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5ª REUNIÃO CPE ORDINÁRIA CPE PROTEÇÃO E DEFESA DIREITOS DOS ANIMAIS 2023
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5ª REUNIÃO CPE ORDINÁRIA CPE PROTEÇÃO E DEFESA DIREITOS DOS ANIMAIS 2023

41 views Publicado 16/06/2023 HD · 53:23

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e TV Câmara Campinas Boa tarde a todos declaro aberta a quinta reunião ordinária da Comissão de Proteção e Defesa dos Direitos dos Animais aqui da Câmara Municipal de Campinas. Hoje o tema de discussão é políticas afirmativas de proteção e bem-estar animal sobre o avanço da legislação contra a realização de rodeios na cidade de Campinas. Gostaria de agradecer a presença do vereador Jorge Schneider, onde ele é um dos idealizadores do Estatuto dos Animais aqui na cidade de Campinas e tem um conhecimento vasto na questão dessa legislação. Agradeço o vereador Jorge Schneider, que também pertence a essa comissão de proteção animal. Queria convidar para compor a mesa o Flávio Lamas, que representa o Conselho Municipal de Proteção e Defesa dos Animais de Campinas. Por favor, Flávio Lamas. queria agradecer também a presença da Raquel Vale que é protetora de animais está sempre presente aí nas sessões colaborando com a gente nessa campanha também agradecer a Gabriela Gabriela Facom isso assessora do vereador Paulo Bufo que também nos ajuda nessa questão da defesa dos animais Agradecer também Adriano Novo, também protetor de animais, obrigado pela presença E a todos os presentes aqui no plenarinho da Câmara Municipal de Campinas Vou iniciar a minha fala relatando aqui sobre essa questão do debate que está sendo acirrado aqui na cidade e também na Câmara Municipal, onde é um local de debate democrático. A realização de rodeios é um debate muito acirrado em diversas partes do Brasil. Apesar de ser um símbolo em cidades como Barreto e Sorocaba, Há regiões em que a prática é proibida Em São Paulo, capital, por exemplo, os rodeios não são permitidos desde 1993 A lei nº 11.359, de 17 de maio de 1993, proíbe a realização de rodeios, touradas e eventos similares no município Em Campinas, existe a lei nº 11.492, de 21 de março de 2003 que proíbe a utilização de animais em geral, em espetáculos realizados no município de Campinas, que foi incorporada ao Estatuto Municipal de Proteção Animal. Vários estudos realizados comprovam os maus-tratos causados aos animais em rodeios. Como exemplo, pode-se citar a privação de alimentos e o uso, na condução e domínio dos animais, ou durante as montarias de aparelho que provoca choques elétricos, esporas com rosetas, que contenham pontas, quinas ou ganchos perfurantes, que causam lesão física ao animal e barrigueira que não atenda às especificações técnicas. Além da violência e agressividade presente nos treinamentos e nas provas rotineiras, ainda são utilizados instrumentos de tortura como o seden, que comprime a região sensível do animal na qual se localiza parte dos intestinos, Além do prepúcio, onde se aloja o pênis As esporas, pontiagudas ou não, são acopladas às botas dos peões servindo para golpear o animal A peiteira, amarrada ao redor do corpo, causa enorme pressão e desconforto O polaco, sinos com a serventia de irritar os animais Objetos pontiagudos, pregos, pedras, alfinetes, arames que são colocados no sede ou sob a cela do animal choques elétricos ou mecânicos, substâncias abrasivas pimenta ou terebintina que são introduzidos no corpo do animal para causar ainda mais desconforto além da descorna, quando se retiram os chifres do animal geralmente por meio de um serrote sem nenhum anestésico e do posterior assassinato desses animais quando já estão velhos ou incapazes de cumprir sua função na arena. Não vamos admitir retrocesso. Campinas não quer rodeio. Rodeio não é cultura, é tortura. Então, eu queria iniciar a fala convidando o vereador Jorge Schneider para suas considerações iniciais e também, ao mesmo tempo, já fazendo o seu comentário. Vereador Schneider, por gentileza. Boa tarde a todos e a todas. É, a evolução do ser humano é uma coisa que nós não podemos retroceder, nós vemos no tempo do Império Romano, um dos esportes era expor seres humanos a animais para que houvesse aquela luta, Quer dizer, havia a exposição da vida, tanto do animal quanto daquele ser humano que com uma espada simplesmente se defendia. Então nós vemos que a evolução faz com que nós deixemos de lado algumas coisas. E uma das coisas que mais marcaram nos meus cinco mandatos foi, acho que uma das primeiras leis que nós votamos, que foi aquela proibição em 2005 de animais em rodeios a proibição dos rodeios na cidade de Campinas outro dia eu vi inclusive Festa Country que disseram, está bem fácil com música country, mas não com animais porque Festa Country não significa nós termos animais para expormos os animais judiarmos os animais expondo até o ser humano expõe até o ser humano ao risco porque o animal quando ele se sente com dor ele se transforma assim como nós também nos transformamos então eu inclusive nas sessões muitos vereadores vão expõe aquilo que pensam eu nem me preocupo com isso em expor aquilo que eu penso porque todos sabem aquilo que eu penso quando nós fizemos elaboramos a muitas mãos o estatuto dos direitos dos animais Ali já está explícito. Não queremos tortura a animais, não queremos voltar às barbáries do mundo com vidas. E animal é vida também, ele também tem a sua vida, nós temos que respeitar e incentivá-los para que ele tenha dignidade a vida toda. Eu nem me preocupo em discutir esse assunto, porque enquanto eu for vereador, eu vou trabalhar para não termos esse tipo de procedimento na cidade de Campinas vocês não tenham dúvida disso não estou fazendo política nenhuma, mas simplesmente agindo com o meu coração e agindo com a minha consciência podem sempre contar com esse não quando o assunto for instalação e com o meu sim quando o assunto for vida e respeito a todos, eu tenho assim o maior apreço a todas as pessoas que cuidador dos animais, não é cuidador de animal, é respeitadores da vida eu tenho um apreço muito grande das pessoas que respeitam a vida porque não tem cor partidária não tem cor de time de futebol, não tem nada o que tem é respeito é isso que nós precisamos então, contem comigo, contem com meu respeito e sempre com meu voto favorável à vida, só isso Muito obrigado, vereador Jorge Schneider é vereador experiente aqui nesta casa, já de quatro mandatos, né, Chico? Cinco. Cinco mandatos. Então, sabe o que fala, sabe o que faz. Eu tenho certeza que, ouvindo essa opinião do Schneider, eu fico muito feliz em conduzir a presidência dessa comissão. Então, vou abrir a palavra agora ao Flávio Lamas, que é representante do Conselho Municipal de Proteção e Defesa dos Animais de Campinas. Muito obrigado, vereador Permínio. Vereador Schneider, vereador Paulo Bufo, que acaba de chegar também. Campinas é uma cidade que evoluiu muito, principalmente a partir dessa legislação específica com relação aos animais. E como bem lembrou o vereador Permínio, que é o presidente dessa comissão, a cidade de São Paulo não permite rodeio. Campinas não permite rodeio. E, na verdade, o nosso Estatuto dos Animais, que nesta mesma sala aqui, a gente discutiu tantas e tantas vezes cada artigo, nós demoramos quatro a cinco anos para elaborar um Estatuto dos Animais que atendesse com o máximo de perfeição o que a sociedade campineira queria. E aqui a gente tinha o plenário cheio, que o Schneider lembra bem, de todas as etapas que a gente enfrentou para produzir um documento desse. Bom, na verdade o estatuto não é apenas um meio para proibir os rodeios Aqui em Campinas são proibidos animais de qualquer espécie em qualquer espetáculo para ser humano Aqui a gente não permite, Campinas não permite que se faça uma exposição de pássaros Os pássaros estão presos, não será permitida a exposição de pássaros Não se pode usar animal para exibição desta maneira, como feira agropecuária e daí para lá. Nada. Rodeio muito menos. O sedém, como bem lembrou o vereador Permínio, é um instrumento de tortura do cavalo, do boi. Porque se quem defende acha que está correto, então por que não tira o sedém para ver se ele pula? Ele pula, porque ele é torturado para isso. O animal não vai, não corcoveia, não fica em desespero, porque gosta daquilo. É porque ele está incomodado com todo aquele procedimento que se faz no brete antes do evento, durante o evento. E a gente vê também a falácia de se dizer que um animal desse tem depois uma aposentadoria. Eu lembro do filme Blade Runner, de anos 90, em que os jogadores, as pessoas que competiam, depois que eles se aposentavam, iam para o paraíso, até se descobrir que o paraíso era a morte. E pelos bois, a mesma coisa, os cavalos, as mesmas coisas. Não tem, eles não conseguem mostrar um asilo de animal sequer, porque não existe. Então, essa conversa afiada de que depois os bichos se aposentam, não tem. Então, Campinas está bem na frente, a gente vai manter isso, não tem como a gente acabar com essa legislação que foi construída com tanta dificuldade. E só lembrar que a causa animal não luta por cachorro e gato, Então, a gente luta por todo tipo de vida, todos. Então, a gente está aí batalhando, a gente quer saber a situação, o enfrentamento de várias situações. E isso demanda um trabalho também científico, porque nós precisamos de pesquisas e acompanhamento veterinário, acompanhamento de pesquisadores, sobre, por exemplo, por que nós estamos tendo uma maior concentração hoje de teiu, daqueles lagartos na área urbana. Por que nós estamos tendo os saruezos, os gambazinhos, estão em todos os cantos da cidade? Os saguis estão em todos os cantos da cidade. As capivaras estão em todos os cantos do país. Capivaras não são privilégios de Campinas, não, tá, gente? É do país inteiro. Eu estava lembrando agora há pouco que a cidade de Curitiba, que a gente tem como exemplo de cidade urbanística, com o urbanismo fantástico, um tratamento não só geopolítico, político, mas de uma importância na nação. Lá, a capivara é o símbolo da cidade. E lá você encontra em todos os parques. E não tem o estigmatismo que nós temos em Campinas. Na cidade de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, capital do Mato Grosso do Sul, eu passei lá há algum tempo, e a gente vê, tipo, 4h30, 5h da tarde, as capivaras atravessando de 40 a 50, as avenidas, os motoristas parando com tranquilidade, com detalhe, lá elas atravessam na faixa de segurança, já estão tão acostumadas. E não há uma pressão, como surgiu em Campinas, em tentar colocar na capivara o problema da febre maculosa. A gente vai discutir isso hoje aqui também na Câmara, mais tarde e tal. Mas não é a capivara o problema, é o carrapato. E o carrapato, só para lembrar, não é o tema daqui, mas o carrapato está na face da Terra há 400 milhões de anos. e o ser humano há 30 milhões de anos. Quem será que está mais preparado para sobreviver nessa vida, nessa terra? Então, nós temos isso. Agora, voltando à questão dos rodeios, uma proposta, sempre que há uma discussão nesse sentido, nós já tivemos três vezes, três vereadores do passado tentaram reativar essa conversa e os três, infelizmente para eles, eles acabaram não se reelegendo. foi o vereador, bom, nem veio o caso o nome deles, mas eles não se reelegeram. Então, e a gente tem agora uma nova tentativa. Eu até acho que há, politicamente, um interesse nisso, porque é uma maneira de um vereador tentar um nicho de mercado político para ele se sobressair junto àquela fatia da população e daí ter voto depois. Política é isso. E aqui é o palco correto Da gente discutir política A Câmara Municipal é onde se discute política E aqui que nós temos que agir com civilidade Nós temos que tratar Os vereadores com respeito Independente da posição de cada um E a gente defender a nossa E essa comissão é um bom palco Para isso Então essa defesa Da lei que a gente tem Que é um avanço É importante para a gente manter A gente não ter nenhum retrocesso. E parece-me que nasceu essa proposta agora, essa discussão agora, de algo que não é de Campinas. Não foi gente de Campinas que pediu isso. Foi uma proposta de dois deputados, um federal e um estadual do PL, que querem fazer rodeios em todo o país e procurou as câmaras municipais para ver se tem algum vereador que assuma na cidade dele essa questão. Gente, Campinas não pediu isso. E a gente sabe de pesquisa que 86% das pessoas que vão a um festival de rodeio, com o nome rodeio, não vão para ver boi pular e cavalo pular. Eles vão para ver os shows. Eles vão por causa da comida, por causa das festas. Por que a gente não trabalha nisso? Por que não Campinas ter uma festa country, que seria a primeira do país, sem pensar em ter animais. E aí, gente, a gente pode fazer a coisa do tamanho que a gente quiser. Eu creio que dentro da própria causa animal, eu gosto de música country, eu não gosto de ver o rodeio. Morreu o assunto, não vai ter bicho lá. Mas a festa country eu gostaria de ir sim, por que não? Então, teria um monte de atrações, tudo isso, e eu acho que é possível a gente fazer, é possível todo mundo trabalhar nisso. Me incomoda um pouco essa questão de Nós precisamos pensar no lado econômico, por isso tem que ter o boi e o cavalo pulando. Não há necessidade, gente. Dá para fazer uma festa sem isso. E fazendo uma festa sem isso, com certeza vai ter todo o nosso apoio. Muito bom, Flávio Lama. Questão de ordem. Obrigado. Só um minutinho, vou convidar o Paulo Bufo. Queria agradecer a presença da Lilian Veras, protetora dos animais. Obrigado pela presença. E aproveitar e cumprimentar e já convidá-lo, o vereador Paulo Bufo, para compor essa mesa aqui, por gentileza, Paulo. Abri a palavra aqui para o vereador que pediu pela ordem. Foi citado aqui deputados do OPL, mas não se trata de ações partidárias não, porque eu sou líder do OPL e não fui procurado. Nenhum vereador do OPL foi procurado para defender essa bandeira. Aliás, nem deveriam, porque os vereadores do OPL de Campinas estão convictos daquilo que sabem, daquilo que querem. Não votarão jamais num projeto desse. Então, trata-se realmente de ato de pessoal, de dois deputados, que pode ser de qualquer partido. Como eu disse a vocês, a causa animal não tem camisa, não tem ideologia. Nós temos coração e temos que defender a vida. Então, onde foi dito PL aqui, Flávio, por favor, apague, porque não tem nada a ver com o nosso partido. Minhas desculpas, vereador. Os vereadores do PL de Campinas sempre foram ponta firme com a causa animal. Então, eu peço desculpas por ter citado, embora sejam dois realmente do PL, tanto federal como estadual, que é uma deputada, mas não tem nada a ver com o partido em si. Desculpe essa colocação. É ação pessoal mesmo. É ação pessoal. Bom, dando continuidade, obrigado, Paulo Buflo, pela presença aqui, compondo a mesa conosco. E abri a palavra ao vereador Paulo Bufo, referente a essa questão da pauta que você sabe de hoje. Fique à vontade. Quero cumprimentar o vereador Permínio, que vem tocando essa comissão de proteção e defesa animal desde o primeiro mandato. enfim, o vereador Schneider, que foi um dos responsáveis que potencializaram a proposta do Estatuto de Proteção e Defesa Animal na cidade, cumprimentar o Flávio Lamas, que já há muito tempo, vamos resumir assim, e os outros protetores, protetoras aqui presentes. Só contextualizar um pouco. Lá no início dos anos 2000, nós tínhamos aqui na cidade já uma mobilização importante da causa animal e já se discutiam primeiras legislações no país. E havia, inclusive, alguns parlamentares que naquele momento, ou melhor, candidatos, candidatas ainda que já tinham nessa causa uma referência. Nós não tínhamos, eu vinha de uma outra atuação, a primeira vez que fui eleito, então assumi em 2001, o início do mandato, quando Toninho, então, saudoso, foi eleito pela primeira vez, foi eleito prefeito, foi eleito a primeira vez. E no final daquele ano, nós tivemos um problema aqui de um abandono de dois leões por um circo, Um veio a óbito logo na sequência, o outro ficou algum tempo ainda, mas aí nós, como não havia ainda naquele momento uma pauta desse tipo no Legislativo Municipal, e nós fomos, então, pesquisar, e aí, a partir desse momento, tivemos uma aproximação com o pessoal da causa animal e fizemos essa legislação proibindo os espetáculos. Então, pegava a questão do rodeio, mas, sobretudo, essa questão dos circos e de outros espetáculos. Então, a partir daí, foi assim até ser aprovado e sancionado em 2003, houve certas pressões de vários setores, mas acabou sendo aprovado. Depois, como o Flávio já relatou, não preciso retomar, duas ou três vezes, o vereador Schneider viveu parte disso, inclusive, as tentativas de que essa legislação fosse ou modificada ou revogada, enfim, mas foram tentativas inglórias. Nós continuamos nesse processo e eu diria que com o estatuto ele não só fortaleceu ainda mais isso, embora tenha revogado a legislação anterior, como também consolidou outras legislações que vários parlamentares apresentaram aqui na Câmara Municipal nessa área. Então isso coloca Campinas numa das cidades que tem os parâmetros jurídicos mais avançados no país nessa questão da proteção E nesse sentido eu acho que a gente não deve regredir Porque se pensar do ponto de vista econômico, que é sempre a pauta que vem Nós temos outros setores econômicos, eu cheguei até a citar a produção audiovisual mesmo essa questão cultural das festas country e outras que nós podemos potencializar na cidade, que vão ser eventos também que vão dar esse canal. Então, acho que nós devemos, estamos na linha justa, devemos inclusive tentar convencer os parlamentares da casa a abandonar a ideia e não abandonando, nos resserticularmos aqui para poder derrotar mais uma vez a proposta na cidade e demonstrar esse avanço que a cidade de Campinas teve. Finalizando e cumprimentando o fato de nós trazermos essa pauta, acho que foi dito aqui, essa pauta não tem necessariamente um partido, uma identidade ideológica necessariamente. E também é uma pauta desafiadora, porque exige de nós, nós estamos falando aqui da causa animal, da proteção animal, mas como a gente ouve já dizer por aí, por exemplo, estou usando aqui um cinto de couro, um sapato de couro, assim como outros estão também. Então, há um segmento que compreende que isso também é uma contradição debater o tema. E o que a gente sempre batalhou foi para discutir a necessidade de a gente ir construindo síntese, ir avançando, ir eliminando as causas mais violentas. E essa questão do rodeio se insere nisso. então acho que a gente deve seguir com o tema e à medida que ele aparece evidentemente que dá visibilidade a partir da comissão aqui da Câmara a outros temas também relevantes da cidade e pensar, ao mesmo tempo que a gente responde a isso pensar formas de avançar, por exemplo com outras questões aqui da causa animal Então, ao mesmo tempo que derrota essas tentativas, enfim, ou consolida uma posição, nós procuramos avançar em outros, que fortaleçam aqui essas políticas, o próprio papel do Conselho aqui na cidade, a participação muito representativa de protetores e protetoras independentes também, enfim. Acho que é o momento, já que debateu, jogou luz sobre isso, nós avançarmos também nessas possibilidades. Muito bom, vereador Paulo Rufo. Realmente, você colabora com o seu conhecimento parlamentar e também conhecedor da causa animal. Queria aqui mandar um abraço, ela não pôde comparecê-la, gostaria de estar participando, a Eliette, que é lá da Lagoa do Taquarau, da Toca dos Gatos. Toca dos gatos, não é? Gatos da Lagoa. Gatos da Lagoa. Mandar um abraço para ela. E está colaborando também como ativista. Ela é ativista há 40 anos, não é isso, Flávio? Há 40 anos. Há 40 anos. Ela falou que não cansava. Eu tenho 60 anos de idade, Perminho, e 40 de ativismo. Então é muito importante uma pessoa dessa se manifestar, não é, Paulo? É verdade. O Perminho, só permite um registro. O bolo de Santo Antônio ontem teve lá 60 quilos, não, mais não, 600 quilos, 60 metros, 4 mil medalhinhas, e aconteceu e não teve fogos de artifício com estampido aí, pelo primeiro ano. Seis da manhã fiquei esperando, vai sair ou não vai, não teve, olha aí, que legal. Muito bom, pode ter muita festa em Campinas, que aliás é proibido o rojão em Campinas, E se solta à vontade E por que acontece isso? Porque a gente tem venda nas cidades vizinhas É outra coisa para a gente discutir também Porque logo chega o final do ano E a gente tem que retomar esse assunto Com certeza Mas dando continuidade na pauta da questão do rodeio Dizer que tem alguns vereadores Que também estão nos ajudando Estão do nosso lado nessa questão Da defesa de não rodeio na cidade Mas o Rocine Nosso presidente da câmara também propôs A questão do festival Caltre acho que ele foi muito feliz nessa fala dele também está defendendo a não rodeio na cidade eu fiz uma indicação logo no primeiro dia que houve a fala do vereador que está propondo que tenha o rodeio como você disse, é uma discussão democrática política e não de ataque pessoal, eu acho que isso daí a gente tem que ter um pouco de respeito E entender que independente de qualquer coisa, são ideias diferentes, mas o respeito tem que ser mútuo. E também ao vereador Carlinhos Camelô, que é do meu partido, do PSB, ele propôs um projeto de lei, né, Raíssa? Propondo que Campinas tenha o Festival Caltra, né? Então já foi protocolado esse projeto de lei, queria citar aqui o vereador Carlinhos Camelô, que é do meu partido. e dizer que a gente está tentando fechar o cerco em termos de legislação. Eu acho que a gente tendo leis que favorecem dentro da cidade, é muito importante a gente mostrar isso para a população da cidade, mostrar para a sociedade de Campinas e mostrar para quem realmente entende que é importante não maltratar os animais, não judiar de alguma forma esses animais e sim podendo ter o festival de música, podendo ter outro tipo de apresentação, através de uma arena country, um festival country, ou outros eventos que a cidade pode ter. Então é muito importante a gente frisar isso aqui. E dizer que continuaremos lutando em relação a esse debate político, eu acredito que vai ser acalorada a discussão no plenário da Câmara, a gente está aqui no plenarinho mas no plenário eu acredito que vai ser bem acalorada as discussões e a gente tem que estar preparado para defender de forma democrática e juridicamente também falando queria dar continuidade China, se quer falar, fica à vontade eu tenho um atendimento agora às 17 horas, estou atrasado até mas nós temos um exemplo que nós tivemos um festival de música raiz há 4 anos atrás Mas antes da pandemia, no Jardim Garcia, nós colocamos mil pessoas, mil pessoas, num festival regional ali. Não precisamos colocar nenhum animal lá, precisamos colocar gente cantando, música raiz só. Coisa mais linda, inclusive a entrada era dois quilos de alimento. Nós alimentamos, inclusive, duas creches durante muito tempo com esse festival. Quer dizer, nós não precisamos inventar a roda. Nós precisamos pegar os talentos daquelas pessoas Que fazem, que produzem Alguma coisa Sem sacrificar ninguém ou algo Para fazermos um bom espetáculo É pegar, eu inclusive estou entrando Com o projeto de nós termos O roteiro Da música raiz na cidade de Campinas Estou entrando amanhã já Com esse projeto E vai ser um roteiro Ou seja, nós vamos ter, chega nessa época agora Que é a época de junho que é um bom momento para fazermos isso, fazer esse roteiro. Fazemos na região dos diques no final de semana, no Nova Europa no final de semana, em vários locais, para que possa a população, sem se deslocar muito, se divertir, sem precisar sacrificar ninguém, nada. Nós temos muita coisa para fazer em Campinas. Nós precisamos evitar o quê? É o desgaste do ser humano. O ser humano não pode mais se desgastar perante a obra de Deus e a obra do ser humano. Nós precisamos de paz, e a paz se traz com ação. Eu vou descer, me perdoem, mas tem que descer porque depois nós temos uma sessão e eu vou atendê-la. Obrigado. Obrigado, vereador Jorge Schneider. Agora vamos passar a palavra aqui para o vereador Paulo Búfalo. Flávio, ele saiu. Sim, com certeza. Vamos abrir a palavra aqui para a protetora Lilian Veras. Boa tarde a vocês algumas pessoas já me conhecem mas eu sou veterinária há 38 anos me formei no Rio e trabalhei na Receita durante praticamente 28 anos em Viracopos e na Delegacia eu instituí o Canil de Cães de Faro em Viracopos junto com o pessoal de Vitória e acompanhei, já tem bastante tempo porque a gente acompanha essa questão de maus-tratos e atendimento. Trabalhei em Barra Bonita, às vezes ia junto com a polícia militar para atender animais que estavam em maus-tratos, cavados, que eles me chamavam para ir e tudo. E a Polícia Federal também, a gente sempre ajudou lá. Muita coisa que em Viracopos não tinha, eu ia às vezes aqui na delegacia. A questão de maus-tratos, às vezes até por desconhecimento, Se pensa em maus-tratos, é aparecer um ferimento no animal, ou está machucado porque usou uma espora. Maus-tratos hoje, em animais, no Distrito Federal, inclusive já tem uma legislação sobre isso, não são só maus-tratos físicos, maus-tratos psicológicos também. Então, o fato de deixar um animal, por exemplo, no transporte, ele ficar ali, preso, ele sabe que vai entrar naquilo porque já entrou diversas vezes. Então, ele solta aquela adrenalina toda, vai ser amarrado para pular, mesmo que seja oito ou dez segundos, e eles falam que depois, durante duas ou três noites, eles não vão participar de novo. Mas o animal está sofrendo maus tratos psicológicos. A gente não tem uma mensuração de como ele fica. Assim como a gente chega às vezes em uma casa abandonada ou pessoas como aquele coronel que maltratava em várias casas, os cachorros deixavam ali, você vê o bichinho aquado, um cachorro, um gato, aquado em um canto, ele pode estar sem nenhum ferimento, mas ele está com maus-tratos psicológicos. Ele sofreu espancamento, xingamento, ou joga água. Então, esses maus-tratos que às vezes as pessoas acham que a defesa é que depois ele tem aposentadoria, a espora não tem ponta, o sedém é feito de lãzinha. É feito de lãzinha, mas os maus-tratos psicológicos do boi Eu acho que, em uma discussão aqui na plenária, eu posso falar um monte de coisa, o vereador pode falar, várias pessoas podem falar, mas a gente teria que trazer o boi e o cavalo para ele falar também, porque ele é que está sofrendo isso. É a mesma coisa que chegar agora e falar, economicamente, vamos colocar de novo a escravidão, porque é econômico, o pessoal ganhou muito dinheiro. E o escravo não era maltratado, ele ficava até bom, ele ficava gordinho e tudo. será que ele não foi maltratado? Só porque ele, de repente, não levava... Eu podia até não levar um patrão, fosse bom, ele não dava uma chibatada. Mas não quer dizer que ele não teve maus-tratos psicológicos. Hoje é considerado, em várias partes do mundo, e, por exemplo, no Distrito Federal, que maus-tratos incluem, para os animais, da mesma maneira que para o ser humano, maus-tratos psicológicos. Então, acho que não tem como ter defesa de dizer que um cavalo que está sendo cutucado... Eu já trabalhei com cavalo há bastante tempo, eu tive cavalo, eu praticamente nem montava nele. Eu usava para dar banho, eu resgatei ele de uma hípica. Então, eu dava banho, passeava com ele solto. Mas ele gostava até de passear junto com os outros. A gente montava um pouco, passeava. Mas o cavalo é muito sensível. É um animal que morre com cólica. Quem já teve cólica de rinho ou quem já teve filho sabe que é uma dor danada. A cólica intestinal do cavalo é muito menor e ele morre de cólica. Então, vários tipos de competição que tem em cavalos, que é aquele coaching, que eles ficam cutucando aqui e atrás para o cavalo pular e tudo, você acha que dando cutucada, e a pessoa está ali também na adrenalina, no peão, dando cutucada com a bota, aqui na costela e aqui no flanco do cavalo, ele não está sofrendo maus tratos? Aquilo não fica dolorido depois? Como o Flávio falou, cadê a aposentadoria desses bichos? Eu não conheço nenhuma fazenda, nenhum lugar que fique um monte de boizinho e cavalo depois que saiu do rodeiro e fica lá 30 anos vivendo a bela vida. Mas, durante os cinco ou oito anos que ele está pulando, ele está sofrendo maus-tratos. Então, só que a gente colocar isso... De repente, repassar isso para as pessoas. Quando falar, mas não sente nada. Não está machucado. Pensar nos maus-tratos psicológicos também. Será que um cavalo desse, se eu pegasse ele e resolvesse que vou ficar com ele para mim, será que ele deixaria montar normalmente? Ou será que, quando eu montar nele, ele sai pulando com medo de ser cutucado? Só isso aí já está mostrando que ele tem maus-tratos psicológicos. Porque, se ele gostasse tanto de pular, na hora que você montasse nele e não cutucasse, ele saía andando. Mas, normalmente, ele vai sair pulando também, porque ele fica esperando que vai ter uma cutucada. O touro idem, já acontece no rodeio, se aquela corda que fica ali, o sedem, sai do lugar, ele tem direito a montar em outro touro, porque o touro não vai pular. E, se escorregar para frente, o touro vai pular só para frente, ele não fica pulando com a traseira. Então, o juiz dá a opção para o peão descer e montar em outro touro. Então, dizer que ele gosta daquilo não é, não tem como alguém gostar do negócio, Porque, se você coloca uma pulseira, não está me incomodando. Mas uma coisa na virilha do touro, que está pegando ali, e nem é boicastrado, são touros, ou seja, eles têm a bolsa escrotal e tudo, aquilo dói mais ainda. Uma coisa que está apertando nele ali, que pode ser feita até com fitinha de cetim, mas ela está apertando. Então, talvez a gente tente conscientizar o pessoal e levar isso na hora da plenária. Você diz que não tem maus tratos. Ah, não? Então vamos fazer um pouquinho aqui com você. Vamos ver se amarrar uma coisa, se dar uma cutucada aqui, se isso ainda é maus-tratos. Vamos pegar o seu filho? Pega uma criança. Eu tiro ela do pai, da mãe, levo para a minha casa, dou comida, dou chocolate, dou tudo o que tiver. Mas, todo dia, eu entro lá no quarto e dou três, quatro berros com ele. Seu imundo, seu isso, seu aquilo, etc. Essa criança está feliz porque ela está ganhando tudo de comida e de bebida ou ela está sofrendo um mau traço psicológico. No animal, a mesma coisa. E isso é o que a gente está vendo na arena. Imagina num treinamento, quando esses peões treinam com touros e cavalos, quando não está sob o olhar de um juiz, o que não é feito? Com outros touros e com outros cavalos, você vai aprender a montar. O cara monta com espora mesmo, com ponta. Ele vai dar mais chute do que é necessário, porque não tem ninguém ali tomando conta dele. Então, essa coisa de dizer que é econômico, o bichinho está sendo bem cuidado, e os outros 100 ou 200 que estão lá atrás que não estão sendo bem cuidados. E a parte econômica também. Quantos peões de Campinas a gente vai ter? Tem peão em Campinas? Se tiver 10, é muito. O resto vai vir de outras cidades. Então, você vai fazer um evento desse para prejudicar boi, para trazer peão de jaguariúna americana, barretos, porque aqui mesmo... Eu não conheço, se tiver 10 peões, é muita coisa. Então, acho que a festa é importante, pode ter tudo isso, vai ser bem-vinda, mas o boi, o cavalo está demais. Acho que não tem essa... a gente fazer essa afronta de causar maus-tratos psicológicos e passar por toda essa legislação que já foi batalhada por vocês desde 2020 e tudo para voltar a uma coisa medieval. Acho que Campinas tem que melhorar e progredir, não se espelhar em cidades com exemplos ruins, porque exemplos ruins tem por aí de monte. Obrigada. Muito bom. Parabéns, Lília, pela sua fala. Fiquei muito impressionado com o seu conhecimento. Muito bom. Depois a Raíssa vai entrar em contato com você para você colaborar com a gente também nessa luta. Presidente, ela é conselheira municipal de defesa dos animais. Tá, mas ela tem uma história bonita aí, começou por vira-costas. Muito bom. Adriano Novo. Abria a fala para ele aqui, Flávio, depois a gente abre para você. Boa tarde, pessoal, tudo bom? Me chamo Adriano Novo, sou protetor ali da região do Padre Anchieta. Não sei se tem alguém aqui também do Padre Anchieta. Não veio ninguém, só veio eu hoje. E estava ouvindo o relato da nossa amiga aqui. E achei interessante. Só que eu vi uma coisa hoje que me chamou a atenção e me fez refletir um pouquinho. Quando eu cheguei, eu errei o lugar. Sem querer, acabaram me direcionando para a plenária. Só que na plenária estão os cavaleiros. E aí sentei lá no meio do pessoal e conversa com o pessoal. Eu falei, ué, acho que não é o meu lugar aqui. Mas eu falei, já que estou aqui, vou conversar com o pessoal. Fiquei acho que uns 40 minutos lá, ainda até entendi que era aqui. E aí, na conversa, levantaram uma questão que eu não tinha pensado nisso. Eu falei, agora que cheguei aqui, vou perguntar e tirar essa dúvida até. A lei atual, ok, eu rodeio, tem toda a questão dessa agressão, com os animais e tudo mais. Mas a cavalgada, que você tem os cavaleiros, que eles montam os cavalos, você vai de um ponto a outro da cidade, que é um evento em que você não tem um animal pulando, você não tem um animal sendo apertado. Até a amiga falou que montou no cavalinho dela que ela resgatou há um tempo. A lei também impede esse tipo de evento ou esse tipo de evento está liberado na cidade de Campinas? Uma cavalgada, por exemplo? A resposta é não, não pode. Não pode também? Não. A secretária de Cultura de Campinas, a Alexandra Caprioli, estava conversando com ela esses dias e ela perguntou também sobre isso, porque foi consultada. A lei em Campinas proíbe qualquer tipo de animal para exibição para ser humano. Ponto. Não pode aqui ter uma apresentação de canários na gaiola. Não pode. E outra coisa. Circo. Circo menos ainda. Pelo amor de Deus. Inclusive os circos que vêm para Campinas Que se apresentam E já são sem animais Tem a vida normal deles Tranquilo, não tem nenhum problema E ninguém está pedindo animal no circo Para poder fazer alguma coisa Outras cidades, inclusive, estão tirando A gente está tendo circos Que não precisam ter esse tipo de coisa De animais Então, só para saber, é bobagem Outra coisa Quando você faz, por exemplo, aquelas cavalgadas até Aparecida do Norte, por exemplo, Pirapora, o que você vê é maltrato da maneira mais absurda. Primeiro que você tem que colocar um bridão no cavalo. Tente usar um aparelho dos dentes para ter uma mínima noção do que é um milionésimo do que sente um cavalo com um bridão. Quem souber, quem já viu colocar um bridão no bicho, vai ver isso. Só um adendo, eu perguntei porque eu nunca resgatei nenhum animal de grande parte. Então, quando ele questionou, eu fiquei a pensar e vim aqui. Eu estava aqui e falei, vou tirar essa dúvida. Se o pessoal vai bater em mim aqui e falar... Não, não, fica tranquilo. Mas, de qualquer forma, o bridão por aí, você já tem um maltrato, o cavalo vai ser exposto a uma jornada enorme, daí o dono vai parar para almoçar, para tomar uma cerveja, e o cavalo vai ficar lá no sol, com pouca água, enfim. Então, não. E não é gente de Campinas fazendo passeio para Campinas. É gente de outras cidades que viriam para cá, para não sei o quê, que nós não temos essa tradição, não temos nada nesse sentido. Quem fala pelos animais são os protetores de animais. Então, a conversa começa por aí. Quando a gente teve, há uns três ou quatro anos atrás, a festa de Sousas, que a igreja ganha prendas, por exemplo, porcos, galinhas, passarinhos. E aí o padre de lá pediu para a gente conversar o que poderia ser feito porque a legislação proíbe. E qual a alternativa, porque a igreja tem que ter renda. Coisa mais fácil do mundo, gente. Vai até a fazenda, doou lá um galo, filma o galo, põe uma TV e fala, olha, esse galo aqui que está lá, bonitinho, quem ganhar vai lá, busca o galo, acabou a história. Bom, isso eliminou para eles. Todo o custo de transporte dos animais, do alojamento do animal, ração para o animal na festa. Fora aquela sensação horrível que tinha lá de você ganhar, por exemplo, um passarinho, e você ficar na festa andando com uma gaiola para baixo e para cima. Mas você vai andar um porquinho para baixo e para cima em uma festa. Então, resolver o problema de uma maneira que você não maltrata o animal. Então, esse foi só um exemplo do que a gente já passou nesse passado recente. Então, assim, é não. E não ter aquela história, não, mas vai ser só a cavalgada, não ter a cavalgada. Passou um boi, passa a boiada. Não tem assim, um pouquinho pode. Não. Essa legislação nós vamos lutar com unhas e dentes. E, aliás, a gente já tem declaradamente 22 vereadores a favor de manter a nossa legislação como está. São 33 vereadores, dos 32 já estão do nosso lado. e temos vários deles que estão decidindo se apoiam a gente ou não. E nós acreditamos que desses que ainda não estão, eles não estão indecisos, eles só estão precisando de um certo tempo para referendar o que eles acreditam. Então, eu creio que desses, pelo menos mais seis virão com a gente brevemente. Era isso que eu queria falar, presidente. Só um minuto. Com vontade. Com licença, presidente. Só lembrando, acho que a questão é muito oportuna, porque a gente vai resgatando aqui. A cidade de Campinas tem várias famílias circenses de grandes circos aqui na cidade. Pois é. E daqueles maiores do país. Então, durante esse período, eles trouxeram muito esse debate. E, na tramitação da lei lá atrás, nós estamos enfrentando essa discussão justamente nesses termos, porque precisou ir sendo ajustado esse debate para demonstrar que não poderia de fato. E uma situação que, depois da legislação, ainda vivo, o Beto Carreiro me ligou aqui, Porque ele falou assim, você vai proibir que a quarta geração do Faísca desfile em Campinas. Eu falei, não sou eu que vou proibir. Agora tem uma lei que é municipal, a Câmara votou, o prefeito, a prefeita, na época, sancionou. Então, é a cidade que tomou essa decisão. E aí acabou, ele pressionou algumas vezes, o próprio Poder Executivo, mas a quarta geração do Faísca não veio. Mas ele chegou a trazer o parque dele para cá, instalou aquele parque que circulava. Mas a geração do Faísca não. Agora, esse debate é importante porque é o seguinte, aqui a Câmara é uma arena de debates políticos, passa por aqui. Agora, nessa questão da política em si, é importantíssimo que a gente fortaleça os conselhos da área. Porque, daqui a pouco, passa o meu mandato, passa o mandato do vereador Permínio, e muda um pouco a configuração da Câmara, já que volta o tema com tudo aí. E aí os mandatos passam e o conselho permanece aí, com esse histórico, com essa proteção. Então, fortalecer e dar esse protagonismo para o conselho é importante, para garantir essas coisas. Muito bom. Fique à vontade. Raquel, gostaria de falar? Boa tarde, não é noite ainda. Saudar o vereador Permínio, o Paulo Búfalo, o colega do conselho, como chama? Flávio. Agradecer a Cláudia, da assessoria do Permínio de ter me convidado aqui para acompanhar uma agenda. Tenho buscado pautar outros assuntos com o vereador Permínio. E eu sou membro do Conselho Municipal de Juventude. Estou na segunda gestão, então estou fechando o quadriênio, porque são dois anos de conselho. E acho interessante esse debate. Ele traz uma noção de solidariedade, de cidadania atuante e de reflexão muito boa. Não vou falar do meu lado pessoal, porque eu sou vegetariano, estou vegetariano há 12 anos, mas vou falar do lado que atinge a juventude, crianças e adolescentes, que é a possibilidade de estar em um espaço e escutar histórias, referências, o trabalho de vocês, tanto na comissão quanto no conselho, quanto nas profissões. De imediato, me permita, a Ressalva, eu me perguntei o que tem a ver o Viracopos com a causa animal. Então, é uma provocação. Excelente. Então, sabe, eu mantenho a provocação que eu faço sempre quando estou em reunião, que esse espaço aqui da Câmara pode colaborar para a sociedade, para a cidade, para os outros espaços, para as periferias, para a noção que as crianças e adolescentes têm de sempre proteger os animais. sempre, as crianças são quem assume o lado da defesa dos animais então, saudades a iniciativa de vocês, parabéns pelo debate parabéns, permínios que você está sempre nas atuações que eu não dou like ou eu não comento ou eu dou like e só passo mas eu fico observando quem atua então, dizer para vocês que vai ter a Semana da Juventude em agosto agora, o edital da Semana da Juventude está abrindo E provocar o colega do conselho E também o vereador Permínio A inscrever uma atividade na Semana da Juventude O que tem a ver a juventude e os direitos dos animais Eu topo ajudar Eu topo estar junto E vocês tem uns espaços Guardinha, patrulheiros Progen, que são jovens Pensantes Tem uma garotada muito organizada Nessa cidade E parabéns pelo trabalho de vocês Só provocando aqui puxando mais uma ideia de trabalho Muito obrigado meu amigo Rafael pela sua atuação no conselho é muito importante a gente cuidar da juventude queria agradecer a presença da Raquel Valle da Lilian Veras do vereador Jorge Schneider que teve o compromisso assumido teve que se retirar Gabriela Facou representando Facone representando o vereador Paulo Buflo, Flávio Lamas, presidente da Associação Amigos dos Animais de Campinas e também do Conselho Municipal. Agradecer ao vereador Paulo Buflo e ao Adriano Novo. Como já deu horário, a gente vai declarar encerrada a quinta reunião ordinária da Comissão de Proteção e Defesa dos Direitos dos Animais aqui na Câmara Municipal de Campinas. Agradeço a presença de todos. Boa tarde a todos, que nós temos uma sessão na próxima, agora, às 18 horas. Obrigado.
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