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A segunda reunião da Comissão Especial de Estudos presidida pelo vereador Wagner Romão, aconteceu na Escola Municipal Professora Silvia Simões Magro em Campinas. O grupo trabalha para acompanhar a construção do novo plano municipal de educação e tem o objetivo de garantir que pais, alunos e professores participem ativamente das decisões. Desta forma, a cidade ouve a comunidade e alinha o ensino local com as diretrizes do novo Plano Nacional de Educação, a Lei Federal 15.388 de 2026. Nosso objetivo aqui é que a gente possa colaborar com a construção do da nova edição do Plano Municipal de Educação, que é um plano decenal, né? Ou seja, nós estamos aqui pensando a partir do Plano Nacional de Educação, que foi aprovado agora em abril, né, em nível federal, ah, qual é a contribuição de Campinas para o plano para o plano nacional. Então nós vamos ter que pensar aqui o que que nós vamos propor em termos do município de Campinas, né? Hoje é um debate muito importante, né? Que é o debate, portanto, da participação, controle social e gestão democrática na educação pública. A presidente do Conselho das Escolas Municipais, Laura Rondinela, defendeu que a capacitação contínua dos conselheiros é um caminho essencial. A gente tem avaliado que a formação de conselheiros, ela é imprescindível na nessa construção democrática. A gente sente que muitas pessoas chegam na escola, principalmente o segmento, né, que eu represento, que são os pais, eh, sem o conhecimento que a gente precisa paraa participação. A gente não conhece os nossos direitos, a gente não sabe que lugar que a gente pode ocupar no conselho, eh tem muitas dúvidas, tem essa falta de de conhecimento, de informação. E isso poderia ser sanado com formação, né? a gente acredita que a gente precisa focar nessa formação de conselheiros. E o que a gente tem debatido lá no conselho é que só o conselho das escolas a gente não tem perna para fazer isso sozinho, né? Um colegiado de representação voluntária, então precisa dessa comunicação entre instâncias. Então, é conselho das escolas, é conselho de unidade, é fórum municipal, é conselho municipal, é UNCM, são as entidades de fora. Então essa comunicação entre todas essas entidades que envolvem educação, ela ela é necessária pra gente fazer essa formação. De acordo com a diretora da escola, construir essa gestão democrática no dia a dia traz desafios práticos na ponta, principalmente para quem administra as unidades de ensino. Como que a gente faz uma gestão democrática dentro de uma secretaria que tem uma gestão verticalizada? Então isso não existe, gente. Eu sou gestora de escola e como que eu eu tenho os colegiados, eu tenho sim eh o conselho de escola. Eu sei da dificuldade que é para trazer a comunidade para esses colegiados. Isso é um trabalho bastante difícil, né? E a gente entende a demanda da comunidade que são pais trabalhadores, a dificuldade de estar na escola em determinados horários, a gente divide as reuniões de conselho para que eles participem, mas a gente sabe dessa dificuldade. Só que muitas vezes a gente vê que a gente toma algumas decisões e a gente não consegue eh desenvolvê-las dentro desse sistema verticalizado. Como que a gente vai realmente pensar numa gestão democrática se a própria rede não está pensando nessa construção democrática aqui no chão da escola? Então assim, vocês eh, desculpa, Vaga, que às vezes a gente fica um pouco até desanimada porque a gente quer essa construção, né? Eu tô colocando meu ponto de vista, a gente quer essa construção na escola, só que a gente não tem estrutura para isso. Pietro faz parte do Grêmio estudantil e pontuou o que precisa ser melhorado. A gente do Grêmio precisamos um pouco do da do apoio dos alunos, representantes de sala, porque eles falam de algumas coisas que tá prisando a escola e da sala. Quando tem a reunião que os psicólogos da escola fizeram, eles falam muitas coisas lá, só que eles não coloca na caixa de sugestões e não reclama. A gente do Grêmio, o Grêmio até que tá bom, mas tá precisando só um pouco do apoio dos próprios alunos e representantes de de sala. A escola depois da reforma ficou muito boa, mas tá ainda só faltando fazer algumas coisinhas, tipo ligar o ar condicionado, que ainda não tá funcionando, tá faltando fiação, mas ela ficou muito boa, melhorou o espaço, tá maior, ficou melhor. Agora as salas tá mais confortável, que antigamente era muito quente porque os ventilador tava quebrado, aí depois a reforma, a escola ficou muito boa. para que a gente saia dessa falsa democracia que a gente vive hoje aqui na secretaria, a questão das comissões, porque são muitas comissões, são pessoas sérias que estudam, que que se debruçam sobre esses temas, que constróem, né, instrumentos que são apresentados, mas nunca concretizados. a gente pode contar os que foram concretizados a partir de estudo de comissões. Outro ponto crucial reivindicado na reunião foi a atenção à modalidade de jovens e adultos cobrando mais espaço e suporte do município. E eu vou pedir agora, vem um pedido meu, né, enquanto parte dessa rede, que a EJA ela venha a ser considerada de forma respeitada dentro desse plano municipal de educação. A do município, ela está deixada de lado. Sim, a gente sabe das condições e ela tem que ser vista nesse plano de uma forma muito respeitosa e que valorizem, né, eh, essa etapa aí. A formação, ela não é só uma formação, não é só para dizer como é que funciona o o a o conta escola, não é só para dizer como é que é a estrutura da secretaria, ela é um ambiente de socialização também, né, de cidadania, de investimento nessa pauta, né? Yeah.