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2ª REUNIÃO FRP REVITALIZACAO CENTRO
Em destaque · HD Vídeo · REUNIÃO DE COMISSÕES

2ª REUNIÃO FRP REVITALIZACAO CENTRO

38 views Publicado 15/03/2023 HD · 2:18:53

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TV Câmara Campinas permitir o avanço da requalificação urbanística e viária da área central. Com a palavra, o presidente da frente parlamentar, o vereador Carlinhos Camelô. Bom dia a todos. Queria aqui agradecer primeiramente o pessoal da TV Câmara, que está nos auxiliando aqui nesse momento e agradecer a todos os presentes, mais de uma vez, aqui uma reunião de requalificação do centro da cidade e agora, em específico, da Campos Salles. Então, eu acho que é muito importante esse debate aqui, apresentar o projeto. Também estão aqui presentes os permissionários que ali vão estar na Campos Salles. Queria agradecer a presença de cada um de vocês. E para a gente começar, eu gostaria aqui de chamar aqui para compor a mesa a arquiteta Maria Rita Amoroso, que está nos ajudando nessa questão da Campos Salles também, o Vinícius Reverente, presidente da INDEC, o presidente da CETEC também, Henrique Lerena, e também consultor de relacionamentos aqui do Poder Público da CPFL, o Juliano, E também chamar aqui para compor a mesa o nosso amigo aqui, companheiro de Câmara Municipal, o vereador professor Alberto, e agradecer a presença aqui do João, do Mauri Lei e Janaína. Obrigado, Janaína, pela sua presença também. Carlize da INDEC, obrigado pela sua presença. Carlize que tem ajudado também nessa questão do projeto. Então, primeiramente agora, eu gostaria aqui também de anunciar alguns nomes que estão aqui presentes. De permissionários, não colocaram todos os nomes aqui, mas há o Michel, o Lister, que tem o carrinho de doce ali na Campos Salles. O Elcio Roberto Lopes também, da Campos Salles. José Humer Freitas Gustavo Maloto Naloto, proprietário da Banca da Campos Salles também, o Daniel o Antônio Pereira e a Creuza Lucena, também o Marcelo e entre outros que estão aqui presentes depois nós vamos abrir para vocês estar aqui questionando, falando sobre essas questões. Eu gostaria agora primeiramente de abrir a palavra aqui, para o meu companheiro aqui de Câmara Municipal, para todos dar as considerações inicial aí, professor Alberto. Bom dia, vereador, presidente dessa frente parlamentar, dessa discussão relevante e na pessoa também aqui do secretário Vinícius e do presidente da CETEC, Eu cumprimento a mesa e todos os presentes. Essa casa tem se destacado em discutir propostas importantes e relevantes para a cidade de Campinas. E aqui eu quero parabenizar a iniciativa do vereador Carlinhos, que é o vice-presidente aqui da Câmara Municipal de Campinas, nesse mandato, também presidente de uma das mais relevantes comissões. Aliás, à tarde, vereador, nós estaremos novamente aqui para analisarmos questões importantes para a cidade. E eu quero dizer para vocês que todo o diálogo, todo o debate, independentemente de ideologia ou de posições políticas, é extremamente importante, porque nós gostamos da nossa cidade, a gente quer o melhor para a nossa cidade. Então eu parabenizo a iniciativa do vereador Carlinhos com todas essas pessoas. veja que esse é um tema que tem um apelo grande porque em uma segunda-feira às 10 horas da manhã temos o número de pessoas que tem aqui de lideranças e pessoas interessadas nesse debate se vê a dimensão, a relevância e a importância de fomentar esse tema aqui nessa casa parabéns vereador Carlinhos e todos os que estão aqui presentes eu espero que nós tenhamos um debate bastante importante e desse debate, desse diálogo nós possamos dar para a cidade linhas relevantes e, sem dúvida alguma, melhorar a nossa municipalidade. Muitíssimo obrigado pela oportunidade. Obrigado, vereador. Dá a palavra aqui para o Juliano, da CPFL, para colocar suas considerações inicial aqui. Bom dia a todos Bom dia Presidente Vinícius Carlinhos que preside aqui a sessão em nome de vocês dois, cumprimento a todos aqui da mesa e quem está presente aqui realmente é uma obra bem importante para o centro de Campinas assim como foi a Francisco Glicério mudou a cara da cidade acho que trouxe mais movimento para o centro e essa é a ideia nossa a SPFL como parceira da INDEC e da Prefeitura e está à disposição para tirar todas as dúvidas dos permissionários e dos demais clientes que estão lá hoje na rede e vão se conectar a essa nova rede subterrânea. Então, contem conosco aqui na sequência desse projeto. A nossa obra já está andando lá, acho que todos têm acompanhado aí. Está indo bem dentro de um dia a dia de uma obra, o que é normal. Então, não temos nenhum problema crítico lá. Vamos continuar acompanhando lá. Tem uns profissionais que ficam o dia todo lá e também estão à disposição de vocês para tirar dúvidas na hora, alguma dúvida técnica ou qualquer outra dúvida que vocês tenham. E é isso, vamos ouvir as dúvidas aqui também, se tiver alguma coisa relacionada a SPFL, a gente vai tirar as dúvidas. Obrigado, Juliano. Abra a palavra ao presidente da INDEC, Vinícius Giverete. Bom dia a todos, bom dia a todos que nos assistem na TV Câmara, bom dia ao vereador Carlinhos Camelô, com o qual eu agradeço a iniciativa, mais uma vez, de proporcionar essa reunião, um debate aqui com a população, para que a gente possa falar um pouquinho do projeto da Campos Salles. Bom dia a todos da mesa, a arquiteta Maria Rita, o presidente da CETEC, Henrique Lorena, ao Juliano da CPFL e também ao vereador professor Alberto. Bom, pessoal, mais uma vez aqui, nós já estivemos aqui, não me recordo, mas acho que foi no final do ano passado, a Câmara, inclusive, estava lá na região central, e nós havíamos, conforme determinação, em alinhamento com o prefeito Dário Saad, adiado a obra para janeiro de 2023, o início das aberturas de vala, para que a gente não atrapalhasse os comerciantes. Então, a obra começou, então eu faço questão aqui de agradecer a parceria de todos, em nome do prefeito, agradecer realmente a parceria com a CETEC, com a CPFL, com as empresas de telefonia. A obra realmente está andando num ritmo muito bom. Claro que as chuvas, em alguns dias, têm atrapalhado a questão das obras, mas ela sim está num bom andamento. Eu tenho uma apresentação que a gente pode fazer depois das falas, o Carlinhos que decide aqui qual o melhor momento. Mas a gente está à disposição de todos vocês aqui para eventuais dúvidas, para adequações de projeto. Um projeto dessa magnitude, ela tem alterações durante o decorrer da obra, é natural. Muitas vezes a gente está abrindo a vala, vereador professor Alberto, e aparece uma caixa lá que ninguém tinha conhecimento, aparece uma caixa da Telefônica de 1950, e ninguém sabia que aquela caixa estava lá. Então, as coisas alteram, os projetos vão ser, com certeza, atualizados, mas a obra está em andamento e num ritmo muito bom. Então, eu agradeço aqui, mais uma vez, a oportunidade, agradecer a Carlise, em nome de todos os funcionários da INDEC, que tem ajudado a construir esse projeto, e estamos aqui à disposição de todos. Muito obrigado, vereador. Obrigado, presidente. Vou passar aqui para dar as considerações inicial aí. A arquiteta Maria Rita. Bom dia a todos e todas. É um prazer muito grande retomar essa casa e estar aqui nesse momento, nessa discussão que eu acho que é uma das discussões muito importantes, porque ela inclui, além dos projetos que nós já discutimos aqui, uma parte muito importante que eu acho e considero e considerei muito no projeto, que é a parte dos permissionários que dão a vida para essa cidade também, para o centro, e que contribuem com muita grandeza para essa cidade. Então, eu fico muito feliz depois de estar apresentando esse projeto para vocês e participando aqui com a convite do prefeito Dário, do Vinícius, estando aqui com o Henrique, da CITEC, E vamos tentar entrar numa discussão positiva, para que esse projeto realmente tenha essa dimensão de políticas públicas muito importante para a nossa cidade. Obrigada. Obrigado, Maria Rita. Abri agora para o presidente da CETEC, Henrique Lerena. Bom dia a todos. Inicialmente, queria cumprimentar o presidente dos trabalhos, o vereador Carlinhos. Cumprimentar também o presidente da INDEC, que está à frente desse grande projeto, que é a reforma da Campos Salles. Cumprimentar a nossa arquiteta, a Maria Rita, que ela foi a autora desse projeto muito interessante, que vai, de fato, mudar a cara do centro de Campinas. Queria também cumprimentar o nosso vereador, o professor Alberto, o representante da CPFL, cumprimentar também os diretores da CETEC, estou com a Janaína aqui, o Mauri Ney, o gerente João, que é o que fica em cima de vocês, os permissionários. Mas, enfim, aqui, cumprimentar mais uma vez o vereador Carlinhos pela iniciativa dessa discussão. A gente já fez várias discussões acerca desse projeto, já apresentamos isso lá no gabinete do prefeito. A INDEC está à frente dessa grande obra, desse grande projeto Vem discutindo junto com a gente como vai ficar a situação dos atuais permissionários E como que vai ser a alteração das bancas Isso é uma discussão que tem permeado bastante o nosso tempo lá na CETEC para ver qual é a melhor solução, a solução sempre menos traumática, porque a gente sabe que toda reforma, toda mudança traz problemas, e para isso a gente sempre tem que achar a melhor solução. A gente passa por um momento difícil, que sempre é a reforma, mas depois tem o benefício dessa reforma, e a gente aposta muito nisso. tanto a Prefeitura, como a INDEC, como a CETEC, apostam muito nessa revitalização do centro. Isso vai beneficiar toda a sociedade de Campinas, mas também vai beneficiar os permissionários que lá estão trabalhando há muitos anos. Essas são as considerações iniciais. Devolvo a palavra para o presidente. Muito obrigado. Obrigado a todos que deram as considerações aqui. Sejam bem-vindos a essa casa, aos permissionários também. nós vamos ter um cronogramazinho assim da gente fazer de tal forma a gente vai abrir daqui a pouco para o Vinícius, presidente da INDEC para que ele faça a apresentação da Campos Salles em seguida nós vamos abrir para a Maria Rita para que ela apresente para você o projeto e como ficará na questão das bancas, aí é um outro projeto mostrando com as bancas as fotos das bancas para vocês e depois nós vamos abrir para os permissionários que tiverem dúvidas e que vieram fazer algum questionamento nessa questão da frente parlamentar. Então, acho que é muito importante, como o presidente da INDEC disse, nós tivemos algumas conversas que estão em defesa também, que a gente faz aqui, essa casa faz, através dos permissionários. Por quê? Porque nós temos dúvidas. Vocês vão sair dali quando? Vocês vão ficar fora da banca até quando? também batemos na questão dos pagamentos quando vocês saírem, que a obra chegar não terão que fazer o pagamento, que é óbvio para vocês, se não estão trabalhando como de que forma que vai pagar essa banca, então tem todos os questionamentos que vocês podem estar perguntando para a gente estar discutindo aqui e ajudando, entendeu tem algumas questões também que agradecer ao presidente, ao João ao Mauri Lei também, a todos que estiveram junto. Estivemos lá na Campos Salles semana passada. Inclusive, tem na banca do Marcelo ali, entre o Marcelo e a do Pardinha ali, que são bancas que, particularmente, eu acho que não precisam entrar no projeto, porque faz parte da questão do fórum ali, mas nós vamos entrar nessa discussão. Então, agradecer a cada um de vocês. Gostaria também de agradecer aqui o Carlos Henrique, assessor do parlamentar do vereador dessa casa aqui, Rodrigo da Farmadique, Marcos Teixeira, ele é fabricante de bancas, Francisco de Assis Costa, proprietário da banca também da Campos Salles, Itamar Grit, proprietário de banca da Campos Salles também, Fernando Lopes, proprietário também de banca da Campos Salles, Maria Cristina, gerente da loja de cosméticos da Campo Salles, Kleber Marcondes, proprietário da loja do da loja do Shopping Solar na Campo Salles. E agradecer aqui também, que também tem uma discussão na questão do centro da cidade também o vereador Arnaldo Salvet se o vereador Arnaldo Salvet também quiser compor a mesa pode ficar à vontade, viu vereador? Pode ir. Então, eu gostaria aqui de abrir para o presidente da CETEC fazer a apresentação na questão da Campos Salles. Nossa, hoje está difícil, segunda-feira, né? Estou confundindo aqui. É o CETEC presidente da INDEC, Vinícius Reveretti, para fazer a apresentação. Bom, pessoal, vou passar rapidamente aqui para vocês. Aqui, como vocês já sabem, hoje a Campos Salles tem duas faixas exclusivas de ônibus. ela vai passar a ter somente uma faixa exclusiva do lado esquerdo para quem desce nós vamos ter as vagas rápidas do lado direito coisa que não existe hoje vocês podem ver aí essa imagem vista de cima as vagas rápidas hoje eu não me recordo quantos carros nós vamos ter previsão de vaga mas depois eu posso passar para vocês Bom, aqui de forma muito objetiva, acessibilidade e ampliação dos passeios Então como nós vamos tirar tudo que tem nos passeios e organizar a questão, por exemplo, dos abrigos de ônibus Os abrigos de ônibus vão somente para o lado esquerdo, para quem desce Nós vamos também fazer os pavimentos rígidos, onde existem os pontos de ônibus para que a gente não possa ter aquele problema com asfalto, já aproveitar a questão da obra. As baias de estacionamento, como eu disse, e toda a requalificação das calçadas. Todas as calçadas vão ser substituídas na sua integralidade com acessibilidade totalmente acessível. A segurança, como já foi dito, uma nova iluminação de toda a Avenida Campos Salles. nova sinalização também, semáforos, todos os semáforos serão substituídos, nova sinalização horizontal e vertical e mais câmeras também, nós vamos ter mais câmeras de monitoramento, hoje, salvo engano, nós temos só uma câmera aí nessa região e vamos ter mais câmeras. É importante lembrar aqui, gente, muita gente não tem conhecimento, que toda rede vai ser subterrânea, então a rede de energia, rede de telefonia, a própria rede da SimCamp, a rede dos semáforos, a rede das bancas, a energia das bancas também, tudo que tiver ali, os abrigos de ônibus, por exemplo, da Avenida Campos Salles, eles vão precisar de energia. Todos esses equipamentos públicos serão com rede subterrânea, assim como aconteceu na Avenida Francisco Glicério. Bom, enterramento de toda a fiação, como eu disse, mobiliário todo padronizado Essa questão de árvores e jardins ainda está em discussão com a arquiteta Maria Rita, que está aqui conosco Um paisagismo que vem sendo discutido aí para a avenida E a infraestrutura, como já foi dito, das bancas e dos abrigos de ônibus Bom, uma novidade na região central, de uma certa maneira a primeira ciclofaixa da região central, aqui na cidade de Campinas. Nós vamos ter, como vocês viram na imagem anterior, ali do lado direito, ali no canto inferior da tela, de baixo, ali você pode ver uma ciclofaixa que também foi possível colocar dentro do projeto, atendendo uma demanda antiga de muitos ciclistas aqui da região. E é o início, é o início de futuras ciclovias, ciclofaixas que serão feitas ali na região central. Importante lembrar que esse trajeto está dentro do plano cicloviário da INDEC. Ali, como já foi dito, a questão das ciclovias, vou passar um pouquinho para frente, aqui em percentual o que que aumenta quando a gente tira, por exemplo as bancas elas vão entrar naquele pedaço que a calçada vai ser estendida, então de uma certa forma aquela calçada de 3, 4 metros vai ficar livre então nós não vamos ter nenhum impedimento na frente, então uma calçada totalmente mais acessível trazendo mais público para a região de uma certa forma. As vagas de estacionamento, acho que isso é um ganho na região ali, vagas rápidas com certeza, não são para as pessoas estacionarem e ficar o dia todo, mas vagas rápidas. Os pontos de iluminação que aumenta e os pontos de travessia também vai ser toda, toda a avenida vai ser revitalizada com acessibilidade, todas as rampas de acessibilidade em todas as esquinas, para que as pessoas, os pedestres possam ter mais segurança e acessibilidade na travessia. Aqui uma imagem aérea, ali da avenida do futuro que nós esperamos, em breve nós pretendemos, o cronograma é encerrar a obra no ano de 2023, em dezembro, esse é o nosso cronograma, um compromisso firmado do governador com todos os participantes. Aqui nós iniciamos as obras com a preparação da rede elétrica Em novembro de 2022 a CPFL fez algumas obras de readequação Na questão aérea de energia Então para não atrapalhar os comerciantes no final do Natal Nós preferimos começar E a CPFL topou pela questão aérea ali no envoltório da avenida Em janeiro de 2023 foi o início da abertura das valas Então quem passar hoje na Camposalho já vai ver a abertura de valas Já estão bem adiantadas as aberturas das valas Em março de 2023, que é o mês que nós estamos Ela está ali entre Andrade Neve e Rua Visconde do Rua Branco Três quadros do lado esquerdo e no trecho da Avenida Língua e Rua Saldanha Marinho, três quadras também do lado direito da via. Aqui algumas imagens que nós colocamos, estamos tendo bastante dificuldade aproveitar esse momento para compartilhar com vocês com questão de furto ali na região central. Um exemplo, esses tapumes, por exemplo, em um dia eles foram roubados, Na noite, as máquinas também, nós estamos deixando segurança agora, para que a gente tenha mais segurança no local. Mas, realmente, aqui uma abertura de valas. As caixas, eu acredito que aquela caixa seja da rede elétrica. Algumas imagens das obras. E, pessoal, só para, vou deixar essa imagem aqui, só para finalizar, eu queria só lembrar a obra da Avenida Francisco Glicero, que houve a participação muito grande do vereador Carlinhos Camelô, e aquela obra só teve sucesso, o ex-prefeito Jonas Donizete teve a coragem de enfrentar aquela questão da Glicero, e aquela obra só teve sucesso em razão do time. O time está junto, o time caminhando no mesmo sentido, tanto o Legislativo quanto o Executivo, quanto as empresas da CPFL, da Telefonia, a Congasa, a Sanasa trocou a rede de água e esgoto, a CETEC também participou ativamente. Então, é muito importante que essa obra continue nesse trajeto, uma obra que é de extrema dificuldade, como vocês podem ver nas fotos, aí parece uma coisa simples, mas, como eu disse, você vai abrindo e, às vezes, você não sabe o que vai encontrar, em razão da região central ser muito antiga. Mas, de todo modo, a obra tem dado, está cumprindo com o seu cronograma. E, mais uma vez, eu queria agradecer aqui ao vereador Carlinhos Camelô por ter feito essa comissão. Eu acho que é de extrema importância para que vocês possam acompanhar os andamentos. Nós já fizemos algumas reuniões na SIC também, com os comerciantes. Então, agradecer. Agradecer ao vereador Arnaldo Salvetti, que não estava aqui quando eu falei, também ao vereador Jair da Farmácia. Agradecer mais uma vez a vocês e aos permissionários, que são as pessoas que vivem ali no centro e sabem da realidade, sabem dos problemas, das dificuldades, e nós estamos à disposição. Somos seres humanos, erramos, acertamos, mas estamos aqui abertos ao diálogo. Mais uma vez, muito obrigado. E agradecer mais uma vez ao prefeito Dário Saad e também à arquiteta Maria Rita, que pela segunda vez está com um projeto lá na região central. Primeiro, Avenida Francisco Glicério e agora Avenida Campos Salles. Obrigado também a todos da INDEC. Muito obrigado. Obrigado presidente gostaria aqui de anunciar aqui a presença também do Jair da farmácia que também assinou e compõe essa comissão parlamentar obrigado pela presença vereador e anunciar também a presença da Ana Paula também permissionária da Campos Salles e também aqui anunciar a presença aqui do Orlando O Orlando é da Canova Então, obrigado pela sua presença, Orlando Vou passar agora a palavra para fazer a apresentação A Maria Rita, para vocês verem Agora foi da Campos Salles E agora nós vamos ver uma outra apresentação Como ficará as bancas de maneira que ficará aqui na Campos Salles que foi desenhada pela Maria Rita aí. Então, vamos passar. Pode, claro. Antes de iniciar a apresentação, eu gostaria de deixar, sim, uma... que eu acho muito importante colocar. Aquelas imagens que o presidente Vinícius colocou, a importância é muito... Eu acho que todos têm que ter a sensibilidade, e eu sei que tem, mas quando fala de requalificação do centro e fala de patrimônio histórico, do centro histórico, da história da cidade de Campinas, tudo isso é de uma importância imensa. Agora, não se protege o patrimônio histórico, nem a história da cidade, e não se começa a fazer esse trabalho de proteção, se não tiver a coragem, como a Prefeitura teve coragem, já desde o governo Jonas Donizete e agora no governo Dário Saad, de mexer na infraestrutura. Tudo tem a ver com a infraestrutura. Não dá para você fazer um retrofit, por exemplo, num edifício, ou melhorar uma posição só de uma calçada, se não fizermos esse trabalho que fica embaixo da terra. Então, quando vocês olham aquelas imagens, é de uma proporção enorme e de uma importância, porque a infraestrutura é que faz realmente a cidade voltar a ter a vida que precisa ter, porque ali vai estar todo o cabeamento para acessibilidade funcionar, semáforo, a parte semafórica, a parte telefônica, a parte de internet, enfim, toda a vida ela está ali embaixo. Então, fazer essa infraestrutura como foi feita na Francisco Glicério e agora, só isso já bastava, só isso. E o que vem além disso, dessa infraestrutura de enterramento dos cabos e colocar todo esse apoio que a CPFL está nos trazendo novamente, Telecom e todas as empresas ligadas a essa parte de cabeamento, enfim, a parte dos ônibus, mobilidade, novos pontos de ônibus. Então, esse já é um grande início. Então, eu gostaria de deixar bem claro que essa é uma parte importante, que às vezes as pessoas já começam a imaginar o final. Mas antes desse final maravilhoso, a gente tem o que está enterrado. E isso é muito importante. Sem isso, não se consegue fazer a cidade funcionar. Um prédio retrofitado, que é um prédio renovado, enfim, reformado, gente, o que acontece? Ele precisa de ter tudo funcionando, água, esgoto, energia, enfim, para ele ficar ali. as pessoas vão mudar naquele espaço e vão realmente precisar dessa modernidade. Então, pensar na faixa exclusiva, nas paradas rápidas, tudo tem uma lógica. Então, o que eu queria deixar claro, antes de colocar a apresentação, eu vou fazer um tour virtual que vocês vão apreciar agora, que é uma proposta, veja bem, ilustrativa que nós vamos discutir aqui depois isso vai avançar não necessariamente que vai ser exatamente assim, mas é uma proposta de projeto sim então nós estamos aqui para debater e avançar porque temos tempos de fazer esse debate e o vereador Carlinhos nos abriu essa porta para fazer essa discussão junto com a CETEC, junto com a INDEC, junto com vocês, porque no final é vocês que vão finalizar esse projeto, concordando, se disponibilizando a fazer esse projeto. E aqui ninguém está impondo nada de quem vai fazer a banca ou não vai fazer a banca. Vocês podem fazer a banca, não é o caso. Seguindo o projeto que foi, que vai ser apresentado. Então, o que nós estamos colocando aqui, e esse projeto, o que ele traz? Uma colocação que eu acho importantíssima, que é uma abertura que foi dada, de trazer a política pública, que é levar o cidadão, integrar o cidadão, fazer com que a história da cidade seja contada numa galeria céu aberto, que vai ser o quê? A banca de vocês. Essa banca, ela vai contar um pedacinho da história de cada um de vocês ali na banca e da história da cidade, com imagens também do V8, que foi um fotógrafo fantástico, que foi quem deixou o maior acervo para nós de Campinas. E a cidade, a requalificação da Campos Salles, que é uma via muito importante, ela traz com vocês essa história. Então, os permissionários que vão contar essa história através da banca. Então, vou passar o tour e depois a gente debate. É isso aí. A CIDADE NO BRASIL A CIDADE NO BRASIL A CIDADE NO BRASIL Obrigado, arquiteta Maria Rita. Eu acho que vocês viram o tour aí, não foi colocado umas lojas, como foi desenhada, a arquiteta colocou só para vocês terem um parâmetro das bancas, da forma que foi apresentada a proposta aqui, até falar assim, à noite, Maria Rita, ela ficaria iluminada. Então, essa é a proposta. Eu gostaria aqui de nominar a Cleidiane, proprietária de banca também de bijuteria, e a Maria Aristela também, proprietária. Obrigado pela presença de vocês. Eu gostaria de, antes da gente colocar aqui, eu sei que tem muitos permissionários aqui, as pessoas que estão aqui da Campos Salles, que tem muitas dúvidas. Falo aqui, o Vinícius citou bem aqui, quando começou a reforma da Grissério, estive junto com o Vinícius, estive junto com a Maria Rita também, na questão dos permissionários. Foi uma luta muito grande ali, tivemos acertos, tivemos erros, aqui na Camposales não vai ser diferente, tivemos também aqui várias críticas em questão de alguns permissionários também, vocês sabem aqui que não é fácil, nós temos um outro lado aqui que não queria as barracas na Camposales, que eu falo aqui todas as barracas, E nós incorporamos, colocamos aqui, tanto aquele que tem as barracas, já que ele faça parte dessa reforma, porque é injusto as pessoas estarem sofrendo por um período grande, a hora que chega uma revitalização, uma reforma, querer não contemplar essas pessoas. e também deixar claro para vocês que também tinha uma proposta aqui de não colocar as pessoas que têm os carrinhos, entendeu? E a gente está aqui para defender, eu falo aqui que aqui a gente abre a voz para vocês, e eu, todos aqui sabem que eu sou um defensor não só dos camelôs, mas dos microempreendedores, que a gente tem lutado bastante para que aconteça, e vocês têm uma voz aqui nessa casa aqui também. Tivemos Um erro Que foi no passado Nós estávamos até falando Eu, Mauri Leio, o João O presidente Lorena E depois também conversei com a Maria Rita Na época colocamos os carrinhos Na Grissério Onde as pessoas falaram que não Todos os dias vai ter que arrancar os carrinhos Para ele não ficar na Grissério E nós batemos na tecla Para não colocar os carrinhos Para deixarem tudo branco Não. Firmaram, colocaram os carrinhos. E hoje os carrinhos, eles não têm como sair dali. Eles ficam direto ali na agroestéreo, que é justo. Entendeu? Então, hoje nós não podemos errar nessa questão de carrinhos e bancas. A gente tem que padronizar todas como banco e as pessoas terem ali, a gente sabe que eu vivencio isso, que as bancas são importantes. A pessoa fechou sua banca, vai para casa. A pessoa trabalha o dia todo, depois ela imagina ela fechar o carrinho e ainda ter que levar ele no estacionamento ou levar para casa, que já tem uma dificuldade muito grande para isso. Então, eu gostaria aqui de ver se o vereador Arnaldo Salvetti, dê a palavra se ele quer contribuir com alguma coisa, ou o vereador? Sim, eu gostaria sim, primeiro, parabenizar o Carlinhos pela luta que a gente está tendo aqui com os permissionários, com os microempreendedores, porque a gente sempre defendeu o trabalho e o emprego em Campinas. E a gente vê o quanto vocês estão sofrendo nessa situação, não só da Campos Fales, mas em todo. Da questão que vocês já viram de uma recessão que nós estamos tendo, depois foi o Covid, depois veio a questão agora do temporal. Então, a gente sente na pele o quanto vocês sofrem. Porque não é, presidente, indenizar o tempo parado. porque vamos cancelar a dívida no tempo que ele ficou fechado mas eles tem funcionários dali que eles tiram o sustento para pagar as contas então não adianta só você fechar a banca dois, três meses dar anistia desses dois, três meses sendo que eles tiram o sustento ali da banca para pagar suas contas em casa e poder sustentar, então a gente tem que pensar num todo, foi o que eu conversei com o pessoal dos prevencionados do Itacoarau quando a gente fez a reforma do Taquarau. Então, eu tenho três posições aqui, que eu gostaria de deixar aqui para vocês pensarem. Primeiro, a gente conversar sobre os valores das bancas. Quando eu fiz a reforma do Taquarau, a gente fez, lógico que lá é alvenaria. Ficou R$ 12.500 cada quiosque. Cada um depois fez os seus complementos dentro do quiosque. Porque a pessoa que está trabalhando e vai ficar fechada, gastar um valor em uma banca para poder adequar ao município, teria que repensar junto com o prefeito uma situação de ajuda para eles, para poder, inclusive, eles trocarem essas bancas. A segunda, que eu gostaria de entender melhor, você falou a questão das fotos, vai nas bancas. Então, as bancas, teria que se pensar em uma alternativa, porque também, e ver com a CETEC, é uma situação que a gente já vinha discutindo, das bancas ter a publicidade, e lógico que eles vão recolher a taxa da publicidade que é feita na banca, lógico, de uma padronização, Mas para as bancas também explorar essa questão da publicidade nas bancas. Porque, queira ou não queira, a questão da renovação, da inovação da Campos Salles, da Glicério, isso dá condições deles terem um ganho a mais. Então, só para entender melhor. E a questão, presidente, tem muitos que me procuraram, que assim, vai fechar dois, três meses. se não daria para relocar essas bancas provisoriamente no local, para eles não ficarem fechados. Porque muitos, inclusive, prestam serviço para a própria prefeitura, em venda de passagem, e contribuem com a população para poder ajudar. Então, são coisas que a gente tem que só pontuar, para não acabar eles sofrendo lá na frente. Porque, o que acontece? Você vem de uma situação que não é só o mês a mês, É a dívida que eles têm com a CETEC, que é uma coisa que nós, eu, o Carlinhos e os outros vereadores, estamos tentando discutir junto com o presidente da CETEC, de também ter uma conversa sobre os oito meses que as bancas foram obrigadas a ficar fechadas no Covid, para poder a gente dar um incentivo e cancelar essas dívidas. Porque hoje o primeiro-ministro da CETEC não consegue sobreviver, se tiver a dívida, tiver que refazer em banco e poder pagar mês a mês eu não sei, a recessão, eu sou também empresário, a recessão está muito grande ainda, não está as maravilhas são posições só para a gente pensar e tentar achar uma solução para eles obrigado Caio Nunes e parabéns imagina, eu que agradeço o vereador, sempre está contribuindo aí com a questão das comissões, eu Eu gostaria de agora dar voz aos permissionários, porque assim, nós vamos abrir aqui, porque aí vocês direcionam as perguntas. Nós temos aqui a INDEC, nós temos aqui a CPFL, nós temos aqui a CETEC e a arquiteta Maria Rita, ou até mesmo para mim, o povo vereador Arnaldo Salvetti, que compõe essa mesa. Mas eu gostaria que quem fosse fazer a pergunta, direcionasse a pergunta para a gente ter a pessoa já de imediato responder, se vocês tiverem alguma dúvida. Pode ser? Então, vou abrir aqui para vocês, quem tiver alguma dúvida, levanta a mão, vai levar o microfone até vocês e vocês fazem a pergunta. Nossa, ninguém tem dúvida, está todo mundo contente, está tudo tranquilo Olá, tudo bem bom dia a todos Bom, a minha pergunta é a seguinte o que o vereador aí falou era o que a gente estava pensando é questão de publicidade a gente pode até colocar igual está aí com as fotos da Campos Salles e tudo, mas abriu um espaçozinho porque a gente saiu de uma pandemia. Então, a gente... Ele falou aí a questão de banca de 12 mil que eles construíram, né? A gente fez orçamento, tem banca de 73 mil, 58 mil e a mais barata que a gente achou é 55 mil. Então, é muito pesado para a gente. A gente está vivendo aí um período muito difícil e a questão da publicidade ajudava a gente. Essa é a pergunta para o pessoal da CETEC, se puder nos ajudar. É isso aí, a minha pergunta. Eu vou já escutar a outra pergunta do nosso amigo aqui, depois nós redirecionamos as respostas. Bom dia a todos. A questão das bancas Da Campos Salles No meu modo de entender As costas dela Vai ficar Geralmente o sol Vai pegar atrás A pergunta minha é o seguinte Como que vai ser Se tem jeito de Depois quem vai Fazer as bancas Eu acho que vai poder responder isso Fazer um isolamento para não esquentar tanto. Entendeu? É uma pergunta. E também sobre a questão da... se vai ter uma porta só na frente, nas laterais, se vai poder abrir ou não. Obrigado. Obrigado. Nós respondemos depois as duas perguntas. Aqui, a arquiteta Maria Rita colocou uma coisa que é muito conveniente a todos vocês. Gente, isso aqui é um debate onde nós estamos aqui, a Casa do Povo, onde nós estamos abrindo aqui para todos vocês falarem sobre as dúvidas que vocês têm. Então, tivendo as dúvidas, vocês colocam, apresentam, a gente vai debater e podemos tocar essa questão. Temos aqui um representante, acho que dois representantes de fornecedores de barracas, de bancas, Porque assim, é colocado um projeto, é feito o projeto das barracas, temos aqui o Canova e temos mais um aqui, Rubi, e aí gente, aqui a gente deixa que a gente não está aqui para direcionar nada para o lugar. a que vocês acharem que é melhor para vocês aqui dentro do projeto que foi enviado para vocês vocês podem fazer aonde vocês acharem necessário, desde que estejam dentro do projeto entendeu? Então deixar bem claro para vocês, eu até gostaria aqui para para a gente aqui se alguém Suorlando ou se a da Rubi quiser falar algo sobre as barracas aqui para deixar eles alguma dúvida deles Quer falar, Orlando? Pode ser? Eu dou o microfone para o Orlando, depois da Rubi também. Ah, ele quer falar? Não, pode falar, pode fazer a pergunta, pode fazer, desculpa. Bom dia a todos, eu estou com o meu pai aqui, eu trabalho em outra área, não trabalho na Campos Salles, eu tenho algumas outras empresas, não trabalho com ele, mas eu estou representando ele aqui também. a dúvida maior, ela é assim o preço quanto vai ficar essa banca, porque nem foi passado nada pra ele quando ele vai sair que a banca dele é a primeira que vai sair ali, ele está entre não chegando a senador Saraiva já está, o engenheiro falou para ele semana passada que ele já vai sair logo então assim, está perdido não sabe quando ele vai sair, para onde vai a banca quanto tempo ele vai ficar sem trabalhar quando vai funcionar qual que é o preço da banca que ele vai pagar. Então, assim, a gente está meio perdido. Eu queria saber de você, não sei quem que vai responder isso para a gente. Acho que minha dúvida é com a... Tem muita gente com a mesma dúvida que eu, entendeu? Preço? Eu sou o primeiro a sair. Eu estou ali na... Para de cima. Eu estou ali dentro do cepaco. Estou na onde? Na ponte do prédio. Então, eu sou o primeiro a sair de lá. Oi, oi. Ah, e não sabe ainda onde vai ficar, vamos colocar as bancas. Senhor, a dúvida do senhor... A sua banca vai ser a primeira a sair. O nome do senhor? Qual que é o nome do senhor? Arlindo Pansani Arlindo Pansani tá senhor Arlindo, nós já vamos nós já vamos responder estou marcando todas as perguntas depois eu vou me direcionar passar para o Orlando ali da Canova o Orlando quiser já pode até responder algumas dúvidas deles aqui na questão do isolamento aí, se vai ter um isolamento, se pode ser colocado um isolamento, ou questão de preço. Também nós passamos aí, tanto para o Orlando, como o pessoal da Rubi. Bom dia a todos. Questão de valor de banca, que eu acho que é mais importante. Para você fazer um produto bom hoje, você não faz milagre. Isso aí todo mundo sabe, de acordo com a pandemia que nós tivemos, as alterações de valor em todos os produtos foi muito significante e logicamente afeta todo mundo não é só de alimento não é só de carro, veículo não é só de todos os produtos que nós tivemos alteração praticamente triplicaram então ninguém vai fazer milagre em uma banca de qualidade com valor de coisa de dois anos atrás ou de sete anos atrás igual foi a Glicério, que já era caro e a questão do isolamento podemos colocar na traseira da banca igual fizemos na Glicério são placas de isolamento MDF bem a chapa de aço, porque senão tem problema de roubo não, eu acredito É, a maioria é alimento, né? Então, acho que convém. Isso é feito no teto já, na parte de chão já tem uma virola especial para isso, e piso frio, então não tem problema. No teto também já tem, inclusive tem manta térmica. Na traseira, se coloca uma, esse MDF que tira todo o isolamento, digamos assim, vamos falar em 70% ok, isso dá para imutir no preço, mas também milagre não consegue fazer, ok eu acho que é muito importante o Salvet falou alguma coisa de ajuda, talvez pública de algum financiamento não sei se tem banco do povo alguma coisa assim, por que? de uma forma que vocês consigam dar uma entrada e fazer um financiamento mais longo, então não sei se a prefeitura está aberta a isso porque a gente não vai colocar, Carlinhos, uma porcaria lá, uma coisa que não vai acontecer com a reforma que vai fazer a gente vê o projeto da Maria Rita, é um projeto muito bom, mas também a gente não vai chegar lá e colocar uma coisa assim de serralheria, uma chapa que com dois, três meses já vai começar a enferrujar, entendeu? material ruim, né? a gente não pode trabalhar nessa linha então o importante que eu sei que vai pesar no bolso de todo mundo é tentar buscar um financiamento, a própria Canova o próprio Rubi amigo nosso, está aqui concorrente, mas é amigo não tem problema nenhum a gente é aberto a diálogo, inclusive para fazer uma parceria com vocês isso depende de conversa e logicamente se a prefeitura facilitar em algo desse tipo, seria muito importante. Em detalhes de banca, a gente pode fazer um corpo a corpo, alguma coisa assim, e explicar na rua mesmo, porque a gente vem para cá, pede tempo, vocês estão perdendo tempo de venda hoje, e cada dia que vocês perdem, é menos faturamento. Orlando, só uma pergunta aqui, uma questão. O tempo de fabricação dessas barracas aí, qual que levaria o tempo? Carlinho, é assim, Eu acho que o projeto é 3,5 por 2, se não me engano foi isso que eu participei do projeto, se não me falha a memória é isso, eu estou com o projeto, inclusive. Não vai se fazer assim, hoje a gente não tem capacidade, assim, uma fábrica que vai fazer, bom, vai fazer 21 bancas em dois meses, três meses, ninguém vai enganar ninguém aqui. A gente vai precisar de um período de fabricação, mesmo porque com essa pandemia, eu particularmente, estou em outro segmento, faço o quiosque, faço o banco ainda mas tive que partir para outro segmento e graças a Deus acabou dando certo então a gente tem dois nichos de fabricação, que é ferragem mais o quiosque mas é assim, a gente como fábrica, se a gente pegar o compromisso tem que estar todo colocado até o final do ano, vai ter que fazer a gente dá o jeito, entendeu contratando mais empregado mantendo a qualidade que vai ser necessária e depende muito também, lógico que a gente vai depender de qual é a linha de financiamento que vai fazer, como vai ser a questão do pagamento todo mundo sabe, ninguém é bobo que se você tem o dinheiro na mão, você consegue fazer se você tem o financiamento, você vai ter que buscar recursos para financiar o seu produto também, sua matéria-prima então não dá para falar assim exatamente ah, vou fazer 10 bancas no mês, 15 bancas no mês, entendeu? Depende de finalizar esse projeto, que tem muita dúvida ainda, né? Acho que a Maria Rita sabe que tem dúvida ainda. Olha, vai fazer desse jeito, entendeu? Vai ser tudo padrão. Porque o que acontece? Aí tem o caso que dá, olha, a Ana que me chamou, ela quer um projeto de uma forma, aí outra pessoa quer de outra. Vai abrir a lateral da banca? Não vai? Vai fazer publicidade? então a gente ainda falta uma reunião a respeito disso então a gente pede a gentileza como fabricante de que essa reunião seja o mais breve possível para a gente definir realmente o que vai fazer mas vai ter que entregar até no final do ano beleza a Canova pegou tantas bancas ótimo eu graças a Deus não costumo atrasar minhas entregas entendeu então a gente fica aberto a conversa Obrigado, Orlando. O Orlando disse aí, como o Orlando disse, eu vou abrir a fala para o pessoal, para o Marco Teixeira ali, fabricante da banca também é Rubi. Eu acho importante, assim, como ele disse ali, tanto a CETEC quanto a INDEC, de apresentar um cronograma de obra por partes. Porque hoje, o que acontece? Nós temos ali, que nem o senhor disse aqui, ele já está ali próximo ao CEPAT, a Visconde Rio Branco. Então, claro, Cadele seria uma das primeiras, depois, bem-vindo. As outras, ela tem um tempo maior, até chegar lá na próxima Grissela, ela vai ter um tempo maior, mas essa questão nós tínhamos que definir o mais rápido possível, como disse o Orlando aqui, a questão dos projetos das bancas. Porque aí a gente já define, né, Maria Rita, coloca para vocês e vocês já começam a sentar com as empresas e tenta fazer, cada um no seu tempo. E temos aí uma linha de crédito, inclusive hoje na casa, essa semana aqui também, vai votar um projeto aqui para microempreendedores, que vai liberar um crédito até de 30 mil reais, entendeu? Para vocês fazerem ali tanto investimento quanto capital de giro, Então, tem umas linhas de crédito que podem estar procurando, porque a gente sabe, Maria Rita, passamos sim por uma dificuldade, passamos por uma pandemia, tem pessoas ainda que estão pagando dívida lá de trás, que eu acho injusto aqui, tenho cobrado bastante aqui do presidente, o presidente sabe disso, que nós deveríamos exentar aquelas pessoas que têm dívida da época da pandemia ainda, entendeu? o que deveria ter sido feito naquele período, mas ainda achar um caminho para a gente isentar essas pessoas, porque se não trabalharam, por que vão pagar por um solo ali, pagar a mensalidade do permissionário, sendo que eles não trabalharam, ficaram em casa. Então, é uma discussão também que estamos vendo, como o vereador Arnaldo Salvet disse, temos uma reunião aqui, gente, não só eu, mas professor Alberto, junto com outros vereadores, junto ao prefeito, acho que é dia 23, se não me engano, quinta-feira agora, para a gente discutir alguns assuntos sobre, inclusive, essa pauta que vai estar aí. Então, estamos sete vereadores lá, para ver se a gente consegue aqui ajudar a questão dos permissionários, porque é justo para vocês ali que seja isentado. Também tem uma discussão aqui, que nós vamos trazer aqui, que o presidente não gosta, ele sempre fala comigo aqui, da INDEC, critérios que são colocados na CETEC, que eu não concordo. Hoje nós temos assim, eu falo para ele, em Campinas nós temos bancas e kiosques. Se você tem uma banca, um exemplo, você paga um metro quadrado pela banca, a banca é bem mais barata. Agora, tem a mesma banca, mas ela é considerada o queosque. O valor dela é três vezes mais. Então, nós temos que achar uma solução, porque senão, presidente, nós vamos chegar a uma hora que os promissionários não vão aguentar. Eles entram no financiamento, eles pagam a mensalidade para a CETEC, eles pagam a barraca, aí eles têm a questão dele ali mensal, que ele tem que levar também o pão de cada dia para a sua casa, mas chega uma hora que eles não vão aguentar, vão me entregar e nós não vamos ter mais permissionário no centro da cidade, se continuar da forma que está continuando. Mas depois eu vou abrir para o senhor falar sobre essa questão, vou abrir agora para anunciar aqui a Clarissa Mendes também, que é a permissionária que está aqui presente e abrir aqui para o Marco Teixeira que é fabricante também de bancas da Rubi, né? Passar para ele se ele quiser fazer alguma explanação Certo, bom dia a todos os integrantes da mesa, aos permissionários foi como o Orlando falou, o projeto já tem a manta no teto, certo? E pode ser incluído na traseira da banca, no fato do sol, entendeu? O material é todo chapa galvanizada e com a pandemia tudo subiu então não tem como mudar não se dá para fazer não, vou fazer uma banca que foi feita há 7 anos atrás, não tem como fazer isso a gente chegou enxugou um preço para que dê para ser feito, mas com qualidade um visual um design moderno como está no projeto seria mais isso daí Obrigado Marcos gente quem? Caliço, complementando, inicialmente a Maria Rita apresentou um projeto, que nem o seu nome teve, falou que tem a publicidade atrás, ok? Normalmente essa publicidade, ela pega, vamos falar assim, 80% da traseira da banca. Se você tem uma publicidade que é um complemento a mais, bom, essa publicidade vai ser de lona, vai ser de ACM, qualquer outro material, Essa publicidade, o pessoal está explorando e, ao mesmo tempo, ela está fazendo um isolamento térmico na traseira da banca. Por quê? Porque o material vai isolar mais a parte de dentro da banca. Então, se, por exemplo, se você pegar um ACM para fazer uma publicidade na traseira, esse ACM é um material legal para fazer, dá um visual legal e faz o isolamento térmico da banca. Mas a questão da publicidade é entre vocês, a gente não pode opinar, a não ser a parte técnica. Ok? Pode, Maria Rita? Eu agradeço aí a interferência, eu só gostaria de colocar o seguinte, há um projeto de requalificação do centro, há um projeto de inclusão de todos os permissionários, nenhuma banca foi retirada, isso é muito importante deixar claro isso, porque houve uma, inclusive a pressão e o Carlinhos e eu trabalhamos muito nisso, que sempre há aquele pedido, não, será que dá para ficar sem, etc., não é isso, a gente não quer um centro, a gente quer um centro onde quem está no centro continue no centro, quem trabalha no centro vai continuar trabalhando no centro, porque é ele que traz vida para esse centro, então, não apenas quem tem a banca, mas quem tinha carrinho de bala, está contemplado e vai permanecer ali, nós não tiramos ninguém. Então, esse é um ponto do projeto, inclusão e manter. O segundo ponto é, nós estamos colocando uma ciclovia atrás dessas bancas, não é para ter propaganda, não é para ter o carro, quando entra na Campos Salles e vai descer, ficar com aqueles letreiros luminosos atrapalhando, e pode até bater o carro e atropelar um ciclista. Nós estamos com uma nova proposta de requalificação de avenida com uma ciclovia que vai, eu acho que, ser bem intensa ali, as pessoas ali andando na rua. Então, a gente quer trazer mais movimento para Campos Salles com vegetação, paisagismo, etc. Então, é isso. Agora, em relação ao que você colocou de colocar um anteparo que seria propaganda, vai ser utilizado esse mesmo movimento que você está colocando para colocar a história da cidade, a história da banca, etc., ali naquela parte. Com QR Code, que as pessoas vão ter acesso, vão colocar ali, saber a história da cidade, saber a história de quem é aquela pessoa que tem aquela banca há 30 anos ali, que é um anônimo que ninguém sabe e que passa reto. A ideia é que ele faça parte da cidade com muito orgulho, como o dono da loja. Ele é tão importante como o dono da loja. Os lojistas são importantes, mas todos os permissionários aqui, agora é a vez deles, agora é a vez de mostrar que eles têm ali um espaço que recebe uma história, que conta a história dele, conta a história da cidade, do centro da cidade. Agora, em relação ao desenho da banca, eu coloco para vocês, se de repente a gente colocar que deve abrir as laterais, não tem problema nenhum, tudo bem, porque aí é movimento, é trazer gente, é visual, mas o fundo com os ciclistas passando, como foi no tour, é ali a vez do ciclista passar, não é para ter propaganda claro, da Vivo, da Oi, não sei o que eu sei que eles precisam de ter o recurso para e seria muito bom, mas de repente uma testeira, alguma coisa que possa trazer alguma alguma propaganda menor, isso pode, a gente pode conversar para trabalhar com o projeto, mas se a gente está tentando trabalhar uma cidade limpa fazer com que os prédios sejam removidas essas pichações, repintados, trazendo essa cidade com uma nova requalificação, ressignificação, eu acho que é o momento. Eu pediria a vocês que compreendessem também qual é o papel que nós estamos colocando agora para vocês, né, Carlinhos? Que vocês têm que mostrar quantos anos que vocês estão ali, na Campos Salles ou no centro, não importa. E por que não ter uma banca bonita como uma loja? Por que não ser uma galeria de arte onde vai ser uma referência para outras cidades vocês terem ali não só a história da cidade, mas a história de vocês? Então, vale a pena o investimento? Aí vocês têm que pensar. Vamos fazer? Não vamos fazer? Não estamos obrigando. Nós estamos colocando uma proposta de projeto que seria o ideal, mas não e talvez nem seja esse o ideal, tem muitas outras propostas até que podem chegar até a superior. Mas nós estamos colocando uma proposta de ressignificação, gente, do que é uma banca e que não é uma barraca, é uma banca, uma outra história que é a de vocês. Carlinhos, eu sou uma... Obrigado, Maria Rita, vou passar, peraí. Eu acho que já foram respondidas duas perguntas aqui. uma sobre a questão do isolamento ali que pode ser feito atrás das barracas e outra que meu amigo fez lá nas questões laterais que a Maria Rita disse aqui que talvez a laterais se apresentar ao projeto legal, ela não abre mão da questão da traseira da barraca então já estamos tendo avanços aqui nessa reunião então se quer peraí, deixa só eu passar para ela fazer uma pergunta e aí a gente já bom dia a todos eu tenho uma dúvida eu queria saber sobre as bancas o seguinte, elas vão estar direcionadas nas laterais das lojas não vai ficar na frente da entrada das lojas para quem tem loja elas vão ter um lugar certo mas pode ser que elas fiquem na frente da entrada da loja é igual a glicério a calçada vai ficar livre então aquele espaço que nós estamos colocando é levar essa banca fora da calçada existente hoje então você tem esse caminho livre então se você está na avenida, claro que aquele pedacinho da banca de 3,5, que não é nada, nós estamos com 3 bancas em cada quadra, é poucas. Entendeu? Então, dá para ver perfeitamente a loja, quando você vem descendo com o carro, você já vê e tal. Mas, se você ficar na frente, evidentemente que você pode, está na frente da porta da loja, mas não se você estiver andando, você tem aquele recuo da calçada todinho para você. Ele lá não vai impedir. Então, quem está comprando alguma coisa, etc., não está na calçada. Ele está fora dessa calçada. Carninhas, uma parte. Sim. Desculpa, vereador. Pode falar. Eu concordo. Eu estou tentando aqui defender a questão dos permissionários, porque depois da manhã eu tenho certeza que o permissionário vai procurar. A gente tem que ter algumas conversas subjetivas aqui, porque assim, eu concordo com o que ela está falando da história de Campino nas bancas mas qual é a contrapartida da prefeitura para ter essa história porque o que acontece a gente sente é assim a banca, eles pagam o espaço para estar ali eles pagam o espaço e não é barato não é barato então o que acontece aí a prefeitura não sou contra a história da minha cidade Tanto é que eu plantei isso para fazer O museu a céu aberto No cemitério de saudade, que é abandonado Mas assim, vocês tem que ter uma conversa objetiva Aqui, porque o que acontece Vocês vão ter que pagar a banca depois Não adianta sair daqui Achar que está tudo mil maravilhas E depois chegar lá, vocês vão ter financiamento Vocês vão ter como recolocar a banca lá É caro Então tem que sair com um objetivo aqui Eu dei um exemplo A Lagoa do Taquarau, que ficou lógico Foi R$ 12.500,00, porque foi de alvenaria Eu não estou dizendo que tem que ser lá de Alvinaria Porque é outro padrão a Campos Salles Mas vocês tem que sair com um objetivo Que é o seguinte Vocês concordam com a publicidade atrás? Concordamos Qual é a contrapartida? Porque vocês não estão divulgando a nossa cidade Mas vocês não estão pagando o solo público Então assim Você tem hoje uma situação De divulgação na cidade Dos painéis que tem o ponto de ônibus Que também pode fazer divulgação na nossa cidade Então nós temos que sair daqui Eu estou deixando bem claro aqui Porque eu sei que amanhã Um monte de pessoa vai lá me procurar Porque vocês estão Representando a maioria que estão lá Mas a maioria não está aqui Então o Carlinhos como representante Do pessoal que está no centro Também tem que pensar nisso A gente vai ter uma Contrapartida do governo municipal Para colocar essas bancas ajudar vocês? Qual é a contrapartida? Se eles não divulgar, que eu acho que é fantástico essa questão, o QR Code, a pessoa passa lá, vai saber a história, mas qual é a contrapartida que a Prefeitura vai nos dar para ajudar vocês? Vocês estão endividados, gente. Tá bom? Eu não estou entendendo. Qual é a dúvida? Porque qual é a contrapartida que a Prefeitura vai dar para eles colocar em asas? Por que tem que ser atrás da banca? Sendo que eles pagam o solo público e a prefeitura vai divulgar. Não pode fazer um tote do lado colocando o QR Code, a história, para a pessoa pegar. Tem que ser na traseira da banca. Não, a minha pergunta é, você quer colocar a propaganda da prefeitura atrás da banca? Não, não. Não é colocar propaganda. Pode até colocar propaganda se a prefeitura der a contrapartida. O que nós estamos dizendo é o seguinte, se colocar a propaganda atrás da banca, eles vão ter uma situação de um recolhimento a menos para poder eles pagarem a dívida deles. Que já não é regulamentado o direito a isso. Entendeu? Vereador, pertinente a sua pergunta. Eu falo assim, até mesmo se o senhor jogando a responsabilidade aqui em cima de mim, da discussão, aqui nós estamos discutindo, estamos abrindo um debate. Da mesma forma, O senhor sabe como funciona a CETEC, porque o senhor esteve à frente da CETEC durante muito tempo. Poderia ter feito essa discussão, poderia ter colocado essas propagandas, e poderia também ter discutido sobre a questão da isenção do pessoal. Então, nós estamos aqui discutindo para apresentar qual é o melhor programa para os permissionários da cidade de Campinas, incluir todos eles incluir todos eles não deixar nenhum de fora e fazer uma discussão como nós estamos fazendo com o prefeito, que nós não podemos sair dessa reunião, vereador com a responsabilidade que nem o senhor está jogando aqui pra gente não estou jogando não, desculpe tem que sair com a deliberação tem que sair com uma discussão aqui onde a gente vai ter um caminho porque se não amanhã o meu gabinete e o seu vai estar cheio de prisioneiros que não sabem qual é o caminho que vai ser tomado para poder pagar as bancas que são 80 milhões, não estou errado. Vereador, aí é isso, agora sim, agora nós saímos com a deliberação, nós temos uma reunião, dia 23, acho que é quinta-feira, onde nós podemos levar essas propostas. Porque se nós ficarmos discutindo e não fecharmos, como o senhor disse ali, a obra está chegando próximo à banca deles, se nós não definimos nada aqui, de repente vários permissionários aqui, as obras vão chegar e não vão ter onde colocar eles e vão demorar, vão ter que arrancar as barracas deles do local, esperar a obra terminar, cinco, seis meses, para depois colocar a barraca. Porque, como disse o Orlando aqui, não faz a barraca do dia para a noite. A barraca leva-se um prazo para fazer, que eu acho que era importante. Agora, eu concordo com o vereador Arnaldo Salvetti, que nós devemos fechar Algos aqui, levar para a Prefeitura para a gente definirmos alguma coisa, até numa próxima reunião, para a gente fechar qual realmente, se a banca vai ser aberta na lateral, como vai ser a banca, de que forma que isso vai ter, se vai ter propaganda, se não vai ter propaganda, se vai contar a história de Campinas. Eu acho que isso, sim, numa próxima reunião, eu acho que nós podemos sentar com todos os órgãos da Prefeitura e definirmos. Porque aí, e o mais rápido possível. Porque A obra está descendo a Campos Salles, ela já está na Expedicionário ali em cima e está descendo a Campos Salles. Quanto mais a gente retardar essa discussão aqui, nós vamos ter problemas. Vai chegar nos permissionários e nós não vamos ter ainda uma definição. Então, eu gostaria até de passar a palavra para o presidente da CETEC, o Henrique. Por quê? Porque o que acontece? Uma dessas questões, nós poderíamos ver de que forma que vai ser tratada na questão aqui, está chegando a obra, esses permissionários, eles vão poder colocar a barraca em lugares paralelos ou eles vão ter que retirar essas barracas? Retirando essas barracas, eles vão ser isento do pagamento por esse período? E qual o período que voltaria para o espaço dele? Então, vou deixar para o presidente da CETEC responder para a gente. Bem, vamos lá. São tantas questões aí, vamos tentar abordar todas. Mas antes de pontuar cada questão, qual foi a visão da CETEC em relação a toda essa requalificação e alteração de pontos dos permissionários? A gente sabe que tem tudo que foi pontuado aqui pelos vereadores, a gente entende que isso é um grande problema, é um passivo que nós temos a enfrentar, é uma discussão complexa, porque de fato a pandemia pegou vários segmentos de forma forte, que tiveram prejuízos. A CETEC também teve, em função da pandemia, a receita da CETEC também caiu, a receita de vários segmentos também caiu. E aí, num momento oportuno, essa questão não foi tratada, passou, ou se foi tratada, não foi levada a cabo. O que aconteceu de fato em relação à questão da pandemia? Houve um refiz e boa parcela dos permissionários fizeram lá a sua renegociação da dívida. Agora, existe, de fato, muitos permissionários que ainda devem para a CETEC e têm essa grande dívida, valores significativos. E tanto o vereador Salvetti, como o vereador Carlinhos, que representam esse segmento, vem batendo na gente todo dia em relação a isso, querendo achar uma solução. A gente entende que essa reivindicação é justa. Agora, fazer adequação do ponto de vista financeiro que é o grande problema. Nós temos saídas? Temos. Mas tem uma discussão muito mais ampla que eu sempre falo, tanto para o prefeito, falo para outros secretários, que a gente precisa rediscutir o financiamento da CETEC. Porque ninguém quer pagar. Ninguém quer pagar a CETEC. A permissionária não quer pagar. O camarada que faz publicidade também não quer pagar a CETEC. Enfim, todo preço público, as pessoas não gostam de pagar. Nós temos grande dificuldade de recebimento. E hoje, eu sempre falo isso para todos os permissionários, nós temos um endividamento enorme na CETEC. A gente não fecha, se não tivesse o repasse da prefeitura, a gente não fecha nossas contas, não fecha nem para fazer o pagamento. A Janaína, que é a nossa diretora administrativa e financeira, fica brigando todo mês com o Caiado para fazer o repasse dos recursos. Em razão do quê? Tem preço público, como o Carlinhos fala, que é caro? Sim, a gente entende que sim. que tem preço público. Outro dia a gente estava lá com o Mauri Leite, vendo uma questão que o Carlinhos foi levantar para a gente, e de fato a gente começou a olhar o movimento das bancas e não entra ninguém. Não entra ninguém. A gente começa a pensar como esse permissionário consegue pagar o preço. De fato, a gente está aberto a toda discussão. Então, o que eu queria dizer inicialmente, que a CETEC está aberta a qualquer discussão, seja em relação a preço público, seja em relação a isenção, em relação a pandemia, seja em relação a publicidade, seja em relação a qualquer tema. Qualquer tema nós estamos dispostos a negociar e querer achar uma solução eficiente, a menos prejudicial possível para o permissionário. Exemplo disso. O Carlinhos veio com uma demanda em relação às bancas em frente do fórum. Colocou todo lá o histórico de que essas bancas foram modificadas recentemente, um custo altíssimo. E aí ele falou, por que vai mudar novamente, fazer um novo custo? Poderia tirar fora do projeto de revitalização? Nessa visita que a gente fez, fazendo pequenos ajustes, Nós analisamos que sim, que o pedido tinha muita pertinência. Então, já nesse caso, quase que eliminou três permissionários de ter que fazer essa alteração. A gente tentando mudar algumas coisas, minimizando, a gente deixa o visual muito parecido e acha uma solução técnica muito próxima que a gente está trabalhando e também com uma solução do ponto de vista financeiro para o permissionário muito melhor. então para a gente não tem nenhum problema discutir qualquer tema que foi levantado essa questão que o Salvetti acaba de levantar da possibilidade de enquanto o permissionário não puder trabalhar ir para outro local, eu acho perfeito também se é possível tecnicamente se é possível alocar esse permissionário para outro ponto próximo enquanto estiver a obra melhor. Se ele puder trabalhar o tempo todo, é a mesma discussão lá do Mercadão. Se para mim conseguir funcionar o tempo todo trabalhando, se a gente tiver que realocar, para a CETEC eu conto melhor. É que a gente precisa ver tecnicamente se isso é possível. Do ponto de vista de vários de várias análises que tem que ser feita. Mas para a CETEC não vai não vai ter nenhum problema de a gente fazer a alocação. Essa sugestão que o Salveti levanta aqui, eu acho que é totalmente perfeita. Vamos tentar realocar esses servidores em pontos próximos, para que a gente ganhe em duas pontas. O permissionário continua trabalhando e a CETEC continua recebendo o preço público. A outra questão que o Salveti levanta aqui é em relação a como fica o período que o permissionário não trabalhar, enquanto tiver a reforma. A gente já começou a fazer isso em relação às chuvas. Quando nós tivemos aqui, no mês passado, uma determinação, uma recomendação, melhor dizendo, do Ministério Público para que vários pontos, principalmente lá no Parque Itacoarau, não funcionasse, porque tinha risco para a população e para os permissionários, a gente não cobrou preço público enquanto não autorizou o funcionamento. Então, há um entendimento da CETEC que se há uma determinação do próprio poder público em que o permissionário não consiga trabalhar, ou seja, não consegue fazer o uso do solo público, não é justo nem legal fazer essa cobrança. Então, a ideia nossa é que aquele permissionário que a gente não conseguir alocar no período da reforma da Campos Salles, não vai pagar a permissão, não vai pagar o preço público. Então, isso já para a gente era uma situação que a gente já dava como solucionada. E para a gente é um problema também, porque a gente acaba de perder receita. Mas, enfim, a gente não pode pensar na CETEC só do ponto de vista da receita. Há políticas públicas que são muito mais importantes do que a receita. A receita, a gente vai lá, chora para o prefeito, e o prefeito arruma para a gente a receita. Por enquanto, tem sido assim. O prefeito tem sido muito solidário em relação a isso. Então, outra questão é em relação ao custo da banca. A gente já fez reunião com os permissionários lá na CETEC em relação a isso. Então, o primeiro ponto que a gente sempre colocou é no sentido de que o permissionário, ele tinha total liberdade de escolher o fornecedor. Pode ser a empresa A, B, C, D, E, F, enfim. A empresa que desse o melhor preço para o permissionário. Desde que, lógico, observasse aquele projeto básico que a gente determinou para fazer a banca. Em relação ao financiamento, a gente pensou em várias situações. A primeira situação é a Prefeitura, através da Secretaria de Desenvolvimento, tem uma linha de crédito. Então, ela não abrangia todo o valor, porque mais ou menos o que foi passado, que uma banca estaria próximo de R$ 50 mil, R$ 55 mil, é isso mesmo, não é, Janaína? E que a Prefeitura, através da Secretaria de Desenvolvimento, não tinha essa linha de crédito. A linha de crédito chegava a R$ 30 mil. Então, o permissionário teria um parcial financiamento. A outra possibilidade que a gente começou a inventar na última reunião, que inclusive o Carlinhos fez com a gente lá na CETEC, participou a nossa diretora Janaína, o nosso diretor Mauri Lei, é de buscar nos bancos que a CETEC tem em conta, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, linhas de crédito, linhas de financiamento. A Janaína já fez contato com os gerentes, e para oferecer para que esses bancos ofereçam aos permissionários essas linhas de financiamento com juros em juros melhores em condições melhores, isso é uma possibilidade que a gente aventou então hoje o que nós temos em relação a financiamento seriam essas duas possibilidades e eu acho que basicamente é isso em relação ao cronograma de obras cronograma de obras a gente ficou de fechar com a INDEC, de fato como que vai ser esse cronograma de obras para a gente estar passando para os servidores, tem alguma novidade em relação a isso? tá, então nos próximos dias a gente vai ter esse cronograma de obras fechado e todo permissionário vai saber qual dia que vai chegar a obra. E aí, sempre acolhendo essa sugestão do vereador Salvetti, no sentido de que a gente consiga fazer essa transferência desse permissionário enquanto perdurar a reforma, depois ele volta à situação anterior. E outro aspecto final que a gente colocou, a Maria Rita bem colocou isso e também o o vereador Carlinhos, é de que a CETEC não vai excluir ninguém desse processo todo permissionário que está lá vai continuar na Campos Salles a gente não vai tirar ninguém e nem vai trazer ninguém novo vão ser aqueles permissionários que estão lá se tem X matrículas, ficam X matrículas não vai tirar ninguém de lá, está certo? Bem, são esses esclarecimentos que eu queria te aclarar. Obrigado, obrigado, presidente. A Maria Rita só quer fazer um cumprimento. Só antes dela abrir a palavra para ela, gostaria que estava consultando aqui o Juliano, que é da CPFL, porque assim, a gente sabemos que os permissionários, não é fácil fazer uma mudança também, se você tirar uma barraca e colocar em outro local, que tem barraca, às vezes você tira e eu estava perguntando para ele sobre a questão da CPFL, que todos tem os relógios do lado da banca entendeu, se é tem a possibilidade de estar colocando ali um provisório para as pessoas estar ligando, se ela mudar ali é uma coisa rápida então o Juliano aqui da CPFL ele disse que pode ser, seria possível sim, só para passar para vocês aí entendeu, mas eu abri aqui a palavra para a Maria Rita Queria colocar o seguinte a proposta das bancas como eu falei, é uma proposta que a gente tem que discutir juntos então teve essa possibilidade de vai abrir lateral ou não estava conversando agora com o vereador Salvet eu sei da importância da propaganda e a gente não é que vai impedir a propaganda já falei, pode ser um letreiro em cima pode ser também cronometrado, onde todas as bancas, ao mesmo tempo, elas levantam a história da cidade e viram depois com uma propaganda. Isso não é o problema, mas nós temos que conversar, tem que padronizar essa banca para que vocês tenham uma história ali que é maravilhosa, que deve ser contada. É isso que é a minha preocupação em manter essa linguagem arquitetônica, urbanística, do local que vocês estão, quem são vocês. Mas cabe a vocês, é evidente. O projeto é colocado, mas ele não é imposto. Então, é isso que eu estou aqui colaborando, tentando chegar em um consenso com vocês. Então, deixando e entregando para vocês, o melhor é a minha obrigação. Agora, depois, o que vocês definirem, aí é uma opção de vocês. Mas, se vocês podem ter o melhor, é o que a gente vai tentar chegar nessa possibilidade. Não está sendo impedido absolutamente nada. Deixo aberto aqui para futuras discussões, porque dá tempo de fechar esse projeto como vocês desejam. É isso. Obrigado, Maria Rita. Para vocês verem como é importante o debate nessa casa, e a gente está com todos aqui presente, porque nós chegamos com uma proposta, claro que nós podemos aqui, está marcando eu creio que nós não conseguimos definir hoje, porque depende de um projeto e esse projeto ele tem que ser aqui com arquitetas para desenhar, para entregar para vocês já foi falado aqui sobre a questão das laterais e provavelmente mudar ou fazer uma propaganda estava conversando com a Maria Rita de repente a gente conjugar as duas, usar uma parte sim outra não, então isso a gente, vou levar essa proposta para o pessoal juntar o prefeito para ver se a gente consegue avançar com isso o mais rápido possível para estar passando para vocês permissionários porque vocês também tem pressa já foi aqui também definido aqui que vocês podem sim estar colocando as bancas ali retirando e estão colocando numa lateral, num lugar próximo palavras do presidente aqui, da CETEC num local próximo pra você estar readequando, e temos aqui também o Juliano representando a CPFL, ele diz que se for informado ele consegue também ali fazer um ponto pra tá usando ali provisório, enquanto faz a reforma eu gostaria de deixar o Vinícius falar mas antes de ele falar, eu só quero ouvir uma permissionária, vai que há alguma pergunta pertinente a você, já você já responde. Eu não sou permissionária. Meu nome é Mariana, eu sou assessora da vereadora Guida Calisto. Eu tenho duas perguntas. Uma é em relação ao projeto mesmo, que é, essa questão do projeto, ele está englobando a questão da sustentabilidade que é de valorização dos pedestres, porque eu gostaria de saber se é correto diminuir a calçada em benefício do leito carroçável. E saber se isso vai beneficiar os permissionários, porque diminuindo a calçada, isso pode diminuir o público que atende a eles. A segunda pergunta é, se eu entendi bem, Colocar a ciclovia na calçada é correto, porque a bicicleta é considerada um veículo, né? E é isso. Obrigada. Obrigado você pela pergunta. Falei que a pergunta ia ser pertinente ao secretário Vinícius, ele pode estar respondendo. Seu nome, desculpa. Mariana, primeiramente, nós não estamos diminuindo a calçada. acho que é importante lembrar isso, nós não estamos fazendo obra na calçada de diminuição, nós estamos, na verdade, beneficiando o pedestre, porque hoje nós temos várias coisas no trajeto do pedestre, não vamos ter mais nada, as bancas vão ficar para fora do lado do leito carroçável dos pedestres, então, ali, realmente, onde o pedestre anda, nós não vamos ter mais nada obstruindo a via, A via, no caso, a calçada. Com relação à ciclofaixa, à ciclovia, e é importante dizer que se você andar hoje na região central, tem muitos locais que não têm acessibilidade ainda. E na região ali da Campos Salles, nós vamos fazer toda a acessibilidade, em todas as esquinas. Então, se tem uma pessoa que está sendo beneficiada hoje na obra da Campos Salles, são os pedestres que vão frequentar ali. E a outra coisa que eu acho que é interessante dizer, A ciclofaixa, na verdade, pode ser na rua, a lei permite, tanto que você vai no Taquarau, existe a ciclovia e a ciclofaixa. Nós temos no Taquarau uma ciclofaixa que é na rua, então hoje é permitido, a lei permite você fazer isso. E hoje nós vamos fazer essa ciclofaixa exatamente onde nós estenderíamos a calçada, Então, não vai atrapalhar de forma nenhuma o pedestre e nós vamos também beneficiar o ciclista, que, como você disse, bem lembrado, também é um veículo. Eu acho que eu só queria fazer um comentário da discussão, eu pedi para o vereador Carlinhos se eu pudesse falar um pouquinho. Com relação às bancas, a questão da publicidade, eu pedi para checar lá na Indec, Se a publicidade... tem um comentário que eu gostaria de fazer. Eu acho que essa questão da história da Campos Salles, acho que é muito legal, a história também de vocês. Mas eu acho que a gente poderia, talvez, Maria Rita, não sei o que você acha, colocar nas laterais essa questão. Porque ali na traseira da banca, nós vamos ter uma ciclovia rente, a banca, bem rente, e nós vamos ter veículos. E assim, eu não acho que ninguém vai parar o carro, ou não pode parar a ciclovia, a ciclofaixa ali, para olhar a história, ele não vai conseguir fazer isso. E a legislação, inclusive, de trânsito, não sou eu, gosto sempre de frisar isso, é a legislação, ela fala que se houver alguma publicidade, e eu não sou contra ter publicidade nas laterais, mas se for publicidade na traseira, eu não sou contra ter, mas se for estática, aquela publicidade que é parada, que não é digital, a lei permite a gente fazer isso. A lei no Código de Trânsito Brasileiro. Se for aquela publicidade digital, que fica trocando, aí nós temos que avaliar o tipo de publicidade que ali vai ser feita. Eu não sei como é essa relação com a CETEC, se autoriza as bancas a terem, mas na minha opinião, como agora não estou nem falando como presidente da INDEC, como cidadão, é que a história na traseira, nós não vamos conseguir levar uma pessoa para a traseira da banca. A traseira da banca vai passar uma ciclovia e, logo após a ciclovia, a faixa de rolamento dos veículos. Então, eu acredito que se pudesse deixar a história nas laterais, em uma das laterais, eu acho que seria melhor, na minha opinião. É isso, obrigado. Maria Rita, pode estar respondendo. Como eu falei, foi colocada a proposta, a proposta que seria a ideal, não digo que vai ser aceita por vocês, nós estávamos discutindo aqui o uso lateral da banca, de abrir as laterais, inclusive para vender o produto da banca, e se fecha essa lateral para contar essa história da cidade, pode ser que não seja interessante. Então, acho que nós temos que avaliar, e vocês avaliarem, e o Vinícius falou com muita propriedade da questão da lei, a gente tem que seguir, claro, se não pode virar ali, não digo que vai impedir a pessoa de saber da história quando passa ali, porque quando você olhar esses painéis que são grandes, e ali tem imagens da cidade antiga, antiga, da cidade histórica e vai contando isso pode ser alterado é claro que há uma curiosidade quando a pessoa estiver na banca comprando alguma coisa o QR Code não vai estar atrás ali da foto ela vai estar na banca, então ele clica na banca com o celular e vai saber essa história mas tudo isso é discutido aqui com vocês e eu acho que é importante uma próxima reunião, vocês vão amadurecendo essa proposta e a gente colocar, como o Vinícius e o presidente da CETEC também, avaliando o que é permitido ou não, para que a gente chegue em um consenso e a banca, a única coisa, ela vai ter que ser padronizada. A ideia é que essa banca, à noite, também fique iluminada para não criar ponto cego e insegurança para quem desce a pé. Como a gente está falando desde o início, a proposta dessa requalificação, gente, é trazer público e o cidadão andando com segurança, desde do expedicionário até a Francisco Glicério, quer dizer, a gente tentar se locomover com segurança. Mas eu deixo aqui e me coloco à disposição para discutir com vocês, dentro da CETEC, da INDEC, e estamos em frente. Acho que o importante é o que foi colocado. Obrigado. Gostaria de agradecer aqui a assessora da Guida Caliço, vereadora dessa casa aqui. Com a pergunta, logo em seguida o presidente acabou respondendo a pergunta. E a Maria Rita também deixou uma questão aqui. Eu gostaria de todos os permissionários, se vocês concordassem, a gente tiver uma próxima reunião, mas para definirmos de vez essa questão da Campos Salles. Nós já tivemos um grande avanço aqui, aí o que acontece, nessa próxima reunião nós traríamos todos, todos que fazem parte dessa questão da reforma da Campos Salles, se o Vinícius aí puder vir, Maria Rita, temos aqui o presidente da CETEC, chamar a Carolina Baracá, se possível outros que estejam junto para a gente definir de vez. Porque o que acontece? Hoje nós estamos falando aqui de vocês colocarem a banca, de vocês fazerem a banca, mas nós não temos a definição ainda das bancas. Nós temos o tamanho, mas nós não temos a definição. Como foi dito aqui, pode abrir a lateral? Pode, não pode. Vai ter uma propaganda na traseira? Vai, não, não vai. Então, eu acho que a gente só consegue ter um avanço, até mesmo porque a questão da propaganda é um outro quesito, mas a questão da abertura dela aqui, para a gente já definir, eu acho que é o necessário a gente definir essa questão, né, presidente? porque aí já tem um avanço o vereador Arnaldo Salvetti disse aqui na questão da gente também caminhar nessa questão da das propagandas aí do local de repente numa lateral não sei qual que é o caminho que a gente faria aqui, mas numa próxima reunião a gente trazer aqui pra vocês uma questão assim de encaminhamento pra vocês já tá procurando as empresas aí que vai fazer as barracas pra vocês porque se não, não tem como vocês caminhar com isso se não tem uma definição concorda, presidente? concorda, vereador? eu acho que essa pergunta é uma proposta eu acho que seria interessante, Carlinhos o pessoal do permissão da CETEC até antes dessa reunião também levar uma proposta para o presidente da CETEC e aí encaminha a arquiteta e conjuntamente no dia ela já traz a proposta que é viável junto com a deles Pode ser assim? Eu acho que seria interessante Pode, nós temos aqui vários Inclusive nós temos vários encaminhamentos Que foi passado aqui pelos próprios Permissionários, né? Nós temos aqui Vários encaminhamentos, um é uma questão De a gente discutir Que é um assunto sobre a questão Das laterais das barracas Outra sobre a publicidade E outra, que esse eu acho que Eu creio que o presidente da INDEC Já deixou claro aqui para vocês Como o senhor disse aqui, que está chegando Próximo da barraca do senhor aqui ele já abriu aqui que o senhor pode estar discutindo aí de fazer uma remoção do local que está próximo, o senhor está mais próximo ali, para um outro local até que a obra passe é isso presidente? então, aí é, depois do senhor procurar nós aqui, nós podemos aí fazer a conversa com a CPFL junto com a CETEC, aí a remoção o senhor faz da barra, coloca no lugar próximo teria que ter a concordância, claro da CETEC aqui, para a CETEC ver o local que não vai ter problema, mas aí já fazer a transferência. Obrigado. O engenheiro da INDEC falou para ele sexta-feira que vai começar essa semana já, estou a fazer a vala ali. Aonde ele vai colocar a banca se começar essa semana, essa é a dúvida nossa é, vamos fazer o seguinte eu, até aqui se o vereador também, se o Alvete quiser acompanhar eu vou ver se com o João aqui que está aqui presente, da CETEC e se a gente faz uma visita lá no local, senhor, essa semana ainda, e tenta definir um local ali próximo para estar realocando a banca do senhor, se alguém ali estiver próximo também, a gente já faz uma coisa só, a gente já vai até o local e define alguns locais para vocês que estão colocando até que a obra o João passar aqui porque como está sendo gravada essa frente parlamentar, o João disse que amanhã tem uma reunião às nove às quatorze horas com sardinha lá no local podemos dar uma passada lá e já ver essa questão Então, obrigado, João, pela informação. Vou abrir a palavra para você. Carlinhos, eu queria saber, eu tenho um carrinho de cachorro quente, e é Campos Salles, esquina com a Senador Saraiva. Como vai ficar? Eu vou para Campos Salles também? É Campos Salles com... Esquina Cacenador Saray, eu estou ali na esquina. É, faz parte da Campos Salles, né? É, já foram tirar foto do meu carrinho, tudo, já conversou, mas só que, inclusive, dessa reunião, ninguém tinha me avisado. Eu vim porque fiquei sabendo depois. Qual que é o nome da senhora? Cleusa Lucena. Cleusa Lucena. João? É. Dona Cleusa e seu Antônio a gente conversou e ficou entendido que todos os permissionários da Campos Salles realmente permaneceriam mas eles estão na Senador Saraiva com o Campos Salles, eles fazem parte da Senador Saraiva a priori eles não vão mexer Essa senhora acabou de responder aqui, essa senhora está na Senador Saraiva, então não faz parte até da requalificação da Campos Salles. Então a senhora pode ficar ali na própria Senador Saraiva. Tem mais uma pergunta lá. Olá, não é só para deixar bem claro então a gente vai se reunir para definir se quer as portas abertas ou fechadas e sobre a publicidade para a gente já vir com a decisão certa para todos nós se reunir para a gente definir o que a gente quer é isso? É, eu acho assim, deixa eu explicar para vocês para depois nós não termos o vereador Salvetta presente todos aqui presentes vocês se reúnem para apresentar a proposta de vocês, entendeu? E nós vamos levar a proposta de vocês e defender a proposta de vocês para que seja efetuado, entendeu? Eu não posso aqui garantir que a proposta de vocês é a que vão ser dentro do projeto. A gente pode ter aqui, como o Vinícius disse, a gente tem legislação, às vezes alguma coisa pode ser mudada. Então, a gente não pode garantir que o questionamento de vocês seja encaminhado, mas vamos defender para que a maioria deles aqui sejam encaminhados e sejam defendidos aqui junto à comissão. Então, beleza. Bom dia, tudo bem? Bom dia, Carlinhos. A dúvida é a seguinte, como todo mundo sabe, a gente passou por uma crise financeira mundial. E tem pessoas que trabalham lá com a gente que devem até hoje, como vocês comentaram, o banco que vai ajudar a gente financeiramente, ele vai pegar pessoas que tem restrição no nome? Que acho que algumas pessoas aqui devem ter, não sei, né? É uma pergunta, porque assim, e se eles não puderem ajudar? A gente vai perder a permissão de poder trabalhar? Casu, a permissão de vocês, vocês não tem como perder, né? Nós estamos passando uma proposta aqui de financiamento, eu creio que isso aí é com o banco que vocês vão fazer, não, a gente não tem como avaliar para vocês aqui, porque é todo um critério que existe aí no questão do empréstimo. Nós estamos aqui, inclusive, né, vereador Salvetti, nós vamos conversar ali, nós temos uma reunião, a gente está conversando com, tive uma conversa com o presidente, com o vice-prefeito de Campinas, que é o Mandelê de Almeida, a gente está tentando achar uma outra linha de crédito para vocês, entendeu? Que é via prefeitura, não sei se vamos conseguir, mas estamos tentando esse caminho também de repente, se não tem esse caminho, que a gente falou perder vocês não vão vocês podem fazer direto com as empresas, ou direto com o serralheiro, que vocês vão fazer a barraca de vocês entendeu? Aí hoje nós temos ali, temos as empresas de repente tem o serralheiro, você pode fazer ali direto com ele, ó, vou dar uma entrada, vou pagar tanto e assim vai. Tá, e outra pergunta. Eu já fui atrás disso aí para saber, já até arrumei a pessoa que possa fazer a banca, só que ela me perguntou qual material que era para ser usado. E eu acabei ligando lá, mas acabou não... A pessoa, nem a pessoa sabia me responder, fiquei de ligar para ela e acabei não ligando de novo. Cazu, é assim, a hora que nós definimos aqui o projeto, vocês todos aqui vão receber um croquis do projeto da banca. Então, vai ser passado para vocês, porque como nós dissemos aqui, independente, vocês podem pegar qualquer empresa, qualquer serralheiro, mas desde que seja contemplado no projeto que está apresentado para vocês. Então, a gente vai passar para vocês, aí vocês procuram as empresas, procuram o serralheiro e vai fazendo ali a pesquisa de vocês. Outra pergunta. Aqui no vídeo que vocês passaram, as bancas estão uma do lado da outra. Vai ser igual estar aqui ou cada um só vai mudar de posição para o outro lado da rua só? Não, ali ali é que existem os pontos de ônibus, né? Ali é as bancas, elas vão ser realocadas conforme os locais que vocês estão hoje. Apenas atravessar para o outro lado da rua? Atravessar. Nós temos até uma dificuldade com a sua banca ali, viu, Cazu? O que nós estamos aqui tentando resolver aqui é o presidente acabou passando para a gente aí, no dia, acho que foi o João ou o Mauri Leite que passou, hoje, vocês estão do lado de cá da Campos Salles. Quando vocês passam para o outro lado, de repente, vou pôr aqui específico a sua barraca. Existe uma legislação da própria CETEC, você precisa concordância, todos aqui sabem. Aí, quando você está passando para o lado de lá, tem uma lanchonete bem em frente a sua a sua banquinha e o cara, não dá para descer mais ele ou subir mais ele, ou mudar de local, então é a mesma função porque vocês é o mesmo vende a mesma coisa, o mesmo produto, então de repente você desce aqui, a outra sobe para a gente resolver o problema, entendeu? Então tem isso aí a gente está discutindo sobre essa questão também para não ter problema com os vizinhos da frente, como a moça perguntou aqui, tem a banquinha que de repente ela vende a mesma coisa, eu vou só citar um exemplo aqui, porque a gente conhece todo o pessoal do camelô ali, o super missionário, por exemplo, tem muitas barraquinhas hoje que vende o mesmo equipamento de celular, vende uma capinha, vamos por aqui, um exemplo. E aí tem uma loja de capinha na frente, entendeu? Aí vai ser uma concorrência, às vezes muda um pouquinho, um sobe, um desce com alimentação, o outro põe a capinha mais para cima, para não ter essa questão aí, então deixar bem claro para vocês dessa questão que nós estamos discutindo também. Mais alguém com alguma dúvida? Aqui, olha. Só mais uma, duas perguntinhas. Pelo que eu vi ali, não sei se isso é isso. A cobertura parece que vai ser a captação de energia ou não. Olha, nós ainda não temos essa definição. Está tendo uma conversa com o pessoal para ver se consegue fazer isso. E a outra seria sobre a propaganda seria contando a própria história do próprio permissionário. Seria isso. Também. Só a história do próprio permissionário. Seria isento isso aí. Não teria que contribuir. Há mais? Sobre... Não, é assim, de repente você conta a própria história do próprio permissionário ou a história da cidade. É isso, Maria Reina? Vai ser junto. A história da cidade, dos lojistas, dos permissionários, em todas as bancas nós vamos estar contando essa história. Vocês não têm que pagar nada para ter essa história de vocês, porque isso é uma honra para vocês e para a cidade ter vocês ali e a gente quer saber essa história então ela vai ser contada e eu acho muito interessante usar esse espaço público de caminhada de lazer enfim, de você estar comendo ali alguma coisa e sabendo a história porque nunca a gente sabe disso então eu acho que é uma proposta que soma ao espaço vocês tem um espaço que é isso que é importante vocês entenderem, que é um espaço importante, é um espaço importante, tão importante quanto a loja que está lá na frente. Vocês fazem parte da cidade, são nossos cidadãos que estão ali, que trazem a vida para a cidade. Então, é isso que a gente quer. A gente quer valorizar não só a banca e não ser só aquela conotação, um dia alguém chega e fala, vamos tirar essas coisas aí que é feia, vamos tirar a banca, vamos tirar o permissionário. Não é assim. A cidade é de quem faz a cidade. Eu penso assim. Então, é essa a proposta. E gostaria de ter com vocês esse caminho de não colocar propaganda em tudo e deixar um espaço para contar essa história de vocês. É isso. Mas eu não estou impondo isso. Isso é uma sugestão de projeto. Obrigado, Maria Rita. Obrigado aos permissionários. a Maria Rita é uma grande defensora da cidade de Campinas assim como esteve junto com vários projetos da Grissério também ela participou então ela contribui, deixar bem claro aqui para vocês, que a Maria Rita ela faz o serviço dela apresenta os projetos dela à prefeitura, mas ela é apenas uma colaboradora, ela não ganha para isso, ela não faz nada ela só colabora com a questão da Prefeitura e ela foi chamada para ajudar nessa questão, na discussão da Campos Salles. Então, para deixar aqui para vocês, eu gostaria aqui de ter uma conversa com todos os permissionários, o vereador Salvetti, também aqui, nós podemos marcar uma reunião juntos, onde nós discutimos e apresentamos a proposta junto a Maria Rita, junto a todos que estão aí na parte da requalificação da Campos Salles, para a gente definir o mais rápido possível, porque a obra está andando, entendeu? Nós temos que iniciar e vocês também têm pressa, porque com a revitalização ela chegando, começando, vocês já podem colocar as barracas e vocês já vão participando da requalificação do centro. Tenho certeza, como eu falei para muitos permissionários aqui, me repito, aquilo ali vai ser um local de turismo, muitas pessoas vão passar, vai ficar lindo a Campos Salles, temos a certeza disso, e vocês todos que são aí permissionários vão estar incorporados nesse projeto. Tivemos já aqui, acabamos de falar, Marcelo, sobre a questão da banca do Marcelo ali e a banca também do Pardinho, que ela está lá do lado do fórum, ela não precisará passar para o outro lado, que é uma banca que há pouco tempo participou do projeto, foi feita a revitalização, nós tivemos também, eu pedi para o João e o Mauri junto com o presidente, que também pudesse analisar aquela lá, a primeira lá de cima, da Expedicionário, que é uma banca nova também, de repente, ela não precisar passar por uma reforma, apenas ela adequar, que nós falamos assim, porque as bancas vão ser todas escuras, e a pessoa envelopar com o padrão da Campos Salles. Então, tem toda essa questão. Agora temos umas ali que, infelizmente, nós vamos ter que enquadrar no projeto da Campos Salles. Então, eu creio que nós tivemos um grande avanço aqui. Hoje, nós chegamos aqui com uma proposta, estamos saindo com várias definições para a gente fazer encaminhamento aqui. Então, podemos aqui, depois de passar para vocês uma reunião onde nós colhemos aqui o encaminhamento de vocês, eu, o vereador Salvetti, E levamos aí e defendemos essa questão de vocês, para que vocês tenham um melhor projeto, como a Maria Rita disse, um melhor espaço ali. E dentro de um projeto também que ajude a vocês. Porque nós falamos aqui, como foi dito aqui, passamos por uma pandemia, tivemos aí um período onde as barracas, onde os permissionários tiveram uma dificuldade muito grande. Muitos deles estão endividados ainda. Então, essa questão a gente vem defendendo. Como eu disse aqui, nós temos uma reunião, eu, o vereador Salvetti, o vereador Felipe Marques, o vereador Igor, Diego, Marrom e o Otto, todos os vereadores vamos lá defender uma questão de vocês aqui, para que a gente consiga exentar por esse período da pandemia, quem estiver devendo aí, desse período da pandemia, para a gente sanar essa dívida perante a CETEC. Porque eu sei, se vocês têm uma dívida hoje, isso eu vou colocar aqui para vocês, se vocês têm uma dívida hoje na CETEC, vocês vão lá e renegociam essa dívida, pagam a dívida e pagam mais a permissão da CETEC e agora vai pagar mais a barraquinha, vocês não vão conseguir, vai se enrolar mais ainda, entendeu? E vai virar uma bola de neve e isso nós não queremos. Nós queremos que todos aqui consigam pagar a sua barraquinha, consigam ali levar seu pão para casa e ganhar seu dinheirinho. É isso que nós queremos ali. Nós queremos a requalificação, mas queremos que vocês estejam junto com a gente e estejam tranquilos para fazer essa questão. Como disse aqui, muito bem falado a Camarinha, ninguém está impondo nada para vocês aqui. A única posição que está pedindo aí é que sejam trocadas as barracas pelo padrão que vai ser feito da Campus Sardes. Então, vamos levar essa discussão para que a gente faça o melhor. eu gostaria aqui de começar pelo Juliano para dar as considerações finais aí para a gente terminar essa reunião nossa só parabenizar a casa aqui pela discussão acho que é importante mesmo a gente trazer a público aqui todas as questões da Campos Salles as dúvidas de vocês, ouvir a todos e a gente vai continuar à disposição, a gente vai divulgar um e-mail para vocês que vocês podem utilizar para tirar dúvidas com relação a CPFL, o ponto de ligação como vai funcionar então a gente vai trazer essas informações para vocês agora na sequência também, estou conversando com o Vinícius aqui A gente vai usar a SIC também nessa interlocução com vocês. Então, a gente está à disposição. Parabéns, Carlinhos, todos os vereadores aqui, Vinícius, Henrique, Maria Rita. E contem com a Superféria, porque foi necessário. Obrigado, Juliano. O Juliano disse aqui sobre a SIC. Eu gostaria de lembrar que convidamos aqui o China, o Edivaldo, faz parte da SIC, para estar representando. Mas teve um compromisso, não pôde ver. Então, ficou o convite estendido, mas na próxima ele estará. E eu, antes de eu passar as considerações para o Vinícius, eu tinha esquecido, tem uma pergunta do Marcos aqui, o Kiko, assessor meu, ele quer fazer uma pergunta, uma contribuição, pode fazer. Bom dia, Carlinhos, bom dia a todos. Boa tarde já, né. Carlinhos, muitos moradores ali da Campos Salles estão entrando em contato, inclusive, com o seu gabinete, em relação a como é que vai ficar a saída de carros dos prédios residenciais, sendo que parece que o lado da faixa, o lado esquerdo que vai passar só ônibus como é que vai ficar lá? Hoje eles já tem uma dificuldade em sair com o carro deles do prédio e como é que se no projeto vai contemplar alguma situação de melhorias para eles lá também muitos moradores estão ligando no gabinete perguntando sobre isso Eu vou deixar o Vinícius responder e depois ele dá as considerações dele Oi. Bom, eu acho que essa questão faz parte do dia a dia da cidade de Campinas. Nós temos prédios residenciais em toda a cidade, assim como temos também na Avenida Francisco Glicério, e faz parte do cotidiano da região central, a grande dificuldade de entrada e saída de veículos. e não tem muito o que se fazer, só as pessoas respeitarem os limites de velocidade, respeitar quando um carro estiver saindo, nós podemos ali melhorar a sinalização, mas como eu já disse, toda a sinalização da avenida vai ser refeita, eu espero que as pessoas realmente tenham um pouquinho mais de paciência no trânsito, mas de forma muito clara, nós temos que seguir a lei, e a lei fala isso em toda a cidade de Campinas, nós temos entrada e saída de veículos, em alguns locais nós temos faixas exclusivas de ônibus, em outros locais não, mas em todo momento nós temos veículos andando e circulando na cidade como um todo. Mas estamos à disposição de atender qualquer demanda, se for necessário, fazer algum tipo de sinalização diferente para melhorar essa questão de entrada e saída de veículos. Agora, isso cabe ao prédio fazer a sinalização, se ele quiser colocar alguma sinalização de forma diferente, isso cabe realmente ao privado. Em relação à entrada também, em relação aos carros, porque eles vão estar em uma faixa e a do lado vai ser a faixa dos ônibus. Eles entrando nessa faixa, para entrar para o prédio deles, vai ter alguma coisa, eles vão correr o risco de levar alguma multa, como é que vai ser essa entrada para o prédio também? Porque a lateral lá da esquerda é onde vai passar todos os ônibus, o corredor de ônibus. Então, eles querem saber sobre a entrada deles, como é que vai ser. Sobre isso também, se de repente eles entrarem em um pedaço da linha do ônibus, se eles vão levar alguma multa ou não, como é que vai ser feito isso, se está dentro do projeto também. A preocupação deles é essa. a entrada ela acontece de forma natural hoje já, nós temos duas faixas exclusivas hoje na Avenida Campos Salles então quem vai entrar hoje do lado esquerdo ou direito ele tem que dar seta, entrar na faixa exclusiva e adentrar a sua residência, não vai levar multa porque ele não está andando na faixa exclusiva, ele está entrando no acesso da casa dele ou do imóvel, ou do trabalho, ou do estacionamento inclusive nós temos vários estacionamentos também do lado esquerdo ali e todos eles não vão ser prejudicados em razão da faixa exclusiva que já existe hoje. Então, é só as pessoas, como eu disse. É claro que ele não vai vir andando na faixa exclusiva e entrar no imóvel. Então, isso já acontece hoje e é permitido. Obrigado, Vinícius. Obrigado, Kiko, a esse questionamento, que eu acho que é importante, muitas pessoas estão assistindo aqui, está sendo passado, e as pessoas saberem. Ministro, se quiser já dar as suas considerações finais aí, fique à vontade, já vamos. Bom, eu só queria agradecer mais uma vez ao vereador Carlinhos Camelô por todo o trabalho que tem feito, não só aqui, mas em todas as regiões da cidade, que eu tenho me encontrado diversas vezes com o vereador aí, fazendo demandas na cidade como um todo. agradecer mais uma vez a confiança do prefeito Dário Saad na condução desse projeto, agradecer a todos os vereadores que participaram dessa audiência mas o principal agradecer a vocês permissionários, dizer que eu tive a oportunidade de fazer parte na época da Francisco Glicério e foi da mesma forma a mesma coisa que está acontecendo aqui aconteceu lá as dificuldades são as mesmas mas o ganho é muito positivo para vocês, para a cidade E contem conosco, agradecer mais uma vez a CPFL, a arquiteta Maria Rita também, as empresas de telefonia, ao presidente da CETEC e também a toda a equipe da INDEC que tem participado na condução desse projeto. Estamos à disposição, Carlinhos, você marcando as reuniões, seja aqui ou no local, nós estaremos presentes lá para ajudar o que for possível. Muito obrigado. Obrigado, Vinícius. Passa a palavra agora para Maria Rita. Eu agradeço, Carlinhos, pelo convite de participar aqui com você e com vocês estando aqui nessa casa. Agradecer ao vereador Salvetti, também, o presidente da CETEC, o presidente Vinícius e a CPFL, que é a nossa parceira aí, desde a Glicério até esse momento que a gente está fazendo todo esse enterramento, dessa infraestrutura que eu acho fantástica, vai mudar muito essa avenida, como foi a Glicério. E deixar também aqui aos permissionários, que eu tenho o maior prazer em trabalhar com vocês, eu estou trazendo aqui, eu sou pesquisadora da FAUSP, Faculdade de Arquitetura da USP, em São Paulo, O Lab Cidade, que nós estamos trazendo o nosso trabalho e eu vou estar tendo a honra de participar com vocês e fazendo essa história de vocês se tornar realidade através desse laboratório. Então, quem vai contar essa história vai ser vocês, comigo e com todos aqui, com o Carlinhos, que a gente vai fazer esse andamento nisso. É só, como eu falei, nós estamos somando os projetos para realmente valorizar o cidadão e valorizar a cidade de Campinas e tudo o que acontece aqui. Quem produz a cidade tem que ter vez. Então, para mim é uma honra muito grande estar aqui com vocês e agradeço muito essa oportunidade e vamos em frente. Então, coloco à disposição também, vereador Carlinhos, que é assim, a pessoa que trabalha muito por vocês e que me liga, fala, olha, como que a gente pode fazer para fazer isso acontecer e não pesar para eles, eu não quero que pese para ninguém, por isso que a gente tem que conversar e chegar a um denominador comum. Então, aqui é como eu falei, nós estamos impondo e sim sugerindo, claro, vai ser padronizado as bancas, porque merece, nós estamos requalificando a área, deixa isso claro, tem que ter um padrão, temos que ter essa conversa e chegar em uma solução comum, ok? Então é isso, muito obrigada e vamos seguir. Obrigado, Margarita. Passo agora ao presidente da CETEC, Henrique. inicialmente agradecer o convite para estar participando dessa reunião para a gente estar esclarecendo vários pontos parabenizar também o Vinícius da INDEC que está à frente desse projeto a Maria Rita também parabenizar a participação do vereador Salvetti nessa reunião que trouxe muitas sugestões aqui para a gente fazer os encaminhamentos e reiterar a CETEC está disposta a conversar sobre qualquer tema não tem tema proibido para nós, a gente discute todos os temas que foram aqui abordados a gente vai tentar achar a melhor solução para mitigar todos os problemas dessa reforma dessa requalificação do centro da cidade na discussão do preço público na questão do parcelamento na questão de eventual isenção de dívidas futuras, passadas então assim, a CETEC está disposta a negociar, discutir com todos os agentes políticos com os vereadores, com o prefeito com os permissionários e achar uma melhor solução possível é isso aí Obrigado, presidente passo a palavra ao vereador Arnaldo Salvetti para dar suas considerações Bom, primeiro parabenizar o vereador Carlinhos pela iniciativa de montar essa comissão. Eu acho que é a oportunidade de dar voz aos permissionários, junto com os outros vereadores que fazem parte, para a gente poder, inclusive, achar um caminho que seja um caminho sensato para vocês. Agradecer os funcionários da CETEC que estão aqui, o Jão, a Janaína, o Mauri Lei, em nome deles, todos os funcionários, o presidente da CETEC, que está aqui também, sempre ouvindo e ajudando a achar o caminho correto para poder ter aí um caminho que a gente favoreça também, não só a CETEC. Eu sei que a CETEC, fui presidente da CETEC, sei que a CETEC tem problemas com dificuldade financeira, porque a questão do Covid também afetou a CETEC, a gente sabe o que acontece, mas os permissionários são os que sustentam ali uma parte da CETEC e tem que ser olhado com olhos diferentes. porque, querendo ou não, vocês são os clientes da CETEC. Mas, eu tenho certeza que o Henrique vai continuar fazendo um trabalho, e continua fazendo um trabalho sensato, lógico que mais técnico do que político, porque a gente sempre quer achar um caminho, né, que sempre favoreça as pessoas, mas tem a questão da lei, que tem que ser cumprida. Agradecer ao Vinícius, que sempre está presente também, um secretário presente, um secretário que acompanha os vereadores, um dos poucos. Agradecer o Júlio da CPFL, agradecer ele também estar presente, a nossa querida arquiteta, que já vem lá de trás, trabalhando com a gente desde a época do Mercadão, trabalhando para poder sempre manter a história da nossa cidade, que a gente tanto gosta. E, para encerrar, agradecer a todos os funcionários aqui da Câmara que dão esse suporte para a gente estar aqui discutindo com vocês para poder levar também através da TV Câmara essa informação para outros promissionários. Muito obrigado, obrigado Carlinhos, parabéns mais uma vez pela iniciativa. Obrigado a todos. Eu gostaria aqui de, só para finalizar, falar que esse debate Maria Rita falando aqui, foi muito importante acabamos tendo alguns esclarecimentos vamos fazer alguns encaminhamentos para estar ajudando então acho que é isso, é passar clareza e defender aqui o espaço de cada um, defender a opinião de cada um e chegar em um denominador onde fique bom para todos que a Campos Salles ganhe, que a cidade de Campinas ganhe e que vocês ganhem também possa trabalhar, então agradeço a todos os permissionários aqui presentes Agradeço aqui por ter aceitado o convite o Juliano, da CPFL, o Vinícius, da ENDEC, que está sempre aqui junto com a gente, fizemos visita já na Expedicionário, Maria Rita, que está sempre aqui disposta a estar apresentando, ajudando, contribuindo pela cidade de Campinas, ao presidente da CETEC, Henrique, que está aqui, a gente fala que está sempre aqui ouvindo tanto as críticas como o posicionamento, mas está sempre firme aqui defendendo as questões e disposto também a estar ajudando. Ao vereador Arnaldo Salvetti, que tem contribuído também nessa questão do centro da cidade, tem colocado suas opiniões. ao Orlando aqui da Canova, que depois vocês vão poder estar conversando tanto com a Canova como também com a Rubi, vocês podem estar aí discutindo, não só com eles, mas com outros também que podem estar fazendo a manga de vocês e a todos que tiveram presente aqui, representando a CETEC o João, o Mauri Lei, a Janaína e a assessora da Guida Caliço, que contribuiu aqui, e também a todos o pessoal aqui da da minha assessoria que teve junto e o pessoal da TV Câmara. Então, gente, obrigado por você estar presente aqui, por fazer esse debate. Vamos marcar uma nova reunião. Que Deus abençoe a todos. Declaro encerrada essa comissão. Legenda Adriana Zanotto Encerrada a segunda reunião da Frente Parlamentar sobre a revitalização do centro de Campinas a gente conversa com o presidente dessa frente, o vereador Carlinhos Camilo, vereador muitas demandas apresentadas hoje, o senhor inclusive já se comprometeu com duas coisas, uma próxima reunião e também visitar em loco as bancas lá da Campos Salles. Fala um pouquinho dessa produtividade de hoje com tantas coisas, tantas dúvidas também que foram tiradas nesse encontro. Boa tarde, Mirna. Eu falo que essa comissão é importantíssima, que temos aqui presente não só os permissionários, mas todos os órgãos que estão participando dessa requalificação do centro da cidade. E eu falo assim que a gente tem que ver com eles aqui, defender e apresentar proposta, porque aqui ficou vago. Não sabemos quando os permissionários vão poder trabalhar, até quando, de que maneira vai ser as barracas e de que forma vai ser colocada. Então, nós estamos aqui para esclarecer isso e ajudar, não só os permissionários, mas também todos que estão lá presentes. Inclusive a gente percebeu que há aí uma positividade para adequações que precisarem ser feitas nesse primeiro projeto que foi apresentado. Sim, com certeza. De primeiro momento foi apresentado um projeto, mas também se abriu aqui a necessidade de deixar aqui para as pessoas contribuírem e mudar esse projeto. Então vereadora, a gente aguarda aí uma próxima reunião e também as notícias de como foi essa visita, as bancas, essa conversa ali com os permissionários da Campo Sábio Obrigado Mirna, vamos estar posicionando sim Tá certo então, e assim a gente encerra a nossa transmissão, lembrando que hoje às duas horas da tarde acontece aqui no plenário também a segunda reunião da Comissão Permanente de Direitos Humanos e você acompanha ao vivo aqui pela TV Câmara Notícia. Nós temos ainda daqui a pouquinho o Jornal Câmara Notícia. Uma boa tarde. TV Câmara, Campinas.
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