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[música] Exposição aqui na Câmara de Campinas retrata momentos da história do bloco carnavalesco Nem Sangue nem Areia, que completa 80 anos em 2026. A história dos 80 anos de um dos mais tradicionais blocos carnavalescos de Campinas, o Nem Sangue nem Areia, contada em uma exposição de fotos no R de entrada do plenário da Câmara Municipal de Campinas. O carnaval talvez seja uma das manifestações da cultura popular mais tradicional, né? E o bloco Nem sangue nem Areia. lá em 1946 iniciou esse movimento no bairro operário, vila industrial, próximo dos curtumes e virou tradição. Teve uma fase de interrupção retomada eh recentemente. Por isso até a exposição retrata as duas fases, na primeira fase até 1975 e depois a fase mais recente aqui do bloco. É, a Câmara inclusive criou esse espaço exatamente para isso, né, para trazer exposições, para permitir que as pessoas que venham à Câmara acompanhar sessões, as reuniões, possam ter contato um pouco da nossa história que é a nossa história contada nessas fotos, né, de captadas por vários fotógrafos, né, que eh retratam, né, a história, a trajetória do bloco Nem Sangue nem Areia. O Nem Sangue nem Areia manteve suas atividades até 1975. quando já havia sido transformado em escola de samba. Em 2008, um grupo de jornalistas e artistas de Campinas resolveu resgatar a história do bloco, que no ano seguinte retornou ao cenário carnavalesco da cidade. mostra que permanece até 27 de fevereiro na Câmara, representa a trajetória do bloco nessas duas fases, com registros históricos da formação original e também dos desfiles mais recentes captados pelas lentes de sete fotógrafos. E é uma forma também da gente mostrar que a Câmara tem compromisso com a difusão, apoio à cultura. Aliás, diversos vereadores, inclusive eu, né, eh indicaram emendas impositivas para apoiar o carnaval vários blocos. O nem sangue nem Areia é um deles. Com os desfiles que acontecem anualmente na vila industrial, no domingo que antecede o carnaval, o nem sangue nem Areia arrasta milhares de foliões que apostam na alegria. Tradição que tem o apoio do legislativo de Campinas. Então é uma festa popular muito legal. a gente vê as famílias reunidas, pessoas de todas as idades, né, muito diversa. Eu acho que ali tá o respeito, a diversidade, a pluralidade que a sociedade representada também nos encontros do bloco Nem Sangue nem Areia, a cada carnaval escolhendo um tema que diz respeito também um pouco à nossa história. São registros importantes que estão retratados nessa exposição que a gente espera que a população que vem à Câmara possa apreciar também. E olha só, pelo segundo ano consecutivo, Campinas celebra o dia do patrimônio cultural funerário. A data destaca a importância da preservação de histórias e memórias presentes nos cemitérios. E para comemorar, foi realizada uma visita monitorada no cemitério da saudade chamada Saudade e Suas Vozes. O presidente da Câmara, o vereador Luís Rossini, autor da lei, esteve presente. O dia do patrimônio cultural funerário foi criado com objetivo de valorizar e preservar as memórias e histórias presentes nos cemitérios de Campinas. A data foi instituída por meio da Lei 16616, de autoria do vereador e presidente da Câmara Municipal, Luiz Rossini, e é celebrada anualmente no dia 7 de fevereiro, data em que o cemitério da Saudade foi inaugurado oficialmente em 1881. O cemitério da Saudade é um verdadeiro museu ao céu ao vivo, ao céu aberto, né? Eh, primeiro porque ele aqui estão enterrados personalidades importantes da história da cidade, barões, baronesas, coronéis, médicos, né? Muitos que tombaram na epidemia da febre amarela, enfrentando a febre amarela, estão aqui enterrados e muita gente. Eh, e para além disso, há muitos mausoléus com obras de arte de artistas renomados, né? São peças únicas esculpidas para eternizar a memória daqueles que estão enterrados nesses eh mausoléus. E isso passou a ser um fator também de atração turística, como é no mundo inteiro. Segundo o presidente da Câmara Municipal, a lei é também um instrumento fundamental para garantir a preservação do patrimônio funerário. A iniciativa contribui pra proteção dos cemitérios, evitando a perda de acervos históricos. A partir do momento que a sociedade e o próprio poder público reconheça a importância desse patrimônio, a preservação é uma obrigação. A gente já percebe a prefeitura, inclusive a diretoria de turismo, olhar para cá e assim criar condições para as pessoas poderem visitar aqui. Esse cuidado com o patrimônio é uma obrigação, é um dever. Eu acho que a lei reforça isso. É importante preservar tudo isso. Campinas foi a primeira cidade do Brasil a instituir o dia do patrimônio cultural funerário. A lei amplia o olhar da população para os cemitérios não só como um local de despedida, mas também de histórias, cultura e arte. Essa lei é uma lei pioneira no Brasil. Campinas é a primeira cidade do Brasil que tem uma lei que reconhece a importância do patrimônio cultural funerário, que é pouco compreendido, mas é muito visitado em vários lugares, em Campinas e pelo mundo. Então, a gente ter esse holofote para esse tema é muito importante, porque a gente tem uma máxima, né, nós que gostamos desse assunto de que conhecer para preservar. A gente não conhece, a gente não entende o valor e a gente não consegue proteger. Tombado desde 2003, o cemitério da Saudade, fundado no século XIX, preserva um importante acervo de arte tumular. Ao longo de 145 anos, o espaço se tornou local de sepultamento de personalidades que marcaram a história de Campinas e do Brasil. É nesse cenário que acontece a edição especial da visita monitorada Saudade e Suas Vozes, em comemoração ao dia do patrimônio cultural funerário, que convida o público a conhecer trajetórias de nomes como Francisco Glicério, Mário Gatti, entre outros. A gente vai transitar por vários universos, desde do patrimonial, artístico, arquitetônico, biográfico, de personalidades que protagonizaram em seu tempo espaço. Também vamos falar sobre o a espiritualidade da cidade a partir das experiências religiosas que existem aqui e claro também contar uma outra história de assombração, porque afinal de contas o cemitério da Saudade também é um cemitério que tem alguns mistérios. Visitantes de Campinas e de outras cidades participaram do passeio e puderam conhecer um pouco da história do município através do cemitério. Eu venho porque eu acho que todo mundo que tá enterrado aqui deixou história, né? E a gente precisa resgatar essa história, ter conhecimento do que esse pessoal que passou deixou para nós, né? Então eu acho que existe uma riqueza muito grande aqui dentro do cemitério e aqui que a história, como a gente gosta de história, a gente vem para para ver o passeio. Eu sou de Fortaleza, Ceará e eu achei incrível. Eu tô aqui na casa do meu amigo e quando ele me convidou para vir para cá, eu disse: "Eu acho muito interessante, é muito inestado e ter a oportunidade de conhecer um cemitério e ainda ter uma visita guiada. Então você pode conhecer um pouco mais a história dele. É fantástico. Ter o dia do patrimônio cultural funerário no calendário de datas comemorativas de Campinas estimula também atividades educativas e turísticas nos cemitérios históricos. Essa foi uma lei maravilhosa pra cidade como um todo, né? Eh, não só do ponto de vista de valorização dos aspectos culturais, eh, funerários e arquitetônicos, né? Mas pro turismo foi especial, né? Porque hoje o cemitério é um ponto de atrativo turístico, né? Então quando você pensa na na possibilidade de ressignificar um espaço com esse valor cultural, você começa também a explorar novas vocações desse espaço, né? Então é um espaço que tem vocação paraa educação, né, paraa cidadania, para lazer, né, que trabalha com aspectos da cultura como religião, né, como a questão das personalidades. Eu acho que é informação histórica que precisa est disponibilizada para as pessoas conhecerem a nossa cidade, conhecer a nossa história. E na hora que você conhece a história, você se reconhece nela, cria esse sentimento de pertencimento, né? Você tem orgulho de morar em Campinas. Meio-dia mais 17 minutos. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Estamos ao vivo nesta segunda-feira. A gente segue aqui com as notícias do legislativo porque projeto de lei de autoria do vereador Dr. Ianco quer instituir em Campinas o programa de vacinação domiciliar para pessoas com o transtorno do espectro autista. O vereador Dr. Ianco apresentou na Câmara Municipal de Campinas um projeto de lei que institui o programa de vacinação domiciliar para pessoas com transtorno do espectro autista. O projeto deve contar com a contribuição também do poder executivo, da prefeitura, da secretaria de saúde. Na verdade, é um projeto que tem que ser feito a quatro mãos para que a gente consiga atender de forma equânime, ou seja, justa a toda a população. Mas geralmente as unidades básicas de saúde elas já têm um cadastro com os pacientes, né, com o transtorno do espectro autista, que não é uma quantidade tão significativa, ou seja, não impactaria tanto essa condição, mas a proposta é que pessoas capacitadas, treinadas, que, né, se desloquem até os domicílios dessas pessoas para que elas possam ser vacinadas. A proposta tem como finalidade garantir uma imunização de forma segura e humanizada, respeitando as necessidades específicas deste público, né? faltado nessa sensibilidade que graças a Deus a gente tem sempre pensando no próximo, nós tivemos a ideia, né, de fazer esse projeto para que a gente consiga realmente alcançar, né, os pacientes com té, né, ou transtorno do espectro autista para que eles sejam contemplados em seus domicílios com a vacinação, que é tão importante, mas que muitos deles às vezes ficam sem se vacinar pela condição às vezes muito inóspita das unidades de saúde. Ainda, segundo o parlamentar, a iniciativa prevê que pessoas com TEA possam ser vacinadas em casa, reduzindo barreiras enfrentadas em unidades de saúde. Pessoas com transtorno do espectro autista, elas têm algumas complicações em relação a se deslocar até os centros de saúde para vacinação, devido a barulho, eh, quantidade de pessoas, luminosidade, enfim, são várias as condições que instabilizam, né, essas pessoas e com isso prejudicam a condição. Muitos deles desistem e não se submetem à vacinação, que é algo tão importante, fundamental para eles. Meio-dia, mais 20 minutos. Hoje é segunda-feira, portanto é dia de reunião ordinária. A terceira do ano, a partir das 6 horas da tarde, os vereadores vão se reunir para discutir e votar seis projetos que estão na pauta de hoje. A gente tem um destaque aqui, ó, nesta terceira reunião ordinária. É um substitutivo total ao projeto de lei que institui a lei Larissa. Este projeto, ele permite o uso das faixas exclusivas para os ônibus nas vias urbanas por veículos que transportam pessoas com necessidades específicas, além de regulamentar o uso para outros veículos. A proposição de autoria do vereador Eduardo Magoga, vai ser votado em segunda análise, portanto em definitivo. E a proposta é ampliar o acesso às faixas exclusivas para veículos que transportam pessoas com transtorno do espectro autista, pessoas com deficiência física, mental, intelectual, psicossocial ou múltipla, bem como pessoas com paralisia cerebral. Estão contemplados, entre outros, os veículos vinculados ao programa de acessibilidade inclusiva, ao serviço especial conveniado e vãs escolares adaptadas. De acordo com o texto, esses veículos vão poder utilizar as faixas exclusivas, mesmo quando não estiverem transportando passageiros. O texto também esclarece que todos os veículos vão poder utilizar as faixas exclusivas de ônibus nos períodos das 10 horas da noite às 6 horas da manhã em qualquer dia da semana, mas restringe o embarque e desembarque irregular. A proposta também autoriza o uso irrestrito dessas faixas por táxis, independentemente do horário. Para você ficar muito bem informado, saber todos os projetos que serão discutidos e votados, é só entrar no site campinas.sp.lege.br. Você tem acesso à pauta completa e também as outras notícias aqui do Legislativo de Campinas. เฮ [música] [música]