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Notícias do Legislativo | Boldrini abre vagas para voluntários e debate sobre autismo nas famílias atípicas
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Notícias do Legislativo | Boldrini abre vagas para voluntários e debate sobre autismo nas famílias atípicas

6 views Publicado 24/04/2026 HD · 25:23
Resumo editorial

O bloco Notícias do Legislativo desta edição abre com prestação de serviço, o Centro Infantil Boldrini realiza no sábado uma capacitação aberta para novos voluntários no auditório da instituição, na Rua Doutor Gabriel Porto na Cidade Universitária em Barão Geraldo, das 9 da manhã às 3 da tarde. A reportagem detalha o trabalho da instituição como referência nacional no tratamento de crianças e adolescentes com câncer, com mais de 113 mil atendimentos em 2025 e cerca de 430 voluntários ativos. Na sequência, o telejornal acompanha a reunião da Comissão Permanente das Pessoas com Deficiência ou Mobilidade Reduzida da Câmara Municipal, dedicada ao impacto do autismo na saúde mental das famílias atípicas. Especialistas, autoridades e representantes da sociedade civil discutiram os desafios emocionais enfrentados por cuidadores que atendem cerca de 2,4 milhões de pessoas com autismo no Brasil, e o avanço das leis específicas que estruturam direitos para essas famílias.

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Vídeo do acervo da TV Câmara Campinas.

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Olha [música] só, o Centro Infantil Boldrini aqui em Campinas realiza amanhã, no sábado, dia 25, uma capacitação para novos voluntários. é aberto à população que está interessado em contribuir com o cuidado humanizado oferecido aos pacientes. Então, ó, é amanhã das 9 horas da manhã até às 3 horas da tarde, tem um intervalo aí de 1 hora, vai acontecer no auditório do Centro Infantil Boldrini. O endereço é na rua Dr. Gabriel Porto, número 1270, na cidade universitária em Barão Geraldo. Quer mais informações? Tem lá no site www.boldrini.org.br. Bom meiodia mais 15 minutos. Vamos com as notícias do legislativo, porque a Comissão das Pessoas com Deficiência ou Mobilidade Reduzida aqui da Câmara realizou uma reunião com um foco em um tema sensível e urgente, o impacto do autismo na saúde mental das famílias atípicas. O encontro reuniu especialistas, autoridades, representantes da sociedade civil para discutir os desafios e caminhos possíveis. A proposta da reunião foi ampliar o diálogo sobre os impactos emocionais enfrentados por familiares de pessoas com autismo, especialmente aqueles que assumem o papel de cuidado no dia a dia. Entre os palestrantes está a médica Bruna Ituaçu, referência nacional em autismo e neurodesenvolvimento e também mãe de uma menina atípica de 7 anos. Ela era muito diferente do grupinho dela. E por várias vezes a gente levou a Vana para brincar e chegava naquele grupo, as crianças não queriam brincar com ela porque ela não sabia brincar. E eles falavam para mim: "Ai, não, mas eu não quero brincar com ela porque ela não sabe brincar". Ela estraga a brincadeira. E só quem é pai e mãe de uma criança neurodivergente, porque ser empático é entender o que o outro passa, mas passar pelo que o outro passa te torna pertencente dessa história de verdade, né? Isso muda tudo, porque quando você passa na pele, quando você vive o autismo do lado de dentro da porta, é muito diferente. Porque eu sempre digo assim, ó, o mês de abril é um mês de destaque pro autismo. O dia 2 de abril é o dia que a gente para o mundo para falar sobre autismo. Mas todas as famílias vivem o autismo 364 dias por ano, 12 meses durante um ano. E a gente para um dia no ano para falar sobre autismo, para trazer destaque para tantas e tantas e tantas famílias. Nós estamos falando de mais de 10 milhões de pessoas nesse país. O evento contou também com a palestra do psicólogo Rafael Magalhães, que atua foco em autismo, parentalidade e saúde mental, e do advogado Wesley Sten, especialista em direito da saúde. Pincelando, porque a Bruna foi brilhante já na colocação dela, nós temos cerca de 2.4 milhões de pessoas com autismo no Brasil. As leis que vieram para dar esse suporte, eu vou só pincelar algumas. A primeira mesmo foi em 2009, Convenção de Nova York, que foi incorporada no Brasil como decreto e aí começou a obrigar o Brasil como nação a seguir critérios eh mundiais de acordo com o MS e atender as pessoas com deficiência com mais eh acolhimento e com a devida atenção. Depois veio a lei Berenciiana, Estatuto da Pessoa com Deficiência em 2015. Depois vemos a última lei significativa foi a lei Romeo Mon, que incorporou o Cpiteia. Só que será que nós estamos preparados para lidar com tantos diagnósticos o Brasil e tem como suportar tantas pessoas com deficiência que estão entrando a cada ano no setor público? No setor privado a gente sabe que é caótico. Quem aqui tem plano de saúde? Tá bom. O plano ele cobre tudo. Vocês conseguem terapia? Eu já vi plano, gente, negar até exame de sangue, vitamina D. Eh, o sistema tá tão caótico, tá tão contaminado que as pessoas não estão conseguindo ter acesso ao básico. E aí tenta se colocar uma lei para fazer o cumprimento, só que ela é ineficaz e a gente tem que lutar como sociedade para fazer essas leis terem força. Além das palestras, participaram representantes da Secretaria Municipal de Saúde, do Conselho da Criança e do Adolescente, do Centro de Atenção Psicossocial Infanto Juvenil e de Organizações que atuam na Defesa dos Direitos das pessoas com Deficiência. Segundo a presidente da Comissão das Pessoas com Deficiência e Mobilidade Reduzida, vereadora Débora Palermo, a iniciativa busca criar um espaço de escuta, acolhimento e construção de políticas públicas mais inclusivas na cidade. É muito importante porque as famílias elas precisam desse apoio. Primeiro elas precisam conhecer os direitos delas e também saber que elas não estão sozinhas, né? saber a que elas podem ser acolhidas, onde elas buscam a a acolhimento, atendimento e também os direitos que foi o Dra. Wesley falou, questões judiciais. Então, foi um debate bem rico, né? E acho que ajudou muito aí as mães e as famílias de pessoas com autismo. Esse é esse é o grande problema, o grande dilema, a demora no laudo e também após o laudo, a garantia da da das terapias assistivas que essas crianças e e esses adultos também precisam, né, para dar o suporte à pessoa com autismo. Então essa eh continua sendo a nossa grande luta, a nossa grande briga, vamos dizer, no bom sentido, para que essas pessoas quanto antes tenham o diagnóstico precoce e também os os atendimentos quanto antes para que não perca as janelinhas que vão se abrindo no tempo certo e a criança quando ela não tem esse atendimento no tempo certo, ela vai levar às vezes pro resto da vida algumas falhas que poderiam ser evitadas. A Câmara de Campinas realizou um debate público para discutir a inclusão da capoeira nas escolas da rede municipal. A proposta apresentada pela vereadora Guida Calisto reconhece o caráter educacional e formativo da modalidade e prevê a ampliação da presença no ensino público. A vereadora Guida Calisto promoveu um debate público na Câmara Municipal de Campinas para debater o projeto de lei capoeira nas escolas, que reconhece o valor educacional da capoeira e propõe sua presença na rede pública de ensino em Campinas. Nós entendemos que, como nós temos na nossa LDB, a obrigatoriedade do ensino, da história da da África e do e do e do povo, né, eh a a africanobras eh como uma obrigação, né, a o ensino dessa modalidade, dessa disciplina. Então, nós entendemos que a capoeira pode ser um bom instrumento para que possa ser implementado, aplicado e cumprido a LDB no cumprimento da lei 10.639. Então, nós entendemos que eh garantir que a capoeira esteja no currículo escolar garante eh muita coisa, né? garante o ali o ensino da história, a garante o conhecimento, garante que a gente a partir do conhecimento, a tentativa de descriminalizar essa atividade, né? Porque a capoeira por muitos anos ela foi criminalizada. Então, eh, a partir do ensino, isso com a nossa juventude, eh, você consegue alcançar diversos processos, né, do saber, da confraternização, da solidariedade, do respeito e das habilidades corporais, enfim. Durante o debate, mestres, instrutores e representantes da capoeira no município destacaram a importância da iniciativa para valorização da modalidade. A capoeira, ela é multidisciplinar, ela é interdisciplinar, ela dialoga exatamente por causa da sua história, porque ela precisou ser disfarçada em dança, ela precisou ser disfaçada em manifestação apenas cultural, ela precisou ser disfaçada eh eh em música, né, e por em brincadeira, né, e é por tudo isso que a riqueza, é por tudo isso que A capoeira possui a riqueza que possui. Quando a gente pega e pensa a capoeira na escola, os grandes beneficiados serão os alunos e as escolas. A capoeira de Campinas, não vou nem falar da capoeira do mundo, a capoeira de Campinas, ela tá aqui desde a década de 70 e todas as gerações de capoeiristas de Campinas exportaram capoeira pro exterior. A gente tem mestres referências da capoeira e do mundo da década de 70, de 80, de 90, de 2000, 2010. Eh, eu poderia citar mais de 20, e não vou perder o tempo aqui porque quem vai me ouvir pode pesquisar, meninos que começaram em projetos sociais de capoeiro e hoje moram na Alemanha, na Itália e são de vários grupos de capoeira aqui na cidade de Campinas. Lembrando mais uma vez que a capoeira é uma prática política. Acho que eh esse esse esse reinício, essa mobilização que tá se se reiniciando hoje, né, Guida, que tem eh a tarefa de acumular força na cidade junto aos capoeiras pra gente fazer esse projeto ser aprovado. Considerada patrimônio cultural brasileiro, a capoeira é defendida no projeto como uma ferramenta de formação integral que contribui para o desenvolvimento físico, emocional e social de crianças e adolescentes. Poeira, ela é uma atividade muito bem aceita, com bastante acolhimento entre a nossa juventude, a juventude da periferia, entre as mulheres. Então, nesse sentido, eh, quando a gente apresentou esse projeto de lei, com certeza foi pensando nisso, né? pensando em ter na escola o desenvolvimento dessa atividade e garantir também um espaço de acolhimento, de prazer para os nossos jovens que têm direito de ter uma educação pública de qualidade. Mei-dia, mais 25 minutos. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Estamos ao vivo nesta sexta-feira. A gente segue aqui com as notícias do legislativo, porque a primeira parte da 22ª reunião ordinária foi presidida pela vereadora Mariana Conte e abordou a importância da economia solidária na cidade, além dos desafios enfrentados pelas profissionais. Por iniciativa da vereadora Mariana Conte, a primeira parte da reunião ordinária discutiu a importância da economia solidária para a cidade de Campinas. O principal foco do encontro foi ampliar a visibilidade do trabalho exercido pelas artesãs e os desafios da profissão. Um dos pontos centrais da discussão foi sobre o encerramento de uma loja física que impactou diretamente na renda dessas profissionais que dependem desses espaços coletivos para a comercialização de seus produtos. Em 29/02 de 2024, fomos praticamente despejados do nosso projeto, que também fazia parte da economia solidária. O pessoal tinha renda, faz muita falta, inclusive para mim, eh, nós tínhamos a umas 40 mulheres que participavam lá e colocavam seus artesanatos lá, né? tinha a horta, tinha a padaria, que a padaria também depois foi fechada. E é isso daí. A gente ainda eh estamos pedindo ainda que nos ajudem a, eu sei que tem bastante prédio na cidade e a gente gostaria muito muito que voltassem com a nossa loja. Além disso, com a loja física, as artesãs tinham mais infraestrutura para trabalharem com dignidade. O espaço era um espaço em que elas podiam tanto utilizar banheiro, utilizar coisas básicas que todo trabalhador precisa, ainda mais nós estamos falando de trabalheres, trabalhadoras, muitas senhoras que t demandas físicas. Ela, uma disse que ela podia levar a marmita para comer, enfim, que a gente sabe que isso também dá uma economia gigantesca na no almoço, porque não é fácil ficar almoçando fora de casa todos os dias, todo mundo sabe muito bem. Quanto a loja física também era o espaço, ela relatava, por exemplo, que veio por meio de um financiamento do governo federal, veio o equipamento de fazer uma padaria, por exemplo, né? Então era a loja física possibilitava elas de terem mais eh infraestrutura para realizarem os seus produtos, produzirem seus produtos. E o fechamento em 2024 impactou muito nesse cenário, né? Então, o que nós podemos fazer, o que eu estou fazendo é primeiro questionando a prefeitura sobre o porquê do fechamento e quando e onde a reabertura, mas sobretudo pressionar a prefeitura, porque tem tantos e tantos imóveis pela cidade de Campinas. A prefeitura faz uma política de incentivo a setores econômicos e por que não incentivar economicamente essas trabalhadoras que são mulheres, são mulheres trabalhadoras, são mulheres que usam da economia solidária para complementar renda ou para garantir todo o sustento. Então, já que a prefeitura apoia muitos grupos econômicos e eu acho que apoia inclusive de forma desmedida, o setor imobiliário, o grande capital, né, que gente que nem precisa tanto assim e que faz a da de Campinas a farra do boi. Então eu eu entendo que nós vamos continuar cobrando a Prefeitura Dário Saad para que forneça um espaço para que essas trabalhadoras possam exercer o seu artesanato, fazer o seu pão e possam trabalhar com dignidade. A Luciana veio para Campinas em busca de oportunidades e como empreendedora e artesã ressalta que a economia solidária vai além de geração de renda. é como uma ferramenta de inclusão produtiva, ressignificação da vida e transformação social. E a economia solidária realmente é isso, é você dar as mãos, você ajudar o seu próximo, aos ao seu amigo, ao seu colega, né? Tem bastante pessoas idosas, né? Qu, eh, infelizmente não tem suporte. Então, quando nós estamos na feira, a gente tem que fazer isso, dar as mãos para aqueles que não consegue, né? E essas pessoas idosas, elas realmente têm, né? A feira é o único local que elas conseguem se divertir, que elas conseguem conversar. muitas vezes faz só um dia por semana, mas aquele dia alegra ela, tira ela da depressão, porque ela conversa com todo mundo. Então assim, ele é um projeto maravilhoso, porém não temos visibilidade, né? Cada cada secretaria que entra, né? eh quer fazer algo diferente. Só que eh nós somos a raiz da árvore, né, do do da economia solidária, que somos os empreendedores. E muitas vezes nós não somos ouvidos completamente, né? é necessário e fundamental esse apoio, porque a gente é é uma forma é uma forma de geração de renda e geração de renda embaixo. Isso também é fundamental porque a gente sabe, muitas vezes se a gente ouve falar sobre o abandono do centro, o centro abandonado, mas o centro só vai ter vida na medida que tiver pessoas que trabalhem e morem no centro. Então você ter uma loja como essa da economia solidária, retomada dessa loja também é uma forma de garantir e fortalecer o movimento no centro da cidade. Infelizmente a gente vê o cenário é contrário. Então, para mim também não é à toa que essa loja foi fechada, porque nós vamos vendo que ano após ano o a prefeitura favorece empreendimentos imobiliários, grandes construções que ficam, na verdade, construções fantasmas, muitos imóveis parados, imóveis que são só utilizados para especulação, imóveis que são utilizados na no mercado financeiro e que não são utilizados pelas pessoas. E aí a gente vai vendo o centro cada vez mais vazio e cada vez mais abandonado. O vereador Aíton da Farmácia protocolou um requerimento cobrando informações do poder executivo sobre a reforma do centro de saúde Vilai. Segundo o parlamentar, as obras já deveriam ter começado. O Centro de Saúde Vila IP foi fechado em março para passar por reforma e ampliação. Segundo o vereador Aíton da Farmácia, moradores da região relatam que as obras ainda não teriam sido iniciadas. De acordo com os relatos, a população tem buscado atendimento em outras unidades, o que, segundo eles, tem gerado filas, demora e dificuldades no acesso à saúde. Aquela população cobra o vereador, poxa, vai fazer um mês que o posto de saúde está fechado. O CS da VIP atende uma demanda muito grande, né? E aquelas pessoas ali necessita daquele posto saúde, até porque o CS que tá atendendo, ele tá provisório ali no Jardim São Pedro, na rua Júlio Fernandes. É até difícil a locomoção para as famílias que estão acostumadas no CS da P tá se locomovendo até o CS lá do Jardim de São Pedro. Então essas pessoas, poxa, já vai fazer um mês, vereador. E e nada de obra, não começou nada de obra. O documento enviado à prefeitura traz uma série de questionamentos sobre obra, como detalha o parlamentar. Por que que não começou? Quando vai começar? Por que que tá atrasado? Se é uma uma área tão necessária que é a saúde na nossa cidade de Campinas. Todas reclamam que às vezes é para ter dois pediatras, só tem um. Às vezes é para ter dois dentistas, só tem um. Tem duas, três cadeiras de dentista, só tem um dentista atendendo. Então é complicado. As pessoas têm ali o tempo da vida deles ali para cuidar da saúde quando ele vai lá e demora. E quando ele vai lá ainda ele é remarcado para outro dia que acontece demais isso hoje no posto de saúde de Campinas. É isso que a população quer. A população quer muito rado. O vereador também chama a atenção para o fato de que o recurso para a reforma já está disponível, o que aumenta a preocupação com o atraso. Para ele, a situação vai além da burocracia e afeta diretamente quem precisa do serviço público de saúde. 1.300.000 de verba ali para reforma, ampliação daquele posto de saúde. E tudo que aquela população quer é que ele seja o mais rápido possível, porque a população fala assim: "6 meses, se meses nunca vai entregar em se meses." A população já sabe, já espera que há atraso. Isso já tá, já está atrasando no começo da obra, lá no final vai atrasar mais. A Câmara de Campinas realizou a entrega do título de cidadã emérita durante uma reunião solene para Renata Tanuri Meneguete. A solenidade aconteceu na Casa de Itália durante as comemorações da 30ª semana da comunidade italiana aqui no município. Em reunião solene, a Câmara Municipal de Campinas realizou a entrega do título Cidadã emérita para Renata Tanuri Meneguete, que há 25 anos impulsiona a cultura, o turismo e a economia criativa na cidade. [música] A iniciativa é do presidente da Câmara, vereador Luís Rossini. A solenidade aconteceu na Casa de Itália durante as comemorações da 30ª semana da comunidade italiana no município. A proposta é que a gente tivesse uma data para que a gente pudesse lembrar, reverenciar, agradecer, reconhecer a contribuição que os imigrantes italianos e seus descendentes deram e continuando continuam dando pro desenvolvimento da nossa cidade. O título de cidadã emérita é um reconhecimento que homenageia pessoas que se destacaram em suas atividades. De acordo com o parlamentar, a Renata não apenas preserva tradições, mas cria pontes entre gerações, movimenta milhares de pessoas e fortalece o sentimento de pertencimento. Esse ano, a comunidade indicou o nome da Renata para receber essa homenagem. Eu vou falar um pouquinho do porquê, a justificativa do por a comunidade escolheu a Renata, né? É claro que quando a gente fala da Renata, a gente tem que falar um pouco da história da família Meneguete e Decico, da qual ela se origina, né? A trajetória da Renata Tanuri Meneguete vem de longa data. A gente pode falar que é um resultado de encontro de duas linhagens italianas muito forte. famílias empreendedoras, visionárias que ajudaram a moldar, moldar o interior paulista, muito antes de ela própria transformar essa memória, esse legado em festivais, gastronomia e celebração coletiva. Uma história que começa na Itália, atravessa o período do café, passa pelo comércio, pela hotelaria e hoje ecoa em palcos, praças e festas populares. Eu queria dizer primeiro, gratidão em nome da cidade de Campinas pelo que você faz pela nossa cidade, pela nossa cultura e que essa homenagem sirva não apenas como reconhecimento daquilo que você já fez e produziu, mas como estímulo para você continuar fazendo tudo que você faz com muita excelência. Que Deus continue te abençoando ricamente. Parabéns à nova cidadã emérita da cidade de Campinas, Renata Tanuri Medeguete. [aplausos] Receber essa homenagem hoje é algo que toca profundamente o meu coração, porque antes de qualquer título, ela representa uma história construída com muito trabalho, muito propósito e, acima de tudo, muito amor por aquilo que eu faço. Eh, eu não comecei ontem, né? O Rossini falou, eu tenho 25 anos só de elo, mas antes da ELO eu já trabalhava eh no mercado de trabalho e passei por diversas empresas, inclusive pela Embrapa. Então, a minha trajetória nunca foi sobre palco para mim, sempre foi sobre criar palco para os outros. Eu tenho uma missão bonita que é servir, né? Tem gente que fala: "Eu vim ao mundo para servir". Eu vim ao mundo para servir e eu acho que servir é uma coisa maravilhosa. Faço aqui é em nome deles, né, dos que caminham comigo, parceiros, fornecedores, expositores, um agradecimento muito especial a você, Rossine, presidente dessa Câmara Municipal, por ter chegado em mim algo que muitas vezes nem eu percebo, a maioria das vezes. E esse gesto não é, não honra apenas a mim, honra a todos aqueles que acreditam na cultura, no trabalho sério, na construção coletiva. E eu sigo pequena no tamanho, mas gigante no propósito. Tenho a certeza absoluta que enquanto eu puder eu seguirei conectando, realizando entregando sempre mais do que eu prometo. [música] [música] [música]
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