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[música] Vamos com as notícias do legislativo, porque a vereadora Paola Miguel protocolou um projeto de lei para regulamentar as entregas feitas por entregadores de aplicativo em condomínios residenciais. e comerciais. A vereadora Paola Miguel protocolou um projeto de lei com objetivo de regulamentar as entregas realizadas por trabalhadores de aplicativos em condomínios residenciais e comerciais da cidade. Acho que é importante lembrar como começa isso. Diversos entregadores já sofreram com racismo, homofobia, ofensas, violências por estarem, né, tendo que levar até a porta, né? Tem até um caso, né, que aconteceu aqui em Valinhos, né, de um condomínio, onde eh, não só um, né, mas dois entregadores, né, foram sofreram ameaças e também ofensas racistas quando chegaram na porta, né, por conta da entrega. De acordo com a vereadora, o objetivo do projeto é garantir que esses trabalhadores não sejam obrigados a circular pelas áreas comuns dos condomínios, nem a subir até a porta dos apartamentos. E a gente muitas vezes vê a penalização do entregador por ele não subir. Então, diversas pessoas fazem reclamação, dão uma nota ruim, né? Começam a fazer críticas. Então, a regulamentação vem justamente para que a gente possa, né, ter regras claras do que pode e o que não pode. O que que é o dever do entregador e o que é o dever de quem tá recebendo a encomenda? O que que atéonde o entregador pode ir, né? e também para garantir que as entregas sejam feitas de uma maneira mais ágil, né? Muitas vezes você não conhece o condomínio, você não conhece aquele espaço, então acaba demorando, você tem outras entregas e faz com que eles percam ali o tempo. O projeto de lei passará pela comissão de legalidade e de mérito e por duas votações no plenário da Câmara Municipal e se aprovado, seguirá para a sanção do prefeito. Para Paola, essas medidas irão garantir a segurança de todos. E a gente também precisa entender que isso pode ser garantido uma questão de segurança. Muitas vezes é utilizado a bolsa, né, dos dos aplicativos, né, que fazem entrega para poder conseguir entrar dentro de um condomínio, né, e muitas vezes acabam até manchando mesmo o nome desses trabalhadores. Então, a ideia é criar quais são as regras claras de entrega para garantir que esses profissionais, esses trabalhadores tenham seus direitos garantidos e além disso garantir que as plataformas comecem essa regulamentação para garantir também pras pessoas que vão se cadastrar, que querem buscar essa oportunidade de emprego, de renda, também saibam até onde eles podem ir. Câmara de Campinas aprova a moção de autoria do vereador Carmo Luiz, que apela ao governo do estado de São Paulo e ao DER, o Departamento de Estradas e Rodagem, para a construção de uma passarela na rodovia Engenheiro Miguel Milhado Campos. Foi aprovada a moção de autoria do vereador Carmo Luiz, que apela ao governo do estado de São Paulo e ao Departamento de Estradas de Rodagem para a construção de uma passarela na rodovia Engenheiro Miguel Melihado Campos no acesso ao bairro residencial Cidade Singer. A rodovia Miguel Milhado Campos, ela é muito importante para a cidade de Campinas. é uma das principais entradas para o aeroporto internacional de Viracopos, que liga Vinhedo a à rodovia Santos do Mon, ligando em Daiatuba, cidades enormes e esta rodovia era muito precária, com uma baixíssima qualidade, o uma visão muito feia do que existia naquela região. Hoje nós estamos vendo o avanço desta rodovia que traz qualidade de vida não apenas aos moradores, mas também aos usuários do aeroporto de Viracopos, os que usam a rodovia Santos do Mom. Só que, infelizmente, não foi feito um projeto pelo Dr. que contemplasse os moradores do Cidade Singer 1 e Cidade Singer 2. E por que eu falo? Porque são dois bairros muito grandes, bairro bairros muito populosos e que dependem do sistema de transporte que existe na região. Então, não foi feito um trabalho, uma uma consulta a esta população. A o o a construtora junto com o Dr., o projeto do DR, colocaram um guarda-rei, ou seja, colocaram um muro, dividiram a população e não ofereceram nenhum tipo de oportunidade para que essa população possa passar. Não apenas para ir trabalhar, pegar seus ônibus, mas também para levar crianças paraa escola, buscar crianças na escolas. Nós ficamos ali alguns minutos e observamos as pessoas com carrinho, com cadeira de roda, sem poder ter acesso. Segundo o parlamentar, a construção da passarela vai facilitar a travessia de pedestres, além de garantir a segurança de todos os moradores. Hoje nós estamos vendo o avanço desta rodovia que traz qualidade de vida não apenas aos moradores, mas também aos usuários do aeroporto de Viracopos, os que usam a rodovia Santos do Mont. Só que, infelizmente, não foi feito um projeto pelo Dr. que contemplasse os moradores do Cidade Singer 1 e Cidade Singer 2. E por que eu falo? Porque são dois bairros muito grandes, bairro bairros muito populosos e que dependem do sistema de transporte que existe na região. Então, não foi feito um trabalho, uma uma consulta a esta população. A o o a construtora junto com o DR, o projeto do DR, colocaram um guardrei, ou seja, colocaram um muro, dividiram a população e não ofereceram nenhum tipo de oportunidade para que essa população possa passar. Não apenas para ir trabalhar, pegar seus ônibus, mas também para levar crianças paraa escola, buscar crianças na escola. Nós ficamos ali alguns minutos e observamos as pessoas com carrinho, com cadeira de roda, sem poder ter acesso. Então assim, é muito triste o que aconteceu. Nós sabemos da importância da rodovia, mas é fundamental que o projeto do governo do estado insira aquela comunidade, dê qualidade de vida para ela. Então nós fizemos uma moção ao governador Tarcísio pedindo que ele observe isso. Tudo que pedimos pro governador Tarcísio foi feito, desde as casas que iam ser derrubadas, a indenização dos moradores que hoje estão recebendo apartamentos. E hoje nós estamos aqui pedindo, através da moção, a colocação de uma passarela na entrada, na passagem do Cidade Singer 1 e do na entrada do aeroporto de Viracopos. Moção do vereador Igor Diego apela ao Congresso Nacional pela aprovação do projeto que regulamenta a profissão de trabalhador em refeições coletivas. A moção do vereador Igor Diego apela ao Congresso Nacional pela urgência na tramitação do projeto de lei número 6601/2025, que regulamenta a profissão de trabalhador em refeições coletivas. Começamos o ano legislativo apresentando uma moção para dar celeridade, pedir pro Congresso Nacional aprovar um projeto de lei apresentado pelo presidente nacional do Republicanos, o deputado federal Marcos Pereira, que vem regulamentar essa profissão, né, das cozinheiras industriais. Ah, para traduzir a famosa merendeira escolar, a a moça que trabalha na cozinha de restaurantes, hotéis, essas são essa categoria. O parlamentar destaca a situação desses profissionais no estado de São Paulo. Nós estamos falando de 105.000 profissionais. Mais de 90% dos profissionais dessa categoria são mulheres. Então nós ouvimos, trouxemos o deputado federal Marcos Pereira em Campinas, no sindicato da categoria junto com o presidente Paulo Rize, que fez uma audiência pública, apresentou pra gente toda essa demanda da categoria, é uma luta histórica, porque sem a regulamentação eles não conseguem adquirir direitos históricos, como por exemplo e salubridade, entre outros direitos. Então, eh, sabemos que esse ano é um ano legislativo mais curto, que as eleições, né, elas estão aí. É importante pedir essa celeridade. E eu, como embaixador, que fiz a ponte entre o sindicato e as cozinheiras e o deputado, vou continuar cobrando, acompanhando até sair do papel. O vereador Eduardo Magoga apresentou as emendas impositivas destinadas por ele ao orçamento de Campinas para este ano. As emendas impositivas de 2026 superaram o valor de mais de R$ 113 milhões deais, sendo R$ 3.400.000 R$ 1.000 para cada vereador. Pela regra, pelo menos metade desse valor precisa ser destinada obrigatoriamente à área da saúde. Deste total, o vereador Eduardo Magoga aponta quais áreas receberam prioridade para distribuição desse valor. No que me coube este ano, acho que tivemos um valor de 1.721.000. Eu acabei destinando lá pra região do distrito norte. Ali nós estamos falando mais basicamente aí de uns 60, 70 bairros de Campinas nesse distrito e e eu acabei destinando para exames, medicamentos, investimentos, manutenção predial. São fatores importantíssimos. Inclusive, esses dias a gente vê muitas pessoas buscando remédio nas farmácias, eh buscando eh atendimento para fazer muitos exames. Então eu foquei nessas emendas para atender na região do Distrito Norte essa demanda que é muito importante. Entre as instituições que atendem a área da saúde, Magoga destaca o Hospital da Mulher, a Rede Mario Gate, o Instituto Pene do Barnier e a PUC Campinas. Nós também destinamos eh para o Hospital da Mulher. A gente tem que ter um olhar diferenciado, eh, para que a gente possa atender essa demanda que tá um pouquinho suprimida por conta do tempo, coisas que veio da COVID ainda. Então, achei muito importante destinar. E também temos aqui a rede Marugate, que compõe a nossa saúde pública do município, Penido Bunier, que sempre faz um trabalho excelente nas operações aí de cataratas, nos multirões e tem ajudado muito a nossa cidade. E a PUC, a PUC é um segundo braço que a cidade tem é como parceira, que acaba também ajudando a gente reduzir eh a fila, o tempo e a demanda na cidade de Campinas. Além da saúde, as emendas também permitem investimentos em diferentes áreas da administração municipal. No caso do vereador, há destinações para setores como cultura, serviços públicos, assistência social, segurança, esporte, juventude, desenvolvimento econômico e mobilidade urbana, que a gente atende muito eh calendário cultural da nossa cidade. Nós temos na região do distrito de Nova Aparecida duas festas importantíssimas. Uma é em setembro a festa brasileira e a finalzinho de fevereiro, comecinho de março, o aniversário do distrito de Nova Aparecida. Então são dois calendários que a população mesmo já cobra e participa bastante conosco. Também temos o calendário do esporte, né, que são os campeonatos, a Taça da favela. As emendas são um mecanismo legislativo que permite que os vereadores aloquem uma parte do orçamento municipal para um projeto específico, fazendo com que demandas específicas da população sejam atendidas. As redes sociais hoje ela traz como ferramenta eh um grande diálogo com a própria população. Então, às vezes uma mensagem que você recebe no seu Instagram, você vai verificar, aí você vê que ali realmente aquela demanda era importante, era necessário. Mas eu acho que mais legal do que tudo isso é o dia a dia nosso andando e conversando com a população. meio-dia, mais 28 minutos. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Estamos ao vivo aqui no Jornal Câmara Notícia. E olha só, o carnaval está chegando, época em que muitas pessoas aproveitam para viajar, passear, curtir o feriadão, mas com isso as doações de sangue caem. Por isso, o Emocentro e os outros postos de coleta estão com uma ação especial para reforçar a importância deste ato que salva vidas. A repórter Camila Borges do Emocentro da Unicamp traz agora as informações. Seja bem-vinda e boa tarde, Camila. Olá, Gabriel. Boa tarde para você e para todos que acompanham o Câmara Notícia. É isso mesmo. O Emocentro de Campinas, onde eu estou agora, está com a campanha de carnaval para reforçar a doação de sangue. Essa ação é importante durante esse período de festas e feriados para aumentar o número de doações, já que nesse período os estoques costumam cair. E para falar sobre isso, estou aqui com a Dra. Carolina Lima, que vai contar um pouco sobre essa campanha. Doutora, muito bom dia, muito boa tarde. Seja bem-vinda. Obrigada. É muito bom estar aqui para compartilhar com vocês essa ação que temos em todos os nossos postos fixos daqui do Emocentro da Unicamp. Então, como funciona? Na verdade, após a doação, esse doador vai receber uma lantijola e ele vem e cola nesse mural. Ao longo do dia, ao longo desse até o carnaval, a gente percebe que com o passar dos dias a gente vai enchendo esse moral. Isso é simbólico. Por quê? Pro doador perceber. de certa forma que ele é uma parte de um grande sistema, que uma doação é muito importante para exatamente suportar toda essa rede, né, eh, de saúde, né, essa rede de vida. É uma doação que vai eh sustentar uma pessoa poder receber cirurgia, uma pessoa poder ir se sangrou no parto, poder estar com seu filho, um recém-nascido de sobreviver, um paciente, quantos pacientes não dependem, né, de doação semanalmente. Estamos aqui agora nesse exato momento agora de tarde com pacientes que vêm aqui no hemocentro semanalmente para receber uma bolsa de sangue, porque sem sangue esse tipo de paciente, né, ele não sobrevive. Então é por isso mesmo que a gente quer entender. E um outro conceito muito importante também que eu quero levar aqui pra audiência, o conceito de corresponsabilidade, porque sangue não se compra. os nossos estoques, né, só são sustentados pela boa ação, né, pela caridade, pela boa vontade do doador que vem, né, de alguma forma, ou seja, da comunidade que vem doar e depois o que que o hemocentro faz nada mais é transforma esse sangue de forma segura e depois retorna esse mesmo sangue pra própria comunidade. Então, sem a comunidade, né, sem essa responsabilidade, sem ela, sem o entendimento que é ela que sustenta, a gente acaba, né, eh, com os estoques de forma muito drástica. E, doutora, o carnaval costuma ser um período delicado, eh, dos estoques de sangue, né? Como que tá a situação do hemocentro atualmente? Na verdade, a gente passou pelo recesso, né, como você mesmo disse, períodos de festas, períodos de férias escolares, períodos de feriado, são períodos que, em geral, as pessoas tendem, né, e eh tem outros compromissos e acabam esquecendo de doar. Então, a gente passou por uma fase um pouco delicada do reveon que acabou de acontecer. estamos, né, eh, eh, eh, nos reerguendo e e é exatamente por isso que a gente quer a doação, né, eh de vocês, né, da comunidade de Campinas e região, pra gente manter os estoques agora, né, pro carnaval, né, que no ainda assim no carnaval que os os hospitais não param, né, ainda mais que acaba tendo até um aumento de acidentes, né, de trânsito, que a gente consiga manter os nossos estoques. E, doutora, para quem quer participar da campanha, quais são os cuidados importantes antes da doação? Isso é uma pergunta muito importante, né? Em linhas gerais, é importante o doador estar bem. Então, uma vez que ele está bem, não tá investigando nenhum tipo de doença, está se sentindo bem, se ele tiver entre 16 e 69 anos, é só e tiver dormido, tiver comido algo leve, é só comparecer a um dos nossos postos fixos com um documento, com foto. Então, os critérios em geral são ter entre 16 e 69 anos, estar se sentindo bem, ter dormido, né, e comido, né, alguma coisa leve, eh, para não chegar realmente em jejum. Lembrando que tem entre 16 e 18 anos, é importante, né, trazer uma assinatura do responsável, né? E tudo isso tá muito bem descrito na no nosso site wwwemocentro.com.br. Eh, então é eh a gente convida, inclusive que o doador acesse essa plataforma, né? Porque lá a gente coloca inclusive os critérios. Então, se você tem, tem algumas doenças que contraindicam a doação, outras não, tem alguns medicamentos que se ele tiver em dúvida também ele pode entrar lá naquela plataforma, né, e procurar saber. Senão estamos também com os nossos nossas redes sociais aí pelo Instagram, né, o nosso telefone, eh, para tirar dúvida. O importante é doar, né, doutora, muita gente tem dúvida e receio de doar sangue, né? Poderia explicar como funciona esse processo para fazer a doação? Eu costumo dizer que a doação eh ela é dividida em quatro fases. Então, a primeira fase é a fase do cadastro, uma fase muito importante no qual a gente vai manter ativa eh atualizada todas as informações desse doador, né, desde o telefone, desde o desde o desde da desde o eh do endereço. Então, é muito importante esse primeiro momento. O segundo momento é a pré-triagem, onde a gente vai fazer o peso dele, vai ver quanto é como é que tá a pressão para garantir que aquela doação não o impacte negativamente de forma alguma. A terceiro momento é a entrevista, no qual a gente vai conhecer melhor esse doador. E a quarta e última fase é o momento da própria doação, que dura aí em torno de uns 8 minutinhos, né? Eh, eh, durante essa doação de sangue e onde o doador é encaminhado pra melhor parte, que é o nosso lanchinho, né? onde ele pode eh relaxar de forma mais tranquila, né? Eh, se alimentar pensando na boa ação eh que ele fez, no bem-estar que que isso vai acontecer tanto para ele quanto para alguém que ele não conhece. E, doutora, existe também alguns pré-requisitos para quem quer fazer a doação de sangue, né? Algumas regras que a pessoa tem que seguir no pó de tatuagem recente, por exemplo. Tem alguma diferenciação para regras para homens e mulheres? Poderia explicar melhor pra gente? Não, na verdade não tem nenhum tipo de diferenciação de regra. diferenciação de regras para homens ou mulheres. O que tem de diferente é a frequência para homem e mulheres. Então, no caso, mulheres douam de três em três meses, enquanto eh homens de dois em dois meses. Isso é permitido. Com relação aos critérios de doação, são vários. Então, realmente tem a tatuagem, né, que agora a gente são, a gente coloca como 4 meses, né, não é mais de tanto tempo. Então, eh, por isso que são muitos os critérios. Quando é que a gente vai saber se ele pode doar ou não mesmo? É na entrevista, mas também antes de começar todo o processo, existe um questionário de auto de autoavaliação, no qual ele já vai saber mais ou menos quais são as perguntas, né? E naquele mesmo momento, se ele tiver qualquer dúvida, qualquer um dos nossos colaboradores, ele pode, a gente tem um acolhimento aqui que estará preparado para acolhê-lo e tirar dúvida ali antes mesmo dele fazer o cadastro, antes mesmo dele fazer a pré-triagem ou triagem, exatamente para otimizar, né, esse fluxo. Doutor, e para quem se animou com a campanha, quais são os postos de coleta da região? Nós temos quatro postos fixos. daqui da Unicamp, né, Sumaré, o antigo Mariugate. Antes a gente ficava no Marugate, agora a gente tá ali mais próximo na Avenida das Amoreiras, no antigo Hospital do Amor, para quem não conhece. Eh, e o quarto e último posto, né, Piracicaba. Lembrando que não atendemos apenas postos fixos, a gente tem também uma coleta itinerante, onde a gente vai em algumas cidades, né? E para saber se a gente tá indo até a sua cidade, de novo, nos acompanhe na nossa rede social ou entre no nosso site do nosso centro. Doutora, muito obrigada pela participação e pelas explicações. Então é isso, Gabriel. Fica o convite para quem quiser participar da campanha de doação de sangue do carnaval. Mesmo com a folia é importante do a sangue. Volto com você aí do estúdio. [música] [música]