E aí [Música] a TV Câmara Campinas o Olá bom dia damos início à programação ao vivo aqui da TV Câmara Campinas só você de casa muito obrigada pela companhia e audiência A partir de agora você vai acompanhar o debate público que vai falar sobre o trabalho doméstico entre passado e futuro desemprego e precariedade do trabalho doméstico Essa época de pandemia Quem Vai comandar esse debate é a vereadora guiga Calisto E lembrando que você de casa também pode participar enviando perguntas e sugestões é só acessar o site campinas.sp.gov. Br também bem facinho Enviar um WhatsApp para o número 19978 29 3.776 você acompanha aqui pela TV Câmara e também por meio das nossas redes sociais Lembrando que por causa da pandemia vai ser tudo online essa discussão então fica com a gente até o final E aí [Música] Olá bom dia a todas todos iniciamos agora mais o debate Público aqui organizado pelo nosso mandato resolver e adorar de da Calisto aqui de Campinas e nós estamos fazendo esse debate público com o tema trabalho doméstico em passado e futuro desemprego e precariedade do trabalho doméstico na pandemia para esse debate nós convidamos duas companheiras valorosas a Luiza Batista que é presidenta da Federação Nacional das trabalhadoras domésticas fenatrad e também convidamos a companheira Domingas Aparecida Cardoso que é diretora executiva do sindicato das trabalhadoras domésticas de Campinas e região eu quero agradecer já né a participação dessas duas companheiras antes eu quero dizer também e esse debate é transmitido né pela TV Câmara mas também pela pela página né do Facebook e também no YouTube é nossas debatedoras ter um tempo inicial para fazer as suas falas E aí assim que der um tempinho se vocês quiserem fazer alguma pergunta uma questão é só acessar os canais aqui para conversar com a gente né para garantir a participação de todos e todas vocês podem fazer as questões pela pelo e-mail comunicacã
[email protected] leg.br eu vou repetir o e-mail para fazer perguntas em intervenções enfim é comunicacã
[email protected] leg o Dr oleg é LG tá de legislativo ou então você pode também fazer perguntas intervenções em ti pelo WhatsApp tá que é o 19978 29 3.776 9.782 9776 assim que vocês forem as questões a gente vai recebendo aqui e na hora que as nossas debatedoras der um tempinho a gente passa que as perguntas e elas respondem tá bom antes de eu passar para as debatedoras aqui para gente debater sobre esse importante tema E agradecendo né mais uma vida participação dela eu quero agradecer também em nome da Érica Do cerimonial da Câmara Municipal Quero agradecer todos os funcionários da câmara do da TV Câmara que nos auxilia para que se debate possa ser transmitir Esse é um tema de extrema importância para nós né Para nós que Assumimos um debate o mandato Popular o mandato que de voz as lutas populares as lutas das trabalhadoras dos trabalhadores então a gente quer debater com a sociedade o que que é o trabalho doméstico né o que quis Quais são as lutas dessa dessas mulheres porque a maioria é são tão mulheres que estão enfrentando aqui enfrentam há muito tempo né dentro é ocupando esse espaço do trabalho doméstico nós temos aqui duas companheiras que militam nessa área que fazem essa eu quero abrir o debate né Falando sobre as perspectivas aí do que foi do que tem sido a luta de vocês vou convidar então a Luiza Batista essa luz é quiser se apresentar e iniciar sua fala aí fique à vontade viu Oi bom dia a todos e todas né bom dia primeiro eu quero agradecer também ao convite feito pela vereadora vida Calisto para mim é muito importante para a Federação para a categoria A gente está nesses espaços de debate né falando do trabalho doméstico Então bom dia a todos e todas e assim o iniciando a minha fala em questão do trabalho doméstico a gente vem nesse momento de pandemia nunca a nossa luta teve tão forte tão presente na vida das trabalhadoras domésticas porque eu comecei a trabalhar aos 9 anos de idade então eu sou uma trabalhadora doméstica Só que eu estou aposentada Graças a Deus eu já tenho 65 anos não é justo que eu trabalhei que tive meus direitos respeitados né Graças a Deus e a consciência de quem e me deu um emprego por 26 anos hoje eu estou aposentada então isso me permite está na luta para garantir que os direitos conquistados com tanto sacrifício com tanto é O João tá dedicação né Por aquelas companheiras que vem de longas datas garantir que esse direito hoje seja respeitado a gente tem uma história de luta muito bonita nossos passos vêm de longe eu não cheguei a conhecer a dona laudelina de Campos Melo né que ao falecer deixou a casa aí em Campinas para ser a sede do sindicato de Campinas você é uma história muito bonita dele por toda a vida dela a luta né A Luta pelos pelas pessoas menos favorecidas aí em especial a categoria que ela representou também e depois disso que eram tantas outras né que foi me dando continuidade a esse trabalho e hoje eu estou é a frente da fenatrad não foi fácil para mim SUS e beber uma pessoa como Creuza Maria Oliveira esteve à frente das entrada por três mandatos que foi no nos mandatos dela onde vieram as maiores conquistas né eu falei 11.324 assinada pelo presidente Lula a lei Aliás já a emenda constitucional a convenção 189 todas essas conquistas resultou no que nós temos hoje é antes trabalhadora doméstica lá atrás quando foi concebida CLP na década de 40 nós ficamos de fora e nem direito a carteira assinada a gente tenha a gente teve direito a carteira assinada no período muito difícil que faz sentava né que foi no período da ditadura militar 1972/1973 facebook 99 Gol Então essa luta toda a chave a gente faz um pouco desse Resgate vereadora porque você é graças a essa luta aqui hoje nós podemos dizer que temos FGTS nós temos seguro-desemprego e nós temos uma jornada de trabalho estabelecida por lei que o em e não pode mais descontar alimentação nem moradia no caso da trabalhadora doméstica pernoitar no local de trabalho então a gente faz esse Resgate Para quem esteja nos ouvindo nesse momento saiba e não foi fácil é 85 anos de luta a primeira associação de trabalhadoras domésticas foi Acho que na cidade de Santos né Depois foi veio de Campinas e aí a luta foi se expandindo de forma tímida vier então a década de 60 os movimentos feministas começou a se estruturar se organizar e o movimento negro que já apoiava a dona laudelina Então essas essas lutas essas conquistas Como costumo dizer ninguém faz uma luta dessa sozinha nem sozinho então é preciso que a gente tem as parcerias e tem os movimentos sociais Depois teve em 1988 nós conseguimos alguns direitos que até então a gente só tinha carteira assinada e aí Vieram também a Luta pelos outros direitos e em 1988 o principal a principal conquista foi o direito de se organizar em sindicatos Sindicato de Campinas a companheira dominios vai poder falar mas aqui o sindicato de Pernambuco né Eu moro aqui no bairro de Dois Unidos em Recife e o sindicato de Pernambuco tem 32 anos de fundação no dia cinco de novembro 2020 essa luta sempre ou e aos nós temos o que temos mas nesse momento de pandemia E aí a gente viu que a pandemia escancarou coisas que a gente já não acreditava que estivesse superado claro nós não somos ingênuos de acreditar por exemplo e o trabalho análogo à escravidão no trabalho doméstico estava superado está vestindo não está a pandemia veio trazer essa essa Sarah né Aos Olhos da mídia da sociedade e só o ano passado foram quatro casos de trabalhadores que foram resgatados em condições análogas à escravidão e casos rumorosos e aí a gente sempre né todas as dirigentes a nossa luta sempre foi para reconhecer o valor social do trabalho doméstico sempre foi para trazer ao conhecimento da sociedade a importância que temos mesmo sendo a o nosso trabalho sendo executado as mulheres negras os analfabetos ou semi-alfabetizados mas o nosso trabalho ele tem uma importância muito grande na organização da sociedade porque é graças a essa força de trabalho e muitas mulheres estão hoje no mercado de trabalho porque foi uma trabalhadora e Em sua residência para fazer o trabalho doméstico ela ganhou mais tempo para se inserir no na profissão que escolheu e quando chegar em casa até tranquilidade de ter uma casa limpa organizada alimentação pronta então mesmo Com todas essas essas precariedades né das pessoas que fazem essa essa esse trabalho essas tarefas domésticas mas essa essa situação é que propicia que a outras pessoas estejam no mercado de trabalho então a gente custa a o reconhecimento do valor o trabalho doméstico a gente busca mostrar para a sociedade dá visibilidade a nossa luta e aí a gente diz conquistamos os nossos direitos agora queremos o respeito por quê Porque mesmo tendo essa todas essas conquistas E como foi falado tenha a questão do trabalho análogo à escravidão tem a questão que de um total de mais de sete milhões que é o número que a gente fica pensando que pode ser subnotificado né os dados que nós temos porque tem um monte ou cê olha um prédio tem 60 apartamentos e pela pela pelo padrão daquele difícil a gente percebe que ali tem pessoas que têm uma trabalhadora doméstica Então vamos contabilizar 60 no espaço bem pequeno mais com aquela verticalidade de residências então ali tem muitas muitas trabalhadoras Oi e aí quando chega essa questão de dizer tem seja tem dados que diz 6200000 tem outros que sete milhões e duzentos outros diz que é mais de oito milhões o fato é que somos o país segundo a oit Organização Internacional do Trabalho Nós somos o país que temos o maior número de trabalhadoras e trabalhadores domésticos no mundo porém mesmo todas essas conquistas ainda tem patrão que diz que não conhece a PEC das domésticas e não sabe da existência da Lei complementação 50 então fica aquela pergunta no ar e o empregador geralmente a pessoas que têm uma um nível de escolaridade têm acesso à informação em todos os canais de informações possíveis não é diferente de nós trabalhadores domésticos Então as trabalhadoras não ter conhecimento da lei complementar 150 não ter conhecimento dos direitos que tem a gente até entende por que a gente acorda alguém ainda tá escurecido então a gente se arruma vai para o trabalho né enfrenta muitas vezes tem tem trabalhadora que enfrenta três conduções para chegar no local de trabalho aí quando chega lá já é as carreiras porque ela tem um horário a cumprir quando ela termina quê larga a tarde é aquela mesma correria para voltar aquele mesma quantidade de transporte super lotado né O que já já tem aquela questão da água e o isolamento que não é não está sendo possível os transportes públicos E aí essa mulher ela não tem tempo porque quando ela chega em casa ela vai para a segunda jornada de trabalho que é a jornada da casa dela preparar o alimento para deixar para os filhos o marido no dia seguinte organizar a casa lavar uma roupa né Então essa mulher ela não tem tempo de acessar os meios de comunicação de de se informar mas os empregadores eu acho que é muito é assim uma coisa meio que não dá para acreditar que tem setenta por cento dos empregadores não tem conhecimento da lei complementar 150 da emenda constitucional bom então em nome dessa desinformação os nossos direitos são solapadas né a gente não tem carteira assinada maioria não tem carteira assinada não recorde Previdência Social não recolhe o FGTS né que é o fundo de garantia do tempo de serviço e essa trabalhadora muitas vezes ela tá com a carteira assinada empregador não recolheu os encargos sociais e quando ela do S aí é que ela sabe do prejuízo então trabalho da fenatrad É sim toma conhecimento do que está acontecendo buscar que esse direito seja garantido ou através de uma conversa um acordo e é isso que a maioria das dirigentes fazem né primeiro tentar um acordo né porque é desgastante Tás entrando com ação na justiça direto né paciência reclamação trabalhista mas o trabalho da fenatrad que foi fundada com o objetivo de agregar os sindicatos de fortalecer a luta né já tem 25 bom então trabalho é esse trabalho café na praça ficou bem fazendo e na pandemia Aí sim a gente teve que se desdobrar porque eu vi muitas trabalhadores que perderam seus postos de trabalho não conseguiram auxílio emergencial mudas que se inscreveram ficou naquela de está em análise e essa análise nunca foi concretizada terminou o primeiro período do auxílio emergencial E muitas não receberam agora tem esse auxílio emergencial que eu fico imaginando com uma pessoa sozinha mesmo ela sendo sozinha consegue sobreviver r$ 150 por mês né como é que ela paga aluguel como é que ela paga uma água uma luz e comprar um gás e se alimenta e com essa inflação que tem aí então a gente tá sabe nesse momento mostrando gritando para a sociedade o trabalho doméstico ele precisa ser valorizada nossos direitos precisam ser respeitado tem a questão da vacina que a fenadados também soltou nota nas redes sociais no trabalho no no ano de 2020 vários estados decretou Lock Down e néscios decretos estavam incluídos trabalho doméstico o essencial E aí é a incoerência né não valoriza mas na hora que tá todo mundo em casa podendo fazer o seu trabalho Home Office né como chama é trabalhando em casa mas não abre mão da trabalhadora está na casa dela se protegendo e protegendo a família da trabalhadora e protegendo a família do empregador também porque o transporte público E se fizer uma pesquisa muito das pessoas que estão aí nas filas esperando o leite na UTI não tem transporte próprio utiliza transporte público e aí os maiores meios de contaminação é o Block Down deixou o trabalho doméstico como essencial mas na hora da vacina as trabalhadoras domésticas nem foram citadas Lembrando que elas trabalham em uma residência que tá se expondo no transporte público ou seja ela se expondo o transporte público ela é é o agente né de contaminação em duas residências na residência dela e na residência do empregador mas a trabalhadora doméstica não foi citada nós não tá achando o citada como no prioritário achei na entrada entende que o grupo prioritário a prioridade Olá neste momento são os profissionais de saúde Porque estão lidando diretamente com as pessoas contaminadas é a segurança porque a gente tem que ter segurança né e é os agentes funerários né se é os porcos que morrerão contaminados pela qual Vivi é o sepultadores lá então tem grupos prioritários das prioridades e tem aqueles grupos prioritários onde as trabalhadoras domésticas já deveriam estar concluída deveria estar incluída por tudo isso que a gente falou então teve também é a questão da falta de alimentação é aquela atrás do ano passado vocês três campanhas vereadora foram três campanhas que nós fizemos a primeira Não surtiu um efeito muito bom né não teve uma grande adesão que foi o cuidar de quem cuida deixa trabalhadora doméstica com salário pago deixei em casa com salário para a Adesão foi baixíssima mas aí veio a medida 936 o que permitiu aquelas que trabalhavam de forma oficialmente é o registro e tudo o empregador suspendeu o contrato de trabalho e já veio as fraldas né porque muitos suspendeu o contrato e a trabalhadora tinha que comparecer ao local de trabalho sendo que ele não pagou nesse período é os encargos sociais na FGTS INSS não pagou o salário e teve o trabalho da doméstica realizada para ele de forma gratuita EA trabalhadora doméstica não pode ficar em casa em quarentena então quarentena infelizmente não deveria ser mas atualmente quarentena É privilégio privilégio de quem pode se dar o luxo de trabalhar em casa privilégio de que tem uma trabalhadora doméstica para fazer todo o serviço e e não só as trabalhadoras né aí eu não vou ser egoísta eu defendo a categoria mas eu olho também a minha volta e eu vejo que muitas categorias sabe está expondo o transporte público os empresários reclamando né que não tem o lucro que eles esperam que é que eles fazem reduza as frotas e o governo decreta o lock Down quando reabre não chega não senta com os empresários do ramo de transporte para dizer vocês vão ter que ofertar toda a frota de vocês aqui eu moro perto de uma garagem de ônibus e muitas vezes quando acontece de eu precisava necessidade passar por perto eu fico olhando tem mais de 50 ônibus dentro da garagem é mas as pessoas estão andando em ônibus superlotados e não bota uma Frota toda então é é complicado nesse momento de pandemia a falta de consciência também das pessoas que têm a possibilidade de estar em casa e vai para balada né E com isso traz a contaminação não só para eles mas também para as pessoas de mais idade de 50 casa não usam máscara não querem usar álcool em gel diz que isso é besteira é muitos dizem que não querem tomar vacina Então essa política genocida que está aí esse negacionismo tudo isso vereadora contribui para que a gente esteja enfrentando essa situação terrível né o mais de 310 mil famílias chorando pelos seus mortos e aí tem muitas trabalhadoras domésticas a gente não sabe o quantitativo be trabalhadoras que foram detectadas a gente não sabe o quantitativo de trabalhadores que vieram bom então aí fica difícil para gente trabalhar nesse momento e com anemia e fazer o trabalho de vir apoiar trabalhadoras domésticas mas a gente tem buscado fazer o nosso trabalho dentro daquilo que nos é possível fazendo de tudo para garantir que a trabalhadora não saia prejudicado nessa situação mas a gente sabe que o desemprego infelizmente está muito alto não só os trabalhos formalizados né porque muitos empregadores também perderam seus postos de trabalho com o trabalho informal aquele que a mensalista está sem carteira assinada então a gente tá nessa situação é eu não sei acho que já encerrou meu tempo né de fala mas o que eu gostaria de dizer para quem está nos ouvindo nesse momento a senhora vereadora é que a fé na trave junto com os sindicatos afiliados a ela e assim buscado Minimizar os Sofrimentos para as trabalhadoras e trabalhadores domésticos do país obrigada e Eu que agradeço Luiza Batista muito obrigada pelo a empresa só fala né mas fala tão tão esclarecedora para nós né então tão pertinente nesse momento que relata de fato não só o sofrimento e não só os desafios que as trabalhadoras domésticas têm enfrentado mais a população trabalhadora de forma geral né porque se você falou é o que a gente sente enquanto trabalhador justamente nesse período da academia agora eu quero ouvir nós vamos ouvir então acompanha Domingas o banheiro aqui de campinas no sindicato das trabalhadoras domésticas menina Domingas é com você ah fala aí Oi bom dia Vereador águida bom dia companheira Luiza Oi bom dia sua acessoria Bom dia a todas Bom dia as outras os outros companheiros e companheiras que nos apoia nessa luta aí na Câmara dos Vereadores de campina Bom dia as trabalhadoras estão vale a Dori sair da câmera EA todos que nos ouvem pela TV Câmara pelo Face pelo YouTube e dizer que a nesse novo normal a pandemia trouxe um uma coisa aqui para nós foi bom porque nesse momento nós estamos conseguindo falar e mais longe né conseguindo falar com a companheira Luiza lá do outro lado lá no nordeste gostaria de estar em Recife mas infelizmente a pandemias não permite né então é nos trouxe e esse canal da gente tá comunicando Então por esse lado foi muito importante que nós tiver no que reaprender foi aprender também a como fazer a nossa voz nos ver a nossa voz né infelizmente muitas trabalhadora não consegue nesse momento né Tá vendo esse debate mas depois ela tem oportunidade ela pode estar buscando assistir novamente então é muito importante essa discussão e esse debate bom então nós aqui de campinas como todos já sabe né é a segue aqui da Dona Nina sindicato é o segundo do Brasil né É dona nina fundou o primeiro sindicato e Santos em 1936 e depois ela veio para Campinas e fundou a segunda Associação que naquele tempo não podia ter sentido a segunda associação do Brasil aqui em Campinas Oi e depois em 88 transformou e sindicato né quando a lei a lei permitiu então assim para nós aqui de campinas né Sempre participando dessa luta aí nacional e internacional das trabalhadoras domésticas né tempo que participou amor de todo esse movimento aí da Federação Nacional é do colateral dessa luta que não é só nossa é de todas as trabalhadoras né é muito importante eu sou a domingo da já esqueci de me apresentar eu sou a Domingas eu cheguei aqui em Campinas com 14 ano né sou de uma família de também baiano Meu pai minha mãe e nós viemos para o estado de São Paulo para o interior trabalhar na lavoura irá os 14 hoje eu vim para Campinas 1969 e fui trabalhar em casa de família residência e Naquele tempo não não tinha o registro de caipira ainda né só em 1972 depois vigorou em 73 e daquele momento para cá naquele momento Quando vigorou a lei eu falei com a minha patroa falei olha tô sabendo alguma coisa nova aqui saiu aí para doméstica né ouvi no rádio aí ela falou eu vou ver o que que é aí depois eu te falo aí ela foi ver e já veio com o carnê O carnê grande de 24 folha do inan Aí ela falou olha a partir de hoje você está registrada o e daquele dia para cá eu nunca mais trabalhei sem registro nunca mais e também hoje eu só aposentada e aos 48 anos eu completei o meus 30 anos de trabalho eu aposentei mas continua aí na luta junto com as outras companheiras no sindicato e é para que tentar amenizar né Essa tantos problemas que vem de longe e vem de longe que a nossa categoria Como já foi dito aí pela companheira Luiza vem com s pensamento ainda disse escravidão vem ainda mas nós somos uma categoria de profissionais nosso são uma categoria profissional e nós lidamos direto com o nosso empregador Eu costumo falar para as companheiras e vocês tem chance Nós temos a chance de negociar direto porque os trabalhadores de uma Indústria às vezes nem sabe quem é o seu patrão uma indústria multinacional internacional ele não sabe quem é o patrão e não é trabalhadora doméstica sabemos bem ao nosso patrão tema chance de sentar e negociar negociar os nossos direitos então isso é é muito importante para nós mas às vezes que a gente não consegue trabalhadora não consegue Porque tem toda aquela carga aqui já faz toda esse serviço em casa e quando sai para trabalhar não ver esse trabalho como uma profissão que ela tá tão assim lá naquele ritmo de fazer a mesma coisa em casa depois saiba fazer ela tava confundindo o outro outro problema também que a gente consegue ver nesses anos todos de luta que a gente tem aí e eu meu trabalho sempre foi direto para uma trabalhadora Doméstica o atendimento direto a trabalhadora e fazer as homologações fazer as conciliações no sindicato entre patrão e empregado então é a mais de 30 anos eu faço é esse trabalho depois que eu me aposentei eu faço esse trabalho voluntário com as trabalhadoras domésticas atendo aqui em Campinas e na região que o nosso time de capa aqui na nossa região é cinco cidades né aquele da Região Metropolitana de Campinas então a gente tenta fazer minimamente um atendimento a classe trabalhadora doméstica com plantão e chamar os empregadores né quando a gente atende os casos tem problema a gente não é não caminha direta para justiça porque a justiça ela é uma coisa fria e a gente quer dialogar com as duas partes que é tentar resolver antes de encaminhar para a justiça né E então a gente chama a trabalhadora chama o empregador só não só não vem só não negocia quem não quer porque a gente tem que ficar fazer isso antes e nesse atendimento é muito é muito assim engraçada até chega até ser engraçado o que a gente vê o que eu já vi ao longo desses anos ou como conseguir pregadores assim desfaz né da gente e tentar falar para trabalhadora que ela não deveria ter chamado ele ali onde já se viu chama ele no sindicato ele não merecia isso me levou eu no sindicato porque essa pessoa não sabe nem falar ela não sabe nem falar direito Quais são os seus direitos né daí a gente pergunta para trabalhadora Você tá entendendo que eu tô falando você tá entendendo que eu tô falando que que você tem direito ao aviso prévio que eu falo errado muitas vezes eu falei errado entendeu ele falar aviso prévio eu falo breve aí empregador E aí e chega e fala Olha essa pessoa não sabe nem falar você me trouxe aqui imagina que horror né aí eu pego outro para trabalhadora Você tá entendendo que eu tô falando aí trabalhadora fala não tô entendendo tudo que você tá falando então é para você que eu tô falando eu só te chamei ele aqui porque Apesar dele ter todo o seu estudo todo o seu conhecimento toda chance de se saber da Lei ele não sabia que você tem direito do aviso prévio então é por isso que eu tô chamando ele aqui não é para ele tá falando é para você que eu estou falando então eu tô contente ele solta aqui Porque infelizmente ele não sabia de chance direito então assim se a gente for ficar aqui falando as coisas que a gente vê a desvalorização que eles tenta desqualificar o sindicato sindicato desqualificar as trabalhado e vai ficar gente e fazer chantagem emocional sabe bom então assim é muita coisa Agora mesmo na pandemia a gente tem apesar de toda O problema é que a gente tá vivendo aqui gente não deixou de fazer os plantão com todo é com todos os distanciamento com toda a proteção mais tem em casa que não dá para resolver pela a ver um celular pelo pelo que a gente criou de condições para tentar resolver tem caso que não dá aí a gente tem que chamar o atendimento presencial então agora mesmo da pandemia a gente tá vendo assim várias coisas acontecer que nem esses dias mesmo eu chamei um um caso e o empregador falou que a gente tava com a faca no pescoço dele falei imagina que tem isso a gente está apenas falando a trabalhadora há mais de oito anos numa casa então a gente tá atendendo assim vou testar aí agora tem que mandar embora mas é por causa da pandemia porque academia tá aí a gente vai ver vai puxar os direitos dela vai puxar o recolhimento do INSS vai ver o recolhimento do Fundo de Garantia a partir um de outubro de dois mil e quinze nada disso foi feito nada disso foi feita aí a gente fala então mas coma senhor tá dispensar essa trabalhadora agora e aí como que fica não eu tô dispensando ela por causa da pandemia eu falo mais espera aí mas a pandemia é de 2020 e a trabalhadora de 2012 2008/2010 que ela começou a trabalhar Então como que vai precisar uma trabalhadora agora nessas condições sem os recolhimentos sempre a chance de receber o que o fundo de garantia de receber o seguro-desemprego porque não foi recolhido seus direitos então não tem como não tem como a Mas agora nós toma pandemia fala mais assim poderia então o que que eu tô falando que eu tô eu tô falando para trabalhadora Oi e para todos né os patrão muito sim a gente reconhece que esteve problema muitos empregadores teve problema é pequenos Comerciantes pessoas muito chegar o problema mas sim e tiveram que dispensar as suas trabalhadora tem por causa da pandemia a gente reconhece mas muitos se escondem atrás da pandemia né muitos se escondem atrás da academia pronto tá dispensando as pessoas trabalhadoras agora e não não não pagar os seus direitos porque nós estamos aqui numa região nós aqui da região de Campinas Estamos numa região muito rica O interno e aí é uma região onde os empregadores muitos e querem que a trabalhadora é de comida na boca de criança de 12 anos me amarro o sapato daquela criança para ir para escola aí se a trabalhadora vou tentar ensinar a criança amarrar o sapato o empregador acha ruim não você tá aqui para amarrar os sapatos da criança entendeu então não é assim uma região que trabalha porque quando a gente vai falar de direito Eles fala assim vocês querem acabar com a categoria né quando a gente vai falar dos direitos vai falar da Lei não vocês que ele acabar o sindicato quer acabar a categoria só vai acabar o dia que os patrão fazer seu serviço ensinar os seus filhos para dizer oi deixa o trabalhador ensinar a criança fazer a comer sozinho a cortar o seu bife e amarrar o sapato Então é isso que a gente discuti com ele já se categoria só vai acabar o dia que o patrão Me passa sua camisa o dia que ensinar os seus filhos a fazer o que fazer isso serviço então nós aqui Oi Mi como na maioria do Brasil e nós estamos numa região rica e que essa categoria não vai acabar não vai acabar tão cedo e é o que eles costuma para lá quando vai no sítio de Pato ou quando a gente existe algumas coisas eles Fala aí se a trabalhador às vezes fica até pensativa Nossa mas se acabar categoria como que eu vou fazer então companheira trabalhadoras domésticas essa categoria não vai acabar o que nós temos que fazer é exigir os nossos direitos é ser profissional é não ter vergonha de ser doméstica levar a carteira agora quanto essa carteira aí virtual né mas esses dias se registro no primeiro dia existe um registro em carteira no primeiro dia de trabalho e eu costumo falar o seguinte a carteira de trabalho pois bem que tá para registrar não existe esse negócio de pedir ai vai sujar minha carteira Não vai sujar carteira a caipira foi feita para registrar não importa quanto tempo que ela vai ficar registrada tem que ser registrada não dá para gente ser uma categoria tão grande e até hoje a nossa atender mas se muita trabalhador ainda sem registro aí quando chega um problema de saúde quando chega a idade de se aposentar aí que ela trabalhadora vai perceber que trabalhou tanto tempo e ele não pode se aposentar porque não teve o registro e falta tempo e cada dia vai ficar mais difícil porque agora também nós temos um governo que tá aí que quer acabar Olá tudo que a gente conquistou quero que a gente morra trabalhando e não quer que o trabalhador EA trabalhadora chegue a uma aposentadoria Entendi então nós temos que exigir o registro em carteira desde o primeiro dia de trabalho sabe não não tem esse negócio de sujar carteira nada registro em carteira imediato bom e depois e tá sempre verificando se está sendo recolhido porque como eu acabei de falar a gente tem verificado muito muito caso aqui de trabalhadora registrada na carteira mas que não tem o recolhimento se não tenho recolhimento mesma coisa que tivesse sem registro bom então é muito complicado é muito complicado aí agora na pandemia a gente viu também muito muitos trabalhadores é com mais é mais de 60 anos por exemplo sem se aposentar e que não consegue trabalho muitas companheiras trabalhadoras domésticas e não consegue trabalho porque os empregadores eles agem de acordo com o interesse né então eles querem trabalhadora mais nova e até 40 anos e dispensando as suas trabalhadora mais velha e é muito complicado também é muito complicado e eu também queria falar o seguinte hoje é primeiro de abril nosso também entrando aí no mês de abril para um mês também dedicada das trabalhadoras domésticas né e por isso nós tomou já inicia ela não mês com esse debate é um mês que no dia vinte e sete de abril é o dia da trabalhadora doméstica porque dizem a história de um a trabalhadora doméstica virou Santa né porque ajudava as outras as outras companheiras porque levava alimento para os outros para as outras pessoas e ela virou Santa E aí tem essa história aí também então nós estamos passando por um momento difícil eu acho que vai muitas muitas tem que virar Santa porque uma carestia enorme e o salário não tá acompanhando o salário da dos Trabalhadores em geral não acompanha tudo Aumentou e a gente não não não tá conseguindo não tá conseguindo sobreviver com que a gente ganha ainda mais com tanto desemprego que tá nós estamos tendo aqui na nossa região muitas companheiras tão amplo como a Luiza falou dos condomínios é prédio condomínio aqui na nossa região Nós temos muitos condomínios Oi e a gente não tem acesso a esses aí esses Condomínio o máximo que a gente pode fazer é ir na portaria conversar com as trabalhadoras levar um boletim então a gente não sabe o que tá acontecendo muito essa peça lá para gente muitas coisas que tá acontecendo né Aqui nós tivermos também é muito essa questão da trabalhadora ficar afastada pela patrão afastou a trabalhadora né passou receber pelo governo mas exigiu trabalhadora fosse trabalhar nós estivermos muito isso aqui e me e a trabalhadora afastada foi trabalhar só que ela não sabia o que isso ia prejudicar o 13º dela então muitas trabalhadoras chegou em dezembro achou que ia ter o seu 13º e não teve o 13º completo porque os meses que ela ficou afastada ela não recebeu o décimo terceiro então tivemos muito esse problema também hoje se empregadores teria que ter comunicado do sindicato Quem era essa trabalhadora que ele tava afastando o sindicato teria que ter entrado em contato com você trabalhador Só que também isso não aconteceu foi e mínimo os empregadores ficam um negócio de casa só que depois na hora que veio os problemas que daí ele não podia mandar embora já tinha que esperar o período aí ele foi procurar o sindicato mas assim eles mas não não cumprir não cumpre com as Ah e eles têm acesso à informação os empregadores têm acesso à informação não dá para falar que não teve acesso que não sabia como que deveria fazer ou não bom então é isso também vou ver se tem alguma pergunta aí né que a gente tá falando demais aqui de repente tem alguma pergunta aí a gente tá aqui falando coisa que as pessoas às vezes querem ouvir outras coisas vou passar para lida aí vê se tem alguma pergunta Obrigada Domingas Valeu lembrando né como a Domingas falou lembrando primeiro falar que dia trinta de Março agora foi hoje é o dia internacional do trabalho doméstico eu tava com uma dúvida porque no calendário Nacional parece dia 22/6 e eu tava com essa dúvida mas a Luíza me tira essa dúvida Creusa também que nos assessora tirar essa dúvida para mim então dia 30 agora já internacional é o dia internacional do trabalho doméstico e o dia da trabalhadora doméstica é um dia vinte e sete de abril Por isso que o nosso mandato e resolveu fazer uma jornada aí junto com sindicato com sindicato das domésticas nessa jornada para dar voz às trabalhadoras que Inclusive a primeira pessoa ser vitimada pela covid-19 olho no Brasil foi uma trabalhadora doméstica né trabalhador doméstico aqui foi contaminada no local de trabalho porque a sua patroa né a sua empregadora eu tinha ido viajar para fora retornou ao Brasil e não garantiu não garantiu que essa trabalhadora pudesse fazer o isolamento social seja ela não se preocupou com a vida dessa trabalhadora é obrigou essa trabalhador aí vai trabalhar ai ai inclusive cuidar dela né nesse período que ela estava adormecida e foi contaminada e veio a falecer Então isso é um dado muito importante para a gente não esquecer né porque as pessoas falam que os efeitos da pandemia é igual para todo mundo não é igual para todo mundo é a gente sabe muito bem que tem o setor né e não é da casta trabalhadora é um setor aí que consegue se proteger muito bem inclusive consegue E aí uma o resultado melhor no enfrentamento ao com anemia sendo trabalhadores como a luz é como as amigas e ela tá muito bem Tem que enfrentar transporte público é obrigado a trabalhar não tem direito a salário rede social em um look ideal enfim já acordo com a própria informação que a Luíza do trouxe sobre a campanha que elas fizeram né que era para garantir que a trabalhadora doméstica pudesse fazer isolamento social em casa isso a campanha não colou né não pegou porque os patrões aí as patroas nem não conseguem ficar sem essa trabalhadores tem que ser dito em Alto bom som e tem que ter dito em Alto bom som para todo mundo saber os efeitos da academia não é igual para todo mundo né Tem um setor aí sofre muito mais estamos trabalhadores e principalmente as trabalhadoras domésticas e eu vou fazer aqui duas questões assim isso para a gente poder Nossa tá passando um carro de som bem aqui perto de casa agora é que atrapalha a gente falar e aí eu quero fazer duas questões aí eu passo para você se responder E aí eu isso vocês quiserem falar também né mas coisas que deixa eu te falar no primeiro bloco primeiro é falar que para Domingas né a Luíza tô com um pouco mas sobre o legado da laudelina né muita tem muita gente aqui aqui em Campinas que não sabe da história da laudelina e eu uma vez eu fui fazer o curso sobrinho sobre a questão racial EA história da na luta da loja e não foi falada né e me emocionou muito porque ela foi uma mulher e a frente do seu tempo né ela conseguiu organizar uma luta tão difícil né que das trabalhadoras domésticas como a domingo Azul mal a gente consegue acessar as trabalhadoras trabalha no Condomínio porque é uma categoria muito esparsa né e tá muito pulverizado como é que você organizá-la é uma ação né conjunta com essas trabalhadoras que estão espalhadas em várias casas Você não tem o local determinado para acessá-las né e a laudelina ela conseguiu no seu tempo me Filho organizar muitas voltas então queria dizer se esse Legado de luta da laudelina se ela se tem influência direta aqui no trabalho do sindicato das domésticas aqui Campinas e a outra questão que talvez vá para as duas e perguntar o seguinte a gente tem tido muita informação sobre a questão das trabalhadoras Imigrantes né é e como que isso se isso tem tido ou têm chegado até até vocês têm chegar porque a gente sabe que o sindicato se principal principalmente sindicato das trabalhadoras domésticas acabam tendo acesso a vários tipos de violência né de mulheres enfim e eu gostaria de saber se tem tido esse é tem recebido esse tipo né de denúncia e se deparado com s com essa forma de violência porque muitas vezes nós sabemos que muitas famílias utilizam dos trabalhos das imigrantes dos Imigrantes né das das pessoas que vêm de outros locais de outros países e explosões trabalho com a Luiza falou que é um trabalho análogo aí ao escravo se isso se vocês têm se deparado também com essa situação e por fim fazer uma pergunta aí avisa também tocou naquela tava falando eu eu tenho assim eu sei que a gente que para mim é muito muito certo né Muito é muito evidente que nós estamos nos sofremos um golpe né de 2016 e que parte do setor que levantou para dar esse golpe né nos trabalhadores aqui no Brasil para retirar uma presidenta que foi legitimamente América até que das domésticas Foi algo que tocou muito sério nesse então a golpista Eu lembro que quando a presidenta Dilma apresentou a PEC das domésticas tu tá tentando fazer um uma reparação histórica como a Lisa falou porque as trabalhadoras domésticas que ficou fora né da CLT e ficou fora não só da CLT ela ficou fora também dos direitos sociais estão lá contidos na Constituição Federal ela ficou de fora trabalhadora doméstica os trabalhadores domesticaram de fora e eu quando apresenta de uma veio tentou fazer essa reparação né tento incluir os trabalhadores dentes dos direitos sociais trabalhistas houve um sapateiro o verdadeiro levando não gostaria de saber de vocês Isso é fato e se vocês concordam com essa leitura é isso meninas tem que responde primeiro pode ser avisa se me permite eu também se me permite eu gostaria de responder primeiro porque lembra que eu tô independente no bem é a questão da luta da Dona Laura Lima eu vou deixar para companheira Domingas responder porque ela conviveu com a dona laudelina e eu nem minha conheci pessoalmente então o que eu sei é baseado nas histórias que as pessoas me contam e também no que eu leio então eu gostaria de ver de responder sabe sobre as trabalhadores migrantes e aperta a questão das trabalhadoras domésticas Imigrantes é uma coisa muito séria e muito grave não só no Brasil como no mundo todo inclusive os países né do Oriente Médio eles compram pasmem compram trabalhadoras domésticas na sua maioria mulheres Filipinas indianas que são os países assim onde as condições de trabalho para o trabalho doméstico ainda é muito precária bom então é uma coisa absurda aqui no Brasil mesmo com todas as precariedades da Lei e não é cumprida mas ainda temos algumas coisas que nos destacar no cenário Mundial como um país que tem a maior Gama de direitos não é a maior quantidade de direitos para os trabalhadores e trabalhadoras domésticas Então as trabalhadoras domésticas Imigrantes ao chegar no Brasil elas devem ter os mesmos direitos que as trabalhadoras domésticas brasileiras as nativas o que acontece é que muitos empregadores aí teve o tem uns dois anos muito antes da academia ouvi uns candão uma trabalhadora doméstica Filipina passou mal porque tava tão faminta que se alimentou da comida do cachorro e ela era babá de uma família de classe média alta bem alta então contratou essa trabalhadora lá na Filipina através de uma agência né E essa agência é bem essa questão que quando chega aqui e aí entra a condição de trabalho análogo à escravidão quando chega aqui no Brasil ou visto passaporte e fica trabalhadora doméstica refém né tem também tem a questão da comunicação porque a maioria fala inglês e ela chegam aqui vai conviver com outras trabalhadoras não não vão conseguir se comunicar Porque também tem a deficiência Nossa e mal nós falamos a nossa língua né então a ler essa dessa dificuldade na comunicação ainda tem a questão que elas ficam praticamente isoladas e em quando isso quem contratou o cara dura ela já economizou vamos dizer assim com as aulas de inglês para o filho porque foi uma babá né Isso foi o fiozinho uma tampinha sabe o friozinho da meada que foi descoberto e uma tampinha do iceberg o que acontece no principalmente no Estado de São Paulo então quando essa trabalhadora foi socorrida aí alguém né conseguiu que a gente sabe que tem médicos que falam inglês fluente médio e conseguiu comunicasse com essa trabalhador e velho daí a denúncia os e Bic tem feito um trabalho muito bom nessa questão do trabalho doméstico Imigrante E aí não é só as Filipinas têm várias outras nacionalidades que estão aqui do Brasil e começou a fazer é pesquisar e denunciar essa essa trabalho doméstico imigrante e o sindicato dos trabalhadores domésticos está no masculino não é pesado vocês maioria então sindicato dos trabalhadores domésticos no município de São Paulo hoje a presidenta Silvia Maria ela é uma pessoa muito aguerrida nessa luta e tem buscado junto com a diretora de trabalho Imigrante que era uma boliviana chamada de Ana só de Garcia Adriana tem acompanhado todas as audiências no que se refere ao trabalho doméstico migrante exatamente por isso para que o direito da trabalhadora doméstica Imigrante seja é que parado aos nossos direitos Porque a partir do momento que ela está em em solo brasileiro como o empregador brasileiro o direito dela passa a ser igual ao nosso muito justo afinal de contas é a mesma categoria o fato dela ser de outras e não podem interferir numa conquista que é para categoria então respondendo à questão das trabalhadoras domésticas migrantes E quanto a PEC das domésticas Vereador a vida a PEC das domésticas foi importante muitas vezes a imprensa acha que a precariedade hoje no trabalho doméstico a quantidade de trabalhadores desempregados né vai formalidade se deve ao fato da PEC das domésticas sabemos que mexeu sim com a classe média muito tanto nas redes sociais no momento do impeachment teve um cartaz que me chamou atenção e me Revoltou o bioma sua miserável por conta de você não terei mais trabalhadora doméstica ao meu dispor ou seja era uma pessoa que tinha uma trabalhadora doméstica na casa dela ao dispor dela a hora que ela precisar Se eu quisesse mas não pagava a hora extra e a pé que vem dizer não ela tem direito a jornada de trabalho e faz hora extra tem que ser paga então mexeu com o Imaginário das pessoas mexeram também teve aquela questão o filme A que horas ela volta ali mostrou as desigualdades sociais né mostrou a vida da trabalhadora doméstica que migra muitas vezes as as trabalhadoras dos estados da região norte da região Nordeste Milhão para São Paulo porque ainda é o lugar onde se paga melhor o trabalho doméstico é o os estados da região Sudeste né então elas miram na esperança de conseguir uma vaga de emprego que paga melhor e com esse ficar mandando dinheiro para a família Mas aí tem as e nesta é que passa no vestibular concorridíssimo para um pulso também concorrido que arquitetura enquanto que o filho da patroa que foi criado com todas as chances todas as oportunidades de passar naquele vestibular não passou então aquele ela teve aquela raiva né patroa teve aquela raiva e passou a impor Retaliação pavao pela personagem da Regina Casé então ali a gente viu que a PEC das domésticas mexeu e não foi só a PEC das domésticas mexeu mexeu o governo Lula quando possibilitou eu mesma eu nunca tinha andado de avião gente e quando eu entrei no avião primeira vez em 2009 quando você para Brasília eu fiquei deslumbrada não vou negar é hoje para mim é tranquilo eu vejo ser tudinho mas eu entrei fiquei assim ó olhando eu minha volta como é aquilo com Aquele troço pesado consegue voar então É muita gente conseguiu ter coisas né participar do daquilo que o estado brasileiro poder oferecer não estado em si mas as oportunidades né E foi a gente poder viajar de avião a gente tem os nossos filhos e filhos minhas netas as minhas duas netas tem graduação superior e isso foi graças aqui Graças aos programas implementados pelo governo Lula ainda e é a primeira geração da minha família Incluindo aí primos primas tios sobrinhos primeira geração da minha família que tem na doação superior são minhas duas netas a terceira tá fazendo nutrição tá fazendo mais a gente já está sentindo como se diz o apertando no pescoço porque a gente tá aí com o desmonte né de todas as coisas boas que foram implementadas no governo nos governos anteriores e hoje a gente está sofrendo esse desmonte então a perto das E aí e também contemplou ou essas pessoas te acham verdadeiro absurdo a doméstica botar filho na faculdade a doméstica tem casa própria né porque o programa Minha Casa Minha Vida contém por muitos trabalhadores domésticos Oi e a gente viu que para essas pessoas esse golpe na presidenta Dilma mulher Eleita democraticamente uma mulher íntegra né o golpes na Presidente abriu uma na realidade é foi mirado naquela pessoa igual foi em cima daquela pessoa estava dando continuidade a um governo que venha vinha diminuindo as desigualdades sociais e implementando gradativamente políticas públicas para contemplar o povo é a maioria da população brasileira a força de trabalho desse país porque o trabalho mesma força mesmo de trabalho desse país não vem do executivo tá com a caneta ele é aliás pelo intermediário e pego o telefone faz a negociação que não fazer o espaço físico mas na hora de fazer a mão de obra mesmo amar Força Bruta como se briga aquela força de trabalho que impulsiona a economia o país somos nós mulheres negras homens negros é o povo negro é o povo periférico é o povo que não têm oportunidade de estar numa faculdade então isso incomodou muito e nessa de incomodar muito se mirou aquela pessoa né aquela pessoa que tava ali dando aquela comunidade Então vamos mirar Vamos focar naquela pessoa para retirar aquela pessoa e aí a gente tá vendo acontecendo Então a gente sempre desconstrói a questão de que o trabalho doméstico hoje está da informalidade e por conta das nossas conquistas não é e é por conta da não aceitação né da das categorias favorecidas né da das pessoas que sempre tiveram oportunidades na vida e sempre estiveram nas melhores condições nos melhores espaços nos bairros bem estruturados com serviços de água luz esgoto é tudo tudo funcionando enquanto que aquelas pessoas que moram nas periferias sem nenhuma política pública que impulsiona a economia essas na cabeça dessas pessoas não podem melhorar sabe por quê Porque quando você vai estudar quando você começa a pensar começa a refletir e começa a a dizer não eu não aceito você tratado dessa forma começa a incomodar E aí aquela pessoa pensa o seguinte opa eu tô perdendo mão de obra barata porque as pessoas estão se qualificando então estou perdendo mão de obra barata e se eu perco mão de obra barata eu vou ter que dividir um pouco mais o lucro porque essa pessoa está se qualificando está entrando no mercado de trabalho de uma forma mais igual né não totalmente igual mas está se aproximando então roupa e se incomoda Vamos fazer vamos dar um basta nisso vamos frear esse essa política pública vamos frear esse esse como é que eu digo esse desenvolvimento essa inclusão social Então é isso que eu enquanto cidadão enxergo E é isso que os nossos sindicatos as nossas dirigentes acompanhando domingo às Com certeza há de concordar com essa fala de dizer e dizer que depois que a gente começou a ter consciência política né a gente amadurecendo aos poucos é a coisa que a gente compra né de em ponha a gente vai simplesmente é mostrando aquela pessoa que ela tem o poder de refletir que ela tem o poder de [Música] pensar e quando a pessoa começa a pensar começa a ver as desigualdades aí diz não eu não mereço ser tratado dessa forma então eu quero um tratamento mais igualitário e Isso incomoda infelizmente que não deveria ser assim né Aí a gente fala em justiça e igualdade social mas é aquela aquela aquele bicho Popular farinha pouca meu Pirão primeiro infelizmente então Vereador águida Calisto eu tô muito feliz né pelo convite e vou continuar até terminar o debate mas a minha fala está concluída muito obrigado em meu nome em nome da Federação Nacional das trabalhadoras domésticas da fenatrad e saber que esse mês de abril aí a gente e não só a senhora com outras pessoas vai fazer também atividades voltadas para discutir o trabalho doméstico EA própria Federação está no mês de abril fazendo lives semanais uma live a cada semana e as a Live tem também um caráter solidário que é arrecadar Fundos ou cestas básicas para distribuir com aquelas companheiras que estão mais necessitadas o ano passado a gente teve um programa nesse sentido é no total Se conseguiu distribuir quase 4.500 cestas básicas um número bem bem pequeno em relação à demanda né tivemos também distribuição de produtos de limpeza com uma parceria mas esse ano a gente vai fazer Live solidária né A primeira já vai ser agora na terça-feira seja de abril e a cada terça-feira 6 13 e 20 e 27 o Nacional das trabalhadoras domésticas vamos estar fazendo Live e lives de caráter solidário para conseguir arrecadar fundos para distribuir cestas básicas para as companhias Obrigada pela oportunidade vereadora foi um prazer estar aqui com a senhora vou ficar até o final bom obrigada Luiza obrigada mesmo Vou passar rapidinho para não Milhas Para a gente poder encerrar mais ou menos no horário Domingas a contigo querida Oi oi tá ouvindo tu tá ligado né acho que tá é é só para não esquecer pé dentro do programa aí do Nacional da no governo do Lula e da Dilma nós tivermos também o programa doméstica cidadã foi muito importante e nós aqui em Campinas fizemos e esse esse curso fazia com que a trabalhadora conhecer se o seu próprio território conhecer essa sua cidade Porque como a Luiza E aí é pública porque a gente tava naquele corre-corre sendo consumida Então esse programa doméstico da cidadã e foi feita também do governo Lula e Dilma foi muito importante muito importante eu mesma participei E aí foi um incentivo para mim fazer o meu ginasial que eu não tinha também aprendi muito e muitas companheiras prosseguiram e for até a faculdade tem muitas companheiras aí que hoje tem a faculdade com incentivo desse programa doméstica cidadão e outra coisa também que aconteceu aí quando a Luiza falou do avião eu lembrei logo no começo E aí Ah tá sem som Domingas e quando eles estavam a voltou a internet deve estar com estabilidade lavadoras Oi fala comigo é aquele Ministro lado a economia na discussão política deles lá sobre a economia ele falou que a responsabilidade da alta do dólar era da doméstica que até a doméstica vai para o ao Disney né quer dizer para ele é um absurdo uma doméstica andar de avião daí ficou explícito o porquê do golpe o porquê tudo isso aconteceu por tudo isso aí que a Luiza já falou a não aceitação da de ver alguma coisa a mais para algum a classe trabalhadora né porque eles acham que a classe trabalhadora tem que estar sempre nos pé deles não pode ir ter um mínimo Então é isso pra e não esquecer falando aqui do legado da dona nina o que eu falo sempre falei Dona Nina né é a gente conheceu a dona laudelina né tem uma história aí todo para falar vai ter que ficar aqui dois três dias falando né uma pessoa que bem à frente também tu por tudo que ela passou né com a trabalhadora que aos 12 anos foi cuidar de criança e aprendeu a ler e escrever porque o as crianças que ela cuidava tinha a professora particular e ela proibia mas não podia falar que ela tava aprendendo ela contava esperando coisa ela não podia falar que ela tava aprendendo que os filhos da patroa não conseguir aprender e ela tava aprendendo ela tava ali cuidando das Crianças com as pessoas dando aula e ela aprende é tudo então assim ela ela aprendeu a ler e escrever e sempre tô preocupada com a causa com a luta dos trabalhadores e ela participava do movimento negro né E ela trabalhava de uma forma fazia festas né fazer aperta fazia baile de debutante vi mas não assim diretamente Então ela trabalhava de uma forma que as pessoas né foi passando e e ela conseguiu fazer esse trabalho e Nós aprendemos muito com isso aprendemos muito com isso ela tinha apoio muito apoio e nós aqui de campinas é fundamental esse apoio a gente tem a gente só só tá aqui até hoje só temos um sindicato é também pelo apoio dos outros trabalhadores aqui apoio da Cut apoio dos outros sindicato Olá companheiras dos movimentos de mulheres dos mandatos que já tivemos na câmera que nos apoiou nós temos aí a homenagem do dia 27 da medalha laudelina aqui agora a Guida vai tá fazendo o que todo ano a gente faz que foi a Vereadora Maria José a primeira vereadora Negra aqui Campinas feita essa lei de homenagear trabalhadoras domésticas pa da visão a essa categoria que é tão importante que ela também foi trabalhadora doméstica então nós temos muito apoio e então é esse legado para nós é uma responsabilidade muito grande sabe carregar esse legado da Dona Nina dessa luta dela de ter deixado a casa Clipper Oi gente lá no cartori me falou Olha vou deixar essa casa para vocês fazer o trabalho e quanto tiver uma doméstica sendo explorada e quando eu tiver uma doméstica sofrendo precisando de orientação precisando de uma ajuda de uma palavra essa casa vai existir é para isso que eu tô deixando esta casa para vocês fazer o trabalho então assim é um peso é uma responsabilidade muito grande mas a gente não desanima nós estamos aí e infeliz porque temos muito apoio Agora mesmo no mês de março o mês da mulher em todas as outras companheiras dos outros movimentos outros grupos de mulher é citou as trabalhadora doméstica por qual os dessa pandemia por causa de tudo isso que a gente tá vivendo então no mês de março inteiro foi discutido a questão da Mulher trabalhadora mais voltada para a questão da Mulher trabalhadora doméstica pelo tudo que a gente viu que desde o começo da pandemia a primeira companheira que faleceu o caso da companheira me diz que teve seu filho morto por causa da patroa exigir que ela fosse andar com o cachorro não é diferente nas outras região aqui na nossa na nossa cidade que nós tivemos muitos casos parecido nós tivemos companheira que não morreu do convite mas morreu o outras problema os outros problemas companheira grávida e teve outros problemas de saúde por por por pressão psicológica por nós temos também muitas companheira que tá com problema é depressivo problemas psicológicos é problema na gravidez problema de câncer e vamos esperar um pouquinho acho que ela já retorna né oi oi oi oi amigas acho que cai o sinal mas pode continuar E aí é problema na internet aqui então o meu tava falando então é complicado mas a gente não desanima é um legado muito importante é uma luta né mas a gente está aqui contando com o apoio de outras de outras companheiras forma aí a companheira Guida e outras que já passaram aí pela câmera aí outros que virão a gente não vai desanimar e estamos aqui na luta e a esperança né também foi falado sobre a questão da das migrantes e nós tivemos sim problemas aqui em Campinas é uma preocupação muito grande com essa causa porque não passado a gente vinha muitas companheiras do vindo do próprio país né vindo do Nordeste vindo aqui pra nossa região companheiras muito nova que ela trazida para cá mas agora a gente tá vendo tem Aparecido têm chegado até nós casos de companheiros de outros países né do pelo do Haiti e eu vou preocupar com seu muito grande como eu já falei para você nós estamos numa região muito rica e com muita facilidade de fazer o doce patrão agir errado do meu patrão com agir com maldade então é mais uma preocupação que nós estamos sim principalmente agora né a pandemia Nossa vendo que aquilo nosso país está todo muito atrasado essa questão da vacina nós toma aí com Deus de governo e não não incentiva a vacina que então é a nossa preocupação é que isso começa a crescer começa a crescer aqui principalmente na nossa região que comecem a trazer companheiras isso chega aqui é dito para ela que elas estão em legal que elas não pode sair não pode ter contato né não pode ter contato até recebemos alguns casos a gente descobriu foi outras companheira aqui olha tem uma trabalhadora ali no condomínio que eu trabalho que ela não pode ter contar que tal e a gente não sabe o que tá acontecendo não sabe falar e é uma preocupação então nós estamos muito atenta a essa questão e pedir uma ajuda né pediu uma ajuda aí do dos mandatos pedimos a ajuda de todos aqui nossa aqui em Campinas tem uma secretaria aí na do migrante e nós estamos atenta tô aqui isso não venha acontecer para que isso não venha acontecer e que as trabalhadoras domésticas não venha a sofrer mais esse golpe de sair da sua da sua do seu sua região do seu país e vim para cá em regime de escravidão não sei diga se tem mais alguma coisa que você me perguntou mas eu me perdi toda aqui mas tive leva você me fala aí que eu já te perto me localizar aqui que eu sou muito desorganizada nos debates imagina do mim e quando eu tudo se você quiser já fazer a sua farinha Afinal aí porque a Luiza já fez então se você quiser fazer suas considerações finais aí eu logo em seguida tá é então eu eu queria foi também me pedindo para falar uma palavra de esperança né Tá eu queria falar diretamente para as companheiras trabalhadoras domésticas EA nossa esperança é para gente se valorizar se valorizar entender que o nosso trabalho é uma profissão nós somos uma categoria de trabalhadores e trabalhadoras domésticas E que nos a nossa esperança é a nossa valorização é nós que se valorizar e saber que o nosso trabalho é importante o nosso trabalho é fundamental a sociedade não vivo sem esse trabalho nosso i e é nós a exigir nos valorizar para que a gente esteja mais respeitado meu seria aí a esperança é a nossa valorização mesmo ele pedir para trabalhadora procurar o sindicato e nem eu já falei a gente continua nós temos o número de zap para comunicar Eu também coloquei o meu celular à disposição da trabalhadora nós temos o sindicato entre em contato com a gente não tá com a porta fechada mas a gente tá lá dentro nos plantão atende o telefone se for um caso de conversar presencial a gente vai conversar presencial com a trabalhadora com todo cuidado com todos os distanciamento e nós não vamos arredar o pé dessa luta nós estamos aqui para o que der é porque nós tempo o apoio das outras das outras companheira tem um apoio aí daqui das e nós não vamos arredar o pé tamo aqui para o que der e vier a vitória é nossa luta continua e não vamos dar nenhum passo atrás nem um passo atrás vamos para frente companheira que a luta é Nossa um bom dia e muito obrigado vida pelo convite e Eu que agradeço Domingas agradeço a Domingas a Luiza Batista obrigada por esse debate maravilhoso é dizer que primeiro a falar as falas aqui de vocês nos possibilitam a fazer alguns aquele Mestres pessoalmente aqui em Campinas essa questão das trabalhadoras imigrantes que estão aqui em Campinas né e trabalhando em situação análoga à de escravo nós vamos estar para o nosso mandato fazendo a você que alimentos para poder público saber qual é a política pública Qual é a intervenção do poder público nessa situação aqui então já me comprometo o nosso mandato vai fazer né requerimento pedir pedido a informações e provocando Poder Executivo nessa situação tá dizer que a gente vai estar de fato dando visibilidade né neste mês de abril a sua a luta das trabalhadoras domésticas o hino dia 27 A gente pega aí tá fazendo a entrega da medalha laudelina agradeço mais uma vez a vocês muito obrigada né E que a gente possa nos encontrar aqui que vamos nos encontrar a gente vai ter um roteiro além de debates daí nesse mês de abril para poder pautar a luta de vocês então agradeço aqui vou finalizar agradeço os trabalhadores os funcionários da segunda câmera que pode né garantir esses espaços de debate aqui organizou tudo dizer que assim que eu conseguir o link eu vou enviar para vocês Luiza para você domingo às inclusive para estar compartilhando nas nossas leite tá porque ele bate aqui foi muito importante foi muito bom debate qualificado da luta dessas trabalhadoras e que vocês aí é de fórmula muito combate viva e levado à frente obrigada mais uma vez né um bom aí a quinta um bom uma boa sexta-feira Ness tanta para muitas para muitos cristãos na IC que comemora e vamos à luta Valeu Conte com o nosso mandato Beijo pessoal tchau obrigada meninas nada obrigada E eu sou fruto de ser é isso aí tchau tchau tchau tchau obrigada nada tchau tchau a TV Câmara Campinas