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Mas muita gente não tem tempo para aproveitar. E quando os sonhos mudam, quando os planos não saem como imaginávamos, será que amadurecer é realizar os sonhos da infância ou aprender a sonhar diferente? Hoje nós vamos conversar sobre isso. Sonhos de infância, realizações, perspectivas, frustrações. Participe com a gente. O WhatsApp tá na tela. Conte para nós aí. Vamos lá. Qual sonho de infância você realizou ou ainda espera realizar? Conta pra gente. O WhatsApp tá aí, manda sua mensagem. Nossa produção também apóstolos aguardando a sua participação. 199729377. Enquanto você manda sua mensagem, a gente atualiza algumas informações e daqui a pouquinho nós vamos apresentar as nossas convidadas do programa de hoje. Elas já estão conosco aqui no estúdio e nós vamos conversar sobre sonhos e realizações. Vamos falar de infância. E também vamos falar da vida adulta, do aqui e do agora. Gente, olha, a Câmara Municipal de Campinas convida você para participar da consulta pública sobre a lei orçamentária anual, Aloa. Até o dia 23 de agosto, você pode apresentar sugestões e demandas do seu dia a dia. As contribuição as contribuições, perdão, serão tabuladas e irão subsidiar o relatório final para a elaboração do orçamento do município. Para participar você pode acessar o site da Câmara de Campinas. O link para consulta está disponível no site. Os resultados serão apresentados no dia 29 de agosto, sábado, às 10 da manhã, durante a audiência pública queá será realizada no plenarinho da Câmara, com transmissão ao vivo pelos canais de comunicação da Câmara, tá? Sua contribuição é importante para o planejamento do orçamento da nossa cidade. Então participe, é só acessar o site da Câmara de Campinas. E olha a atenção, o EJA oferece oportunidades para jovens e adultos aqui na cidade com alfabetização e ensino básico a partir dos 15 anos. Você que não estudou ou não conseguiu concluir os estudos, esse programa é oferecido pela FUMEC, tá? As aulas acontecem de segunda a sexta, em horários variados, em 78 salas distribuídas pela cidade. As matrículas estão abertas durante todo o ano e podem ser feitas nas unidades da Fumec ou diretamente nas salas de aula. Então, para se matricular é necessário apresentar documento de identificação e comprovante de residência. A FUMEC oferece material escolar, passe, uniforme, lanche, livros e óculos quando necessário. Mais informações e endereços. site do EJA Campinas. Gente, que oportunidade maravilhosa. Eh, aí você fala assim: "Ah, já passei do tempo". Quem disse para você volta paraa sala de aula. Bora que bora estudar. Vamos eh movimentar essa mente aí. Aproveite essa oportunidade da EJA de Campinas, tá bom? Previsão do tempo para hoje. Vamos ver como é que nós temos aí o tempo nesta quinta-feira. Sol entre nuvens durante o dia, períodos parcialmente nublados, mínima 15, máxima de 31. Então já sabemos, né? Máxima de 31º no termômetro, mas 33 aí sensação térmica, vai fazer calor à tarde. Eh, apesar de estarmos no inverno, né? Bora que bora aguentar aí esse dia de 31º e muita água. Vamos nos hidratar. pega sua garrafinha, enche ela e vem com a gente, porque o Estúdio Câmara está ao vivo para você e vamos falar dos nossos sonhos, das nossas realizações, aquele sonho de infância, né? Os sonhos eh durante a infância eles parecem simples e possíveis. Quando você fala para uma criança: "Que que você vai ser quando crescer?" Ele fala: "Você é jogador de futebol, você médico, professor, artista, né?" Mas, gente, a vida raramente consegue exatamente o roteiro que a gente planeja. Claro, mudanças de carreira, desafios financeiros, relacionamentos que terminam, perdas, novas oportunidades, faz com que muita gente precise redesenhar os próprios objetivos ao longo do caminho. Especialistas explicam que amadurecer não se não significa abandonar os sonhos, mas aprender a adaptar expectativas à realidade sem perder o sentido da vida. E a gente vai conversar hoje sobre isso, né? é um tema muito presente na experiência humana e por isso nós convidamos duas pessoas bem especiais para conversar com a gente. Eu quero dar bom dia para Tatiana AD, ela é psicopedagoga, nossa prof do programa de hoje. Seja bem-vinda. Bom dia. Obrigada, viu? Agora, para completar o nosso time, nós temos uma professora psicopedagoga e, claro que a gente precisa de uma psicóloga. Então, para isso, nós damos as boas-vindas a Giovana Desan, seja muito bem-vinda. Bom dia. Obrigada. Bom dia. Vamos lá, gente. Vamos conversar. Sonhos, objetivos e realizações. Bom, Tatiana, quando nós somos crianças, o tempo parece infinito, né? Os sonhos não encontram limites. O que que acontece no desenvolvimento humano para que a vida adulta passe a ser marcada por prazos, cobranças e sensações constantes? como é que você, como professora psicopedagoga, você que acompanha, né, eh, o crescimento dessa turma e todo mundo tem sonhos, mas os sonhos começam lá na infância, né? Eh, como é que isso se se eh como é que isso representa pra gente quando nós estamos já na vida adulta? É, crescer é inevitável, né? Como você disse, nós enquanto crianças temos sonhos. Às vezes você pergunta pra criança: "O que você quer ser quando crescer?" Quero ser um astronauta, um jogador de futebol, um médico. E nós vamos crescendo, amadurecendo e entendendo que nem sempre aquilo que nós imaginávamos, que nós gostaríamos de ser, vai ser viável, vai ser possível por diversas situações. Às vezes o rumo que a vida toma, questões financeiras, mudança de sonhos, de objetivos, de metas, né? Situações que são inevitáveis. Então, o crescimento é inevitável, mas o amadurecer precisa acompanhar esse crescimento. E amadurecer é entender justamente, será que esse sonho ainda é viável? Será que vale a pena correr atrás dele ou não? Tudo bem eu traçar uma nova rota, eu tenho um novo objetivo e esse amadurecimento ele também é uma escolha. Eu preciso querer pensar de uma nova forma, de uma nova perspectiva. Excelente. Eu me lembro que quando eu era criança, eu queria ser jogadora de vôlei, né? Daí eu falei: "Você jogadora de vôlei para sempre". Aí eu treinei, joguei vôlei e tal e hoje eu sou jornalista, mas quando eu vejo uma quadra, ah, me jogo, entende? Então assim, aquele sonho ficou em mim, mas é algo que eu gosto muito de fazer, mas virei o jornalista porque isso faz sentido pra minha vida hoje. E é assim que acontece. A gente precisa adaptar, fazer as nossas mudanças de rota. Agora, na parte da psicologia, Geovana, muitas pessoas dizem que hoje tem mais recursos financeiros do que na juventude, né? Na infância a gente depende dos pais. Na juventude pode ser que você trabalhe, mas quando você é adulto, você com certeza tem mais recursos financeiros. Só que daí o tempo a gente não tem. Por que que essa sensação tem se tornado algo tão comum? E por que que ela gera às vezes uma frustração, uma ansiedade? O que que a gente não consegue administrar psicologicamente que a gente ainda tem essa sensação? Poxa vida, hoje eu tenho um recurso para adquirir aquilo que eu queria na infância, seja um curso, seja algo, mas eu não tenho tempo para fazer. Uhum. É, eu acho que às vezes a gente tem que pensar em como essas frustrações aparecem, porque frustrações fazem parte da vida, é uma parte normal, a gente se depara com isso todos os dias e as frustrações são necessárias pra gente conseguir crescer, amadurecer, né, enfrentar os desafios. Então, quando a gente pensa também na parte social, nas expectativas que nós colocamos em nós mesmos e que as outras pessoas também colocam, a gente tem que ter eh isso alinhado internamente. Então, se antes eu não tinha essa condição, hoje eu tenho, mas talvez eu não tenha esse tempo hábil, o que que eu posso fazer com essa vontade? O que é possível dentro da minha vida hoje em dia, né? Então acho que quando a gente vai explorando tudo isso, fica mais real, a gente consegue trazer pro pro concreto, né, aquilo que a gente consegue realmente executar no nosso dia a dia, porque acho que desde a infância nós temos muitas expectativas, nós sonhamos com muitas coisas, né? E às vezes as expectativas nem vêm de nós mesmos, podem vir dos nossos pais, das pessoas que nos acompanham. Então, quando a gente cresce, se depara com o mundo, a gente também vai se deparar com opiniões diferentes, né, com as limitações socialmente dizendo, né, do trabalho, do dia a dia. Então, acho que tudo isso é muito importante também para pensar como a gente pode alinhar essas expectativas, esses ideais ao que realmente é importante pra gente e o que é possível. Excelente, né? A frase que resume bem esse conflito moderno. Ontem eu tinha tempo e não tinha dinheiro. Hoje eu tenho dinheiro e não tenho tempo. Essa inversão acaba ajudando a explicar boa parte das nossas angústias, das nossas frustrações. Mas a gente precisa fazer como a nossa psicóloga disse, né? eh recalcular a rota vivendo aqui agora e colocar na balança a importância, né, de todas as situações. Agora, falando da importância, Tatiana, você que é psicopedagoga, eh, a gente tá falando de criança, né, porque os sonhos começam lá na infância, estamos falando de realizações, estamos falando de frustrações também. Então, eh, vamos lá pra infância. Qual que é a importância do brincar, da imaginação, do tempo livre na construção dos sonhos dessa criança? Excelente pergunta. A infância, o brincar, o viver o mundo de faz de conta, vai oferecer para essa criança ferramentas para que ela perceba o que ela gosta mesmo, o que ela quer. Então, por exemplo, quando nós vemos crianças brincando que são bombeiros, que são médicos, que são motoristas de caminhão e eles adoram brincar dessas coisas, né? às vezes brincando de casinha, de cuidar de um bebê, eles estão vivenciando papéis, eles estão vivenciando situações que podem sim ir ali direcionando gostos, percepções e isso pode prevalecer até a vida adulta. Uhum. Então, o brincar de faz de conta é importante, é preciso que a criança brinque, que ela entre nesse universo e ela mesma vai começar a perceber, olha, isso daqui é legal, eu gosto de experimentar isso, de vivenciar isso. E isso pode direcionar mesmo o futuro dessa criança. Eu amava brincar de escolinha, de ser professora. Tive momentos na minha vida onde eu quis, não quero ser médica, quero ser outra coisa, mas acabei voltando ali porque era a minha brincadeira favorita. Olha só que show, né, gente? Muito bom. Agora, quando um sonho de infância não se realiza, tem algumas pessoas que conseguem seguir em frente, né? Enquanto outras carregam a sensação de fracasso por muitos anos. Gente, nem sempre a vida segue o roteiro que a gente imagina. E aprender a lidar com as frustrações faz parte do amadurecimento emocional. Agora eu pergunto pra nossa psicóloga, a gente vê hoje crianças e adolescentes com agendas cheias de cursos, esportes, compromissos na sua avaliação psicológica. A gente tá diminuindo o espaço para que essas crianças sonhem livremente e desenvolvam a criatividade por conta do nosso tempo, né? De repente a gente tá fazendo aí algo que é inconsciente, mas a gente precisava de atenção. Eh, nós estamos correndo, as crianças precisam de atenção e a gente coloca elas e na agenda super cheia. Isso tem uma consequência? Isso faz parte da vida moderna? Qual a avaliação psicológica sobre isso? Eh, achei essa essa colocação muito importante porque a gente vive eh em um movimento que acompanha a sociedade, né? Então, hoje a sociedade é muito acelerada, tem muitos recursos, mas também tem muitos estímulos. Eh, acho que essa colocação também complementa a questão do brincar e do sonhar, porque quando as crianças não têm espaço para isso, elas também podem não desenvolver algumas coisas, se frustrar com mais facilidade, né? Então, ter dificuldade para encarar as questões do dia a dia, eh, então pros pais, né, os cuidadores, as pessoas de referência, é muito importante levar isso em consideração pro desenvolvimento saudável da criança, assim. Uhum. Muito bem. Você sabe que tem uma pressão social para que a felicidade esteja sempre associada a conquistas profissionais, financeiras. Eu não sei quem colocou isso em cheque, em pauta, mas a gente traz isso, é algo meio cultural e durante muito tempo eh se acredita que a felicidade é cumprir metas, né, eh eh etapas. E será que é isso mesmo? Eu pergunto para pra Tatiana, qual que é o impacto emocional e pedagógico quando um adulto decide retomar um hobby da infância, né? Porque a gente tá cumprindo meta, cumprindo meta, cumprindo meta. Daí de repente você para, fala: "Pera aí, eu quando criança eu gostava de pintar, eu gostava de tocar um violão, eu gostava de praticar um esporte, né? Eh, eh, isso tem um impacto na nossa vida adulta? Qual que é a importância disso?" Porque de repente você tinha um sonho e você até iniciou isso, igual no meu caso, eu queria jogar vôlei, eu joguei vôlei, sabe? Participei de campeonatos, mas eu precisei parar porque eu precisei definir, recalcular a minha rota, né? Mas em algum momento da vida, se eu puder voltar para uma quadra, isso me traz um conforto emocional, uma sensação gostosa. E eu vou contar um negócio para vocês. A cabeça pensa que eu sou a menina lá, aquela jovem, mas o corpo já não responde, daí dá um problema muito sério. Mas qual que é a importância da gente, de repente reativar esse modo e trazer pra nossa vida adulta? Ruben, eu acho que isso eh fortalece a nossa identidade. Por quê? Hoje em dia, e eu acho que a Giovana depois pode até falar sobre isso, a sociedade acaba imputando em nós que nós somos aquilo que nós fazemos e não. Ah, o o que nós somos não se resume à nossa ação profissional. Então, eu não sou apenas uma psicopedagoga, você não é apenas uma jornalista, né? Quando você retoma algo que você tinha prazer em fazer, jogar vôlei, pintar, tocar o instrumento, cantar, você tá tá colocando para fora de novo a sua essência, aquilo que você é, os seus gostos, aquilo que te dá prazer. Então, eu acho que isso reforça o fato de que a nossa identidade vai muito além daquilo que eu exerço profissionalmente. Eu não posso ser resumida a isso, né? Então, você resgata sonhos. Ah, tudo bem, não deu para eu virar uma atleta do voleibol, mas quando eu tenho oportunidade de jogar, de me divertir, eu tô lá. Uhum. Ai, não deu para eu virar de repente uma eh uma cantora profissional, mas quando eu tenho a chance de estar ali no grupo com amigos numa roda no caroqu, eu vou cantar. Isso traz alegria, isso traz, né, um preenchimento para nós. Então, é muito importante que a gente esteja sempre trazendo de volta aquilo que eu gostava de fazer, que eu sonhava em fazer, que me dava prazer em fazer e que eu posso fazer hoje de forma mais lúdica, né, de uma forma não profissional. É verdade, né? Eh, a psicologia eh traz aí pra gente algo de eh relevante, eu acho, né, nessa nesse eh o poder voltar a viver um momento que foi especial para você e aí você traz algo de bom. Eu acho que dá uma sensação boa, não é? Uhum. Sim, com certeza. Até porque quando a gente tá falando de sonhos, normalmente as pessoas vão muito para metas e objetivos. E na verdade não é sobre isso. A gente tá falando de desejos, daquilo que que faz a gente feliz de verdade, né? Então, poder revisitar quem quem a gente foi um dia, né? entender que tudo isso existe dentro de nós, que somos seres integrados nisso tudo, também é muito importante pra gente poder revisitar a nossa essência, entender o que faz sentido, porque não é porque a gente não conseguiu atingir um sonho, um objetivo claramente durante a nossa vida, que esse sonho não possa se transformar em outra coisa que também faz sentido e que também vai somar nas nossas experiências. Muito bem. Você queria ser o quê quando crescer? Essa é a pergunta. O que que você quer ser quando crescer? Nossa, você lembra? Eu acho que quando eu era criança, eu queria ser detetive. Ai, que legal. E até faz muito sentido, né? Porque pensando como psicologia, nossa, sempre essa curiosidade sobre as pessoas assim. Então, acho que sempre foi muito alinhado. Muito bom. Eh, é interessante porque na minha adolescência eu assistia muitos programas médicos, plantão médico, aquela coisa toda. Sim. E eu queria porque queria viver naquele ambiente, aquela adrenalina, né? Só que quando você assiste um programa, por exemplo, aquilo é tudo muito romantizado. E eu fui fazer um colégio técnico de enfermagem, fui trabalhar um ano em um hospital no Multei Adulto e eu falei: "Meu Deus, o que eu estou fazendo aqui? Não tem nada a ver com aquilo que eu imaginei, não é isso que eu quero. Sim. Então, às vezes, essa questão de amadurecer, de você entender, pera aí, será que eu queria isso mesmo? Não é bem assim, né? E você, como você disse, eh, eu me permitir sonhar outras coisas, ah, tudo bem, não era aquilo que eu imaginava, tá tudo bem, tá tudo bem eu ir por outro caminho, eu me permitir sonhar outras coisas, né? É verdade. E no nosso tema aqui, a gente fala da das pessoas conquistarem a estabilidade financeira, porque é algo que, né, se pretenda-se que seja natural, você é criança, daí você vai estudar, daí você vai crescer, você vai trabalhar. Só que daí quando a gente fala de sonhos e realizações, eh, às vezes a pessoa ela ela conquistou essa estabilidade, mas mesmo assim ela sente aquele vazio emocional, né? né? Como é que a psicologia explica essa essa sensação? Conquistar objetivos é importante, mas a realização pessoal envolve muito mais que acumular resultados, patrimônios, né? E aí como é que a gente trabalha com isso, com esse vazio que algumas pessoas sentem por hoje ter estabilidade, ter recalculado a rota, mas ainda sente um vazio. Uhum. É, o vazio, ele sempre vai existir em nós, seres humanos, né? Porque a gente conquista alguma coisa e tá sempre querendo outra logo em seguida. Mas quando a gente fala desse vazio que vai mais na existência, né, junto a essa frustração, a gente tem que fazer um exercício de olhar para trás mesmo, quais eram as nossas expectativas, né, de onde vieram essas expectativas e por que eu não tô conseguindo alcançar essa realização? Será que o lugar que eu tô hoje, as escolhas que eu estou fazendo realmente me fazem feliz, né? Será que isso realmente faz sentido? Está alinhado à pessoa que eu sou hoje? Eh, então assim, acho que são muitas questões, essa não é uma pergunta fácil e de resposta muito simples, mas sempre fazer esse exercício de olhar para trás, né? Conseguir eh rever a sua história e entender o que que fazia sentido antes para você, o que não faz mais, o que você acha que você precisa para alcançar essa felicidade de algum jeito. E muitas pessoas não vão ter essa resposta. É verdade. Cada um tem uma história. Nós somos seres únicos, não é? E tem histórias boas, histórias não tão boas, a gente precisa aprender a ressignificar todas elas, eh, recalcular a rota, mas até chegar nesse nível de ressignificação, de resiliência, é um caminho, né, um caminho de autoentimento, às vezes não é legal, vai doer e cada um tem o seu momento, né? Então, a gente só eh eh fala para você que é importante de repente você fazer, né, um um raio X, né? visitar e colocar tudo na sua caixinha e entender que tudo vale a pena. Até as frustrações elas ensinam a gente, né? Agora, quando a gente fala das crianças, Tatiana, a gente precisa, de repente aprender a ajudar essas crianças, né, a desenvolver essa flexibilidade, porque a gente tá falando das frustrações. Então, a criança vai ter sonho e aí ela começa a alimentar esse sonho. É, é interessante a gente injetar nesse sonho dessa criança a possibilidade de mudança, de recalcular rota, de frustração, como é que a escola, os cuidadores, eh a rede de apoio deve se comportar diante desse sonho gostoso que a gente tem quando, somos crianças. Eh, eu acho que nós, enquanto educadores e pais, aqueles que estão cuidando dessa criança, é muito importante que nós incentivemos essas crianças, sim, porém sempre mostrando para eles a possibilidade do plano B, do plano C. Quando eu trabalhava com educação socioemocional, eu costumava falar isso pros meus alunos: "Gente, tudo bem que você quer o plano A, mas abre o seu coração pro plano B e pro plano C também, porque às vezes o A não vai não vai dar certo". E às vezes não é por incompetência da pessoa e tal, às vezes situações adversas, coisas que fogem do nosso controle impedem que eu atinja aquele objetivo. Então eu acho que trabalhar a questão da flexibilidade cognitiva, da criança entender que ela pode desejar algo, mas que tudo bem se aquilo não der certo e ela pode ir por outro caminho também. Isso vem desde a infância, isso é muito importante. E assim, a frustração faz parte. Uhum. permitir que a criança se frustre. Tá tudo bem, tá tudo bem chorar, tá tudo bem ficar triste porque algo não deu, não deu certo naquele momento. Eu acho que a gente precisa colher esse sentimento, permitir que ele seja vivenciado e depois mostrar que existem outras possibilidades. Uhum. É, e acho que também saber que um amadurecimento, um desenvolvimento saudável, eh, a frustração faz parte desse caminho. Na psicologia, né, principalmente na psicanálise, a gente entende que as crianças elas precisam passar pelo processo de frustração para entrar em contato com o mundo, porque quando os bebês nascem, né, as crianças são pequenas, tudo é relacionado a elas, né, elas não sabem que o mundo existe como é. Então também para as pessoas adultas, né, e no desenvolvimento conseguirem enfrentar as adversidades do dia, a gente precisa que isso seja apresentado de alguma forma. E aí é realmente de uma forma cuidadosa, né, que flexibilize essas oportunidades e essas possibilidades, porque muitas vezes os pais querem impor coisas aos filhos, né? Então eu fui médico, você vai ser médica, eu fui, sei lá, né? Qualquer outra profissão que a gente possa pensar. E isso pode ser muito frustrante, né? Então assim, pensar quais caminhos os cuidadores vão seguir, né? Como que se deu esse desenvolvimento, porque tem tudo a ver com a pessoa que essa criança vai se tornar no futuro também. É verdade. Agora eu pergunto para você de casa, o que você queria ser quando crescer? O que você quer ser quando crescer, né? Essa era a pergunta que a gente viia quando criança. Então, eh eh o que que você queria ser quando você crescesse e hoje você se vê adulto, hã tá de acordo com o seu sonho, o que que você fez com aquele sonho? Você esqueceu ele? Você se frustrou porque você não conseguiu realizar, né? Eh, é importante a gente, de repente trazer isso de uma forma gostosa, tá gente? não trazer de uma forma que cause eh impacto, que eh eh vá nos eh trazer assim aquela sensação ruim, não é? E aí vem a resiliência, né? E a gente fala muito sobre resiliência, né, gente? Só que a gente precisa entender o que que é isso. Então eu pergunto pra nossa psicóloga o que esse conceito de resiliência que é é frequente frequentemente citado quando a gente principalmente fala sobre as mudanças de rota, sobre eh as frustrações, né? O que significa realmente ser resiliente? É você conseguir enfrentar essas adversidades, né? Entender que a frustração ela vai aparecer, mas o que que a gente consegue tirar dessa situação, né? A partir disso, quais caminhos a gente consegue seguir? E a resiliência eh não significa que não vão ter desafios, que você não vai passar por dificuldades. Eh, acho que as pessoas também têm alguns ideais sobre essas noções de resiliência, né? Eh, de força, mas não é sobre isso, né? Essencialmente a gente tá falando de dar conta, né? Dentro daquilo que que você é capaz. Muito bem. Agora, eh, no ambiente escolar, nossa psicopedagoga, como é que é a sua visão referente aos sonhos, né? Porque eu acho que deve ser cheio de sonhos no ambiente em que você trabalha, convive. Sim. Mas sabe o que é mais interessante? Quando você pergunta para uma criança lá no início do ano: "E aí, o que que você quer ser quando crescer?" E ele te traz uma resposta. Uhum. A maioria delas no fim do ano já, quando você pergunta de novo, ele já mudou. Então você vê que a criança ela tem essa flexibilidade, ele tem vários sonhos, ele deseja várias coisas e se a gente conseguir manter isso ao longo da vida, agora assim, queria apontuar uma coisa, não existe idade, né? Às vezes nós vemos aí notícias de homens e mulheres que com seus 40, 50, 60 anos foram correr atrás de uma formação, de algo que eles desejavam, uma faculdade. Então, às vezes ainda dá tempo, né? Dependendo do sonho, ainda dá tempo. Entra a questão da resiliência, de eu entender que talvez não seja tão simples, mas não quer dizer que vai ser impossível eu ainda correr atrás de sonhos que eu tinha. Olha aí que maravilhoso, né? É importante a gente recalcular a rota, eh, ter a vontade, né? A gente precisa de ter atitude, tomar atitude, de repente para ter um sonho. Eu, poxa, eu posso, né? Eu posso sonhar, posso conquistar. E sempre há um momento de de você realizar o seu sonho. A gente precisa de ter a atitude. Agora, 8:38, eh, a infância. Eu quero perguntar para você o seguinte, a infância ela nos ensina, né, o que que nessa nesse nosso tema de hoje, sonhos, objetivos e realizações, o que que a infância pode trazer para nós adultos, né? O que que a vivência com as crianças traz para nós adultos? Acho que você já respondeu metade dessa pergunta, mas eu gostaria que você completasse pra gente. Eh, esse ano eu tô com uma turma do prédio 5 anos e eu tenho aprendido tanto com eles, tanto com eles. E uma das coisas que eu acho que que os adultos perdem um pouco e a gente tem que retomar é a alegria com pequenas coisas. Uau, muito bom. O, a criança ela se alegra com pequenas coisas. E às vezes nós vamos ficando adultos e vamos deixando a gratidão um pouquinho de lado. A gente passa a ver o copo mais meio vazio do que meio cheio e a criança não. Então assim, uma brincadeira que você faz na roda, você entrega ali uma massinha, aquela massinha vira tudo, vira um meio de transporte, um avião, o prato favorito, um brinquedo, um boneco. Então essa criatividade, essa alegria com pequenas coisas, eu acredito que nós adultos precisamos retomar e isso é uma coisa que vem da criança. Se alegrar com a pequena conquista, se alegrar com pequenas coisas, a gente precisa retomar isso para nós. Uau, verdade. A gente esqueceu disso, né, nossa psicóloga. A vida é tão corrida que a gente esquece de celebrar as pequenas vitórias. pr gente a psicologia nos ensina e a importância eh essa celebração de coisas pequenas durante o nosso dia. Imagina você, a gente conseguiu acordar, nós levantamos, daí tem gente vai falar assim: "Ah, positividade tóxica". Não, gente, pera aí, né? Nós estamos, ó, eu tô aqui no meu trabalho, né? Que bom que eu estou trabalhando, que bom que eu consegui chegar aqui. Então, qual que é a importância da gente eh pra vida adulta conquistar eh celebrar, perdão, essas pequenas vitórias no dia a dia? Isso causa um impacto no nosso emocional também. Com certeza. Acho que quando a gente olha pr as coisas que a gente constrói, né, quem nós somos hoje, comparado a quem nós éramos no passado e todas as coisas, as pequenas coisas fazem muita diferença se forem colocadas juntas, né? Então é é isso, é isso que que ela tava dizendo, né? A criança ela tem esse potencial criativo que quando nós somos adultos, a gente acha que perdeu, mas não. Isso tá dentro de nós em algum lugar. conseguir também olhar para tudo isso é muito importante. Muito bem, sonhos, objetivos, realizações. E para quem tá assistindo o programa hoje, sente que a rotina engoliu seus projetos. É o que a gente tá falando aqui, né? Eh, qual que seria o primeiro passo para recuperar assim esse esse propósito, né? H, a rotina faz isso, gente. E a gente precisa, de repente, parar e dar uma respirada e voltar pro aqui, pro agora. Mas como é que faz isso? O que que a psicologia traz dessa importância da gente, de repente recuperar, né, o nosso nosso propósito e e não se deixar levar eh por essa correria que a gente vive, essa vida tão frenética. Uhum. Acho que pensar em coisas que fazem essa conexão de você com você mesmo, né? Acho que umas coisas, uma das coisas que eu falo pros meus pacientes é que se eles querem tentar algo novo, é também revisitar aquilo que é importante para eles. Então, ah, sei lá, gosto de escrever, gosto de pintar, gosto de fazer alguma atividade que faz muito tempo que eu não revisito e quando essa pessoa entra em contato com isso de novo, ela lembra, aquilo dá um novo sentido. Muito bem. É isso, gente. Nossa, eu me lembro que eu queria, jogava vôlei, então eu queria uma joelheira, né? Uma joelheira, gente. Custava tão caro, mas tão caro, porque eu era uma menina, então eu não trabalhava ainda. E aí para mim custava caro demais. E aí pedi pra mãe, né? Ai, poxa vida, Rúbia, tem outras coisas mais importantes. E hoje eu vou lá olhar uma joelheira, eu consigo comprar uma joelheira, só que eu não tenho tempo de ir pra quadra, você entendeu? Mas tá tudo bem. E quando eu posso é magnífico, gente. Eu me teletransporto para aquele momento tão maravilhoso da minha infância e da minha adolescência que eu vivi. Então eu convido você hoje a, de repente fazer eh eh esse movimento, lembrar de coisas que você fazia na infância, que era seu sonho. De repente, você aprendeu a tocar violão, né? Na minha época, nossa, todo mundo tinha que ir pro violão e eu morri, olha a ideia, eu morria de vergonha de sair com o violão nas costas para aprender a tocar violão. Eu aprendi também. Então, eh, são coisas que se a gente traz pra gente hoje, de repente vai fazer um um algo tão bom para você, né, que é importante viver essa experiência. Agora 8:43, a produção tá me avisando aqui, a gente tem algumas perguntas, então vamos conversar com você que tá aí do outro lado, sim, responder a sua pergunta, de repente a sua dúvida, tem aí eh uma experiência para trazer pra gente, fique à vontade. Produção, tá com WhatsApp aberto, tá? 19978293776. Olha aí o Lucas Henrique Alves do Taquaral. Meu filho muda o tempo todo. O que diz que quer ser quando crescer? É melhor incentivar cada nova ideia ou ajudá-la a começar ajudá-lo a começar a definir um caminho? Bom, vamos lá. Então, o que que a psicologia diz sobre isso? já que a nossa psicopedagoga já trouxe a uma visão daí sobre acho que sempre vale o incentivo à experimentação. Quando a criança ela é criança, ela quer explorar novos ambientes, novos mundos e acho que isso sem incentivado é muito saudável. Se você perceber que aos poucos isso vai se alinhando a alguma ideia, aí esse incentivo mais focado vale muito a pena. É, e pelo jeito aqui faz parte da criança, né? Porque a a Tade passou pra gente que as crianças no início do ano letivo têm sonho de ser, né, alguma coisa e depois no final do ano já quer ser outra, né? Tade faz parte. Exatamente. Faz parte. Faz parte. Permita que ele passe por tudo isso, que ele experimente essas vivências lá pro final da adolescência, isso começa a tomar uma definição. Uhum. Muito bem. Vamos lá. Mais uma pergunta. Pode, pode colocar na tela pra gente, produção, por favor. Hoje a gente tá falando de sonhos, objetivos, realizações, frustrações também. Por que não? Porque as frustrações fazem parte da vida, né? Eh, planos, recomeços. É muito bom a gente falar sobre isso. Olha só, a Juliana tem aí um depoimento, né? Juliana Carvalho do Cambuí. Eu já conquistei coisas que queria muito e pouco tempo depois comecei a desejar outra coisa. Uhum. Por que algumas conquistas parecem perder a importância tão rápido? O que que a psicopedagogia traz pra gente sobre sobre essa questão? A gente sempre quer mais, né? Isso tem a ver com o vazio, né? Que nós citamos, conversamos. Parece que nós sempre estamos precisando de algo. E dentro da educação socio-emocional, a gente procura trabalhar isso voltando paraa gratidão. Então eu preciso olhar para trás, trazer a minha memória aquilo que me dá esperança. Então, aquilo que eu já conquistei, aquilo que eu já eh consegui realizar e e procurar ter um sentimento de gratidão. Por exemplo, você que é muito um carro novo, você consegue o carro novo, você compra no primeiro mês, nossa, você nem respira dentro do carro, aquela coisa, passam-se alguns meses, seis meses, anos, você já começa, ah, é, então assim, a gente precisa manter a gratidão. Poxa, olha que conquista legal que eu tive aqui. Nossa, como isso foi bom, como isso foi importante. Manter um sentimento de gratidão, eu acho que nos ajuda a não cair tanto nessa, ai, pronto, já tô querendo outra coisa, sabe? É. E como que a gente faz, Giovana, para manter esse sentimento de gratidão? A gente precisa trabalhar isso ou gratidão, quem tem tem, quem não tem não tem? Não. É totalmente possível a gente trabalhar isso. A terapia é um dos espaços que a gente faz isso, não somente a gratidão, mas qual o significado disso para você, né? Então, acho que todas essas coisas a gente consegue trabalhar aos poucos, entender quais os símbolos internamente disso para cada um, né? e entender esse vazio também de alguma forma. E esse negócio de conquistar, igual a Juliana tá dizendo, né? Conquistei eh coisas que queria para mim muito tempo, muito eh pouco tempo depois, perdão, comecei a desejar outra coisa. Isso faz parte do nosso, né, nosso dia a dia. O ser humano ele é assim, né? Sim, com certeza. Todo mundo é assim, todo mundo sente esse vazio. Eh, as pessoas querem mais, né? a cada passo da de conquistas e coisas novas, a gente deseja outras coisas. Então, é importante também olhar para esses desejos. É, é legal desejar, é legal eh você estar sempre eh querendo um desafio, algo novo, né? Mas alinhado a isso, o sentimento de gratidão. Aí de repente pode ser que as coisas se equilibrem, né? mais claras para você de que você já fez tanta, mas tanta coisa maravilhosa e tudo bem, você vai continuar seguindo e vai continuar fazendo, mas que sim, tudo que você fez eh até aqui tem um valor imensurável na sua vida. você precisa ter esse esse sentimento que isso faz bem pro nosso desenvolvimento e de repente até quem acredita em energia aí de repente até seja algo que vai impulsionar a conquista do seu novo sonho, né? Pare para analisar sobre isso. 8:48, mais uma pergunta. Vamos lá para ver quem tá conosco. Rafael Mendes do Bom Fim. Bom, tem gente que muda de carreira, sente vergonha de parecer que está começando do zero. Uau! Porque recomeçar ainda é visto por algumas pessoas como retrocesso. É esse negócio de recomeço. Tem gente que eh eh entende de uma forma e tem gente que entende de outra. E quando a gente vai recomeçar, seja de carreira, seja de tudo na vida, o recomeço, pra gente começar algo novo, a gente tem que encerrar. Então a gente vai sim começar do zero, né? E aí a por ainda é visto como um retrocesso para algumas pessoas? Você acha isso? Eu acho que isso é uma influência totalmente social, assim, porque hoje em dia as pessoas têm uma ideia de que tudo precisa ser muito pronto, muito bem estruturado e que recomeços quase não tem espaço e lugar na sociedade que a gente vive. Então, recomeços são necessários, né? Isso faz parte da vida e tá tudo bem passar por eles. Eh, o tempo todo recomeçar necessário. Me lembrei de Victor Frankel, um Uhum. Ele era um psiquiatra austríaco que no período da guerra foi para um campo de concentração. A sua esposa estava grávida, os seus pais, se irmão, cada um foi para um e no fim apenas ele sobreviveu. E ele fala muito sobre isso. Você precisa aprender, recomeçar, ressignificar algumas coisas. Isso não é um retrocesso. Eu vejo isso como um ato de coragem. Sim. E às vezes é na vida adulta que você vai ter a condição financeira necessária e às vezes os filhos já se casaram, já foram embora e você vai ter o tempo para voltar a realizar um sonho que você tinha e que por algum momento naquela época não deu certo. Então eu vejo isso como um ato de coragem mesmo, né? Eh, você recomeçar, tá tudo bem. Exatamente, né? E para recomeçar, sim, vai ter que terminar algo e vai doer, sim, né? Porque todo fim significa eh o rompimento e de repente vem até com um luto, porque quando a gente fala de luto, a gente não tá falando só de morte, não é, Giovana? Sim, com certeza. Essa é uma informação extremamente necessária e importante, porque se a gente parar para pensar, nós estamos passando por lutos durante toda a nossa vida, seja o luto de o término de uma relação, de eh perder o emprego, começar uma nova carreira, olhar para quem a gente era antes e quem a gente é hoje também é um luto. Então o luto faz parte da nossa vida. Aprender a elaborar, processar e ressignificar isso também é essencial. Exatamente. E vai doer, gente, vai. Só que você vai recalcular a rota e você vai começar do zero. Sim, mas tem jeito, viu? Te garanto. É sobre isso. Tem jeito. É só a gente querer que a gente consegue. É desafiador, claro que é, mas é importante. De repente você muda até a forma como que você enxerga, né, a as situações da vida. Agora 8:51. Bom, a gente tá quase encerrando o programa. Hoje nós entendemos que a vida nem sempre segue o caminho imaginado na infância e tá tudo bem, né? Crescer também significa adaptar planos, rever expectativas e descobrir novos sentidos para a própria trajetória. Os sonhos eles mudam por quê? Porque a gente muda. E muitas vezes a realização não está em chegar exatamente naquele destino que a gente planejou, mas em continuar caminhando com propósito, com esperança e com muita gratidão. Gente, a gratidão a gente precisa exercer. Hoje, no final do dia, eu convido você para fazer aí um um uma experiência, né, para fazer um movimento. Eh, pontue as coisas boas que aconteceu no seu dia, né? Tenha gratidão pelas pequenas vitórias. Quantas vitórias você terá até o fim do dia hoje? Será? Dá para pontuar? Será que dá, Geovana? Dá, com certeza. é só ir observando o que vai acontecendo no seu dia, eh, olhando para as pequenas coisas, não deixando de lado quem você é. Excelente. Bom, eu gostaria de agradecer você pela audiência, pela companhia e a gente vai para as considerações finais. nas considerações finais, eu gostaria que vocês, eh, a, a Giovana e a Tati, deixassem uma mensagem para as pessoas que estão assistindo o programa de tudo que nós falamos hoje aqui. A gente falou de sonhos, de objetivos, de realizações, de frustrações e lembrar que tudo começa lá na infância e que tá tudo bem a gente recalcular a rota. Eu quero agradecer demais a participação de vocês duas aqui. Acredito que a gente entregou aí um conteúdo bem interessante. Vale a pena rever no YouTube já. você pode eh repassar paraas pessoas que que fazem parte aí eh do seu ciclo de amizades, do seu da sua rede de apoio. É bem importante falar sobre isso. Então, Tati, quero agradecer a sua participação. Muito obrigada pela sua presença e por compartilhar com a gente eh momentos bem especiais que faz parte da nossa vida. Eu que agradeço. Obrigada. E vamos deixar então uma mensagem pro pessoal de casa referente a tudo que a gente falou hoje. Eh, não desista de sonhar, mas tenha o seu coração aberto para mudanças de planos, para mudanças de objetivos, para mudanças de rotas, né? E não existe idade. Não existe idade. Então, se hoje você já é um adulto, mas percebe que tem condições de reviver, de retomar algo que você sonhou lá na infância, por que não, né? Vai atrás. corre atrás, sempre há tempo, né? Maravilhosa. Obrigada pela sua participação e a gente agradece demais também a participação da nossa psicóloga, né, Geovana? Obrigada pela sua participação, pela presença. Agradeço pelo compartilhar de conhecimentos, né? Aí o que que a psicologia deixa para quem tá assistindo o programa hoje, para quem vai de repente fazer o cálculo das pequenas vitórias, para quem pegou o sonho lá da infância e de repente vai colocar em prática hoje no final do dia. Eu acho que respeitar o seu próprio tempo, né? Cada pessoa tem tem uma disponibilidade interna, tem um tempo que é muito individual, não coloque as expectativas das outras pessoas à frente das suas e consiga observar como isso se alinha a sua vida hoje em dia. Muito bem, obrigada pela sua participação, viu? Eu agradeço. Nossa, gente, que programa legal. Olha só, agradecemos a sua audiência, a sua companhia. Eh, eu quero te convidar paraa próxima edição do estúdio Câmara, porque nós vamos falar sobre envelhecimento e vitalidade. Bom, a gente tá vivendo mais do que nunca, né? Então, será que a gente tá envelhecendo com qualidade de vida? Você se olha no espelho e você percebe que você tá envelhecendo, né? Então, mas e a qualidade de vida fica como? Mas o que que é a qualidade de vida? A gente vai discutir como preservar a autonomia, a saúde física, a capacidade cognitiva e o bem-estar emocional. ao longo dos anos, né? Você que eh 40 mais, 50 mais, 60 mais, se olha no espelho assim, você fala: "Poxa a vida, tô envelhecendo". É algo assim bem bem delicado. Às vezes frustra, às vezes dá uma animada, às vezes você fica feliz. É aquela aquele negócio que nós falamos no programa de hoje, a gratidão, né? Se você olhar para trás e ver tudo que você conseguiu e aí olhar paraa frente e e ver tudo que você ainda pode conquistar, mas você precisa de ter saúde para isso, saúde física e emocional. E é sobre isso que a gente conversa amanhã, a partir das 8 da manhã em mais uma edição do estúdio Câmara. Eu quero convidar você eh para continuar na programação da TV Câmara Campinas. A nossa equipe trabalha sempre com muita responsabilidade, profissionalismo, para trazer para você eh a melhor notícia, melhor entretenimento. Fique com a gente. Ao meio-dia nós temos Câmara Notícia trazendo informações do legislativo e aqui da cidade. E a programação da TV Câmara Campinas segue para você que tá aí do outro lado. Um grande abraço, uma ótima quinta-feira. Fique bem. Vamos eh comemorar as pequenas vitórias diárias e até amanhã, a partir das 8 da manhã ao vivo, se Deus quiser, aqui na TV Câmara Campinas. Beijo grande, gente. Se cuide. Ciao. Ciao. o presidente da comissão de Conch.