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1ª Audiência Pública
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1ª Audiência Pública

30 views Publicado 25/02/2021 HD · 2:57:36

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Legenda por Sônia Ruberti Olá, bom dia. São 9 horas e 30 minutos. Neste momento começa a transmissão da TV Câmara Campinas para a primeira audiência pública do ano, onde a Secretaria de Saúde do município irá prestar contas e apresentar o relatório detalhado do terceiro quadrimestre de 2020. O vereador Paulo Haddad, presidente da Comissão de Saúde, irá presidir a audiência. Lembrando que você aí de casa pode enviar a sua mensagem, a sua pergunta, através do número do nosso WhatsApp, 19-ODDD-97829-3776. Vamos acompanhar. Muito bom dia a todos gostaria de saudar aqui a vereadora Guida Calisto o vereador Cecílio Santos que se encontra aqui no plenário acompanhando essa nossa audiência pública o vereador Arnaldo Salvetti, o vereador líder de governo Luiz Carlos Rossini, o vereador Major Jaime, a vereadora Mariana Conte, membro dessa comissão de saúde, também saudar o nosso secretário de saúde, doutor Laís Zamboni, secretário municipal de saúde, Saudar também o Fábio Ribeiro, o diretor financeiro da rede Mário Gatti E o Reinaldo Antônio de Oliveira, diretor do Fundo Municipal de Saúde Saudar também o público que nos assiste pela TV Câmara E os internautas que nos acompanham pelas redes sociais Essa é a primeira audiência pública da Comissão de Saúde foi publicado no Diário Oficial do Município no dia 16 de 2 de 2021 e o presidente da Comissão de Política Social e Saúde da Câmara Municipal de Campinas convida a população e os vereadores para participarem da audiência pública no ambiente virtual através do sistema de deliberação remota deste Poder Legislativo. A audiência pública realizar-se no dia 25 de fevereiro de 2021, para prestação de contas pelo gestor do Sistema Único de Saúde, o SUS, do município de Campinas, das contas de relatório detalhado do quadrimestre anterior, RDQA, do terceiro quadrimestre de 2020. Essa audiência pública será realizada em cumprimento do artigo 5º, artigo 36 da Lei Complementar Federal 141 barra 12, nos moldes previstos pelo artigo 11 do ato da mesa de diretora número 7 barra 20. Informa que essa audiência será transmitida pela TV Câmara Campinas Através do sinal digital 11.3 Do canal 4 da NET e do canal 9 da Vivo Fibra Com retransmissão simultânea nas fanpages da TV Câmara Campinas E da Câmara Municipal de Campinas no Facebook E streaming do site campinas.sp.leg.br e do canal da TV Câmara Campinas no YouTube. Esclarece que a população, como já foi dito, poderá participar da audiência através do link disponível na capa do site www.campinas.sp.leg.br e pelo WhatsApp, 199978293776, e também os vereadores poderão participar na forma prevista pelo ato da mesa diretora 07 barra 20. Então, declaro aberta essa nossa primeira audiência pública para prestação de contas do último quadriênio de 2020. Eu passo a palavra agora ao secretário ou ao diretor que fará a apresentação desse relatório. Bom dia a todos. Bom dia ao vereador Paulo Haddad, ao vereador Cecílio, à vereadora Mariana, ao vereador Luiz Rossini, que são os que eu, na verdade, estou enxergando aqui. Inicialmente, eu gostaria de me apresentar. Meu nome, todo mundo já sabe, né? E nós estamos aí nessa luta aí, que é a Secretaria de Saúde, principalmente numa fase pandêmica, que aparentemente, ou na verdade, nem aparentemente, ela está pior do que o ano passado. E nós estamos à disposição, depois, após as duas apresentações, tanto do financeiro como do assistencial, de a gente poder conversar sobre as nossas principais ações nesse momento. tanto do ponto de vista de leitos, que é uma coisa que está extremamente complicada, e como relacionada também à vacina. Eu gostaria de deixar vocês à vontade, que vocês preparem primeiro o financeiro ou assistencial, e se for o assistencial, nós temos duas apresentações que eu gostaria que vocês fizessem a opção Então, uma apresentação, ela terá em torno de 30, na verdade são 60 slides, mas 30 com os dados e um outro slide explicando os indicadores e uma outra apresentação com 90 slides e também com os correspondentes explicações desses indicadores. Então, eu gostaria que vocês fizessem a opção dessa apresentação em relação à assistência social. Do ponto de vista financeiro, nós só preparamos uma apresentação e eu gostaria que vocês fizessem a opção para esse começo. Secretário o áudio do senhor está muito baixo aqui para a gente eu não sei se está ouvindo está bem baixinho eu não sei como é que os outros vereadores estão mas eu estou aqui no plenário e o vereador Cecília também falou que o som está baixo a gente não está com o som muito adequado não, se o senhor puder mexer um pouco aí, ou eu vou tentar com fone de ouvido, alguma coisa diferente aqui para mim também, obrigado eu vou chamar um dos meninos aqui para ver se ele consegue melhorar é o mesmo problema meu aqui também viu secretário e agora estão me ouvindo melhor? Oi, está me ouvindo melhor? Não. Alô, alô, testando, testando Alô, testando, ok Melhorou, agora está melhor Está dando para escutar melhor O vereador Eduardo Magoga está nos acompanhando também nessa nossa audiência pública. Seja bem-vindo, vereador. Bom, então acho que podemos começar novamente, né? Agora estão me ouvindo? Bom, vamos lá. Bom dia novamente. Bom dia ao vereador Paulo Haddad, ao vereador Cecílio, à vereadora Mariana, ao vereador Luiz Rossini e ao vereador Eduardo. Bom, gostaria de me apresentar. Eu acho que é a primeira vez que nós vamos fazer uma apresentação de uma outra gestão em relação a esse último terceiro quadrimestre de 2020 e a nossa apresentação ela será financeira e a parte assistencial. Do ponto de vista financeiro eu acho que nós preparamos uma apresentação e a apresentação da parte assistencial dos indicadores nós fizemos duas apresentações Uma com 30 slides que é um resumo, na verdade é um resumo, mas é uma apresentação abrangente, mas tem uma mais abrangente ainda com 90 slides e todos os slides tem mais um slide explicando esses indicadores. Primeiro eu gostaria que vocês fizessem a opção do qual vocês preferem. São bastante interessantes para mim que estou chegando agora esses indicadores e que deve ser usado assim como uma ferramenta de gestão importante no sentido de melhoria dessa parte assistencial da saúde. Fico à disposição, gostaria também de me pôr à disposição depois das duas apresentações, depois dessas discussões em relação a essa prestação de conta, gostaria de me pôr à disposição sobre explicar um pouco o que nós estamos pensando em relação a essa gestão atual, falar um pouco dos leis, falar um pouco também da vacina. Então, de qualquer maneira, eu acho que a gente podia usar bastante esse tempo para tentar deixar um pouco mais claro toda essa situação que nós estamos vivendo. Secretário, o senhor fica muito à vontade para discorrer sobre essa prestação de contas. Nós temos apenas, para posicioná-lo, nós temos esse primeiro momento, essa audiência pública e, na sequência, uma reunião da Comissão de Saúde, Comissão de Saúde e Políticas Sociais, para que a gente possa, aí sim, colher essas informações do senhor quanto às intenções ou quais seriam as propostas de gestão e também alguns questionamentos de alguns vereadores, que aí a palavra vai estar aberta, até por conta de alguns apontamentos nas sessões de como está sendo feito o enfrentamento e qual é a real situação da cidade de Campinas. Então, nesse primeiro momento, vamos nos ater à audiência pública, encerrando a audiência pública, nós damos início à nossa reunião da Comissão de Saúde com o senhor, pode ser, pode ser desse jeito, né? Eu acho que é horrível. Eu gostaria até de me antecipar, na verdade é a primeira vez que eu tenho essa relação em relação ao município, toda a minha carreira foi uma carreira do ponto de vista de gestão hospitalar, gestão estadual, então eu gostaria de me antecipar, pedir um pouco de desculpa dessa falta de formalidade da minha parte. Registrando aqui também a presença do, remotamente do vereador Cailinhos Camelô e do vereador Rodrigo da Farmadique que também é membro da Comissão de Saúde. Secretário a palavra do senhor Então, vocês fizeram a opção, podemos começar pelo assistencial ou a parte financeira? Reinaldo, você está a postos aí? Vamos começar, pode ser pelo assistencial, está pronto aí já para a gente iniciar, ou o senhor prefere pelo financeiro? Está difícil a gente organizar, mas acho que o Reinaldo poderia falar sobre a parte financeira, podemos começar? Pode ser, Reinaldo. Pode ser? Está cortando aqui? Alô, estou a postos, todos ouvindo? Renato, está ouvindo? Eu estou ouvindo, vocês estão me ouvindo? Isso, então acho que você pode começar a fazer a apresentação do financeiro, por favor, bom dia. Espero que você esteja bem aí. Bom dia a todos, bom dia vereador Paulo Haddad. Através dele eu quero cumprimentar todos os vereadores presentes nessa audiência. também gostaria de cumprimentar aqueles munícipes que estão nos assistindo, nós faremos a apresentação do terceiro quadrimestre das despesas acumuladas da saúde de 2020, um ano bastante difícil em função da pandemia, e os números financeiros vão mostrar um pouco dessa situação que a Secretaria de Saúde e a Prefeitura de Campinas viveu. Eu quero agradecer a oportunidade do doutor Lair, de todos os meus colegas da secretaria, a que eles contribuíram para que a gente providenciasse a apresentação, a Rede Mário Gatti, através do Fabinho, e a todos os presentes. Eu vou fazer em PDF, porque eu não consegui pôr no PowerPoint, então eu vou ter que ir rolando a tela, mas eu farei dessa forma, Se tiver muito ruim, vocês pedem, por favor, para voltar e eu vou voltando até lá. Bem, essa é a prestação, então, de contas do terceiro quadrimestre de 2020 acumulado. Ela está regida pela Emenda Constitucional 29, a Lei Orgânica 141 de 2012, que atribuiu aos municípios um mínimo de aplicação em saúde de 15%. No nosso caso, em Campinas, a lei orgânica do município atribuiu essa responsabilidade a 17%. Essa lei tem uma composição de receitas da saúde pelas despesas de recursos próprios do município. Como é que é composto o percentual mínimo? São as receitas atribuídas na lei complementar 141, que vocês virão no próximo slide, dividido por todas as despesas de recursos próprios, não de recursos totais, que é onde atribui ao município o mínimo da aplicação em saúde com seus recursos. Bem, essas despesas assim compostas, essas receitas assim compostas são as receitas do município, IPTU, ISS, TBI, as receitas federais, IR, IPI e as de transposição do Estado, IPVA, ICM. Nesse período de 2020, nós acumulamos uma receita de R$ 3,905,072,00. Essas foram as receitas acumuladas. Esses 3.905.000, assim composto, 2.550.727 são de receitas próprias do município, da União 76.478.000, que é a cota parte, fundo de participação do município, ITR, E o ICM e o IPVA, que é a transferência do Estado, R$ 1,277,866,000, compondo, então, assim, os R$ 3,905,072,000. O Fundo Municipal gerencia uma outra receita, que essa não é a receita do município, são todos os recursos vinculados que vêm para o Fundo Municipal. através do Ministério da Saúde. Então, na atenção básica, no bloco da atenção básica, nós recebemos, em 2020, 67 milhões e 200 mil. No bloco da vigilância, 6 milhões e 306 mil. Na média e alta complexidade, 279 milhões e 240 mil. No bloco da assistência farmacêutica, 7 milhões e 43 mil. Recebemos de investimento 859,660. Gestão do SUS, 80 mil. E recebemos no bloco da recursos federais para combate ao Covid, destacado, 116 milhões e 664 mil. Também recebemos através do fundo a fundo estadual, a dose certa glicemia e leitos. O ano passado nós fomos suprimidos com aquele convênio de leitos que era quase 30 milhões, 2 milhões e meio, 30 milhões, fomos suprimidos, acabamos não recebendo, e então caiu muito a receita do Estado aí, então ficamos apenas com a dose certa e a glicemia, 8.137.000. Do Estado, através do fundo a fundo, para combate à Covid, 14.329.000. De emendas parlamentares, Covid, 1.780.000. Tivemos uma doação específica para a Rede Mário Gatti, através do TJSP, de R$ 1,7 milhão para combate ao Covid. De emendas parlamentares, R$ 517 mil, da Agencamp, Fundocamp, R$ 127 mil e outras receitas, R$ 2,438 mil. Essas receitas, então, perfais 28.337, que somado aos recursos federais, chegamos a um total de receita recebida no fundo de R$ 505.732.485. Achamos por bem dar um destaque aos recursos que vieram para combate ao Covid, destacando no detalhe de recursos federais, então, como nós mostramos lá, R$ 116.664.000. Estadual ao COVID-19 14.329, emendas federais 1.738, emendas estaduais 1.780, suplementação de 2019 2.923. Nós tivemos a oportunidade de fazer uma suplementação de recursos que estavam parados para atendimento ao Covid de acordo com uma lei de transposição e é esse valor que está aí então que acabamos determinando ele para uso ao Covid. Então, perfazendo um total que tivemos disponível ao Fundo Municipal de Saúde para combate ao Covid de recursos destacados de R$ 142.435.394, além da doação para o Mário Gatti, que foi específica para ele, mas também foi ao combate ao Covid de R$ 1.007.826. Na administração direta do município, nós aplicamos e liquidamos em despesas R$ 920.546.000,00. O destaque é para a folha de pagamento, que chega ao percentual de 38%, com R$ 354.201.000,00. Em consumo, R$ 61.330.000,00. Emprestadores, conveniado, e aqui destaque aos nossos hospitais, a nossa hospitalização, 310.922.000. Em serviços, R$ 175 milhões e R$ 43 mil. Obras, R$ 2 milhões e R$ 397 mil. E investimento, R$ 9 milhões e R$ 133 mil. E indenizações, R$ 7 milhões e R$ 517 mil. Nós fazemos uma pizza aí só para destacar Nossa despesa de pessoal seguida dos prestadores Elas são as nossas maiores despesas E em serviço Vale um destaque que nós, a partir de duas apresentações atrás Chegamos à conclusão com a rede De tirar a folha de pagamento do Mário Gatti Apesar de ser pago pela Secretaria de Saúde mas para dar real destaque ao custo da rede Mário Gatti na sua íntegra, então a folha de pagamento, apesar de ser paga, folha de pagamento do Mário Gatti, apesar de ser paga pela Secretaria de Saúde, suas despesas estão destacadas na rede de saúde, na rede. Bem, aqui então estamos com a administração indireta A administração indireta, a folha de pagamento Que é a que eu estava dizendo Que está destacada aí do Mario Gatti Mais precisamente, R$ 288.221.000 Que equivale a 52% das despesas da rede Em consumo, R$ 64.324.000 Em prestadores conveniados e aí o Fabinho vai poder esclarecer, eu entendo prestadores conveniados, a rede hospitalar contratado, os serviços hospitalares, mas ele vai poder esclarecer na apresentação. R$ 111.315.000,00, em serviços R$ 87.340.000,00, em obras R$ 987.000,00, em investimento R$ 1.158.000,00 e em indenizações R$ 972.000,00. No total da rede, então, de R$ 554.320.461. Recursos esses pagos e liquidados com a rede municipal, o Hospital Ouro Verde, Mário Gatti, UPAs e SAMU. Um bilhão, perfazendo, então, o total da saúde de R$ 1.474.867.000. R$ 149,47. Na pizza da administração indireta, o destaque é realmente para a Folha, e seguido de perto desses prestadores conveniados, serviços e consumo. Ainda um grande destaque para a Folha, como um grande ônus para a gestão da rede. Bem, nesse quadro, a gente pode se detalhar um pouco nele, porque aqui nós vamos olhar na última coluna, que dá aquele R$ 1,474,867, que são todos os gastos em saúde. Na primeira coluna, recursos municipal, nós vemos aqui, esse R$ 1,26 bilhão, R$ 625 bilhão, foi o que o município aplicou em saúde com seus recursos próprios. R$ 595.372 na Secretaria de Saúde, R$ 431.253 na rede, compondo então R$ 1.026.625,263. Esse é o valor que vai atribuir o percentual da aplicação mínima em saúde do município com base naquelas receitas que nós vimos lá destacadas. Em estadual, nós liquidamos com recursos estadual 12 milhões 545. Federal, 317 milhões 171. Com a rede da Secretaria Municipal de Saúde e a rede Mário Gatti, recursos próprios, são alguns recursos destacados que tem aqui, isso entra o caso da vigilância e alguma receita que a rede tem destacada lá, 1 milhão 782. De emendas, 6.642.423. Outras receitas, 502.800.000 e, no combate ao Covid, 109.597.000, sendo liquidado pela Secretaria de Saúde, R$ 57.562.000,00, e pela Rede Mário Gat, R$ 52.034.000,00. Então, a soma de todas essas colunas perfaz a aplicação total da saúde no ano de 2020, de R$ 1.474.867,00. Ainda acumulamos 81.584.000 de restos a pagar não processado e restos a pagar processado, conforme destaque lá o RP e o RPN. Esses são restos a pagar que ficam registrados para ser liquidados ainda com recurso do exercício, o RP do exercício anterior. Bem, desse total, 69,61% dessas despesas são recursos municipais. Federal, 21,51%. O COVID, 7,43%. ainda aqui a gente pode ter uma noção clara do impacto do município para atender a saúde, ou seja, quase 70% do que se gasta, os recursos são oriundos do Tesouro Municipal. Dentro da Secretaria de Saúde, nós fazemos um destaque ao nosso segundo maior gasto, que é os gastos com convênio, que chegou ao patamar de R$ 310.922.000. Aqui nós temos por fonte e cada um dos nossos convênios. A Pascamp, o primeiro, só tem recurso federal atribuído a esse convênio, R$ 744.000. Na APAI, também só federal, R$ 3.658.000. A Pestalozzi, R$ 192 milhões. A Criança Paralítica, R$ 686. Hospital do Amor, R$ 487. A Fundação Síndrome de Down, R$ 1.233.000. O Padre Haroldo, esse é um convênio que ele só é atendido com recursos do Tesouro, R$ 1.329.000. A Irmandade e Misericórdia, R$ 14.455.000 e aqui já aparece Municipal Federal e um destaque ao que foi liquidado com esse hospital com o combate ao Covid, R$ 1.373.000. A Maternidade de Campinas, 42.765.000, do mesmo forma, Municipal, Federal e o COVID. A Real Sociedade Portuguesa de Beneficência, 18.281.000, o Grupo Vida, 1.090.000, O serviço do Cândido Ferreira, 70 milhões 909 mil. A PUC Campinas, 152 milhões 718 mil. Então, num total de 310 milhões 922. Vocês vejam que os recursos federais que vêm para a média e alta complexidade chega a R$ 187 milhões, mas o município, para atender a sua hospitalização e atender os convênios, precisa complementar as tabelas, precisa complementar os gastos, então, ainda assim, o município tem que pôr mais R$ 114 milhões para atender a necessidade hospitalar, que a gente vê que ela é, nesses momentos de crise, como é fundamental ter uma rede hospitalar que possa atender ao município do porte de Campinas nas suas emergências, mas para isso nós temos que realmente ter um olhar necessário desses gastos para cada um dos convênios, a gente fala de convênios, mas a cada convênio atribuído aqui tem a sua real importância, está instituído dentro da secretaria como um modelo que não dá para voltar atrás, seja com a PASCAMP, com a PAI, em saúde, uma vez um passo dado, ele não volta atrás. Então, nós precisamos fazer, para fazer uma boa gestão, gestão de forma a ter mais e a melhor eficiência possível na gestão dos convênios. Bem, nós chegamos então pelas receitas institucionais de 3 bilhões 905 milhões, dividido pelas despesas somente de recursos próprios de 1 bilhão e 26, chegamos ao percentual em saúde aplicado por Campinas de 26,29, numa lei orgânica de 17%. Nos terceiros quadrimestres, a gente chegou em 2020 a 26%, 2019, 24%, 2018, 26%. Isso demonstra que Campinas sempre aplicou muito mais do que o mínimo constitucional. Isso demonstra o olhar que Campinas tem para a saúde dos seus munícipes, isso demonstra que as despesas estão aí e cada uma delas pode ser olhada no detalhe, com total transparência. E é assim que nós chegamos ao percentual mínimo no terceiro quadrimestre de 2020, de 26,29%. Aí só demonstra que nós ficamos sempre bem acima do mínimo constitucional. Aqui é o nosso orçamento, pois vocês vejam que nós fizemos um destaque há algum tempo atrás nesse quadro, onde ele demonstra, em 2000, quando foi instituída a emenda constitucional, nós tínhamos um orçamento da saúde em Campinas de R$ 188 milhões, uma inflação de R$ 199 milhões. Pois vocês vejam como o orçamento da saúde foi descolando totalmente da inflação, ao passo que em 2020 chegaríamos a uma inflação de 655 milhões para um orçamento de 1 bilhão 796 milhões. Isso demonstra o quanto que a União se desprendeu das necessidades do município de Campinas e, por que não dizer, de todos os municípios do Brasil, porque essa é realmente uma tônica, é um sufoco para os municípios ter que assumir a saúde na sua quase que em integralidade. Quando a gente fala de saúde, eu fiz um destaque na receita do município, a receita do município teve um aumento, ela teve uma redução de 2,64, aqueles 3,905 bilhões, com relação a 2019, teve uma redução de 2,64. contra um IPCA de 4,52, ou seja, o IPCA, eu estou pegando o índice de preços ao consumidor, mas esse não é o índice apropriado da saúde, bem sabemos que o índice da saúde é muito superior ao IPCA. Então, isso dá uma conotação clara de como a saúde teve que se virar, a prefeitura teve que se virar para atender as necessidades, principalmente em função da pandemia e de toda a assistência. Aqui tem um destaque de todas as emendas que vieram Com o nome do respectivo parlamentar A data que entrou no fundo municipal E a descrição, a destinação Então, a grande parte foi para custeio Em combate ao Covid Uma para investimento, que é do vereador Rafa Zimbaldi E algumas para investimento também no CS Esses recursos vieram, aqueles que não são custeio Estão em execução, estão destacadas para execução Nós preferimos que os recursos de emenda parlamentares e esse é um apelo que fazemos aos nossos parlamentares, que nesse momento nos atendam com o custeio, porque isso já é possível. Atender em custeio é muito mais fácil da gente possibilitar a execução mais rápida dos gastos. Muito bem, aqui está o meu telefone do fundo Para a disposição de todos os munícipes, de todos os vereadores Nós estamos sempre à disposição lá no fundo municipal E passo a palavra, vereador Paulo Para todos aí, fico à disposição para qualquer esclarecimento Reinaldo Antônio Oliveira diretor do fundo municipal amigo Reinaldo obrigado pelos esclarecimentos foi uma apresentação eu acho que importante até para que quem está nos acompanhando pela televisão, pelas redes sociais tenham a real noção de quanto Campinas investe na saúde. A gente sempre diz que saúde, por mais que a gente invista, sempre está faltando alguma coisa, mas nós vimos o histórico investimento na ordem de 25%, 26%, 30%, até 31% em alguns anos. Então, fica aqui registrado na minha fala que a administração anterior e essa, com certeza, a anterior teve e essa terá também uma visão, um cuidado especial para a área de saúde. Secretário, agora temos uma segunda parte, é isso? Se eu não estou enganado? Agora teria mais uma parte do financeiro com o Fábio do Mário Gatti. Fábio, está postos aí? Eu vou só pedir licença um minuto para registrar aqui o vereador Juscelino da Barbarense, que nos acompanha, a vereadora Guida Calisto, o vereador Igo Diego, o vereador Paulo Búfalo e também o amigo Irineu Vicente Júnior, que é da Secretaria de Relações Institucionais. Nós temos aqui três perguntas de internautas, telespectadores. Eu acho que eu vou deixar essas perguntas para o final, se eu acho que isso é mais prudente, para que nós terminemos essa apresentação e depois a gente vai para os questionamentos. Eu acho que os meus pares aqui concordam. Então vamos lá, secretário. Oi, Fábio? Fábio, está me ouvindo? Fábio? Acho que não, né? Fábio, você está me ouvindo, Fábio? Paulo, você está me ouvindo, né? Secretário, perfeitamente. Ok. O registrar também, o vereador Gustavo Peta também nos acompanhando. Secretário? Pois não. O Fábio já está a posto aí, vamos caminhando talvez com alguma pergunta, não sei, como é que estão as coisas? Não, eu acho que vocês poderiam ficar à vontade, podemos fazer a opção já da, se por acaso o Fábio não está conseguindo fazer conexão, poderíamos começar a apresentação também em relação à parte dos indicadores. E depois talvez todas as perguntas pudessem vir à posse, mas é só uma sugestão. Vamos lá, vamos lá, perfeito. Tem a palavra aí. Novamente, Fábio, você está me ouvindo? nós estamos recebendo aqui uma mensagem que ele caiu a conexão se alguém quiser então fazer alguma pergunta do financeiro, eu acho que poderia ficar à vontade até o Fábio conseguir fazer, retomar a conexão pode ser? Secretário, então vamos às perguntas aqui do pessoal que nos acompanha eu tenho três perguntas aqui uma da Tuca a Tuca ela pergunta como fica a nossa situação com essa ocupação de leitos não era para estarmos na laranja com 58% Piracicaba segue no laranja já faz dois meses vocês vão esperar ficar caótico Mararaquara? Não esqueçam que aqui a população é maior e a região toda vem para os hospitais de Campinas, e isso significa que o nosso problema será bem maior. Se quiser responder, eu vou ler as três perguntas, aí se quiser focar no financeiro e depois deixar essa para a sequência, vocês fiquem à vontade. Segundo informações da Prefeitura, os repasses de Covid-19 estão perto do fim, sendo que todos os recursos recebidos já foram quase que inteiramente gastos. Com a pressão de saúde e ainda sem novos recursos anunciados, qual a verba atual de Campinas para o combate à pandemia? E ele ou ela é suficiente por quanto tempo? Deve acabar ainda esse mês? Outra questão, com essa pressão de leitos, a Prefeitura cogita reabrir o hospital de campanha ou utilizar os leitos do hospital metropolitano? E por fim, a Renata Galani. A outra pergunta foi da Bárbara Gasparello. Gostaria de saber a que hora será a reunião que podemos participar a respeito da lotação dos shoppings? Renata, essa reunião é com o secretário, com os diretores de prestação de contas A seguir nós teremos uma reunião específica da Comissão de Saúde com o secretário Laís Zamboni. Se achar prudente, você tem a opção de postular sua pergunta na próxima ou na sequência na próxima reunião, tá bom? Então, secretário, são esses dois questionamentos. Em relação a esse, eu tenho a impressão que em relação a toda essa parte assistencial, nós vamos deixar após a apresentação da parte assistencial. Em relação ao financeiro, que foi a segunda pergunta, como vocês viram, o ano passado houve por volta de 140 milhões em relação ao financiamento da pandemia COVID. Esse ano, ainda relacionado com o verbo do ano passado, veio de fundo a fundo 12 milhões para o Mario Gatti, do ponto de vista dos leitos que estavam abertos. E nós temos... Esse é o dinheiro que existe hoje para a COVID. Qualquer dinheiro acima disso teria que se recorrer ao tesouro. Do ponto de vista de perspectiva, do ponto de perspectiva financeiro, nós temos muito provavelmente o financiamento de uns leitos que nós abrimos no Ouro Verde, em torno de 15 leitos, e também relacionado com a abertura de um andar na UPA Ancheta, a UPA Metropolitana, de leitos de enfermaria. Muito provavelmente virá essa primeira parte, talvez amanhã, que será o primeiro dinheiro novo que virá no ano de 2021 para Campinas. Então, as perspectivas financeiras, Ontem o governo federal assinou uma medida em que vai disponibilizar R$ 2,3 bilhões, alguma coisa assim, do ponto de vista de financiamento de leitos de UTI. E o financiamento de leitos de UTI, essa vez, será por produção e não mais fixo de leitos abertos. E a nossa perspectiva é essa. Hoje eu solicitei, existe até uma possibilidade mais difícil de ser organizada em torno de mais 15 leitos de UTI no Mário Gatti, hoje eu conversei com o secretário adjunto de saúde do estado de São Paulo, no qual eu estou pedindo financiamento para mais 15 leitos de UTI. Em relação a mais detalhes dos leitos de UTI, talvez a gente possa fazer após essa apresentação. Então, do ponto de vista financeiro, respondendo, o que nós temos é essa perspectiva de dar entrada amanhã de uma parte do financiamento de dinheiro fundo a fundo do Estado de São Paulo. Queria lembrar também que hoje um leito COVID é pago por volta de R$ 2.400,00, e o dinheiro repassado tanto pelo governo federal como pelo governo estadual é por volta de R$ 1.600,00 o custo. E o município faz a sua parte do restante. Então, de qualquer maneira, a perspectiva é difícil, bastante difícil, mas nós, como nós dissemos, nós estamos no limite, tanto de financeiro como do ponto de vista de leitos de UTI. Queria também dizer, eu acho que esse é o assunto polêmico, que nós entramos em 31 de 12 de 2020 com 74 leitos de UTI, hoje nós estamos com 114, era para estar com 117, o samaritano não conseguiu ainda abrir três leitos para nós, apesar do contrato já estar assinado, mas a perspectiva é que nós tenhamos que chegar rapidamente a mais leitos no sentido de enfrentar esses próximos 15 dias a pandemia. Eu acho que eu respondi, né? Perfeito, seu secretário. Tem mais uma pergunta aqui de um telespectador, que é o Arthur Menicucci, do G1. Ele faz uma pergunta para o Reinaldo. Dentro das verbas municipais, o município inclui impostos federais como o IR. Gostaria que ele explicasse o que é considerado verba federal no orçamento. Eu fui comunicado aqui pelo pessoal da TI que o Fábio já está linkado. Então, não sei se a gente responde agora essa pergunta ou termina a apresentação e aí a gente pode responder esse questionamento. E vou pedir licença aos meus vários vereadores para que a gente termine essa primeira parte e fique aberto a todos os questionamentos que os senhores quiserem fazer. Pode ser, Rocine, Guida, Cecílio, Igor, Gustavo e Mariana. Obrigado. Secretário. O Reinaldo quer responder agora ou nós vamos à segunda parte da apresentação? Fábio, está aí, Fábio? Fábio Ribeiro. Oi, bom dia. Seja bem-vindo, Fábio. Obrigado. Bom dia, Haddad. Em seu nome eu cumprimento todos os vereadores, todo o corpo legislativo. Bom dia, secretário Lair. Também queria cumprimentar o Sérgio Bisoni, o presidente da rede, que também está acompanhando a reunião aqui. cumprimentar o Reinaldo e todo o público que assiste e acompanha a nossa reunião eu peço desculpas eu estava participando da reunião a gente teve um problema com a chuva de ontem a internet aqui na rede está muito instável mas para não nos demorarmos mais vamos começar a apresentação vou compartilhar a tela Bom, a prestação de contas do terceiro quadrimestre de 2020, ela apresenta todos os dados do exercício. Essa prestação de contas da rede Mário Gatti, ela é uma força de um decreto de 2473 de setembro de 2019, ele cria a obrigatoriedade da rede prestar conta de todos os seus recursos, todas as suas receitas e despesas, tanto as conveniadas quanto as receitas próprias da rede. O modelo de apresentação, como essa apresentação acompanha a apresentação da prestação de contas do município, ela se presta a melhorar, dar mais clareza às despesas da rede. Como a rede é formada pelas unidades de pronto atendimento, SAMU, Hospital Mariogate e Ouro Verde, ficar só com aquela informação da prestação de contas em uma única linha seria insuficiente. Então, a gente dá maior clareza para esses dados. Do ponto de vista de receitas, a rede Mário Gatti recebeu R$ 576.314.000 no decorrer do ano de 2020, sendo que R$ 62.929.000 foram recursos exclusivos para o combate à pandemia, esse percentual corresponde a 11% de tudo o que foi recebido. O Tesouro Municipal arcou com R$ 437.329.000,00, o que representa 76%, como a gente consegue ver nessa pizza do lado direito aqui. E recursos vinculados, que são recursos de convênio, como o Reinaldo bem apresentou na apresentação de contas dele, que o convênio com o Estado, ele se encerrou em janeiro de 2020, então esses recursos conveniados restringem-se aos recursos federais. O convênio 01, que é um convênio federal, deu 76 milhões, 13% de tudo que foi recebido na rede. Do ponto de vista das unidades, esse recurso, ele vem destinado, parte desse recurso, ele vem destinado à unidade. Então, dos R$ 576.314.000 recebidos no ano passado, R$ 104.325.000 foram exclusivamente para serem aplicados no Ouro Verde. R$ 299.677.000 para o hospital Mário Gatti, R$ 89.489.000 nas unidades de pronto atendimento, R$ 77.609.000, esses são recursos livres, a rede recebe esse recurso e redistribui entre todas as suas unidades. E SAMU, 5.212.000, isso é do ponto de vista de receitas, sendo 52% a fatia relativa ao Mário Gatti, 16% a relativa às unidades de pronto atendimento, 18% o Ouro Verde. aqui, esse gráfico ele só demonstra o quanto de participação do recurso tem em cada uma das unidades, ou seja daquele recurso próprio que a rede recebeu, a fatia em vermelho ali é a fatia relativa ao recurso próprio, então a gente vê uma grande participação do recurso do município o recurso COVID ele veio aquele R$ 1,7 milhão que o Reinaldo destacou na apresentação, exclusivo, foi uma doação do Tribunal de Justiça, ela é exclusiva para utilização no Ouro Verde, e o restante do recurso ele vem para a administração da rede, e a administração da rede destina esse recurso para as unidades conforme a necessidade. Na unidade Mário Gatti não tem recurso exclusivo COVID, e a gente vê uma participação bem menor do recurso vinculado nessas outras unidades. Passando para as despesas, o total de despesas da rede Mário Gatti foi de R$ 554.320.000, sendo que desses R$ 554.428.724.481 com recurso próprio do Tesouro, 54.563.560 com recursos exclusivos destinados ao Covid-19 e 71.032.000 reais com recursos vinculados. Cabe destacar que desses 554 milhões de despesas 98 milhões foram feitos na unidade geral Na administração da rede 136.547.000 no Ouro Verde 217.064.000 na unidade hospital Mário Gatti e 102 milhões nas unidades de pronto-atendimento. Dessa fatia de despesa dos 554 milhões, 288 milhões e 221 mil reais são recursos com despesa de pessoal. Dessa despesa de pessoal, R$ 36.031.577 foram gastos na administração da rede. Esse valor é referente às contratações emergenciais temporárias que tiveram início em novembro de 2019. E em abril foi feita uma nova contratação, bem maior, que era aquela contratação para fazer o combate à pandemia. E aqui também tem as despesas com os comissionamentos, as funções gratificadas dos servidores que prestam serviço na rede Mariogat, que seria um complemento àqueles R$ 177.685.780 do Hospital Mariogat. Ou seja, o Hospital Mário Gatti, a folha de pagamento dela é R$ 177.685.780. Quem paga essa despesa é a Secretaria Municipal de Saúde, é o fundo municipal que faz esse pagamento. Só que o servidor está prestando serviço aqui na unidade Mário Gatti. E o complemento do salário dele vem ali naquela unidade rede. Nos PAs e SAMU, R$ 74.504.000 de despesas de pessoal. Prestadores. Esse prestadores não é a mesma coisa que o convênio da secretaria. Aqui é mão de obra assistencial contratada. Um bom exemplo aqui é que a gente vai olhar ali na linha PA e SAMU, R$ 7.280.545. Isso aí é composto basicamente pelo hospital de campanha, que foram contratados médicos e enfermeiros para prestar serviço lá dentro. R$ 6.140.645,00 no Mário Gatti, também basicamente contratações para o combate à pandemia, porque leitos que foram abertos, além dos leitos já ofertados originalmente, foram contratados também profissionais para fazer esse serviço assistencial. Na unidade Ouro Verde, a gente vê que não tem despesa de pessoal, então todo o serviço assistencial lá é feito através de prestadores, e aí vem esse serviço de R$ 97.861.000,00 na unidade Ouro Verde. o total de prestadores dá R$ 111 milhões, serviços R$ 87.340.000,00, gastos ao total, sendo R$ 2.496.000,00 na administração rede, serviços gerais para toda a rede, R$ 35.467.000,00 exclusivamente na unidade Ouro Verde, R$ 29.282.000,00 exclusivamente no Hospital Mário Gatti e R$ 20.095.000,00 nos PAs e SAMU. consumo, aqui a gente vê no consumo foram 64 milhões 324 mil 520 reais sendo que a maior parte dele na unidade administrativa porque a rede faz uma compra para todas as suas unidades e redistribui isso então ele fica lá, esse aqui é o gasto de compra do almoxarifado 59 milhões 696 mil tem compras que são materiais insumos exclusivos de cada uma das unidades, então, na unidade Ouro Verde, R$ 1.696.000,00, com materiais de consumo, na unidade Marugate, R$ 2.646.674,00, e nos PEAS e SAMU, R$ 284.844,00. É importante lembrar que aqui dentro dessa unidade de consumo específico para cada unidade, tem por exemplo os gases, ele entra aí nessa linha. Investimentos, R$ 1.158.000,00, destaque para investimentos no Ouro Verde e Mario Gatti, que são insumos, videolingoscópios, monitores e ventiladores para o enfrentamento da pandemia. Obras, 987 mil reais, 130 mil, isso aí é a obra da Oncologia, a reforma do prédio da Oncologia do Hospital Mário Gatti, e indenizações, 972 mil reais. Aqui fica demonstrado os percentuais de participação de cada um daqueles itens, o Reinaldo já tinha destacado a importância da despesa de pessoal, da última pizza, 52% de toda a despesa é mão de obra, 20% serviços assistenciais terceirizados, prestadores, 16% serviços gerais e 12% consumo. A grande participação do recurso próprio, 77%, contra 10% de recursos COVID e 13% de recursos vinculados. O Hospital Mário Gatti, por ser a maior parte da folha, ser de funcionários do Hospital Mário Gatti, ele representa também a maior parte da despesa, 39% do total, e o Ouro Verde, 25%. O USPAS e SAMU, 18%, e a Administração Geral, 18%. Esse quadro faz a comparação do ano de 2020 contra o ano de 2019, esse quadro é um pedido do Conselho Municipal e também da Comissão de Saúde, para que se tivesse uma base de quanto evoluiu as despesas entre um exercício e outro. Aqui a gente consegue ver a despesa de pessoal de 257.125.000 passou para 288.221.000, o aumento de 12% frente ao ano anterior. Se nós tirássemos o recurso COVID, passaria a um aumento de 6,85%. Ou melhor, metade de todo o aumento em pessoal foi por conta do enfrentamento da pandemia. Prestadores, 109.701.000 no ano de 2019, 111.315.000 no ano de 2020. um aumento de 1,47%. Novamente, se fosse destacado o percentual do COVID, esses R$ 14.441.000 em mão de obra de prestadores assistenciais com recurso COVID, nós chegaríamos a uma redução com gasto de prestadores de 11%. Serviços. O gasto com serviços passou de R$ 61 milhões para R$ 87 milhões no ano de 2020, mas é importante ressaltar a linha indenizações, aqui embaixo, R$ 31.106.000 eram ainda a rescisão do ouro verde, da Vitale. Então, a comparação correta seria somar os dois contra os serviços. Fazendo essa comparação, nós chegaríamos a 92 milhões em 2019 e 87 em 2020, uma redução de 4,38%. No consumo, passou de R$ 39.461.657,00 para R$ 64.324.521,00, um aumento de 63%, é o aumento mais expressivo das despesas grandes, e aqui o destaque está para o COVID, um aumento de 63%, são R$ 24.770.000,00, exclusivamente com recurso COVID, tanto pelo aumento da necessidade de insumos, quanto pelo aumento do preço dos insumos. Se nós descontássemos esse consumo COVID, nós chegaremos a um aumento de 0,23%, praticamente nada. Investimentos têm um aumento, passou de R$ 27 mil para R$ 1,158 mil. reais, boa parte desse investimento, como eu já tinha informado no slide anterior, ele é para o enfrentamento ao covid, né? Novecentos e setenta mil reais. Obras, a obra, ela também passou de trezentos e sete mil pra novecentos e oitenta e sete, a obra avançou bastante e indenizações, eram aquelas indenizações, basicamente, né? Aquela indenização da Vitale, passou de trinta e um milhões para R$ 972 mil. Aqui é só um demonstrativo, as receitas foram R$ 576.314.643, as despesas no exercício de 2020, R$ 554.320.461, e os restos a pagar, despesas de 2019, pagas em 2020, 40.277.000, dando um resultado real de 18.283.000 negativos no ano de 2020. Aqui encerra a minha apresentação, agradeço a todos, peço desculpa por ter entrado atrasado com o problema da internet, e fico à disposição para qualquer dúvida, qualquer complemento que precisar. Muito obrigado, Fábio, foi bem esclarecedor a sua apresentação. Secretário, temos mais alguma apresentação a ser feita? Estamos sem o áudio do senhor. Podemos começar com os indicadores? Pois não Eu só quero aqui Cominar com os vereadores Que se inscreveram Nos questionamentos Que eles se atenham A prestação de contas No segundo momento nós teremos aí A possibilidade A oportunidade de fazer os questionamentos Secretário sobre Covid, sobre investimento, então eu tenho aqui uma lista de vereadores inscritos, mas eu gostaria de contar com a colaboração de todos para que nós nos ativéssemos a prestação de contas, bem como ao telespectador que postulou aqui algumas perguntas, fez algumas perguntas a gente, encaminhou, tá bom? E a resposta dos senhores também, vamos nos ater à prestação de contas. Vamos lá. Bom dia a todos. Estão todos me ouvindo aqui? Eu sou Moacir Stelisperch, trabalho no DGDO, no Núcleo de Planejamento. O Laí pediu para fazer a apresentação. A gente vai usar uma seleção de cerca de 30 indicadores, dos 83 indicadores que compõem o Plano Municipal de Saúde. A exposição dos 83 indicadores, nesse momento, levaria a gente até mais ou menos uma hora da tarde. Eu acho que em uma hora, uma hora e pouco, a gente consegue fazer os 30 selecionados. Lembrando que esse material, todos os indicadores, inclusive o documento que explica os indicadores, vão estar disponíveis na internet e já foram disponibilizados para a Câmara. Então, qualquer dúvida pode ser esclarecida a qualquer momento. e eventuais correções são bem-vindas, críticas ao documento, para que a gente possa corrigir esses eventuais erros que vocês consigam localizar. Eu vou subir aqui para vocês. Perfeito. Bem, lembrando que esse plano, ele é o plano municipal de saúde, faz parte do plano municipal de saúde de 2018 a 2021. Nós estamos aqui olhando os resultados de 2020, Então, todos os resultados de janeiro a dezembro de 2020, para facilitar, são 83 indicadores no total, sendo que 23 desses indicadores são indicadores obrigatórios, que fazem parte tanto do plano nacional de saúde quanto do plano estadual de saúde. Esse plano é dividido em eixos Que cobrem de uma maneira geral toda a integralidade do sistema único de saúde Então um eixo que analisa acesso aos serviços de ações de saúde Um eixo de atenção à saúde e linhas de cuidado Um eixo de promoção e prevenção E os eixos mais administrativos com a gestão do trabalho A gestão compartilhada e controle social e o apoio logístico financeiro do Sistema Único de Saúde. Para facilitar, nós misturamos, ou na verdade nós fizemos uma classificação um pouco mais da seleção desses 30 indicadores, no sentido de estar trabalhando a atenção básica, a atenção especializada, a vigilância sanitária e o eixo de gestão e, finalmente, o eixo de Covid, que é um eixo novo, que entrou esse ano e já foi apresentada ao Conselho Municipal de Saúde. E aí a gente incorporou 10 novos indicadores ao nosso plano original. Lembrando que, em virtude da pandemia, todos os nossos indicadores foram afetados, fazendo um gancho com a apresentação financeira anterior, é importante lembrar que não foram só 146 milhões gastos na COVID, mas muito mais do que isso foram gastos na COVID, uma vez que a situação de pandemia alterou completamente todos os fluxos e impactou em todos os serviços, tanto da atenção básica quanto da atenção especializada e na prevenção da pandemia e de outras doenças. Na atenção primária, o primeiro indicador que é o nosso indicador de cobertura populacional, pelas equipes de atenção básica, todos os slides apresentam a série histórica dos indicadores e os resultados de 2019 e 2020. e o resultado final do ano de 2020, que é o relatório anual de gestão, o RAG, que nós obtivemos esse ano 600,54%. A interpretação desse indicador é que quanto maior esse número, melhor. A nossa meta em 2020 era de 63% e nós quase atingimos a meta, Mas o importante aqui é analisar de 2019 a 2020 um aumento expressivo da cobertura. Nós saímos de 36,53% para 60,54%. Esse aumento foi de 66,40% e muito em função do programa Previne Brasil, Houve alguma mudança metodológica do cálculo, mas a gente teve um aumento muito expressivo de médicos na rede e de profissionais de saúde, não só médicos, mas enfermeiros também, pessoal de enfermagem. A cobertura populacional estimada de saúde bucal segue a mesma lógica, o quanto da população está coberta pelo serviço de saúde bucal na atenção básica. A interpretação aqui também é quanto melhor esse número, maior, melhor. Nós mantivemos, melhoramos 1% em relação a 2019, essa é uma área que foi muito afetada pela pandemia na atenção básica, basicamente pela suspensão dos procedimentos em função da tria de higienização, distanciamento que deve ser utilizada até hoje. Nós temos 97 equipes de saúde bucal e tivemos muita perda em função de aposentadorias e exonerações para o resultado desse indicador. O indicador de proporção de medicamentos padronizados é um indicador que mede quanto de medicamentos faltaram na rede por mais de 30 dias, então é o percentual de medicamentos que falta. Nós tivemos uma melhoria em relação a 2019, conseguimos atingir a meta, a interpretação aqui também é quanto maior melhor, nós tivemos 91% de medicamentos presentes na rede, 91% dos medicamentos não faltaram por mais de um mês, Nós tivemos 9% de medicamentos em falta nesse ano. Na proporção de internações por condições sensíveis à atenção básica, são as internações que, se a atenção básica estiver funcionando bem, a gente espera que esse número caia. Se a rede de atenção básica segura, garante o acesso ao paciente, trata esse paciente e evita que ele vá ao hospital, esse número cai. A gente teve uma redução expressiva de 2019 a 2020 de 21,22% para 17,63%. A gente atingiu a meta, nossa meta esperada era de 20,64%. Algum estudo ainda precisa ser feito para ver qual o impacto da pandemia sobre o acesso, mas nós tivemos uma melhora expressiva com relação às interações por condições sensíveis à atenção básica. A taxa de mortalidade prematura de 30 a 69 anos Do conjunto das principais doenças crônicas Também mede a qualidade da internação A qualidade do acompanhamento de doenças crônicas Tanto na rede quanto na situação hospitalar Aqui também nós temos a interpretação de quanto menor melhor em 2019 nós tivemos um resultado de 299 que é acima da meta, ainda não atingimos a meta mas em 2020 a meta do RAG foi atingida em 266,70 a meta era 275 os dados desse indicadores são passíveis de modificação porque a gente está muito próximo dos últimos meses e esses dados de internação ainda podem ser corrigidos até final de abril e isso pode ter algum impacto sobre esse indicador acho que é só fazer esse porém nós tivemos em 2020 Então, a proporção de cura de casos novos de tuberculose pulmonar, praticamente atingimos a meta, a meta era de 85%. O ano passado a gente não conseguiu mais, de forma mais espessa, tinha 79%, mas esse ano a gente conseguiu 83% de cura de novos casos de tuberculose pulmonar. E isso demonstra que mesmo durante a pandemia, o sistema de vigilância epidemiológica, esse é o dado mais importante que esse dado mostra. Os serviços continuaram ativos e funcionando mesmo sob o contexto de pandemia. Não esteve melhor dos indicadores e abaixo da meta, está muito próximo da meta para a gente dizer que isso foi um mau resultado. Proporção de cura de casos novos de ranceníase, ela também melhorou bem em relação a 2019. Esse é um dado que é importante salientar, que faz alusão aos casos de 2018. Na verdade, em 2019 a gente analisou os dados de 2018, em 2020 a gente analisa os dados de 2018. O que mostra uma consistência, na verdade, do segmento e continuidade de tratamento desses pacientes. Foi uma meta atingida. Para vocês ter uma ideia, a gente consegue manter baixos os casos, são 10 casos novos de ranceníase que foram analisados. A proporção de nascidos vivos de mães com sete anos ou mais Consumidos de pré-natal é um indicador importante Da qualidade do pré-natal que é realizado Na cidade de Campinas, no município No Sistema Único de Saúde de Campinas E também ela ajuda a estabelecer O mínimo, ele tem uma relação importante com a mortalidade infantil. Então, esse é um dos grandes fatores da nossa capacidade de conseguir manter baixa a nossa mortalidade infantil, que é a qualidade do pré-natal que é realizada. Em 2019, tivemos 81,14%, nossa meta é 80% e esse ano a gente mantém teve a meta, apesar de toda a dificuldade que nós tivemos com a COVID. A gente teve um impacto importante da pandemia sobre nascidos vivos, que a gente teve cerca de 20% a menos de nascidos vivos em 2020 em relação à série histórica. Mesmo assim, a gente conseguiu manter a qualidade do atendimento a essas gestantes. Esse está estável E uma das questões que está colocada para o ano de 2021 É a gente retomar um projeto entrelaços Que é a aproximação da atenção básica com a maternidade de Campinas Nosso principal serviço de referência para gestante A proporção de gravidez na adolescência entre as faixas etárias de 10 a 19 Historicamente, Campinas tem um bom controle, uma boa ação sobre essa questão. Nós vemos em 2017 a 2019, a gente tem mantido abaixo dos dois dígitos. Em relação a 2019, a gente conseguiu baixar de 8,72% para 8,15%. Aqui são analisadas somente as mulheres com de 10 a 19 anos. Então, a gente tem menos de 10%. A nossa meta é uma meta desafiadora, de 7,88%, apesar de não ter atingido a meta, a gente considera que foi, olhando a série histórica, em relação à condição da pandemia, foi um grande avanço e um sucesso desse indicador. O número de testes de sífilis pro gestante também é um indicador nacional importante da qualidade da nossa... A gente atingiu a meta, em 2019 a gente não conseguiu atingir a meta, então nós ficamos em 1,89%, a razão aqui, 1,89% e em 2020 mas quanto maior o número melhor nós ultrapassamos a meta conseguimos o que reflete também a qualidade dos indicadores anteriores todos eles estão muito relacionados quando você tem uma boa cobertura de pré-natal você tem todos os indicadores relacionados em geral refletindo essa qualidade no atendimento o número de casos novos de sífilis com gêneros menores de um ano a nossa meta era de 45 aqui é quanto menor, melhor a gente teve um aumento expressivo de 69 casos de sífilis em gestantes e residentes apesar de todos os esforços que foram realizados a gente teve um aumento de 21% entre as causas de sífilis. A principal causa aqui que a gente está avaliando é que seja um reflexo da pandemia de Covid-19, apesar de todos os outros indicadores estarem indicando uma boa qualidade no nosso pré-natal. Proporção de vacinas selecionadas do calendário nacional Esse foi um dos indicadores que sofreu mais impacto na pandemia A gente não conseguiu atingir Esse é um indicador composto Você tem que atingir 95% em todas as vacinas para você poder contá-la como um indicador. Então, a gente avalia a vacina epidemocócica para crianças até 2 anos. Então, a gente conseguiu vacinar 90% das crianças de até 2 anos, 94% das crianças de menores de 2 anos em poeta valente. Na poliomielite, a gente conseguiu 88,20%. E a triplice viral, nós conseguimos 88%. Então, em nenhuma das quatro vacinas avaliadas, nós conseguimos mais do que 95%. Então, o nosso resultado, nossa meta era de 75% e nós obtivemos 0% nesse indicador. Então, a gente manteve o mesmo problema de 2019, acentuado pela questão da pandemia. todas as salas de vacina estão informatizadas, o horário de funcionamento das salas de vacinas se restringiu mais a período está restrito mais a período diurno tivemos alguns sistemas dificuldade com o sistema de informação mas a principal a avaliação principal é que a gente tem a dificuldade gerada pela junto à população, pelo agravamento, não, mas pelo problema da pandemia. Os números de equipamentos adquiridos na atenção básica em Campinas, esse é um indicador de processo, é um indicador que faz parte do plano plurianual, ele mede a nossa capacidade de estar está repondo os equipamentos e está utilizando as emendas parlamentares. Nós tivemos muita dificuldade em 2018 e 2019, mas em 2020 a gente conseguiu superar todas as dificuldades, saímos, como vocês podem ver, de 143 equipamentos adquiridos em 2019 para 6.317 equipamentos efetivamente adquiridos em 2020. É importante lembrar que a gente só considera equipamento adquirido quando o equipamento está no local em uso. Se ele foi começar a ser comprado, abriu para a solicitação, ele não é contado aqui. Então, a meta era de 4.900 em 2020, a gente superou a meta com folga. E o número de obras e construções concluídas e entregues na atenção básica, a gente tinha a meta de fazer duas construções, nós conseguimos terminar quatro construções, superamos a meta com vantagem, esse ano foram entregues o CS Liza, o CS Costa e Silva, o CS São José e o CS Bassole. Aqui é tanto construção nova, como o caso do Bassole, quanto grandes reformas que foram feitas nessas unidades. Isso tudo relacionado à atenção básica. Para avaliar a média de alta complexidade, um indicador é a proporção de acesso hospitalar de óbitos por acidente. Significa que quanto maior o indicador, melhor. Quer dizer, a nossa capacidade de dar acesso aos pacientes acidentados e para que ele consiga chegar a um hospital rapidamente e ter o problema resolvido. Em 2019, o nosso resultado foi de 63%, em 2020 foi de 71,10%. A gente conseguiu esse resultado, em 2019 a gente não tinha conseguido atingir a meta, em 2020 a gente voltou a atingir essa meta. Basicamente isso é um papel do SAMU E do nosso sistema de urgência e emergência O SAMU e as unidades de pronto atendimento A proporção de óbitos nas instituições Nas internações por infarto agudo miocárdio e mede também a qualidade, a presteza do atendimento hospitalar na urgência e emergência, para os casos de infarto agudo. A gente teve a interpretação aqui, quanto menor, melhor, a gente teve um resultado ótimo em 2019, e foi até fora da curva em 2018, praticamente de 1.050%, Em 2020, a gente não conseguiu atingir, ficar abaixo dos dois dígitos, mas a explicação aqui é em relação também, principalmente em questão da pandemia. e a dificuldade para a gente estar manejando os casos de infarto agudo do miocárdio por conta do excesso de volume de atendimento na pandemia. Proporção de parto normal no sistema único de saúde, na saúde suplementar, nós tivemos uma melhora do... É uma piora, né? Quanto maior, melhor. Na verdade, em 2019, a gente teve aqui considerado tanto o sistema público quanto o sistema privado. E aí a gente teve uma piora de dois pontos percentuais em relação ao ano de 2019. Nossa meta era de 39,83%, nós não conseguimos atingir a meta este ano, mas foi muito em função do resultado no sistema privado. No sistema público, o percentual de parto marginal é de 49,05%. E no sistema privado a gente está com 21%. Então, o sistema privado nos baixa, compromete nossos resultados. Nós conseguimos melhorar no sistema público em relação ao ano passado e isso se deve bastante aos esforços para fazer uma aproximação entre as gestantes e os locais de parto. No caso, uma ação importante que foi realizada é uma aproximação entre a casa da gestante e a maternidade de Campinas, que é um projeto que está em andamento e deu resultado. A gente está vendo os resultados práticos. mantém, as ações permanecem de incentivar a humanização no momento do trabalho de parto, tanto nas instituições públicas quanto, e mais importante, nas instituições privadas. A cobertura de centro de atenção psicossocial do CAPES, Mas ela permanece, nós tivemos um aumento de população, então basicamente por isso é que nós não tivemos a meta atingida aqui, mas isso aqui é o número de centros de atenção psicossocial dividido pela população. O que vai dar é a diferença de 1,54 para 1,53, ela não é estatisticamente importante, no sentido que a gente tem uma boa cobertura de atenção psicossocial. Para o ano, a meta é manter isso, e aí a gente deve começar a se preocupar em relação a estar construindo mais unidades, ampliando a cobertura de psicossocial. O número de equipamentos, da mesma forma que o número de equipamentos adquiridos para atenção básica, o número de equipamentos adquiridos na atenção especializada também mostra uma melhor capacidade de estar adquirindo e repondo os equipamentos. Também em 2018 e 2019, nosso resultado foi pífio em relação a essa meta, mas em 2020, em compensação, todos os resultados anteriores se encavalaram e a gente conseguiu efetivamente comprar os equipamentos. esse ano estava previsto para a gente, a meta era de 153, nós conseguimos adquirir os 673 equipamentos, que é basicamente o que a gente deixou de comprar em 2018 e 2019 se a gente não conseguia, a gente conseguiu comprar todos em 2020 na mesma lógica em número de obras e construções reformas a meta era de fazer duas unidades, reformar ou construir duas unidades, e a gente conseguiu reformar o CAPS Travessia, fazer a mudança da Policlínica 2 para um novo prédio e inaugurar o pronto-socorro metropolitano. Na vigilância sanitária, na questão da prevenção, Nossa taxa de mortalidade infantil, pelo décimo, décimo não, nono ano seguido, nós conseguimos manter abaixo dos dois dígitos, nós mantivemos a meta de mantê-los abaixo de dois dígitos, E, apesar de em 2019 a gente ter um resultado de 0,54, em 2028, 0,08, é uma meta que reflete a qualidade do atendimento ao pré-natal, à gestante, ao recém-nascido, que o Sistema Único de Saúde de Campinas faz. Isso é uma das melhores metas, um dos melhores números do país em relação ao estado, à região, e a gente está mantendo essa programação. Razão de mortalidade materna, até 40, quanto menor, melhor, a gente sempre tem atingido essa meta. Em 2019 nós tivemos 34,29% e em 2020 14,70% a razão de mortalidade materna, que é o número de gestantes com mau resultado em relação aos anos anteriores. a gente manteve a meta a meta é dada em número de mortes em número absoluto de mortes maternas a qualificação do pré-natal em especial nos processos de formação das equipes de saúde da família e aumento da cobertura das equipes de saúde da família um pouco que explicam esse bom resultado E, de novo, a gente fortaleceu esses projetos de articulação entre a casa da gestante e a maternidade de Campinas, eles garantem o atingimento desta meta e da meta anterior, com relação ao parto normal, mortalidade infantil. A proporção de registros de óbitos com causa básica definida, a gente tem mantido, Campinas é reconhecida nacionalmente pela qualidade dos seus registros de óbitos e pela precisão e acurácia dos óbitos. e a gente mantém a nossa tradição, mesmo, e talvez até por isso, durante o processo de pandemia que a gente tem trabalhado. Serviço de Verificação de Óbitos, apesar de ter feito autopsia verbal, mas tem garantido a manutenção da qualidade, mesmo com as dificuldades estabelecidas pela pandemia. O coeficiente de deletalidade por dengue, lembrar, a gente inseriu isso nos salários selecionados por conta de que, para lembrar também que o mundo não se restringe à Covid, mas a gente está no meio ainda de uma epidemia de dengue. E o RAG, nós temos mantido a letalidade, conseguimos manter a letalidade por bem que é abaixo da meta, aqui quanto menor melhor, a gente tem mantido, em 2016, 2017, 2018, nós zeramos esse indicador, em 2019 nós tivemos um óbito, aqui o número de óbitos é muito pequeno para a gente ter esses resultados, de 0,19 a 0,25. 0,25 a gente continua conseguindo atingir a meta, que mostra um controle ainda sobre as demais pandemias, pandemias enquanto a gente está trabalhando, então a gente vai ter um óbito registrado em 2020. A proporção de acidentes de trabalho graves notificados e investigados, aqui é quanto maior melhor, a gente tinha a meta de 15% de acidentes graves investigados, a área de saúde trabalhadora conseguiu se organizar e restabelecer ficar acima dos 15% é um indicador que a gente não tinha conseguido atingir em 2019. Em 2020, nós atingimos logo no primeiro quadrimestre e aumentamos a diferença no segundo e terceiro quadrimestre. São 49 incidentes de trabalho graves e 18 investigados. A proporção do serviço de terapia renal substitutiva com controle sanitário realizado no ano, aqui, basicamente, a gente selecionou esse indicador para mostrar que, apesar da pandemia e da dificuldade das medidas, das restrições sanitárias advindas com a pandemia, os serviços continuam funcionando, então a gente teve 100% dos serviços de terapia renal substitutiva realizados, e da mesma forma os demais indicadores de visitas e fiscalizações da vigilância, eles refletem o mesmo esforço das equipes de manter o tônus do trabalho, apesar de todas as dificuldades estabelecidas pelo contexto da pandemia. Foram inspecionados 11 estabelecimentos de terapia. Da mesma forma, a proporção de hospitais inspecionados ao ano, em 2019 foram 90%, nossa meta era 100%, nós conseguimos esse ano inspecionar 86% de todos, dos 21 hospitais, 18 foram inspecionados e monitorados. monitorados. No eixo da gestão do trabalho e educação permanente, o quadro de servidores, a proporção de serviços de saúde com estudo de mencionamento realizado, atualizado, aqui a gente apresenta a situação do RH da Secretaria de Saúde em 2020. O quadro de servidores, no terceiro quadrimestre, variou de 4.042 de janeiro até 4.099 em dezembro. E, da mesma forma, mantendo uma variação de 4.000 a 4.150, uma variação de cerca de 150 servidores por mês. Da mesma forma, e aqui as admissões e desligamentos. O quadro verde são as admissões e o quadro vermelho são os desligamentos, os desligamentos variando de 28 a 13 ao longo dos meses. Nós tivemos uma grande admissão, volume de admissão em abril, 124, do resultado do chamamento do concurso e uma média de entrada, uma média não, mas um número de entradas regular de 7 a 17 servidores por mês ao longo de 2020. Por cargo agrupado importante em 2020, nós tivemos a incorporação de 83 enfermeiros, 92 médicos, além dos demais. num total de 270 profissionais da saúde ao longo de 2020. Além daqueles, nós tivemos aqueles que foram incorporados via concurso, ainda temos os dois programas mais médicos, tanto o federal e o campineiro. Nós temos a entrada e saída desses profissionais ao longo da... Aqui não é entrada e saída, aqui são os... A lotação dos médicos. Aqui é a lotação distrital por distrito dos médicos, tanto do programa federal quanto do programa mais médicos campineiro, num total aqui de 112, 122 médicos. E aqui, da COVID, são os novos indicadores de COVID que foram incorporados ao plano a partir deste relatório anual de gestão, que analisa 2020 e esses novos indicadores que inclusive foram apresentados ao Conselho Municipal de Saúde para fazer a alteração do plano municipal de saúde e incorporar esses nas programações anuais de saúde e nos relatórios detalhados a partir daqui. Então, esses slides da COVID são um pouco diferentes, porque eles não têm memória antes do terceiro RDQA, então a gente vai fixar mais a atenção aqui no quadro do relatório anual de gestão, o resultado de... Então, foram realizadas, em 2020, 107 reuniões do Centro de Operações de Emergências durante a pandemia, do Comitê Especial de Acompanhamento. 100% das 67 unidades básicas de saúde estabeleceram um fluxo diferenciado para atendimento da COVID-19. Todos os centros de saúde estabeleceram um fluxo para suspeito. O número de leitos ampliados, que foram ampliados de UTI ou clínica médica, aqui a gente tem uma somatória, foram 432 leitos destinados a COVID ao longo de 2020. Aqui a capacidade máxima que foi estabelecida, foi ampliada. Foram 155 leitos de UTI e 277 leitos de enfermaria, criados em 2020 para dar conta somente, isso aqui são leitos UTI COVID e enfermaria COVID, sem levar em consideração os demais leitos do município. E a proporção de surtos investigados em instituições alisinares, 100% foram investigados em 2020, são 33 surtos que foram investigados no município de Campinas. E a proporção de casos leves em monitoramento por Covid, leves e moderados em monitoramento, é de 83,29%. Nós temos 167.553 sintomáticos respiratórios em investigação. Isso corresponde aos 83% de 200 mil notificações de síndrome brutal realizadas. Isso aqui não está considerando assintomáticos, não está considerando os comunicantes, somente aqueles com sintomáticos respiratórios. Esses usuários foram monitorados e permanecem sendo monitorados ou por teleatendimento, ou presencialmente, ou por visita. E a gente está com o desenvolvimento de vários sistemas de registro para tentar automatizar e diminuir o trabalho burocrático para efetivamente a gente levar a assistência a esses pacientes. A proporção de trabalhadores do SUS testados foi de 83,20%, a gente tinha 9.547 trabalhadores e 7.945 foram testados. A proporção de casos confirmados de COVID pelo teste do PCR foi de 86,30%. Então, a gente tem 47.972 casos positivos e mais, nós tivemos 55.571 confirmações de COVID-19. Essa diferença se dá porque a gente também faz o diagnóstico clínico da COVID-19. É bom lembrar. Então, é isso. Gostaria de agradecer ao Moacir Esteves pela sua apresentação, pela explanação. importante essa explanação deixar consignado aqui que a vereadora Débora Palermo a Paola Miguel e o Sérgio Bisoni que é presidente da Rede Mário Gartamim nos acompanha nessa audiência pública eu vou abrir aos questionamentos dos vereadores, eu tenho uma ordem aqui de inscrição e vou pedir aos vereadores que se tenham as perguntas pertinentes a essa audiência. No segundo momento, nós teremos uma reunião da comissão, também aberta a todos os vereadores, que aí sim eles possam fazer alguns questionamentos especificamente de outros temas para o secretário, quanto ao planejamento, quais seriam suas propostas de trabalho, de gestão e também do enfrentamento do COVID. Pediria gentileza, secretário ou diretores que queiram nos acompanhar nessa segunda parte ou nessa primeira reunião da comissão, que se mantenham logado. Nós temos pelo regimento encerrar essa audiência pública e logo em seguida começarmos essa nossa reunião da comissão de saúde. Eu vou abrir, o vereador Rocine tinha pedido pela ordem, que foi o primeiro que eu identifiquei no chat. Vereador Rocine, o vereador tem alguma pergunta do que foi apresentado aqui? Sim, primeiro eu cumprimentar o vereador Paulo Haddad pela presença. Vereador, o seu áudio está baixo. Está abaixo? Está abaixo. Deixa eu ver. Como é que eu mexo no áudio aqui? Melhorou? Melhorou, vereador. Tá bom. Primeiro, cumprimentá-lo aí pela presidência da Comissão de Saúde, cumprimentar o secretário de Saúde, Laís Zambon, o presidente da Rede Mário Gato, Sérgio Bizonho, o Reinaldo, o Fábio e o Moacir, que nos fez a apresentação. para comentar os vereadores presentes também. A primeira questão que eu tinha colocado pela ordem, na verdade, era para manifestar o reconhecimento e pesar. O Reinaldo perdeu recentemente a sua irmã, está com a sua mãe doente, ele mesmo se convalescendo, acho que da Covid, e a presença dele, a participação dele nesse momento, demonstra aí um senso de profissionalismo importante. Então, eu queria registrar isso, Reinaldo, e fica aqui os nossos sentimentos, e assim que Deus conforte o seu coração. Mas mesmo apesar dessas circunstâncias, você está aqui cumprindo esse papel importante, eu queria deixar registrado isso. Essa era a questão do horário que eu ia fazer no início. Mas eu queria fazer uma pergunta para o Reinaldo, e também uma para o Moacir, com relação aos indicadores. O Reinaldo, quando apresentou a proporção dos recursos das receitas da saúde, discriminou lá quantos são de recursos que vêm da esfera estadual, federal, quanto que é recurso próprio do município, que vem de emenda, e ficou uma coluna apartada do COVID, 109 milhões. A pergunta é se 109 milhões da Covid são todos recursos adivinhos de outra esfera de governo, seja Estado ou Federal? Só esse esclarecimento. E, com relação aos indicadores, uma dúvida que me ocorreu, as metas colocadas dos indicadores, como é que elas são definidas? É uma meta própria do município ou alguma referência do Ministério da Saúde, alguma coisa para esses indicadores, para a gente saber esse balizamento, essas metas que a gente percebe, como é que elas são monitoradas? Eu fiquei preocupado, quero manifestar, da gente ver que o percentual de cobertura vacinal praticamente zerou e na hora que ele abriu as razões, uma está apontada, mas ele acabou não desenvolvendo, que seria esse movimento anti-vacina. A secretaria tem sentido uma diminuição das vacinações, consequência um pouco desse movimento antivacina? Se dá para medir isso aí, qual o percentual? E um indicador que apareceu aí, investigação de acidentes de trabalho grave, eu queria saber se há alguma ação do município, da prefeitura, do governo, nesse processo de investigação de acidentes de trabalhos graves, O que me parece, eu entendi, é acidente de trabalho acontecido no município, seja no órgão público ou em empresas privadas, qual é a ação do município nesse campo? Basicamente é isso aí, agradeço e cumprimento a todos mais uma vez. Obrigado. Reinaldo? Alô? Estão me ouvindo? Opa! Bom, eu queria agradecer as palavras do Rocine, um grande amigo, e realmente são momentos difíceis. Minha irmã superou muitos desafios e veio acabar falecendo pelo Covid. É uma coisa estranha. E como minha filha esteve com ela no hospital, minha filha apresentou alguns sintomas, então eu estou aqui fazendo uma quarentena preventiva. Obrigado, Rocine, a todos vocês. Bom, eu quero responder a pergunta, e, Paulo, eu queria também já responder aquela primeira pergunta de um munícipe ou alguém que perguntou sobre as receitas que vêm para o município na esfera federal, se não me engano, de receitas da transferência da União. Desculpa, cortá-lo Você não quer ativar o seu vídeo Está só com a minha imagem aqui Eu acho que seria importante você Estar aparecendo E também ficar aqui consignado Também aos meus sentimentos Pela perda da sua irmã Viu, amigo? Muito obrigado, Paulo Muito obrigado mesmo Então, teve aquela receita Que vem E quando aquelas receitas que vêm para o município, nas esferas municipais, estaduais e federal, ICM, IPVA, Fundo de Participação do Município, não é que entra para o fundo, elas entram para o município e são balizadores para atribuir o mínimo em aplicação na saúde, no nosso caso, que é 17%. Ela não necessariamente entra para o fundo municipal, ela entra para a prefeitura. E entrando para a prefeitura, ela compõe o saldo para aplicação mínima em saúde. Então, é isso que é aquela primeira pergunta. Quanto à pergunta do Rocine, aqueles 109 milhões aplicados lá, Aquilo lá são recursos federais e de emendas estaduais, não é recurso próprio, são recursos, aqueles 142 que vieram, nós liquidamos 109, 110 milhões no exercício. Então, são recursos federais ou estadual, dentro daquela coluna que eu demonstrei, tanto na questão nossa quanto na questão da rede. Então, não sei se tem mais, se está claro, mas são federais Obrigado Muito obrigado, Reinaldo Eu tenho aqui nos meus apontamentos O próximo inscrito é a vereadora Guida Calisto Para fazer os seus questionamentos Bom, bom dia a todas e todos, bom dia vereadores, vereadoras, quero cumprimentar também aqui o presidente da Comissão de Saúde, pela organização dessa primeira audiência pública, quero cumprimentar também aqui os representantes da secretaria, secretário, meu sentimento secretário, também estou convalescendo de uma internação séria de COVID, eu me enfrentei aí, e sei que o enfrentamento dessa doença não é nada fácil, ainda mais do ponto de vista psicológico, familiar, isso, enfim, afeta muito. Então, os meus sentimentos. A minha pergunta é com base na questão dos dados do financiamento que foram apresentados aí, e dentro dos apontamentos iniciais que foram apresentados pelos assessores da secretaria, a gente percebe que houve uma explicação, assim, bastante demarcada do ponto de vista da questão da utilização dos recursos a partir da compra de leitos, de UTI, essa preocupação. Bom, a gente sabe que o enfrentamento à COVID, né, não se resume só a isso, porque a gente entende que era uma doença também, assim, de ordem muito coletiva, que eu queria perguntar dentro do ponto de vista dos números. Eu quero perguntar o seguinte. É, foi aqui, a partir das tabelas apresentadas, o, nos informado, né, que é mais de 26%, né, do orçamento foi destinado à Secretaria de Saúde, né. O fato de ser 26%, isso para a gente é um número grande, que a gente acha importante, mas a gente precisa saber também como é que esses recursos estão sendo aplicados dentro de toda a pasta, como vocês detalharam aí. O que eu gostaria de ter isso melhor, porque eu tive dificuldade de ver, de apontar, nos relatórios aí apresentados. Por exemplo, desses recursos, a gente sabe que a Secretaria Municipal de Saúde tem contratos, né, enfim, contratos grandes, mas o que eu gostaria de saber, pode ser em porcentagem mesmo, Quanto desses recursos foram destinados para fazer o rastreamento, o rastreamento para conter a disseminação dessa doença? Porque a gente, como eu volto a falar, a gente sabe que a questão das UTIs é uma consequência, mas a gente sabe que tem outras medidas que a gente precisa apontar para barrar o avanço dela. Então, assim, dentro desse, dos números apresentados, e pode ser, né, em forma percentual mesmo, quanto que foi destinado, né, para fazer esse rastreamento, para evitar a disseminação, e também quanto se foi destinado em campanhas de conscientização, né, o quanto foi destinado no trabalho preventivo para conter a disseminação da doença, porque ficou muito assim, para mim, né, que estou participando pela primeira vez, ficou muito assim, localizado na fala, que estava muito na preocupação com a contratação de leito, de UTI, de hospital, né, e a gente sabe que não é só isso, não são somente essas medidas. Então, essa é a minha pergunta dentro desses recursos que foi apresentado pela secretaria. Mais uma vez, obrigada. Muito obrigado, vereadora. Secretário, quem responde a pergunta da vereadora Guida? Bom, vereadora na verdade o dado que a senhora está pedindo realmente ele é muito específico e todos basicamente, tanto o rastreamento como a divulgação das campanhas, elas estão inclusas na Secretaria de Saúde, na Devisa e na Secretaria de Imprensa eu posso fazer para a senhora, na verdade encaminhar Eu entendi perfeitamente a pergunta da senhora, eu acho que falar agora talvez fosse um erro, então nós mandaremos especificamente esses dados para a senhora, combinado? Em relação ainda à pergunta do deputado Rossini, acho que são mais três perguntas que não foram respondidas. Eu vou responder uma e deixaria para a doutora André responder as outras duas. Em relação aos indicadores, a gente se baseia, de modo geral, em indicadores nacionais e indicadores internacionais. A partir daí, a gente modela os indicadores com pactuações regionais, pactuações estaduais, e chega a uma conclusão dos indicadores que melhor nos serviriam do ponto de vista de gestão. Então, a construção dos indicadores, ele é uma série de dados, que ele começa com indicadores internacionais e nacionais, e a partir daí eles são pactuados junto com aspectos regionais, estaduais, e a partir daí que são, na verdade, eles são construídos. Então, essa é a resposta sobre os indicadores. E depois tem, eu vou deixar para a doutora Andréia responder, um minuto só. Aqui, nosso sistema aqui não está muito bom. O próximo vereador que se inscreve... Ele pediu? Então, está bom. Bom dia. A palavra é sua, Andréia. Bom dia a todos. Bom, das perguntas de vacinação, o movimento antivacina não tem muita importância ainda em Campinas, a gente não consegue ver isso. Aquele indicador que dá zero, ele é um indicador bem difícil de calcular, e eu particularmente discordo, porque é o seguinte, se cada uma das quatro vacinas escolhidas der menos que 95%, que é a meta, o indicador zera, então ele não consegue avaliar bem a cobertura vacinal, que é muito mais importante por imunobiológico e muito mais importante que a gente olhe vacina a vacina. Então, é um indicador que a gente, da epidemiologia, critica bastante, inclusive. A outra pergunta é sobre acidente de trabalho grave, fatal. A gente tem o CERESTE, em Campinas, que é o Centro de Referência em Saúde do Trabalhador, ligado ao DEVISA. E o CERESTE, ele atende nove municípios, além de Campinas. É um acordo regional que o Ministério da Saúde criou essas estruturas de sereste. Então, nós somos responsáveis pela investigação de todos os acidentes de trabalho fatais e graves. A gente depende do tipo de acidente, a gente também investiga. Isso não só de Campinas, como das outras oito cidades ao redor. Não sei se era isso, mas... Muito obrigado, diretora André, pelas suas explicações. Com a palavra agora ao vereador Cecílio Santos para fazer os seus questionamentos. Bom dia para todos, para todas. vereador Paulo Haddad que preside esta reunião os demais vereadores vereadoras que estão acompanhando aqui, senhor secretário sua equipe nosso desejo de que a sua gestão seja uma gestão profícua para toda a cidade e os meus sentimentos também ao Reinaldo, com quem participei muito tempo no Conselho Municipal de Saúde meus sentimentos, Reinaldo as perguntas são muitas, eu vou tentar resumi-las e ser bem objetiva. Em relação ao orçamento, a gente percebe que entre o orçado e o liquidado, tem uma sensível diferença. Acho que isso é natural, mas eu queria um esclarecimento, porque dado a questão da pandemia e toda a problemática que a gente vive no município, 1,79 e foi liquidado 1,47. Nós temos aí uma diferença de R$ 320 milhões aproximadamente, se os meus cálculos não erraram aqui, se eu não falhei, está certo? A outra questão, deixa eu achar aqui rapidinho, é no gráfico das despesas com Covid, o percentual que representou recursos do próprio município é 7,43, está no gráfico lá na pizza apresentada. Isso me parece pequeno, dado que as unidades básicas de saúde, por exemplo, e outros tantos serviços foram drasticamente impactados em relação à COVID. Eu queria, então, por gentileza, um esclarecimento. Outra questão, aí eu tenho aqui uma série de coisas, mas eu vou tentar resumir. Só um instantezinho para eu achar que eu tentei me organizar, mas a gente observa também os gastos com prestadores somaram 33,78 e serviços próprios 19. Isso me parece que nós estamos gradativamente aumentando os gastos do município com prestadores e em detrimento ao gasto próprio. Eu queria saber se o secretário tem algum plano para inverter esse crescimento ou, pelo menos, equilibrar. Então, isso eu acho que é importante. Nessa direção, nós temos várias empresas que prestam serviços hospitalares na Secretaria de Saúde. Se o secretário puder me responder quantas são, seria interessante, e que estão abrigadas nessa rubrica dos serviços, principalmente. Sobre a questão do Ouro Verde Foi dito que não tem funcionários públicos Eu queria um esclarecimento Secretário, presidente da rede Porque nós tivemos uma discussão Quando estava na presidência do Conselho Municipal de Saúde Muito forte em relação a isso Que os serviços seriam coordenados Por servidores públicos E, portanto, eu fiquei um pouco sem essa informação de se, de fato, os serviços lá estão sendo coordenados por funcionários públicos ou é só por empresas terceirizadas, está certo? Bom, eu tenho mais algumas perguntas aqui, vereador Paulo Haddad, sobre a questão dos indicadores, e já termino. O Ipsab aponta os serviços na primeira porta de entrada Que são as unidades básicas de saúde E eu queria uma explicação Porque me pareceu muito bom E acho que a situação não é tão boa assim Por exemplo, tem um dado de contratação de servidores Ela parece que está um pouco equilibrada teve um pico, depois foi se equilibrando, mas a gente tem necessidade nas unidades básicas de saúde. A mesma coisa em relação às vacinas. A primeira pergunta é sobre a vacina da gripe, que eu só tenho perguntado, está bem fora do contexto, mas aproveitando a presença do secretário dos técnicos aqui sobre essa questão. Vamos ter? Os indicadores de meta, bom, isso eu já falei, estão baixos, de equipamentos. Nós tínhamos um problema sério com o ar-condicionado, com as autoclaves e compressores, que impactam diretamente na prestação do serviço de odontologia, que aí eu queria também, nesta área específica da odonto, um esclarecimento de como é que está, visto, por exemplo, na região noroeste, eu moro na região do Campo Grande, e lá a gente tinha o CEL, Centro de Especialidades Odontológicas, que foi desativado, então, como é que está isso? E as equipes de saúde da família, que parece que teve um impacto significativo agora no período de pandemia, e também queria uma explicação sobre isso. Da média e alta complexidade, sobre os testes na saúde da mulher. Os testes de sífilis, por exemplo, o protocolo é que são quatro testes, a média apresenta dois. Isso está certo? Parece que não. É uma meta muito baixa, e eu queria uma explicação sobre isso. Obrigado. Obrigado vereador só pediria a colaboração dos nobres colegas para que a gente possa ser talvez um pouquinho mais sustento nos questionamentos para que todos possam fazer uso da palavra e também fazer os seus questionamentos e ter respondido as suas perguntas estamos aí já quase duas horas e meia e a gente tem uma outra reunião a seguir dessa nossa audiência pública. Secretário. Secretário, o microfone do senhor está fechado. Isso. Agora sim. Bom, tem uma série de perguntas, vai ficar difícil eu responder, porque algumas delas eu não tenho conhecimento, mas eu gostaria de pontuar o que o vereador falou. Inicialmente, eu, como eu disse, estou aqui há 50 dias, e num movimento, numa pandemia, na verdade, numa guerra. E nesses 50 dias o que eu notei em relação à secretaria Já que eu tenho uma origem acadêmica e tenho uma origem de gestão Mas não municipal, não tenho conhecimento Tenho dificuldade, inclusive, às vezes, de relação Mas eu gostaria, sim, a primeira coisa que eu notei É a qualidade dos diretores que eu encontrei dentro da prefeitura A segunda coisa que eu notei e que me chamou muito a atenção é o tamanho da Secretaria de Saúde de Campinas. Eu imaginava que fosse uma coisa menor, e realmente, e já respondendo uma das perguntas do vereador, em relação aos convênios, realmente a quantidade de convênios que existe dentro da prefeitura e que vem por muitos anos, por várias administrações, por vários perfis de gestores, ela é enorme, enorme, e na verdade, por volta de 30, 30 e poucos por cento hoje do orçamento, está relacionado com os convênios. Isso pode ter o lado bom e também pode ter o lado ruim. Como o senhor sabe, isso aí realmente, e nós já estamos fazendo um movimento da revisão de todos esses convênios. Não só porque é público, não é por conta disso. É, na verdade, no sentido de ver o valor que se gasta dentro do orçamento da prefeitura. Quando eu fui convidado, até gostaria de deixar claro, eu não conhecia o Dário, eu não o conhecia, não tinha nenhum envolvimento com política da cidade. e a primeira coisa que o Dário Saad me falou é que eu estava aqui para fazer gestão. Então, foi com esse motivo que eu vim. Mas, na verdade, eu vim já dentro de uma guerra, mas dentro disso nós estamos vendo várias vertentes aí. Uma delas é em relação ao próprio parque de equipamentos. É bastante, tem muito equipamento quebrado. Nós já estamos em conversa com o consultor sobre a atualização e a modernização dos equipamentos. E, em relação à vacina, a pergunta é? Começa em abril, mas ainda não tem a data. Do que que é? Da vacina. Ah, isso é uma boa pergunta, na verdade, porque nós estamos numa guerra, estamos com uma dificuldade de direitos de UTI, estamos com uma dificuldade de reanimar as pessoas, de voltar a ter ânimo no combate à pandemia, principalmente o grupo da saúde. E, junto com isso, se acumular esse quadro de doença respiratória causada pelo COVID e se acumular as doenças respiratórias que virão pela influência, vai ser um caos, Não só a cidade, mas será um caos em todo o Brasil. Nessa visão antecipada, eu conversei com o presidente da COSEMES, dos secretários do Estado, no sentido de se ele poderia conversar com o Dimas Covas, no sentido de a gente antecipar a vacinação como houve ano passado, a antecipação da vacina da influência. Ele me falou que, nesse momento, estão coletando as novas cepas de influência. No começo de março, haverá a continuação dessa coleta de influência e tentará disponibilizar essa vacina, começar a disponibilização dessa vacina no final de março, começo de abril. Isso, do ponto de vista de gestão do caos, é fundamental, porque se nós acumularmos as patologias respiratórias da influência do COVID e, por conseguinte, das bronquiolites em crianças, será o caos. lembrança aqui que a parte de pediatria do Hospital Ouro Verde, ela foi desmontada para virar UTI de adulto, já que a COVID é uma doença particularmente de adulto. Então, eu vejo assim, nós, nesses próximos três, quatro meses, teremos que tomar muitas medidas no sentido de antever os problemas. Eu acho que eu respondi todas, se eu não respondi, eu queria me desculpar é que passou, mas de qualquer maneira eu vou estar à disposição para responder coisas que na verdade nesse momento algumas delas eu não saberia responder Secretário agradeço a resposta acho que o vereador Cecília se encontra aqui no plenário, se deu por satisfeito pelas suas respostas já estamos entrando na segunda parte na reunião que vem a seguir eu tenho mais três inscritos e eu gostaria, reforçando, nós estamos aí há mais de duas horas e meia, há quase duas horas e meia, na verdade, dessa audiência pública, que os nobres vereadores fossem bem objetivos nos seus questionamentos. A vereadora Mariana Contes tem a palavra. Bom dia, em nome do vereador Paula Haddad, que preside essa sessão, eu quero cumprimentar todas as vereadoras e vereadores aqui que participam dessa reunião. Em nome do secretário de saúde, doutor Laí, gostaria de cumprimentar também toda a equipe técnica do executivo que está aqui presente. Também desejo meus sentimentos para o Reinaldo e desejo que a família, muita força para a família nesse momento muito difícil. Eu gostaria de iniciar fazendo duas questões de ordem metodológica. Por quê? Primeiro que essa apresentação quadrimestral, vereador Paula Haddad, gostaria de deixar aqui um apontamento que nas próximas apresentações quadrimestrais, esses dados não cheguem para a Comissão de Saúde, para o conjunto dos vereadores com antecedência, porque foi apresentado muitos números, E a gente sabe que os números nunca falam por si mesmo, os números eles têm que sempre ser entendidos de forma relacional, eles têm que ser entendidos, a gente precisa entender o que cada categoria que foi apresentada diz respeito, então a gente precisa saber exatamente do que se trata cada categoria apresentada para poder fazer comparações em relação e analisar com profundidade o que foi apresentado. Então, acho que essa metodologia possibilitaria uma melhor discussão desses dados, né, então eu queria fazer esse apontamento, e eu digo isso porque, por exemplo, né, a gente sabe que Campinas tem uma desigualdade gigantesca em termos de território, por exemplo, a desigualdade territorial é uma questão, né, nós sabemos que tem regiões periféricas, que os equipamentos das regiões periféricas estão muito mais sucateados, temos aí uma abrangência de população muito maior, então eu acho que é importante que esses dados cheguem com antecedência, até para que a gente possa, de fato, já esclarecer algumas dúvidas, que são dúvidas básicas e primárias, para que a gente não possa aproveitar melhor a presença aqui dos nossos, do executivo e esse debate. Essa é a primeira questão de ordem metodológica. A segunda questão de ordem metodológica é que, de fato, a questão dos leitos e da COVID, ela é uma urgência e não tem como separar uma questão e outra, né, na verdade a gente está aí discutindo, por isso apresentei um requerimento de convocação, por isso acreditava que seria necessário a gente deixar muito bem separado, com um tempo suficiente, então nós já estamos chegando no meio dia, e a gente ainda tem uma pauta extensa, importante, para ser debatida, né, eu vou tentar aqui não, tentar meter a proposta da pauta, mas a gente sabe que é difícil separar uma coisa e outra, afinal nós estamos aí numa situação de urgência e está todo mundo muito preocupado com essa situação, né. Bom, duas perguntas, primeiro em relação a esse primeiro ponto, acho que a Guida colocou muito bem essa questão da discriminação dos investimentos com a Covid, dos gastos com a Covid, eu acho que isso seria importante a gente saber qual montante é destinado a leito, qual montante é destinado a outras estratégias, porque isso também diz muito respeito ao que vai ser, qual vai ser a estratégia adotada daqui para frente. Eu queria reforçar esse questionamento, acho importante que esses dados venham para a gente. Tem uma questão sobre os gastos com a rede Mário Gatti, eu observei que naquela tabela que foi apresentada, a administração da rede foi 98 milhões, o Hospital Ouro Verde 136 milhões, PA e SAMU 102 milhões, então na verdade eu queria entender melhor o que é, o que está discriminado nessa administração da rede, Uma vez que a administração da rede, aqui pelos meus cálculos por cima, equivale a quase 72% do que foi investido no Hospital Ouro Verde e quase equivalente ao que foi investido no PA e SAMU. eu quero entender exatamente o que é essa administração da rede para ter um montante tão elevado que se compara, inclusive, à gestão de todos os PAs e quase 70%, mais de 70% do Hospital Ouro Verde. Em relação à segunda questão, na verdade, eu acho que é importante a gente entender melhor qual foi o montante total investido no combate à COVID, porque foram colocados vários dados aí, eu acho que é importante a gente entender exatamente se o secretário ou a equipe pudesse sintetizar qual foi o montante total, quais foram a origem desse montante, né, quer dizer, esfera federal, municipal, e também essa questão de em qual estratégia que foi investido esse montante, E já tentando adiantar, não sei se isso fica para segundo ponto, mas qual é o recurso previsto, porque foi citado 13 milhões, me parece que é um montante bem abaixo do que tinha sido no quadrimestre anterior, o secretário comenta de 2 bilhões que estariam vindo do governo federal, acho que é importante saber qual a perspectiva de quanto que isso vem para Campinas e qual é a estratégia que vai ser adotada, porque a criação de leitos, e aí eu quero fazer um questionamento, que a criação de leitos é importante, é necessária, é urgente, mas a gente sabe que existem aí outras estratégias e que se a gente não fizer o controle da disseminação dessa doença, não vai ter leito que chegue. Também quero, a partir do que foi a experiência do ano passado, nesse quadrimestre, quanto que custou os leitos da rede própria e quanto que custou os leitos comprados na rede privada, eu acho que isso é importante também, porque isso baliza também o custo das estratégias que estão sendo adotadas, e só uma questão, um simples comentário em relação a essa questão que foi colocada agora, né, sobre a questão da gripe, e o secretário comentou dos leitos de UTI infantil, Na verdade, a reportagem recente, a secretária Andréa Von Zubin colocou um dado de que estamos tendo internações de criança, coisa que a gente não via anteriormente, talvez, não sei, acho que é importante que a secretaria diga se isso está relacionado ou não com a nova cepa, e isso, na verdade, ainda agrava a situação do retorno das aulas presenciais, porque a gente sabe que a escola é um espaço de transmissão, não apenas da Covid, mas também das outras doenças, como a gripe, por exemplo. Então, quais as estratégias que estão sendo elaboradas aí nesse sentido? Muito obrigado, vereadora Mariana. Vereadora, eu já fiz esse apontamento aqui, e com certeza na próxima audiência pública nós já teremos antecipadamente todos esses dados em mãos, toda a apresentação, aí eu conto com a colaboração dos diretores, do secretário, tenho certeza que ele não vai colocar óbvio se é isso, para que nós tenhamos a oportunidade de nos debruçarmos nessas informações, para que os questionamentos, eles não têm ou não pairem nenhuma dúvida nos nossos questionamentos. Secretário. Bom, vereadora Mariana, obrigado pelas perguntas. Em relação a essa ordem metodológica de chegar antes, eu concordo plenamente, eu não tenho nenhuma objeção em chegar. A vida inteira, a minha vida de gestor, fui questionado sobre contas, prestação de contas, eu até gosto de fazer isso daí. Então, na próxima vez, eu garanto para a senhora que esses dados chegarão antes. Em relação, tem uma pergunta que eu acho que cabe ao Mário Gatti. Em relação a esse dinheiro que virá do financiamento de leitos, provavelmente essa semana, para Campinas, ela é dinheiro estadual. Em relação ao que virá do governo federal, eu não tenho a mínima ideia quanto será em relação à cidade, ou à porcentagem da cidade. Mas, basicamente, será proporcional aos leitos que estão disponibilizados. Em relação aos cuidados do município, como a senhora sabe, nós estamos muito apertados a partir de quinta-feira, sexta-feira da semana passada, e na segunda-feira, antes mesmo do estado, nós tomamos uma decisão via decreto, em que nós fizemos várias restrições mais apertadas ainda do que o próprio governo estadual que anunciou ontem. Então, nós fizemos essas preocupações anterior ao próprio Estado e as nossas regras hoje estão mais rígidas que o Estado. Em relação aos custos do leite, eu acho que não há nenhum problema, ele já vem de um longo tempo, ele é baseado um pouco em dados estaduais, dados federais. Campinas Re, realmente, ele por volta de 800, 840 reais a mais dos leitos que são financiados pelo Estado ou pelo Governo Federal. Em relação à internação de criança, há duas semanas essa preocupação realmente, ela Ela era grande, nós não estávamos entendendo exatamente o que estava acontecendo, porque não é um período de criança. Ela se mantém, mas até agora ela não se acentuou. Então, nós teremos que esperar um pouco para ver o que vai acontecer em relação às internações das crianças. E espero que não venha tão já, porque senão realmente seria um fator de grande, grande complicação. Em relação, eu acho que esses dados aí de econômicos e financeiros que a senhora pediu, nós poderemos fazer já existe essa disponibilidade da apresentação tanto financeiro como dos indicadores para vocês então e do ponto de vista assim em relação a esses custos eu acho que talvez fosse interessante vocês fazerem uma marcação de uma reunião junto com a autarquia Mário Gatti, e nós também estaremos à disposição da senhora no sentido de disponibilizar esses dados e fazer uma discussão sobre esses dados. É uma discussão, como a senhora sabe, bastante áspera, do ponto de vista que leva tempo para entendimento de todas essas contas, mas nós estamos à disposição. Não, eu acho que em relação A diária do hospital, ela já vem Não sei se você quer especificamente Fazer a discussão como foi Feito esse número Do valor da UTI Do preço do leito da UTI Está um pouco baixo. Boa tarde, meu nome é... Érica, por gentileza, só um pouquinho mais alto. Boa tarde, meu nome é Érica, estou como diretora no DGDO, e foi a partir do meu departamento, junto com o departamento administrativo, que nós fizemos as contratações dos leitos emergenciais para o enfrentamento da pandemia. Então, só contar para vocês que o preço inicial que foi utilizado na metodologia para poder a gente chegar no valor para essa contratação, ele se baseou exatamente no valor apresentado pela autarquia, esse foi o teto máximo, apresentado para as entidades, para que a gente pudesse fazer o valor da diária. Em relação aos leitos de UTI, as entidades nos trouxeram um custo acima do valor apresentado, mas ainda assim foi dito a eles e foi pactuado em todos os contratos o teto máximo do valor pactuado a partir do custo apresentado pelo Mário Gatti, e em relação à enfermaria, nós tivemos uma das entidades que trouxeram um valor de diária inferior ao apresentado pelo Mário Gatti, porque nós não tínhamos publicizado para as entidades disse qual era o valor do Mário Gatti. Nós pedimos a cotação deles. E como nós recebemos de um dos hospitais um valor inferior, esse valor ficou como o valor base para todas as contratações de enfermaria. Então, hoje nós pagamos R$ 2.469,98 da diária de UTI, que foi o mesmo custo apresentado pelo Mário Gatti, e R$ 998,00 da diária de enfermaria, sendo que o custo que a gente tinha da autarquia era um pouco superior. Todas essas informações, elas constam nos processos de contratação dos leitos, tá? O pagamento, ele é idêntico para todas as entidades e elas estão disponíveis no portal da transparência, todos esses processos de contratação. Tudo bem? Espero que tenha sido esclarecido. Ok, muito obrigado. Oi, só complementando Pois não, secretário Só complementando um pouco a preocupação da vereadora, nesse momento nesse momento em relação a crianças internadas no Mário Gatti que é a nossa referência de 10 leis de pediatria geral que não tem nada a ver com Covid são 7 crianças internadas e 3 vagos em relação a UTI pediátrica Covid, não existe criança internada hoje no Mário Gatti, nesse momento. São dados da regulação. Muito obrigado, secretário. Eu tenho aqui, pela ordem de inscrição, o vereador Igor Diego, para fazer os seus questionamentos. Igor? Olá, tudo bem? Bom dia, boa tarde já, né? Muito obrigado, vereador Paulo, que conduz de maneira excelente esta comissão, essa reunião, muito obrigado aos doutores presentes, doutor Lair, doutor Sérgio, a doutora Andréia, o Reinaldo, e todos os profissionais da área da saúde, meu muito obrigado. Eu tenho algumas duas questões, eu vou ser bem objetivo, para não estender muito, gostaria primeiro de parabenizar pela apresentação, ficou bem clara para mim, tá bom? Mas eu tenho duas perguntas aqui, técnicas, objetivas, que não me ficou muito bem clara. Eu gostaria de saber por qual motivo perdeu ou se não perdeu a verba da construção de centro de referência pediátrico, que era de 12 milhões, aquele assunto que foi muito discutido durante a campanha, né, do Mário Gatinho, de 12 milhões, nós perdemos essa verba ou não, nós não perdemos essa verba? Poderia explicar um pouquinho melhor sobre essa questão? E a segunda questão técnica seria o seguinte, de maneira também objetiva, quanto que o Estado mandou para Campinas, um número, assim, objetivo, quanto que foi o valor que o Estado mandou até o momento para o município de Campinas em relação ao combate do Covid? São apenas essas duas perguntas mais técnicas, tá? Mas eu gostaria também, secretário, de deixar aqui um anseio, porque nós, vereadores, estamos diretamente ligados à população. Nós gostaríamos de deixar aqui esse anseio também de maneira rápida, porque essa apresentação, bastante número, gráfico pizza, linha de curva, tudo isso é muito importante para uma questão técnica. Porém, para uma questão humana, A gente está tendo uma dificuldade muito grande aqui na UPA do Campo Grande, então eu queria deixar relatado isso para o senhor, doutor Lair, doutor Sérgio, que administra a UPA. Ontem, por exemplo, nós não tivemos clínico atendendo porta no período da noite, não temos pediatra aqui na UPA do Campo Grande a partir das 17 horas. Eu sei que não é muito a pauta desta reunião, mas se a gente não pensar no ser humano como um todo, eu acho que nada disso tem a importância. Eu gostaria de pedir mais uma vez a sensibilidade dos senhores que estão frente à gestão em relação aos nossos moradores do Distrito do Campo Grande, não temos pediatras ao final de semana e eu sou a ponte, eu tenho recebido muito estas cobranças aqui, eu tenho recebido diariamente e gostaria de deixar um requerimento verbal aqui até para o vereador Paulo, para o doutor Lair, se for possível, e doutor Sérgio, que nos passe a escala de médico da UPA do Campo Grande. Assim, eu poderei fiscalizar de uma maneira mais inteligente, de uma maneira mais clara, a questão da escala. Se o problema realmente é do RH da prefeitura, se o problema está sendo os médicos que não estão comparecendo, ou se o problema é a comunidade, que às vezes reclama, reclama, porque tem alguns que reclamam mesmo, a gente sabe como funciona. Eu já trabalhei pessoalmente na UPA do Padre Anchieta, eu sei como que é e eu gostaria desses dados em minhas mãos, tá bom? Se for possível. E a outra questionamento é a limpeza da unidade, tá, doutor Sérgio? Doutor Lair, eu entrei em contato com a empresa RK, que é a engenheira Débora, para questionar essa empresa terceirizada, porque não está sendo feito, tem muita telha de aranha na unidade, eu acho que essas medidas já poderíamos começar a ser feitas aí. Isso são só conquestações, tá bom? Não são perguntas. Muito obrigado, que Deus abençoe e agradeço a oportunidade ao vereador Paulo e todos da comissão. Muito obrigado, vereadores e vereadoras. Vereador Igor Diego, a gente sabe da luta de vossa excelência aí na região do Campo Grande, é claro que é importante contextualizar, eu só gostaria que nós nos ativéssemos nos questionamentos da apresentação dessa audiência E acredito que todas as respostas às suas perguntas serão encaminhadas e devidamente respondidas. O Fábio se prontificou a responder, secretário? Eu não sei quem responde os questionamentos do vereador Igor. Então, está aberta a palavra para as respostas. Oi. Pois não. Bom dia. Estamos ouvindo. Bom dia. Eu liguei a câmera aqui no celular, porque no computador eu não tenho câmera, mas vamos lá. Respondendo ao Cecílio, quanto à questão do orçamento realizado contra o orçamento previsto, que ele disse que tinha uma diferença entre o realizado e o previsto. A diferença ocorre porque o orçamento, por exemplo, da saúde, ele foi mandado para a Câmara e em janeiro, aquele convênio com o Estado, ele foi cancelado. A partir disso, já passa a ter 30 milhões no orçamento que acabam por não se realizar. Além do que, todo ano tem as despesas referentes ao final do mês de dezembro, a última quinzena de dezembro, ela vira restos a pagar para o exercício seguinte. E com isso, o que acontece? Na rede, virou com 23 milhões de restos a pagar não processados, ou seja, despesas que ainda não tinham suas notas fiscais emitidas ao final do mês de dezembro. E aí fica esse percentual de orçamento sem realizar. O Cecília ainda perguntou a questão da folha do ouro verde. Lá na apresentação, eu quero até, licença para colocar ela de novo, aqui na apresentação, como não aparece o ouro verde, mas eu comentei que essa administração rede são todos os gastos com coordenação e as despesas com os temporários. No Ouro Verde, só tem servidor fazendo coordenação. Então, a despesa de pessoal dele entra para o administrativo da rede. Por isso que ele não consta ali no Ouro Verde. Não tem um médico atuando como médico lá durante uma carga cheia. aí passando para a resposta da Mariana antecipar os dados é uma questão que a gente consegue lutar para tentar atender e vamos tentar quanto ao administrativo rede ela queria saber o que era esse administrativo se olhar Mariana, você vai ver aqui que o total de consumo materiais de consumo, medicamentos, equipamentos consumidos na rede, é de R$ 64 milhões, sendo 59 deles dentro da rede. Ou seja, a compra é feita no administrativo e esses materiais são distribuídos nas unidades. Assim como a outra linha que é pesada ali é o Administrativo Rede, que paga essas coordenações, esses cargos de coordenação, coordenador do Hospital Mário Gatti, ele recebe no Administrativo Rede, por exemplo. E os temporários, os contratos emergenciais temporários, eles também constam nessa despesa de pessoal do Administrativo Rede. então essa unidade ela tem esse tamanho porque ela compra para a rede inteira ou se fôssemos fazer uma curva ABC de custos, por exemplo seria feito um rateio dessas despesas para dentro das outras restando apenas um pequeno percentual ali acho que era isso que a Erika respondeu também a questão do valor dos leitos. Então, acho que era isso. Ah, não, falta mais uma. A Mariana perguntou do total COVID. De novo, aqui na tela tem uma coluna separada de 109 milhões. É o total de gastos COVID, com recurso COVID, 109.597. Esse dado está na apresentação do Reinaldo, sendo 57 milhões no fundo municipal, aos 52 milhões da rede. Na apresentação da rede, consta o com o quê? A gente vai olhar aqui o COVID, o recurso COVID, 13 milhões com despesa de pessoal, 14 milhões com prestadores, 928 mil serviços, 24 milhões consumo e 970 mil com investimentos. Também tem Eu tenho como falar Quanto é de despesa Com recurso federal Emenda parlamentar Aqui o Covid E do total Covid De 112 milhões Ali o 109 Ele não contava com esse do Tesouro Aqui São 977 mil Com recursos exclusivos da autarquia 3 milhões com emendas parlamentares, 13 milhões com recursos do Estado, 91 milhões com recursos federais e 2 milhões com recursos provindos do Tesouro Municipal, totalizando 112 milhões de despesas COVID no município. Agora acho que terminei. Muito obrigado, Fábio, pelos seus esclarecimentos. Secretário, eu também não poderia deixar de fazer, de pontuar, de deixar aí um questionamento, nem que seja um questionamento que fique aí para reflexão do senhor e dos seus diretores. Nós temos, como dentista que sou, de formação, primeiro da formação, depois eu acabei fazendo medicina, enfim, como profissional da área de saúde e com muito orgulho de ser dentista, nós temos aqui um questionamento até preocupação de outros vereadores que me antecederam, o Cecílio pontuou bem isso também. Nós temos a portaria 2979, de 12 de novembro de 2019, que institui o programa Previne Brasil. Esse programa Previne Brasil, ele estabelece uma equipe de saúde bucal para cada 4 mil habitantes. Isso seria o ideal. Hoje nós temos uma cobertura em Campinas de 29,9%. A meta pactuada é de 43,2%. Nós tínhamos em 2010, secretário, 153 dentistas que faziam uma cobertura de 42,51%. Hoje, nós temos na cidade de Campinas 97 cirurgiões dentistas. Então, a gente tem aí dados muito claros que nós estamos defasados na prevenção da saúde bucal, na oferta de profissionais, na oferta de mão de obra, não só dentistas, mas também técnicos. Então, o senhor não precisa responder agora, mas fica aqui, talvez no próximo momento, com mais detalhadamente com os dados, quais seriam as propostas de trabalho do senhor, fica aqui consignado a minha provocação, no bom sentido, para que a gente consiga, de alguma forma, contemplar essa demanda para a população de Campinas e também restabelecer o quadro de funcionários na saúde bucal. O senhor quer falar alguma coisa, secretário? Porque nós vamos terminar esse primeiro momento. Bom, eu particularmente acho que a saúde bucal é uma das coisas mais importantes em saúde, de um modo geral. Sei que havia 157 dentistas contratados, agora são 97. Já anotei também, isso já foi conversado aqui, apesar de pouco tempo, Nós estamos chamando agora, nesse momento, 15 dentistas, mas ainda está longe de ser o ideal, viu, Paulo? Eu acho que a gente tem que sentar, conversar, ver o que a gente pode fazer nesse momento. Perfeito, secretário. Eu sei que nós, vereadores, podemos contar com a boa vontade, de colaboração e todo o empenho do senhor e de toda a equipe, de diretores e pessoal técnico no restabelecimento e na condução dessa demanda. Só informando as pessoas que se inscreveram, os espectadores, os internautas, que nós responderemos as perguntas, os questionamentos, porque elas são específicas do segundo momento. Nós estaremos agora encerrando, mas eu peço que os vereadores que queiram participar dessa reunião agora da Comissão de Saúde, que se mantenham aí linkados, não saiam dessa nossa audiência pública. A TV Câmara precisa de um minuto para que a gente consiga fazer essa interface ou fazer essa transição, melhor dizendo, dessa audiência pública para a próxima reunião. Então, eu declaro encerrada essa nossa audiência pública e, em seguida, agradecendo já de antemão a presença do Moacir, do Reinaldo, do Fábio, do doutor Laê e do Sérgio. Muito obrigado, uma boa tarde a todos e que Deus nos abençoe. Bom, você acompanhou então a audiência pública, onde foi detalhado o relatório do terceiro quadrimestre do ano de 2020. Continue aqui na TV Câmara Campinas, agora são meio-dia e 27, a gente vai fazer um rápido intervalo e na volta tem a reunião da Comissão de Saúde, onde vai ser analisado aí a capacidade de leitos do SUS aqui em Campinas para internação de pacientes com a Covid-19. Tem algum questionamento, o número do nosso WhatsApp 19 é o DDD 978293776, mande a sua participação. Rápido intervalo e em seguida, um minutinho, tem a reunião da Comissão de Saúde para falar sobre a Covid-19. no município.
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