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Estúdio Câmara | Seu Exercício Combina Com Sua Personalidade?
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Estúdio Câmara | Seu Exercício Combina Com Sua Personalidade?

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Descrição do vídeo

Por que tanta gente abandona o treino poucas semanas depois de começar? O Estúdio Câmara desta quinta, 10 de setembro, reúne especialistas ao vivo para discutir como a personalidade define o exercício ideal: uns rendem mais na competição, outros preferem rotina individual, silêncio ou contato com a natureza. A atração debate como esse perfil vira hábito duradouro e adianta o tema de amanhã, os tipos de procrastinação. Produção da produtora responsável pela operação da emissora.

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Olá, [música] muito bom dia para você que acompanha a programação da TV Câmara Campinas. Estamos chegando. Estúdio Câmara no ar ao vivo hoje, quinta-feira, dia 10 de setembro e vamos conversar hoje sobre algo que pode mudar a nossa relação com a atividade física. Muita gente começa um treino cheia de empolgação, mas abandona tudo poucas semanas depois. [música] Será que isso é só falta de disciplina, falta de constância? Ou será que o problema está na escolha do do exercício? Afinal, a sua atividade física combina com o seu tipo de personalidade? Esse é o tema do programa de hoje. Algumas pessoas rendem mais sobre competição, já percebeu? Outras buscam o silêncio, a rotina individual ou o contato com a natureza. Então, entender esse perfil é a chave para transformar o exercício em um hábito duradouro. É sobre isso que a gente conversa. Parece fácil, mas é complexo. A gente precisa [música] entender o que acontece conosco, né? Às vezes a gente começa um exercício físico tão empolgado, uma atividade física e aí a gente acaba parando na metade do caminho. Ou a gente pensa em começar e nem consegue. Por que será? Você conta pra gente, já parou para pensar se a sua personalidade influenciou no treino [música] que você escolheu? Conta para nós o que acontece com você. manda pra gente a sua experiência, a sua dúvida, porque nós estamos aqui com as nossas convidadas que entendem desse assunto, vão nos orientar e pode orientar você também que tem uma dúvida e está assistindo o nosso estúdio Câmara. WhatsApp na tela 1997293776. Enquanto você manda a sua mensagem, a gente atualiza algumas informações e daqui a pouquinho vamos apresentar as convidadas do programa de hoje. Olha, a Secretaria de Trabalho e Renda de Campinas abriu o credenciamento de empresas para a 18ª edição do Ferão de Emprego e Oportunidades com programação temática de início da primavera. E esse evento será realizado no dia 22 de setembro, às 9 da manhã até às 4 da tarde na SEASA Campinas. Podem participar empresas com vagas cadastradas no [música] Cine e interessadas em realizar o recrutamento e seleção presencialmente. O credenciamento deve ser feito até o dia 16 exclusivamente pelo e-mail [email protected]. [música] br. As empresas serão selecionadas pela ordem de inscrição e conforme a capacidade de espaço. Todas as informações estão no Diário Oficial do Município no chamamento público número 18 de 2026. E olha só, mais oportunidade chegando. A Fundação Municipal para Educação Comunitária, a FMEC, divulgou o edital com 342 vagas em 12 cursos de qualificação profissional do CPROCAMP para o segundo semestre deste ano. As matrículas começam no dia 16, [música] serão feitas presencialmente com documento de identidade, comprovante de endereço e escolaridade. Os pré os pré-requisitos, perdão, variam de acordo com o curso. As opções incluem, olha só que legal, auxiliar de recursos humanos, auxiliar financeiro, operador de empliadeira, lógica de programação, Excel inglês para atendimento comercial, cuidador de idosos, desenvolvimento de aplicativos, informática básica e auxiliar de logística. Os cursos têm duração estimada de 10 semanas e serão oferecidos nas cinco unidades do Ceprocamp. O edital completo com os cursos, horários, número de vagas, endereços e requisitos foi divulgado pela FUMEC. Acesse o site e se fizer sentido para você, boa sorte para sua profissionalização. Previsão do tempo chegando para hoje. Nossa, gente, tá tudo molhado, né? Que que tá acontecendo? É o É o ninho esta quinta-feira, gente, deve ser marcada pelo céu encoberto, chuva e possibilidades de trovoadas ao longo do dia. Não se anima não. Eu fui dessas, né? me animei, olhei o tempo, falei: "Uau, mas olha, vai chover". Tá bom? [música] Então, os termômetros variam entre 19 e 24º. Temos aí um sol tímido agora, né, de manhã, mas temos aumento de nuvens, pancadas de chuva no fim da manhã, à tarde e à noite. De acordo com a previsão do tempo, poderemos ter temporal aqui na cidade de Campinas. Portanto, se for sair de casa, não esqueça o guarda-chuva e tome muito cuidado, é atenção redobrada no trânsito. Tá bom, gente? Agora sim, voltamos ao nosso tema central. Vamos à apresentação das nossas convidadas do programa de hoje. Agora 8:10, estamos ao vivo com Estúdio Câmara aqui na TV Câmara Campinas. E agora eu pergunto para você, você já tentou academia, caminhada, corrida, dança, artes marciais e acabou desistindo logo no começo ou no meio do caminho? Bom, nem sempre, gente, isso é preguiça ou falta de vontade, tá? Estudos de psicologia do esporte mostram que traços como extroversão, nível de ansiedade, disciplina e preferência por ambientes calmos determinam o sucesso da nossa adesão ao treino. Mas a boa notícia é que não [limpando a garganta] existe um exercício universal perfeito, né? Ah, todo mundo faz academia, musculação, vou lá e vai ser para mim. Pois é, pode ser que sim, pode ser que não. Existe a atividade certa para o seu perfil, para o seu momento de vida e para o que te traz prazer, mas a gente precisa aprender a entender, né, sobre isso. Então, a gente vai conversar sobre exercício, sobre personalidade e a gente precisa de profissionais que nos façam entender eh que nem sempre a motivação vai favorecer o nosso dia a dia no treino, tá? a gente precisa linkcar aí o treino e a nossa personalidade. Então, para isso, nós convidamos a profissional de educação física, personal trainer, exatleta de atletismo e professora de musculação e aulas coletivas. Adoro. Daniele Silva, seja muito bem-vinda. Bom dia. Obrigada pela sua participação. Bom dia. Obrigada. Muito bom estar aqui, poder conversar com vocês, explicar um pouquinho de como funciona isso pra gente ter um direcionamento, né, para ver o que que é melhor pra gente conseguir encaixar aí e seguir a vida treinando, né, com certeza no exercício. Exatamente. E para completar, claro, a gente precisa da nossa prof aqui, a nossa personal, mas como a gente tá falando de personalidade, a gente precisa de uma psicóloga. E para isso, a gente convidou a psicóloga, pós-graduada em psicologia social, cofundadora do projeto Existiva, saúde integrativa, autoconhecimento e esporte. Beatriz Meninel, seja bem-vinda. Bom dia. Bom dia. Muito obrigada. Tô muito feliz de estar aqui também. Eu acho que o esporte ele é uma ferramenta fundamental para cuidar da nossa saúde, principalmente da nossa saúde mental. Então é um tema muito legal pra gente falar hoje. Muito bem. O esporte, gente, eh eh vem sendo prescrito por médicos. a gente sabe. Eu fui no meu endócrino, ele falou para mim assim: "Rúbia, eh, nada de alterar medicação nem vitamina e tal". Colocou lá exercício físico, mocinha. E aí a gente fica com aquela dificuldade de saber qual o exercício combina conosco, né? Então, a gente vai tentar descobrir, desmistificar isso. Hoje a gente começa perguntando pra Dani, muita gente associa a desistência do treino, a falta de foco, a falta de vontade, a preguiça na prática profissional, até que ponto uma escolha inadequada da modalidade explique esse abandono, porque a gente vai no efeito manada, né? Hoje que ah, vou treinar, você vai fazer o quê? Vou fazer musculação. Mas será que é para todo mundo? [suspirando] Vamos lá. Eh, as pessoas focam muito no resultado, né? E aí elas aderem uma modalidade, eh, achando que aquela modalidade é a correta para ela, mas às vezes não combina com o perfil dela, né? E aí, e a modinha também do momento tem a ver, ai a corrida, ai o crossfit. Então, a gente precisa entender se aquilo vai fazer sentido para mim naquele momento, né? se aquela modalidade vai encaixar na minha rotina, né, se o meu perfil, se eu gosto daquele ambiente, né? Então isso acaba acontecendo, né, da gente eh aderir uma modalidade que talvez não encaixe com nossa personalidade. E aí vem a frustração, porque você adere uma modalidade que não encaixe com a sua personalidade. Você vai pra motivação, você vai para aquele negócio de resiliência e vai e vai. Chegar uma hora, você não vai conseguir mais. E isso não é negatividade não, gente. Você não vai conseguir porque não combina com você e aí você vai se frustrar. Mas por quê? Porque você não entendeu eh a conexão da sua personalidade e da atividade física que combina contigo. Então agora vamos aí pro nosso psiquê, pra nossa mente que é maravilhosa. E a Beatriz responde pra gente sobre a ótica da psicologia, né? Porque que certos ambientes de treino trazem a sensação de bem-estar para uns e desconforto gigante para outros, né? Se a gente para para analisar a academia, deveria ser um lugar maravilhoso para todos, mas não é bem assim. O que que acontece? Claro que somos únicos, né? Mas, eh, no movimento ali do treino da atividade física, se a gente para para analisar, deveria ser tudo bom para todo mundo, mas não é assim, [risadas] não. Eu costumo dizer que na psicologia tudo é um grande depende, né? A gente dificilmente tem respostas ali muito concretas. Então, às vezes, uma pessoa extrovertida pode fazer super uso de atividades coletivas, de crossfit, dança, coisas que têm mais interação e uma pessoa introvertida pode gostar de fazer algo mais individual, em silêncio, mas isso não é uma regra, né? Então, por exemplo, às vezes uma pessoa mais extrovertida, ela tá super cansada, ela tem um dia super exaustivo, talvez ela precise de um momento mais de silêncio e de cuidadum. Eh, então quando a gente pensa o que que a gente precisa entender da nossa personalidade para procurar um esporte, não é só a nossa personalidade, né? O contexto que a gente tá vivendo faz muita diferença. Sim. E alguns ambientes eles podem ser um pouco mais ah desconfortáveis mesmo, né? Às vezes a musculação é um pouco mais confortável por algumas pessoas, né? Tem a questão muito da da estética da pessoa às vezes não tá confortável com o seu próprio corpo e aí talvez ela se sinta melhor em outros ambientes onde isso é mais bem acolhido. Perfeito. Bom, nós já começamos a entender mais ou menos, né, o que que acontece com a gente a partir do momento que nós iniciamos uma atividade física, de repente pela modinha, influenciados, né, porque a gente sabe que a rede social influencia muito, querendo aí um resultado rápido, né, como a nossa prof colocou, e a gente vive se culpando por não ter foco, quando na verdade só estava tentando se encaixar no treino errado. Agora, Dani, tem aí um um erro que a gente pode colocar eh que é importante. A gente se acha culpado de não conseguir, né? E como que a gente faz para lidar com essa culpa? Porque eu vou pra academia, eu começo a treinar e aí, como eu falei no no início, vem a frustração porque eu não consegui, né? E aí, como é que faz? Porque essa frustração ela vai, você vai completar pra gente, Beatriz, mas essa frustração vai fazer a gente fugir do treino. Ó, às vezes não é falta de vontade, a gente tem a vontade, só que o ambiente eh, a gente tá o dia a dia, né? A gente tá cansado e aí a gente imagina que chegando lá, como que nossa, é cansativo [limpando a garganta] de pensar o chegar lá, né? E aí, que que eu eu entro na pauta, né, do da questão de entender o que que eu gosto de fazer. Eu preciso entender o que que eu gosto de fazer, porque às vezes eu gosto de fazer, mas não naquele ambiente. Hum. Às vezes uma musculação, um exercício ao ar livre. Às vezes tem pessoas que tm academia em casa que prefere, prefere a musculação. Sim. Uhum. Mas não gosta do ambiente de academia. Eu quero treinar na minha casa. Uhum. Às vezes, né, o a questão é eu vou montar a minha academia em casa, eu vou ter os meus pezinhos, fazer algo em casa. Então, um profissional da área de educação física, ele entra nessa parte de entender o que que o aluno gosta, mas ele não gosta do ambiente. Então, a gente precisa inserir ele em outro ambiente para que ele fique confortável para fazer aquela atividade no local que ele goste. Ele pode gostar da modalidade, mas não gosta do ambiente que a modalidade é é inserido, né? Uhum. Muito bem. Agora, então, Beatriz, como é que a gente faz com essa frustração que vem, né, da gente tentar a gente fazer um esforço e aí de repente a gente acaba se frustrando com a gente mesmo? Porque, tipo, eu não consegui e agora, né? Faço o quê? Porque essa frustração ela pode bloquear eh eh a busca por outro tipo de atividade, não é? Sim, com certeza. Eh, infelizmente a frustração ela faz parte da nossa vida. Exato, né? Então, o que a gente precisa fazer é aprender a lidar com a frustração. Então, o que a Dani tava falando, né? Às vezes eu gosto de fazer musculação, mas eu não gosto do ambiente da academia. Eh, vamos encontrar um outro ambiente. Mas às vezes é insistir um pouquinho naquilo para ver se realmente tá tendo às vezes algum bloqueio seu. A gente costuma evitar coisas muito novas, coisas muito desconfortáveis. E começar uma atividade nova é sempre um pouquinho desconfortável, né? Eu comecei a fazer fit dance recentemente e a primeira vez que eu fui, eu queria sair correndo assim, [risadas] eu queria ir embora porque é muito difícil. E aí você chega lá numa sala que tá todo mundo dançando como se fosse a coisa mais rápida do mundo. Aí você fala: "Poxa, que que eu tô [risadas] fazendo?" Todo mundo já entrouado, né? Eles já criaram a tribo dele. Então, normalmente acontece isso. Criam-se a tribos [limpando a garganta] até pessoas introvertidas. É, vale tentar entrar nesse ambiente para ver se se solta, né? [limpando a garganta] Não é válido a experimentação. Eu sou a favor da experimentação. Sim. E a gente pode pensar em recursos, por exemplo. Eu queria muito ir pro Fit Dance, mas eu tinha esse bloqueio. Tem uma amiga minha que vai, eu fui com ela, falei: "Oi, amiga, vamos juntas", né? E aí isso fez com que eu ficasse na aula até o final, porque minha amiga tava lá, ficou ali me dando o suporte. Ficar na aula até o final é importante. Eu já fugi da aula [risadas] na metade. [suspirando] Com certeza. é importante, mas eh vamos supor que você insistiu numa atividade e entendeu que ai não é isso que eu quero fazer. Sim, vamos tentar outra, né? Existem muitas possibilidades de atividade física. Sim, sim. Tentar outra. Eis a questão, né? Ficar tentando, tentando, tentando. E aí, profe, como é que faz para ficar tentando, né? E o que que o profissional de educação física visualiza no aluno que está em busca de uma atividade física ou exercício físico que realmente tem a ver com a personalidade dele? Como é que eu vou falar pro professor igual você? Vou falar: "Dani, eu quero uma atividade física que combine comigo, mas e agora?" Existe um papo. Que que você gosta de saber, Rub? O que que você gosta de fazer? Vamos lá. Que que te deixa tranquila? Que que te que que te move? Fala para mim, Dani. Ai, não, Dani, eu gosto de correr. Ai, eu acho legal. Levanto cedo. Às vezes não é ainda da sua rotina, mas Dani, eu levanto de manhã, eu dou uma alongada e dou voltas lá no meu condomínio. Ah, já achamos um ponto aí. Vamos trabalhar em cima disso. Rúbia, que que mais? Vamos lá. É, você já tentou fazer uma luta? Você já você já socou um saco de pancada? Vamos. Porque tem os boot camps da vida também que é interessante, né? que a pessoa vai lá, faz o cárdio, faz um treinamento de força, é dinâmico. Então, a gente precisa eh a gente precisa abrir um portal de possibilidades para esse aluno, mas de acordo com o que ele vai te falar, né? E e também avaliando a parte física dele, né? Saber se vai se adaptar, né? Se esse aluno tá apto a fazer. Mas ele estando, a gente precisa entender isso, é perguntas, a gente precisa encher ele de perguntas e fazer com que ele solte algumas coisas. Baseado nisso, a gente consegue direcionar ele pro pro melhor exercício, né? Ai, fico, me sinto tão bem, Dani, depois que eu dou aquela caminhada no meu prédio, aí depois aí com jeitinho o profissional ele precisa introduzir, tá? A gente precisa abrir a mente. A gente também é um pouquinho de psicólogo, porque a gente precisa convencer aquele aluno que aquilo vai fazer bem, que ele já ele já se sente bem. A gente só vai introduzir um pouquinho a mais, porque a musculação é essencial. Sim, correto. Mas que que acontece? Às vezes num primeiro momento ele não vai querer, né? É muito chato, mas com jeitinho a gente consegue introduzir. Mas o que que a gente precisa então? É conversar com aquele aluno e entender o que deixa ele contente, o que deixa ele, né, feliz assim em fazer, que vai deixar ele bem. É a partir disso que a gente consegue direcionar esse aluno. Aí eu não consigo impor, faz isso, né? Eu dou minhas dicas. Exatamente. Isso, né? Faz uma aula experimental disso. Você não acha que você vai se dar bem? Ó, você gosta disso e disso disso, seu perfil é esse, né? Então eu acho que é é esse direcionamento que a gente precisa buscar passar pro aluno. É, mas a gente aluno precisa estar aberto a a essa conversa, a essa comunicação. E para estar aberto a essa conversa, a gente precisa de repente se soltar. É uma coisa você com você mesmo. Por que o nosso cérebro? Bia, me corrija, me corrija se eu estiver errada, por favor. O nosso cérebro ele nos protege, né? Então ele fica na zona de conforto. Se você vai eh para uma atividade física nova, claro que você vai, a cabeça vai falar assim: "Não, não vai, não vai, porque você vai se desgastar, você vai cansar, você de repente não vai conseguir e o nosso cérebro ele vai lutar com contra a gente mesmo. Como é que a gente faz então para poder vencer essa luta, né, e constante que nós temos desse nosso cérebro que entende que está nos protegendo, mas na verdade ele está nos dando muito trabalho na hora, de repente de iniciar ou de escolher uma atividade física. Uhum. Acho que para além disso, o nosso cérebro quer que a gente poupe energia, né, assim, evolutivamente, a gente não tinha tanto acesso ao alimento, por exemplo, como a gente tem hoje. Então, a gente se desenvolveu socialmente, mas o nosso cérebro ele demora um pouco de tempo para se adaptar. Eh, então por isso que às vezes, né, você tá falando com a será que é preguiça, n? Não é preguiça. De fato, tem algumas coisas que parece que é meio contrainttuitivo a gente fazer. Tem uma frase do Draus Varela que eu amo que ele fala: "É sempre um sofrimento, mas eu vou lá e eu faço, né? Ele é um super maratonista". Eh, além de tudo isso que a Dani trouxe, que eu acho importante, né? Da gente entender as características, o que faz sentido para cada pessoa, pensando um pouquinho na parte da psicologia, eu gosto de entender também outras coisas assim, o que que vai te dar prazer? Ah, por exemplo, ah, eu sou uma pessoa que eu trabalho em casa o dia inteiro e a socialização é muito importante. Então, vamos encontrar espaços de socialização, vamos fazer coisas coletivas, porque às vezes você não vai treinar porque você quer ir treinar, às vezes você vai treinar porque você vai ver sua amiga, porque você construiu aquela comunidade ou então não, eu tenho um dia muito cheio e eu preciso de um momento de descanso. Então, vamos fazer uma atividade que seja mais individual, que te traga esse momento mais só seu mesmo, né? que a atividade física seja um momento de autocuidado também. Então, quando a gente pensa nisso, eu acho que é interessante buscar outras coisas que não só a motivação e a disciplina, que elas são importantes, mas eu não acho que elas funcionam para todo mundo a longo prazo. Uhum. Muito bem. Agora, a gente tá falando aqui de descobrir o seu perfil esportivo, ou seja, a sua personalidade eh que vai combinar com o exercício físico para você. Ô Dani, tem um um momento da vida que a gente vai chegar, que a gente vai encontrar esse muro aí, tipo assim, ah, essa modalidade não combina comigo? Um exemplo, uma pessoa que foi atleta, uma pessoa que treina, fez musculação e tal, ah, durante toda a sua juventude. Daí depois chega uma fase da vida, ela não quer nem saber de nada e, né? E aí é o momento dela tentar descobrir. Nem sempre o que nós fizemos eh vai ã estar presente em todas as fases da nossa vida. É isso. É o meu caso. Eu fui atleta quando jovem, né, de 400 m. Então isso eu não consigo estender isso por um longo prazo, né? Então aí depois disso eu preciso buscar um outro tipo de modalidade que vá me dar prazer tanto quanto lá no início, né, quanto o atletismo. E aí é aquele lance do experimentar mesmo, né? Eu depois de uma cerade eu fui fazer, eu fui porque aliado [limpando a garganta] a minha rotina, né, uma rotina antes que eu tinha mais corrida, eu precisava, tem pessoas que têm aquele lance de descarregar a energia, né, descarregar o estress. Então eu busquei essa modalidade para mim poder descarregar esse stress e tudo mais. a corrida também me me deixa. Então, existem momentos, eu tenho momentos e fases que eu tô mais para corredora do que para lutadora. Olha aí, tá? Então isso acontece também com as pessoas, né? E tem esse lance de dessa desse não saber o que fazer, mas é importante que você o lance do prazer, né, de gostar daquilo, mas é as fases, a tendência é essa mesma. E você migrando de modalidade. Eh, hoje eu corro mais do que luto, então isso me deixa mais tranquila, mais Então eu libero o meu estress através disso. Sim. Então é importante entender o que vai fazer você se sentir bem. Essa é a pauta, né? Uau! Autoconhecimento, né? Vamos lá. Nos ensina, né? nossa psicóloga sobre o autoconhecimento. Como é que eu vou entender que fase que a fase que eu estou de repente não combina com o exercício físico que eu fazia há 10 anos e com muita destreza, né, com muita eh eh vontade, com muito dinamismo e hoje eu já não consigo mais. Então, como é que eu eu faço para entender que que sim, que a minha a fase da minha vida hoje, ela vai me permitir de repente uma migração, eu vou migrar para outro tipo de atividade. Para isso eu preciso do autoconhecimento. Sobre essa questão de personalidade e exercício, como é que a gente trabalha o autoconhecimento, que perguntas eu devo fazer para mim para entender, né, que de repente eu posso buscar um outro tipo de atividade? Uhum. Acho que isso é muito importante que a Dani trou também tá falando, né? Porque às vezes a gente acha que a gente vai escolher uma coisa e vai fazer isso resto da vida, né? Mas o nosso contexto muda, a gente muda, a gente muda de ideia. Claro que a nossa personalidade é uma coisa que se mantém, mas a gente vai mudando de ideia ao longo da vida, algumas coisas vão se transformando e às vezes aquilo que fazia sentido não faz mais sentido. Isso é bastante comum acontecer, né? E às vezes a gente fica um pouco resistente com esses processos de mudança. Uhum. Uhum. E aí uma coisa que pode ser um pouquinho ruim é a gente insistir naquilo que não tá funcionando, né? Naquilo que não tá fazendo sentido. Sobre as perguntas, eu acho que o mais importante é isso que a Dani falou de o que que vai me dar prazer agora? O que que eu faço hoje que eu me sinto bem depois? Não vamos pensar no durante que às vezes o durante é meio sofrido, né? [risadas] Sim. É. Não vou falar que não é porque é é é verdade. A gente não pode romantizar. Exato. Que bom que eu vi. É, é, é bem isso que acaba aconteendo. A gente vai conseguir entender só no final, mas para chegar no final, ô gente, vamos conversar sério aqui. Tem um caminho aí para seguir que é desafiador, hein? Bastante. Uau. É, então é isso, se entender o que que eu faço, porque a gente pensa em uma recompensa, né? A recompensa ela vem depois quando a gente realiza uma atividade. Então, ah, eu fui lá na corrida, eu corri, eu me senti ótima. Legal. Ah, eu gosto de caminhar. Depois que eu caminho, eu sinto que eu coloco meus pensamentos no lugar. Isso me ajuda a me acalmar, [roncando] me regular emocionalmente. Ou não. Eu preciso de uma atividade de alta intensidade. Eu preciso suar, eu preciso, vou fazer um crossfit, uma luta, vou terminar assim o treino acabada fisicamente, mas eu vou estar muito feliz, muito contente. Então é entender o que que você tá vivendo hoje e o que que tá faltando. Por exemplo, ah, eu tá faltando diversão, minha vida tá muito chata. Uhum. Então, vamos encontrar alguma atividade física que seja divertida. Tem tantas, né, tem tantas opções. Eh, então, e o processo de experimentação, por mais difícil que ele seja, ele faz parte, porque como existem muitas modalidades, às vezes a gente não sabe se a gente gosta ou não, porque a gente nunca teve contato com elas. É verdade. Então, é importante ir lá e testar as atividades. Com certeza. Algumas modalidades vão aliviar o estress físico e outras vão aliviar o estress mental. Exato. Então a gente tem que tá ali entendendo que momento que eu tô do meu dia. Eu cheguei, eu tô muito cansada fisicamente, tá? Eu preciso fazer algo mais tranquilo, um alongamento, uma yoga. Ah, não, eu cheguei minha cabeça, eu preciso fazer uma musculação, preciso fazer um crossfit, eu preciso saltar, eu preciso fazer força, eu preciso contar, prestar atenção nas minhas séries. Então, depende do final do dia, como que você tá. Uhum. Uau, hein? Olha só. E além disso, eh, várias modalidades hoje apostam na questão do grupo, né? Esse negócio de grupo incentiva, gente, Dani, muito, né? Muito incentiva bastante. É uma, você monta aquela, a sua turma, né? Que nem a corrida, por exemplo, agora tá muito em alta e e a galera, né? Tem essa tribo, ela é muito unida, ela a galera é um esporte individual, porém o pessoal se ajuda muito, tá? Eles socializam muito, tem muita coisa bacana. Então isso é bacana. O que você começou a fazer agora o fit também, cara. Isso é muito divertido. Eu não faço porque eu não, eu sou da área, mas pra dança assim de coreografia zero, né? Mas também é um a gente monta as as turminhas e isso torna mais é muito extremamente prazeroso. Então as turminhas, os lutadores, os crosspiteiros, então isso é muito atrai as pessoas, né? Então fazem com que montem os seus grupinhos e tirem a gente da zona de conforto, né? Pois é, porque sempre tem que que nem os, no caso dos crossfit, da da luta, sempre tem o lance de graduar, sempre tem o lance do pace na corrida. Então isso vai incentivando a gente melhor e cada vez mais, né? Uhum. Eu eu fiz crossfit durante uns dois do anos e meio, assim, eu não fui uma pessoa que tive atividade física na adolescência e na infância. Eu era adolescente que não ficava na educação física, então eu não tinha muito uma relação muito boa com o esporte. E aí na vida adulta tentei musculação um milhão de vezes. Um belo dia achei um box de crossfit junto com uma amiga minha e e a gente começou juntas, o que eu acho que foi importante para mim, assim, para mim ter uma amiga é entendi que é importante para começar algumas atividades. E eu tinha muitos preconceitos com o crossfit, assim, acho que muitas pessoas que não fazem crossfit tem um pouco desse preconceito, mas é uma comunidade tão bonita assim, as pessoas [limpando a garganta] celebram as suas conquistas que você começou ontem. do mesmo jeito da pessoa que tá lá 10 anos. É verdade. E aí isso vai te dando um ânimo e uma vontade de tá lá e uma vontade de querer fazer, de desenvolver, sabe? E uma coisa que eu achei muito importante é que o CrossFit me ajudou em várias coisas, assim. Então ter esse momento de socialização, que eu trabalho em casa sozinha, então para mim era o meu momento do dia, mas ele também me ajudou a ter paciência com o processo, né? porque você vai evoluindo gradativamente, você tem que aprender a técnica, depois você põe peso, depois não sei o quê. E aí você fica vendo as pessoas fazendo aquilo, parece a coisa mais fácil do mundo, mas aí você vê que não é. Então assim, é um desafio, né? Então é bastante desafiador. Acho que toda atividade física tem os seus desafios. Eu e a Dani, que é a minha colega, ela a gente sempre fala, né? Toda atividade física tem um desconforto que a gente precisa gostar dela minimamente. Porque é desconfortável, né? Às vezes você tá colocando o seu corpo ali numa situação de limite, de muito esforço, mas aquilo é recompensador de alguma forma. E aí quando vem essa recompensa, eu acho que é o momento que você pode parar e pensar, falar: "Ah, acho que essa é a atividade física que tá fazendo sentido para mim agora". É verdade. É, o maior benefício do treino é que nem sempre ele aparece no corpo, né? Primeiro ele aparece no seu bem-estar, né? Mas a gente sabe disso, né? Eu sei, você aí de casa sabe, todo mundo sabe que o exercício físico ele é um remédio pras nossas vidas, né, pra nossa qualidade de vida. Mas o que impede da gente continuar, da gente começar, da gente persistir nisso? Às vezes tem gente que chega na frente da academia e fala assim: "É hoje". Mas daí dá dois passos, volta e fala: "Não, não vou, não vou". O que que acontece? Precisamos no entender as mulheres, principalmente as mulheres, nós temos um um período da nossa vida em que a gente começa a desistir das coisas, mas é só uma fase, tá bom? Depois a gente já eh eh volta para para si e já começa a seguir novamente. Eu tô dizendo que é um período da menopausa, que a gente fica com um turbilhão de emoções, de hormônios, né, tudo exacerbado, é um vulcão. E nesse momento é um dos momentos onde as mulheres que de repente eh tinham uma atividade física ativa, elas acabam eliminando a atividade física eh eh do dia a dia. Ahã. Dani, como é que a gente faz nesse momento da vida pra gente poder de repente continuar além de, claro, e experimentar, né? O que que tem que ter, hein? Como como que eu vou continuar se o meu corpo tá falando assim: "Ah, não, minha cabeça, né, tá dizendo assim: "Ah, eu não vou e o meu corpo, coitado, ele, né, ele não quer nem levantar da cama, ele vai se arrastando. Mas chega lá e eu desisto." Isso, você vê isso acontece isso. Vejo. Isso é o lance da falta de motivação, né? Às vezes também entra os familiares, tá? Entra ao teu redor. Olha isso. Rede de apoio, né? Rede de apoio também tem o incentivo lá de casa, né? Tem o esposo, a gente tem lá os filhos, né? Então precisa assim do incentivo. As amizades também são muito importantes, né? Nesse caso. Mas então falta mesmo é o lance da motivação. Mas daí é motivação é uma coisa individual. Uhum. Né? Então, a gente precisa trabalar isso o quão benéfico isso vai ser para mim. Então, eu preciso bater o pé. Exato. E levantar e ir, porque chegando lá, né, os profissionais vão te ajudar normalmente, na maioria das vezes. E e o importante é isso, é buscar a sua motivação interna e seguir. Uau! Precisamos ter essa motivação interna e nossa psicóloga. Vamos lá. emoções, sentimentos, às vezes sem nomes, né? Porque a gente precisa aprender a nomear nossas emoções, nossos sentimentos. E chega uma fase da vida que a gente tem tanto sentimento, tanta emoção, que a gente não sabe dar nome para nada, né? aquele divertidamente entra em confusão dentro da gente. E aí nós precisamos sim continuar a atividade física ou iniciar o exercício físico. Mas você tá sem motivação, você tá eh confuso, você eh de repente está aí com eh eh aquela questão dos hormônios, né, quando a gente fala das mulheres, os homens também, tá? Porque a mulher tem a menopausa e os homens têm a andropausa. Pouco se fala sobre isso dos homens, porque os homens têm aquela questão assim, tipo, né? Não, não vou falar a vou continuar e tal. as mulheres. Hoje a gente tá começando a falar um pouquinho mais, mas também não se falava. E é importante a gente falar disso, por quê? Porque às vezes ela não tá com preguiça, ela não tá com falta de vontade, ela está com um problema, de repente que ela precisa resolver no endocrinologista para depois ela ir para uma atividade física e psicológico também, não é, Beatriz? Sim. Quando a gente pensa na menopausa, eh, além das alterações hormonais, na verdade as alterações hormonais causam alguns sintomas, né? Um deles pode ser insônia, que aí já é uma pessoa que tem dificuldade para dormir, então é uma pessoa que tá mais cansada, tem às vezes um humor um pouco mais deprimido. Eh, então algumas mudanças vão acontecendo mesmo assim. Tem alguns tem algumas mulheres que passam por isso de uma forma muito mais tranquila, tem outras mulheres que não. É isso, né? Cada corpo é um corpo. Sim. Mas o que eu acho importante é isso que você falou, ter um bom acompanhamento médico para esse momento, para entender o que que tá acontecendo, o que que dá para fazer, mas também ser muito gentil com esse processo, porque é uma grande mudança. A gente ainda fala muito pouco sobre a menopausa, né, mas ela é uma mudança muito significativa. Na verdade, nós mulheres nós somos cíclicas, então ao longo do mês, a nossa o nosso ânimo, a nossa disposição, ele muda muito. Então, tem semanas que vai ser mais fácil você ir treinar, você vai estar mais motivada, mas tem outras semanas que você vai estar com cólica, você vai estar com dor, você vai estar mais cansada. Eh, então a motivação ela é muito importante e isso que a Dani falou, né, ela é uma motivação interna. Então, a gente precisa entender porque hoje para você é importante fazer esses exercícios. Sou uma mulher que eu tô na menopausa, eh, eu não tô aim fazer musculação agora, eu não tô a fim de fazer uma coisa de alta intensidade. Tudo bem, vamos fazer uma caminhada, né? Vamos começar aos poucos. Ah, mas eu sempre fiz esportes, tudo bem, mas esse é um momento de mudança. Então, às vezes a gente quer começar assim: "Ah, então eu preciso treinar sete vezes na semana e se não for isso não tá bom". Colocar metas menores, metas mais possíveis de serem feitas. objetivo, né? E planejar como que eu vou atingir aquele objetivo. Exatamente. E às vezes assim, marcar um compromisso na agenda mesmo, ter esse não, esse momento é o meu momento, eu vou lá fazer essa atividade física, vou fazer 30 minutos de caminhada que seja, eh, vou chamar uma amiga, vou ouvir um podcast, vou fazer alguma outra coisa. importante organizar a sua rotina, porque às vezes você está priorizando algo que tá te estressando muito e aí você deixa aquilo em segundo plano. Acho que é importante é colocar você em primeiro plano e depois as outras coisas, né? Maravilhosas. Olha só, a gente aprendendo aqui hoje como, né, eh, nós fazemos para entender a nossa personalidade com o exercício físico e também com a fase da vida que nós estamos, né? E também não se culpar muito, porque a frustração, como a Bia passou pra gente, a gente sabe que ela faz parte da vida, né? Ela também nos incentiva em algum momento. Você se frustrou hoje, mas amanhã você fala: "Opa, isso aqui não faz parte de mim não vou lá e vou mostrar para mim que eu posso, né? Só que entender a fase que você está, se respeitar, só que continuar, persistir, né? Claro, vai ter dia que você vai chegar e você não vai conseguir e tá tudo bem. O importante é continuar, ter constância. E a constância, quando a gente fala de constância, Dani, achei bem interessante um post que eu vi de constância, né? Daí tinha lá umas chicrinhas, xícaras pequenininhas de de café e todas lindas, brilhosas, maravilhosas, escrito eh o que que a gente pensa que é constância. E embaixo tinha lá uma xícara de café com o café derramado, outra xícara virada, outra, mas elas na mesma sequência. Então, a constância, me corrija se eu estiver errada, não é você eh performar, fazer o melhor, né, todos os dias e tal, não. É simplesmente você continuar estar ali, estar ali, independente se hoje você se deu bem, hoje você não conseguiu, amanhã mais ou menos, depois o com o louvor, mas é seguir. Vai ter aquele dia que você vai estar mais, eu costumo falar pr pras minhas alunas, vai mesmo sem querer ir, diminuir a carga, faz com menos intensidade, mas esteja ali, exercite a mente, exercite o corpo, porque aí entra nesse lance da constância, né? Vai ter que vou chegar power, eu vou chegar muito, quero treinar. Legal, porque o pouquinho, pouquinho é a soma, né? O montante, é o resultado final. Exato. Porque se você não vai, ai de c dias, ai eu não vou três, não. Vai lá, faz uma caminhada, né? Faz um, por mais pouquinho que seja. Isso é importante porque isso entra no lance da constância, né? Diminuir a intensidade, mas vai, esteja ali. Constância, gente, todos os dias um pouquinho, seja de que jeito for, né? O negócio é estar lá. Vai lá e ah, só caminha na esteira. Ah, só dá uma volta no quarteirão. Continua, continua, continua. Esse é o segredo. E não quero ir na academia, faz em casa. É, vou fazer aqui um agacha e salta. Vou fazer uns abdômens. Já tá lindo. Pelo menos algo para movimentar, né? Exatamente. E uma coisa que eu falo bastante na clínica é a constância, ela não é uma coisa linear, né? Às vezes a gente acha que a constância essa reta ou essa crescente, sempre o mesmo ritmo e não sempre o mesmo ritmo, sempre a mesma motivação, a mesma alegria. Mas para além disso, a vida ela acontece, né? Então você pode ficar doente, você pode ter um problema no trabalho, se você tiver filhos, pode ser que aconteça alguma coisa, você não consiga ir naquele dia. Então é importante, claro, eh se priorizar e tentar fazer pelo menos um pouquinho no dia, mas tem dias que às vezes realmente não funciona. E é interessante é respeitar também o corpo. Exato. É respeitar e voltar, que isso faz a constância, né? O importante é voltar. É não respeitar, é ficar na zona de conforto, né? Respeitar [risadas] três dias seguidos, é, né? Vou respeitar meu corpo. Tá acontecendo. Tô respeitando meu corpo, né? Meu cérebro disse assim: "Não vai, porque você vai cansar, isso vai te esgotar, né? Então você vai ficar aqui, não vou respeitar". Cuidado com esse respeito aí. Mas a gente precisa assim respeitar o nosso corpo, né? Gente, 8:45. Então, olha, seu exercício combina com a sua personalidade. Conta pra gente. Vamos ver quem é que tá conosco. Pessoal aí da produção tá falando que nós temos algumas pessoas participando do programa. Vamos ver. Eu consigo ler ali. Olha só, a Cláudia Almeida da Vila Industrial. Na hora de montar um treino, além do objetivo físico, o profissional deveria perguntar mais sobre rotina, gostos e jeito de ser do aluno. Olha, isso, vai para você. Sim, sim. Eu costumo perguntar assim, como que é a rotina, é do que que a pessoa trabalha. Influencia bastante, né? Sim. o horário que ela pretende treinar, isso influencia muito. A gente não consegue, eu faço uma uma namnese enorme assim antes de saber que horário que você pretende treinar, você costuma fazer cardio, gosta de fazer cdio? Porque eu pergunto o objetivo dele, qual que é o seu objetivo? tal, quero emagrecer. Ah, eu quero. E aí, baseado nisso, eu preciso traçar esse plano. Então, se eu não souber do que que a pessoa trabalha, se o o trabalho dela é cansativo, se é sentado, se ela tem filhos, como que é a rotina com esses filhos. É, é [limpando a garganta] tudo. É, se realmente é preciso perguntar tudo isso antes de montar um treino. Quantas vezes na semana vai treinar, quanto tempo vai ter para treinar, porque às vezes a rotina é corrida, ela tem 30 minutinhos. Eu preciso ver e e tentar introduzir isso no quantas vezes na semana ela vai treinar e o tempo que ela vai treinar. Então, eu preciso saber do que que ela trabalha, se ela tem filhos, eh, que hora que ela dorme, que hora que ela acorda, se o sono dela é bom, tudo isso, alimentação. Sim. Eu eu pergunto sobre tudo isso antes de montar o trem. Importância. a importância de um profissional, né, de educação física para orientar a gente, porque muitas vezes a pessoa entra na academia, ela fala assim: "Ah, não, eu vou lá, eu sei fazer isso aqui mesmo, então conheço as máquinas, eu vou e começo a treinar, treinar sozinho, né, sem orientação de um profissional." Claro que os profissionais lá da academia eles estão lá para te orientar, né, no teu movimento e tal, só que você precisa de uma orientação específica, né, para o seu caso. Cada um é de um jeito. E aí é por isso que nós precisamos de um personal, de um profissional de educação física para nos orientar. Tá bom? 8:47. Vamos lá, mais uma pergunta na tela. Agora vamos ver se a gente direciona paraa Beatriz. Pode colocar pra gente, produção, por gentileza. A Elane Ferreira do Jardim São Vicente. Ó, quando alguém ouviu durante anos que era preguiçoso ou ruim para esportes, essas falas podem continuar influenciando a sua relação com exercício na vida adulta, as crenças que limitam? Beatriz, olha isso, né? Isso tem um peso tão grande na vida da gente. E que bom que a gente pode falar sobre isso hoje, não repetir isso com os nossos filhos e os nossos filhos com os filhos deles. Isso é muito importante. Sim. Eh, infelizmente pode sim influenciar, porque a gente vai se construindo ao redor do nosso contexto, né? Então, as coisas que as pessoas falam, principalmente se forem familiares, pessoas que a gente confia, a gente às vezes acaba acreditando como uma verdade, né? sem fazer muito um questionamento desses pensamentos, dessas verdades. Então, um bom processo de psicoterapia também ajuda a lidar com essas crenças que estão te limitando a começar a fazer uma atividade física. É importante desconstruir tudo isso, né? Porque todo mundo pode, a gente pode. E como nós falamos aqui, ah, muitas vezes não é, não, não é preguiça, né? A gente precisa entender nosso corpo, né, Bia? Exatamente. Precisa eh na verdade é saber o que faz a gente bem, né? E aí você quer, é, mas você não tá conseguindo, né? Então vai muito também do pesquisar as coisas, né? Que vou ver o que que eu que que será que que tá legal? O que que eu será que eu senti vontade? Que nem eu, eu estive no Chile agora a pouco e eu fui fazer snowboard. Uau! Olha aí. Eu falei, gente, que coisa mais legal do mundo, sabe? Hum. Aí você vê, eu vi que tem uma modalidade que eu quero muito fazer, que não tem, não tem neve aqui para fazer, mas cara, te abre possibilidades, né? Então é, pesquisa, procura coisas e e vai experimentar. Assim, minha dica é experimentar e também procurar a ajuda de um profissional, tanto um psicólogo quanto um profissional da área. A gente vai conseguir te direcionar, vai te fazer, a gente vai te encher de perguntas e baseado em tudo que você responder pra gente, a gente vai conseguir te direcionar. Uhum. experimenta isso, esteja aberto para poder experimentar. É, às vezes uma resposta que você busca tanto, né, está dentro de uma conversa com os profissionais que que são direcionados para te orientar. Se você nunca foi, vai bater um papo com um psicólogo, com um profissional da área, vai um papo franco, fala: "Eu quero, deixa eu, deixa eu te fazer umas perguntas. Eu estou sempre aberta". E eu com certeza, né? A Bia também tá. Então, a gente tá ali para isso, para te ajudar. Enche de pergunta mesmo, tá? Fala o que você quer, o que você espera, seu objetivo, né? A gente precisa falar sobre o que eu quero isso. Eu pergunto assim, que que você quer? Não, pode falar com sinceridade. Não, Dani, eu quero entrar numa calça 38. Então, vamos trabalhar em cima dessa meta. Não, Dani, eu quero só saúde, qualidade de vida. Eu quero poder brincar com os meus filhos, né? Legal. a gente vai trabalhar em cima do que você quer. Então, seja sincero, não tenha vergonha de falar o que você quer. Fale o que você quer. E a gente vai trabalhar em cima disso, em cima do que você quer. Porque se você camuflar, chega com não fala. Uhum. Que a gente vai trabalhar em cima disso. Ah, que gostoso ouvir isso, porque é importante, você abre, você conversa e você descobre, né? Algo que de repente para você é tão desafiador, mas para os profissionais ele já tem aí a linha de raciocínio que vai te ajudar. E aí, ó, você vai voar. Bora que bora. 8:51. Mais uma pergunta pra gente, produção, pode colocar na tela, por favor. Vamos ver quem é que tá conosco. O Thiago Moreira do Jardim Chapadão. Ah, Thago, eu desanimo quando preciso aprender a usar muitos aparelhos. [risadas] Quem nunca, né? Exercícios mais simples podem funcionar melhor para quem prefere praticidade. Ô Bia, esse negócio de desânimo é é porque é muito desafiador, porque é algo que a gente tá aprendendo e todo o aprendizado requer muita energia, não é? E a gente desanima mesmo, né? Sim, a gente desanima. É. E é isso. Pode ser que ele tenha uma rotina, por exemplo, que ele já usa muito a cabeça durante o dia e ele precisa de uma atividade um pouco menos complexa. Não vou nem dizer mais simples, né? Mas assim, menos complexo. Talvez ele não vai pra musculação fazer seis, sete aparelhos no dia, mas ele pode fazer outras atividades sejam mais guiadas com pilates, né? O crfit é super desafiador, mas eu acho que dá para encaixar. Então, exercícios livres, talvez será pode ser melhor para ele, no caso, entendeu? Um funcional, porque você faz todos os movimentos que você faria nas máquinas, só que com o peso corporal. E tá tudo bem. Funciona em grupo, funciona da mesma forma. É isso mesmo. Ô gente, agora vamos lá, né? Vamos ser franco aqui. Você chega na academia assim, essas academias ultimamente estão muito tecnológicas, né? Você chega na academia assim, você olha aqueles equipamentos, fala: "O que que eu vou fazer aqui?", né? Você precisa fazer um curso para poder entrar numa máquina daquela. Mas é muito bom, mas é desafiador. E de repente por isso que a gente acaba desanimando, né? E hoje a gente tem tantos recursos, de repente pesquisar lá na internet, né, para que que serve esse aparelho e tal. Aí você já chega lá sabendo um pouquinho, aí você vai conversa com o personal, ele te ensina, te encaixa no aparelho, você vai lá e detona. Tá bom? Não desanima não. Vamos lá. Thiago Moreira do Chapadão. Ah, é. Tá bom, tá certo. Ele que falou aí dos dos aparelhos, né? Ó, #tamos juntos, tá? Porque de vez em quando eu olho os aparelhos assim e falo: "Ô, gente, que que é isso aqui, né? Não tô entendendo não. Mas é sobre isso, mas a gente pode aprender, né? E pode, de repente ultrapassar mais essa barreira, mais esse limite. Tá bom? Pode colocar mais uma na tela, produção, por favor. Vamos ver quem é que tá com a gente. Vinícius Rocha, Jardim Londres. Bom dia. Bom dia. Algumas pessoas se animam mais quando o exercício tem uma utilidade, como ir de bicicleta ao trabalho. Isso também pode ajudar a criar constância. Então esse negócio de exercício e atividade, a gente precisa aprender a diferença, né? Porque ó, vamos lá, ir de bicicleta ao trabalho vai ajudar a na constância, mas eh subir uma escada no trabalho, descer a escada no trabalho, eh carregar um peso no trabalho, isso é uma atividade, não é um exercício. Vamos lá, profe, orienta a gente. Exercício físico é aquele que você faz, você faz guiado, né? Program intenção, né? Esse se eu não se eu não estou errada, com certeza não. Então, eh, mas ir ao trabalho de bicicleta diariamente, ir e voltar é excelente, né? Sim. Torna-se um exercício, porque você vai ter uma rotina, uma constância, você tem um tempo, então isso é uma programação. Então, se ele faz isso sempre, isso é muito bacana. Então, já temos ali um exercício físico. Top, muito bom, Vinícius. Tá, isso pode ajudar a criar constância? Ele já tem uma constância, já uma constância. É, vai, ele vai ter que ir pro trabalho. Exatamente. Ele já criou uma constância. Menino, você tem uma constância, você faz exercício físico, você não tá nem sabendo. Você tá vendo só a importância dos profissionais que nos orientam? Parabéns, Vinícius. Tá indo ao trabalho de bike, tem uma constância, faz exercício físico. Agora o desafiador é o quê? ele cronometrar esse tempo. Olha, eu vou pro trabalho em 15, eu vou dar uma, isso vai criar um condicionamento para ele. Acelerar um pouquinho mais. Isso. Alha, eu chego no trabalho em 20 minutos, agora eu vou pedalar um pouquinho mais rápido que eu quero chegar em 17 minutos. Ele vai criando um condicionamento físico. Vai chegar para que ele vai querer estender isso além do trabalho. Já é uma modalidade que ele pode praticar, né? Eu vou eu vou levar isso pro fim de semana agora, porque aí ele vai conseguir chegar um pouquinho mais rápido no trabalho, vai estar condicionado, que já é um exercício, é uma modalidade, né, menino, parabéns para você. Tá vendo? Olí, ó, já tá praticando exercício físico e nem sabia. A 8:55, a última. Então, produção, é isso. Tá bom. Daí a gente já vai para as considerações finais. Hoje a gente tá ao vivo falando aqui com uma psicóloga, uma personal trainer falando sobre essa questão de personalidade e exercício físico. Às vezes a gente desiste, não sabe o porquê, mas aí de repente aquele exercício não combina conosco. Mas como é que a gente faz, né, para poder entender qual o exercício físico combina com a gente, né? Pra gente poder ter aí uma constância nos exercícios. Vamos lá. Pode colocar mais uma na tela, por gentileza. Marcos Vinícius do Parque Jambeiro. Começar uma atividade, perceber que consegue evoluir, pode mudar a forma como a pessoa enxerga a própria capacidade também fora do exercício. Ah, verdade. É, é, nós falamos de começar uma atividade e não conseguir frustrar, né? Agora ele tá colocando aqui a gente começar uma atividade, perceber que a gente tá evoluindo e aí a nossa capacidade ela fica um pouquinho mais, né, alterada, né, mais no pedestal, mais no brilho. E aí a gente fica naquela vai, você consegue, você consegue. Isso é bom, né, Beatriz? Isso é ótimo. Quando a gente fala de autoestima, uma das características é o nosso senso de capacidade. E a atividade física, ela é uma coisa que pode ajudar muito a gente, porque a gente vai percebendo que a gente consegue aprender coisas novas, que a gente consegue fazer coisas difíceis, que a gente tem mais força, que a gente tem mais resistência. Então, a atividade física, para além de todos os benefícios que a gente já sabe, ela também é ótima para desenvolver algumas habilidades mesmo. Sim. Então, ah, eu sou muito tímida e aí eu fui fazer um esporte coletivo e eu comecei a conversar com as pessoas. Nossa, então eu melhorei a minha habilidade de socializar. Eh, então com certeza a a atividade física ela ajuda a gente a se sentir melhor nesse sentido de se sentir mais capaz de fazer as coisas. É, isso é bom demais, né? Você percebe isso nos treinos com o pessoal que você melhor habilidades físicas e aí essa pessoa tende a migrar para outras modalidades por conta desse condicionamento. Ela cria um condicionamento ali numa modalidade, quer migar a outra, quer degustar uma nova e acaba gostando também, acaba fazendo outro tipo de esporte também ou conciliando conforme o tempo, né? Porque ela já tá apta, ela criou mais uma resistência, ela criou um condicionamento. Isso é muito legal. Então a pessoa fica introduzida ali naquele meio e não quer sair mais porque muda o seu comportamento, né? Muda seu muda a sua alimentação, muda até as amizades. Se você for parar para pensar, né? O seu grupo vai mudando. Verdade uma coisa puxa outra, né? atividade física, o exercício físico, aí você vai, poxa vida, eu vou melhorar a minha alimentação porque eu já tô ali fazendo exercício físico. Por que que eu vou, né, chutar a a o balde aqui na hora de me alimentar, né? Você começa a ver os resultados social, físico, né? Te condiciona. E aí aquela pessoa que num exemplo, né? Eu tenho um uma aluna que não, ela começou a fazer trilha porque ela se condicionou ali na musculação, ela brilhou o olho, gostou e tá [limpando a garganta] impossível, sabe? E isso é legal, te direciona para outros ambientes, outras modalidades, degustar outras coisas e pra qualidade de vida, né? Isso é maravilhoso. É isso, gente. Falando aqui de atividade física, de exercício físico, aliás, né? exercício físico e a nossa personalidade e a gente tentando descobrir aquilo que combina conosco. E para isso recebemos aqui duas pessoas especiais que t, né, são formadas para nos orientar referente ao tema do programa de hoje. Então, gostaria de agradecer demais a presença de vocês. Beatriz, muito obrigada pela sua participação, pela sua orientação, né, eh, e por compartilhar conhecimentos conosco nessa manhã aqui bem gostosa. Nossa, nosso bate-papo acho que rendeu bastante e incentivou muita gente que tá em casa, viu? Gratidão. Obrigada. Eu que agradeço a oportunidade. Foi uma conversa excelente. Muito bom. E você, nossa profe, nossa personal, né? Obrigada pela sua participação e e por nos orientar e mostrar pra gente que é desafiador, mas não é tão difícil. A gente consegue, não é? Eu agradeço muito, né? Tá aqui, poder ajudar. E gente, minha dica é: busque ajuda de um profissional. pergunta, enche ele de perguntas. Ai não, mesmo que você não vá utilizar os serviços dele, mas meu tire dúvidas, tá? Busque. A gente tem muito mecanismo, tem internet, a gente tem muita informação, né? Então pergunta, tá? Explica seu treino também, seu objetivo, porque aí a gente vai direcionar certinho exatamente o que você que é interessante para você, o que você deve fazer. Eh, às vezes a gente se sente meio perdido e agora nós entendemos que a gente pode, né, eh eh se organizar para poder seguir aí uma uma vida com mais qualidade, né? Então, eh, a gente agradece mais uma vez a Daniela Silva, a Beatriz Meninel, as nossas convidadas do programa de hoje que nos orientaram e a gente percebeu que a atividade física ela não precisa ser um fardo. Quando a gente consegue alinhar o treino ao nosso perfil comportamental e emocional, a constância surge de forma natural e sustentável. A gente consegue sustentar. Então, quero lembrar você que este programa, assim como todos os outros, estão disponíveis no YouTube da TV Câmara Campinas, no site também da TV Câmara Campinas, você pode compartilhar com as outras pessoas e você pode assistir novamente se isso fizer sentido para você, tá bom? Então, agradecemos a sua audiência, a sua companhia. Quero lembrar que ao meio-dia nós temos Câmara Notícia e a programação da TV Câmara Campinas segue com quadros e programas, né, de saúde, de culinária, eh eh de meio ambiente. Então, assim, é uma é é muito diversificados os temas feitos sempre, gente, com muita eh muito profissionalismo e com muito carinho, especialmente da nossa equipe para você aí de casa, tá bom? E amanhã tem mais estúdio Câmara. A gente vai conversar sobre um tema que atinge a rotina de quase todo mundo e está alinhado eh com o programa de hoje. A gente vai falar sobre os tipos de procrastinação. Uhum. Nem todo mundo adia as tarefas pelo mesmo motivo, tá? Tem aquelas pessoas que esperam o momento [música] perfeito, os que se distraem com facilidade, os que travam por medo de errar e até quem jura que só funciona sob pressão. A gente vai entender o que está por trás do hábito de adiar compromissos e como a saúde mental e a produtividade se conectam nesse processo. nosso [música] encontro de amanhã, é a partir das 8 da manhã e a gente vai falar sobre os [música] tipos de procrastinação. E aí, você tem procrastinado? O programa tá alinhado com o programa de hoje. Então, nós esperamos por você a partir das 8 da manhã ao vivo em mais uma edição do Estúdio Câmara aqui na TV Câmara Campinas. Grande abraço, fique bem, se cuide e até lá. Ciao. Ciao. [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música]
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