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Olá, bom dia. Mais um Café com Presidente no ar e hoje é feriado em Campinas, mas nós estamos aqui naquele [música] nosso bate-papo semanal com o presidente da Câmara Municipal de Campinas, o vereador Luiz Rossini. Bom dia, presidente. Bom dia, Mirna. Presidente, hoje é feriado nossa cidade, dia da padroeira. Mas ainda tem muita coisa para acontecer no legislativo de Campinas nessa quinzena ainda temos ainda mais duas semanas de muito trabalho. Pois é, apesar do feriadão, a gente continua em atividade. Estamos aqui conversando, né? E vai ser uma semana intensa, né? Aliás, até a última sessão temos muito trabalho legislativo ainda para fazer. Sim. Qual a expectativa dessa semana? A gente tem reunião ordinária na quarta-feira e ainda temos a da semana seguinte, segunda-feira que vem, né? Pois é. Então, a expectativa primeiro é de finalizar esse processo deste ano, né, com muita produção legislativa, né? A Câmara aprovou dezenas de projetos importantes de iniciativa do executivo ou mesmo do do próprio legislativo, né, projetos de vereadores, além dos trabalhos que a Câmara desenvolveu nas comissões temáticas, as audiências públicas, as frentes parlamentares. Então, 2025 foi um ano bastante intenso, né? E eu acho que a Câmara tem feito, cumprido o seu papel, que é trazer para cá a discussão, o debate dos grandes temas de interesse da sociedade, principalmente da população de Campinas. E a partir dessa discussão tem apresentado proposta para aprimorar as políticas públicas, né, que na Pontam melhoram a qualidade de vida da nossa população. 2025 tá chegando ao fim, mas olha, foi puxado. É, e você vai conferir todo esse trabalho. A TV Câmara já fez um levantamento. São 68 entre comissões permanentes, comissões de estudo e frentes parlamentares que atuaram em 2025. a gente vai aí no decorrer do nosso telejornal mostrar todo esse trabalho. Presidente, inclusive um dos reconhecimentos que é uma pauta que a gente já conversou, que o senhor trabalha muito, é a questão do tabagismo, né, do combate ao tabagismo e um trabalho que foi reconhecido. Eh, pois é, o governo do estado, né, tem um programa de enfrentamento ao tabagismo e tem criado a rede de municípios, parceiros, amigos e reconhecendo o trabalho que é feito nos municípios e nas câmaras municipais para você divulgar essa ação de prevenção e combate ao tabagismo. Aqui na Câmara, inclusive, nós trouxemos uma palestra da coordenadora Sandra, que veio falar dos efeitos, dos riscos, dos danos a saúde que o tabagismo provoca, inclusive mortes, né, de câncer principalmente. E ela trouxe também à luz um debate que a gente fez em outros momentos também, a discussão eh do risco que é o a utilização do cigarro eletrônico, né? Então, por essas ações, por medidas, até por iniciativas legislativas da Câmara, a Câmara foi uma das poucas câmaras do estado de São Paulo, também premiadas, né, com esse reconhecimento, né, de câmara do programa antitabagismo do estado de São Paulo. Sim, a gente lembra que inclusive essa palestra chamada O papel do poder público e da sociedade diante da vulnerabilidade decorrente do uso de drogas, está lá disponível no youtube.com youtube.com/tvcâmaracampinas. No último dia dois foi o dia do samba e a gente lembra que o senhor inclusive é o autor da lei que criou o diploma Noel Rosa, que trata carinhosamente da homenagem da Câmara Municipal de Campinas a esses artistas, produtores culturais que atuam justamente para que o samba fique vivo aqui na nossa cidade, em todas as regiões da cidade. Pois é, foi a 10ª edição, né, da entrega do Diploma Manuel Rosa. a gente sempre faz, coincidiu de no dia dois, que foi uma terça-feira, 2 de dezembro, que é o dia nacional e municipal do samba, né? Sim. Que é lei de sua autoria, uma lei uma lei minha que oficializou o dia dois como dia municipal do samba. ou no dia dois ou na semana, mas esse, né, esse ano caiu no dia dois, a gente faz a entrega do diploma Noel Rosa, né, foi uma iniciativa até sugerida numa conversa com Aroldo, que é um sambista, né, pra gente valorizar, reconhecer e homenagear quem segura o samba na nossa cidade. Nós temos intérpretes, compositores, né, eh, músicos, percussionistas, temos produtores, temos bares ou espaços em que permite a apresentação desses artistas. E o samba é uma das manifestações, talvez, mais legítimas da cultura brasileira, né? Tem toda uma história. Noel Rosa simboliza isso. E quando a gente criou esse diploma, eh, eu nem imaginava que ele fosse pegar com tanta força, né? Então, nessa 10ª edição, nós homenageamos 10, eh, um espaço Bardo Du, né, que ele se dedica ao samba. Eh, ele faz questão de valorizar, trair e ele começou assim: "Só artista de Campinas". Mas nós temos grupos, compositores, cantores, percussionistas. Homenageamos o filho do saudoso já, Nelsinho Fideles, que infelizmente nos deixou há pouco tempo, que era um baloarte do samba, intérprete. E esse menino vai longe, né? Ele chegou de uma turnê na África, né? Ele além de percussionista, cavaquinista, compõe também, só para dar um exemplo, né? Mas foram foi uma sessão muito legal, emocionante até. E a gente sempre encerra a sessão oficial com uma roda de samba, né? Sim. deles justificam o porquê da homenagem. Foi mais um momento muito alegre, muito gostoso. E a gente lembra que essa solenidade também tá lá disponível no canal da TV Câmara Campinas no YouTube. Presidente, na última semana o senhor participou também falando em Baloarte, 138 anos, do Instituto Agronômico de Campinas. fala um pouquinho de como foi. Tivemos alguns anúncios inclusive neste evento. Conte pra gente. Olha, eh, primeiro que além dos 138 anos de fundação do Instituto Agronômico, né, comemoramos também o bissentenário do nascimento de Dom Pedro I, que foi quem criou, né, o Instituto Agronômico de Campinas lá em 1887 e foi o primeiro Instituto de Pesquisa do Brasil. Inicialmente ele foi criado para desenvolver a cultura cafeeira, hoje expandiu e o Instituto Agonômico hoje responde talvez por mais de 70% das espécies que foram desenvolvidas das várias áreas da agricultura, não só cafeira, cana de açúcar, as leguminosas, amendoim, feijão, entre outras tantas, né? É, inclusive, presidente, o senhor sabia, apesar de chamar feijão carioquinha, foi o Instituto Agronômico que criou o feijão carioca. Pois é. Então, e se além de for pesar, [risadas] tem muito mais coisa para isso. Então, assim, a Câmara esteve presente, o prefeito também, eh, eles instituíram um prêmio, inclusive, né, para homenagear pesquisadores. Sim. Hum. Eh, foram dois pesquisadores do Instituto Agronômico, reconhecido pelo trabalho que faz de pesquisa, de desenvolvimento. Eh, eu acho que a gente tem que valorizar a pesquisa, né? o inclusive o secretário de estado da agricultura esteve presente, ele anunciou lá a convocação de 37 novos pesquisadores, né, para reforçar esse corpo de pesquisadores. O Instituto Agronômico ele abriga, ele tem lá um jardim, pequeno, jardim botânico, com espécies raras, tem a árvore do imperador, por exemplo, da Imperatriz, né? Então, um espaço muito bonito também, aberto à visitação e é legal que Campinas seja referência também nessa área. E aqui então nosso cumprimento a toda a direção, todos os pesquisadores do Instituto Agronômico de Campinas, a família Orlianos de Bragança, né, descendente de Dom Pedro II. Eu acho que Dom Pedro II ainda é uma figura que não tem o total reconhecimento por parte da sociedade brasileira. O que eles a Câmara também fez uma homenagem a Pedro Segund. fizemos aqui um evento para comemorar o bicentenário, né? Tivemos representantes da família. Eh, e na hora que você vê o que esse homem fez pelo Brasil, ainda no Brasil império, é fantástico. Praticamente ele abriu as portas, criou as bases do desenvolvimento científico, cultural, eh, do país. Aliás, ele viajou o mundo, inclusive foi para eh para para países da Ásia lá, convidar, né, os árabes. O próprio prefeito deu o exemplo dele, que a família dele veio de lá, porque o Dom Pedro II lá atrás foi lá convidar, foi vender o Brasil, né? Então ele ajudou muito nesse processo de desenvolvimento e ele era assim um grande apoiador da cultura, da ciência. Aliás, Carlos Gomes é o que é e foi quem foi, graças ao apoio financiamento de Dom Pedro II, que reconheceu naquele jovem um talento, bancou o estudo dele lá na Itália em Leco, né? e hoje é uma referência também da música clássica no mundo, né? Então, nossas homenagens também à memória de Dom Pedro II. Tá certo, presidente. E para você que não sabe, Campinas nós temos aqui bem, né, na cidade Conorbada Hortolândia, o complexo Campinas Hortolândia, e o senhor esteve justamente participando de uma jornada lá na chamada P2, que é a penitenciária 2. O que que aconteceu? Qual foi a sua contribuição? nessa jornada, presidente. É essa especificamente assim, primeiro eu participei da abertura, né, chama jornada da cidadania, trabalho e renda, onde a penitenciária, com apoio de entidades da sociedade civil, né, organiza palestra e contos, eventos pros e educandos que estão lá dentro. E isso é uma forma de prepará-los para quando saírem de lá eles estarem mais qualificados, né? E eu tenho feito uma palestra chamado Projeto de Vida, né? Já não foi a primeira que eu desenvolvi, que é aquele projeto de vida, por exemplo, que o senhor antes já inclusive fez palestras aqui na Câmara, em outros locais, mas adaptada à realidade deles. É isso. Sim. Porque falar de projeto de vida para quem hoje está encarcerado pode parecer meio absurdo, mas é fundamental, porque todo mundo que tá lá, independente do tempo que tenha que passar, é, além de ele reconhecer e se arrepender da da do do erro que cometeu, que a sociedade exige, né, a legislação exige isso, ele tem que se preparar para quando sair de lá. E não é fácil, até porque desafios até maiores, maiores, porque assim, a, a própria sociedade ainda tem preconceito, né? um exdento tal, mas aí a gente mostra para ele que ele pode, se ele tiver um projeto de vida, superar todas as barreiras, dificuldade e se ele quiser, né, ele pode vencer, né, constituir família, ter um uma carreira de sucesso na sua atividade de escolha e falar com ele sobre isso é muito gratificante, que há outros caminhos, né? Sim. Que e é e primeiro a gente tem que pensar o seguinte, né? a a privação de liberdade é a maior das penalidades, né? O cara ficava lá algum tempo, que esse tempo ele utilize para sair de lá muito melhor do que entrou. Então, a ideia do projeto de vida é fazer com que ele compreenda o momento que ele tá vivendo, aproveite as oportunidades, mesmo estando ali recluso, que o sistema oferece, a possibilidade que tem de estudar, de ler, desenvolver alguma coisa que lhe dá prazer, reconhecer nele dons e talentos que às vezes ele não percebia e e preparado para quando sair de lá ele poder desenvolver o seu projeto de vida. Às vezes é emocionante, né? É engraçado porque quando acaba o pessoal vem me abraça, um chora, agradece. Eh, eu eu é legal. Eu faço isso como cidadão, independente de qualquer coisa, né? E toda vez que eu faço, eu saio de lá, meu, com uma sensação boa, né, prazerosa, de dever cumprido. Eu falo: "Pô, tô dando a minha contribuição, ainda que toquei uma pessoa lá, né, para ajudar a vida de alguém. É muito emocionante, mas é legal que a o a secretaria de assuntos penitenciários ou administração penitenciária, tem vários projetos e programas que são desenvolvidos, que são voltados para esse processo de reeducação. Às vezes a sociedade não reconhece, né? Sim. Lá não é um amontoado de preso que fica lá olhando pro céu e pra parede, não. Tem um conjunto de atividades, tem uma rotina rigorosa, né? A disciplina lá é fundamental, a gente sabe disso, mas enfim, acreditar que a pessoa possa sair de lá recuperado. E na última sexta-feira tivemos a reunião do Parlamento Metropolitano em Santo Antônio de Posse. Foi a reunião que fechou o trabalho de 2025, presidente. Sim, sim. desse ano foi a última reunião do parlamento e nós eh priorizamos lá trouxemos o subsecretário de habitação, né, José Paulin Neto, que ele veio falar dos programas que o governo do estado tem para ajudar e a política habitacional dos municípios, né, mostrar como o estado, através da secretaria dele, pode ajudar os municípios a desenvolver, implantar uma política habitacional. E é muito legal que ele faz uma abordagem que mostra como se você resolver problemas de habitação, inclusive reurbanização dos ducos, favelas, como isso impacta na melhoria da qualidade de vida da cidade, né? O efeito que isso traz eh para pra cidade. E foi muito legal, muito interessante, uma palestra bastante instrutiva. Os vereadores, presidentes de câmara saiu cheiro de ideia, já trocaram contatos, né? Porque eles querem sim também enquanto câmara ajudar a fortalecer a política habitacional das cidades da nossa região. É, quando a gente pensa nesses programas habitacionais, para cada município tem sempre essa interface, município, estado e também programas federais. Sim. Ele ele desenvolveu inclusive uma proposta que o governo quer desenvolver que chama House First, né, que é voltar da população em situação de rua, né? É oferecer. Muitas pessoas falam que não saem da rua porque não tem para onde ir, né, para onde morar. Então a ideia é também fazer um projeto regional para ajudar os municípios nesse processo de cuidado, né, das pessoas em situação de rua. Já tem um modelo desse aqui no estado, tá tá sendo desenvolvido, né? Ele tá sendo, falou da ideia, da iniciativa, ele quer ver se conta com a parceria, ele fez uma apresentação na Gencamp prefeitos, né? Mas é mais uma ferramenta, talvez para enfrentar esse fenômeno que não é Campinas tem, a gente percebe, mas é tá presente em todas as cidades. As cidades médias e maiores, você tem uma concentração maior, é mais visível o problemas, mas de certa forma esse é uma realidade que permeia a todos os municípios, né? E a gente precisa enfrentar, tá certo? Então, presidente, muito obrigada, uma boa semana, um bom feriado, que eu tenho certeza que vai ser de muito trabalho. E, ó, uma boa semana para você também. Isso aí. Abraço. [música] [música] เ