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É o Bicho | Cegueira em pets: como detectar e tratar doenças oculares em cães e gatos
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É o Bicho | Cegueira em pets: como detectar e tratar doenças oculares em cães e gatos

1k views Publicado 16/05/2025 HD · 14:13

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Você sabia que muitas doenças oculares em pets podem levar à cegueira se não forem diagnosticadas a tempo? No episódio de hoje do É o Bicho, vamos falar sobre um tema essencial para a saúde dos nossos companheiros de quatro patas: os cuidados com os olhos de cães e gatos. A oftalmologia veterinária tem avançado muito nos últimos anos, oferecendo exames específicos e tratamentos inovadores para preservar a visão dos animais. Com a ajuda de um médico veterinário oftalmologista, você vai entender como funcionam exames como o teste lacrimal, a oftalmoscopia, a tonometria (medição da pressão ocular) e outros métodos que ajudam no diagnóstico de doenças como catarata, glaucoma, úlceras de córnea, herpes ocular e olho seco. Ao longo do episódio, o veterinário explica que algumas raças são mais propensas a desenvolver problemas oculares, como é o caso dos shih-tzus, pugs e outras raças braquicefálicas, cujas características físicas favorecem lesões e inflamações na córnea. Você sabia que cílios que nascem na posição errada, como no caso do entrópio e da distiquíase, podem arranhar a córnea e causar úlceras dolorosas? Pois é, e isso pode ser prevenido com uma simples avaliação oftalmológica de rotina. Além disso, o programa traz informações valiosas sobre avanços da medicina veterinária: 🔹 Implantes de colírios de longa duração (para pets que não aceitam aplicação diária) 🔹 Cirurgia de catarata com lentes intraoculares veterinárias 🔹 Uso de pele de tilápia para regeneração de córnea 🔹 Transplantes de córnea 🔹 Cirurgias de retina realizadas em centros especializados 🔹 E até tratamentos com células-tronco para olho seco E tem mais! A matéria também acompanha o emocionante caso do pug "M", que passou por uma verdadeira batalha para preservar a visão. Com o apoio da tutora dedicada e da equipe veterinária, ele passou por cirurgia de retina, transplante de córnea e acompanhamento pós-cirúrgico rigoroso. Mesmo com as limitações, o cuidado precoce permitiu que ele seguisse com qualidade de vida. Sinais de alerta como olhos vermelhos, secreção persistente, lacrimejamento excessivo, piscar frequente e dificuldade para enxergar objetos devem ser levados a sério. O veterinário alerta que problemas oculares não costumam dar segunda chance: o tempo entre o surgimento dos sintomas e o início do tratamento é decisivo para salvar a visão. Se você tem um pet em casa, este vídeo é um verdadeiro guia para garantir que os olhos dele recebam toda a atenção necessária. Aprenda a identificar sintomas, entenda os principais exames oftalmológicos e veja como os avanços tecnológicos estão ajudando nossos bichinhos a enxergar melhor e viver com mais conforto. Assista ao vídeo completo, compartilhe com outros tutores e deixe seu comentário com dúvidas ou relatos! 👇 Não esqueça de deixar o like e se inscrever no canal da TV Câmara Campinas para mais conteúdos informativos sobre o universo pet e saúde animal. Continue assistindo conteúdos incríveis em nossas playlists: 📺 YouTube: https://www.youtube.com/@tvcamaracampinas 🌎 Conecte-se com a gente nas redes sociais: 📸 Instagram: https://www.instagram.com/tvcamaracampinas 🎵 TikTok: https://www.tiktok.com/@tvcamaracampinas 📘 Facebook: https://www.facebook.com/tvcamaracampinas 🎙️ Spotify: https://creators.spotify.com/pod/show/tvcamaracampinas 🎥 Vídeos relacionados já publicados pela TV Câmara Campinas: Fica a Dica: Abelhas e Marimbondos – Cuidados com Picadas 🔗 https://www.youtube.com/watch?v=CRN6Mh4Bemc Se Liga na Profissão – Médico Veterinário 🔗 https://www.youtube.com/watch?v=PfIf_F7mWIY Meu Pet na TV – Como Saber se o Animal Está com Dor 🔗 https://www.youtube.com/watch?v=8HgI0HgT1lc #cuidadoscomopet #oftalmologiaveterinaria #olhosdopet #petsaudavel #medicinaveterinaria #saudepet #ulceradecórnea #glaucomacanino #cataratapet #tratamentopet #examesveterinarios #olhosvermelhos #remelapet #colirioanimal #transplantedecornea #shitzusaudavel #pugcomcatarata #retinacanina #veterinariabrasil #tratamentoocular #medicosveterinarios #veterinariooftalmo #petclinic #diagnosticoanimal #consultaveterinaria #prevencaoanimal #cuidadocomcaes #cuidadocomgatos #doencasocularespet #clinicapet #tecnologiavet #tratamentocomcelulastronco #campinassp #tvpublica #tvcamaracampinas #reelsbrasil #videoeducativo #shortsbrasil #canalpet #educacaopet #bemestaranimal

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[Música] E o El Bicho de hoje vai mostrar para você como cuidar dos olhos dos pets. Com exames específicos, como o teste lacrimal, a oftalmoscopia e a medição da pressão ocular, o veterinário oftalmologista pode diagnosticar doenças sérias, como catarata, glaucoma, úlceras de córnea e até herpes ocular. E quanto mais cedo o problema é identificado, maiores são as chances de recuperação. Aqui na clínica, as mais comum em gatos, em gatos não, em cães são úlcera de córneo, glaucoma, olho seco, catarata. Nos cães, conjuntivites, úlcera de córnea, sequestro de córnea, que é uma complicação de uma úlcera. de córne associado a algum alguma virose e ceratites que são inflamações da córneas decorrentes de problemas virais. Essas são as mais comuns. Existe alguns fatores que a gente pode prevenir. Por exemplo, uma uma raça como o X pode ter cío equitópico, um cílio que cresce, vai de crescer na posição anatômica normal, cresce na parte interna do olho, da pálpebra. Aí pode acabar causando uma lesão de estiquíase. Auxílio ali na rima palpebral, onde vocês passam o lápis. A invés de crescer para cima, ele cresce para baixo. Aí o animal pisca, bate, toca na córnea, pode causar lesão. Eh, chitso, todo mundo acha bonito aquele olho regalado, grande do chits? aquilo ali é um defeito, as a pálpebra é muito grande. Então isso aí tudo são fatores predisponentes a uma lesão de cóna. E isso a gente consegue corrigir para eliminar fatores de risco para uma possível lesão. Só que a lesão é fator externo, ou ele vai coçar, bater ou esfregar. Olho seco. Existe alguns exames que a gente pode fazer que detecta um olho seco inicial. Mas geralmente quando chega aqui pra gente já tá em estágios avançados. Glaucoma é infelizmente não tem muito o que fazer para prevenir. Catarata também não é igual em nós. Vai surgir. Aí a gente tem que descobrir as causas do porquarato ou glaucomano. Tá nos felinos a mesma coisa. Vai. A maioria tá tudo, a maioria tá relacionado a algum tipo de virose. Então se a gente tenta conseguir manter o sistema imune, o pet vacinado, sistema imune bom, vermifgação, a gente consegue minimizar, diminuir o risco de ter algum problema futuro. Se o animal apresenta secreção, olhos vermelhos, dificuldade para enxergar objetos ou lacrimejamento constante, já é sinal de alerta. Nesses casos, uma consulta com o oftalmologista veterinário é fundamental. Todo mundo aqui é uma fala comum aqui na clínica tem aquela secreção, aquela remela comum da raça. Não existe remela comum. O certo é não ter. Se tiver um pouquinho ali de manhã na hora que acordar e aí após a higienização tem que voltar só no dia seguinte. Então é aumento de secreção. Se animal tá piscando mais que o normal, tá ficando com o olho aberto, é parcialmente aberto ou então fechado na claridade, coçando o olho mais que o normal. Vai um exemplo, uma úlcera de cóna. Uma úlcera de corda dói muito. Então o animal vai ficar com olho fechado, vai procurar local com pouca luz, vai mudar o comportamento, vai diminuir o apetite. 80% dos pacientes são chits então o que que a gente recomenda? Quem tem chitso tem que ter um colar cirúrgico em casa, aquele cone que viu que tá piscando mais que o normal, tá coçando, primeira coisa é pôr o colar para evitar que ele coce o olho. Aí o que pode ser uma lesão superficial pequena evoluiu para um caso de perfuração. uma avaliação de rotina, a gente, primeiro exame que a gente faz, se não tiver lesão na incónea ou suspeita de lesão, é a gente avaliar a produção de água da lágrima para ver se tem um tipo de olho seco. Aí determinou tem, não tem, vai pro segundo exame que é o uso de um corante. Aí esse corante a gente consegue avaliar três coisas. se existe uma lesão incónea, se o canal lacrimal, o encanamento do olho tá funcionando e o tempo de evaporação da lágrima, a gente avalia a gordura da lágrima para ver aí nesses casos gordura, talvez uma suplementação com ômega-3 resolva o problema, mas geralmente é o uso de colírios também. Aí depois disso a gente afere a pressão do olho para ver se tem que a tonometria, para ver se tem sinal de inflamação ou aumento da pressão, que seria o glaucoma. A gente também faz a biomicroscopia, que é espécie de tipo um microscópio que a gente avalia as camadas do olho, desde a córnea até a íris, a lente do olho, e depois a fundoscopia pra gente fazer fundo de olho. Esses são os de rotina. Os avanços na área são animadores. Hoje já existem cirurgias de catarata com técnicas semelhantes a usadas em humanos, como a foco e mulsificação com implante de lente intraocular, a próteses oculares, enxertos de córnea e colírios personalizados que fazem parte do arsenal dos especialistas. Tudo para garantir mais conforto e qualidade de vida aos nossos companheiros. A tomografia computadorizada, o ACT, que é muito utilizado e humano, está começando agora na veterinária, ã, tem uso de células tronco para olho seco, estão começando a investigar tratamento com outras doenças. Eh, tem implantes de drogas que a pessoa tem dificuldade para colocar colírio. A gente coloca, vai tratamento de olho seco, tem que colocar colírio diário. O pet é muito bravo. A gente tem um implante que fica ali agindo por 8 meses, um ano, fazendo tratamento. As lentes antigamente, eh, há uns 20, 15, 20 anos atrás, cirurgia de catarata não era colocado lente intraocular. Depois começaram a colocar lentes introculares humanas, agora hoje já são veterinárias. Então, a gente tem quatro ou cinco tipos de tamanhos de lente para colocar no cão, de acordo com o tamanho, com o porte do cão. Hoje a gente já consegue, tem algumas patologias que a gente não consegue colocar uma lente no colocar uma lente, implantar uma lente no lugar da do cristalino. Então, na veterinária já agora já tá com lente pra gente colocar na câmara anterior para ter suporte. Então, esse eu acho esses que são os maiores avanços. utilização de pele de tilápia para úlcera de córnea para restabelecer a superfície ocular. E por falar em cuidado especializado, a gente também acompanhou de perto a história de M, um pug que enfrentou uma jornada delicada. Ele passou por uma cirurgia de retina e depois por um transplante de córnea. Agora voltou à clínica para um acompanhamento pós-cirúrgico, etapa essencial para garantir que o tratamento tenha o melhor resultado possível. Eu percebi que tinha uma secreção no olho dele não convencional, né? Então eu falei: "Opa, aconteceu alguma coisa". Aí eu passei um algodão e percebi que tinha uma coloração alterada. Mas isso foi no dia a dia. Não, não. No dia a dia eu tô sempre com ele e não havia percebido assim, perceberia porque ele tem um molhinho, né? Então quando eu vi, eu falei: "Opa, ele fez assim, quando eu chego em casa, ele me vê, faz a festa, ele ficou piscando o olho." Aí eu abri, passei um algodão, falei: "Ó, aconteceu alguma coisa." como eu tenho outros animais e ele convive muito bem, mas ele tem uma característica um pouco distinta. Os meus outros animais são animais adotados, então bagunceinhos. Eu acho que aí nas brincadeiras aconteceu alguma coisa que afetou o olho dele. Provavelmente teve uma briga e ela procurou o local onde eu atendia antes. Chegando lá, ela foi detectado que ele teve uma laceração, um corte na córnea. Aí foi feito a sutura. Aí no retorno foi visualizado uma cata. Aí foi quando ela veio para cá. Aí aqui na catarata eu fiz um ultrassom aqui no consultório. Foi diagnosticado o descolamento de retina. E aqui hoje cirurgia de retina a gente só tem São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba. Ela foi para Curitiba, fez a cirurgia de retina e a cirurgia de catarata. E aí eu estou fazendo o acompanhamento dessas duas cirurgias. Aí uns 10 dias atrás, a gente não sabe o que aconteceu. Ele bateu o olho, aí perfurou o olho. Então a gente fez um transplante de córnea. Uhum. transplante de cóne, que é o que a gente viu, que vocês acompanharam aqui, a gente fazendo o retorno. Então, agora a gente não sabe o que que vai acontecer, mas ela quer tentar recuperar pelo menos um pouco da visão dela. Então, agora tá em partes, agora a gente vai tratar a córnea. Teve eh já tá fazendo o tratamento pra o pós cirúrgico da cirurgia de retina. Então, daqui uns 30, 40 dias a gente vai saber como é que ele vai estar. Você vê que o animal ele tá em tratamento para melhorar a visão, enxergar alguma coisa, mas que o resto dele tá ótimo, se alimenta, as necessidades não mudou. E eu fico muito feliz porque, independentemente do resultado, ele está bem. Se o seu pet anda tropeçando com os olhos vermelhos ou lacrimejando sem parar, não ignore. A visão também é um sentido precioso para eles. Com atenção e cuidado, dá para evitar dores de cabeça, ou melhor, de olho. Às vezes a gente deixa de salvar um olho porque o clínico fica tentando. O grande problema do olho é o seguinte: o olho não dá uma segunda chance, diferente de problema dermatológico, eh, uma ortopedia que dependo, já não dá. Então, o acho que o melhor momento para eles encaminharem, eles tentaram instituir um tratamento. Deu do 1 2 3 dias, não tá tendo resposta. Encaminha. Tem muita gente assim hoje o que eu vejo aqui, a maioria das pessoas elas querem tentar manter o olho e salvar visão. Então a gente dá tudo, a gente oferece tudo que dá para fazer. Aí a pessoa, o cliente decide se vale a pena fazer ou não, porque não tem como a gente garantir, ah, vamos fazer o transplante de córnea, operar retina que vai voltar a enxergar. A gente não sabe a resposta. Aí vai da pessoa querer fazer ou não. É muita coisa. É a mesma coisa assim. Vai cirurgia de catarata. Cirurgia de catarata no humano. Você vai chegar lá, você tá com a vista embaçada, faz o teste lá das letrinhas. Ah, você está com catarata, tem que operar. Vamos colocar um colinoir anestésico ou te dá, opera e você começa o tratamento. No humano, a gente na veterinária a gente precisa fazer algumas séries de exames para saber o que esperar para depois pensar em fazer a cirurgia. O que eu vejo é que tá mudando muito. Antigamente, ah, vamos, é o que ela falou, ah, vamos tirar que é mais fácil. Infelizmente existe muito disso ainda, mas tá mudando. Eh, uma coisa você perguntou do clínico, uma coisa o clínico tem que entender é o seguinte: se ele não encaminha, a pessoa vai achar pela internet, aí fica, acaba ficando mais feio para ele. Então assim, não é o que já tem, você for passar uma mensagem, não é o é encaminhar também é tratar. vai eh talvez dois dias de diferença. Faça todo toda diferença no resultado final em termos de visão, que dois tr dias para um olho é muita coisa. [Música]
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