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Estúdio Câmara | 'Estelionato Afetivo’
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Estúdio Câmara | 'Estelionato Afetivo’

212 views Publicado semana passada HD · 1:09:37
Resumo editorial

Discute estelionato afetivo, um golpe em que relacionamentos são construídos de propósito para conquistar confiança e obter dinheiro de vítimas. Aborda os impactos psicológicos e financeiros e oferece orientações sobre como perceber esse tipo de fraude. O programa inclui boletins sobre segurança viária de motociclistas e encerramento da Campinas Innovation Week.

Bairros mencionados

Descrição do vídeo

Estelionato afetivo, ou golpe do amor, começa com atenção, elogios e a promessa de um relacionamento, mas o vínculo é construído de propósito para ganhar a confiança da vítima e depois obter dinheiro ou outro benefício. O Estúdio Câmara recebe convidados para explicar como reconhecer os sinais desse golpe, cita o caso da personagem Carmita, da novela Quem Ama Cuida, da Globo, e discute o impacto financeiro e psicológico de quem já passou pela experiência.

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dinheiro. Esse golpe começa com atenção, com carinho, com elogios e com a promessa de um relacionamento. O problema é que quando esse vínculo é construído de propósito para conquistar a confiança da vítima e depois conseguir dinheiro ou algum outro benefício. Você já imaginou como perceber que uma relação pode estar sendo usada para aplicar um golpe? a gente vai descobrir hoje. Então, mande sua pergunta pra gente, converse conosco, participe. Nosso WhatsApp está para você aberto na tela. Conta pra gente, você tem uma experiência eh sobre essa questão do estelionato afetivo ou o golpe do amor? Você conhece alguém que passou por isso? Você tem noção do impacto que isso traz na questão psicológica e financeira da pessoa que passa por isso? A gente vai conversar sobre eh esse golpe do amor hoje. Nossos convidados já estão com a gente aqui no estúdio. Daqui a pouquinho vamos apresentá-los. Então você pode mandar a sua mensagem 1997829377. Enquanto você manda sua mensagem, a gente atualiza algumas informações e daqui a pouquinho a gente volta ao tema central do programa de hoje. Gente, seguinte, olha, a INDEC em parceria com a concessionária Via Colinas realiza hoje, sexta-feira, às 9 da manhã, uma blix educativa na Avenida Lix da Cunha, próximo à estação BRT Anhanguera. A ação faz parte da semana da mobilidade urbana de Campinas. Os motociclistas serão orientados sobre fatores de risco, como uso de equipamentos de segurança e o o a respeito à velocidade também. Durante a abordagem serão distribuídas antenas corta-pipa. A iniciativa ocorre após a divulgação do relatório anual de sinistralidade no trânsito, que apontou que em 2025 o motociclista ou motociclista, perdão, ou garupa morreu eh a cada 5 dias aqui em Campinas. De janeiro a julho de 2026, a INDEC registrou queda de 14% nos óbitos de motociclistas nas vias urbanas na comparação com o mesmo período do ano passado. Toda a informação é importante, toda a ação é importante. Então, se você estiver circulando hoje no local da ação, é importante que você pare, né? Eh, escute eh com atenção as informações e depois você siga para a sua rotina. Muita atenção no trânsito, sempre cuidado redobrado. E olha só, termina hoje, sexta-feira, o Campinas Innovation Week 2026. O último dia do evento tem programação voltada à geração de negócios e a conexão entre empresas, startups e investidores. Entre os destaques estão a rodada de negócios, demodei da de startups, inteligência artificial, cidades inteligentes, economia circular, investimentos em inovação e empreendedorismo feminino. O evento acontece das 8:30, a partir daqui a pouquinho até às 5 da tarde no Pátio Ferroviário, na Vila Industrial. Eh, a entrada é gratuita, mas você precisa fazer a inscrição. Então, para você se inscrever, campinasinnovationwik.com.br, participe, é uma oportunidade extraordinária de alavancar os seus conhecimentos, tá bom? Previsão do tempo chegando para hoje. Vamos lá ver como é que fica o tempo neste final de semana. Olha só, gente, hoje nós temos sol com algumas nuvens durante o dia, períodos de céu nublado. A mínima hoje é 16, a máxima 28º. Para amanhã, gente, sabadão, eh nós temos sol com muitas nuvens durante o dia, período judicial nublado também. Eh, 16:28. Eu errei, hein? A mínima para hoje é 15:26. Amanhã 16:28 e domingo 19:28. Só que domingo nós temos aí eh durante o dia sol entre nuvens e mais uma frente fria chegando. Então aproveite hoje, amanhã, né, para abrir a casa, né, renovar o ar, lavar as roupas que ainda estão acumuladas, porque a partir de domingo, de acordo com a meteorologia, tem uma nova frente fria chegando e possivelmente na próxima semana teremos chuva novamente, tá bom? Então, aproveite o seu dia. Vamos lá, voltando a nosso tema central aqui do programa. A gente fala hoje de estelionato afetivo. Bom, eh, esse esse termo ele ganhou ainda mais visibilidade como a situação mostrada na novela da Globo, quem ama cuida. Tem uma personagem nessa novela, eh, chamada Carmita. Ela acreditou estar vivendo um relacionamento amoroso, chegou a fazer um empréstimo empréstimo para o namorado e depois perdeu o contato com ele. Ele simplesmente fugiu. Uma história de ficção, gente, mas que traz para uma conversa eh atual, né, e que acontece fora das telas. E talvez uma das maiores armadilhas desse tipo de golpe seja justamente quando a vítima percebe que alguma coisa está errada, mas aí ela já criou um vínculo, já depositou confiança e muitas vezes já envolveu dinheiro nessa relação. Então, para entender como essa manipulação acontece, quais são os sinais do alerta e o que fazer eh quando o golpe é descoberto, nós temos aqui dois especialistas, né? A gente vai falar com o Mateus Anqueta. Ele é psicólogo, mestrando em avaliação psicológica e profissional do programa Emprego Apoiando da PAI Americana. Seja muito bem-vindo. Bom dia. Obrigada pela sua participação. Obrigado. Obrigada a todos e é um prazer imenso, né, o convite de vocês, né? Eu espero que seja muito proveitosa a nossa conversa, né? E só fazendo um pequeno eh um pequeno comentário. Atualmente eu não estou mais na PAI. Uhum. Mas eh seguimos. E quando a gente fala, né, nesse tema, eh eu gostaria de começar a pensar o que que é um um relacionamento, sim, por si só, né? Um relacionamento, ele ele não é simples, ele é complexo, né? você acaba conhecendo, né, ainda mais hoje em dia, com aplicativos, né, entrando nessa variável, você acaba conhecendo pessoas que você nunca viu. Nunca viu. E quando a gente fala também em relacionamentos, né, pensemos que são duas pessoas com gostoso totalmente diferentes, com muitas vezes um gosto em específico que ambos gostam, né, que tentam, né, por meio de conversa, tentam ter uma questão, né, sentem um sentimento maior e a partir disso vocês começam a entrar nessa dinâmica, né, em que uns tenta se adaptar ao outro e posteriormente formando um casal muitas vezes. Só que ultimamente, né, com o advanto da internet, né, de fato, golpes vem sendo, por mais que sempre já já existiam lá atrás, né, mas agora em uma maior intensidade, ainda mais com uma com uma somatória aí que é a IA, né, inteligência artificial, entrando nessa jogada, né, aqui a minha querida colega aqui vai poder saber falar melhor sobre essa parte também. Muito bem, obrigada pela sua presença, viu? E a gente vai conversar muito sobre isso hoje, porque nós estamos aqui com a Fabiana Camargo, diretora executiva da AN20, Associação Nacional das Vítimas de Internet, né? Ela é advogada, mestre em administração, professora e coordenadora do curso de Direito. Seja muito bem-vinda, Fabiana. Obrigada pela sua participação, pela sua presença. Acredito que você tem muito a contribuir com a gente, porque você vive isso na pele, né? porque trabalha eh com pessoas que passam por essa situação. Bom dia, seja muito bem-vinda. Bom dia, obrigada. Obrigada pelo convite. Esse assunto tem que ser abordado quase que diariamente, porque todos os dias, né, a gente tem vítimas lá na associação, todos os dias aparecem aí histórias para ser contada e é muito importante as novelas, né, voltarem a trazer esses temas. É um tema que já vem acontecendo há muitos anos, antes da internet, né, propriamente dito, mas os golpistas eles vê se sofisticando cada vez mais. Eles estão aí na nossa frente, pelo menos uns tr 4 anos na nossa frente, sabendo sobre a tecnologia, sabendo realmente como induzir, né, essa pessoa a cair nesse golpe e aí se tornando vítima, que é bastante complicado a reparação. Hum, imagino. Mas muito obrigada pelo convite e vamos lá, vamos embora. Nós que agradecemos vocês. E a gente conversando aqui já me fez lembrar de um filme que eu assisti que é o golpista do Tinder. Gente, como é envolvente, porque a pessoa, o golpista, ele se prepara para aquilo. Sabe quando você se prepara para executar um trabalho, você faz faculdade, você estuda e aí depois você vem para executar e você todo dia você quer melhorar? É assim que acontece. Eles estão se aprimorando, como a Fabiana disse, e eles têm um poder de persuasão impressionante. Então, a gente começa a tentar entender aí todo esse caminho e como nós fazemos, porque eles buscam pessoas vulneráveis. E você, será que você tem essa vulnerabilidade? A gente sempre fala aqui no programa que às vezes é importante a gente apresentar a nossa vulnerabilidade, mas a gente precisa entender que não podemos apresentar a nossa vulnerabilidade a qualquer pessoa, né? Então, Mateus, eh, esse golpe, ele começa justamente pela construção de vínculo. O que que o golpista percebe na vítima para conseguir criar essa conexão tão rápida? Ele identifica o quê? Carências, momentos de solidão. Que que é quando a gente fala de vulnerabilidade? Qual que é a identificação aí alvo do golpista eh na sua visão psicológica? Então, eh, quando a gente quando eu peguei o tema para estudar, né, a gente tem muito uma concepção, nossa, uma pessoa em extrema vulnerabilidade, né, emocional, mas pelo pelas pesquisas que eu acabei vendo, né, a gente percebe que muito pelo contrário. Uhum. são já pessoas com altos graus, né, de escolaridade, né, com muitas vezes uma estabilidade financeira muito boa, né, são pessoas que pelo fato, né, se você for pegar a faixa etária, geralmente são entre seus 35, 40 até os 50 anos são o a a idade alvo, né, dos golpistas, porque geralmente são pessoas que já tm uma maior estabilidade financeira, já recebe, né, já tem um patrimônio acumulado, eh, já pela fato do dos sucessos na vida, vão construindo, né, eh, ideias do tipo, eu nunca vou cair no golpe, eu já sou vivida, já vivi muito, né, muitas vezes já vivi vários relacionamentos, eu sei como que isso funciona, né, já estou calejado, podendo assim dizer. É isso mesmo, né? E e aí que a pessoa se engana, né? Os golpistas são muito espertos. É engraçado, você vai ver algumas matérias que você fica como exatamente, né? Então, né, voltando a a essa essa população alvo, então são pessoas que já sabem como que funcionam, né? E muitas vezes é a faixa de idade acontecem alguns divórcios, né? Os filhos vão sair de casa, né? ou às vezes também eh a pessoa ficou viúva ou ainda se mantém solteira, né? E é o público alvo dos golpistas. Então, eh, em momentos assim, né, eh o golpista ele vai se apresentar como uma pessoa muito atraente, uma pessoa totalmente fora da curva. Uhum. Né? Aquele cara fantástico, aquele cara eh com mega intelectual. Geralmente uma pessoa que se demonstra ser muito rica, envolvente, exatamente. Vários aspectos assim que você vê, nossa, esse cara é demais. Esse cara é fantástico. Um presente, é um um presente de um presente de Deus na sua vida. Então, né? O tal do presente de Deus, gente, que é o presente de Deus. Mal sabe que é um presente ali, né? É um, como posso falar? O o cavalo de tróia ali na sua vida. É verdade. Exatamente, né? Então ele não vai pedir, né, inicialmente, pô, me dá um Pix aí de R$ 50.000, não é bem assim, né? Ele vai começar a construir eh mecanismos que você vai caindo no aspecto principalmente emocional. Você vai, ele vai envolvendo uma, como eu posso falar, uma dependência que você não consegue mais viver sem aquela pessoa, né? Você tá todo dia, você e é um golpe que demora tempo, viu? Não é de um mês assim, pô, rolou. É uma coisa que ele vai construindo com tempo, demanda muito tempo, né? Então, de começo, ele vai te envolvendo ali, mandando mensagem todos os dias, vai despertando muitas vezes eh interesses em você, né? De tipo quero estar perto dessa pessoa, eu quero, nossa, eu quero muito conhecer. E o tempo vai passando, você ele vai conseguindo muitas vezes eh a sua confiança, né? E é isso que ele quer. Sim. Ele quer sua confiança de qualquer forma, né? E é muito interessante que nessas questões de do golpe, né? Eh, você vai ser você vai ver acontecer eh depois que acontece, né? por duas vias, principalmente acontece tanto a questão econômica em que você vai ver que você já depustou, mas principalmente a questão afetiva. Nossa, é verdade. Que aí nessas nessa troca, né, de afetos, de querer conhecer a pessoa e tudo mais, a grande moeda ali é o afeto, a moeda de troca. Uhum. Sim. Até porque o financeiro é eh ele tá por trás, né? Ninguém vai nesses golpes, ninguém chega assim: "Olha, eu preciso dessa ajuda." Ele vai te envolvendo, ele vai mostrando que você é igual, ele conhece a sua vulnerabilidade. Por quê? Porque a naquele momento, né, aquela mulher quer aquele relacionamento, ela tá acreditando, né, nessa nessa conversa, nesse papo envolvente. Ele ele não tá ali como num assalto, né? Olha, passa o dinheiro. Não, ele primeiro ele tá te envolvendo, ele conta histórias também mostrando a vulnerabilidade dele. Ou seja, tá os dois no mesmo nível, né? Ele não é melhor que que a pessoa, não. Ele tá igual. Ele também conta que ele teve problema ali na casa com os pais. Geralmente é o antigo relacionamento dele, foi um caos, que ele tem um dinheiro ali que tá bloqueado por conta de um processo, o banco bloqueou, ele precisa fazer uma viagem e nisso a mulher cai. né? É porque ele é igual a ela, né? Ele é vulnerável igual a ela. Então assim, o pano de fundo sempre vai ser ali o dinheiro, mas ali na frente tá o sentimento. E como as mulheres, né? Aí tá aqui um psicólogo para confirmar ou para me corrigir, eh as mulheres não é o físico, né? É o mental, diferente dos homens. Por isso que a gente vê muito mais golpes, né? os a maioria, enfim, com as mulheres, porque ela vai vai envolvendo, vai no mental, eles contam das famílias deles, dos filhos e sempre tem ali e a mulher vai se abrindo, né? Aquela pessoa vai se abrindo, vai se mostrando, porque ela quer aquele relacionamento, né? E o quando ele pede, olha, eu preciso de um valor, eu preciso de um de um dinheiro, sempre é para ajudar, sempre ela acaba fornecendo, né, disponibilizando essa quantia, eh, e vai e vai passando o tempo, né? E não, esses golpes ele não é um dia, não é uma semana, são meses, são anos, né? E aquela mulher tá envolvida, ela para ela, para essa mulher, ela tem um relacionamento sério. Uhum. Né? E ele vai ali, olha, eu ainda não consegui. Meu passaporte tá preso, né? Eu não consegui a passagem, o meu filho ficou doente. Ou ainda eles falam assim: "Olha, minha esposa, eu só tô ali casado porque ela é doente, então eu não posso abandonar". E nós, né, que somos mais sentimentais, a gente fala: "Nossa, olha que bonito, olha que que incrível, né?" Né? Verdade. E vamos envolvendo. E você falando eh a eh dando assim esse eh eh essa explicação, olha só, veja se faz sentido, né? H vulnerabilidade. Todos somos vulneráveis, mas a gente, né, fica firme. Então, em algum momento você vai demonstrar a sua vulnerabilidade eh mediante esse relacionamento. OK? Beleza. Ah, você vai ter uma sensação de pertencimento, porque se eu tenho um problema, ele tem algo parecido, então #tamos junto, né? Mais ou menos isso. Depois, ã, você apresentou a a vulnerabilidade, você tem a sensação de pertencimento, você já tá lá, conectou. Aí vem algo bem interessante que a Fabiana trouxe, que é eu estou sendo vista, eu eh faço sentido para alguém porque ele está precisando de ajuda e eu vou ser a salvadora nesse momento. Isso faz sentido, Mateus, isso traz aquela sensação que de repente aquela mulher, ela gostaria de ter sentido a vida toda, mas ela não teve por algum motivo. E agora é o momento que ela esperava para viver com plena ah emoção e tal. Pode ser isso. Claro, claro. Faz total sentido, né? Fora que, tipo assim, né, nós crescemos, né, muitas vezes vendo a as princesas das da Disney, né, aonde vai brotar um príncipe perfeito, um cavalo branco ali, né? Então, eh, indo por essa lógica, eh, você é é o que mais acontece na mídia. Uhum. Você vai ver mulheres, né? Claro, acontece com homens também, mas da sua maior frequência, mulheres que acabam sofrendo esse golpe por pessoas que se passam pelo que nem o Brad Pitt, se passam pelo Leonardo piloto de avião. E geralmente são cargos assim, né? Eh, e é aí que facilita pros golpistas, né, toda essa conexão, né? Então, essa, como eu posso falar, essa pessoa fora da curva, diferente do contexto que ela tá. Você imagina um piloto de avião entrar em contato com você? Um piloto de avião, gente, eu sei, eu adoro avião, eu adoro voar, né? Aí todo mundo quer tirar foto lá na cabine, né, com o piloto e tal. De repente o piloto de avião entra em contato contigo, você começa a fazer conexão com ele e passa o tempo, coitado, ele tá com problema, ele está precisando de algo. Eu posso ser a solução do problema do piloto de avião. Olha só que ego inflado, olha só que coisa boa. É mais ou menos assim, né, Fabiana, que acontece? O que que você vê no dia a dia, na sua experiência, né, eh, referente a essas situações? Então, o que é quase unânime Uhum, esses homens, né, essas pessoas que se apresentam, eles sempre têm um cargo muito bom. É verdade. Eles sempre ou eles são militares numa alta patente, ou eles são um piloto de avião. É algo sempre admirável. Exatamente. Sempre que aquela coisa, né, admirável. Nossa, olha o piloto de avião, ele tem um cargo, uma patente muito alta nas Forças Armadas ou na na polícia, ele sempre é uma pessoa realmente que a gente tem como os inatingíveis, né? E de repente esse príncipe apareceu para mim com um problema ali, com uma situação e aquele envolvimento eu vou ajudar porque eu sou a salvadora e eu também quero, eu quero mostrar para ele, provar para ele que eu tô aberta para esse relacionamento. Então é como se fosse também uma prova, né, que olha, pode confiar em mim. Uhum. Eu tô com você pro que vier. Né? Por ele também conta aquela história, porque é minha ex-mulher, meu último relacionamento. Olha o que ela fez, olha. Olha os, ela não deixa eu ver meus filhos, né? Sempre tem essa eh uma história muito triste que ele conta para mostrar a vulnerabilidade dele e aonde essa mulher fica encantada. Uhum. Né? Fala: "Não, olha, eu vou resolver seus problemas. Fique tranquilo, eu sou a mulher dos seus sonhos também". Exato. E esse encantamento ele transborda, né? Então aí a pessoa que está envolvida nesse relacionamento, ela vai falar de boca cheia, né? pra família. Nossa, eu tô envolvida aí com, né, um mega master, né, meu príncipe encantado veio com um cavalo branco voando e batendo asas. A família vai colocar o pezinho para trás, dá um passinho para trás e, opa, será que não tem algo errado aí, né? Tá demais. E aí a pessoa, na maioria dos casos, acaba defendendo o parceiro e entrando em um atrito com a família. Mateus, por que isso acontece? E qual é o papel da família nesse momento? Então, eh, é muito interessante, né, que os golpistas, no caso, eles vão fazendo situações para que essa pessoa se exclua da sociedade, fique mais, né, isolada, eh, possível, porque de fato fica mais fácil dele manipular, dele criar situações. E geralmente, né, como eu tava conversando com a com a minha colega, geralmente eh são pessoas de fora Uhum. Hum. Nunca não, né? Mas a sua grande maioria das vezes nunca ela por si próprio. Sim, sim. Né? Eu eu tava, né? Eu li alguns artigos muito interessantes que eles vão eles vão correlacionar, né? Há um a uma espécie de um vício dessa pessoa. Sentido. Aham. Né? Aonde ela vai vender uma imagem Uhum. né? vai vender uma imagem fantástica para você e você vai querer fazer de tudo para que isso concretize. Essa ideia de futuro fantástico, se tiver ela, se eu tiver essa pessoa, tudo então que nem questões de alfâega no caso, né? Tipo, ah, eu tô parado aqui na alfâega, então eu vou dar o dinheiro porque eu preciso dessa pessoa e nenhuma dessa você não se dá conta que, sei lá, você pegou um empréstimo gigantesco no banco ou você, sei lá, eh, deu a escritura da sua casa, né? Isso acontece também muito eh no sexo masculino, né? Aonde algum envolvimento com a pessoa, ele geralmente eles vão dando de tudo. Então é que nem uma uma ideia de vício mesmo, né? Que nem tanto com jogo, com quanto bebida, né? A pessoa não se dá conta. Então o o que que a gente o que que eu aconselharia, né? Eh, primeiro de tudo, viu a situação, o que de fato tá acontecendo, né? Você viu evidências ali de fato, nossa, essa pessoa caiu num golpe. Uhum. Primeiro de tudo, conversar, buscar o contato com a pessoa, né, que tá se envolvendo e buscar ajuda. Ajuda para que ela não perca mais o eh não tente diminuir os danos, né, financeiros, principalmente, né, e de fato você deve ter mais experiência bem maior do que o que a gente tem recebe muito e o que a gente percebe e é muito curioso e triste. Uhum. Essas vítimas, na maioria, 99% não são elas que caíram na real e aceitaram que elas estão num golpe. Muitas passa processo, eh, a gente consegue ali minimizar essa esse prejuízo, mas ainda elas acham que não era um golpe. E e sobretudo isso e eh a nessa vulnerabilidade delas, hoje a gente tem a internet aí, né? A gente tá aqui, a nossa virou nossa companhia, né? feed, enfim, vai passando. Por que que por que que eu não posso ter essa felicidade, ter um relacionamento feliz como minha amiga, como meus pais, como minha irmã, minha vizinha, todo mundo quer, né? A tecnologia ela tá aí para todo mundo, cada vez mais, né? E e trazendo aí interrogações, mas no final todo mundo quer um parceiro ou uma parceira. A gente quer ali um ser humano, a gente quer o toque, a gente quer o carinho, a gente quer seu ouvido, né? E e quando acontece essas pessoas, esses golpistas, eles sabem disso também, né? eles utilizam disso e essa vítima ela não acha ainda que ela caiu num golpe. Então assim, tem a vergonha, obviamente tem o prejuízo financeiro e quanto mais essa pessoa tem condições, né, financeiras, eh, maior é o golpe, maior é o prejuízo. E a o conselho que a gente dá é para essa família, né, tá ali olhando quando tem mais idade, né, os filhos saíram de casa, é viúva, ou passou por um divórcio, ou realmente um tratamento, né, de saúde que tá realmente ali, alguém tá me olhando, né, ficar de olho, realmente acompanhar, realmente vigiar, porque assim, ela vai mostrando ou ela se afasta ou ela começa a se cuidar mais, né, sempre tem um sinal, sempre vai ter um sinal. E realmente conscientizar, trazer essas pautas, é falar, é realmente na ferida, né, sobre isso. Acho que é esse eh o caminho. Muito bem. Porque a partir do momento que você eh entende, entre aspas, não vai entender, é óbvio, mas a a situação vai acabar mostrando que é um golpe. Você de repente está com uma pessoa aí há um tempo e fez um empréstimo, emprestou o dinheiro para essa pessoa, essa pessoa sumiu. O que é isso, né? Então você vai ter que cair na real. E quando cai a ficha, ah, imagina a frustração, a decepção, a vergonha, a raiva. É uma mistura de sentimentos que precisam ser nomeados, mas aí a dificuldade da nomeação desses sentimentos e da orientação, porque você tá no fundo do poço. E como faz, Mateus? Eh, como faz para lidar com o julgamento das pessoas? Como faz paraa gente poder voltar ao centro novamente para tentar buscar uma saída para organizar a vida, se reorganizar a vida, a saúde mental e voltar a trilhar o caminho, né, para seguir? Como, qual que é o jeito que a pessoa se recompõe? Eu vou falar a frase que a grande maioria dos psicólogos talvez seja falar mais falada entre psicólogos que é o depende. Exato. Vocês sempre não depende, né? Vocês é o clássico. Depende. Aí você coloca uma interrogação na cabeça da gente, né? Depende. Vamos lá. Depende, né? Mas vai variar muito, né? Pessoa para pessoa, né? Eh, eu falo que é multifatorial, são muitos fatores. Sim, sim, sim. Aham. Então, pensa, pensemos da, da seguinte forma, né? Cair num golpe, de fato, o BAC é enorme. Você vai tá vivendo tanto de um luto, exatamente. Tanto um luto de um relacionamento que nunca existiu, né? principalmente por parte da pessoa, um luto eh de um futuro que você idealizou e não vai se concretizar. Uhum. Um luto de você também ter perdido muitas vezes uma quantia gigantesca de dinheiro que você demorou uma vida para conseguir. Exatamente. V as dívidas, né, que você pode ter contraído, né, porque muita só tem empréstimo. Sim. Exato. Imagina você tá pagando, sei lá, 24 vezes o empréstimo de uma de um golpe que, tipo assim, né, eh, de um dinheiro que você precisava e você vai ter que pagar, né, e forma que você vai ter que ficar lidando, né, diariamente com esse pois sempre tendo que lembrar desse trauma. É um ciclo, né? Porque daí você vai pagar todo mês, você vai ter que pagar. Então, toda vez que você for pagar, toda vez que você for pagar, você vai lembrar, vai doer, vai machucar, volta o luto de novo, você vai lembrar tudo novamente. Como é que reconstrói uma saúde mental de uma pessoa que vai ficar eh reverberando isso o tempo todo, né? Então o aí eu volto de novo, né? Depende muito, né? depende muito, né, da questão, né, financeira da pessoa, depende muito também da, como eu posso falar, do ciclo social da pessoa, né? Se ela tem uma família que apoia uma uma uma rede de apoio, né, uma amizade, amizades que vão apoiar, porque de fato vê uma vergonha gigantesca, pô, caí num golpe, né, como que eu fui fazer isso, né? Então, o a grande questão é você trabalhar primeiramente essa questão da culpa. Uhum. Você se culpar, você trabalhar essa questão da culpa, você trabalhar toda essa questão, essa regulação emocional, porque de fato é um misto de sentimentos. Você sente raiva, ódio, tristeza, né? Então você trabalhar uma regulação, trabalhar regulação emocional, você trabalhar mecanismos, né, para que a pessoa não caia mais, né, em mecanismos, eu falo estratégias para que a pessoa possa, né, eh começar também se relacionar de uma forma mais segura, né? Porque imagina só, né, você cair num golpe, você tá um ano numa dessa, né, imagina como que eu vou me eu vou me envolver novamente com a pessoa. Exatamente, né? Ainda mais estando fragilizado nessa questão. Então você trabalhar estratégias para que a pessoa consiga ganhar mais confiança, confiança ainda mais em próximos relacionamentos. Confianç muito bem. Lá na 20, né, você trabalha com essas vítimas. Eh, o que que você percebe? qual orientação que você eh deixa referente a essa situação que a gente tá falando, né? Percebe que a gente iniciou lá no no golpe lá na na primeiro no eh na nessa conexão, né? A vulnerabilidade, depois a salvadora e aí a gente vem seguindo. Agora a gente chegou num momento em que a pessoa eh descobriu que caiu num golpe, né? E entrou em um luto, entrou no fundo do poço, uma depressão profunda muit das vezes, né? E mas ela precisa seguir. E aí nós temos a questão da rede de apoio. Mas que rede de apoio? Será que existe nessa situação uma rede de apoio sem julgamento? Vamos falar a verdade, não vamos ser hipócritas aqui, porque nós somos seres humanos e a gente tem o nosso probleminha, préjulgamento, né? A gente a gente julga as pessoas sem saber o que tá acontecendo e julga. É julgamento, não é só você chegar e falar: "Olha, é isso". Não, às vezes você pensar, às vezes no movimento que você faz, você já tá demonstrando, porque o nosso corpo fala, então você já tá demonstrando que você não tá de acordo, que você tá julgando mesmo. E e qual que é a a o peso, né, dessa dessa rede de apoio e e como que tem sido lá na AN20, o que que você presencia? Eh, lá a gente vê de tudo, né? desde a família que os amigos que estão junto assim que são os melhores e tem aquele como minha mãe caiu nisso. Então é só é só essa pergunta já é um peso, não é? Eu não acredito que você caiu nesse golpe e já é um julgamento, porque se você não acredita, então você tipo assim, o que que você tá falando pra outra pessoa? Não é examente? Mas quando a gente, principalmente quando a gente vê os filhos falando como você caiu, existe aí a gente precisa levantar aqui um um um assunto o abandono afetivo, né, dessas pessoas. Os filhos saem de casa, tem que sair, seguir as vidas, né? Acredito que essas mães, esses pais criam justamente para isso, mas a gente precisa também olhar para trás, olhar para essas pessoas que estão ficando nas casas, né? Qual é esse sentimento, qual é essa necessidade? Qual é, talvez essa carência também, né, aquela eh o ninho vazio, né, doutor? Então, eu acho que a gente tem que olhar com mais carinho, né, e pensar também, sobretudo que eu acho que é o mais importante, todo mundo está suscetível a cair num golpe. Todo mundo. Ele ou mais grave ou ele menos grave, tá todo mundo suscetível a isso, né? Todo mundo tem a sua vulnerabilidade. Ninguém hoje consegue falar assim: "Eu sou forte em todos os momentos, eu não sou vulnerável a nada." Você pode não comentar, OK, né? Não tem problema, mas todo mundo tem aquele aquela aquela coisinha ali, né? Que que cai. E às vezes é só a gente ouvir uma palavra bonita, ouvir o que a gente quer naquele momento e a gente vai cair no golpe. Se a gente fizer um paralelo, a gente fala muito, ai o golpe na internet, como caiu num golpe, é como se fosse esse luto, né, esse trabalho que essa pessoa, essa vítima precisa. É igual como se fosse uma traição entre maridos, mulher, entre um namoro. Tem aquele, tem a raiva, né? Tem ou aquele relacionamento acabou e agora? Eu não sou o suficiente para aquela pessoa, por isso ela me traiu. Eh, e depois tem o luto, tem a raiva, tem o porquê, é a mesma coisa, né? Só que ali tem um financeiro, né? Que que a o a ideia ali no golpe do amor realmente é o financeiro, mas ele tá te envolvendo como se fosse um outro relacionamento, né, qualquer. Então, assim, eu acho que as pessoas elas precisam se conscientizar que todo mundo, cedo ou tarde pode cair num golpe, né? Não tem como você julgar. né? Não tem como você falar assim: "Ah, não acredito, que tonta, né? Que que boba caiu você caiu no golpe, né? Você estudada, você com nível financeiro interessante, mas todo mundo pode cair num golpe." É, porque todo mundo tem a sua vulnerabilidade, todo mundo tem aquele ponto fraco, né? Como você disse, a gente pode não falar, né, Mateus, mas eh quando você para com você mesmo, você vai colocar os seus sentimentos ali para você, só para você, e você vai ver, você tem o seu ponto fraco, você tem a sua vulnerabilidade, vai que você está sendo observada e aí em um momento de vulnerabilidade, né, você é pega pelo coração. Não. E aí você pega por um golpista que tem o poder persuasivo imenso, que fala bonito, que tem um destaque e que vem para te confortar. Exato. Aí já era. E fora que nesses casos, né, a gente tava comentando, né, até antes do programa, Aham. que não é uma pessoa só. Uhum. né? é uma pessoa que, né, a gente, a galera gosta de brincar, né, aquela pessoa do porão que fica ali, é uma é uma rede, são várias pessoas envolvidas, são vários promptes, eles têm suporte, né? tem um suporte e e fora, né, hoje em dia, como eu comentei no começo, né, a questão do IA também, então, né, que vai traçar vários perfis, né, vai saber, né, pô, uma pessoa numa situação assim, eu vou fazer assado, pessoa assim, então eles vão testando, não é uma pessoa, né, específica, ah, vou vou ligar para você hoje ou então vou esses aplicativos de namoro, né, tem muitas situações eh eh que as pessoas caem em golpe nos aplicativos de namoro, uma pessoa bem apessoada, você tá em busca de alguém, a pessoa também se fala: "Ua deu mete". Foi. E foi foi pro fundo do poço, né? Então, eh eh a gente precisa cuidar com toda essa situação, a gente precisa entender, né, como é todo o manejo dos golpistas, porque se você de repente entender que você pode estar passando por isso, ã, dá tempo de pedir ajuda, né? A gente não pode ter vergonha de pedir ajuda. Nós somos vulneráveis, sim, e tá tudo bem, né? E nós temos pessoas que podem nos ajudar, de repente um terapeuta, um psicólogo, né? Ou o pessoal lá, né? Dan 20 também. Qual que é o suporte que você oferece? Como que funciona? Desde o suporte psicológico, né? Ela pode contar com a gente com isso até um suporte jurídico propriamente dito, né? Temos aí mecanismos para poder auxiliar, para poder rever esses valores, né? Eh, muitas vezes e a gente consegue rever esses valores, amenizar um pouco esse prejuízo, né? Então, 20 a gente consegue dar todo o suporte, inclusive pra família também. Olha só, muito importante, gente. Importante demais. 8:44, algumas perguntas pra gente, produção? Vamos lá. Bora que bora, então. Vamos colocar na tela. Vamos ver quem tá conosco. Pessoal perguntando aí sobre eh o tema do programa de hoje, né? O o estelionato. Gente, é algo assim que é impressionante, né? Impressionante. Pode acontecer comigo, com você, com qualquer um de nós. Amanda Oliveira do Taquaral. Contei meus medos e inseguranças para uma pessoa com quem comecei a sair. Como percebe-se? Ela está usando essas confidências para influenciar as minhas escolhas. A gente não pode generalizar também, Amanda, né? Tem que tomar cuidado, né, Mateus? Exatamente. Então, né? Eh, de fato, a gente não pode generalizar, a gente não pode pensar, pô, todo mundo que eu vou sair, eu vou levar um Sim. Aham. Né? Então, buscar compreender, né? Pô, quanto tempo você tá saindo com a pessoa? Uhum. Qual que como que ela chega a abordar algumas questões, né? Ela dá mais atenção a uma questão, eh, como posso falar? Questões mais privadas da sua vida. Uhum. Né? Como que ela se comporta, né? Buscar alguns comportamentos assim, né? E também se autoavaliar. Será que eu não tô me abrindo deais de um curto período de tempo? Aham. Né? Porque, né? Tem tem pessoas, né? Isso vai de cada um, né? Ninguém sabe como viver a vida direito. Cada um tá vivendo de sua forma. Claro, claro. Mas, pô, no primeiro dia já contou tudo. Já contou até a conta. É, então, a tal da vulnerabilidade, a tal da carência, de repente, Amanda seria interessante, eu não sei, mas buscar uma ajuda psicológica, né? Buscar uma terapia e contar as suas inseguranças e vulnerabilidades e medos. para uma pessoa que de você tem certeza que vai poder te orientar, né? Então a gente precisa tomar cuidado com quem a gente se abre. Às vezes a gente vai se abrindo assim e você tá sangrando em um mar que tá cheio de tubarão. Então é é importante, tá bom? Então fica a dica para você. De repente tem várias eh se você buscar na internet eh tem que tomar cuidado também, mas tem bastante atendimentos online com preço social acessível, né? Ou então se você tem a sua terapeuta ou seu terapeuta de confiança, porque essa coisa de você se abrir demais com as pessoas, você tá dando munição pro inimigo. Mas não é meu inimigo hoje não. Amanhã a gente não sabe, a vida é movimento e as pessoas estão em plena mudança todos os dias. Então a gente precisa tomar muito cuidado com isso, tá bom? 8:47. Vamos lá. Mais uma pergunta pra gente. Produção, por favor, manda aí. Agora a gente direciona pra Fabiana. Patrícia Almeida do Jardim Aurélia. Se a vítima fez as transferências por ah por vontade própria, mas estava sendo enganada, isso impede que ela busque a devolução do dinheiro? Então, mas ah, a maioria é por vontade própria mesmo, né? E assim, preciso de 100. Não, eu faço 150. Tá aqui, meu amor, meu anjo lindo. Mais ou menos isso, mas não é bem por aí mesmo. Então, eh, fez por vontade própria, mas o que que a gente tem que buscar também? Qual que é o histórico dessa pessoa bancário? Quais são os tipos de movimentação que elas fazem, né? E é nessas lacunas que a gente consegue amenizar, né, essa esse prejuízo todo. Também a gente precisa olhar todo um histórico, né? Não é também qualquer movimentação ou todas as movimentações que a gente entender, exatamente, entender como que é o histórico bancário dessa pessoa. E pegando essas essas movimentações, essas lacunas, uma coisa que a gente repara bastante é que esses transferências nem sempre são pra mesma conta. Ah, são contas diferentes, né? É muito difícil ser pra mesma conta, porque tem aquela história, né? Ai, aqui é para mim, aqui é senão a pessoa vai pegar, tá bloqueado, né? Como que você tá com dinheiro bloqueado? Eu vou depositar naquela conta, né? Então são várias contas e é isso que a gente busca, né? Reparação. Então sim. Agora você chamou atenção para um ponto interessante que eu esqueci de falar, ia ia dizer antes, que é a você disse, né? eh se atentar às contas e eh ver realmente, né, se essa pessoa é qual que é a movimentação dela, enfim, é claro que é a partir de de uma assessoria que você vai conseguir fazer isso, mas a gente também pode puxar a fita a ficha do cidadão, né? É exatamente. Hoje em dia nós temos tantas eh oportunidades, né? Tem inteligência artificial que ajuda. Vamos utilizar para o nosso bem também, né? Ahã. Vai, puxa a ficha da pessoa. Ai, nossa, mas estou invadindo. Ah, pera aí. Você vai se relacionar. Você tem uma intenção de futuro com essa pessoa. Você e me corrija se eu tiver errado, mas eu sou dessas, entendeu? Puxa a ficha, vai buscar quem é, entende? Busca família, procura quem é família, vai ver as fotos, ah, vai stalkear. Não, gente, estalquear é diferente. Você tá precisando de uma informação para que você esteja protegida de repente, não é, Mateus? Exatamente. Eu acho que quando a a gente vai conhecer uma pessoa, quanto mais informações a gente souber, melhor, né? melhor, ainda mais para uma uma relação que não é só tão simples como, né, uma amizade, um colega de, né, então, pô, eu quero construir um futuro com aquela pessoa, né? Quero conhecê-la, eu quero trazer ela pra minha vida, pra minha casa. Exato. Você vai abrir o seu sagrado. Exatamente. Exatamente. Uhum. Né? Então, sempre pensar duas vezes, né? nessa questão. É, exatamente. E assim, gente, eh me perdoe se de repente eu tô falando até demais, mas gente, hoje em dia, né, as pessoas fazem investigação na sua vida para ver eh eh que que você fez no final de semana. Não custa, vai lá investigar a pessoa que você tá se relacionando, né? Vai devagar, mas vai, busca informação, porque é para o seu bem, é para a sua segurança, né? Vamos lá, faltando 10 minutinhos para as 9 da manhã. Pode colocar mais uma pergunta no ar pra gente, produção. Vamos lá. Bruno Almeida do Bom Fim. Quando casos de golpe amoroso viram piada nas redes sociais. Nossa, isso dói, hein? Como isso afeta quem está começando a perceber que pode estar passando pela mesma situação. Eu me lembro de um caso de uma senhora, né, que acho que caiu no golpe do amor e aí virou piada mesmo na rede social. Você imagina o psicológico dessa mulher? Todo mundo zoando ela, brincando com ela, tirando o sarro dela. Gente, mas o psicológico dela tava muito abalado, coração de lacerado. A gente não pode brincar com coisas tão sérias assim, né, Mateus? Exatamente. Eh, e fora que, né, hoje em dia com com a internet todo mundo, né, Sim, que é um é um mundo à parte. Exato, né? Então, podemos pensar que é um trauma gigantesco. Fora que você virar piada em uma coisa que você não gostou, né? Vai potencializar vários sentimentos dentro de você, né? E é interessante como muitas vezes a mídia também olha nessa questão, né? Eh, ah, né? De fato, tem situações que a gente vê e fica, como foi possível? É, eu acho que a maioria eh eh de nós pensamos dessa pensamos dessa forma, dessa maneira. A gente julga. Por isso que eu falei, por isso que eu falei antes, nós nós somos assim, eu sou assim, você é assim, ah, não sou. É porque se você não fala, você pensa e quando você tá pensando, você também tá julgando, né? Aquela mulher que caiu no golpe lá do Brad Pitt, nossa, mas como é que pode? Pode. E eu pensei assim também, como é que pode? Então, eu fiz um pré-julgamento, mas isso às vezes é algo que a gente faz sem intenção. Aí é diferente, você faz com intenção ou você faz sem intenção. E é o natural você dizer isso. E é importante a gente ter essa conversa que a gente tá tendo aqui hoje pra gente entender que eu estou suscetível, você está, nós estamos vulneráveis a esse tipo de golpe. E se cairmos nesse golpe, alguém também vai falar pra gente: "Nossa, como que pode, Ruby" é você? e eu vou me sentir muito mal. Então, a gente precisa eh aprender como funciona, né? Quais são os modos operand para que quando na próxima vez, depois desse programa, a próxima vez que a gente vê que alguém caiu num golpe, a gente possa ser conforto de verdade, a gente possa ser rede de apoio de verdade, a gente possa ser um acalento nesse momento, porque agora a gente sabe o que acontece com uma pessoa que está passando por essa situação. Não é uma pessoa que vai que que precisa ser motivo de piada. E sem contar que tudo que vai paraa rede social, ela vai ficar lá para sempre. Você imagina essa pessoa que caiu no golpe, foi motivo de piada, virou meme, aí ela vai, né, se refazer, vai se recompor e daqui 20 anos ela ainda vai tá lá sendo um motivo de piada. E é uma ferida que não cura. É algo que a gente precisa ter muito, muita empatia. Eu acho que quando a gente fala sobre essa situação, uau, é pesado, né, menina? E só para complementar, eh, quando cai na rede, né, vira essa piada, a gente também tem que levar a que alertar que isso pode ser crime. Isso. Exatamente. Então, tem aí um outro processo, um outro procedimento, né, onde a gente também faz, né, na 20. Então isso vira crime. Quanto mais vai eh divulgando, você também é criminoso, né? Eh, então assim, a gente tem as grandes bigtecs aí e e funciona dessa forma. A gente pede a exclusão, a gente tem indenizações e quanto mais as a população, né, as pessoas vão divulgando, elas estão cometendo crime também, né? E isso precisa ficar muito claro, né? até que ponto qual que é a linha, né, do divertimento e da diversão e você virar criminoso, né? Então é sério, né? A gente não pode banalizar. Da mesma forma, se a gente faz um paralelo, por que que as pessoas fazem investimentos? Olha, você aqui você vai ter um investimento que você vai ganhar uma porcentagem bem mais do que o normal dos bancos. Uhum. Você tem que desconfiar que isso é golpe. Exato. E por que que as pessoas caem? E ali ninguém tá contando com seu sentimento, né? tá te envolvendo, tá te envolvendo numa história que você vai mudar de vida e todo mundo quer melhorar de vida e você pode cair nesse golpe. Então assim, ex eh tem que ter um alerta sempre tudo que é muito fácil, tudo que tá muito perfeito, como o Mateus falou, tudo que tá aquele príncipe encantado, vamos desconfiar, vamos colocar o pé no chão e vamos dar aquela Não que não que você não mereça mudar de vida, não que você não mereça ter um relacionamento que você sonhou, né? Todo mundo é merecedor. Essa senhora que teve o golpe do Brad Pitt e a pergunta que ela fez. Por que que eu não posso? Ela pode, né? Ela pode. Talvez, ah, porque o Brad Pitt é uma pessoa que não tá ali no nosso alcance, mas ela pode, né? Então, assim, a gente não pode apontar nem julgar, porque a gente cai eh em golpes, aí todo mundo é suscetível a esse tipo de golpe ou a qualquer outro, né? Então, e esse julgamento a gente precisa rever aí um pouco, né? Por mais que seja no automático, né? É verdade. Só falando rapidinho, fica à vontade. A gente vai até 9:10, fica tranquilo. Se vocês, se vocês puderem, bora que bora. Recebi a notícia aqui agora, a gente pode ir até 910. Jeito, né? Só pegando, eh, vocês comentaram, né? De fato, né? Antes de julgar, né? Buscar, compreender que todo mundo pode cair, por porque um golpe é mais pesado do que o outro, né? falo pesado paraa imagem, né, de fato, né, o que vai pra internet de fato vai ficar eternizado. Uhum. Né? Por isso eu não sei a opinião de vocês, mas sou favorável à regulamentação das mídias, né? Porque, pô, no aqui no mundo real o que acontece, pessoas esquecem, tal, mas lá não. Lá tá totalmente, tá num servidor. Exato. Enfim. Então, antes de você julgar ou você fazer uma piada, né, pensa nessa questão, porque um golpe eh é motivo de piada e outro não. Pense isso, né? Você já provavelmente já comprou alguma coisa em alguma em algum lugar, pensou que com preço mega bom, tinha uma coisa totalmente diferente. Exato. É um golpe. Sim, é um golpe, né? Então, e por que que ninguém sai postando? Ex. Então, pensa antes, antes de você pensar em fazer isso, em expor uma pessoa, né, expor uma uma situação dessa, pense nisso, né? É, faz todo sentido, né, gente? Vamos lá. Eh, tem mais pergunta pra gente, produção? Se tiver, pode colocar na tela, por favor. Estamos aqui falando eh do golpe do amor. Aliás, a gente tá falando dos golpes, né? E e o que que envolve eh esse os tipos de golpe? Bom, vamos desenhar aqui todos os golpes, um príncipe encantado, né? Ah, seja o golpe do amor, seja o golpe financeiro, qualquer golpe, porque é tudo muito lindo, maravilhoso que você busca. A ponta da pirâmide é linda, maravilhosa, tá lá um diamante, mas aí o desenrolar da história vai trazer para você aí uma grande decepção. Precisamos entender os modos operand e ter empatia quando a gente fala dessa situação. Lucas Ferreira, Vila Nova. Uma chamada de vídeo basta para confirmar que a pessoa é quem diz ser. Que cuidados ajudam quando até imagens e vozes podem ser falsificadas? Ah, vamos lá, Fabiana. Sempre tem, por mais que é quase perfeito, né? Sempre vai ter um delay, sempre vai ter uma robotização, né? As vozes são, o timbre é igual, mas sempre vai ter aquela é é bem, vai ter uma falha. Vai ter uma falha. Vai ter uma falha. É, ela é bem sutil. Aham. sempre vai ter uma falha. E de verdade é desconfiar. É sempre desconfiar dessa facilidade. É sempre desconfiar daquele amor impossível que a gente só tá na internet, né? É desconfiar, né? Não tem, eu entendo e vendo todos os processos, todas as vítimas que passam lá na associação, é sempre desconfiar. Eh, lógico, você quer aquele relacionamento, se entrega, mas com aquele pé atrás. Eu acho que é é esse o caminho. E é a inteligência artificial tá aí todo dia se renovando, todo dia, né, trazendo aí as novidades e vai chegar a perfeição, né? Então assim, eh, desconfie, sempre vai ter uma robotização da voz, sempre vai ser um, vai ter um delay ali e aonde a gente tem que pegar e ficar atento, né? Isso. Tem que ficar atento mesmo, porque a inteligência artificial tá aí, ela está sendo usada tanto para o bem quanto para o mal, infelizmente, né? E a gente precisa se atentar nos detalhes, né? né, nos pequenos detalhes, é ali que está a grande diferença que pode eh trazer aí para você ou uma frustração muito grande ou um alívio de ter conseguido se livrar antes que você se envolvesse ainda mais. Agora 9 horas pontualmente. Pode colocar mais uma produção pra gente, por favor, na tela. Vamos lá. Estamos aqui falando de estelionato afetivo. É forte essa palavra, né? essas palavras, essa estelionato afetivo, né? Envolve a eh carinho, envolve ã de repente você se colocar no lugar do outro e aí de repente quando você vê tá envolvido, né? Se colocando muito no lugar do outro e tal. Então tem que tomar muito cuidado com todas essas questões, ter aí um pouquinho de equilíbrio, tá? Gente, Marcelo Souza do Parque Industrial, como conversar com adolescentes sobre manipulação em relacionamento, sem fazer com que eles cresçam acreditando que demonstrar afeto é sempre perigoso? É, é aquela questão da generalização, né, Mateus? Exatamente. Muito boa sua pergunta, muito boa, né? Porque, principalmente os adolescentes, né? principalmente os adolescentes que estão, né, no momento no mundo no mundo virtual, eles vivem, né, nesse mundo. Exatamente. Ainda mais, né, hoje em dia com várias culturas até um pouco problemáticas, podemos dizer, né, vindo na questão movimento red, né, que vem plantando na cabeça da dos meninos, né, eh, dinâmicas, aversão às mulheres, né? Exatamente. E a partir dessa versão as mulheres, como eu sinto o ódio, como eu não gosto, eu vou te mostrar quem sou eu. E aí planeja todo um golpe para poder atingir as mulheres simplesmente, entre aspas, né, pela aversão, pelo ódio que sentem das meninas. Exatamente. O que o que que eu aconselharia, né, conversar com os jovens, né, principalmente eu falo do sexo masculino, né, essa questão do afeto, sim, essa questão que tá tudo bem, nós temos as nossas vulnerabilidades. da mesma forma que eh como posso comentar, somos todos, né, todos nós temos eh nossas vuranabilidades. Então, é interessante você conversar, buscar, né, conversar com com os principalmente os meninos, né, essa questão de você não precisa ser forte o tempo todo. Exatamente. Você pode chorar. Exatamente. Eh, você não precisa ser o provedor. Exatamente. Você pode ser quem você quer ser também. Exatamente. Exatamente. E isso não te faz melhor e nem pior do que qualquer outra pessoa, né? Então você tá aprendendo e tá tudo bem, né? Então, trabalhar esse senso também de pertencimento do jovem, fazer ele ser pertencente a muitas vezes tanto uma escola ou ou algum projeto ou algum ciclo de amizade para que ele não fique sozinho, porque em momentos assim, né, um indivíduo eh excluído tende-se a ser um alvo, né? Então, pais, mães também, né, trabalhem isso com seus filhos. Uhum. É verdade. Eh, como você tem criado e educado, né, suas crianças jovens e adolescentes. Eh, a educação mudou, o mundo mudou, tá tudo muito diferente e a gente tá se encaminhando para algo que de repente num futuro possa ser melhor para quem vá viver lá nesse futuro. Mas isso depende de nós, depende da nossa criação, né, Fabiano? Eh, Rúbi, o que a gente repara muito, a Aninte faz muitas palestras nas escolas com os adolescentes e sempre eles trazem uma pergunta pra gente. Como que a gente faz se meu pai e minha mãe estão sempre no celular, eles não querem que eu esteja no celular? Sim. É, exatamente, exato. Eh, o que a gente sempre recomenda com os pais, né? se interessem pelo que seus filhos estão fazendo. Entendo, a gente sai para trabalhar, tem e os problemas do dia a dia, sustentar uma casa, sustentar filho, entre outras coisas, mas eles são nativos da internet, eles sabem ali como funciona. E nós muitas vezes não, né? Dependendo da dependendo da geração, a gente viveu sem internet. É, e a gente pode ter uma certa dificuldade que eles não têm, exatamente, mas se interessem e não julgue eh o seu filho. Ah, eu se você vai brigar, você vai chamar atenção. Vai ver, entra naquela comunidade, vai entender o que é exato, o que tá acontecendo, aonde ele tá participando. Seja aberto até para você poder orientar, né? a gente fala muito desse Discord aí que, né, foi assunto, tem eh Roblox, entre outros, né? Eh, mas se interesse, vai entender, entra com seu filho, pede para ele mostrar, né, aonde ele tá, por mais, de repente pavoroso que seja, mas é a forma que você vai poder orientar, é a forma que você vai poder entender aonde sua filha e seu filho está. Tivemos aí há pouco tempo, né? A menina de 13 anos que que fugiu de casa, enfim, participa esteja aberto, mente aberto, entend entendo, né, que tem um conflito de geração, mas se a gente não voltar ali lembrar de como a gente era o adolescente, né, nos mecanismos e nas formas que a gente tinha naquela naquele momento, eh, porque senão a gente vai perder. Sim. Você sabe que nós já trouxemos vários programas falando sobre essa questão do entendimento, né, que a gente precisa ter eh, com os nossos adolescentes, porque mais uma vez a gente vai pro julgamento, né? Ah, na minha época não era assim, tudo bem, era na minha época e ficou lá atrás, né? nós estamos em movimento, mudamos novamente e a gente não entende desse mundo. Então, para participar dele, porque nós temos um filho, adolescente ou, enfim, que que esteja vivendo nesse movimento, nós precisamos nos inserir nesse movimento, porque aí a gente vai aprender a linguagem, a gente vai aprender o manejo, a gente vai saber o que acontece. E aí, de repente esse adolescente fala: "Poxa vida, né, a minha mãe, meu pai, meu cuidador tá interessado, que legal! E pode ser que seja uma oportunidade de abertura de caminhos e diálogos, né? E aí você pode eh estar mais presente com essa criança, eh com perdão, com criança, não, gente, com esse adolescente, com esse jovem, tá? E com a criança também, mas na como a gente tá falando aqui de de rede, de internet, então um jovem, um adolescente, a melhor maneira de você estar próximo é se inserir no mundo deles também. Exatamente. Fazer um letramento digital, né? Eh, eu acho que o conhecimento é o caminho, é o letramento digital, é buscar, tem vários cursos, a 20 faz essas orientações também, né, pros pais. Então, assim, estejam aberto pros seus filhos. Tem coisas que vão impactar demais, sim, porque não era da nossa ah não fazia isso quando adolescente, mas é o que você falou, né? A sociedade tá mudando a forma de viver. Eh, a sociedade tá se transformando, né? adolescentes estão aí e e a gente precisa seguir porque se você não mudar para poder orientar, já tem gente lá que é especialista e que pode fazer a orientação. É isso, gente. Nossa, que bate-papo gostoso, proveitoso, informativo. Acredito que a gente entregou um mega conteúdo. Isso por conta do aceite de vocês, nossos convidados. A gente tá chegando já no final do programa agora 98. Vamos para as considerações finais. Mateus, quero agradecer a sua participação, eh, agradecer a sua orientação, né, e essa, eh, essa troca que foi bem interessante. Obrigada, então, pela sua participação. Considerações finais, por favor. Desde já eu agradeço muito ao espaço, agradeço muito, né, me eh fico aberto a eventuais convites também. Uhum. Né? E gente, eh, calma. É, estamos vi. Essa é a nossa primeira vez que a gente tá vivendo. Uhum. Então, calma. Verdade, né? E e como posso falar, primeira vez vivendo, a gente tá aprendendo. Então, calma. Cada um tá aprendendo da sua forma. Somos aprendizes. Somos aprendizes. Exatamente. Calma. Muito bom. Ô, Mateus, obrigada, viu? Agradeço imensamente também, Fabiana, pela eh pela troca de experiência, né? pela expertise, pelo seu trabalho tão fantástico ali que você faz, você e sua equipe, com pessoas que precisam, gente, pessoas que precisam sim dessa orientação. Obrigada pelo aceite com a gente aqui no estúdio C. Obrigada a você. E foi é um assunto que tem que sempre trazer, né? Esses, como a gente falou, os golpistas vão se sofisticando, né? Eles vão melhorando e e as pessoas que desconfiam, né? estão que eu tá passando pel um golpe, já é um alerta. Olhem as pessoas que estão em casa, os pais, as mães, as irmãs, né, principalmente aí os adolescentes, como que a gente tá tratando e sigam a gente nas redes, né, 20 e elas seguras na rede. Sempre a gente tá dando ali dicas, a gente tá aberta, né, para para tirar dúvidas, para proteger também. Hum. E se precisar de um acompanhamento também estamos disponíveis. Maravilhosa. Muito obrigada pela participação de vocês mais uma vez. Obrigada você aí, né, pela sua participação também, você que esteve conosco durante toda essa semana. A gente fecha a semana com chave de ouro, com informação sempre, né, eh, vinda de pessoas que são especialistas no assunto para poder nos orientar. Isso é bom demais, tá? Quero agradecer então você de casa. Lembrando que nós temos estúdio Câmara na segunda-feira, mas antes eu quero falar para você que acompanhou a nossa conversa, é assim, ó. Ah, desconfiar de uma situação não significa deixar de acreditar no amor, tá bom? Você pode desconfiar e pode acreditar no amor. Isso significa proteger os próprios limites, o próprio patrimônio, a própria segurança. Você pode se proteger desconfiando, mas isso não quer dizer que você não acredita no amor, tá bom? E olha, sempre, sempre eh conte com as pessoas que estão à sua volta. E se você entende que você precisa desabafar, procure a pessoa que esteja apto para que o seu desabafo seja em local seguro, né? Então já sabe, procura uma terapia para desabafar, segura a onda, não vai desabafar com qualquer pessoa, não, tá bom? E vamos cuidar com os julgamentos, tá gente? É, é o que a gente deixa no programa de hoje. Eh, automático, nós fazemos, mas a gente pode sim eh ter a plena consciência de que esse julgamento pode estar machucando ainda mais alguém que esteja passando por essa situação, tá bom? Na próxima edição do Estúdio Câmara, que é segunda-feira, a gente vai conversar sobre um assunto bem interessante. Quando um hobby, sabe, um hobby, então, quando ele vira obrigação, você já passou por isso? Você já percebeu que até aquilo que a gente faz por prazer pode acabar virando cobrança. E quando vira uma cobrança, seja uma academia, uma corrida, uma leitura, música, viagens, jogos, quando o hobby deixa de ser diversão e passa a exigir metas, resultados, desempenho, será que ele ainda é um lazer ou virou uma obrigação? Você tá aí já nessa vibe do seu hobby virar obrigação, então você não pode perder o estúdio Câmara da segunda-feira. que vai falar sobre quando o que nasceu do prazer acaba ficando insuportável, né? É quando o hobby vira obrigação, a gente fala de identidade e de equilíbrio de repertório e qualidade de vida. Calma aí, vai com calma. Esse hobby não pode virar obrigação, porque daí ele não é mais hobby e aí vai te incomodar e você não vai querer mais fazer, seja atividade física, enfim. Tá bom? Então, precisamos eh nos atentar a isso também e a gente vai discutir esse tema na próxima edição do Estúdio Câmara. Te esperamos na segunda-feira a partir das 8 da manhã. Excelente final de semana. Se cuide, acompanhe a programação da TV Câmara Campinas que está espetacular e a gente se encontra na segunda. Beijo grande, fique bem e até lá.
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