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Olá, [música] [música] muito bom dia para você que acompanha a programação da TV Câmara Campinas. Nós estamos chegando. Estúdio Câmara no ar. Segundamos, segunda-feira, dia 11 de maio. [música] Frio demais. E aí, hoje a gente fala de Copa do Mundo. Muito bem, vem conosco. Estamos ao vivo e um ano que já vive a expectativa da próxima Copa, né? É e daqui a pouquinho nós temos aí o time do Brasil representando [música] o nosso país e a gente vai falar sobre esse fenômeno que atravessa gerações, que são os álbuns de figurinhas. Eu esse final de semana encontrei uma galera comprando, já falando, conversando [música] sobre, trocando figurinhas. É uma paixão que ganha força, especialmente em períodos de grandes eventos esportivos, né? e que mobiliza crianças, jovens [música] e adultos em todo o planeta. Da infância ao mundo digital, esse universo, [música] gente, também se mistura com tecnologia, com redes sociais, novas formas de socialização. Além da diversão, colecionar, você sabia que estimula [música] organização, paciência, interação social e até ajuda no controle da ansiedade? Eh, e ao mesmo tempo [música] o hábito também acende um alerta que passa a representar compulsão ou um consumo descontrolado. [música] Então, você viu, tem os prós, os contras. Hoje nós vamos falar sobre o colecionismo, vamos falar sobre os álbuns de figurinhas, coisa [música] que eu tinha álbum de figurinha desde criança, né? Não sou colecionadora, mas já estive eh eh junto com essa turma aí que troca figurinhas, que fica na ansiedade de completar o álbum e também até que bate aquele bafinho, sabe? Aquele bafo assim, ó, de fazer isso na escola. Conta pra gente, participa conosco. WhatsApp na sua tela, queremos te ouvir. Já comprou seu álbum de figurinhas? [música] Já tem figurinha repetida? Tá querendo trocar? Vamos lá. 1997829377. [música] Enquanto você manda sua mensagem, a gente atualiza algumas informações. Daqui a pouquinho vamos apresentar os nossos convidados. Temos aqui pessoas interessantes para falar hoje sobre o colecionismo, [música] sobre os álbuns de figurinhas. Olha, gente, a Câmara Municipal de Campinas terá uma segunda-feira marcada por reuniões temáticas [música] e votação de projetos em plenário. Às 10 da manhã, a Comissão Especial de Estudos sobre Resíduos Sólidos promove debate sobre o plano estadual de resíduos sólidos em foco em incineração, alternativas tecnológicas e modelos de parceria. [música] O encontro será realizado no plenário José Maria Matozinho, transmissão ao vivo [música] aqui pela TV Câmara Campinas, também pelo YouTube e contará com representantes do eh do governo do estado, AGENCAMP, especialistas [música] da sociedade civil também. Entre os temas, em discussão está o programa Integra Resíduos, voltado à soluções regionalizadas para [música] tratamento de resíduos nos municípios paulistas. E logo mais, às 2 da tarde, a Comissão de Finanças [música] e Orçamento realiza a quarta reunião ordinária do ano para a análise de pareceres de quatro projetos de lei. [música] Entre eles está o parecer favorável ao projeto do vereador Rubens Gás, que prevê gratuidade no transporte [música] coletivo municipal para candidatos inscritos no Enem nos dias de prova. Para utilizar [música] o benefício, o estudante deverá apresentar comprovante de inscrição impresso ou digital junto de documento com foto. [música] A reunião também é aberta ao público e acontece no plenário da Câmara. Você é convidado para participar [música] e logo após às 18 horas a Câmara realiza a 27ª [música] reunião ordinária deste ano. Entre os destaques de pauta está a votação do projeto do vereador Paulo Hadad, [música] que revoga a lei que declarou de utilidade pública municipal à Associação [música] Protetora dos Animais, Aliança do Bem. Segundo a justificativa, a medida foi solicitada pela própria entidade para adequação [música] às lei federal 9790 de 1999, [música] visando obter qualificação como organização da sociedade [música] civil de interesse público. A pauta também inclui projetos em regime de urgência, como proposta do executivo para a alienação de áreas municipais [música] em loteamentos, além da concessão de diplomas de mérito e alterações nas regras de honrarias da Câmara. [música] A sessão será realizada no plenário com transmissão ao vivo pela TV Câmara Campinas e também pelo YouTube. Você é convidado especial para participar. [música] E agora sim, previsão do tempo. Ficou frio aí? Esfriou, gente. [música] Nós sentimos a temperatura baixando neste final de semana, né? Então, uma frente fria avança sobre o estado de São Paulo. Aqui em Campinas [música] um dia de sol, o céu tá lindo lá fora, tá azul, tem algumas nuvens, mas a temperatura vai ficar baixa nesta segunda-feira. Mínima foi de 11, a máxima [música] de 19º. Isso de acordo com os meteorologistas. Então, bora se agasalhar, não esquece [música] de se hidratar, pega a garrafinha, bora que bora. Uma semana linda para você e uma segunda-feira espetacular. Nós estamos ao vivo aqui no estúdio Câmara e hoje a gente vai entender porque alim aparentemente simples, né? é uma figurinha, mas consegue despertar emoção, memória afetiva, senso de pertencimento e até um comportamento de consumo, né? Ainda mais em um período de expectativa paraa Copa. E aí os álbuns voltaram a ganhar espaço nas escolas, nas redes sociais, nas rodinhas de troca. O pessoal tá socializando mais. A gente fala hoje então sobre psicologia, sobre mercado, nostalgia e também de inovação e tecnologia. O colecionismo das figurinhas atravessa gerações. Ele começa lá atrás, né, no início do século passado, com ilustrações distribuídas em produtos comerciais, depois passa pelos tradicionais álbuns de futebol e chega hoje ao universo digital com aplicativos, comunidades online e novas formas de interação. Mas afinal, o que explica essa paixão que resiste ao tempo e continua mobilizando milhões de pessoas pelo mundo inteiro? Bom, vamos lá para esse bate-papo. A gente recebe hoje o Thiago Lopes. Ele é psicólogo clínico, também já colecionou figurinha, já teve álbum de figurinhas e vai falar com a gente hoje. Seja muito bem-vindo. Bom dia para você. Bom dia. Bom dia a todos. É um prazer enorme estar aqui com vocês. Hoje nós vamos falar um pouquinho sobre todo esse movimento, né, das figurinhas na Copa, aquilo que as pessoas buscam e vivem através desses sentimentos que é despertado através desse dessa interação que nós temos hoje. Muito bem. E claro que nós teríamos de ter aí um colecionador e também uma pessoa que está fazendo faculdade de ciência de dados é o Rafael Farjalate. Ele é colecionador desde a Copa de 2014. Ele está usando, que aprende na Faculdade de Ciência de Dados. Olha que legal, para criar um app para ajudar quem vai querer completar o álbum da Copa de 2026 e quem é que não quer, né? Então, seja muito bem-vindo, Rafa. Bom dia. Obrigada pela sua participação. Bom dia. Bom dia a todos telespectadores. Eh, hoje a gente vem falar um pouquinho como a nova geração tenta trazer inovação pro algo que já vem lá de trás, né? tentando encontrar novas formas de fazer com que você complete seu álbum mais rápido, sem perder aquela interação que todo mundo gosta. Legal. É isso mesmo. Agora, então, por que será que a gente se apaixona pelas figurinhas? Essa é a minha primeira pergunta e o Thago vai explicar pra gente essa sensação de prazer tão forte ao abrir os pacotinhos, né, e completar álbuns. Nossa, gente, abrir o pacotinho da figurinha dá uma sensação tão gostosa. Por que isso? Por que que a gente se apaixona? O que que acontece? É o sistema de recompensa, né? Recompensa e que também gera dopamina. Hoje o nosso o nosso cérebro ele é viciado em dopamina. Então, sempre que há a um um meio que você acessa esse sentimento, esse hormônio, ele ele estimula você a querer cada vez mais. Então, tem o efeito surpresa, né? Aquela quase vitória que você fica ali sempre tentando a eh vê se vai sair dessa vez a figurinha que você tanto espera, né? Nós sabemos que tem aquelas figurinhas que são almejadas com os os jogadores mais famosos. Então, essa expectativa gera sempre essa sensação, né? E o corpo libera essa dopamina. Então, todas as vezes em que o nosso corpo ele precisa dessa recompensa, ele vai buscar novamente essa essa sensação. Então ele fica cada vez mais ali buscando sentir esse prazer de novo, buscar sentir esse momento, né, que a gente passa sempre por momentos difíceis e todo alívio que vem o corpo se se ancora ali para ali poder eh ter esse momento de relaxamento. Então esse sistema de recompensa, né, de que o nosso cérebro busca, né, nós somos sempre assim eh eh formados nessa maneira, né? O nosso cérebro sempre busca por recompensas. Então, tudo que aquilo que eu posso fazer, que vai me trazer uma recompensa, eu vou buscar todas as vezes. É por isso então que deve ser gostoso abrir o pacotinho de figurinha, né? Ai, que sensação maravilhosa. E ainda mais quando vê as figurinhas que você não tem, que você tá precisando delas. Agora, Rafael, no seu caso de colecionador, né? Eh, como que você começou? E por que que você tá preso nesse universo até hoje? Qual que é a sensação que você tem ao abrir o pacote de figurinhas? Conta pra gente o início disso tudo. Então, tudo isso começou lá na Copa de 2014, né? Eh, a gente morava lá no Parque Prado, eh, onde tem um ponto de figurinha sempre conhecido lá e sempre era uma experiência. Eu esperava acordar todo dia para poder encontrar pessoas novas lá e talvez encontrar as figurinhas que eu tanto aguardo, né? Eh, a gente sempre precisava comprar figurinhas novas e sempre tem aquela ansiedade de tentar achar aquela figurinha que a gente tanto procura. começou lá atrás em 2014 e a gente vem colecionando até agora nessa Copa do Mundo de 2026 e sempre procura completar o álbum da forma mais rápido possível assim. Uhum. Você conseguiu completar os seus álbums? Sim, completei todos os álbuns, inclusive eu trouxe aqui pro programa hoje. Olha só que legal, ele trouxe os álbuns dele, ó. Mostra assim, ó, que daí a câmera fecha você mostra assim para aquela lá. Vamos lá. Aí, isso, isso. Eu consegui trazer o álbum de 2014, que foi aqui no Brasil, o infelizmente do 7 a 1, né? A gente lembra disso. [risadas] Tristeza. Tristeza, né? Aham. Mas você completou o álbum, né? Completei o álbum. Todas as figurinhas aqui. Esses daqui eram mais fáceis, né? Tinham menos seleções. Agora nesse de 2026 tem muito mais seleção, né? Sim. Ó lá, pode mostrar isso. Aqui a gente tem todas as figurinhas completadas. Legal. E marca muito minha infância, né? Aham. Porque sempre era uma experiência sair com o meu pai, com a minha mãe, com meus amigos, bater aquele bafo que você mencionou. Sim. E sempre era uma experiência nova, né? você nunca sabia se você ia conseguir completar o álbum naquele dia, se você ia achar aquela figurinha que você esperava ou se iria ser só mais um dia de você tentando encontrar aquela pessoa certa para trocar com você ou você tentando ajudar uns amigos com várias figurinhas repetidas que você tem. E sempre era uma experiência muito legal, né? Marcou muita juventude de muita gente e continua sendo aquela febre, né? É verdade. É verdade. A gente vê agora, né? muita gente querendo aí eh os álbuns e já na engraçado que você compra o álbum já tem a expectativa de completar, né? Calma lá. As figurinhas, gente, criam conexões, né, entre pessoas, trocas, encontros e até lembranças familiares que atravessam gerações. A gente pode perceber isso eh eh no depoimento do Rafael. Agora, Thago, esse hábito pode funcionar como uma forma de socialização, a gente percebe isso, e também de fortalecimento de vínculos, né? Sim. Ele é ele é um é um meio de gerar elos geracionais, né? Eh, de pai para filho, né? E e também traz essa essa conexão que eh traz um reforço da amizade, né? Vínculos afetivos que acaba se conectando dentro dessa dessa troca, né, dessa experiência. Mas eu acho que é o que mais marcante mesmo é essa essa esse elo transgeracional, né? Vem de pai para filho ou de filho para neto e assim vai indo, né? Eu tenho alguns pacientes que eles são colecionadores, né, e e eles realmente afirmam que o que o que move ele, né, a fazer essa a buscar por esse por esse espaço é exatamente o elo geracional com os pais, né? E não só de de figurinha, mas qualquer tipo de de colecion de de de colecionismo que eles praticam, eles trazem esse elo, né? O pai que traz, olha, empreguei isso aqui, o filho que traz pro pai, né? Eles t esse vínculo. Isso é muito importante porque traz o afeto, né? Traz a a conexão dentro da família. Muito bem. Então é legal esse negócio de afeto, de conexão, né? Você fortalecimento de vínculos, né? Você fortalece eh eh a aquele carinho, aquele amor que de pessoas que estão ao seu redor com essa questão aí da da do colecionismo. E hoje a gente falando aqui do álbum de figurinhas. Agora, Rafael, a gente precisa focar no aqui, no agora, porque hoje as coisas mudaram. A gente tem as redes sociais, a gente tem a internet. Ah, na sua avaliação, né, como colecionador, você acha que as redes sociais mudaram mesmo a forma de colecionar, de trocar? Eh, quando você da última Copa tinha lá, já, Facebook, né? Você como que foi na na rede social? Teve alguma alteração eh eh nessa nessa questão de troca, de falar sobre as figurinhas? O pessoal faz isso nas redes? Com certeza. Eh, é um ponto, né? Porque quanto mais as redes sociais vão virando universais, todo mundo tem acesso, você acaba perdendo um pouquinho do da interação social que você tem fisicamente. Uhum. Só que nunca perde aquele ponto de você precisar encontrar pessoalmente aquela pessoa para fazer a troca. Mas sim, redes sociais elas acabam auxiliando bastante, né? Porque você tem acesso ao WhatsApp, você tem acesso ao Instagram, Facebook, com grupos e comunidades de pessoas que eh informam as figurinhas que t faltantes, informam figurinhas que elas têm eh repetidas. Uhum. Mas sempre acaba virando uma confusão muito grande, né? Você imagina um grupo em Campinas com 200, 500 pessoas, todo mundo falando: "Olha, eu tenho essas repetidas". Daí mostra lá uma lista de 150 figurinhas e logo após manda: "Olha, eu preciso dessas figurinhas" e manda lá uma lista de 200 figurinhas faltantes. Então ela acaba facilitando, mas mesma forma ela acaba eh confundindo um pouquinho. Você precisa de muita organização, porém eu acho que de alguma forma ela vem facilitar, né? Porque você imagina, você pode combinar com essas 100 pessoas no grupo para vocês se encontrarem no mesmo horário em algum ponto de troca e lá você vê fisicamente quem precisa das suas figurinhas. Só que com a tecnologia isso pode vir melhorando, né? Você pode encontrar algumas formas diferentes de deixar tudo bem organizado, o que que você tem, que que você precisa, quem que você pode ajudar. Uhum. Muito bem. E o Rafa tá falando isso, gente, porque ele e criou um aplicativo que a gente vai falar daqui a pouquinho que pode ajudar e muito você agora, principalmente, né, nessa nessa fase que a gente tá de comprar álbum, de começar a ter as figurinhas, de trocar figurinha repetida e de repente procurar aquela figurinha assim que é o seu sonho, né? Cada um tem aquela figurinha que mais quer, que mais gosta e também tem a figurinha para completar o álbum. E a gente vai falar daqui a pouquinho sobre esse aplicativo que o Rafael desenvolveu. E esse aplicativo tá quase na loja de aplicativos, viu? Olha, vai fazer muito sucesso, tenho certeza. Agora, a psicologia, ela explica que esse hábito, né, de de colecionismo envolve dopamina, né, que foi eh que o nosso psicólogo trouxe pra gente, a sensação do prazer ao completar, né, o álbum, o efeito surpresa dos pacotes, que também é aquela questão semelhante aos jogos de azar, e tem também a nostalgia, principalmente em adultos, que acabam revivendo a infância ao colecionar. Só que a gente precisa tomar cuidado. Você percebeu que eu falei do efeito surpresa, né, dos pacotes que tem aí aquela sensação também com os jogos que que envolve os jogos de azar? A gente precisa lembrar que o prazer pode virar compulsão ou um consumo exagerado. A gente tá falando aqui de algo bem legal, muito top, só que a gente tem que tomar cuidado também, né? É, então eu gostaria que você só pontuasse essa questão, Thago, do cuidado pra gente não transformar o nosso eh a nossa diversão em uma compulsão. Sim, né? A o nosso corpo ele sempre vai ele sempre vai procurar no extremo, né? A sua eh suprir a sua necessidade. Por isso que é importante nós entendermos que todo excesso ele vai ele pode gerar um problema. Todo excesso ele é um problema na nossa vida. Então essa compulsão, né? essa busca e muitas vezes desenfreada para realizar a completude do álbum, ele pode gerar sim ali um um problema sério dentro da família, até mesmo, né? Porque se não colocar limite, né? Até onde você pode ir, até onde você pode buscar isso, né? Senão, por exemplo, uma criança, um adolescente pega um ônibus e sai cruzando a cidade sozinho para comprar uma uma uma para fazer uma troca de uma figurinha. E nós sabemos que hoje, né, nós temos vivido momentos difíceis, a questão da segurança, né, e do mesmo jeito que na internet nós vemos várias pessoas, né, ali se passando por outras pessoas, também temos que tomar esse cuidado hoje também em questão das trocas, né, quem é a pessoa que vai fazer essa troca. Então é orientação pais, não deixar os filhos sozinhos, né? Acompanhar o que o filho tá fazendo, com quem o filho tá conversando e também ali colocar um limite, né, de gastos no mês, né? Nós foi feita uma pesquisa pelo Instituto de Matemática que ele diz que o custo pode chegar até R$ 7.000, R, né, para completar o álbum desse ano aqui que tem 980 figurinhas. Então, nós já imaginamos que no mínimo vai ser ali pelo menos 1000 ali, ele vai ter que investir, né, para chegar pelo menos a ter todo o álbum completo. Então, tem que tomar muito cuidado, fazer muito bem esse esse esse planejamento, né, dos pais, né, para que o filho possa participar disso, porque também tem a questão do cêno de pertencimento, né? Todo mundo na escola conversa sobre isso, todo mundo quer participar disso, mas também fazer isso com controle, com limite, para não acabar exagerando, né, e tendo ali um prejuízo, alguma, algum problema mais grave do que só a brincadeira. É legal os pais estarem sempre monitorando os filhos e entrando na brincadeira também, né? Vamos lá, vai trocar, achou um coleguinha, vai trocar, tem um grupo que vai trocar, mamãe, papai vai junto, vamos trocar juntos, né? né? Então assim, cuidar mesmo com a questão da segurança, porque a gente tem uma rede muito aberta e a gente sabe que as os jovens, os adolescentes, né, eh quando estão nessa, nessa euforia, às vezes não tem muito a noção do perigo. E a gente sabe também que, infelizmente, por trás da da tela tem muito perigo. Então, a gente tá falando aqui do colecionismo, a gente tá mostrando para você essa essa esse fortalecimento de vínculos, né, que as figurinhas trazem, eh, essa questão social gostosa, mas a gente precisa tomar cuidado com a questão da economia e também com a segurança, tá? Agora, o mercado cresceu tanto que virou uma indústria global e hoje já existe a tecnologia tentando organizar e otimizar essas coleções. Foi o que o Rafael trouxe, por ele falou do grupo do WhatsApp, você imagina um grupo do WhatsApp, a galera começar a descer ali todas as figurinhas que tem repetido, 100 pessoas cada um, se tiver 10, 15 figurinha, imagina todo mundo lá, gente, vai virar uma bagunça organizada, será? Eu acho que não, né? E aí o Rafael, ele desenvolveu um aplicativo que usa inteligência artificial para ajudar colecionadores. Olha só, gente. Então, como que surgiu essa ideia do aplicativo, Rafa? E que estágio que está? A gente vai conseguir utilizar esse aplicativo nessa Copa? Então, eh, surgiu lá atrás, né, com eu colecionando desde que eu era muito pequeno, a gente sempre tinha que anotar no papelzinho, né, trazer a sua colinha para você lembrar quantas figurinhas você tem faltando, quantas figurinhas você tem repetida. E eu sempre fui uma pessoa muito organizada, sabe? Uhum. Eh, então eu sempre destacava por eh seleções, por figurinhas douradas e sempre via que as pessoas ao meu redor não tinha tanto essa organização, elas não colocavam em ordem nem nada do tipo e acabava consumindo muito tempo, né, para você conseguir fazer essa esse matching perfeito de você encontrar as pessoas que precisam das figurinhas que você tem e essa mesma pessoa ter as figurinhas que você precisa. Uhum. Então essa ideia foi desenvolvendo há umas duas semanas atrás, uma semana atrás, quando eu percebi que você precisava de mais de R$ 1.000 para você colar todas as figurinhas no seu no seu álbum. Uhum. Eu pensei: "Nossa, isso acaba ficando muito fora de mão, né, para muitas pessoas, porque você [limpando a garganta] não vai conseguir achar todas as figurinhas do seu álbum somente abrindo pacotinhos, né? Uhum. Você precisa dessa troca e ainda mais a FIFA aumentando muito mais o número de seleções, eh, essa desorganização ela só vai crescendo exponencialmente. Então, aí que veio essa essa virada de chave para mim. Por que que eu não utilizo já o meu conhecimento de faculdade e de outras soluções e aplicativos que eu já desenvolvi? Para tentar otimizar um pouquinho isso, para tentar ajudar as pessoas e colecionadores a tanto terminar o seu álbum mais rápido como tu realmente terminar o álbum, né? Sim, porque você agora tem quase o dobro de figurinhas que você tinha dos dos anos anteriores. Sim. [roncando] E eu tive essa virada de chave que se você conectar todas as figurinhas que você tem faltando com as figurinhas que você tem repetida, a gente consegue utilizar um algoritmo de recomendação, que são o que grandes empresas já fazem, como o Netflix tenta te recomendar o filme perfeito ou o Spotify tenta te recomendar aquela música que você queria ouvir depois da que você tá ouvindo agora. [roncando] para para esse mundo de figurinhas, a gente poderia conectar uma pessoa A com uma pessoa B e fazer um match imperfeito deles. Então você poderia encontrar uma pessoa que tem 10 figurinhas que você tem faltando 10 figurinhas que você precisa e essa mesma pessoa precisa de 10 figurinhas que eu tenho. Então, se a gente conseguir fazer esse matching, a gente consegue otimizar demais as compras de pacotinho, né? Você não precisa ter 500 figurinhas a mais do que você precisaria e você consegue ajudar as pessoas a terminarem o álbum mais rápido, né? Poxa, que legal. E aí você desenvolveu o aplicativo. Qual que é o nome do aplicativo? O aplicativo chama Falta Pouco. Ele Ah, Falta Pouco. [risadas] Muito bem. Muito bem. E como é que tá? eh já tá eh disponível, como que a gente faz? Você utiliza, você consegue eh encontrar pessoas, é um aplicativo que encontra pessoas que estão eh com as figurinhas que você precisa, né? E aí a partir disso as outras pessoas podem encontrar você também. É algo assim bem legal que vai conectando, né? Formando uma teia, uma rede, né, de de pessoas, mas que no final você vai ter que se encontrar pessoalmente para fazer a troca da figurinha. Então é uma ponte, né? É uma ponte, é um aliado para o seu colecionismo. Eh, vai tá pronto quando? Como é que tá todo esse trâmite que precisa? Sim. Então, eh, o desenvolvimento começou há não tão pouco tempo atrás. Uhum. E eu já tô num progresso muito bom. A gente já mandou pro primeira eh tem todo um processo, né, para você publicar seu aplicativo. Não é tão fácil assim que nem as pessoas imaginam. Eh, eu já mandei pro primeiro processo de avaliação da Apple Store. Eles passam por toda uma revisão, uma crítica para você ver se você não tem nenhum perigo pros usuários, coisa do tipo, porque acaba envolvendo eh encontros pessoais. Então, tem todo um processo de segurança que precisa ser avaliado, né? Só que eu tô tô tentando fazer com que entregue o quanto antes. Uhum. Porque a gente já tem o álbum há 10 dias, mais ou menos na mão do público e a gente tenta fazer com que todos os usuários terminem antes da Copa começar. Uhum. Então eu acredito que próxima semana ou na outra já vai tá já vai est no ar para todo mundo usar. Uau! Que e poder usar o o slogan? Falta pouco. Falta pouco. Adorei o nome. [risadas] Falta pouco. Falta pouco para para terminar agora. Olha só que desenvolvimento legal. Que top. Quero parabenizar você, viu? Porque eu acho que é uma ideia assim estratégica, né, Thaago? Muito bom, né? Muito bom. Falta pouco e falta pouco para você completar o seu álbum, né? É mais uma questão aí de interação novamente que a gente volta pr pra interação social, mas com o contato que é muito importante nos dias de hoje, né? Hoje é o contato ele é essencial hoje, né? Nós somos seres relacionáveis, não conseguimos viver sem nos relacionar. E a gente sabe que a modernidade e questão da segurança, os filhos estão ficando cada vez mais dentro de casa. Então esse é o momento de aproveitar e mostrar, né, que o mundo ainda existe, né, para para as crianças, pros adolescentes, que eles podem se conectar com segurança e viver essa essa esse relacionamento, essa interação social de maneira mais saudável. Então eu tenho que aproveitar mesmo, levar os filhos para passear. Aproveito para passear com a família final de semana e nos encontros que existem no shopping. Inclusive final de semana agora a gente estava reunido Dia das Mães, né? Eh, e a gente estava reunido em casa e um dos dos nossos convidados levou o albinho de figurinha dele, né? A gente sentou ali todo mundo junto, foi fom organizando as figurinhas, colando as figurinhas no alvo, trouxe assim aquela nostalgia, aquele momento de de conexão com, né, com a infância. Você lembrou quando você colecionava? Lembrei. Eu lembro que assim, na minha época, né, nós tínhamos aquele outro álbum que você colocava a figurinha e trocava o kit e trocava por um brinde, né? Então a gente queria os brindes, né? Era bola, era dominó. Uhum. E a gente ficava ali brincando, procurando essa essa essas brincadeiras, né, e trocava as figurinhas ali também. E a da Copa do Mundo a gente sabe que é muito mais muito mais grandioso, né, esse esse momento. Então assim, é bem gostoso mesmo. Eu vem que aproveitar essa essa interação. Olha só, se a gente for parar para pensar o que o Thigo tá falando, o álbum, né, de figurinhas, a gente tá falando da Copa. Então, o álbum da Copa, vamos lá, é um dos poucos objetos que faz o adulto sentar de repente no chão da sala como uma criança. Gente, você imagina, é quase um ritual de passagem, né? Porque você se conecta com a sua infância, você se conecta com a sua criança e quando você vê você tá conectado com seu filho ali, né, com a sua filha e é algo que a gente tá precisando muito que aconteça. Então, se você tem aí a vontade de ter um álbum, olha que oportunidade legal, você compra o seu álbum, depois você vai lá, baixa o aplicativo, né? aplicativo. Falta pouco. Falta pouco. E aí você também tem a oportunidade de se conectar com outras pessoas de forma segura, né, para poder brincar nesse momento eh de Copa do Mundo, que é algo tão importante e que vai criando memórias também, né, Thaago? Tem muitas pessoas que tm até metodologia de colocar a figurinha, né? Não pode mudar, tem que ser do jeito certo, na sequência certa, né? Cada um tem a sua maneira de vivenciar essa vivenciar essa experiência. Essa troca é muito bacana. Muito bem. Você tem ideia, eh, Rafael, que você tá desenvolvendo algo, você tá trabalhando com a tecnologia, mas você tá potencializando encontros, encontros reais, você tá unindo tecnologia com de repente uma psicologia. Aí você percebe isso? Com certeza. É, é um ponto que eu considerei bastante antes, né? Porque o que te faz lembrar da das figurinhas da Copa do Mundo, do seu álbum, não vai ser colar, não vai ser claro completar é muito importante, mas sempre aquela aquela nostalgia, aquela vontade de querer sair de casa para trocar aquela figurinha, para terminar o seu álbum. Eh, então, muitas bancas acabam virando memórias, né? Aham. Verdade. Muitas bancas acabam virando memórias. muitas pessoas que passaram junto com você, que nem eu tinha muitas lembranças do meu pai saindo comigo, a gente indo achar aquela figurinha, a gente indo colar aquela figurinha. Então, com certeza, eh, durante o o planejamento do meu aplicativo, eu sempre considerei que a gente tinha que achar uma forma de preservar isso. Uhum. Eh, talvez fazer você sair menos vezes para para achar aquela figurinha, mas sempre fazer com que você saísse para para trocar, para conversar com as pessoas de tudo isso que envolve, né, socializar, tudo isso que envolve você finalizar o seu álbum. Muito bom. Agora traz uma sensação boa, né, tudo isso que a gente tá falando. Mas também tem um outro ponto, a gente precisa sempre tá trabalhando com o contraponto, porque assim, eh, vamos lá, colecionar a figurinha, né? Eu não consegui encontrar a figurinha para completar meu álbum. E aí tem aquela questão da fomo, a fomo, medo de ficar de fora. Eh, todos os amiguinhos, de repente já completaram o álbum, mas eu ainda não consegui. Então, vai gerar frustração e vai me gerar aquele medo de ficar de fora das pessoas que completaram o álbum, principalmente agora que todo mundo virou uma febre, todo mundo só fala disso. Thiago, como é que a gente tem que fazer para lidar, né, com essa frustração que pode acontecer, né? Tomara que com o falta pouco. Falta pouco. Com Tomara que com o falta pouco isso não aconteça. Mas e se acontecer? Como é que a gente lida com tudo isso dentro de casa? Porque nós estamos lidando com emoções, nós estamos lidando com dopamina, nós estamos lidando com desejos, né? E que também pode trazer a frustração. Sim. A gente sabe que a frustração é necessária. Até que falar quando ele falou do aplicativo, eu falar assim, mas vai diminuir muito a frustração porque você vai sair com a certeza de que você vai encontrar a figurinha que você precisa, né? Mas a frustração ela acontece em todas as áreas da nossa vida. Então assim, o que que eu oriento aos pais principalmente já conversa de antemão pro filho, falha pode ser que não dê certo de completar o álbum, né? O foco é esse, mas a o e trazer o foco principal pra interação, né? Para pro pertencimento de você ter participado desse momento, ter conseguido dividir, fazer trocas e não o objetivo não ser exatamente só completar o álbum. O álbum seria uma consequência de tudo isso, né? is preparos jovens adolescentes a ter essa paciência, a saber suportar essa frustração, né? Talvez num momento ali ele não vai entender, claro, isso, mas lá na frente ele vai, isso vai fortalecer ele em outras situações que ele vai viver na vida, né? De repente não passar numa entrevista de emprego, de repente não der certo num relacionamento, né? E saber suportar esse não, né? que isso é muito importante. O não, o limite faz parte do nosso desenvolvimento. Então o a o jovem hoje, o adolescente hoje ele precisa, né, ter esses limites. Então a frustração de não completar o álbum, talvez no momento pode ser muito ruim, claro, mas faz parte do desenvolvimento dessa criança, desse adolescente. Então, pro pai diminuir esse impacto, ele pode preparar já o filho, né, para essa situação. Então, conversa, mostra a quais são as possibilidades, mostra a as dificuldades às vezes, né? Queremos aí que logo esse, né? Eh, falta pouco saia rápido, né? Que aí vai diminuir esse problema. Mas vai existir sim, que pode ser que você não consiga na no seu momento ali ou você chegou e chegou na alguém na sua frente e já pegou a figurinha que você precisava. Então, é trabalhar isso com antecedência pro pro pro jovem, pro adolescente, para criança já vir preparada de que pode ser que não aconteça, mas não é só esse o objetivo da troca, né? É a interação, é o passeio, é o momento e quando acontecer, se vier realmente ali ter algum algum prejuízo emocional, acolhe essa criança, né? respeita esse momento dele. Eh, eh, todos nós quando passamos por frutações, por frustrações, precisamos do nosso momento, precisamos ali daquele tempo de você eh tomar consciência de tudo isso e depois você conseguir seguir a vida em frente. Então, é acolher, né, e direcionar para um outro momento, né, e trazer uma outra situação. Verdade. Muito bom. Agora, Rafael, você tem os álbuns de 2014, 18 e 22, né? E qual que é a sensação? Eh, eh, como que foi para você? você ficou eh faltando alguma figurinha, você teve alguma frustração? Como que foi para você eh essa completar esses álbuns aí? Então, o álbum de 2014 eu me lembro muito bem, né? Quem não lembra da Copa no Brasil? Eh, e esse álbum de 2014 a gente ia muito pro Guarujá. Uhum. Então, eu sempre me remeti à aquela banca específica. Aham. né? E questão de faltar figurinha, não, eu sempre consegui completar, ainda bem, só que sempre tem aquela figurinha que você mais almeja, né? Aquela figurinha do Neymar. [risadas] Então, aquela figurinha do Neymar, ela não tá nesse agora, né? Não, ela não tá nesse de agora, infelizmente. Mas se tudo der certo, ele vai estar na Copa representando o nosso Brasil. Eh, mas que nem você tinha perguntado. Sim, aquela figurinha do Neymar sempre é aquela que você mais quer, né? É, né? Ah, com certeza. É o ídolo de todo mundo na nação brasileira. [risadas] Muito bom. Olha só, gente. Tá vendo só? Ó, olha, ó o sentimento da sensação de pertencimento, né, que a Copa do Mundo traz. Nós fizemos um programa eh eh há dias atrás falando disso, né? falando da Copa do Mundo, falando da sensação de pertencimento, falando da torcida, falando da organização das casas, das ruas, né, e que tem eh diminuído um pouco, né? E tomara que isso volte, porque isso faz bem para nossa nossa mente, faz bem, acho que pro nosso psicológico essa sensação, né, Thago? Muito, muito bom. Eu lembro que antigamente o pessoal pintava as ruas, colocava a bandeirinha, aí todo mundo se juntava, colocava aquele telão para poder assistir e aos poucos isso tá se diminuindo, né? A gente tinha que buscar isso de novo, buscar essa interação, esse momento de conexão com os vizinhos, né? Eh, eh, a gente sabe que o Brasil ele é movimentado pelo futebol, então esse momento é todo mundo é um é um único time, então não existe mais o conflito, né? E todo mundo quer tá ali com a camisa verde, camisa amarela, azul, branca, né? Agora, antes tudo camisa amarela, né? Agora trouxe todas as cores também pro para esse momento. Então, precisa assim, né? aproveitar, se divertir mesmo para para ter essa conexão. Muito bom. Agora 8:43, tem gente participando conosco, então vamos ver o que que o pessoal de casa vai falar, porque eu quero saber se você aí já comprou seu álbum, se de repente você tá esperando o aplicativo, né? Eh, falta, falta pouco, é, falta pouco, falta pouco chegar para você poder se de repente empolgar mais um pouquinho. Se você já foi algum colecionador, se você guarda um álbum aí da sua coleção que te quando você olha, você sente aquela nostalgia, conta pra gente, vai participa conosco. Produção tá avisando que nós temos algumas participações. Vamos ver o que que o pessoal tá falando agora. 8:44. Estamos aqui ao vivo falando hoje sobre colecionismo, sobre aplicativo que tá chegando aí para poder ajudar você a encontrar a sua figurinha que está faltando. E a Luciana Costa do Castelo conversa com a gente. Abrir o pacotinho gera uma descarga de adrenalina muito forte em quem coleciona. Esse prazer momentâneo pode viciar a pessoa a comprar mais do que o orçamento permite? Uau. Essa é uma pergunta pro nosso psicólogo responder. Sim, pode acontecer sim. e de levar o vício, né? A pessoa acaba perdendo o controle. Essa essa sensação de de achar essa busca, né, pela figurinha desejada, ele ele vai conduzir a pessoa cada vez mais a a a alcançar, né, eh, procurar. Então o vício ele vai chegar porque se a pessoa não colocar um limite, não determinar um limite para ela de gasto, ela vai cada vez mais buscando, buscando, porque o CB ele precisa encontrar aquele aquela figurinha, ele precisa se sentir essa realização. Isso não acontece só no álbum, acontece em tudo, né? a gente vê essas máquinas de de pegar bichinhos, eh eh eh jogos da Bet, entre outros, as pessoas sempre buscam alcançar o resultado. E se a gente não ter um controle, um limite, você acaba exagerando sim e passa, acaba extrapolando o orçamento. Verdade. Nem me fala dessas máquinas de pegar bichinho. Ô gente, pelo amor de Deus, né? Ô, faz uma uma aquele negocinho que pega assim, uma garrinha mais firme, né? O negócio fica [risadas] tudo mole assim, ó. E aí o que que acontece? Você vai tentando, vai tentando e você pega, pega, pega, vai, vai. cai fora do negóci. Oxe, olha, vou te contar, que decepção, que frustração. Eu tô correndo dessas máquinas de pegar bichinho, viu? De repente, pode ser que eu comece a colecionar figurinhas da Copa agora. Vamos ver. 8:46. Mais uma pergunta pra gente, produção. Vamos ver quem é que tá conosco. Fernanda, Fernando Souza do Cambuí. Existem estratégias para conseguir as figurinhas raras sem ter que gastar fortunas em pacotinhos? Vale a pena, vale mais a pena comprar lotes fechados ou focar nas trocas em pontos públicos? Você que é colecionador e agora tá criando aplicativo, pode responder aí o nosso telespectador. Rafa. Então, acho que é difícil falar que você pode desenvolver uma estratégia, né, quando envolve muita sorte de você tirar aquela figurinha rara. Eh, eu acho que pontos públicos podem te auxiliar muito mais a você encontrar uma figurinha rara do que a probabilidade dentro de pacotinhos. Porque e esses lotes fechados que ele fala, são muitas figurinhas, é isso? Sim, sim. São lotes de muitas figurinhas juntas, tá? É, eu creio que você não tenha mais probabilidade de encontrar essas figurinhas raras, mas que nem você mencionou do aplicativo, lá a gente vai ter uma aba para figurinhas raras, inclusive já tem um site para você poder entrar lá e aguardar que você será avisado quando quando lançar o aplicativo. Tá lá na web faltapouco.com Bom, e lá com certeza você vai ter muito mais chance de encontrar aquela sua figurinha rara, mais do que você abrir centenas de pacotinhos. Então, pode acessar o site e aí fica na fila de espera aí pra gente poder saber quando que vai pro ar o o aplicativo. E a partir disso, filho, falta pouco para completar o álbum. É mais ou menos isso, né? Sim, sim, com certeza. lá você vai deixar seu e-mail e eu vou te mostrar quando vai tá lá na na Apple Store para você baixar. É pago ou é gratuito? É gratuito. O aplicativo inteiro ele funciona gratuitamente, só que você tem um plano opcional ali, caso você queira encontrar as melhores oportunidades para você. Então você é aquela pessoa que quer sair, não sair tanto de casa para você fechar aquele seu álbum. Então, encontrar aquela pessoa que tem 20 figurinhas que você precisa, entendeu? Mas o aplicativo inteiro ele é funcional gratuitamente, então lá você vai poder ter algumas trocas por dia, mas tem uma opção paga que você também sim caso você esteja faltando, por exemplo, só uma figurinha, então lá você vai ter aquela funcionalidade de quando algum dos nossos usuários colocar aquela uma figurinha que tá te faltando, já vai direcionar, como é repetida para ele, você vai ser avisado. Olha só que legal, hein? Muito bom. Gente, 8:49. E aí, né? Tá pronto para encontrar o falta pouco, né? Falta pouco para sua figurinha chegar, né? A gente tá aguardando. Vamos lá. Mais uma pergunta, por favor. Pode colocar na tela, produção, por gentileza. E você aí de casa, já tem o seu álbum de figurinhas ou tem aquele guardado esquecido lá em cima do guarda-roupa? Dá uma olhadinha nele, tira a poeira, né? Vamos dar uma olhada, dar uma eh passa as páginas assim para ter aquela sensação gostosa de nostalgia. Vamos lá. Aline Vasconcelos do centro. O sentimento de completar um álbum é de missão cumprida, mas logo vem um vazio. Por que a busca pelas figurinhas costumam ser mais prazerosas do que ver o álbum totalmente cheio? Ai, ai, ai. E agora é a sensação de quase vitória. A gente fica ali procurando, procurando, né? Depois que a gente alcança o ápice, né? O cérebro tende a relaxar. Então, aquilo aquilo que era o o objetivo final, muitas vezes não faz mais sentido, né? Mas enquanto você não completa, ele mantém essa adrenalina, essa dopamina dentro do cérebro funcionando. Por isso que é o processo é mais frajeroso do que o objetivo final. Então acontece muito mesmo. Depois que você completo alagar sentido porque aí não tem mais para trocar, não tem mais interação, você já chegou no ápice, né, no final do do percurso, você não consegue chegar mais, né? É, não consegue lugar mais lugar nenhum, a não ser que você compre outro álbum e tenta montar de novo o segundo álbum para você. A psicologia explica, né? E aí, Rafa, é assim mesmo? Como é que é a sensação? Ah, sim, com certeza, né? Eh, você abrir aquela figurinha com certeza vai te dar mais prazer momentâneo do que você perceber que você terminou sua jornada, né, poxa, de completar o álbum. Mas os dois são são bastante prazerosos, né? você ter aquela sensação de vitória e [roncando] você ter aquela aquela sensação de dopamina que nem nosso especialista falou de tentar ter aquela figurinha que você gosta ou tentar achar aquela figurinha faltante para você. E quando você falei os álbuns aí que você completou assim, qual que é a sensação que você tem? Que que você sente? Ah, dá uma nostalgia, né? Com certeza dá uma nostalgia. Você lembra de cada conquista por cada figurinha? Com certeza. Eu lembro inclusive qual que foi a minha última figurinha do meu último álbum, porque antes de vir pro programa a gente dá uma foliada, a gente dá uma relembrada antes de começar o álbum desse dessa Copa, inclusive, né? Você dá uma foliada, você lembra: "Olha, essa daqui foi difícil, olha, essa daqui eu ganhei do meu amigo fazendo um bafo." Então, ah, com certeza traz uma experiência, né? Com certeza traz umas lembranças boas com a família, com os amigos. E só te dá mais vontade de você completar o álbum do próximo ano, da próxima. Olha que legal. E esse negócio de bater bafo, né? Você lembra na escola? Ah, você lembra, Thaago? Você fez isso na escola? Fez? Isso. Isso. Mesmo que eu não sou um colecionador nato, mas eu a bafo eu sempre participava. [risadas] A disputa sempre tinha que haver. Muito bom. E qual que é o segredo do bafo? Você ganhou bafo? Ó, conta aí. Conta o segredo do É, era bom. Eu era bom de bafo. É, sempre na escola, né? Eh, a gente tinha o dia do brinquedo na minha escola lá no Liceu aqui em Campinas e era em época de Copa e nossa, então virava uma febre, todo mundo ficava em círculos, tinha sempre aquele melhor, tinha o que sempre perdia. Eu tava no meio ali, sabe? Conseguia ganhar algumas figurinhas, conseguia perder algumas figurinhas também, mas sempre dei sorte. E já ganhei bastante figurinhas faltantes dentro do bafo. Ah, sim. Porque muita gente eh às vezes coloca no bafo quando você terminou assim para você não ter risco de perder nenhuma figurinha, só para ser mais uma diversão assim mesmo, sabe? Mas às vezes você consegue ganhar aquela figurinha faltante no seu joguinho de bafo. Olha aí. E e o bafo ele tem um um segredo assim para você virar a figurinha. Como é que é? Ah, tem um segredinho. É, sempre tem aquela pessoa que vem com uma estratégia diferente, [risadas] mas sempre consiste na mesma coisa, né? Você fazer um vento embaixo da figurinha para ela virar. Quando você virou é sua. Ai, que delícia. Olha só o que que nós estamos fazendo hoje aqui, né? Ele trazendo memórias, você trazendo memórias, Thaago. Eu também, né? Eu eu colecionei figurinhas, eh quer dizer, eu eh gostava de completar álbum nessa que você também eh completou na sua adolescência, na sua infância. A gente completava o álbum de figurinhas para poder ganhar um brinquedo, ganhar um um tipo assim, é um álbum que tem a figurinha do dominó lá. Então você vai completando, vai comprando e completa. Quando tiver o desenho do dominó, você vai lá na banca e troca por um um dominó, né, de verdade. E aí você fica feliz e vai brincar de dominó. E mais ou menos, era mais ou menos assim na na minha época. Eu acho que na sua também, né, Thaago? E você vê que gostoso um momento a gente só de falar sobre o assunto, né, sobre o álbum de figurinhas, trazer essa eh essa febre que tá acontecendo aí eh aqui no nosso nosso país, a gente já tem essa sensação gostosa de nostalgia, né? Isso é bom, conversar sobre também, não é? Sim. Traz a memória, né? Eh, a gente tem muitas memórias que ficam esquecidas. Uhum. Né? E aí a gente traz isso à tona de novo e revive esses momentos de novo, essa sensação prazerosa da conquista. Naquela pergunta que ela falou assim: "Ah, por que que depois que a gente completa?" Porque a gente deixa esquecido. Mas se a gente focar, por exemplo, na conquista, eu conquistei aquilo, isso foi prazeroso para mim, isso mantém. Então, tudo aquilo que a gente consegue trazer a memória como consciência nos ajuda a ficar bem mais tempo. Muito bem. Quer desafiar o pessoal do grupo Mais aí, pessoal da redação, né? Todo mundo que tá aí assistindo, eu sei que estão. Vamos embora comprar figurinha pra gente bater bafo. Ó, vou ganhar do Gabriel, hein? Pode deixar comigo. Bora bater um um bafo aí, Gabriel. Gente, que maravilha. Que gostoso. Segunda-feira a gente com esse bate-papo leve, mas trazendo algo muito importante. A gente tá falando do colecionismo e e claro que a gente precisa falar, né, desse do álbum de figurinhas da Copa, mas a gente precisa lembrar também eh de não comprar por impulso, de tomar cuidado para não extrapolar o orçamento, de tomar cuidado também com a segurança, de estar monitorando suas crianças e adolescentes, né? Porque a gente sabe que nós temos sempre os dois lados da moeda e a gente precisa sim cuidar. Mas o importante também é que a gente possa se conectar com os nossos filhos, com os nossos adolescentes, fazer parte. Eh, aproveita esse momento para entrar no grupo, né, dos seus filhos. Eh, por que não, né? Vamos lá, chama a galera, vai bater um bafo, espera chegar e o falta pouco. Quando chegar o falta pouco, fique com seu filho no aplicativo, vá buscar as figurinhas junto, né? E e aí a gente acho que consegue alinhar eh relacionamento, segurança, vai ser um momento legal. Faça de tudo para que isso seja um momento legal. Acho que isso pode acontecer. Agora 8:56. Mais uma perguntinha e a gente já vai para as considerações finais, por favor. Vamos lá, produção. A última do programa de hoje. Lembrando que hoje tem reunião ordinária, tá? Às 6 da tarde também tem eh reuniões na Câmara de Campinas. Você fica com a gente aqui na TV Câmara Campinas, no canal do YouTube também, transmissão ao vivo, direto do plenário José Maria Matozinho, o Ricardo Almeida do Nova Europa. O que vale mais? A pressa de completar o álbum ou a diversão de ir trocando aos poucos com os amigos durante todo o período da competição? Bora, Rafa. Vamos lá. Ah, para mim, com certeza vale mais esse processo de troca de figurinha, né? Porque é toda uma competição entre seus amigos, quem que vai completar antes, quem que principalmente vai gastar menos dinheiro para completar o álbum, porque agora a gente tá com quase 1000 figurinhas, R$ 1 cada figurinha, então acaba ficando muito caro, né? Mas na minha opinião, com certeza seria esse processo de trocando as figurinhas, né? Você encontrar aquela pessoa certa que precisa das minhas figurinhas e tem as figurinhas que eu preciso. Falta pouco, tá aí para isso. [risadas] E com certeza a troca acaba, a completude acaba virando uma consequência das trocas, né? Exatamente. Então, para mim todo o processo vale muito mais do que você realmente completar, porque acaba virando um período, né, que você realmente vai se lembrar disso e quando você completa, você vai dar uma foliada ou outra, vai acabar encapando que nem os meus álbuns, né? Deixa eu ver. Vamos lá, mostra aí. Tem que tem que encapar preservar. Vamos lá. Aí, ó. Ó, tá encapadinho. Que coisa linda. Ó, olha só. Muito bom. Muito bom, entendeu? Topíssimo. E as figurinhas brilhantes, né, que todo mundo mais ergue assim para mostrar. Ó lá, olha as figurinhas brilhantes. É o que todo mundo quer, né? É. Foi difícil essas aí ou não? Com certeza. Elas são um pouquinho mais raras, né? Aham. Elas são mais raras. As figurinhas brilhantes. Tem o do Fulec, né? Ah, verdade. O mascote. Mas da copa muito bom. Elas acabam sendo um pouquinho mais difíceis, né, por por todo esse esse esse ponto delas serem brilhantes e serem figurinhas especiais, né? Então, você sempre quer ter aquela brilhante, você sempre quer ter aquela bola da Copa do Mundo no seu álbum. Que top, né? Muito legal. Ô, gente, é o seguinte, a gente vai encerrar o programa agora 8:59. E assim, ó, no final das contas, colecionar as figurinhas é sobre mais do que completar as páginas, é sobre histórias que a gente percebeu aqui, é sobre encontros que a gente também percebeu aqui no programa, é memória, é emoção, é um hábito simples, mas que vai fazer assim algo tão grandioso, né, na sua, no seu coração, na sua memória. E eu acho que é isso que vale, a gente estar em conexão mesmo com a tecnologia, a gente pode estar em conexão nesse momento aí de colecionadores, de álbuns, de figurinhas, enfim. Eu quero agradecer a participação de vocês. Considerações finais, por favor, Thago. Acho que eh esse programa trouxe bastante nostalgia nostalgia paraa gente, mas também eh faz a gente parar para analisar, né, a importância da gente sentar no chão da sala, bater um bafo com as crianças, trocar a figurinha, colar a figurinha. Então, acho que é tudo válido quando a gente faz com carinho e com amor e principalmente quando a gente fala de conexão entre pais e filhos. Sim. importante. Então assim, a o que fica de recomendação é aproveite esse momento, né? Interaja mesmo, faça o possível, mas tudo com equilíbrio, com cuidado para que essa brincadeira não se torne algo ruim, né? Não se torne uma má lembrança. Então temos lembrar que nós estamos buscando aqui uma nostalgia, boas lembranças que vivemos e o quanto isso nos nos mantém bem e vivos até hoje. Então que o foco seja esse, né? uma alegria e uma e uma e uma diversão. E eu agradeço, né, a oportunidade de estar aqui com vocês. Foi um prazer enorme poder participar desse momento juntamente com vocês. Maravilha. A gente que agradece a sua participação, a sua fala, a sua visão da psicologia, né, sobre o colecionismo. E a gente agradece também, né, o nosso criador do Falta Pouco, falta pouco para ele chegar também, né, Rafa? Tá quase. Então, na loja de aplicativos, o Falta Pouco. Pessoal pode acessar o faltapouco.com para poder já se inscrever lá para poder, tipo, quando chegar o aplicativo, você já tá ligado, já tá sabendo. Lembrando que esse aplicativo é gratuito, tá bom, gente? E claro que se você tiver lá faltando uma figurinha, que você tiver hã querendo 20 figurinhas, né, a casos específicos, aí claro que tem ali, um valor, né, específico a ser pago, mas o o natural da troca da figurinha vai ser gratuito. Então, por gentileza, suas considerações finais. Quero agradecer a sua participação. Parabéns aí eh eh por seguir eh essa essa essa coisa gostosa dessa nostalgia. e dessa conexão que você tem feito eh do aplicativo, tem proposto do aplicativo, né, a tecnologia, mas não esquecendo da união, dos laços, da socialização, que é algo muito importante que a gente precisa. Muito obrigada. Com certeza. É, muito obrigado pela pelo convite. Uma honra estar aqui participando e que nem você disse, é muito importante, né, ter esses laços, ter essa troca física entre pessoas. Então, a tecnologia tá aí só para facilitar isso. Eh, nessa era da tecnologia, a gente tem que sair de casa, encontrar pessoas, fazer as trocas de figurinhas. E a tecnologia veio aí só para te auxiliar, te otimizar suas trocas. E eu, como estudante de ciência de dados e inteligência artificial na PUC, não poderia deixar de fora uma ideia que minha mãe teve, inclusive. Eh, eu acho muito importante a gente conseguir conciliar a ideia da sua mãe. É a ideia da minha mãe. Você tá de brincadeira? Pera aí. Para, para tudo, para tudo. Volta à fita. A ideia da sua mãe. A ideia da minha mãe. Que coisa. E a mãe tá aqui com a gente aqui no estúdio. Parabéns, mãe. Maravilhosa. Não poderia deixar de mencionar, né? Que legal. Olha só, ela sempre acompanhou meus projetos de inteligência artificial. Ela deu essa sugestão. A ideia consolidada mesmo foi eu que desenvolvi, mas não poderia deixar de mencionar, né? Relação de afeto. Olha a relação de afeto, né? Muito bom, gente. Então, Rafa, mais uma vez obrigada pela sua participação, tá? E a gente tá aguardando falta pouco entrar no ar, por favor. Faltapoco.com, pessoal. Isso. Muito bom. Qual o nome da sua mãe? Daliana. Daliana, parabéns, viu? Parabéns pelo filhão. Parabéns pela ideia, né? E e parabéns, gente. É, é sensacional essa conexão de vocês. Deve ser maravilhosa. Muito bom. E a gente que agradece você que tá em casa conosco. Muito obrigada pela sua participação, pela sua audiência. Ah, lembrando que hoje é segunda-feira, gente, tem uma semana linda, maravilhosa, esperando por você. Então, faça acontecer o seu bom dia. Daqui a pouquinho nós temos a Íria trazendo informações eh do legislativo, também atualizadas Brasil e mundo, cotação do dólar, enfim, notícias atualizadíssimas para vocês. Ao meio-dia nós temos Câmara Notícia e a programação da TV Câmara Campinas segue cobrindo os eventos da Câmara de Campinas. E também lembrando que às 18 horas nós temos a reunião ordinária. Você pode participar presencialmente no plenário ou então pelo YouTube da TV Câmara Campinas e ao vivo aqui na TV, na sua televisão. Tá bom, gente? Amanhã nós temos estúdio Câmara ao vivo novamente. E olha só, amanhã a gente traz um tema que é um pouco polêmico. Eh, nós vamos debater sobre as pessoas que são veganas. As pessoas que são veganas, os veganos, eles são antissociais? Que que você acha? A gente vai falar sobre a veganofobia, os desafios de jantar fora e como as escolhas éticas impactam as amizades. [música] É um tema que envolve estilo de vida, preconceito, convivência e comportamento social. Você é vegano e aí você tem dificuldade de socialização quando alguém te convida para jantar fora é difícil para você? Ou você aceita e vai tranquilo, você se alimenta antes, como é que é a convivência, né? Vamos falar então amanhã sobre esse estilo de vida, o preconceito e a a convivência e o comportamento social, tá bom? Grande abraço para você, fique bem, cuide-se, uma ótima segunda-feira e até amanhã em mais uma edição do nosso estúdio Câmara. [música] Até lá. Ciao. Ciao. [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música]