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pesquisadores do laboratório Nacional de biociências integrante do centro Nacional de Pesquisas e energias e materiais em Campinas desenvolveram pela primeira vez no Brasil um modelo de pele artificial completo por bioimpressão tridimensional com características muito similares à pele humana e que pode facilitar o tratamento de queimaduras feridas e servir para o desenvolvimento de medicamentos e cosméticos sem necessidade de testes em animais quando a gente começou inicialmente trabalhando com as células em monocamada como a maioria dos pesquisadores fazem ao redor do mundo e a gente viu a necessidade de ter uma certa complexidade nesse modelo que a gente usava para estudar eh a Biologia da pele os produtos relacionados com pele em laboratório então a gente foi aumentando essa complexidade a gente produziu primeiro uma pele com duas camadas só com a Derme e com a epiderme e de forma Ainda Bem Simples né fazendo tudo isso à mão de forma bem artesanal e aí essa a gente foi sentindo a necessidade de melhorar esse modelo foi quando a gente teve o advento da bioimpressão a gente trouxe as bioimpressora onde a gente usa uma tinta né essa tinta na verdade é uma geleinha um polímero produzido em laboratório combinado com células humanas e a gente começou a imprimir a pele estudos com este tipo de material só existem em apenas seis países as opções oficiais até o momento não contavam com a camada mais profunda da pele a hipoderme a camada mais profunda da pele é responsável por unir a Derme ao corpo manter a temperatura com o papel fundamental na regulação de processos biológicos importantes como a hidratação e a diferenciação celular o que permite um estudo aprofundado de processos biológicos de forma mais precisa e ética ele já tinha um background for de pesquisa com a pó de pesquisa de doença metabólica e a gente se desafiou Por que não tentar colocar uma terceira camada nessa pele uma camada tão importante que é a hipoderme E começamos a tentar colocar a hipoderme deu certo e foi isso que rendeu essa pesquisa linda que hoje a gente tem essa pele com três camadas super completas que é hipoderme a Derme e a epiderme tudo isso produzido aqui no Brasil com células brasileiras e impressas né com isso a gente ganhou que a pele ficou muito mais parecida Ou seja a fisiologia dessa pele artificial e da nossa são bem parecidas Então esse é o primeiro ponto com isso a gente consegue entender como é que essa pele funciona entendendo como essa pele funciona a gente consegue começar a fazer modelos de doença porque hoje em dia as coisas são testadas em animais a pele do animal é muito diferente da nossa né então a gente também como um laboratório central da renama que é a rede de métodos alternativos a gente tenta desenvolver modelo mais real possível pra gente fazer teste e desenvolver modelo de doença um dos objetivos é também desenvolver um modelo de pele diabética com feridas Crônicas de difícil cicatrização para dar origem ao curativo para tratamento dessa consequência da doença e também a gente consegue entender como é que acontece os os mecanismos de reparo da pele com isso a gente também tem desenvolvido curativos biológicos pra pele Então hoje a gente é capaz de desenvolver curativo na forma de enxerto a gente já faz testes desses curativos na forma de enxerto para tratamento de feridas crônicas ou de queimaduras mas também a gente tá desenvolvendo outros curativos que são acelulares e eles possuem moléculas ali porque a gente já entendeu como é que funciona alguns mecanismos e a gente coloca moléculas nesses curativos usando biomateriais e usando bioimpressão l