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Estúdio Câmara | Efeito pateta no trânsito - como controlar a agressividade ao volante
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Estúdio Câmara | Efeito pateta no trânsito - como controlar a agressividade ao volante

22 views Publicado 27/04/2026 HD · 59:18
Resumo editorial

O Estúdio Câmara desta segunda-feira coloca em pauta um fenômeno conhecido que continua causando estragos no trânsito de Campinas, o efeito Pateta, nome inspirado no clássico desenho de 1950 da Disney em que o personagem se transforma em motorista agressivo ao assumir o volante. O programa recebe especialistas para discutir por que pessoas educadas, pacientes e gentis no dia a dia se transformam em agressores ao dirigir, com ultrapassagens perigosas, buzinações excessivas, gestos obscenos e falta de empatia que se tornaram cenas comuns no trânsito brasileiro. A conversa percorre os fatores psicológicos da agressividade ao volante, como sensação de invisibilidade dentro do carro, frustração acumulada do dia e a percepção do veículo como extensão do corpo. O debate também atualiza a pauta da Câmara Municipal, com a sétima reunião da Comissão Especial de Estudos sobre neurodivergências e outras atividades parlamentares relevantes para a cidade nesta segunda-feira.

Descrição do vídeo

No Estúdio Câmara da TV Câmara Campinas, debate ao vivo sobre o "efeito Pateta" no trânsito: por que pessoas gentis se transformam em motoristas agressivos? Inspirado no clássico desenho de 1950, o programa analisa comportamentos como ultrapassagens perigosas, buzinações excessivas e falta de empatia ao volante, ainda tão comuns nas ruas brasileiras. Com Rita Pereira e Ane Caroline, psicólogas, e André Luis Granjeiro, psicólogo do trânsito, os especialistas desconstroem o fenômeno: o carro como "armadura do ego", sensação de poder, falta de autoconhecimento e impacto do estresse diário. 🧠 Principais insights: Mudança de humor: Pessoas calmas explodem no trânsito por frustração acumulada, impulsividade e "efeito luta ou fuga". Buzina como extensão da fala: Poluição sonora e estresse em cadeia; use só em emergências. Mulheres no trânsito: Sem discriminação de gênero — foco em planejamento, manutenção veicular e paciência. Idosos e iniciantes: Precisam de mais cautela; avaliação psicológica essencial para todos. 💨 Dicas práticas: Respiração diafragmática: Calma em segundos nos semáforos. Atenção plena: Controle pensamentos automáticos, foque no "aqui e agora". Autoconhecimento: Terapia preventiva, direção defensiva e empatia ("há uma pessoa no outro carro"). Políticas públicas: Transporte eficiente, educação no lar/escola e respeito coletivo. O debate alerta: 90% dos acidentes vêm do comportamento humano. Dirigir é conviver — equilibre emoções para um trânsito mais seguro. Assista ao vídeo completo com Rita Pereira, Ane Caroline e André Luis Granjeiro! Deixe like 👍, comente: "Você já sentiu o 'efeito Pateta'?" e compartilhe com amigos motoristas. Inscreva-se para mais debates sobre psicologia do trânsito, saúde mental e comportamento no dia a dia. Atualizações: Previsão do tempo, agenda da Câmara (neurodivergências, bem-estar animal) e mais. Continue assistindo conteúdos incríveis em nossas playlists: 📺 YouTube: https://www.youtube.com/@tvcamaracampinas 🌎 Conecte-se com a gente nas redes sociais: 📸 Instagram: https://www.instagram.com/tvcamaracampinas 🎵 TikTok: https://www.tiktok.com/@tvcamaracampinas 📘 Facebook: https://www.facebook.com/tvcamaracampinas 🎙️ Spotify: https://creators.spotify.com/pod/show/tvcamaracampinas

Transcrição completa do vídeo

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[música] [música] Olá, muito bom dia para você que tá aí ligadinho com a gente, né, na TV Câmara Campinas. Estamos chegando. Segunda-feira, dia 27 de abril, estúdio Câmara no ar ao vivo para você. Hoje nós queremos propor um teste de autoconhecimento bem cedinho, logo cedo, logo de cara. Você já percebeu como algumas pessoas mudam completamente quando assumem o volante? Pois é, fora do carro são educadas pacientes e gentis, mas basta fechar a porta e dar a partida para que surja um comportamento agressivo e irreconhecível. Esse fenômeno tem nome, é o efeito pateta. Quem nunca, né, ou quem já teve esse efeito ou então já viu alguém tendo esse efeito pateta inspirado naquele clássico desenho de 1950, né? É curioso, mas é preocupante como um desenho de 75 anos atrás ainda reflete com tanta precisão o motorista brasileiro. É, gente, e hoje nós vamos falar sobre o efeito Pateta. Você que tá aí com a gente, participe conosco. O WhatsApp tá na tela, tá? Eh, o problema está nas vias, nos carros ou dentro das pessoas? A gente vai tentar descobrir hoje, tá? Então, manda pra gente a sua mensagem. De repente, uma experiência que você teve no trânsito, alguém que você percebeu que lembrava aquele personagem, né, do desenho animado que pegava o carro, quando ele entrava no carro, ele se transformava em uma pessoa totalmente diferente, agressiva no trânsito. Conta pra gente 1997829377. Enquanto você manda sua mensagem, a gente atualiza algumas notícias. [música] Os nossos convidados já estão aqui no estúdio. Daqui a pouquinho vamos apresentá-los pra gente debater o efeito pateta, conhecer, entender e se precaver, né? ter a precaução e tentar entender quando isso acontece com a gente, como é que a gente deve eh fazer para poder equilibrar as emoções no [música] trânsito. Vamos com a informação. A Comissão Especial de Estudos sobre políticas públicas para pessoas com neurodivergências da Câmara de Campinas realiza hoje, segunda-feira, a sétima reunião do ano. O encontro acontece às 10 da manhã no plenário José Maria Matozinho, com transmissão ao vivo aqui pela TV Câmara Campinas. A participação presencial é aberta ao público com entrada pela Avenida Engenheiro Roberto Mange no Ponte Preta, tá? O tema é a medicalização e o capacitismo como barreira à inclusão e ao reconhecimento da diversidade humana. A reunião propõe um debate sobre os desafios enfrentados por pessoas com transtornos e condições como TEA, TDH, TOOD, dislexia, entre outras neurodivergências. [música] A discussão parte do entendimento de que cada indivíduo possui características próprias e que o respeito à diversidade é essencial para a construção de políticas públicas mais inclusivas e eficazes. [música] O encontro também abordará o papel da medicalização e sua revisão crítica no contexto do cuidado e da inclusão social, refletindo sobre limites e possibilidades de abordagens na saúde. Hoje também, às 18 horas, acontece a 23ª reunião ordinária no plenário. Entre os destaques da pauta estão os dois projetos de lei em primeira discussão. O projeto de lei 41/2025, de autoria do vereador Herbert Ganém, ele propõe a inclusão de diretrizes para a conscientização sobre o bem-estar animal nas escolas públicas e privadas do município. também em primeira discussão o projeto de lei 313 de 2025 de autoria do vereador Benel Lima, que prevê o endurecimento das penalidades para quem causar danos ao patrimônio público e privado. A ordem do dia inclui ainda a votação de projetos de decreto legislativo para a concessão de títulos e homenagens, além da leitura de expediente e comunicados dos vereadores. reunião, integra o calendário legislativo e reúne discussões sobre temas voltados à educação, cidadania e preservação do patrimônio público. Você pode acompanhar presencialmente no plenário da Câmara, aqui ao vivo pela TV Câmara Campinas e no canal da TV Câmara Campinas no YouTube. Previsão de hoje, vamos lá, né? Previsão do tempo. Parece que tá choviscando. Eu saí de casa, o tempo tava fechando. Aí já começou alguns algumas gotinhas. Vamos ver então. Hoje, de acordo com a previsão do tempo, sol com algumas nuvens. pancadas de chuva à tarde e à noite, mínima 19, máxima 30º. Essa é a previsão do tempo para hoje, segunda-feira. Estamos entrando aí numa frente fria e a gente vai e ver como é que fica o tempo no decorrer da semana e sempre atualizando e informando você que tá ligadinho aqui na TV Câmara Campinas. Vamos lá. Efeito Pateta. Gente, estúdio Câmara ao vivo. Vamos conversar sobre esse efeito aí. Eh, no curta Motormania, o personagem se transforma completamente ao assumir o volante, passa a cometer uma série de infrações perigosas, né? Vamos lá. Ele dirige de formas imprudentes. Ele ameaça pedestres, ele invade calçadas, faz ultrapassagens irregulares e até dirige sobál, ou seja, tudo aquilo que a gente não vê, que a gente vê ainda diariamente nas ruas, não deveria ver, né? Mas acaba havendo. O mais impressionante é que o desenho, gente, ele foi criado com objetivo educativo e mesmo depois de décadas ele continua atual, porque mais de 90% dos acidentes de trânsito estão ligados ao comportamento humano de acordo com estudos. No fim das contas, o chamado efeito pateta não fala sobre desenho, fala sobre nós, sobre como pequenas atitudes, impulsividade e a falta de controle podem transformar qualquer motorista em um risco. Bom, para nos ajudar a entender essa metamorfose urbana, a gente recebe hoje o especialista em trânsito, psicólogo André Luiz Grangeiro. Seja muito bem-vindo. Bom dia. Obrigada pela sua participação. Obrigado. Obrigado, né? está aqui presente, tá falando um pouco sobre essa situação no cotidiano diário, né, que enfrentamos aí e principalmente o trânsito, né, que é caótico, né, as vias aí sempre eh trazendo um desafio pro condutor. Exatamente. E para completar a nossa dupla de hoje, Anne Caroline, também psicóloga, vai nos ajudar a entender e de repente equilibrar as nossas emoções no trânsito. Isso será possível? Olá, seja muito bem-vinda. Bom dia. Obrigada pela sua participação. Eu que agradeço. É um prazer estar aqui. Então, a gente vai falar desse tema tão importante, né, como você comentou, um desenho criado na década de 50 e tão atual e todos os dias, né, não tem, a gente não consegue fugir do trânsito, né, todo mundo, eh, precisa ir trabalhar, fazer alguma atividade e vai ter que utilizar o trânsito. Então, é importante a gente falar desse assunto tão atual. Muito bem. Então, a gente já começa com o André. Especialista em trânsito. André, efeito pateta, uma metáfora ou paraa psicologia do trânsito, ele descreve um comportamento técnico real. Por quê? Qual que qual que é a avaliação da psicologia do trânsito? Por que que o carro vira uma armadura de agressividade? Muitas vezes, na verdade, podemos começar que a armadura é o ego, né? Uau! Você começa no processo da qual eu estou protegido, né? Eu tenho um vidro, eu tenho metal. E esse é um processo da qual eu posso passar por cima e eu tenho poder. E o que que as professoras procuram hoje? Poder. O carro nada. Até mesmo com tem países que se usa carro bomba. Sim. Qual que é a diferença? Nós estamos no Brasil. Só que eu de outra forma, as pessoas não explodem com bomba, mas se explodem. Acho que é importante trazer. Eu sou bem, né? Não, como diz, não tem papas na língua, mas eu pergunto, aonde que tá? Será que é só a questão do trânsito, políticas públicas ou também do indivíduo? Porque nós, quando nós falamos de trânsito, não é só carro, veículo e o pedestre. Uhum. que ainda fica olhando no celular, eh, olha para baixo, não olha para cima, não tá vendo também, tá provocando. Exatamente. Então, acho que há uma contextualização nesse sentido e para discussão para tudo, né? Qual o meu papel, o que eu estou fazendo, mas também nós estamos naquela roda gigante, a coisa tá girando, tudo te empurra. Onde tá o meu limite? Uau! Verdade. Vamos lá, Anne. Olha, muitas vezes a gente justifica, né, um grito, uma fechada como um estress a dia, mas quando essa irritação deixa de ser um momento ruim e passa a ser um sinal de algo mais sério, tem aquele transtorno explosivo intermitente, eu gostaria que você trouxesse pra gente se existe uma ligação com essa explosão, né, do efeito pateta com esse transtorno explosivo intermitente? Tem tem uma relação, mas é importante trazer que qualquer pessoa pode ter uma reação agressiva no trânsito. Então, não só aquelas pessoas explosivas ou aquelas pessoas que estão estressadas, né? Eh, então a partir do o trânsito ele já ativa um estress, né, em todo mundo. Então a gente deixa de ter eh uma uma reação racional e passa a ter uma reação emocional e tá totalmente ligado. Então eu sempre trago muito que é às vezes começa muito antes, então às vezes eu eu saio da minha casa atrasada, eu saio da minha casa sem planejamento e eh já entro no no trânsito estressada e aí acaba acontecendo de só explodir. Então a a eh o estresse ele começa bem antes. Uhum. Exatamente. Agora o André é especialista, né, com direção defensiva e se essa essa direção defensiva se conecta também à questão da inteligência emocional, né? Ter um domínio da máquina é suficiente ou o domínio da mente é o que faz toda a diferença? Na verdade, a até mesmo nós temos, né, como perito, né, do trânsito, nós fazemos avaliação psicológica, que antigamente chamava psicotécnico, né? Simicó por dar esse nome, mas nada contra também falar psicotécnico, mas assim avaliação psicológica da qual nós vamos estar avaliando a questões emocionais, agressividade e impulsividade. São três pontos que rege qualquer ser humano. E não é só no trânsito, é no dia a dia, né? Então, eh, nós temos essas questões, sim. Agora, qual o grau disso? Uhum. Nós temos que ter um limite. Então, por isso que a avaliação psicológica, ela vai ter essa capacidade de ajudar esse condutor, falar: "Olha, você tá fora, você tá excesso, precisa trabalhar algumas questões para que retire isso do trânsito." Não é fazer avaliação, ah, passou, pagou, passou, tal. Não, pelo contrário, nós temos que ter uma uma capacidade de ter os profissionais, os peritos e estamos passando por uma grande dificuldade, principalmente esse ano, que nós tivemos uma medida aí que reduziu, né, drasticamente a questão dos valores. Nós não estamos aqui brigando, mas nós estamos em Brasília brigando, psicólogos, eh peritos, médicos, eh CFCs, brigando todo mundo junto por essa questão, porque eu acho que é simples, né? eh dar uma portaria, baixar uma portaria e não vê o outro lado. E isso cresceu, né, eh, muito essa questão da do hoje o controle. Mas a a o indivíduo, acho que a questão emocional hoje, quando você fala de ser humano, equilíbrio emocional é tudo. Você é contratado por currículo e de e demitido pelo Exato. pelo comportamento. pelo comportamento. Então, quer dizer, já diz tudo, ninguém é perfeito, ninguém tem asa e ninguém sai voando por aí. Mas eu preciso me auto Qual a questão do autoentimento? Como que eu me autoconheço? Precisa ter esse trabalho, precisa procurar profissionais, né, para poder lidar com isso. Não tenha vergonha. Pelo contrário, psicólogo não é a história. É psicólogo é para louco. Não, nós não tratamos de louco, pelo contrário, tratamos de seres humanos que precisam de auxílio, né? Porque no dia a dia a pressão é muito grande. E não é só o meio externo, é o meio interno. A cobrança de si. né? Cada vez mais as pessoas estão se cobrando e aí o trânsito nada mais é do que praticamente nós temos aí a 90% eh modal que é estrada, né? Cadê a questão das políticas? Vamos ter aí talvez a o trem daqui para Campinas, para São Paulo, diminui também o tráfego da na nas rodovias. Quer dizer, incentivar tudo isso, melhorando o trânsito para que a população também só sair de casa, chegar no trabalho, já nós você já chega com stress. Qual empresa faz uma laboral para trabalhar isso? São pouquíssimas. Eu falo isso constantemente nas aplicações, porque além de aplicar avaliação psicológica, eu falo sobre saúde mental, que é um tema que eu falo, cadê a saúde mental? Ninguém, de novo, ninguém é perfeito, mas como eu lhe dou, como eu me conheço para que eu possa melhorar a cada dia? Perfeito. É verdade. E essa questão do trânsito é bem eh delicada e a gente precisa entender que você vai na autoescola, né, você aprende, você tira sua carta, você aprende tudo que você deve e não deve fazer no trânsito, mas o dia a dia que é o negócio, você vai ter domínio no trânsito no dia a dia. Agora, se você não tem aí o autoconhecimento, se você não tem o equilíbrio, aí vai ficar difícil, porque você vai encontrar intercorrências no trânsito a todo momento, a partir de que você tira o seu carro da garagem. E aí a gente precisa, só que tem um detalhe, tem gente que tá estressado, tem gente que tá nervoso, tem gente que tá tranquilo demais, porque também é outro problema no trânsito. E aí vem aquela questão do efeito pateta, uma fechadinha, uma olhadinha. E aí, gente, tem aquela questão também hã da intolerância, porque ah, um indivíduo fechou o outro e aí um começa a xingar e o outro revida e daqui a pouco os dois estão parados lá na frente, parou o trânsito todo e eles estão brigando. E aí assim, eh, algo que só tende a se elevar quando parte para essa questão, né, do bateboca e eh vias de fato e a gente sabe aonde acaba tudo isso. Então eu pergunto para você, Anne, termômetro emocional, a gente pode medir o termômetro emocional da nossa sociedade nas ruas, no trânsito? Com certeza. Eh, cada cada dia que passa as pessoas do no trânsito estão mais estressadas. E um ponto que ele trouxe é muito importante porque a gente precisa se autoconhecer. Uhum. Então, a partir do momento que eu me autoconheço, eu consigo entender eh quando eu quando eu estou estressada e entro dentro do veículo, eh, as os meus excessos. Então, a partir do momento que eu entro no veículo e eu percebo que eu estou mais estressado, que eu estou tendo essas reações ficar buzinando, eh, e até agressões verbais, a gente precisa sim eh entender o quanto que é importante você se de fato autonhecer, né? Eh, e eu trago muito que o trânsito ele é muito relacionado o quanto você controla ali suas frustrações no dia a dia. Então, uma buzina ou uma fechada que o o outro condutor do veículo te dá é motivo para você se exceder no trânsito. Então, é extremamente importante. Eu falo que a gente precisa ter sim uma regulação emocional, se autoconhecer, entender quando eh essas reações estão cada vez mais rotineiras e buscar uma ajuda, né, se necessário. Então, tá muito relacionada à regulação emocional, frustração, frustração no dia a dia e de fato porque é aquilo, é, você vai estar no trânsito todos os dias, né? E um ponto importante é você consegue controlar o seu comportamento, o comportamento do outro condutor você não consegue controlar. Então é importante sim, né, você eh está bem eh o trânsito, né, está cada vez mais difícil, eh essas regulamentações, né, vai ficar mais difícil, então a gente precisa cada vez mais agir com responsabilidade no trânsito. Muito bem, o trânsito tá inflado, né, em todas as cidades. Aqui em Campinas não é diferente. É uma metrópole, né, e tem gente por tudo quanto é lado. Você, se você for em horário de pico, meu Deus do céu, é muita gente. E aí o sistema tenta, né, mediar e e fazer com que a mobilidade ela continue, mas é um pouco delicado. É, e é muita gente dirigindo. E eu gostaria que você trouxesse pra gente, André, é a avaliação sobre a essa e eh sobre muitas pessoas estarem, né, ao mesmo momento no trânsito. Esse negócio de rodízio, você acha que funciona pra gente para tentar diminuir ou isso não tem nada a ver? depende mesmo de cada um. É, é cada um com seu autoconhecimento, com de repente a sua responsabilidade no trânsito. Eu imagino que comece com políticas públicas. De que forma? Transporte público. Como qualquer país de primeiro mundo, né? Você tem transporte. Uhum. Agora, a diferença que nós temos aqui é ostentação. Cada um quer ter seu carro próprio e no individual, né? Começa por esse processo, porque a partir o transporte, o carro é desnecessário, você nem tem para passear. Uhum. Em certos países você vai e se diverte com transporte público. Eu tive agora em Genebra, assim que eu me hospedei no hotel, chegou o meu voz para poder andar no no no ônibus, na coisa e fui andar. Aham. Por quê? porque é gratuito. Então, então quer dizer, você tem a funcionalidade e ninguém e não tem ter eh o processo, né, de você fala de horário, horário sempre vai existir. Uhum. Né? O horário de trabalho é esse. Vamos mudar o horário. Como? Como como que como que eu consigo dividir isso, né? Nós já estamos trabalhando 24 horas. Eu acho que o processo começa mesmo pelas públicas e investir mesmo em transporte público. Acho que em todos os sentidos, até mesmo nas vias. Se você vai, nós estamos falando de de eh de carro, vai nos bairros, cada um faz a sua calçada do seu jeito. Tem até, quer dizer, eh tem o cara que para em cima ou faz uma um degrau porque a minha calçada é diferente da do outro. de novo, nós voltando para esse ego inflado, porque o meu tem que ser diferente, a minha porta é maior do que a sua. Quer dizer, voltando para esse processo, quer dizer, cada vez mais olhando para o indivíduo e não para o coletivo. Exatamente. Quando você fala de transporte público, eu não sei, mas nós brasileiros, nós temos um pensamento diferente das pessoas de outros países. Por quê? Se tem o transporte público, vamos lá, que nós tenhamos um transporte público maravilhoso, 100%, em todas as cidades. Mas será que o brasileiro ia querer andar de transporte público? A gente tem visto na internet, eu tava olhando para fazer o programa hoje, estudando um pouquinho, um um um Instagram de um influenciador falando que o brasileiro ele é muito ostentador. E aí vem a questão que você trouxe do ego, né? A pessoa às vezes ela trabalha a vida toda para ela pagar o parcelamento de um carro novo que ela precisa comprar para poder mostrar que ela é alguém a partir do veículo, né? Então, será que o brasileiro não precisava de repente também ã ter uma autoconsciência e se adaptar de repente com um transporte público? Quçá fosse o transporte público eh 100% agradável para todos. Será que a gente também não tem esse negócio de de pertencimento assim? Não, eu eu não vou andar de ônibus, eu quero andar com o meu carro porque eu tenho carro. Vem o ego de novo mais uma vez, né? Mas eu acho que a base de tudo além do transporte público, faltou a fala educação. Exato. A partir eu tenho educação, acabou. O que falta de novo, voltando, né? Eu tive agora as férias na Europa, passei, né, por alguns países. A educação, a questão da limpeza, a questão da da de você colocar o pé na no asfalto, a pessoa já para. Quer dizer, aqui mesmo nós temos em Serra Negra, quem é da cidade sabe, você coloca o pé, a pessoa para, quem não para, quem é de fora. Então, quer dizer, é uma questão de educação, eu acho que não é também do do coletivo, é a educação. Educação não tá na escola, a educação tá em casa. Exatamente. Escola é inclusão. Uhum. Então quer dizer, começa porque nós temos várias partes destroçadas, então é difícil. Então o que que eu luto hoje para ter a minha lança, a o meu escudo e ficar cutucando e falar assim: "Aqui eu me defendo. Por quê? Porque eu preciso ter o meu espaço. Fechei o vidro, tô no meu mundo, pode cair tudo. Eu tô ali no meu mundo. Não, não me pertence. Perfeito, perfeita essa essa sua visão. Fechei o vidro, tô no meu mundo e, ó, não tô nem aí. A minha bolha. Olha só, gente, que explicação maravilhosa. Anne, traz pra gente a e faz uma avaliação da fala do André. Fechei o vidro, estou no meu mundo. Aí começa o problema no trânsito. Perfeito. E aí vem a sensação de poder, né? Porque quando você está dentro do veículo, você está você está sob controle. E tem um ponto muito importante, né, que a gente eh linca muito que quando a pessoa ela entra no veículo, ela deixa de ver a outra pessoa como um ser humano e ela só começa a ver o carro. Então, eh não é uma outra pessoa que tá atrás do volante, né? É um veículo. Então ela ela ela começa a ver como a pessoa está incomodando ela, né, naquele eh eh naquele trajeto, né? Então, eh, é muito importante, né, que a gente de fato, eh, volte, né, com a com a humanização. Então, eu entender que atrás daquele veículo tem uma pessoa eh que às vezes a gente sai atrasado mesmo, mas a gente tem que entender que a partir do momento que eu estou dentro do veículo, eu tenho que ter a responsabilidade pela minha vida, né, e também pela vida do próximo. Então é extremamente importante quando a gente entra dentro do veículo, a gente tem sim sensação de poder, eh, a gente fica mais estressado e a começa a ter reações mais emocionais, né? E aí começa os excessos. Então, eu sempre vou pro lado da humanização. Então, pensa ali do outro lado, é uma pessoa que está dentro do veículo. Perfeito, Anne. Agora, eh, nós falamos sobre o transtorno explosivo intermitente, né? eh, é conhecido como a síndrome do Hul. É isso, né? Agora, quais os sinais de alerta em que o motorista ele deve observar? Por quê? Se a gente que de repente você não tem eh nenhum transtorno, tal e e você já fica nervoso, já vem aquela aquele efeito pateta, a pessoa que tem algum tipo de neurodivergência, né? Como que isso vai eh impactar no dia a dia, no trânsito? Isso é muito delicado e precisa de um olhar atento na questão da saúde mental. Perfeito. Perfeito, né? É um ponto que ele trouxe em relação à avaliação psicológica. Vai ser vai ser cada vez mais necessário, precisa estar cada vez mais atento, né? E e para eu conhecer e para eu, eu preciso ter autoconsciência. Então, o primeiro passo é eh quando eu estou no trânsito, eu eu fico mais, né, e observar, eu fico eh com mais excesso, né? É, é, eu, eu chego no trabalho, eu chego no trabalho como eu chego no trabalho mais calmo, eu chego no trabalho mais estressado, como eu chego na minha casa, né? Eu chego na minha casa mais tranquilo. Então, essas questões, né, estão cada vez mais importantes e vai ser ainda mais discutido, mas o ponto importante é se autoconheça, se autoconheça, eh, né, se eh o trânsito, as leis de trânsito, elas são iguais para todo mundo, né? E é importante que eh conheça de forma eh as leis, né, num todo. Então, que você de fato eh consiga eh se equilibrar dentro do trânsito. Exatamente. O trânsito precisa de equilíbrio e precisa de regulação emocional. Então, tem algumas técnicas, né, que é importante respirar de forma mais adequada, né? Então, percebeu que você está um pouco mais agressivo, respira, né? Respira. Eh, pensa antes de ter um uma ação, né? Cuidado com a impulsividade. A gente tende sim a ficar mais impulsivo eh dentro do trânsito e e de fato, né, o o principal eh entenda que é uma outra pessoa e precisa sim de ter empatia no trânsito. Exatamente. É uma outra pessoa que tá ali, né? Não é o carro. A gente olha pro carro, né? A gente esquece que tem um ser humano lá. Agora, André, antes nós estávamos falando da questão do efeito pateta. Eu falando pro André aqui, ô gente, as vias estão sinalizadas, a gente sabe 50, 60, né, 80. E aí você tá numa via de 50, você tá lá nos 47, vamos colocar assim, porque numa via de 50 você não vai andar a 30 e também não vai andar a 55. Um 47, 45 tá de bom tamanho. Eu penso assim, depois André me corrige se eu estiver errado. Aí vem o cidadão num efeito pateta com aquela cara malvada. Você olha no retrovisor, você fala: "Ué, mas o que tá acontecendo?" Ele dá luz, dá luz para você, tipo, sai da minha frente. E você olha no no seu velocímetro, você tá 45, 47, a via tá marcando 50. André, o que que acontece? Como que a gente faz? O por que acontece isso? A gente fica no efeito luta e fuga quando a gente tá dentro do carro? Explica pra gente. Na verdade, quando você tem uma via que tem duas, né, vamos dizer de duas faixas. Ah, sim. Aham. A da direita sempre quem vai andar mais lento, não tenha dúvida. Então não atrapalhe o quem tá vindo mais. Se ele tá acima da velocidade é ele, não é você. Então ten um respeito nisso também. Certo. Foi até interessante que tá a a na nesse passeio que eu fiz na andando na autoestrada na em Genebra, todos os caminões do lado direito, nenhum do lado esquerdo, é lei é norma deles. Então quer dizer, a outra via é para quem tá fluindo. Então a questão de que assim, eh, eu preciso, tenho limite, nós temos o limite, mas qual o limite também do meu? Porque às vezes meu cérebro tá acelerado, porque eu tenho a questão do cortisol. Ah, né? Eu gosto de adrenalina, eu pego o carro, nós temos vários problemas aí no final de semana nós estamos falando de carro. Esse pessoal de motociclistas aí que acham motociclistas que querem colocar o joelhinho, o cotuvelinho no asfalto aqui na na região de da de águas de Lindóia, que todo final de semana, meu, é é difícil isso. Ou pegar o a moto, colocar 300 por hora daqui a São Paulo, isso é impludência. Isso é impludência. Até mesmo nós temos a dentro da cidade, né? A não desclassificando a questão da classe dos motoboy, mas eu pergunto, é buzinar? Buzinar para quê? Eu chamo de Moisés. Parece que abre, levanta o cajado e abre ao Mar Vermelho. Gente, é uma, isso se torna poluído. Você não ouve o trânsito na Europa no sentido, não tô falando que a Europa é melhora. É, nesse sentido, eu falo educação, falta educação, porque fica-se eh você acaba ficando cada vez mais nessa impulsividade no processo porque você já sai de casa, você tá atrasado. Até mesmo, né, complementando a dica a que a colega comentou, eu falo, se cada semáforo você parasse, fizesse uma laboral, respirasse, eu tenho certeza que no final do dia você fez a sua terapia. É, é de, mas não, já pega o celular, já faz não sei o quê, já tem que fazer, por você tá ali, tô atrasado. Atrasado de quê? É difícil, né, nesse sentido. Eh, às vezes a lentidão também atrapalha. Eu preciso me posicionar, né? Porque às vezes o meu carro eu cuido dele, porque eu também tenho que fazer a manutenção do carro, da moto, porque assim, não adianta colocar só o dinheiro, dinheiro e você vai lá e não, eu deixo. Ele tem pane. Se ele tem pane, uma um veículo em pane, ele pode parar uma entrada de uma cidade por horas. Por quê? Porque você preferiu ir pra praia. Você preveu num toque contra o seu lazer. Mas eu pergunto, será que tá tudo adequado? Uhum. De novo? É aquela questão do autoconhecimento. O que que eu preciso? É o processo. Porque o uma questão de de uma falha você prejudica uma cidade inteira. Exatamente. É uma responsabilidade, na verdade, muito grande você colocar um carro na rua, você tirar o seu carro da garagem. sa que não é só você colocar comb, porque você tem que ter aquina funcionando, porque o trânsito, se o carro já tá andando, já é difícil, né? Fluir. Agora você imagina se o seu carro para no meio ali da da da rua, né, da via. Agora, essa questão de de carro, olha só, eh, eu vi um vídeo que aconteceu, que tá no Instagram de uma mulher que o carro dela morreu, né, perto no semáforo. E aí, mas foi uma chuva de buzinada e nomes e e falas e xingamentos e a mulher, ela perdeu o controle e ela ficou simplesmente travada. Aí piorou mais a situação. Anne, mulher no trânsito. O restante da fala eu não vou dizer porque eu não gosto dessa fala. Eu acho que é isso é é um preconceito muito grande, mas enfim, cada um pensa da forma que entende que é certo, né? Mulher no trânsito, três pontinhos. Eu já ouvi isso várias vezes e eu acredito que a as a maioria das mulheres já ouviram. Você acredita que tem discriminação e falta de paciência quando tem uma mulher no trânsito? Eh, eu acho que, né, um ponto importante, né, isso tá muito ligado ao comportamento da pessoa, não eh ao gênero da pessoa, se é mulher ou se é homem. Eh, tem um ponto importante no no no filme do Pateta, né, que eles trazem exatamente isso, não é você só pegar o carro e colocar na rua. Então você precisa olhar também a manutenção, o antes ele precisa acontecer, né? Eh, então tá muito ligado ao comportamento das pessoas, né? Por isso que é é é importante, né? Checar, né? As checagens. Então, tanto para quem tá saindo de casa, é por isso que eu acho que a dica mais importante é saia com tempo. Exato, né? Se planeje para sair de casa, porque o seu carro você pode fazer as manutenções perfeitas, mas pode ser que o colega aconteça uma intercorrência com o carro, né? e o trânsito vai fluir menos. Então, não tem não não tá ligada a questões, né, de gênero. Eh, é natural, algumas pessoas em situações eh de estresse vão ficar ali travadas, a gente precisa ter mais paciência, mais tolerância. Eh, o colega tava falando, né, e eu tava aqui refletindo, que as pessoas estão cada vez mais intolerantes, né, e no trânsito ainda mais. Hum. E e às vezes pode ser uma pessoa que acabou de tirar balitação e não tem aquele manejo que outras pessoas podem ter. Então, né, eh, eu acho que a gente tem que pensar por esse lado, né? Então, da sua parte, o que que você faz? Saia antes. Saia antes, que pode ser que aconteça alguma intercorrência. Eh, então é importante sim você se planejar, mas eh eu acho que a garantia, né, pro para um trânsito fluir tá muito ligado ao comportamento individual ali da pessoa. É isso. Aproveitando a senhora não é só mulher, nós estamos falando também de nós estamos vivendo mais, nós temos idosos, que nós temos assim, ó, de 10, de 18 a 50 anos, de de 50 a 70 5 anos e de acima de 70 3 anos. Mas isso quanto vai a permissão para dirigir? Então, nós temos essa classificação para poder fazer a aplicação, mas nós também nós podemos reduzir, assim como o médico reduz, tal, no sentido de quê? Porque olha, você precisa de mais uma atenção, você precisa fazer um tratamento, não sei o quê, pode até eh suspender para que ele possa fazer alguma coisa mais específica que esteja acontecendo, mas a questão também do idoso, porque as pessoas também estão vivendo mais e estão podendo sair com seus veículos. E isso é uma questão de que eu falo, o respeito. Acho que o respeito é uma base, né? Eh, eh, em todas as categorias. Eu digo porque assim, não é a o caminhoneiro tem lá as questões do frete, não sei o quê, dirige tr dias direto porque senão não ganha. Tem camião que desliga sozinho porque é tudo interligado, essas questões todas. Então, quer dizer, tem como fazer. Mas eu pergunto de novo, aonde está o queijo? né? Dinheiro tem muito bem. Aí eu pergunto, né? Nós estamos na TV câmera, né? Tá aí, né? Cadê? Porque é para tá lá e não tá. Por quê? Acho que vou fazer essa crítica aproveitando, né? No sentido porque nós temos, nós pagamos impostos, nós temos impostos cada vez mais IPTU. E eu pergunto, isso vai para onde? É, então isso precisa ir, né? Eu sei que não é nossa que eu vou trazer uma polêmica, mas eu pergunto, cadê essa parte? Então, eu acredito que isso é polêmica, mas é algo que que deve ser perguntado e deve ser respondido também, né? Porque uma coisa puxa a outra. A gente tá aqui falando de trânsito, a gente tá aqui falando de mobilidade e aí para isso, nós precisamos ter políticas públicas e para isso nós pagamos também os nossos impostos e tá tudo certo. Só a gente precisa saber o que está acontecendo com tudo isso para que a gente possa ter um trânsito fluído. E quando a gente fala de trânsito fluído também, a gente volta para nós mesmos e vemos como está a nossa intolerância, como está a nossa paciência, como está a nossa educação, por exemplo, e como está também a manutenção do nosso veículo. E tá tudo certo. A gente tá aqui para discutir, para debater e para tentar mostrar para você aí de casa que sim, a gente vive em um momento onde o trânsito está inchado, tem muita gente e nós estamos no momento sem paciência, de correria e uma coisa leva a outra e aí a gente tem o quê? O efeito pateta. e aqui com os nossos especialistas em psicologia, mostrando pra gente o que a gente não deve fazer e como a gente deve equilibrar as nossas emoções diante do trânsito. Agora 8:41, tem perguntas pra gente? Vamos lá então ver quem é que tá conosco aí do outro lado. Produção tá me avisando aqui. Acho que dá quatro perguntas para cada um até às 9 da manhã, né? Vamos lá. Camila Duarte do Taquaral. Existe alguma forma de treinar a mente para reagir melhor a situações estressantes no dia a dia? Vamos lá, Anne. Sim, sim, com certeza. Eh, eu vou repetir, né? Eh, eu acho que o planejamento é a primeira coisa se planeja ao sair de casa. E, eh, toda vez que você tiver, né, dentro, tem uma técnica dentro da psicologia que nós eh chamamos de respiração diafaragmática, né? Então você respira e você fica mais calma, né? Então te dá uma sensação de mais calma. Eh, então assim, é importante que você aprenda essa técnica. É muito fácil, né? É, em questões de segundos dá para fazer no trânsito com atenção. Então, a gente tem os momentos ali e de parada no sinal ou, né, eh nos momentos que nós estamos em casa. Então, é sim, é importante eh ter essas técnicas rápidas, é importante saber técnicas de respiração eh que dá para você utilizar no no dia a dia e não só em situações de trânsito. Então, toda situação que vai te levar ao estresse, você consegue sim aplicar e e trazer mais calma, mais leveza nesses momentos aí do dia a dia de estresse. Muito bem. É como o André falou, né? Se cada um parasse no sinal e respirasse, de repente as coisas teriam o cérebro. Isso nós respiramos errado. A gente nem percebe que respira errado. Exatamente. Porque você nós estamos num dia a dia, no cotidiano até chegar mesmo. Tem aí uma ansiedade, uma crise do pânico e pronto, tá instalado. Exato. Falta do quê? Respirar. Respirar. E olha só, temos pausa, né, no trânsito. Tem sinal ali para você parar. Para quê? Respira, respira. 8:43. Vamos lá, mais uma pergunta. A gente direciona pro André agora. Vamos ver quem é que tá com a gente. Leandro Costa do Parque Prado. Motoristas iniciantes tendem a ser mais cautelosos ou acabam ficando mais nervosos e propensos a erros no trânsito? André, não tem uma medição disso, porque hoje cada vez mais cedo tá dirigindo. Exato. Todo mundo sabe. Uhum. Todo mundo sabe. É verdade. É. Então assim, eh, nesse sentido eu imagino que, claro, cautela quem tá começando é sempre importante, né? Porque eu preciso fazer conhecimento, né, do território, vou aprendendo com o tempo, mas o a incidência cada vez mais a você vê motinha e carrinho com 2 anos, 3 anos, você tá fazendo o quê? Eu sei. Ali falta o quê? a educação, porque eu só coloco e deixo passar por cima. Sim, né? Vamos lá. Aí, por isso que eu falo, falta essa interação de colocar até mesmo hoje esses brinquedos eletrônicos para jovem, adolescente e tal, mas o processo cada vez mais tá antes, mas tá frente, tá faltando. Mas chegar na na questão do tirar que é 18 anos, né, para você tirar sua CNH, né, nós temos sim pessoas, né, eh, iniciantes que não tm conhecimento nenhum, né, até pessoas idosas que estão retirando porque era um desejo na vida de ter uma CNH. Acho que isso é muito importante e é tão bonito porque eh aquilo, né, a mesmo que tem pessoas eh de idade já eh fazendo faculdade, porque era o meu sonho também ter uma CNH, é nesse sentido, porque tem, ao contrário, tem gente que dirige há 40, 50 anos, vai tirar CNH agora. Olha isso, entendeu? Então existe um nicho muito grande variado, mas eu acho que voltando no sentido, cautela é bom, sim, eu falo que tem que usar a percepção. Por quê? Porque a as vias são dinâmicas, elas acontecem. Eu preciso estar num estalar de eu preciso olhar todo o meu movimento de atenção tá aqui na frente, né? Eu não vou ficar do lado, eu não vou lixar, eu não vou me pintar, eu não vou ficar no celular, eu não vou. Por quê? Porque tudo tá aqui, né? Porque acho que tudo acontece na frente. Eu preciso ter cautela do que da das coisas. Eh, tava assistindo uma um vídeo eh nos Estados Unidos que tá uma onda também que as pessoas estão se atirando no carro para poder ter o benefício de no sentido do seguro, essas coisas que não Japão, por isso que já tem as câmeras instaladas por esse motivo, que é o contrário, né? Nós estamos falando aí de trânsito, mas as pessoas que se atiram por poder ter o benefício, porque ah, foi você eh se joga na frente do carro, no vidro, coisas desse tipo. Então, quer dizer, é cautela, porque tudo pode acontecer do nada algo pode eh estar saltando na frente do seu carro, do seu veículo, né? Nós tivemos aí eh recentemente a aquela menina na ali na no pontilhão da do Iguatemi, né, que ela tinha fugido de casa à noite e ela estava atrás de uma árvore e veio a condutora, acho que era uma condutora, se não me engano, eh, e não deu tempo. E por quê? Ah, foi o carro. Não, gente, às vezes você não vê nada. É uma é uma situação, não tô falando específico disso, mas as coisas acontecem em milésimos de segundo e você ter uma direção defensiva para isso, você tem que estar atento, né? E eu e é difícil estar, né, nessa atenção plena. Por quê? Porque nós estamos carregados de emoção, nós pulsamos, né? Exato. E é nesse sentido. Exato. Quando você fala de atenção plena, né? É interessante. Eh, Anne, eu gostaria que você completasse, porque a atenção plena no trânsito é primordial. O André já falou aqui agora isso quase não acontece, né? Porque você tá com atenção em outras situações e quando você para o carro, você não respira, você divide a sua atenção com outras coisas e de repente pode vir alguém daqui, alguém dali e você nem viu o que aconteceu, né? Então a gente precisa e como é que a gente faz para poder direcionar realmente a nossa atenção, total atenção ali sem desviar o foco. Perfeito. E não só no trânsito, né? a gente tá falando muito, eh, é o nosso tema, mas a gente não não é dificultoso agora pro ser humano ter atenção plena para realizar atividades simples, como por exemplo uma alimentação. Uhum. Né? Então, muitas vezes você vê pessoas, crianças, eh, adultos, idosos no celular, né? E não apreciando ali aquele aquele momento, né? E a atenção plena é muito importante e depende só do controle dos nossos pensamentos, a nossa vida, né? Então, o nosso dia ele é dinâmico, muitas coisas acontecem, né? E e a gente tem ali os pensamentos automáticos que eh a gente tá no trânsito, tá pensando, né? Que que eu vou fazer? Dianta, vou separar, vou vou levar a criança na escola? Enfim, mas é importante a gente ter o controle dos nossos pensamentos, né? E sempre voltar ali pro momento presente, né? Os pensamentos automáticos eles vão acontecer com todo o ser humano, né? É natural. Eh, mas o que muda eh, é o meu controle, o quanto que eu controlo ou não. Então, se eu tô dirigindo, a minha atenção precisa ser ali no trânsito, né? Eu preciso estar atento. Eh, é como o colega disse, em milésimo de segundos algo pode acontecer. Você tem que frear o carro eh ou seu carro pode, né, ter ali alguma, eh, alguma intercorrência, aí você precisa estar atento, né? Então, eh, a dica que eu dou é eh aprenda a controlar os seus pensamentos, volte para momento presente, né? percebeu ali que você tá dentro do carro dirigindo e tá pensando no que você vai fazer na janta ou o diálogo que você vai ter ali com com o seu chefe, por exemplo? Volte para momento presente e e pense: "Estou no trânsito, né?" Então, eu acho que esse é um ponto importante, é o aqui e o agora, né? Aqui e agora trânsito, gente, né? Tem que cuidar com ego, cuidar com a falta de empatia também, né? com atenção, com a educação. São tantos cuidados, você percebe, não é só pegar, entrar no carro, tirar da garagem, ir pra rua, não. Tem todos esses detalhes pra gente poder eh de repente ter aí uma melhor educação, uma melhor fluidez. Vamos deixar o efeito Pateta subir pra cabeça, tá bom? 8:49. Mais uma pergunta, mais duas e a gente já vai paraas considerações finais. a Carla, Carla Mendes do Jardim Proça. Às vezes a gente sai tranquilo de casa, mas no trânsito qualquer coisa irrita. Por que mudanças tão rápidas de humor acontecem quando estamos dirigindo? Bom, a gente já falou um pouquinho sobre isso, mas acho que o André pode eh responder para você essa pergunta, porque realmente quando a gente sai de casa tranquilo, tem hora que no trânsito irrita e a gente nem sabe porque a gente muda o humor. André, como eu disse, né, a questão nós somos pulsar, né, temos sangue. Então, eh, eu acho que esse equilíbrio emocional é esse processo, porque a partir entra, você anda um quarteirão, você é fechado, questionado, buzina, tudo isso é um fator estressante. Como está? Porque nós oscilamos, né? Esse oscilar é o que vai me medir, né? Agora eu tô numa tranquilidade, daqui a 2 minutos, tal, eu posso mudar meu humor, minha irritabilidade. Eh, é, é me saber medir isso de novo, no sentido do autoconhecimento. Nós não somos perfeitos, não temos asa e não vamos sair voando por aí. Porém, eu preciso me conhecer, porque às vezes o fator estressante do ambiente também pode me alterar. ou se não é o ambiente, é o meu, porque eu estou tô tranquilo, mas eu tô com o meu pensamento totalmente acelerado, né? Que isso provoca em você uma situação que assim eu tenho que correr, eu tenho que correr. Na verdade não, eu não tenho, eu preciso me organizar. Administração de tempo, né? Eh, o trânsito ele se torna caótico nesse sentido, né? Porque agora de manhã ou no final do dia, ah, vamos acabar com isso. É difícil, né? Porque assim, eh, a não ser começar a fazer coisas voando, né? Ou na verdade, até mesmo no sentido, nós temos aqui o transporte BRT, né, que é terrestre. Eu não, na minha concepção, eu falei assim, por que que eu não ponho suspenso? Uhum. Porque acho que é uma coisa que vai muito mais rápido e as pessoas podem utilizar. Na minha concepção, assim como tem em São Paulo, tal, nós já tivemos metrô e coisas lá há 20 anos atrás em Campinas e foi tirado que trazia todo o movimento, mas a briga foi comércio de rua que não sei o quê, aquela coisa toda, transporte público que perde. Então, quer dizer, e precisa entender isso. Isso traz o quê? o estresse do trânsito que você tando lá dirigindo ou até mesmo dentro do ônibus, você estressa e às vezes até com quem tá do lado ou quem tá do encostando em você. Quer dizer, eu estou eu eu estou equilibrado nesse sentido, eu tô com as minhas eh saúde mental em dia, porque aí eu pergunto também, procura ajuda? Exato. Será que vai fazer alguma atividade? Precisa ser só a psicoterapia. Tem tanta atividades, né? ar livre, caminhadas, um cárdio, qualquer coisa que você possa fazer e você ter aí a sua saúde. Eu acho que existe inúmeras, não adianta só eh nós apontarmos, mas eu pergunto: "O que eu estou fazendo para que eu também tenho?" Saúde mental é um selo, é seu. Agora, se estão tirando de você, alguma coisa tá errada. Exatamente. Muito importante, né, Anne? A a fala do André, porque a gente fala de saúde mental. Eu eu costumo dizer aqui que eh a terapia é algo que a gente não pode utilizar ela para quando estoura o problema. A gente até no meu ponto de vista, a terapia é o quê? Eh, eu vou na terapia para quê? Para que eu possa entender de que forma eu devo eh trabalhar e conhecer as minhas emoções, ter o meu autoconhecimento para poder levar a minha vida de forma mais leve. E aí, se acontece um problema, eu já estou estruturado. Agora, quando você vai paraa terapia e o problema já se instalou, aí fica um pouco difícil. Daí você fala para mim assim: "Rúbia, mas ah, é difícil, não tem terapia assim, eu não tenho eh acesso." Nós já falamos aqui, a gente repete novamente, eh várias faculdades, universidades, tem atendimento, né? Tem eh vários eh telefones que você pode entrar em contato, CVV também. É início, sabe? o início para você entender como funciona. Grupo Exatamente. Então assim, eh, a gente precisa querer. A gente precisa querer e buscar. Claro, ah, não tem a disponibilidade para você porque você não tem um recurso, mas se a gente buscar, a gente consegue. A gente precisa entender isso, não é, perfeito. Precisa, né? Precisa, a gente precisa começar a enxergar eh esse processo, né? tanto processo de autoconhecimento, eh, por terapia como preventivo. E chega na clínica pra gente sempre eh as pessoas quando o problema já está instalado, né? Eh, então a gente precisa olhar, né, paraa psicoterapia como um um eh um meio mesmo, né, que você vai utilizar não só quando você tá quando o problema tá instalado, mas eh se eu tiver um um problema novo, quais as estratégias, né, que eu vou ter para se sair, né, desse desse problema? Então, a gente precisa ter um novo olhar paraa psicoterapia. hoje, né, eu acredito com com essa tecnologia, então a gente tem muito acesso à informação, né, tem muitos bons profissionais, né, no eh nas redes sociais que traz um pouco mais de conhecimento, que traz um pouco mais de técnica, né? Então, eh tem muitos profissionais que vai falar de forma muito simples ali, né? Eh é o mindfulness, quando a gente fala do aqui e o agora, né, de estar presente, respiração diáfragmática. Então tem muitos bons profissionais, profissionais reconhecidos que trazem em si não essa técnica. Então eu acredito que isso vai melhorar muito, né? Eu já consigo enxergar na clínica que isso já está melhorando. Então, acesso, procura, né? Eh, nós temos aí a geração que tem mais acesso, né? Então, isso tende sim a a melhorar. Eh, então olhar pra terapia como preventivo. Terapia é prevenção, né? E é prevenção assim pra vida toda. Exatamente. Eu concordo também. E quando a gente fala de trânsito, se você tá com o seu emocional equilibrado, vai sim acontecer algo no trânsito que você vai dar uma, né, falar assim: "Ah, mã, pera lá, respira, calma, tá tudo bem". E você deixa fluir. Eu acho que é uma coisa leva a outra, né? Então a gente precisa estar aí com a nossa mente equilibrada e em dia. Desafiador. É claro que é, mas a gente consegue. Agora 8:56, a última pergunta da manhã aqui do estúdio Câmara. Nós estamos com a Anne e com o André, profissionais psicólogos e falando sobre trânsito, né, sobre o efeito pateta, sobre toda essa situação que envolve esse trânsito que nós vivemos todos os dias. Tem mais, produção? Se tiver, pode colocar na tela. Se não, fala aqui para mim. Ah, mais uma. Paulo Henrique Souza do Cambuí. No dia a dia, muita gente usa buzina como se fosse extensão da fala. Isso pode piorar o clima no trânsito? Gente, eu particularmente eu não gosto de buzina. Eu não sei quem é que gosta, mas enfim. É cada um é cada um. Vai lá, André. É, a buzina nada mais é do que um reflexo da sua frustração. Aham. Eu tô dentro, tô armado. O que que eu tenho? A buzina. Uau! Aí quando eu falei da questão das motos, porque assim, ó, eu não tô aqui querendo questionar uma classe, eu acho que é muito uma questão de pensar se lá no código de trânsito eu tenho que manter uma distância e é igual para todos, porque se o outro da frente freia e eu freio, por que um tem que usar buzina para abrir? Tá errado. Porque deixaram, porque deixam. Até mesmo a próprio indivíduo deveria pensar nisso, porque a única coisa que tem buzina é ambulância, bombeiro, policial, essas coisas. ou quando você tem alguém ferido no carro e você precisa de uma emergência. Mas caso contrário é como diz, né? As pessoas querem tudo no imediato. Eu não quero ter o processo, eu quero mudar, mas eu não quero mudança. Eu quero tudo no imediatismo. Eu quero pronto, eu quero remédio, eu quero agora. A buzina é agora. Eu estresso, eu ponho, eu ponho para fora. Aí eu pergunto, o que eu estou fazendo para que isso eu possa me controlar nesse sentido emocionalmente? Porque é simples, a buzina é buzina só. Por que que eu tenho que ficar apertando ela para tudo? Porque às vezes eu posso até estressar ou assustar quem tá fora. Exato, né? Eu acho que assim, se eu tenho calma, se eu tô vendo que o outro tá mais estressado, então eu deixo. Não, mas se eu deixar o meu ega ferido, será, né? Cadê a minha paciência? Cadê a a percepção de um condutor para outro? É sua vez, é minha vez. Não, todo mundo quer entrar no mesmo buraco junto. Não dá certo. Por quê? Porque todo mundo tá com pressa. Todo mundo tem essa questão de colocar eh o seu ego em primeiro lugar. Quer dizer, chega primeiro o ego do que ele. Exatamente. Você vê no programa de hoje, a gente falou, falou, falou, mas o ponto principal do programa de hoje foi o ego, né? O ego, a educação, a empatia. E essa buzina, Anne, qual que é a sua avaliação da buzina, hein? Olha, eh, a buzina é como se você está buzinando e vai abrir e as pessoas vão vão dar espaço ali para você passar, né? Eh, então vai muito relacionado com com o estresse. Então, você se estressa, estressa quem tá ali à sua volta, né? Estressa, assusta, eh, gera a sensação de de impaciência. Então, acho que a gente tem que usar a buzina quando é necessário. Às vezes vai ser necessário você utilizar a buzina se você tiver eh com alguém ferido dentro do carro e você precisar de passagem. Mas evite, evite ao máximo, né? A chance de você provocar eh um acidente com essa questão da buzina é é muito forte. A questão da poluição sonora. Acho que acho que acho que é o mais detalhado, porque você sente a diferença de buzina numa cidade que você não tem buzina. A buzina tá lá, mas ela não é perfeito. E às vezes você estressa até o ambiente, às vezes tá perto do de um hospital, né? E as pessoas tá abuzirando perto de uma escola, então precisa ter cautela. Exatamente, né? É isso, gente. Falamos, tem muito mais para ser dito, mas a gente precisa encerrar. Agora, pontualmente 9 horas, nós falamos eh do efeito pateta no trânsito, né? Comportamento agressivo, estress, mudança de atitude ao volante. Nós debatemos esse tema aqui com o André e com a Anne. São especialistas na saúde mental, o André é especialista também na questão do trânsito, né? Então, a gente chega ao fim dessa conversa e no fim das contas o trânsito é um espaço de convivência. que cada vez que a gente nega uma gentileza ou a gente acelera por pirraça, a gente gera uma reação em cadeia de estressia. Gente, dirigir não é só conduzir o veículo. A gente tá lidando com pessoas, [roncando] expectativas, frustrações. A grande mudança, ela não acontece no asfalto, mas no retrovisor, quando a gente olha para nós mesmos e a gente decide não ser o pateta de vez, tá bom? Então, muita atenção. Se você não conhece o que eu tô falando, dá uma assistidinha lá no YouTube, vai lá, coloca lá o Pateta lá ou então escreve e efeito Pateta que você vai ver, de repente você vai levar um susto porque você vai se identificar com aquilo. Mas a gente aqui no programa nós falamos hoje como a gente deve fazer para ter uma autorregulação no trânsito. Quero agradecer imensamente André pela sua expertise, por trazer o seu conhecimento, por dividir com a gente, por estar conosco nessa manhã. Muito obrigado. Obrigado. Obrigado pelo convite. Tô sempre à disposição. Acho que é importante para você. Eu acho que a essa essas falas, essas eh entrevistas é para que você tenha cada vez mais um um conhecimento de qualidade. Cuidado de buscar coisas por aí que não tem fundamento. Eu acho que buscar coisas, principalmente paraa nossa saúde mental é importante porque salva você e o outro. Eu acho que começa de mim para o mundo, não o mundo para mim. Eu acho que que eu tenho que começar de dentro. Então nós trouxemos um pedaço, uma uma porção só do que é o caos, o que é a situação, porque começa em mim, começa na minha família, começa no meu trabalho, começa em tudo. Quer dizer, eu projeto, eu pergunto: "E eu tô fazendo o quê paraa minha saúde?" Guarde bem isso. Saúde mental é selo. E o que você tá fazendo com ele? Perfeito, Anne, muito obrigada por dividir com a gente seu conhecimento, por nos ensinar, por trazer aqui essa sabedoria de vocês, né, psicólogos que entendem muito sobre comportamento humano, saúde mental e hoje falando sobre efeito pateta. Gratidão. Eu que agradeço. Eu que agradeço a presença. Não deixem de ver o desenho. Acho que é super interessante vocês, né? Alguns vão se identificar, outros vão identificar um colega, enfim, né? E eu sempre penso que eh quando a gente fala o trânsito, ele é um ambiente coletivo, né? Então, a gente precisa assim eh pensar que eh não tá ligado só em saber conduzir o veículo, não tá ligado só em questões técnicas, então tá muito relacionado o quanto você sabe se regular emocionalmente, né, e o quanto a sua tolerância frustração. E pense sempre que quem está do lado, né, ou na sua frente, enfim, é uma pessoa. Exatamente. Gente, agradecendo você pela audiência, pela sua companhia. O programa tá no YouTube, compartilha, tá? Com as pessoas que você tem aí à sua volta, um tema bem interessante, bem importante. Amanhã tem estúdio Câmara novamente, a partir das 8 da manhã a gente traz uma reflexão digital. [música] O celular é sua vida ou você está sendo dominado por ele? [música] A gente vai discutir como viver na era digital sem ser a refém das telas e também os impactos disso na nossa ansiedade e relações. Você controla o aparelho ou ele controla você? Amanhã. Esse é o tema do estúdio Câmara ao vivo, a partir das 8 da manhã. [música] Vou ficando por aqui, mas você vai ficando ligadinho na TV Câmara Campinas. Ao meio dia temos Câmara Notícia com Gabriel Castro trazendo informações do legislativo. Às 6 da tarde temos a reunião ordinária. Você pode acompanhar presencialmente no plenário pelo YouTube da TV Câmara Campinas e também aqui na TV Câmara Campinas. Um grande abraço para você, uma ótima semana. Vamos respirar [música] na hora que se parar no sinal. faz esse teste, de repente pode melhorar aí eh as suas emoções, tá bom? Valeu, gente. Tchau, tchau. Até amanhã. [música] [música] [música] [música] [música] [música]
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