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E vamos agora às notícias do legislativo. Na primeira reunião solene do ano da Câmara de Campinas, o vereador Luís Iabico entrega o diploma de honra ao mérito ao ex-juiz classista do TRT. Orides Rodrigues de Souza atuou na liderança no Sindicato dos Empregados do Comércio Hoteleiro e similares de Campinas e região. Posteriormente foi nomeado como juiz classista do Tribunal Regional do Trabalho, função que exerceu até 2001. O vereador Luiz Ibabico justificou a entrega do diploma de honra ao mérito Manuel Ferraz de Campo Sales. Desde uma infância marcada por pobreza extrema, o senhor Ories demonstrou exatamente isso. Resiliência, coragem e trabalho. Ele carregou consigo para cada etapa da vida essa marca do campo, a marca de quem sabe que nada vem de graça e que o respeito se conquista com comportamento, com palavra e com exemplo. Sua liderança no sindicato dos empregados no comércio hoteleiro e similares de Campinas e região se transformou em um marco. Ele não apenas ocupou um cargo, ele assumiu uma missão, a de defender trabalhadores, garantir direitos e abrir caminhos para que famílias inteiras tivessem mais amparo, mais cuidado e mais dignidade. Foi nomeado juiz classista do Tribunal Regional do Trabalho, função que exerceu com distinção até 2001. Ali sua experiência se somou a seu senso de equidade, reforçando o olhar de quem conhece a vida do trabalhador, não por teoria, mas por vivência. Toda essa experiência ampliou a capacidade de lutar por direitos e reforçou a visão sobre a importância da legislação trabalhista e da equidade social. O homenageado agradeceu a honraria recebida. Essa honra ao mérito que eu acabo de receber, eu tenho obrigação de dividir com a minha equipe de trabalho, porque ninguém faz nada sozinho. E a Câmara de Campinas recebeu também o lançamento da campanha da fraternidade 2026, que neste ano traz como tema fraternidade e moradia e o lema Ele veio morar entre nós. A iniciativa do vereador Nick Schneider contou com a presença de representantes da Arquidiocese de Campinas. A campanha da fraternidade 2026 propõe uma reflexão sobre o direito à moradia digna, tema que mobiliza a sociedade diante de um déficit habitacional de cerca de 6 milhões de moradias no Brasil e mais de 26 milhões de residências consideradas inadequadas. O lançamento ocorreu em sessão especial na última quarta-feira antes da nona reunião ordinária da Câmara de Campinas, por iniciativa do vereador Nick Schneider, com coautoria do vereador Wagner Romão. Eu vejo a nossa igreja com dois braços, com dois viés muito importantes e que se complementam, né? um braço espiritual de doutrina da nossa fé, de anúncio do reino, de tudo que a gente ouve e acompanha de pregação, tudo que a gente ouve e acompanha dos nossos padres falando do exemplo que Jesus nos trouxe à terra no amor ao próximo e todos os mandamentos que nos levam a amar, a ser cristão, né? a ter esse vínculo espiritual com o céu, buscar o céu, buscar a santidade. E a igreja nos dá também o braço social. E daí entra a doutrina social da igreja, o braço humanitário. E nisso cabe a nós termos total aceitação, a dimensão, o entendimento de que nós temos um comprometimento enquanto igreja. E assim eu falo por mim, viu, padre? O senhor vai falar pela igreja, mas eu estou falando por mim. mas um comprometimento com a vida digna para todos, especialmente estando aqui na função de homem público. A gente ainda vive uma situação de déficit habitacional muito crítica no nosso país, embora avanços tenham acontecido nos últimos anos, mas a gente vê situações, pessoas em situação de muita precariedade, de moradia, ainda numa situação de vulnerabilidade social muito grande, pagando aluguéis caros. de Campinas é uma cidade especialmente que tem uma, né, uma prática de aluguel abusiva, né? E a gente tem que lembrar sempre que quem paga mais do que 30% da sua renda, quem usa mais do que 30% da sua renda pagando aluguel, tendo gasto com a sua moradia, tá numa situação de déficit habitacional. Participaram do encontro Israel Darc de Souza e João Henrique de Oliveira Bento da Comissão Arquidiocesana da Campanha da Fraternidade, além do padre Antônio Rodrigues Alves, assessor da área sóadora. Ele destacou a importância de incentivar ações concretas em favor das famílias vulnerabilidade e falou do papel do legislativo paraa melhoria das políticas habitacionais no âmbito local. é necessário que tenha recursos públicos destinado à moradia. E caros vereadores Wagner, Nick e os outros, né? Depois os senhores são vão reverberar todo esse esse conteúdo. É necessário que essa casa de leis pense projetos para que de fato a gente possa diminuir esse déficit de moradia, né, que existe na nossa cidade. Os dados do texto base, eles são, né, do país, é do Brasil, mas a gente pode pegar os dados da cidade. Nós temos ainda pessoas em situações de precariedade. Nós temos situações aqui de pessoas que vivem de fato em em lugares que não são para pessoas estarem lá. E aí é necessário investimento, recursos públicos nas em todas as esferas. E aí cabe a vocês na esfera municipal pensar a hora do orçamento, as emendas impositivas tem que ser destinada para essas questões. E a Comissão Especial de Estudos de Fomento ao Comércio Exterior da Câmara realiza a primeira reunião do ano. Com o tema governança corporativa para empresas que atuam no comércio exterior e em ambientes de alta competitividade, a Comissão Especial de Estudos do Comércio Exterior realizou a última reunião do ano e quem presidiu de forma interina foi o vereador Vini Oliveira. Com a promoção de debates, análises aprofundadas das oportunidades e desafios do comércio exterior, o objetivo dessa comissão é contribuir para o desenvolvimento econômico de Campinas e para a atração de investimentos estrangeiros. O painel foi coordenado pelo Instituto de Desenvolvimento em Governança Corporativa e contou com a participação de conselheiros consultivos e de administração que atuam em empresas de médio e grande porte. A gente eh vê que 36% das empresas chegam à segunda geração, 19% chegam à terceira geração e apenas 7% das empresas chegam hoje à quarta geração. Eh, isso é muito preocupante. O ano de 2025 ainda não foi fechado, mas espera-se aí mais um recorde de recuperação judicial no Brasil. eh, batendo aí 3.000, se as empresas não tiverem preparadas e entendendo um pouco do que é e o que é ser um fornecedor ou produzir por uma grande marca, eh, ela tá fora do mercado. como potencializar essa essas oportunidades de novo, se preparando, fazendo a sua lição de casa e tentando eh se adequar a essa essa nova realidade que que a gente tá colocando como uma questão de governança e e entender, né, do do nível mais alto até o nível de gestão, de execução de do que que precisa ser feito. A governança ela não precisa ser cara, ela não precisa ser complicada, ela traz visibilidade inclusive pro próprio dono. Não é algo que não é um bicho de sete cabeças, não é algo nem necessariamente caro, é algo que vai trazer muita fluidez ao negócio, muita visibilidade e uma preparação muito mais rápida para uma eventual fusão, compra, aquisição, o que for. Quando a gente fala de mercados mais maduros, a governança ela é estruturada nesses mercados. Ela já faz parte da cultura de negócios. Então, quando chega lá fora, você fala de compliance, não há susto. Quando fala de regulatório, não tem preocupação. Quando fala de SG não se encara como uma agenda verde, mas sabe o peso que é os porque são as pessoas, retenção de talentos. A gente tá agora a as margens efetivamente de uma cobrança da Nova NR1, por exemplo, e as empresas, muitas delas, as empresas médias, não estão preparadas ainda, tá, para esse contexto da NR1. E hoje é dia de reunião ordinária aqui na Câmara de Campinas. Os vereadores votam hoje uma alteração na lei que doa uma área pública no Jardim Santa Genebra para um lar de idosos. A proposta vai ser analisada na 10ª reunião ordinária do ano, em primeira discussão e votação e altera uma lei de 1985 que autorizou a doação do terreno paraa entidade Casa dos Espíritos, que é responsável pelo Lar de Idosos, Recanto Vovô Antônio. O projeto atualiza a metragem e também a descrição do terreno localizado no loteamento Jardim Santa Genebra. Segundo o executivo, a mudança é necessária para adequar a lei à situação registral do imóvel e permitir também a formalização da escritura de doação paraa entidade. A reunião da Câmara começa às 6 da tarde no plenário aqui da Câmara Municipal e você acompanha também a transmissão ao vivo aqui na TV Câmara e também no nosso canal do YouTube. E uma moção aprovada na Câmara Municipal de Campinas pede a implantação da chamada sala lilás na cidade. Esse espaço é destinado ao atendimento de mulheres, crianças e também adolescentes vítimas de violência doméstica e sexual. Foi aprovada uma moção de autoria do vereador Paulo Hadad, que apela ao governador do estado de São Paulo, Tarcísio de Freitas, a implantação de uma sala lilás em Campinas. O espaço é destinado ao atendimento de mulheres, crianças e adolescentes vítimas de violência doméstica e sexual. Hoje nós necessitamos de um equipamento diferenciado. Essa sala lilás, como você bem disse, é que foi implantada bem próximo a Campinas, no município de Americana, no IML, ela dá toda a a a possibilidade da mulher ou de uma criança ou de um adolescente vítima, né, de agressão física ou agressão sexual, seja familiar, no ambiente familiar ou fora do ambiente familiar, tem um atendimento diferenciado. ela vai ser atendida ou será atendida numa sala especificamente destinada à aquele tipo de ocorrência, com um profissional capacitado e qualificado para dar aquele tipo de atendimento, não só eh eh para que ela possa eh eh falar e expor aquilo que aconteceu, mas também já tratando de forma diferenciada, eh pensando em todo um contexto psicológico de atendimento àquela pessoa. Para o vereador, a sala lilás busca diminuir o sofrimento e preservar a identidade e a intimidade das vítimas no momento do exame de corpo de delito, já que o atendimento passa a ser feito de forma separada dos outros procedimentos realizados no IML. Acho que é importantíssimo. A mulher já tá fragilizada, muitas vezes ela se sente envergonhada até de de ir num num num equipamento público para que ela possa ser eh eh ter ali, né, um uma uma inspeção, né, vamos colocar assim, de daquilo que foi produzido em termo de trauma eh físico nela para que possa constar dos autos, né, dentro de um boletim de ocorrência. Agora, quando ela está num ambiente que ela está preservada a sua integridade moral e também ela não tá exposta a toda aquela aquela comunidade ou aquele número de pessoas que muitas vezes elas possam tá tendo um olhar diferente ou diferenciado para ela. Eu acho que isso é muito importante. Uma moção aprovada na Câmara Municipal de Campinas, de autoria do vereador Hebbert Ganém, pede a federalização do caso Orelha. Foi aprovada uma moção de autoria do vereador Hebbert Ganém em apoio ao pedido de federalização do caso Orelha ao Procurador geral da República, Paulo Gonê, para que o caso seja investigado pela Polícia Federal. Esse apoio é importante para que a moção, na verdade, a gente apoia algo, né, que a gente gostaria que acontecesse ou que não acontecesse, né, mas o que a gente quer que esse caso seja investigado pela Polícia Federal, né, tem a investigação do estado, da Polícia Civil e dentro desse processo tem acontecido muitas coisas aí estranhas, né? afastamento de um delegado, uma juíza, eh, disse que não poderia julgar o caso porque conhecia o os infratores e e aí daqui a pouco vai agora eh eh vão fazer uma autópsia do animal que já foi enterrado, precisa ver o que que aconteceu com ele, uma confusão. Aí aparece um vídeo de de adolescentes que estavam, depois um vídeo que eles não estavam, um contradiz assim, eu mesmo no caso fico perdido quando estou acompanhando. E essa é uma luta nossa, né? A gente queria muito que a Polícia Federal tomasse à frente, investigasse esse caso para ver se a gente encontra as respostas que a gente eh acha que são necessárias e importantes pra sociedade. Segundo o vereador, a federalização do caso pode contribuir para fortalecer a confiança da sociedade nas instituições, além de assegurar que os fatos sejam elucidad e os envolvidos devidamente responsabilizados. Quem cometeu o crime ali tem uma condição alta, né, financeira, socioeconômica, alta. São quatro. Daqui a pouco disseram que não foi quatro, que foi um só. E eles na sociedade tem uma certa influência e isso acaba acontecendo. As pessoas conhecem outras pessoas, viram amigos, né? E há um impedimento ali de investigar um caso, de julgar um caso. Alguns eh são são corretos e dizem: "Eu não posso investigar isso porque conheço fulano, né?" mas outros não. Então, a gente gostaria muito que a Polícia Federal tomasse conta das investigações, né, que a justiça federal fizesse a justiça que a gente gostaria muito que acontecesse.