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7ª reunião ordinária da comissão permanente de ciência, tecnologia e inovação
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7ª reunião ordinária da comissão permanente de ciência, tecnologia e inovação

12 views Publicado 25/09/2025 HD · 53:56

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7ª Reunião Ordinária da Comissão Permanente de Ciência, Tecnologia e Inovação - 22/09/2025

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[Música] TV Câmara, Campinas. Olá, boa tarde a todos os presentes. Iniciaremos agora a sétima reunião da Comissão de Ciência, Tecnologia e Inovação, né, com o tema muito importante, né, de bastante relevância aqui pro nosso município, né, pra nossa amada e querida cidade de Campinas, é a Ilum, Escola de Ciência. E para tratar desse tema de tanta importância, nós estamos aqui com o Nelson Stud, coordenador acadêmico da Ilum, Escola de Ciência, né, vinculado aí ao Cepen, né, Nelson? Seja bem-vindo, muito obrigado pela sua presença, né, por nos atender nesse chamado e nesse assunto aí de tanta importância aqui paraa cidade. e também o Adalberto, Adalberto Fázio, diretor também do Cepen, e que vai fazer uma apresentação, né, sobre a ILUM para ilustrar e para conseguir passar para nós as informações, né, que eu já havia feito no meu no meu Instagram, nas minhas redes sociais, a respeito da importância do que é oferecido, né, por essa universidade de, né, de ciência e tecnologia, enfim, e com os jovens que hoje estão assumindo cada vez mais esse esse papel de importância, né, vinculado à parte da de ciência e tecnologia. E depois, exatamente para comentar a respeito, né, do curso, de do que é, né, do que eles vivem pela Ilume, nós temos teremos o depoimento também do Glauber, Nascimento de Oliveira, que é estudante de ciência e tecnologia da ILUM, e também a Lorena Ribeiro, que também fará aqui a o seu trará o seu depoimento, que também é uma estudante, né, da de ciência e tecnologia também da Ilume. Então, acho que vai ser uma reunião bastante proveitosa para que a gente consiga extrair o máximo de informações para passar para todos os nossos cidadãos aqui de Campinas, reitero e reforço de assuntos de tamanha importância, tamanha relevância aqui na nossa cidade. Deixa eu só apresentar você também aqui que eu não tô com o seu eh da comunicação. Ah, da comunicação. Ah, tá. É que ela sentou aqui na mesa e eu acabei não te citando aqui, tá joia? Então vamos iniciar com as primeiras considerações aqui do professor Nelson, eh suas eh considerações iniciais, Nelson, né? E mais uma vez bem-vindo aqui à nossa reunião. Quiser falar aqui alguma coisinha. Eh, obrigado pela oportunidade de participar dessa dessa plenarinha, né, sobre senso e tecnologia e sobre a, né? Eu sou responsável pelo pela discussão do modelo pedagógico, mas eu vou deixar com o professor Fazo, que é o diretor da escola, que ele vai explicar direitinho. Muito obrigado, professor Nelson. E agora o professor Fásio, que fará, né, as suas considerações inicial e depois fará a apresentação pra gente conhecer um pouquinho mais sobre a Ilon. Obrigado, presidente. Aqui é uma grande satisfação estar com vocês aqui. Dr. Ianco Melo, presidente de uma comissão importantíssima. Já participei de algumas pelo Brasil afora dessas comissões de ciência e tecnologia e eu fico feliz de Campinas dando esse espaço pra gente aqui. Eh, eu vou fazer uma apresentação, né? Eh, você tá com apresentação. Eu vou falando aqui porque depois vocês me diz o tempo aí que às vezes eu, né, os alunos sabem que de vez em quando eu passo um pouquinho, exagero, mas eu vou tentar aqui ficar dentro dos 15 minutos. Bom, uma coisa importante, né? Eh, faz parte de Campinas, tá em Campinas o Centro Nacional de Pesquisa e Energia e Materiais, que é maior infraestrutura de pesquisa abaixo do Equador. Abaixo do Equador não tem outra igual a essa daqui, né? E se pode passar o próximo slide, né? Aqui, para vocês terem ideia, o campus lá do CNPEN, né? Ele tem os laboratórios, que é o mais conhecido é o laboratório de luzíncito, mas tem um laboratório de biologia, tem um laboratório de bio renováveis, tem o laboratório de nanotecnologia e tem a Ilum, que é esse bacharelado em ciência e tecnologia, né, que é um bacharelado multidisciplinar, que eu vou falar um pouquinho mais detalhadamente. O Cepen é é uma organização social, né, que é uma organização social que tem eh o nosso contrato é com o Ministério de Ciência e Tecnologia, né, e temos o MEC como intervinente, que é aquele que dá apoio, particularmente a ILUM, eh, escola de ciência. Então esse é um é uma configuração, né? Para aqueles que não sabem, organização social é como se fosse um um setor privado, só que a gente tem um contrato eh com o governo e o nosso orçamento, né? E ela vem do Ministério de Ciência e Tecnologia e da ILU, em particular, eh, do Ministério da Educação. Obviamente que a gente tem apoio das das outras instituições, né? Por exemplo, a FAPESP dá um apoio muito grande à Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado de São Paulo. E a gente pode definir assim quatro grandes eixos no CNPIM. Um que é a pesquisa interna que é feito pelos nossos pesquisadores, né? Tem outro que é atendimento aos usuários externos do Brasil. Então, para vocês terem uma ideia, é da o o ano de 2024, nós recebemos mais de 2.000 pesquisadores no CNPEN, ou seja, eles vão ao CNPEN fazer o seu experimento. Os equipamentos estão à disposição de todos os brasileiros, eh, todos sul-americanos e de do mundo todo, né? tem de usuários do mundo todo. Tem um outro eixo que é a parte de inovação tecnológica, que é uma conexão que a gente tem com as empresas, né, de na área de inovação. E por último a parte de educação, que tem várias atividades, mas hoje eu quero focar aqui na hilo. O eh se quiser, eu sento aí e passo aí se ela vai te dar um controle. Ah, legal. que esse é o meu eh tem várias atividades aqui. Eu peguei algum alguns destaques, né, que por exemplo a gente tem um ciência aberta, né, que no ano passado nós tivemos quase 40.000 visitantes, então para praticamente lá é o Cepen, que é um é uma atividade bem grande realmente que nós temos aí. Perdão. Só direcionar lá que ele para lá. Vamos ver aqui. Opa. Tá, tá sim. Um pouquinho de vigor, tá? Vamos ver lá. Força. Eh, então, eh, eh, eh, essas são as atividades. Então, vou entrar mais especificamente eh na ILON, né? Então, o governo federal ele tem da ordem de 30 institutos de pesquisa. maioria dos institutos de pesquisa, aqueles que têm alguma parte na área de educação são cursos de pós-graduação. O Cepend nós decidimos ter um curso de bacharelado e não pós-graduação, porque nós a nossa preocupação e ela foi iniciou com um grande campineiro, conhecido de todos vocês, que é o professor Rogério Cerqueira Leite, que faleceu o ano passado, né? o professor Rogério, ele tava interessado mais ou menos muito mais na formação desses meninos, né? Então, a ideia parte do professor Rogério, então a gente tem um bacharelado em ciência, futuramente a gente pode ter um um doutorado, talvez futuramente tenhamos até um curso de ensino médio, mas enfim, hoje nós temos um bacharelado que é muito difícil, que é um bacharelado que eu vou falar para vocês. Então, é um bacharelado interdisciplinar ou multidisciplinar, como vocês queiram, mas ele é não é interdisciplinar só na palavra, ele é interdisciplinar mesmo. Hoje, os grandes problemas que nós temos, né, eh para enfrentar, os jovens, particularmente de hoje, são diferentes dos do de quando eu tinha os 18, 19 anos, os problemas que a sociedade enfrenta são diversos, né? Eu posso dar, por exemplo, energia, meio ambiente, né? toda essa parte que ela envolve um conhecimento de todas as áreas da ciência e um pouco de da parte de humanidades. Então, é um curso bastante interdisciplinar. Eh, e o que que nós queremos desses jovens, né? Eh, ã, a gente quer o ingresso precoce no universo da prática científica. O que que hoje em dia você entra num curso, né, um bacharelado em ciência em qualquer universidade brasileira, mundial, particularmente, não faz nenhuma diferença. Eh, esses jovens demoram muito para ter uma formação, ter uma independência, pensar com a própria cabeça, atacar problemas interdisciplinares. Então, hoje, por exemplo, eh, a FAPESP fez um trabalho aí da ordem de 40 anos de idade, quando o jovem é 40 anos, né, já não é tão jovem, ele termina seus pósdoc, etc. Aqui não, aqui ele já entra nessa formação. É uma formação que depois eu vou especificar, obviamente é um tempo integral, é uma dedicação grande que eles têm durante esses 3 anos. Depois eles vão seguir a carreira que eles decidiram, fazer um mestrado, um doutorado e trabalhar no num laboratório ou numa empresa, etc. Isso é uma decisão deles. Mas nós olhamos esse ingresso precoce no universo da prática científica. Ele vive uma experiência no ambiente de pesquisa. Obviamente ele vai ter uma interação grande com os pesquisadores do CENPEN. Eles se incorporam em muitas das atividades do CNPEN. Mas o que é mais importante que esses jovens eh eles têm quase eh tem não, exatamente 50% do tempo deles em práticas, em aulas práticas. E normalmente as aulas práticas são baseadas em projetos. Então esses são os meninos que já come e meninas que já começam a trabalhar em projetos eh desde cedo, né? Obviamente a parte toda teórica e depois uma parte experimental grande. Então eles ficam lá, né? Eh, é, e trabalho com tem as atividades eh na Ilum tem o seu próprio laboratório, que eles são laboratórios modernos, né? Eu vou falar um pouco mais paraa frente. Além disso, eles também trabalham com projetos que estão ligados à pesquisa do CNPEN. Então, eles estão realmente lá desde cedo com pesquisadores sendo formado lá, né? Eu eu acho que eu não coloquei um slide aqui, mas que eu gostaria de chamar atenção, que são os professores, né? Os professores são dedicação exclusiva e eles ficam na escola o tempo todo, né? das 8 às 17 eles estão lá para atender os alunos, eh, para, obviamente tem a parte que eles ensinam, dão as aulas, mas eles estão sempre lá à disposição e os professores são avaliados pelo desempenho deles como docente. Eles fazem pesquisa, mas a pesquisa deles a gente, eles fazem lá pesquisa no CNPEN e tem os seus, mas o tempo deles que eles são avaliados e é o tempo que eles estão lá com esses jovens eh eh estudantes. Bom, como é que nós selecionamos esse estudante, né? Isso é importante, né? É uma pergunta que sempre nos faz. Então, tem uma a inscrição que já está aberta, né? Se entrar na página do CNPEN lá, as inscrições estão abertas. Ele única coisa, põe os dados pessoais que são necessários, né? Eh, e depois ele responde por que que ele quer fazer ciência, por que ele quer estudar na hilo e é um textozinho que ele escreve da cabeça dele lá. Bom, depois nós usamos a nota do Enem, né? a gente usa a nota do Enem, que obviamente a gente é ligado ao Ministério de Ciência e Tecnologia e ao MEC, particularmente a gente usa as nota do Enem. A gente tem lá no na ficha de inscrição o CPF dele. Assim que sair o resultado do Enem, a gente busca e escolhe os 250 melhores colocaram. São só 40 vagas. Eu tô falando 250 porque o número de inscritos é bem grande, tá? É, a busca, a procura é grande. Depois eu faço alguns comentários das outras áreas de ciência. Então, a gente escolhe 250. Desses 250 nós entrevist nós fazemos a entrevista com esses 250 e desses 250 nós escolhemos 40. Tem todo um critério de notas, né, que isso não interessa muito aqui, né? É a pontuação do Enem e a pontuação da entrevista. são as pontuações que são relevantes aqui pra gente. Aí convocamos 40 e esses 40 são só 40 vagas. Eh, eh, e gostaríamos que fosse mais, mas é muito difícil, né? Eh, eh, do nosso sistema de ensino é meio complexo eh aumentar muito seus números de vagas. Esse livrinho que tá aqui, alguém que quiser pode levar. A gente fez esse livro para explicarlo porque muitas universidades e muitos municípios, outros municípios pelo Brasil, aa gostariam de ter uma ilo. Então, como montar uma escola parecido com a ILO em outros lugares? Esse livrinho talvez fique mais claro. Bom, o que que a gente na entrevista aí a gente olha lá o que que a gente quer? um aluno que tem uma um obviamente uma habilidade socioemocionais, que eu quero dizer aqui, aluno que saiba trabalhar em grupo. Hoje ciência não se faz sozinho, então ele tem que aprender a ter a ter a trabalhar em grupos, né? Então projetos que são desenvolvidos por dois, né? Eh eh e ou trabalhos finais também. Tudo isso daí é feito em grupo e na sala de aula, muitas vezes com grupo de quatro, c de 6, se eles estão sempre interagindo. Obviamente tem também as avaliações individuais, tá? Eh, eh, obra com demonstrar habilidade de leitura, compreensão de texto, comunicação, tudo é isso a gente olha mais, tenta olhar mais nessas entrevistas, né? E conhecimento de habilidades em matemática básica, álgebra, geometria, etc. que esses esses alunos aí que chegam lá, eles têm essa habilidade. Eh, processo, para vocês terem uma ideia, eh, o processo seletivo de 24 eu tive 1900 candidatos e são 98 por vagas. Isso aí é bem pesado, né? Realmente é um, às vezes a gente olha com alegria a procura, mas por outro lado é uma tristeza, né, que devíamos ter mais, né, diluir esse curso, né, esse em outros lugares para ter outras pelo pelo Brasil. Eh, essa seleição ela nós já formamos uma turma só, né? Então eles são 3 anos, eh, e são 3 anos de curso. E depois que ele termina esses 3 anos, ele tem um diploma de nível superior, né, que é um bacharelado em ciência e tecnologia. Aí ele vai decidir o que ele vai fazer na vida, mas depois eu posso comentar aqueles que terminaram o ano passado, por exemplo. E vem vem vem alunos do Brasil todo, Nordeste, Norte, Sul, et Centro-Oeste, obviamente a região Sudeste é a maior, né? Eh, então um aluno lá, vamos supor, lá do Piauí, um aluno do Maranhão, ele foi aprovado, a gente paga toda a passagem aérea para ele chegar até Campinas e etc, etc. Esses alunos têm várias regalias também, né? É, além de estudar que a gente exige, né? Eh, e esse aqui é um problema no muito sério no país, né? A evasão no Brasil, é isso aqui é dado recente do do INEP. Então, biologia, por exemplo, a evasão de 58%, física 67%, matemática chega 80, química, sei, tecnologia da informação. E aí não tá o mais triste que eu vejo é engenharia, por exemplo, que é uma área que o Brasil necessita fortemente, né, de engenheiro, não tem país que desenvolva sem engenharia, né, e engenharia hoje tá 55% de vazão, que é altíssimo, né? E a USP e a a Iram, ela chega uma evasão, não dá nem para fazer conta, né? Porque dos 40 que entra 38 se formam, né? Então uma evasão bem pequena, né? Eh, e isso é uma coisa importante. Nessa turma agora a evasão é menor ainda, né? Nessas três que estão lá, eh, que seria equivalente a 120, nós temos 118 alunos, né? Então, eh, bom, eles têm uma série de benefícios, né? Então aqui eles têm eh é importante dizer que desses 40 vagas, no mínimo 50%, ou seja, 20 vagas são para alunos de escolas públicas, certo? E as demais são disputadas entre todas as as privadas, incluindo as públicas. Então, sempre 50% das vagas são alunos de escola pública. Bom, eles têm moradia gratuita, né, comet equipada, curso de inglês, se ele quiser fazer à noite tem curso de inglês, né? a gente tem uma uma empresa transporte gratuito. Esse transporte gratuito é é o é da moradia deles ou da Ilum para o Cepen, porque a gente não fica dentro do campus do Cepen. A gente tem uma parte no campus, mas a maior parte é fora do campus do Cepen por enquanto. Eh, eles têm vale refeição, vale alimentação. No primeiro dia eles recebem um laptop, sim, de última geração, né? Isso eu já falei, né? Toda viagem para Campinas a gente paga a vinda paraa Campinas e tem também, obviamente esse acolhimento psicológico que é muito importante. Entra muito aluno de 17 anos que nunca saiu, nunca deixou a família, né? Então às vezes sente uma tristeza, mas isso faz parte e a gente tem todo esse apoio aí. O modelo pedagógico de ensino, né? aqui, tá? Nosso coordenador pedagógico, professor Nelson, mas é um é um modelo eh eh diferenciado, hoje já é muito utilizado em várias universidades americanas e e europeias, né? Eh, e eu chamo atenção que nesse nesse modelo aí eh o o aluno junto com o professor são protagonistas na sala de aula. Ou seja, a interação é uma interação. A gente não fica nessa disposição que nós estamos aqui de cadeiras, né? Lá são mesas e cadeiras. Então o aluno ele senta numa mesa com os outros colegas e o professor ele deixa de ser assim, né? Então avaliação para aprendizagem, modelagem ativa, aprendizagem colaborativa, tecnologias, eh enfim, esse é um modelo que o professor Nelson que coordena aqui. Dá um exemplo de uma sala de aula, né? aqui na gente nós eh não é muito grande, mas todos vocês estão convidados a uma visita lá, é muito bem eh projetada. era onde eh o local é onde foi onde começou os Sírios, era uma oficina lá e foi reformada, né, eh pela arquiteta da da Unicamp, a Celasque, né, esqueci o primeiro nome da da Gabriela, né, bem conhecida aqui, eh, da Unicamp, que ela ela que projetou, desenhou essa escola. Então aqui são os desenhos, mas outra sala de aula. Eh, e aqui eu não não vai dar para ler, mas só eu já falei um pouco, eh, a o ensino lá 50% na parte de laboratórios. Se você eh que nenhuma universidade brasileira coloca o aluno tanto dentro de laboratório. E ciência, ciência é a experiência, é a experiência e o juiz é o juiz da verdade, né? como já dizia eh o Brichard Fimer, eh então 50% ele começa fazendo várias atividades todos os semestres. Essas são atividades feitas nos próprios laboratórios da ILO. E essas atividades dele, eles têm que percorrer todas as áreas da ciência. Então eles começam eh primeiro a aprendizagem geral de como se trata um laboratório, daí eles passam para um sistema ciências da vida que tá muito mais ligado a biologia. Aos alunos aí outro semestre eles passam a ciência da matéria, que é mais a parte de de materiais mesmo. Daí eles passam por uma parte de ciência de dados. Eh, e finalmente eles vêm uma parte de computação quântica, informação quântica, ou materiais quânticos. A parte teórica que eles têm e tanto à tarde como de manhã tem muita ênfase em inteligência artificial. Isso a gente foi montado um curso de maneiro que eles saem com conhecimento, inteligência artificial, aprendizado de máquina, troput, ciência de dados de um modo geral. Então e essa é uma coisa que eles aprendem bem e rápido, né? Então eles e eles incluem esse esse aprendizado deles nos próprios projetos deles. É importante da eh dar esse destaque. Eh, então esse daqui é feito na Ilum, que tem lá os laboratórios. Aí também tem uma outra parte que é feita no CPEN, também ele percorre. Então aí são os pesquisadores que mandam um projeto para Hilo que eles querem. Aí nós selecionamos quais são os projetos, incorre aquele que é mais aderente ao a ao período que ele tá. E se seu aluno lá num semestre ele trabalhou lá em Ciências da Matéria, no outro ele tem que pegar projeto em Ciências da Vida e assim vamos eh variando, né? E ele tá sempre desenvolvendo. Nem no último semestre quando ele vai desenvolver, aí ele tem dois cursos que ele escolhe o curso que ele quer, que são cursos mais avançados. além de desenvolver o projeto dele, né? Eu não vou entrar em detalh dos projetos, mas eu e tem várias atividades. Ilum portas abertas, oficinas da ciência. Esse aqui é oficina do conhecimento. Que pulou aqui, mas esse a Ilon tá, ela tá aos sábados ela tá aberta, né? Então, as escolas de Campinas que a gente pega lá tem um número de 40 inscritos que eles fazem lá várias atividades e onde são auxiliado pelos alunos da própria ILO, eh, com as escolas de ensino médio aqui de Campinas. Eh, bom, nas férias praticamente eles ficam lá no CPEN, eles e lá tem cursos, eles frequentam laboratórios. Eh, muitos deles vão ver a família, fica uma semana, mas já voltam lá pro Cenepen, eh, e enfim. E essa aqui é um é um espaço nosso lá dentro do campus. Esse é campus, centro de vivência, é mais frequentado pelos alunos do último semestre, porque o aluno do último semestre, ele fica full time nos laboratórios do CNPEN. Então, aí que eles ficam, aí tem a sala deles, tem sala para eles, tem salas de aula, né? tem duas salas de aula e tem um auditório eh também que a gente usa na quarta-feira, esse auditório que a gente dá o diálogo Zilo e a gente sempre traz um um pesquisador, uma personalidade importante da ciência brasileira para conversar com eles, né? Obviamente isso é aberto para todo o CPI, mas particularmente é frequentado pelos alunos da ILO. Eh, eventos da IL, a gente sempre tem, que eu já falei, e atualmente, só para chamar atenção, esse slide também antigo, mas atualmente nós estamos preparando um curso para professores do ensino médio, um curso para eh 1000 professores do ensino médio para ensinar machine learning, é inteligência artificial junto com o tema. E o tema que a gente escolheu para o ano que vem seria emergências climáticas. Então ele vai, esse professor ele vai ter um conhecimento bastante interdisciplinar de física, biologia, eh, e obviamente ciência de dados, tudo é aplicado em mudanças climáticas. Eu acho que eu termino por aqui. Eu não sei se já deu meu tempo, 15 minutos, eu acho que tá bem, mas eu tô aí à disposição de de vocês aí. A gente sempre tem alguns eventos. Esse evento foi um evento muito bom que teve aí de de inteligência artificial, né? Vieram várias pessoas, tivemos um outro aí de eh com a Alemanha, no Maxplan da Alemanha, né? Vieram 15 pesquisadores de da Alemanha, né? Tudo por conta deles mesmo, e que ficaram trabalhando com os alunos aí na área de inteligência artificial, dando palestra. Essa aqui é a turma de de Formandoos 22, né? Eh, eh, não tem ninguém desempregado. Eh, ou eles estão fazendo mestrado ou estão fazendo doutorado. Al, dois ou três, eu acho que se incorporaram em laboratórios do CNPEN. Eh, e enfim, então aí a vida tocando a vida deles. Eu agradeço e tua disposição e obrigado, [Aplausos] professor. Passou esses esses 15 minutos passaram como se fosse um minuto assim. Papo muito agradável, né? De uma clareza, uma didática, né? Professores são sempre professores, né? sempre falo isso, como eu valorizo e acho importante, né, essa carreira maravilhosa de ensinar, né, de compartilhar o conhecimento e formar novas pessoas. Realmente, se a política me projetar ainda mais, podem anotar aí que eu certamente serei um ferrenho defensor daqueles que ensinam. Eh, enfim, gostaria de mais uma vez de parabenizá-lo e, né, aqui registrar a presença e agradecer do Rui Rui Abuquerqu, Rui, que é assessor de relações institucionais do Cepen da ILUM, né, e também vem representar o o senhor José Roque, que é o diretor geral, né, lá do Cepen, né, e da Ilum, indiretamente, né, que também é é a universidade ali. E bom, dentro, né, da nossa do nosso escopo de apresentação, a gente achou importante realmente ter eh, né, a prova viva de tudo isso que foi apresentado, né, professor eh Fásio, realmente nada melhor do que aqueles que estudam, né, que estão cursando a Ilum, que volto, né, eu não sabia, a gente não conhecia, né, o potencial Al e tudo que que o ensino, né, dessa área pode trazer pros nossos alunos. Ciência e tecnologia é inovação. E agora a gente vai ouvir o comentário, né, e a posicionamento desses dois alunos. Eh, a Lorena, que vai começar aqui, a gente vai ser cavalheiro, né? Falar pra Lorena falar primeiramente, depois o Glauber para para passar pra gente as informações e como que é sentir e, né, e representar ser um aluno da Ilon. Eh, seja bem-vinda, Lorena. Pois não, se quiser falar pra gente o que que você, se você quiser ficar posicionada ali próximo, é isso, pode ir lá, podem ir lá os dois e aí vocês já nos ilustram. Como, como que é estudar na ILU? Eh, boa tarde, meu nome é Lorena. Eh, tanto eu quanto o Glober, a gente tá no segundo ano do curso, é um curso de 3 anos, a gente tá no quarto semestre e eu venho do interior de São Paulo. Eu conheci a Ilon por conta da minha escola e eu sempre gostei muito da área de pesquisa e eu gostava muito de várias áreas diferentes. Então, ver um curso que era tão interdisciplinar e que tinha contato com o centro de pesquisa tão renomado, foi uma coisa que me encantou bastante e eu não me arrependo nem um pouco da minha decisão porque como o Fáio comentou, a gente realmente tem contato com a pesquisa e com os projetos do CNPEN desde o primeiro semestre. Então, a gente tem palestras com pesquisadores. Eu fiz estágio eh desde as primeiras férias, então eu já tive estágio tanto no laboratório de nanotecnologia quanto de biociências. e de biorrenováveis também. Então, a gente tem esse contato direto, tanto durante as aulas como nas férias de ter oportunidades que são tão legais. Eh, atualmente eu faço mais parte da pesquisa em biologia, mas a gente tem muita parte de dados, então minha parte de pesquisa é em biologia computacional, mas a gente desenvolve muitos projetos interessantes em que a gente vê como aplicar centro interdisciplinaridade em todas as matérias. Então, a gente faz um trabalho na parte de, por exemplo, aprendizado de máquina, eh, aplicado numa área de saúde ou aplicado numa área ambiental. Então, a gente tem realmente isso em todas as disciplinas desde o começo. Que maravilha. Eh, cidade, é, eu sou de Tracena, perto do Mato Grosso do Sul, bem no interior mesmo de São Paulo. É, boa tarde, muito obrigado pela oportunidade de falar. Eu sou o Glauber, eh, eu sou do Rio de Janeiro, eu sou carioca. Eu cursava uma graduação antes de arquitetura e urbanismo e eu acabei conhecendo a Ilon através de Jornal Nacional, foi uma propaganda que teve. E aí eu olhei para aquilo e falei: "Cara, tava precisando mudar um pouco". E eu falei: "Cara, ciência é um bagulho que me interessa muito". Então, eu acabei me inscrevendo e quando eu passei foi uma experiência assim inovadora através da oportunidade que a gente tem de bolsa, né? de poder eles arcarem com a nossa vinda para cá, conseguir vir, se manter aqui. Então, foi todo um auxílio que a gente teve para poder chegar até aqui. E quando eu cheguei aqui, eu já conheci a minha orientadora, que me orienta no meu projeto de iniciação científica, que é na parte de uma tecnologia aplicada à saúde. E desde o começo a gente tem contato, né, eu e a Lorena, a gente tá trabalhando em grupo agora para extrair dados usando inteligência artificial de artigos científicos para poder fazer dataset, para poder treinar modelos também de IA. Então, a gente tem esse contato com a pesquisa desde o começo. Já fiz estágio também no CNPEN umas duas, três vezes. Eh, esse contato, essa iniciação a pesquisa, que é esse projeto de estágio que a gente faz, a gente tem contato com pesquisadores de um nome assim excelente, pesquisadores internacionais. Então, isso abre muitas portas pra gente, principalmente com quem quer trabalhar com ciência e pesquisa. Então, a gente acaba conhecendo pessoas que conseguem abrir portas pra gente e ter esse contato logo de cara é surreal assim. Então é uma experiência enriquecedora e é uma graduação bem inovadora. Então é uma experiência muito boa para quem tem interesse na em seguir nessa área de ciência, enfim, é muito bom. Cidade, né? Hã? Cidade você é? Eu sou do Rio de Janeiro, da capital mesmo. Parabéns, Lorena e parabéns, Glauber, pelo depoimento de vocês, né? realmente aqueles que estão nos assistindo, os jovens, o pessoal que busca, né, eh, enfim, formação voltada paraa ciência e tecnologia, é bem importante nós realmente divulgarmos, né, Ilon, porque eh às vezes passa, né, muita gente não conhece, conforme o professor Fáio disse, é uma pena só ter essa quantidade, né, de vagas. 40 vagas é realmente um universo pequeno pro nosso Brasil e com essa questão de ciência e tecnologia se desenvolvendo tanto, nós precisamos buscar espaço, né, e e e enfim, condições para que alunos, né, dessas áreas sejam, né, incorporados, porque o Brasil precisa repor algumas vagas que estão se perdendo exatamente pela tecnologia. Então, se a gente não fizer algo em breve, muito rápido, nós vamos ter um grande vazio aí de profissionais e muita gente desempregada. Isso pode impactar de uma forma muito negativa a nossa sociedade. Deixa eu fazer uma pergunta pro professor Nelson. Professor Nelson, você como coordenador acadêmico, eh, nós percebemos que a Ilum ela é muito dinâmica, né? Porque, exemplo, inteligência artificial tá super em moda, mas é algo bem recente. A gente há 5 anos atrás, eu eu não me lembro de falar tanto em como hoje. Então, como que essa questão curricular e essa inovação e trazer esses, né, esses pontos de tá sempre, né, assim, na vanguarda da ciência, como é que isso é feito? é, tem um corpo eh eh, né, curricular que tá sempre avaliando. Eu gostaria que que você passasse pra gente essas informações pra gente ficar um pouco mais assim a par. Eh, muito obrigado pela participação. Primeiro, eu peço desculpa pela intensidade da voz, porque essa secura de Campinas, ainda bem que tá chovendo hoje, né? Porque a garganta sofre muito, renite, essas coisas todas, né? Bem, uma coisa que o professor Fáio falou rapidamente é a questão do corpo docente, entendeu? O corpo docente nosso é formado essencialmente por jovens, né? Nós temos todos os o corpo docente escolhido a dedo, a gente pode falar, e que são eh profissionais realmente saindo do pós-doutorado que se dedicam integralmente a ilo, né? Essa esse ponto que o Fázo levantou, né, de participação é muito intensa, de forma que todos os professores eles sentem um pertencimento muito grande ao projeto que eles criaram. Esse projeto foi criado por todos os docentes, tá certo? Desde ali da começo de 2020, etc., né? a gente ainda com as máscaras a gente construiu um modelo, né, que é inovador e no sentido tanto pedagógico, né, tratando a interdisciplinaridade, as metodologias ativas, o aluno como protagonista e o professor como mediador. E o currículo, né, ele tá sempre mudando, tendo em vista essa, a gente tem uma um núcleo básico, né, mas tá se adaptando, né, a gente já tá falando de a na nossa área de física já se meteu com a biologia, nós estamos na biologia quântica, nós estamos no na estudando a computação quântica, nós estamos criando a iluma, né, iluma, inteligência artificial, iluma, ou seja, Nós vamos ter a nossa IAR, isso tudo produzido por professores e alunos, né? Ultimamente, inclusive tem o projeto que o Fá está até comentando, um projeto de automação, né, no laboratório, né, de pipetagem, etc., tornando o fato de reações, de estudos muito mais rápido, mais então é realmente isso deve em grande parte, claro, a liderança do Fázio, né? O Fáio é uma pessoa eh excepcional, né? É meu amigo do peito, mas é isso mesmo. E ele dirige toda aí, assim com muita propriedade e os professores compraram essa ideia, eles vivem essa ideia. É, então eu acho que é isso, né? Professores muito jovens, né, que como o médico mesmo enfatiza, né, eh hoje em dia o doutor é formado pósdoca aos 39, 40 anos, né? E esse esses jovens aí aos 24 anos, 25 já serão autônomos, né, na sua pesquisa, na sua atuação. Isso é uma coisa que a gente foca muito. Eh, a gente quer formar um aluno autônomo, né, um profissional autônomo que crie a sua. E daí a gente tem que desenvolver a autonomia do aluno desde o começo, através de de avaliações formativas, né, que que o aluno reflita sobre a própria aprendizagem dele. E a partir daí é Learning Forever. Learning Forever. É isso mesmo. Muito bom, professor Nelson. E agora eu vou fazer umas perguntas aqui também pro meu nobre diretor, né? O pessoal chama ele de Fázio, né? Fázio. Então acho que Fáio é é o nome que é utilizado lá no trabalho. Fásio dentro, né, da Ilume também, enfim, e parabéns mais uma vez por, né, coordenar de maneira tão maravilhosa. A gente percebe pela fala dos dos alunos, pelos colegas aqui de trabalho, pelos pelos parceiros do dia a dia. dentro desse contexto, né, eu tava avaliando ali a sua apresentação e o ambiente realmente é um ambiente que simula aí o ambiente das bigtecs, né, pro pessoal realmente ficar confortável num num lugar que seja prazeroso, que todos estejam ali ambientados, professores, alunos, como se fosse realmente uma grande família. E acho que o rendimento nesse contexto é muito maior. Você comentar qual é, né, essa essa disposição de realmente ter um ambiente mais aprasível, mais, né, que traga eh o prazer pro aluno e pros professores, por não dizer. E também depois, né, eu vi que tem um auditório bacana pra gente eventualmente tentar pensar em algum tipo de evento que faça uma interface entre a Câmara, né, municipal aqui de Campinas, os vereadores, com a Ilon. a gente pensar junto com o pessoal do meu gabinete aqui da Câmara pra gente fazer algum evento, porque vocês têm um um auditório, a gente tem aqui também, mas eu acho que levar no ambiente ali seria algo mais produtivo, trazer mais alunos, pessoas que estão aí interessadas e vendo eventualmente essa questão. Acho que vamos pensar, vamos pensar, amadurecer essa ideia, né? Eu gostaria que você pudesse comentar também dessa possibilidade. E aí, finalizando, né, as as perguntas a você, Fábio, dentro da do do espectro de de passar, né, de ser aprovado, a gente, né, foi dito do Enem e a entrevista, a entrevista também é feita por um grupo e eu vi lá que precisa, né, observar a característica dos dos alunos, mas são aplicados alguns testes para avaliar realmente esse essa esse desempenho sócio eh eh ou seja, cultural e e de desenvolvimento. e de espírito de grupo e tudo isso. Como é que é feita essa questão? Eh, eu vou começar pela última, né? Eh, então, essas entrevistas elas elas eles começam logo os professores, tá? Juntamente com Eu não posso ir muito além porque senão quem tá assistindo vai prestar, vai que eu já vai já vai com viés, já tem um spoiler, né? já tem um spoiler, mas junto com com a área de psicólogos, tá certo? Porque a gente quer, é, como eu falei, aqueles aquele perfil eh de um aluno que realmente esteja interessado em ciência, um aluno que goste de trabalhar em grupo, né? eh um aluno eh eh que nós chamamos de zig, é um aluno fácil de de nesses mudar de ambiente e a gente e e a gente trabalha muito bem isso porque a gente tem alunos eh de lá do do Amazonas, ao Rio Grande do Sul do Iapocui, certo? Eles fizeram um evento, só um parênteses aqui, não sei se foi essa turma ou qual turma, que eles fizeram um evento lá dos pratos tradicionais da sua região. Não foram vocês que fizeram isso? Eh, e era, eu, era um, é uma coisa maravilhosa. Eram os cada um eles fizeram um evento, ah, vamos fazer o qual prato da nossa região, cara. Era um negócio, para mim foi um aprendizado, aprendi bastante, mas na entrevista, voltando, a gente usa a nota do Enem, que eu acho que é um é um hoje o Enem, as questões do Enem são questões bastante mais multidisciplinar, né, de bom, que a gente sabe que é de bom nível. E a entrevista então é trabalhada e ela é é bem trabalhosa também, porque nós usamos, nós temos somente 10 professores, né? Sim. E e aí com a psicóloga e vão trabalhando as questões e elas são feitas entrevistas em grupo de dois, né? Então elas levam lá cada entrevista da ordem de 40 a 50 minutos, né? E é assim que a gente escolhe. Eh, a outra, eh, voltando na questão aí do evento, seria excelente um dia, eu diria não a Ilum somente, eu diria visitar o Cepen. É fundamental. é o o nosso diretor, o Antônio José Roque da Silva, que é o diretor geral dos laboratórios com vocês. Eles têm ele tem muita interação já. Eu não sei se é com a câmera em Sim. Ho, o Rui pode falar melhor do que eu, mas comissão de tecnologia, né? É, é. E o Zé Roque acho que já teve aqui, né? E com a gente com a comissão antiga, talvez, né? Não, talvez. É porque com essa nova a gente era da antiga ou o Peta era da antigravação. Tá, obrigado. É que é o o é a outra anterior. Sim. Anterior. Isso. E a gente poderia pensar num num evento, né, com os vereadores aqui de Campinas pra gente também mostrar e no que que vocês também podem, né? Sim. Para divulgar a gente. É importante. Ninguém vai passar chapéu, mas a gente sabe como é que é, né? Se tiver o chapéu, a gente pula em cima. pra gente levar os vereadores para uma visita institucional de Câmara. Aí é, seria bem legal, né? conversa com, viu, Rui? Fala com o Zé Roque, com do do meu assessor aqui, o Arle faz essa interface com vocês e chama os vereadores. É o que eu fiz, se a gente conseguir levar a quantidade máxima de vereadores para fazer a visita e aí a gente pode até depois pensar num evento. É, vocês vão ficar, eu acho que não sei se todos conhecem, se conhece, é, não sei se os Então, os os laboratórios teria que ser um dia todo, mas, por exemplo, vamos pegar lá só para visitar os sírios, certo? Eh, eh, eh, esses dias teve lá o o reitor da USP com seus pró-reitores e diretores, uma comissão da ordem de de de 30 pessoas em torno disso, né? Eles final eles falaram: "Nossa, não acredito que estou no Brasil, eu tô falando da USP e a mesma coisa acontece com a Unicamp, tô falando das melhores universidades." Então, vale a pena conhecer, né? E vale a pena divulgar, né? É sempre fundamental isso e particularmente divulgar aqui paraa cidade de Campinas a ILO, né, que às vezes, como você falou, nem todos conhecem a Ilon, né, e isso é fundamental. Eh, a primeira pergunta, acho que eu já esqueci, não? E aí, o aspecto do trabalho ali interno? Então, é o nosso, é, então, o nosso dia a dia é descontraído, né? Eh, os professores estão lá, as aulas aí seria interessante antes de ir pro Cepen lá pro campus passar na hilo o seu assessor aqui, ele ele mora em frente, certo? Só atravessar a rua, ele entra lá, ele vai ver esses meninos trabalhando. São três salas de aula, passa lá e depois no segundo semestre é eh tem uma turma que não tá lá, né? que eles ficam lá no CPEN. Mas no primeiro semestre, por exemplo, se for, vocês vão ver as três salas de aula lá, eles conversando, eles interagindo muito bom que os professores, eh, tá muito em contato com eles. Eh, lá eles têm uma área também que eles ficam lá discutindo, escrevendo, etc. E tem várias coisas lá. A biblioteca é uma é não é coisa enorme, mas é plazível. Os livros são livros todos novos. Eles têm as salas de leitura. Eh, tem uma sala para eles fazerem também, como é que chama? A sala de mí áudio, né? De mídia. Sala de mídia. Sala de mídia, né? eles têm lá para eles. E agora, no final do ano, a gente vai instalar um microscópio eh eh eletrônico assim de que para fazer coisas de fronteira, mas para eles já ir mexendo, porque o Cepen ele tem ele tem um uma gama de microscópios e esses meninos vão estar treinado já para trabalhar nisso. Enfim, eles fazem o cafezinho deles lá também, né? porque isso eles têm que fazer e enfim, que bacana falar não, eu só queria mencionar, né, essa questão de visita a Ilo que agora no dia 4 de outubro, sábado, né, nós teremos a Ilon de portas abertas, que é justamente abrir as portas da ilha para o povo geral. Do lá da, como é que o bairro lá? Santa Cândid só de Santa Cândida, tá? Pois é, mas é só para dentro do não o Cepen, né? O Cepen tem a ciência aberta, não? é bem é bem grande. É realmente. É, nós vamos aqui, já estamos firmando um compromisso, né, aqui junto ao Rui, né, ao Nelson e ao e ao Fázio, eh, pra gente fazer um, né, um aproximação entre Câmara Municipal de Campinas e Cepen Barra Ilon. a gente fazer uma visita às vezes de um período, realmente o dia todo vai ser complicado, até porque a gente sabe da agenda de todos, mas a gente chegar aqui depois do almoço, 1 hora da tarde, ficar até umas 4, 5 horas, enfim, acho que isso é possível. É claro que não serão todos os vereadores, mas eu acredito que vários deles vão ter interesse. Nós vamos fazer esse convite, mas antes disso a gente articula como que a gente pode fazer institucionalmente para que seja algo mais robusto. Bom, acho que chegando. Alguém mais gostaria de fazer alguma pergunta aos palestrantes, aos alunos? Alguém mais queria falar, falar alguma coisa? Pois não. Só um minutinho. Eu vou levar o microfone por causa da da gravação. Da gravação. Sen não boa tarde. Meu nome é Samuel aqui de Sumaré. Eh, a minha pergunta é para quem não, pro aluno que não tem eh notas no Enem, ele pode participar? Infelizmente não. A gente a nota do Enem pra gente é fundamental que tenha, a gente usa até nota de de um a 2 anos, não é isto? Mas tem que ter uma nota do Enem pelo menos. Então, se você fez o Enem o ano passado, essa nota conta, né? Eh, mas a gente porque é o único critério que nós temos, é o critério que a gente também demonstra técnico e PROMEC, é fundamental que tenha isso. A gente não faz parte do chamado CISU, tá? No CISU a gente não faz quando quer escolher a faculdade, não. A gente trabalha totalmente diferente. Só a nota do Enem. O Cizu a gente não faz parte e nem gostaríamos de fazer. É, na verdade o o Enem é uma prova, né, com ele, igual a gente estava conversando, com uma qualidade, né, técnica muito boa. Então, um vestibular que realmente tem, né, uma robustez paraa escolha dos alunos e além disso, tem a entrevista, que também é uma entrevista de bom nível e que realmente seleciona. O porquê disso ficou claro, porque realmente é um curso que tem uma grande quantidade de pessoas interessadas e com poucas vagas. E nesse sentido acaba sendo necessária, né, eh, essa abordagem e essa, né, avaliação mais criteriosa. Por outro lado, algo muito importante, que metade das vagas são cedidas a alunos do ensino público. Então, isso é muito importante que se diga e se reforce, porque metade das vagas, ou seja, 20 das 40 vagas são para alunos, né, públicos, de escolas públicas. Então isso é muito importante. Muitas vezes, né, se diz, né, ou a gente nota que às vezes os alunos dos das escolas privadas podem ter um, né, um um favorecimento do ponto de vista de ensino e eventualmente estarem melhores preparados do que os alunos das escolas públicas, mas por ter essa quantidade de vagas acaba equilibrando um pouquinho essas forças. Então isso é muito importante que seja dito e ao mesmo tempo lá dentro da escola, e por isso que é importante essa entrevista, volto a dizer, realmente vai preparar o aluno para que ele saia de lá, né? É isso. É isso mesmo. E dos alunos que estão formados, ele disse que não tem nenhum desempregado. Acho que isso é uma importante informação pra gente passar pro pessoal, porque ciência e tecnologia é o que a gente pode recomendar. Eu sou médico, né? Sou cardiologista. Acho que a medicina é uma é uma profissão muito maravilhosa também. Eu sempre reforço aqueles que querem fazer, mas se eu pudesse dar uma dica hoje para quem tá aqui nos assistindo pela TV Câmera, pelas redes sociais, a dica do vereador Dr. branco é se vocês gostarem, obviamente tem que ter, né, gostar, querer, né, ter interesse pela área, mas a área de ciência e tecnologia é uma área muito próspera e a gente realmente estimula todos vocês que têm essa satisfação, né, e essa vontade realmente de trabalhar e estudar nessa área, que realmente não se desanimem e que sigam em frente porque é a área do futuro, não só do Brasil, mas de todo o mundo, todo o planeta, né, professor? Bom, eu acho que foi maravilhosa essa nossa reunião, né? a ciência, a Comissão de Ciências, Tecnologia e Inovação se sentiu honrada pela presença de todos vocês aqui. Eh, foi um prazer, passou super rápido e ao mesmo tempo muito, né, a gente conseguiu aprender muito aqui hoje e realmente seguiremos próximos a partir dessa primeira reunião que tivemos, viu, professor, professores, todos vocês aqui. seguiremos muito mais próximos a partir de agora e pra gente conseguir manter esse contato e a gente seguir em frente com os nossos projetos aí pra ciência e tecnologia e para toda a população. Então, finalizando aqui os nossos trabalhos e agradecendo a presença de todos aqui e a todos vocês que nos assistem pela TV Câmara e pelas redes sociais, o nosso muito obrigado e um bom dia a todos. Muito obrigado. [Música] TV Câmara, Campinas.
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