já não se incomoda mais. Então isso não vai ser tão sofrido para ele lá na frente. E tem que ser o a rapidez desse aprendizado depende de cada animal também. Se você aumentou um pouquinho, ele entrou em pânico, diminui de novo, espera para dentar de novo. Então vai indo devagarzinho. Isso ajuda. Porém, animais que você vê que tem muito, mas muito medo mesmo, o ideal é não deixar sozinho, né? Então, ou o tutor viaja, leva junto, ou de repente deixa no hotelzinho que de confiança, que é é legal levar o animal antes para conhecer o local, para também ele lá, né, não ficar tanto assim eh tão assustado lá na hora, né, e ou também pedir para algum familiar vir na casa ficar com ele ou deixar ele na casa de um parente, o que é melhor até do que o hotel para um que tenha muito medo, que o hotelzinho é muito bom porque não tem medo, né? Porque o que tem medo, ele vai ter medo lá também. Então, o ideal é que fique em casa ou na casa de um parente ou o tutor realmente leve junto, né? Ou como muitas vezes tem muitos que acontece que em final de ano não viaja por causa dos animais, né? Porque realmente eles passam mal. Então, se é muito forte também procurar um médico veterinário para tentar entrar com de repente um calmantezinho natural, um floral, algo assim, né? Tem uns que tem que entrar com medicamento mesmo, mas entrar com alguma coisa nesse sentido para deixar o animalzinho mais calmo, principalmente se for um animalzinho epilético, né? Porque um animal com estress ele pode convulsionar, um animal com problema cardíaco, ele pode ter uma parada ali na hora de medo. Então precisa tomar muito cuidado mesmo. Então você é um animal que tem pouquinho medo, você consegue até, né, facilitar. Agora se mesmo com esse treinamento vê que ele é fica simplesmente apavorado, infelizmente não dá para deixar sozinho. Para quem vai viajar o planejamento também é essencial. A viagem de avião precisa ver a questão da companhia aérea e pro local que vai, né? Se é dentro do estado ou fora, se é para fora do país. Cada um tem as suas regras. Então precisa ver certinho a questão de documentação, de regras, de tamanho, de caixinha de transporte, né? Então aí tem que ver mais focado de carro. O que que é o ideal? O animal não pode andar solto no carro porque é perigoso, assim como nós, né? A gente tem que andar com cinto de segurança. A criança tem que ser no banco de trás, na cadeirinha. O animal a mesma coisa. Pro animal pequeno existe a opção. A caixinha de transporte é uma opção, porém não adianta você pegar o cachorro nunca entrou na caixinha de transporte ou o gato também nunca entrou e aí fim de ano você quer socar ele lá dentro, fechar ele lá e botar para viajar. Não, né? A caixinha de transporte tem que fazer parte da vida do animal. Tem que ser um um algo que ele se sinta seguro de entrar para ele ficar calmo na viagem. Então você tem que também fazer um treinamento. A caixinha de transporte o ideal é deixar ela sem tampinha dentro de casa, com cobertinho, com brinquedinho, petisquinho, para que ele goste de entrar, né? Para ser algo que já faz parte da rotina, que quando você vai pegar a caixinha para sair, ele quer entrar porque ele se sente seguro. E aí você prende a caixinha no cinto de segurança, né, e leva. Existe também pros pequenos, é pequeno a médio, né? Não tão grande. Cadeirinha de transporte, assim como tem pra criança, tem a de cachorro própria, que você prende também a cadeirinha no banco, prende, coloca peitoral, prende o cintinho e ele fica numa cadeirinha assim mesmo, super confortável. Ele consegue deitar ali, consegue, né? Eles se sentem bem tranquilos ali. E pros maiores, como não tem a cadeirinha, né? Ou até pros pequenos também que estão acostumados, mas a cadeirinha eles ficam mais confortáveis. pequeno tem o cinto de segurança também, o mesmo cinto de segurança do banco de trás, você prende, prende na peitoral. Importante nunca prender e coleira do pescoço porque deu uma freada vai pode, né, matar enforcado, acontecer um acidente aí. Então, sempre com cinto de segurança ali no banco de trás, assim como uma criança, né? E viagens longas, o ideal é parar, né? A cada 1 hora meia, 2 horas, se for longa, parar, descer, dar uma voltinha para ele fazer as necessidades, né? Não é bom alimentar muito antes de pegar a estrada, comer muito, porque isso pode também dar enjoo, vomitar, então comer um pouquinho antes e ou dar quantidade pequena, não comer muito, não dá tanta água, né? Mas levar água no caminho, dá um pouquinho, mas nunca deixar ele encher muito, porque o balanço ali do carro pode levar, né, a vomitar e ir parando de vez em quando mesmo pr até chegar lá no local. E lá no local tomar cuidado, usar sempre plaquinha, plaquinha até na viagem, né? Porque a gente não sabe, Deus me livre, mas acontece um acidente. Já vi uma reportagem uma vez, o cachorro no acidente de carro, o cachorro tava solto e ele saiu correndo pro meio do mato. Você e você não acha, né? Então a plaquinha de identificação, o cinto e lá também na onde tiver tomar cuidado, porque o animal tá num local estranho, então para ele tentar fugir é muito muito comum, né? Às vezes ele tá assim e você vai pegar ele, ele assusta porque ele não tá vendo quem que vai pegar. Então você tem que conversar com ele primeiro. Você tem, ele tem que ouvir a sua voz, você tem fazer um carinho nele para ele perceber que é uma pessoa conhecida que tá pegando, entendeu? E às vezes ele mesmo vem pular assim na perna da gente, quando ele percebe que é uma de nós, ele pula e perde cola. E por conta também da visão, né, dessa desse problema, eh, sair com ele no final de ano vai intensificar mais ainda, porque além de ser um lugar diferente, ainda tem a questão do medo excessivo, né? E a visão isso também. Então, ele não tá acostumado, entendeu? Então não tem como, não tem como. A gente fica aqui por aqui mesmo. Ele treme e que colo sentada. Ainda exige, né? Exige. Tadinho. Mas a gente entende, né? Porque ele deve deve ser muito desesperador até para uma pessoa quando quando você nasce você já não enxerga uma coisa, mas quando você enxerga e perde é assustador mesmo. E dá mais ele, né? Porque não fala. Então, com o Miguel, o cuidado tem que ser redobrado, né? Tem que ser redobrado. Hipótese alguma deixar ele sozinho. Avi tranquila. Você me disse na questão do medo, como que é o comportamento dela? Gato já é diferente, já é mais tranquilo, né? Mas dá dó porque ela chora alto, sabe? Ela fica desesperada. Ela dá um desespero nela que você não sabe o que fazer porque gato não aceita cola. O carinho é difícil, né? Então você fica meio assim, você não sabe o que fazer, tem que deixar. Tem que esperar passar o barulho. Passar, tem que esperar passar e ela tranquilizar, porque dá, ela fica desesperada mesmo. A Viv até falou do treinamento que talvez, né, vocês vão fazer esse treinamento do barulho com eles. É, a gente vai ter que fazer, dar um floralzinho pro Miguel, ver se ele melhora, porque eu não sei como é que nós vamos fazer, porque não tem, né, a audição deles é o dobro da nossa, né? Se a gente ouve um barulho X para eles é duas vezes mais, né? Mas é o importante é o cuidado, carinho e acima de tudo essa paciência com eles, né? Ah, sim. Isso a gente tem bastante. Todo mundo, todos aqui em casa, não tem como. Olha aqui, é um anjo. Cuidar da saúde emocional e física dos pets é extremamente importante. Afinal, o fim de ano deve ser feliz para todos os membros da família. viajou junto, separa um localzinho ali, fica com ele, horário de hora dos fogos, fica com ele. Eu não aconselho levar o animal na praia, né? Horário de fogos, porque ele vai se desesperar muito. Aquilo para ele é assustador. A própria luz, né? Uma coisa que eu gosto de falar também é além de fechar a janela e porta para ele não fugir, fechar a cortina também, porque às vezes o claridade, aqueles aquela luz incomoda, eles assustam. Então, nunca levar na praia, né? assim, eu não aconselho. Por mais que falar, ah, ele tá acostumado, ele não tem medo. Mas ele pode se assustar, ele pode fodir, se perder ali, né? Então o ideal é que não leve ele mesmo, ou fique ou deixe ele na casa, mas também faça ali um cantinho para ele, um local onde ele não possa se machucar, não possa escapar, né? E aí todo mundo curte aí o as festas de fim de ano e segurança, né?
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