TV Câmara Campinas
TV Câmara
Campinas
Estúdio Câmara | Comportamento e conflitos nas academias modernas
Em destaque · HD Vídeo · ESTÚDIO CÂMARA

Estúdio Câmara | Comportamento e conflitos nas academias modernas

22 views Publicado 05/05/2026 HD · 1:00:51
Resumo editorial

O Estúdio Câmara desta terça-feira coloca em pauta um tema que tem dominado as redes sociais e o cotidiano das academias em Campinas, o comportamento dos frequentadores em um ambiente que mudou bastante depois da pandemia. O programa recebe uma personal trainer e uma psicóloga esportiva para discutir a etiqueta que se perdeu, com cenas que viralizaram nas plataformas digitais como uso de tripés para gravações, ocupação prolongada de aparelhos, gemidos excessivos durante levantamento de peso, pesos não devolvidos ao lugar correto e roupas que geraram debate. A conversa percorre o impacto desses conflitos na rotina de quem treina por saúde e bem-estar, a importância da empatia entre alunos, o papel da gestão da academia em estabelecer regras claras e como a exposição constante nas redes mudou a relação das pessoas com o próprio corpo. Um bate-papo sobre convivência, ego e saúde mental no ambiente fitness.

Descrição do vídeo

💪 Estúdio Câmara discute etiqueta e conflitos nas academias modernas de Campinas! 📱 Programa ao vivo 5/5/2026 debate mudanças pós-pandemia: academias lotadas, trips filmando, roupas ousadas, gemidos, pesos não guardados e falta de higiene. Convidadas Dani Cesco (personal trainer) e Karina Saraiva (psicóloga esportiva PUC 2005) analisam empatia, egocentrismo e narcisismo. 🔥 Principais polêmicas: Filmagens e trips: Espaço invadido, ninguém passa na frente. Dani: "Linha tênue entre uso comum e loucura; fones isolam, ninguém revesa." Roupas e sexualização: Looks apertados, sem roupa íntima, cor da pele. Karina: "Respeito essencial, tem crianças; gera medo e comparação." Gritos e gemidos: Narcisismo para atrair olhares. Dani: "Expressão excessiva incomoda; senhoras cercaram gemendo e ele sumiu." Pesos e higiene: Não desmontar, não limpar lcool. Karina: "Educação básica; pandemia ensinou, agora esquecem doenas." Revesar aparelhos: Egoísmo domina; lives ocupam leg press. 🧠 Psicologia por trás: Karina alerta perda coletividade, validação likes, isolamento fones. Dani: "Personal vira terapeuta; terapia essencial para acolher alunos estressados." Sugestões: Regras firmes, psicólogos academias, adaptações pesos livres lotação. 📢 Perguntas público: Fernanda Lima: Pavor fundo vídeos; Karina: "Direito imagem, comunique assertivo." Renato Barros: Interromper live leg press? Dani: "Pede, mas não sai; fluxo atrapalha." Roberto Castelo: Intimidação bombados; Karina: "Autoconhecimento, ignore comparações." Rodrigo Santos: Adaptar treino cheio; Dani: "Pesos livres professor orienta." Programa alerta: Academia saúde física/mental, mas exige empatia respeito. Dani: "Organizado flui melhor." Karina: "Empatia gritante ausente." Compartilhe experiência curta 👍 inscreva-se 🔔 debates cotidianos! 📲 Acompanhe a TV Câmara Campinas nas redes sociais: 📸 Instagram: https://www.instagram.com/tvcamaracampinas 🎵 TikTok: https://www.tiktok.com/@tvcamaracampinas 📘 Facebook: https://www.facebook.com/tvcamaracampinas 🎙️ Spotify: https://creators.spotify.com/pod/show/tvcamaracampinas Continue assistindo conteúdos incríveis em nossas playlists: 📺 YouTube: https://www.youtube.com/@tvcamaracampinas

Transcrição completa do vídeo

54 mil caracteres · transcrição automática

Transcrição automática gerada por IA. Pode conter pequenas imprecisões e ainda não passou por revisão humana. Use Ctrl+F para buscar termos dentro do texto.

Olá, [música] muito bom dia para você que tá aí ligadinho. né, na TV Câmara Campinas. Que bom saber que você tá aí do outro lado. Estúdio Câmara ao vivo, começando hoje, terça-feira, dia 5 de maio. Olha, gente, vamos falar de um tema hoje bem interessante. Então, se eu fosse você já compartilhava, porque nós estamos ao vivo no YouTube também. [música] Compartilha com seus amigos, porque a gente vai falar de academia, mas a gente vai ali a academia com comportamento, né? [música] É um espaço, academia é um espaço que deveria ser de saúde, de [música] bem-estar, de equilíbrio, mas tem gerado debate nas redes sociais e também fora delas. A academia mudou, mas mudou muito. Ficou mais cheia, [música] mais conectada, mais exposta. E junto com isso vieram também os novos comportamentos, conflitos e até situações consideradas desrespeitosas. [música] Gente que não revesa aparelho, uso de tripé e gravações por todos os lados, discussões por causa de roupa, barulhos excessivos [música] e até uma disputa por espaço. Afinal, a academia ficou um ambiente tóxico ou estamos aprendendo a conviver em um novo cenário? E aí, conta pra gente, você aí de casa, você frequenta a academia? Qual que é a sua avaliação no comportamento da galera que frequenta a mesma academia que você? Já passou na frente de alguém filmando e levou uma chamada de atenção? Ou então você está fazendo um treino lá e de repente você escuta um barulho, tem alguém passando mal, você olha para trás, é simplesmente alguém levantando um peso. Que que tá acontecendo? Conta pra gente a sua experiência na academia. Vamos lá. 19978293776. Gente, nós temos aqui as nossas convidadas. Daqui a pouquinho a gente começa [música] a nossa entrevista, o nosso bate-papo de hoje. E a conversa é bem interessante, é o comportamento nas academias. Será que tem etiqueta, né? Ou será que a educação ela tá em casa na gaveta? A gente vai falar sobre isso. Mas enquanto você vai mandando a sua mensagem, vamos atualizando algumas informações para você. E olha só, se você está com dívida ou precisa de orientação sobre seus direitos como consumidor, fica atento essa oportunidade. O Procon Campinas participa neste sábado, dia 9, do circuito itinerante da #dapar resolver da Defensoria Pública do Estado de São Paulo. O atendimento será a das 9 da manhã até à 1 da tarde no Largo do Rosário. Vai ter orientação gratuita a consumidores e negociação de dívidas. A equipe prestará esclarecimentos sobre cobranças, renegociação de débitos e outros temas de consumo, além de distribuir material educativo. O evento faz parte das comemorações dos 20 anos da Defensoria e reúne também CDHU, CPFL e Congás. Os atendimentos exigem pré-inscrição pelo site da da Defensoria com expectativa de até 100 participantes, tá certo? Então acesse lá e se você está precisando de um atendimento do Procom, fique à vontade para participar. Mais informação chegando. A Lei do refiz do ISS foi publicada no Diário Oficial de ontem, segunda-feira. O programa começa hoje e segue até o dia 4 de julho com adesão exclusivamente pela internet. Essa iniciativa oferece 100% de desconto em juros e multas para pagamento à vista quando é [música] parcelado. Beneficiado, prestadores de serviços com débitos eh podem participar. Esses débitos são os débitos que você tem aí junto à prefeitura, tá? Podem ser eh negociados débitos vencidos, inscritos ou não, em dívida [música] ativa, em cobrança administrativa ou judicial, além de parcelamentos anteriores, inclusive recindidos. Para efeito de cálculo dos repasses futuros, as parcelas devem ser quitadas até dezembro deste ano. [música] A negociação deve ser feita pelo ambiente exclusivo no site da prefeitura, permitindo que o contribuinte regularize a sua situação sem sair de casa, tá bom? Então, a publicação foi ontem no Diário Oficial. Se você quiser eh dar uma olhadinha lá, acesso o Diário Oficial da Prefeitura de Campinas e aí entra no site, faz a sua renegociação. Tem descontos bem especiais aí que dá para você quitar as suas dívidas, tá bom? Previsão do tempo para hoje. Vamos lá. [música] Sol e aumento de nuvens, pancadas de chuva hoje à tarde. É isso mesmo. Olha só. Eh, mínima 16, máxima 28º. Lembrando que a gente tá aí no outono, né? Outono brasileiro. Daqui a pouquinho chegando o inverno e nós temos essa oscilação de temperatura. Então bora hidratar. Tenhamos todos um ótimo dia e vamos falar do comportamento na academia. Você já foi pra academia hoje? Ah, vai mais tarde? Então, importante, né, a gente conversar sobre isso. A lógica da performance digital passou a conviver com a rotina de quem busca apenas treinar e isso tem criado atritos no dia a dia. Entre os pontos mais citados, gente, estão uso constante de câmeras e tripés. Uhum. Aí ninguém pode passar na frente, né? Então o espaço é só seu. Roupas e estilos considerados excessivos por alguns. Antes as pessoas treinavam, sabe aquele shortinho que tá lá mais velhinha, aquela camisetinha surrada, né? Então, na minha época, quando eu ia pra academia, quando era jovem, a gente treinava assim. Hoje não, tem uma moda super mega master para você ir treinar. Então, tem alguns estilos considerados excessivos. Gritos, ô gente, e gemidos durante o treino. O que que tá acontecendo? Se você não aguenta o peso, larga o peso, diminui o peso. Tem que sofrer assim, será? E o uso de celular e música? Hum, tem gente que usa fone, mas tem gente que não usa fone e acha que a música dele tem que ser ouvida pelas outras pessoas que estão frequentando o lugar. E não revesar aparelhos. Hum. E treinar sem cuidado com a higiene até a vestimenta adequada. Tem mulheres que não usam roupa íntima para treinar, será? E a falta de desinfecção dos equipamentos após o uso, isso é responsabilidade sua ou da academia? Bom, gente, em resposta a esse cenário, muitas academias têm reforçado regras internas de convivência, tentando equilibrar liberdade individual, segurança, privacidade e respeito ao espaço coletivo. É justamente sobre esse novo comportamento dentro das academias, impactos sociais, psicológicos que a gente conversa hoje. Então, damos as boas-vindas pra psicóloga esportiva Karina Saraiva. Seja muito bem-vinda. Obrigada pela sua presença. Bom dia. Ob. Oi. Oi pessoal, tudo bem? Sou a Karina, sou psicóportiva, me formei na PUC em 2005. Tô nesse nessa área da psicologia do esporte desde 2014. Venho trabalhado bastante comportamento humano dentro do esporte, dentro de academia. Fiz um trabalho já sobre isso, sobre o comportamento dentro da academia. Então, tô muito à vontade para falar sobre o tema e é um tema muito importante que eu tô há anos tentando falar e parece que não dá abertura. Então, muito obrigado a vocês porque é um assunto muito importante, muito importante mesmo. Gente, a gente agradece a sua presença e que bom que você vai compartilhar a sua expertise e a sua experiência conosco pra gente poder tentar entender o que que tá acontecendo e para completar o nosso time de hoje. Claro que a gente tinha que trazer uma personal trainer. É. Seja muito bem-vinda. Obrigada pela sua presença. Dan. Obrigada a vocês, gente. Bom dia a todos. Bom, esse é um tema aí que tá no hype, tá todo mundo comentando, tem até as máximas, né? Quer o pré-treino, põe um lookquinho novo. Então são coisas bem recentes aí dentro da academia. Até mesmo a questão de socialização dentro do ambiente mudou muito com o uso dos fones de ouvido e das gravações. Então é um tema que dá pra gente explanar muito. Aí vamos ouvir a opinião de vocês e a gente vai colocar a nossa também para acrescentar. Bora que bora então falar desse comportamento da academia, né? Bom, a academia virou cenário de conteúdo, né? A gente sabe disso, tripé, celular, vídeo, fazem parte da rotina. Mas até que ponto isso é saudável? E quando eh passa a invadir o espaço do outro, né? Qual que é o espaço do outro? Então, Dani, eh, como profissional na área, como é que você enxerga essa mudança na rotina da academia com tanta gente gravando treino e ocupando espaço? Porque a pessoa precisa, ela vai gravar, ela vai ter que gravar com a distância dela e aí alguém vai ter, vai passar ali. E a gente já viu vídeos na internet de pessoas brigando com outro que estava passando porque tá atrapalhando o vídeo. Como é que fica eh a divisão desse espaço da academia? Gente, ó, no dia a dia é uma linha bem tênue assim entre o uso comum e a loucura mesmo. Então, você tem uma pessoa que tá focada em treinar, muitas vezes não tem o tempo ali, já tem criança em casa, uma rotina, já vai entrar pro trabalho, a pessoa tá só querendo acelerar. Então, vou no meu treino e vou terminar. E também tem essa demanda de quem tá criando conteúdo, quem tá gravando e aí fica aquela coisa na sala, né? a pessoa quer usar o equipamento e o outro tá esperando. Então hoje o que a gente vê é que um não se importa muito com a demanda do outro. Então eu tô gravando, aí é problema seu ficar por aí e esperar eu terminar meu filme para ir você treinar. Antes a gente revesava mais o aparelho. Pergunta: "Quer revesar comigo? Fica bom para você". a gente não vê mais isso. E o uso dos fones piorou, porque você bota o fone, aí o coleguinha tá aqui, você finge que o coleguinha não existe e continua lá gravando e no fone como se o equipamento fosse seu. E na verdade a academia ela é um espaço privado, então você paga para usar aquele espaço e compartilhar ele com mais pessoas. Tem alguns modelos que não, que são mais VIPs. Aí você tem um ticket médio mais alto. A gente tá falando de uma mensalidade de R00 a R$ 3.000. E aí você tem um espaço realmente exclusivo com agendamento, um outro tipo de atendimento. Mas no nossos comum, Sim. Uhum. Ainda mais agora com os aplicativos que você pode usar em qualquer lugar, você não é fixo daquela academia, as pessoas giram muito dentro das salas de musculação e às vezes a gente esquece de olhar pro nosso coleguinha que também precisa usar aquele espaço. Poxa vida, né? Que coisa. Eu fico pensando assim, eh eh imagina um espaço que tá lá, vamos ver, 50 pessoas, né? É um espaço grande, 50 pessoas e dessas 50 pessoas 30 estão gravando. Você já pensou? Gente, não tem como. Aí a gente vai pro lado psicológico. Por favor, preciso [risadas] de uma psicóloga porque a gente precisa entender o que que leva essa necessidade de gravar, de expor, de validação. E qual a sua avaliação a esse ponto que chegamos nas academias? É, vamos lá. Primeiro que perdemos o senso de coletividade, né? Para mim acho que é o é o principal. Perdemos o senso do limite, né, como você falou, onde que começa o meu, termina o do outro. E realmente essa questão de não se importar com o outro, então a falta da palavra que a gente sempre fala, empatia, sim, dentro da academia é gritante. É gritante. Então, primeira coisa, a falta de coletividade. Da onde veio isso? Eu acho que também dessa parte de um egoísmo, um egocentrismo também muito grande, né? Então as pessoas buscam hoje na academia eh diz que é terapêutico, né? Psicoterapêutico na academia, né? E então tá buscando no lugar errado. Tem que terapia, psicoterapia, tá? Então, tá buscando ali a validação, como você falou, no local de exercício físico ali, não só dentro também ali da academia, mas em outros locais, tá? Então, eh, eu vejo muito essa questão do egocentrismo, validação, sim, que os dos likes, né, tudo para um like, né, mas ao mesmo tempo eu vejo que eh isso tá gerando medo. Se eu vejo um tripé, eu nem passo perto. Olha isso. Uhum. Eu como quando na academia nem porque eu sei que ali vai ter uma pessoa que possa vir a ser agressiva comigo. Uhum. Então essa questão do egocentrismo para mim e do egoísmo juntamente, eh, eu tenho medo. [risadas] Eu tenho medo dentro da academia, eu tenho medo, né? Não sinto segura nesse ambiente. Poxa, a vida pode completar, né? Só emendando aí com você, eu achei que pós pandemia a gente teria uma postura muito mais inclusiva. Então assim, eu fiquei tanto tempo isolada e agora eu tenho oportunidade de estar ali com mais alguém, então eu vou aproveitar esse momento. E a gente viu totalmente a inversão, as pessoas se conectaram muito mais, então elas têm essa necessidade de gravar, de postar, de tá ali interagindo com alguém que muitas vezes elas nem conhecem. E aí quem tá ali pertinho acaba perdendo completamente o contato. Antes você ia na academia, você sabia o nome da recepcionista, do professor, você falava: "Oi, bom dia, tudo bem? Hoje você chega, faz teu chequin, entrou, você não olha para ninguém. E muitas vezes eu já peguei situações de alguém passar mal na sala, a pessoa passou mal, eu não vou parar meu treino para te atender, problema seu, eu continuo e tá tudo OK. Então assim, a questão de tá tão individualizada hoje tá muito gritante e a gente esperava uma outra postura pós pandemia que a gente ficou em casa, a gente não podia ir na academia, não convivia com ninguém, agora a gente pode conviver, só que ao mesmo tempo a gente se desconectou das pessoas e se conectou nas nossas redes e tá seguindo assim no piloto automático de novo. Não quer conviver, né? É, é porque é um ambiente que daria para ter uma convivência maravilhosa, né? Se de repente a gente estivesse no aqui no agora, porque quem está na academia na verdade tá lá, mas eh tá buscando, não tá aproveitando ali o ambiente que eu digo de de convivência mesmo, né? Tá sozinho, tá isolado. Agora tem, a gente vai tentar abordar alguns pontos que geram discussão, porque são muitos, né? São muitos. Então, vamos lá. A gente falou das imagens, das filmagens, um set de filmagem, né? Um lugar cinematográfico. Agora, outro ponto que gera discussão é a vestimenta. Gente, o que que é isso? Enquanto algumas pessoas defendem liberdade, top, outros falam em excesso e falta de respeito. E aí entra um problema maior, o julgamento do corpo alheio, né? Então vamos lá, Dani, existe algum tipo de orientação técnica ou uma regra prática sobre investimento adequada dentro da academia? Qual que é a avaliação que você faz de tudo isso que a gente tem visto, né, principalmente nas redes sociais que está ali para todo mundo ver. Bom, a gente sabe que a roupa, a roupa de treino, ela sim uma calça um pouco mais apertada, né? Uma blusa mais confortável, mais cavada. Estou falando principalmente paraas mulheres, mas homens também tenham esses probleminhas de vestimento aí. Só que tem gente que tá exagerando no aperto da bendita da calça, né? O que que tá acontecendo e qual que é a avaliação que você faz? Bom, a gente ainda continua usando 42 e quer pôr a calça 36. Ah, muito com as meninas, mas hoje o mercado mesmo do fitness, ele converge para isso, uma sexualização um pouco maior. Antes o foco era chegar a treinar alguns movimentos, a gente nem fazia às vezes eh com o bumbum, por exemplo, voltado pra academia, a gente virava pra parede e ali a gente fazia uma execução mais confortável, menos exposta. Hoje se tirou essa lacração, então você faz qualquer movimento em qualquer espaço, só que você não pode esquecer que tem outras pessoas utilizando o mesmo espaço que você. Então não é porque é bom para você que pro outro que tá do lado é confortável também. Então a gente não pode se esquecer desses pontos para que tenha uma boa convivência. E as roupas vão estar sempre no top aí as cor de pele, né, que a gente fica na dúvida se [risadas] a pessoa tá ou não tá. E aí você passa que a pessoa vai fazer o agachamento e olha e você volta e fala: "Será que eu vi, não vi, [risadas] foi isso mesmo? Tá tudo certo?" Então, hoje a gente tem todo esse leque que tá se abrindo. Eh, é um mercado gigante que se abre paraas vestimentas, suplementação, os espaços que você usa. E aí a gente tem essas novidades que chegam e a gente ainda tá se acostumando com tudo isso e aí vai do seu bom senso. Dividir o espaço com a outra pessoa, desde que não incomode ela. A gente não sente ainda que tem essa necessidade de pensar na outra pessoa. a gente ainda tá pensando muito em nós, mas eu acredito que são coisas que a gente vai adequando com o tempo. Então é uma uma onda do mercado que veio tá muito forte ainda, assim como a questão do físicotismo, hormônio, ainda tá muito no hype e eu acredito muito que futuramente a gente vai procurar um corpo mais funcional. Uhum. Então as as tendências vão mudando e a gente vai se adaptando. Mas nesse momento lookinho novo, alguma coisa sempre dá um debate, um comentário, porque às vezes a gente acaba invadindo mesmo o espaço do da outra pessoa que tá usando o mesmo eh espaço que você na academia ou equipamento. Então isso acaba pegando um pouco. Então é é legal assim, ó. É todo, eu acho que todo mundo que frequenta academia fala assim: "O, o Luquinho ele dá um up, né, incentivo para você ir treinar, ó. Top, legal comprar uma roupa para treinar, né? Só que a gente precisa tomar cuidado com a roupa que a gente usa na academia, não é? Não tem julgamento, gente, tá? Mas as roupas impactam a autoestima tanto sua quanto da outra pessoa que tá ali dividindo o mesmo espaço que você. Você concorda? Por favor, nossa psicóloga. Com certeza. eh comparação vai vir automaticamente, vai vir automaticamente, né? Você olhar aquela pessoa, você se olhar e na academia é eh um dos maiores dificuldades das pessoas fazerem exercício físico realmente é o corpo, né? Você olhar o corpo do outro, não se sentir capaz de estar naquele local, então você vai se comparar. Uhum. Né? E a questão também da roupa é o respeito, né? respeito com o outro, porque ali tem criança, tem adolescente, tem marido, mulher, senhor mais velho, tem um genteente, né? Então não é sobre o corpo da pessoa que está usando aquela roupa, mas o local que você tá, você tem que ter um respeito, né? A gente tá falando da mulher, mas também tem homens que também vão sem roupa, roupa íntima, né? Sem a parte íntima, né? Não é pouco, é muitos homens que fazem isso. Então a gente tá falando hoje sobre uma questão de de assédio, de, né, dessa coisa e daí, né, então a gente tá menos obrigado a ver também o homem nessas situações também, né? Então, para mim é o respeito. É o respeito. Tanto que se você for ver hoje tem academias que t mais regras. Uhum. Né? tem academias que com, né, religiosas também, que para ter esse para dar um novo ambiente para essas pessoas que não querem estar em contato com isso. Então, eu achei fenomenal essa essa ideia dessa academia, né, de comos mais religiosos que que vai respeitar e tudo bem, aquele ambiente eu me sinto segura, não deveria ser assim, é, né, academia para todos, independente quem seja, né, mas eu acho fenomenal. Então, respeito. Para mim, a palavra quando se fala de roupa é respeito. Tem pessoas ali, tem crianças, né? Hoje tem muita criança dentro da academia, né? Então é uma sexualização também muito grande com essas crianças também. É, a gente costuma tem aquele negócio, né? Ah, esse é eu posso ser o que eu quiser, posso vestir o que eu quiser, né? Só que a gente tem que ter ã o bom senso, o limite e também a tal da empatia, né? Porque, ô gente, colocar uma roupa não é julgamento, mas é assim, botar uma roupa da cor da pele ali que você engana o coleguinha e faz a gente levar um susto. Poxa vida, desse jeito aí também não, né, Dani? Gente, vocês até me desculpem que às vezes eu eu tô dando risada aqui, mas não é em desrespeito a nada que tá sendo falado. É que eu vou lembrando várias coisas [risadas] que acontecem no dia a dia, igual ela tava comentando aqui, ó, os meninos com a parte íntima, o que tem de menino que vai sem a cueca e usa aqueles shorts bem mole, aí depende, tá ali no agachamento, alguma coisa do tipo, você se segura porque assim, dá vontade de rir às vezes. Não falando mal, meninos, façam o que vocês acharem melhor, mas todo mundo tá vendo. Mesma coisa. Às vezes se você vai com a mama, amostra, né? Eh, esses shorts que as meninas usam mais soltinhos, às vezes também não tem ali calcinha, não tem mesmo, gente. E às vezes fica aparecendo, ó, vou fazer um relato aqui de uma aula. Eu tinha um casal fixo numa aula de alongamento. Essa aula era às 20 horas e eles vinham religiosamente. Até que um dia entrou uma menina com esses shorts mais abauladinho, mais larguinho e a gente foi fazer uma abertura de perna e não tinha nada embaixo e aí todo mundo viu. Poxa, ficou muito exposto e eles nunca mais voltaram. Então assim, são várias cenas que a gente vai acompanhando no dia a dia e aí entra nas questões, né? até que ponto realmente que eu posso ir que eu não tô incomodando outra pessoa, porque a academia ela não é um espaço meu, a não ser que a academia seja minha, eu tô na minha casa, eu tenho um espaço que eu treino, mas enquanto você tiver dentro de uma academia que é privada, tanto que você paga a mensalidade para utilizar, você tem que ficar atento às regras. Eu dou aula em um clube. Então o clube ele tem a parte da piscina e tem a parte da academia. Então, para já ficar muito claro pras pessoas, tá na entrada que é proibido treinar de sunga ou biquíni. Uhum. Porque como o ambiente já é propício, eles não deixam que aquilo se que aquilo entre na academia. Então, dentro da academia eles têm que estar paramentado com tênis, que é por questão de segurança. Aí eles têm que estar com uma vestimenta adequada. Então não dá para só colocar o tênis de biquíni ou cueca e já entrar e treinar. Então, em alguns lugares isso está muito claro e cada vez mais nos lugares que a gente frequenta, as regras estão lá. Não que alguém leia, que é uma outra questão, mas as regras de uso estão lá. E até em algumas academias a gente já observou que algumas pessoas foram banidas Uhum. ou mesmo expulsas por descumprirem as regras. Então, também é bom sempre estar observando aí para ver até onde que você pode ir. E outra, a partir do momento que você tem que botar uma regra, poxa, e colocar numa parede, já vê que tem história ali, né? Já tem que aconteceu coisas que não precisa, né? Não precisa, não precisaria ter que colocar, né, essas regras no num num papel ali, numa um pôster, o que for, né? Então já vê que já passou de um limite. É, quando passou de um limite, quando a gente fala em passar o limite, alguma coisa aconteceu. Vamos voltar um pouquinho porque antes a gente, antes de entrarmos no ar, a gente tava conversando e falando da etiqueta. Vamos lá, revesar aparelho, guardar peso, né? Ah, não ficar no celular ocupando as máquinas. São regras simples, mas que nem sempre são respeitadas, né? E quando isso não acontece, o ambiente ele fica pesado demais. Essa questão de guardar peso e é algo bem lá de trás, né? Bem antigo. Acho que eh a galera tinha mania de fazer a academia e não guardar o pesinho. Então ficou guarda o peso. Terminou o treino, guarda o peso e agora isso parece que evoluiu, né? Como é que é nossa psicóloga? você tava falando, eu achei bem interessante isso, porque você não aprendeu a guardar o peso, não, não, eh, eh, eh, respeitou a primeira regra e parece que tudo foi só ladeira abaixo. Exatamente, né? Então, eu acho que ele tava falando aqui no começo sobre a questão do de você largar o peso, tanto largar, né, e jogar o peso. Por favor, não joguem o peso no chão, gente. Olha onde chegamos, né? Então assim, tenham cuidado com com a estrutura da academia, sim, né? Tenha cuidado com o chão, com com, né, com o ambiente que você tá também, né, com a estrutura, não só com as pessoas, mas com o ambiente que você tá, o respeito com o ambiente, né? E essa questão de guardar o peso é aquele negócio, você tá lá na, você tá um tá aqui com o 10 aqui, né? E aí você não acha o peso porque o peso está em outros locais da academia, né? Quando nós somos crianças, o que que a gente aprende? Brincou, guardou. Guardou brinquedo. [risadas] É, brincou, guardou. Então é, são regras, nem que são de regra. Isso para mim já é educação. Sim. Só que como eu tô num um ambiente que tô nem aí, tem alguém para fazer para mim, que acontece? Eu largo ali, né? Os personagens vão pegar os profissionais da academia. E não é não é função deles fazerem isso, mas a pessoa não tá nem aí para para nada que deixa ali. Então para mim isso é uma questão de educação também. Então cadê a educação dentro da academia? Você você deixa na porta ali na no chequin e entra. Pois é. Então para mim isso é um absurdo assim, sabe? E eu vejo muito relato também do personal falando: "Poxa, já cansei já de guardar os p de organizar". Então eu fico imaginando o dia inteiro eles fazendo esse serviço que não é deles. O básico eles ficam fazendo o básico dos outros. Pois é. E a gente tem uma personal aqui para falar pra [risadas] gente como é que é esse negócio de ter que guardar o peso, ter que guardar e sei lá o os equipamentos que o aluno usa e vai largando ali, ó. Vai largando. Não, não devolve o brinquedo na caixinha. [risadas] Gente, vamos lá. O tema é polêmico, mas é assim, ó, para nós a sala estar organizada com os pesos ali, tá escrito dentro do peso 1 kg, 2 kg, fica na pilha certinha para você saber o que você tá fazendo a hora que você vai treinar. E aí às vezes a gente perde muito isso e a pessoa deixa o o leg press, por exemplo, 500 kg montado. Uhum. Lindo que você fez 500, só que desmonta. A próxima pessoa a usar pode ser um pós-operatório, né? A gente tem toda a questão estética aí é válida, mas a gente também tem gente fazendo de recuperação de pós operatório, pessoas em tratamento quimioterápico que [limpando a garganta] não vai conseguir tirar os seus 500 kg. Então faça essa gentileza. Montou, desmonta. A sala organizada, ela flui. Você chega na sala, tá tudo esparramado, amontoado, um em cima do outro. Você não sabe que peso é o quê. Você chega ali, tá tudo organizado, aquilo aquilo, tudo no espaço certinho, o ambiente fica leve, fica muito mais fácil. Se você largar lá, lógico, o professor de sala ele é obrigado no final do turno a deixar tudo organizado. Mas a gente tá falando de um espaço coletivo e a gente acredita muito nesse bom senso de pensar que a próxima pessoa não vai montar um leg de 500 kg como eu e tá tudo certo. Cada um faz o seu treino. Então vamos buscar deixar um pouco mais organizado, porque principalmente quando é sábado ou um feriado prolongado, a sala vira um rebuliço, todo mundo quer treinar embora e esquece de deixar organizado. Então quando fica tudo organizado, fica bom para quem treina, para quem trabalha, tudo flui melhor, mas no geral, né, a gente tá falando de um de um ambiente perfeito aí no geral não é assim não. O negócio fica bem esparramado, viu? Tem que toda hora dar uma bronquinha, viu fulano? Você montou ali, você pode desmontar, por gentileza, né? É mais ou menos assim, tem que puxar a orelhinha ali de novo. Poxa, filha. E a reação quando você pede sim da pessoa que aí vem com parte do comportamento ou é sempre reativa? Nunca é eu eu nunca, né? N nunca é pesado, né? Mas assim, ah, desculpa, né? Não tô errado, é, vou fazer. Sim, é sempre reativa. Então eu tô ali na academia também observo bastante, né, as pessoas, né, psicólogo fica atento o tempo todo. É muito reativa, então, ah, é sua função. Uau, não crece. Olha só, é sua função fazer isso, não é minha, né? Então, ou uma agressividade, uma re uma reação. Então, por isso que até complementando a questão do medo, né, tipo de você chegar e falar, né? Então, eh, por isso que eu eu também acho que tem que aumentar muito essa, esse treinamento desses profissionais. Uhum. Né? Até a importância da psicologia dentro do do da academia, né? Não só para pr, né? Para pros os os que estão ali frequentadores, mas também sempre tem que saúde mental em dia. Saúde mental dia. Aham. Saúde mental em dia. Então eles também precisam. Eles acabam virando também um psicólogo dentro ali da academia. Exato. Você entendeu? também é outro ponto. É outro ponto. É outro ponto também. Então o treinamento desses profissionais tem que tem que existir, né? Super bem treinados, coitado, né? Vocês o dia inteiro ali de sala, né? E acho que é por isso também cresceu, cresceu bastante cresceu do personal trainer. Uhum. Né? O individualizado é muito mais confortável de estar. Eu fico muito mais segura estar com um profissional, né? De um personal trainer individualizado ali também. Perfeito. Vamos lá. Mais outros pontos aí, hein? regras básicas de convivência na academia. O que que acontece com principal homens também? Mas gente, eu vejo alguns vídeos na internet de mulheres que estão fazendo um exercício lá, um leg, por exemplo, e que elas estão dando o máximo de si e de repente saem barulhos, né, estranhos, emitem sons estranhos. [risadas] E eu não consigo entender isso porque será precisa disso tudo? Por que esse esse gemidão estranho na academia? O que que acontece? E não é só isso, umas respirações estranhas também que acontecem. Ô, gente, tô tô brincando aqui, tô falando assim, porque não é julgamento não, cada um faz da forma que que acha melhor, né? Conveniente para você, mas eu tô tentando entender. E a gente tá aqui com uma psicóloga e uma personal trainer. E agora a gente vai desvendar [risadas] o tal do do gemido da academia. O que que acontece lá, ô Dani? Por que por que que acontece isso? Porque eu vou te falar, é estranho, gente. É estranho. E dependendo do que acontece para todo mundo fica olhando ali, fala: "Meu Deus do céu". Então, tem pessoas que são mais expressivas mesmo e colocam para fora e tem pessoas que são mais intrusivas, hum, preferem se concentrar ali, focar no movimento e tem gente que quer gritar. Eu vou falar de um uma cena que aconteceu. Eu trabalho numa academia que 90% das pessoas são 60 a mais. Uhum. E tinha um moço que ele tava fazendo um agachamento e ele gemia muito alto. E aquilo foi se arrastando por vários dias, até que um dia ele tava fazendo essa, tendo esse mesmo comportamento e se juntaram quatro senhoras a ao redor dele e falaram assim: "Tá tudo bem, você precisa de ajuda?" Gente, ele nunca mais voltou. Então, às vezes a gente começa a vibe de fone de ouvido. Uhum. E esquece quem tá do lado, acha que não tá fazendo tanto barulho assim. A hora que você vê, você tá quase que o gemidão que vinha no WhatsApp. Exato. E aí todo mundo fica olhando. Então assim, às vezes tirar um pouco o fone, ver como é que você tá fora do fone. A gente tá falando de gemido, mas tem gente que canta, eh, tem gente que acaba dançando. Algumas outras situações, como eu já presenciei, eh, vão fazendo outras coisas assim que você fala: "Meu Deus, acho que a pessoa não tá ouvindo". Porque senão ela não teria feito agora. Hum. E aí o que acontece é que a gente volta lá na primeira pauta mesmo do egocentrismo e a gente acaba pensando só na gente e aí não percebe ou tenta passar batidão que aquele gemido não tá incomodando o coleguinha, mas tá tá todo mundo te ouvindo, fica tranquilo. [risadas] Pois é, fica tranquilo. É isso aí, tá todo mundo te ouvindo, você sabe que às vezes é isso mesmo, né? tá com o fone tão alto e que não se dá conta do barulho que tá externalizando, né, que tá botando para fora. Agora vamos lá, Kina. Eh, é, eu vou para um outro lado, tá? Eh, na maioria das vezes os casos é uma é mais uma narcisismo. Eu vou para um narcisismo, tá? Eh, sim, o som tá alto. Eh, sim, eles às vezes colocam como se fosse uma motivação, né? A, quando eu faço isso, eu me motivo, porque realmente na na parte esportiva, eh, o tênis, por exemplo, eles dão aqueles berros porque esse esse realmente ele flui coisas, né? Mas ali é um outro contexto. Então, se você for ver na na teoria, existe sim uma questão da motivação, né? Mas dentro desse contexto da academia, eu vou pro narcisismo, porque quando acontece isso, todo mundo ora. Se todo mundo olha, tá vendo quanto peso tô pegando. Ninguém faz isso quando tá pegando um peso ali de menor. Humum. É sempre quando tem um peso maior. Então a a volta todos para essa pessoa. Uhum. Então eu vou eu vou pelo narcisismo, né? Aquele momento todo mundo tá me olhando. Eu quero que me olhem. Eu quero que me olhem. Pode reparar. Olha isso, gente, hein? Profissionais aqui explicando pra gente as coisas, né? eh o motivo de situações acontecerem dentro das academias hoje em dia. Agora, tem um ponto bem interessante aqui que a gente precisa falar, né? Já falamos da necessidade de chamar atenção, né? Também que é essa questão aí. Agora, eh, limpar os o os equipamentos, as você vai lá fazer eh um exercício e aí você sai do exercício e deixa para lá. Porque alguém vai ter que limpar higiene, limpar equipamento, usar toalha, cuidado com odor, guardar os materiais. São pequenas atitudes que dizem muito sobre a nossa convivência. Agora, eh, nas academias, eh, tem sempre lá um álcool, né, e um paninho aí. É, por quê? É porque acho que é para você limpar, né? Você que tá utilizando, você limpa porque o outro coleguinha vai chegar e já tá limpinho. E se ele seguir a regra, tá todo mundo de boa. É assim que acontece, Dan? Não, [risadas] ó, quando você tem um um acesso à academia um pouco mais controlado, então se você aquela academia pertence a um clube, as pessoas convivem ali em família, elas têm um cuidado um pouco maior em realmente higienizar após o uso. O que a gente vê nas academias de rede é que ninguém limpa nada e seja o que Deus quiser. Cada um eu compartilho meus germes com todo mundo e aí eu tô de topzinho e eu encosto na cadeira ali, coloco o meu bumbum ali, tá tudo certo. Eu que fico o dia todo lá, eu confesso que dá um pouco de nojo. Olha isso. Mas eh as pessoas também não querem ter o trabalho de passar o paninho com álcool ali. Então, para me eximir daquele trabalho, a gente vai só seguindo a sequência aí. E eu prefiro usar o paninho. Às vezes a pessoa deixou ali tudo suado, né? A gente tá marcado ali, não custa, mas a gente espera o próximo coleguinha vir e ele que se vire com o que eu deixei lá. Mas a gente não vê genização assim no no modo geral, não tem não tem mesmo. E aí tem as pessoas que treinam sem roupa íntima. E aí como é que fica, né? é o psicológico da gente precisa entender como é que a gente deve se comportar nesses lugares. Vamos lá, Karina. Vamos lá. Acho que a primeira coisa é a pessoa não tem noção de doença, né? Ela não sabe o o aparelho ali, né? O que ele sem limpar o que acontece. Então, acho que é uma noção básica de de doença. Eles não têm noção sobre isso, sobre saúde básica. Uhum. Né? Então, não é preciso estudar muito não, né, gente? Pelo amor de Deus, né? Se você tem contato com um germe de outro, você tá com um cortezinho sem contato com um germe de outra pessoa ali, já suficiente suficiente para inflamar. Então tô falando de básico, né? Imagina se é roupa íntima. Sim, né? Então acho que é o é o básico ali também, né? Eh, aí eu tenho uma colocação. Uhum. Tem academias que faz parte, né, da da do do da situação ali, estúdios agora que você vai limpar sim, né? Você vai pegar o seu álcool, vai limpar seu paninho, você vai limpar pra próxima pessoa. Uhum. Aí eu vou dar um questionamento também agora. Sim. E se as academias também começarem? Eu sei que pode ser o tópico, né? Mas começarem também assim, não. Você vai limpar. Tem, tem lá, tá lá disponível. Sim. Aham. Né? Mas não, você vai usar, você vai limpar. Eu acho que também tem que ter uma uma um uma mão mais firme. Aham. Da academia. Para isso. Eu sei que pode ser. Nossa, não vou fazer, né? OK. Mas eu acho que visando essa parte da saúde Uhum. precisa também, porque aquelas pessoas também as pessoas que trabalham ali também treinam ali maioria das vezes, entendeu? Então eu acho que tem que ser tem que ser mais regulado isso aí, ó. Pera aí. Não, aqui não, mais firme, né? Porque é uma questão de higiene e saúde, né? Exato. É saúde, né? É saúde, doenças. Uhum. Né? Então, acho pessoa não tem uma noção minha de doença. Então, para mim e além da parte, né, de do coletivo, sim, mas é questão básica de saúde, se mim, né? Então, eh, é sobre isso, assim, já deixei de treinar em aparelhos porque eu não achei lugar e falei: "Não, nossa, não vou aparelho não, não vou, vou vou pular esse exercício." Olha aí, porque realmente a pessoa tava pingando, saiu, ela próxima eu, hum, olhei pro lado, olhei pro outro, não vi nada, né, e tal, né? Não vi coisa para limpar e saí daqui a pouco acho que as pessoas têm que levar. Na pandemia levavam, exatamente, inclusive na pandemia levavam o seu próprio paninho com o seu próprio álculzinho. É. É. E agora tem lá disponível e não utilizam. Gente, o que é isso? Vai lá, vai lá. [risadas] Ó, vou fazer só um adendo aí que assim, hoje é complicado até você corrigir um exercício, então a pessoa eh não aceita uma correção, então eu vejo que você tá fazendo uma execução errada e aí eu chego, eu tenho que saber como eu chego e e falo assim: "Posso te dar uma dica?" Se eu falar: "Você tá fazendo errado, nossa, a pessoa vem em cima de você e fala assim: "Eu não tô errado, eu vi, eu sei o que eu tô fazendo." Então você tem que falar: "Ó, posso te dar uma dica? Eh, posso te ajudar nesse ponto? Tu acha que pode melhorar aqui? E muitas vezes a pessoa fala: "Não, não quero sua dica, fica para [roncando] você". E tá OK. Quando você pede para limpar o equipamento, vocês já imaginam como é que é, né? Se uma dica a pessoa não quer aceitar, você imagina você solicitar a limpeza de equipamento. Não deveria ser assim, né? Pelo amor de Deus. É motivo de guerra. É sério? Aí fala: "Nossa, esse professor aí é muito folgado, pediu para eu limpar o equipamento, ele é louco, sou obrigada. Não, não vou limpar e vai embora". Gente, agora a gente precisa de psicólogos. [risadas] Psicólogos para os personal trainers, psicólogos de repente até para as pessoas que frequentam a academia. Isso. Por isso a importância de um psicólogo esportivo. Carina, você sabe que quando eu comecei minha carreira foi eu comecei a entregar currículos na na academia porque para mim faz muito sentido. Faz muito sentido, né? E na época eu fiz um uma pesquisa para para um trabalho meu de faculdade e os motivos que as pessoas estavam ali. Sim. Então isso eu tô falando de nossa gente, 2010. Aham. Olha só. assim, eh, e os motivos que as pessoas estavam ali e, e as histórias que as pessoas estão ali, nós temos que levar em consideração. Uhum. Né? Então, muitas pessoas estavam ali por causa de saúde, porque diabete, coisas que ou era o exercício ou era o exercício, mas não queriam estar ali. Sim. Então, elas sempre procuram academias até melhor de bairros mais intimistas. Isso para se sentir um pouco mais mais à vontade, onde tem mais mulheres, mais mulheres como instrutoras, eh onde tem um ambiente mais seguro para elas. Então na época, né, hoje é errado falar assim que eh o o o grande academia é um grande eh gatilho de saúde mental. É um grande gatilho. Uhum. Humum. Seja estético, ã, seja o que for, é um grande gatilho. Então, sim, para mim deveria ter psicólogos dentro da academia, eh, treinamento de equipe, eh, treinamento com o próprio dono mesmo, porque mudou o conceito de academia. Uhum. Mudou o conceito hoje. Antes, antes era um conceito, hoje é outro conceito. Tem que ter sim mais tato para falar com as pessoas, tem que ter mais um comunicação mais assertiva, mais clara. Eh, e então para mim deveria ter assim, eu acho muito importante ter uma psicola dentro da academia, tá? E pois bem, eu não consegui um estágio em academia. Uhum. Porque todos os donos na época falavam que não era importante a nutricionista lá, importantíssimo. Uhum. Né? Ter um físio importantíssimo, tem um contato com físio, tem uma parceria com físo. Uhum. Mas por que parceria com com o psicólogo? Qual o sentido? Então, até eu explicar, acho que acho que tá tá explicado por, né? Não é possível que não, mas é, é, é até explicar eles entenderem, não, não precisa não. Olha só, e estou falando de coisa de 2010, quando eu come me formei e comecei a querer entrar na área da psicologia do esporte, né? E olha que a gente tá falando sobre evolução negativa, no caso, né? Uhum. É, evolução negativa. [risadas] Evolução, né? É evolução negativa. Aham. É isso mesmo, né? E onde nós chegamos aí então depois aí de 16 anos, então, né? E aí, eh, quando a gente fala de da parte de saúde mental, psicologia, você sabe que muitas vezes a eu vi relatos, né, tava lendo matérias sobre, né, e tal, buscando informações sobre o programa de hoje pra gente poder debater aqui os personal eh acabam sendo os psicólogos de alguns alunos. É isso mesmo, Dani, que acontece? tem aluno que chega e começa a conversar e o personal tá ali e começa, sai da linha, né, do treinamento e vai pra linha da saúde mental. Muito. É um tema muito recorrente e a questão do acolhimento também. você não conseguiu fazer uma amizade ali no ambiente, você ainda tá muito isolado e aí você acaba tendo um contato muito próximo com o teu personal e aí você acaba abrindo algumas coisas da da sua vida, da sua intimidade, alguma coisa que você tá passando naquele momento. É uma demanda que a gente tem bastante. Eu dou personal 100% para mulheres. Então acho que você tem que ter um conhecimento, sempre buscar fazer cursos, tá entendendo um pouco melhor as demandas, porque hoje a gente tem umas demandas um pouco diferentes. Então assim, a comparação antes era só com quem tava do meu lado, já tenho todas as redes para que eu possa me comparar, então nunca tá bom. Além disso, a gente tem toda a nossa rotina. Parece que as 24 horas já não dão mais pra gente fazer o que fazia antes. Você tem uma, é como se todo mundo tivesse dentro de uma panela de pressão pronta a explodir. Uhum. Né? E aí você tem que lidar com todas essas nuances. Então você tem que ter um conhecimento, uma bagagem para você poder flutuar com o teu aluno no dia a dia dele. Então um dia ele chega muito feliz, no outro ele chega muito nervoso, no outro ele chega muito estressado e para todos os dias você é a mesma pessoa trabalhando junto ali, você é personal dele e você tem que saber acolher, interagir de maneira coerente e você tem que ter bagagem para dar o suporte necessário. Então, não adianta também eu falar de um tema que eu não conheço, que aí eu vou patinar e vai faltar confiança do aluno comigo. Então você tem que sempre buscar se renovar e os assuntos eles se inovam muito rapidamente. Então se você também ficar engessado, achando que o que você fez hoje é o suficiente, não vai resolver. você tem que sempre procurar uma coisa nova, porque sempre tem uma uma forma de abordagem diferente que eles colocam, por exemplo, na área da da psicologia, que aí todo mundo quer ir e de repente aquela mesma coisa que a gente já viu, só que com uma roupagem nova. Então a gente tem tudo isso ao mesmo tempo e o personal ele acaba realmente atuando um pouquinho aí como seu psicólogo, não vou mentir, faz parte. É, então, mas e o personal também precisa de um psicólogo, né, para ele poder fazer toda essa abordagem que você acabou de nos passar aqui, rapaz, você precisa de um psicólogo, você precisa estar com a a saúde mental em dia, né, Dani? Na verdade, eu falo que todo personal ele tem que passar por terapia, então você tem que se entender e a partir do que você se entende, você começa a entender o outro também. Isso. Então você não pode deixar esse tripé, né, essa base aí para trás que você vai ficar um pouco capenga. Tem que ser uma pessoa que já fez terapia, que gosta de ler sobre o tema, entender um pouco sobre comportamento. Claro que a gente não precisa ser mestre, doutor, nada disso. Aí a gente tem um aporte melhor, por exemplo, que da Karina. Mas no nosso dia a dia a gente tem que ter pelo menos um pouco de conhecimento para flutuar aí nos assuntos e ter base mesmo pra gente seguir. Muito bem. Ô gente, quer completar, Carina? Quero, quero sim. Eh, aumentou muito o o a procura de de eh psic de personages trainers trainer eh procurando a psicologia do esporte. Olha aí. Uhum. Tá. Inclusive fazendo cursos de psicologia de esporte. Muito bom. Entendeu? Eles não eles não podem atuar. Uhum. Mas eles podem ter o conhecimento, então aumentou muito, tá? Muito muito. Eu queria complementar que o quanto é importante isso, não só fazer a sua psicoterapia, mas buscar o conhecimento da psicologia do esporte. Perfeito. Tá muito bom. Hoje gente, olha, passou tão rápido, faltam 10 minutos pras aulas. 10 pras novas. Ah, não, né? Você embora. [risadas] Vamos lá. Tem pergunta. O pessoal tá em casa, tá participando. Então vamos lá. A gente vai até às 9, né? Então bora que bora. Pode colocar na tela. Produção. Fernanda Lima do Centro. Tenho o pavor de aparecer no fundo do vídeo de outros na academia. Essa invasão de privacidade constante afasta as pessoas dos treinos. E agora, né? Vamos lá. Nossa psicóloga. Vamos lá. É, você acaba expondo todo mundo, né? Então, você acaba, não é, não tá fechadinho aqui. Aham. Você acaba expondo todo mundo. Então, mais uma vez a questão do limite, né? Você atrapassa o limite do outro até a quererência do outro. Pois é, não quero aparecer, mas tô aparecendo. Faz como daí? Exatamente, né? E e eu não vou complementar. A aparece e às vezes dependendo do da da blogueira ali que tá tá fazendo, tá falando, ainda vai já vir já tipo assim tirando o sarro. Nossa gente, de empatia total. Ah, lá olha que tá errado. Olha falando dos outros. Então el tá fazendo sua execução e falando dos outros. Poxa vida, já vi isso sim. Então assim, realmente eu acho E aí tem que ter o direito de falar: "Olha, eu tô aparecendo, não quero." Ah, mas vai ficar bravo. Não, é direito seu, direito de imagem. Isso aí até isso aí é, né? É crime. Ex. Uhum. Tá usando sua imagem para alguma coisa. Olha aí. Direito e tem o direito de falar que não quer aparecer e pronto, né? É isso, tem que, só que tem que dialogar e uma comunicação assertiva para não virar confusão dentro da academia, por favor. 8:52. Vamos lá, mais uma pergunta. Agora a gente passa para a nossa personal. Eh, Renato Barros do Swift. Já vi aluna em chamada de vídeo enquanto ocupava o leg. Ah, sim. Os professores podem interromper o treino dessa pessoa e pedir para liberar a máquina nessa situação? Vamos lá. Dan. A gente pede, essa não é a questão. A questão é que a gente pede, fala, você pode revesar ou não usar, só que a pessoa não sai do aparelho. E aí a gente não pode chegar e tirar a pessoa do aparelho. Mas pedir, a gente pede porque o fluxo da sala, não só para você, mas para todo mundo que tá ali, atrapalha muito. Então você pega um horário cheio, 6, 6:30 da tarde, tá todo mundo querendo usar o leg. E aí a pessoa tá ali em live, às vezes no TikTok, ela tá em chamada de vídeo, ou ela tá comprando mesmo e ela não tá nem um pouco preocupada se você tem pressa ou não. E a gente pede para ela interromper e poder dar o espaço no aparelho, mas a pessoa não sai e aí a gente não pode retirar a pessoa. Então a gente não pode tocar na outra pessoa. orientar. A gente vai sempre orientar, mas a gente não vê uma adesão, né, de sair mesmo. Ó, beleza, você falou comigo, tá tudo bem, eu vou sair. Não, você, eu esperei até agora, eu sentei no aparelho, você vai esperar eu terminar minha série e vida que segue. Mais ou menos é assim o dia a dia. É, daí depois dá aquela confusão que viraliza na internet, né? E aí não sabe o porquê. É impressionante. Pode falar. E você vê quem quer realmente treinar e quem realmente não quer treinar, porque tem as pausas, né, que são, você tem que ter, sei lá, 40 segundos que faz sentido para que você quer objetivo. Então, se você tá ali rodando, sei lá, TikTok, essas coisas todas, você não tá pensando em si. Uhum. Na verdade, você tá indo lá, por quê? Tá quase impossível de fazer um treino em 45 minutos hoje, né? Porque antes a gente fazia um treino em 45 minutos ali, tudo bonitinho. Hoje você faz em quanto tempo um treino? Quanto? É, [risadas] é quando der, ou então você desiste e vai embora, né? Porque isso para pessoas que estão indo pra academia para treinar, né, para se exercitar. Vale muito a pena a gente lembrar, ai 8:54 tá quase acabando. Vale a pena a gente lembrar que a receita de médico hoje está sendo prescrito academia, exercício físico. E aí a gente precisa conciliar isso aí, porque na da na academia nós temos desde daquela pessoa que tá bombada, que tá treinando e tal, que é um atleta fisiculturista, por exemplo, a dona de casa que vai, né? E aí tem são várias pessoas e aquela pessoa que vai por orientação médica que precisa do treinamento como saúde. Então a gente precisa ter um bom senso, gente. Vamos lá. 8:55 mais uma pergunta. Bora. Vai, vai lá. Dá, dá tempo para mais duas as meninas responderem rapidão. Bora que bora. Roberto Almeida Castelo. Ah, Roberto Almeida do Castelo. É que eu tô na pressa. O ambiente das academias com pessoas muito fortes, intimida iniciantes. Como vencer a vergonha e não se sentir constantemente julgado nos primeiros meses. Vamos lá. Coisa pra psicologia, Carina. Vamos lá. Eu acho que quando a gente tem um objetivo, né, e quando a gente tá tem um autoconhecimento sobre si, por isso é importante a terapia, né? você se fortalece mais e você acaba eh não olhando pro externo. Quem são externo, essas pessoas bombada ou o que seja. Então você tem seu objetivo, você tá tem uma clareza do seu objetivo. Eu sei que nesses primeiros x meses meses eu vou fazer tal isso na academia com tal função. Eu acho que uma periodização, vamos dizer assim, do seu treino, um autoconhecimento, ajuda bastante nesse momento. E não olhe pro lado, não, não se compara. Se comparar, você regride nessa parte de de de se autoconhecimento, de se motivar e tudo mais. você tem que ter seus próprios objetivos e aí seguir, olhar pra frente e reto, tá? Então acho que é basicamente isso aí. Tem isso aí também é papo pra manga, tá? Mas acho que basicamente isso, autoconhecimento sobre si e bem fortalecida nas suas seus objetivos. Muito bem. É, a gente cuidado com a comparação, né? É. E a pessoa que tá lá bombada e tal, ela passou por um período, a gente tá começando, então vamos devagarzinho e a gente vai subindo cada degrau assim pra gente poder conseguir chegar. Beleza? 8:57. Mais uma pergunta, produção, por favor. Rodrigo Santos do Jardim em São José. Tem dias que a academia está cheia e difícil de treinar. Aham. Qual a melhor forma de adaptar o treino sem atrapalhar os outros e ainda ter resultado? Será que você tá atrapalhando ou tem outras pessoas atrapalhando você? que a academia tá cheia, né? Dificuldade de treinar. Por quê? Porque a galera não revou o aparelho. E aí, como é que fica, Dani? Gente, segunda é o dia do desespero, tá todo mundo lá, né, correndo atrás do balde. Então assim, tá muito lotado. Terça continua, quarta e quinta e sexta perde forças. Então o que acontece? Tudo que a gente faz no nas máquinas, você pode adaptar no peso livre. Isso demanda um pouco mais de conhecimento técnico, mas você pode pedir orientação do seu professor de sala para não fazer da sua cabeça e manter uma execução correta, sem comprometer a sua postura. Então, sempre que a academia tiver cheia, você pode buscar alternativas nos pesos livres para as máquinas que já estão sendo utilizadas. Às vezes dá um pouquinho mais de trabalho, por isso que a galera não faz, mas é possível. E a gente começou nos pesos livres, as máquinas foram vindo depois. Então tudo dá uma e você não fico. E aí é bom que você vai aprendendo mais técnica. Sempre que você vê que o ambiente tá cheio ali, ó, não tem essa máquina para mim, não tem aquela, o que que eu posso fazer, ó? Você pode fazer isso, isso, isso. Você vai pegando pedacinhos ali do teu treino, depois você fica craque, aí você já desenrola. Então, sempre chama o teu professor de sala e faça essa adaptação. Não é tão difícil assim, não. Muito bem. Ô, gente, precisamos encerrar, né? Então, ó, o que que fica do programa de hoje? né? H, a academia continua sendo um espaço de saúde, mas saúde não é só física, não, viu? Eh, saúde mental, é respeito, é empatia, é convivência, gente. E talvez a regra mais importante eh seja bem simples. Treinar o corpo sem esquecer do quê? da educação, que você está num ambiente privado, mas ao mesmo tempo público. Hoje as academias estão assim, por eu pago, mas você também paga, o outro também paga, o outro também paga. Todos nós pagamos para estarmos no mesmo ambiente e termos aí os mesmos direitos e também deveres. Não podemos esquecer. Eu quero agradecer as nossas convidadas de hoje. Acho que foi um bate-papo bem legal. a gente conseguiu entregar assim eh e e deixar alguns pontos de interrogação, porque realmente a gente precisa ter mais empatia e mais educação nas academias, né, Dani? Obrigada, viu? Consideração final. Gente, eu que agradeço. Continuem treinando. Vamos que vamos, não vamos parar. A gente vai melhorar tanto na saúde física quanto na saúde mental. Então, aproveitem esses debates para vocês irem repensando as coisas. Muito obrigada a TV Câmera, obrigada a todos. Um bom dia e vamos treinar. Bora, bora que bora. Vamos lá. Obrigada pela pelo convite, né? Um assunto super importante. Então acho que mais consciência, né? Vamos usar para refletir, mais empatia, mais consciência e vamos treinar, tá bom? É isso aí. A gente vai encerrando o nosso estúdio Câmara de hoje. Lembrando que a ÍRa tá chegando, ao meio-dia tem Câmara Notícia e amanhã tem estúdio Câmara novamente a partir das 8 da manhã. E olha só, hein? Nós falamos de academia hoje e amanhã a gente vai falar de algo que parece [música] que está voltando. E agora a estética do cigarro. cigarro. Isso mesmo. A estética do cigarro voltou. Depois de quase duas décadas de queda, o número de fumantes no Brasil voltou a crescer, segundo uma pesquisa do ano passado do Ministério da Saúde. [música] Gente, nas redes sociais, tendências como cigarette Girl transformam o cigarro em acessório de estilo em contraste com a com a contraste com a estética Clinger. É isso [música] mesmo. Comportamentos também aparecem em série de filmes, reforçando uma imagem que mistura nostalgia, rebeldia e aparência sofisticada. Mas por trás dessa glamurização, a [música] ciência alerta para impactos reais na saúde, na pele, na longevidade. O que que tá por trás dessa volta? Será que tá voltando mesmo? É só uma modinha? Vai passar? Essa moda influencia a cultura, né? [música] Será que vamos ter um retrocesso? O que que tá acontecendo, gente, né? Quais são os riscos que a gente ignora nessa moda? E tomara que seja algo passageiro, né? Tomara que não seja um retrocesso. Amanhã a gente fala eh da volta do cigarro. Será que isso está acontecendo? Então, esperamos por você a partir das 8 da manhã aqui no estúdio Câmara. Beijo grande, fique bem e até lá. Ciao [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música]
A seguir

Continue assistindo

Próximas horas na grade ao vivo
Programação completa →
Ao vivo
Plenário · 13h

Câmara Notícia — Edição da Tarde

13:00 - 14:00 · Ao vivo
28:32
Matérias · 14h

Matérias — Especial da Semana

14:00 - 14:30
58:12
Perfil · 15h

Perfil — Entrevista da semana

15:00 - 16:00 · T03:E18
45:08
Bairros · 17h

Meu Bairro na TV — Vila Padre Manoel

17:00 - 18:00 · T05:E12
Estreia 1:32:00
Especial · 19h

O Ano em Plenário — Ep 1: Mobilidade

19:00 - 20:30 · Estreia
Ao vivo
Plenário · 20h30

Sessão Ordinária da Câmara Municipal

20:30 - 23:00 · Ao vivo
Mesmo programa

Mais do ESTÚDIO CÂMARA

Edições anteriores do programa
Todas as edições →
1:03:23

Estúdio Câmara

1:06:59

Estúdio Câmara

1:07:37

Estúdio Câmara

56:39

Estúdio Câmara

1:04:35

Estúdio Câmara

1:08:02

Estúdio Câmara

1:04:24

Estúdio Câmara

1:04:33

Estúdio Câmara

55:29

Estúdio Câmara | Por que precisamos beber para socializar?

54:46

Estúdio Câmara | O medo do erro e a relação com fracassos e frustrações

54:23

Estúdio Câmara | Food noise: o ruído alimentar que invade a mente

1:03:46

Estúdio Câmara | A Geração Z e as dificuldades emocionais do mundo acelerado

59:55

Estúdio Câmara | Autoanulação: quando agradar os outros vira esgotamento emocional

1:01:04

Estúdio Câmara | Por que gritamos com quem amamos?

1:01:16

Estúdio Câmara | Whey e creatina para crianças: até onde vai a busca por performance?

56:39

Estúdio Câmara | Convivência com animais transforma a vida na terceira idade

1:02:39

Estúdio Câmara | Fadiga da decisão: o cansaço de escolher o tempo todo

1:00:26

Estúdio Câmara | Psicologia da ambição: quando o desejo vira prisão emocional

1:03:52

Estúdio Câmara | Veganismo antissocial? Verdade ou mito?

1:01:12

Estúdio Câmara | Dormindo com desconhecido: casais sem conexão emocional

Recomendados

Você pode gostar

Outros vídeos selecionados a partir do conteúdo que você acabou de ver
Mais recomendações →
16:38

Câmara Na Copa | Copa do Mundo FIFA 2026: Tudo Sobre a Maior Edição da História

4:22

Câmara Notícia | Parlamento Jovem 2026

8:59

Notícias da Metrópole

16:39

Notícias do Legislativo

2:43

Agora é Lei | Semana da Força Expedicionária

10:27

Agenda Cultural Campinas: Shows, Teatro, Cinema e Exposições para o Fim de Semana!

56:15

Câmara Notícia

9:55

Central I.A | Notícias de Campinas, Brasil e Mundo