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[música] [música] A Câmara Municipal de Campinas concedeu o título de cidadão campineiro ao presidente da SANASA, Manuelito Pereira Magalhães Júnior. A homenagem proposta pelo vereador Carmo Luiz reconhece a trajetória do economista que chegou à cidade no fim dos anos 80 e construiu carreira na administração pública. Por iniciativa do vereador Carmo Luiz, a Câmara Municipal de Campinas concedeu título de cidadão campineiro ao atual presidente da SANASA, Manuelito Pereira Magalhães Júnior, durante a 10ª reunião solene. a Câmara Municipal de Campinas. Eu me sinto eh eh honrado porque eu acabei me tornando o instrumento da Câmara Municipal de Campinas para oferecer esse mérito. Eh, nós tivemos aqui a indicação através de amigos e pinçamos o nome do Manuelito Magalhães e ligamos para ele, ele ficou feliz e nós mais felizes ainda de poder ser instrumento desta desta grande deste grande dessa grande homenagem. Baiano de Salvador foi aluno no colégio jesuíta Antônio Vieira, onde também conquistou o seu primeiro emprego. Manuelito veio para Campinas estudar economia na Unicamp. Hoje fala com orgulho da SANA. Poucas pessoas sabem do esforço que é feito para que Campinas tenha o melhor saneamento do Brasil pelo terceiro ano consecutivo. É a metrópole número um no ranking do Instituto Trata Brasil. E esse esforço é feito por cerca de 2.000 pessoas que trabalham num regime de 24 por7. Na vida profissional em Campinas fez parte da administração do ex-prefeito Magalhãs Teixeira. Tempo em que Manoelito, a pedido do prefeito, acompanhou as obras do Proem, o programa de financiamento de obras contra as enchentes custeado pelo BID, Banco Interamericano de Desenvolvimento. Já em 1996, Manuelito assumiu a Secretaria das Finanças ainda ainda durante a gestão do prefeito Edivaldo Orce. a atividade e a necessária interação com os órgãos estaduais, federais, inaugurou uma nova carreira de Manuelito, uma outra rotina que mantém até hoje idas e vindas para São Paulo e Brasília, onde trabalhou no Senado Federal e depois na chefia da assessoria parlamentar do então ministro José Serra. No Ministério da Saúde lá, Manuelito também passou a compor equipes de formulação de políticas públicas, como a regulação dos genéricos, criação de agências reguladoras, auxílio a santas casas e hospitais filantrópicos, entre outros trabalhos. O vice-prefeito Vanderlei de Almeida, o Vandão, também fez parte da mesa. Eu tava aqui eh prestando atenção, você falando do currículo do Manuelito e o Manuelito prestando atenção e acho que devia estar passando pela cabeça dele, né, aqui na presença da família, tudo que ele viveu para ostentar um currículo do tamanho que você acabou de ler aqui agora pra gente, Carmo. Eu via no olhar dele ali, a mente dele tava, acho que tava voltando no tempo e e lembrando de tudo que foi viver tudo isso, né, Manolito? Que a gente sabe eh que é gratificante ocupar cargos públicos, mas também é desafiador. Eh, é, às vezes, eh, a gente acaba comprometendo, né, a principalmente o nosso tempo e isso quem sente é a família da gente, né? Então, eh, eu tenho certeza que no teu coração tá recebendo essa homenagem aqui na presença da tua esposa, das tuas filhas, eh, na tua cabeça, você tava falando, trabalhei tudo isso que ele tá falando aí para viver esse momento e ser homenageado. E a Câmara Municipal de Campinas vota hoje na 21ª reunião ordinária um projeto que autoriza a prorrogação dos contratos do transporte público aqui na cidade. A proposta prevê a extensão por até 2 anos, garantindo a continuidade do serviço até a conclusão de uma nova licitação. Segundo a prefeitura, a medida não altera as regras atuais da concessão. Os vereadores também analisam hoje o refiz do ISSQN, que oferece condições especiais para contribuintes regularizarem dívidas com o imposto municipal e com descontos que podem chegar a 100% em multas e também em juros. A sessão começa às 6 da tarde e será transmitida ao vivo aqui pela TV Câmara. E seguimos com os destaques do legislativo. No dia 13 de abril é celebrado o dia do hino nacional brasileiro, uma das principais datas ligadas aos símbolos do país. E aqui em Campinas o tema foi destaque na última reunião ordinária da Câmara Municipal com a participação de especialistas que falaram sobre a história, a importância e também curiosidades do hino. O dia do hino nacional brasileiro é celebrado em 13 de abril. A data marca a primeira execução pública da melodia do hino, composta por Francisco Manuel da Silva em 1831, no Rio de Janeiro. A letra que conhecemos hoje foi escrita por Joaquim Osório Duque Estrada e oficializada em 1922 durante as celebrações do centenário da independência. O hino nacional é um dos símbolos oficiais da República Federativa do Brasil. Para falar sobre o tema, foi convidado Jorge Alves de Lima, escritor, historiador, pesquisador, colunista e advogado. Reconhecido por sua trajetória na literatura e no direito, ele se destaca por pesquisa sobre Campinas e por sua contribuição à biografia do maestro Antônio Carlos Gomes. Foi somente em 1909 que um novo concurso foi aberto para selecionar um poema que se ajustasse à melodia. O vencedor foi o poeta e jornalista Joaquim Osório do Estrada, que escreveu versos carregados de simbolismo parnasiano e exaltou a natureza brasileira. A presidente da Academia Campinense de Letras, Ana Maria Melo Negrão, também foi convidada e trouxe informações e curiosidades sobre o hino brasileiro. E a estrutura do hino nacional, ela é totalmente simétrica em duas partes. São 18 estrofes e 50 versos. E essas 18 estrofes e os versos, eles são absolutamente iguais numa métrica muito rica chamada de verso decassílabo com 10 sílabas métricas que vai até a última sílaba tônica. Então, ouviram do pirangas margens plá para no plá. é a décima sílaba. Então, é formada a todo o hino nacional é formado por versos com 10 sílabas métricas. São versos decassílabos, o que é difícil de fazer por causa exatamente das últimas palavras, porque tem que terminar na última sílaba tônica. e para que facilite a a o canto, né, em tuar. E essa essa estrutura, essa arquitetura rítmica de versos de estrofes e refrão também ela traz uma beleza muito grande ao nosso hino. O hino nacional foi tema da primeira parte da 20ª reunião ordinária por iniciativa do presidente da Câmara Municipal de Campinas, Luiz Rossini. Eu [limpando a garganta] achei importante fazer essa reunião pra gente dedicar a esse tema, porque o hino simboliza a nossa pátria, né? Eu acho uma forma de você manifestar a tua eh teu sentimento pela pátria, cantando, respeitando o hino nacional brasileiro. O hino nacional brasileiro tem uma história muito rica. No dia 13 de abril de 1831, ainda no império, ele foi executado pela primeira vez, né? Uma composição música de eh Francisco Manuel da Silva. Ele foi feito na época para comemorar a biticação de Dom Pedro I. Essa música depois recebeu a letra de Osório Duque Estrada. E a a letra é de uma composição poética fantástica. Ela tem toda uma métrica muito específica de difícil elaboração, mas mais do que essa métrica é o conteúdo da letra. Quando você se depara e interpreta cada frase, cada estrofe, você vê a grandeza que é que simboliza o hino nacional brasileiro. E um projeto de lei ordinária do vereador Carlinhos Camelô pede a prioridade e a flexibilização de requisitos paraa inclusão de mulheres em situação de violência doméstica e familiar nos programas habitacionais e também de assentamento aqui em Campinas. O vereador Carlinhos Camelô protocolou um projeto de lei que destina benefícios a mulheres vítimas de violência doméstica nos programas de habitação de interesse social. Esse projeto ele visa dar aquelas mulheres que sofrem violência, que sofrem tudo, a oportunidade dela participar de um benefício, seja da COAB, da habitação, para que ela tenha um desconto nesse espaço e tenha prioridade para est pegando uma casa popular, porque muitas mulheres sofrem violência dentro de casa e acaba aceitando aquela questão porque não tem como ir e não tem um espaço para ela tá eh saindo daquele âmbito ali. de violência. A proposta estabelece a reserva de 8% das vagas em todos os programas habitacionais para esse público. 8% hoje nós não estamos falando de muita coisa para as mulheres que que são vítimas de violência. Então isso vai beneficiar muito essas mulheres para que ela tenha a oportunidade de de ter a sua liberdade e e e a mais do que a liberdade é a oportunidade. Conforme o parlamentar, a ausência de alternativa habitacional constitui um dos principais entraves para que tais mulheres interrompam o ciclo de violência. Segundo vereador, a proposta tem por finalidade dar efetividade o direito constitucional à moradia, proteção da integridade física e psicológica das mulheres vítimas de violência doméstica em Campinas. Hoje ela não tem, mesmo a mulher sofrendo a violência dentro de casa, ela não tem por onde ir. Ela às vezes ela tem os seus filhos ali, mas ela não tem um programa habitacional que acolhe essa mulher. Então você tendo essa questão de 8% para essas vagas das mulheres que sofrem é violência, que que acontece? Às vezes ela consegue a sua liberdade, consegue o seu espaço e vai viver a sua vida que às vezes ela ficando dentro da casa com o marido ali, uma hora pode dar uma tragédia muito grande, entendeu? do feminicídio. Então, para evitar isso, que dê a oportunidade para essas mulheres. E a Câmara Municipal recebeu um seminário sobre jornalismo digital em tempos de desinformação. O encontro reuniu especialistas para discutir os desafios da profissão diante da circulação de notícias falsas e o papel do jornalismo na sociedade. A Câmara Municipal sediou um seminário sobre jornalismo digital em tempos de desinformação no plenário José Maria Matozinho. O evento encerrou a programação de aniversário dos 5 anos do portal Hora Campinas e contou com a participação de quatro profissionais de grande reputação em suas áreas, como Graça Caldas, jornalista desde 1969 e pesquisadora de comunicação e ciência do laboratório de jornalismo o Labijor da Unicamp. o médico hematologista Carmino de Souza, o jornalista e professor universitário Fabiano Ormanesi e José Pedro Martins, jornalista, escritor e consultor de comunicação. A abertura do encontro foi feita pelo presidente da Câmara, o vereador Luís Rossini, e pelo jornalista Marcelo Pereira, editor chefe do Hora Campinas, que atuou como moderador. Esse seminário, né, que propõe discutir o jornalismo como aliado da sociedade em tempos de desinformação, ele tem um um valor muito grande. E a Câmara poder trazer essa discussão, poder ouvir de pessoas especialistas, jornalistas sérios, experientes, mostrar como é que o jornalismo tem que se posicionar para enfrentar um desafio que tá colocado também pro jornalismo, né? Infelizmente, a tecnologia que permitiu você ampliar os canais de comunicação nas redes sociais, eh, também não consegue ter um filtro daquilo que é publicado. É muita informação, nem sempre informações verdadeiras, muitas vezes sem uma base eh real de verdade. A jornalista Graça Caldas falou sobre as transformações da mídia e destacou como o jornalismo local impacta a sociedade. O tema da minha palestra, como já foi dito pelo colega, né, é o transformações da mídia como jornalismo local impacta a realidade. Na verdade, nós, eu posso falar um pouco de cadeira porque eu vivenciei essas mudanças tecnológicas, né? vivenciei eh cada momento eh e tô tentando acompanhar na medida do possível, né, aquilo que os mais jovens como Fabiano, já fazem de cadeira, né? Então é uma honra muito grande poder falar um pouco dessas alterações do Lando do Tempo, que eu sou da época do do da máquina de escrever manual, passei pela elétrica, computador. Hoje em dia a gente tá tudo aqui na mão, no celular, né? E a gente tem que acompanhar esses mudanças históricas, porque precisamos estar ao lado da sociedade. O médico hematologista Carmino de Souza, que também é colunista do portal Hora Campinas, palestrou sobre o negacionismo na saúde e na ciência e como o jornalismo pode ser um aliado no combate à desinformação. Já José Pedro Martins analisou o negacionismo no meio ambiente, enquanto Fabiano Ormanesi abordou a desinformação no ambiente digital. quando o Marcelo me convidou para essa fala, né, eh, e me pediu para falar sobre a questão do letramento midiático, evidentemente que esse assunto ele tá muito relacionado à questão da desinformação, que é justamente o que nós estamos discutindo aqui. E só que nós temos falado muito de desinformação e temos, eu acho, ainda nos preocupado pouco com a questão da formação da de uma competência leitora, né? Eh, ainda a discussão sobre desinformação está, a meu ver muito voltada para pensar assim, eh, razões pelas quais, né, a desinformação existe, características da desinformação e deixamos de lado esse papel imprescindível que deve ser assumido pelos veículos de comunicação, mas também pela educação e principalmente pela educação de formação de uma competência leitora. E todos nós aqui estamos há muito tempo também eh trabalhando com isso. O seminário foi encerrado com uma fala do jornalista Marcelo Pereira, que enfatizou que o debate sobre jornalismo em tempos de desinformação cumpre um papel de resistência e resiliência na defesa da profissão. Nosso enfrentamento é por uma sociedade que possa ter acesso à informação confiável e de qualidade. [música] [música]