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Vamos com as notícias do legislativo, porque a Câmara de Campinas abriu um espaço para o debate ambiental que vai além da preservação, a proteção das abelhas sem ferrão, espécies nativas e essenciais para o equilíbrio ecológico. A proposta discutida por vereadores e especialistas busca conciliar cuidado com o meio ambiente e segurança da população. Por iniciativa do presidente da Câmara, vereador Luiz Rossini, a Câmara Municipal de Campinas debateu sobre a lei que trata a proteção das abelhas sem ferrão, espécies nativas e fundamentais para o meio ambiente. A discussão aconteceu durante a primeira parte da 18ª reunião ordinária de 2026. As abelhas nativas sem ferrão, elas respondem por 80% da produção de alimentos, né, na na nossa sociedade. São Paulo concentra a maior quantidade de espécies e abelhas nativas do nosso patrimônio genético nacional. Campinas também tem muitas delas. Então, a ideia de criar essa lei de proteção às abelhas sem ferrão, primeiro é isso, é proteger. Nós precisamos dela. Osmar Mosca, que é extensionista da CAT, inclusive ele participou da reunião, ele disse: "A principal forma de proteger as abelhas é fazendo as conhecidas, ou seja, a sociedade precisa conhecer as abelhas, a importância que elas têm, e eliminar o medo, porque abelha sem ferrão não faz nenhum mal, pelo contrário, só faz bem". A lei que conta com coautoria do vereador Aílton da farmácia estabelece que em casos de comeias instaladas em locais inadequados, o resgate deve ser feito por profissionais habilitados, evitando a eliminação das abelhas. A proposta busca conciliar a preservação ambiental com a segurança da população. Então, há uma há uma característica marcante das abelhas e a sua organização em sociedade, um trabalho formidável. Sabe que eu percebo presidente Rossini, especialmente nos bairros mais humildes aqui da nossa cidade. Praticamente acabou aquela história de colocar fogo em chames de abelha. E é isso que deve e a nossa lei se deve à conscientização. Conscientização. Essas abelhas precisam ser removidas e não destruídas. mostras que eu digo. Então, devemos proteger meio ambiente de populares das abelhas CPão. O debate contou com a participação de especialistas como o engenheiro agrônomo Osmar Mosca e o gestor ambiental Rodrigo Pires, que reforçaram a importância da conscientização sobre a preservação das abelhas. Nós precisamos nos empenhar para que as escolas de Campinas, a começar, por exemplo, pelas municipais, né, a a direção da escola, a associação de pais e mestres, enfim, a coordenação pedagógica se sinta fortalecida no sentido de elas poderem implantar ali os meliponários, né? Porque a criança que conhece uma abelha sem ferrão, convive com ela, prova do melzinho dela ali direto da própria colônia, né? Aprende a respeitá-la através do vislumbre que se dá pelo pela maravilhosa harmonia que elas trazem ali pro ambiente, não é? Então, ela jamais vai esquecer pro resto da vida dela, né? E quando a gente tá falando de proteção de abelha, a gente tá falando de proteção de floresta, de proteção de fauna silvestre, de produção de água, de produção de alimentos. Então, mesmo quando ela incomoda um pouquinho a gente gruda no cabelo e tem gente que fica incomodada por isso, a gente tem que lembrar que esses insetos eles têm eh uma importância vital paraa sobrevivência da nossa espécie do planeta. A gente segue com o presidente da Câmara, o vereador Luís Rossini, porque ele protocolou um projeto de lei para instituir em Campinas a Semana da Força Expedicionária Brasileira. 5 de maio é o Dia Nacional do Expedicionário, data dedicada a honrar os soldados brasileiros. E 8 de maio, o dia da vitória, que marca o fim da Segunda Guerra Mundial na Europa em 1945, celebrando a rendição alemã e o papel decisivo da semana da força expedicionária brasileira. Por este motivo, o presidente da Câmara de Campinas, o vereador Luiz Rossini, quer instituir a semana da força expedicionária brasileira no calendário oficial de eventos do município de Campinas, a ser realizado anualmente entre os dias 2 e 8 de maio. Muitos campineiros integraram a força expedicionária brasileira, né, que mandaram os pracinhas para lutar na Itália para combater o nazifascismo naquele momento. E o dia 8 de maio é o dia da tomada do Monte Castelo, é chamado dia da vitória. Então a associação tem realizado analía, para divulgar, para reconhecer, homenagear os nossos combatentes, né, que muitos eh morreram, mas muitos voltaram e tem que ser lembrados eh por esse feito, por esse ato heróico. Então nós decidimos aquilo que estava sendo feito informalmente que fosse oficializado. Então a ideia de instituir no calendário como lei é para valorizar essa iniciativa e manter viva, né, a memória de uma parte da história do mundo em que o Brasil participou e que Campinas se fez presente através dos nossos pracinhos. A participação brasileira teve grande destaque no momento final da vitória da Segunda Guerra Mundial, quando enviou cerca de 25.000 soldados, o que consolidou a força do país. que o Brasil teve esse papel importante e é interessante que às vezes na Itália, nessas cidades, né, eh o reconhecimento é muito maior, né, na verdade, esse essa esse apoio dado, essa iniciativa feita pelos expedicionários brasileiros ajudar ajudou sim na solução da guerra lá na época e fazer com que aquela população pudesse sentir protegida. Eles têm muito carinho, muito reconhecimento, muita gratidão pelos brasileiros que participaram desse esforço de guerra. E nós aqui temos que reconhecer também, valorizar a memória, né, desses que foram heróis brasileiros naquele momento histórico. Deu Brasil. Meu Brasil. No Dia Nacional de Combate ao bullying, Frente Parlamentar de Políticas Públicas para crianças e adolescentes discute o tema e formas de enfrentamento ao bullying nas escolas. A Frente Parlamentar de Políticas Públicas para Crianças e Adolescentes da Câmara Municipal de Campinas, que tem como presidente a vereadora Débora Palermo, realizou a primeira reunião no Dia Nacional de Combate ao bullying para debater o tema. Essa história de que é mimimi, que é ah, é brincadeira, não, não é brincadeira, né? Eu acho que não é mimimi, não é brincadeira e é um mal, um mal terrível que nós temos que combater todos os dias de forma pontual e sistemática. O crescimento preocupante dos casos de bullying, sobretudo no ambiente escolar, foi o assunto principal do encontro que contou com convidados. Hoje nós não falamos que crime é só roubar e matar, né? A forma como me relaciono com o outro é crime, né? Determina se isso é crime ou não. Eu tenho lido bastante sobre o significado de respeito, né, de dignidade da pessoa humana, eh, em contextos culturais, em contextos sociais de todas as tribos, povos, raças, religiões, crenças. E tudo se resume em todas as línguas, em amor ao próximo, em não fazer com o outro que eu não quero que seja feito comigo. O objetivo foi promover o debate qualificado sobre as consequências e discutir estratégias eficazes de enfrentamento e prevenção ao bullying. O bullying, ele não é brincadeira de criança, né? Mas ela começa brincando com o adulto, começa com a gente fazendo brincadeira entre nós e as nossas crianças ao redor assistindo as nossas brincadeiras e muitas vezes de mau gosto. Então não, não é brincadeira. E aí definindo esse grande inimigo, né? E o que é? E o que não é bullying. É todos os espaços onde nós estamos presente, a gente tem assim, ó, o pessoal do bullying tá aí. Olha, isso é bullying. Entende como que a gente já banaliza um tema que é muito sério? Não é a minha presença que vai determinar se é bullying ou não. Os impactos da crise internacional sobre o preço dos combustíveis no Brasil foi tema de um debate público aqui na Câmara Municipal promovido pela vereadora Fernanda Solto, que reuniu especialistas para discutir este assunto. A vereadora Fernanda Solto promoveu um debate público na Câmara Municipal para discutir os impactos da crise internacional sobre o preço dos combustíveis. Participaram do encontro o professor José Augusto Ruas, doutor em teoria econômica pela Unicamp, e Cloviomar Cararini, técnico do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioconômicos, o DIES. Também estiveram presentes representantes do SIND Petrio, Sindicato Unificado dos Petroleiros do Estado de São Paulo, do Sim Petro, Sindicato dos Trabalhadores em Postos de Combustíveis de Campinas e região e da RecAP, Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo de Campinas. Bom, nós já fizemos uma primeira atividade que também contou com a participação dos companheiros do CIND Petro pra gente começar a pensar um pouco sobre os impactos, né, da escalada da dos conflitos militares, especialmente no Oriente Médio, sobre o preço dos combustíveis aqui no Brasil e também pensar um pouco sobre a questão eh do desenvolvimento nacional, sobre o que é necessário pra gente avançar no debate da soberania energética brasileira. Com os ataques de Israel, Estados Unidos ao Irã, nós vimos o preço do petróleo explodir o mundo todo, né? E isso muitas vezes sendo utilizado como justificativa para um aumento abusivo dos preços combustíveis aqui no nosso país. Mas é importante a gente retomar também na história recente do Brasil. Durante os governos Temer e Bolsonaro, nós tivemos intervenções muito profundas sobre a cadeia produtiva dos combustíveis, né, do diesel, gasolina, do gás. E isso também tem a sua parcela de impacto relativamente maior nesse aumento que nós temos visto aqui. E é um momento importante pra gente discutir o que é necessário avançar na na verdade e de retomar o controle estatal, controle estratégico sobre a cadeia produtiva dos combustíveis no nosso país e qual a importância disso dentro do debate soberania nacional. Um dos principais pontos abordados foi o impacto da privatização de parte da cadeia de produção e distribuição de combustíveis, o que, segundo o coordenador do Sind Petro, dificulta o controle dos preços em meio ao atual cenário de conflitos internacionais. Em função de uma decisão e estratégica, ideológica, né, de competição e tal, a distribuidora, os postos de gasolina foram vendidos, a distribuição também foi vendida. Então hoje esse pedaço da cadeia de do petróleo, né, dos combustíveis, ele não tem um controle direto do governo. Eh, em alguns momentos, esse controle que existiu cria criou algum problema. a gente sabe, né, que o controle de preços, né, se ele for uma coisa muito exagerada, eh, não é não não causa um desequilíbrio também, mas de alguma maneira, na maior parte do tempo, eh, existia uma convivência eh nesse sistema, né? Então, a gente tá até aqui, o pessoal que tem os postos de gasolina, eh, tem muitos postos aí que têm 50 anos de idade. Então, nesse período, existia uma convivência, um sistema que funcionava. E até nessa questão da distribuição e dos postos, o outro eh malefício que aconteceu é a entrada do crime organizado nos na na questão de distribuição. Porque quando você tinha a BR distribuidora e você tinha os postos da da Petrobras, existia um controle de qualidade, existia um uma eh uma supervisão, pelo menos por parte do governo, né, desses postos, né, e com a privatização total, os postos, o o crime organizado viu ali uma oportunidade de entrar e lavar dinheiro nesse nesse nesse ramo, prejudicando inclusive inclusive aqueles eh postos eh que são honestos, porque a gente viu na refinaria lá de manguinhos eh eh combustível adulterado, comprando combustível de fora e declarando que era petróleo, mas era combustível final, pagando menos impostos. Então criou uma concorrência desleal, prejudicando toda essa estrutura que tem, que já tinha, que funcionava muito bem. Segundo a parlamentar, a iniciativa buscou esclarecer questões que impactam diretamente a vida da população, como a política de preços dos combustíveis no país e a relação com o cenário internacional, além de quais medidas podem ser adotadas para evitar que esses efeitos econômicos atinjam os trabalhadores. Nós tivemos a participação aqui de pesquisadores, professores, também de representantes do movimento sindical, do Sind Petro, dos sindicatos frentistas, pra gente aliar quem tá pesquisando, pensando, produzindo pesquisa sobre isso e e trazer essas informações, esses dados importantes e também quem tá na luta do dia a dia nessas categorias que estão enfrentando eh diretamente eh enfrentam diretamente essas contradições que se colocam entre as questões internacionais e nacionais. Então, hoje foi um momento importante pra gente fazer uma eh confluir essas ideias, esse debate e também elaborar uma síntese, né, como a o que que nós em que que nós precisamos avançar. E o que fica claro pela intervenção da mesa, nós precisamos avançar na retomada estatal, ou seja, retomada pela Petrobras de caráter público de toda a cadeia produtiva do petróleo, que a gente fala Petrobras pública do poço ao posto. E esse é um compromisso que o presidente Lula tem assumido com o povo brasileiro e o nosso mandato eh tem atuado na tentativa de aproximar a população de Campinas dessas discussões tão importantes. O advogado Nilson Roberto Lucílio recebeu o título de cidadão campineiro em uma iniciativa da vereadora Paola Miguel, que reconhece a trajetória e os serviços prestados à cidade. A solenidade aconteceu por uma iniciativa da vereadora Paula Miguel. A honraria de cidadão campineiro entregue ao advogado Nilson Roberto Lucílio é concedida a pessoas que não nasceram na cidade, mas que prestaram serviços relevantes e contribuíram de forma significativa para o desenvolvimento de Campinas, deixando um legado em suas áreas de atuação. Tô muito honrada, né, do Nilson ter aceitado essa honraria, né, o título campineiro. Ele que fez tanto já pela cidade de Campinas e ainda tem feito muita coisa. Mas começando do início, né, o Nilson é um advogado que tem um currículo extenso aqui na cidade desde 1995, mas ele chega a Campinas em 79. A cerimônia reuniu autoridades, familiares e amigos, celebrando a trajetória de quem ajudou a construir a história da cidade e agora recebe oficialmente o título de cidadão campineiro. Dizer que é uma honra poder fazer essa homenagem de de título do cidadão campineiro para alguém que tem dedicado a sua vida, principalmente na saúde e aos jeito petista de governar. teve junto com a com o Toninho, com Isalene, teve junto com Demétrio, sempre olhando pela população, trazendo o seu conhecimento lá de Itápolis pra cidade de Campinas para conseguir transformar a nossa cidade e pensar como que a gente poderia diminuir essas barreiras, esses limites através do direito. O homenageado falou sobre a relação construída com Campinas ao longo dos anos e o significado do reconhecimento. Eu tenho muito amor por Campinas. Eu acho que eu tenho mais amor por Campinas hoje do que por Itápolis, né? É a cidade que eu cheguei para fazer faculdade em 79, a cidade onde eu me formei na faculdade de direito da PUC. Muitos amigos estão aqui hoje são daquela época, amigos eh dos bancos acadêmicos, do padre dos Leões. E foi a cidade que eu comecei a estagiar, que eu comecei a trabalhar, que eu me casei, que eu tive os filhos, né? Meus filhos moram em Campinas até hoje, vivem aqui e é uma cidade que eu amo muito. Eu tô muito feliz por receber o título cidadão campineiro. É uma honra muito grande, é um privilégio, né, que poucas pessoas têm de sair de uma cidade do interior de São Paulo, uma cidade pequena, e poder construir uma carreira, uma vida numa cidade do porte de Campinas, uma cidade que é uma metrópole e que, como bem disse a Delaide, eu tenho a honra de ter um escritório bem no Largo do Rosário, onde eu consigo visualizar e fotografar e participar das manifestações mais diversas da cidade. Então, é muito, muito orgulho eh ter esse privilégio e eu quero agradecer a todos por isso. Aprovado com por unanimidade esse título de cidadão campineiro para aquele que já fez muito, mas ainda pode fazer muito mais. Alunos do 5º ano da Escola Municipal Elvira Muraro participaram do programa Câmara Educa, uma iniciativa da Elecamp, a escola do Legislativo aqui da Câmara de Campinas. Eles conheceram as dependências aqui da casa, aprenderam sobre o funcionamento do legislativo. Confira como foi. Com olhares atentos, os alunos da Escola Municipal Elvira Muraro conheceram de perto os espaços e o funcionamento da casa de leis. Eles foram recebidos por representantes da Escola do Legislativo e também pela vereadora Débora Palermo com o tema bullying não tem graça. Eu acho que é muito importante trazer as as crianças, os alunos, né, os adolescentes para essa casa, para conhecer o funcionamento dessa casa, saber que como se discute política, como que acontecem os projetos de lei. E o Campinas Duca tem feito isso com muita prestreza, feito muito, tem sido um trabalho maravilhoso e hoje o tema é o bullying, porque dia nacional de combate ao bullying e é um tema de extrema importância e relevância, porque o bullying é um é um mal que ainda assola muito a sociedade, traz muitas consequências. A criança ela não tem maturidade emocional nem psicológica para lidar com isso. E não é uma brincadeira. As pessoas tratam como mi mimi, brincadeira, mas é uma extrema maldade. E não é raro você conhecer adultos que levam marcas ainda hoje da infância por conta do bullying sofrido lá atrás. Então nós temos que combater esse mal e hoje nós estamos trazendo esse debate aqui para que as escolas, as osciss, todo mundo tenha acesso a esse material e discuta nas escolas. Acho uma coisa bem chata ficar xingando, batendo nos outros. O programa tem o objetivo de aproximar os estudantes do cotidiano político e mostrar que o entendimento das leis é fundamental para a construção de uma democracia. Eles conheceram o plenário, onde as sessões acontecem, aprenderam sobre as funções do poder legislativo, o papel dos vereadores, visitaram o acervo histórico, a biblioteca e também o estúdio da TV Câmara para entenderem como a programação é transmitida para a população. Como nós somos uma escola municipal, a questão da legislação municipal tá muito presente dentro das nossas escolas no dia a dia. Então, além de estar no conteúdo, né, no currículo, nós temos também a prática, né, das leis municipais, da diferença da rede estadual com a rede municipal. Tudo isso tá dentro da escola. Por exemplo, a questão da merenda escolar, municipal, onde os alunos não podem trazer a merenda. Na escola estadual, eles podem. Então, essas diferenças a gente lida no dia a dia e também com relação ao conteúdo. Acho, eu tô achando bem legal porque eu nunca vim aqui, né? Acho um espaço bem agradável. E é isso. Por que que é importante pra cidade? É importante por causa das leis, porque tem gente que não obedece lei, tem gente que obedece. Tem que cumprir as regras, né? Uhum. E sobre o bullying, que que você tem a dizer? Eu acho que é muito ruim pra sociedade, porque deixa essa pessoa triste e tem uma convivência, deixa uma pessoa com uma convivência muito ruim. เฮ