Transcrição automática gerada por IA. Pode conter pequenas imprecisões e ainda não
passou por revisão humana. Use Ctrl+F para buscar termos dentro do texto.
aproveitando o mês da consciência negra data em que se reforça a luta e a conscientização antiracista a comissão permanente da mulher se reuniu para discutir sobre as necessidades da mulher negra de Campinas importante citar de início duas coisas que diz respeito também às mulheres de Campinas as mulheres negras de Campinas e as mulheres de todo o Brasil então a primeiro elemento que eu acho que é importante mencionar aqui foi o fato de que existe uma campanha Nacional pelo fim da escala 6 por1 eh que ganhou corpo no Brasil todo que está pautando eh inclusive fazendo movimentar o Congresso Nacional né Muito tempo nós não víamos o Congresso Nacional se movimentar tanto para atender uma demanda da classe trabalhadora é uma pauta que diz respeito à redução da jornada de trabalho que é uma luta histórica né da classe trabalhadora e que diz respeito também a e para mim é um sintoma da situação da exaustão com que na qual a classe trabalhadora se encontra hoje além da escala seis por um outros temas profissionais foram debatidos como por exemplo a PEC das domésticas a gente teve que lutar aqui eh muito para que a gente fosse reconhecido como ser humano para que entendesse né que nós também temos direitos de trabalho e acho que é uma das maiores revoluções que a gente conseguiu fazer até hoje foi a PEC das domésticas né Regina que possibilita a gente ter o entendimento do aquilo que a gente faz é trabalho né aquilo que a gente muitas vezes vive ele é sim um trabalho que a gente tem os mesmos direitos agora na luta da do fim né da escala 6 por um é a gente tá querendo acabar com esse regime e esse processo de escravização moderna né Com o tempo a mudança na legislação se Estendeu para outros setores quando diziam que a mudança eh eh a mudança eh do do dos direitos iam atingir não iam atingir as trabalhadoras domésticas e quando as pessoas não davam importância para os direitos que a gente não tinha achavam que iam atingir só a gente Mas hoje a gente vê que a mudança trabalhista atingiu todos os trabalhadores a dupla jornada de trabalho realizada pelas mulheres também foi ressaltada nós já estamos em campanha permanente porque nós lutamos e nós acreditamos que a redução de jornada Ela traz saúde mental saúde física né Nós mulheres nós sabemos que nós temos uma uma rotina muito mais cansativa porque nós trabalhamos nas fábricas né ou em qualquer outro trabalho e chegamos em casa nós trabalhamos de novo foi destacado ainda a necessidade da Equidade racial nas instituições eu registro a necessidade dessa casa aqui ter um compromisso de pressionar As instituições de ensino paraa promoção da Equidade racial nos seus quadros para driblar os limites que as pessoas negras podem chegar que são colocadas pelo racismo que definem onde que a gente vai para encerrar a presidente da Comissão enfatizou os dados das desigualdades a luta contra o machismo contra o racismo contra a desigualdade de gênero contra a desigualdade racial e como isso se combina nas mulheres negras né os dados estão aí a realidade tá aí as mulheres negras são as as mulheres eh são as pessoas mais mal pagas no mercado de trabalho são as principais vítimas pelo feminicídio são as principais vítimas pelo aborto clandestino inseguro são as Mulheres Que mais têm dificuldade de acesso às políticas públicas então assim os dados estão aí eh para quem quiser ver