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Olha o Esporte Aí | Futebol de botão: conheça as regras, história e a paixão pelo futmesa
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Olha o Esporte Aí | Futebol de botão: conheça as regras, história e a paixão pelo futmesa

2.2k views Publicado 23/07/2025 HD · 17:33

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⚽🔘 No episódio de hoje do quadro Olha o Esporte Aí, vamos mergulhar no universo nostálgico e competitivo do futebol de botão, também conhecido como futebol de mesa ou simplesmente futmesa. Apesar de ser lembrado por muitos como uma brincadeira de infância, o futebol de botão é um esporte oficialmente reconhecido desde 1988, quando foi legitimado pela CND – Conselho Nacional de Desportos. Desde então, passou a ser praticado com regras padronizadas, federações regionais, campeonatos e atletas que levam a modalidade a sério — com técnica, estratégia e paixão. 🎯 Neste episódio, reunimos jogadores experientes e apaixonados pelo esporte, que compartilham: A história do futebol de botão no Brasil e no mundo; As regras básicas e variações do jogo; A diferença entre o jogo recreativo e o esporte de competição; Como é a preparação dos atletas e das equipes para torneios oficiais; O papel das federações e ligas organizadas; E, claro, o que o futmesa representa na vida de quem joga — seja como hobby ou como paixão de longa data. 🛠️ O futebol de botão simula o futebol real com botões personalizados, que representam os jogadores em campo. Cada lance exige precisão, raciocínio rápido e muita prática. Os movimentos são feitos com uma palheta e as partidas seguem regras específicas, que variam conforme a vertente praticada (como a regra paulista, regra carioca, três toques, entre outras). 💬 Além do aspecto técnico, o programa destaca o lado humano e cultural do futebol de botão: as lembranças afetivas, o valor da convivência e o resgate de uma prática que atravessa gerações. Para muitos, jogar botão é mais que um passatempo — é um elo entre o presente e as memórias da infância, agora elevado ao status de esporte competitivo. 👀 Se você nunca jogou, vai se surpreender com a riqueza de detalhes. E se já foi um “botonista” de fim de semana, prepare-se para redescobrir essa paixão com um novo olhar. 📣 Assista, curta e compartilhe! Vamos valorizar os esportes que fazem parte da nossa cultura e história — e o futebol de botão é, sem dúvida, um deles. Continue assistindo conteúdos incríveis em nossas playlists: 📺 YouTube: https://www.youtube.com/@tvcamaracampinas 🌎 Conecte-se com a gente nas redes sociais: 📸 Instagram: https://www.instagram.com/tvcamaracampinas 🎵 TikTok: https://www.tiktok.com/@tvcamaracampinas 📘 Facebook: https://www.facebook.com/tvcamaracampinas 🎙️ Spotify: https://creators.spotify.com/pod/show/tvcamaracampinas

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Olha [música] [música] o esporte aí, eu sou Rafael Turarte. O tema de hoje, como vocês podem ver, é o famoso e o tradicional futebol de botão. Para falar mais sobre o futebol de botão, aqui tô aqui com o Ricardo Nard. Ele que é jogador do esporte há mais de 40 anos e também é o coordenador do Clube do Botão daqui de Campinas. Ricardo, pra gente começar, futebol de botão. É o esporte sim, né? Desde 1988. Isso, desde 88 ele foi pelo antigo CND, Conselho Nacional de Desporto, eh, considerado agora um esporte. Para falar da origem e desse dessa modalidade, desse esporte, a gente vem para Campinas porque um dos fundadores da do esporte, né, é o Geraldo Decur, que é campineira. É isso? Isso mesmo. O campineiro Geraldo Cardoso Decur, ele foi um dos primeiros eh eh eh incentivadores da modalidade. Ele que escreveu o primeiro livro de regras, isso em 1930, e sempre foi um grande incentivador e e e organizando campeonatos por várias regiões, né? Ele dentro do nosso neio, ele é muito considerado, né? Ele fez parte da nossa infância. Tanto que nos anos 2000 o o governador Geraldo Alkim determinou, decretou que o dia 14 de fevereiro fosse o dia do botonista. Então nós temos também um dia para chamar de nosso, né? E como que tá o futebol de botão nos dias de hoje aqui na cidade de Campinas, né? Você é coordenador, como você tem no começo, do Clube do Botão. O que que é o clube do Botão? Conta um pouco mais pra gente. É, o Clube do Botão é um grupo de amigos que começou a brincar no no início dos anos 90 com amigos da infância. Voltamos a brincar com futebol de botão e a coisa foi crescendo, crescendo e hoje nós estamos aqui com o apoio da Secretaria Municipal de Esportes da Prefeitura. As portas estão abertas para todos que queiram praticar o esporte, reviver essa brincadeira de criança que foi uma febre nos anos 60, 70 e 80, né? e jogando diversas regras aqui na Alagoa do Taquaral, no ginásio do do Taquaral. É um grupo de amigos que virou uma família apaixonados por futebol de botão. Todos apaixonados por futebol de botão, pela regra oficial ou não oficial. Existe um grupo aqui de quinta-feira que joga toda quinta-feira à noite com mesa grande, mesa oficial, regra oficial e outro grupo que joga na terça-feira no ginásio ao lado aqui é o CVI, Centro de Vivência do Idoso, com uma mesa menor, com botões nostálgicos, botões menores também, lembrando toda essa fase da garotada dos anos [música] áureos do botão, dos anos 70. Futebol de botão é tudo de boa. Então, Ricardo, como que é? Sim, é tudo de bom e é legal ter visto esse esse desenvolvimento do botão, né? Porque eh em 82, 1982, a Federação Paulo Paulista foi criada. Depois de muitas tentativas, ela foi criada. Aí veio o reconhecimento da CND como modalidade esportiva em 88. Em 92 chegou a Confederação Brasileira também, ela foi crescendo e atualmente e só em São Paulo existem aproximadamente 400 filiados. São 25, 24 clubes federado, clubes como São Paulo, Palmeiras, Corinthians, todos eles jogando a modalidade pertido. E no Brasil já são 3800 filiados e mais de 420 clubes. [música] Quer dizer, é um esporte que cresceu e continua crescendo. É um esporte que vai passando de geração para geração, né? Geração para geração. Temos jovens, temos adultos, temos idosos. todos eh se divertindo, né? Porque o esporte faz amigos, né? E e essa é a intenção, fazer amigos, brincar, se divertir e agora tô aqui com o Sérgio Castilho, o jogador de futebol de botão federado mais antigo em atividade, de acordo com ele. É isso mesmo, Sérgio? É, eu acho que hoje eu e o Muradian só temos aí mais de 55 anos de jogo de botão. A sua carteirinha na federação é o número é 010. É a número 10, tá? na estrada faz tempo, então tô, já dei carteirada em principiante mostrando a minha carteira. [risadas] Eu Sérgio, F é o nome certo é futebol de mesa ou futebol de botão? Tem esse essa dúvida? É, é, quando eu comecei a jogar em 70 era jogo de botões. Em 84, quando a gente fez os exames para nos tornar um esporte pelo pelo pela pelo pelos eh pelas leis, né? Ah, eles chamaram de futebol de mesa, mas já existe uma modalidade de futebol de mesa que é aquela que chuta a bola na mesa. Então, a gente tá brigando para manter o nome futebol de botões. É o é o ideal. E ao longo da história do futebol de botão já aconteceu muita coisa, né? As peças já se mudaram muito, né? Os materiais foram trocando ao longo do tempo, né? Sim. Sim. A gente jogava com lente de relógio que a gente pintava, colava o escudinho da placar e depois surgiram os botões de palad, surgiram os botões de acrílico. Hoje a gente tem botões maravilhosos com fundição de pins, de de várias cores. Hoje a gente usa laser, então tem muita coisa interessante hoje. Hoje a coisa tá mais profissional. E para jogar futebol de botão, o que que é preciso? Como que é? Olha, eh, geralmente a gente, a gente é muito ávido por novos jogadores. A gente precisa renovar o movimento [música] do futebol de mesa, então é só aparecer, porque a gente tem time de sobra, palheta. Eu acho o seguinte, eu falo para todo mundo, ninguém vai aprender a guiar uma Ferrari. Você começa fazendo aula com um Fiat, um carrinho menorzinho, então é simplesmente vir, a gente tem tudo para emprestar. Aí quando você tiver o seu jogo, souber o que você quer, aí a gente senta e conversa sobre um material adequado. E o que que é, o que que convém assim na para jogar futebol de botão? Precisa de uma paleta? Os botões, como que é? A gente guarda os botões numa [música] bolsinha, né? A mais simples que tem, a gente chama de ônibus, que é onde vão os jogadores, né? Então é um ônibus que hoje custa R$ 30, um [música] time, um time básico hoje R$ 250, R$ 300, uma palheta de R a R 100, bolinha custa R 15, um goleiro custa em torno de R$ 100. Então hoje com com R$ 400 e pouco, R$ 500 você faz um belo do material para jogar botão. E qual que é o tamanho do campo, né, do futebol de de mesa, futebol de botão? A mesa ela tem 1,20 m por 1,80 m no total, mas dentro das mesas de jogo 1,60 e pouco. É, ela não é grande não, é uma mesa boa. É que depende da regra, tem muitas regras, então tem diferentes mesas, né? Chegou no ponto que eu queria as regras. Existem várias regras, Sérgio? Sim, o futebol de mesa evoluiu e em cada região surgiu um tipo de jogo de botões. Então nós temos um litoral nordeste, a gente tem uma regra muito forte que é um toque. Eles jogam com um disquinho de plástico. Nós temos no Rio de Janeiro, ã, teve a três toques que surgiu entre Rio e Brasília que joga com bola. A 12 toques nossa era o leva leva, a gente não tinha número de toques. Aí na década de 90 a gente diminuiu um pouco para tornarla mais competitiva. [música] Essa é bola também. Tem o Dadinho, é um dadinho amarelinho pititico no Rio de Janeiro, pastilha também no Rio de Janeiro. Os cariocas evoluíram bastante o jogo de botão. No Sul nós temos a um toque também é muito forte. Então hoje basicamente nós temos bola, dadinho, pastilha e disco. E aí as regras variam dentro disso. E como que se inicia uma partida, né? Como, quanto tempo dura uma partida? Quais são as as regras básicas? Assim, vamos falar aqui da da nossa que nós estamos jogando aqui. Nós jogamos a 12 toques. O tempo de de [música] jogo é de 10 minutos por 10 minutos. É sorteado o lado com o dado. Então, quem tá direcionando a coisa, o Nard, por exemplo, joga [música] o dadinho já sorteia e aí você tem a saída no primeiro tempo, o adversário no segundo. Nós temos 12 toques para definir em chute a gol. Se você der os 12 toques e não chutar, o seu adversário vai bater um tiro livre indireto contra você e ele terá os 12 toques. Três toques por botão. Você tem que tocar a [música] bola com o outro botão para ter direito a mais três. Ã, se você esbarrar com o botão no botão do adversário, tocando na bola e depois tocando no botão do adversário, reduz o teu número de toques para três só. Então, se você tiver no sétimo, você vai ter só mais três. Se você tiver no nono, você vai ter três como tinha antes. Mas se você tiver no 10º, você não tem. Você tem só dois. E uma regra importante é que o jogador ele precisa contar alto os toques, né? [música] Isso para que o adversário acompanhe isso e se você tiver contando errado, ele vai chamar atenção porque depois vira uma discussão, será que estava ou não? Então é melhor contar alto que não dá problema. E na hora que o jogador foi for chutar, ele tem que falar, avisar, eu vou chutar, ele tem que pedir a gol. Se tocar a a campainha e ele não, ele estiver pedindo, vou chutar a gol, ele não chuta. Ele tem já que pedir. Então a gente nem fala muito pro gol, a gente já fala vai para não dar tempo de tocar o relógio. E é uma partida muito dinâmica e estratégica, né? Sim. Hoje tem estratégia para defesa, estratégia para ataque, os botões variam muito os graus, então cada jogador tem a sua característica, aquele que entra na área, aquele chuta de longe, então tá legal, tem uns PSG jogando aí, uns Bayern e uns Flamengos também. Então, e cada jogador tem seu kit, tem o seu ônibus, tem [música] cada jogador tem seu equipamento. É, no início não há necessidade porque a gente tem aqui para emprestar. Depois cada um monta o seu equipamento, a seu gosto. A gente cuida muito bem. Lá em casa ninguém põe a mão nos meus botões, nem a esposa, então a gente tem muito ciúme. E o futebol de botão, ele faz parte da infância de várias gerações, né, C? Sim. É, a gente muito tempo foi foi dado como futebol de mesa sendo um esporte infantil. Nós tínhamos a estrela, a Guliver, então nós tínhamos várias marcas que tinham times de botão em banca de jornal e tudo. Hoje a gente tenta não deixar [música] muito essa comparação de que era um jogo de criança, porque se tornou um esporte, um esporte muito sério, de adultos que gostam muito disso. E quais são os principais campeonatos que hoje existem no país? Os brasileiros. Nós temos o brasileiro de equipes. Nós temos o brasileiro [música] individual, foi em Poá esse ano, no Rio Grande do Sul. Nós temos a Copa do Brasil, que vai ser agora em Pernambuco. Ã, e nós temos regional, a gente tem Campeonato Paulista, Taça São Paulo, nós temos os abertos uma vez por mês, ã, que são individuais e nós temos um jogo por mês também de equipes contra todas as equipes. E aí você vai montando o teu ranking para ter direito de participar dos brasileiros. E como que é para você, Sério, de fazer parte aqui do clube do Botão? Ah, o CDB é um é uma paixão, é um sonho, né? Porque ter um lugar para jogar botão em silêncio, limpo, com banheiro, com água, as mesas montadas de boa qualidade. É, isso é um sonho de todo [música] jogador de botão. Eu comecei em 70, a gente jogava no chão, sabe? A gente não tinha uma mesa de botão boa. Então isso que é mantido aqui é muito importante pra gente. A gente tem que manter com unhas e dentes porque é um sonho. Galera, agora tô aqui com o Márcio, ele que é jogadora de futebol de botão Márcio, como que você conheceu o futebol de botão? Há quanto tempo você já joga? Conta mais um pouco pra gente. Ah, começa com uma brincadeira de crianças, que a minha geração, né? pessoal um pouco mais novo, acho que teve bastante isso, foi crescendo, foi continuando até chegar a época de faculdade e tal, a gente foi perdendo o contato com o pessoal, o pessoal foi diminuindo, né? Aí fiquei um tempo sem jogar. Depois em 2003, 2004, mais ou menos, eu fui fazendo contato novamente e descobri o a regra dos, né, que é a que eu jogo hoje, que é tem as disputas da Federação Paulista, tal. Aí eu fui procurando o lugar onde jogar. Me encantei quando vi o primeiro torneio, o formato, ginásio lotado com 50 mesas, os clubes de futebol, outros clubes importantes participando das competições, né? E eu tô aí desde 2004 eu tô participando desse circuito aí, já passando por alguns clubes diferentes do interior, tal, agora na capital. Hoje você joga por qual time? Joga pelo Cis Platina, é um clube que fica no bairro do Ipiranga em São Paulo, né? E tô lá desde do começo desse ano. E é uma experiência nova, diferente, jogando num clube assim com uma performance boa no campeonato, né? Com jogadores assim de nível [música] bom, tem sido legal. E como que é também fazer parte aqui do grupo do Clube do Botão? Ah, é bem bacana. A gente tá aqui, esse tempo que eu comecei a jogar em 2004, acho que de uns dois anos em seguida para cá, a gente tá tá junto, né? Tem uma sempre tem alguns momentos que a gente para um pouco, alguma dificuldade de de agenda, tal. Mas dois pessoal aí, a gente já Ricardo, Serginho, esse pessoal todo aí, a gente já tá há bastante tempo junto e e a gente vai mantendo os encontros e aproveitando para treinar para pr as competições. E agora tô aqui com o Marcelo, ele que é o outro integrante aqui do CDB, o Clube do Botão daqui de Campinas. [música] Marcelo, como que você entrou pra família do clube do Botão? É, a minha história no Botão é bastante inusitada. Tive dois grandes iatos que eu jogava no chão como qualquer criança. [música] A gente começava com estrelão e depois jogava jogava com os botões Guliver. Depois eu ganhei acho que as as vidrilhas da brianese. Comecei a brincar, não sei o quê. E aí numa mudança do castelo que eu vim pro centro, os botões acabaram ficando num canto, numa numa num quartinho da bagunça. E não sei por via das dúvidas porque minha mãe acabou fazendo uma limpeza, jogou tudo no lixo. Isso em 82, 83. E aí, como eu não tinha mais o equipamento, gerou um iato gigantesco até 2002, 2003, quando eu dei uma passada na baby, eu vi lá uma mesa, me deu um Vou voltar a jogar, vou voltar a jogar. Comprei de novo a o kitzinho e eu brincava com a minha primeira esposa, para você ter uma ideia, porque eu não não encontrava mais ninguém, não tinha mais relação com ninguém. Aí acho que eu joguei acho que uns três, qu meses com ela, [música] ficou de novo encostado, a gente se separou e eu tinha um grupo de amigos e eles tinham um desejo de fazer um fazia 5 anos que eles estavam querendo fazer um campeonato, não tinha [música] o start, né? Não tinha um vama. É, não tinha um vama. Como eu tava morando sozinho, então fal, vamos fazer em casa. Aí começou, a gente começou a jogar, a gente fazia um campeonatinho a cada dois meses, não sei o quê, a gente jogava de pastilha e aí foi passando o tempo, a gente oitavo, nono campeonato, a gente foi brincando. Aí eu conheci a minha segunda esposa e eu comentei com ela, fal, eu queria um lugar eh procurar outras pessoas, mudar, aprender novas técnicas e ela achou no Facebook, nunca tinha me passado na cabeça, ia ter um grupo de botão em Campinas. Eu falei: "Nossa, quem que será que joga?" Aí ela me indicou o CDD. E aí eu marquei com um ex-colega nosso que não tá mais aqui. Eu vim conhecer a hora que eu vi essa mesona grande, esses botão de acrílico jogando aíim, aí não levou mais. Ah, não. Aí não, fiquei doido. Aí fiquei doido. Era outra técnica, a bolinha muito mais sofisticada, a mesa maior, outro tipo de equipamento. E aí o bichinho mordeu e ficou viciou. Desde 2019 eu tô aqui. Para mim isso aqui é uma terapia [música] e eu adoro. Pessoal, agora tô aqui com o João. Ele, como todo mundo, começou a jogar futebol de botão na infância. Teve um tempo que parou, mas voltou agora quando ele se mudou para Campinas. É isso, João. Como que foi? Conta mais um pouco pra gente. É isso. Isso aqui para mim é uma terapia, né? Eu jogava enquanto criança. A gente quando [música] o jogador do botão, a gente começa logo muito cedo, né? Desde criança joguei um tempo ainda no no Nordeste, que eu sou de lá, jogava na regra de um toque. Depois já adulto, né? Depois teve um ipo aí de praticamente 15, 20 anos sem jogar botão. E eu atrás de um hobby quando mudei aqui para Campinas. E aí fui procurar na rede, na neta onde é que a turma jogava o botão aqui. Lembrei desse hobby quando eu tinha há 20 anos atrás, né? E para minha grata surpresa, o pessoal que jogava e fui convidado e tô aqui, tô jogando entrosado. A gente aqui faz novas amizades, brinca, se diverte. É melhor que terapia. Para você, que que o futebol de botão significa na sua vida? É um hobby, é um assim um e é é para mim a saúde mental é importante também, né? [música] que distraio, faço novas amizades, quer dizer, complementa a minha vida social e também dá aquela gana de de competir também, né? Porque isso não é só brincadeira, aqui se compete também. [música] [música] О. [música]
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