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e aí e aí [Música] o olá para você que está ligado no direto da universidade na tela aqui da tv câmara campinas olha só os alunos do curso de jornalismo da puc-campinas fizeram um trabalho que mostra o impacto do lixo na vida das tartarugas marinhas no litoral norte de são paulo olha aí ó e aí [Aplausos] [Música] e aí e aí e aí e aí e aí e aí e aí e aí e aí e aí [Música] e aí [Música] e aí e aí e aí e aí e entre os animais que estão sendo impactados pelo resido plástico nos oceanos a gente tem né as tartarugas as tartarugas são os animais que a gente fala da forma carismática e choca você vê um animal daquele porte entre agindo com o plástico e por vezes ele sendo levado a obra a tartaruga tá na terra quase 200 milhões de anos é uma espécie muito resistente em algum momento o ser humano quase levou essa espécie à extinção da pelos assim como qualquer outra espécie dentro do reino animal ou vegetal dentro da natureza ela culpa um papel dentro de uma complexa teia alimentar então ela serve de alimento para muitas espécies e elas se alimentam de outras nos pés e quando você tira qualquer espécie decido sic dessa teia você vai causar um desequilíbrio de alguma forma o que a gente mais costuma encontrar de resíduos na desistência das tartarugas infelizmente é o plástico ele é o grande campeão porque as tartarugas comem o pagamento pequenos então tu acha que ele vai se decompondo ele fica em fragmentos pequenos na flor da água e isso facilita bastante a ingestão das tartarugas marinhas o cenário do lixo é um dos piores para a gente conseguir reabilitar as tartarugas por quê porque elas demoram muito tempo até encalhar e chegar aqui no nosso centro de reabilitação então nós ficam muito tempo no mar elas gastando toda energia toda reserva que elas tinham e quando elas tiram aqui onde eu estou em quadros muito crônicos né é muitas vezes estão há meses sem comer então elas acabam tendo lesões como exposição óssea e isso acaba deixando ela se possíveis a várias reflexões assim ó e em muitas vezes você encontrou já tartaruga morta e aí é muito sério porque você imaginar uma tartaruga morta no plano na água por ela ser um animal avidamente orgânico ela começa a se decompor né então ela vai se decompondo o outro organismo você alimentando da no oceano e aí aquele plástico o que acabou levando a óbito ou contribuindo para que ela morresse ele se desprende da casa dela e ficar livre no centro novamente para fazer outras vítimas que o plástico material que demora centenas de anos né para se degradar e ele não abriu de agradável gente se encontrado principalmente dentro do trato digestivo das tartarugas durante a a embalagem de plástico flexível saquinhos sacolinhas de supermercado embalagens de biscoito de balanças de embalagens de modo geral e plástico flexível e o outro item bastante comum são pequenos fragmentos de plástico de quer coisa brilhante exposição à televisão pode ser o liquidificador e que vai para numa área e acaba se fragmentando e picantes pedaço já trabalhou reforma e e aí e aí se eu tiver colheu 6700 animais da praia tanto vivos quanto mostra a grande maioria motos desses animais mais da metade são tartarugas marinhas e quando a gente olha os animais mortos que a gente deve ter o senhor a gente chega à conclusão que dezessete por cento deles ingeriram isso e aí o primeiro é o assistente associado ela começa a comer comer comer com ela falou para perder barriga chega na verdade ela tá cheia de plástico isso não vai nutre ela inicialmente depois de um tempo quando o plástico já tá lá no meu intestino dela no estômago ele começa a se abrir a mucosa do intestino então ele é causa o que ele chama de uma instrução ele não deixa mais nada passar lá então por mais que ela continue comendo alimentação normal dela esse plástico ele já impactou ele já fez o trânsito intestinal parar então ela para de se alimentar ela começa a desidratar o organismo começa a puxar água que tem lá restante esse plástico ele vai ficando endurecido junto com as fezes e ele causa uma obstrução total do fluxo digestivo então ela para experimentar e ela morre de cacto ia por e segue mais comer por isso que demora tanto para ela morrer aí olá você sabia que o lixo é descartado aqui em são paulo ele acaba chegando no litoral e às vezes ou muitas vezes acaba virando alimentos uma tartaruga não sabia que eu estava aquela só ali da praia e das duas horas não não há na realidade eu não tô sabendo que está acontecendo atualmente no brasil só por fora isso daí sabia disso e sejam sabe que eu sou formado em biologia e a gente tem acesso a esse conhecimento mas muita gente da população mensagem que o final completo eu sempre comento que uma pessoa que está no interior do país que jogam plástico em qualquer lugar na rua esse plástico ou com as chuvas vai ser levados um rio do rio vai ser carregado tomar mais cedo ou mais tarde vai chegar no mato e mais cedo ou mais tarde ele vai vir alimento para uma tá calor que vai comer esse passo que pode vir a hora que [Aplausos] é aquela região é o me matar porque eu não tava preso no saco enorme japonês que esse saco de arroz tipo assim identificado onde era a gente está querendo jogar dois dois ou três dias vamos lá sentar e zé paulo né e aí na operação de quase 40 minutos a gente conseguiu e vou falar delicadamente o saco plástico não é o sábado na verdade não sabe industrial hoje à noite que a gente viu que tava tela da sofia gente pode filha eu tive um caso aqui curioso de uma de uma etiqueta de um medicamento que a gente encontrou de uma homeopatia que tinha o nome da pessoa e a cidade que era no interior do oeste paulista a gente fala assim puxa uma que as etiqueta foi parar dentro da tartaruga tartaruga comeu etiqueta ela pode ter comido de fato pode ser uma turista do oeste paulista que veio para ubatuba e jogou o lixo no lugar errado ou pode ser um lixo que ele jogou lá no oeste paulista esse caiu na bacia do rio tietê foi para o paraná e até sair na foz do rio da prata é igual a gente ir lá pode ter sido comido para lá tartaruga aqui é migratória que a mesma tartaruga de ubatuba é que vai para argentina e uruguai que tem de lá para cá em suas mesas dá para ver já é demonstraram que todo o material que alcance dos mares a gente tem oitenta por cento desse material que vem pela cidade e vinte por cento que vêm de embarcações e plataformas de petróleo e de outro mas a maior parte disso que chega a uma ar ep vinda pelos rios pelos copos da águas né então pequenos córregos rios de médio e grande porte e esses o cortam grandes cidades grandes municípios esses grandes municípios que não têm gerenciamento né por exemplo de resíduos sólidos né então só você olhar pelo chão e suas necessidades de material que você vai ver então com dar uma chuva isso é o que o ero nada o sistema de drenagem urbana todo sistema de drenagem urbana ele acaba sendo na jogo lançado para algum rio e esse rio fatalmente corre para o mar em algum momento [Música] e aí e aí [Música] e a uma das coisas que eu sempre bato uma relação à preservação ambiental ea conservação ambiental que eu tô achando que é muito pouco o que as pessoas andam fazendo principalmente as ongs e as pessoas vão as fundações mais responsáveis por estar cuidando dessa parte de preservação essa parte de manguezal e aonde eu dou bastante importância é também e muito porque eu nasci dentro do manguezal o manguezal e exerce uma função ecológica permanente fundamental para a saúde dos oceanos né é um ambiente por seu encontro de águas na área de estuários de água salobra água doce com água salgada é ali é uma posição de continente muito grande e os manguezais são áreas historicamente marginalizados né pela sociedade sociedade entende pouco do manguezal pelo seu ambiente é que tem um cheiro forte seu ambiente é uma disso então os manguezais nesse fator importante para a reprodução da vida né que habita no oceano e aí ó tem bastante disso ó tem mais lixo lá tem males fim cipalmente o lixo de fica nas encostas aqui ó então isso aqui galera isso aqui ó nós estamos vendo e a gente vai tentar levar depois agora você de imagino isso aqui fibra dentro do ambiente marítimo ii e aqui galera é aonde bate o coração onde bate todo o órgão vital do mar i e aí e aí [Música] e aí um nicho alguma coisa muito muito grávida foi que por exemplo tem muito lixo no mar quando vem muito arrasto a gente costuma tirar bastante cristo do mar obviamente não é bem o necessário está fazendo né porque na verdade todo esse lixo que chega no mar ele tem ele tem da onde tá saindo ele tá saindo de lá em nossas casas então não é simplesmente pegar uma embarcação com essa e sai um trabalho de limpeza de máquina não não é a gente tem que trabalhar lá no foco onde ele está saindo falando de solucionar o problema da mudança climática que é algo muito distante a gente tá falando gente de lixo não está sendo reciclado ou de um lixo excessivo que não está sendo condicionado de uma forma diferente ou seja todos nós já sabemos a solução basta ação né e eu acho que é por aí e fica me como é que a gente vai fazer que as pessoas tomem ações né como é que fazer que as pessoas saiam fazendo ações ou entendo o melhor o consumo é através de uma de uma comunicação e ativa o mesmo comunicação de engajamento a gente realiza coleta de lixo na verdade há muitos e muitos anos é como uma forma mesmo que está sensibilizando as pessoas por essa questão porque quando você abaixa pega o lixo na praia quando uma criança descobre o que que acontece quando ela joga aquele papel de bala ou qualquer coisa assim e depois ela tem essa ação de recolher o lixo da praia a gente acredita que isso fixa que isso sensibiliza e torna a pessoa mais consciente do dia a dia dela desde dentro de casa até quando ela tá na rua tem inclusive relação ao consumo de [Música] [Música] é só escutou se todo o meu trabalho é voltado para pesquisa de materiais descartados então basicamente eu sou um cheiro que faz artes é o caso dessa escultura ela foi feita com 212 349 se eu não me engano 212 438 canudos parece muito quando a gente fala 212 mil canudos mas só uma rede ele faz food a mais conhecida aqui no brasil ela descarta a cerca de um milhão e 600 mil calorias por dia então a gente tá falando que só essa rede de fast-food ela com quase certo escultura dessas do lixo por dia e e aí e é que o canudinho virou aí o né para alguns o vilão é mas para a grande maioria na verdade ele é uma porta de comunicação é com as pessoas no sentido de tentar reduzir a quantidade de plástico que nós usamos né então ele não é mais ou menos pernicioso que qualquer outro grupo de plástico eu acho que primeiro que o canudinho já é pequeno eu acho que deveria existir estudos maiores para poder fazer a preservação maior quer dizer com canudinho é muito fácil cada dia muito fácil é muito uma coisa muito pequena não é que o canudo ele seria mais prejudicial e especificamente para as tartarugas mas é que quando você fala de canudinho e você falar de um momento de desapego da nossa parte é mais fácil você começar por coisas mais simples em termos de hábito então eu vou deixar de usar canudinho porque eu posso o direto no copo né então ela é uma porta de entrada para uma conversa sobre nós mudarmos um pouco os nossos atos principalmente no que diz respeito ao descarte do plástico então esse seu é o principal ponto não é só a questão de parar de se fabricar que nós o problema as pessoas também tem que se concientizar porque lixo não vai parar sozinho no rio as pessoas tem que ter um pouco mais educação e tratar o lixo quando ela tá na rua da mulher ela trata na casa dela a questão é só de parar de fabricar edinho parar de ser porco na verdade eu acho sim lixo vai diminuir não vai diminuir infelizmente não vai dormir porque as pessoas ganham dinheiro para isso não é simplesmente pegar vai coletando lixo não né coletar lixo coletar lixo não vai mudar nada nem tem que trabalhar em cima das pessoas que tá consciência do ser humano o nosso dia a dia eu tenho que cada vez mais é informar as pessoas chamadas e elas tá importância da natureza da importância da conservação e principalmente começar a chamar atenção do ser humano para que a gente começa a cuidar e preservar para garantir as próximas gerações o ser humano durante muito tempo ele maltratou os oceanos a gente fez o estrago muito grande a gente está no processo de cuidado que a gente é estragou diria né pintam poder chamar atenção das pessoas para a tartaruga para que elas criam carinho para que elas tenham uma um amor por aquele animal eu acho que é super simbólicos que a tartaruga marinha para mim ela representa a vida oceânica é muito fácil você mostrar o que um ser humano tá causando por meio ambiente quando você tem um exemplo uma tartaruga marinha porque ela chama atenção as pessoas sabem que elas são fragen estão próximos as contagens ao meio ambiente todos nós temos que serão responsáveis por aquilo que a gente o meio ambiente porque quando nós vamos embora dessa vida esse plástico todos que a gente dispensou vão permanecer aqui para toda eternidade esse é uma é o grande movimento de consciência de que o plástico uma vez plástico ele vai ter plástico para sempre por isso é importante a gente controlar aquilo que a gente tem um some e controlar aquilo que a gente diz casa porque não existe fora quando a gente joga uma coisa no lixo a gente só tá movimentando e trocar uma coisa de lugar o youtube podemos fazer em qualquer coisa para ajudar antes de você morrer faz alguma coisa pelo mar aquando da água ela cana mas a viagem nos engana os mares só aprende movem a cada dia uma situação que angustiar em alguns mares avançam sobre a terra outros viram deserto da agonia que o cercam oceanos e mares já não conseguem regenerar os animais e vegetais estão sumindo sem parar apesar dessa dramática situação dos poucos sensibiliza a mídia ea população a não fazer qualquer coisa para ajudar antes de você mover faça alguma coisa pelo mar a foto da água é bacana mas amizade nos engana os maridos sofrem e morrem a cada dia uma situação que ando espiar o que poderemos fazer qualquer coisa para ajudar antes de você morrer faz alguma coisa pele fumar e agora bacana mas o mar storyboard dia uma situação que angustiar mais do que protestos precisamos de belos gestos os bons são a maioria passamos uma vitória a cada dia é [Música] e aí