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Larinha liberdade é através do coro de crianças e da força da batida de pequenas mãos que o grito de Dandara dos Palmares ecoa dentro da sala de aula dos alunos do quto ano da Escola Municipal de Ensino Fundamental Dr João Alves dos Santos do bairro Jardim Regina em Campinas que por meio do programa identidade e cultura Negra incentiva as oficinas de literatura afro-brasileira então a gente é muito tempo vem esperando esse entrecruzamento entre o Saber científico e o Saber Popular né a escola de educação integral ela tem essa função de fazer essa ponte essa eh intercâmbio entre os saberes então há muito tempo a gente tem aguardado isso né E pra gente foi uma assim uma oportunidade ímpar a gente tá trazendo isso de uma forma bem prática paraas crianças um mestre que é detentor do Saber Popular né cruzando o o Saber científico saber acadêmico com a escola os alunos têm idade entre 6 a 12 anos além de Campinas a cidade de Carapicuíba em São Paulo e irec na Bahia também recebem o projeto que tem como objetivo combater a viol contra os povos negros e o racismo além da doação de um conjunto de instrumentos musicais de origem africana para cada turma com o propósito de expor as crianças e adolescentes a identidade e cultura o mestre Marcos foi o escolhido para entrar na roda e ajudar no desenvolvimento da autoestima e principalmente na desconstrução de ideias racistas com a questão do material que veio né pedagógico Ah com essa questão né do trabalho na formação né de do né A questão de educação contra o racismo né contra os preconceitos contra todas as desigualdades sociais né lutar pela pela os diferentes né que os diferentes são iguais também né e os os iguais também são diferentes então eu vejo assim a o nosso conhecimento que a gente adquiriu através da oralidade seu por exemplo a nossa perna esquerda e o material didático ser a nossa perna direita e assim a gente consegue caminhar mais suavemente E se for necessário correr a gente tem esses dois apoios tem essas duas pernas esses dois momento pra gente poder correr saltar brincar agachar se desviar de todos os os maus que existe por aí Ana Beatriz de 10 anos conta com empolgação sobre o que está aprendendo pintura daqu veio de da África e além do instrumento a metade das comidas daqui veio da África também Davi de 10 anos mostra que com a dedicação dos educadores do projeto das Artes e músicas apresent do preconceito é muito mais eic eu sabia um pouco só que eu não sabia de tanta coisa assim que ele contou pra gente Eu sabia só que a gente tinha a gente tem sangue metade do sangue da África mas eu não sabia que a gente a gente veio da África que a gente faz parte da África também isso vai mudar sua visão do Futuro sim com quê Tipo não fazer racismo com as pessoas é não acreditar só nas pessoas brancas