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É o Bicho | Neuro vet
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É o Bicho | Neuro vet

516 views Publicado 09/05/2025 HD · 13:38

Descrição do vídeo

ALZHEIMER EM CÃES? Veja os Sinais que Podem Salvar a Vida do Seu Pet! | Emoção e Cuidado no Ar! Você sabia que o Alzheimer também pode atingir os cães? 😢 No emocionante episódio do quadro É o Bicho, da TV Câmara Campinas, conhecemos a história tocante do Júnior, um cãozinho de 14 anos que passou de ativo e agitado a desorientado e confuso. A suspeita? Disfunção cognitiva canina — o chamado “Alzheimer dos cães”. Nesta reportagem especial, mergulhamos nos sinais dessa doença silenciosa que tem impactado a vida de muitos pets e seus tutores. Júnior começou a latir para o nada, a esquecer comandos simples, a se perder dentro da própria casa. Aos poucos, foi mudando sua personalidade — e com ela, toda a rotina da família. É de cortar o coração. Com a ajuda de especialistas em neurologia veterinária, descobrimos que, assim como os humanos, os cães idosos precisam de estímulos mentais, boa alimentação e até suplementação para manter o cérebro ativo. Também aprendemos que sintomas como troca do dia pela noite, ansiedade, agressividade repentina ou apatia podem ser alertas importantes. Enquanto aguarda o diagnóstico definitivo, a família de Júnior iniciou um tratamento com medicina integrativa, incluindo acupuntura e suporte alimentar. O objetivo? Garantir qualidade de vida, amor e dignidade até o fim. Porque cuidar de quem sempre cuidou de nós é um gesto de pura humanidade. ❤️ Se você tem um pet idoso em casa, esse vídeo é essencial. Assista, compartilhe e ajude a levar informação a quem precisa. Seu melhor amigo pode estar precisando de ajuda — e você pode ser a diferença na vida dele. Continue assistindo conteúdos incríveis em nossas playlists: 📺 YouTube: https://www.youtube.com/@tvcamaracampinas 🌎 Conecte-se com a gente nas redes sociais: 📸 Instagram: https://www.instagram.com/tvcamaracampinas 🎵 TikTok: https://www.tiktok.com/@tvcamaracampinas 📘 Facebook: https://www.facebook.com/tvcamaracampinas 📌 Dados do vídeo: É o Bicho | Júnior, o cão com suspeita de Alzheimer https://youtu.be/NcJAUQbjPX0 #AlzheimerCanino #SaúdeAnimal #CãesIdosos #NeurologiaVeterinária #DoençaDegenerativa #PetsComAlzheimer #TVcâmaraCampinas #ÉoBicho #DisfunçãoCognitiva #BemEstarAnimal #AmorAosAnimais

Transcrição completa do vídeo

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[Música] É o bicho de hoje, você vai conhecer o Júnior, um cãozinho de 14 anos que está apresentando confusão e ansiedade. A suspeita é Alzheimer Canino. Júnior não tem raça definida, é idoso e nos últimos meses começou a apresentar mudanças comportamentais preocupantes. Ele chora, late para o nada, se perde dentro de casa e já não interage tanto com outros cães. O Júnior era muito ativo, independente, eh agitado, muito terrível, agressivo, assim, reativo, né, com com cachorros e pessoas na rua. Então, a gente tinha até que escolher bem os horários para passear com ele, para evitar de encontrar eh outras pessoas, né, assim, que muitas vezes ele realmente mesmo com coleiro, ele dava aquele salto assim, tudo mais, sempre queria brigar com os cachorros. Então, enfim, tinha um comportamento bem desafiador ali na parte da agressividade mesmo, né? Bem agitado. Ele começou a h alguns meses, né, eh, a ter uns comportamentos um pouco diferentes, assim. Então, por exemplo, é ficar latindo às vezes para um lugar, porque ele tem hábito lá em casa de latir pra porta quando ele quer sair ou entrar. Ele começou a latir pra parede, ficar parecendo meio perdido no nos ambientes. E é uma casa que a gente mora faz muitos anos, né? Então a gente começou a ficar perdido nos ambientes. Eh, às vezes querer entrar num lugar onde nem ele nem passava. eh começou a ficar agressivo com com os irmãos deles, os cachorros da casa quando ia comer. Muitas vezes ficava pedindo comida como como se não lembrasse que já tinha comido, né? Então ele começou a mudar nesse nesse aspecto e começou a a sofrer um pouco eh em alguma não só de noite, mas principalmente em algumas noites que ele tinha um sono normal, né? E passou a ter eh essa coisa de de acordar e ficar chorando, ficar fazendo esse som assim. esse lamento, né? E às vezes a gente não entender se é dor, se não é dor, o que que tá acontecendo, que muitas vezes estava alimentado, às vezes estava até com remédio para dor, né? Mas começou a ficar a ficar com esses lamentos em diversos horários do dia assim na realidade, né? E e à noite principalmente, parece que tava um pouco confuso com os horários. É muito triste ver o bichinho perdendo a qualidade de vida. Ele mudou de comportamento, ele não é mais aquele cachorro agressivo, né? inclusive, eh, ele é muito mais tranquilo agora, mas a gente sabe que não é um tranquilo por personalidade dele, ele realmente foi mudando e é e é um sofrimento, né? Ele tá confuso, ele tá perdido, ele tá eh sem saber os horários. Isso tudo é muito sofrido. A gente vê o cachorro ficando desse jeito, né? É como se fosse um ser humano, porque se a gente vê que a pessoa tá ficando confusa, tá esquecendo as coisas, a gente sofre junto. E por não querer que ele que ele que isso avançasse, para tentar ver se se tinha uma solução, a gente foi atrás. A neurologia veterinária é a especialidade que estuda as doenças do sistema nervoso de cães e gatos. Entre as mais comuns estão a epilepsia, tumores e nos idosos a disfunção cognitiva, o Alzheimer Canino. Pra gente evitar, o que que a gente precisa fazer? Primeiramente é cuidar da alimentação, se alimentar bem assim como nós, né? e pensar que isso acontece no animal mais velho. Então, com 7, 8 anos, ele já começa a entrar na idade sênio. Ele não é um idoso, mas já tá na idade sênio. Então, já é a hora de começar a trocar ração como ração sênior, começar a fazer suplementação comuticos, com antioxidantes para proteger esse cérebro, né? E também assim como nós humanos, precisa trabalhar a mente com o nosso cachorro. Então, o cachorro na natureza ele ia caçar, ele ia pensar para conseguir comer. A gente põe a comida no pratinho, eles não precisam mais pensar. Então, o ideal é que você estimule esse animal desde novo e a vida inteira e principalmente também quando tiver mais velho, eh, com brinquedos interativos, com enriquecimento alimentar. Então, tabuleiros que você esconde a comida ali, ele tem que pensar como que ele vai tirar a comida, aquelas bolinhas de petisco. Então, fazer o animal pensar trabalhar o cérebro, né? Isso vai ajudar muito também. Se um cérebro parado, ele vai mesmo, né, defino ali, assim como nós. Exercício físico também é muito importante pra saúde física, pra saúde mental. Então, passear com o animal, brincar, né? Treinar comandos é muito legal, porque você vai estar sempre treinando comandinhos. Aí ele vai est tendo que pensar para fazer esse comando, mesmo que lá na frente ele começa a esquecer um pouco os comandos, mas isso vai demorar muito mais se você trabalhou essa cérebro. Qualquer problema no cérebro, seja uma neflasia, uma infecção, uma inflamação, uma má formação, um AVC, qualquer problema ali no cérebro pode causar sintomas neurológicos, né? O que depende o quê? Da localização do cérebro. então do problema ali no cérebro, né? Eh, então, por exemplo, uma epilepsia convulsão, ela é no córtex. O Córtic também tem alteração de comportamento. Então, se ele tiver aqui uma inflamação, eh, uma infecção, uma neoplasia, o sintoma é o mesmo. Se for no tronco encefálico, que causa sonolência, causa alterações de respiração, eh, se for um tumor, tipo, uma infecção, uma inflamação, o sintoma é o mesmo. Então, qualquer coisa no cérebro pode causar os mesmos sintomas, o que vai diferenciar daí a gente fazer o exame de imagem, de líqu sintomas. Gatos também tem, os gatos idosinhos também tem. Na verdade, a doença chamando e síndrome da disfunção cognitiva, né? Ela é conhecida popularmente como um Alzheimer porque é muito parecido com o Alzheimer humano, né? Tanto na degeneração quanto os sintomas. É uma doença neurodegenerativa, né? que vai degenerando mesmo o cérebro, vai afetando a parte cognitiva, a parte de memória. Então ela é muito igual, né, ao Alzheimer humano. Então a gente chama de popularmente, né, como um Alzheimer Canino e um Alzheimerino. Após analisar o comportamento do Júnior, Vivian solicitou exames para descartar outras doenças, como tumores e infecções cerebrais. foi com relação aos sintomas que ele tá apresentando, à alterações comportamentais que ele tá apresentando, que é muito comum no Alzheimer, porém pra gente ter certeza que realmente é um Alzheimer, tem que descartar outras doenças, né? Se tiver uma neoplasia, por exemplo, ali no cérebro, pode causar os mesmos sintomas, né? Ou pelo menos muito parecidos. Eh, e aí a gente não tem certeza que é. Então, primeiro que nós vamos ter que fazer exames de imagem para realmente fechar o diagnóstico, que sim, é realmente o Alzheimer e não outra coisa. A gente vai excluir primeiro outras causas. Os sinais da doença são parecidos com os do Alzheimer humano. O animal se desorienta, esquece comandos, muda o ciclo do sono e pode até não reconhecer os donos. Os sintomas, na verdade do Alzheimer, eles são acabam sendo no início assim bem são bem parecidos com o humano, né? O humano começa a perder memória, fica meio esquecido. Então é a mesma coisa. Inicialmente os animaizinhos eles começam a ficar meio perdido pela casa. Às vezes parece que esquece o caminho. Eh, alguns começam a esqueceronde faz o xixi, o cocô. Ele fazia direitinho, ele começa às vezes errar, às vezes, tipo, não lembra tal potinho de água, potinho de comida. Então, começa com essas esses esquecimentos de ficar perdido mesmo. Isso gera, no início, geralmente gera muita ansiedade, porque eles ficam meio desesperados mesmo, né? né? Alguns ficam cidades de separação, tem essa alteração de comportamento. Às vezes um animalzinho que era bonzinho fica mais agressivo, um que era agressivo, ele fica mais calmo. Então tem uma alteração de comportamento e conforme a doença progride, isso vai piorando, né? Eles vão ficando mais às vezes chega numa num ponto que ele às vezes até esquece, né? O tutor estranho, tutor às vezes fica agressivo, né? com o tutor, assim como acontece eh no ser humano. E começa a ter também às vezes eh comportamento compulsivo, fica andando sem parar, troca o dia pela noite, então ele começa a dormir muito de dia e fica acordado de noite, parece que realmente ele perde essa noção de horário, né? Ele começa a fazer essa troca mesmo de horário, né? Então assim, é bem parecido com o Alzheimer humano, diferente que a gente eles têm um comportamento diferente do nosso, né? Mas em questão de sintomas assim, acaba se assemelhando muito. A gente pode sim, tem várias coisas que a gente pode fazer para evitar que isso apareça, eh, ou se aparecer, porque a gente não se sabe ainda se tem, provavelmente tem algum punho genético aí, não se sabe direito, né? Mas pode ter algo genético, então pode ser que venha a ter mesmo, mas a gente consegue, se não conseguir evitar pelo menos retardar. Enquanto o diagnóstico não se confirma, a família do Júnior já iniciou o tratamento com medicina integrativa. Ele faz sessões de acupultura e vai começar uma suplementação alimentar voltada à saúde do cérebro. A gente tá dando remédios, né, próprios pro Alzheimer, né, para tentar dar uma uma um cotidiano melhor para ele, né? Eh, a gente vai entrar com vitaminas também agora, né, com com suplementos, melhor dizendo. Eh, e a gente busca perceber as necessidades dele. Então, muitas vezes ele tá carente, ele precisa ficar junto, né? É uma coisa que ele que ele fazia, muitas vezes ele dormia na sala, agora ele quer dormir no quarto junto. E então a gente deixa essa facilidade dele dele se locomover como ele quer, ficar com quem ele quer. Muitas vezes é desafiador pra gente, muitas vezes ele tá nesse lamento, a gente não sabe o que fazer, mas a gente busca identificar a necessidade dele. Muitas vezes ele chora até para levantar, por exemplo, porque tem uma questãozinha na coluna também. Então é buscar entender que ele tá perdido, né? E e e ter esse suporte para ele, né? e seguir as orientações aí, claro, né? Agora tem a acupuntura e outros e outras coisas na parte de tratamento mesmo, né? Na clínica do diagnóstico ao cuidado, o apoio de especialistas faz a diferença na vida de pets idosos. Casos como o do Júnior mostram que o envelhecimento pode ser tratado com dignidade, mesmo diante de doenças complexas como o Alzheimer Canino. A disfunção cognitiva, né? É, muita gente não sabe realmente que ela existe. Muitos doutores não sabem. Às vezes esse sintoma de ficar perdido, de esquecer, às vezes a pessoa acha que ah, é da idade. Assim como acontece um ano também. Vocês começam a ficar muito esquecido, a pessoa pensa: "É da idade", né? É normal com o tempo a gente perder um pouquinho de cognição, eles também, né? Ficar um pouquinho mais esquecido, mas assim, não é uma coisa progressiva, é uma coisa que atrapalha a qualidade de vida, como acontece no Alzheimer. Então, ela existe. Então, o que que é importante? qualquer sintoma de operação comportamental, começou a perceber o idoso, começar a ficar já um pouquinho perdido, o ideal é procurar um médico veterinário neurologista para realmente fazer o diagnóstico, ver se é para tentar eh fazer com que essa doença não progrida mais, né? Hoje nós temos bastante estudos já, né, na medicina humana, tem muito na medicina veterinária, nós temos também, né, bastante estudo nessa área, comprovando que realmente isso existe, existe uma neurodegeneração no cérebro, né, a gente consegue ver até imagens, é bem parecido com com o humano. Eh, então ela tá ali, ela existe, os sintomas são parecidos, então o principal é qualquer operação procurar. E se quem tiver assistindo já começa já a trabalhar esse cérebro. Se o animalzinho já tá com 7 anos, já procura um veterinário para entrar com a suplementação, nutra, com dieta adequada, pra gente tentar prevenir isso lá na frente. A doença ela não tem cura, é doença progressiva e degenerativa, né? Então a tendência ela ir piorando, a gente consegue diminuir isso. Depois que ela tá instalada, a gente consegue fazer com que ela demore mais para progredir. Então, primeiramente, é muito importante ter certeza que realmente é o Alzheimer, né? Porque existe remédios pro Alzheimer que vai melhorar a circulação cerebral, andogên, vai melhorar ali. Eh, porém, se for uma neoplasia, você vai piorar. Então, primeiramente, tem que ser feito exames, exames de mágica, inclusive para ter certeza que é um Alzheimer numa neoplasia, por exemplo, e aí tem medicamentos próprios para aumentar essa circulação cerebral, essa perfusão cerebral, né? Eh, os vão ajudar muito, né? Ôas, né? Antioxidantes ajuda muito na questão do cérebro. E uma coisa que a gente acaba tendo que entrar muito é um remedinho pro animal dormir, para ele lanchar à noite, né? Então existem medicamentos próprios pra gente dar pro animal, para ele tentar ver se para de trocar esse dia pela noite. Às vezes ele começa a ficar tão agitado que tem que tomar de dia também para tentar regular o sono. Medicamento para regular o sono. Então são medicamentos de suporte para tentar diminuir os sintomas e retardar a progressão. E algo muito importante que ajuda muito também tanto na prevenção quanto depois é a medicina integrativa. A acupuntura ela ajuda muito, né, no tratamento, na e na e a diminuir a progressão da doença. Eh, a gente tem a terapia neural também, é um tratamento também integrativo que ajuda muito. Acho que é um dos dos tratamentos que a gente vê mais resultado de melhora no Alzheimer, né? Então tem todas essas essas abordagens aí pra gente começar a entrar e dar uma qualidade de vida tanto pro animal quanto pro tutor. Porque um animal que não dorme, que chora 24 horas por dia, o tutor também não dorme, o tutor também não descansa. Então acaba tirando qualidade de vida de todo mundo da casa. [Música]
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