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Estúdio Câmara | Skin burnout e cosmeticorexia: beleza ou obsessão?
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Estúdio Câmara | Skin burnout e cosmeticorexia: beleza ou obsessão?

85 views Publicado 20/03/2026 HD · 54:29
Resumo editorial

O Estúdio Câmara desta sexta-feira coloca em pauta dois fenômenos contemporâneos crescentes, o skin burnout, esgotamento da pele provocado pelo excesso de cuidados e produtos, e a cosmeticorexia, compulsão por cosméticos impulsionada por redes sociais e padrões irreais de beleza. Segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia, a procura por procedimentos estéticos cresceu cerca de 390 por cento nos últimos anos, aumento impulsionado pelas trends de beleza e pela exposição constante a influenciadores digitais que oferecem rotinas elaboradas de skincare como caminho obrigatório para a chamada pele perfeita. As convidadas, dermatologistas e psicólogas que atendem em Campinas, discutem como o excesso de produtos pode causar danos como dermatites, rosácea e alergias, alguns deles irreversíveis, e como a cosmeticorexia se aproxima de transtornos compulsivos do consumo com impacto financeiro e emocional. O programa também aborda a influência das redes sociais na construção dos padrões estéticos, o papel da educação para o consumo consciente de cosméticos e como pais e cuidadores podem orientar adolescentes campineiros expostos cada vez mais cedo a esse universo.

Descrição do vídeo

No Estúdio Câmara desta sexta-feira, 20 de março de 2026, a TV Câmara Campinas discute o fenômeno do skin burnout (esgotamento da pele) e cosmeticorexia (compulsão por cosméticos), impulsionados por redes sociais e padrões irreais de beleza. 📱✨ Especialistas revelam como o excesso de produtos de skincare pode danificar a pele e a saúde mental. ​ O programa alerta para os riscos de rotinas exageradas com ácidos, séruns e procedimentos estéticos sem orientação profissional, que comprometem a barreira cutânea, alteram o pH da pele e geram inflamações, acne e melasma. Segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia, a procura por procedimentos estéticos cresceu 390% nos últimos anos, impulsionada por trends de beleza no Instagram e TikTok. 🧴⚠️ ​ Convidadas especiais: Jéssica Toledo, dermatologista, explica os perigos do uso indiscriminado de dermocosméticos, corticoides e peptídeos injetáveis (como GHK-Cu), sem comprovação científica para aplicações não tópicas. Ela alerta para efeito rebote, afinamento da pele, estrias e até impactos no crescimento infantil. ​ Maria Eduarda Freitas, psicóloga, aborda a pressão estética, a busca pela "pele perfeita" (como a "coreana de 12 passos") e como isso esconde baixa autoestima, ansiedade e necessidade de validação externa. Discutem cosmeticorexia em crianças e adolescentes, influenciada por telas e IA. 🧠💔 ​ Principais temas: Skin burnout: Excesso de produtos causa sensibilidade, vermelhidão e piora de problemas como acne e oleosidade. Solução: Rotina básica (sabonete facial + hidratante + protetor solar). ​ Cosmeticorexia: Compra compulsiva de cosméticos como forma de regular emoções, reforçada por financiamento de cirurgias e marketing. ​ Crianças e redes sociais: Alerta para maquiagem precoce, preocupação com rugas em adolescentes e adultificação infantil. Dicas para pais: Incentive brincadeiras, limite telas e explique fases da vida. 👧📵 ​ Envelhecimento: Aceitar a beleza natural em todas as idades, combatendo a ideia de que "envelhecer é crime". Menos é mais! 🌿👵 ​ Respostas a telespectadores via WhatsApp: Malhar com maquiagem causa ardência por suor retido; prefira protetor solar. ​ Para iniciantes (40 anos sem skincare): Sabonete facial + hidratante + protetor. ​ Lidar com filhas preocupadas com maquiagem: Escolha produtos infantis, limite rotina e valorize a infância. ​ Atualizações do Legislativo de Campinas: Entrega do Diploma de Mérito Médico Dr. Zeferino Vaz ao cirurgião José Francisco de Sales Chagas às 19h30, com transmissão ao vivo. 🏥🎖️ ​ Lei 16.877/2026 (Lei Larissa), de Eduardo Magoga, amplia faixas exclusivas de ônibus para PCD, táxis e horários noturnos (21h às 5h30). 🚌♿ ​ Previsão do tempo (fim de verão): Sexta: Nuvens e chuva rápida, 19°C a 28°C ☁️🌧️ Sábado: Sol com nuvens, 19°C a 28°C 🌤️ Domingo: Sol com muitas nuvens, 18°C a 29°C 🌥️ ​ 📚 Assista até o final para dicas práticas de skincare saudável, como evitar "efeito rebote" e reconstruir autoestima. Segunda-feira: Seleção Brasileira na Copa do Mundo – perdeu a essência? Não perca! ⚽🇧🇷 🔔 Comente abaixo: Você sofre de skin burnout? Compartilhe sua rotina de skincare ou dúvidas sobre cosmeticorexia. Curta ❤️, compartilhe 📤 e inscreva-se para mais debates ao vivo no Estúdio Câmara! Continue assistindo conteúdos incríveis em nossas playlists: 📺 YouTube: https://www.youtube.com/@tvcamaracampinas 🌎 Conecte-se com a gente nas redes sociais: 📸 Instagram: https://www.instagram.com/tvcamaracampinas 🎵 TikTok: https://www.tiktok.com/@tvcamaracampinas 📘 Facebook: https://www.facebook.com/tvcamaracampinas 🎙️ Spotify: https://creators.spotify.com/pod/show/tvcamaracampinas

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Olá, muito bom dia para você que acompanha A programação da TV Câmara Campinas. Estamos chegando ao vivo com o nosso estúdio Câmara. Seestamos dia 20 de março. Tudo bem por aí? Por aqui tudo ótimo. Vamos falar hoje, gente, sobre building ou skin burnout. Uau! Burnout chegou no skinc. Burnout chegou na sua beleza. Sim. Um fenômeno contemporâneo, onde a pressão constante por padrões estéticos perfeitos, impulsionada pelas redes sociais e pelo excesso de informações, transforma rotinas de autocuidado em exaustão física e mental. Pasmem os senhores. Isso é verdade. Nos últimos anos, a busca pela chamada pele perfeita saiu dos consultórios, invadiu as redes sociais e com ela veio também um novo problema que começa a preocupar especialistas. É isso mesmo. É o chamado skin burnout, né? ou o esgotamento da pele. Segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia, a procura por procedimentos estéticos cresceu cerca de 390% nos últimos anos. Um aumento impulsionado, principalmente, claro, a gente sabe, pelas redes sociais e pelas chamadas trends de beleza. Mas até que ponto essa busca por resultados rápidos está realmente cuidando da saúde da pele? Ou será que estamos diante de um excesso que pode causar danos e alguns deles irreversíveis? Conversa com a gente. WhatsApp na tela, convidadas com a gente também. Já já vamos apresentá-las. Enquanto isso, você vai mandando a sua mensagem. Vamos falar hoje eh do skin burnout, né? E você, você costuma comprar produtinhos para cuidar aí, fazer o seu skinc e aí você tem aquela vontade de comprar, de comprar, de comprar ou então você está, vamos colocar uma aspas assim viciada, né, em aplicações, aplicações, e você sempre se olha no espelho, está faltando algo. A gente vai falar sobre isso. Manda sua mensagem pra gente, conversa conosco, tem uma dúvida, tem uma experiência, queremos te ouvir também. 1997829377. Enquanto você manda sua mensagem, a gente atualiza algumas informações do legislativo, a previsão do tempo pro final de semana e já já a gente apresenta então as nossas convidadas especialistas para conversar com a gente sobre o skin burnout. Vamos lá. A Câmara Municipal de Campinas realiza hoje às 7:30 da noite a entrega do diploma de mérito médico Dr. Zeferino Vas ao médico José Francisco de Sales Chagas. Homenagem reconhece a trajetória do profissional na área da saúde com atuação em cirurgia geral e cirurgia de cabeça e pescoço. Formado em medicina em 1978, o homenageado construiu carreira tanto na assistência quanto na área acadêmica, com participação na formação de novas profissionais e implantação de serviços especializados. Ao longo da carreira, também atuou em instituições de ensino e saúde com destaque para atividades desenvolvidas aqui em Campinas. A solenidade será realizada hoje no plenário da Câmara, vai contar com transmissão ao vivo aqui pela TV Câmara Campinas, também nas redes sociais, nas plataformas digitais da casa e você é convidado especial para participar. E olha, gente, já está em vigor aqui em Campinas a lei 16.877 1877 de 2026, conhecida como lei Larissa de autoria do vereador Eduardo Magoga, que amplia o uso de faixas exclusivas de ônibus no município. A nova legislação permite a circulação nessas faixas de veículos que prestam serviços a pessoas com deficiência ou necessidades específicas, além de autorizar também o uso por táxis em qualquer horário. E também fica liberado o tráfego de todos os veículos entre 21 e 5 21 e 5:30 da manhã, com exceção das faixas destinadas ao BRT. A nova norma prevê ainda o cadastro obrigatório dos veículos autorizados junto à Secretaria Municipal de Transporte e proíbe o embarque e desembarque de passageiros nas faixas exclusivas. A medida tem como objetivo melhorar a mobilidade urbana e ampliar a acessibilidade do transporte da cidade. Muito bem, informação OK. Vamos à previsão do tempo para este final de semana. Lembrando que já já o outono está chegando, né? Então vamos aí pras últimas horas do verão. A gente fala de hoje, sexta-feira, só com algumas nuvens, chove rápido durante o dia e a noite, mínima de 19, máxima de 28º. Agora, já que estamos aí eh próximo ao final de semana, então para sábado nós temos sol com algumas nuvens e chuva passageira durante o dia. À noite o tempo fica firme, mínima de 19, máxima de 28º pro sábado. E para o domingo, dia de sol, com muitas nuvens, né? À tarde e à noite tem nebulosidade e a previsão para domingo é 18, mínima e máxima de 29º. Informação OK? Previsão do tempo OK. Vamos voltar ao nosso tema central, Skin Bornout, um reflexo direto de um novo comportamento de consumo. Rotinas longas com vários produtos, ácidos, sérums, exfoliantes, aplicados, muitas vezes sem orientação profissional. Esse excesso pode comprometer a barreira natural da pele, alterar o pH, desencadear inflamações crônicas e mais do que um problema estético, gente, especialistas alertam, estamos falando de saúde, ao mesmo tempo cresce um outro fenômeno, né, que é a chamada cosmeticorexia. Cosmeticorexia, nunca tinha ouvido falar dessa palavra, viu? é uma espécie de compulsão por produtos de beleza que já atingem inclusive crianças e adolescentes. Bom, percebeu que a gente vai falar sobre a nossa pele, mas também sobre a nossa saúde mental? Então vamos tentar entender esse cenário e para isso nós convidamos duas especialistas. A gente dá as boas-vindas, aquele bom dia pra dermatologista Jéssica Toledo. Seja muito bem-vinda. Obrigada pela sua participação e presença, Jéssica. Obrigada pelo convite, Rúbia. Bom dia. Bom dia, Maria Eduardo. Bom dia a todos os telespectadores. Maravilhosa. Vamos conversar, né? Então, nós já temos uma dermato e agora a gente precisa da psico. Então, ela tá com a gente, Maria Eduarda, psicóloga. Maria Eduarda Freita, seja muito bem-vinda. Bom dia. Bom dia, Rúbia. Bom dia. Muito obrigada pelo convite. Nós que agradecemos vocês porque nós temos muitas dúvidas e vamos começar. Mas antes de falar de tendência, talvez seja importante entender o que está acontecendo com a nossa pele de fato, né? Então a gente pergunta pra nossa dermatologista, quando a gente fala em skin burnout, o que exatamente acontece com a nossa pele nesse processo de esgotamento, já que o burnout é um esgotamento, Jéssica? É, a gente usa muita palavra burnout no dia a dia para se referir a trabalho, né? E a gente tem que lembrar também quando a gente fala de skin burnout, é porque é um excesso de usos de produtos de estética, né? no caso ou esses produtos de skincare que a gente utiliza com com em de forma em excesso mesmo. E o que que acontece, na verdade, com a nossa pele quando você usa vários produtos assim sem orientação médica, vários produtos fortes, vários ácidos ao mesmo tempo, a sua pele, ela não entende o que que ela deve absorver ou não. Então, eh, com isso, por exemplo, você usa dois ácidos fortes, usa ácido que não é próprio pro seu tipo de pele, então sua pele não reconhece o que que ela tem que fazer exatamente. Então isso pode acabar agredindo a barreira, né, cutânea da nossa pele, acaba interferindo até no manto lipídico que protege a nossa pele. Isso pode gerar reações adversas que a gente não tá esperando. Então ao invés da gente usar um sérum, um produto de skincare para melhorar poros, melhorar a acne, a gente faz o efeito contrário, né? Isso acaba aumentando sensibilidade da pele, a pele começa a ficar mais vermelha, começa a ter descamação, a gente pode até ter piora de uma lesão pré-existente. Então, pacientes que t acne às vezes usam produtos achando que vai melhorar a acne, no fim das contas piora a acne. Paciente com pacientes com melasma, nossa, eu vi um sérum clareador, começa a usar o sérum e no fim das contas piora o melasma. Então, esse uso desenfreado de produtos que a gente tem visto hoje em dia, principalmente em redes sociais, no consultório, acaba gerando efeitos adversos que não é o que a gente tá esperando, né? Excelente. Acho que muito bem explicado. E principalmente para nós mulheres, né? Agora, Maria Eduarda, vamos pra parte psicológica. Agora, diante dessa construção histórica e emocional, né, que nós temos, como a mulher pode identificar quando o cuidado estético está vindo de um lugar saudável, né, de autonomia, e quando esse cuidado estético, ele já passa a ser uma resposta de pressões externas e de repente uma necessidade de validação. Perfeito. Quando a gente pensa no sentido da função daquele comportamento, a gente precisa entender qual são as contingências vigentes para que isso se mantenha. Então, pensando nisso, a gente precisa ver se de fato quando a pessoa traz como uma demanda no consultório, ah, eu quero fazer um procedimento estético ou estou tendo procedimentos estéticos com uma certa frequência, isso de fato é por um desejo dela ou isso vem por conta de uma pressão estética ou vem também pela questão de que socialmente somos construídas como mulheres pautadas na beleza. Então isso acaba sendo um fator que entra como um senso de identidade e aí a gente precisa trabalhar essa desconstrução disso no processo terapêutico daquela pessoa. Verdade, né? Faz todo sentido, né? Jéssica? Você tem visto isso no consultório, no seu dia a dia, né? como dermatologista, acredito que eh você deva encontrar muitas pessoas insatisfeitas, né, com a a sua beleza. E às vezes a gente se olha no espelho e a gente acaba não se reconhecendo. Por quê? Por conta dessa comparação. Hoje em dia a comparação ela é ela é muito latente por conta das redes sociais, não é? Como é para você? É algo muito além disso, eu acho. Sabe, Ruby? O que eu vejo hoje em dia é a busca da pele perfeita, sem buscar pela saúde da pele. Sabe? E o que eu o que às vezes eu encontro no consultório, assim, quando eu converso com os pacientes, é, a gente eles chegam com uma queixa, a gente trata essa queixa e aí outras queixas que não existiam vão surgindo, coisa que às vezes na consulta eu nem, inclusive assim, durante a minha consulta, por exemplo, eu nunca chego falando o que que eu acho que às vezes o paciente precisa melhorar. Eu pergunto: "O que te incomoda?" Sim, eu abord e aí a gente vai melhorando, vaiendo o paciente está insatisfeito. E aí chega um momento que você tem que contraindicar procedimento. Então, ultimamente eu tenho visto isso na minha prática clínica no sentido assim, calma, você não tem indicação de fazer isso, tá tudo bem, olha como você está bonito. Então, a gente tem que tentar mostrar pro paciente para ele conseguir se enxergar como uma pessoa bonita daquela forma que ele é. Então, hoje em dia, inclusive assim, o que a gente tem eh defendido muito até nos congressos de dermatologia é o que a gente chama de quite, né, que é aquela beleza silenciosa, é valorizar o que você tem de natural e não modificar a sua essência, né, não modificar os seus traços naturais e sim deixar de uma forma mais bela e natural. Então, a gente hoje em dia, é, eu acho que é um problema muito além, que envolve muito essa parte da saúde mental, envolve muito eh a busca da pele perfeita, a pele de porcelana, né? Eu quero ter a pele das coreanas. Então, assim, antigamente a gente queria seguir os 12 passos da pele coreana. Vocês chegaram a ver esses vídeos? Eu já vi sim. 12. O que o que a coreana usa no skincare? 12 passos, gente. Quem no dia a dia consegue utilizar do ninguém, né? Eu trabalho na área da dessa parte de saúde de pele e assim eu não consigo fazer 12 passos todos os dias e não há necessidade disso, né? Então primeiro teve essa leva dos 12 passos da pele coreana, depois teve a teve a leva do uso do retinol, né? Todo mundo querendo usar retinol, a gente vendo criança usando retinol, não faz sentido nenhum. E agora 1 milhão de tecnologias, não que não que, né, não seja uma coisa boa, né, mas a gente tem que saber administrar e indicar o tratamento adequado, né, para cada paciente. Exatamente. Perfeito. Agora, eh, todo o excesso esconde uma falta, sabe? Às vezes a gente tá nesse excesso de cuidados, gente, cuidar da gente é maravilhoso, mas o excesso de cuidados pode esconder uma falta. E aí quando a gente fala da questão da comparação, e eu quero passar eh paraa Maria Eduarda, por quando a gente fala do excesso que esconde uma falta e da da internet, da rede social hoje, que favorece uma comparação, o que que a psicologia traz pra gente nesse quesito, Maria Eduarda? Bom, a gente observa, né, que com o excesso das redes sociais existe um comparativo muito maior e um comparativo irreal. E principalmente hoje em dia com questões relacionadas à inteligência artificial, cada vez mais a gente observa que essa pressão estética em busca de algo perfeito não existe. Não, não existe em termos possíveis de serem alcançados. E inclusive no consultório a gente observa que essas queixas aparecem desde as crianças até as pessoas mulheres mais velhas. Não que não seja algo que afete homens, mas a gente vê que existe um peso diferente pensando em mulheres. Sim. E e nesse sentido o processo terapêutico, ele precisa ser pautado na construção de uma autoestima. Uhum. No sentido de que a autoestima ela não é algo unicamente pautado na autoimagem. Uhum. Ata imagem, ela é uma parte desse processo. E quando a gente pensa nessa falta e excesso, entra numa questão de estou buscando algo perfeito, preciso exercer a perfeição. E e como que eu me acolho e me identifico dentro dessa pressão? Como que de fato eu, como sujeito, preciso estar exercendo essa perfeição? Será que de fato eu vou alcançar essa perfeição? Então são passos dentro disso que a gente observa no consultório. E é interessante a gente fazer a pergunta também se essa perfeição que eu quero alcançar, ela é para mim ou é para o outro, né? Então acho que aí tem um ponto muito importante, porque a gente vive, se a gente parar para analisar, sempre eh pela pressão da sociedade, mas tentando agradar o outro. Às vezes você nem quer fazer tanto procedimento. Às vezes você tem medo de fazer o procedimento. Às vezes você fala assim: "Nossa, eu vou ter que enfrentar uma agulha e tal, mas eu vou, né? Eu vou porque eu preciso ser bem visto". Poxa vida, se permita ser mal visto também, né? Pode ser. E outra, a gente precisa enfatizar aqui que nós somos únicos, né? Não existe ninguém igual a mim, não existe ninguém igual a você, ninguém igual a Jéssica, ninguém é igual a Maria Eduarda. Nós somos seres únicos. com a nossa beleza única, né? E somos perfeitos, sim, né? Então, a gente precisa parar e analisar e olhar até que ponto vale a pena a gente se exceder. Por quê? Porque agora eu pergunto paraa Jéssica, esse uso indiscriminado de ativos, né, ácidos e eh corticoides pode levar a doenças? Eu gostaria que você falasse sobre isso, porque é muito importante. Às vezes você pensa assim: "Ah, vai dar uma acne aqui, vai ficar manchadinho, mas daqui a pouco eu passo outra coisa para poder esconder a mancha e daí vai dar outro negócio, eu passo outro e vou passando e vou passando e vou passando." Mas e aí, como é que fica o nosso corpo físico? Físico, porque a gente pensa no rosto, na pele, mas isso está sendo absorvido pelo nosso corpo, não é? Isso vira um looping, né? a gente usa uma coisa, leva a outra, vamos tentar resolver com outra e aí talvez o problema esteja lá na primeira vez que você usou alguma coisa de forma sem orientação médica, né? É importante a gente dizer que tanto produtos de skinc, né, que a gente fala mais especificamente de dermocosméticos, tem diferença, né, de cosmético com dermocosmético. Dermocosméticos são aqueles produtos que t objetivo de tratamento de alguma forma, né, que tem ácidos ou ativos específicos que servem para tratar alguma alguma queixa, alguma doença de pele específica. tanto dermocosméticos quanto corticoides em específico, quando você usa de forma sem orientação médica, pode gerar algumas eh reações indesejadas. Eh, especificamente os corticoides, tá? Eh, o pessoal gosta muito de usar aquela pomadinha para tudo, sabe? Ah, essa picadinha de Ah, usa essa pomadinha, aquela pomadinha que tem tudo. Então, essas pomadinhas que tem tudo, que a gente, eu sei que todo mundo é em casa, tem uma pomadinha que passa para qualquer coisa, queimadura, picada de inseto, eh, alergia, sempre passa aquela mesma pomadinha. Essas mesmas pomadinhas, a maioria delas tem o corticoide e quando você usa ela de forma desenfriada e sem orientação, a gente tem alguns riscos, tá? Quando a gente usa por período prolongado, sem orientação médica, a gente pode, o uso no local, por exemplo, pode gerar estria, pode gerar afinamento da pele, que é aquela atrofia que é irreversível, que a gente não consegue resolver. Eh, em crianças, por exemplo, se a gente usa por muito tempo, pode até afetar a parte do crescimento, tá? Porque é absorvido, porque a pele da criança ela é um pouquinho mais fina, então pode ser absorvido e gerar até efeitos no crescimento. No rosto, por exemplo, quem usa às vezes algumas pomadinhas assim de forma indiscriminada, aumento dos vasos assim na região, principalmente aqui do da asa do nariz, que a gente chama de telaectasi. Depois ele tem que tratar esses vasinhos, às vezes não consegue tratar de forma correta. Então tem várias causas, né? Além de alergias, além de dermatites, além da própria, o próprio uso do corticoide, por exemplo, pode gerar acne, né, que a gente chama de acne gerada por corticoide, que é uma acne totalmente diferente da acne hormonal ou acne do adolescente. Então, é sério, gente, não é por isso que a gente sempre fala, cuidado com o que vocês vem nas redes sociais, nas indicações dos produtos de redes sociais por influencers. É importante vocês terem um acompanhamento e uma orientação médica, porque nenhum produto ele tá isento de de riscos assim para nossa saúde também. Exatamente. Muito bom. Agora a pele ela também responde ao emocional, né, Maria Eduarda? Na prática clínica, quais são aí os sinais de que a busca por procedimentos estéticos pode estar funcionando como uma tentativa de aliviar sofrimento emocional? E como é que é a a psicoterapia? Ela trabalha com essa reconstrução da relação do ser com o seu corpo, né, do do aceite de quem eu sou. Perfeito. Eh, bom, eu acho que o a gente tem duas vertentes aí que a gente pode ir trabalhando e elas se complementam, né? A primeira delas é começar a discriminar o por que eu tô tão sob controle do meu social, por que é tão importante o que os outros vão pensar de mim? Será que esse padrão excessivo de busca por algo perfeito não tá ligado com essa necessidade de controle, digamos assim, do que o outro vai pensar de mim? Uau! E isso é muito importante, porque por mais que sejamos únicos, a gente também precisa entender que todo mundo tem os seus motivos da sua vida e às vezes a gente não é tão importante assim nesse sentido de tá tudo bem, nem todo mundo vai reparar tanto assim em mim e se reparar o que que isso vai ter relação com a minha vida de fatoum. E eu acho que é um passo importante também a gente aceitar num sentido de que isso tira um peso da gente. A gente não precisa estar em busca da perfeição constantemente, inclusive porque a gente não vai alcançar nunca. Exatamente. E aí pensando, tem esse ponto, né, que a gente vai trabalhando e em conjunto com a questão da construção do autoestima. Pensando nisso como uma forma complementar, Uhum. Quem eu sou? O que eu gosto de fazer? O que eu estou buscando? Isso que eu estou fazendo é de fato importante para mim. Isso vai me levar a quê? Qual é o objetivo que eu tenho com isso? Será que eu sou unicamente a minha estética? Eu sou vista, tudo bem, a gente sabe de uma pressão estética em cima dessa questão da perfeição da mulher e da beleza da mulher. Mas eu tenho que ser só bonita. Eu não sou engraçada, eu não sou inteligente, eu não sou trabalhadora, não tenho os meus valores pessoais. Tudo isso também não é uma forma da gente se portar como uma pessoa bonita, digamos assim, dentro da essência. Então são vários fatores que a gente vai trabalhando, pensando também em como que essa pessoa se observa dentro disso e como se como que ela se observa dentro desse padrão comportamental. Excelente. Excelente. Muito bom. Não é, Jéssica? Agora, eh, eh, um paradoxo isso aqui. Vamos lá. Quanto mais produtos, mais ruim pode ficar, né? tem eh eh quando a gente utiliza o produto em excesso, pode gerar efeito rebote. Tipo, mas eu eu uso eu uso um produto para oleosidade, mas em excesso, ao invés de eliminar a oleosidade, eu ganho mais oleosidade. Além disso, também inflamação, sensibilidade. É mais ou menos isso, porque eh geralmente as pessoas elas vão, né, pelo ah, deu certo para mim, vai dar certo para ela ou ah, deu certo pra colega, vai dar certo para mim, não, na minha pele oleosa, na minha também é. Então eu vou usar o mesmo que você e vai, né? E só vai. E depois acontece aí de repente o efeito rebote. Aí entra em desespero. A gente precisa de orientação profissional. O que serve para mim não serve para você. Exatamente. O que serve pro vizinho ou pra pessoa da internet não serve para você, né? Porque você tem a pele oleosa e com acne que o mesmo produto vai se adequar, até porque pessoas são diferentes, organismos são diferentes, enfim. E peles também. é a pele é o maior órgão que a gente tem no corpo humano, né? E a gente precisa tratar ela com respeito e com individualidade. Então, a sua pele é diferente da minha, então os produtos não vão ser indicados da mesma forma. E é importante a gente entender isso porque eh na verdade essa parte de efeito rebote é engraçado que a gente fala muito sobre efeito rebote, mas não tem um estudo científico muito bem pautado justificando realmente esse efeito rebote. O que a gente percebe hoje é que usando muitos produtos assim, o que a gente pode fazer, principalmente quem tem acne, é fazer obstrução. Então usa tanto produto que obstrui poros, no caso, e aí acaba piorando a acne, piorando a inflamação e piorando aquela lesão já pré-existente. Mas essa parte de efeito rebote ainda não tem muita comprovação científica não, viu R? Sim, não tem comprovação científica, mas as pessoas percebem, né? Percebem que tipo assim, é, percebem, porque de repente você tá lá, né? Tem uma, duas, três espinhazinhas, fala: "Nossa, eu vou tirar essa espinha daqui e vou utilizar isso e tal". De repente, passou três dias, pf, estourou um monte de espinho no seu rosto. Você fala: "Mas o que é isso, né?" É um efeito rebote. Claro, não tem ainda, né, um um estudo específico sobre isso, mas a gente percebe isso na prática, né, no dia a dia. E é importante a gente eh se atentar para essas situações. Por quê? Porque de repente você tá utilizando o produto sem orientação de um dermatologista, de um médico específico da área e aí você vai causar mais problemas ainda, né? Então às vezes o menos é mais, é mais ou menos isso, né? Agora, um ponto que preocupa especialistas e que a Jéssica muito bem pontuou aqui, eh, é o público cada vez mais jovem, né? Então eu pergunto para Maria Eduarda, o que que como que a psicologia pode explicar eh pré-adolescentes, jovens ainda já preocupados com envelhecimento, com estética nas redes sociais, gente, que é um ponto de partida pra gente poder desenvolver, né, toda essa conversa nossa, porque não tem como a gente falar disso sem falar da rede social. Tem jovens assim que que fazem tratamentos e e explícitos, mostram assim cada coisa eh eh que fala assim: "Gente, o que que é isso, né?" E você vê que é um jovem, que é uma, principalmente as meninas, né, gente, elas não têm marca nenhuma, elas não têm nada e elas acham que tem rugas e começa a mostrar procedimentos estéticos. O que explica eh eh essa preocupação com o envelhecimento, essa preocupação com a estética, com rugas assim tão cedo pelos nossos jovens, pelas nossas adolescentes? Maria Eduarda? Bom, a gente observa muito a relação disso de fato com o contato com as redes sociais. Eh, essa busca pela perfeição, ela tá eh sendo disponibilizada para crianças e adolescentes. Eh, entra também um pouco naquela temática que foi muito falada há um tempo atrás da adultização das crianças, né? Sim. Então, a gente vê de várias formas o como isso se manifesta com o público infantil e a gente percebe também uma ideia de que criança não pode mais ser criança. É verdade. E isso é uma coisa assim generalizada, né? Então, precisa ser perfeito, precisa fazer 1 milhão de atividades, precisa eh tá em contato com um monte de coisa e às vezes essa prática da beleza, ela acaba entrando nesse combo junto e aí a gente esquece de de promover pra criança um ambiente saudável para ela ser criança. Então, discriminar com ela, tá tudo bem, vai brincar, vai se sujar, vai fazer coisas de criança. Exato. Exatamente. E é um pouco preocupante, não é? muito preocupante e triste, né? Porque poxa vida, eh, as fases estão sendo puladas, né? A criança tem que se sujar mesmo, tem que brincar mesmo. Gente, já foi a época de se olhar pra criança, a criança tá com terra, né, no rosto assim, ó, sabe? Você vai tomar um banho, menino. Hoje não. Hoje tem crianças que já estão chegando na adolescência, ah, utilizando maquiagem, produtos de skincare, eh, e achando que tem rugas. Qual que é o peso? a preocupação, o impacto disso, Jess. Nossa, é preocupante. E eu às vezes até pergunto assim, quando passa algum paciente pediátrico no consultório, eu pergunto: "Você já subiu na árvore?" Eu pergunto: "Não, você você já brincou de queimada? Pulou corda, você sabe que quer brincar de amarelinha no chão? Graças a Deus, alguns ainda fazem isso, mas muitos não, nunca subi numa árvore, nunca." Aí eu fico pensando, né? Assim, a gente teve uma infância, né? Que a gente, pelo menos eu, eu sou do interior do Goiás. Então assim, eh, do Goiás, sou interior de Goiás. Então assim, eu tive uma infância bastante, eu sempre fui bastante arteira, sempre brinquei bastante. Hoje em dia a gente não vê isso e é um pouco preocupante. A própria Sociedade Brasileira de Pediatria tem falado muito nas redes sociais também sobre a restrição do uso de tela por criança. exatamente por conta disso, pela influência dessa, desses usos de skincare, influência em relação a padrões de beleza, eh, justamente para evitar esse acesso e evitar que isso prejudique a própria infância da criança, porque criança não é para fazer skincare, não existe skincare de criança, gente. Criança é para brincar, criança, enfim, eh, ah, esse produtinho aqui é para criança, não. Ah, essa é maquiagem específica para criança. É claro que o que a gente vê muito hoje é influência dos pais nisso. Então, às vezes a mãe é idosa, se maquia muito, aí a filha, principalmente menina, vê a mãe maquiando. Então é a hora da mãe chegar pra criança e falar assim: "Olha, minha filha, isso aqui é só de adulto. Quando você estiver adulta, você vai poder se maquiar. Então, já que você é criança, vamos passar um creminho, um hidratante, um hidratante que seja, né, para uso infantil. Então também é muito importante, eu acho, o papel dos pais nesse contexto e saber interpretar esse momento quando perceber que a criança tá indo para esse caminho e restringir e bloquear e justamente evitar que seja uma criança com 5 anos de idade preocupada com ruguinha de pé de galinha que eu já vi, entendeu? Então eh traz aí um prejuízo pra saúde, né? Exatamente. Com certeza. Com certeza. E quando a gente pensa também nessa questão da exposição ao uso de telas, a gente precisa lembrar de que além dessa pressão, que tá sendo uma parte da influência nessa busca, eh, desde muito cedo, a infância é a parte da nossa vida que a gente mais aprende. Uhum. É, é um momento crucial dentro do nosso desenvolvimento. E se a criança ela tá presa ali numa tela, sempre focada nessa questão dessas influências de algo irreal, a gente tá ensinando para aquela criança desde cedo esse tipo de padrão comportamental e ela fica meio que bloqueada da possibilidade de se descobrir dentro do mundo. Então ela também tem um D no desenvolvimento dela por conta desse uso excessivo de telas, porque seria o momento dela est se descobrindo, descobrindo mundo, aprendendo, convivendo, brincando. Então a gente realmente vê uma movimentação de uma pular etapas, digamos assim, pular etapas, né? Agora, eh, uso de telas, me chamou atenção algo, não sei se se tem a ver, a Dermato explica pra gente. Eh, tem a questão da luz azul, né? né? Tem aquela questão toda da eh da exposição do da da nossa pele, né? A luz, a exposição uso de tela da criança, né? A pele da criança com aqui, ó, o celular, o tablet, a tela influencia? Tem algo a ver? Sim ou não? Em relação à pele? Não. Não é mais em relação à parte de visão, né? Que aquele excesso de luminosidade paraa visão e cognitiva, neurológica e comportamental. Agora, em relação à pele, né? Ah, então tá bom. Era uma dúvida que surgiu aqui, a gente falando, né, e vai surgindo as dúvidas e a gente vai conversando. Agora eu quero perguntar para você, eh, nossa dermato, eh, esses peptídios, essas coisas novas que estão chegando, eu até anotei aqui o nome, que senão vou falar errado, hein? É G H K, é assim mesmo. Então, eh, é tudo muito novo, né? Eu não conhecia através da internet muita gente falando, olha só, a internet de novo, a rede social de novo. E assim, às vezes o negócio nem chegou, né, na na farmácia ou no consultório, já tem gente aplicando. Mas como é que é isso? É assim, na verdade, o peptídeo de cobre, esse especificamente, que a gente tem visto muito essa onda de peptídio, eh, medicina regenerativa, antienvelhecimento, aumento de performance, massa magra, enfim, a gente tem que tomar muito cuidado com o que a gente veio na internet, eh, e pensar antes de consumir o que a gente tá assistindo. Por quê? Os peptídeos de cobra em específico, eles são estudados desde a década de 70, na verdade. Então, desde 1970 já estudam esses peptídios. E esses peptídios realmente eles são muito promissores, tá? Em relação à parte da pele que eu tô que que eu me refiro no sentido de ele já tem comprovação científica que estimulam e os fibroblastos, que são aquelas células que estimulam produção de colágeno. Eles eles têm um efeito importante também de reparação tecidual, de melhora de cicatrização. Contudo, os estudos e relacionados a eles são para uso tópico, uso de passar. Então eu vi isso e nossa gente, então então assim, hoje em dia a gente tem vários dermocosméticos de várias farmacêuticas muito renomadas que estão liberando muitos produtos de skinc peptídeos e que estão sendo estudados há muitos anos. Então eles realmente são aprovados e têm embasamento científico para uso tópico, tá? Agora, o uso injetável é é indicado? Não, ainda no Brasil, tá? Não, não tem ainda evidência científica robusta, não tem autorização ainda. A gente não sabe a segurança e a eficácia desses produtos de uso injetável. Provavelmente a próxima evolução vai ser para Drug del Delivery, que a gente fala, que é quando a gente faz microporações na pele e aplica por cima, mas mesmo assim ainda não está totalmente autorizado, liberado e também não, a gente não tem embasamento científico e segurança para fazer isso, tá? A questão é que alguns profissionais infelizmente querem passar na frente do outro falar assim: "Ó, aqui eu já uso peptídeos porque não sei aonde já usa." Então aqui a gente sempre tá na frente de todo mundo. Então os pacientes podem vir porque não, na verdade muitas pessoas não entram nessa onda porque esperam comprovações científicas para fazer as coisas com os pacientes com segurança, tá? Então é mais ou menos isso. Mas os peptidos eles já estão sendo sendo estudados há muitos anos, é que ficam sempre surgindo, né? É, é sempre coisas novas, coisas novas. É, só que me chamou atenção esse ponto que você colocou, porque eu fui ver sobre peptídeos e tal, e aí profissionais dizendo e reforçando essa questão que esses peptídios eles são, né, de passar. E aí você vai ver lá na rede social, tem gente aplicando o negócio e sem comprovação científica, sem estudo, sem nada. O que que pode acontecer depois com a nossa saúde, gente? Calma, tá tranquilo, vai. É, se for bom, vai. Com certeza está disponibilizado pra gente, né? Mas precisamos ter um pouquinho de calma nessa hora aí, porque pode dar ruim, né? É, o uso injetável hoje ele é experimental, tá? Então não tem nada ainda liberado com segurança. Essa ansiedade, né? essa coisa. É, aí a gente fala da cosmeticorexia. A obsessão compulsiva por comprar, aplicar produtos de skincare e cosméticos já é vista como um comportamento preocupante. Vamos lá, então, Maria Eduarda. Ansiedade, frustração, tudo isso vem junto com esse termo utilizado aí. Deixa eu ver se eu lembro como é que fala. Cosmeticorexia. Cosmeticorexia para mim é algo muito novo, né? Essa primeira vez que eu tô falando essa palavra, mas é algo que vem sendo estudado e acende um alerta. Sim. Eh, todo o comportamento que a gente observa em excesso, que vem de uma forma compulsiva, ele é um comportamento que a gente precisa ficar atento. Então, a gente pensa tanto nessa questão da via regulatória, digamos assim, não consigo me autorregular. Uhum. Estou friso comprar, preciso comer, preciso de alguma coisa que me ajude a regular de forma externa. E a gente vê esse padrão compulsivo em compras e principalmente focado nessa questão estética. Então a gente vê inclusive e inclusive tem um aceite, né, social sobre isso. Então hoje em dia a gente fala inclusive sobre, por exemplo, financiamento para cirurgias plásticas. Verdade. Aham. Então existe também um uma coisa reforça a outra, né? Eu já estou com essa dificuldade de autorregulação, estou precisando de algo para me ajudar a me acalmar nesse momento. Entro numa rede social e vejo que eu consigo fazer essa compra em 24 vezes. Uhum. E aí quando eu vou ver, eu tô sempre tentando me regular dessa forma. E é uma coisa que é assim interessante de observar que uma coisa gera outra, né? Então eu compro, eu uso, me frustro, compro, uso, me frustro, compro, uso, me frustro. Uau! Olha isso. Interessantíssimo, né? É por isso que é importante e essa conexão das áreas profissionais, né? A gente tem aqui uma dermato e uma psicóloga e você vê como que uma coisa puxa a outra, né? De repente você não tá feliz com o seu corpo, com a sua pele, mas você não sabe o porquê. E aí tem algo lá, né, bem no profundo que precisa ser visto, precisa ter uma autocompaixão, um cuidado especial para que depois você se olhe novamente no espelho e de repente você pode se ver totalmente diferente, né? E cuidados, né, gente? Cuidados com a nossa pele. Olha, eu acho que como a Jéssica colocou, a pele é o maior órgão do nosso corpo, né? E a gente precisa ter cuidado com a pele. Quando a gente fala de cuidado com a pele, não só é a pele do rosto não, viu? Que as pessoas têm mania de focar só no rosto. Quem quer pá, rosto e o resto e o corpo, né? E o corpo, como fica, né? A gente precisa ter esse cuidado especial, né, Jéssica? Com certeza. E fazendo até um gancho com o que a Maria Eduarda falou, existem doenças de pele, né, que que acometem tanto o rosto quanto o corpo, que são desencadeadas por um estresse intenso, por um problema emocional muito intenso. Então, às vezes, a pessoa nunca nunca manifestou nada e tá passando por um problema aí na família, né, algum problema pessoal e aí começa a desencadear, né, como se fosse um gatilho para algumas doenças autoimunes e doenças inflamatórias também. Então, para vocês entenderem a importância da relação da nossa saúde mental com a nossa saúde da pele. Então, é visível, por exemplo, quando a gente tá muito estressado, a gente percebe um aumento de queda de cabelo, então fluviotelógio relacionado a aumento de estresse, piora da pele também da própria acne também a gente tem relação com a piora da saúde mental. Então, a pele, por ser o maior órgão do corpo, ele é ela é relacionada com todos os outros órgãos, né, inclusive o nosso cérebro. Então a gente precisa de um equilíbrio, né? O equilíbrio de pele, corpo, mente, tudo isso. Uau, quanto ensinamento, né? Vocês são maravilhosas, meninas. Adoro, gente, isso aqui todos os dias, segunda a sexta, ensinamento diário aqui no nosso estúdio Câmara. Produção tá avisando. 8:48 tem perguntas. Não falei para vocês que passava rapidinho. 8:48 já a gente conversando aqui. Dá vontade de ficar falando mais e mais e mais. A gente sabe que tem muitas dúvidas ainda, né, sobre toda essa questão. Por quê? Porque a gente tem costume de ir fazendo as coisas assim, ó, de forma indiscriminada. É importante parar a conversar com a sua dermatologista, parar a conversar com a sua psicóloga pra gente poder alinhar, para ter uma vida mais tranquila, mais leve. Isso é possível. Tá bom? Vamos lá. Pode colocar na tela pra gente, produção, por favor, a primeira pergunta. Vamos ver quem tá conosco. A Mari Ana Lopes da Vila Industrial. Eh, malhar com maquiagem no rosto pode cozinhar a pele. Sinto que meu suor arde muito durante o treino. Olha isso. Na verdade, não no sentido de cozinhar, né? aumenta produção de suor. Então, de uma forma ou de outra, aquela glândula de sor, ela precisa eliminar o suor. Se você tá com muita maquiagem, às vezes essa glândula tem um pouquinho de dificuldade de eliminar esse suor. Então, a gente tem essa sensação, por isso que ela tem essa sensação que tá ardendo, tá? Ah, e tem algumas maquiagens também que em contato com o suor irritam a pele. Alguns protetores solares também com suor irritam a pele. Então não nesse nesse sentido de cozinhar, mas se possível seria interessante retirar a maquiagem e treinar só com protetor solar. Assim, é o mais interessante. É quando a Mariana fala cozinhar, eu acho que ela tá dizendo o mesmo da ardência, né? Deve sentir uma é uma sensação de ardência. Valeu, Mário. Obrigada pela sua pela sua pergunta aí, né? E agora vamos tirar a maquiagem, né? É, às vezes a gente fica meio com preguicinha, né, de tirar a maquiagem na hora de dormir. Gente do céu, tira maquiagem, por favor, né? Tem que tirar a maquiagem. É, a gente precisa cuidar eh da nossa pele com carinho, né? Vamos lá. 8:50. Pode colocar mais uma, produção, por gentileza. Bora que bora. Sextamos e sexta-feira, hein? Daqui a pouquinho tá chegando o outono. Mateus Silva do Swift. Por que crianças e jovens já se preocupam com o envelhecimento da pele? Como lidar com minha filha pequena que já se preocupa com maquiagem. Ai gente, esse negócio de criança com maquiagem. Às vezes a gente que é mãe, né, a gente sai um pouquinho da linha e aí quer maquiar porque a criança vê a gente maquiando, daí você fala: "Ai, passa ai que tá lindo, né, e tal". E é um movimento que a gente faz e que a gente não deveria fazer, mas é complicado, né? não é complicado. Eu eu entendo assim, mas o que às vezes eu oriento é que existem alguns tipos de maquiagem que são mais naturais, mais próprios para uso de criança. Então é importante eh a mãe quando for pensar em comprar alguma coisa, evitar usar maquiagem de adulto e criança. Primeiro passo. E o segundo passo é ler, aprender a ler rótulos, tá? Sim, porque assim, é importante utilizar maquiagens que são próprias para crianças e que não tem o que a gente chama de desruptor endócrino, né, que interfere na parte endocrinológica da criança, puberdade precoce, essas coisas. E aí assim evitar ao máximo, mas assim, é claro que a gente sabe que criança pede, né? A gente é mãe e tudo. Então eventualmente passar uma sombrinha, alguma coisinha porque a filha tá pedindo, OK, mas procurar é escolher produtos bons para criança, né, próprios para crianças e que não tem esses desruptores endócratas. E também não deixar que isso vire uma rotina, né, e que não vire é um excesso de vaidade, porque não é o objetivo da infância, né? obtivo principal é a brincadeira, né? É isso mesmo. Maria Eduarda, como é que a gente faz, né? A preocupação aí desse pai, a filha pequena já se preocupa com maquiagem, né? Como é que vai lidar com isso? Então, esse é um ponto muito importante, né? Como que a gente observa que essas crianças que estão no início da vida já estão se preocupando com o envelhecimento, né? né? E entra num ponto também de como que a gente consegue discriminando com essas crianças sobre as fases da vida, incentivá-las a realmente viver essas fases da vida, né? Então, filha, você é uma criança, vai ser criança, você vai ter um momento da sua vida que você pode se preocupar com isso. Agora, a sua preocupação é brincar, é ser criança, suas tarefas da escola, suas obrigações aqui dentro de casa, mas as suas responsabilidades feitas dentro daquilo que se espera de uma criança e discriminando com ela mesmo de tá tudo bem. Eh, não é porque a amiguinha da escola foi com maquiagem que você precisa ir também. Uhum. amiguinha da escola, não é uma questão nossa, digamos assim. E aqui eu gostaria que você fosse criança e não se preocupasse com isso. E o incentivo também, né, Maria Eduarda, porque às vezes a criança vê a mãe, vamos se colocar no lugar da criança, né? Ela vê a mãe maquiando e a criança ela é é ela é fascinante o olhar dela pra mãe, né? Ela é apaixonada pela mãe, ela admira a mãe e menina olhando a mãe assim, ela quer ser igual à mãe, porque nós somos espelho para eles, né? E aí acredito que o incentivo da mãe também explicar, olha, mamãe usa porque a mamãe é adulto, porque a mamãe é mamãe e você quando você chegar numa idade tal você vai poder usar também, né? Tem que ir ensinando, né? e reforçá-la também por ser bonita naturalmente como criança, incentivá-la a se enxergar dentro dessa beleza que ela tem como criança, porque às vezes vem essa preocupação, perdão, vem essa preocupação de preciso ser tal qual a mamãe, eu quero ser que nem a mamãe nesse sentido. E assim, não vejo problema em fazer isso como uma brincadeira entre mãe e filha, no momento ali de tempo de qualidade entre elas, mas de ir reforçando a criança de fato de que ela é linda como criança e que ela não precisa desse produto para para se para ficar bonita, para se preocupar com ele. Então é verdade. É o movimento, né, que tem que ser feito, né, dentro de casa, junto ali, porque esse é um ponto muito delicado. Eu sou mãe de menina. Nossa, gente, é delicadíssimo e é um momento gostoso, vamos falar a verdade, né? É um momento gostoso de mãe e filha, mas a gente precisa ir pela razão, né? E segurar um pouquinho a emoção, porque a gente pode estar eh eh pulando as fases das nossas crianças e isso não é legal. 8:55, mais uma pergunta. Vamos lá. Nós temos, claro que temos. Joga aí, produção, manda na tela. Vamos lá falar com você que tá em casa. A Soraia Luz. Desculpa, gente. Do Jardim das Paineiras. É isso, né? Tenho 40 anos e nunca usei nada. Uau! Por onde começo sem agredir minha pele e gastar uma fortuna? Ô Soraia, parabéns por conseguir, hein? Olha, 40 anos não usou nada. Muito bem. Agora a doutora vai explicar para você aí como é que você faz. Vamos lá, Jessica. E Soraia deve ser lindíssima, tenho certeza. Então, né? Parabéns, S. Soraia. Eu eu sempre falo pros meus pacientes que realmente que menos é mais, tá? Uhum. Então, sem gastar uma fortuna, eu acho que são três passos são importantes assim para uma rotina de skincare básica, assim, um sabonete, né, próprio pra sua pele do rosto, porque sabonete de corpo é sabonete de corpo, sabonete de rosto é sabonete de rost, né? Tá? Então, um sabonete de rosto, um protetor solar e um hidratante. Ponto. Então, acho que isso não vai agredir sua pele. Você vai est higienizando sua pele de forma adequada, vai est se protegendo contra o sol, prevenindo envelhecimento, prevenindo câncer de pele também, que é o mais importante. Então, assim, três passinhos básicos, essenciais. Eu acho que começar por aí já tá ótimo. Olha aí, né? E um detalhe que chama atenção, sabonete de corpo não é para ser usado no rosto. Exato. Gente do céu, que coisa. Ei, com quanto tempo você aprendeu? Com quantos anos você aprendeu com sabonete de corpo não usando sabonete no rosto, gente? Ai, R, eu já vi, eu já vi pacientes usarem sabonete íntimo no rosto. Aí eu falei: "Não, sabonete não, não, não, não, não, não, mas tá tudo bem. expon is aí as pessoas falam assim: "Não, mas eu não vou ter condições de comprar um sabonete pro rosto", né? Eh, eh, porque a gente tem aí várias situações, né? Então, a gente precisa orientar de uma forma que você possa fazer o uso, né? Com aquele de acordo com que caiba no seu bolso também, né? Mas tem os tem sabonetes de rosto que são acessíveis, né? Tem, com certeza. Tem de vários preços na farmácia, né? E assim, ah, doutora, eu posso comprar um produto e mais nenhum. Qual produto eu compro? Um protetor solar. Uhum. Tá. Então é isso, um protetor solar facial, né? Que ah, minha pele oleosa, você olha lá no rótulo, pele oleosa, você não tem condição, né, de passar em consulta para te orientar melhor. Ah, minha pele é mais seca. Aí tá escrito lá no próprio rótulo do protetor para peles secas. Então assim, eu tenho dinheiro para comprar um produto vista num protetor solar. Muito bem. Vamos lá. 8:57, a última pergunta. Vamos lá, produção. Pode colocar na tela. Rafaela Oliveira do Parque Prado. Sinto que envelhecer virou uau, um crime nas redes sociais. Como lidar com essa pressão de ser sempre jovem? Nossa psicóloga nos ajuda. Envelhecer, gente, é verdade, né? Muita gente fala: "Não, não quero envelhecer. Eu tô envelhecendo. Nossa, tem pé de galinha, tem rugas assim, sabe? Daí eu me olho assim, tem dias, sabe? Eu vou falar bem real para vocês. Tem dias assim que eu falo: "Nossa, gente, mas que isso? Preciso um botox". Mas aí depois tem dias que eu falo: "Ah, eu tô bonita assim, né? Tá maravilhoso". E aí, como é que a gente faz para aceitar o envelhecimento? Olha, é um processo bem complicado por conta dessa pressão. Eh, principalmente quando a gente pensa eh nessa na questão da construção da autoestima mesmo, né? Por que que eu preciso estar sempre jovem? E e vale sempre lembrar, inclusive uma coisa que não é falado muito, mas que eu acho que é importante de ser trabalhado, que a beleza de cada um acompanha em todas as fases da vida. Então não é porque a gente envelhece que a gente fica feia. É verdade. A gente fica diferente. Uhum. E e acho que validar e aceitar esse diferente daquilo que eu estou acostumada e diferente daquilo que talvez estejam me pressionando para tal. E lembrar que também tem muito uma função por detrás de bom venda de produtos, né? Então quanto mais a gente pressiona as pessoas para serem sempre jovens, a gente também tem um retorno financeiro como indústria, né? Então acho que vale a pena pensar nessa discriminação também de um, vou ser bonita em todas as fases da minha vida. Uhum. Hum. Validar a construção da autoestima também, além só da beleza, da autoimagem, mas dentro dos seus valores pessoais. E também entender, nossa, mas será que eu preciso sempre ser jovem ou tem alguém falando para mim que eu preciso sempre ser jovem? É isso mesmo, né? E aceitar as fases da vida. São ciclos, né, que vão encerrando, iniciando e são as fases da vida, gente. É assim mesmo. Mas claro, você pode melhorar, pode ajustar, pode, mas não esquece que todo o excesso esconde uma falta e isso precisa ser cuidado e olhado com atenção, tá bom? A gente precisa encerrar o programa 9 horas pontualmente. A gente agradece demais você que tá aí do outro lado, que participou conosco e as nossas convidadas também que deram um show de informação aqui para fechar a nossa semana com chave de ouro. Jéssica, muito obrigada pela sua participação, pela sua presença, pelo seu ensinamento. Gratidão, viu? Obada. Obrigada pelo convite, maravilhosa. E você, Maria Eduarda, obrigada, né, essa visão psicológica diante dessa questão nossa de beleza, beleza, beleza, pressão, pressão e a gente precisa nos encontrar na verdade, né? Obrigada, viu? Eu que agradeço pelo convite, pela recepção. Maravilhosas. E você aí de casa, já sabe, programa já tá disponível lá no YouTube. Você pode pegar esse programa, gente, e, ó, copiar e passar, né, paraa família, paraas pessoas que você conhece, porque aqui tem muitos ensinamentos, né, muitas orientações, quando a gente fala eh da beleza, né, e desse skin burnout, que é algo que tá surgindo e a gente precisa cuidar. Você não precisa chegar no burnout, né? É, não precisa. Você passa lá, cuida da sua pelezinha, mas não precisa ser em excesso, tá bom? Olha, segunda-feira, estúdio Câmara entra em campo. Olha que legal, um tema que mexe com a identidade do brasileiro. Afinal de contas, a seleção brasileira ainda é a mesma. Nossa, mas por que esse tema? Porque nós estamos aí na Copa do Mundo. Você tinha esquecido, né? Verdade. Já viu algum verde amarelo aí? Já viu alguma coisa? O Brasil joga logo em breve. E a gente vai falar então sobre essa sensação cada vez mais presente, né, que a Copa do Mundo já não tem mais o mesmo peso de ano. Você percebeu que que mudou? Será foi o futebol brasileiro ou foi o mundo do futebol? A gente vai discutir os impactos da globalização, a influência do modelo europeu e as mudanças, né, na formação dos jogadores. Será que a gente tá perdendo essa essência, gente? Lembra Copa do Mundo? Nossa, como era legal. Mas depois daquela lavada que nós tivemos, acho que a galera tipo diminuiu, né? Ah, Copa do Mundo é só mais um jogo e tal. A gente tá vivendo uma transformação. E os jogadores, você sabe quais são aí do nosso Timão? Conhece todos eles? Você torce? Você já comprou sua camiseta nova do Brasil? Vai torcer pro Brasil na Copa? Sabe que dia vai ser o jogo do Brasil? Sabe quando começa a Copa do Mundo? Tá sabendo de alguma coisa? Não. Então, o que que tá acontecendo com a gente, né? Será que é frustração ou será que é o movimento mesmo que tá deixando as coisas para lá? A gente precisa entender sobre isso e nós vamos conversar na segunda-feira a partir das 8 da manhã ao vivo em mais uma edição do nosso estúdio Câmara. Grande abraço para você. Se cuide, aproveite o fim de ciclo que nós estamos vivendo agora. Por quê? Porque estamos encerrando o verão, estamos entrando no outono e acredito que é uma renovação aí e você pode entrar nessa energia e trazer um outono bem legal, bem maravilhoso e abençoado para sua vida, tá bom? Tudo de bom para você, um ótimo final de semana e a gente se vê, se Deus quiser, na segunda-feira em mais uma edição do nosso estúdio Câmara. A ÍRa tá chegando, Gabriel Castro ao meio-dia também, programação da TV Câmara Campinas aqui na sua TV e também no YouTube. Grande abraço, fique bem. E até segunda. Tchau.
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