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A Comissão Especial de Estudos sobre o Plano Municipal de Educação de Campinas discutiu a educação integral em tempo integral em reunião realizada na MFI Raul Pila, no Jardim Floranhão. Durante um encontro foi abordado os desafios e as possibilidades para ampliação da jornada escolar no município. A gente sabe também que esse esse integral, como disse aqui o Gustavo, ele precisa de toda uma infraestrutura própria, ele precisa de todo um uma jornada de trabalho também própria pros docentes, né? Que as agências de educação infantil também estejam mobilizadas e eh tendo o seu enquadramento, né, o mais rápido possível. É outra luta que que a gente também tá junto, né? Mas houve aí no início desse ano o atendimento em cinco unidades em Campinas de um projeto piloto para o AG3 integral. Ótimo, né, que isso começou, mas realmente tem que ser, a gente tem que acompanhar muito bem isso, porque foram apenas 317 matrículas e ainda num perfil tanto de infraestrutura como de eh cont eh carga horária, como de de de andamento da das escolas, ainda muito vinculada a uma experiência anterior, né, não do tempo integral e muito menos da educação integral, né, e muito mais de um regime parcial. Então, participaram do debate a professora de educação infantil, Adriana Macedo, e o professor de educação fundamental, Gustavo da Silva Diniz. Entre os pontos discutidos está a diferença entre educação integral e educação em tempo integral. Para educação integral é preciso garantir as condições adequadas de atendimento. A relação criança e adulto é um parâmetro técnico pedagógico essencial. Daí a proposta que o número de crianças seja num máximo de 25 alunos. Sem esse limite, o tempo integral vira apenas acúmulo de horas, não educação de qualidade. Então, eh, dentro, né, dessa mudança, né, que nós precisamos, porque a vida hoje das mulheres, a vida hoje eh da comunidade, ela precisa desse atendimento. As crianças na escola, elas têm os seus amigos. as crianças nessas escolas, ela tem um ambiente natural e é um direito que precisa ser exercido. Nossa concepção de educação integral, assim unindo cuidar e educar, né? Não só não só a educação. Então eu acho que aqui em Campinas mesmo tinha uma ideia eh de quarteirão da cidadania, né? e a escola que é um um quarteirão, tem que ser a escola integral como um ponto de integração dessas políticas setoriais, né, no território. Então, eh, acho que em recente conversa aqui na escola com a com a diretora Luciana também eu mencionei assim: "O que que o mais, e é por isso é bom um professor eh da de escola integral tá falando assim: "O que mais me ajudaria com a qualidade das minhas aulas seria que o município, né, ele pudesse ter uma visão menos fragmentada do aluno, não é só aqui em Campinas, mas que conseguisse atuar mais fortemente também numa dimensão de vulnerabilidade, apoio psicológico, saúde, assistência social. não fragmentar a criança. Eh, então tem uma integração real, é su, suas, sistema municipal de educação, sistema municipal de cultura, que a escola integral seja um ponto de integração dessas dessas políticas. A comissão também debateu as condições necessárias para educação de qualidade, como infraestrutura das escolas, alimentação, formação e valorização dos profissionais, inclusão e atividades pedagógicas. A proposta é discutir como o tempo adicional na escola pode contribuir para o desenvolvimento dos alunos. Eu acho que dá para avançar muito mais na questão da interação da educação com a cultura, da questão do cinema. Aqui o nosso tema de hoje foi sobre educação integral em tempo integral. Então ela nos possibilita a educação integral em pensar em todas as potencialidades do ser humano, né? E é isso, esse o caminho que a gente tem que trilhar.