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Estúdio Câmara | Corrida de rua: esporte, saúde e a “gourmetização” do corre
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Estúdio Câmara | Corrida de rua: esporte, saúde e a “gourmetização” do corre

77 views Publicado 16/04/2026 HD · 1:06:47
Resumo editorial

O Estúdio Câmara desta quinta-feira coloca em debate uma transformação cultural que tomou conta dos brasileiros nos últimos anos, a corrida de rua como esporte mais praticado do mundo e estilo de vida com cerca de 15 milhões de praticantes no país. O programa apresenta dados do estudo Por Dentro do Corre e propõe uma pergunta provocadora sobre a chamada gourmetização do esporte mais democrático do mundo, que originalmente exigia apenas um par de tênis e disposição mas hoje envolve relógios cardíacos, tênis tecnológicos, roupas técnicas, suplementação avançada, assessorias esportivas e até status nas redes sociais. As convidadas discutem se a corrida virou terapia coletiva, mercado de consumo ou estilo de vida, abordam a importância de orientação profissional para evitar lesões, e o impacto social da formação de comunidades de corrida que conectam pessoas, geram amizades e movimentam a economia em parques e ruas de Campinas no fim de semana.

Descrição do vídeo

No Estúdio Câmara, o tema de hoje é a corrida de rua e tudo o que envolve esse esporte que virou tendência, estilo de vida, comunidade e também mercado. A conversa parte de uma pergunta que muita gente faz: será que a corrida foi “gourmetizada”? Entre tnis caros, relógios, acessórios, inscrições disputadas e influência das redes sociais, o programa discute o quanto o acesso ao esporte mudou nos últimos anos. Os convidados Nei Bueno, educador físico, e Álvaro Possebon Burger, psicólogo do esporte, explicam que a corrida continua sendo uma prática acessível e que o básico ainda funciona: um tênis adequado, roupa confortável, hidratação e evolução progressiva. O debate também aborda a importância do fortalecimento muscular, do aquecimento, da prevenção de lesões e do acompanhamento profissional para quem está começando. Ao longo da entrevista, o programa fala sobre motivação, comparação nas redes sociais, dependência emocional da performance, sensação de pertencimento e os limites entre saúde e exagero. A corrida aparece como uma atividade que pode ajudar na ansiedade, no foco e no bem-estar, mas que também pode gerar frustração quando vira cobrança, consumo ou competição excessiva. O episódio ainda responde dúvidas do público sobre respiração, hidratação, treino intervalado, dor de lado, uso de suplementos, diferença entre correr na rua e na esteira e o impacto das experiências pessoais na relação com o esporte. É um papo leve, informativo e muito útil para quem já corre ou quer começar. 💧👟 Se você quer entender melhor como praticar corrida com segurança, equilíbrio e prazer, este episódio traz orientações valiosas e mostra que o mais importante é encontrar o que faz sentido para o seu corpo e para a sua rotina. Continue assistindo conteúdos incríveis em nossas playlists: 📺 YouTube: https://www.youtube.com/@tvcamaracampinas 🌎 Conecte-se com a gente nas redes sociais: 📸 Instagram: https://www.instagram.com/tvcamaracampinas 🎵 TikTok: https://www.tiktok.com/@tvcamaracampinas 📘 Facebook: https://www.facebook.com/tvcamaracampinas 🎙️ Spotify: https://creators.spotify.com/pod/show/tvcamaracampinas

Transcrição completa do vídeo

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Olá, muito bom dia para você que acompanha a programação da TV Câmara Campinas. Estamos chegando, começando mais uma edição do nosso estúdio Câmara. E hoje já é quinta-feira, dia 16 de abril. E o tema de hoje começa simples, quase óbvio, né? A gente vai falar de correr, sabe? Correr, sair correndo, corre, corre, corre. Então, mas o que era um dos esportes mais acessíveis do mundo está passando por uma transformação. A corrida de rua nunca esteve tão em alta. Segundo o estudo por dentro do corre, hoje cerca de 15 milhões de brasileiros estão correndo. Olha isso. E a corrida já é considerada o esporte mais praticado do mundo. Isso é é dados do ano passado, tá? Mas junto com esse crescimento, surge também uma pergunta que tem tomado conta das redes sociais e da galera. Será que gourmetizaram a corrida? Então, o que antes era só um par de tênis e a disposição, né, um shorts, uma camiseta, hoje agora envolve tecnologia, performance, estética e até status. Hoje a gente discute então se a corrida virou terapia coletiva, estilo de vida ou mais um produto de consumo. Você que tá aí do outro lado, conversa com a gente. Você tá correndo, né? você corre no seu dia a dia, como que você inseriu a corrida na sua rotina? E para correr, você utiliza algum produto específico, alguma marca específica? Se não tiver aquele tênis legal, você não corre? Ou você só coloca um tênis, um shorts, uma camiseta e bora pra rua, né? Ou você corre na rua, você corre na esteira, conta pra gente WhatsApp na tela para você. Participe conosco, porque nós temos aqui os nossos convidados. você vai poder mandar a sua pergunta, de repente, eh, mandar a sua experiência pra gente, já vamos apresentá-los, tá? Telefone tá na tela, 1997829377. Enquanto você manda sua mensagem, a gente atualiza algumas informações do legislativo, a previsão do tempo e já já vamos apresentar os nossos convidados que vai conversar com a gente sobre a corrida. Gumertizaram ou não a corrida, né? É isso que a gente vai tentar descobrir hoje. Vamos lá, informação chegando. Ontem foi realizada a 21ª reunião ordinária e os vereadores da Câmara de Campinas aprovaram importantes projetos de lei voltados à organização do transporte público e a regularização fiscal aqui no município. Entre os destaques, foi aprovado em definitivo o projeto de lei complementar 24 de 2026, que autoriza a prorrogação excepcional dos contratos de concessão do transporte público coletivo por até 2 anos. Segundo a justificativa apresentada durante a reunião, a prorrogação não altera as regras atuais da concessão, mantendo as obrigações já estabelecidas como padrões de operação e frota. Também foi aprovado o projeto de lei complementar 27 de 2026. que institui o programa de regularização do imposto sobre serviços de qualquer natureza, Refiz e SSQN Campinas. O programa, gente, oferece condições especiais para que os contribuintes regularizem seus débitos com o município, incluindo descontos em multas e juros e opções de pagamento à vista ou parcelado. Além desses projetos, a reunião de ontem à noite contou com a aprovação de decretos legislativos voltados à concessão de homenagens e títulos de honrarias a cidadãos e instituições que se destacam em diferentes áreas de atuação. Os resultados refletem aí o andamento dos trabalhos legislativos e as ações voltadas à manutenção dos serviços públicos e a organização financeira do município. E tudo que aconteceu ontem você confere hoje ao meio-dia no Câmara Notícia com Gabriel Castro. É o nosso jornal do meio-dia apresentado todos os dias aí de segunda a sexta-feira ao vivo para você. Então não perca. Agora a previsão do tempo chegando hoje, quinta-feira e aí aquele clima típico de outono, né? Sol com algumas nuvens, sem chuva, gente. Mínima de 16, máxima de 29º. Um ótimo dia para você. Não esqueça da hidratação. E bora que bora que hoje é quinta-feira. Bora correr. Vamos lá, gente. Correr acompanha o ser humano desde a pré-história, né? Eh, era sobrevivência, fuga, resistência. Hoje é saúde, é lazer, é conexão. E para muita gente correr também significa equilíbrio emocional. Mas ao mesmo tempo em que a corrida se populariza, ela também se transforma. A corrida vira conteúdo nas redes sociais, vira evento, vira mercado e talvez o maior paradoxo esteja aqui, ó, um esporte democrático que começa a ganhar barreiras invisíveis. Segundo a Associação Brasileira de Corridas de Rua, o Brasil já ultrapassa aí 3 milhões de praticantes da running era. É um crescimento puxado, principalmente por uma geração conectada que busca saúde, pertencimento, também visibilidade. Então a gente vai conversar com os nossos convidados de hoje para poder entender o que que tá acontecendo realmente com a corrida, né? se ela foi gourmetizada, se não, se dá para correr iniciando assim só com tênis, uma camiseta e uma bermuda, né? E e se tem uma forma diferente que a gente precisa adaptar pra gente correr. Se correr na esteira é igual correr na rua. Vamos conversar sobre corrida, é sobre saúde. Então, damos as boas-vindas ao educador físico Nei Bueno. Seja muito bem-vindo. Obrigada pela sua participação e presença. Bom dia, Rúbia. Tudo bem? É um prazer estar no no grupo no no jornal com vocês e muito obrigado pela pelo convite. Maravilha, gente que agradece. E olha, temos também o psicólogo, especialista do esporte, né? Psicologia do esporte. Sabia que o esporte tem psicologia? Precisa, né? Então, para completar a nossa dupla de hoje, Álvaro Possedbom Burger, seja muito bem-vindo. Bom dia. Obrigado. Obrigado. Bom dia. Bom dia, Nei, também. Tem um prazer estar aqui. Espero que a gente possa fazer uma conversa bem bacana com o público e responder a pergunta, né, no fim das contas, será que tá gormetizado? Será que não? Enfim, vamos ver. Pois é, a gente precisa entender. E na verdade eu acho que a gente precisa aprender a correr, né? Será que correr é normal? Igual assim, pega, sai correndo, a gente tem tem alguns detalhes específicos de quem pratica corrida e a gente precisa entender e aprender sobre a corrida. E aí vamos descobrir se ela tá gormetizada, se não. Então eu pergunto pro Nei, correr sempre foi visto, Nei, como um esporte mais simples possível, né? Você pega só, só vai. Mas hoje tem uma pressão quase ã colocada, imposta, tênis caros, relógios, acessórios, né? A corrida, ela tá ficando menos acessível na prática ou essa percepção, ela foi criada pelo mercado, pelas redes, né? e por essa teoria da comparação que nós temos, qual que é a sua avaliação? Bom, com certeza a corrida ela ela vem crescendo muito, né? E a gente acompanha isso a todo momento. Eh, a a gurmetização como a gente, como você tinha falado, ela vem criando assim algumas eh resistências na cabeça do pessoal que só precisa correr se tiver o melhor tênis, só precisa correr se tiver o melhor relógio, a melhor tecnologia. E não é bem assim, né? a gente sabe que se você fizer o básico bem feito, eh, vai poder suprir ali, você vai começar a iniciar na corrida, eh, correr de forma progressiva é muito importante. E acredito que se você colocar um tênis, um shorts, uma camiseta, já tá de bom tamanho já para você iniciar e aí o restante a gente vai galgando aos poucos. Maravilha. E é assim, né, gente? O esporte a gente inicia, o negócio é é o movimento, a gente tem que começar, só que depois a gente tem que dar sequência, né? Tem gente que começa e para. E o negócio da corrida, eh, muitas pessoas que correm, eu não corro, né? Mas as pessoas que correm dizem que é difícil começar, mas depois quando começa não consegue mais parar. Então eu pergunto pro nosso psicólogo, né? 74% das pessoas dizem que a corrida virou o estilo de vida, que não é só um exercício. E isso está revelado dentro de uma pesquisa. Eh, o nome da pesquisa é por dentro do corre, é a segunda edição dessa pesquisa e foi realizada por uma marca de tênis de corrida. Então eu pergunto pro nosso psicólogo que em que momento a prática saudável começa a virar identidade e até uma dependência emocional. Agora que eh essa dependência emocional, comecei a correr e não consigo parar mais, até que ponto ela é boa e onde ela começa então a levantar aí uma questão de de cuidado, né? Eh, identidade, dependência emocional, qual que é a sua avaliação? Tá, essa é uma ótima pergunta, acho que ela bem complexa de ser respondida também. Acho que a gente vai aos poucos respondendo ela ao longo do programa, mas eu acho que acho que tudo gira em torno de identificação, né? Então assim, o quanto que eu ou quanto que você se identifica com aquela modalidade, aquele esporte que você tá ã praticando, né? Então a gente tava até conversando aqui um pouco antes da gente entrar ao vivo, né, e falando sobre modalidades que a gente tá acostumado, que a gente gosta, etc. E acho que a corrida é mais uma delas, talvez pelo aspecto democrático dela ser muito simples, de ser iniciada. Então só um tênis, um shorts, uma camiseta já é o suficiente. Mas e os outros aspectos que levam a gente a gostar ou não daquela modalidade? interação social, construção de relações com pessoas que também correm, eh exposição nas redes sociais, a sensação que o esporte proporciona pra gente tanto no bem-estar físico quanto no bem-estar psicológico. Então, acho que as relações elas vão construindo todas essas essas questões que vão levar pro aspecto mais saudável, tanto saudável do ponto de vista psicológico ou do ponto de vista físico, né, fisiológico. E também para essas práticas já não tão saudáveis assim, o excesso de treinamento, a não vou falar vício em corrida, mas assim aquela necessidade que você tem de ter que performar dentro de uma condição específica que você vê numa rede social, de uma pessoa que já tá acostumada, até mesmo de um atleta ou de um atleta e você quer reproduzir aquilo, sendo que o seu corpo, até a sua rotina não permite que você consiga de alguma forma. Então, acho que tudo isso vai ser a gente entender especificamente como que a corrida, né, aqui no caso, eh, vai encaixar pra rotina e pros aspectos individuais de cada pessoa. Então, o que vai funcionar para mim não vai funcionar pro Nei, e o que vai funcionar pro Nei não vai funcionar paraa Rubia e assim, né, por diante. Então, acho que é mais ou menos por aí que a gente vai ter que levar a conversa para entender. Tudo bem. É isso aí. Tênis com placa de carbono é chique, né? kits completos, suplementação, mas para começar o básico ainda resolve, né? Então, existe um exagero nisso tudo. Esses recursos realmente fazem a diferença, né? Eh, eh, correr, a gente fala aqui, acabamos de falar, né? Um tênis, uma camiseta e e uma bermuda. Mas e aí? É, é no passar do tempo que a gente começa a inserir isso ou não tem necessidade dessa inserção e eh de todas essas essas coisas pra gente poder correr? Bom, com certeza isso faz total diferença. Um tênis com de performance, eh um relógio que te dê mais dados e exatos. Eh, porém isso aí é mais para performance. a pessoa que tá iniciando eh já não é tanto de tanto valor, mas as pessoas que necessitam disso, as pessoas que querem melhorar marcas, elas elas devem assim, acredito que iniciar com eh uns aparelhos mais de iniciantes mesmo e depois ir galgando, não tem problema. Eh, mas não que seja tipo pessoa iniciante precisa disso, né? uma pessoa que é mais mais intermediário avançado, acredito que faz sentido. Eh, eh, claro, relação aos treinos, eh, o treino de força é muito importante. O pessoal só fala o pessoal da da corrida, né? Só quer correr. Não, não é só corrida, a gente também tem que ter uma base sólida, né? É uma prevenção de lesão. Então, também tem que investir na corrida, mas também investe na parte de força, na parte muscular, na parte articular. Todas essas partes têm que ser cuidadas também. né? E também a parte psicológica, né? Com certeza. Uhum. E aquelas eh suplementos, né, que parece que é de Superman. Você tem gente que na na internet, né, toma o suplemento ali e sai correndo feito louco, só falta voar. A gente tem que tomar cuidado com isso aí também, né? Porque de repente a pessoa tá iniciando a corrida e já se compara, né, nas redes sociais, porque se você procurar tem muito vídeos sobre corrida, de pessoas de alta performance ou de pessoas que fazem, que vendem os produtos. Então, ela tá vendendo o produto na rede social e aí, claro, ela tá falando que é bom, né? Ela tá falando que ela toma aquele produto, ela vai voar e aí você tá começando, você fala: "Opa, se ela tá voando também voa, né?" Écar o seu iso. É perigoso para iniciantes e inserir determinados suplementos para começar a a prática da atividade? Com certeza. De demais. assim, o excesso de cafeína faz super mal pra gente. Eh, no início, assim, eu acredito que para você ter uma base mais tranquila e poder fazer atividade física é fazer um checkup geral, né? Fazer passar para um cardiologista para poder fazer essa manutenção aí e saber se não tem nada. Isso eu acredito que já tá bom tamanho para você iniciar. Iniciou treinando ali duas a três vezes na semana, fazendo fortalecimento e encaixando na rotina. A suplementação, ela vem como, um, acredito, como um, como ela já, já, já é o nome dela, suplemento. Ele não vai te fazer virar o Superman, ele vai te fazer e te dar um apoio ali. Então, eu tenho os pré-treinos, creatina, né? Tudo isso faz parte da de uma rotina equilibrada, né? Eh, mas não que seja tipo algo tomar não vou conseguir. Exatamente. Não é dessa forma. você consegue, pô, na alimentação também você consegue na parte da da proteína, do carboidrato, né, dos outros nutrientes que a gente precisa, né? Sim, é isso mesmo. É, e se eu puder só trazer um ponto nisso, porque eu acho que é importante, porque acho que a pergunta ela é muito boa nesse sentido também, porque quando a gente pensa nessa gourmetização, a gente vai pro tênis de R$. ou teógico, mas aí a gente também não olha para esse lado da suplementação que também é muito importante. Então acho que isso que o Nei fala, só para reforçar, né? Eh, checkup geral é sempre importante e com certeza qualquer tipo de suplementação alimentar, né, seja o creatina, qualquer outro tipo de polivitamínico, etc, faça com acompanhamento médico e nutricional, né? Então, tanto médicos quanto nutricionistas, é muito importante esse tipo de acompanhamento, né? Se você for tomar por conta, existe um risco da naquela na pergunta que você fez para mim um pouquinho atrás de buscando algo saudável, você acaba prejudicando o seu corpo e se tornando algo não saudável, né? Então aí você vai ter um desequilíbrio do seu corpo e isso vai gerar prejuízos, seja uma lesão, seja o desenvolvimento de alguma outra questão de saúde que você vai ter que ir atrás depois. Humum. Então, acho que qualquer tipo de de suplementação ou de ingestão de qualquer tipo de de situação, acho que é importante fazer esse acompanhamento. Com certeza. Maravilha. Isso mesmo. Agora, nessa era da corrida, né? Nós estamos na era da corrida e transformou a corrida em conteúdo estética, pertencimento, a gente pode dizer assim. E essa motivação digital eh eh na visão psicológica, Álvaro, ela ajuda ou aumenta a frustração e a comparação? Porque a gente sabe que hoje eh eh a rede social é um lugar de comercial, né? Comercial, comercial. E quando a gente fala de corrida, então nossa, é muita coisa que tem. E aí nós temos a questão da comparação, né? Porque as pessoas, elas costumam se comparar. Uhum. E aí, essa essa motivação digital que tem eh em relação à corrida, ela aumenta a frustração e a comparação na sua visão psicológica? Então eu acredito que eu vou voltar um pouco paraa minha resposta de que vai variar muito de pessoa para pessoa. Então tem pessoas que vão olhar a questão das redes sociais com uma motivação para treinar, para melhorar o seu pace, por exemplo, ou para poder até usar a rede social como uma forma de monetização, então de gerar renda, né, de emprego, né, de carreira, como influenciadores digitais, né, e etc, com as com as publes, né, as famosas publes e tudo mais. Nossa, e tem gente que vai usar rede social e para poder se comparar, como você falou, né? E isso vai gerar uma frustração, uma comparação negativa, porque aquela pessoa, provavelmente, que tá divulgando aquilo, ela tem uma preparação que talvez você não consiga ter e aí quando você for se comparar com ela, obviamente você não vai conseguir atingir o mesmo lugar, o mesmo ritmo, a mesma intensidade ou ter os mesmos tipos de materiais, mesmo tênis, mesmo relógio, mesma roupa, né? Enfim, ou usar os mesmos suplementos, como a gente acabou de conversar. Então eu acho que a rede social ela é o ela é a grande resposta da gumtização, né? Acho que tudo passa pela rede social. Então tanto a níveis de exposição no sentido de como influenciador digital construir uma carreira em cima daquilo. Uhum. Quanto de você também usar a rede social como uma tentativa de motivação ou de exposição, até mesmo para conhecer pessoas, para poder se divulgar e assim por diante ou ir atrás de um sonho, né? Porque muita gente tem sonhos que passam pela exposição da imagem e aquilo acabar gerando um efeito reverso, não saudável, de dessa comparação negativa, vamos colocar assim. Então, acho que é um cuidado muito importante que a gente precisa ter, tanto das pessoas que a gente segue, quanto daquilo que a gente divulga e daquilo que a gente consome também. Exatamente. Agora, se antes era correr era uma atividade mais solitária, hoje também é um espaço de encontro, né? Mas se a gente parar para analisar, as redes sociais ajudaram a transformar corrida em comunidade. Pessoal eh eh se encontra ali através os encontros são marcados às vezes nas redes sociais, né? E aí tem essa essa troca, essa motivação coletiva. É interessante, tem tudo tem o lado bom e o lado ruim. Aí você que vai ver o que que é melhor para você consumir. Agora, Nei, as inscrições, né, elas ficaram mais caras, os kits mais elaborados, as provas estão virando eventos, a corrida virou um negócio, isso muda aí o espírito esportivo. Conta pra gente sobre essas corridas, esses eventos, porque ah toda prova ultimamente é um evento. Lança uma prova hoje. E aí, eh, você daqui dois dias você vai querer fazer a inscrição, já não tem mais. Que que tá acontecendo? Eu te falaria que as inscrições estão fechando em horas. Nossa, é, tem muitas provas que hoje em dia tão bem assim disputadas. Tem provas do Rio de Janeiro, Santa Catarina, que acaba assim em minutos o sistema abre, eles abrem pr pra venda. O sistema já cai na hora ali, já é uma dificuldade para comprar porque é muita gente querendo. Tem alguns sistemas que eles estão utilizando como agora sorteio para você, você se inscreve, faz uma inscrição e não, tipo, não compra ele, você é sorteado. Se você for sorteado aí você pode comprar. Então, tipo assim, tá mudando. Você compra seu lugar na fila digital, né? Exatamente, cara. E aí é um show, né? Vira um show, né? Tem ah, ao público tem show mesmo, né? de uma pessoa cantando. Eh, então hoje tá bem mais e vira como uma comunidade mesmo, é um evento, como você falou. É, aí tá crescendo muito, né, cara? E os valores, então, e aí onde fica, onde fica o espírito esportivo aí? É, você acaba não tendo, né, muito ali. É como você participa de um de um show, como você disse, e como é esse crescimento absurdo faz com que as coisas eh aumente o valor, porque tem gente que compra. Exatamente, né? tem público, então bora fazer o show, né? Como educador físico, como é que você avalia isso? Eh, pro esporte, assim, para você como educador físico mesmo, professor, né? Isso é interessante até que ponto? Olha, assim, eu acredito que eh não sei se você já participou de alguma corrida, eu já participei de bastante, Álvaro já participou de alguma já. É muito legal, cara, de verdade, assim, é uma sensação muito boa. Você fica enérgico ali, você fica milhão de verdade. Então, acredito que isso faz com que a pessoa se motive a treinar, se motive a se dedicar, se motive a a ter uma construir, né, uma, como posso dizer, uma rotina mesmo, porque se se você não for muito bem naquela lá, você fala: "Pô, poderia ter ido melhor, então acho que eu vou treinar pra próxima eu me entregar um pouco mais". Então isso eu falo por mim mesmo, né? Já me senti eh muito bem numa prova, mas já senti muito mal, que eu não treinei muito bem. Então isso acredito eu que faça a galera um pouco mais, tá um pouco mais exposta, isso mais, né? Esse sentivo à atividade física. Isso é muito bom, cara. Acho que vem muita sensação de pertencimento de comunidade também, né? você pertencer a um espaço com outras pessoas que pensam parecido com você, que consomem o mesmo tipo de conteúdo, que tem as mesmas motivações, mesmos objetivos. Acho que isso mesma língua, fala a mesma língua. Exatamente. Isso movimenta muito, né? E faz com que você se sinta bem, né? Pertencente à aquele espaço. E aí, voltando um pouco na parte da de ter virado um mercado, comércio, acho que é com certeza, né? A sociedade que a gente vive hoje, tudo vira comércio, tudo vira eh indústria, né? Então assim, é tudo comercializado, então as corridas não deixa de ser, né? Então o que vier um tênis, um shorts e uma camiseta na rua vira um espaço fechado onde você precisa pagar para poder correr na rua, né? Então assim, é o famoso tô pagando para correr na rua, né? Mas a gente faz isso, né? Vai vai acontecer o quê? A gente faz. Então pode falar eh se você falou do da questão dos vícios, né? Eh cara, eu acredito que assim as pessoas ela elas mudam, né? Por exemplo, tem vários alunos que come tinham vícios de bebida, cigarro e acaba, cara, tirando isso, afastando e mudando, colocando a a atividade física, né, a corrida como um vício mesmo. E acaba, claro, eu sei que o vício ele é um vício bom, vamos colocar assim, se é que existe isso, mas é um vício que equilibra, né? Mas, pô, o pessoal, eu conversando, esse final de semana, eu tava correndo, falava: "Cara, pô, eu bebia muito e hoje, graças a Deus, assim, tô na corrida, tô fazendo uma atividade física que me tá me levando ali, me tirando aquela aquela vontade de ter aquela rotina de de bebida, de, né? Sim. Na verdade, eu acho que vai vai pra psicologia, o nosso cérebro ele eh ele não sabe o que é bom ou é ruim, né? Ele não entende. Então, é uma questão da dopamina, a sensação de bem-estar. Aí você acaba substituindo. É mais ou menos isso, né, Álvaro? Sim. Exatamente. Então assim, acho que o próprio exercício físico, ele vai liberar uma série de de de sensações positivas pro corpo e isso vai fazer com que o o não só o cérebro, mas ele peça cada vez mais, né? Então, por exemplo, saí para correr, isso me livrou uma sensação muito boa, muito positiva, me veio aquela sensação de bem-estar, o que que eu vou querer fazer depois? Vou querer correr de novo. E aí a questão é, a gente vai querendo mais e mais, né? Então, corri 1 km, gostei, vou para dois, vou para três, vou para quatro, vou para cinco. De repente, quando você vê, você já tá correndo? É isso mesmo que acontece. Por isso que pessoal fala que quem começa a correr não para mais. É difícil parar. É difícil parar. Difícil parar. E acho que isso vale para qualquer esporte, na verdade, né? porque acho que volta um pouco no que eu já falei de quanto que vocês se identificam aquilo. E tem muita gente que começa a correr e depois de algum tempo não vê muito mais sentido naquilo porque ou porque sente dor ou porque de repente não encontrou ali um grupo de pessoas para poder se, né, se se incentivarem e aí vai buscar uma academia, vai buscar um exercício mais funcional ou vai para uma trilha ou vai praticar um esporte coletivo numa praça pública, né, num num centro esportivo público. Então, acho que o mais importante é você conseguir encontrar aquilo que você gosta de fazer e se tiver outras pessoas junto melhor, porque somos seres sociáveis, né? Então, a gente precisa desse convívio para poder eh não só se desenvolver, mas sentir prazer, sentir bem-estar, né? Então, acho que é mais ou menos por aí. E enfim, a busca, a busca, gente, é, é pela performance e a cobrança, entre aspas, acaba iniciando quem tá começando, acaba, eh, fazendo quem tá começando desistir. Olha, o pessoal hoje em dia, como vocês falaram, a comparação tá complicada. É, é, ainda mais quem tá iniciando. Se você olha, por exemplo, pessoas correndo hoje, iniciantes, eh, ela fala: "Pô, mas você queria correr como você, cara. É uma construção, não tem jeito. Eh, tem gente que corre há 10 anos, tem gente que corre a cinco, tem gente que corre a dois. A pessoa que vai tá correndo há três meses, se meses, não vai ter como alcançar ainda, né? Eu vim de um esporte que era o futebol, eh, fui pra corrida, já tinha um pouco mais de resistência, então um pouco foi um pouco mais fácil para me introduzir na corrida. Humum. Eh, já atingi a performance boa que pessoas às vezes que tava treinando alguns dois anos atrás e não não alcançou, mas porque eu já tinha, né, um incentivo esportivo. Eh, mas hoje a comparação ela às vezes dá uma limitada no pessoal. É, cara, é olhar aquele você, entendeu? Não pode olhar muito, usar como motivação, mas não como comparação, né? faz o seu, eh, faz direitinho ali, vai caminhando, galgando, que você vai alcançar, né, um objetivo diferente, alcançar uma distância diferente. Eu comecei com cinco, passei para 7, 10, 12, 21, 42. Nossa, só vai, né? Só vai. Agora essa questão de de parar eh no início, né? Isso dá uma frustração? Como é que a gente trabalha isso? É, acho que a gente vai voltar pro lugar que o Nei tava falando agora que é de entender o processo, né? Então assim, qual que é o processo que eu tô buscando, né? Qual que é o meu objetivo? Qual que é a minha intenção dentro desse exercício que eu tô fazendo, né? Então eh a desistência, a desistência, né? Independente se é no começo, se é no final, enfim, no no meio do caminho, acho que ela vem muito dessa quebra de identificação ou quebra de perspectiva. Uhum. Então assim, qual que é o meu minhas motivações, meu objetivo com esse exercício que eu estou realizando, seja corrida ou qualquer outro, né? Eu tô buscando um uma saúde física melhor, eu tô buscando emagrecimento, eu tô buscando encontrar um grupo de pessoas para poder me exercitar junto, eu quero começar, quero virar influenciador digital de corrida. Então, por isso que eu vou começar a correr, porque eu recebi uma proposta, recebi uma um uma perspectiva de público, enfim. Então acho que vai muito de, né, de de encontro com essa quebra de perspectiva, né? Então assim, se eu busquei um exercício com um objetivo e eu entendo o passo a passo, o processo que vai me levar a conquistar ou a chegar nesse objetivo, a desistência ela vai ficar mais distante, né? Ou até mesmo vai ficar muito menor, né? a chance de eu desistir ou de qualquer outra coisa. Nesse sentido, a frustração, acho que ela faz parte de todo o processo de construção e de desenvolvimento. A gente precisa errar, se frustrar para poder encontrar o melhor caminho para seguir. Então, nem sempre o caminho que a gente tava seguindo ontem vai fazer sentido hoje, né? E aí acho que a gente precisa ter esse essa consciência e esse trabalho de acompanhamento também, tanto de um profissional de educação física, de um psicólogo, de uma nutricionista e assim por diante, né? Então, acho que tudo isso tá de acordo com esse processo de construção de cada indivíduo, de cada pessoa, por si só, né? Então, eh, por exemplo, Ne falou que ele era atleta de futebol, depois foi paraa corrida, né? Então, naturalmente ele já vai ter uma predisposição, uma experiência e, né, até aspectos físicos mesmos, condicionamento físico que vai proporcionar para ele uma melhor condição para conseguir sustentar ali a corrida do que uma pessoa que nunca praticou exercício físico na vida e vai começar agora. Então a gente não pode dizer que as duas pessoas estão partindo do mesma do mesmo ponto de largada, né? Então aí que acho que a comparação fica ruim, né? Porque a gente vai olhar ali, vai falar: "Pô, mas se aquela pessoa conseguiu, eu também consigo". Não necessariamente. Você pode sim conseguir, mas não vai ser igual à aquela outra pessoa. Vai, um tempo maior, um tempo maior, até mesmo um tempo menor, dependendo. A gente pode encontrar aí um um super corredor que tava escondido em algum lugar, mas a verdade é que a gente tem que entender o que é melhor pra gente, né? O que então o que faz sentido dentro da nossa rotina, das nossas condições, do nossos aspectos psicológicos, físicos e de experiência de vida mesmo e entender como construir a partir disso e olhar pro outro como uma inspiração, como algo pra gente, né, enfim, buscar até fazer alguns ajustes que aquela outra pessoa já fez, então pra gente ganhar ali um tempo. Eh, enfim, mas acho que a comparação em si, acho que ela não é o caminho ideal, vamos dizer assim. É, precisamos cuidar com a comparação. E a gente segue falando de corrida. Eu vou pedir pro pessoal da produção colocar para mim aquela, esse comentário das meias, é o próximo. Eu preciso ler esse comentário das meias aqui, porque tem cores aqui de meia, gente, que o pessoal utiliza na corrida, que eu achei bem interessante. Olha só. Vamos lá. Cadê? Eh, a, deixa eu ver. Meia azul. Cadê? Fenômenos. Volta lá para mim. Não, eu vou ler no tablet, então. Eu vou eu vou ler. Deixa eu ver. Ó, tem a meia azul que entra como estou disponível, né? Esses códigos, a, ó, olha só, a meia azul, daí tem a meia preta, uma ideia de de história de quem já viveu um relacionamento ou está em um. A meia cinza revela dúvida. Eh, o vermelho, peso emocional, laranja, eh, tô pronto para um recomeço. Esse de meia eu precisei ler porque eu eu pensava que era só a meia azul, que foi o que viralizou nas redes, né? Aí a gente buscando ali informação, tipo, a meia azul é uma coisa, a laranja é outra, a verde é outra. Procura aí no Google que você vai encontrar o que, o que que é isso aí? Você que tá nesse meio, qual que é o lance das meias? Olha só, além de a corrida é um lugar que você encontra, né, um tem uma sensação de pertencimento, é bom pra sua saúde e tal. Agora tem esse lance das meias aí. Isso já passou, continua? Explica pra gente, Nei. Olha, Rúbi, eu vi essa relação só da meia azul. As outras demais eu não vi. Gente, mas tem das outras, você acredita? Eu não, eu não tinha visto das outras, mas a meia azul vi que o pessoal tava queria um crush lá, queria um, né, um namoro, alguma coisa assim, tava disponível e colocar meia azul e sair correndo. Eu nunca liguei para isso, tá? Então, tipo, eu não sei eh se isso faz sentido ainda no pessoal aí. Eu sou casado, então o pessoal que tá solteiro, tem uns grupos de corrida aí que o pessoal vai mais para azar, né? Aham. Pessoal se junta no tacaral ali, vai fazer a sua corrida, já dá uma uma azaração ali, mas eu acredito que só azul que eu que eu conheço. Então eu também não conhecia, mas tem a preta, a cinza, vermelho e laranja que tem alguns indicativos aqui. Agora poxa vida, eu vou colocar uma meia sem saber, vou sair correndo, né? Ao, mas o importante é botar meia colorida, que daí ninguém vai saber nada e aí vai ficar todo mundo confuso. Pois é. Agora, essa questão também de relacionamento, Álvaro, é interessante porque o pessoal se encontra em um grupo e de repente pode sim acontecer de ter um relacionamento, porque são pessoas que compartilham das mesmas ideias, né? Sim, sim. Acho que assim, a partir do momento que a gente tem mais de uma pessoa no mesmo ambiente, a possibilidade de encontro, tanto de ideias quanto de perspectivas, de até mesmo de gostos em comum, faz com que você desenvolva interesse, não necessariamente interesse romântico, né, mas interesse de amizade e assim por diante. Como eu já falei, nós somos seres sociáveis, né, então a gente convive em sociedade e e enfim. Então, se a gente faz parte, por exemplo, de um grupo de corrida ou se a gente vai correr num espaço onde tem outras pessoas correndo, ou até mesmo pessoas que estão ali tomando uma água de coco ou andando de bicicleta ou passeando, né, fazendo uma caminhada, acho que já entra aí a possibilidade desses encontros se tornarem algo a mais, né? E acho que isso é perfeitamente eh cabível e plausível, desde que exista o respeito, né, e o entendimento das vontades individuais de cada pessoa, né? E aí, se você quiser usar uma meia azul para poder buscar alguém, fique à vontade, né? Pois é, saí com a meia azul para ver o que que o que que acontece. Cuidado com a meia azul, hein? Ó, se é se tem compromisso, não coloque meia azul. Tô brincando, gente. Isso eu não sei se se é assim ainda, mas o ano passado deu um boom nas redes aí e a galera tava utilizando a meia azul, agora a meia laranja, a preta, a cinza. Eu não sabia, encontrei isso ontem. Achei interessante trazer aqui. Você que corre, de repente conversa com a gente aí e fala que meia que você usa para correr, qual a cor de meia, né? A gente quer saber. E o porquê, né? Se for falar a cor de meia, conta o porquê também. Tá bom? Agora 8:38. Eh, vamos, a gente tem perguntas, produção? Temos. Se tiver, já coloca pra gente, por favor, que tá passando rápido essa esse tempo de programa hoje, que nós estamos falando de um um assunto tão interessante, né, que é a corrida. E a gente tá aprendendo, né, que realmente a corrida ela faz bem, é algo que você começa e se você tem esse objetivo, você vai evoluir, sim. E a questão de gourmetização da corrida, sim, eu acho que foi gourmetizado assim, se a gente parar para analisar tudo isso que vocês colocaram, né, aqui pra gente, foi, mas é a tendência, né, tanto é que existem eventos. Eu vi, eu vi na internet, sabe o quê? Corrida que o pessoal corrida da cerveja, eu acho. Olha que ponto chegou, né? O pessoal corre, ao invés de tomar água, vai tomar cerveja. Gente, cuidado também, né? Os pontos de hidratação. É, os pontos. Existe mesmo isso. Existe cor do rock. Já viu? Mas tem corrida aqui no final da corrida tem ali umas tendas, né, dos patrocinadores, etc. Tem tem corrida que o evento da corrida tem shope no final, churrasco. Então você corre para beber um shop depois. Poxa vida, né? Correu, comeu. É mais ou menos assim. É. Exatamente. Então, então gmetizaram a corrida. Agora, de repente é legal você participar de um evento desse uma vez por mês, né? Cuidado, né? Porque a gente também tem que tomar muito cuidado, porque a corrida é algo que é o esporte, então a gente também não pode misturar muito, né, o esporte com a bebida, né? Então a gente tem que ter um equilíbrio aí, né? Ne? Com certeza. Eh, como você falou, a corrida é um desses esportes que mais participato. Então, dentro ela, ela é a primeira que mais se lesiona. Então, a preparação física tem que tá em dia, cara. Tem que tá se fortalecendo, tem que cuidar, tem que alongar, tem que fazer as ativações, tem que cuidar na da panturrilha. Geralmente a gente tem muita dor na tibial anterior, quando a gente começa a correr, eu já tive síndrome de de banda ilibial. Que que é isso? é uma inflamação que a gente tem aqui na lateral da do joelho, né? Então isso faz com que a gente dá uma uma segurada na corrida e às vezes é falta de alongamento, falta de um fortalecimento, falta de uma parte de estabilidade, uma coisa simples que a gente se encaixar na rotina, a gente consegue ter uma performance, né? E algumas gurmetizações, eu acredito que faz parte aí, né? Eh, essa parte de fortalecimento é uma delas que não é só só vai iniciar só na corrida, vai iniciar também com fortalecimento, vai iniciar ali com uma fisioterapeuta, vai iniciar ali com uma soltura tudo vai, né, um vai é um tratamento que você vai fazendo aos poucos. Então, mas se a gente para para analisar assim, ó, eh, vou começar a correr hoje, né? Se essa sensação de bem-estar vai me trazer eh vontade de continuar, eu vou continuar. E é óbvio, gente, se eu for correr com o meu tênis que tá lá em casa, beleza, hoje tá bom, amanhã tá bom. Só que a sensação de querer mais, de correr mais, vai vir, não adianta. Aí que que você vai fazer? Hum, eu vou comprar um outro tênis para correr, né? Aí você olha tua roupa, fala: "Ah, mas eu quero outra roupinha de corrida". Daí daqui a pouco tem lá um evento. Hum, acho que eu vou participar desse evento. Aí como o Nei falou: "Ah, não, não gostei, não corri bem". Bom, na próxima eu vou correr melhor, aí ela tá a você de novo no próximo, no quando você vê, você tá no meio de estudo, né? Então é algo que que tem assim uma sequência. E se a gente parar para analisar é algo muito bom, né? É muito bom porque você tá fazendo esporte, você tá socializando, você tá conhecendo gente, de repente a partir de uma válvula de escape que pode ser a corrida na vida, a gente eh melhora a qualidade de vida e a saúde também, né? Interessante. Interessante. Eh, querem comentar mais alguma coisinha? Porque daí a gente já vai responder as perguntas dos telespectadores. Então, antes das perguntas, só queria comentar que eu tô nesse momento na minha vida agora, porque eu tô buscando um tênis, né, para correr, porque eu corro também, né? É, sim, eu corro também. Então assim, tô buscando um tênis para correr. E aí a primeira coisa que eu fiz foi o quê? Ir na rede social buscar review de tênis. Com a galera faz review de tênis para poder fazer a pesquisa, né? Porque quando a gente fala em, não sei se os nossos telespectadores já olharam valor de tênis de corrida, menino. Eu olhei sim, falei: "Gente, isso não me pertence ainda." É um salário mínimo, às vezes até um pouco mais, né? Então assim, é importante que a gente faça uma pesquisa. Uhum. E e acho que assim, é o mais importante assim, que eu acho que é fundamental é entender que o básico ainda funciona. Então, um tênis de uma boa qualidade, obviamente, com um bom amortecimento para não prejudicar toda a questão de de estrutura, tanto muscular quanto óssea, né? Enfim, ã, uma roupa confortável, beber água, né? Fazer a hidratação, mais garrafinha. Então assim, acho que tudo isso é o básico, fazer os exames de rotina, se precisar de uma suplementação que seja acompanhada por por uma por uma nutricionista e por um médico, né? Enfim. Então é entender que o básico funciona. Se você quiser ir além do básico, comprar um óculos bacana com um espelhamento legal, um tênis colorido, usar uma meia azul que seja, qualquer outro tipo de meia, tá tudo bem também. Não tem nenhum problema isso, pô. Se eu quero pagar R$ 200, R$ 300 numa inscrição de uma corrida porque é de uma marca famosa ou porque eu quero postar na minha rede social, porque eu quero começar a desenvolver e de repente até mudar de carreira ou, né, construir uma carreira nova para jovem, né, ou para até uma pessoa que quer essa mudança de perspectiva de vida. Acho que tá tudo bem, desde que aquilo faça sentido para você e de que você também entenda que vão ter desafios, assim como qualquer outro tipo de de situação de vida, né? Então acho que só queria reforçar esse ponto de que o básico ainda funciona, mas que se você quiser a mais também não tem nenhum problema com relação a isso, né? Acho que a parte da gurmetização muitas vezes vem com esse peso um pouco negativo, né? De que é algo ruim, mas que na verdade tá tudo bem porque faz parte da nossa sociedade hoje, né? com o ciclismo, ele um tempo atrás na época da pandemia, muita gente começou a andar de bicicleta, de repente cresceu e explodiu. A gente teve o bit tênis recentemente também, que também teve uma explosão muito grande, muitas quadras de areia e espalhadas não só por Campinas, mas acho que pelo Brasil todo e pelo mundo. E acho que agora chegou a vez a corrida de rua. Sim, né? Qual que é a próxima, né? Acho que de repente até no próximo programa pode vir essa pergunta. Qual que é a próxima tendência de esporte? Uhum. Aí eu não tenho resposta. Fica legal. Agora quando você fala de corrida de rua, lembrei uma coisa aqui. Correr na rua e correr na esteira, é, tem uma diferença muito grande, né, cara? Tem, tem diferença, mas assim, ah, relacionado a algumas coisas, por exemplo, quando você corre na esteira, você tem ali um uma esteira, uma coisa que te absorve um pouco mais seu impacto, meio que amorte. Exatamente. Então, você não vai ter tanto desgaste igual na rua. Eh, igual correndo numa trilha. que os o piso é todo acidentado. Eh, porém tem a questão do ambiente. O ambiente que você tá ali na esteira é só você e a esteira. Às vezes pode ser que tem alguém do seu lado ali, mas quando você corre em um lugar aberto, a sua dimensão de corrida é muito diferente. O pessoal reclama muito em corrida de corrida de de esteira, porque, tipo, ali, você fica só no mesmo lugar e aí demora a passar a hora, o tempo, não, você fica olhando pro tempo. Sim. Até o seu ritmo é determinado pela esteira, né? que você coloca a velocidade, a inclinação. Então, meio que, né, você perde um pouco essa perspectiva sua de o que que você quer naquele momento, né, se depende da máquina. Sim. Mas pr se pr se pr você conseguir performar, a esteira ela te ajuda muito, porque você sabe quanto você tá correndo, quanto você precisa correr, se você precisa colocar uma velocidade mais alta, se você precisa colocar uma velocidade mais baixa, precisa colocar inclinação. Então aí você tem um um como eu posso dizer, eh uma especificidade da da corrida, porque tem muita gente que faz planilha de corrida. Quando você segue uma planilha de corrida, então ali vai tá descrito para você o que você precisa fazer. Então, a velocidade que você precisa percorrer, a distância, o tempo total de treino, então para você se basear ali é um pouco mais fácil para você seguir, mas pra cabeça às vezes correr num lugar aberto é muito melhor, né? Correr num lugar árvore, enfim, sensação de liberdade, né? barulho do passarinho, seando do vento batendo no seu rosto, pelo menos eu, eu assim, eu falo da minha perspectiva individual, quando eu corria na esteira, eu senti uma dificuldade muito grande para conseguir manter um ritmo até conseguir chegar ali numa num determinado, né, quilometragem dentro de um tempo que a gente vai crendo, tempo parece que não passa. A música tá ali rolando, 4 minutos de música quando você olha deu 2 minutos de esteira. Parece que é uma outra dimensão. Quando você vai correr ao ar livre, né, ou num ambiente que você se sente confortável, é completamente diferente, né? seja uma trilha, seja uma pista de atletismo ou seja, por exemplo, num parque mesmo, até no próprio Taquaral, eh, acho que é uma outra perspectiva. Claro que daí a gente também vai avaliar questões de riscos, possibilidades, né? Até mesmo aspecto de mobilidade urbana, se é seguro correr naquela rua, questão de, né, relevo, por exemplo, uma rua muito desburacada, você pode torcer um tornozelo, se machucar, isso até prejudicar o seu trabalho, né? Enfim. Então acho que existe uma série de fatores pra gente analisar, mas falando da minha perspectiva individual, pelo menos não sei o nei, mas acho que correr ao ar livre traz uma sensação, nossa, muito diferente. Pelo menos para mim é muito melhor do que correr na esteira ou no ambiente fechado. Acho que a sensação de de sentir o vento na cara acho que é sensacional assim, né? Sentir o ar entrando pelo nariz, é acho que é é maravilhoso assim. Então é muito bom. Pois é, gente, que gostoso. Eu conversando com vocês aqui me deu a vontade de correr também. Só que daí o que que o que que eu penso? Olha só como que que é a nossa cabeça, né? Tá bom, vou correr. Beleza. E para voltar eu vou ter, eu vou até Vamos lá. 5 km, corr cinco. Vou ter que voltar, né? Correr 10. Daí assim mesmo, né? A gente ou 2 e me 2 me falta 2 e me corre 2, me e volta 2 e me vai dar tudo bem. É isso. E você aí de casa também tem essa ideia, né? Vou começar a correr hoje. Vai lá, manda pra gente aí a sua mensagem. Pode colocar na tela, produção, por favor. Nós já estamos aqui com algumas perguntas. Ah, Luciana Prado de Barão Geraldo. Eu sempre perco o fôlego mais rápido quando tento correr na lagoa. Existe algum tipo certo de respirar pela boca ou pelo nariz para aguentar mais tempo? Ixe, perder fôlego é difícil, porque eu também de vez em quando perco fôlego. Só de de na caminhar na esteira, você imagina correr na lagoa. Excelente pergunta. a como você é algo natural nós nós respirarmos, pode ser que ela esteja acelerando um pouco mais. O que que a gente pode fazer? Ah, introduzir algumas caminhadas no meio da corrida. Então você faz um intervalado, um treino intervalado, eh, fazendo com que você vai aumentando sua capacidade de de captar a respiração mesmo, oxigênio. Então, você fazendo treino intervalado faz com que você aumente isso. E aí pode ser que um treino você faça intervalado, um treino você faz um pouco mais lento, mais leve, eh algo mais que você consiga conversar com a pessoa, eh, que tiver do seu lado, algo que seja mais tranquilo mesmo. E aí você vai se capacitando eh a seu cardiovascular, cardiorrespiratório, para poder eh ir aumentando isso, aumentando distância. Pode começar com dois, com três km, quatro, até chegar no cinco. E aí você vai eh evoluindo essa corrida. O treino intervalado ajuda muito. Sentiu que tá muito ofegante, anda, caminha um pouquinho, não tem problema. Eh, esquece o pace, vai na sua percepção subjetiva de esforço, que a gente chama muito, né? Só pe só pe a gente tem que sentir o nosso nosso corpo, né? Sentir os nossos. Então, quanto mais você se tiver eh sentir que você tá tranquila, melhor nesse início, né? Então, vai evoluindo aí com treino intervalado e aos pouquinhos vai aumentando, busca ajuda de alguém, de um profissional para poder auxiliar nisso aí. Respiração pela boca, solta, puxa pela, pelo nariz, solta pela boca. Qual que é a respiração correta na corrida? Então, a corrida e faz com que você fique ofegante. É. eh, é natural, você vai aumentar seu ritmo, então vai ter que eh adaptar ali, vai ter que entrar numa homeostase. Então, a respiração ela sempre vem pelo nariz, solta pela boca. É algo que a gente já faz, algumas pessoas têm alguns desvios cicos, mas ainda eh vai se capacitando para isso. Eh, geralmente nariz solta pela boca, algo tradicional e isso fica mecânico. O nosso corpo ele vira automático, entendeu? Aham. Então, quanto mais você vai treinando, mais você vai se capacitando para esperar pelo nariz e soltar pela boca. Excelente. Muito bom. É, eu queria só pontuar algo que o que o Nei trouxe, que eu acho que é importante, né, da parte mais básica assim, que é algo que você também trouxe, Rúber, que é de entender para aquela pessoa o que que faz sentido para ela. Então assim, eu conheço muita gente que gostaria muito de correr, mas não consegue porque tem um desvio de septo e não e uma das narinas não passa ar, por exemplo, então tem uma dificuldade muito grande para conseguir respirar, perde o fôlego muito fácil. Então o o a corrida em si, por conta da frequência cardíaca que ela vai te proporcionar muito aumentada, a pessoa não se sente confortável e ela busca um outro tipo de exercício que vai fazer sentido. Então acho que foi a Luciana que mandou mensagem pra gente, né? Então é de entender se essa questão da respiração dela, como é que isso funciona, não só para ela, mas para as outras pessoas também que sentem essa dificuldade de fôlego, né? Além de tudo que o Nei explicou, que é que é muito importante você entender o processo, né, de saber respirar corretamente, vamos dizer assim, que é o que a gente já faz normalmente, mas é de trazer principalmente para cuidar esse aspecto um pouco mais consciente da respiração, porque muitas vezes a gente tá correndo, a gente tá prestando atenção no quê? No que tá ao nosso redor, no nosso cansaço, no batimento cardíaco ou na mensagem que chegou no celular ou no meu pace, né? Então, tipo, tô correndo tão rápido quanto eu deveria ou não. E a gente às vezes esquece, entre aspas, de respirar. É, e aí é nesses momentos que vem aquela dorzinha de respiração do lado ou que você começa a ficar mais ofegante e aí você tem que voltar a sua atenção pro aspecto mais básico possível da existência humana que é a respiração. Sem sem respirar a gente não vive, né? Então é de lembrar de puxar o ar pelo nariz, soltar pela boca e entender se para você que já tem uma dificuldade para respirar por conta de uma questão fisiológica, um desvio de sépto, um um um uma cirurgia, né, de de nariz que você acabou tendo que fazer ou até mesmo alguma questão eh pessoal sua de laringe, de faringe, enfim, alguma dificuldade, se a pessoa é fumante ou não, isso também influencia muito na questão do fôlego, né? Enfim, então acho que de entender como é que é isso para você e de fazer as as adaptações necessárias com profissionais qualificados, né? Então não é só sair correndo e perder o fôlego e esperar tipo ficar roxo para tipo voltar. Eu acho que é entendendo, né? Pode falar só para completar, eh, às vezes o pessoal quer só sair correndo. Aham. Às vezes dá essa dor de lado, dor de lado aqui no barrí. Então, mas é, às vezes pode ser a falta do aquecimento, de você começar a iniciar seu corpo, mostrar mesmo para ele, ó, vou começar aqui, vou te aquecer para poder sair correndo. Uma um skipping os movimentos técnicos de corrida, pode ser um alongamento, já começar a esquentar seu corpo para mostrar para ele que você vai iniciar a atividade física. E aí, automaticamente a sua coordenação de respiração, ela já vai, sabe, automático mesmo, já começa a sentir seu corpo, as alterações fisiológicas, que é a frequência cardíaca, que é a hiperventilação, né, sua temperatura do corpo, essas alterações ela já faz, eh, é normal. Então, aquece para depois começar sua corrida. começa caminhando, né? Começa trotinho leve, então tem que fazer um aquecimento para não sentir essa falta de ar e sentir essa dor de lado que a gente geralmente sente. Muito e é chatinha essa dor de lado, né? Vamos lá. 8:54. Pode colocar mais uma na tela, produção, por favor. Vamos ver quem tá conosco. Paula Ribeiro, Mansões Santo Antônio. Todo mundo fala dessa tal euforia e do barato maravilhoso de correr. Eu só sinto cansaço e suor mesmo. Boa, Paula. Quanto tempo demora pro cérebro liberar essa sensação boa na rua? Ai, ai, ai. Vamos lá. Boa pergunta. Boa pergunta. Eu acho que como a gente tava falando aqui, né, muito acho que a ideia que respondendo a Paula, mas para todo mundo que se identifica com essa pergunta dela também, é de entender se a corrida é o exercício físico com a qual ela mais se identifica, com a qual ela mais sente vontade de fazer, né? Porque muitas vezes essa euforia, né, essa exposição grande das redes sociais e da mídia em cima da corrida, faz com que a gente também queira tentar experimentar. Isso é ótimo. Acho que é importante a gente buscar eh novos novas formas de exercício, novas atividades, né? Encaixar isso na na nossa rotina que é tão corrida hoje em dia. Eh, rotina corrida, não corrida, né? Assim. Ã, mas acho que aqui é entender ã se de repente a corrida realmente é algo que te traz essa sensação de prazer, né? Porque não é só a parte da liberação hormonal, né? mas também a sensação de pertencimento, de identificação, até mesmo do espaço, do ambiente que você tem para correr ou se você tem tempo na sua rotina para encaixar, que muitas vezes a gente sabe que é isso, né? Às vezes a gente tem 5 minutos, mas 5 minutos é necess é possível fazer uma corrida, a gente precisa de 30 minutos, a gente tem uma hora, vai ser de manhã, vai ser à noite, quais são os possíveis riscos e as condições para isso, né? Então acho que essa parte também é fundamental, né? Não só a euforia, né? aquela parte de você ver que tá acontecendo e querer fazer, querer se sentir parte também, porque sei lá, as pessoas do seu bairro, as pessoas que trabalham com você ou a rede social tá te enchendo com essa informação, tá, né, jogando tudo isso para você, entender se de repente é a corrida mesmo ou se de repente é outro tipo de exercício. Às vezes é uma corrida na esteira, às vezes é um é uma é uma bike, é um funcional, é uma trilha ou é um esporte mais tradicional, como tênis, um futebol, um vôlei e assim por diante, né? Então, acho que essa é a parte mais importante. E se de repente a corrida realmente for esse lugar, dá um tempinho, né? Vamos esperar um tempo. Quanto tempo, Álvaro? Um, do tr meses varia de pessoa para pessoa, né? Então, acho que é entender o processo para você. E a gente fica na busca da sensação boa que todo mundo fala, né? Que que tem na corrida, né? Dopamina, né? É a dopamina, né? Mas ela vem, gente, ela vem se não na corrida, em algum outro tipo de exercício, mas ela vai vir. É, a gente tem que ir testando, na verdade, né? Vamos lá. Testa a corrida. três meses não deu aquela sensação boa, vai fazer uma musculação, não deu, vai jogar um futebol, não deu, vai jogar um vôlei, uma hora vai dar certo. Alguma coisa você vai achar. Só não fique sem fazer atividade física. Só não fique, né? Uhum. Precisamos a suspeito em falar movimento, né? A vida é movimento, a gente precisa estar em movimento, né? Não só movimento físico, né? Mas movimento de mente também, né? Que tá tudo associado, né? Exatamente. Vamos lá. 8:57. Mais uma pergunta pra gente, produção, por favor. Produção, tá separando as perguntas ali. Claro que não, a gente não vai conseguir atender todo mundo, mas a gente agradece já você que tá aí mandando sua pergunta, tá? O Marcos Paulo do Taquaral. Vejo muita gente correndo com cintos cheios de garrafinhas de água. Para treinos curtos de meia hora, a gente realmente precisa levar água ou dá para hidratar só depois? A galera tem aquela aquele cinturão que coloca as garrafinhas. Você sabe que eu acho interessante aquelas garrafinhas dos ciclistas, né? Não é uma garrafinha, é uma mochila. Eles colocam nas costas, tem um caninho aqui assim você para você se hidratar. Agora a hidratação, eh, como o Marcos tá perguntando aí, meia hora de treino precisa tomar muita água ou pode tomar só depois? Corro, corro meia hora sem tomar água e depois eu tomo aí uns 2 L de água de uma vez. Excelente pergunta do Marcos. Eh, acredito que assim vai muito da pessoa. Uhum. Eu hoje não preciso de eh não sinto vontade de tomar água em uma corrida de 30 minutos. Uhum. Mas pode ser que pro Marcos eh seja necessário, né? E e tá tudo bem. Isso vai muito da pessoa. Eh, mas a a hidratação ela é muito importante. A pode causar câra a falta de hidratação, pode causar às vezes, tipo, você fica meio aéreo, dor de cabeça. Então, se é necessário, você sentiu que tá muito, muita sede, a água ela vai entrar aí como um importante, como se fosse um suplemento mesmo, ainda mais, tipo, em prova de corrida, quando você dá seu melhor ali, então a água ela vai ser importante, mas vai muito de pessoa para pessoa. Eu não sinto tanta necessidade de você. É, então eu acho que isso também varia muito da até mesmo das condições climáticas, né? Porque, por exemplo, você vai correr num dia que já tá uma umidade do ar um pouco maior, um dia que não tá tanto sol, você não vai suar tanto, então você não vai perder tanta água, então sua necessidade de repor essa água pela hidratação vai ser um pouco menor. Agora, se você for sair para correr meio-dia, 35º, aí primeiro não é recomendado, né? Não corra meio-dia aos 35º no sol. H, e aí vai ser necessária a a hidratação. Mas acho que, como Nei falou, acho que o mais importante é entender o que pro Marcos, né, faz sentido, né? Então assim, se ele é uma pessoa que vai ter uma sudorese muito grande ou não, eh a questão, né, do horário, do dia e aonde ele ele corre. Então isso tudo varia de pessoa para pessoa. Então o ideal é investigar ali o que faz sentido para ele e aí fazer os testes, né? Tem gente que gosta de correr em jejum, por exemplo. Tem gente que prefere comer, mas come algo leve. Tem gente que prefere, por exemplo, fazer uso de um uma suplementação antes da corrida para depois seguir e enfim. Então, acho que é entender o que pro Marcos faz sentido, né? Então o que funciona para ele e que necessariamente não vai funcionar para mim, não vai funcionar pro Nei, nem para você, né, Rúbia? Então acho que é isso aí a parte da comparação que a gente falou que ela pode ser perigosa. Então pô, eu tô vendo ali o pessoal correndo com um cinto cheio de garrafinha de água, então eu também preciso disso para correr. Não necessariamente, né? Enfim, não. Às vezes o cara tá fazendo um treino longo ali de 15, 20, 25 km, né? Precisa de uma suplementação. Ex. É a próprio metabolismo, né? Então pessoas com metabolismo mais acelerado vão suar mais. Isso vai fazer com que você precise reidratar, seja com isotônico, com água, né, que é o é o básico, bem feito, né? E tem gente que não, tem gente que vai correr ali 30 minutos, não vai sentir essa necessidade ou nem essa vontade, às vezes não vai nem precisar, né? Então acho que entendeu o que funciona pro Marcos. Muito bem. 9 horas a última pergunta do programa de hoje. Nosso bate-papo tá bem legal. A gente tá falando de corrida. Começamos falar da gurmetização da corrida. Sim, está gormetizada, mas também a gente tem que falar e quão bom é, né, a prática do esporte, gente. E e a corrida não é só a corrida, né? Tem tem todo um um aconchego, o lado quentinho assim que você corre, você se identifica, tem pessoas junto. Então é é isso, né? Gourmetizaram? Sim, gurmatizaram. Bora correr. É isso. A Sônia R é a Sônia Ribeiro do Chapadão. Dizem que correr, olha aí, ó. Dizem que correr limpamente e traz paz. Além de aliviar o estress, quais os réis benefícios da prática para nossa saúde mental, nosso psicólogo? Vamos. Ótima pergunta. Ótima pergunta. Então, além desse alívio do stress, né, acho que tem essa essa questão da gente conseguir eh tá focando, né, a nossa atenção, né, em outros aspectos diferentes da nossa rotina do dia a dia. E acho que isso também é muito importante, como a gente falou, né, as nossos nossas motivações, nossos objetivos com a prática de exercício físico, muitas vezes elas são diferentes com as nossas motivações em outros aspectos da vida, né, nosso trabalho, com a nossa família, com outros tipos de cuidado. Então acho que além do benefício desse, né, fazer dissipar o stress, vamos colocar dessa forma, eu acho que é também promover ali aspectos de saúde mental, como sensação de relaxamento, sensação de leveza e assim por diante, né? E acho que esse, vou botar entre aspas, fugir dos problemas do cotidiano também entra mais ou menos nesse aspecto. Então é o momento do dia ou alguns momentos na sua semana onde você não vai precisar est preocupado com os horários ou com as coisas que você precisa fazer, os prazos que você precisa entregar, os relatórios ou enfim, as suas situações de trabalho ou de casa, né? Então é um lugar para você focar em você, naquilo que você gosta, naquilo que você sente prazer em fazer e isso já vai trazer todas essas esses benefícios do ponto de vista psicológico. Agora eu acho que uma complementação para pergunta importante é: isso é suficiente para trazer essa de bem-estar paraa nossa vida? Talvez não, talvez seja necessário outros tipos, não só acompanhamento psicológico, por exemplo, mas buscar outras atividades ao longo da nossa rotina, do nosso dia a dia, para promover esses espaços de relaxamento, de descanso, pra gente poder dar conta dos afazeres mais com mais responsabilidade ou os mais difíceis, né? Trabalho, família, casa e assim por diante, né? Muito bem, gente. Só para compartilhar um mem rapidinho, a gente fala, né, da, ah, vou começar a correr para melhorar minha ansiedade. Chega no dia anterior da prova, não dorme, não come. Você não come direito, não dorme direito, chega no outro dia já tá ansiedade assim, milão. Ano, mas uma ansiedade boa, né? Ansiedade boa. Tem o estress bom, o stress ruim. A gente precisa aprender com isso também, a diferenciar. Tem ansiedade boa, ansiedade ruim, né? E e de repente a corrida traz assim uma ansiedade, mas aquela ansiedade gostosa, né, que aquele friozinho na barriga, né, de fazer algo pela primeira vez, algo que é importante para você. Eu costumo falar que aquele friozinho na baia que a gente sente é algo sempre bom, porque significa que a gente vai realizar uma atividade que é importante pra gente, né? E aí, é claro, importante você saber lidar com essa ansiedade. Se ela extrapolar, chegar num limite ali um pouco mais alto, aí já começa a ficar um pouco mais, fica ruim, né? Enfim, então é saber lidar, mas o fris da barriga faz a gente sair de casa. É, eu sinto frio na barriga todo dia antes de começar o programa, gente, é uma loucura, é ansiedade. Mas depois tô aqui, ó, batendo papo. Vai embora, né? Tava tremendo até agora. Aí já passou. Se a gente fizesse o programa correndo, talvez algumas coisas seriam diferentes. Então, verdade. Agora, pra gente fechar, como corre, porque qual que é o movimento? Tem gente que fala: "Poxa, eu tenho que aprender a corrir." Existe mesmo? A gente precisa aprender a correr ou é só sair saltando, correndo assim? Como você abriu o programa falando sobre a corrida que a gente vem vem lá do dos nossos antepassados? Ah, é algo natural, algo natural. Todo mundo eh para começar a correr começa ainda ali engatinhando, ajoelhado, começa andando devagar. A corrida é algo natural nosso. Então, claro que tem a biomecânica perfeita dos dos, né, lá da os jamaicanos, pessoal que corre muito. Ah, tem, mas assim, cada um tem a sua limitação, a sua eh a sua a questão articular, a sua condição. Exatamente. Eh, claro, tem as as correções, como eu falei um pouco ali atrás, eh, sobre o skipping, esses movimentos de preparação, eles já fazem com que você corrija a sua postura, já fazem com que você coordene o seu corpo para começar a correr. Eh, e esses movimentos eles são muito importantes, porque quanto mais você fizer, mais você vai evoluindo, mais a sua técnica, a sua biomecânica do movimento vai vai melhorando. É, quanto mais você fizer, mais você evolui a parte técnica e aí você coloca tudo é em prática, né? Os keeping, os movimentos específicos da corrida, né? Por isso que aí entra nosso o nosso trabalho, né? Buscar um profissional para você aprender. É, tem claro a forma de você pisar que às vezes dá uma dor no joelho, a forma que você pisa errado e dá uma forma, uma dor no quadril, uma inflamação no joelho que eu como eu tive no início, né? Buscando o profissional. Ex orientar muito bastante. É, e acho que só para, né, salientar que mais importante é entender o que funciona para você, né? Porque cada corpo vai ter suas condições específicas, né? Então vai ter uma pessoa que um determinado tipo de pisada vai influenciar em questão de dor ou de velocidade de movimento, vai ter para outras pessoas que um tênis específico vai ser melhor e pro outro não. Então é entender o que funciona para você nas suas condições de corpo, então pro seu corpo, para pro seu aspecto fisiológico, né? E claro, um profissional é sempre recomendado para justamente poder fazer esse tipo de avaliação o mais fidedigna possível e conseguir te dar esse te auxiliar neste processo de desenvolvimento, né? Excelente. Eu perguntando como corre aqui, né? Tem o aquecimento. Daí eu lembrei do meme, né? Os atletas se aquecendo de uma forma e vem gente que quer correr hoje, acha que é o bichão, já faz tudo errado, cara. Olha, eu vou te contar, viu? já sai correndo de qualquer jeito, mas o importante é a gente manter o movimento, estar em movimento, né? Começa devagar, mas começa e de repente se a corrida eh não faz sentido para você, você vai encontrar algum esporte que faça sentido para você. Isso é indicado por médicos pra gente poder ter melhor qualidade de vida e melhorar a nossa saúde. A gente agradece a participação dos nossos convidados. Muito obrigada, viu, pela sua participação, pela entrega, considerações finais. Eu que agradeço, um prazer estar aqui. Prazer compartilhar com você, Álvaro, também. Eh, e tudo certo. Muito obrigado. Bora correr, né? Bora correr. Vamos que lá. Álvaro, obrigada, viu, pela sua participação, pela orientação psicológica que você trouxe pra gente aqui referente essa questão da corrida, da gometização. Acho que super valeu. Obrigada. Imagina. Eu que agradeço o convite, espero que a gente tenha conseguido trazer informações importantes, né, pros nossos telespectadores e agradeço muito o convite e a oportun oportunidade de estar aqui. Então, muito obrigado e é isso. Vamos correr mais ainda, vamos nos movimentar, buscar fazer exercício e trazer qualidade de vida pra gente. Excelente. E assim a gente encerra o nosso programa de hoje, agradecendo a você pela sua audiência e pela sua companhia, aos nossos convidados também. Lembrando que amanhã tem estúdio Câmara ao vivo a partir das 8 da manhã e amanhã a gente fala de um tema que muita gente acha comum, mas que pode esconder aí um problema muito sério. Guardar coisas. Uhum. Quem nunca, né? Você já guardou uma coisa aí? Você dá uma olhadinha aí se tem alguma coisa guardada que faz uns dois tr anos que você nem mexe. Um pote, um papel, um objeto, um dia vai servir, né? Mas e quando esse objeto começa a ocupar o o o lugar de pessoas, né? Quando jogar fora causa um sofrimento, um sofrimento físico, tô dizendo. Então, amanhã a gente vai entender o que é o transtorno da acumulação. É uma condição que vai muito além da desorganização e que pode isolar famílias, gerar riscos de incêndio, tá? E trazer impactos direto à saúde física e mental. a gente vai eh entender o limite entre o hábito e a doença, porque algumas pessoas criam um vínculo tão profundo com objetos, né, que não conseguem desfazer. E quais são os caminhos possíveis de tratamento? Não é preguiça, não é desleixo, pode ser uma questão de saúde e a gente vai entender sobre essa questão aí de acumular coisas. Aproveita hoje, dá uma olhadinha aí que tá acumulando, que não faz sentido para você, ó, bota para fora, tá bom? Um abraço grande, fique muito bem. Eh, o Câmara Notícia ao meio-dia para você com informações do que aconteceu ontem na reunião ordinária e a Iria tá chegando aí com informações da central IA, tá certo? Beijo grande, fique bem, movimento. Bora correr até amanhã. Ciao
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