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Estúdio Câmara | Overtraining: dor boa ou alerta Vermelho?
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Estúdio Câmara | Overtraining: dor boa ou alerta Vermelho?

35 views Publicado 24/03/2026 HD · 1:00:52
Resumo editorial

O Estúdio Câmara desta terça-feira, 24 de março de 2026, debate o overtraining, fenômeno em que praticantes de atividade física ultrapassam os limites do corpo em busca de evolução acelerada e acabam comprometendo a saúde. A reportagem cita estudo do Datafolha que aponta 53 por cento dos brasileiros praticando atividade física, número positivo que vem acompanhado de comportamento perigoso baseado na ideia de que evoluir é ir sempre ao limite. A ciência mostra o contrário, quando o corpo não consegue se recuperar, o resultado não é ganho mas queda de desempenho, lesões e problemas de saúde sérios. Os convidados, uma psicóloga esportiva e um personal trainer experientes, discutem como diferenciar dor saudável de dor que indica excesso, qual o papel do descanso e do sono no ganho muscular, sinais de alerta que devem levar o praticante a procurar avaliação médica, perigos da automedicação com suplementos e anabolizantes em academias campineiras, e como construir uma rotina que respeite o ritmo biológico individual e gere resultados sustentáveis sem comprometer a saúde mental e física do praticante.

Descrição do vídeo

Olá, Campinas! 🏃‍♂️ No Estúdio Câmara (24/03/2026), debatermos overtraining — 53% brasileiros treinam (Datafolha), mas dor = missão cumprida? Angélica Picarelli (psicóloga esportiva) + Luiz Fernando Lukas (personal trainer) revelam limites reais! Dor Muscular: Mito da Evolução Dor leve 48h pós-treino? Normal (microlesões). Dor forte/localizada diferente de 48h? Alerta! Sinais: fadiga crônica, sono ruim, irritabilidade, imunidade baixa, quedas desempenho. Overtraining = doença (falência órgãos, lesões graves). Psicologia: Corpo Fala Alto "No pain, no gain" perigoso! Corpo/mente inseparáveis — dopamina prazer, mas excesso frustra. Mulheres cíclicas: hormônios mudam semanalmente (treine leve TPM!). Evite comparação redes (corpo ideal muda). Limites Saudáveis Duração: 40-60min ideal (iniciante devagar!). Recuperação: Sono + descanso ativo diferente de treino diário. Suplementos: Whey/creatina só se faltar na dieta (nutricionista!). Anabolizantes? Armadilha imagem! Mortes em Academias: Culpa Dividida Liberação médica OBRIGATÓRIA (anamnese detalhada). Falta cuidado + ego ("mais pesado!") mata. Personal essencial: metas realistas (1kg/2 semanas). Dicas Audiência Aline: Consistência sem desgaste? Comece devagar + metas reais. Diego: Mudar "sofrimento = resultado"? Equilíbrio (metas sem culpa). Melissa: Recomecer sem culpa? Atividade prazerosa + descanso sem remorso. "Movimento é vida — ouça seu corpo!" Treine inteligente, viva pleno! Assista ▶️ 💥 Salve playlists, marque atletas e comente 💬: dor pós-treino: normal ou excesso? Curta 👍, compartilhe saúde e 🔔 dicas! #EstudioCamara #Overtraining #TreinoInteligente #SaudeMental Continue assistindo conteúdos incríveis em nossas playlists: 📺 YouTube: https://www.youtube.com/@tvcamaracampinas 🌎 Conecte-se com a gente nas redes sociais: 📸 Instagram: https://www.instagram.com/tvcamaracampinas 🎵 TikTok: https://www.tiktok.com/@tvcamaracampinas 📘 Facebook: https://www.facebook.com/tvcamaracampinas 🎙️ Spotify: https://creators.spotify.com/pod/show/tvcamaracampinas

Transcrição completa do vídeo

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[música] О. Olá, muito bom dia para você que acompanha a programação da TV Câmara Campinas. [música] Nós estamos chegando com o Estúdio Câmara ao vivo. Hoje é terça-feira, dia 24 [música] de março. Tudo bem por aí? Por aqui tudo ótimo. E hoje nós vamos falar de overtraining. É você que treina, né? você que vai paraa academia, tá cuidando da sua [música] saúde, você sente dor e aí quando você sente dor, você sai com a sensação de missão cumprida, né, da academia. Então, [música] mas será que esse cansaço todo é mesmo sinal de evolução ou um alerta eh do nosso corpo? Um estudo do Datafolha mostra [música] que 53% dos brasileiros praticam atividade física. Isso é maravilhoso. Mas entre quem treina cresce um comportamento [música] perigoso, gente. A ideia de que evoluir é ir sempre ao limite, né? Só que a ciência mostra o contrário. Quando o corpo não consegue se recuperar, o resultado não é ganho, não é queda de desempenho, lesão e até problemas de saúde. Hoje nós vamos entender eh onde está essa linha entre evolução e excesso, [música] né? E por que respeitar o nosso corpo pode ser o caminho mais inteligente paraa [música] gente ter resultado? O nosso corpo fala e a gente precisa aprender a ouvir o que o nosso corpo está dizendo, né? Então participe com a gente, mande sua experiência ou sua dúvida. Os nossos entrevistados já estão conosco e daqui a pouquinho nós vamos apresentá-los e aí você pode tirar as suas dúvidas sobre um treino eh que realmente funciona. [música] E aí, sentir dor logo após o treino é legal? Isso é resultado mesmo. E aquela dor tardia, né? Vale a pena ou não sentir dor? Será que tá dando resultado? Não tô sentindo nada. Preciso pegar mais [música] pesado. Manda pra gente a sua dúvida, a sua experiência, né? Compartilhe conosco. 199729377. Enquanto você manda sua mensagem, a gente atualiza algumas informações do legislativo e daqui a pouquinho apresentamos então os nossos convidados de hoje para você, tá bom? [música] E hoje na Câmara de Campinas, olha só, acontecem reuniões importantes abertas ao público e a sua presença é [música] muito importante, faz a diferença. Sim. Às 10 horas, a Comissão dos Idosos, Aposentados e Pensionistas [música] realiza a segunda reunião ordinária. O encontro será realizado no plenário da [música] Câmara, vai ser presidido pelo vereador Marron Cunha e deve discutir aí os principais [música] desafios enfrentados pela população idosa e buscar soluções para melhorar a qualidade [música] de vida do idoso no município, tá? E mais tarde, às 7 da noite, é a vez da Comissão Permanente da Mulher, que é presidida [música] pela vereadora Mariana Conte. Esse encontro, gente, será realizado no plenarinho e vai ter o tema Mulheres e Meninas Vivas, Campinas contra a misogenia e vai discutir o avanço, né, da misogenia, incluindo o discurso do movimento Redpill, em meio [música] ao aumento da violência contra as mulheres. Você também pode participar, lembrando [música] que todos os encontros, as comissões, as reuniões são transmitidas ao [música] vivo aqui pela TV Câmara Campinas e também pelo nosso canal do YouTube. Você pode participar presencialmente na Câmara ou então você pode acessar lá o canal do YouTube e também dar a sua opinião, conversar, o pessoal vai estar respondendo, [música] tá? Importante a gente salientar isso e dizer para você que a sua participação nessas reuniões [música] é muito importante também. Então, fique à vontade para participar presencialmente ou pela TV Câmara Campinas e também [música] no canal do YouTube da nossa TV Câmara Campinas que está disponível para você, é só você acessar. [música] Previsão do tempo chegando. Vamos lá, né? Que coisa. Estamos no outono e olha só a previsão para hoje, gente. Que que aconteceu, né? Foi uma inversão aí de estações, porque no verão chuva demais. Agora outono, olha só, hoje temos um dia de sol, algumas nuvens à tarde, mas à noite de céul limpo, outono brasileiro, mínima de 18, máxima de 29º. A gente sabe que o termômetro aí pode passar [música] dos 31, né? A meteorologia diz máxima de 29. Sensação térmica a gente sabe [música] que é um pouco mais elevada, tá? Então cuide-se, hidrate-se e bora que bora que a terça-feira tá aí prontinha te esperando e você pode fazer sim [música] um ótimo dia. Bom, vamos ao nosso tema central, vamos à apresentação dos nossos convidados. Vamos falar desse universo de treino, né? Esse universo do treino tem aí uma frase muito repetida: no pem nogem ou sem dor, sem ganho. Será que é isso mesmo? A ciência do esporte mostra, gente, que essa lógica não é tão simples assim, não. A dor muscular tardia, por exemplo, é uma resposta normal do corpo, mas quando a dor muda de padrão, o corpo deixa de evoluir e começa a pedir socorro. A gente precisa ouvir esse pedido de socorro, uso de estimulantes, né? Eh, tem sido divulgado nas redes sociais como forma de melhorar o foco e a performance. precisa se atentar muito com isso. Especialistas alertam que esse tipo de prática pode agravar ainda mais o estresse do organismo. Então, hoje a gente conversa sobre o limite dos treinos. E para conversar sobre esse limite, nós recebemos aqui no estúdio a psicóloga esportiva Angélica Picarelli. Seja muito bem-vinda, Angélica. Bom dia. Bom dia. Bom dia para você, Elé. Bom dia. Bom dia a todo mundo que tá nos ouvindo. Maravilha. E para completar o nosso time de hoje, gente, nós temos pelo Zoom, direto do Rio de Janeiro, professor, né, personal trainer, professor de musculação, pós-graduado em treinamento de força, Luís Fernando. Seja muito bem-vindo, professor. Bom dia. Bom dia, Rúbia. Bom dia, doutora. Bom dia a todos que estão acompanhando a gente ao vivo. E é muito importante a gente estar falando sobre saúde, sobre atividade física, principalmente nesse mês de março, né, agora há poucos dias, no dia 10, a gente celebrou aí o Dia Mundial de Combate ao sedentarismo. Tem que se mexer, parado, não dá para ficar. É verdade, né? A vida é movimento, né? né? E e movimento é você se mexer, é fazer atividade ou então um exercício físico. Então, só que a gente precisa ouvir o nosso corpo e a gente precisa aprender porque tá cheio de gente que sabe de tudo nas redes sociais, inclusive como fazer você ganhar uma massa muscular rápido, como fazer ah você crescer rapidinho, né? Um mês de treino já tá lá bombadão, gente, não é assim, calmar lá, a gente precisa de uma visão especialista. Então é por isso que eu pergunto para você, Luí, qual que é a diferença, professora, entre uma dor muscular normal e uma dor que já indica um problema de treino? Porque as pessoas dizem, as pessoas dizem, não, especialistas dizem. Eu tô dizendo aqui, pessoal que costuma falar, né? Nossa, eu treinei hoje, tô sentindo muita dor, uau, treino tá master, amanhã eu vou treinar mais forte para sentir mais dor ainda. Então, quanto mais dor, mais resultado. É verdade isso? Não é verdade. Isso é uma um grande mito e é um grande perigo também, né? Porque assim, como você disse, tem gente que não atinge a dor, né? Que esperaria ter aí de um treino e aí acaba tentando fazer mais, pegar mais peso, né? Descansar menos. E aí, ao invés de conseguir aí um um resultado eh bom, né? o resultado que a gente espera na academia, que é hipertrofia ou a perda de peso, acaba conseguindo uma lesão e aí fica fora dos trainos de uma forma eh durante muito tempo. Então, me perguntou como é que a gente pode diferenciar essa dor. E é muito simples, quando a gente faz uma atividade física, a gente tem ali pequenas microlesões. são microlesões que o nosso músculo eh sofre. E aí na hora que a gente tá se recuperando, quando o músculo começa se cicatrizar, aí acontece essa dorzinha que é uma dor leve, é uma dor que no máximo em 48 horas ela deixa de estar, você deixa de sentir. Passou disso, é uma dor mais localizada, é uma dor que você não tem mais, não consegue movimentar aquele membro, por exemplo, aí já é um sinal de atenção, é um sinal que alguma coisa tá errada. Excelente, uma professora, muito bom, porque tem gente que vai treinar e aí volta, não consegue, né? Eu já vi vídeos assim do pessoal para ir a banheiro, tem que ficar segurando e tal e e para subir uma escada, então, e vai quase engatinhando porque não consegue caminhar depois de um dia de um um hora de treino, né? Então a gente precisa aprender a diferenciar isso. Agora, Angélica, vamos paraa psicologia, porque tantas pessoas, né, associam o sofrimento e a exaustão ao resultado dentro da prática dos exercícios. Por que que a gente tem esse costume de assim, se eu tô sofrendo, eu estou tendo resultado, se eu não tô sofrendo, o meu resultado não é o que eu espero. O que que a psicologia traz pra gente disso? Bom dia. Eh, acho que é importante, né, vocês têm falado muito sobre o corpo e movimento, né, e esse corpo ele fala com a gente o tempo inteiro. Então, esse corpo precisa ser sentido. Corpo e mente não se separam, né? Então, o quanto a gente tá ouvindo de fato o que o nosso corpo tá trazendo pra gente. E quando a gente tá falando dessa exaustão, eh, muito comum a gente achar que os resultados eles vêm somente nessa fadiga, né, muito intensa, enquanto, na verdade não necessariamente. Então, a importância da gente entender que cada corpo é um corpo e como é que esse corpo tá comunicando com a gente, como é que esse corpo, inclusive a gente chama, né, de própriação no sentido de corpo sentido. Então, como é que eu tô fazendo esses movimentos? E não necessariamente eu preciso chegar nessa fadiga, né, totalmente. A gente até acha que quanto mais a gente suar na academia, mais a gente vai tá tendo resultados. E na verdade a gente tá perdendo, né, o nome que a gente tá falando até de eletrólitos. Então, quanto mais a gente tá suando e não tá repondo inclusive esses eletrólitos, pior a gente tá inclusive se recuperando e a gente não tá dando, né, todos eh todo o aporte para esse corpo de fato eh tá em construção, tá em movimento, tá ativo, né? Então, a importância de fato da gente tá se olhando e entender, né, dessa exaustão, a gente vai ter uma fadiga, claro, vai ter um cansaço, mas que a gente não passe esse pico de estress, inclusive que pode ser muito mais prejudicial. Exato. Quando a gente fala em pico de estress, pergunto pro professor, os sinais mais claros, ô professor, que que mostram que um um aluno, né, eh, uma pessoa ultrapassou o limite saudável durante o treino. Durante o treino. Vamos lá. É 40 minutos. Ah, não. Eu vou ficar 2 horas na academia porque eu preciso ganhar hoje. O resto da semana eu não vou conseguir ir e hoje eu vou ficar 2 horas e vou treinar tudo. Cabeça, ombro, joelho e pé. Vamos lá. Quais são os limites, né, eh, durante um treino, o tempo de treino para uma pessoa que não é um atleta de alto rendimento, que a gente sabe que é atleta que, né, trabalha com isso, é totalmente diferente de nós que estamos aí tentando manter o movimento. Verdade. Inclusive a Dra. citou agora, né, que cada corpo é um corpo e a gente eh não tem como dar um um prazo assim, ó, vou dizer para você que em uma hora é o suficiente, não porque uma hora para uma pessoa eh pode ser pouco, uma hora para uma outra pessoa pode ser muito, pode ser o extremo. Então, realmente cada caso é um caso e por isso a importância de um profissional de educação física sempre acompanhando eh esse aluno, né, para poder até dosar. a doutora pode falar muito melhor do que eu, mas eh a gente às vezes a gente não aceita que nós temos que ter limites, né? Em muitos casos a gente passa do limite querendo mostrar para alguém que a gente é mais capaz ou até para mostrar pra gente mesmo que a gente é capaz. Mas eh a o que eu posso falar em relação à parte da educação física, a parte do do esporte, é que quando a gente tá fazendo uma atividade física, é comum que a nossa frequência cardíaca aumente, né? Que a gente fique com o coração com com a uma o coração mais acelerado, que a respiração fique um pouco mais rápida, que possa surgir aquela dor muscular no dia seguinte que a gente falou agora a pouco. Agora, passou disso, o problema vem quando os problemas e os sintomas são além desse, né? sai desse padrão de eh coração mais acelerado, respiração mais ofegante, muscular, passou disso aí já é um sintoma e tem alguma coisa errada. Não precisa ser imediatamente um problema, mas a gente já tem que acender um alerta ali, porque pode estar caminhando para um overtrain. O que que é o overtrain? né? Quando a gente passa totalmente do limite, o nosso corpo vai à exaustão e aí além de conseguir muitas dores, né, e até possíveis lesões, a gente tem até problemas físicos, né? A gente não consegue, como você citou agora, andar. A gente não consegue ter uma vida normal, a gente não consegue fazer as nossas atividades no restante do dia, porque a gente se desgastou totalmente na academia. Em casos mais extremos existem doenças, né, que acabam surgindo, problemas de saúde muito sérios que acabam surgindo e tem gente que vai parar no hospital por conta disso. Então, saiu da da da elevação da pressão arterial, da frequência cardíaca, saiu da respiração ofegante, saiu da dor muscular comum no dia seguinte, tem alguma coisa errada, precisa ter mais atenção. É importante, professor, a gente falar, né, desse overtraining, dos nossos limites, porque muita gente eh confunde cansaço com evolução e aí acaba treinando eh a além do limite, né? Nem é no limite, não, é além do limite. E a gente observou nas notícias aí nos últimos meses, né, eh acaba quebrando essa ideia enraizada de que a gente tem que sempre treinar e e fazer além do que o nosso corpo aguenta. Por quê? Porque nós tivemos aí notícias de mortes súbitas acontecendo em academias. Então isso muda completamente o nosso olhar sobre o treino. A gente precisa entender porque a gente não tá falando só de performance, não. A gente fala do preparo do corpo para suportar esse esforço, porque se o seu corpo não tá preparado, ele vai colapsar. Agora, Angélica, esses aumentos de casos, né, que nós vimos de mortes súbdas e súbitas em academia, revela uma falta de consciência das pessoas sobre os próprios limites, né, ou uma falha de cultura aí, porque o treino sempre incentivava ir além, né? A gente percebe que eh vamos treinar, a gente consegue, vamos mais, vamos mais, vamos mais. Será que isso é algo cultural ou é algo que realmente as pessoas estão a a rede social? Todo todas essas informações rápidas e os fake news também, né? é a facilidade de você eh eh falar que você cresceu o músculo de hoje para amanhã e as pessoas acreditam e aí querem fazer igual. Que qual que é a avaliação que você faz dessa questão aí de ir além do limite na academia, no treino e dessas mortes súbdas, súbitas, perdão, que acabaram ocorrendo e e sendo noticiadas? Perfeito, né? Eu acho que a primeira coisa que eu poderia dizer, né, perguntar pro público, é o que é ir além, né? E acho que a gente começa aí nessa consciência em si. Eh, a gente fala muito sobre, tá, qual é o meu limite? Mas será que a gente sabe qual que é o nosso limite de fato, né? A professor tava falando, a gente tá falando é sobre esses acompanhamentos, mas até quando a gente tá falando de um alto rendimento, precisa ser muito bem cuidado por diversas profissionais. Então, porque quando a gente tá falando, né, da gente, né, indo na academia, a gente não tem esse acompanhamento. Então, há uma negligência de fato, eh, nesse cuidado. E aí é justamente nesse, né, nesses excessos, eu acho que as redes elas vêm para nos auxiliar, como por exemplo, a gente ter esse espaço para poder estar conversando, para poder estar orientando, batendo um papo, mas ao mesmo tempo as redes também elas estão ali com vários especialistas, sem serem especialistas, né? Então, todo mundo sabe muito, eh, todo mundo tem algo a dizer e eu acho que assim, a gente tem muito a contribuir, mas o quanto a gente tá entendendo a veracidade daquilo que a gente tá escutando, de quando a gente tá orientando. Então, essa busca por profissionais de fato para ter esse cuidado com a gente, inclusive da gente entender o nosso próprio corpo. O nosso corpo ele fala o tempo todo com a gente, né? Corpo, mente não se separam. Quando a gente tá falando, né, do corpo sentido, eh, não é somente quando a gente fala da psicologia, né, desses pensamentos que sejam acelerados, isso, mas o nosso corpo tá manifestando junto. Então, quando a gente tá falando dessa exaustão, né, de chegar os nossos limites, eh, provavelmente eh provavelmente não, a gente já passou do nosso limite, né? Então, a gente entender de fato até onde eu posso ir, eh, esse cuidado com com o movimento, eh, não sei perguntar e mesmo assim, né, a as orientações dentro da academia. Hoje a gente vê eh muitos profissionais dentro da academia, não só de educadores físicos, mas também essa porte seja para eh nutricionistas, outros profissionais da área. Até acho que poderiam ter mais psicólogos ali para um acompanhamento dentro. Acho que falta também dentro das academias e até uma falta inclusive de entenderem como uma demanda de trabalho da própria psicologia do esporte dentro das academias que poderiam est ajudando nesse auxílio, eh, inclusive, né, eh, auxiliando, eh, as pessoas a entenderem essas esses limiares, né, de cada corpo. E aí, quem sabe a gente teria cenários também diferentes. É verdade. Quando você fala de um profissional da saúde mental dentro da academia, é algo importante e interessante, porque às vezes a pessoa vai pra academia também, são pessoas, né, são pessoas diferentes, com sentimentos e tem gente que tá com sentimento à flor da pele, tem gente que tá usando a academia como uma válvula de escape, tem gente que faz uso de medicamentos, vamos falar aqui de saúde mental, né, antidepressivos e tal, e aí acabam indo pra academia como válvula de escape e acabam se empolgando ali na academia e e e vão além do limite, porque a gente sabe que a academia é um lugar onde o nosso a gente eh eh é muita dopamina, é muita adrenalina e você vai treinar, isso sim, faz muito bem, né, pra nossa saúde mental e física. Mas até que ponto, né? E aí a gente precisa entender e a questão da psicologia aliada aí com o personal, com a academia, gente, é sensacional. Aliás, a psicologia, a saúde mental, eu acho que deveria ser um ponto onde nós eh pudéssemos fazer terapia e ter acesso a a a esse tipo de de eh trabalho a vida toda, né? Porque a gente aprende a melhorar a cada dia com a psicologia. Não é só quando tá explodindo, não. É uma coisa assim de de eh você usar a psicologia como um guia de saúde, né? É, como um guia pro seu caminho, né? Promoção de saúde. É isso mesmo. Agora, Luiz, nós falamos aqui sobre as mortes súbitas, né? E e eu achei bem legal que ela trouxe eh referente à psicologia esportiva. Agora, onde que na sua avaliação, onde é que tá o risco maior quando a gente fala dessas mortes que aconteceram dentro de academias? No comportamento individual de cada um ou na forma como o exercício é orientado, né? Qual que é a sua avaliação sobre eh esse ultrapassar o limite até a exaustão e, infelizmente, a morte, né? Porque a gente não, a gente não pode tampar soleneira, as coisas estão acontecendo e isso acaba preocupando as pessoas que frequentam aí a a academias. É, e chega ao ponto até de espantar pessoas. Tem gente que deixa, né, deixando de frequentar a academia com medo que possa acontecer o mesmo. Mas eu acho que nesses casos, Rúbia, a gente tem que eh dividir essa culpa, vamos dizer assim, por eh quando uma um aluno chega na academia, ele obrigatoriamente ele tem que vir eh, com uma liberação médica. O maior problema hoje em dia é que as academias elas não exigem a comprovação dessa dessa liberação médica. Não preciso chegar com atestado, falar: "Ó, o meu médico disse que eu posso treinar". Eu não preciso comprovar isso. É apenas uma questão de de confiança entre o cliente e a empresa que tá recebendo aquele aluno. No caso academia. Quando ele entra na academia, ele preenche um formulário que a gente chama de anamnese e ali ele vai falar pra gente como é que tá a vida física dele, até a parte psicológica também, né? Se tá com algum problema emocional, depressão, ansiedade, tudo mais. E aí, mas aquilo tudo é baseado na confiança, como eu falei. Ou seja, a pessoa pode estar com vários problemas físicos e ela diz que tá tudo bem. ela pode estar com algum problema eh cardíaco e ela coloca na namnese que tá tudo bem. Ou então às vezes ela nem sabe que tem aquele problema eh cardíaco, por exemplo. Então é mais uma vez importante, sempre que você for iniciar qualquer atividade física, seja o nível que você tenha, né? às vezes é uma pessoa já muito treinada. A gente citou agora a pouco as pessoas do alto rendimento ou uma pessoa que nunca fez nenhum tipo de atividade física, ela precisa dessa liberação médica. E essa liberação não é uma parte burocrática. A gente não tá pedindo aqui nada. Eu não quero um carimbo, eu quero uma confirmação de um especialista, no caso um médico, que diga que você pode fazer aquela determinada atividade física, né? que você tem algum que você não tem um histórico que você precisa. Por quê? Quando você tem essa essa documentação, quando você tem esse histórico, o profissional de educação física que vai te acompanhar, ele sabe que a sua frequência cardíaca pode ir até tal nível, porque se você passar daquilo ali, pode ser mais perigoso. Isso falando, né, em casos eh eh corriqueiros do nosso dia a dia, né? Vou botar um aluno para correr na esteira. Ele não pode correr durante 1 hora50, ele tem que correr durante 40 minutos no máximo, numa intensidade tal, numa inclinação tal. Tudo isso a gente precisa receber essas informações. Quando o aluno sabe, ele pode passar. Quando o aluno não sabe, ele não vai dar essa informação pra gente. A gente precisa ter isso através do médico. Nos últimos casos que eu tenho acompanhado, né, aconteceu em Brasília agora há pouco tempo, inclusive com um rapaz que era eh acostumado a fazer atividade física, se eu não me engano era do Corpo de Bombeiros, ele teve um problema na esteira e acabou falecendo. Ele teve um ataque cardíaco, parece na esteira, e acabou falecendo dentro da academia, né? Enfim, outros casos que aconteceram aqui no Rio de Janeiro. Também teve uma menina que passou mal fazendo seu treino. Nesses casos, eu eu, infelizmente eu preciso dividir essa culpa também com o próprio aluno. No caso do do bombeiro, ele não tinha nenhum histórico, né? No caso dessa menina aqui no Rio de Janeiro, ela já tinha alguns problemas cardíacos, mas ela não passou essa informação pros pros profissionais de educação física. Então assim, a gente tem que ver, analisar caso a caso, mas sempre respeitar os limites do próprio corpo, sentir e ouvir os recados que o o nosso corpo tá dando para que nada disso aconteça. Excelente, né, Angélica? Sim. Eu acho que é importante, né, a gente tá falando muito sobre esse corpo, sentido em si, mas eh a gente pouco sabe o que que é isso, né? Então, quando a gente tá falando até mesmo tão importante quanto o desempenhar é o descanso. E às vezes a gente acha que o descanso é só dormir, né? E não é só. Acho que o sono é uma parte muito importante que a gente precisa eh bastante disso, mas quando a gente tá falando até de descansos ativos, então até a gente falou de frequência cardíaca, mas como é que a gente retorna mais rapidamente? Então como é que eu sei a minha frequência cardíaca máximo? Ele pode, né, falar mais pra gente, mas esse sentido de quanto eu tô me recuperando mais rápido possível. E aí eu vou entendendo como é que o meu corpo tá reagindo de acordo com o movimento. E acho que eh todo mundo tá cansado de saber sobre exercício físico. É uma parte muito importante pra gente, mas a gente esquece que todo movimento já é uma atividade. Então a gente entender esse movimento, né, até do dia a dia. Eh, a gente falou um pouco das redes, um pouco dessa construção cultural e social. E acho que a gente tá indo muito para esse lugar de, né, o que que é um corpo ideal. O corpo ideal ele tá mudando conforme, né, o corpo ideal de hoje que a gente tá vendo e que a gente falou, né, as pessoas bombadas e tudo mais, não era o corpo de antigamente uns anos atrás, não precisa ser muito tempo, não, pode ser, né, um tempinho atrás. Então isso vai mudando conforme o tempo e a gente entender inclusive, né, o que que seria isso, qual o que que isso tá dizendo pra gente sobre os dias atuais e como é que eu tô eh me comparando. A gente vai muito desse lugar de comparação em si e aí a gente perde fato o que é o meu corpo ideal, o que é que eu tô precisando, o que é dentro da minha realidade, inclusive, então desse corpo ativo. E aí a gente é onde a gente estoura e a gente acaba indo para esses limites de fato. e acaba não se ouvindo e não tá nem dentro da nossa própria realidade, né? E às vezes a gente tá falando: "Ah, eu tenho duas horas, mas essas duas horas nem comportam dentro do meu dia todo até para fazer atividade física, né? Então eu quero dar tudo, né? repassando o limite nessas duas horas e eu acabo, né, de fato, não cuidando desse corpo. É verdade. E o que que leva a gente a ignorar os sinais, né, que o nosso corpo eh eh emite, né, mesmo quando esses sinais já estão evidentes, tipo assim, eu sei que eu tô no meu limite, mas eu quero mais um pouco. Eu quero mais um pouco. Por que que a gente ignora? O que que acontece com a gente? esse esse querer um pouco mais, extravazar, ultrapassar o limite dentro, principalmente dentro do esporte que a gente fala, tá falando aqui eh eh eh de treinos, né? Por que que acontece isso? O que que o que que acontece na nossa cabecinha que a gente fala assim: "Não, eu consigo, eu consigo, eu vou É legal falar eu consigo, mas espera aí que não é para tudo, né? Acho que a gente associa muito a uma imagem, né? Então, uma imagem desse corpo ideal e a gente pede até nas redes sociais, a gente sabe muito bem, não só falando de filtros, né, em si, mas até ângulo para tirar foto. Isso. Então, o que é que é real de fato que a gente tá enxergando, que a gente tá, né, eh, conseguindo e aí até para uma tentativa, né, de eh da gente associar e de trazer para essa realidade, a gente vai se moldando, né, comparativo com outras pessoas. E a gente esquece que a gente falou, né, cada corpo é um corpo, mas cada realidade é uma realidade. E aí nessa comparação a gente pede de fato aquilo que é real para mim. Uhum. Então, aí é onde a gente começa a negligenciar de fato eh todos esses meus cuidados e de fato o que meu corpo tá precisando no momento. Acho que a gente tem pouca psiceducação, inclusive para entender o que que meu corpo tá dizendo. A gente, é claro que quando a gente tá falando sobre ansiedade, sobre frequência cardíaca alta, por exemplo, que que isso significa? É super desconfortável, né? É por isso que gera fadiga, né? Então eu tô ali correndo, que seja, minha frequência tá alta, eh, vai gerar cansaço, eh, o meu, né, meu pensamento, né, ele vai bombardear ali de tô cansado, não aguento mais, tá doendo. E a gente perde um pouco desse lugar de fato do que é um cansaço de treino e o que é que já tá passando. Quando a gente tá até falando, né, o assunto hoje é overtraining, mas a gente chega em causas de fato que a atividade como atividade física em movimento, a gente tá falando de um lugar de bem-estar, de saúde, mas em muitos casos, quando a gente já chega nesse overtraining, a atividade física ela passa até a ser repreendida, né? Então o lugar que seria para bem-estar, eu já nem quero mais entrar em contato de tão aversivo que aquilo se torna para mim. Olha só, interessante. Agora, eh, professor, overtrain, né? como é que ele se instala eh na rotina de quem treina. Eh, eu começo a treinar, né? Mas aí eu quero mais, quero mais, quero mais. E daqui a pouco eu tô em overtraining. Como, qual é o caminho, né, eh que a pessoa precisa passar e os alertas que podem ser percebidos, né, até chegar a um overtraining? Olha, é um é um processo, né? Um um pouco até demorado pra gente chegar a um a um status de overtrain, né? Passa bastante do limite que a doutora comentou agora a pouco, mas eh de forma geral você começa a treinar, você é aquela coisa que nunca tá bom. Sempre acho que eu posso mais um pouco isso na parte psicológica, né? Eu sempre acho que eu deveria ter feito mais. Eu já vi casos de pessoas que treinavam pela manhã e aí passavam o dia, iam trabalhar, fazer suas coisas que não aguentavam e tinham que voltar à noite para treinar também. Então, passavam do do limite totalmente do corpo. E a doutora também eh eh comentou agora que a gente precisa descansar, né? Existe uma frase, né, na educação física, na musculação, que descanso também é treino. Então, eh, é necessário ter esse momento de de descanso. Quando a gente começa a chegar no overtraining, quando a gente começa a chegar nesse estado, é quando a gente já tem dificuldade de recuperar o o treino que foi feito. Ou seja, você pegou tão pesado naquele treino que você já demora a conseguir ter novamente condições de treinar novamente aquele grupamento muscular, por exemplo, né? Os batimentos cardíacos que normalmente voltam ao batimento normal, ao volume normal, né? Ao ritmo normal. rapidamente eles já demoram mais a voltar. É um outro sinal também de que alguma coisa tá errada. O seu corpo tá entendendo que tá muito além daquilo que ele poderia aguentar. Então ele começa a bater mais forte para poder superar aquilo tudo. Um outro problema que a gente vê com muita constância quando a gente já tá chegando, atingindo ali o o overtrain, é a baixa qualidade do sono. Você fica tanto, né? É, são tantos hormônios, tanta coisa acontecendo no seu organismo que você não consegue dormir. E o descanso, como a gente falou há pouco, é muito importante. Então, com esse sono desregulado, você não consegue ter e essa recuperação necessária. Você começa com isso, ficar irritado, estressado, sintomas de eh eh ansiedade, depressão, começa a ficar desmotivado pelo treino porque você tá tão cansado, né? o seu corpo físico tá cansado, você não consegue fazer aquela atividade, não consegue levantar aquele peso mais, mais teu a tua parte emocional te obriga a fazer, né, de uma certa forma. E aí você acaba ficando desmotivado. Com tudo isso, você tem uma baixa da imunidade. Então você tem muito resfriado, você tem muitas infecções, você a sua imunidade vai lá para baixo, então qualquer doença que tenta chegar no seu corpo acaba se instalando, ou seja, é todo um processo que acaba te tirando da academia. Então, quando a gente fala que o Uber train não é não é legal, não é mostrar para todo mundo, olha que legal, ele treinou tanto que ele teve um overtraining, não. Quando você tem um overtraining, você acaba saindo da academia, talvez porque você não aguenta mais, ou porque o seu corpo não aguenta mais. Você acaba tendo um problema de saúde, você fica doente, né? O overtrain é considerado aí um praticamente uma doença porque você não consegue mais ter eh eh continuidade naquele treino. Então é extremamente poo porque a partir do overtraining você começa a ter outras doenças, né? Você tem eh doenças graves que podem levar até a morte, né? Porque aí você tem falência de rim, você pode ter problemas gástricos, você pode ter problemas cardíacos. Isso porque você simplesmente passou o limite. Uau! Seríssimo, acho que complementando, né, fala ótima. Eh, ele falou muito do processo, né? Então, quando a gente tá falando, a gente tá falando desse pico, né, onde a gente já ultrapassou o nosso limite, mas acho que é importante a gente voltar justamente qual que é o significado que a atividade física tá tendo pra gente, né? E aí a gente vai entendendo de fato esse processo, né? Quando a gente deixa de colocar a atividade física como um lugar, né, de saúde, de bem-estar, de prevenção e promoção de saúde e vira uma obrigatoriedade, né? Eu não tô dizendo sobre gostar ou não gostar. A gente tem inúmeras atividades físicas, né, pra gente poder tá ali, eh, sendo pertencente em gostar e enfim, se identificar com a atividade. Mas essa importância que a academia, né, que só um treino, né, de força, ele vai saber dizer pra gente, eh, traz dos benefícios, mas é justamente esse significado que tem, né? Então, de fato, se eu tô indo pra academia muito mais por estética do que de fato por saúde, será que na será que realmente tá valendo, né? E aí a gente chega nesse lugar de tô sempre frustrada, nada nunca tá bom. E acho que se perguntar mesmo se nada nunca tá bom ou suficiente, será que tá normal? Não, será que de fato eu não tô passando o o nosso limite? Acho que é importante a gente dizer, a gente tá falando muito, né, sobre corpo overtraining, mas entender também uma realidade, por exemplo, para nós mulheres que somos cíclicas também, né? Então a gente entender também sobre essa questão hormonal e acho que falta, né, mais lugares pra gente poder estar conversando sobre isso também de que a gente muda toda semana, não é? Então, como é que a gente tá olhando para esse corpo que vai mudar, né? E aí a gente tá baseado, né, na internet, onde a gente tem um ideal e que sempre aquele c eu tenho que estar sempre motivado. Gente, será que a gente vai pra academia todo dia porque tá motivado? A gente tem motivação para fazer as coisas o tempo inteiro. Uhum. Exatamente, né? Importante a gente salientar também além da dessa questão, né, do corpo feminino, que é totalmente diferenciado. A gente vive aí num universo de hormônios e quando eles começam é maravilhoso, né? E aí a gente às vezes eh eh fica nessa comparação, né, com a internet e você quer e você vai e aí você se frustra e aí você começa a utilizar alguns suplementos. Professor, me conta. suplementos tem tantos, mas tantos que se a gente for olhar, eu acho que você que é professora aí conhece tudo, né, sobre atividade física e suplementação. Eu acho que você não sabe eh o tanto de suplemento que tem que existe além do desses que você de repente indica aí paraos seus alunos. É diferente você eh tomar um e de repente uma creatina mais indicada por um professor, por um personal, do que você ir lá comprar aleatório, tudo que você vê naquela loja lá, porque tem tanta coisa, é tudo tão atrativo e sair tomando sem eh eh nenhuma orientação. Isso pode trazer consequências? Professor, gostaria que o senhor falasse um pouquinho pra gente sobre essa questão da suplementação que hoje virou modinha, né? Pois é. E é uma modinha bem perigosa, Rober, porque eh quando tá só no campo da suplementação, né, na maioria dos casos, suplemento não vai trazer eh problemas sérios de saúde, tá? o que o problema vem quando começa a passar do suplemento e entrar no anabolizante. Aí o a história fica muito mais perigosa. Agora, sobre suplementos, é realmente tem uma gama e hoje em dia a a ciência tá tão avançada, né? A gente tem eh visto aí vários estudos, as pessoas cada dia vão descobrindo eh mais suplementos, né, mais formas da gente adquirir aquilo que o nosso corpo não produz. Só que a gente tem que lembrar o seguinte, suplemento, como o próprio nome já diz, é uma substância, é um shake, é um pozinho, é alguma coisa que vai suplementar, ou seja, vai completar aquilo que o nosso corpo não produz ou não eh adquire naturalmente. Vamos citar um exemplo aí que você deu, que foi o protein. O que que é o proteína, né? A gente tem na a gente tem na nossa alimentação proteína de todas as formas, né? A gente tem a proteína eh que vem da carne, a gente, para quem não come carne, a gente tem proteínas eh pode vir e do lado vegano, vegetariano, a gente tem que consumir essas proteínas, né? A gente tem ali uma uma um limite, né? uma taxa que a gente tem que eh ter no na nossa alimentação. Aonde entra o o protein aí, que é um dos suplementos mais eh consumidos hoje em dia. O protein ele vai suplementar, ele vai completar aquilo que a gente não tem na alimentação. Aí vem a pergunta: "Tá, mas eu me alimento bem, eu como bem? Eu preciso suplementar?" Não. Aí é que entra o grande problema. Entrou-se numa modinha de que se eu faço academia eu preciso tomar o protein, se eu faço academia eu preciso tomar creatina. Não é, não necessariamente. Você precisa tomar suplementos se você não tem na sua alimentação. Se você tem uma alimentação completa, você não precisa gastar o seu dinheiro com a suplementação. Só que eh é até um pouco cultural. Eu acho que a doutora pode até falar melhor do que eu, né? A pessoa terminou a academia, parece que é um um é um ritual. Ela tem que pegar o shake, botar ali a sua suplemento e sair na academia da academia pela rua, chacoalhando aquilo e tomando. Parece que é é um é o ritual, mas não é verdade. Se você come bem, você não precisa suplementar. Ou vai fazer mal suplementar se eu comer bastante proteína? Não, não vai fazer mal. Mas às vezes você tá gastando rios de dinheiro aí com suplemento sem ter necessidade. Como eu já vi gente dizer para mim que não foi paraa academia naquele dia porque o protein dela acabou e aí ela não podia treinar porque não tinha o para tomar depois, sendo que ela faz uma alimentação normal, ela come de tudo, come carne, ela come eh todos os nutrientes necessários e aí não tem não teria necessidade, mas ela não foi porque não tinha o proteine. E um outro suplemento que a gente vê aí muito comum e é um dos melhores, eu posso dizer isso para você porque é um dos umos um dos suplementos mais estudados pela ciência que é a creatina. A creatina ela é um produto que o nosso o nosso corpo produz. Só que quando a gente toma creatina extra, né, quando a gente toma aquele pozinho misturado com água, misturado como, até virando direto da boca, o que que a creatina faz? ela atrai líquidos pro nosso músculo, ou seja, ela acaba dando pra gente uma uma sensação de um pouco mais de inchaço, mais um inchaço muscular, mas ela também ajuda na recuperação, na energia. Então assim, ela tem se a sua função dentro do organismo. Mas repito, como eu falei agora do Proten, se você tem tudo isso, se você já eh tem e creatina suficiente no seu corpo, não precisa suplementar. Um cuidado muito importante só para eu encerrar essa fala aqui. Se você quer tomar qualquer suplemento, o ideal é você procurar um nutricionista, um nutrólogo, alguém que vai fazer uma avaliação da sua alimentação para saber se você precisa tomar aquele suplemento. Repito, por quê? Para não gastar dinheiro a Excelente, professora. É muita gente tomando aí suplementas tortas a direitas, né? Só que eh vale a gente lembrar também que tem essa questão dos anabolizantes que é preocupante demais. Tem gente que cresce o músculo da coxa assim do dia paraa noite, né? E fala assim: "Ah, suplementei, fiz isso, aquilo, aquilo, outro". Gente, a gente sabe que não é. E a gente precisa tomar muito cuidado com isso também. Angélica, você queria eh completar a fala do professor, né? Vai lá. Acho que a gente tá falando muito e percebe que na própria fala dele a gente tá falando sobre o significado que tem pra pessoa, né? Então eu não vou pra academia porque acabou meu nia de que se eu não tirar foto na academia não quer dizer que eu não treinei nesse dia, né? [risadas] Então de fato, acho que é entender um pouco desse lugar que a academia passa a significar pra gente, né? E aí desse lugar de imagem mesmo, quando você falou dos anabolizantes, eu acho que eh tem muita gente, né, vendendo algumas coisas hoje em dia com eh sem trazer de fato o que é anabolizante, né? Então acho que as redes acho que conforme a gente tá evoluindo, vai trazendo acessibilidade seja de informação, seja de produtos, mas esse cuidado de fato do que meu corpo tá necessitando e justamente para quê, né? como então esse questionamento de fato se eu tô precisando de fato esse suplementar que nem ele falou né estou suplementando alguma coisa que tá me faltando, o que é que tá me faltando, né? Se eu acho que tá tudo, acho que e nas redes sociais, né? A gente tá, eu preciso desse suplemento, eu preciso disso, porque o outro falou e a gente vai sendo consumindo e a gente percebe que a gente tá sempre se frustrando de fato, porque eu tô sempre que mais, né? Nada tá suficiente. Eu eu ir pra academia, eu preciso até eh de roupas, né, que vai dizer para academia, é o tênis da academia ou até quando a gente fala, né, até da corrida, a gente fala inclusive o tênis, o baixa pace, né, então o óculos, o relógio. Se eu não tiver de relógio, então não valeu, então eu preciso postar. Então qual que é o significado disso? Então, eu tô de fato fazendo essa atividade desse cuidado para comigo ou eu tô de fato mostrando, né, para nos demais? Então, acho que esse é o primeiro lugar e de fato da gente entender por que que eu tô me movimentando e como eu tô me movimentando. A partir do momento onde eu já não tô me movimentando mais para mim e para o outro, acho que já tá, né, disfuncional. E quando você fala dos anabolizantes, a gente tá falando muito desse lugar de imagem, né? Então, nesse lugar de comparativo, o que seria esse corpo ideal? E acho que é importante a gente falar que dentro da psicologia, o corpo ideal ele vem com base, né, do da parte cultural e social em si. E aí, de fato que a gente tá modificando. Hoje a gente tem muito mais eh a gente esse lugar da gente falar sobre anabolizantes do que a gente tinha anteriormente, o quanto passou-se até mais acessível essa parte de anabolizantes, o quanto nem deveria, né, ter tanta acessibilidade assim. Então, uma falta inclusive de orientação, de responsabilidade inclusive, e aí acaba virando uma grande negligência inclusive. Muito bem. Agora 8:51, papo tá bom e as pessoas de casa estão participando e a gente precisa responder os nossos telespectadores que tem aí perguntas, né, para os nossos convidados. Pode colocar na tela, por gentileza. Produção, estamos ao vivo. TV Câmara Campinas hoje falando de overtraining aqui no estúdio Câmara. Aline Castro do Guanabara, como é possível treinar com consistência sem virar uma rotina de desgaste, respeitando o próprio limite biológico de cada pessoa? Professor. Hum. Olha, essa pergunta ela é muito importante. Eu acho que é eh eh teria que ser um um a gente tinha que falar isso para todo mundo. Todo mundo tinha que levar isso como uma regra. Treinar sempre começando devagar. Você não pode começar na academia já querendo se comparar com quem já tá treinando há muito tempo. Como é que a gente faz para não virar um excesso? Começa devagar, né? aos poucos, o seu corpo. A gente falou muito hoje aqui sobre os sinais que o corpo dá e o nosso corpo também dá sinal que pode mais. Então, ouvindo o nosso corpo, entendendo o nosso corpo, você vai ver, poxa, eu fazia aqui 10 repetições no supino, por exemplo, ah, eu senti que eu posso fazer 12 e aí eu não tô indo além, eu consegui fazer os 12 tranquilamente. Aí você começa a fazer 12. Ou então você pode aumentar um pouquinho a carga, em vez de fazer 10, você faz 11, 12 repetições e aí você vai sentindo que o seu corpo tá progredindo. É dessa forma que a coisa é feita. É dessa forma que a gente progride a o nosso treinamento dentro do dos limites e respeitando também o nosso corpo, sempre ouvindo aquilo que o nosso corpo tá dizendo pra gente. Sim, pra gente, né, tá falando para virar um hábito, né, ela fala muito dessa consistência pra gente aderir alguma coisa, aquilo precisa fazer sentido pra gente, né? Não adianta eu já ir pra academia e achar que, né, eu vou fazer todos os exercícios. tem um nível de dificuldade, inclusive. Então, entender de fato esse processo em si, eh, todos, né, que já tão ali, que a gente tem base, né, de que, nossa, treina muito, já foi o iniciante um dia, né? Então, o quanto a gente pula essas fases, é justamente essa falta que cabe a negligência. Então, de fato, de entender como iniciante. E aí, como ele falou, o nosso próprio corpo, ele vai dando sinais de que eu posso evoluir mais. Então, se aquela carga em si, ela tá ficando leve, então talvez eu possa, né, aumentar. Então o nosso corpo vai falando com a gente o tempo inteiro e a partir disso a gente vai, né, seguindo e ao mesmo tempo para virar uma consistência é justamente o quanto eu tô olhando para esse processo em si e vendo esse bem-estar dentro do processo. Se eu já quero o resultado lá na frente, então ah, eu quero um corpo escultural, isso e aquilo, talvez fique muito penoso mesmo. E aí esse lugar que é frustrante, aí fica muito difícil eu ir pra academia e fazer com que isso vire um hábito, né? E aí deixa desse corpo ativo, desse corpo em movimento. Muito bem, né? A gente tem que eh prestar atenção também nessa questão da da autocobrança, né? Você se cobra, você se cobra muito. Então tem que tomar cuidado com isso também, tem que ter aí eh a visão do seu limite, o descanso e saber que é um processo que não é do dia paraa noite que você de repente vai conseguir aí um super corpo malhado, quem dera, né? E outra, né? Cada corpo é um corpo. Tem gente que treina aí a vida toda, mas não tem os gominhos definidos e tá tudo bem, né? E tem gente que treina em seis meses e o corpo já começa e a a ficar todo desenhado. É isso, né? Cada um tem a sua genética. A gente precisa entender isso também. O importante é a gente estar em movimento sempre. Vamos lá, mais uma pergunta pra gente. Quem é que está conosco, produção? Pode colocar na tela, por gentileza. Ah, o Diego Almeida da Vila Industrial. Como mudar a mentalidade de que quanto mais sofrimento, melhor resultado, sem cair no outro extremo de não se exigir nada. Ah, muito bem. Então tá, né? É delicado isso aí, professor. Explica pra gente, porque ou eu me exijo e aí vou ao limite e vou buscar mais e mais e mais, ou então eu só vou lá 15 minutinhos na esteira, tô em movimento. Como faz pra gente equilibrar isso aí? Olha, em primeiro lugar, a gente tem que colocar metas, né, naquilo que a gente quer, né? Tem gente que entra na academia para socializar, tem gente que entra na academia para hipertrofiar, ou seja, para ficar forte, tem gente que entra na academia para emagrecer. Então, como é que a gente pode fazer e eh essa meta dar certo? É ter metas realistas. Se você tá aí pesando, vamos dizer aí, 100 kg, eu não posso botar uma meta no primeiro, na primeira semana. você mesmo deu esse exemplo agora para chegar a 60 kg. Então, vamos criar metas realistas e aí a gente vai eh atualizando essa meta conforme a o andamento, conforme o nosso progresso. Por dessa forma a gente vai fazer exatamente isso. A gente vai eh tô ali com 100 kg e eu preciso emagrecer, então eu vou pensar, vamos lá, 1 kg a cada duas semanas, ou seja, você tem ali uma meta, né? Você não vai deixar, como o o nosso telespectador falou, eu não vou deixar de qualquer forma, né? Não vou deixar para lá, mas eu vou ali, a cada duas semanas eu quero emagrecer 1 kg. Emagreceu aquele quilo, daqui a duas semanas eu quero mais 1 kg. Dessa forma você vai ter metas realistas, né? Você vai ter um ponto onde você quer chegar e também não vai deixar a coisa andar do jeito que ela quiser. Muito bem. Quer pontuar, por favor? Quero sim. Acho que é importante, né? a gente tá falando muito desse significado e mentalidade em si, eh, desse olhar de o, a gente não tem controle sobre o resultado, né? Mas aquilo que eu faço ou deixo de fazer. E aí quando a gente tá falando de metas, é justamente esse lugar de construir metas que sejam reais e possíveis. E a gente até esquece um exemplo básico aqui, né, sobre tá, o que é externo em equilíbrio, o que tá funcionando. A gente esquece que o equilíbrio é como se fosse uma balança, né? Então o nosso próprio corpo, inclusive quando a gente tá fazendo muito alguma coisa, né, a gente é tá em desequilíbrio. Então é como se o nosso próprio corpo também jogasse estímulos pra gente justamente para que a gente entre nesse equilíbrio novamente. Um exemplo até para ficar um pouco fácil pro telespectador. Eh, a gente não sente tédio, então não tô cansado de fazer muito alguma coisa. Não é diferente quando a gente tá falando do exercício. O nosso corpo também age desta maneira. Então, quando a gente tá falando sobre esse corpo sentido, às vezes a gente tá cansado, seja daquele mesmo estímulo, seja daquele mesmo período. Por isso que quando a gente tá falando da academia em si, existem períodos que a gente troca de treino. E não é só com base, né, na estética, no objetivo ali que as metas podem mudar de fato, mas é justamente para seguir essa periodização. A parte psicológica, quando a gente fala da periodização, ela vem de encontro, inclusive com a preparação física, ela vem de encontro com a parte nutricional. Por isso que todas essas áreas precisam estar conversando e a gente sempre vai voltar nesse mesmo lugar do significado que tem essa atividade para mim. Se eu não entendo aquilo que tá fazendo sentido para mim, o significado que tem para mim, eu pouco vou estar atento a todos esses movimentos. Excelente. Olha só, né? Que significado tem para você a sua atividade física ou o seu exercício físico, né? A gente precisa encontrar aí esse ponto de equilíbrio para poder fazer as coisas eh darem certo, porque se você vai ao limite, vai chegar uma hora que você vai desistir. Você porque aí você vai ao limite porque você quer um resultado, o resultado não chega com tanta facilidade assim e aí vem a frustração. E a frustração você vai acabar desistindo e depois para voltar e começar do zero tudo de novo é bem delicado, né? Com certeza. Então é melhor aí ir aos pouquinhos, mas eh vendo a sua evolução, né, bem delicadinha, bem com tranquilidade. Quando você olhar assim, passou um ano, você tá do jeito que você queria, não vai conseguir em três meses assim tão rápido, dependendo do objetivo. E a gente sabe que o objetivo de muita gente é, né, fazer aquela transformação corporal rápida, né? É, então a gente precisa cuidar da mente, do corpo e manter o equilíbrio. Agora 8:59. Ô produção, dá tempo para mais uma? Se der, pode colocar na tela, por favor. É a última, então. E a gente já vai para as considerações finais. A Melissa Rocha do Jardim do Trevo, para quem quer começar ou recomeçar, é importante. Como construir uma relação mais saudável com o exercício? Sem culpa por treinar, por treinar menos ou precisar de descanso? É interessante, né, professor? Porque alguém que treinou, treinou um tempo, aí parou e agora quer recomeçar, como é que vai fazer, né? Para ficar sem culpa, porque a gente quando a gente tá começando ou quando a gente vai recomeçar, por mais que a gente tenha treinado um bom tempo da vida, você vai ter que começar do zero. Porque eu falo que esse negócio de treinar, olha, é bem delicado, né? Você treina, treina, tá lá legal, parou de treinar uma semana, chu acabou tudo. Aí você precisa começar tudo de novo. [risadas] É, o ideal é você saber que você não vai retomar os seus treinos da mesma forma que você parou, né? E isso é muito complicado para muita gente, né? que acha que tava, eu saí da academia, eu pegava 40 kg de cada lado no supino. Você ficou aí anos sem treinar, você não vai voltar pegando 40 kg de cada lado. Tu vai ter que voltar tudo de novo, fazer todo esse processo. Agora, uma dica que eu dou dessa telespectadora é primeiro busca uma atividade que você goste, que você sinta prazer em fazer para que você faça aquela atividade com constância e realmente comece devagar dentro do tempo que você tem. Ah, eu tenho que treinar pouco, eu tenho que descansar mais, não tem problema nenhum. Qualquer treino é melhor do que treino nenhum. Então, faça aquilo que dá para você fazer dentro do seu limite, dentro do tempo que você tem. Excelente. Tem até uma frase, né, super eh viralizada que é melhor feito do que perfeito, né? E acho que é um pouco disso do dentro da realidade que você tá, dentro do tempo que você tem. E acho que esse sentido da própria atividade física como um movimento, como a ser ativo, né? a gente esquece que eh a o movimento em si é qualquer movimento. Eu levantar daqui eu tô me movimentando. Então eu caminhar, passar a caminhar no quarteirão. Então ter esse olhar, né, para ser mais saudável desse corpo ativo, faz com que a gente olhe também para atividades físicas, seja pra academia, seja para outros tipos de modalidade. E gente, tem tantas modalidades pra gente poder, né, experimentar. Então, da gente experimentar de fato algo que caiba dentro da nossa realidade, que realmente faça sentido pra gente. E aí essa relação ela vai ser construída de uma forma muito mais saudável. Uau, gente, que programa gostoso, que programa legal. quanto, quanta informação e quanto ensinamento aqui, né, com o nosso professor, a nossa psicóloga trazendo pra gente hoje que existe uma diferença muito clara entre disciplina e excesso, né, e treinar bem não é ir ao limite todos os dias, não. A gente precisa entender o próprio corpo, respeitar o tempo de recuperação e construir um resultado com constância, né? Porque no fim a evolução de verdade não é do desgaste. Como a nossa psicóloga muito bem pontuou, essa evolução ela vem através do equilíbrio, gente. É isso. Bom, quero agradecer a participação de vocês, começando aqui pelo professor, nosso personal trainer, professor Luiz, obrigada, viu, pelos seus ensinamentos, pela sua troca. Eu acho que foi assim maravilhoso. E vamos lá, o programa tá disponível aí no YouTube. Vamos repassar pro pessoal aí porque a galera precisa entender esse negócio de overtraining aí, não é sair engatinhando da academia que vai dar resultado, né, professor? Verdade. Eu que agradeço aqui. Só deixar um recado, né? Quando a gente mantém uma rotina saudável, a gente tá impactando o nosso corpo todo, a gente tem qualidade de vida, a gente trabalha melhor, a gente viaja melhor, a gente vive melhor. Então faça atividade física e muito obrigada aí pelo espaço. Podem contar sempre comigo. Maravilha. Gente que agradece. Muito obrigada. E agradecemos também a Angélica, né, a nossa psicóloga esportiva, trazendo pra gente a importância do alinhamento entre corpo e mente e o movimento. Angélica, obrigada pela sua participação. Agradeço. Foi uma delícia, né, fazer esse papo com vocês. E acho que o senhor poderia deixar alguma coisa para fixar, é que tão importante quanto desempenhar é descansar, né? Então que a gente faça justamente entenda esse corpo e movimento, corpo e mente não se separam e que a gente entenda, né, esse equilíbrio em si do descanso, de um descanso ativo, né, mas que a gente continue aí se movimentando. Maravilhosa. É isso, gente. Fico alerta. Então, é sair destruído da academia é conseguir voltar melhor no dia seguinte, combinado? E amanhã nós temos o Estúdio Câmara a partir das 8 da manhã ao vivo. E olha só, nós vamos acender um alerta aqui importante sobre a saúde pública. Amanhã a gente fala do vício em Bets, né? Ah, mas vocês já falaram já. Só que agora tem um outro ponto, né? Esses jogos de apostas estão deixando de ser apenas um problema financeiro, [música] se tornando aí uma crise que afeta também a saúde mental dos brasileiros. Tem dados da UNIFESP que mostram que quase 11 milhões de pessoas apostam colocando em risco a própria vida financeira e emocional. [música] Diante desse cenário, o Sistema Único de Saúde passou a oferecer atendimento gratuito para pessoas com compulsão por jogos, incluindo também o apoio para familiares. Mas afinal, como identificar o vício? Quando o hábito vira dependência e quais os caminhos existem para sair desse ciclo? Amanhã a gente fala mais então sobre o vício em apostas e sobre o serviço de teleendimento gratuito e confidencial que está sendo oferecido pelo Sistema Único de Saúde. Tá bom, gente? Grande abraço para você. Obrigada pela sua audiência, pela sua companhia. Fiquei eh daqui a pouquinho com informações atualizadas direto da nossa central de informações com a Íria, atualizando tudo para você aqui de Campinas, Brasil e Mundo também. Eh, ao meio-dia nós temos Câmara Notícia e no decorrer do dia também várias reuniões, né, eh, direto da Câmara de Campinas com transmissão ao vivo aqui pela TV Câmara Campinas também no YouTube. E você é nosso convidado todo especial. Muito obrigada pela sua audiência, pela sua companhia. Um dia lindo para você e até amanhã, se Deus quiser. [música] Ciao [música] [música] [música] [música] [música]
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